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om de amor

IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA - DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Ano 2 - Novembro/ Dezembro 2011

Jesus Ele está no meio de nós!


Tel: (12) 3929-4872

Associação São João Batista - ASSOJOB - CNPJ 07.246.345/0001-09 Comunidade Tom de Amor Fundador: Luís Carlos Bustamante Costa - Co-Fundadora: Maria Aparecida Pereira Diagramação: Luís Carlos e Fabrício Flausino - Impressão: Katú Editora Gráfica Jornalista Responsável: Fernanda Albuquerque e Silva - Mtb 25.017 - Tiragem: 5.000 exemplares - Distribuição Gratuita Redação: Rua Argentina, 21 - Vista Verde - São José dos Campos - CEP 12223-970 Fone: (12) 3902-9804 / 3929-4872 - site: www.tomdeamor.com.br - e-mail: contato@tomdeamor.com.br


O Natal de todos os dias Não é segredo para ninguém: existem muitos Natais. Um dos mais badalados é o comercial. Um dos mais esquecidos é o cristão. O comercial, quem não o conhece? Fruto do consumismo e do materialismo, nele só há lugar para quem tem dinheiro. Não deixa de ser uma lástima: o mercado conseguiu ocultar o significado da festa mais bonita do cristianismo. Graças a Deus, há também o Natal cristão. Ele acontece em quem não se fecha em si mesmo nem desiste na busca de uma autenticidade de vida, que é sempre fruto de uma constante conversão. Foi o que descobriu e vivenciou o bispo alemão Klaus Hemmerle, falecido há poucos anos, depois de ter transformado a espiritualidade de comunhão – o ideal de sua vida – num constante serviço aos irmãos: “Jesus não ficou esperando as horas. Não subiu ao pódio. Ele veio ao seu encontro. Veio até você. Vá ao encontro dele. Vá até aqueles para os quais não havia lugar na hospedaria. Vá ao encontro dele. Até o nosso meio. Entre mim e você. Vá o encontro dele. Vá até você”. Para Klaus Hemmerle – e para todos os cristãos – o Natal acontece quando, ao invés de aguardar que os outros façam a sua parte, ou que as coisas aconteçam por si mesmas, dá-se o primeiro passo com alegria e prontidão, sem esperar por recompensas ou reconhecimentos; quando não se fica a vida inteira tentando esmagar os irmãos para “subir ao pódio”; quando se vai ao encontro de quantos “não têm lugar na hospedaria”. É o que também nos lembra a liturgia do advento: “Agora e em todos os tempos, Jesus vem ao nosso encontro,

presente em cada pessoa humana, para que o acolhamos na fé e o testemunhemos na caridade”. Mas não é preciso ir muito longe para encontrar os pobres: cada pessoa que passa ao lado carece de amor e cada ambiente que se freqüenta, não poucas vezes, se parece a uma geleira tenebrosa. Era por isso que São João da Cruz não cansava de repetir: “Onde não há amor, coloque amor, e encontrará amor”. E se esse amor for mútuo, então Jesus resplandecerá “em nosso meio, entre mim e você”. Assim pensando e agindo, o bispo Hemmerle seguia a doutrina espiritual de sua mestra, Chiara Lubich, falecida no dia 14 de março de 2008. Para ela, o Natal pode e deve acontecer todos os dias: É Natal: o Verbo se fez homem e acendeu o amor na terra. É Natal: gostaríamos que esse dia jamais findasse. Senhor, ensina-nos a perpetuar tua presença espiritual entre os homens. É Natal: que o teu amor aceso na terra arda em nossos corações e nos amemos como tu queres. Então, estarás entre nós. E, se nos amarmos, todo dia poderá ser Natal. Em outra mensagem de Natal, Chiara aprofundava assim o seu pensamento: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles” (Mt 18,20). No meio deles, exatamente como há dois mil anos, no meio de Maria e José. Somente que, agora, a sua presença, embora real, é espiritual. A Jesus não agrada ficar apenas

