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REVISTA

São Paulo tem 4 mil MW remanescentes de pequenas usinas

Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação

Edição 01 - Ano 01 - Nº 02 - outubro/dezembro - 2013 - R$ 15,90 - www.ambienteenergia.com.br

Bioenergia Investimento em pesquisa busca descobrir novas rotas tecnológicas para explorar biomassa florestal pag. 19 a 22

Rio Capital da Energia

Movida a vento

Energias limpas

Iniciativa estimula projetos de eficiência energética, redução de emissões e inovação tecnológica

Parque eólico no Rio Grande do Sul vai suprir toda a demanda de energia da fábrica da Honda, na cidade de Sumaré, em São Paulo

Estudo do BID revela aumento da participação dessas fontes na matriz energética da América Latina e Caribe

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SUMÁRIO 4 EDITORIAL

6 a 8 ENTREVISTA

Brasil no caminho certo

Programa Rio Capital da Energia tem uma lista com 55 projetos, que, somados, totalizam investimentos da ordem de R$ 2 bilhões

5 AE NEGÓCIOS São Paulo tem mais 4 mil MW de pequenas usinas para explorar

9 ENERGIA EÓLICA Honda investe em eólica no Rio Grande do Sul para suprir 100% da energia de fábrica paulista

10 ESTUDO

11 a 18 CATÁLOGO RENEX 2013

Estudo do BID mostra que fatia das fontes limpas de energia ficou maior na América Latina e no Caribe

Conheça os expositores da Feira Internacional de Energias Renováveis, que a Renex South America realiza, de 27 a 29 de novembro, em Porto Alegre (RS)

20 a 22 CAPA Embrapa e instituições de ensino e pesquisa buscam novas rotas para turbinar biomassa florestal

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REVISTA

EDITORIAL Brasil no caminho certo O leilão de energia de agosto, chamado de A-5 porque os empreendimentos entram em operação cinco anos depois de licitados, revelou que o país caminha firme para ter uma matriz elétrica cada vez mais limpa. A diversidade de fontes contratadas não deixou a menor dúvida, com a negociação de hidrelétricas, pequenas usinas, biomassa e energia eólica. Para os próximos leilões, a entrada de projetos de energia solar fotovoltaica vai mostrar mais uma opção da qual não se pode abrir mão. E, para não haver dúvidas sobre a evolução desta marcha, recente estudo do BID apontou crescimento das fontes limpas de energia na matriz energética da América Latina e do Caribe. A região ficou, em 2012, com 6% dos investimentos mundiais, da ordem de US$ 287 bilhões, com o Brasil na dianteira. Por aqui, além dos leilões, existem outras iniciativas para aproveitar o potencial de energias renováveis. Um exemplo é o trabalho da Embrapa, junto com outras entidades de ensino e pesquisa, para descortinar novas rotas tecnológicas para a biomassa florestal. Tudo, enfim, aponta para uma matriz cada vez mais limpa, graças ao aumento de escala e, consequente, redução de custos para explorar este imenso potencial que temos, seja lá das águas, dos ventos, do sol, da biomassa ou de dejetos de animais. Boa leitura! Fabbio Lobo Diretor Executivo do Grupo Ambiente Energia

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EXPEDIENTE Revista Ambiente Energia Meio Ambiente, Sustentabilidade e Inovação Edição 01 - Ano 01 - Nº 02- outubro/dezembro www.ambienteenergia.com.br Diretor Executivo Fabbio Lobo Redação Fabbio Lobo Programação Visual Alan Barros Normalização Fernanda Fonseca - CRB 7 5665 Nadia Lobo - CRB 7 4574 Gabriela Ferreira - CRB 7 5521 Gráfica Vida & Consciência Publicidade +55 (21) 3278-0355 Atendimento ao leitor +55 (21) 3278-0355 comercial@ambienteenergia.com.br Endereço www.ambienteenergia.com.br contato@ambienteenergia.com.br Tiragem 3.000 exemplares *A Revista Ambiente Energia não se responsabiliza pelas opiniões emitidas pelos autores dos artigos publicados.


AE NEGÓCIOS Mais de 4 mil MW de pequenas usinas

Meio século de bons serviços

Com a meta de chegar em 2020 com 69% de sua matriz energética formada por fontes renováveis, São Paulo tem mais um caminho para chegar lá. O “Estudo do Potencial Hidroelétrico Remanescente” apontou que o estado tem potencial para gerar 4 mil MW por meio de pequenas centrais hidrelétricas (PChs) ou centrais geradoras hidrelétricas (CGHs). “O estado tem quase 25% do que já produz de hidreletricidade para ainda ser explorado”, comentou Milton Flávio, subsecretário de Energias Renováveis do estado, acrescentando que o objetivo é atrair investidores para São Paulo, o maior consumidor de energia do país.

O Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/ PUC-Rio) comemorou no mês de outubro 50 anos da sua pós-graduação em Engenharia Elétrica, primeira pós-graduação em Engenharia Elétrica do Brasil e a primeira na própria universidade carioca. Os números mostram a excelência do centro, que já formou 1.050 mestres e 250 doutores. Hoje, desenvolve 70 projetos de pesquisa, com investimentos de cerca de R$ 65 milhões. O programa de pós-graduação reúne profissionais de grandes empresas e entidades brasileiras. A lista inclui, por exemplo, Petrobras, Light, Aneel, Cepel, CTEx e Ericsson Telecomunicações. Cerca de 45% dos alunos são estrangeiros, em sua maioria do Peru, Bolívia e Colômbia. Até setembro, foram defendidas 1.300 teses de doutorado e dissertações de mestrado.

Parceria para veículos elétricos Um acordo de cooperação tecnológica entre Itaipu Binacional e a Renault prevê a montagem de 32 Twizys no Centro de Pesquisa Desenvolvimento de veículos elétricos de Itaipu (CPDM-VE/IB), em Foz do Iguaçu (PR). Os veículos, vendidos pela Renault, chegarão ao país desmontados, em kits mecânicos, e servirão para uso restrito da Itaipu e instituições parceiras do Programa VE. Com o acordo, a fabricante francesa passa a fazer parte do programa.

