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Disponibilização: Flor de Lótus Tradução: Flor de Lótus Revisão: Eloisa, Tati Revisão Final: Eddi Dapper Leitura Final: Violet Jones Formatação: Flor de Lótus


She’s Mine Sam Crescent

Drew Reynolds é um homem trabalhador. Ele não é rico, não é extravagante, mas quando ele encontrá-la, ela será a única. Durante sete anos ele somente tem existido, até Raven Howard finalmente retornar à cidade. Ele vai possuir cada parte dela, e vai ficar claro para todos que ela pertence a ele. Raven se lembra de Drew. Ele era o cara que se destacava dos demais. No entanto, ele é o bad boy que todas as meninas queriam... e tiveram. Como ela se apaixonou por um cara assim? Ele não aceitará um não como resposta. Ela está de volta, e ele vai pegá-la. Haverá um final feliz, ele não permitirá nada menos do que isso.


Drew Reynolds bateu na mulher abaixo dele. Ele não ligava para os ruídos que ela fazia, nem pelo modo como ela estava gritando seu nome. Ele era um amante muito habilidoso e sabia exatamente o que fazer com seu pau de 25cm. Por isso as mulheres o procuravam. Elas não estavam atrás do dinheiro dele, ele não tinha nenhum, ou de sua companhia agradável, ele não estava interessado em conversa fiada. A pequena Francine Luderman só queria ter o prazer de seu pênis, especialmente porque ela ia se casar amanhã. Ele não dava a mínima que estava fodendo a mulher de outro homem, mas não dependia dele manter a esposa sob controle. Na verdade, essa mulher em particular, pertencia a um velho amigo, mas Drew não a via há muito tempo. Quando ele se lembrou, havia um rosto de mulher em sua mente, Raven, mas logo ele afastou a imagem dela


de seus pensamentos. As memórias dela eram muito dolorosas, e ela ainda tinha que retornar de sua viagem. —Oh, é isso baby, me foda com essa porra de pau grande. Ele afundou nela mais do que nunca. Ela ofegou, gritando enquanto ele prendia os braços acima da cabeça e cobria sua boca com a dele. Ele não estava disposto a ouvi-la. A cabeceira da cama bateu contra a parede. Amanhã ela provavelmente estaria de volta, ou outra mulher que achava que ela era melhor do que ele tentaria tirar o que ele podia dar. O que cada mulher não sabia era o fato que ele estava feliz em dar o que elas queriam. Como elas sempre procuravam por ele, ele nunca tinha que sair à caça de uma boceta. Elas tornaram tudo mais fácil, vindo até ele. Girando os quadris dela, ele foi profundo dentro dela, fazendoa aguentar tudo. Ele viu a dor brilhar em seus olhos e mentalmente se amaldiçoou. Elas queriam o pau dele, desde que ele não causasse dor a elas. Fechou seus olhos, dirigiu-se para ela e finalmente gozou, derramando seu esperma na camisinha. Ele nunca fodia essas putas sem preservativo. Elas eram todos iguais. Ricas, imprudentes e não mereciam respeito. Cada uma delas iria ignorá-lo na loja


durante a semana, ou torcer o nariz para ele, mesmo que tenham apreciado o que ele deu a elas. Mais uma vez, Drew não dava a mínima, porque ele não gostava delas, nem se importava para suas grifes de merda. A camisinha estava cheia, e ele estava entediado. O lançamento tinha sido... sem brilho. Saindo do meio de suas pernas, ele limpou a mão na saia dela, que estava enrolada em torno de sua cintura. —Uau, Drew, você fica cada vez melhor. Tenho tanta sorte que ainda não encontrou uma mulher, mas duvido que alguma mulher seria capaz de resistir a você.— Ele se levantou, tirou o preservativo e usou alguns lenços de papel para limpar o pau. Jogou tudo no lixo e puxou a calça jeans. —Saia. Eu tenho que trabalhar. —Desculpe—? Perguntou Francine, sentando-se. Agora que ele tinha que encará-la, viu sua falta de seios e seus quadris ossudos e ficou pensando como diabos ele conseguiu ficar excitado. Ela parecia faminta. Ele duvidou se algum dia ela já tinha comido uma boa refeição, e sua tez pálida foi muito broxante. —Você é surda?— Ele perguntou.


Não havia necessidade de manter uma conversa educada. Francine estava olhando perplexa, mas a verdade era que, se deixasse, elas o rebaixariam. Ele era apenas um trabalhador burro de fazenda, que não significava nada. As chamadas damas finas da sociedade achavam que estavam acima do trabalho duro, seus pais e maridos, lhes proporcionavam uma boa vida. Ele não estava interessado em uma princesa mimada. Elas eram boas para foder, mas a verdade era que ele não queria elas em sua casa para mais nada. Esta noite, quando voltasse, ele tiraria os lençóis e limparia tudo, para tirar o cheiro dela. —Não acredito que você está me desrespeitando. Depois de tudo que fiz. —Você veio para uma foda de um pau que não pertence ao seu homem. Sem dúvida que ele tem seu próprio pau e também sabe meter fundo em uma mulher. —Não vejo qual é o seu problema. Eu estava fazendo um bom trabalho para você. —Eu estava entediado, e a sua gritaria parecendo uma atriz pornô, me irritou. Queria que você calasse a boca.— Ela agarrou seu chapéu e como fazia sol lá fora, isso iria salvá-la da insolação. —


Apresse-se. Tenho certeza que uma menina ocupada como você tem que fazer as unhas. —Não sei porque me incomodo vindo até você. Ele também não sabia, mas ela estaria de volta. Elas sempre voltavam. Quanto mais as tratava mal, mais elas voltavam, podia fazer o que quisesse. Uma das mulheres, por incrível que pareça, amiga dela, até o fez comer seu cu, só para fazer algo mais que suas amigas. Ele não entendeu, e também não estava interessado em descobrir. Cinco minutos depois, Francine estava em seu carro, dando-lhe o dedo, e ele entrou em sua picape, indo em direção ao rancho O'Donald, onde ele estava trabalhando desde que ele podia andar. Ele sempre foi com seu pai para trabalhar antes de ir para a escola. Ele começou a trabalhar lá oficialmente, depois que terminou a escola aos dezoito anos. Drew tinha sido o braço direito do pai antes de morrer. Até hoje ele lembrava o Senhor Drew Reynolds dizendolhe que um verdadeiro homem trabalhava por sua conta. Eles não precisavam de merda chique na vida, se preocupando com um monte de figuras em uma tela.


O amor de uma boa mulher, boa comida e boa vida, era o que precisava na vida. Drew acreditava em seu pai, vendo que ele tinha sido um homem feliz e morrido aos setenta anos de idade, tendo-o tido tarde na vida. Ainda assim, ele deixou a mãe em uma dessas casas de repouso que a ajudavam a se locomover. Ela teve um ataque cardíaco há um ano atrás, e ela não queria que ele a tirasse de lá. Drew teria feito isso, mas ele a deixou tomar suas próprias decisões. Uma delas sendo que ela morreria onde quisesse. A mãe dele, Doreen, tinha decidido que não faria como seu pai quando ele morreu, seria muita morte para seu filho. Ela não ia permitir que ele visse mais nada. Ele a visitava toda a semana, sem falta. Entrando no rancho, ele estacionou na cabine dos funcionários e se dirigiu para a parte de trás, onde Seymor O'Donald normalmente estava esperando. Ele tinha mais de cinquenta homens para cuidar dos campos, do gado e dos cavalos. A O’Donald era mais do que uma fazenda de gado. Ele emprestou para as escolas, e eles tinham uma pequena fazenda perto do rio para que crianças pudessem ver os animais de estimação. Havia uma escola


de equitação também. O ' Donald também tinha uma prateleira no mercado para suas melhores ervas e legumes. Vários dos caras estavam esperando, e Drew estava de pé ouvindo. Ele sabia o que tinha que ser feito hoje. O gado precisava ser removido para outro campo, para permitir que a vegetação voltasse a crescer. Depois haveria a alimentação, verificando as cercas, para então terminar o seu duro dia de trabalho, Drew gostava de entrar na seção de vegetais e ajudar a colher alguns dos frutos que a terra tinha a oferecer. O ' Donald os colocou em seus empregos, e Drew fez uma parceria com Brice, outro fazendeiro bruto como ele. Drew não estava interessado em possuir qualquer uma das suas terras, ou ter que manter os livros ou se preocupar com os preços. O ' Donald tinha quase falecido há mais de vinte anos, porque o preço da carne caíra tanto. Se não fosse pela esposa de O'Donald na época, ele nunca teria expandido o rancho para permitir que outras receitas mantivessem o gado vivo. A esposa de Seymor, infelizmente, havia falecido há cinco anos, e ele nunca saiu com outra mulher, ou sequer olhou para outra. Drew realmente gostava de Julia. Ela tinha sido uma mulher doce. —Você ouviu que tem um nova garota que começou na Cathy?— Brice perguntou.


Desde que Julia tinha morrido, eles tiveram que pedir sua comida para Cathy. Ela era uma espécie de cozinha industrial. Sua pequena padaria também se expandiu para o rancho, cozinhando refeições frescas todos os dias para o pessoal da fazenda. —Não, eu não ouvi. —Uma coisinha linda. Aparentemente ela morava aqui e foi explorar o mundo, e agora ela está de volta. —Não tenho a menor ideia. Não dê ouvidos às fofocas da cidade. —Aposto que você não faz. A maioria das fofocas é sobre você, transando com as mulheres locais. Drew deu de ombros. —Eu nunca fui o favorito das mulheres. Elas tendem a ser mal-intencionadas, e não estou interessado em drama. —Eu tenho uma pergunta para você. Eu sei que você não fala, mas Francine — ela percebe que é tão alta e poderosa? —Brice, eu já disse, eu não falo sobre as mulheres que não tive.— Drew sorriu para o amigo. —Droga, mano. Uau, eu nem consigo acreditar. Ela acha que você é um maldito inocente


Não quando seus tornozelos estavam ao redor de seu pescoço quando ele a penetrou, mas Drew nunca foi de falar merda. Além disso, Brice não contava a ninguém, e ele tinha seu próprio quinhão das mulheres que ele gostava de foder, incluindo Cathy. —É melhor fazer logo esta merda. Será um longo dia, —disse Brice.

***

—Você perdeu muito desde que você foi embora,—, disse Cathy. —Eu não posso acreditar que Julia morreu. Ela era tão doce e amorosa. Eu a amava,— disse Raven Howard, mexendo a panela grande de chili. Ela havia sugerido bife com batatas, mas foi isso que Cathy enviou ao rancho O'Donald ontem. Os fazendeiros não gostavam sempre da mesma coisa, e era isso que eles estavam sempre mudando. —Foi uma época muito triste. Seymor realmente lutou, e foi quando eu ofereci a padaria para assumir o controle. Nós começamos apenas com sanduíches e pães doces, coisas assim.


Então ele perguntou se eu estava interessada em fazer refeições completas. Eu não podia recusar essa oferta. —Agora todos os dias você cozinha e entrega para eles?— Raven perguntou. —Sim e hoje vou te mostrar para que você possa me substituir. Raven mordiscou o lábio, mas voltou a mexer o pimentão enquanto Cathy terminava com o arroz. Mesmo que ela tenha viajado pelo mundo nos últimos sete anos, Raven ainda não era boa em conhecer pessoas. Sim, precisamos resolver isso. Ela teve mais de cinquenta empregos durante sua vida e em cada um ela tinha a esperança de sair de sua concha isolada, mas nada funcionou. Sete anos que ela viajou, passando meses em diferentes cidades. Ela não só tinha acabado de atravessar os Estados Unidos e América do Sul. Não, ela também passou pela Europa. Quando ela chegou em casa, fazia sete anos. Quando ela chegou na cidade na semana passada, seus pais ficaram animados por tê-la de volta. Eles pensaram que ela traria um homem de volta com ela. Era difícil não bufar para eles. Ela tinha dezoito anos, e uma vez que ela era desengonçada e tímida, não havia nenhuma chance. Felizmente, o cabelo grudado tinha dominado na semana passada desde que estava em casa e em vez de ficar parecendo


pontas desgastadas, na verdade ficava no lugar. Ela também não estava usando roupas demasiadamente largas, nem estava morando com seus pais. O dinheiro que ela tinha guardado durante suas viagens significava que ela tinha o suficiente para alugar um pequeno apartamento na cidade, acima da padaria de Cathy. Em seguida, ela tinha um emprego na padaria, visto que a maioria de seus trabalhos foram relacionados a culinária, e foi onde ela conseguiu a maioria de sua experiência, em restaurantes, lanchonetes e padarias ao longo do caminho. —Certo, eu tenho todos os ingredientes para os pães, bolos, e agora precisamos deste chili,— disse Cathy. Raven colocou a tampa, embrulhou tudo em papel alumínio antes de usar luvas para levá-lo até o carro. Ela usaria seu carro amanhã. Todo esse —encontro com os caras— não era justo. Cathy era a chefe e só trabalhava na loja. —Você está pronta, Raven?— Cathy perguntou. —Sim, eu acho.— —Os homens não mordem, a menos que você queira. Eles são muito queridos, e você vai se dar bem. Você também encontrará Brice.