nos sacrários. Seu desejo é estar entre os homens e com eles partilhar os pensamentos, os projetos, as preocupações, as alegrias... Também para isto é que veio á terra, para nos dar a chance de tê-lo entre nós sempre, mantendo o calor, a esperança, a luz, a concórdia que todo Natal traz consigo”. Apesar de nunca se ter convertido ao cristianismo – pelo péssimo exemplo de vida dado por alguns colonizadores ingleses –, Mahatma Gandhi concorda plenamente com Klaus Hemmerle e Chiara Lubich ao afirmar: “Jesus terá nascido, vivido e morrido em vão se não tivermos aprendido com Ele a reger nossas vidas pela lei eterna do amor”. Essas mensagens, que sintetizam o caminho proposto pelo Papa João Paulo II para o século XXI – “fazer da Igreja a casa e a escola da comunhão” – é também o ideal de vida que desejo ver abraçado por mim e pelos irmãos e amigos a quem amo – dentre os quais, está sobretudo você, caro leitor de nossa revista Tom de Amor, que nos acompanhou ao longo deste ano, atuando decisivamente por um mundo melhor, para que cada momento, cada circunstância e cada encontro que acontecerem em 2012, prolonguem a alegria, a paz e o amor do Natal! Luís Carlos Bustamante Costa Fundador

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A atualidade da missão de

São José Dois textos bíblicos falam de José, o pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo: Mt 2, l3-23 e Lc 2, 4-52. Destes textos, uma atenta leitura nos leva a tirar dois dados importantes: sua condição de carpinteiro: "Não é este (Jesus) o filho do carpinteiro? “(Mt 13-55). Era conhecido, portanto, em Nazaré, por seu ofício. O outro dado é um juízo sobre sua pessoa: "Seu esposo José, como era justo e não queria colocá-la em evidência...” (Mt 1,19). Por estes textos e dados fundamentais, reconstruiuse a imagem de São José como esposo fiel de Maria, pai adotivo de Jesus e honrado artesão e operário, que vivia de seu trabalho. Nada mais sabemos de sua vida, nem de sua morte, a não ser através dos evangelhos apócrifos. A figura de São José adquire em nossos dias uma grande popularidade. Pio IX o declarou patrono da Igreja Universal, Pio XII instituiu a festa de São José Operário, João XXIII pede sua proteção especial para o Concílio Ecumênico Vaticano II e acrescenta seu nome ao cânon da missa. É ainda patrono dos pais de família, dos tesoureiros, dos procuradores, dos trabalhadores em geral. Servidor fiel e prudente a serviço da Sagrada Família, continua sendo servidor da família cristã, modelo das virtudes do lar. A vida de São José foi toda ela um contínuo serviço a Jesus e a Maria. Nós cremos que foram realmente proféticas as palavras que lhe dirigiu o sábio oriental quando lhe disse que ele era "o mais feliz dos mortais..." Sim, ele o foi. Que outro paraíso podia dar-lhe Deus, se ele já viveu o céu na terra? Nós falamos de São José, que tão pouco foi mencionado, mas precisamos falar com ele. Na verdade, ele nos disse muitas coisas com o seu silêncio eloqüente e

santificador, com a sua prontidão em executar os desejos de Deus. Jesus, que sempre nos ensina a toda a humanidade, a dignificar o próprio trabalho, recebeu seu carinho e proteção. São José é o protetor da Igreja Católica Universal, que peregrina em todo o orbe. Devemos ter uma profunda devoção por ele porque protegeu Maria e Jesus e é modelo de todas as virtudes. Se confiarmos aos seus cuidados à unidade da Igreja, as ordens e os movimentos religiosos, as famílias, ele guardará os jovens e as crianças para que não sejam arrastados pela maldade do mundo, mas caminhem protegidos por ele, segundo os planos de Deus. Procuremos descobrir hoje e sempre, continuamente, a presença de São José em nossas famílias, no mistério de nossa fé. E ele continuará sendo, como sempre o foi, o nosso protetor, o nosso modelo. Que ele rogue a Deus por nós, por toda a Comunidade Tom de Amor e por este mundo tão afastado do amor e que precisa tanto seguir o exemplo deste santo, escolhido e amado por Deus, por Maria e por nós. São José, rogai por nós! Dom Eurico dos Santos Veloso Arcebispo emérito de Juiz de Fora, MG.

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Eu e minha família acreditamos nesta Obra de Deus! Pequena serva. Quem olha para Maria Salete Pereira Barbosa, 76 anos, viúva de Oliveiro Macário Pereira, mãe de sete filhos: Cidinha, Zélia, Geralda, Lúcia, José Mauro, Márcia, e Elaine, não sabe que atrás desta pequena senhora aos olhos, mas grande em coração, se esconde uma grande discípula do Senhor. Dona Salete desde criança, já freqüentava a igreja. Em Paraisópolis, sua cidade natal, traz muitas recordações que até hoje em seus “contos antigos”, fazem seus olhos se encherem de saudades. Antes de vir para São José dos Campos, já era devota do Sagrado Coração de Jesus e permanece até hoje. Moradora e engajada na Paróquia São Sebastião há 40 anos é também Vicentina, há 27 anos. Seu marido, Sr. Oliveiro, também serviu à Paróquia durante muito tempo através do Coral São Sebastião. Ela diz: “Sempre estivemos dentro da Igreja, com a Igreja e para a Igreja. Minha família foi alicerçada na fé”. Bom, a Dona Salete é benfeitora da Comunidade desde 2005, e participa do grupo de oração, com Depósito

