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S AN T UÁ R I O S AG R A DO COR AÇ ÃO DE JE SUS | JOINVILLE | AGOSTO | 2 0 1 8 | DI ST R I B U I Ç ÃO G R AT U I TA


EXPEDIENTE

O carisma de padre Dehon

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EVENTO DO MÊS

Semana da Família

Por Pe. Léo Heck, scj

A celebração da memória da morte do venerável padre Leão Dehon é um grande momento de comunhão da família dehoniana. Para nós, o “12 de agosto” é ocasião de rendermos graças a Deus pelo dom de sua vida e aprofundarmos a partilha do seu carisma. A Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, fundada por Pe. Dehon, para além de prestar este ou aquele serviço específico na Igreja, quer promover um determinado carisma, uma espiritualidade. O carisma próprio da Congregação permite aos seus membros seguir e viver o Evangelho de uma forma particular. É o que a distingue das outras congregações. Procurando reconhecer o carisma de padre Dehon, podemos resumi-lo na profissão de fé do apóstolo São João: “nós cremos no amor que Deus tem por nós” (1Jo 4,16). O amor de Deus, como se manifestou no mistério de Cristo, Filho de Deus, nosso irmão Salvador, é a essência mais profunda, o elemento mais qualificativo da experiência de fé de padre Dehon. Este amor é simbolizado no Coração de Jesus. O Coração de Jesus, para padre Dehon, é o próprio Cristo, o Filho de Deus feito homem. Neste Coração ele reconhece o sinal privilegiado de uma realidade bem mais profunda e maravilhosa – o AMOR. O Coração de Jesus é “Jesus mesmo que ama”. Padre Dehon consegue identificar não apenas esse amor, mas a qualidade desse amor. O lado aberto, o “Coração ferido” e transpassado do Redentor, objeto privilegiado de atenção em seus momentos de oração e contemplação, é a expressão mais evocadora de tal amor; a fresta por onde podemos penetrar nos segredos mais profundos do amor de Deus por nós. Um amor que leva Cristo ao dom total de si, na entrega ao Pai pelos homens. É dali que jorra a nossa salvação e nasce o homem de coração novo e a esperança de um mundo melhor. A ideia de que Deus é amor absorve toda a sua atenção e mobiliza todas as suas energias interiores. O amor é o centro e a razão de tudo. Padre Dehon, sensível aos problemas da sociedade e da Igreja, percebe que os terríveis males que afligem a humanidade são consequência da recusa obstinada desse amor de Deus. Nasce aqui a necessidade de “reparar”. Amor e reparação – duas palavras chaves do carisma dehoniano. É preciso amar pelos que não amam. Por isso, a todos os que desejam empenhar-se como ele a reparar esses males pela raiz, propõe, em primeiro lugar, uma vida de “íntima união” ao Sagrado Coração de Jesus, na Sua oblação de amor ao Pai, pelos homens. Consequentemente, uma ação evangelizadora e apostólica que leve todos a crer no amor e trabalhar na reconciliação dos homens com Deus e do homens entre si. Em outras palavras, padre Dehon pede a seus filhos para serem no mundo “profetas do amor e ministros da reconciliação”, dos homens e do mundo, em Cristo Jesus.

• Segunda-feira - 19h30 (pelos falecidos) • Terça-feira - 19h30 (pelas intenções da rádio e internet) • Quarta-feira - 16h (pelos enfermos) e 19h30 (pelas famílias) • Quinta-feira - 7h e 19h30 • Sexta-feira - 7h, 12h30 e 19h30 • Sábado - 7h (devocional mariana) e 19h • Domingo - 6h30, 8h, 9h30, 11h30, 17h e 19h • 1ª sexta-feira do mês: 7h, 12h30, 16h, 19h30 e 23h (missa jovem) • Missa com tradução em Libras: 4° domingo do mês - 19h

• Rádio Arca da Aliança (AM 1480) Domingo 8h - Santa Missa Segunda a sexta-feira 12h - Oração do Almoço

