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Congresso da Unifesp recebe teses até 30/08. Evento acontece em novembro A data final para o recebimento de teses para o Congresso da Unifesp foi prorrogada para o dia 30/08. O Congresso da Unifesp será realizado nos dias 03, 04 e 05 de novembro de 2014 e a participação será paritária, com cem representantes eleitos (delegados) de cada uma das três categorias – docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes – da comunidade universitária. Os delegados representarão teses e/ou propostas elaboradas por suas bases de apoio. Para saber o número de delegados de cada categoria e de cada instância: http://www.unifesp.br/congressounifesp/index.php/delegados. O envio das teses deve ser feito através do e-mail congressounifesp@unifesp.br. É importante salientar que as teses precisam do apoio de pelo menos 30 membros da comunidade universitária para serem discutidas no encontro. Para dar o seu apoio a uma tese/proposta, entre em contato com a(s) pessoa(s) responsável(is) pela organização da mesma, e forneça: -Seu nome completo e o seu número SIAPE (se você for técnico ou docente) ou; -Seu nome completo e o seu número de matrícula Unifesp (se estudante).

O Congresso da Unifesp tem caráter institucional e, por isso, permitirá colocar em pauta, compreender, discutir e elaborar propostas de reforma do Estatuto e do Regimento da universidade pensando nos desafios do presente e do futuro. O tema do Congresso é "20 anos de Unifesp: autonomia, democracia e sociedade". Os subtemas propostos como ancoragem para organizar as discussões são: A) Concepção do projeto político acadêmico da Unifesp: seu papel sócio-econômico-ambiental. B) Consolidação da Unifesp: financiamento da universidade pública. C) Reformas do Estatuto e do Regimento: estruturas de poder, representatividade e autonomia. Confira o calendário de organização do Congresso da Unifesp: EVENTO

DATA

Envio e publicação das teses e propostas do Congresso

05/05/2014 a 30/08/2014

Debates das teses nos campi, prédio da Reitoria e nas entidades

A partir de 12/05/2014

Eleição dos delegados nas Congregações, Conselhos Centrais e entidades

18/08/2014 a 19/09/2014

Envio e Publicação dos delegados eleitos nas Congregações e Conselhos

Até 19/09/2014

Assembleias para eleição dos delegados nos campi, na Reitoria e entidades

18/08/2014 a 17/10/2014

Envio e publicação dos nomes de todos os delegados

17/10/2014


Editorial Comissão da Verdade na Unifesp Um dos grandes desafios de uma Comissão da Verdade consiste em transformar seus resultados em ações de reparação ou de esclarecimento das responsabilidades diante de violações dos direitos humanos ocorridos no país durante a Ditadura Civil-Militar e não apenas relembrar, mediante depoimentos, fatos que podem ser até pitorescos, apesar de graves. Assim, além de promover o resgate da memória e homenagear as vítimas das violações do chamado período de chumbo vivido no país após o golpe de 1964, tais comissões podem e devem identificar dentre os membros da comunidade universitária aqueles que participaram das violações. A pergunta que fica é: qual tem sido o caráter e o escopo da Comissão da Verdade na Unifesp? Seus trabalhos têm a abrangência e, sobretudo, a coragem necessária para trazer à tona tais revelações e os encaminhamentos que demandam e exigem? Sabemos também que há uma espécie de onda sendo seguida na instauração dessas necessárias comissões, pois, se por um lado parecem preencher uma demanda antiga de ajuste de contas com o passado, por outro correm o risco de resvalar no fisiologismo político que tem minado muito das clássicas boas intenções na luta pelo resgate da memória e dos direitos daqueles que foram perseguidos e vilipendiados pela Ditadura Civil-Militar. Diretoria da Adunifesp-SSind – Gestão 2013-2015

Assessoria Jurídica ajuizou três importantes ações coletivas em agosto Nos primeiros dias de agosto a Assessoria Jurídica da Adunifesp protocolizou três importantes ações que reivindicam direitos dos docentes: a devolução da contribuição previdenciária incidida sobre o abono de férias no período de agosto de 2009 a fevereiro de 2012; a suspensão de imposto de renda sobre abono de férias e devolução de retroativos; e o pagamento de adicional de insalubridade aos docentes a contar da instauração das condições de trabalho insalubre. Em função da complexidade do tema, uma quarta ação em relação a aproveitamento de tempo de serviço realizado em outra IFE, para fins de progressão na carreira, ainda não foi ajuizada, mas o será em breve. Mais informações podem ser consultadas em matéria publicada aqui ou diretamente com a Assessoria Jurídica da Adunifesp, que continuará informando seus associados sobre qualquer novidade dos processos. Toda primeira terça-feira do mês, das 9 às 12 horas, a assessoria realiza um plantão na sede da entidade. Agende sua consulta pelo e-mail secretaria@adunifesp.com.br ou pelos telefones 5549 2501 ou 5572 1776.

