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fobias Batracofobia - medo dos anfíbios, tais como sapos, salamandras, etc... Batofobia - medo das alturas ou de estar perto de edifícios altos.

A distância mais longa é entre a cabeça e o coração. (Thomas Merton) A dor é o pai, e o amor é a mãe da sabedoria. (Ludwig Borne)

Batonofobia - medo das plantas.

A dor possui um grande poder educativo: faz-nos melhores, mais misericordiosos, mais capazes de nos recolher em nós mesmos e persuade-nos de que esta vida não é um divertimento, mas um dever. (Cesare Cantú).

Barofobia - medo da gravidade.

A dúvida é o começo da sabedoria. (Segurs)

Balistofobia - medo dos mísseis ou das balas.

A dúvida é o sal do espírito, sem uma pitada de dúvida, todos os conhecimentos em breve apodreceriam. (Émile-Auguste Chartier)

Basofobia ou Basifobia - medo de andar ou de cair.

Bacteriofobia - medo das bactérias. Bacilofobia - medo dos micróbios. Clinofobia - medo das camas. Ciofobia - Medo das sombras. Colpofobia - medo dos genitais, particularmente femininos. Coinonifobia - medo dos quartos. Cleptofobia - medo de roubar.

A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida. (John Dewey) A educação, se bem compreendida, é a chave do progresso moral. (Allan Kardec) A espécie de felicidade de que preciso não é tanto a de fazer o que eu quero, mas a de não fazer o que eu não quero. (Jean-Jacques Rousseau)

Catisofobia - medo de se sentar.

A esperança consciente é força. (Paulo Coelho)

Catagelofobia - medo do ridículo.

A esperança é cheia de confiança. É algo maravilhoso e belo, uma lâmpada iluminada em nosso coração. É o motor da vida. É uma luz na direção do futuro. (Conrad de Meester)

Cipridofobia ou Ciprifobia ou Ciprianofobia ou Ciprinofobia - medo das prostitutas ou das doenças venéreas. Cinofobia - medo dos cães ou da raiva. Cimofobia - medo das ondas ou de movimentos ondulatórios. Ciclofobia - medo das bicicletas.

Papeleta é um jornal editado por Adrovando Claro(DRT RN 531 RF) Contato: folhagratis@bol.com.br

Ano 1 - 01 - Natal - RN

A educação é para a alma o que a escultura é para um bloco de mármore. (Joseph Addison)

Cinetofobia ou Cinesofobia - medo dos movimentos.

Cainofobia - medo de qualquer coisa que seja nova.

Papeleta

A esperança é o alimento de nossa alma, ao qual sempre se mistura o veneno do medo. (Voltaire) A esperança é o único bem comum a todos os homens; aqueles que nada mais têm ainda a possuem. (Tales de Mileto) A esperança é um bom café da manhã, mas um péssimo jantar. (Francis Bacon) A esperança inquebrantável é força. A esperança mesclada de dúvida é covardia. A esperança mesclada de temor é fraqueza. (Gurdjieff) A esperança não é um sonho, mas uma maneira de traduzir os sonhos em realidade. (Suenens)

Modelo: Lorena Medeiros foto: Adrovando Claro


Grandes Inventos Charadas Qual o nome do homem que possui todas as vogais?

Baralho

Book

R: Aurélio Como é que turco toma Viagra? R: Ele pega o comprimido, dá uma lambidinha e olha pra baixo. Dá outra lambidinha e olha pra baixo. Quando começa a fazer efeito ele embrulha a pílula e guarda. Qual o cúmulo da paciência? R: Vomitar de canudinho. Por que a água foi presa? R: Porque matou a sede. Onde é que se entra pela frente para deixar os fundos?

Bolo de Aniversário Parece ter surgido na Grécia antiga, em homenagem à deusa da caça, Ártemis, que era reverenciada no dia 6 de todos os meses. Acredita-se que as velas representavam o luar. Segundo a mitologia, era a forma pela qual Ártemis protegia a Terra. O costume permaneceu restrito à Grécia até ao século XIII, quando surgiu na Alemanha. Os camponeses alemães inventaram a moda da Kinderfeste (festa infantil), que começava ao raiar do dia, quando as velas eram acesas e a criança acordada com a chegada do bolo. Havia sempre uma vela a mais do que a idade da criança, que significava a luz da vida. O aniversariante devia apagar as velinhas de uma vez só, fazendo um pedido, que só se realizaria se permanecesse em segredo.

R: No banco. Um frango já está pronto para comer com duas semanas de vida? R: Claro, senão ele morre de fome. Vocês sabem onde o Tony Curtis? R: No mesmo lugar onde o Johny Metis e onde o B.J. Thomas... O que dá o cruzamento de pão, queijo e um macaco? R: X-panzé. Quando é que um supersticioso se veste com medo? R: Quando ele abotoa o paletó. Sabe qual o sonho de todo pedaço de pano? R: Virar um bikini.

Não se sabe ao certo nem quando nem onde os jogos de cartas apareceram pela primeira vez. Provavelmente, as cartas surgiram na China, no século X. No início eram simples tiras de papel, marcadas com conchas de pedras, flechas e ossos, usadas em rituais de adivinhação. Por volta do ano 1300, as cartas chegaram à Europa, levadas pelos árabes. Eram conhecidos como tarots, em baralhos de 22 cartas. No final do século XVI, apareceu o baralho moderno, de 52 cartas, deixando o tarot apenas para as previsões. Os naipes mais comuns eram taças, moedas, espadas e bastões. De França, o baralho ganhou o mundo, e os naipes evoluíram até aos actuais copas, ouros, espadas e paus.

Modelo: Thays Alessandra foto: Adrovando Claro

Continência A saudação militar nasceu nos tempos medievais. Os cavaleiros costumavam apresentar-se ao Rei antes das batalhas. Sua Majestade queria ver nos olhos dos soldados "o brilho da confiança e do amor ao Rei". Como estavam sempre de armadura, os soldados eram obrigados a levantar a viseira que lhes cobria os olhos. Faziam isso com a mão direita, pois a esquerda conduzia a espada. Desde então, em respeito às autoridades, surgiu o sinal de continência.

Papeleta 01  

jornal de cultura e lazer, Natal, Brasil.

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