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ANIVERSARIANTES DE DEZEMBRO 01 03 04 05 05 07 07 08 08 08 08 08 09 09 09 09 10 11 12 12

Pe. Adelzire Aparecido Moraes Pe. Marco Roberto Ruas Pe. Gilson Ribeiro da Silva Pe. Reginaldo Campos Pereira Dom Antônio Carlos Félix Pe. Almerindo da Silveira Barbosa Pe. Reginaldo Campos Pereira Pe. Antônio Carlos Ferreira Pe. Jaime Lopes Cançado Pe. José de Castro Lima Pe. Robson Teixeira Campos Pe. Marcus Vinícius Teixeira Pe. Aurélio Pereira, SCJ Pe. Denison Carlos N. Costa Pe. Keroll Reis de Paula Pe. Marcus Vinícius de Paula Silva Pe. Igor Valadão Pe. Humberto Fernandes Lopes Pe. Ivanildo Rodrigues de Miranda Pe. Evaldo Pacheco Nunes

Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Nascimento Ordenação Nascimento Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação

12 10 13 14 15 16 16 17 17 17 18 18 20 20 21 22 23 25 30

Pe. Marcos Tiago da Silva Pe. Aguinaldo G. Pires Pe. Pedro Felisberto Ferreira Pe. Cristiano Caetano Leal Pe. Marcelo Adriano Ribeiro Pe. Edson Augusto Teixeira Pe. João Álisson do Carmo Pe. Adriano William Silva Pe. José Ferreira da Silva Pe. Roberto Marques Costa Pe. Daniel Teixeira Miranda Pe. Leonardo Silva Campos Pe. Patriky Samuel Batista

Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Ordenação Dom Antônio Carlos Félix Nascimento Pe. José Raimundo da Costa Nascimento Pe. Cássio Wagner A. Vieira Nascimento Pe. Dimas José Borges Nascimento Pe. Almerindo Silveira Barbosa Ordenação

Pe. Manoel João Batista Nascimento Parabéns e Felicidades a todos!

AGENDA DIOCESANA DE DEZEMBRO DATA HORA 01 02 04 07 08 14 15 16

8h00 15h00 8h00 8h00 19h30 10h00 19h00 10h00 08h00 08h00

LOCAL Luz Córrego Danta Formiga Luz Córrego Fundo Arcos Bom Despacho Betim Luz Luz

EVENTO Reunião do CDE no Salão Diocesano Crisma na Paróquia São José Assembleia Diocesana da Pastoral da Criança Reunião do Clero no Salão Diocesano

Presbiterato do Diác. Samuel na Matriz da Sagrada Família Presbiterato do Diác. Cássio no ‘Santuário’ São Judas Tadeu Presbiterato do Diác. Paulo César no Ipê Campestre Clube Presbiterato do Diác. Luiz Henrique na Paróquia São Judas Formação para Monitores da CF 2013 no Salão Diocesano Formação para Agentes da 5ª Semana Social no Centro Pastoral

ANEXOS ENVIADOS ÀS PARÓQUIAS E AOS SEMINÁRIOS • •

Relatório Demonstrativo da Mitra Diocesana de Luz referente a outubro de 2012. Prestação de Contas da Cúria Diocesana de Luz referente a outubro de 2012.

