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Diagnosticar oportunidades por meio da PESQUISA CIENTÍFICA. Construir soluções a partir da realização de PROJETO. Validar para o DESENVOLVIMENTO.


DESIGN ASSISTIVO DA ADAPTAÇÃO À PROJETOS INOVADORES


24% da população brasileira tem algum tipo de deficiência.

(IBGE, 2012)


mais de

50%

produtos disponíveis no Catálogo Nacional de Produtos de Tecnologia Assistiva são importados. Eliezer Moreira Pacheco do SECIS/MCT


227 1.732

ADULTOS COM DEFICIÊNCIA APARELHOS DE TECN. ASSIST.

50% DE ABANDONO

falta de consideração pela opinião do usuário procura de aparelho fácil desempenho ruim do aparelho mudança na necessidade ou prioridade do usuário Zhao e Phillips


TECNOLOGIA ASSISTIVA

PRODUTOS INOVADORES


PANORAMA GERAL

JOGOS PARAOLÍMPICOS


181

M 68 H 113

atletas brasileiros competiram na Paraolímpiada em 2012

Grã Bretanha China EUA Rússia

294 284 223 181


MEDALHAS PARAOLÍMPIADAS

18 14 4 4 1 1 1

atletismo natação judô bocha futebol de 5 goalball esgrima em cadeira de rodas


FERNANDO FERNANDES, tricampeão mundial de paracanoagem. "O caiaque que eu uso é de alto rendimento, não existe aqui".


ALAN FONTELES, medalista ouro nas Paralimpíadas 2012 Prótese de fibra de carbono que pesam 512 gramas cada e suportam até 147 quilos.


VANDERSON SILVA, tricampeão campeão brasileiro e sulamericano de lançamento de disco. “Quando comecei, em 2003, com uma cadeira tosca de ferro, meu lançamento não passava dos 18 metros. Agora, com o suporte, a marca é de 44m77”.


Derek Derenalagi, medalha de ouro no campeonato europeu. Equipamento desenvolvido pelo grupo de engenheiros e designers da empresa REMAP do Reino Unido.


DAVID WEIR, possui o recorde britânico em todas as distância de pistas. Cadeira de rodas: Draft. «Atletas dessa categoria tiveram suas formas escaneadas e analisadas por computadores. Os resultados ajudaram na escolha dos capacetes e roupas e tem influenciado no desenho do assento»


GHOST, equipamento de treino pessoal, para nadadores cegos, utilizado no cotovelo e no pulso.


“Tecnologias assistivas, para melhorar o rendimento de atletas com deficiências, exigem muitos estudos. Um milímetro errado na estrutura de um equipamento, pode representar uma medalha perdida.” Júlio Silva, chefe da Divisão de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia Assistiva.


"O trabalho do CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) atualmente é muito bom, mas falta as empresas investirem na base, trabalharem junto com centros de reabilitações porque existe muita gente capacitada e interessada em competir.” Fernando Fernandes, tricampeão mundial de paracanoagem.


PROBLEMAS OU OPORTUNIDADES?


Apresentação - Liliane Basso  
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