Desde que voltou, trabalhando na padaria, Raven tinha ouvido muita fofocasobre Brice, metade dos tratadores da fazenda, e claro, Drew Reynolds. Quase todas as mulheres que entraram na padaria tinha algum escândalo para contar sobre o bad boy local. Drew era cinco anos mais velho do que ela, e só de pensar que o nome dele a lembrava das muitas vezes que o tinha visto em certas... posições. Isso era embaraçoso. Raven costumava visitar o rancho de O'Donald onde ele trabalhava e ela também o viu no fundo da biblioteca. Muitas das mulheres que fingiam achá-lo repulsivo, estavam implorando a seus pés. Ela tinha visto Francine, a atual donzela prestes a se casar com um advogado da cidade, de joelhos do lado de fora da biblioteca, dando a Drew Reynolds um bom trabalho de sucção em seu pau. Raven abriu a janela, abanando-se enquanto recordava as maneiras como tinha visto Drew transando com uma mulher. Muitas vezes nos últimos sete anos, desde que ela completou dezoito anos, ela se pegou pensando nele. Ainda assim, não havia como ele olhar para ela. Ele nunca fez no passado, então ele nunca iria agora. Viajando fora da cidade em direção ao rancho O'Donald, reconheceu a rota. Nada mudou desde que ela partiu há sete anos. Cathy falou sobre as últimas fofocas e coisas assim. Raven escutou, não se importando sobre o que estava


acontecendo na pequena cidade, mas sim fingindo ser a coisa nos dias de hoje. Já passava da uma hora quando elas finalmente chegaram no rancho, e Raven saiu vendo todos os homens à espera de sua comida. Elas tinham chegado atrasadas, e Raven sabia que ela tinha que fazer melhor amanhã. —Ei, rapazes, eu estou aqui, e eu tenho muita comida. Deixeme apenas me preparar. Um dos homens trouxe uma mesa, e Raven sorriu para ele. —Obrigada. Ajudando Cathy, ela carregou a mesa, desembrulhando tudo, e então elas começaram a servir a comida e as bebidas frescas também. Cathy fez as apresentações, deixando-os saber que Raven estaria assumindo. —Raven Howard, já faz muito tempo,— disse Seymor, aproximando-se dela e colocando o braço em volta dela. —Ei, Sr. O'Donald. Lamento muito pela sua esposa. —Você pode me chamar de Seymor. Julia teria amado ver você.— Ele segurou suas bochechas, sorrindo para ela. —Eu ouvi que você voltaria. Algum homem especial?


—Não, nada disso.— Suas bochechas coraram porque Seymor não falava baixinho. Vários tratadores estavam olhando para ela, situação que ela não estava gostando. Atenção não era algo com que ela se desse bem. —Bem, é a perda deles e o nosso ganho. Ela terminou de servir e notou que Cathy estava na ponta dos pés, tentando olhar para o campo. —Você está bem?— Raven perguntou. —Sim, eu estava apenas esperando ver Brice. Ele deveria estar aqui. —Há muita comida. —Ah, tudo bem. Vejo o caminhão. Ele está vindo pra cá. —Ok. Raven sorriu e conversou com cada um dos homens enquanto pegavam a comida e passavam. —Esse chili é incrível—, disse Seymor. —Obrigado Raven. Ela me disse para adicionar um pouco de chipotle no chili e um pouco de chocolate amargo. Não podia acreditar como ficou incrível. — As bochechas de Raven se


aqueceram novamente. Ela odiava a atenção extra, mas apenas sorriu. Na maioria das vezes, ela sorria e ficava sozinha. Foi como aprendeu a sobreviver sozinha. Como ela sobreviveu sete anos longe de casa? Nem mesmo ela tinha a resposta para esta pergunta. Foi completamente louco. O caminhão entrou no estacionamento onde todos os outros caminhões estavam, e Raven olhou para ver Drew Reynolds saindo do carro. O tempo o fez ainda melhor que a última vez que o tinha visto. Desviando o olhar, ela olhou para a comida e viu que não havia queijo suficiente. Inclinando-se para o carro, ela pegou uma bolsa e se virou. —Ei, baby, sentiu minha falta Raven se virou para ver um homem, claramente Brice, beijando Cathy na bochecha. —Encantador. Brice, gostaria que conhecesse Raven. Raven, este é Brice. —Howard, ah, eu lembro agora. Você é a garota que não foi para a faculdade, não é? — Brice perguntou, segurando a mão dela. —Não, eu acabei de chegar.— Quase todo mundo em seu ano tinha ido para a faculdade de uma forma ou de outra. Ela não


queria. Estudar é algo que ela não queria fazer, então ela aprendeu na estrada. —Não sei se você se lembra de Drew Reynolds. Ela não podia olhar para ele, então ela colou um sorriso no rosto e olhou para os olhos azuis mais intensos que já vira. Ela sempre adorou seus olhos, lembrando-a de um céu azul no verão, tão claro e brilhante. —Oi,— ela disse. Raven notou que a mão dele estava estendida na direção dela, então ela pegou, apertando a mão dele. Ela não sabia descrever a eletricidade que subia pelo braço, nem de onde vinha. Ele não disse nada por alguns segundos, simplesmente olhou para ela, segurando a mão dela com força. Quando ela tentou puxar a mão, ele não a deixou ir. —É ótimo ver você de novo. De novo? Quando ele a viu pela primeira vez? Oh droga, ela esperava que ele nunca a tivesse visto observá-lo com aquelas mulheres. Isso seria muito embaraçoso. Não poderia ser possível. —Igualmente.


—Vocês dois se conhecem?— Cathy perguntou. —Eu morava aqui. Conheço ele. —Sim, é isso,— ele disse. Ela sorriu mesmo enquanto tentava lutar contra o embaraço. Não havia como confundir o brilho nos olhos dele. Drew percebeu que ela estava observando. —O que traz você para casa?— ele perguntou. —Saudades de casa. Eu senti falta deste lugar. —Você está trabalhando para Cathy agora? —Sim, esse é o plano. Não tenho muito mais planejado, e ela teve a gentileza de me deixar trabalhar para ela. —Gentileza? Querida, você ganhou mais do que o seu conhecimento culinário. Estou muito feliz por você ter vindo à minha loja e ao meu apartamento e não ao de Barbara. A mulherzinha que é dona do restaurante do Bobby’s Bar.— Cathy segurou seu ombro. —Agora você é toda minha. —Conhecimentos culinários?— Drew perguntou.


—Sim, nossa garota aqui tem estado em todo o mundo, conseguindo emprego em todos os tipos de restaurante e outras coisas. —Não é nada. Eu tinha que pagar minhas despesas de viagem, e cozinhar é algo que eu gosto de fazer.— Ela não gostou de toda essa atenção. Especialmente de Drew, que ainda não tinha soltado a mão dela. —Você vai deixá-la servir você?— Brice perguntou. —Claro!— Drew levantou a mão para cima, pressionando os lábios com o nó dos dedos. —É bom ver você novamente. Oh, cara. Sua calcinha ficou molhada. Drew era um bad boy. Era uma pena que seu corpo virgem nunca conhecesse o tipo de prazer que ele poderia conceder. Não havia como um cara como Drew olhar para uma mulher como ela.


—O que foi isso?— Brice perguntouDrew comeu sua comida, apreciando a profundidade picante do sabor da pimenta. A pequena Raven Howard estava de volta, e desta vez, ela não era mais uma garotinha. Desta vez, ela era toda mulher, e seu pau inchou no pensamento de todas as coisas pecaminosas que ele poderia fazer com ela. Havia cinco anos entre eles e não havia nenhuma maneira como ele violar a lei, apenas para ter o gostinho da garota que costumava vê-lo. Ela não era uma mulher, naquela época, mas ela era agora. Raven era toda mulher, e ele queria experimentar. O rubor em suas bochechas, e o modo como ela lutava para manter o olhar dele e também a maneira que a mão dela ficava úmida — Drew sabia sem sombra de dúvida que ela estava pensando em todas as vezes que tinha tropeçado nele. Ele não tinha vivido como um monge. Claro que ele não tinha. A partir do momento que ele poderia pegar seu pau e uma mulher para montálo, era exatamente o que ele estava fazendo. Claro, ele não tinha


cruzado o caminho deRaven. Ela era muito jovem. Quando ele a notou com o canto do olho, ele ficou desconfortável no começo, mas quando seus olhos de dezoito anos de idade o observaram pela última vez no celeiro atrás do escritório de O'Donald, ele estava determinado a tê-la. Drew não conseguia nem lembrar o nome da mulher, mas ele a tinha inclinado sobre uma caixa e estava transando com tanta força, que ele teve que cobrir a boca para mantê-la em silêncio. Raven estava trabalhando no rancho,mas ele raramente a via como ela, já que ela estava com Julia na época. Claro, uma vez que ele a viu, sabia que ela era maior de idade, ele estava planejando convidála para sair. Raven o intrigara, mesmo naquela época. Ela tinha esses olhos castanhos escuros, tão escuros que pareciam quase pretos. Cabelos castanhos espessos, tão macios que o fez querer passar os dedos por eles. Olhando para ela agora, ele viu que ela ainda mantinha o comprimento, que ele gostava. Isso o fez querer pegá-la, enrolar esse comprimento em torno de seu punho e fodê-la com muita força. Droga, seu corpo era muito gostoso. Sem arestas ou ossos duros. Era toda mulher, todas as curvas e aqueles seios. Ele ia tê-la nua por baixo dele e gritando seu nome. Perguntar a ela não fora planejado na época. O que Drew não percebeu eraque aquele tinha sido o último dia de Raven no rancho.


Ela tinha ido para casa, e ele decidiu deixá-la até o dia seguinte, apenas para descobrir que ela tinha ido embora. Ele perdeu a sua chance e, ao longo dos anos, ele pensou sobre ela. Drew tinha pensado muito nela. Nada o havia preparou para hoje. Ele notou que alguns caras subiram em segundos e começaram a conversar com ela. —Não joguem conversa fora, Raven Howard é minha. —Sério, cara? Ela acaba de voltar para casa, e você já está fazendo uma reivindicação. —Ela é minha. Certifique-se que todo cara saiba. Se alguém chegar perto dela ou tentar ficar com ela, vai acabar com os ossos quebrados. — Dando outra mordida no chili, ele ficou satisfeito ao ver que ela não encorajava o interesse deles. —Esta é a razão pela qual que ainda não encontrou uma mulher?— Brice perguntou. —A mulher certa, filho, é a mulher que você não consegue parar de pensar. Elarasteja dentro de você e tudo que você pode pensar é estar com ela, amá-la, protegê-la. Quando você encontrar uma mulher assim, nunca deixe-a ir. As palavras de seu pai eram algo que ele tinha vivido. Nenhuma das outras mulheres que ele fodeu já tinha acendido uma vela para


esta mulher. E ele jádeixara ela escapar uma vez, e antes dela chegar hoje no rancho, ele só estava meio vivo. Drew percebeu, naquele momento, que ele estava esperando ela voltar para ele. Agora que ela estava de volta, ele não iria deixá-la ir. Como eles foram os últimos a chegar, eles foram os últimos a terminar. —Você quer um pouco mais de chili ?— Raven perguntou. Brice pousou a tigela e pegou a mão de Cathy, puxando-a contra ele. As bochechas de Raven voltaram a ficar vermelhas. —Não, eu estou bem. Você vai embrulhar alguns para eu levar para casa? —Hum, não sei. Cathy? —Sim, embrulhe. Drew não sabe cozinhar merda nenhuma e ele sempre leva as sobras para casa,— disse Cathy. Um segundo depois seus lábios estavam colados em Brice, e não havia como separar os dois. —Faz muito tempo—, disse Drew. —Sim, sete anos. —Você não voltou para o rancho.— Ele viu quando ela pegou o chili, sua mão tremendo um pouco. —Eu vim para me despedir de você.