INFORMATIVO DIOCESANO BOLETIM DO CLERO DIOCESE DE LUZ nº 222 – Dezembro de 2012

MENSAGEM DE NATAL E ANO NOVO Ouvi dizer que o Natal perdeu seu significado, que ele deu lugar ao consumismo, à Ceia de Natal, aos presentes e cartões de Natal, às árvores de Natal e ao Papai Noel. Mas prefiro lembrar que, neste Natal, por conta dos empregos temporários, muitas pessoas puderam resgatar um pouco de sua dignidade. E que, por conta do dinheirinho extra que receberão, muitos pais e mães de família poderão oferecer uma mesa farta a seus filhos. Prefiro lembrar que, por conta das ‘Campanhas de Solidariedade’ feitas nesta época, algumas crianças ganharão, sim, algum brinquedo. E que você poderá dar ‘aquele abraço’ nas pessoas que ama, mas que, ‘por falta de motivo’ para abraçar, ficou contido até agora. E, talvez, neste momento você perceba que, bem ou mal, no Natal, o Amor está em toda parte! Que, no Natal, sementes de paz são semeadas no coração de muita gente! Mas, se ainda assim, você não quiser celebrar nesta data, não tem problema: quero convidar você a viver com o Espírito do Natal todos os seus dias! Por quê? Por que... Natal é tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É tempo de refazer planos, admitir os erros, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida mais feliz. Natal é tempo de deixar nascer essa criança inocente e cheia de esperança que mora dentro de nosso coração. É tempo de contemplar aquele Menino que nasceu, pobre, numa manjedoura para nos enriquecer com suas bênçãos divinas e nos fazer entender que a pessoa humana vale pelo que é e faz, e não pelo que possui. Natal é tempo de esperança. E ter esperança não é ignorar ou negar a realidade de sofrimento em que vive milhões de pessoas no mundo, mas é ter a certeza de que, em Jesus Cristo, Deus se revelou um Pai misericordioso, que não desampara ninguém, mas incorpora a todos ao seu desígnio de amor e graça. Que neste Natal Jesus renasça em seu coração e lhe traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração, fazendo com que você viva sempre com muita felicidade, apesar dos imensos desafios da atual mudança de época! Todo Ano Novo é tempo de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos! Tenha um SANTO NATAL, celebrado na fé, no amor e na esperança, e tenha um FELIZ ANO NOVO, vivido no amor, na justiça, na verdade, na liberdade e na paz! Autor Anônimo


A IGREJA PODE VIR A ORDENAR MULHERES?

O CONCÍLIO QUE MARCOU A HISTÓRIA

O Papa João Paulo II definiu que a Igreja não tem a faculdade de ordenar mulheres, quando, em 1994, publicou a Carta Apostólica ‘Ordinatio Sacerdotalis’, que afirma explicitamente: “Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos, declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres; e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”.

Já faz 50 anos do início do Concílio Vaticano II, que trouxe grandes mudanças para a caminhada da Igreja, tornando-a mais aberta para evangelizar o mundo com suas crises e mudanças. A realização do Vaticano II foi uma bênção para a Igreja e para o mundo. Concílio é o nome que se dá a assembléia dos bispos da Igreja que, em comunhão com o Papa, procura esclarecer questões de fé, de moral ou da vida prática da Igreja. Antes do Vaticano II, a Igreja vivia fechada num devocionismo e numa espiritualidade individualista. A liturgia era rezada em latim e o povo apenas assistia a Missa, rezando o Terço. Depois da 2ª Guerra Mundial, houve um desejo de paz, solidariedade e entendimento entre as nações e um maior desejo de união entre os cristãos. Na sociedade da época, havia um grande progresso material, mas também uma profunda decadência moral, gerando uma crise de valores. Nesse contexto, o Papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II aos 25/12/1961, sendo solenemente aberto por ele aos 11/10/1962 e solenemente encerrado pelo Papa Paulo VI aos 08/12/1965. Na abertura do Concílio, João XXII disse que “o Concílio era fruto de inspiração divina e que havia chegado a hora da Igreja se renovar, se aproximar do mundo de hoje e se colocar a serviço da humanidade, com a qual queria assumir solidariamente suas grandes causas e a ela oferecer a luz do Evangelho”. Ele disse: “A Igreja está com cheiro de mofo. Precisamos abrir suas portas e janelas para que nela entre ar novo do mundo”. A Igreja precisava voltar às origens, sendo fiel a Cristo, assumindo a missão de evangelizar o mundo para que todos tenham vida. A Igreja, até então confundida com a hierarquia, passa a ser entendida como povo de Deus, do qual Cristo é o centro e a cabeça e, ao redor d’Ele, todos somos iguais em dignidade, embora com distintos carismas, ministérios e serviços. Aprendendo com o Bom Pastor, a Igreja deixa a sacristia para buscar as ovelhas perdidas e os fiéis leigos passam a ser protagonistas da evangelização através dos mais diversos serviços pastorais. A liturgia passou a ser celebrada no idioma de cada povo, o padre deixou de celebrar de costas para a assembléia e a Palavra de Deus tomou o seu lugar central na liturgia. A celebração do jubileu de ouro do Vaticano II é uma ótima ocasião para avaliar a caminhada da Igreja, pois ele foi concluído em 1965, mas sua implementação continua. Os documentos conciliares constituem um tesouro que ainda não foi completamente explorado.