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freqüência. Ela gosta muito da Comunidade Tom de Amor. Primeiro por que uma parte de seus filhos e netos são servos desta comunidade. Segundo por que, ela tem plena convicção no seu coração, que essa obra é de Deus, e que precisa de muita ajuda, para continuar com os projetos que Deus tem inspirado, e acredita nos milagres de Deus para a comunidade e seus membros. Ela conclui dizendo: “Embora eu fosse uma pessoa de caminhada, foi com o engajamento dos meus filhos e netos que eu me apoiei à obra de Deus em minha vida e na vida da comunidade. Não sabemos com certeza o que Deus quer da comunidade, talvez Ele nos envie para uma nova missão, em outros lugares, mas a certeza que temos que ter é que

tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus». “Muito obrigada, fiquei imensamente feliz com essa oportunidade de contar um pequeno trecho da minha caminhada de fé, e desejo a todos os leitores de nossa revista um Feliz Natal cheio de alegria e um próspero 2012 com muita paz e saú de”.

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e t n e g a o m o c e t n Ge Guerreando na BATALHA pela FÉ Bravo guerreiro.Assim pode ser definido o entrevistado desta edição, Antonio Carlos de Araújo Vieira, o Diácono Toninho. Nasceu e cresceu em Caçapava. Mudou-se para São José em 1975, quando se casou e veio morar no bairro Vista Verde, em início de formação. Caçula de seis irmãos, seguia com retidão os passos da mãe, extremamente religiosa e que costumava chamar a atenção dos filhos dizendo: “quem não vai à missa no domingo, dia do Senhor, vai padecer nessa vida como porcos”. Na adolescência, afastou-se da Igreja. Acreditava que a juventude devia ser vivida em plenitude, apesar de ter convicção de que precisava vivenciar os ensinamentos da Igreja e das sagradas escrituras. A esposa Maria de Lourdes – Lurdinha, como é conhecida na comunidade – era catequista na Paróquia do Jardim da Granja, mas nem o incentivo dela o animava para retomar sua caminhada com Deus. Depois vieram as filhas, Janaína e Viviane. Desde a juventude, Toninho tem um grande amigo (hoje também Diácono), que, como ele, à época também não freqüentava a Igreja. Porém, depois de participar do Cursilho, sua vida mudou. Ele incentivou Toninho e Lurdinha a fazerem a experiência e o casal participou, então, do Cursilho no Monte Tabor.

Era o ano de 1977. Mesmo ano em que, por obra de Deus, iniciava-se a construção da Paróquia N.Sra. da Soledade, e eles começaram a auxiliar o pároco recémchegado, Pe. Nelson. “Tudo era muito precário. Não havia pastorais formadas nem leigos o suficiente para ajudar. Foi aí que Deus fez seu primeiro chamado para o meu retorno à Sua obra”. Junto com outros moradores, andavam pelo bairro de casa em casa para pedir contribuições para o dízimo. “A Paróquia não tinha sequer Sacrário e bancos. Tudo foi feito com muita dificuldade, mas em quatro anos muito se realizou para estruturar a Paróquia”, lembra o Diácono. Com a chegada do Pe. Rodolfo, foi convidado a participar do Curso de Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão. “Na ocasião, eu fazia Curso de Teologia para Leigos e comentei com o Padre que ainda não estava preparado para assumir aquela responsabilidade, mas ele me incentivou. Ao terminar a formação, senti que estava pronto para servir”. Atuou também no ECC da Paróquia e Coordenou o primeiro ECC da Paróquia São Vicente. Sedento por formação, Toninho aprofundou-se no conhecimento da doutrina, da liturgia, da importância dos

ritos. Com outros três colegas, foi convidado a ingressar na Escola Diaconal. Em 2007, quando foi detectado um câncer no intestino, não desanimou. Ao contrário, buscou na fé em Deus a força e a coragem para continuar. “Às vezes, eu me sentia 'levado' às aulas por uma força superior à minha, tão frágil eu estava. Com certeza era Deus que me carregava”. Em sua primeira atuação como Diácono ordenado, ministrando o sacramento do batismo, sentiu profunda emoção ao lembrar-se que, a partir de então, era instrumento de Deus para inserir um ser humano no rol dos filhos Dele pela graça do batismo. Ainda travando dura batalha em prol da saúde, ele não desamina. “Sou uma prova do milagre de Deus. Sonho em contribuir muito com nossa comunidade. Fui abençoado em ser nomeado para nossa Paróquia, juntamente com o Zé. Ele é um grande companheiro de caminhada.” “Deus ouviu as preces da comunidade, que como verdadeiros irmãos, se uniram em constante oração pela saúde dele. Temos muito a agradecer”, finaliza a esposa, Lurdinha. NEW