Energia nova e renovável A Editora Gen traz para as prateleiras o livro “Energia Nova e Renovável”, escrito por Marco Aurélio dos Santos. Com 216 páginas, a obra aborda aspectos de diversas modalidades de geração de energia como a fotovoltaica, a eólica, por ondas oceânicas, elétrica e hidrelétrica. A obra analisa ainda questões relativas à geração de energia por novas fontes e aborda aspectos ambientais, técnicos e econômicos no setor de combustíveis, além de apontar os caminhos para o melhor aproveitamento do potencial energético do país. O livro custa R$ 126,00.

Investimento em cogeração Energias Renováveis do Brasil assinou contrato para cogeração de energia e vapor a partir de biomassa de bagaço de cana, com a usina SVAA - Santa Vitória Açúcar e Álcool, complexo de produção de etanol que pertence a uma joint venture entre Dow Chemical e Mitsui. A empresa fará o investimento, instalação e operação de uma unidade de cogeração movida a biomassa do bagaço e da a palha de cana. O empreendimento, localizado no município de Santa Vitória, em Minas Gerais, terá investimento de aproximadamente R$ 237 milhões, com início de operação previsto para 2014. A planta irá gerar 46 MW de energia e 230 toneladas de vapor por hora, consumindo aproximadamente 108 toneladas de bagaço de cana por hora.

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Rio de Janeiro no mapa da energia Com dois anos de existência, Programa Rio Capital da Energia tem uma lista com 55 projetos, que, somados, totalizam investimentos da ordem de R$ 2 bilhões

Maria Paula Martins: eficiência energética, redução das emissões e inovação como pilares Quando se fala em energia, logo vem à cabeça o estado do Rio de Janeiro com a produção de petróleo. No entanto, o mundo entrou nos últimos anos na rota da economia limpa, com a busca cada vez mais constante por fontes energéticas renováveis. Usar a tecnologia do século passado para ampliar as bases das fontes do século XXI é um dos caminhos seguidos pelo Rio Capital da Energia, programa criado pelo governo do estado para chegar lá. Estimular, viabilizar e fomentar projetos que sejam sustentados pelos pilares eficiência energética, redução de emissões e inovação tecnológica estão na lista dos principais objetivos. Na sua carteira, o Rio Capital da Energia tem uma lista com 55 projetos, que, somados, atingem

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investimentos da ordem de R$ 2 bilhões. “A carteira de projetos é bastante flexível e a todo momento um projeto é concluído e outro entra”, conta Maria Paula Martins, coordenadora do Rio Capital da Energia. Entre os projetos estão a implementação da primeira fase para tornar Búzios uma “Cidade Inteligente”, para a implantação do carro elétrico e o de renovação da frota de caminhões que circulam pelo Rio de Janeiro. Nesta entrevista exclusiva à Revista Ambiente Energia, Maria Paula mostra o que o programa já fez em dois anos de existência. Revista Ambiente Energia Como nasceu a ideia de criar o Rio Capital da Energia?

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Maria Paula Martins - O programa nasceu a partir da vocação natural que o Rio de Janeiro possui na área de energia, e a fim de estimular novos projetos aproveitando as oportunidades que o segmento oferece no estado. Acreditamos que o papel do governo do estado como fomentador inicial desse programa seja essencial para que ele se torne autossustentável no futuro. O governo estadual pode intermediar as relações entre universidades e investidores, visando viabilizar projetos que eventualmente poderiam não sair do papel por dificuldades em sua financiabilidade. Além disso, pode criar políticas públicas para estimular determinados setores. Revista Ambiente Energia Quais são os principais objetivos do programa? Maria Paula Martins - Estimular, viabilizar e fomentar projetos que sejam sustentados pelos pilares eficiência energética, redução de emissões e inovação tecnológica. Aproveitando que o estado é rico na energia do século XX – petróleo e gás natural, por exemplo – acreditamos que essa energia possa financiar projetos que pensam a energia do século XXI. E podemos aproveitar que os pensadores do setor de energia estão concentrados aqui no estado para transformar o Rio de Janeiro


num centro de excelência mundial no segmento. Revista Ambiente Energia - Uma série de empresas, associações e entidades compõem o programa. Qual o perfil de quem pode participar e como devem proceder para fazer parte? Maria Paula Martins - O programa é composto por um comitê estratégico e um comitê executivo. O primeiro é presidido pelo governador do estado e composto pelos presidentes das empresas, entidades, instituições e organizações do setor de energia com sede no Rio. O segundo é composto pelos representantes técnicos dessas empresas e instituições, que realmente “põem a mão na massa” e são encarregados de tocar adiante os projetos. Mas o programa está aberto a toda e qualquer iniciativa que vise projetos de energia sustentados pelos seus pilares que passem pelas instituições fluminenses. Muitas vezes o projeto nem mesmo é voltado para ser implementado no estado, mas sua tecnologia vem sendo desenvolvida aqui, como é o caso de projetos destinados à energia eólica ou tecnologia desenvolvida para geração de energia a partir das ondas do mar, da Coppe, que está sendo implementado em Fortaleza, no Ceará. Revista Ambiente Energia Como essas empresas vêm participando desta iniciativa? Maria Paula Martins - Há casos de projetos mais participativos, que envolvem a população e foram desenvolvidos dentro dos pilares

do programa, como projetos das distribuidoras Light e Ampla, que pregam energia mais eficiente em comunidades. Há projetos que já existiam, como a instalação da energia solar na reforma do Maracanã, mas que servem para dar visibilidade ao programa, torná-lo mais conhecido e atrair novas iniciativas. Há ainda ideias que estão nas gavetas das universidades esperando por investidores. Revista Ambiente Energia Impulsionar as ações de inovação, a eficiência energética e a redução de emissões é um dos objetivos do programa. O que tem sido feito nestes campos?