—Você veio?— ele perguntou. Seria possível que esta mulher corasse mais profundamente? — Você estava... ocupado. —Sim, você gostou de assistir, não é? Ela olhou para cima, e ele teve uma chance de olhar para aqueles profundos olhos castanhos. Eles realmente estavam perfeitos no que lhe dizia respeito. —Não sei o que você quer dizer,— disse ela. —Não minta, Raven. —Bem, pelo que eu ouvi não mudou muita coisa —Quanto tempo você está aqui? —Uma semana. Comecei a trabalhar para Cathy há alguns dias. —Por que você está apenas aparecendo no rancho?— ele perguntou. Drew estava acostumando com as fofocas sobre ele. Normalmente eram as cadelas que montavam em seu pênis que tinham coisas desagradáveis para dizer. Ele não gostou de pensar que Raven tivesse ouvido tais coisas. Agora que ela finalmente voltou, aquelas mulheres nem sequer iriam dar uma olhada. Não agora, nem nunca mais.


—Estava lidando com a loja. Eu tenho me inteirado das coisas. Cathy estava anunciando para alguém assumir este trabalho, então eu vou assumir. Eu gosto de trabalhar para ela. —Bom. Ele estava prestes a dizer algo quando Brice o interrompeu. — Nós temos que voltar se quisermos terminar esta porcaria hoje. Drew não queria sair. —Aqui estão suas sobras. —Você nunca perguntou se eu tinha sossegado?— ele perguntou. —Pelo que ouvi você ainda pula de cama em cama. Além disso, perguntar significaria que eu estava interessada. Não estou interessada. Ah, ele iria ver nisso. —Eu vou ver você em breve, Raven. —Tchau, Drew. Ele pegou o pimentão da mão dela e foi até o caminhão. Isto não acabou ainda, e não havia como ele deixar que ela escapasse.


—Então, Cathy vai me encontrar na casa do Bobby esta noite. Você quer vir?— Brice ligou a caminhonete, e Drew observou Raven até que ele não pudesse mais vê-la. —Faça com que ela convide Raven. —Você está realmente falando sério sobre essa merda? Você a quer tanto assim? —Eu tenho alguns problemas não resolvidos, quando se trata de Raven. —Cara, as mulheres em torno da cidade já falam mal de você. —Então? —Então, Raven, não é o seu tipo. —Eu pareço que vou foder Raven e mandá-la embora? —E não vai? —Não. Ela é diferente das outras mulheres, porque ela é minha. Essas outras cadelas eram apenas uma boceta para usar. Ela está de volta agora, e eu não vou ficar parado enquanto outro homem pega o que pertence a mim. Isso não vai acontecer. Ela foi embora e ele não percebeu o quanto ela fazia falta até que ela regressou, mas ele não ia cometer esse erro novamente.


—Essas outras mulheres vão destruí-la— disse Brice. —Deixa elas. Elas não vão gostar do que vai acontecer se elas ferirem o que é meu. —Porra, você está se ouvindo? Ela está aqui há cinco minutos. —Conheço ela há muito mais tempo do que isso. Este tem sido um longo tempo. Agora ela está de volta. Não foi apenas cinco minutos. Tem sido muito mais tempo. —Você vai assustar a moça—, disse Brice. —Pergunte a Cathy. Eles estacionaram por dentre as cercas externas que precisavam de conserto. Saindo do caminhão, ele deixou o chili dentro da caixa onde eles guardavam suas bebidas. Brice estava no celular, conversando. Para muitas mulheres da cidade ele era nada mais do que um pau para ser usado. Nas poucas vezes que ele falou com Raven, ela nunca tentou fazê-lo se sentir pequeno ou burro. Ela simplesmente falava. Não havia a mínima chance que ele ia deixá-la ir embora. Ela pertencia a ele, e agora dependia dele mostrar isso.

***


—Não acredito que deixei você me convencer disto.— Raven tirou o vestido de sua cintura e o empurrou um pouco mais. O vestido rosa de verão com as alças finas chegou até os joelhos e cobriu-os, mas também destacou o tamanho dos quadris e dos seios. Ela gostava de se cobrir. Um dos caras que ela costumava trabalhar, uma vez disse a ela que se parasse de se cobrir tanto, ela seria linda. Ok, certo. Ela estava mais do que feliz em encobrir o fato que amava comida. Cathy segurou as mãos dela. —Ok, pare. Isto é só para se divertir. —Estamos no Bobby’s numa sexta à noite. Como você me falou isto? Eu deveria estar em casa. —Entediada lendo um daqueles livros à moda antiga sobre um cavaleiro salvar sua donzela? —Ei, são bons livros. —Se você espera encontrar o seu cavaleiro, você tem que ir lá fora. —O que exatamente está acontecendo entre você e Brice? Vocês são um casal? —Somos amigos que se divertem. Nós também


ficamos com outras pessoas. Não é nada sério, e nenhum de nós está procurando por um compromisso. Funciona para nós. —Ok. Durante

suas

viagens

ela

conheceu

pessoas

em

relacionamentos abertos, casais que eram livres para ter intimidades em outros lugares, desde que não escondessem um do outro. Para Raven, isso nunca foi algo que ela queria de sua vida. Entrando no bar, Raven viu que já estava cheio, e Cathy pegou a mão dela, indo direto para o bar. Ela reconheceu Bobby, e ele veio andando. —Bem, bem, bem, a pequena Raven Howard finalmente enfeita meu bar com a sua presença,— disse Bobby. —Não voltei de viagem há muito tempo. Além disso, antes de eu sair você teria chutado minha bunda— ela disse. —Droga, certo, eu não tenho bebedores menores de idade aqui. Fica barulhento para meus velhos olhos. Eu já vi algumas merdas no meu tempo. Ela não podia deixar de rir. —Vamos tomar duas cervejas—, disse Cathy.


—Você encontrará Brice aqui?— Bobby perguntou. —Sim. —Vocês nunca vão ser um casal? —Provavelmente não. —Somos apenas bons amigos, disse Cathy. —Ela vai te corromper.— Bobby apontou para Raven, dandolhe um aviso. Ela riu. —Tenho certeza de que posso lidar com isso. Ela nunca foi corrompida, não em sua vida. Seria bom saber realmente o que era se sentir corrompida. Ela era tão boba. Tomando a garrafa, ela foi pagar, mas Bobby levantou a mão. —É um prazer ver seu rosto, Raven. Esta noite, bebidas são por conta da casa para você e para Cathy. —Obrigada. —De nada. Minha esposa foi à padaria no outro dia e me deu uma fatia de bolo de chocolate, que você fez. Se eu fosse mais jovem, eu me casaria com você agora. Muito bom o bolo. Algum homem vai ter sorte. —Vai sim.


Raven ficou tensa quando percebeu alguém atrás dela. Drew falou sobre a sua cabeça, colocando uma mão em seu quadril. —Eu esqueci de mencionar, Drew está vindo com ele—, disse Cathy. Antes que Raven pudesse dizer alguma coisa, Cathy foi embora com Brice. —Cerveja por favor, Bobby,— disse Drew. —Saindo. Um segundo depois, uma cerveja foi entregue a Drew, e seu braço grosso, musculoso apareceu bem em sua frente. A tatuagem que ela tinha visto hoje cedo destacou-se contra sua pele bronzeada. A tatuagem tribal parecia poderosamente feroz, e ela se viu lambendo os lábios. Quando ela não conseguiu ficar na mesma posição, ela se virou e percebeu que a mão de Drew nunca deixou seu corpo. Ela se moveu e a mão dele deslizou através de seu estômago e descansou em seu quadril. —Ei, linda,— ele disse. —Estou aqui. —Sim.


—Sabia que eu estaria aqui? —Sim. Ela tomou um gole de cerveja, sem saber o que fazer. Olhando ao redor dobar, ela notou que algumas pessoas estavam olhando em sua direção. Mordendo o lábio dela, ela olhou para o gargalo de sua garrafa. —Você quer me deixar desconfortável? —De jeito nenhum. Eu queria essa chance de falar com você, quando nenhum de nós estivesse trabalhando, para não ter o risco de sermos interrompidos. —Estamos em um bar, e francamente nós estamos sendo alvos de muita atenção.— Quando ela foi se afastar, ele entrou na frente dela. Seu coração estava acelerado e para sua vergonha, sua boceta estava molhada. O vestido que ela usava a fez se sentir exposta. Seus dedos começaram a acariciar seu quadril, e porra, seu toque a deixou ainda mais excitada. —Eu não dou a mínima para a atenção. Eles podem olhar, contanto que não toquem. —Isso é bobagem. Cathy me convidou.


—Quem você acha que pediu Cathy para convidá-la?— ele perguntou. —O quê? —Pedi a Brice para convidar você. Eu falei, não tivemos a chance de dizer adeus, e agora que está aqui, eu quero ter a chance de dizer olá. —Pelo que eu ouvi você diz um monte de coisas para várias mulheres. —Nenhuma delas é você. —Você está me confundindo,— ela disse. Não havia como Drew querer algo com ela. Ela simplesmente não podia acreditar. —Pessoal, vocês querem jogar bilhar?— Perguntou Brice, vindo na direção deles. Raven assentiu com a cabeça, tirando a pressão de Drew. Ele a estava tocando, bagunçando a cabeça dela, e ela estava lutando para pensar em um motivo perfeito para que eles não se cumprimentassem. Ele não te quer. Você está imaginando coisas. Olhando para aqueles olhos, porém, ela tinha que duvidar de si mesma. A intensidade de seu olhar não era nada que já tivesse sentido. As mulheres no bar olhavam para Drew como se quisessem


comê-lo, e ele não prestava atenção. Todo o seu foco estava nela, que foi bom. Ela não podia negar estar um pouco feliz em ter toda a sua atenção. Tomando mais um gole de sua cerveja, ela pegou um taco de sinuca e viu como Brice alinhava as bolas. —Como vamos jogar?— Cathy perguntou. —Meninos contra garotas?— Brice olhou para todos eles. —Casais contra casais.— Drew disse, indo na sua direção. — Raven e eu, contra vocês. —Ou só podemos apenas jogar—, disse Raven. Ele estava deixando-a nervosa. Molhada e nervosa. Olhando para ele, ela viu que ele ainda estava olhando para ela. —Gosto disso—, disse Cathy. —Casais é. Eles iriam jogar como casais. Ela poderia lidar com isso. —Eu vou ganhar—, disse Drew. Ela não podia deixar de admirar sua bunda quando ele se inclinou, jogando a bola branca contra todas as outras. Concentre-se!


Ele atingiu algumas bolas e atirou mais algumas vezes até que errou. Brice foi em seguida, acertou uma e errou em seguida. Foi a vez dela. Olhando para a mesa, ela alinhou o taco na mesa e parou quando Drew apareceu atrás dela. A mão dele pousou em seu quadril, e o pau dele estava pressionado contra a bunda dela. — Certifique-se de alinhá-lo apenas para a direita para que a bola possa entrar no buraco certo. Porque, oh porque, isso soava incrivelmente sujo? Drew permaneceu por mais alguns segundos e recuou, dando a ela a chance de acertar uma bola e, em seguida, antes de seus nervos serem abalados, errou a terceira. Durante o primeiro jogo, em todas as chances que ele tinha, ele tentou tocá-la. Seu toque criou pequenos focos de eletricidade que foram diretamente para o clitóris. Ela tinha certeza que se sentiu uma mulher excitada e obcecada. No final do segundo jogo, ela pediu licença para ir ao banheiro. —O que está acontecendo entre você e Drew?— Cathy perguntou. —Eu não sei. Ele fez Brice pedir para você me convidar. —Eu ia convidá-la de qualquer maneira, mas antes que tivesse a chance, Brice estava me dizendo para fazer, e que Drew pediu que


você viesse também. Não vou mentir, estou muito intrigada. Eu não sabia que você e Drew tinham alguma coisa—. —Não temos ... É complicado. —Eu sou muito inteligente. —Não é sobre isso.— Raven terminou de usar o banheiro, corou e encontrou Cathy na pia. Lavando as mãos, ela olhou para a amiga no espelho. —Crescendo, eu peguei Drew em algumas... situações. Ele estava fazendo sexo com outras mulheres. —Oh, tudo bem. —No último dia eu ia me despedir, mas antes que eu tivesse a chance, ele estava em outra posição comprometedora. Não pude dizer adeus exatamente e, no momento seguinte, eu fui embora. —Ihh bem, sugiro que você esteja preparada porque Drew está dando em cima de você, e ele nem está tentando esconder. Imagino que amanhã todo mundo vai saber que Drew estava em cima de você esta noite. Ela encolheu-se. —Isso é o que eu estou tentando evitar. —Tenho medo de que você não evite isso. E apenas aceite. O interesse de Drew, mesmo que de repente — ela gostou. Foi errado gostar de algo assim? Ele ficou tocando nela, e ela ficou


desconfortável por causa da facilidade que ela estava respondendo a isso. Seu corpo estava tão sintonizado com seu toque que isso a assustou umpouco. Ela era uma virgem de vinte e cinco anos. Nenhum homem jamais a tinha molhado assim antes, e ela duvidava que o fizessem. Seu corpo já não pertencia a ela mesma. Ela estava pegando fogo e nãosabia como apagar isso. Raven teve a sensação que a única pessoa que poderia era Drew.


