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ANIVERSARIANTES DE JANEIRO 06 06 06 12 12 14 17

Pe. Luciano Gontijo Pires Pe. Paulo Efigênio da Silva Pe. Hilário José Ferreira, CDO Mons. Wellington Costa Sem. Rodrigo Carvalho Leão Pe. Hilário José Ferreira, CDO Pe. Ant. Otaviano da Costa, SDN

Nascimento Nascimento Ordenação Nascimento Nascimento Nascimento Nascimento

20 21 22 25 26 26 27

Pe. Marco Roberto Ruas Pe. Pedro Felisberto Ferreira Pe. Aurélio Pereira, SCJ Pe. Luiz Carlos Rocha Pe. Joel Francisco Silva Sem. Douglas Dione Pereira Pe. Luiz Henrique Araújo

Nascimento Ordenação Nascimento Ordenação Nascimento Nascimento Nascimento

INFORMATIVO DIOCESANO BOLETIM DO CLERO DIOCESE DE LUZ nº 223 – Janeiro de 2013

Parabéns e Felicidades a todos!

OS FIÉIS PODEM REZAR EM VOZ ALTA A DOXOLOGIA? O Código de Direito Canônico (cânon 907) diz que “na celebração Eucarística, não é lícito aos diáconos e leigos proferir as orações, especialmente a oração eucarística, ou executar as ações próprias do sacerdote celebrante”. Também a Instrução Inestimabile Donum (n. 4) afirma: “Está reservado ao sacerdote, em virtude de sua ordenação, proclamar a Oração Eucarística, a qual por sua própria natureza é o ponto alto de toda a celebração. É, portanto, um abuso que algumas partes da Oração Eucarística sejam ditas pelo diácono, por um ministro subordinado ou pelos fiéis. Por outro lado, isso não significa que a assembléia permanece passiva e inerte. Ela se une ao sacerdote através do silêncio e demonstra a sua participação nos vários momentos de intervenção providenciados para o curso da Oração Eucarística: as respostas no Prefácio, o Santo, a aclamação depois da Consagração e o Amém final depois do ‘Por Cristo’. A Doxologia (o ‘Por Cristo, com Cristo, em Cristo’), por si mesma, é reservada somente ao sacerdote. Este Amém final deveria ser enfatizado através do canto, uma vez que ele é o Amém mais importante de toda a Missa”. Tais orações são orações do sacerdote. De forma especial, a Doxologia, que é o momento no qual o sacerdote oferece a Deus Pai o Santo Sacrifício de Jesus Cristo.

AGENDA DIOCESANA DE JANEIRO DATA 06-18 19 20 25 26 31-02

HORA -19h30 9h30 19h30 19h30 --

LOCAL Belo Horizonte Doresópolis Piumhi Formiga Estrela Luz

EVENTO Curso de Especialização Catequética (antigo Curso do IRPAC) Missa de Posse do Pe. Edvaldo na Paróquia N. Sra. das Dores Apresentação Pe. Edvaldo na Região Pastoral São Sebastião Missa de Instalação da Paróquia São Paulo e Posse 1º Pároco Missa de Posse do Pe. José Ferreira na Paróquia São Sebastião Retiro dos Seminaristas Diocesanos no Seminário de Luz

ANEXOS ENVIADOS ÀS PARÓQUIAS E AOS SEMINÁRIOS • •

Relatório Demonstrativo da Mitra Diocesana referente ao mês de novembro de 2012. Prestação de Contas da Cúria Diocesana de Luz referente ao mês de novembro de 2012.

