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INFORMATIVO

São Vicente PUBLICAÇÃO MENSAL DA PARÓQUIA SÃO VICENTE FÉRRER - FORMIGA-MG

ANO XIX - Nº 233 - JULHO de 2010

Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus

“É PRECISO SAIR DAS SACRISTIAS E IR AO POVO”

(PE. DEHON) “Discípulos de Pe. Dehon, queremos fazer da união com Cristo, no seu amor pelo Pai e pelos homens, o princípio e o centro de nossa vida” (Cst. SCJ 17) Entre em contato conosco: Pça. São Vicente Férrer, 27 - Centro - Caixa Posta 58 - 35.570-000 Formiga-MG - Fone (37) 3322-2131 E-mail: psvf@paroquiasaovicenteferrer.com.br

A Igreja deve formar almas piedosas, mas também almas capazes de praticar a Rádio Cor justiça e viver por ela. 106,5 FM (Pe. Dehon) (37)3321-1977


02

Julho de 2010

VOZ DO ALÉM

Editorial

PE. JOSÉ LUÍS DE GOUVÊA, SCJ

“E

funerária: um caixão pro corpo e

JOSÉ LUIS DOS SANTOS

Intenções do Papa Bento XVI para 2010

outro prá língua.

screvo pensando nas forças vivas presentes em cada comunidade da nossa paróquia, nas mais variadas comunidades, pastorais, ministérios, movimentos, associações e serviços, pessoas que experimentaram a alegria de ser Igreja e se descobriram membros do Corpo Místico de Cristo, defensores da vida, promotores do amor. Nossa Igreja diocesana nos convida a assumirmos a identidade que temos: Somos “Igreja Viva, comunidades dos discípulos em missão”. Assumimos o anúncio de Jesus Cristo e, dia-a-dia, queremos renovar a experiência do nosso encontro com ele, buscando uma profunda conversão, que não permaneça apenas no desejo, mas intensifique na família, na comunidade, na sociedade, colocando-nos a serviço da Palavra-Pão e, assim, impulsionados pelo amor, assumirmos o sentido da comunhão-missão. Juntos, padres e leigos, assumimos a dinâmica vocacional; somos chamados e enviados para “levar Cristo ao coração do mundo e o mundo ao coração de Cristo”. INFORMATIVO

São Vicente Praça São Vicente Férrer, 27 - Formiga-MG CEP: 35.570-000 - Fone: (0xx37) 3322-2131 psvf@paroquiasaovicenteferrer.com.br Fundador: Pe. Cláudio Weber scj Data de Fundação: 01/10/1990 Editor Responsável: Pe. José Luís de Gouvêa, scj Digitação e Diagramação: Thaís Veloso Arantes Martins Redação: Equipe Informativo São Vicente Tiragem: 10.000 - Distribuição: Gratuita Impressão: FUMARC - (0xx31) 3249-7400

Algumas pessoas se preocupam

Na última tentativa de ajudá-lo,

tanto com a vida dos outros que

sugeri isolamento. Parece que ele

poderiam ser convidadas para serem

gostou da ideia, mas ficou com dó,

consultoras da vida alheia, do tipo

dizendo-se cristão demais para isso.

personal, aquele profissional que

Aí, não. Tive que dar boas

nos ajuda a escolher roupas, a fazer

explicações, começando pela

exercícios físicos, etc. A grande

vivência, passando pela Teologia,

diferença é que um personal nós o

assinando com as palavras de Jesus

contratamos porque queremos ou

Cristo: “O que tem a ver uma

precisamos. O “personal da vida

coisa com outra? Ser cristão é ser

alheia”, nós os recebemos goela

atento às necessidades dos

abaixo.

outros, sim, mas nunca Jesus

Nada diferente na vida do Júlio.

nos pediu que fôssemos idiotas

Hoje ele me confessou e, ao mesmo

para aguentar gente intrometida,

tempo, confortou-me, que tem

sem interesse e, principalmente,

gente demais se metendo na vida

mal alinhada socialmente ou em

dele. O conselho é o mesmo: um

questões afetivas. Afeto e

ouvido capta e o outro dispensa.

respeito conquista-se, não se

Mas ele não é igual a mim. A vozes

impõe. Se não fosse assim, Jesus

entram num ouvido e ficam lá

teria trazido debaixo de seu

ecoando dentro da sua cabeça.

manto todos aqueles que o

Parece que nunca vão sair.

interpelavam, tentando arrumar

Para mim, há outro jeito fácil de

uma forma de tirá-lo do caminho:

resolver isso, no estilo chumbo

ele tentou amá-los, mas eles não

trocado. Como dizem que não dói

queriam ser amados. Isolaram-

essa troca, a gente entra também

se. Ninguém deixa de ser cristão

na vida da outra pessoa; daí ela

por

percebe o quanto é ruim ouvir uma

inconvenientes. Amar uns aos

“voz do além” comunicando-se com

outros quer dizer ajudar a quem

a gente. Voz do além, porque

quer ser amado. O querer é

ninguém sabe por que apareceu,

nosso, somente o poder é de

mas ela insiste em nos incomodar,

Deus. O cristão deve sempre

sem ser convidada. Não dá também

avaliar o que é ser de Deus. Ser

para o meu amigo. Tímido e educado

cristão nunca foi sinônimo de ser

demais para isso.

bobo ou inocente!”.

Bom, quem sabe, uma conversa franca?

“Isso

está

fora

de

aceitar

atitudes

Ele matou a charada e eu matei a questão: exorcizei a voz do além!

cogitação”, lembrou-me ele. “O que essas pessoas mais querem é atenção, então, vão vencer a

NOTA: PEÇO

DESCULPAS AOS EDITORES PELO

ESTRAGO AO INFORMATIVO, MAS O QUE VAI TER

batalha e ficar loucas por guerras

DE GENTE RECORTANDO ESSA CRÔNICA E

que elas farão questão de iniciar, a

COLOCANDO-A EM BOLSAS E BOLSOS ALHEIOS, NÃO

partir de então”, apostou. De fato,

VAI SER BRINCADEIRA. CALA-TE BOCA!!!

ele tem razão. Quem se mete na vida dos outros não tem condição alguma de ouvir, só de disparar uma

As matérias disponibilizadas nesta edição são de responsabilidade de seus autores.

não

metralhadora falante. Cliente vip de

Blog

do

autor:http://

pesdomensageiro.wordpress.com

Julho GERAL: Justiça na eleição dos governantes Que em todas as nações do mundo as eleições dos governantes se realizem segundo a justiça, a transparência e a honestidade, respeitando as decisões livres dos cidadãos.

MISSIONÁRIA: Uma cultura urbana de justiça, solidariedade e paz Que os cristãos se comprometam a oferecer em todo o lado, especialmente nos grandes centros urbanos, uma contribuição válida para a promoção da cultura, da justiça, da solidariedade e da paz.

VIAGENS E TURISMO

Nosso negócio é realizar o sonho dos peregrinos que buscam espiritualidade, história, cultura e fé na Terra Santa, Santuários da Europa, Caminhos de São Paulo e outros destinos. PROGRAME SUA VIAJEM... TEL: (37) 3322-1648 (37) 8414-4292 EMAIL: tirzah@marktur.com.br


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Julho de 2010

PEDAGOGIA DE JESUS III LURDINHA GOMES

01 – Am 7,10-17; Sl 18B(19b); Mt 9,1-8. 02 – Am 8,4-6.9-12; Sl 118(119), 2.10.20.30.40.131; Mt 9,9-13. 03 – S. Tomé Apóstolo – Ef 2,19-22; Sl 116(117); Jo 20,24-29. 04 - S. Pedro e S. Paulo, Apóstolos – At 12,1-11; Sl 33(34); 2Tm 4,6-8.1718; Mt 16,13-19. 05 – S. Antônio M. Zacarias – Os 2,16.17b-18. 21-22; Sl 144(145); Mt 9,18-26. 06 – S. Maria Goretti – Os 8,4-7.1113; Sl 113B(115); Mt 9,32-38 07 - Os 11,1-3. 7-8. 12; Sl 104(105); Mt 10,1-7. 08 – S. Agostinho Zhao Rong e comps. – Os 11,1-4. 8c-9; Sl 79(80); Mt 10,7-15. 09 – S. Paulina – Os. 14,2-10; Sl 50(51); Mt 10,16-23. 10- S. Maria no sábado – Is 6,1-8; Sl 92(93); Mt 10,24-33. 11 – 15° Comum – Dt 30,10-14; Sl 68(69); Cl 1,15-20; Lc 10,25-37. 12 - Is 1,10-17; Sl 49(50); Mt 10,34-11,1. 13 – S. Henrique – Is 7,1-9; Sl 47(48); Mt 11,20-24. 14 - S. Camilo de Lellis – Is 10,57.13-16; Sl 93(94); Mt 11,25-27. 15 – S. Boaventura - Is 26,7-9.12.1619; Sl 101(102); Mt 11,28-30. 16 - N. Senhora do Carmo - Zc 2,1417; (sl) Lc 1,46-55; Mt 12,46-50. 17 - Bv. Inácio de Azevedo e comps. - Mq 2,1-5; Sl 9B(10); Mt 12,14-21. 18 - 16° Comum - Gn 18,1-10a; Sl 14(15); Cl 1,24-28; Lc 10,38-42. 19 –Mq 6,1-4.6-8; Sl 49(50); Mt 12,38-42. 20 –S. Apolinário - Mq 7,14-15.1820; Sl 84(85); Mt 12,46-50. 21 – S. Lorenço de Bríndisi – Jr 1,1.410; Sl 70(71); Mt 13,1-9. 22 –S. Maria Madalena - Ct 3,1-4a ou 2cor 5,14-17; Sl 62(63); Jo 20,1-2.11-18. 23 - S. Brígida – Jr 3,14-17; (Sl)Jr 31,10-13; Mt 13,18-23. 24 – S. Charbel Makhluf – Jr 7,1-11; Sl 83(84); Mt 13,24-30. 25 - 17° Comum – Gn 18,20-32; Sl 137(138); Cl 2,12-14; Lc 11,1-13. 26 –S. Joaquim e Sant’Ana - Eclo 44,1.10-15; Sl 131(132); Mt 13,16-17. 27 - Jr 14,17-22; Sl 78(79); Mt 13,36-43. 28 – Jr 15,10.16-21; Sl 58(59); Mt 13,44-16. 29 - S. Marta - 1Jo 4,7-16; Sl 33(34); Jo 11,19-27 30 – S. Pedro Crisólogo – Jr 26,1-9; Sl 68(69); Mt 13,54-58. 31 - S. Inácio de Loyola - Jr 26,1116.24; Sl 68(69); Mt 14,1-12.