Drew pegou outra rodada de bebidas e descobriu que as bebidas das meninas eram por conta da casa. Ele deixou claro para Bobby que Raven pertenciaa ele. Ele não se importava com o que as pessoas diziam, mas ninguém iria magoá-la. —Você está assustando ela—, disse Brice. Ele a sentiu tremer em seus braços, mas nenhuma vez ela tentou se afastar. Raven estava com medo do desconhecido e por alguma estranha razão ela não achava que ele estava falando sério com relação a ela. Tudo bem. Ele estava mais do que feliz em mostrar a ela que era sério. —Preocupe-se com sua própria mulher. —Eu sei que vou para casa com Cathy esta noite.


Drew queria ir para casa com Raven, mesmo que fosse só para levá-la em casa. Ele ficaria feliz em fazer isso. Ele notou que elas vinham na direção deles, e ele observou o corpo dela. Seus seios saltavam a cada passo que ela dava e o pau dele doía só de olhar para ela. Raven tinha curvas em todos os lugares certos, e isso o fez pensar se ela pegaria cada centímetro do seu pau. Ele apagaria toda a memória de todos os outros homens, de modo que tudo o que tivesse seria ele. —Ainda estamos jogando casais?— Cathy perguntou, indo para os braços de Brice. —Sim, querida. Drew, é sua vez. —Assim é—. Eles jogaram mais algumas vezes, e Raven lentamente começou a relaxar. Indo contra seu melhor julgamento, ele parou de invadir seu espaço e percebeu que ele não era capaz de se concentrar mais. Ele fez uma nota sobre isso. Se eles tivessem sempre uma discussão, ele encontraria uma maneira de mudar isso. Seus pais tinham vivido felizes por anos, e ele os observava argumentarem, apenas para desaparecer por algumas horas e voltando a olhar mais perto do que nunca. Foi só com o tempo que Drew percebeu que seus pais estavam transando com seus argumentos.


Depois que Raven ganhou um jogo, a música estava tocando bem alto, e Cathy implorou para dançar. Colocando os tacos de sinuca de lado, ele segurou o quadril de Raven e a guiou até a pista de dança. —Eu não sei dançar. —É porque você nunca foi ensinada por um homem de verdade. —Você é o homem de verdade?— ela perguntou. Colocando as mãos contra o peito dele, ele a levou para a pista de dança. —Você que vai dizer. —Não julgo um homem de verdade pelos seus músculos. Qualquer um pode tê-los. —Como você julga um homem?— ele perguntou. —Ações. Elas falam muito mais alto do que o quanto você pode fazer supino. Você vai para a academia? —Não. Isto é puro músculo sólido adquirido ao longos de dias duros no rancho. —Você deve amar isso. —Sim.


Ela sorriu. —Eu gosto de trabalhar com Cathy. Eu só fiz isso há alguns dias, mas é divertido. Eu amo trabalhar em torno da comida. Eu amo comida. —Eu gosto de uma mulher que ama sua comida. —Você gosta. —Sim, acho que é um verdadeiro abandono quando uma mulher zomba da comida que um homem ou uma mulher trabalhadora colocou na mesa. Meu pai dizia que não precisava de muita coisa na vida, mas o amor de uma boa mulher, boa comida e família é tudo que você precisa. —Eu realmente lamentei ouvir sobre seu pai. Eu estava na Itália quando recebi a notícia. —Sim, foi horrível. —Eu ouvi dizer que sua mãe agora está em um lar também. —Ela está. Eu não queria que ela fosse, mas ela estava decidida que eu não iaser o único a cuidar dela. Raven assentiu com a cabeça. —Eu posso ver isso. Doreen sempre foi uma mulher forte.


—Eu imagino que o casamento dos meus pais durou. É uma coisa que espero imitar. —Você quer casar —Quero casar e ter filhos. A música se transformou em uma dança lenta, e ele a abraçou enquanto a música tocava. —Nunca soube que queria coisas assim. —Sim, eu quero. —Você ainda não sossegou. Você tem uma má reputação para alguém que quer se casar.— Drew suspirou. —A reputação que conquistei, eu não posso negar, Raven. Eu gostaria de poder, mas a verdade é que elas eram apenas brinquedos para serem usados. —Você está chamando as mulheres que você teve relações sexuais de meros brinquedos? —Elas não significaram nada, e eram tão úteis quanto um brinquedo. Chato, também. Ela riu. —Acho isso um pouco difícil de acreditar.


—Acredite. Eu nunca as convidei para ir a um bar só para poder passar algum tempo com elas.— O silêncio caiu entre eles. Eles se entreolharam. —O que está acontecendo aqui, Drew? —Você sabe o que está acontecendo aqui. Você não precisa de mim para dizer isso.— Ele deslizou as mãos para agarrar a bunda dela. —Eu nunca disse nada a você sobre todas as vezes que você me encontrou transando com outra mulher. Você era muito jovem, mas mesmo assim, você sempre me encontrou. —Eu não era muito jovem naquele último dia no rancho,— ela disse. —Não, você não era, mas então, eu não estava prestes a dar meu pau, uma vez que enfiei em outra mulher. Você merece mais do que isso, você não estava pronta para ser minha. —Ser sua. —Sim, minha. Ela desviou o olhar e olhou por cima do ombro dele, vendo Brice e Cathy dançando. —Acho que não estou pronta para o que você quer. Segurando a mão dela, Drew a levou para fora do bar, onde estava escuro. Ninguém os via.


—Drew, o que está acontecendo?— ela perguntou. Só quando teve certeza que ninguém estava por perto, virou-se para ela, pressionando seu corpo contra a parede, empurrando as mãos para cima. Então ele tomou posse de seus lábios. Paraíso. Seus lábios eram tão macios, e eles se abriram só para ele. Apertando as mãos acima da sua cabeça, ele acariciou seu corpo com as mãos, apenas roçando seus seios grandes. Eles eram enormes, e ele não podia esperar para sentir o gosto deles. Ele passou pela cintura dela até o quadril onde ele levantou sua saia. Deslizando a mão entre as pernas, ele sentiu sua calcinha úmida. Rompendo o beijo, mesmo na escuridão, ele viu os olhos dela. —Isso você não pode negar, Raven. Desde o dia em que você se foi, eu morri por dentro, esperando você voltar para casa. —Drew? —Não questione isso—. Ele deslizou os dedos sob sua calcinha e encontrou sua fenda molhada. —Isto não é algo que acontece quando você não está interessada. Você pode lutar contra tudo o que você quiser, e eu aceito isso, mas isto aqui, isto aqui pertence a


mim, e você não pode negar isso. De jeito nenhum você pode negar isso. —Isso é loucura. Faz sete anos. Você é um prostituto. Drew encontrou seu clitóris, acariciando seu nó. —Esperei por você, Raven. Todos estes anos, nunca soube o que eu queria até ver você de novo. Este fogo tem estado entre nós por um longo tempo e você pode tentar fugir dele, mas você não pode se esconder dele. Usando dois dedos, ele acariciou seu clitóris, e ele a ouviu gritar, o prazer afazendo tremer. Ele reivindicou os lábios dela novamente, e ele não podia sentir o seu gosto. Ela era como uma droga para ele. —Drew, o que você está fazendo? Ignorando sua voz em pânico, ele levantou a saia dela, caiu de joelhos e tirou a calcinha do caminho. O cheiro da sua boceta era inebriante, e ele estava implorando por um pouco. —Afaste suas coxas. —Drew, isto é errado.


Ela abriu as pernas de qualquer forma, e ele segurou os lábios de sua boceta separados. Deslizando a língua através de sua fenda cremosa, ele gemeu. Ela tinha um gosto tão bom. Ele passou sua língua contra o clitóris dela, amando o seu sabor. Deslizando a língua para baixo, ele estava prestes a transar dentro dela quando suas próximas palavras o fizeram parar. —Eu sou virgem,— ela disse. Pulando para trás, ele olhou para cima para ela. —O quê? —Eu nunca estive com um homem. Não sei o que vai acontecer se você colocar sua língua lá. Seu pênis ficou muito maior.

***

Raven não podia acreditar o que estava acontecendo. Ela estava atrás do Bobby bar, um notório bebedouro, e Drew estava de joelhos diante dela, lambendo sua boceta. Isso não era algo com que ela sonhara. Sem mencionar o fato que ela tinha acabado de revelar seu segredo, que era virgem. Por que ela não podia


manter a boca fechada? Claro que não podia, isso seria demasiado fácil. —Você salvou essa cereja doce para mim?— ele perguntou. —Não sei—. Ela tinha pensado muito sobre ele ao longo dos anos, mas ela não esperava muito, especialmente não deste... homem das cavernas. Ela não conhecia Drew para agir assim, nem com qualquer um, então foi uma experiência totalmente nova para ela. —Eu sou o único que vai reivindicar isso, Raven. Ela não ia discutir com ele. —Nenhum outro homem além de mim. É meu. Diga. —Dizer o quê?— ela perguntou. Ele estava fazendo aquela coisa novamente que a impedia de ter qualquer pensamento coerente. Toda vez que ele a tocava enquanto eles estavam dentro do bar, ela tinha lutado. Agora, com as mãos tocando sua parte mais íntima, ele a fazia ficar confusa. Não era justo. Não o que ele estava fazendo, nem o fato de que ela estava cedendo. Eu quero. Eu quero tanto.


Ela nunca quis tanto alguma coisa —Diga-me quem é que vai explodir essa cereja?— ele perguntou. —Você. —Meu nome. —Drew Reynolds. —Você vai me entregar?— ele perguntou. —Sim. Uau, ele fazendo-a dizer as palavras e respondendo a ele estava excitando-a ainda mais. Ela não queria que ele parasse, nem suas exigências. A língua dele voltou para o clitóris dela, chupando e sugando duro e ela ofegou mordendo o lábio. Ela tinha que manter seus sons para si mesma. A última coisa que ela queria, era ser pega assim. Olhando para baixo, ela realmente não podia acreditar que a cabeça de Drew estava por baixo da sua saia, nem que a língua dele estava dançando em seu clitóris. Acostume-se com isso. É real.


O prazer não era algo que ela estava acostumada, e cada golpe da sua língua a fazia ficar mais molhada e o fogo que ele tinha começado só queimava mais forte. Seu corpo não era dela. Pertencia a ele. —Eu posso sentir que você está perto, baby, me dê seu gozo. Fechando os olhos, sentiu o aperto na boca do estômago que se tornou ainda mais intenso, quando a língua dele fez coisas malvadas a sua boceta. —Oh, Deus, Drew,— ela disse, gemendo o nome dele. Ele lambeu seu clitóris e o prazer era como fogo ardente em suas veias, quente demais para sequer compreender, e então ela estava flutuando para longe. Cada pulso a enviava em espiral mais alto que antes. Ela nem sabia que era possível ver algo tão mágico. Drew a segurou, que foi uma coisa boa, já que ela provavelmente teria caído no chão. Quando acabou e o orgasmo se transformou em réplicas, Drew passou a língua em seu clitóris e finalmente parou, colocando a calcinha de volta no lugar e a saia para baixo. Ele a beijou novamente, e desta vez, ela provou a si mesma. — Você é doce assim e eu pretendo passar muito tempo lambendo sua boceta.


Drew falou depois do beijo, e ela não sabia o que fazer. —Drew, Raven, vocês estão aí?— Brice perguntou. —Estamos aqui. —Cathy e eu estamos saindo. Só queríamos saber. Porcaria. —Você não pode. Cathy é minha carona. —Drew se ofereceu para lhe dar uma carona para casa. Pegamos o caminhão dele e Cathy é minha —Boa noite, querida. Vejo você amanhã,— disse Cathy. Ela os ouviu ir embora... e olhou para Drew. —Você planejou tudo. —Perfeitamente. Nada mal para um fazendeiro idiota, hein? —Eu nunca te chamei de idiota. Raven nunca pensara nele como idiota também. Idiota e Drew não combinavam na mesma frase para ela.Ele pegou a mão dela, e caminhou em direção ao caminhão. —Eu sei que você nunca pensou. É só uma piada. Esqueça. —Alguém já te chamou de fazendeiro idiota?— ela perguntou.


—Combina com meu jeito selvagem, rebelde. —Então as mulheres que você fodeu chamam você de idiota. —Muito bonito.— Ele abriu a porta do seu caminhão, e praticamente a empurrou para dentro, fechando a porta para que ela não pudesse sair. Raven não gostou do súbito impacto do ciúme em pensar nele com outras mulheres. Ela não o possuía, e ainda, isso a aborreceu, pensando naquelas mulheres que o magoaram. —Você não precisa se preocupar. Essas mulheres não significaram nada, e elas pensaram que sim.— Ele subiu ao volante e ligou o caminhão. —Eu moro em cima da padaria da Cathy. —Não vamos lá. —Por que não? —Eu não vou terminar a noite lá. Raven olhou pela janela, e ela realmente não sabia o que fazer ou dizer. —Drew? —Raven.


