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A FAMÍLIA NO CENTRO DA INTERVENÇÃO EDUCATIVA – UM PROJETO ESPECIAL Macedo Pinto, Leila Maria Marques, Maria da Luz Marques, Cláudia Agrupamento de Escolas de Arouca Serviços Especializados de Apoio Educativo leila.maria.sa@gmail.com; luzjorge37@gmail.com; ccatmarques@gmail.com;

Abstract/Resumo Numa época em que a família é o parceiro primordial da base de desenvolvimento e crescimento da criança/jovem, torna-se imprescindível reconhecer a sua importância enquanto agente de poder sobre o património cultural que cada família possui. Assim, o artigo que apresentamos resulta do subprojeto FAMÍLIA + implementado no Agrupamento de Escolas de Arouca pelos Serviços Especializados de Apoio Educativo desde o ano letivo 2009/2010, até ao final do presente ano letivo, como parte integrante do projeto SER. Este projeto assenta na importância da família na intervenção educativa, no seu envolvimento com a escola e o impacto sobre a aprendizagem e o desenvolvimento biopsicossocial do aluno. Keywords: Família, Escola, Educação, projeto Família+.

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INTRODUÇÃO A família e a escola apresentam-se como duas instituições fundamentais para o desencadear dos processos evolutivos dos alunos, podendo ser propulsores ou inibidores do seu crescimento biopsicossocial. Assim, a familia, primeira instância de relacionamento do ser humano, é também o primeiro contexto em que a criança tem oportunidade de experenciar e ampliar o seu repertório enquanto sujeito de aprendizagem e de desenvolvimento

(Marques, 2001; Formiga, 2004). A escola

assume-se, por seu turno enquanto contexto de referência para o atendimento das necessidades cognitivas, psicológicas, sociais, culturais e cuidados da criança, cujo atendimento permite uma estrutura interligada de serviços que procura uma melhor estruturação pedagógica. Nesta procura, assumimos uma atitude de compreensão e preocupação pelos processos inerente à mudança, à transformação subjacentes à articulação entre as instiuições centrais da nossa sociedade, escola-família. Uma articulação e relação que neste tempo de mudança paradigmática, torna-se emergente e necessária. A interconexão escola-família tem como pilar basilar a interação entre diferentes atores sociais que vão para além dos pais e profesores. Este interação deve ser interpretada pelo seu caráter humano, emocional, social e cultural (Silva & Stoer, 2005). O presente artigo procura compreender algumas relações que se estabelecem entre a família e a escola, apresentando uma reflexão sobre algumas perspetivas do envolvimento de ambos no processo educativo dos alunos com necesidades educativas especiais, mais específicamente nas percepções dos pais e professores sobre esta relação. Procuraremos também apresentar algumas considerações sobre a necessidade do estreitamento de laços entre a familia e a escola, procurando uma inter-relação afetiva e efetiva dos dois ambientes.

1.1

RELAÇÕES ESCOLA- FAMÍLIA O envolvimento dos pais na instituição de ensino dos seus filhos, é cada vez

mais, considerado um elemento importante para o desempenho ideal das escolas., tendo por isso sido alvo de reflexão de investigadores e autores. Esta perspetiva vem de encontro ao modelo ecológico do desenvolvimento humano de Bronfenbrenner (1996), que considera que o indivíduo só pode ser compreendido na relação com os Página | 2