N

a escola do mestre Jesus, há uma série de citações divinas de grande sabedoria que orienta a vida de cada um de nós: “- Dai pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22,21) “- Tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis.” (Mt 21,22) “- Se alguém quer ser o primeiro, seja o ultimo de todos e o servo de todos.” (Mc 9,35) “- Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.” (Jo 13,34) “- Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando...” (Jo 15,14) Na verdade, toda aprendizagem significativa conduz o homem à harmonia consigo próprio, com o próximo e com Deus: “Quem pratica a verdade aproxima-se da luz...” (Jo 3,21). A coerência e o modo de ser do Mestre são elementos favorecedores da aprendizagem: “As

minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem” (Jo 10,17). É fator igualmente importante para que um professor seja um bom mestre, a compreensão da natureza humana. E Jesus não só compreendeu a mente judia em geral, mas foi também um mestre na penetração do coração e na compreensão daquilo que se passava no íntimo de cada individuo. A Bíblia diz que “Ele bem sabia o que havia no homem” (Jo 2,25). Muitas são as situações evangélicas que evidenciam que Jesus tinha acurada visão do íntimo da natureza humana e mesmo do próprio pensamento do povo. Os escribas pensavam, lá consigo, que Jesus estava blasfemando, ao declarar ao paralítico que seus pecados estavam perdoados, mas “Jesus conhecendolhes os pensamentos, disse: Por que pensais mal em vossos corações ?” (Mt 9,4). Quando os discípulos lamentavam o haver Jesus dito que deveriam comer a sua carne e beber o seu sangue,

para terem vida, “Jesus, sabendo por si mesmo que seus discípulos murmuravam das suas palavras, disselhes: Mas entre vós há alguns que não creem.” Pois Jesus sabia, desde o principio, quais eram os que não criam, e quem o havia de trair.” (Jo 6,61-64). Quando os fariseus e os herodianos procuraram apanhá-lo em alguma palavra, Jesus, percebendo a hipocrisia deles, disse-lhes: “Por que me experimentais ?” (Mc 12,15). Ao ver Natanael, disse: “Eis o verdadeiro israelita em quem não há dolo!” (Jo 1,47). Jesus conhecia as pessoas e ensinava para solucionar-lhes as suas necessidades profundas e ocultas, não poucas vezes desconhecidas delas próprias!... Jesus é um grande conhecedor da mente humana – Ele nos conhece a fundo e, apesar disso, nos ama profundamente. Importa, pois e muito, que compreendamos as pessoas com quem vamos trabalhar em nossas comunidades. Que o Espírito Santo nos ilumine sempre! ...

A VIDA DOS PRIMEIROS CRISTÃOS PE. AURÉLIO PEREIRA, SCJ Depois de Pentecostes, movido pelo Espírito Santo, Pedro faz, em nome de todos os apóstolos, um grande discurso de retrospectiva da ação de Deus em prol do seu povo eleito e prova que, na pessoa da Jesus, Deus cumpre plenamente todas as promessas contidas na Aliança. Surgem, então, as primeiras conversões manifestas pelas perguntas que as pessoas fizeram: “Que devemos fazer, irmãos?” (At 2,1-41) A preparação, o testemunho e a prática dos apóstolos foi contagiando pessoas, tocando os corações e foi surgindo a 1ª comunidade cristã embasada em quatro pilares: A) Ouviram a Doutrina dos

Apóstolos: foi o testemunho, a palavra, a experiência de fé dos apóstolos, o grande mecanismo de atração das pessoas para Jesus. As escrituras eram explicadas à luz dos eventos pascais. B) Viviam a comunhão fraterna: os cristãos logo perceberam o compromisso que a partilha da Eucaristia traz. Quem partilha corpo e sangue de Jesus, o Evangelho e as graças recebidas de Deus tem que partilhar os bens com os pobres e necessitados. A partilha espiritual gera solidariedade. C) Fração do Pão: termo usado para designar a Eucaristia. Esta expressão evoca a refeição judaica onde quem presidia evocava uma oração de

bênção. Na visão cristã, este termo lembra o costume de Jesus agir depois da ressurreição nas suas aparições aos discípulos. “Tomava o pão, abençoavao, partia-o e lhes distribuía” (Lc 24,30). D) Vida de Oração: Composta pelas orações em comum presidida pelos apóstolos e pela oração individual proposta por Jesus. “Quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta e reza ao teu pai que esta oculto...” (Mt 6,5-6) Ensinamento dos Apóstolos, Partilha, Eucaristia e Oração. Nestes pilares, os primeiros cristãos fundamentavam sua vida de fé e experimentavam a Ressurreição. Em que pilares você fundamenta sua fé hoje?

Vista-se bem...para ser bem visto R. Barão de Piunhi, 53- Formiga Fone: 3322-1308 - Fax: 3322-1843


Julho de 2010

Ritmo Litúrgico

ANDRÉ LUIZ SILVA

INSTRUMENTOS

Somos, enquanto Igreja, o Corpo de Cristo. Cada um de nós é um membro, com funções (ministérios) distintas, guiados pelo Espírito Santo. E mais, na música, essas funções se subdividem, pois cada um recebe de Deus um dom específico: cantar, tocar guitarra, bateria, teclado etc. Na medida em que conseguimos ou não reconhecer e desenvolver esse dom, a consequência é nitidamente percebida no serviço que prestamos. Por exemplo, se alguém que tem dom para tocar bateria, se aventura a tocar um violão, sem sequer saber os nomes das cordas, jamais conseguirá dar tonalidade para o canto; de outro lado, se o violonista, embora até saiba

PARA

tocar bateria, reconheça que o melhor para o ministério é que se dedique e se aperfeiçoe na arte de tocar violão, com certeza será muito mais frutuoso. Cada instrumento tem sua função própria e todos eles são importantíssimos para a boa qualidade técnica e litúrgica da música nas celebrações; nenhum deles deve tocar isolado dos outros. Precisam estar regulados na medida certa (altura, intensidade, equalização), para que cumpram dignamente seu papel. O ideal é que, quando todos os instrumentos tocarem juntos, não possa, o ouvinte, distinguir um do outro; ouvese apenas uma prazerosa harmonia que acompanha as vozes e conduz a assembleia à oração, através do canto. Isso não significa, entretanto, que o volume do instrumento deva estar bem inferior ao das vozes. É claro que não se pode sobrepor a elas, mas é necessário o equilíbrio, a fim de que seja ouvido pelos cantores (para iniciar o canto) e pela assembleia, principalmente, para não se correr o risco de desencontro entre vozes e instrumentos.

DEUS E como é que o músico da comunidade, paróquia ou diocese vai saber regular adequadamente o som dos instrumentos? Ora, o ministro de música, que tem unção, isto é, que se faz instrumento nas mãos de Deus, conseguirá fazer com que seu instrumento musical produza um som agradável ao Senhor. Como eu disse anteriormente, conhecer, aceitar e fazer frutificar o dom que recebeu é o primeiro passo. Para finalizar, transcrevo o trecho do parágrafo 269, do Estudo da CNBB 79, intitulado A Música Litúrgica no Brasil: “Executar um instrumento musical exige atitude espiritual, ainda mais se se trata de uma celebração litúrgica. Portanto, o(a) instrumentista, como ministro(a) da celebração, deve estar também profundamente envolvido(a) com a ação litúrgica por sua atenção e participação(...)”. Em outras palavras, nossa ação tem que estar intimamente acompanhada pela oração. Louve e bendiga a Deus pelos dons que lhe confiou! Ore sempre por seu ministério! Que Ele seja sempre conduzido pelo Espírito Santo!

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A LENDA DO MONGE DEMÉTRIO Conta-se que certo dia, o monge Demétrio recebeu a seguinte ordem: “Põe-te a caminho, porque Deus quer se encontrar contigo no outro lado da montanha». O religioso pôs-se imediatamente a caminho. Mas, no meio da viagem, encontrou-se com um ferido que lhe pedia socorro. O monge, quase sem parar, explicou-lhe que não podia demorar, porque Deus estava à espera dele no outro lado da montanha antes do anoitecer, mas prometeu-lhe que voltaria assim que tivesse atendido a Deus. E continuou, apressadamente, seu caminho... Horas depois, quando o sol estava alto, Demétrio chegou ao topo da montanha e seus olhos começaram a procurar por Deus. Mas, para sua surpresa, o monge encontrou apenas um aviso onde estava escrito: “Fui ajudar o ferido que tu deixaste abandonado e volto já! Deus”.

SÃO CRISTÓVÃO RUY MARTINS No dia 25 de julho, comemoramos o dia de São Cristóvão, padroeiro dos motoristas e viajantes. Conta a lenda que Cristóvão viveu na Síria por volta do Sec. II. Era um homem forte e um guerreiro temido e que tinha um grande sonho de servir ao rei mais poderoso do mundo. Nesta procura, um dia ele encontrou um eremita cristão, às margens de um rio, que lhe disse conhecer tal rei. Por sugestão desse homem, Cristóvão passou a transportar as pessoas de uma margem à outra do rio. Certo dia, apareceu-lhe um menino pedindo que o carregasse até a outra

PADROEIRO DOS MOTORISTAS

margem. Sem perda de tempo, Cristóvão ajeitou a criança nos ombros, iniciando a travessia. A criança, na sua simplicidade, expressando toda a alegria de ser ajudada, teceu inúmeros elogios a Cristóvão, despertando nele imensa satisfação em estar praticando tal ato, amolecendo seu coração. A partir de então, Cristóvão começa a mudar e, de homem mau, prepotente, cheio de vaidade e orgulho, ele se vê, de repente, a serviço de uma simples criança. Foi a gota d’água para sua conversão, o verdadeiro e tão procurado sentido para sua vida. Voltando a falar

com o velho eremita, concluiu que, naquela criança, estava, de fato, o rei mais poderoso do mundo, que era Jesus, levando-o a se converter ao cristianismo. Sabendo da sua conversão, Décio, imperador romano, o perseguiu. E, não encontrando sucesso ante a resistência de Cristóvão em negar a fé cristã, ordenou que ele fosse flagelado, morto e decapitado. Diante desta história de Cristóvão, devemos aprender o valor de servir a Deus através das coisas mais simples, dos gestos mais singelos e, sobretudo, nos mais pobres e humildes. Ao mesmo

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tempo, devemos, como ele, ser sempre firmes em nossa fé, mesmo diante das dificuldades e resistências em nossa vida. Que São Cristóvão interceda a Deus por nós, e de modo especial, pelos motoristas e viajantes.


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Julho de 2010

DINÂMICA DE GRUPO Troca - Troca OBJETIVO : sentir a realidade do outro. Conscientizar de que somos diferentes uns dos outros. MATERIAL : caixas de papelão ou sacos plásticos. DESENVOLVIMENTO : - Se o grupo for grande, dividir em equipes. - Deixar em cada equipe uma caixa de papelão. - Pedir aos participantes que tirem seus sapatos e os coloquem na caixa. - Ao sinal todos deverão colocar os sapatos novamente o mais rápido possível, para sentir-se bem, dentro de sua realidade. - Após 1 minuto, parar para avaliar o resultado.

MARIA VITÓRIA RAMOS _ Alô!!! Aqui é o Três!!! _ Alô, tudo bem Três? _ Tudo bem! Eu tô ligando pra falar que eu já colhi os cará!! Vai dar mais ou menos 3.000 kg... Vou aproveitá e vou levar tudo de uma vez, pode? Aí eu pago um carreto só... _ Pode trazer... Já foi combinado. Traz na segunda ou terça, que é melhor para a distribuição. Os seus documentos estão todos em ordem. _ Então, tá. Falou... Até na semana que vem, então! E “brigado oceis”! _ De nada, Três! É muito importante a sua produção!