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Senhora

da

América Latina Nossa Senhora de Guadalupe 12 de Dezembro Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002). Nossa Senhora disse então a Juan Diego que fosse até o bispo e lhe pedisse que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus. O bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Isso ocorreu quando Juan Diego buscava um sacerdote para o tio doente: "Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua "tilma" (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita..." O prelado viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no

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manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Santíssima Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531. Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: "Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de 'Santa Maria de Guadalupe', embora não tenha explicado o porquê". Diante de tudo isso muitos se converteram e o santuário foi construído. O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já existe há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção. No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. E nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do referido bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva. Declarou o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem

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crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação". Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII no dia 12 de outubro de 1945. No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou a Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira. Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós! Gilberto dos Santos Postulante da Com. Tom de Amor

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Com 260 religiosas e mais de graças, estamos celebrando os 75 3.500 funcionários, o Instituto das anos de aprovação por Roma de Pequenas Missionárias de Maria nossa Congregação, o Instituto das Pequenas Missionárias de Maria imaculada. Deus inspira os corações a revelar o seu grande amor pela humanidade e assim o fez quando depositou no coração de Dulce Rodrigues dos Santos, que mais tarde seria Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico o apelo em meio a tanto sofrimento Imaculada, completou no dia 8 de dos tuberculosos, uma fundação. novembro, 75 anos. Nascera assim as Pequenas Instalada em 15 cidades e 4 Missionárias de Maria Imaculada com estados brasileiros, no Distrito Federal o Carisma específico na Igreja de e em 4 países (Brasil, Portugal, Itália e entregues ao amor Misericordioso de Moçambique), a obra missionária inclui também 6 abrigos para idosos, 2 creches e uma escola rural, centros de formação humana e religiosa, um pensionato e casas de assistência a sacerdotes. Atua ainda na administração de residências episcopais, em pastorais e em missões humanitárias.

Deus, Junto com a grande Hóstia que é Jesus, oferecer seus pequenos sacrifícios pela santificação dos

sacerdotes na doação pelos doentes, seja fisicamente e principalmente no espiritual. Mesmo diante de tantas dificuldades e provações crescemos e este ideal foi tocando outros corações que uniram- se de forma radical a esta entrega. Hoje atuamos em 23 casas espalhadas pelo Brasil e quatro no exterior.

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Imitando a Maria Profunda humildade: Maria sabia reconhecer-se como humilde serva, sentia-se nada diante do Senhor, sem vaidade nenhuma oferecia ao Senhor os louvores que recebia e não havia nada em seu coração que centrasse nela própria. Ela era simples, todos seus atos eram feitos no silêncio e no esconder-se. A humildade de Maria é a principal virtude que esmaga a cabeça do demônio. Nossa Senhora nunca se esqueceu que tudo nela era dom de Deus. Ela se alegrava em servir ao próximo e se colocava sempre em último lugar. Paciência Heróica: Nossa Senhora passou por muitos momentos estressantes de provação, de incomodo e de dor, durante toda sua vida, mas suportou tudo com paciência. Sua tolerância era admirável! Nunca se revoltou contra os acontecimentos, nem mesmo quando viu o próprio filho na Cruz! Sabia que tudo era vontade de Deus e meditava tudo isso em seu coração. Maria, nossa mãe, teve sempre paciência, sabendo aguardar em paz aquilo, que ainda não se tenha obtido, acreditando que iria conseguir, pela espera em Deus. Contínua Oração: Nossa Senhora era silenciosa, estava sempre num espírito perfeito de oração. Tinha a vida mergulhada em Deus, tudo fazia em Sua presença. Mulher de oração e contemplação, sempre centrada em Deus. Buscava a solidão e o retiro, pois é na solidão que Deus fala aos corações. "Eu a levarei à solidão e falarei a seu coração (Os 2, 14)" Em sua vida a oração era contínua e perseverante, meditando a Palavra de Deus em seu coração, louvando a Deus no Magnificat, pedindo em Caná, oferecendo as dores tremendas que sentiu na crucificação de Jesus, etc.