O Jornal do Santuário é uma publicação do Santuário Sagrado Coração de Jesus, sob responsabilidade do padre Léo Heck, scj Rua Inácio Bastos, 308 - Bucarein - Joinville/SC 47 3455.2204 | www. santuarioscj.com.br

Produção

15 de agosto, às 7h

Missa de Louvor 23 de agosto, às 19h30

@santuarioscj MEMÓRIAS PE. ALOÍSIO, SERVO DE DEUS

"O silêncio é também um indicativo de espiritualidade. Não se trata apenas do silêncio exterior, mas, sobretudo, do interior. Nós temos muitas ocasiões de pôr o coração em ordem, mas, em primeiro lugar, é preciso ver se ele está em silêncio".

• Confissões, orientação espiritual e bênção de objetos Terça a sexta-feira: 8h30 às 11h e 14h30 às 17h Sábado: 8h30 às 11h

• Rádio Clube (AM 1590) Segunda a sexta-feira 6h55 - Nos Caminhos da Palavra 12h55 - O Pão da Palavra Sábado 8h - A Voz do Santuário

• Rádio Cultura (AM 1250) De 6 a 10/8 e de 27 a 31/8 11h30 - A Palavra de Deus

Oração das Mil Ave-Marias

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

HORÁRIOS DAS RÁDIOS

CELEBRAÇÕES NO SANTUÁRIO

12 a 18 de agosto Confira a programação na página 6

• Terço dos Homens Segunda-feira - 18h50 • Adoração Eucarística Quinta-feira - 8h às 19h30 • Grupo de Oração RCC Quinta-feira - 20h30 • Santuário Jovem Sábado - 20h

SUGESTÃO DE CONTEÚDO: redacao@agenciaarcanjo.com.br www.agenciaarcanjo.com.br facebook/agenciaarcanjo 47 3227.6640

DIAGRAMAÇÃO Gabriel Bodnar

JORNALISTA RESPONSÁVEL Rayana Borba DRT/SC 3809

REDAÇÃO Marco Farias

TIRAGEM: 2.600 exemplares

REVISÃO Fernanda Felicio

IMPRESSÃO: Gráfica Volpato

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ENTREVISTA

JUBILEU

Por Rayana Borba

CARDEAL SCHEID VISITA O SANTUÁRIO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Foto: Arquivo pessoal de Dilce da Rosa

Neste mês dedicado às vocações, o Jornal do Santuário entrevistou nosso paroquiano, Osvaldo da Rosa. Esposo, pai e avô, ele foi ordenado diácono permanente da Diocese de Joinville, em 24 de novembro de 2013, pelas mãos de dom Irineu Scherer, bispo de Joinville à época. Desde então, tem se colocado a serviço da comunidade, servindo em casamentos e batizados, celebrações da Palavra, auxiliando os padres nas missas e demais atividades da vida pastoral. Confira! (JS) Jornal do Santuário: Quando e de que forma o senhor recebeu o chamado para seguir a vocação diaconal? (DO) Diácono Osvaldo: Foi no período em que o Pe. Aléssio da Rosa, scj, era pároco-reitor do Santuário. Não lembro a data exata, só sei que fiquei surpreso e feliz com o convite, pois não imaginava que isso um dia iria acontecer, embora no íntimo desejasse. (JS): Qual foi a reação de sua família ao perceber seu desejo em ser diácono permanente? (DO): Ficaram felizes, e assim como eu, apreensivos. Me perguntaram: “O que o senhor pensa disso?” Respondi que gostei do convite e que queria viver essa experiência. Então, me deram todo apoio e bênção. (JS): De que forma o senhor acredita que a vocação diaconal e familiar se complementam em sua caminhada? (DO): Ser diácono é colocar-se a serviço, a Deus e aos irmãos. Ser pai é doar-se na construção familiar. Penso que nisso está o complemento entre o serviço e a familiaridade, pois são duas vocações. Como pai aprendemos a renunciar a nós mesmos, em função da família. Como diácono também somos obrigados a renunciar a muitas coisas, em função do servir a Deus e à Igreja. Nas duas instâncias estamos a serviço. (JS): Vivemos um mês dedicado às vocações. Qual reflexão o senhor considera importante realizarmos neste período? (DO): Agosto é o mês totalmente dedicado a uma reflexão mais profunda sobre as vocações, mas todo tempo é tempo de vocações. É preciso rezar pelas vocações, seja ela sacerdotal, religiosa, missionária... bem como pelas vocações laicais, em especial, a matrimonial. Que possamos ser homens e mulheres vocacionadas naquilo que Deus nos proporcionou a fazer, assumindo nossas profissões e atividades como verdadeiras vocações. Estaremos, assim, fazendo a vontade de Deus, vivendo “nossa diaconia”.