- Num 2º momento, recolher os sapatos e distribuí-los aos participantes, de tal modo que ninguém fique com os seus próprios sapatos. - Ao sinal, todos deverão colocar os sapatos do colega para sentir a realidade do próximo. - Avaliar os últimos resultados, comparando-os com o 1º. IILUMINAÇÃO BÍBLICA : Rm 12,15

Testemunho de Fé OBJETIVO: Mostrar que a fé (e o crescimento nela) é profundamente social. MATERIAL: Uma Bíblia para cada grupo. DESENVOLVIMENTO: O animador orienta os participantes: Na nossa vida cotidiana, encontramo-nos, constantemente, com pessoas que exercem uma influência grande sobre a nossa vida. Esta influência tanto pode ser positiva como negativa. O que se devemos fazer diante da consciência desse fato? (momento de pequena partilha). Depois disso, cada um, em particular, identifica entre seus amigos, vizinhos, parentes: quantos realmente creem? Quantos são católicos não praticantes? Quantos mudaram de religião nos últimos

tempos? Quantos vivem a fé, apenas seguindo os mandamentos ao pé da letra? Ainda, em particular, cada um coloca, por escrito, os testemunhos de fé que encontrou em sua vida. A respeito de cada testemunho de fé que encontrou, analisar as repercussões que tiveram, dentro de si. Em grupo de 4 pessoas, compartilhar as reflexões pessoais. Trata-se de identificar os elementos comuns. Em seguida, ler os textos: Jo 3,21 Mt 7,21 - Tg 1,22 - Jo 9,1-38 - Lc 5,5 - Mt 15,21-28. Aprofundar a relação entre os testemunhos escutados e os textos estudados. Tirar as conclusões para apresentar no plenário. (continuação no próximo Informativo)

PÃO EM TODAS AS MESAS... Desde 24 de julho de 2006, coincidentemente, véspera da data comemorativa do dia dos Trabalhadores Rurais, que a lei 11.326, “Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais”. No entanto, ainda não se fala de justa distribuição de terras. Ainda não se discute produção de alimentos como reconhecimento da dignidade de trabalhadores rurais e, ainda, considera-se que “tudo da roça vem de graça”, como se esses trabalhadores não tivessem custo com o que produzem. A vivência dos Agricultores Familiares, ainda é observada apenas pelo prisma bucólico e privilegiado da natureza. Em recente pesquisa do IBGE, os resultados mostraram que 4,3 milhões de unidades de produção são do segmento da agricultura familiar, o que representa 84,4% dos estabelecimentos Rurais no Brasil.

Esses são responsáveis por 87% da produção de mandioca, 70% de feijão, 48% de milho, 38% de café, 34% de arroz. Isso significa 10% do PIB do País... O Três não tem terra. Tem só um pedaço arrendado de um hectare, e planta cará e inhame. É um participante do PAA - Programa de Aquisição de Alimentos desde o ano de 2007. Produz com dignidade em um pedaço de terra que não é seu... tira o seu sustento de lá. Confidenciou-me, um dia desses, que queria ter terra suficiente pra sobreviver da agricultura. Medo de trabalhar, não tem. E que enquanto muita gente não sabe o que fazer com tanta terra, ele precisa apenas da quantidade necessária pra viver... Admiro o Três! Encanto-me com a sua luta e sei da sua história. Sempre que a gente conversa por telefone, ouço os passarinhos que cantam perto. Está sempre na lida. É prazeroso falar com ele. Sonha com

um trator usado, quer comprar uma brasília pra trazer seus produtos. É um agricultor familiar. Um trabalhador da roça. Um homem de valor. Simples, verdadeiro. Preocupado com a sua produção, empenha-se em plantar e sabe que os carás e inhames que vende alimentam muitas famílias. Assim são os mais de 80% de Agricultores Familiares no nosso município. Essa estatística, em tempos de crise, representa a importância da produção de alimentos para que a dignidade, tanto de quem planta, como de quem precisa se alimentar deve ser assegurada por políticas públicas de eficácia e, lembrando a Campanha da Fraternidade, propiciando a inclusão de alimentação adequada, eliminando o trabalho escravo, garantindo o acesso à água e continuando a luta e a permanencia na Terra. Que sejam abençoados, todos os Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, nesse 25 de julho!


Julho de 2010

Pastoral do Batismo

FARMÁCIA de

Batizados nas Comunidades Matriz no 2º e 4º Domingos às 09:30h Santo Antônio no 3º Sábado às 19:00h N. S. Lourdes no 2º e 4º Domingos às 08:00h Santa Luzia no 1º Sábado às 19:00h Imaculada no 3º Domingo às 08:00h São Geraldo no 3º Domingo às 09:00h Rosário no 3º Domingo às17:00h

Encontro para Pais e Padrinhos em Julho Dias 01 e 02 Nossa S. de Lourdes

5ª e 6ª Feira às 19:00hs

Dias 10 e 11 Rosário Sábado às 14:00hs e Domingo às 9:00hs

Dias 14 e 15 Santo Expedito 4ª e 5ª Feira às 19:00hs

Dias 21 e 22 Santo Antônio 4ª e 5ª Feira às 19:00hs

Dias 29 e 30

Deus

B

anana, conhecida pela ciência por Musa Paradisíaca e, por isso, considerada rainha das frutas, graças a seu valor nutritivo. Cabe em toda mesa e em todas as classes sociais. São mais de vinte espécies no Brasil. Sua origem é do quente e úmido mundo asiático. Chegou no Brasil no século XV. Prática, é alimento de primeira grandeza. Fonte de proteína e vitamina A, B1, B2, B6, niacina e sais minerais importantes como potássio, magnésio, sódio, fósforo, cálcio, ferro. Ela, por ser de fácil acesso, caiu no rol dos cientistas e eles se manifestam. Ela é capaz de diminuir a vontade de fumar, fortalece os músculos, afasta a TPM, protege o coração, regula funções intestinais e até melhora o bom humor. Estudo fornecido por Daniela Hueb e Joice Passos do Hospital alemão Osvaldo Cruz. Medicina natural :quando for cortar o cacho de banana não desperdice a flor (umbigo) que fica na ponta. Ele é rico em todas as vitaminas acima; pode-se usar em molho, depois de ferventar, como se pode fazer um xarope para combater a asma. Receita: um umbigo de banana, mel, vasilha de cerâmica ou louça, algumas gotas de própolis. Modo de fazer: limpe sem lavar a flor. Corte e coloque na vasilha, encobrindo com o mel. Cubra com pano e deixe de molho durante 48 horas. Coe e conserve em vidro escuro. Pingue algumas gotas de própolis e utilize assim: criança acima de um ano, uma colher de chá, três a quatro vezes ao dia; adulto, uma colher de sopa três a quatro vezes ao dia. Observação: diabéticos e crianças menores de um ano não devem usar.

São Vicente 5ª e 6ª Feira às 19:30hs

Obs: Mães, procurem fazer o encontro antes do nascimento de seu bebê, para seu maior proveito e comodidade e, se possível, procurem não levar crianças.

Viação Campo Belo Transportes de passageiros, cargas, encomendas e turismo Formiga São Paulo B.Horizonte Campo Belo

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OLHA A BANANA “E DEUS VIU TUDO QUANDO HAVIA FEITO E ACHOU QUE ERA MUITO BOM;” (GEN 1,31)

Benefícios da Banana Para afastar a vontade de fumar Ela fornece níveis elevados de vitamina A, que trata o aparelho respiratório afetado e vitamina C, antioxidante que combate radicais livres causados pelo cigarro, e quando ingerida, diminui a oxidação do colesterol e diminui a vontade de fumar. O potássio normaliza os batimentos cardíacos, levando mais oxigênio para o cérebro, que é muito diminuído quando ingerimos fumo. A fruta oferece um terço da necessidade diária de potássio. As vitaminas do complexo B e ácido fólico garantem a diminuição dos níveis de homocisteína, provocada pelo uso de cigarro e que tem efeito ruim para o coração, causando infarto e derrame. Para controlar a pressão alta Já é conhecido de muitos que, quem tem predisposição, deve usar mais potássio e menos sal. A riqueza de potássio da banana consegue controlar a pressão alta e regula o equilíbrio da água no organismo. As fibras solúveis contidas na banana reduzem os níveis de colesterol e, assim, deixam o coração sob controle. Evita câimbra e fortalece músculos A ausência de potássio é uma das causas. Mas também a ausência de cálcio e magnésio são responsáveis. A banana oferece os três minerais. Quando faço esforço físico prolongado, perco muita água e carboidratos (que fornecem energia) e pode ocorrer câimbra, dores musculares. O uso da banana evita esses problemas.

Superar depressão Comer duas a três bananas por dia pode superá-la. Estudo elaborado pela Faculdade de Alimentos e Nutrição nas Filipinas. O estudo destaca o alto valor de triptofano (anti-depressivo natural). A pesquisa garante que essa substância aumenta os níveis de serotonina (hormônio do bem estar) no cérebro, logo, melhora o humor. A fruta é rica em vitamina B6, cuja ausência provoca insônia, fraqueza, irritabilidade. A fruta coloca a pessoa para cima, com humor e vontade de viver. Você é diabético? Converse com seu médico. Adeus tensão prémenstrual (TPM) A banana é fonte de energia rápida. Rica em carboidratos, melhora os níveis de serotonina no cérebro, que aguçam a vontade de comer doces e aguça o humor. Quando se está com TPM, ao invés de atacar os chocolates, optar pela banana, que contém vitamina B6, potássio e garante alívio das cólicas. A vitamina A e B2 também respondem pela manutenção da células sanguíneas, controlando fluxo sanguíneo e produção de células vermelhas. Intestino regulado A presença de fibras, como a pectina, tonifica o baço e pâncreas, órgãos responsáveis pelo funcionamento do intestino. A massa da banana verde (próximo artigo) ajuda a nutrir as bactérias boas da flora intestinal. Aguarde. Utilize também cascas de bananas em bolos, farofas, geleia, etc, por serem ótimas fibras. PROCURE SEMPRE UMA ORIENTAÇÃO DO SEU MÉDICO OU DE UM PROFISSIONAL DA SAÚDE.


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Julho de 2010

DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES DE JULHO ABADIA BORGES PASSOS ABADIA MARIA MOURA MELO ADELAIDE LOPES DA SILVA ADELIA DE PAULA CHAGAS ADRIANA APARECIDA PEREIRA ADRIANA DE FREITAS RESENDE LOPES ADRIANA LAUDARES PIMENTA ADRIANA MIRTES OLIV.FERNAND.MIRANDA ADRIANA MONTSERRAT TEIXEIRA AFONSO GERALDO RODRIGUES FILHO ALBERTINO RODRIGUES CAMARA FILHO ALESSANDRO RODRIGUES GEREMIAS ALEXANDRE ALVES MENDES ALINE CRISTINA DA SILVA ALTINO FERNANDES LIMA AMARA MARIA DO CARMO AMBROSIA VIEIRA ANA CRISTINA DE CAMARGOS ANA ISABEL MENEZES ANA JAQUELINE DE FARIA ANA MARIA DOS SANTOS ANA MARIA PEREIRA DO NASCIMENTO ANA MARIA VIEIRA RIBEIRO ANA NUNES PEREIRA ANA PAULA PIRES ANDERSON DIAS E OUTRA ANDRE LUIS DA CRUZ ANDRE SEBASTIAO DA COSTA SILVA ANESIA BELO PEREIRA ANGELA MARIA DA SILVA ANGELA RODRIGUES VAZ ANDRADE ANGELO REIS MENDONCA ANTONIA MARIA DOS REIS ANTONIA MARIA PACHECO ANTONIO ALVES LIMA ANTONIO BASILIO FILHO ANTONIO CARLOS SILVA OLIVEIRA ANTONIO CLARET DE OLIVEIRA ANTONIO DE FIGUEIREDO ANTONIO HENRIQUE DE CARVALHO ANTONIO JOAQUIM CAMPOS ANTONIO PACHECO DE MACEDO APARECIDA DO CARMO SILVEIRA APARECIDA DONIZETE PATRI. FLORENCIO APARECIDA HELENA SANTOS FERNANDES APARECIDA PEREIRA ARI ALVES PIMENTA ARIANE CRISTINE DE CASTRO BALDOMIRO JOSE DOS SANTOS BLAITON FREITAS BRAZ DA CUNHA FERREIRA CARLOS ALVES PEREIRA FILHO CARMEM LUCIA SANTOS OLIVEIRA CASSIA MEDEIROS LOCATELLI FARIA CELIA DOS SANTOS PIMENTA CELINA MARIA MEDEIROS CELIO JOSE DA CUNHA CELIO RODRIGUES DA SILVA CESAR FELIPE TEIXEIRA CASTRO CLAUDINO LUIZ M. S. OLIVEIRA CLAUDIO JOSE DA SILVA CLAUDIO MANOEL RESENDE CLAUDIONOR DE OLIVEIRA NETO CLAYTON MARCIO CUNHA CLEUSA MARIA VIEIRA CONCEICAO DE MELO SOUZA CRISTINA SILVA RIBEIRO DALAIRDES COUTINHO DA COSTA DALMO DA FONSECA DALVA MARIA DE FARIA CORREA DALVA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA DANIEL FRANCISCO DA SILVA DANIEL JOSE PEDROSA DANIELA REGINA GARCIA DARCI DA SILVA DARCY CORREA CRESPO DEA COSTA DEHON DOS SANTOS DEISE SILVA MARTINS CAMPOS DENILSON JOSE PALHARES DENISE CRISTINA DE MELO DIVINO DA CUNHA FERREIRA DIVINO JULIO DA SILVA DORALICE MARIA CANDIDA DUFLAIR ATANAZIO DULCE MARIA BRISIDA DULCE MARIA CARVALHO EDER RESENDE EDERSON OLIVEIRA SOUZA EDILAINE G. SILVERIO EDILSON JOSE DA SILVA EDNA LEAL PEREIRA EDNA LOPES SILVA EDNEIA ADAIR MENDONCA DE SOUZA ELAINE CRISTINA PEREIRA ELEN CRISTINA DE OLIVEIRA ELENICE DAS GRACAS LOPES ELI SILVEIRA DE BRITO ELIANA APARECIDA RIBEIRO ELIANA MARIA DE CASTRO BENEDITO ELIANA MARIA OLIVEIRA FERNANDES ELIANA MARIA SILVA DAMASCENO ELIANE PINHEIRO ELIS REGINA DE MELO ELISA RESENDE ELIZA DE OLIVEIRA MENDONCA ELOISA TAVARES PAIM ELZA MARIA FERREIRA ELZA RODRIGUES DA SILVA EMILIA PENA BELO ENEIDE HELENA DE SOUZA COSTA ENILZE FERNANDES VIEIRA ALMEIDA ERIKA AUGUSTA FARIA