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Obediência Perfeita: Maria disse seu “sim” a Deus e ao projeto da salvação, livremente, por obediência a vontade suprema de Deus. Um “sim” amoroso, numa obediência perfeita, sem negar nada, sem reservas, sem impor condições. Durante toda a vida Nossa Mãezinha foi sempre fiel ao amor de Deus e em tudo o obedeceu. Ela também respeitava e obedecia as autoridades, pois sabia que toda a autoridade vem de Deus. Mortificação Universal: Maria, mulher forte que assume a dor e o sofrimento, unida a Jesus e ao seu plano de salvação. Sabe sofrer por amor, sabe amar sofrendo e oferecendo dores e sacrifícios. Sabe unir-se ao plano redentor, oferecendo a Vítima e oferecendo-se com Ela. Maria empreendeu, e abraçou uma vida cheia de enormes sofrimentos, e os suportou, não só com paciência, mas com alegria sobrenatural. Nada de revolta, nada de queixas, nada de repreensões ou mau humor. Pelo contrário, dedicou-se à meditação para buscar entender o motivo que leva um Deus perfeito a permitir aqueles acontecimentos. Pela meditação, pela submissão, pela humildade, Ela encontrou a verdade. Fé Viva: Feliz porque acreditou, aderiu com seu “sim” incondicional aos planos de Deus, sem ver, sem entender, sem perceber. Nossa Senhora gerou para o mundo a salvação porque acreditou nas palavras do anjo, sua fé salvou Adão e toda a sua descendência. Por causa desta fé, proclamou-a Isabel bem-aventurada: “E bem-aventurada tu, que creste, porque se cumprirão as coisas que da parte do Senhor te foram ditas” (Lc 1,45). A inabalável fé de Nossa Senhora sofreu imensas provas: - A prova do invisível: Viu

Jesus no estábulo de Belém e acreditou que era o Filho de Deus; - A prova do incompreensível: Viu-O nascer no tempo e acreditou que Ele é eterno; - A prova das aparências contrárias: Viu-O finalmente maltratado e crucificado e creu que Ele realmente tinha todo poder. Senhora da fé viveu intensamente sua adesão aos planos de Deus com humildade e obediência. Pureza Divina: Senhora da castidade, sempre virgem, mãe puríssima, sem apego algum as coisas do mundo, Deus era o primeiro em seu coração, sempre teve o corpo, a alma, os sentidos, o coração, centrados no Senhor. O esplendor da Virgindade da Mãe de Deus fez dela a criatura mais radiosa que se possa imaginar. O dogma de fé na Virgindade Perpétua na alma e no corpo de Maria Santíssima envolve a concepção Virginal de Jesus por obra do Espírito Santo, assim como sua maternidade virginal. Para resgatar o mundo, Cristo tomou o corpo isento do pecado original, portanto imaculado, de Maria de Nazaré. Luís Carlos - Fundador Resumo anotações www.comshalom.com

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Deixemos o velho morrer em nós, para em nós nascer o Menino Deus. É mais fácil explicar a criança para acreditar que o Menino Jesus existe do que existe o Papai Noel. Que o nascimento de uma criança está mais perto da realidade, do compreensível, do que o de um velhinho. Como será mais fácil para ela acreditar na cegonha que traz no bico um nenêzinho do que um velhinho. A cegonha é a mesma como o Natal é o mesmo, mas do nascimento do Menino Jesus, o aniversariante cuja alegria enche os corações e faz as pessoas no mundo inteiro se abraçarem, se amarem e se trocarem presentes. O presente verdadeiro e melhor é o próprio Deus que fez-se criança para aproximarse de nós. Isso não é lenda, é uma verdade histórica. Há um humanismo ateu que emociona as pessoas anunciando e desejando um Natal maravilhoso, cheio de esperanças e alegrias, com grandes realizações pessoais e transformações sociais, porém não como dom e graça do Deus que se fez presente nascendo na história, mas como o mito do progresso construído sobre a onipotência da razão e da ciência tão inverossímil como a lenda do Papai Noel que as crianças acreditam viajar pelos ares em trenós puxados por renas, trazendo presentes para todos. Em ambas as perspectivas exigem-se o esforço pessoal e o comprometimento de todos. Com uma simples diferença. O cristão sabe que pode tudo com Deus e os outros. O ateu acredita que se basta a si mesmo com os outros, mas sem Deus. Que o Papai Noel existe é claro, mas porque o Jesus do Natal existiu