A MISSA É PARA OS FIÉIS OU PARA DEUS? A Santa Missa, essencialmente, é para Deus e não para os fiéis, pois ela é a Renovação do Sacrifício de Jesus Cristo, oferecido a Deus Pai pelas mãos do sacerdote. Por isso, o Papa João Paulo II lamenta na sua Encíclica Ecclesia de Eucharistia (n. 10) que “às vezes transparece uma compreensão muito redutiva do mistério eucarístico. Despojado do seu valor sacrifical, é vivido como se em nada ultrapassasse o sentido e o valor de um encontro fraterno ao redor da mesa. Além disso, a necessidade do sacerdócio ministerial, que se fundamenta na sucessão apostólica, fica às vezes obscurecida, e a sacramentalidade da Eucaristia é reduzida à simples eficácia do anúncio. (...) Como não manifestar profunda mágoa por tudo isto? A Eucaristia é um Dom demasiadamente grande para suportar ambigüidades e reduções”. Porém, os fiéis que participam da Missa se beneficiam, pois na Missa Jesus se sacrifica sem derramamento de sangue e nos aplica os frutos da sua Paixão e Morte.

É ERRADO DIZER QUE SE ASSISTE À MISSA? Embora os documentos da Igreja utilizem também o termo ‘participar’, não é errado utilizar o termo ‘assistir’. O Papa Pio XII, na Encíclica Mediador Dei, de 1947, exorta os Bispos: “Procurai, sobretudo, obter, com o vosso diligentíssimo zelo, que todos os fiéis assistam ao sacrifício eucarístico e dele recebam os mais abundantes frutos de salvação”. O que este termo frisa é a verdade de fé de que é o sacerdote que oferece o Sacrifício da Missa e não a assembléia. Por outro lado, é evidente que o fiel precisa assistir a celebração de forma participativa (Sacrossanctum Concilium, n. 14), unindo sua vida ao Mistério do Sacrifício de Cristo que se renova no altar.

QUALQUER PESSOA PODE COMUNGAR? Escreve o Apóstolo Paulo: “Todo aquele que comer o Pão ou beber o Cálice do Senhor indignamente será réu do Corpo e do Sangue do Senhor. Por conseguinte, cada um examine a si mesmo antes de comer desse Pão ou beber desse Cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação” (1 Cor 11, 27-29). O Código de Direito Canônico (cânon 912) diz que pode comungar “qualquer batizado, não proibido pelo direito”. A preparação primeira necessária para receber o Corpo do Senhor é a preparação interior, ou seja: estar em estado de graça, que significa estar sem pecados mortais (CIC 1385). Tal estado nos é dado quando recebemos o Sacramento do Batismo e, após a queda em pecado mortal, através de uma Confissão bem feita (CIC 1264; 1468-1470). Portanto, apenas quem estiver preparado espiritualmente pode comungar. Quem não estiver preparado, recebe a hóstia consagrada, mas não recebe os frutos da Paixão e Morte de Cristo.

FORMAÇÃO PARA MONITORES DA CF-2013 No dia 16 de dezembro, das 8 às 17 horas, no Salão Diocesano de Luz, acontecerá a Formação para os Monitores da Campanha da Fraternidade, sob a coordenação do Pe. Valter e Pe. Marcus Vinícius. A CF-2013 tem como tema: “Fraternidade e Juventude” e como lema: “Eisme aqui, envia-me!” (Is 6, 80). Cada paróquia deve enviar duas pessoas para esse encontro.

FORMAÇÃO PARA AGENTES DA 5ª SEMANA SOCIAL No dia 16 de dezembro, das 8 às 17 horas, no Centro Pastoral Paroquial de Luz, acontecerá a Formação para Agentes que irão dinamizar a 5ª Semana Social Brasileira, sob a coordenação do Padre Wagner. A SSB será realizada em Brasília, de 2 a 5 de setembro de 2013, com o tema: “A participação da sociedade no processo de democratização do Estado – Estado para que e para quem?”. Cada paróquia deve enviar duas pessoas para esse encontro.


Informativo dezembro 2012  

Formação Informação

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