—Eu não... Não sei o que você quer de mim. —O que eu quero é continuar esta noite, e eu não quero dizer sexo também. Você estava desconfortável no bar, e com Cathy e Brice fora, pensei que eu poderia te mostrar meu lugar. —Nada mais vai acontecer?— ela perguntou. —A menos que você queira. Ela sentou-se. Ela queria que algo acontecesse? Sim. Drew era como cada fantasia que ela já tinha inventado. Ele era possessivo, controlador e experiente. Ele segurou a mão dela, e ela viu os dedos dele se prenderem aos dela, puxando-os juntos. —Eu não sabia que você tinha me visto,— ela disse. —Claro que te vi. Você não estava exatamente em silêncio. Eu só queria ter a chance de te ver antes de sair. Raven acreditava que se Drew tivesse vindo atrás dela, ela não teria idoembora. No começo ela só pretendia viajar durante um ano. Depois de um ano, era algo que ela tinha que completar, indo a cada lugar novo e absorvendo toda a cultura antes de voltar para casa.


—Você não tem mais ninguém?— ela perguntou. —Não vou mentir pra você, querida. Eu comi um monte de mulheres. Eu vou até apontá-las e falar sobre isso. Não vou esconder o que eu fui. —Isso é reconfortante,— ela disse. —Mas isso parou no momento em que desci do meu caminhão hoje e vi você parada atrás da mesa, parecendo tão sexy até mesmo quando estava perdida. —Eu não sou sexy. Você estava sexy baby, e vendo você de volta, eu já sabia que era assim que iria acabar. Ele parou do lado de fora da sua casa e ela gostou.... Era uma casa simples com uma varanda em volta, uma grande garagem, e ele estacionou do lado de fora. Ele desligou a ignição, e ela desafivelou o cinto de segurança, saindo. —Sua casa é linda,— ela disse. —Obrigado. Ele tirou algumas chaves do bolso de trás, abrindo a porta e apertando o interruptor. Ela não esperava ver tudo limpo. —Este é seu espaço.


—Sim. Ele fechou a porta e colocou a trava no lugar. Fechando as mãos juntas, ela esperou para ele dar o tour. Ele ficou atrás dela, as mãos em torno de seu quadril, que parecia ser normal para ele. A primeira sala era uma grande sala de estar, com um sofá, duas cadeiras e uma das maiores televisões que ela já vira. —Eu vivo modestamente. Eu comprei em novembro. Eu não gasto muito e economizo. Eu assisto os jogos nela. —Isso é tudo? —Sim. —Não é um pouco grande apenas para assistir um jogo? —É futebol, Raven. —Bom—, ela disse. —Eu não assisto muita televisão. —Eu também não—. Em seguida, ele a levou para uma ampla sala de jantar. Mas não havia nenhuma mesa. —Eu tenho que encontrar a mesa certa. Eu estava pensando em fazer uma, mas nunca tenho tempo. Da sala de jantar, virou-se, voltando para a sala de estar e saindo perto de um pequeno escritório, até que ele a levou para a cozinha. Era um espaço grande, completo com alguns fornos e


vários equipamentos. Raven ofegou, estendendo a mão para tocar o balcão de granito. —Isto é incrível—, disse ela. —O casal que morava aqui antes tinha acabado de fazer a cozinha. Tudo o que eu precisava fazer era ajustar algumas coisas, e acho que ficou bom. —Você é muito talentoso. —Eu trabalho bem com as mãos. É o que eu faço. —Ela sorriu. —Mãos talentosas. —Eu tenho muita outras maneiras de mostrar a você.— Ele veio por trás dela, envolvendo os braços em volta da cintura dela. —Você está pronta para ver o andar de cima —Não tenho certeza sobre isso, Drew. —É por causa da minha reputação? —Não. Isto é porque tudo está indo tão rápido, e não sei como ir mais devagar.— Ela se virou e olhou para ele. Ele segurou seu rosto, passando o polegar no seu lábio. —Eu nunca machucaria você. Ela acreditou nele. Não havia dúvida em sua mente.


—Eu só quero passar um tempo com você. —Raven suspirou. — Você tirou a minha saia há menos de uma hora. —Eu quero foder você, Raven. Não vou mentir. Eu quero estar com você, quero possuir você. Esse sentimento que tenho por você, não consigo nem colocar em palavras. —Você realmente não me conhece. —Não importa. Eu sei que você é gentil, você é amável e nunca machucaria ninguém. Eu pensei em você, Raven. O tempo todo eu pensei em você. Não posso negar o que sinto. Me dê uma chance.


—Ela te deu uma chance?— Brice perguntou. Drew bifurcou a grande pilha de palha e soltou-a para colocar no carrinho de mão, Brice fez o mesmo. Eles haviam mudado o gado, e agora eles estavam preparando a palha para a fazenda principal, que estaria abrindo para negócios em breve. Seymor tinha muita terra, e com Julia tendo falecido, Drew se perguntou se cada novo negócio lembraria o velho de sua esposa. Se não fosse por Julia, a fazenda já teria ido a falência há anos. Ele tinha muitos motivos para agradecer a Julia. —Ela disse que sim. —Isso é bom. Cathy estava tão preocupada. Ela acha que você é demais para ela, e que você não sabe como... mantê-lo em suas calças. —Fale por você mesmo. Você e Cathy são um casal, mas você ainda fica com outras mulheres.— Brice bufou. —Eu argumentei


isso com minha boa mulher, e ela me disse que Raven não é como nós. —Não, ela não é. Ela é virgem. Intocada por qualquer outro homem. Completamente dele em todos os sentidos. Ele seria o homem para lhe mostrar como pode ser bom estar com ele. —Então, você e Raven? É uma coisa séria?— Brice perguntou. —Sim. —O que todas as outras mulheres vão pensar? Elas querem você cara, você sabe disso. Francine ia se casar hoje. O que quer que acontecesse, ele iria permanecer fiel, e contou isso a Brice. —Eu estou do seu lado. Eu estou. É que eu já vi algumas dessas mulheres, Drew. Elas não vão gostar de saber que seu pau será exclusivo de uma garota que elas nem conhecem. —Raven não é uma estranha. Além disso, se elas fizerem alguma merda, eu ficarei mais do que feliz em arruinar suas vidas. Não dou a mínima em falar para seus maridos. Eu me certificarei de anuncia-las para toda a cidade ver como as pessoas realmente


são boas.— Quando ele voltou de levar Raven em casa, ele achou o celular dele, que nunca usou. Tinha mais de dez mensagens ontem à noite. Algumas de Brice, a maioria das mulheres que ele levou para uma foda rápida. Ele excluiu todos os números, não estava interessado no que elas tinham a dizer. Quando o almoço chegou, ele foi o primeiro a ir com Brice até o caminhão. Não só ele estava morrendo de fome, mas ele estava morrendo de fome por uma chance de ver sua mulher. Quando ele parou do lado de fora da casa principal de Seymor, ele viu que Raven estava sozinha, e notou vários caras olhando para ela. Ele não estava vendo essa merda. Saindo do caminhão, ele foi até ela. —Ei, Drew,— disse ela. Ele contornou a mesa, colocou os braços em volta da sua cintura e a puxou para perto. Encostando nos lábios dela, tomou o beijo que ele estava desesperado por toda a manhã. Ao redor ele ouviu os assobios e vaias, mas ele não se importou. Todos eles iam saber que ela pertencia a ele, somente a ele. Soltando-a, Drew desejou poder ir ao seu lugar para terminar o que começou. Em vez disso, ele se virou para a multidão. —Ela é minha.


—Drew, Cale a boca. —Ninguém tenta tocá-la, a convide para sair, ou qualquer outra merda assim. Ela é minha. —O que você é, um cão? Você vai se agachar e urinar sobre mim?— ela perguntou. O pessoal começou a rir. Ele a beijou uma última vez e levou um prato. —O que temos de bom aqui? —Cathy fez tacos hoje. Ela tinha que acabar um pedido de última hora para o casamento de Francine, então ela teve que fechar a loja.— Brice estremeceu. —Aposto que ela está chateada com isso. —Sim— ela disse, considerando que todo o casamento é uma farsa. Ela não gosta de Francine. Chamou-a de cadela mimada e podre, que não merecia a vida que estava vivendo.— Raven deu de ombros. —Você gostaria que lhe servisse? —Você conseguiu querida,— disse Drew. Brice concordou em pé ao lado dele. Ela colocou tortilhas, carne de porco desfiada e legumes picantes em seu prato. Ele colocou o creme de leite, molho de pimenta e queijo. Rapidamente fazendo seu próprio taco, ele deu uma mordida e gemeu. O sabor era surpreendente.


—Você fez isto?— ele perguntou. —Não, Cathy fez.— As bochechas dela aqueceram. —A verdade? —Bem, eu os fiz, e comecei ontem à noite antes de sairmos. É ótimo. Cathy está me dando uma chance de provar a mim mesma.— Ele viu quando ela embrulhou as sobras e entregou a ele, antes de colocar as coisas de volta no caminhão. Os caras estavam começando a sair, e Raven se virou, o sorriso estampado em seu rosto. —Vocês não querem sobremesa?— ela perguntou. Os homens que tinham começado a sair, voltaram. Ela revelou um bolo de aparência matadora com cobertura de chocolate espesso. Raven não fez lá. Ela até tinha trazido sorvete, armazenando-o em seu refrigerador para mantê-lo firme. Ela cortou o bolo, certificando-se de que cada um deles tinha um pedaço e uma colher de sorvete. —Case-se comigo—, disse Drew. Não havia como deixar esta mulher se afastar dele. —Mais devagar—, ela disse rindo. —Eu ouvi que o caminho para o coração de um homem passa pelo seu estômago.


—Você me possui. —É bom saber—. Ela deu-lhe uma piscadela, e ele gostou disso ainda mais. Sua mulher estava flertando com ele? Terminaram de comer, e ele ficou com Raven até que ela empacotou tudo, para aborrecimento de Brice. Ele não se importava. —O que você vai fazer hoje à noite?— ele perguntou. Ela virou-se para ele. —Nada e você —Vou na sua casa. Raven assentiu com a cabeça. —O. —Você não vai discutir comigo? —Eu quero discutir com você, mas eu vi que é inútil fazer isso. Você fará o que quiser de qualquer maneira.— Ela deu de ombros. —Tudo bem. Eu posso lidar com você. —Você pode? —Sim, você recua toda vez que eu digo que você é demais, e eu posso lidar com isso. Você sabe quando escutar, e por causa disso, você pode vir hoje à noite.


Ela então bateu nele, colocando uma mão em seu peito e pressionando um beijo em seus lábios. Foi o primeiro beijo que ela lhe deu. Drew tinha tomado todosos outros. —Eu tenho que voltar. Quando você acha que vai acabar?— ela perguntou. —Um pouco depois das oito. Eu termino aqui, pego alguns legumes para ajudar e depois vou para casa tomar banho. —Vou jantar na sua casa, então. Tenha cuidado. Ele a observou subir na caminhonete e sair do rancho. —Você acha que podemos seguir em frente agora? Eu quero estar fora deste rancho bem antes de você. Indo para o carro, Drew entrou sorrindo. —Você é um pouco assustador, você sabe disso? —Por que eu sou assustador?— ele perguntou. —De todas as mulheres que você poderia namorar, por que Raven? —Por que não ela? —Ela se foi há muito tempo. Não sabia que você gostava dela. —Eu escondi bem, não foi?—Brice deu um risinho. —Cuidado com ela. Entendo o que você quis dizer quando disse que ela não


era como as outras mulheres. Ela não é. Raven tem aquele jeito doce... uma coisa inocente. Cuidado com isso. Algo me diz que ela pode se magoar facilmente. —Não vou machucá-la. —Você não vai, mas as mulheres que você andou pegando para transas rápidas podem ter um problema com você agora sendo um homem de uma mulher apenas.— Drew ouviu o aviso. —Eu vou lidar com isso. Mais tarde naquela noite, quando ele chegou em casa, ele pensou no que Brice disse. Ele não tinha vivido como um monge, e agora ele teve a sensação de que ia se estrepar, se ele não fosse cuidadoso. Ele não queria machucar Raven. Tendo ela em sua vida, mesmo que por pouco tempo, era diferente. Ele era ele de novo. Desde que seu pai morreu, e levou sua mãe para a clínica, e então Raven partiu, ele ficou perdido. Ele foi procurar atrás de propostas de trabalho porque isso era fácil de fazer. Claro que foi fácil. Ele estava fazendo isso toda a sua vida, e ele viu seu pai fazer isto antes dele. Não havia nenhum pensamento para o trabalho que não fazêlo. Raven entrou em sua vida, e ela era diferente. Na verdade, ele estava ansioso por se erguer. Ele estava animado em estar com ela, estar perto dela. Ela deu a ele uma razão para tentar.