primeiro. Que ele é uma figura importante é claro, mas que está a serviço do personagem mais importante do Natal, que é Jesus. No segundo domingo do Advento, no Evangelho de Marcos, João Batista aparece no deserto, vestido de pele de camelo, comendo mel e gafanhotos, declarando exatamente isso: “Depois de mim virá alguém mais forte do que Eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. Eu vos batizei com água, Ele vos batizará com o Espírito Santo – Mc 1,1-8). Todo bom Papai Noel não cria confusão na cabecinha das crianças, mas se comporta como João Batista capaz de dizer-lhes que, menos ainda do que João, ele é um simples servo de Jesus. Jesus é o Emanuel, Deus conosco, que traz a graça e a salvação para todas as pessoas, e João é o seu mensageiro e precursor. No deserto, João Batista é a voz que clama: “Preparai os caminhos do Senhor”. O advento nos propõe esta caminhada de conversão em preparação para o Natal. Uma conversão individual, comunitária, eclesial, social, que é sempre pessoal, porque exige tomada de consciência do próprio pecado, seja meu seja seu, com arrependimento e desejo de mudar, de melhorar, de transformar começando primeiro comigo mesmo e consigo mesmo, para depois sermos mensageiros das mudanças nos outros e no mundo. Quando você vir um Papai Noel, lembre-

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se de João Batista, aquele que nos convida a prepararmos os caminhos do Senhor, com “vigilância e oração”, como nos foi proposto no 1º domingo do Advento, e com “arrependimento dos pecados e conversão pessoal”, como nos propõs no 2º domingo do Advento. No Natal, Deus volta seu coração para nós na ternura de uma criança e convida-nos, a mim, a você e a todos, a convertermos nosso coração para Ele. Numa noite de Natal, na Catedral de Notre Dame de Paris, Paul Claudel sentiu chegar a fé. Ele se converteu na contemplação do mistério da Encarnação de Deus num Menino. Tornou-se um grande místico e escritor católico. Ele que disse ter mil razões para crer e mil razões para não crer, mas ele preferiu crer. Queridos irmãos e irmãs da Comunidade Tom de Amor, sejam como vosso intercessor, anunciadores da Boa Nova que vem, que é o Cristo Jesus. Deus os abençoe.

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Rosângela Gonçalves da Silva Cravo OAB/SP 120.947 Tel.: (12) 3942-1849 Rua Euclides Miragaia, 394 - 8° andar Cel.: (12) 9761-7010 Sala 804 - Ed. Vip Center - Centro rgscravoadv@hotmail.comxz CEP 12.245.550 - SJCampos - SP


O Ano Novo é um projeto a ser realizado dia a dia Estamos no início de um novo ano e faço votos que os leitores estejam bem dispostos a fazer o caminho que temos pela frente. Quando termina um ano e inicia um novo, as preocupações e atitudes das pessoas são muito diversificadas: consulta de cartomantes, adivinhos ou videntes, amuletos para espantar os males, uso de roupas “para atrair a sorte”, certos tipos de comida ligados a bons presságios... Sem falar do espocar de champanhes e foguetes, para “acordar as forças cósmicas e atrair bons fluidos”, mesmo se, depois, é mesmo a ressaca que vem e o ar fica poluído, de tanto enxofre liberado em forma de som e luzes coloridas... Isso tudo adianta alguma coisa? Há, certamente, um incentivo difuso e insistente na opinião pública, e já incrustado na cultura, para confiar a não sei quê tipo de forças ocultas a condução dos destinos de um ano que começa. Será o medo de encarar a responsabilidade sobre a própria vida? Será pouca fé em Deus? Mesmo assim, será a necessidade de crer e de confiar em “alguma coisa”, que seja mais poderosa que nós mesmos e nos ajude a enfrentar o desconhecido que se abre diante de nós a cada início de ano? São Paulo já chamava a atenção dos Colossenses, também eles ainda sujeitados ao medo do acaso e de forças cósmicas desconhecidas, dando atenção a “teorias e conversas sem fundamento.... segundo os elementos do cosmo, e não segundo Cristo: que ninguém vos engane!” (cf Cl 2,8). Um dia sucede a outro e não é a virada da última folhinha do calendário que vai trazer, magicamente, alguma mudança na vida; nem será ela capaz de desencadear forças ocultas, que tragam o bem ou o mal... Cada ano, cada mês, cada dia, hora e minuto são um presente de Deus para nós. “Quem, com suas preocupações, é capaz de