Osvaldo e sua esposa Dilce, com os netos recém-nascidos Thomas e Oliver

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Foto: Maurici Crispim

VOCAÇÃO: SERVIR

GERAL

Por Eva Croll

Dom Eusébio cardeal Scheid e Pe. Lucas Irmão de padre Lucas, o arcebispo participou das comemorações dos 50 anos de sacerdócio do vigário paroquial Alles zur Ehre Gottes: tudo para a glória de Deus. A oração, em alemão, resume a crença da família Scheid, que jamais sentava à mesa sem antes agradecer. E assim, mantendo a fé cristã, Alberto e Rosália criaram nove filhos, dos quais três se tornaram padres: Ivo, Eusébio e Lucas, todos pertencentes à Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Ivo, falecido em 2015, foi o primeiro a se formar padre. Depois foi a vez de Eusébio estudar em Roma, de onde voltou ordenado em 1960. “Nesse período tive aula com Pio 12 e conheci João 23, um grande sábio da nossa Igreja”, lembra Eusébio sobre o convívio com os papas. O caçula, Lucas, chegou a ter dúvida entre cuidar dos pais ou seguir sua vocação. Em 2018, ele completou 50 anos de sacerdócio, contando novamente com presença do orador da cerimônia de ordenação, o agora cardeal arcebispo emérito do Rio de Janeiro, dom Eusébio Scheid, scj. Eusébio foi nomeado bispo de São José dos Campos, em 1981, por João Paulo 2º. Dez anos mais tarde, em 1991, assumiu a Arquidiocese de Florianópolis. E foi na capital de Santa Catarina que ele apresentou o irmão, Lucas, ao papa, durante a beatificação de Santa Paulina. “Ele [João Paulo 2º] não falava nada. Só perguntava como nós estávamos”, conta Eusébio. O mesmo papa o promoveu a cardeal em 2003, quando já estava na Arquidiocese do Rio de Janeiro. Diante do novo desafio, Eusébio rezava: “Ó, Jesus, eu espero que Vós gosteis do que eu faço porque eu gosto de tudo que Vós me pedis”. Como cardeal, dom Eusébio participou do conclave que elegeu Bento 16. “A gente já se conhecia bem. Foi ele que me convidou a fazer pós-graduação em Roma. Seu pontificado foi muito importante pela cultura teológica e o desenvolvimento da nossa fidelidade à Santa Sé”. O encontro com o seu substituto, Francisco, só aconteceu no Brasil, em 2013, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, realizada no Rio de Janeiro. Depois, ainda concelebrou duas vezes com o papa argentino na Itália. Aos 85 anos, já aposentado e morando em São José dos Campos, no interior de São Paulo, dom Eusébio comemora a aposta na vocação sacerdotal ainda na infância. “Minha vida sempre foi muito reta e o chamado para ser padre foi o mais forte”. Confira na contracapa desta edição as fotos da celebração do jubileu de 50 anos do Pe. Lucas!