É errado querer agarrá-la com as duas mãos e nunca deixá-la ir? O vazio que ele estava vivendo estava matando-o. Dia após dia, ele se levantava e ia ao trabalho e fodia com uma ou duas mulheres, e depois voltava ao trabalho. Seu dia terminava, ele tomava banho, comia, fazia qualquer trabalho que tivesse em casa e ia para a cama. Isso era a rotina dele. Ele estava apenas mais vivo. Com Raven, ele pretendia viver plenamente, para encontrar aquele anseio pela vida que lhe escapava.

***

A lasanha estava no forno assando e os aromas estavam fazendo o apartamento dela cheirar de maneira incrível. Raven olhou para seu reflexo e encolheu-se. Nunca foi uma boa cozinheira, e depois de um banho rápido e a troca de roupa, ela voltou a olhar para seu reflexo mais uma vez. Não era o preto que emagrecia? O jeans que ela usava estavam apertando seus quadris, e ela os trocou para uma saia preta que se encaixava perfeitamente. Outra camisa preta e isso a fez pensar na morte. Rapidamente trocando a camisa, ela foi com uma rosa pastel


e decidiu que era o que teria que fazer. Esse negócio de namoro era um pesadelo. Ela poderia chamar de encontro? Ele declarou que ela pertencia a ele, o que tinha sido bom. Foi mais do que agradável. Sua boceta ficou escorregadia com a maneira que ele passou os braços em volta dela, segurando-a perto. —É um jantar. Nada vai acontecer. Apenas um jantar agradável, boa comida e conversa. Alguns toques seriam apropriados.— Mais uma vez ela estava se encolhendo e agradecendo ao telefone que estava tocando para afastá-la desses pensamentos e finalmente. —Olá. —Oi, querida, como vai você?— sua mãe, Miranda, perguntou. —Mãe, ei, como você está? —Me sentindo solitária. Minha filha não veio me ver desde o primeiro dia que ela chegou em casa. —Miranda, nossa menina teve que colocar os pés de volta no chão. Você tem que dar uma chance a ela. Ela não está de pijama, disse Clark, o pai dela. —Oi, pai. —Querida, eu ouvi um boato.


Parece que esta noite seria para ela se encolher. —Que tipo de boato? —O tipo que não quer associado com sua garota. Ouvi dizer que esteve com um rapaz. Drew Reynolds. —Oh, Raven, ele é um bom partido, querida. —Miranda, chega. Ele é um bad boy com uma má reputação. —Um bad boy pode mudar. —Dê-me um exemplo. Por que ela estava ouvindo esta conversa? Eles estavam discutindo entre eles, e ela simplesmente estava no meio. —Você! Isso a fez prestar atenção. Seu pai ficou em silêncio. —Quem era o bad boy?— Raven perguntou. —Seu pai. Ele tinha uma péssima reputação. —Miranda. — 'Miranda', não. Eu conhecia a sua reputação, e você teve muita sorte que não levei isso em conta quando comecei a namorar com você.


—Isso é diferente. Esta é nossa filha. —E eu era a filha de alguém. Querido, aceite meu conselho, faça ele merecê-la. Deixe Drew mostrar que quer você antes de dar a torta de cereja.— —Ugh, mãe, por favor. O pai está no telefone, e realmente não quero ter esta conversa agora. —Torta de cereja, sério Miranda. É a nossa menina e você acha que eu vou deixar um homem corromper. —Eu deixei você me corromper. Eu era uma doce garotinha. Homens são todos iguais, pensando que eles podem manter suas meninas seguras e virgens. Adivinha? Você não pode. Olhe só nós dois sendo todos modernos. Vou ter que contar a Deli sobre isso.— Fechando os olhos, Raven sacudiu a cabeça. —Você sabe o que é um preservativo, Raven?— perguntou a mãe dela. —Sim, eu sei o que é um preservativo. Eu também sei sobre sexo. Por favor, pare. —Eu não posso ouvir isso. Minha doce menina sabendo sobre sexo e camisinhas. É demais para um velho homem lidar com isso.


—Vamos ver o quanto você é um homem hoje à noite—, disse Miranda, fazendoRaven se encolher mais uma vez. Como ela sobreviveu à puberdade com essas pessoas? —Mãe, por favor não entre em mais detalhes. Sei mais do que suficiente sobre o que vocês dois fazem sem você contar todos os detalhes. —Sem problemas. Meus lábios estão selados. Seu pai só ia falar mal de Drew. Eu ouvi os rumores sobre ele, então você sabe o que está fazendo? —Eu acho que sim. Eu gosto dele. Eu sempre gostei dele. —A coisa é, Raven, sua fama com as mulheres, não vai ser fácil. —Você teve este problema com o papai? —Com certeza. Acredite em mim. Seu pai e eu lutamos. Nós lutamos tanto, que acho que é um milagre que ainda estejamos juntos. Seu pai nunca se desviou. Ele permaneceu fiel ao seu voto e a mim. Ele me ama. —Eu sei que ele a ama, mãe. —O problema que tive foi com as mulheres que não gostaram do fato de que eu era a única a prendê-lo. Elas disseram coisas


horríveis, maldosas e repugnantes. À vezes sair andando pela rua era insuportável. —Papai deixou isso acontecer? —Não, claro que não. Ele não permitiria que ninguém fosse maldoso comigo. Nunca lhe disse porque não queria que ele pensasse nem por um segundo que eu era um bebê chorão e que não aguentava. —O que aconteceu quando ele descobriu?— ela perguntou. —Oh, ele mostrou a todas elas. Ele foi nas casas de todas as mulheres, e as chamou. Foi como em um filme de terror, mas funcionou. As pessoas pararam de apontar e olhar e até saíam do meu caminho para ser gentil comigo. Claro que isso me fez amar ainda mais seu pai, e isso é o que fez você, querida.— Mesmo que estivesse enojada, Raven não pode deixar de sorrir. —Papai não dará trégua para Drew, não é? —É o direito dele como pai. Os pais de todas as filhas têm o direito de fazer os homens que querem sair com elas desconfortáveis. Isso determinará se vale a pena se machucar pelo seu homem. Se Drew não conseguir lidar com seu pai, ele não vale a pena. Seu avô me disse isso quando eu implorei para não ser muito duro com ele. Claro que Clark não era de desistir. E duvido


que Drew também seja. Já ouvi muitas coisas sobre esse rapaz. Algumas coisas boas e outras nem tanto. —Ele é um bom homem. —Sim, pelo que tenho ouvido ele escolheu você. Meio que me lembra da história que me contaram sobre o seu próprio pai e Doreen. Ele a reivindicou, disse aos homens da cidade para se afastarem ou teriam que lutar com ele.— Sua mãe suspirou. — Pensar nisso me faz tremer. Pobre homem. Ele teve Drew tarde demais e morreu quando Drew era muito jovem. —Ele não falou muito sobre isso. —Morreu nos braços de Drew. É por isso que Doreen não deixa que ele cuide dela. Ele já segurava seu pai moribundo enquanto a ambulância seguia para lá. Ela não vai permitir que seu filho passe por isso novamente. —É horrível. —Sim, a vida é horrível. Eu ainda visito Doreen. Sempre temos uma longa e agradável conversa. Eu vou ter que contar a ela sobre você e Drew. —Você parece muito feliz, mãe.


—Claro que estou feliz. Minha filha está em casa, e ela encontrou um homem. — Por que não posso ficar feliz? —Está bem, é claro que você pode ficar feliz. Você tem muito para ser feliz —Eu sei. Então ele está vindo hoje à noite para o jantar? —Sim, como sabe? —Cathy me disse. —Você sabe tudo?— Raven perguntou. —É claro. Você me conhece, eu amo fofoca. Você também sabia que Francine Luderman não vai para uma lua de mel? Isso não é maneira de se começar um casamento. Sem lua de mel. Todo casal deveria ter uma. —Não, eu não sabia.— Francine era uma das mulheres que achavam que ela era boa demais para dormir com Drew, o que obviamente significava que ela já tinha dormido. —Alguns dias do casamento e, no que me diz respeito, já há problemas no paraíso. Duvido que haja algum amor nessa relação. É tudo pelo dinheiro.


—Claro que é. Dinheiro, dinheiro, dinheiro. —Não se case por dinheiro, Raven. —Eu não vou—. Às vezes sua mãe gostava de falar demais. Hoje parecia ser uma daquelas noites. Entrando na cozinha, descansando o telefone entre a orelha e o ombro, ela tirou a lasanha borbulhante do forno e colocou-a no fogão para descansar. Ela realmente amava este prato. —Você vem para casa no almoço de domingo? Eu tenho um bom assado de carne de porco com o seu nome nele. Torta de limão para a sobremesa. —Sim, eu adoro. —Você sabe que amanhã é domingo, certo? —Sim, eu sei. —Só para garantir. Se Drew quiser vir, ele será mais que bemvindo. —Tem certeza? Você não acha que está apressando as coisas —Não. Traga o rapaz aqui e seu pai não vai parar de reclamar. Eu lhe digo, tudo o que o homem faz é reclamar. —Ok—. A campainha tocou. —Eu tenho que ir.


—Cuidado. —Cuidado com ele!— O pai dela gritou à distância. —Droga pai, chega. Eu tenho que ir, mãe. Te amo, tchau.— Ela desligou e abriua porta.


Raven estava linda e trêmula. Drew segurava três rosas vermelha e os olhos dela encontraram os dele. —São para mim? —Sim, querida. —São lindas. —Tenho medo que eram tudo o que eles tinham. —Você não precisa gastar muito dinheiro comigo. Isto é bonito e perfeito. Só tenho vasos de uma haste, olha. — Ela deixou a porta aberta, e ele fechou, trancandoa. Ele a seguiu até a cozinha. A comida estava com um cheiro incrível, e sua boca estava enchendo de água. Nenhuma mulher jamais tinha cozinhado para ele.Raven foi até o armário, e ele a viu tirar três longos vasos. Só caberia uma


única rosa em cada um, e ela os colocou, pondo um pouco de água no fundo. —Lindo!—, ela disse, colocando-os na mesa. —Acredito que é costume um homem trazer um presente. —Para mim, não é. Você está aqui e o prazer da sua companhia já é um presente para mim. Não sei a que você está acostumado. As rosas são maravilhosas, mas não precisa gastar dinheiro comigo.— —Eu posso cuidar de você, Raven. Eu não estou completamente sem dinheiro. —Ela pegou sua jaqueta e segurou o rosto dele. —Não me importo com o seu dinheiro, Drew Reynolds. Eu não me importo com o que você ganhou ou não ganhou. As rosas são um belo presente. Você não precisa me trazer algo em cada encontro. Eu estou esperando muitos encontros e se você continuar me trazendo rosas, logo vai estar sem dinheiro.— Ela ficou na ponta dos pés e o beijou. —Presenteie-me curvando-se para baixo, para que eu possa beijar esses lábios. Sentindo-se como um idiota total, ele envolveu seus braços ao redor dela e puxou-a para cima em direção a ele. Encostando nos lábios dela, ele deslizou sua língua em todo o lábio inferior, e ela gemeu, abrindo-se, deixando-o entrar.


As mulheres que ele tinha fodido tinham dito que era um gesto simpático dar a uma mulher algumas flores, chocolates ou joias. Ele nunca tinha conseguido nada porque para ele, presentes significavam alguma coisa. Raven significava algo para ele, e ele queria lhe dar algo de volta. —Sinto muito—, ele disse. —Parece que as mulheres ficaram em sua cabeça, fazendo você pensar em alguma coisa. Não lhes dê esse tipo de poder. Você é melhor que isso.— Ele sorriu. —Eu posso ver que você não vai ter medo de me colocar no meu lugar.— —Alguém deveria colocá-lo em seu lugar para que você saiba ficar lá. Drew deslizou as mãos para baixo, segurando sua bunda. —Senti sua falta. —Você sentiu? Faz apenas algumas horas desde a última vez que me viu. Não há como você ter sentido minha falta neste tempo. —Acho que de novo, querida, senti sua falta. Ele tomou posse de seus lábios, só para seu estômago interromper quando começou a roncar. Desta vez, ela se afastou, rindo.