acrescentar um só dia à duração de sua vida?” – perguntava Jesus (cf. Mt 6,27). É Deus o senhor do tempo e da história; foi Ele que nos tirou do nosso nada e nos fez entrar no tempo (quem, por si mesmo, decidiu nascer?); a cada manhã, acorda-nos novamente para a vida e nos chama a sermos construtores da nossa história, a colaborar na sua obra, livre e generosamente. Mostra-nos o caminho e nos convida a seguir por ele; ilumina nossos passos, se queremos andar na sua luz; quer ser nosso companheiro de caminho no peregrinar pelo tempo, se aceitamos sua companhia... O início de um novo ano, portanto, é tempo para renovar nossa fé em Deus, aderindo com confiança aos seus desígnios sobre nós e o mundo. Com o salmista, peçamos também nós cada dia: “ensinai-nos a bem contar nossos dias e dai ao nosso coração sabedoria!” (Sl 90,12). Sim, boa sabedoria é conhecer os caminhos de Deus e tomar a decisão de seguir por eles. São seguros e nos permitem andar com liberdade na direção boa, dando sentido à vida: “Mostrai-me, Senhor, os vossos caminhos para que eu caminhe na vossa verdade” (Sl 86,11). O novo ano será tão bom quanto nós o fizermos acontecer, com a ajuda de Deus. Não será bom, se nós, ou outros, agirmos fora dos planos de Deus; nossas ações pessoais têm repercussões, não apenas sobre nós mesmos, mas também sobre os outros e sobre o mundo; para que o ano seja bom, é fundamental viver e agir de forma responsável cada dia, pensando no nosso bem, mas também no dos outros. Não é o início do ano que faz o ano todo ser bom: o ano novo abre-se diante de nós como um projeto a ser realizado cada dia, com esforço e perseverança; por isso, a cada novo dia renovemos nossos bons propósitos e disposições. Por outro lado, iniciemos

confiantes cada novo dia; Jesus ensinou que, “cada dia, bastam os próprios cuidados” (Mt 6,34). Se queremos passar bem o ano todo, elevemos cada dia nossa prece de confiança na vontade de Deus; e façamos o constante e honesto discernimento sobre aquilo que se passa ao nosso redor, para interpretar bem os “sinais dos tempos”; deixemo-nos conduzir pela mão de Deus: nos seus mandamentos e na sua Palavra Ele nos indica o caminho a seguir. No início do ano, a Igreja invoca sobre nós a bênção de Aarão, que S.Francisco adotou como sua também: “O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e se compadeça de ti; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz” (cf Nm 6,24-26). Ter Deus na vida, dá serenidade e paz ao coração. Nada pode abalar a quem segura firme na mão de Deus. Portanto, só me resta desejar a todos os leitores e em especial a Comunidade Tom de Amor um feliz e abençoado ano novo! Deus os abençoe. Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer Arcebispo Metropolitano de São Paulo, SP.

Esta aberta uma nova era:

“A da evangelização pela Internet” Papa Bento XVI


Santa Missa na forma

Extraordinária Atendendo ao Motu Proprio "Summorum Pontificum" do Santo Padre o Papa Bento XVI, o Bispo Diocesano Dom Moacir Silva designou um local para a celebração da Santa Missa na sua Forma Extraordinária

O idioma usado para as palavras dirigidas a Deus é o latim, que é o idioma oficial da Igreja (lingua morta e ressuscitada, para falar com um Deus morto e ressuscitado!) e as palavras ditas ao povo são em português. Resgata-se também o

Mensalmente na Capela das Relíquias do Servo de Deus Pe. Rodolfo Komorek (Paróquia Sagrada Família - Vila Ema) o Reverendíssimo Pe. José Henrique do Carmo, da Administração Apostólica São João Maria Vianney (São Paulo - SP) celebra a Missa Tradicional. Nesse

na antiquíssima Tradição da Igreja, afinal celebra-se desta forma desde o início do Cristianismo, e nos colocamos em profunda atitude de escuta do que Deus tem a nos dizer.

canto gregoriano nessas celebrações, estilo musical milenar que é o canto oficial da Igreja, destinado a produzir paz de espírito e meditação da Palavra.

tipo de celebração há uma série de elementos que nos motivam no crescimento espiritual. O primeiro deles é o silêncio em torno da celebração. As pessoas se deixam envolver pela imensa atmosfera de oração através do silêncio, onde Deus nos fala. Outro ponto é a posição do altar, que é direcionado para o Oriente, local onde Cristo nasceu, local onde nasce o sol Cristo é o sol de nossas vidas, a Luz que nos direciona. Assim sendo, todos ficam voltados para o altar inclusive o sacerdote.