ERIKA MARA MACEDO EUNICE MARTINS BRAGA EURIZIA DE OLIVEIRA BERTOZZI EUSTAQUIO FERNANDES SOUTO EUZA MARIA NOGUEIRA FERREIRA EVANILDO FERNANDES LIMA FABIANA ALVES GOMES FABIO GONCALVES FRANCISCA PEREIRA DE MELO FRANCISCO, E MARIANGELA C. PEREIRA GABRIEL RIBEIRO DAMACENO GALDINA DA COSTA RODRIGUES GALDINA TEIXEIRA DE FARIA GERALDO ALVES RIBEIRO GERALDO MAGELA VIEIRA GERALDO MARCOS VESPUCIO GERALDO MOREIRA BARBOSA GILBERTO FERREIRA DO COUTO GILBERTO LOBATO GILSON ALVES LIMA GILVAZ DE OLIVEIRA GISELE VALESCA SILVA GLEICE MENDONCA SILVA GUIOMAR ROSA DE CASTRO HEIDER LUIZ DE CASTRO HELIO DIAS RIBEIRO HELIO JOSE DE SOUZA HELOISA CRISTINA DA SILVA FELIX HELOISA HELENA GIAROLA SILVA HELOISA RIBEIRO DA SILVA HERMINIO RIBEIRO DA SILVA HILDA MARIA GONDIN ILZA DA SILVA INES DE FARIA CARDOSO IRACI LEAL COSTA IRACI SOARES DE LIMA IRMA DAS GRACAS GUIMARAES ISA SILVA DE SOUZA ISABEL MARIA DA TRINDADE ISAURA CRISTINA OLEGARIO ISOLINA RIBEIRO IVANIR COSTA OLIVEIRA IZAURA MARIA ALVES COSTA JAIME EUSTAQUIO RODRIGUES JANE APARECIDA SILVA JANIA APARECIDA SILVA JANIL ALVES BATISTA JOANA MARIA DE ALMEIDA JOAO ALFREDO E MAGDA JOAO BATISTA CAMPOS JOAO DOS REIS CUNHA JOAO DOS REIS MEDEIROS JOAO RODRIGUES COSTA JOSE ANTONIO DE MELO JOSE ANTONIO DE SOUZA JOSE ANTONIO PARREIRA JOSE BARNABE VITOR E BRAS BARNABE JOSE DAVI DOS SANTOS E ANTONIA JOSE DOS REIS JOSE FERNANDES DA SILVA JOSE FRANCISCO DE MENEZES PRIMO JOSE GERALDO DA CUNHA JOSE LIMIRO JOSE MARCIO CUNHA JOSE OLEGARIO RAMOS JOSE ONOMAR NUNES JOSE RANGEL SOBRINHO JOSE THEODOMIRO RODRIGUES JOSE WANTUIL DO COUTO PRIMO JOVERCINA PEREIRA LIMA JULIANE CAETANO DE OLIVEIRA JULIETA CASSIMIRO COMITANTE KATIA PALHARES DA SILVA KELLY APARECIDA DE PAULA LAURINDA PEREIRA COSTA LAURINDO SATIRO PEREIRA LEANDRO JOSE DA SILVA LEDIR MARIA CARDOSO LEILA PATRICIA DA ROCHA LENIR DE CASTRO VIANA LEONARDA MENDONCA DOS SANTOS LEONIDIA BELMIRA MONTSERRAT LINDEIA MENDONCA LIRLAINE CRISTINA VAZ DE OLIVEIRA LIRLEIA DA SILVA OLIVEIRA LOURDES MARIA DE CASTRO FONSECA LOURDES RODRIGUES GOMES LUCIANA MARIA DOS SANTOS LUCIMAR DA SILVA LUIDE FRANCISCO DE ASSIS LUIS PAULO BISPO LUISA MARIA ARANTES LUIZ ANTONIO ANDRADE LUIZ CESARIO DE MENDONCA LUIZ TEIXEIRA SOARES LUZIA DO CARMO DA SILVA LUZIA MARCELINA SILVA DE SA LUZIA RANGEL RIBEIRO MAGDA RACHIDES PAIM MAGDA SILVA ALMEIDA MARAISA CRISTINA BELO SILVA MARCELO CAMPOS E VANISE CARVALHO MARCELO RODRIGO LOPES MARCIA APARECIDA CUNHA MARCIA DA MATA MARCOS FERREIRA DA SILVA MARCUS VINICIUS DE ARAUJO MARIA ALVINA DE MELO CASTRO MARIA AMELIA RODARTE FERREIRA MARIA APARECIDA ANDRADE CHAGAS MARIA APARECIDA ANTONIO VELOSO MARIA APARECIDA DA SILVA MARIA APARECIDA DA SILVA MARIA APARECIDA DA SILVA

MARIA APARECIDA DA SILVA MARIA APARECIDA DA SILVEIRA MARIA APARECIDA MAMEDE MARIA APARECIDA MARQUES DA SILVA MARIA APARECIDA MENDONCA MARIA APARECIDA PACHECO MARIA APARECIDA SOARES MARIA APARECIDA TERRA MARIA BORGES DA CRUZ MARIA CASTRO FONSECA MARIA CLERIA RIBEIRO MARIA DA CONCEICAO DE FARIA MARIA DAS DORES NOGUEIRA MARIA DE FATIMA LOPES MENDONCA MARIA DE LOURDES DA COSTA MARIA DE LOURDES FERREIRA ARANTES MARIA DE LOURDES GARCIA MARIA DE LOURDES GARCIA MACEDO MARIA DE LOURDES MENDONCA SILVA MARIA DIVINA DE JESUS MARIA DO CARMO BRITO DUARTE MARIA DO CARMO CASTRO ALVES MARIA DO CARMO FARIA MARIA DO CARMO PINHEIRO CARDOSO MARIA DO CARMO PIRES DE MORAIS MARIA ELIANA GONCALVES DA FONSECA MARIA ELIZABETE NUNES MARIA HELENA ARAUJO MARIA HELENA DA CUNHA MARIA HELENA DE CARVALHO MARIA HELENA SOUTO CHAVES MARIA JOANA DOS SANTOS MARIA JOSANIA CARDOSO RIBEIRO MARIA JOSE DAMASCENO DE OLIVEIRA MARIA JOSE DE SOUZA SILVA MARIA JOSE PEREIRA MARIA JOSE PEREIRA MARIA LOURDES LOPES SOUZA MARIA MARTA FONSECA CHAGAS MARIA MONICA MARTINS MARIA ORLANDA DE SOUZA MARIA RAIMUNDA DA SILVA

MARIA REGINA FONSECA COUTO MARIA TEIXEIRA DA SILVA MARIA TEIXEIRA SILVA MARIA VANILDA MENDES MARIA VILMA DE PAULA SILVA MARIA ZELIA DA CUNHA MARILDA JULIA BARBOSA MARILIA DE OLIVEIRA M. FERERIRA MARILUCE DA SILVA MARILZA LOURDES DA SILVA MOREIRA MARIO TOME DA SILVA MARLENE DE MELO MARLENE GUIMARAES DA SILVA MARLENE PEIXOTO DAVID MARLI GUIMARAES PEREIRA MARLY GUIMARAES PEREIRA MATEUS BUENO FERREIRA MEIRE CAETANO MEIRE CAETANO MELISSA ANGELICA DA COSTA MICHEL AUGUSTO ROCHA MIGUEL MENDONCA ALVES MONICA LEITE DA TRINDADE NADIR FRANCISCA VALADAO NAIR VAZ DA COSTA NEIDE APARECIDA DA SILVA NEIDE BELO ALVARENGA NEUZA NEPOMUCENO NEWTON ROCHA FILHO NILMA FERREIRA DOS SANTOS NILTON DA SILVA NILTON DONIZETE BERNARDES NIRLEI APARECIDA DO COUTO NIVALDO MARCAL DA SILVA OLIMPIA PIRES DE CARVALHO OLIMPIO RIBEIRO VALADAO OLINDA MARIA BORGES OLINDA MARIA BORGES DO NASCIMENTO OLINTO ROCHA DA SILVA OLIVEIRA CARMO MENDONCA OLIVIA RABELO MALTA ONELIA DOS SANTOS SALES

ORLANDO FERNANDES LIMA OZIVA MARIA DE ALMEIDA DIAS PATRICIA KELLEN DA SILVA PAULO BOAVENTURA PIERONI E ENI PER. PAULO GOMES PEREIRA PAULO SERGIO DA SILVA PEDRO ALVES DOS SANTOS PEDRO ANTONIO DAMASCENO PEDRO PIO DE OLIVEIRA RAFAEL AUGUSTO REIS DE SOUZA RAFAEL RIBEIRO DA SILVA RAMOM JOSE DOS SANTOS RAQUEL DE PAULA RAQUEL DE PAULA RAQUEL LIMA DE OLIVEIRA TAVARES REGINA CELI DOS REIS RIBEIRO RENATA CRISTINA PEREIRA RENATA PINHEIRO DE OLIVEIRA RODRIGO CESAR DA SILVA RODRIGO GUIMARAES CARMARGO PORTO ROMERO CARMARGO DE FREITAS RONALDO DE SOUZA CUNHA RONALDO DIVINO RONALDO PIRES ARANTES RONILDA LIMA SOUTO ROSANGELA FATIMA DE LIMA ROSEMARI PERES BOVOLENTA DE FARIA ROSEMARY FRADE D‘CARLOS ROSEVALDO MODESTO DE SOUZA ROSILENE APARECIDA GONTIJO PEREIRA ROSILENE LOPES TAVARES PAIM RUBENS ANTONIO PARREIRA JUNIOR SANDRA APARECIDA SILVA SANDRA MARIA RIBEIRO DE ALMEIDA SANDRO GONCALVES SOARES SARAH DE MELO VILELA SEBASTIAO DONIZETE DE OLIVEIRA SEBASTIAO FLORISBELO DE CASTRO SERAFIM ALVES PINTO SERGIO LUIS TEIXEIRA SILVIO DA SILVA LIMA