VISÃO GERAL DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA No dia 11 de outubro de 1992, o Papa João Paulo II entregou aos fiéis de todo o mundo o Catecismo da Igreja Católica, apresentando-o como “texto de referência” para uma catequese renovada nas fontes da fé. Trinta anos depois do Concílio Vaticano II (1962-1965), era assim levado a uma feliz realização o desejo expresso, em 1985, pela Assembléia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, para que fosse composto um catecismo de toda a doutrina católica, quer para a fé, quer para a moral. O Catecismo da Igreja Católica se articula em quatro partes, em sintonia e em correspondência com as leis fundamentais da vida em Cristo. A primeira parte, intitulada “A profissão da fé”, contém uma oportuna síntese da lex credendi, isto é, da fé professada pela Igreja Católica, retirada do Símbolo Apostólico ilustrado com o Símbolo Niceno-Constantinopolitano, cuja constante proclamação nas assembléias cristãs mantém viva a memória das principais verdades da fé. A segunda parte, intitulada “A celebração do mistério cristão”, apresenta os elementos essenciais da lex celebrandi. O anúncio do Evangelho encontra, de fato, a sua resposta privilegiada na vida sacramental. Nela, os fiéis experimentam e testemunham em cada momento de sua existência a eficácia salvífica do mistério pascal, por meio do qual Cristo realizou a obra da nossa redenção. A terceira parte, intitulada “A vida em Cristo”, evoca a lex vivendi, isto é, o esforço que os batizados fazem para manifestar nos seus comportamentos e nas suas escolhas éticas a fidelidade à fé professada e celebrada. Os fiéis, de fato, são chamados pelo Senhor Jesus a realizar as obras próprias de sua dignidade de filhos do Pai na caridade do Espírito Santo. A quarta parte, intitulada “A oração cristã”, oferece uma síntese da lex orandi, isto é, da vida de oração. A exemplo de Jesus, o modelo perfeito de orante, também o cristão é chamado ao diálogo com Deus na oração, cuja expressão privilegiada é o Pai Nosso, a oração ensinada pelo próprio Jesus.

DADOS ESTATÍSTICOS SACRAMENTAIS Solicitamos às paróquias que encaminhem à Cúria, até o próximo dia 31 de janeiro, o número de batizados (em três grupos: até 1 ano; 1 a 7 anos; mais de 7 anos), 1ª eucaristias, crismas e casamentos (entre católicos e entre católico e não católico) celebrados durante o ano de 2012.


A MISSÃO PROFÉTICA DA IGREJA Neste ano de 2013, o Plano de Evangelização da Diocese de Luz tem como tema “Rede de Comunidades Missionárias e Presença Profética da Igreja na Sociedade”. Por isso, julgamos por bem publicar este artigo de Dom Pedro Luiz Stringhini, que se encontra no site da Diocese de Franca (SP) e trata magnificamente sobre o assunto em questão. Ei-lo. Os Profetas do Antigo Testamento são ponto de partida e referência para a compreensão da missão profética da Igreja. O Profetismo pressupõe: 1) um chamado da parte de Deus; 2) a reação de quem é chamado; 3) a resposta ao chamado. Deus escolhe e chama quem Ele quer. A reação em geral é de perplexidade, susto, a começar pela dúvida se é Deus mesmo quem está chamando. O menino Samuel, à noite, no templo, ao ouvir a voz que lhe chamava: "Samuel, Samuel", pensa que é o sacerdote Eli que lhe chama. Quando entende que a voz é de Deus, responde: "Fala, pois teu servo ouve" (1 Sm 3,10). Além da dúvida, há também a resistência humana. Isaías se considera um homem de lábios impuros (Is 6,5), mas depois responde: "Eis-me aqui, envia-me a mim" (6,8). Jeremias contesta dizendo: "eu não sei falar porque sou ainda criança" (Jr 1,6); e a resposta de Deus: "eis que ponho as minhas palavras em tua boca" (Jr 1,9). Ezequiel reclama do povo: são "filhos de cabeça dura e coração de pedra, bando de rebeldes" (Ez 2,4.5). Amós ouve do sacerdote Amasias que "em Betel não deverás insistir em profetizar", enquanto Deus lhe diz: "vai profetizar para Israel, meu povo" (Am 7,15). E assim por diante. Jonas resmunga o mais que pode, mas acaba indo falar ao povo de Nínive, e este se converte. Jesus de Nazaré é reconhecido como Messias (Cristo) porque, no seu ministério, realiza e cumpre o que os profetas anunciaram acerca daquele que Deus enviaria para redimir a humanidade do pecado e libertá-la das mais diversas opressões, doenças, espíritos malignos, injustiças, fome, etc. Quando João Batista, da prisão, manda seus discípulos perguntarem: "és aquele que há de vir ou devemos esperar outro?" (Lc 7,20), Jesus, primeiro, "curou a muitos de doenças, de enfermidades, de espíritos malignos, e restituiu a vista a muitos cegos" (v. 21); depois lhes respondeu: "Ide contar a João o que estais vendo e ouvindo: os cegos recuperam a vista, os coxos andam ... e aos pobres é anunciado o Evangelho" (v. 22). Jesus Cristo é antes de tudo um profeta porque é homem da Palavra. Realiza o anúncio (kerygma) e o ensino (didaquê). É um mestre (didáskalos). E, na sua didática, qual é o anúncio que proclama? Que "o tempo se completou e o Reino de Deus está próximo" (Mc 1,14-15). E que Deus é Pai – Pai nosso – um pai de bondade, de ternura, de misericórdia, de compaixão. Um pai que acolhe em seus braços o filho que foi embora, que se perdeu, mas que se arrepende e volta. Pai que festeja o retorno do filho, no abraço e na festa (cf. Lc 15,11-32). O povo, ao ver e ouvir Jesus, ficava admirado: "extasiavam-se com seu ensino, porque lhes ensinava com autoridade" (Mc 1,22); "nunca vimos coisa igual!" (Mc 1,12); "de onde lhe vem tudo isto? E que sabedoria é esta que lhe foi dada?" (Mc 6,2); "um grande profeta surgiu entre nós e Deus visitou o seu povo" (Lc 7,16). Os apóstolos, a começar pelo grupo dos Doze, chamados cada um pelo nome, foram escolhidos por Jesus para realizarem e continuarem sua missão. Dá-lhes "autoridade de expulsar os espíritos imundos e de curar toda a sorte de males e enfermidades, ... procla-