“O programa busca fazer uma ponte entre a universidade e o investidor, além de criar alternativas próprias, como o caso já citado do financiamento dos canaviais, feito pelo governo do estado, via seu banco de fomentos, a AgeRio” Maria Paula Martins -Temos uma longa lista, com 55 projetos que, somados atingem investimentos da ordem de R$ 2 bilhões. Além dos já citados acima, a lista completa está disponível no site do programa: www.riocapitaldaenergia.rj.gov.br Revista Ambiente Energia Quais os resultados obtidos

até agora, nestes dois anos de existência do programa? Maria Paula Martins -A carteira de projetos é bastante flexível e a todo momento um projeto é concluído e outro entra. Tivemos por exemplo a implementação da primeira fase para tornar Búzios uma “Cidade Inteligente”, dentro dos padrões internacionais, que consideram uma série de requisitos, desde o tipo de asfalto, a forma de geração de energia alternativa. Mas mais do que contabilizar um ou outro resultado estamos buscando a formação de um conceito, que é a busca da conscientização da população para a eficiência energética e a atração de investimentos para promover a inovação tecnológica. Revista Ambiente Energia Em termos de fomentar novos investimentos, o que o programa está fazendo? Maria Paula Martins -Há ações específicas do governo do estado como, por exemplo, a liberação de um financiamento de R$ 20 milhões para a modernização dos canaviais do Norte Fluminense, visando um aumento da produção de etanol no estado e consequente maior entrada desse combustível limpo em nossa matriz energética. Há também a intermediação direta do governo para criar alternativas para a energia no futuro, como por exemplo a criação do grupo de trabalho para discutir a implantação do carro elétrico. Nesse caso, coordenamos um grupo que inclui a Nissan – empresa interessada em instalar uma fábrica de carros elétricos no Rio – a Petrobras Distribuidora, a Ampla e a Light, para vermos

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como vai ficar o abastecimento desses veículos, além do BNDES, que pode criar programas específicos para financiar essa alternativa. Revista Ambiente Energia Sabe-se que o financiamento é um dos gargalos para o desenvolvimento de projetos nestas áreas. Que alternativas o programa busca para superar isso? Maria Paula Martins - A financiabilidade dos projetos é sempre uma dificuldade, principalmente para alguns que ainda estão em estágio acadêmico. O programa busca fazer uma ponte entre a universidade e o investidor, além de criar alternativas próprias, como o caso já citado do financiamento dos canaviais, feito pelo governo do estado, via seu banco de fomentos, a AgeRio. Além disso, também buscamos agentes financiadores para determinados projetos, como é o caso do BNDES, que participa do grupo de trabalho do carro elétrico, ou mesmo bancos chineses, que avaliam um centro de estudos em parceria com a Coppe. Revista Ambiente Energia - O que o estado do Rio tem feito para reduzir as emissões de gases do efeito estufa? Maria Paula Martins - O principal programa nessa linha é o que envolve a renovação da frota de caminhões. O projeto de lei do Programa de Incentivo à Modernização, Renovação e Sustentabilidade da Frota de Caminhões do Estado do Rio de Janeiro foi aprovado pela Alerj e agora está só passando por acertos para sua regulamentação. O

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objetivo do programa é reduzir a idade média da frota de caminhões do estado, que hoje é de 17 anos – maior do que a média nacional, de 16 anos – para pelo menos 12 anos até 2017. As siderúrgicas Votorantim e Gerdau já se habilitaram a sucatear os caminhões antigos. É preciso destacar que o caminhão deverá estar plenamente regularizado de acordo com as normas vigentes do Detran. O caminhão antigo será comprado por um valor superior ao do mercado. O proprietário poderá, então, optar por receber o valor em dinheiro ou um certificado que o habilita a participar do programa.

“Os caminhões zero km emitem 20 vezes menos partículas do que os antigos” A isenção do ICMS, hoje de 12%, na compra de caminhões novos é uma das medidas adotadas pelo programa, desde que seja comprovada a destruição em sucata de um caminhão com idade superior a dois anos. Além disso, o governo vai conceder um segundo benef ício ao comprador: um crédito dividido em 48 parcelas, equivalente aos 12% do valor do caminhão novo, para ser abatido do ICMS a ser pago pelo contribuinte sobre as atividades do caminhão. Entre os principais benef ícios que o estado terá com a adoção desse programa está a redução das emissões de gases nocivos à saúde humana. Os caminhões zero km emitem 20 vezes menos partículas do que os

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antigos. Revista Ambiente Energia - Um dos caminhos, hoje, é investir em energias limpas. O que o Rio está fazendo em termos de eólica e solar? Existe algum mapeamento do potencial? Maria Paula Martins - O Rio de Janeiro foi o primeiro estado brasileiro a realizar um atlas eólico, mostrando o nosso potencial e melhores áreas para esse tipo de geração de energia. Também somos o primeiro estado da região Sudeste a ter implantada uma fazenda eólica, localizada no município de São Francisco de Itaboapoana, o Parque Eólico de Gargaú, com capacidade de gerar 27 MW. Entretanto, o sistema elétrico brasileiro ainda não faz leilões regionais e as condições de vento no Rio de Janeiro são menos favoráveis à geração de energia do que na região Nordeste do país, o que significa que, para ampliarmos a geração com essa fonte de energia, será necessário o esgotamento dos potenciais nordestinos ou alteração nos mecanismos de leilão de energia nova. Quanto à energia solar, estamos trabalhando em diversas frentes. Já implantamos projetos de energia fotovoltaica no Maracanã e na Biblioteca Pública Estadual. Além destes, outros projetos de pequena geração se encontram em curso. Adicionalmente, está sendo elaborado o atlas de energia solar do estado e um estudo detalhado do potencial de aproveitamento dos telhados das duas maiores cidades fluminenses, Rio de Janeiro e Niterói, com vista à microgeração fotovoltaica.