—Eu estou sendo informada para fazer algo, então é melhor ouvir seu bom estômago.— Ela deu um tapinha nele e foi até o fogão. A mesa já estava pronta, então ele se sentou. Era uma pequena mesa para duas pessoas, muito pequena, muito pitoresca. —Você estava um pouco trêmula quando abriu a porta. O que houve?— ele perguntou. —Eu estava no telefone com os meus pais e, para parecerem modernos, achei a conversa deles um pouco perturbadora. Você sabia que meu pai, Clark Howard, era uma espécie de bad boy na época dele?— —Ah, eles sabem sobre mim —Sim. Eles sabem. Espero que não se importe. —Não me importo. Além disso, não foi você que disse a eles. —Eu também não neguei. Agora eu estou querendo saber se eu deveria negar isso.— Ela cortou a lasanha e colocou um grande pedaço em seu prato. Raven serviu-se e em seguida, em vez de sentar, ela colocou a lasanha de volta no fogão e voltou com uma tigela grande. —Você tem que comer salada. Em vez de discutir, ele pegou a salada e colocou um pouco em seu prato junto com a lasanha. Ele nunca costumava ter coisas


extravagantes como saladas e coisas verdes. Houve um tempo e lugar para isso, e não estava no prato dele. —Você não precisa negar nada. Eu quis dizer o que eu disse, e eu não estava tentando envergonhar você. —Não se preocupe. Comparado aos meus pais, você não é nada. Eles sabem como me embaraçar sem sequer tentar. Eles gostam de fazer isso. Ele riu. —Então, você sabia sobre meu pai ser bad boy da cidade ou algo assim? —Eu sabia que ele tinha uma boa reputação com as mulheres. Meu pai também se comportou assim quando era mais novo. Ambos eram encantadores. —Eu nunca soube disso. —Eu acredito que seu pai ganhou o prêmio de mais charmoso quando ele chamou as mulheres que ele tinha pego ou algo assim. Ele as humilhou e as constrangeu para que ninguém falasse nada de sua mãe. Raven sorriu. —É meio romântico. Você não acha?—


—Minha mãe costumava pensar assim também. Meu pai também. Ele gostava de Clark. —Minha mãe vai visitar a sua, e contar a ela sobre nós. —É o que eu esperava, para ser honesto. Eu ia ao lar de idosos amanhã, mas ela tem algum jogo de bridge e perguntou se eu iria vê-la durante a semana. Ela leva o jogo muito a sério — disse Drew. Ela limpou a garganta, e ele viu como ela engoliu sua cerveja. —Na verdade, há algo que quero lhe perguntar sobre amanhã. Você pode dizer não. Claro que pode recusar. —O que é?— ele perguntou. —Mãe convidou você para jantar amanhã. É carne de porco assada, e ela é uma ótima cozinheira. Ela provavelmente teria feito o que fiz, viajado se não fosse pelo meu pai. Você sabe, ela é apaixonada e tudo mais. —Eu adoraria ir. —Você tem certeza? Meu pai vai estar lá, e ele prometeu que vai ser uma enorme dor de cabeça. Você pode recusar. —Raven, você quer que eu vá ou não?


—Quero que faça o que lhe deixar mais confortável Ele deu uma mordida em sua lasanha, e fechou os olhos, pois o prazer de uma mordida era muito bom. Ela era a melhor cozinheira de todos os tempos. Ele era tão sortudo, que ela pertencia a ele. —Meu pai disse que amar uma mulher significava que você tinha que amar sua família. Se você não estiver disposto a brigar com o pai ou a mãe, então você não a ama o suficiente. —Uau, você acha que somos parentes?— ela perguntou. —Sem chance. Acho que nós dois somos de famílias muito boas. Famílias trabalhadoras, leais e amorosas. Meu pai acreditava que se você quiser algo o suficiente, você está disposto a lutar por isso, mesmo que você seja derrotado. —Sério? —Sim. Você quer algo o suficiente para que você vá se machucar, então você permanece e fica com ele. —Você vai lutar com meu pai?— ela perguntou. —Não em uma batalha de punhos. Eu vou ouvir tudo o que ele tem a dizer. Não vou recuar por causa disso, Raven. Eu quero você. Eu não estava brincando ou fingindo quando reivindiquei você. Ele viu que ela respirava fundo.


—Está nervosa?— ele perguntou. —Não, não estou nervosa. Quer dizer. Estou um pouco nervosa.— Ela deu uma risada. —Imagino que na segunda-feira haverá muita conversa sobre nós. —Deixe-os falar. Isto é tão bom. —Obrigada. É receita da minha mãe. Ele ficou feliz em mudar de assunto. O resto da cidade poderia esperar atésegunda-feira. Depois do jantar, Drew não estava disposto a sair. —Eu só vou lavar os pratos. —Eu ajuda. —Não precisa. Você trabalhou o dia todo. —Você também estava. —Meu pai ajudava com os pratos o tempo todo e ele estava convencido de que ajudou no relacionamento a longo prazo, disse ele, carregando os pratos usados. —Como assim?


—Mamãe nunca poderia gritar com ele por não fazer trabalhos domésticos. Ele fazia a sua parte. Ele ajudava com os pratos, levava o lixo para fora e até cortava o gramado. —Soa como um guardião. —Ele era, e adivinha o que?— ele disse. —O quê? Ela se virou para ele, e ele colocou as mãos no balcão, trancando-a entre seu corpo e o balcão. —Eu sou exatamente como ele. Então você também tem um guardião.

***

—Estão, tentando me seduzir?— ela perguntou. Drew estava fazendo aquilo de novo, invadindo seu espaço e tornando difícil para ela pensar. —Isso depende—, disse ele. —Do quê —Está funcionando?


—Um pouco. Ele riu, aproximando-se dela e não lhe dando escolha a não ser inclinar sua cabeça para trás e olhar para ele. —Meus pais tiveram um casamento feliz, e pretendo ter o mesmo tipo de casamento deles.— —Pretende? —Sim—. A mão dele tocou seu quadril e sentiu sua respiração em seu rosto. —Eu posso imaginar você grávida do meu filho. Voltando para casa com você, para ter uma boa comida e para estar perto de você.— —Você espera que eu espere por você em casa? —Não, mas eu mencionei que você está grávida? Quando você estiver, então não quero que trabalhe. Além disso, não quero ter filhos logo. —Não? —Não. Você ficou longe de mim por sete anos. Eu quero compensar o tempo perdido, então cada cômodo da minha casa e do seu apartamento vai ter sexo. —Sexo? —Sim.


—Senhor, eu nem mesmo disse que você pode estar dentro de mim. Ele deu-lhe aquele sorriso malicioso que a fez querer deixar cair a calcinha para ele. —Eu posso esperar. —Ugh! A mão em seu quadril desceu para colocá-la entre suas coxas. —Eu acho que você está escondendo algo de mim. —Eu não estou escondendo nada. —Será?— ele perguntou. —Tenho certeza de que você está escondendo uma bela boceta quente para si mesma. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, não que ela quisesse, suas mãos estavam na frente da sua saia, tocando-a. Sua calcinha evidenciou a excitação. —Ainda nem estou tocando em você, e eu posso ver o quanto você me quer. —Isto não é justo.


—Não vou foder você. Eu lhe dei minha palavra de não forçá-la a fazer algo que você não queira fazer. Isso não significa que não podemos fazer muitas outras coisas. Ele a tinha curiosa agora. Olhando para ele, ela inclinou a cabeça, dando-lhe toda a atenção. —Como o quê?— Drew acariciou sua boceta através do tecido, e ainda assim não pareceu o suficiente. Quando ela estava com ele, nada parecia o suficiente. —Eu poderia te dizer, mas acho que é melhor eu mostrar a você.— Sua mão desapareceu. —Logo depois que lavarmos estes pratos.— Ela rosnou. —Você está me deixando louca. —Bom. Você não acha que está fazendo a mesma coisa comigo?— Ele pegou a mão dela e apertou-a contra seu pau duro como pedra. Raven ofegou. —Isso é o que você faz comigo o tempo todo. Ela não podia acreditar. —Dói? —Agora não. Estou vestindo um jeans solto. Se estivesse mais apertado estaria com muita dor. Vamos lavar esses pratos para que possamos ir para a salade estar e ficarmos mais confortáveis.


Ela virou-se para a pia, pegou algumas luvas de borracha. — Cathy já tinha mobiliado tudo para mim. Eu achei uma barganha. —Aposto que sim. Eu gosto de Cathy. Ela e Brice fazem isso há alguns anos. —Soa meio triste. Ela estava tentando pensar em outra coisa que não fosse a excitação de sua boceta. A vontade de ficar nua e exigir que ele terminasse o que começou era forte. Ela era boa e lavava os pratos. A sobra da lasanha ela deixou esfriar no fogão. Depois que terminaram com os pratos, eles foram para a sala de estar. —Posso ver porque os seus pais tiveram um bom casamento. Foi divertido lavar os pratos com você. —Você vê, eu tenho todos esses segredos guardados aqui e eles estão apenas implorando para sair, para serem bem utilizados. Raven gritou quando ele de repente a levantou e montou sua cintura. —O que você está fazendo? —Provando que eu sou uma coisa boa para se manter por perto.— Suas mãos foram na bunda dela, segurando-a com força, subindo pelas costas e entrando em seu cabelo. Ele a abraçou forte,


e ela não pôde deixar de gemer. —Aposto que você tem belos seios fartos e suculentos,— ele disse. —O que você está fazendo comigo?—, perguntou ela, esfregando-se contra sua virilha, e desejando que nenhum deles tivesse qualquer roupas entre eles. Ele soltou a mão dela para puxar a blusa para cima. Ela o fez parar, agarrando as mãos dele e segurando-o. —O que você está fazendo?— ela perguntou. —Eu quero ver você. Meu pau não está dentro de você. Como eu disse, eu vou mostrar o que mais podemos ter entre nós. Raven abaixou as mãos e rapidamente levantou-as quando ele tirou a camisa de seu corpo, jogando-a no chão. Em seguida, ele tirou o sutiã e começou a gemer. —É disso que estou falando. Belos seios fartos.— Ele segurou-os em suas mãos, e Raven não podia acreditar que ela estava sentada em seu colo, nua da cintura para cima. —Eles são melhores do que eu imaginava, com mamilos grandes e vermelhos. Ela olhou para ele, ofegando quando ele levou um dos mamilos em sua boca. —Gosto bom, também.


As palavras estavam falhando para ela. Ela não conseguia pensar em uma única coisa a dizer, ou em qualquer pensamento adequado. Suas mãos eram grandes e eles as moveu pelo seu corpo, para dedilhar sua saia. —Fique nua comigo. —E como não ter relações sexuais?— ela perguntou. —São as preliminare. Ela desceu do colo dele e viu quando ele tirou a camisa, mostrando sua extensão de peito musculoso, coberto de tinta. Sua boca se encheu de água. —Você quer me provar, também?— ele perguntou. Palavras mais uma vez falharam com ela. Ela assentiu com a cabeça. Ele pegou o braço dela e puxou-a para perto. —Então prove um pouco de mim. Passe essa língua em mim. Explore-me. Colocando a mão em seu peito, ela correu as pontas dos dedos em cada protuberância dura. Inclinando-se, ela passou a língua pelo mamilo. Ela acariciou o peito dele até a barriga e finalmente para a calça jeans. Ela soltou o botão e o zíper... antes de recuar. Ela poderia cuidar das preliminares.


Com o olhar dela em seus olhos azuis, ela tirou a saia e chutou para o lado. Ele fez o mesmo com seu jeans, com muita prática. E quando a calça caiu no chão, ele estava nu. Raven baixou o olhar, viajando em seu peito, até que ela esbarrou em seu estômago e depois para o comprimento de seu pau duro, e ela engoliu em seco. Drew foi abençoado com muitas coisas na vida. Até mesmo seu pau era grande, e pelo jeito, estava ficando maior. —Tudo isto é para você, querida. Encontrando a coragem em algum lugar dentro dela, ela se aproximou dele, envolvendo os dedos em torno do seu comprimento. —Isto é para mim? —Tudo isso. Cada centímetro. —Mesmo que nós não tenhamos sexo? —Eu posso esperar. Você precisa entender que quando se trata de você, eu vou esperar. Especialmente agora que eu sei o que estava faltando todo esse tempo. Eu estava sentindo a sua falta,— disse ele. Suas palavras trouxeram lágrimas aos olhos dela. Ela gritou quando a sua mão segurou sua boceta, deslizando o dedo ao longo de seu clitóris.