É bom lembrar!!! Data

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SOLANGE APARECIDA RODRIGUES SOLANGE PEREIRA VAZ SONIA APARECIDA DE OLIVEIRA SONIA DE FATIMA DA CUNHA MELO SONIA IMACULADA RAMOS SONIA MARIA DE LIMA STENIO CARDOSO RIBEIRO STENIO CESAR SOUTO PIMENTA TELMA RODRIGUES GONCALVES TERESINHA MORAES DE SOUZA TEREZINHA ALICE COSTA PIERONI TIAGO HENRIQUE DOS REIS VAGNER APARECIDO DE MOURA VALDETE ANGELA DE ALMEIDA EUFRASIO VALDIR CARDOSO PINHEIRO VALERIA APARECIDA TERRA MARIANO VALERIA DE MOURA SOUZA VALERIA TAGLIALEGNA BUENO VANDER DA SILVA CRAVO VANDERLEY FRANCISCO TEODORO VANDERLI MARIANO DA CUNHA VANDERLINO FRANCISCO DA SILVA VANESSA MARA DE SOUZA VANIA PULHEZ DOS SANTOS VERA APARECIDA CAMARA DOS SANTOS VERA LUCIA ALVES TEIXEIRA VERA LUCIA RODRIGUES VICENTE DE OLIVEIRA VINICIUS JUNIO PACHECO CUNHA WALMIRA RIBEIRO WALQUIRIA MARIA DE MORAES WALQUIRIA PINHEIRO LIMA BELO WALTER CORREA DE FARIA WANDERLEY XAVIER DE CASTRO WELLINGTON ANTONIO BASILIO WELLINGTON BERNARDO BISPO WEMERSON DOS SANTOS WILIAM BATISTA DE OLIVEIRA WILSON CASTILHO ALMEIDA WIRLEY PEDRO DE OLIVEIRA ZELIA ALVES PIMENTA ZELIA MARIA SOUTO

Agenda Paroquial de Julho

Atividade São Geraldo: reunião dos coroinhas Rosário: 02-03: festa julina São Pedro e São Paulo Confraria do Rosário: adoração ao SS. e reunião Rosário: celebração da Palavra no Regional Sto. Antônio: reunião da Equipe de Liturgia Sto. Expedito: reunião de catequistas RCC: noite de louvor Imaculada: reunião com MESC Past. Criança: Reunião Mensal - Coord. Comunidades Imaculada: reunião com coordenadores de setor RCC: noite de louvor S. Geraldo: Reunião dos MESC RCC: noite de louvor Past. Criança: Formação de Líderes MEP: retiro espiritual pra os novos Ministros E. Palavra XV Domingo Comum Past. Acolhida: visita aos doentes S. Geraldo: retiro dos MESC MEP: Celebração de envio dos novos MEP NOSSA SENHORA ROSA MÍSTICA (Ouro Verde) RCC: noite de louvor Past. Acolhida: reunião NOSSA SENHORA DO CARMO (Córrego das Almas) Aniversário da Comunidade S. Geraldo Imaculada: reunião com coroinhas XVI Domingo Comum Sto. Antônio: celebração da vida S. Geraldo: celebração Regional C CPAE - Reunião do Conselho Econômico CPE - Reunião do Conselho de Evangelização Sto. Antônio: reunião Conselho Com. de Evangelização Sto. Expedito: reunião Conselho Com. de Evangelização Past. Familiar: reunião mensal S. Geraldo: celebração da vida Divina Misericórdia: 3ª grande feijoada XVII Domingo Comum SÃO CRISTOVÃO (Cidade Nova) Past. Dízimo: Domingo do Dízimo Rosário: reunião Conselho Comunitário de Evangelização 26 - 29: Retiro Espiritual do Clero Sto. Antônio: reunião MESC S. Geraldo: reunião Conselho Com. Evangelização SANTA MARTA (Hospital Santa Marta) Sto. Expedito: reunião da equipe de liturgia S. Geraldo: reunião de liturgia Catequese: 30/7-1/8: 2° módulo formação para catequistas Sto. Antônio: curso de formação litúrgico e canto pastoral

Local Sacristia Salão da Igreja Igreja e Salão P. Setor Sala de reuniões Sala de reuniões Santa Luzia Imaculada Santo Antônio Imaculada Rosa Mística Salão S. Geraldo Imaculada Salão Paroquial Sitio do Tio Pedro Comunidades Salão S. Geraldo Matriz N. S. Lourdes Salão Paroquial Imaculada Sala de reuniões Setor Casa Paroquial Salão Paroquial Sala de reuniões Sala de reuniões Salão Paroquial Antiga Escola Comunidade Salão da Igreja Piumhi Sala de reuniões Salão S. Geraldo Sala de reuniões Salão S. Geraldo Bom Despacho -

Responsável Ana Coord/diretoria Florentina Setores/liturgia Coord. Catequese Equipe RCC Carlos Gondim Past. Criança Soraia Equipe RCC J. Antônio Equipe RCC Past. Criança Dalvinha Diversos J. Antônio Dalvinha/liturgia Equipe RCC Florentina Ângela Past. Criança Leonardo Pe. José Luís Pe. José Luís Coord. Geral Past. Familiar Ana Lúcia Coordenação Past. dízimo Coord./diretoria Diocese Coordenação Coord. Liturgica Neide Coord. Diocesana -


Julho de 2010

PRIMEIRA EUCARÍSTIA IMACULADA CONCEIÇÃO

SANTA LUZIA

PENTECOSTES

ASSEMBLEIA PAROQUIAL

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PUBLICAÇÃO MENSAL DA PARÓQUIA SÃO VICENTE FÉRRER - FORMIGA - MG

05/07

ANO XIX Nº 233 - JULHO de 2010

O leigo na Igreja e sua importância

Ambiente: gravuras de pessoas fazendo trabalhos na Igreja, flores, velas, bíblia. Acolhida: Cantando: Em nome do Pai... Animador: Caros amigos e amigas nesse encontro vamos apontar um tema muito importante para a Igreja: o papel do Leigo, que pode e deve ser o p a p e l d e c a da u m d e n ó s . Prestemos atenção em cada palavra, pois isso poderá nos motivar a sermos leigos engajados na Igreja. Leitor 1: Durante muito tempo, pouco ou nada se falou sobre o

papel do leigo na Igreja. Um dos perigos de se engajar como leigo é a tentação de se envolver demais com as tarefas da Igreja, a ponto de se afastar de suas tarefas profissionais, familiares. Outro perigo é o de legitimar uma indevida separação entre fé e vida. Evangelho e ação concreta.

formação religiosa, não estando isto ligado a ter inúmeros cursos, até superiores. Perguntas de adultos são respondidas com respostas adultas. Se o leigo não procurar ter boa formação cristã, não vai saber como agir em situações que vão além do que ele sabe sobre Igreja.

Leitor 2: A palavra “leigo” precisa ser bem entendida para não gerar confusão. Leigo é todo aquele ou aquela que recebe o batismo, mas não pertence à hierarquia da Igreja. Os leigos devem ser protagonistas da evangelização e fermentar com a presença cristã as diversas realidades do mundo.

Leitor 2: Muitos são os leigos que, até por excesso de boa vontade querem fazer tudo sozinhos e isolados. Os conselhos de Pastorais, conselhos de Leigos, são muitos importantes para se fazer uma ação planejada na Igreja. Portanto, não adianta o leigo ter espiritualidade, formação mas não ser capaz de trabalhar em equipe.

nada na igreja e pela Igreja, precisa repensar a sua fé. O auxilio do leigo é fundamental para a Igreja se torne o reino dos céus. Todos: Diz Lucas: “a seara é grande e os trabalhadores são poucos.” A Palavra

Todos: Dai-nos Senhor, a coragem de ser um leigo atuante. Leitor3: Nosso primeiro compromisso com Cristo, começa no Batismo, pois sendo batizados, devemos nos esforçar para imitar o próprio Cristo. Hoje, já são muitas as pessoas que têm consciência de sua vocação e a assume diante da Igreja. O leigo, como também o sacerdote devem atender a 3 aspectos: espiritualidade, formação e organização. Leitor1: O Leigo sem espiritualidade vai se prender a atitudes políticas, passageiras, sem lembrar que o Reino de Deus não é desse mundo. O leigo precisa ter uma boa

Todos: A força de evangelização está na união de todos . Leitor 3: Os caminhos parecem difíceis, mas, na verdade, são interdependentes, quem quer alimentar uma espiritualidade acaba se aprofundando na fé e isto leva a pessoa ao engajamento pastoral. Todos: Em que aspectos precisamos crescer mais? Pensemos nisso. Leitor 1: Se pensar que Igreja são todos os seus membros, vamos descobrir que há muito trabalho para se fazer em prol dela. As pessoas que aceitam Cristo e a sua Igreja, foram batizadas, precisam agora exercitar os dons, talentos e ministérios, com a ajuda do Espírito Santo. Quem não faz

Animador: A alegria de ser cristão, de ser membro da Igreja, de ser discípulo de Cristo, faz parte da vida de todo o povo de Deus, tanto das ovelhas como das pastorais. Ouçamos com atenção Lucas 14,31-33. Refletindo: parábola?

- Quem é o rei da

- E os saldados? Como ele se organizou para a batalha? - Como estamos nos organizando no apostolado leigo? - Quais são nossas pastorais? Orando: Senhor, a realidade da vida de hoje exige a participação de cristãos leigos para a expansão da Igreja. Daí-nos a coragem para assumir nosso papel de leigo e a força para resistir as pressões que enfrentaremos.Amém! Concretizando: Que tal fazermos uma balança em nossa vida, sacudirmos a preguiça e engajarmos na Igreja? Canto: Enviai, Senhor muitos operários.


Julho de 2010

12/07

E-2

Leigo - Protagonista do crescimento da Igreja

Ambiente: Igreja, vela, bíblia.

salvação.

Acolhida: Animador: Irmãos e irmãs, hoje vamos continuar a meditar sobre o leigo e ver que ele realmente e importante para o crescimento da Igreja. Invoquemos a Santíssima Trindade. Em nome do Pai...

Leitor 2: A fé sem obras é morta. A fé supõe o comprometer-se. Nos Atos dos Apóstolos vemos que as primeiras comunidades cristãs se mostravam assíduas ao ensinamento dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e as orações. Como sermos cristãos leigos, ativos nas comunidades sem a fraternidade e a oração? Não faz sentido ser leigo sem compromisso com a comunidade, sem o compromisso solidário com as preocupações e as dores da Igreja: a família, os excluídos.

Leitor 1: João Paulo II disse: “Esta é a nossa tarefa, fazer com que a verdade sobre Cristo e a verdade fundamental sobre o homem penetrem ainda mas profundamente em todos os segmentos da sociedade e a transformem.” Somos convidados, e este é a proposta de Cristo para nós , de ser Igreja e trabalhar na vinha do Senhor, ser membro da videira que é Cristo, ser ativo na missão da

Leitor 3: Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, ali estarei EU , diz Jesus. E o cristão

leigo deve estar aberto às necessidades do outro: “Fazei tudo o que Ele vos disser.” E o que ele nos diz? “E necessário procurar ouvir-lhes o apelo e ver quando eles não tem mas vinho.” Todos: Cristo, dê a nós o vinho da coragem para sermos leigos ativos.

as tarefas da Igreja. São muitas as obras, mas são muitas as Pastorais que existem numa Paróquia. Só o leigo pode d a r “ u m a m ã o z i n h a ”, n o s trabalhos de formação de catequese, de preparações para os sacramentos. A Palavra

Leitor 1: Precisamos como evangelizadores, dar uma resposta aos problemas apresentados em nossa realidade. Se somos Igreja nosso objetivo maior é a missão. Isto quer dizer que, na qualidade de seguidores de Cristo, somos convidados a ser evangelizadores e protagonistas na construção do reino.