As fotos mostram alguns momentos da celebração, em que é possível perceber na expressão dos que lá participam, e do sacerdote sobretudo, a piedade existente no ato litúrgico. Indescritível! Vale a pena conhecer.

Caso queiram mais Outro destaque é a recepção i n f o r m a ç õ e s o u r e c e b e r e m pontualmente os horários de Missas Tradicionais em nossa Diocese, favor encaminhar para o sr. Rodolfo Cristiano, que é o cerimoniário das celebrações. O e-mail é rodolfo_cristiano@yahoo.com.br Fiquem com Deus!

da comunhão, que visando o aumento da adoração eucarística e acabar com as profanações, é feita unicamente pelo sacerdote, entregando ao fiel diretamente na boca e este a recebe de joelhos. Trata-se de uma experiência única onde mergulhamos


Gonçalves - MG No dia 13 de NOvembro de 2011 o Ministério Tom de Amor esteve presente na Festa de São Sebastião e São Joaquim em Gonçalves, MG. O convite partiu do jovem Fábio, que se maravilhou com o coral quando estava cantando na Paróquia Nossa Senhora da Soledade. Com o apoio da Empresa Venetur conseguimos um ônibus para levar todo o pessoal e ainda parentes e simpatizantes. A viagem foi marcada de muita alegria e descontração. Aproveitamos o tempo para ensaiar as musicas durante todo o trajeto. O local de uma simplicidade contagiante somente nos fez ter a certeza de que seria uma missa cheia da graça de Deus. Acertado o som fomos para a fazenda do Sr Paulo que era o cozinheiro da Festa. Como sempre em Minas, a comida estava deliciosa e o ambiente não poderia ser melhor, pois foi servido o almoço ao lado da cocheira onde seria o leilão da festa. A criançada delirou com os bezerros que ali estavam. A missa iniciou as 14h e a pequena Igreja de São Joaquim e São Sebastião ficou lotada.

Com cânticos bem alegres e melodias conhecidas a assembléia pode participar ativamente da Santa Missa tornando a Liturgia rica em unção e graça de Deus. Ao final foi notório a satisfação de todos e um sentimento de alegria tomou conta de nossos corações. Agradecemos primeiramente ao Paulo Eduardo, conhecido nosso na Embraer, que nos fez o convite. Aos festeiros José Paulo Pinto e Luzia Pinto Ribeiro que tudo fez pela realização do evento. Ao Pe Inácio pelo seu zelo e carinho em nossa acolhida. A toda a comunidade do Bairro Lambari, de Gonçalves, nosso carinho, afeto e desejo que o Senhor os abençoe abundantemente e que continuem sendo esta gente simples, esta gente mineira, esta gente amada por Deus Nosso Senhor.


S

a ú de no om certo Que a corrida virou o esporte da moda, ninguém pode negar. Os alunos estão deixando o ambiente fechado das academias para sentir a liberdade de praticar corridas de rua e maratonas. Se você gosta da ideia, faça uma avaliação física e verifique se está tudo bem com a sua saúde. “A caminhada é o exercício do futuro, uma atividade democrática e muito acessível. Mas nada de sair correndo por aí, é preciso ir com calma. A caminhada é a preparação para a corrida, se você pretende correr, comece caminhando em qualquer hora ou lugar, de maneira gradativa”, conta o preparador físico Marcos Paulo Reis. Para aqueles que já correm, também é preciso ter cautela. Segundo o preparador físico, o nosso corpo é uma máquina e precisa de cuidados e descansos diários. Alterne os dias de corrida com caminhada e dê preferência para o esporte no máximo três vezes por semana. O corpo precisa de, pelo menos, um dia de intervalo entre os treinos. Se praticada de maneira correta, os benefícios da corrida são inúmeros: perda de peso, diminuição do colesterol, ganho do condicionamento físico, controle do estresse e ansiedade, melhora no desempenho das atividades diárias, diminuição de problemas cardiovasculares. Os programas para atletas iniciantes, intermediários e avançados podem variar conforme o desempenho de cada aluno. Normalmente, o treino é composto por uma planilha de 16 semanas, sempre estimulando a evolução. O ideal é praticar exercícios físicos com orientação de um especialista. Ele será responsável por avaliar as suas condições físicas e garantir a sua melhora no esporte. Confira algumas dicas que podem fazer toda a diferença: Cuidados necessários... - As roupas leves são as mais indicadas para o esporte; - Prefira tênis com sistema adequado de amortecimento e que sejam flexíveis; - Alimente-se uma hora e meia antes de praticar atividade física. Antes de correr, prefira alimentos leves e sem gorduras; - É importante fazer o alongamento antes e depois do exercício.

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