A MISSÃO QUE COMEÇA EM A vocação atinge de modo profundo a vida de cada um. A dúvida que mora dentro do ser humano a respeito da sua existência nesse mundo leva-o a se questionar sobre os seus anseios, suas preferências, suas escolhas e seus sonhos. Ainda que a pessoa não saiba, essa dúvida está intimamente ligada à sua vocação. Cada um reage da sua maneira aos seus próprios questionamentos. O que há em comum é que todos têm o desejo de saber para que foram criados. Nesse contexto, o autoconhecimento é muito importante, pois exige uma identificação pessoal a partir das experiências e do reconhecimento dos sinais manifestados em sua vida. Fazer uma leitura da própria história para ver onde Deus lhe encaixa, onde Deus lhe chama é fundamental.

casa

A natureza da ação humana desde sempre é norteada pelo objetivo comum da busca da felicidade. No entanto, a ilusão de uma felicidade gratuita e descompromissada tem seduzido a muitos, levando-os à frustração, decepção e tristeza. A vocação é um dom gratuito que Deus concede a cada um dos Seus filhos. Entender e acolher a vocação é uma escolha, que certamente é um caminho que conduz à felicidade: “Eu vim para que todos tenham vida, e tenham vida em abundância” (João 10,10). Ora, se de Deus se recebe como primeira vocação a vida, para vivê-la em plenitude se faz necessária a compreensão da missão que há reservada para a sua existência. Essa descoberta conduz à vida em abundância, porque a felicidade está alicerçada na vivência do projeto de Deus, que não é momentâneo, mas, sim, um processo para toda a vida.

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SENDO ASSIM, QUANDO INICIA ESSE Deus dá o sopro divino para a criação humana. Cabe, então, em primeiro lugar, aos coautores da vida zelar pela vocação que Deus inspirou. E é por isso que a vocação começa em casa: os pais têm a missão de zelar, cuidar e acompanhar a vida gerada, comprometidos com o caminho vocacional dos seus filhos, que, muitas vezes, necessitam de um “suporte” para amadurecer suas escolhas.

processo?

É sabido que o cenário de famílias desestruturadas, rasgadas pela falta de compreensão do projeto de Deus, não é favorável para o discernimento vocacional de adolescentes e jovens, todavia, o Senhor chama individualmente para o despertar da vocação. Não há quem fique fora do plano de Deus, e Ele mesmo assegura que em Seus caminhos o ser humano é tudo aquilo que pode e deve ser. Por isso, os pais são chamados a educar seus filhos na fé, para que atinjam a maturidade de sua vocação. A valorização da criação de Deus é a primeira missão. Pais que educam seus filhos na fé e os ensinam a se comprometer com o próximo desde o começo da sua existência podem gerar grandes frutos para a Igreja. A vocação é pessoal, mas se desdobra na vida comunitária, quando a pessoa tem a oportunidade de ofertar os seus dons para fazer o bem ao próximo, por isso zelar pela vida é um chamado e compromisso de todos. A natureza da ação humana desde sempre é norteada pelo objetivo comum da busca da felicidade. No entanto, a ilusão de uma felicidade gratuita e descompromissada tem seduzido a muitos, levando-os à frustração, decepção e tristeza. A vocação é um dom gratuito que Deus concede a cada um dos Seus filhos. Entender e acolher a vocação é uma escolha, que certamente é um caminho que conduz à felicidade: “Eu vim para que todos tenham vida, e tenham vida em abundância” (João 10,10). Ora, se de Deus se recebe como primeira vocação a vida, para vivê-la em plenitude se faz necessária a compreensão da missão que há reservada para a sua existência. Essa descoberta conduz à vida em abundância, porque a felicidade está alicerçada na vivência do projeto de Deus, que não é momentâneo, mas, sim, um processo para toda a vida. Por Agência Arcanjo

Fotos: Jacqueline Freudenborg e Maurici Crispim Aparelho Auditivo O Lyric é o aparelho auditivo totalmente invisível e resistente a água. Você não precisa trocar pilhas, não requer manutenção e você o utiliza 24 horas por dia. Rua Anita Garibaldi, 164 - Joinville/SC 0800.052.9191 | 47 9 9966.2034 www.digsom.com.br /clinicadigsom

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Por Francisca Nascimento

Arraiá do Santuário Jovem Na noite de 14 de julho, o Santuário Jovem promoveu uma Festa Julina para comemorar seu aniversário de criação. A noite iniciou com orações, em ação de graças pelo caminho percorrido nestes 4 anos, como forma de recordar as atividades já feitas e a contínua busca pela espiritualidade. Em seguida, os jovens participaram de danças e puderam saborear comidas típicas. A confraternização contou também com a presença dos frades franciscanos, que fizeram a alegria da galera! Em nome do Santuário Jovem, agradecemos todos que já participaram do grupo em outras épocas, e que experimentaram do carisma dehoniano, ajudando a construir nossa identidade jovem!