contextos relacionais, sociais e culturais em que está incluído. O desenvolvimento da criança não é apenas afetado pelo microssistema (ambiente imediato com que a criança interage), mas igualmente pela relação que esses sistemas estabelecem entre si. Assim, o sistema resultante da dinâmica escola/família constitui-se como uma referência. Assim, as relações entre o papel dos pais na escolarização dos filhos (as implicações), e a escola têm aspectos que importam serem ressaltados. A família, tradicionalmente, pode assumir-se como impulsionadora do bom desempenho escolar e do aproveitamento académico ou como culpada pelo fracasso escolar (Carvalho, 2000). O (in)sucesso escolar do aluno pode depender, em grande parte, da existência ou não do apoio direto e sistemático da família nos filhos, compensando ou ampliando tanto dificuldades individuais (perfil de funcionalidade) quanto deficiências académicas ou funcionais. Neste contexto, assumem-se como aspetos essenciais para a promoção do desenvolvimento humano os recursos psicológicos, sociais, económicos e culturais a que os pais conseguem aceder (Marques, 2002). A família pode ser apontada como uma das variáveis responsáveis pelo bom ou mau desempenho escolar do aluno, no entanto a sua contribuição para o desenvolvimento e aprendizagem humana inegável. Assim, um dos principais papéis da família é a socialização da criança, ou seja a inserção da criança na sua cultura, código cultural (Pereira, 2002), através do ensino da totalidade dos padrões aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano, conjunto complejo que incluye el conocimiento, las criencias, o arte o técnicas, moral, ley, costumbre y cualquier outra facultad y hábito que el hombre adquiere como membro de la sociedad (Tylor, 1977: 19). O código cultural, corresponde às complexas características do sistema social, abrangendo elementos de socialização e de educação. Por seu turno, o código familiar corresponde ao desenvolvimento das crianças, com recurso à combinatória de factores geracionais, abrangendo os esforços coordenados de duas ou mais pessoas, provendo um sentimento de pertença grupal (Pereira, 2002). É, assim, a causa e a consequência de como os valores e crenças familiares são transmitidos à criança. O código cultural e o código familiar poderão constituir-se como um importante preditor do envolvimento parental na escola. Por outro lado, da parte da escola também podemos identificar como preditores do envolvimento parental as atitudes e práticas demonstradas para o envolvimento da família (Marturano, 2006). Página | 3


A escola pode assim, assumir também um papel importante no desenvolvimento do indivíduo, principalmente na aquisição do saber das diversas áreas do conhecimento. A escola deve almejar não apenas a aquisição de conteúdos, mas sim, a formação integral de um cidadão crítico e participativo, enquanto espaço privilegiado para o desenvolvimento de ideias, ideais, crenças e valores (ME, 2008). Assim, quando a família e a escola apresentam boas relações as condições para o desenvolvimento da criança são desde logo potenciadas. Devemos ter presente que diferentes famílias usam diferentes processos de negociação e mudança, as famílias mais próximas da cultura escolar revelam técnicas de negociação mais favoráveis (fáceis), do que as famílias mais afastadas da cultura escolar. Os benefícios de um bom envolvimento entre a família e a escola relacionam-se com possíveis transformações evolutivas do potencial biopsicossocial dos alunos. Interligar estes dois contextos pode torna-se uma tarefa crucial para o delinear de projectos significativos. Urge assim, a identificação das necessidades, a localização e o desenvolvimento dos recursos precisos, deste modo, suprimir os serviços desnecessários e envolver os profissionais e os fundos de modo a responder objectivamente

às necessidades reais da comunidade educativa. Ou

seja,

proporcionar serviços continuados que desenvolvam uma prática eficaz e eficiente na medida em que são planeados de forma individualizada e projectados de acordo com as necessidades e interesses manifestados pela família e pelo aluno de acordo com o seu contexto ecológico (Gallagher & Serrano, 2002). Neste sentido, e com a consciência de que as escolas devem promover políticas/estratégias de maior aproximação das famílias à escola, cabendo à escola proporcionar uma diversidade de modalidades de envolvimento parental, temos presentes, as recomendações do estudo coordenado por Canavarro (2002), a saber:  Promover a comunicação entre a escola e a família;  Ajudar a família no cumprimento das suas obrigações básicas;  Envolver os pais em atividades no espaço escolar;  Envolver os pais em atividades de aprendizagem em casa;  Envolver os pais na tomada de decisões;