Animador: Não nos escondamos ao chamado de Deus.Que essas prioridades partam dos que mais necessitam de receber o pão da Palavra, aquele que alimenta e fortifica a vida de qualquer cristão, sem exclusão. Todos: Como leigos podemos ajudar muito nossa paróquia.

Todos: O que é ser protagonista? Leitor 2: Protagonista é aquela pessoa que desempenha ou ocupa o primeiro lugar num acontecimento. Isto significa que devemos colocar todo nosso emprenho, toda nossa produtividade, todo nosso entusiasmo em prol da causa de Cristo, em prol da evangelização. Leitor 3: Para que possamos ser realmente protagonistas da nossa missão de leigos engajados temos que determinar prioridades do nosso apostolado e encontrar formas concretas de reflexão e ação. Todos: As palavras atraem mas é o exemplo de vida que arrasta. Leitor 2: Sabemos que a ajuda e a presença do leigo na Igreja é, hoje, fundamental. Os sacerdotes, sozinhos, já não conseguem realizar todas

Leitor 1: Para concretizar a presença do leigo no mundo tornase necessário: assumir o caráter de missionariedade e testemunhar Cristo no ambiente de trabalho, familiar, religioso, de lazer, ambiente social. Cristo deve estar com sua presença entre nós, em todos os lugares que frequentamos, em todas as atividades que realizamos. Não vamos escapulir quando o Senhor nos chamar. Ouçamos o que nos diz Lucas 14,17-20. Partilha: Que desculpa temos dado até hoje para fugirmos do compromisso de leigo engajado? Oração: Todos: Maria, o seu sim foi fundamental. Suas palavras: Faça-se em mim segundo a vossa vontade foram decisivas. Ensinanos a dizer sim e exclamarmos: “Eis aqui os servos do Senhor” Ave Maria... Canto: Maria de Nazaré...


E-3

19/07

Julho de 2010

A Missão dos Leigos na Igreja

Ambiente: gravura de gente feliz, bíblia, vela. Acolhida: Animador: Caros amigos e amigas. Nós, leigos, aqui reunidos, vamos pensar um pouquinho sobre a nossa Missão na Igreja e na comunidade. Para bem iniciarmos apelamos a luz do Espírito Santo e a presença da Trindade. Em nome do Pai... Vinde Espírito Santo... Leitor 1: O concilio vaticano II resgatou de maneira iluminada o papel do leigo na Igreja, por isso, graças a Deus, homens e mulheres, jovens e até crianças fazem um trabalho maravilhoso de evangelização. O leigo pode e deve dar sua contribuição à Igreja na missão de salvar almas. O catecismo da Igreja Católica diz que “todo leigo, em virtude dos dons que lhe foram conferidos é, ao mesmo tempo, testemunha e instrumento vivo da própria missão da Igreja pela medida do dom de Cristo”. Todos: Como diz São Pedro “ai de mim se eu não evangelizar”. Leitor 2: O fiel leigo na sua vida cristã e em sua atuação na Igreja, não é um mero auxiliar dos padres, porque o Batismo lhe dá direito e dever de realizar ação sacerdotal de Cristo. Todos: São Paulo nos lembra, “Vós sois o Corpo de Cristo, e cada um é um de seus membros”. Leitor 3: O objetivo do leigo é o apostolado, agindo mas realidades temporais, na escola na indústria, na economia, na política, nas artes, participando como cristão das atividades sociais: O mundo é

sua área de trabalho. O leigo completa a ação do sacerdote, não o substitui, mas prepara os irmãos para isso. Leitor 1: A nossa Igreja está acima de disputas, de competições entre leigos e ordenados, porque Ela não nasceu do povo, mas de Deus, Ela veio do céu e não da terra. A autoridade da Igreja é fundada na vontade de Deus e nós, leigos, queremos a Igreja conforme Jesus instituiu, com sua hierarquia e seus auxiliares. Leitor 2: Para ser firme no comprimento da missão de batizado e missonário leigo precisa ter uma vida espiritual sadia pois a eficácia de seu trabalho apostólico está ligada à sua vida de oração, à frequência aos sacramentos e à penitência. Todos: O leigo que não se confessa, não reza, não comunga, não tem perseverança em suas missão. Leitor 3: Mais que nunca a Igreja precisa dos leigos no campo de batalha, pois hoje ela é magoada, ofendida, perseguida e escadalos e blasfêmias se repetem a cada dia. Os valores são invertidos e se tenta substituir a civilização cristã por uma cultura de morte como o aborto e a eutanásia. Essa é a hora de se saber de verdade quem ama Deus e a sua Igreja. Leitor 1: Lembremos-nos pois, que a missão dos leigos consiste em desempenhar diferentes tarefas na comunidade como:

catequista, ministros, agente de pastorais, serviço aos pobres e aos doente. São chamados também a colaborar no governo paroquial e diocesano participando de Conselhos pastorais e econômicos. Não são colaboradores, mas membros ativos que trabalham para o engrandecimento da Igreja de Cristo. Todos: A missão mais importante dos leigos é no mundo, no seu diaa-dia. Leitor 2: A missão do leigo não é ficar o tempo todo na Igreja, mas “levar a Igreja consigo”, ser fermento nos campos da vida, ser “sal da terra” e “luz do mundo”, trabalhar para um reino de verdade e vida, de santidade, graça, justiça, amor e paz. O reino de Cristo onde se manifesta a atitude de serviço e doação e onde se luta pela justiça e libertação.

acontece de modo especial com a atuação de leigos. Foi o próprio Cristo que, ao enviar os seus amigos, enviou a todos nós para colaborarmos. Ler Mateus 10,5-10. Refletindo: - Onde encontraremos a “ovelha perdida”? - Será que ela não está dentro da nossa casa? - Recebemos de graça a inteligência, os pés para caminhar, a boca pra anunciar. Por que não o fazemos? Orando: Divino Espírito Santo, iluminai-nos com sua Luz divina e dai-nos o dom de deixarmos de lado o egoísmo e a preguiça, oferecendo o nosso tempo, nossa inteligência e nossa boa vontade para atuarmos na Igreja e fazê-la crescer forte e firme. Amém!

A palavra

Concretizando: Pensemos nisso: Sou útil à Igreja ou só penso que Ela me ajude.

Animador: Tudo isso que vimos

Canto: Batiza-me, Senhor...


Julho de 2010

26/0 26/07 Ambiente: Carnê do dizimo, bíblia, vela. Acolhida: Cantando: Em nome do Pai... Animador: Temos aqui um carnê do dizimo. O carnê é para nos lembrar umas das atuações do leigo na Igreja. Como vimos durante todo esse mês de julho. A pastoral do dizimo é exercida por leigos. Leitor 1: Como vamos falar sobre o dízimo vamos nos lembrar do 5° mandamento da igreja: “Pagar o dízimo segundo o costume”. A igreja Católica se mostra bastante tolerante quanto à obrigação de se pagar o dizimo e hoje se diz:: “ajudar a Igreja em suas necessidades, pagando-se o que se pode, como pode.” Leitor 2: O dizimista, bem entendido, exclui o egoísmo e integra o amor. Deve ser buscado com desejo constante, ou seja, sentir vontade e amor em se participar de coração do dízimo, que é fonte de graça, sinal de comunhão com Deus. Não se deve pensar no dízimo como pagamento, ele deve ser entendido como devolução a Deus do que Ele mesmo dá. Nós, dizimistas, não podemos entender essa devolução como troca de favores, devemos fazê-la com amor, sem segundas intenções, sem exigirmos que a Igreja faça nossas vontades. Todos: O dizimo é uma relação, “Deus e Eu.” Leitor 1: Devolvemos a Deus sem nos preocuparmos como o dízimo vai ser empregado. O dízimo obedece a 3 dimensões: Religiosas: Manter todos os gastos da Igreja que não são poucos. Missionária: Investir em diversos

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Ser Dizimista... grupos como: pastorais de adultos, crianças, jovens, idosos. Social: Investir em obras de caridade. Leitor 2: Quando permitimos ser conduzidos por Deus, tudo acaba bem em nossas vidas. É isto que esta faltando às pessoas: FÉ. Entregar-se a Deus, e ter fé em primeiro plano de nossas vidas. Leitor 3: O dizimista é a entrada em comunhão com Deus, é a partilha, buscada na fé. Quando é Deus que pede a oferta é conforme manda nossos corações, que devem estar conscientizados, conhecendo seus deveres, as necessidades de nossas paróquias e, na hora da oferta, atender com amor e fidelidade ao pedido de Deus. Todos: Senhor, dai-nos a fé para que tenhamos o desapego e ofereçamos a Deus nosso dízimo. Leitor 1: Quem dá o dízimo com alegria, alegra a Deus. Diz a Bíblia em 2 Coríntios 9,7 “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; nem com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama a quem dá com alegria.” O que damos deve refletir com honestidade o que recebemos, pois “cada qual oferecerá conforme a benção que o Senhor teu Deus lhe houver dado.” Leitor 2: Precisamos nos lembrar que o dízimo não isenta o fiel de outras participações que possam ocorrer, como, por exemplo, ajudar nas ações comunitárias e sociais de cada pessoas e nas obras de misericórdia. Também

não substitui a espórtula, que é a contribuição material dada na Igreja durante as Missas, pois a espórtula ocupa lugar nas primícias devidas a Deus. Leitor 3: O dízimo, ou a quantia com a qual contribuímos não pode ser causa discriminatória, nem se dá mais ou mérito a quem mais contribui, porque isso feriria a realidade do Corpo Místico de Cristo. Qualquer contribuição pessoal, por mais individual que seja, é a participação de todos, na santificação dos membros, principalmente aqueles que não podem doar nada e que será objeto da “misericórdia” da comunidade de fiéis. Eles também fazem parte do corpo místico. A Palavra Tiradas as dúvidas sobre o dízimo, assim esperamos, vamos ouvir e meditar a Palavra de Deus. Ler

Mateus 23,23. Refletindo: Vocês deveriam fazer isso, sem prejudicar aquilo: contribuir com o dízimo sem se esquecer das obras de caridade e sociais. - Vamos comentar esse trecho? - Cada um interprete como um entendeu, pois aí está a essência da tudo o que vimos. Orando: Todos: Livro da Sabedoria 9,1-4, Deus dos Pais e Senhor da misericórdia, tudo criaste com tua palavra! Com a tua sabedoria formaste o homem, Concede-me a sabedoria, que está entronizada a teu lado, e não me exclua do número dos teus filhos. Amém. Concretizando: se você ainda não é : SEJA UM DIZIMISTA.. Canto: De mãos estendidas...


Especial Plano Diocesano de Evangelização

Plano Diocesano de Evangelização a Igreja a sair, ainda mais, para fora de si e de seus quadros mais estáveis e se dirigir à toda sociedade, incluindo aí aquelas pessoas mais afastadas da prática eclesial e que, de fato, necessitam de uma nova evangelização.