Foto: Alexandra Nascimento

SANTUÁRIO 6

ANIVERSÁRIO

Venha participar do Santuário Jovem: os encontros acontecem aos sábados, às 20h, na sala 17 do Centro Comunitário. O Coração de Jesus te espera com muito amor!

Semana da Família “O Evangelho da Família, alegria para o mundo” 12/AGO • domingo • 19h Missa com bênção para os pais 13/AGO • segunda-feira • 19h30 Missa com bênção para os jovens e adolescentes 14/AGO • terça-feira • 19h30 Missa com bênção para os avós 15/AGO • quarta-feira • 19h30 Missa com bênção para as crianças 16/AGO • quinta-feira • 19h30

A Igreja do Brasil celebra mais uma Semana Nacional da Família, entre 12 e 18 de agosto. O evento, realizado anualmente, já faz parte do calendário de milhares de paróquias do país. A iniciativa é uma resposta ao desejo de se fazer algo em defesa, promoção e valorização da família, foi escolhida a semana seguinte ao Dia dos Pais, com a proposta da Pastoral Familiar articular-se com todas as demais pastorais da Igreja no sentido de evangelizar as famílias. O tema em 2018 – “O Evangelho da Família, alegria para o mundo” – é o mesmo do 9º Encontro Mundial das Famílias, que acontece em Dublin, na Irlanda, entre 21 e 25 de agosto, e que contará com a presença do papa Francisco. O Santuário terá uma programação especial para a Semana da Família, com bênção especial a cada dia, atração cultural e gastronômica, e para o encerramento, missa com renovação matrimonial e bênção para os casais jubilares. Confira a programação ao lado e não deixe de participar!

Missa com bênção para os catequistas e educadores 17/AGO • sexta-feira • 19h30 Missa com bênção para as mães Após a missa será servido canja (R$ 5 o prato) 18/AGO - sábado - 19h Missa com renovação matrimonial e bênção aos casais jubilares (aqueles que completam 25, 50, 55, 60, 65, 70 ou 75 anos de matrimônio em 2018. Pedimos aos casais jubilares que informem antecipadamente sua participação na missa, via Secretaria do Santuário – pessoalmente ou pelo telefone 3455-2204)

Casamento comunitário Ainda temos vagas para a celebração comunitária de matrimônio, que será realizada em 24 de novembro, às 15h, no Santuário. Vale destacar que a celebração é destinada a todos os casais, desde que não possuam nenhum impedimento para o casamento religioso, com ou sem filhos, independente se já residem juntos ou não. Os casais interessados podem obter mais informações com nossa Secretaria. Corra, pois as inscrições encerram em 31 de agosto!

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Que o Senhor os alcance! O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que abençoar é uma ação divina, que gera vida, cujo Pai Celeste é a fonte (CIC 1078). A bênção vem sempre de Deus, sendo, ao mesmo tempo, palavra e dom. Aplicada ao homem, significará a adoração e a entrega ao Criador, em ação de graças. No Antigo Testamento, temos a bênção de Aarão, uma das fórmulas mais antigas que, inclusive, usa-se ao final da Santa Missa no tempo comum: “O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a Sua face, e se compadeça de ti! O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz!” (cf. Nm 6,24-26). O sacerdote, desde o Antigo Testamento, era constituído para oferecer sacrifícios a Deus em favor do povo. O sacerdote é o Cristo único e eterno que quis contar com colaboradores que agem “in persona Christi Capitis”, “na pessoa de Cristo Cabeça”. Apesar de agir em nome de Cristo, de ser o Cristo, o sacerdote não está livre de pecar, é um pecador, mas a bênção é transmitida por meio dele, ele comunica “um poder sagrado que é o poder de Cristo”.