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 Envolver a comunidade. Poderíamos elencar outra recomendação, adveniente do confronto entre a leitura do estudo de Silva (2004) e da realidade do nosso Agrupamento, ajudar a participação dos pais de crianças com necessidade educativas especiais (NEE) na vida escolar dos seus filhos. De acordo com o estudo citado, os pais de alunos com NEE apresentam uma fraca participação na vida escolar dos filhos, uma vez que se limitam apenas a ter algumas reuniões “formais” a nível individual ou coletivo mas que não parecem ter muita voz na preparação dos planos de intervenção do seu filho. Por vezes os pais sentem-se um pouco inibidos com o problema do seu filho limitando-se a ouvir e respondendo só ao necessário (ibid., 70)”. Nesta questão a escola assume um papel preponderante, no esclarecimento destes pais dos seus direitos, na sensibilização da comunidade escolar, na aceitação plena de todos os seus elementos e na valorização da diferença. Falamos da necessidade de ajudar pais de alunos NEE a estarem aptos para cuidar dos seus filhos, transformando o papel dos pais de recipientes passivos para participantes ativos numa terapia (Loeb cit. por Sousa,1998: 131). 1.2

PERCEPÇÕES DOS PAIS E PROFESSORES SOBRE A RELAÇÃO ESCOLAFAMÍLIA Assumindo a familia como o agente educativo primario do desenvolvimento da

criança, destacamos a importancia da forma como a escola deve percepcionar o papel da familia no processo educativo. Neste ponto, procuramos a construção de uma escola aprendente, que ensina e aprende com sentido, numa relação dialética e dialógica de edificação de cidadão pró-ativo, que intervém e deixa a sua marca cultural. Deste modo, a comunidade escolar, a comunidade aprendente, tem possibilidade de desenvolver habilidades e ações que exploram diferentes níveis de realizações na construção do conhecimento potenciando o envolvimento familiaescola (Marques, 2001, 2002). Das diferentes percepções da familia sobre a escola e sobre o proceso educativo construido, os pais demonstram com agrado a sua participação no proceso educativo, sobretudo quando esta participação se transforma, numa verdadeira aliança com os diferentes profissionais que intervêem no processo educativo do seu filho. O estreitamento destes laços por parte dos professores e a vinculação que se vai desenvolvendo, permitem um contato mais próximo, não baseado apenas em Página | 5


conteúdos curriculares e programáticos, mas diálogos que promovem o potencial biopsicossocial e as forças da família. Consubstanciando esta visão, encontramos o normativo que refere a importância de reforçar a participação das famílias e comunidades

na

direcção

estratégica

dos

estabelecimentos

de

ensino.

É

indispensável promover a abertura das escolas ao exterior e a sua integração nas comunidades locais. Para tanto, torna -se necessário assegurar não apenas os direitos de participação dos agentes do processo educativo, designadamente do pessoal docente, mas também a efectiva capacidade de intervenção de todos os que mantêm um interesse legítimo na actividade e na vida de cada escola (ME, 2008). De um modo geral, pode-se afirmar que os pais têm expetativas que representam uma combinação algo contraditória entre ambos os tipos de anseios e espera-se que as boas escolas sejam capazes de os satisfazer todos (Lima: 2000,157). Assim, e de corroborando com a linha de pensamento de Marujo (2002) acreditamos que os pais, geralmente valorizam o seu envolvimento na escola, contudo, muitos pais desejam esse envolvimento, mas não sabem como o fazer. E é dessa nossa convicção que surgiu o projeto Família +.