ENERGIA EÓLICA

Honda acelera com eólica Parque eólico da Honda Automóveis no RS, com 27 MW, terá investimento de R$ 100 milhões. Início de operação está previsto para setembro de 2014 Com investimento de R$ 100 milhões e início de operação em setembro de 2014, a Honda Automóveis do Brasil anunciou, em outubro, a construção de um parque eólico na cidade de Xangri-lá, no Rio Grande do Sul. A usina vai suprir toda a demanda de energia de sua fábrica de automóveis, localizada na cidade de Sumaré (SP). O projeto torna a empresa a primeira fabricante de veículos a investir em energia eólica no país. A energia será produzida por nove turbinas de 3 MW, com capacidade instalada de 27 MW. Isto representará a geração de 95.000 MWh/ano, o equivalente ao consumo de cidades como Aparecida e Barra Bonita (SP), com população estimada em 35 mil pessoas. Após a entrada em operação do parque eólico, a Honda deixará de emitir cerca de 2,2 mil toneladas de CO2 por ano, o que representa aproximadamente 30% do total gerado pela fábrica, que possui capacidade instalada para a produção de 150 mil carros por ano.

ambiental de seus produtos e operações até 2020. Isto inclui a redução de 30% das emissões de CO2 de seus automóveis, motocicletas e produtos de força, e também de seus processos produtivos, comparado com os níveis de 2000.

“O projeto torna a empresa a primeira fabricante de veículos a investir em energia eólica no país” A cidade de Xangri-lá foi escolhida pela equipe de sustentabilidade da HAB, após visitas a quase 30 locais, por sua logística privilegiada, disponibilidade de ventos, infraestrutura já instalada, além de rede de transmissão e subestação a 1 km do parque eólico.

A iniciativa representa o primeiro investimento da Honda no mundo em uma estrutura para suprir a demanda de energia de toda uma unidade fabril. Recentemente a Honda Transmission Mfg. Of America, Inc. (EUA) anunciou planos para instalação de duas turbinas para geração de energia eólica até o final de 2013 em sua unidade localizada em Russells Point, Ohio, porém as turbinas deverão suprir 10% da energia elétrica consumida pela fábrica. Para cuidar da operação da usina gaúcha, foi criada a Honda Energy do Brasil, que será subsidiária da HAB e cujo presidente será Carlos Eigi Miyakuchi, atual diretor executivo da fábrica de automóveis.

A Honda estabeleceu, no mundo todo, metas voluntárias para reduzir o impacto

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ENERGIA RENOVÁVEL

Na trilha das fontes limpas América Latina e Caribe ampliam participação no uso de alternativas renováveis. Dos US$ 268,7 bilhões investidos no mundo, em 2012, países da região responderam por uma fatia de 6% Dos US$ 268,7 bilhões investidos no mundo em energia limpa em 2012, os países da América Latina e do Caribe responderam por 6%, contra os 5,7% registrados em 2011. O investimento dos 26 países da região, no entanto, caiu 3,8% 8% eentre trre 20 2011 e 201 2012, 12, queda muito muit mu i o menor meno n r que q eo qu recuo glob global gl lob obal a de 11% registrado regi gistrado do no mesmo período. m p mo erríodo.

a Bloomberg New Energy Finance acompanhou políticas de energia limpa em toda a América Latina e o Caribe. No final de 2012, a BNEF identificou 110 políticas, contra 80 que existiam ao final de 2011. O Br Brasil teve a maior pontua po uação pontuação gera ge geral rall do d

Os dados os fazem faz azem m parte par a te do do Climatescope relatório esco es cope pe 2013, 201 0 3, relat tório recém-lançado lanç la nçad ado o pelo pelo o Fundo Fun undo Multilateral ateral al de de Investimentos Inve In v st ve stim imen en nto toss (FUMIN), N), membro mem mbr bo do Banco co

Interamericano meri me rica c no de Desenvolvimento een nvo vollv lvim lvim imen entto en o (BID), em parceria rcer rc erria eri ia com com om a Bloomberg Blo l omb om mbe bergg New Energy ner ergy gy Finance c ((BNEF). BNEF BN NE EF F). ). A evolução reflete o trabalho dos governos na promoção do uso de energia renovável e do fortalecimento de políticas específicas. Responsável pela pesquisa do Climatescope,

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Climatescope, com a força forç fo ça dee ssua ua classifi cla lassificação nos p pa parâmetros arâ r me m tr t os de de “Mercado “M Mer erca c do d ca dee B Bai Ba Baixo aix ixo Ca C Carbono arb rbon ono e Ca C Cadeias d ias de iaas de de Valor da Energia Limpa” e “Atividades de Gerenciamento da Emissão de Gases de Efeito Estufa”. Este é o segundo ano em que o Brasil fica no primeiro lugar do ranking geral

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do Climatescope. O Chile subiu três posições, conquistando a segunda posição do ranking geral, depois que seus investimentos em energia renovável mais do que quadruplicaram, atingindo US$ 2,1 bilhões, entre 2011 e 2012. A Nicarágua terminou com a terceira colocação. O relatório classifica os países da América Latina e do Caribe conforme sua capacidade de atrair investimentos em energia de baixo carbono. Neste ano, os países foram classificados segundo 39 indicadores categorizados em quatro parâmetros gerais: (i) “Cenário Favorável”, (II) “Investimento em Energia Limpa e Clima”, (III) “Mercado de Baixo Carbono e Cadeias de Valor da Energia Limpa” e (IV) “Atividades de Gerenciamento da Emissão de Gases de Efeito Estufa”.


FEIRA INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS de 27 a 29 de novembro de 2013 Centro de Eventos Fiergs Porto Alegre - RS

CATÁLOGO

RENEX reúne todos os segmentos de energias renováveis

Uma plataforma multissetorial com o objetivo de apresentar as novidades da indústria, tendências, inovação, ideias e atração de investimentos para o mercado brasileiro e latino-americano de energias renováveis. Esta é a RENEX SOUTH AMERICA (Renewable Energy Exhibition), feira internacional que tem sua primeira edição em Porto Alegre (RS), de 27 a 29 de novembro, reunindo segmentos de energia eólica, fotovoltaica, solar térmica, biocombustíveis, biogás, biomassa e PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas).