ESPIRITUALIDADE

por Marco Farias

Foto: Jacqueline Freudenborg

BÊNÇÃO FINAL

Em se tratando de missa, vale destacar que o início se dá com a procissão de entrada e termina somente após a bênção final (envio), sendo litúrgico, elegante e educado aguardar a completa saída da equipe de liturgia, do padre e de seus ministros, para então deixar a igreja. Vemos que muitos saem após receberem a comunhão, sem receberem a bênção final. Não entenderam nada. Não são fiéis, são “turistas dominicais”. Vão por ir, por pura eventualidade social. Não descobriram, ainda, o grande tesouro que a missa é!

SACRAMENTO DA ORDEM Por Agência Arcanjo, adaptado do portal A12

Você sabia?

Desde sua fundação, nossa Paróquia é atendida por padres da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (dehonianos), fundada em 1878 na França, por Pe. Dehon. Nossos sacerdotes, além dos votos de obediência e de castidade – comum a todos os padres – fizeram também voto de pobreza, prometendo viver como família, na qual todos os bens são propriedade da comunidade e cada membro não possui nada pessoalmente. Leia mais sobre os padres dehonianos em nosso site: santuarioscj.com.br.

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Foto: Jacque line Freude

O Diretório para o Ministério e a Vida do Presbítero, de 1994, publicado pela Congregação para o Clero, apresenta uma série de elementos comum a todos que se dispõe a servir à Igreja pelo sacramento da Ordem. Três desses elementos podem ser destacados: comunhão com Cristo na oração; dar testemunho; e ser guia da comunidade. Ser sacerdote é estar em profunda comunhão com Deus, a serviço do povo e disposto à realização dos sacramentos que lhe são confiados. Quanto aos padres, estes podem ser seculares (diocesanos) ou regulares (religiosos consagrados). O padre diocesano está formalmente alocado a uma Igreja particular (diocese), com área territorial bem específica e definida, estando sob os cuidados e orientação direta do bispo diocesano, podendo ter bens e propriedades, salário e não têm a necessidade de viver em comunidade. Já os padres religiosos (dehonianos, salesianos, franciscanos, etc) assumem a vida religiosa consagrada antes de serem ordenados padres, fazendo votos evangélicos de pobreza, obediência e castidade, e por sua vez, respondem diretamente ao superior da ordem ou da congregação religiosa a que pertencem.

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Religioso ou diocesano: qual a diferença?

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Por Eva Croll A noite de 7 de julho foi especial e de muita alegria para padre Lucas Scheid, scj, e todos que participaram da missa que celebrou seus 50 anos de sacerdócio. A celebração foi conduzida pelo homenageado na companhia de seu irmão, dom Eusébio Scheid, scj, cardeal arcebispo emérito do Rio de Janeiro. Entre os presentes estavam religiosos, padres, diáconos, paroquianos, familiares e amigos do homenageado, incluindo o amigo de longa data dom Carmo Rhoden, scj, os quais foram saudados com a mensagem de boas-vindas de nosso pároco-reitor padre Léo Heck, scj.

“Ele ama muito esta Paróquia, é muito estimado aqui e isso me alegra muito, Deus seja louvado pelo carinho que vocês têm pelo Pe. Lucas”, declarou dom Eusébio na homilia. Antes da bênção final, representantes do Santuário e sacerdotes presentes também deixaram sua mensagem de carinho a Pe. Lucas. “O que posso dizer senão agradecer a Deus porque Ele é bom, porque Ele me deu este dom vocacional?”, declarou, emocionado, o homenageado da noite. Após a celebração, as comemorações do jubileu de ouro prosseguiram com um jantar realizado no Ádamo Gastronomia. Confira abaixo algumas imagens desta celebração histórica!

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Edição de Agosto 2018 - Jornal do Santuário  

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