1.3

PROJETO FAMÍLIA + O projecto Família+ projeta, de certa forma, a procura de um caminho, uma

caminhada para “Construir um caminho – SER+”, promover o encontro de caminhos, estimular a construção de percursos e ajudar

a seguir um rumo acreditando na

construção de um projeto de vida. O projeto assenta na importância do envolvimento da família, na intervenção educativa centrada nesta e num trabalho de equipa que tem como pilares basilares: EMPENHO, ENTUSIASMO e EMPATIA. Tem como finalidades: acreditar e dar credibilidade que as crianças com NEE são competentes; encontrar estruturas fundamentais de apoio junto da comunidade local; criar uma teia de parecerias fortes, quer com a autarquia local, quer com as instituições locais, Câmara Municipal de Arouca, RSI, AICIA e Segurança Social, quer com a família, enquanto parceira educativa; implicar a comunidade educativa na formação das crianças com NEE; e perseguir as metas enunciadas no Projecto Educativo. Deste modo, procuramos famílias mais participativas, dinâmicas e colaborativas com o trabalho da Comunidade Educativa; um maior conhecimento das crianças e de todo o ecossistema que as rodeia; continuidade do trabalho diário com Página | 6


as crianças, em contexto familiar; famílias que acreditam no potencial das crianças com NEE e que o desenvolvimento das competências das mesmas acontece desde que haja persistência, perseverança e força de vontade; famílias que contam com uma equipa educativa sempre disponível.

1.3.1

Desenvolvimento harmonioso das crianças adequado às necessidades específicas dos alunos

Do confronto do trabalho do nosso projeto e das recomendações para o envolvimento parental (Canavarro, 2002), apresentaremos no quadro seguinte a nossa linha de ação.

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1.3.2

Linhas de ação do projeto Família +

Tendo em vista a prossecução dos objetivos delineados e de modo a envolver os pais na tomada de decisão de forma a conseguirmos famílias mais participativas, dinâmicas e colaborativas promovemos um ciclo de formação, com ações de sensibilização abrangentes a todos os elementos da comunidade educativa. Para uma visão global das acções de sensibilização realizadas apresentamos a tabela que se segue. Acção de sensibilização

Palestrantes

Uma tarde a Ser+ “Desenvolvimento e aprendizagem

Professora Carla Cardoso (Coordenadora do

Projeto de Natação Adaptada, da empresa

em

Meio

Aquático

nas

crianças

NEE

Psicomotricidade em Meio Aquático”

municipal Nacional

“Feira

Viva”

e

selecionadora

de Natação Adaptada)

e pela

fisioterapeuta Teresa Lima (Fisioterapeuta do Projeto de Natação Adaptada, da empresa municipal “Feira Viva Uma tarde a Ser+ … Saudável – “Aprender a viver

Equipa de Educação Especial e professor da

melhor com a diabetes”

Psicomotricidade

em

Meio

Aquático

do

Agrupamento de Escolas de Arouca

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Uma tarde a Ser+ “A Sexualidade no Jovem portador

Dr. Francisco Pintado

de necessidades educativas especiais” Uma tarde a Ser+ “Raríssimas” Ciclo

de

Formação:

Ser+

Presidente da Raríssimas “Planeamento

de

Intervenções focadas na Participação de crianças com incapacidade em idade pré-escolar

Dra. Vera Coelho e o Dr. Tiago Ferreira da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto.

Uma tarde a Ser+ a falar de … “Infância Roubada”

Professor Doutor Vítor Reis, da Escola Superior de Educação Jean Piaget; Dra. Sandra Duarte, representante da Comissão de Proteção de Jovens e Crianças (CPCJ) de Arouca; Educadora Lizete Tavares, mestranda em Educação Especial da Escola Superior de Educação Jean Piaget

Encontro Família+ “A Família no Centro de Intervenção Educativa” – parte II

Parceiros da Instituição AICIA e Professora Doutora

Catarina

Grande

Faculdade

de

Psicologia e Ciências da Educação do Porto

1.3.1

Ciclo de Formação Uma tarde a Ser+

Assim, e dando voz aos encarregados de educação verificamos que consideraram este projecto como “uma iniciativa deveras louvável, à qual deve ser dada continuidade, indubitavelmente”, parabenizando “todas as pessoas que integram, apoiam, colaboram, dinamizam e organizam de alguma forma este projecto”. Pelo que consideramos que alcançámos pais interessados, participantes e colaborativos, ou seja uma comunidade escolar dinâmica e proactiva. A participação de uma grande maioria dos encarregados de educação e outros elementos da esfera familiar dos alunos (irmãos, avós, tios,…) com NEE foi constante ao longo das diversas ações desenvolvidas no âmbito do projeto Família+. Deste modo, podemos afirmar que as ações dos pais foram mudando desde a indisponibilidade até à comparência ou mesmo solicitação de um familiar para comparecer em caso de indisponibilidade parental. Contudo, nem todos os pais de alunos com NEE compareceram, apresentando como justificação a indisponibilidade por causa do horário laboral.