1 1. O OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA A 3ª Assembleia do Povo de Deus da Diocese de Luz escolheu, soberanamente, o lema: “Igreja Viva, Comunidade dos Discípulos em Missão”. lnspirada neste lema e em comunhão com a Igreja do Brasil, através das atuais Diretrizes da Ação Evangelizadora, a Assembleia também definiu o Objetivo Geral da Ação Evangelizadora da Diocese de Luz: “Evangelizar, criando comunidades missionárias, acolhedoras, solidárias e unidas para promover a vida, a justiça e a paz, rumo ao Reino definitivo”. Durante os primeiros anos de planejamento pastoral na Igreja do Brasil, as diretrizes orientavam a prática eclesial para uma AÇÃO PASTORAL. Com o passar do tempo e, sobretudo, com a exigência dos novos contextos sociais, culturais e eclesiais, a Igreja no Brasil sentiu necessidade de ampliar o alcance de sua prática pastoral. Por isso, desde 1995, passou a oferecer diretrizes para a AÇÃO EVANGELlZADORA. A ênfase dada à Evangelização ajuda

Em comunhão com a Igreja no Brasil, a Diocese de Luz também encabeça seu objetivo geral para o quinquênio 2010-2014 com o desafio de EVANGELlZAR e com tudo o que isso possa trazer de implicações. Por isso, assumimos integralmente, em comunhão com toda Igreja, as exigências próprias da evangelização inculturada, presentes em todas as orientações pastorais da Igreja, nos últimos decênios, a saber: o SERVIÇO, o DIÁLOGO, o ANÚNCIO e o TESTEMUNHO DE COMUNHÃO. À luz das intuições da 3ª Assembleia do Povo de Deus e imbuídos do espírito e da missão de Cristo Bom Pastor, propomos uma reorganização dos diversos serviços prestados em nossa Diocese, sempre levando em conta o MINISTÉRIO DA PALAVRA, o MINISTÉRIO DA LITURGIA e o MINISTÉRIO DA CARIDADE. No PROCESSO DE FORMAÇÃO DO DISCÍPULO-MISSIONÁRIO há cinco aspectos fundamentais, diversos em cada etapa do caminho, mas que se complementam intimamente e se alimentam entre si: - O ENCONTRO COM CRISTO, fio condutor de um processo que culmina na maturidade do discípulo e deve renovar-se constantemente pelo testemunho pessoal, pelo anúncio do querigma e pela ação missionária da comunidade;

- A CONVERSÃO, resposta de quem crê em Cristo e busca segui-Lo conscientemente; O DISCIPULADO como amadurecimento constante no conhecimento, amor e seguimento de Jesus Mestre, quando também se aprofunda o mistério de sua pessoa, de seu exemplo e de sua doutrina, graças à catequese permanente e à vida sacramental; - A COMUNHÃO, pois não pode existir vida cristã fora da comunidade, inclusive em relação aos irmãos e irmãs de outras tradições cristãs. - A MISSÃO, que nasce do impulso de compartilhar a própria experiência de salvação, de plenitude e de alegria em Cristo. A missão deve acompanhar todo o processo, conforme a própria vocação e o grau de amadurecimento humano e cristão de cada um, tendo Maria como modelo perfeito do discípulo missionário. Fazendo eco às Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e à Conferência de Aparecida, a nossa Diocese também quer articular sua missão de evangelizar, visando tornar cada Paróquia uma REDE DE COMUNIDADES MISSIONÁRIAS, conforme a prioridade assumida pela 3ª Assembléia do Povo de Deus. Dizer que as comunidades eclesiais devem funcionar em rede é dizer que elas precisam estar unidas e interligadas, sendo acolhedoras e solidárias para com todos. Neste sentido, a comunidade que vive isolada das demais comunidades da paróquia não é uma verdadeira comunidade eclesial. Da mesma forma, a paróquia, que funciona à margem das demais paróquias e das diretrizes pastorais diocesanas, está rejeitando pertencer à rede de comunidades paroquiais da diocese.

Além desta interação entre as comunidades e paróquias dentro das estruturas da Igreja, para ser de fato missionária, uma comunidade precisa evangelizar a cultura e a realidade onde ela está inserida. A missão da Igreja é proclamar o Evangelho a toda criatura e em todo o mundo, mediante o serviço, o diálogo, o anúncio e o testemunho de comunhão, como uma proposta a ser acolhida e assumida pelos interlocutores sob a graça do Espírito Santo. Ela nunca deve ser imposta pelos evangelizadores. Para que a paróquia se torne uma REDE DE COMUNIDADES MISSIONÁRIAS, queremos trabalhar a CONVERSÃO PASTORAL em vista da PASTORAL ORGÂNICA e da AÇÃO MISSIONÁRIA PERMANENTE. É isso que nos pedem a Conferência de Aparecida e as atuais Diretrizes da Igreja no Brasil. Em nossa Diocese, teremos mais cuidado em proporcionar aos fiéis mais oportunidades de um encontro pessoal e transformador com Cristo, mediante a oração pessoal e comunitária, a escuta e meditação da Palavra e a celebração dos Sacramentos, assim como em lhes oferecer uma formação mais completa, que os conscientize e os oriente, para que todos se sintam mais capazes de viver, celebrar e expressar melhor sua fé. Ante uma tendência ativista da ação pastoral, que gera um clima de cansaço psicológico, esvaziamento interior e até desistência de muitos agentes, cada agente de pastoral precisa enfrentar o desafio de uma profunda renovação pessoal, que tem como ponto de partida o reconhecimento da ação evangelizadora como um dom de Deus e, ao mesmo tempo, como um caminho de santidade. Da mesma forma, é necessária a conversão comunitária.


Especial Plano Diocesano de Evangelização A missão da Igreja, hoje, exige não só um novo estilo de vida de cada agente de pastoral, mas também um novo perfil de Igreja, que só pode brotar de uma radical inserção no Mistério de Cristo, pois a missão da Igreja exige uma vida de santidade e, ao mesmo tempo, constitui um modo de seguimento de Cristo e um caminho de plenitude. O agente de pastoral tem de ser antes de tudo um discípulo, um seguidor de Cristo, uma testemunha fiel. Tendo em vista que o Espírito Santo é o protagonista da evangelização, não devemos esquecer que a qualidade e a eficácia da ação evangelizadora dependerão, em grande medida, da qualidade humana e cristã do agente, isto é, de seu grau de santidade. Entendemos por PASTORAL ORGÂNICA a organização das diversas pastorais, de tal modo que uma não desconheça as demais e haja uma interação entre elas. Dessa forma, uma pastoral não fará trabalho paralelo com outra nem verá a outra como uma concorrente no seu campo de atuação. O mesmo raciocínio vale para os movimentos, ministérios e serviços. Só há de fato pastoral orgânica quando a atuação de determinada pastoral ou movimento de uma área complementa a atuação de outra pastoral, movimento, ministério ou serviço. São Paulo compara a Igreja ao corpo humano, no qual há uma diversidade de membros com funções distintas, mas complementares. O funcionamento do corpo humano é um exemplo que nos ajuda a compreender o que seja pastoral orgânica. Assim como cada membro do corpo possui uma função especifica para o bem de todo o corpo, assim também acontece na Igreja: cada cristão possui uma tarefa específica na Igreja mediante a qual ele coopera com a missão de toda a

Igreja. Dentro de uma paróquia, esse mesmo raciocínio pode ser aplicado em relação às comunidades eclesiais, pastorais, movimentos apostólicos, ministérios litúrgicos e grupos de serviço. Para que a paróquia seja, de fato, rede de comunidades missionárias, precisa ter uma AÇÃO MISSIONÁRIA. Ela não pode voltar-se somente para as necessidades internas das comunidades, pastorais, movimentos, ministérios e Serviços. Ela precisa voltar à atenção e dedicar suas energias na evangelização dos ambientes que nos cercam: escolas, universidades, meios de comunicação, mundo do trabalho, famílias desestruturadas, jovens em situação de risco. A Igreja é: comunhão e missão. Para cumprir sua missão de evangelizar, ela forma comunidades, chamadas a serem sinais e instrumentos do Reino de Deus no Mundo. Para reforçar a comunhão entre seus discípulos e para ampliar as fronteiras dessa comunhão, ela precisa ser missionária e levar o Evangelho a todas as criaturas. Evangelizar é uma necessidade da Igreja, pois ela é essencialmente comunitária e missionária como o foram o seu fundador, Jesus Cristo, que formou uma comunidade de vida com seus discípulos e os enviava constantemente em Missão. Nossa meta é também a RENOVAÇÃO DOS CONSELHOS DE EVANGELIZAÇÂO, que exige uma profunda mudança no modo de ser, agir e liderar de cada agente de pastoral e que precisa acontecer em todos os níveis: comunitário, paroquial, forâneo e diocesano. No nível comunitário, ele deve ter a participação de representantes de todas as forças vivas da pequena comunidade: a coordenação da comunidade e a coordenação dos

setores, das pastorais específicas, dos ministérios litúrgicos, dos movimentos apostólicos e dos grupos de serviço com organização comunitária. No nível paroquial, ele deve ter a participação de representantes de todas as pequenas comunidades rurais e urbanas da paróquia e de todas as pastorais, movimentos, ministérios e serviços com organização paroquial. No nível forâneo, ele deve ter a participação de todos os padres e de representantes de todas as paróquias da forania. No nível diocesano, ele deve ter a participação do bispo, do vigário geral, do coordenador diocesano e de representantes dos presbíteros, dos seminários, das foranias e de pastorais, movimentos, ministérios e serviços com organização diocesana. Essa renovação dos conselhos favorecerá a implementação de um modelo paroquial como rede de pequenas comunidades missionárias. O 1º DESTAOUE da nossa 3ª Assembleia do Povo de Deus é: FAMÍLIA e JUVENTUDE. Na verdade, famílias e juventudes, pois são muitos os tipos de família e de juventude, em nossa época. Nossas paróquias e comunidades devem ser missionárias, mas, sobretudo devem estar a serviço da vida, da família e da juventude, pois delas fazem parte muitas famílias e grande número de jovens, nas pastorais específicas e nos movimentos apostólicos. Por outro lado, as famílias e os jovens esperam da Igreja não só uma palavra de esperança e de orientação segura acerca dos assuntos polêmicos e complexos ventilados pelos meios de comunicação sensacionalistas, mas também uma ação concreta que os ajude a prevenir ou se libertar das drogas, a salvar o casamento que está em crise, a conseguir oportunidade de emprego e de estudo. O 2º DESTAQUE da nossa 3ª

Assembleia do POVO de Deus é: FORMAÇÃO e ESPIRITUALlDADE. Nós queremos que a paróquia seja uma rede de comunidades missionárias, então, temos que investir mais na formação dos agentes de pastoral, mas uma formação tal que os prepare melhor para atuar como verdadeiros discípulos missionários na família, na comunidade e na sociedade. Para isso, essa formação precisa ser animada por uma espiritualidade missionária, marcada por uma profunda experiência de Deus que se dá a partir de um encontro transformador com Jesus Cristo. Uma espiritualidade que leve à conversão aos valores do Evangelho, ao seguimento do Mestre, numa atitude de compromisso, humildade, serviço e alegria por causa do Reino de Deus. A formação dos agentes de pastoral não deve ser só doutrinal; ela precisa ter uma clara dimensão espiritual. A espiritualidade, por sua vez, precisa estar assentada sobre o sólido alicerce da Palavra de Deus, especialmente através da Leitura Orante da Bíblia, mas também da Eucaristia e da Caridade. O 3º DESTAQUE da nossa 3ª Assembleia do Povo de Deus é: PRESENÇA PÚBLICA DA IGREJA. Durante o processo de sua realização, constatamos que nossa presença na sociedade tem deixado a desejar. Por isso, queremos desenvolver uma presença mais qualificada e mais visível dentro da sociedade, da qual nós, Igreja, fazemos parte. Não uma presença qualquer, mas desejamos que nossa presença, como Igreja Diocesana de Luz, seja uma luz profética, colocando-nos especialmente ao lado dos carentes e excluídos da sociedade. No entanto, em nossa Diocese, as PASTORAIS SOCIAIS têm sido pouco valorizadas e estão quase sem vida. Por pastorais sociais devemos


