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AO SABOR DA PENA

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Grupo de “Inteligência Emocional”: Da esquerda para a direita: Patrícia Leitão, Ana Silva, Ana Antunes e Márcia candeias.

Como surgiu a ideia de trabalhar estas temáticas? I.E. – Ao lermos uma notícia numa revista acerca deste tema, o mesmo despertou-nos alguma curiosidade, assim decidimos trabalhá-lo. V.R. - Como era um tema a abordar em Educação Sexual, então, para não perdermos tempo nas aulas a abordar este tema, decidimos abordá-lo nesta área. Que dificuldades encontraram no início? V.R. – No início, foi complicado porque não fazíamos a menor ideia por onde começar. Como já dissemos, este é um tema muito complexo e acontece todos os dias das mais variadas formas e nas mais variadas relações. I.E. – No início foi um pouco difícil porque não sabíamos bem por onde começar, mas como somos mulheres de garra filámos o projecto com unhas e dentes. Como foram ultrapassando esses obstáculos? I.E. – Através de estudos, pesquisas, e a preciosa ajuda de especialistas na área. V.R. – À medida que surgiam, fomos encontrando alternativas e/ou soluções e com a ajuda de todas, conseguimos. Quem colabora convosco? V.R. e I.E. – Parceiros vários, tais como, Projecto de Educação para a Saúde da nossa escola, Câmara Municipal de Penamacor, Cáritas Dioce-

Grupo de “Violência nas Relações”: Da esquerda para a direita: Adriana Adelino, Dalila Pelicano, Cláudia Salvado e Cristiana Pereira.

sana da Guarda, Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas, da Guarda Nacional Republicana de Castelo Branco, Associação de pais e Agrupamento Escolas Ribeiro Sanches de Penamacor. Que actividades já desenvolveram para a comunidade e que outras têm na manga? I.E. – Diversas: jogos sobre Inteligência Emocional para os 5º e 6º anos e comemoração do Dia de S. Valentim com actividade “ Coloca a tua mão e receberás um coração”. Temos também agendada uma palestra sobre “Inteligência Emocional Para os Mais Novos”, dia 4 de Março, levada a cabo pela psicóloga Elina Duarte, a comemoração do Dia Internacional da Mulher, onde cada mulher da escola é chamada a dar o seu testemunho e do Dia do nosso Patrono Ribeiro Sanches, com a “Árvore Ribeiro Sanches”, sempre na linha do ser e do sentir. V.R. - Várias: largada de balões como símbolo de liberdade no Dia da Eliminação da Violência Contra a Mulher, 25 de Novembro; construção de um puzzle gigante em forma de coração, com peças elaboradas pelos alunos, para comemorar o Dia de S. Valentim; Convidámos um ex-alcoólico recuperado e uma ex-vítima de violência doméstica, bem como a directora do Centro de Apoio à Vida da Caritas Diocesana da Guarda, para testemunharem junto dos nossos alunos. Tencionamos também assinalar o Dia Internacional da Mulher com uma venda de objectos alusivos à não-violência, por nós elaborados, cuja receita reverterá a favor do Centro de Apoio à Vida da Caritas Diocesana da Guarda.

Já pensaram no produto final? V.R. – Já pensámos no produto final, mas as ideias são muitas e ainda não chegámos a um consenso. I.E. – Exactamente, ainda não, só sabemos que queremos divulgar o mais possível este conceito. Quando pensam apresentá-lo ao público? V.R. e I.E. – À nossa comunidade, em Maio, e no dia 28 desse mesmo mês, em Vilar Formoso, no Pavilhão Multiusos (Sessão final; Exposição global; Convívio geral; Envio de “embaixadores”…), conjuntamente com as escolas de Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida, e Sabugal, que connosco integram o projecto “100 Muralhas” da Caritas Diocesana da Guarda. Que balanço fazem do vosso projecto? I.E. – Um balanço positivo, pois podemos adquirir novos conhecimentos e com isso temos a certeza que melhoramos as nossas relações com os outros. V.R. – Numa fase inicial pensámos que desenvolver um projecto destes seria mais complicado do que se revelou. Não queremos com isto dizer que foi tarefa fácil, mas aprendemos que trabalhar em grupo não é apenas dividir tarefas e que nem sempre é fácil depender do trabalho de terceiros. Foi um caminho cheio de curvas, surpresas e algumas falhas, mas com a ajuda e conselhos que nos foram prestados, superámos o desafio.

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Viver 17 - Desportivamente na BIS  

Pensar o desporto de âmbito local como uma alavanca de dinâmicas sócio-culturais para o desenvolvimento de um território "física e intelectu...

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Pensar o desporto de âmbito local como uma alavanca de dinâmicas sócio-culturais para o desenvolvimento de um território "física e intelectu...

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