59º Conad do ANDES-SN acontece entre 21 e 24 de agosto em Aracaju (SE) Cerca de 250 docentes, de todas as regiões do país, são esperados no 59º Conselho do ANDES-SN, que será realizado em Aracaju (SE) entre os dias 21 e 24 de agosto. Além de marcar a posse da nova diretoria que estará à frente do ANDES-SN nos próximos dois anos, o 59º Conad tem como objetivo atualizar o plano de lutas da entidade aprovado para 2014, a partir do tema central “Luta em defesa da educação: autonomia da universidade, 10% do PIB exclusivamente para a educação pública”, e exercer o papel de conselho fiscal. Entre as pautas que serão discutidas no 59º Conad, está a luta pela aplicação imediata dos 10% do PIB exclusivamente para a educação pública, pela carreira docente, contra a privatização dos Hospitais Universitários por meio da Ebserh e contra o Funpresp, além do enfrentamento à privatização do sistema de aposentadoria e à criminalização dos movimentos sociais e sindicais. O caderno de textos do 59º Conad pode ser conferido aqui.


Encontro Nacional define plataforma de lutas pela Educação Pública Durante três dias, mais de dois mil representantes de movimentos sociais, sindicais e populares de todo o país debateram os rumos da educação no Brasil Os gritos uníssonos de “10% do PIB para a Educação Pública, Já!” marcaram o término do Encontro Nacional de Educação (ENE), realizado no Rio de Janeiro, neste final de semana (8 a 10). Durante três dias, mais de dois mil participantes, vindo de todas as regiões do Brasil, se reuniram no Rio de Janeiro para discutir ações de luta em resposta ao processo de aprofundamento da precarização e mercantilização da educação pública no Brasil. A plenária de encerramento do ENE teve início com a leitura dos resultados dos grupos de discussão, realizados durante a tarde de sábado, e apresentados pelos relatores. Todas as propostas apresentadas serão incluídas nos anais do Encontro e servirão de base para as discussões dos próximos encontros e debates. Segundo informe da mesa, coordenada por Paulo Rizzo, diretor do ANDES-SN, após o ENE será elaborada uma cartilha com a plataforma de lutas em defesa da educação apontada pelo encontro. Moções de apoio à luta dos trabalhadores da educação no México, ao povo palestino, à greve das universidades estaduais de São Paulo, à greve dos trabalhadores da educação do Piauí, contra a criminalização dos movimentos sociais, entre outras, foram apresentadas durante a plenária. Ao final, foi feita a leitura da carta do Rio de Janeiro, manifesto do Encontro Nacional de Educação, que traz a sistematização dos sete eixos que nortearam os debates tanto do evento nacional quanto dos encontros preparatórios, realizados no primeiro semestre deste ano. No documento, aclamado pela plenária, os participantes indicaram a constituição de comitês estaduais em defesa da escola pública, a realização, nos estados, na segunda quinzena de outubro, de um dia de luta em defesa da educação pública e a realização, em 2016, do II Encontro Nacional de Educação, precedido de encontros estaduais. Para Samantha Lopes, coordenadora-geral do Sinasefe, que fez a leitura do manifesto, o documento inaugura um novo marco de aglutinação dos trabalhadores da educação e dos estudantes na perspectiva de pautar a construção de um projeto de educação construído pelos trabalhadores e para os trabalhadores. “Agora é dar continuidade nesse espaço de unidade e começar a materializar um projeto de educação do povo brasileiro, construído nesses moldes”, apontou. Na avaliação de Paulo Rizzo, o ENE foi, em todos os sentidos, uma vitória, porque é resultado de uma discussão que envolveu milhares de pessoas pelo Brasil afora, sobretudo no último mês, debatendo as demandas da educação pública, buscando se contrapor às lógicas privatizantes da educação no país. “Ao reunir mais de duas mil pessoas, dois mil lutadores em defesa da educação pública, o encontro teve uma unidade muito grande nas discussões e expressou maturidade na aglutinação de forças. Foi um espaço de unidade na ação, no qual as divergências existem, mas são trabalhadas, e se priorizou o que é unitário para construir o enfrentamento às políticas governamentais e à visão privada da educação. Creio que, a partir de agora, vamos ter a possibilidade de repercutir muito mais as lutas em defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada”, destacou o coordenador da mesa da plenária final. Fonte: Encontro Nacional de Educação com edição da Adunifesp-SSind.