A RENEX tem origem no setor de energias renováveis da feira Industrial de Hannover, na Alemanha, e já possui duas edições de sucesso na Eurásia. Devido ao grande potencial de uso de energia renovável na América do Sul, especialmente no Brasil, a Deutsche Messe AG, maior promotora de feiras do mundo, está apostando nesta primeira edição da RENEX South America, ampliando seu portfólio de negócios e expandindo o engajamento em feiras na América do Sul. Contribuíram para a vinda da feira ao Brasil o grande potencial do país em energias renováveis e os planos do governo brasileiro de investimento de cerca de U$S 63 bilhões para a expansão de energias renováveis até 2020, aumentando a demanda por produtos internacionais e know-how. A feira é promovida pela Hannover Fairs Sulamérica com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento do Rio Grande do Sul (SPDI), Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEeólica), Federação Alemã de Engenharia (VDMA) e Associação Alemã de Energia Eólica (BWE). A RENEX SOUTH AMERICA conta com o patrocínio na categoria Gigawatt do Sebrae Nacional; Quilowatt do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, Tractebel Energia e Ecossis Soluções Ambientais; e patrocínio Watt da Força Eólica do Brasil (joint venture formada pelas empresas Iberdrola e Neoenergia), BADESUL Desenvolvimento – Agência de Fomento/RS, Sa-

gres, Grupo Cuello, Transversátil, SULGÁS e Petrobrás 60 anos. Atividades paralelas diversificadas são atrativo Junto a área de exposição da RENEX ocorrem uma série de atividades paralelas que visam atrair um publico diversificado e interessado em aprofundar conhecimentos no setor de energias renováveis: Congresso RENEX SOUTH AMERICA - Realizado nos três dias de evento, das 14h às 19h, paralelamente à exposição. Conta com palestras nacionais e internacionais em que os participantes terão a oportunidade de acompanhar apresentações de autoridades governamentais, investidores públicos e privados, associações, além de especialistas do setor de energias renováveis. Conferência Energia Solar Brasil 2013 - O dia 28 será especialmente destinado à energia fotovoltaica e solar térmica, com palestras organizadas pelo EuPD Research (www.eupd-research. com), Instituto alemão de pesquisas. RENEX Business Matchmaking - Rodada de negócios organizada pelo Centro Internacional de Negócios – CIN-RS, da FIERGS, em parceria com o Programa AL-INVEST IV e com a Apex-Brasil. O evento ocorrerá durante a feira, nos dias 27 e 28 de novembro, das 15h às 19h, no Centro de Eventos da FIERGS. Painel - No dia 29 de novembro, o Instituto IDEAL promove o Painel: Cases de Sucesso de Geração Fotovoltaica em edificações no Brasil, das 14h às 16h, com entrada gratuita. O objetivo é apresentar casos de sucesso de implantação de energia solar fotovoltaica no Brasil com conexão à rede em diferentes setores. Visitas Técnicas – Duas visitas técnicas são oferecidas pela organização da feira junto a empresas parcerias para o Parque Eólico de Osório e a Planta Piloto de Biometano, em Montenegro. Informe-se no credenciamento.

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BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul Porto Alegre www.brde.com.br - (51) 3215-5211 Serviços: Linhas de Crédito de longo prazo para investimentos produtivos. Produtos: Financiamento de Longo Prazo.

Eletrosul Florianópolis www.eletrosul.gov.br (48) 3231-7000 A Eletrosul Centrais Elétricas S.A. é uma empresa subsidiária da Centrais Elétricas Brasileiras S.A. Eletrobrás e vinculada ao Ministério de Minas e Energia. Foi constituída em 23/12/1968 e autorizada a funcionar pelo Decreto nº. 64.395, de 23/04/1969. É uma sociedade de economia mista de capital fechado, e atua nas áreas de geração e transmissão de energia elétrica.

Embrapa Brasília www.embrapa.br (61) 3448-4433 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Badesul Desenvolvimento RS Porto Alegre www.caixars.com.br (51) 3284 5826 A Badesul atua como agente de fomento do estado do Rio Grande do Sul.

Mídia Brasil Ponta Grossa www.biomassabrasil2012 (42) 3025-7825 Empresa de marketing e Mídiadirecionada ao setor de biomassa e energia renováveis.

Ecossis Soluções Ambientais Porto Alegre www.ecossis.com (51) 3022-7795 Expectativa da Ecossis é desenvolver parcerias com fornecedores e clientes para fortalecer o posicionamento no setor energético.

Elinsa do Brasil Macapá www.elinsa.org (96) 3223-9113 ELINSA é uma empresa dedicada a realização de engenharia de todo tipo de obra elétrica, geração e fabricação de paineis, manutenção de instalações elétricas, designe e fabricação de quadros elétricos e de eletronica de potência.

Enerbio Energia Porto Alegre www.enerbioenergia.com.br (51) 3029-4133 Criação de negócios, gestão ambiental e gestão operacional de empreendimentos de energia renovável.


2013 PARTICIPANTES Engebasa Guaíba www.engebasa.com.br (51) 3106-5580 A Engebasa atua na fabricação de Torres Eólicas. Também realiza a manutenção e modernização de equipamentos em indústrias

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Flessak Francisco Beltrão www.flessak.com.br (46) 3520-1060

Fabricante de equipamentos e serviços para Usinas Hidrelétricas: (Geradores, painéis, automação, montagem e assistência técnica)

Força Eólica do Brasil Rio de Janeiro www.neoenergia.com (21) 3820-1510 A Força Eólica do Brasil é uma Joint Venture da Neoenergia com a empresa espanhola Iberdrola, sua acionista e líder mundial em energia eólica. Deutsche Gesellschaft Für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GMBH Bonn www.giz.de - 49 228 44 60-0 GIZ oferece soluções personalizadas para desafios complexos. Nós somos um fornecedor de serviços com experiência e ajudar o Governo alemão a alcançar os seus objectivos em matéria de cooperação internacional. Oferecemos serviços de procura, tailor-made e eficaz para o desenvolvimento sustentável.

Grupo CEEE Porto Alegre www.ceee.com.br (51) 3382-4660 O Grupo CEEE atua no setor energético nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, além de serviços correlatos.

Intercâmbio Eletro Mecânico Porto Alegre www.iem.com.br (51) 3343-4455 A IEM oferece soluções completas para medições eólicas e solarimétricas, e é representante exclusiva dos loggers Ammonit e distribuidora autorizada da SMA.