mando que o Reino dos Céus está próximo" (cf. Mt 10,1.7). Colocados à frente dos futuros discípulos e discípulas, indicam que a Igreja tem a missão profética de continuar a presença libertadora e a obra salvífica de Jesus na História. Rejeição e humilhação. Os profetas, ao proclamar a palavra de Deus, falar a verdade, defender os pobres, proclamar a justiça, denunciar a injustiça, são incompreendidos, perseguidos e até martirizados. Enfrentam com coragem os poderosos, como Elias diante do rei Acab, Natan diante do rei Davi, João Batista diante de Herodes etc. Nos salmos, a realidade da rejeição se transforma em oração: "Senhor, estamos fartos do escárnio dos ricaços e do desprezo dos soberbos" (cf. Sl 122/123,3-4). Cristo é rejeitado, preso, condenado, maltratado e morto (e morte de cruz, cf. Fl 2,8) por determinação das autoridades religiosas e do poder romano. De fato, aos apóstolos já predissera: "eis que eu vos envio como ovelhas entre lobos. Guardai-vos dos homens: eles vos entregarão aos sinédrios e vos flagelarão. Por minha causa, sereis conduzidos à presença de governadores e reis, para dar testemunho perante eles e perante as nações" (Mt 10,16-18). O livro dos Atos dos Apóstolos traz diversas passagens que narram perseguições, angústias, prisões pelas quais passaram Pedro, Paulo e os outros apóstolos. A Timóteo, discípulo e colaborador, Paulo exorta: "assume a tua parte de sofrimento como um bom soldado de Cristo Jesus" (2 Tm 2,3). No final de sua vida, sente que será oferecido em sacrifício e que receberá a coroa do martírio (cf. 2 Tm 4,6-8). Confiança em Deus. A força do Profeta vem de Deus, conforme revelou Cristo a Paulo: "basta-te a minha graça. Pois é na fraqueza que a força se manifesta" (2 Cor 12,9a). Paulo, sabendo em quem colocou sua confiança, exprime, de diversos modos, essa certeza: "se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rm 8,31); "quem nos separará do amor de Cristo?" (Rm 8,35); "tudo posso naquele que me dá força" (Fl 4,13); "eu me gloriarei das minhas fraquezas, para que a força de Cristo habite em mim" (2 Cor 12,9b). E a Igreja reza: "ó Deus, que pela humilhação do vosso filho, reerguestes o mundo decaído, enchei os filhos e filhas de santa alegria e dai aos que libertastes da escravidão do pecado o gozo das alegrias eternas" (14º domingo TC). A humildade é virtude a ser exercitada pelo cristão e evangelizador: "aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado" (Mt 23,12; Lc 14,11; 18,14). Sofrer e ser humilhado são conseqüências de quem anuncia a palavra de Deus e não a sua; a verdade do Evangelho e não a própria. De quem se coloca a serviço, como fez o Cristo: "eu, porém, estou no meio de vós como aquele que serve" (Lc 22,27). A Igreja continua a missão dos profetas, apóstolos e do Filho de Deus, anunciando, testemunhando, realizando sinais, para a vida do mundo. Nisto consiste sua essência, sua verdadeira identidade, sob a orientação e inspiração do Espírito Santo, na força da oração.

EXTINÇÃO DA ESPÓRTULA DE CRISMA Decretamos, a partir do dia 1º de janeiro de 2013, a extinção da espórtula de crisma em toda a Diocese de Luz e esperamos que esta iniciativa incentive todo pároco a extinguir também as espórtulas de batismo, casamento e missa na sua paróquia. Dom Félix


Informativo 2013