Ato em SP pressiona governo por mais verba para universidades estaduais Na quinta feira, (14), professores, técnico-administrativos e estudantes realizaram o maior ato da greve contra a decisão dos reitores de conceder “reajuste zero” para os trabalhadores das três universidades estaduais paulistas. Mais de 2.500 manifestantes, representando as três categorias da USP, Unesp e Unicamp marcharam da USP até o Palácio dos Bandeirantes, no bairro do Morumbi. O objetivo da manifestação era pressionar o governo estadual contra o arrocho salarial e cobrar mais verbas para as universidades. “A nossa greve atravessou a Copa e os reitores acharam que a gente não ia conseguir; a nossa greve atravessou julho e os reitores achavam que a gente não ia conseguir; a nossa greve deve crescer e já cresceu em agosto e os reitores vão ter que nos engolir! Vão ter que negociar conosco!”, disse João da Costa Chaves Júnior, da Associação de Docentes da Unesp (Adunesp) – Seção Sindical do ANDES-SN. Magno de Carvalho, diretor do Sintusp, ressaltou mais uma vez que a greve se pauta na defesa da universidade pública: “Nós temos claro que a luta que nós estamos travando na USP, na Unesp e na Unicamp não é apenas por salário, não é uma luta apenas contra o arrocho salarial. Nós estamos defendendo nessa luta a própria universidade pública, gratuita e de qualidade, que está sendo ameaçada de sucateamento e de privatização”. Demissões Outro fator que indignou a todos os presentes e marcou muitas das falas foi a matéria publicada pela Folha de S. Paulo, que atribui à Reitoria da USP planos de obter a demissão voluntária de 3 mil funcionários, reduzir a jornada e o salário de docentes e repassar o Hospital Universitário da USP (HU) à Secretaria Estadual de Saúde. “Acabou de chegar nas nossas mãos e foi publicado na Folha de S. Paulo que já estão entregando o Hospital Universitário para a Secretaria Estadual de Saúde e a gente sabe o que quer dizer isso: é a destruição do hospital! Hoje o Hospital Universitário é considerado o melhor hospital público de São Paulo apesar de já estar sendo sucateado, e eles vão entregá-lo, como já entregaram o Hospital de Bauru!”, afirmou Magno. A esse respeito, o professor Ciro Correia, presidente da Adusp – Seção Sindical, leu nota publicada pela entidade. Já no Palácio dos Bandeirantes, após cobrança dos manifestantes, o governo recebeu uma comissão do Fórum das Seis, que reúne representantes dos três segmentos. Foram apresentadas as propostas do Fórum, as mesmas que foram discutidas na véspera do ato, em reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Planejamento da Assembleia Legislativa de SP (Alesp), entre elas a imediata interrupção dos descontos relativos à Habitação, o repasse imediato de 0,7% da QPE do ICMS a ser depositada até outubro de 2014, acréscimo correspondente a esses 0,7% aos 9,57% constantes na Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015 e a elevação, na LDO de 2016, para 10% do total do produto do ICMS para as universidades estaduais paulistas. A comissão foi recebida por dois representantes da Casa Civil, aos quais foi relatada a situação atual de total intransigência do Conselho de Reitores (Cruesp) e a necessidade de mais recursos para as universidades. Os representantes da Casa Civil alegaram que a questão deveria ser tratada na Alesp, ao que a comissão respondeu que o aumento do repasse só não foi incluído na LDO de 2015 devido à posição contrária do Palácio dos Bandeirantes. Ficou aberta a possibilidade de uma reunião com o secretário estadual da Fazenda nas próximas semanas. Fonte: Adusp-Seção Sindical com edição do ANDES-SN

Boletim Adunifesp #11 (agosto de 2014)  

Boletim Adunifesp-SSind #11, gestão 2013-2015, publicado em 20 de agosto de 2014. Jornalista responsável: Rodrigo Valente; Projeto gráfico e...

Boletim Adunifesp #11 (agosto de 2014)  

Boletim Adunifesp-SSind #11, gestão 2013-2015, publicado em 20 de agosto de 2014. Jornalista responsável: Rodrigo Valente; Projeto gráfico e...

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