ENERPRO - Soluções em Energia LTDA Lajeado www.enerpro.com.br (51) 3748-4695 ou (51) 3729-6686 ENERPRO oferece soluções completas em e projetos de geração de energia elétrica, eficiência energética e projetos elétricos

Fockink Panambi www.fockink.ind.br (55) 3375-9500 A Fockink é especializada no setor elétrico, o que lhe confere o status de pioneirismo no projeto, fabricação e montagem de equipamentos de controle, proteção e distribuição de processos industriais e agro-industriais. Metalúrgica Fratelli Ltda Santa Rosa www.fratelli.ind.br (55) 3511-1999 Empresa especializada na fabricação de peças seriadas, personalizadas e soluções para energia limpa. Goracon windpower access systems lp Lawrenceville www.goracon.com 1 (770) 543-0770 Goracon é um especialista em assistências subir, elevador de serviço e plataformas especiais que superam os padrões industriais para a segurança e confiabilidade.

Instituto Ideal Florianópolis www.institutoideal.org (48) 3234-1757 O Ideal é uma organização sem fins lucrativos com projetos voltados para a promoção de energias renováveis na América Latina.

IMPSA Cabo de Sto. Agostinho - Suape www.Impsa.Com (81) 3087-9300 IMPSA é uma empresa centenária dedicada ao fornecimento de soluções para a geração de eletricidade a partir de recursos renováveis, equipamentos para a indústria de processo e serviços ambientais.


2013 PARTICIPANTES Prefeitura Municipal de Porto Alegre Porto Alegre www.portoalegre.rs.gov.br (51) 3289-7300 Prefeitura Municipal de Porto Alegre.

Montana Ambiente Milano www.montanambiente.com 39 02 54 118 173 Montana S.p.A. é uma empresa de engenharia especializada em projetos e assessoria nos setores meio ambiente e energia, que há mais de 20 anos é conhecida pelo profissionalismo e independência.

Napeia Consultoria e Projetos Ltda. Caxias do Sul www.napeia.com.br (54) 3223.9188 | (54) 3223.9106 A NAPEIA presta serviços especializados de consultoria, auditoria, monitoramento e gerenciamento ambiental de obras.

Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras Rio de Janeiro www.petrobras.com (21) 3224-4477 Atuamos em toda a cadeia produtiva de petróleo e gás, e na produção de biocombustíveis e outras energias alternativas.

SULGÁS Porto Alegre www.sulgas.rs.gov.br (51) 3287-2200 A Sulgás é a estatal responsável pela distribuição do Gás Natural canalizado no estado do Rio Grande do Sul.

IS Indústria Pinhais www.isindustria.com.br (41) 3033-0148 A Is Industria Metalúrgica especializada em Estações Anemométricas, e irá participar da RENEX divulgando seu seguimento no ramo de torres estaiadas e autoportantes para medições eólicas. Também irá lançar seu novo produto , torre Solarimétrica utilizada para medir a energia solar.

Progeco Brasil Vila Velha www.progecosrl.com (27) 3063-4338 PROGECO lida com a concepção, fabricação, fornecimento e instalação de equipamentos e sistemas para tratamento de combustão e utilização de biogás a partir de resíduos de tratamento de água plantas, biomassa e indústria alimentar digestores anaeróbios. Oficialmente fundada em 2000, antes dessa data PROGECO foi a marca de todos os produtos oferecidos nos mesmos mercados pela empresa mãe CONVECO Srl, já está ativo desde 1990 no setor de aterro, o biogás.

SDPI Porto Alegre www.sdpi.rs.gov.br (51) 3288-1000 A Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) foi criada em janeiro de 2011 e marca a nova política do Governo do Estado voltada à promoção do desenvolvimento econômico e, em consequência, à melhoria da condição social do nosso Estado. Sua missão é levar o Rio Grande do Sul ao desenvolvimento sustentável, incrementando os setores econômicos tradicionais, atraindo novos investimentos, adensando cadeias produtivas e superando desigualdades regionais.


2013 PARTICIPANTES Sagre Agenciamentos Marítimos Ltda Rio Grande do Sul (53) 3233-1133 www.sagresrg.com.br Prestadora de serviços que atua nos segmentos de Agenciamentos Comerciais, Agenciamentos Marítimos, Operações Portuárias, Operações Logísticas e Armazenagem/ THC. A Sagres opera principalmente nos portos do Rio Grande/RS (Matriz), Imbituba/SC, Pelotas/RS e Porto Alegre/RS (Filiais), tem como principais clientes exportadores e importadores, bem como, armadores de embarcações de navegação de longo curso.

SEBRAE Nacional Brasília www.sebrae.com.br (61) 3348-7253 O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada sem fins lucrativos. É um agente de capacitação e de promoção do desenvolvimento, criado para dar apoio aos pequenos negócios de todo o país. Desde 1972, trabalha para estimular o empreendedorismo e possibilitar a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos de micro e pequeno porte.

Transportes Cuello Santana do Livramento www.transportescuello.com (55) 3241-5453 Uma empresa Líder de Transporte e Logística a nível Mercosul.

Ziatech - Desenvolvimento, Gerenciamento e Consultoria de Projetos Fortaleza www.ziatech.com.br - (85) 3244-3948 Ziatech, empresa de engenharia no ramo de desenvolvimento, gerenciamento e consultoria de projetos focado em energia renováveis.

Sindieólica RS Porto Alegre www.sindieolicars.com.br (51) 9156-7904 Sindicato das Empresas de Energia Eólica do RS.

Tractebel Energia Florianópolis www.tractebelenergia.com.br (48) 3221-7000 A Tractebel Energia é a maior geradora privada de energia do Brasil com capacidade instalada de 8.630 MW, 22 Usinas, em 12 Estados, em todas regiões brasileiras.

Transversatil Canoas www.transversatil.com (51) 3344-3344 Uma empresa Líder de Transporte e Logística a nível Mercosul.

Verband Deutscher Maschinen- und Anlagenbau Frankfurt http://www.vdma.org/ - 49 69 6603-1411 A VDMA (Verband Deutscher Maschinen-und Anlagenbau - Federação Alemã de Engenharia) é um dos principais provedores de serviços de associação na Europa e oferece a maior indústria de engenharia de rede na Europa.