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Em suma, consideramos que com este projeto a escola conseguiu aproximar mais estas famílias, quebrando o ciclo de afastamento. Importa ter presente que os processos de mudança acontecem a partir da vontade do desejo de construir algo melhor e, são precisamente as crianças destas famílias que mais beneficiam desta mudança, que é o efetivo envolvimento dos pais/família na escola.

REFERÊNCIAS BRONFENBRENNER,

U.

(1996).

A

ecologia

do

desenvolvimento

humano:

experimentos naturais e planejados. Artmed. CANAVARRO, J. (2002). Envolvimento parental na escola e ajustamento emocional e académico – um estudo longitudinal com crianças do ensino básico. Retirado de http://www.ese-jdeus.edu.pt/projectoepe/ei/equipainvestigacao.html CARVALHO, M. (2000). Relações entre família e escola e suas implicações de género. Cadernos de Pesquisa, 110, 143-155. FORMIGA, N. S. (2004). O tipo de orientação cultural e sua influência sobre os indicadores do rendimento escolar. Psicologia: Teoria e Prática, 6, 13-29.

GALLAGHER, R. & SERRANO, A. (2002). Alargando o Âmbito da Intervenção Precoce: A Convergência entre as Necessidades e os Serviços. Inclusão, n.º2, 91-115. MARQUES,

R.

(2001). Professores, família e projeto educativo. Colecção:

Perspectivas actuais em educação. Porto, Portugal: Asa Editores. MARQUES, R. (2002). O envolvimento das famílias no processo educativo: resultados de

um

estudo

em

cinco

países.

Retirado

de

http://www.eses.pt/usr/ramiro/Texto.htm MARTURANO, E. (2006). O Inventário de Recursos do Ambiente Familiar. Retirado de http://www.scielo.br/pdf/prc/v19n3/a19v19n3.pdf MARUJO, H. (2002). A Família e o sucesso escolar. Lisboa: Editorial Presença. ME

(2008).

Decreto-Lei

75/2008

de

22

de

abril.

Retirado

de

http://dre.pt/pdf1s/2008/04/07900/0234102356.pdf PEREIRA, A. (2002). Análise das Condições de Risco numa Perspectiva Ecológica. Inclusão, n.º 2, 75-90. SILVA, M. (2004). A colaboração entre pais de crianças com necessidades educativas especiais e os profissionais no Jardim-de-Infância. Braga: Universidade do Página | 10


Minho. Instituto dos Estudos da criança. Dissertação de Mestrado não publicada. SOUSA, L. (1998). Crianças (con)fundidas entre a escola e a família, uma perspectiva sistémica para alunos com Necessidades educativas Especiais. Porto: Porto Editora. STOER, S. & SILVA, P. (2005). Escola- Família: Uma relação em processo de reconfiguração. Porto: Porto Editora. http://www.parlamento.pt/Legislacao/Documents/constpt2005.pdf TYLOR, E. (1977). Cultura primitiva. Madrid: Ayuso.

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A FAMÍLIA NO CENTRO DA INTERVENÇÃO EDUCATIVA – UM PROJETO ESPECIAL  

artigo científico para 1.º Seminário de Educação Especial de Vila Nova de Gaia

A FAMÍLIA NO CENTRO DA INTERVENÇÃO EDUCATIVA – UM PROJETO ESPECIAL  

artigo científico para 1.º Seminário de Educação Especial de Vila Nova de Gaia

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