Especial Plano Diocesano de Evangelização entender as ações organizadas da Igreja que visam lançar a luz da Palavra de Deus sobre situações sociais problemáticas e bem específicas. Eis alguns exemplos de Pastorais Sociais: PASTORAL DA CRIANÇA, que tem como meta promover saúde, educação, segurança alimentar e controle social para melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas comunidades mais pobres, especialmente as gestantes, lactantes e crianças até seis anos de idade; PASTORAL OPERÁRIA, cujo objetivo é organizar os trabalhadores para que conheçam seus deveres e direitos, cumpram aqueles e reivindiquem estes; PASTORAL UNIVERSITÁRIA, que visa criar um espaço para o diálogo entre fé e razão, entre religião e ciência, nas universidades, da parte de professores e alunos; PASTORAL DA SOBRIEDADE, que pretende sensibilizar as pessoas de boa vontade e a sociedade organizada para criar políticas públicas de prevenção das drogas ou de recuperação e reinserção dos tóxico-dependentes na família, na sociedade e no mundo do trabalho; PASTORAL CARCERÁRIA, que procura dar assistência espiritual, jurídica e material aos presidiários e seus familiares. Traduz-se, nisso, o Objetivo Geral da Ação Evangelizadora assumido pela Diocese de Luz para o quinquênio 2010-2014, em sintonia com as orientações de toda Igreja e, particularmente, da Igreja no Brasil, através da CNBB. Esse objetivo geral será concretizado numa única prioridade que foi escolhida pela 3ª APD. E esta prioridade, a cada ano, terá indicações práticas para ser efetivada em nossas ações pastorais. 2 2. . FUNDAMENTAÇÃO TEOLÓGICADAPRIORIDADE PASTORAL A 3ª Assembleia do povo de Deus assumiu a prioridade REDE DE

COMUNIDADES MISSIONÁRIAS para ser implementada e fortalecida nos próximos cinco anos. Para essa prioridade, a Assembleia indicou algumas pistas de ação, que facilitam sua melhor efetivação. As pistas de ação não esgotam as possibilidades de implementação e fortalecimento da prioridade. No caminho, feito e por fazer, as paróquias e comunidades poderão descobrir outras pistas e exigências, a serem criativamente incorporadas a estas que foram sugeridas pela 3ª Assembleia. Vivemos numa sociedade que privilegia o individualismo e o isolamento das pessoas. A Igreja como mensageira do Evangelho do Reino de Deus, precisa agir pastoralmente para proporcionar condições às pessoas de superarem este individualismo presente em nossos dias. Além disso, através das Sagradas Escrituras, sobretudo dos Atos dos Apóstolos, sabemos que os primeiros cristãos formavam pequenas comunidades, em torno da Palavra de Deus, da Eucaristia e do serviço aos pobres. A Igreja, desde o Vaticano II, vem redescobrindo o valor das pequenas comunidades para a vivência mais fiel do seguimento a Jesus Cristo. Esta redescoberta das pequenas comunidades está presente na Igreja da América Latina, desde as conclusões das Conferências de Medellín e Puebla, mas foram as Conferências de Santo Domingo e Aparecida que deixaram mais claro este desejo da Igreja, chamando a paróquia de rede de comunidades. Nosso esforço deve ser no sentido de criar condições para que as pessoas possam viver relações de solidariedade e de fraternidade que permitam sua maior realização, no contexto atual. É neste espírito que a 3ª Assembleia do Povo de Deus definiu como prioridade a REDE DE COMUNIDADES MISSIONÁRIAS.

Constatando que a estrutura eclesial a que chamamos ‘paróquia’, dado o complexo contexto sócio-cultural em que vivemos, já não consegue favorecer satisfatoriamente melhores laços de fraternidade e vivência cristã de todos os fiéis, nossa Diocese nos convoca a reestruturarmos nossa vida e organização eclesial, de modo a fazermos de nossas paróquias uma verdadeira ‘rede de comunidades missionárias’. O seguimento a Jesus, para ser autêntico, exige dos seguidores serem fermento, sal e luz no mundo. O próprio Jesus é insistente em ensinar, através de discursos e parábolas, que a Igreja, a comunidade dos discípulos, não pode se esconder do mundo, mas ser instrumento de sua transformação naquilo que é o sonho de Deus, no seu Reino. O Vaticano II fala-nos de modo contundente que “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje,

sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo. A comunidade cristã se sente verdadeiramente solidária com o gênero humano e com sua história” (GS 1). A nossa sociedade é marcada por uma gritante desigualdade social e essa relação desigual está presente em nossa Diocese. Portanto, nossa Igreja diocesana deve se sentir provocada por essa realidade e deve, também, procurar oferecer algum tipo de contribuição na superação destes desafios apresentados pela sociedade, particularmente no que diz respeito à vida, à família e à juventude. Mesmo porque “tal desigualdade, aos olhos do cristão, é um escândalo e, ao mesmo tempo, um desafio, diante do qual não basta protestar ou lamentar, mas é preciso redobrar com lucidez e perseverança o empenho na construção de uma sociedade


Especial Plano Diocesano de Evangelização justa e solidária” (Doc. 71 da CNBB, p. 94). A 3ª Assembleia do Povo de Deus, sensível a estas questões, mas também atenta em não separar Igreja e Sociedade, como se fossem duas realidades opostas, pede-nos que demos destaque à PRESENÇA PÚBLICA DA IGREJA, que deve ser uma presença profética e transformadora. Por isso, a nossa Diocese está convocada a se organizar, de modo participativo e criativo, estabelecendo parcerias diversas, utilizando meios mais adequados e eficazes, para ser uma presença de qualidade transformadora em nossa sociedade, seja no nível da conscientização, mas também no nível da atuação concreta, no dia a dia de nossa realidade. 3.3. OS PRESBÍTEROS E A RENOVAÇÃO DAS PARÓQUIAS O Documento de Aparecida (171) afirma que todos os membros da comunidade paroquial são responsáveis pela evangelização das pessoas em cada ambiente. O Espírito Santo que atua em Jesus é também enviado a todos enquanto membros da comunidade, porque sua ação não se limita ao âmbito individual. A tarefa missionária se abre sempre às comunidades, assim como ocorreu em Pentecostes (cf. At 2, 1-13). A renovação das paróquias exige a reformulação de suas estruturas, para que seja uma rede de comunidades e grupos, capazes de se articular conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão, o presbítero que está a serviço dela deve ser o primeiro a abraçar esta causa. Tanto o pároco como os vigários paroquiais, que estão a serviço de uma paróquia, são convocados a anunciar com a vida o que Jesus Cristo “fez e ensinou” (At. 1,1).

O padre, à imagem do Bom Pastor, é chamado a ser homem de misericórdia e compaixão, próximo a seu povo e servidor de todos, sobretudo dos mais necessitados. A caridade pastoral, fonte da espiritualidade sacerdotal, anima e unifica sua vida e ministério. Consciente de suas limitações, ele valoriza a pastoral orgânica e se insere com gosto em seu presbitério (cf. DA 198). “O Povo de Deus sente a necessidade de presbíteros-discípulos: que tenham uma profunda experiência de Deus, configurados com o coração do Bom Pastor dócil às orientações do Espírito, que se nutram da Palavra de Deus, da Eucaristia e da oração; de presbíteros-missionários, movidos pela caridade pastoral, que os leve a cuidar do rebanho a eles confiados e a procurar aos mais distanciados pregando a Palavra de Deus, sempre em profunda comunhão com seu bispo, os presbíteros, diáconos, religiosos, religiosas, leigos e leigas; de presbíteros servidores da vida: que estejam atentos às necessidades dos mais pobres, comprometidos na defesa dos direitos dos mais fracos e promotores da cultura da solidariedade. Também de presbíteros cheios de misericórdia, disponíveis para administrar o sacramento da reconciliação” (DA 199) A Conferência de Aparecida (201) nos lembra que “a renovação das paróquias exige atitudes novas dos párocos e dos sacerdotes que estão a serviço dela. A primeira exigência é que o pároco seja um autêntico discípulo de Cristo, porque só um sacerdote enamorado do Senhor pode renovar uma paróquia. Mas, ao mesmo tempo, deve ser um ardoroso missionário que vive o constante desejo de buscar os afastados e não se contenta só com a administração”. A conversão dos pastores nos leva a viver e promover uma espiritualidade

de comunhão e participação, “propondo-a como princípio educativo em todos os lugares onde se forma o homem e o cristão, onde se educam os ministros do altar, as pessoas consagradas e os agentes pastorais, onde se constroem as famílias e as comunidades”. A conversão pastoral requer que as comunidades eclesiais sejam comunidades de discípulos missionários ao redor de Cristo, Mestre e Pastor. Dali nasce a atitude de abertura, de diálogo e de disponibilidade para promover a co-responsabilidade e participação efetiva dos fiéis na vida das comunidades cristãs. Hoje, mais do que nunca o testemunho de comunhão eclesial e de santidade é uma urgência pastoral. A programação pastoral há de se inspirar no mandamento novo do amor (cf. Jo 13,35; DA 368).

um meio concreto para que nossa Igreja seja missionária e vá ao encontro de todos, especialmente dos irmãos afastados e sofredores.

Conforme o Vaticano II, Presbyterorum Ordinis, o múnus de pastor não se limita ao cuidado singular dos fiéis, mas estende-se também propriamente à formação da genuína comunidade cristã. Para que seja cultivado devidamente o espírito de comunidade, o padre deverá abraçar não só a Igreja local, mas também a Igreja inteira.

4. Acentuar a presença profética da Igreja na sociedade, dentro e fora das estruturas eclesiais, tais como: hospitais, asilos, prédios, condomínios, presídios, escolas, casas de recuperação de drogados, famílias, meios de comunicação, sobretudo entre os necessitados e excluídos.

Da mesma forma, a comunidade local não deve fomentar só o cuidado pelos seus fiéis, mas, imbuída de zelo missionário, deve preparar também a todos o caminho para Cristo. Considera, todavia, como recomendados de modo especial os catecúmenos e os neófitos, que devem ser educados gradualmente no conhecimento e na prática da vida cristã. 4 4. PISTAS DE AÇÃO PARA O QUINQUÊNIO - 2010-2014 1. Instituir e dinamizar o Ministério da Evangelização das Famílias (da visitação, escuta e anúncio), como

2. Criar ou reestruturar os Conselhos de Evangelização em todos os níveis: comunitário, paroquial, forâneo e diocesano, para que sejam formados por fiéis com participação efetiva na comunidade eclesial e funcionem em comunhão uns com os outros, respeitando o princípio da subsidiariedade. 3. Fazer o Planejamento Estratégico das atividades evangelizadoras paroquiais a partir das pequenas comunidades, em comunhão com a forania e a diocese, com base num diagnóstico acerca dos ministérios, pastorais e movimentos em funcionamento nas mesmas.

5. Deixar de falar para a Igreja e passar a falar como Igreja, a partir de um projeto de evangelização que desperte os fiéis e, sobretudo as lideranças para a coresponsabilidade pastoral e evangelizadora. 6. Valorizar mais a Celebração da Palavra nas comunidades urbanas e rurais, não se limitando a reunirse somente para celebrar a Eucaristia uma vez por mês. 7. Facilitar a comunicação dentro das comunidades e saber usar melhor os meios de comunicação para a evangelização, a formação dos fiéis e a divulgação das atividades evangelizadoras.

Jornal Paroquial de Julho  

Jornal Paroquial de Julho - Paróquia São Vicente Ferrer

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