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ARTIGO

Pesquisa para turbinar biomassa florestal* Embrapa e instituições de ensino e pesquisa desenvolvem Projeto “Florestas energéticas – produção e conversão sustentável de biomassa em energia”. Trabalho concentra-se na área de produção de bio-óleo, gás de síntese, hidrogênio e etanol Atualmente, há uma forte tendência mundial em se priorizar P&D&I na direção de tecnologias que contribuam para conferir maior sustentabilidade ambiental e melhor qualidade e segurança no fornecimento de energia. Com a perspectiva de aumento na demanda de combustíveis em vários países do mundo, estão sendo promovidas ações para que as energias renováveis tenham participação significativa nas respectivas matrizes energéticas. E a integração fóssil/renovável é uma solução energética que se apresenta cada vez mais próxima da nossa realidade.

Biomassa florestal: cresce percentual de florestas plantadas no Brasil

“Essa matériaprima pode ampliar o suprimento renovável de energia, especialmente no Brasil”

em biomassa. Esse tipo de matéria-prima representa alternativa importante, por ser abundante, sustentável e não competir com a cadeia alimentar. A biomassa é composta basicamente por três principais frações: lignina, hemicelulose e celulose, que podem ser convertidas em combustíveis sólidos, líquidos e gasosos, produtos químicos, materiais, rações, fertilizantes e bioeletricidade, dentro do conceito de biorrefinaria.

Os biocombustíveis, além de promover uma série de vantagens ambientais, são renováveis e geram impactos socioeconômicos positivos. Nesse sentido, o Brasil está empenhado num ambicioso programa de incentivo a fontes renováveis de energia com base

Essa matéria-prima pode ampliar o suprimento renovável de energia, especialmente no Brasil, que possui grandes áreas para plantação e degradadas para serem recuperadas e condições climáticas e ambientais favoráveis. Uma biomassa com grande potencial e que já é utilizada no Brasil é a proveniente

das florestas plantadas. O país tem investido, nos últimos 40 anos, em aumentar o estoque de florestas plantadas. Segundo o Anuário Estatístico 2013 da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (ABAF), havia 6.664.812 ha desse tipo de florestas com eucalipto (76,6%) e pinus (23,4%) no Brasil, em 2012. A madeira proveniente dessas plantações é utilizada para a produção de celulose e papel, para siderurgia, para lenha e carvão e para outras aplicações, como construção civil, movelaria etc. A área de florestas tem concentrado grande interesse pela possibilidade, cada vez mais evidente, de utilização em aplicações bioenergéticas. Nesse setor, o Brasil apre-

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senta grande potencial competitivo por possuir uma das melhores tecnologias do mundo para a implantação, manejo e exploração de floresta de eucaliptos. A disponibilidade de áreas para expansão florestal brasileira e os avanços nas técnicas silviculturais de florestas plantadas ampliam o potencial de sua participação como fonte de biomassa no mercado de agroenergia. Com base neste panorama e no aumento da demanda por energia, têm sido intensificadas as pesquisas com biocombustíveis, tanto com aqueles já bem estabelecidos, como a lenha e o carvão, quanto com outros que podem ser obtidos a partir da biomassa florestal. Pesquisas - Uma das linhas de pesquisa em que a Embrapa e outras instituições de ensino e pesquisa estão atuando concentra-se na área de produção de bio-óleo, gás de síntese, hidrogênio e etanol a partir de biomassa florestal, baseada no conceito de biorrefinarias. Estas ações fazem parte do Projeto “Florestas Energéticas – Produção e conversão sustentável de biomassa em energia” financiado principalmente pela Embrapa.Os trabalhos dessa linha de pesquisa visam à conversão da biomassa florestal em energia por meio de rotas termoquímicas (pirólise e gaseificação) ou bioquímicas (hidrólise enzimática e fermentação). Para desenvolver essas ações, o projeto conta com a parceria das unidades da Embrapa (Agroenergia, Florestas, Agroindústria de Alimentos, Agroindústria Tropical e Instrumentação) e das Universidades (Escola de Engenharia de Lorena e Escola Superior de Agri-

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cultura Luiz de Queiroz, ambas da Universidade de São Paulo, Universidade Regional de Blumenau e Universidade Federal do Paraná), integrando mais de 33 pesquisadores e analistas e diversos bolsistas e estagiários. Produtos e processos Etanol de madeira - O país tornou-se referência mundial na produção de etanol combustível derivado da matéria-prima sacarina cana-de-açúcar. Porém, a diversificação das matérias-primas utilizadas para geração de diversos produtos agroenergéticos é essencial para ampliar a oferta de energia. Neste contexto, pretende-se avaliar a qualidade tecnológica de madeira pré-tratada para obtenção de etanol, por rota biotecnológica, testando diferentes espécies florestais. Biomassa e planta de pirólise

Dois processos de pré-tratamento da biomassa estão sendo avaliados: explosão a vapor e um tratamento alcalino baseado no conceito de polpação Kraft, cujas condições serão otimizadas para proporcionar maior disponibilidade de carboidratos e menor formação de inibidores para a hidrólise enzimática e fermentação. As enzimas utilizadas no processo de hidrólise estão sendo produzidas por diferentes grupos da Embrapa que trabalham com o tema

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e os resultados serão comparados aos obtidos com enzima comercial. A etapa de fermentação será realizada com levedura comercial e, para o melhor sistema biomassa/ pré-tratamento/hidrólise enzimática, também será utilizada uma levedura geneticamente modificada, fermentadora de pentoses e hexoses.

“Diversos resíduos sólidos gerados pela indústria de papel e celulose apresentam potencial de conversão em etanol” Etanol de resíduo da indústria de papel - Diversos resíduos sólidos gerados pela indústria de papel e celulose apresentam potencial de conversão em etanol, por apresentarem elevado teor de celulose e maior susceptibilidade à liberação dos açúcares, pelo fato de já terem sido submetidos a um tratamento prévio das fibras. Um exemplo são os lodos gerados no processo de reciclagem de papel, cuja quantidade gerada pode chegar a uma tonelada de lodo úmido por tonelada de papel produzido. Uma vantagem desse tipo de matéria-prima seria o custo relativamente baixo, considerando que se trata

Polpa de papel, polpa branqueada e resíduo da indústria de papel


diesel, querosene de aviação e metanol e de outros produtos de maior valor agregado. As tecnologias de pirólise e gaseificação estão amplamente desenvolvidas na petroquímica, no entanto, atualmente se encontram em estágio demonstrativo para o uso de biomassa. Os estudos estão sendo desenvolvidos em planta piloto de leito fluidizado com capacidade de processamento, em diferentes condições de reação e atmosferas modificadas - ar, dióxido de carbono, vapor d’água e misturas dos mesmos. Biomassa bruta e pré-tratada

de resíduo que tem sido normalmente depositado em aterros, demandando grandes investimentos e áreas de estocagem. Neste sentido, pretende-se avaliar a viabilidade de produção de etanol a partir de resíduo da indústria de papel, com o objetivo de minimizar custos e impactos ambientais associados à destinação do mesmo, bem como ampliar a possibilidade de produção do bioetanol. Estão sendo realizadas atividades de caracterização f ísico-química das matérias-primas, produtos e subprodutos, incluindo o desenvolvimento de um método mais prático para a determinação de etanol e açúcares utilizando espectroscopia na região do infravermelho próximo (NIRS) e quimiometria. Para a produção de etanol serão avaliadas tecnologias de Hidrólise e Fermentação Separadas (SHF) e de Hidrólise e Fermentação Simultâneas (SSF) utilizando enzimas e leveduras comerciais, além de serem estudadas aplicações para

resíduos gerados nos processos de hidrólise e fermentação. Com base nos dados obtidos será feita análise econômica preliminar do processo proposto de produção de etanol a partir do lodo. Bio-óleo e gás de síntese - O uso das tecnologias de pirólise e gaseificação de biomassa tem ganho destaque no mundo, em termos de pesquisa, atualmente ainda limitada a plantas piloto e plantas demonstrativas. A pirólise é estudada sob a perspectiva de adensamento energético, na forma dos produtos, o bio-óleo (óleo de pirólise) e o resíduo sólido carbonoso (biocarvão ou biochar), este último com aplicação no cultivo como condicionador do solo. Ambos os produtos da pirólise podem ser empregados como matéria-prima no processo de gaseificação, obtendo como produto final o gás de síntese, constituído, principalmente por monóxido de carbono e hidrogênio. Esse gás é um intermediário na produção de combustíveis líquidos: gasolina,

“As pilhas atuarão também como segurança energética, pois podem ser acionadas para serem transformadas em combustível” Metodologias de planejamento experimental serão utilizadas para avaliar o impacto das diferentes características da biomassa e das condições operacionais sobre a conversão em produtos de interesse com vistas à posterior otimização desses processos. Os resultados obtidos serão utilizados para o desenvolvimento de modelos matemáticos dos processos, que por sua vez servirão como base para estudos de viabilidade técnica e econômica. Hidrogênio - A possibilidade de obtenção de H2 a partir de biomassa, competitiva quando comparada com matérias-primas

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fósseis, consiste em grande oportunidade para obtenção de produtos substitutos dos derivados de petróleo, promovendo o atendimento ao mercado e a integração petróleo/biomassa. Isso permite a retenção do CO2 na capa florestal para crescimento da biomassa e em pilhas de peletas torrificadas compactadas, resultando em processos mais sustentáveis. As pilhas atuarão também como segurança energética, pois podem ser acionadas para serem transformadas em combustível de acordo com a necessidade de geração de energia elétrica. A tecnologia de produção de H2 por gaseificação de biomassa em água supercrítica integrada a uma unidade termoelétrica, denominada H2-GBASC/UTE, destaca-se das convencionais de aproveitamento energético de biomassa devido às seguintes características: maior conteúdo tecnológico cogeração de dois produtos; integração das tecnologias das fontes principais de energia e os setores que consomem a energia, visando a um meio ambiente limpo com sustentabi-

lidade total e rentabilidade de até US$ 12.000,00/ha.ano; instalação de usinas regionais permitem uso de qualquer tipo de biomassa (lenhosa, herbácea, lixo urbano), sem necessidade de secagem e com baixo custo do frete da biomassa e da logística de distribuição do H2, além da geração de emprego e renda locais.

“O aproveitamento mais racional dos recursos de florestas plantadas, dentro do conceito de biorrefinaria, possibilitará satisfazer os pressupostos do desenvolvimento sustentável” Neste projeto está sendo feito um estudo teórico para elaborar projetos conceituais de unidades laboratorial e piloto para pro-

dução de H2 por gaseificação de biomassa em água supercrítica, integrando esse processo com a geração de energia termoelétrica (H2-GBASC/UTE), realizando balanço energético e econômico preliminar. Considerações finais - A utilização de combustíveis sólidos, líquidos e gasosos obtidos da biomassa, promovendo substituição parcial de combustíveis fósseis, tem a vantagem de apresentar um ciclo renovável de geração e consumo de CO2, sendo vista, atualmente, como uma alternativa promissora para mitigar a emissão de gases de efeito estufa. A ampliação da cadeia florestal, a abundância e o custo relativamente baixo de resíduos com potencial energético sugerem que a conversão dos mesmos em energia pode ser uma alternativa realista e atrativa para a obtenção de produtos de maior valor agregado. O aproveitamento mais racional dos recursos de florestas plantadas, dentro do conceito de biorrefinaria, possibilitará satisfazer os pressupostos do desenvolvimento sustentável, com maior estímulo à economia local e regional, geração de empregos e inclusão social e mitigação da emissão dos gases do efeito estufa. * Autores: Mônica Caramez Triches Damaso (Embrapa Agroenergia), Cristiane Vieira Helm, Patrícia Raquel Silva (Embrapa Florestas), Rosa Ana Conte (Escola de Engenharia de Lorena –USP), Rossano Gambetta (Embrapa Agroenergia)

Bio-óleo

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Revista Ambiente Energia n. 02  
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