—Quer ir para o quarto? Raven já sabia que isso não terminaria com sexo completo. Ela não estava pronta e lhe tinha dito várias vezes. Pegando em sua mão, ela o levou para o seu quarto. —Você quer deixar as luzes apagadas?— ela perguntou. —Sem chance. Eu quero explorar você.— Suas palavras, suas ações, tudo isso só a fez querer mais dele. Sentada na cama, ela o observou. —Deite-se e abra as pernas,— ele disse. Ela sentou e abriu as pernas, cientes da celulite em suas coxas. Drew não pareceu se importar. Ele olhou entre as pernas dela e se aproximou da cama. —Suba—. Raven começou a subir na cama, e ele a seguiu, subindo. O pau dele se destacou, não se dissipando de vez. Sentando-se, ela o fez parar beijando-o profundamente e alcançando entre eles para segurar seu pênis. —Uma vez eu vi em um filme pornô, ambos acariciando um ao outro. Eu quero fazer isso com você.


—A única maneira de fazer isso é com você em cima de mim. —Não quero ficar por cima. —Você está falando em chupar meu pau. Você ainda não fez isso, e não vou me arriscar a fazer qualquer coisa para deixá-la desconfortável. Você fica por cima, sem discussão ou negociação. Drew se deitou na cama, e ela não teve muita escolha, já que ele a moveu para o rosto dele. Isto não pode estar acontecendo. Ela fechou os olhos, desejando estar em outro lugar, e em seguida o primeiro golpe da língua dele contra o clitóris fez com que ela choramingasse. Aquele toque bastou para ela quer mais. —Você tem um gosto tão bom. Olhando para seu pênis, ela envolveu seus dedos em torno do comprimento e começou a bombear. O pré-semen vazou na ponta do pênis, e ela passou a língua, lambendo-o. Ele gemeu embaixo dela. Gostando do jeito que ele respondeu, ela cobriu a ponta com a boca e começou a trabalhar no seu comprimento, tomando mais dele dentro dela. Quando ele bateu em sua garganta, ela parou, gemendo ao sentir o pau dele.


—Porra, querida, isso é bom! Faça novamente. Ela fez isso, não porque ele ordenou que ela fizesse, mas porque ela queria. Balançando a cabeça sobre seu pênis, ela deixou o instinto guiá-la. Quando ele ficava tenso, ela aliviava o pau dele, usando apenas os dentes levemente para aumentar a sua necessidade por ela. Toda vez que ele gemia, ela sabia que era uma coisa boa. Ele continuou bombeando seus quadris para cima, e ela tomou mais dele. A vibração dos seus gemidos a excitou. Ao mesmo tempo, ele a deixou louca com sua língua maliciosa, provocando-a. Ela estava tão molhada e tão perto que ele começou a esfregar a sua boceta contra sua boca, precisando gozar. —Porra, baby, se você não quer engolir, pare. Ela não estava pronta e então se afastou, bombeando seu pênis, e observando como o pau dele jorrou fios brancos em sua barriga e em seus seios, que ela tinha apoiado sobre ele. Segundos depois, ela gozou, gritando o nome dele. Isto foi o que ela passou sete anos procurando. Era Drew o tempo todo, e ele estava em casa.


Drew passou a noite com Raven. Eles não fizeram sexo. Ela ainda era virgem, e ele ainda estava perdidamente apaixonado por ela. Sim, era amor. Depois eles se lavaram, tomando banho juntos, deitaram em sua cama, e ele a abraçou. Com ela em seus braços, o mundo parecia completo. Sua vida já não estava vazia, e ele não estava mais esperando por nada. Ela era dele, e ele era dela. Era disso que seu pai falara muitas vezes. Finalmente, ele compreendeu o valor de amar uma boa mulher, a mulhercerta. Acordando, Drew a levou ao orgasmo com os dedos, e ela o fez com a mão. Tomaram outro banho juntos, e ela vestiu roupas limpas. Ele vestiu as de ontem, e eles estavam indo em direção a sua casa. —Quando for ver a minha mãe durante a semana, quero que você venha comigo,— ele disse. —Gostaria disso.


—Ela vai amar você. —Minha mãe provavelmente dirá a ela que estamos juntos. —Bom. Não tenho vergonha de estarmos juntos. —Nem eu.— Ela pegou a mão dele desta vez, e ele sorriu. Saíram de mãos dadas, aos beijos e foram juntos em direção ao carro dele. Deixando seu carro na garagem, ele parou quando ele viu o carro de Francine, estacionado em frente à casa dele. —Raven, você vai ficar aqui? —Não vou me esconder, Drew. Eu não sou idiota. Você foi honesto comigo, e não vou me afastar. Ela saiu do carro, e ele se colocou atrás dela, envolvendo o braço em volta da cintura dela e indo em direção a porta da frente. Francine estava sentada no pequeno balanço da varanda, fumando um cigarro. Era uma das razões pelas quais ele nunca a beijou. Fumar era simplesmente desagradável. —Esperei durante toda a manhã por você!— Francine olhou, ficando de pé. —Não sei porquê. Você é uma mulher casada.


—E ouvi dizer que você foi pego.— Ela finalmente olhou para Raven. —Sim, como se isso fosse atrair você. Puxando Raven atrás dele, ele olhou para a Francine. —Tire sua bunda da minha propriedade, porra. —Esta é sua propriedade? Eu poderia tê-la assim!— Ela estalou os dedos. —Tente, Francine. Tome minha propriedade, se puder. Eu comprei e paguei, mas cuidado, eu sei exatamente como te machucar. Essas pequenas fotos que vocêcolocou no meu celular. Nos tempos que você nos gravou, eu os guardei.— Com o tempo, Drew acreditou que precisaria de algum tipo de proteção contra esta mulher desprezível. Francine ficou pálida. —Desculpe! Não sei o que. —Saia daqui! Você é uma mulher casada agora. Faça um favor a mim e ao seu marido e fique longe daqui. Saia da minha propriedade antes que eu chame o xerife e acuse você de assédio. —Isso é tão rude. Como se atreve, Drew Reynolds? Você não passa de um pedaço de escória.


—Não se atreva a falar com ele assim,— disse Raven, saindo detrás dele. —Você é uma mulher rancorosa. Pegue suas mentiras e saia da sua propriedade. Ele não te quer. Ele nunca te quis. Francine ia dizer outra coisa, mas Drew não estava interessado. —Diga à suas amigas que meu pau não está mais a disposição. Se elas quiserem começar uma guerra por causa disso, terei o prazer de levá-las juntas para o passeio. Gostaria de saber o que seu pai diria sobre seu comportamento nesta cidade. Mais uma vez ela ficou pálida, mas foi embora de sua propriedade. Entrando em casa, ele fechou a porta e puxou Raven contra ele. —Eu sinto muito que você teve que lidar com isso.— Ele respirou seu perfume, lamentando tocar outra mulher. —Realmente tem filmes de vocês dois juntos? —Só uma merda que ela filmou. Eu ia me livrar disso, mas depois conversando com Brice, alguns meses atrás, ele sugeriu que eu os guardasse por precaução —Por que?


—Você viu a Francine. Não pensei muito nisso, mas Brice disse que uma mulher desprezada é o pior inimigo para ter. É por isso que eu os guardei. Você pode assisti-los se quiser. Eu realmente não me importo. —Não, tudo bem. Não quero ver. —Se elas começarem, eu vou cuidar delas, Raven. Não quero vê-las falando mal de você. Ela levantou as mãos em sinal de rendição. —Está bem. Não vou permitir falando assim de você também. —Você não acha que eu sou um rancheiro burro. —Você acha que eu sou uma cozinheira burra? —Não,— ele disse. —Então não se importe com coisas que não são verdadeiras.— Ela acariciou seu peito. —Vá se vestir. Mamãe está esperando por nós. Vinte minutos depois eles estavam parando do lado de fora da casa dos paisdela. Eles nem saíram de seu caminhão e a porta da frente já estava aberta. Uma mulher de aparência amável, muito parecida com Raven, saiu. Ela era muito mais velha, claro. Por trás


dela havia um homem de aparência severa que claramente queria matá-lo. —Quanto tempo. —Só voltei na semana passada. —Ainda é muito tempo—, disse Miranda. Ela olhou para ele. — Não precisa se assustar, Drew. Eu escondi a espingarda dele. Ele riu, sabendo que provavelmente ela tinha. Clark Howard não parecia feliz. —Ele não vai entrar na minha casa. —É sério. Você vai fazer isso?— Miranda perguntou, com as mãos nos quadris. —Eu não quero um homem com esta reputação perto da minha garota. —Nós já conversamos sobre isso. Se você se sentir assim, faça as malas e saia, mas não seja hipócrita. Você tinha a mesma má reputação e ainda assim, eu te aceitei. Eu ainda aceito. Eu cozinho, limpo para você e tudo mais.— Miranda se aproximou dele. Clark olhou para ele. —Tire os sapatos antes de entrar aqui, rapaz!


—Pai, pare. —Está tudo bem.— Parou do lado de fora, tirou as botas e esperou para entrar. —Meias também!— —Papai! —Clark! Ele tirou as meias também. —Isso não é problema. Ouvi dizer que seu assado de carne de porco, Sra. Howard, é o melhor.— Miranda riu. —Me chame de Miranda. Sra. Howard me lembra muito a mãe de Clark e ela era uma chata Raven deu uma risadinha. Eles entraram na casa, e Drew sabia que não iaser o fim. —Você já pediu ela em casamento? —Papai! —É um direito seu, querida. Não se preocupe, vou mantê-lo sob controle. Vamos para a cozinha. —Deixe-nos a sós para termos uma longa conversa de homem. Você é um homem ou um menino, Drew?


—Eu estou aqui, senhor. Estou feliz de ter uma conversa com você. Ele seguiu o Clark até a sala de estar, e notou todas as fotos de Raven, Miranda e Clark. A felicidade brilhava nas fotos. —Você é um homem de sorte por Raven estar olhando para você. —Eu sei, senhor. Eu sou o homem mais sortudo do mundo. Sim, eu pretendo me casar com sua filha. Agora, eu tenho que mostrar a ela que sou o tipo certo de homem que ela quer. —O tipo certo de homem não sai por aí trepando com outras mulheres. Drew sentou-se na frente dele. —Eu entendo o que você tem que fazer. Eu mesmo faria. Eu amo sua filha, e a amo há muito tempo. Tocar essas mulheres, foi um erro. Quem me dera se eu não tivesse feito isso, mas eu fiz. —Bem, isso é bom saber. —Eu estava esperando que você poderia me dar conselhos. —Conselho. Que conselho você acha que eu poderia te dar?— Clark perguntou.


—O tipo de homem que tinha a minha reputação e que é casado com uma mulher por muitos anos.— Clark suspirou. —Eu ainda não terminei com você. —Eu sei. Você tem que tornar minha vida miserável. Eu aceito isso, e eu vou pular todos os aros que puder. Diga-me como lidar com isso. —Pode perguntar para sua mãe. Ela teve que lidar com a reputação do seu pai também. —Você chamou todas as mulheres? Clark desviou o olhar. —Eu não sabia quão ruim Miranda estava recebendo isso. Eu era um espectador, tudo bem. Eu era ainda pior do que você. O que era pior, eu estava convencido disso. Pensei que trepar com as garotas e as mulheres, me fazia grande e poderoso. Depois, Miranda chegou à cidade. Ela era uma costureira altamente respeitada. Todas as outras mulheres estavam se comparando a ela. Ela tinha ouvido sobre mim. No começo, ela me disse não. Preto no branco que não. Eu parei de transar com as mulheres, e depois de alguns meses, mostrando que tinha mudado, eu a conquistei. Ela era minha, e eu sabia que tinha conhecido a mulher que amaria pelo resto da vida.


Drew sorriu. Era como se sentia em relação a Raven. Ele viu o futuro deles, envelhecendo juntos. —Enfim, nós nos casamos e fomos morar juntos. Estávamos tão felizes, e Miranda nunca me disse as porcarias que eles estavam dizendo. Chamando-a de prostituta da cidade, dizendo às pessoas que eu estava com ela porque ela estava grávida. Inventando boatos maldosos, dizendo que ela fez algo que nenhuma outra mulher faria e coisas assim.— Clark passou uma mão pelo seu rosto. —Isso ainda me deixa louco, pensando sobre o que eles fizeram. Eu estava na cidade, e eu estava indo em direção ao restaurante. Eu ia me encontrar com Miranda para o almoço. Por acaso eu estava atrás dela, quando vi um cara que não reconheci tentar convencer minha mulher a ir com ele. Não vou te dizer exatamente o que, mas, uma vez Miranda chegou ao restaurante, peguei aquele bastardo e o fiz dizer-me quem fez esses rumores. Também deixei claro a quem Miranda pertencia. Eu encontrei com Miranda no restaurante e disse exatamente para ela com o que ela teria que lidar. —O que você fez?— Drew pediu. —Fui na casa de cada uma das mulheres com quem tinha saído, chamei-as para fora e certifiquei-me de que todos soubessem as mentiras que estavam espalhando. Na frente dos seus maridos, seus amigos, até mesmo seus pais, e certifiquei-me que eles sabiam


que elas estavam mentindo, e minha mulher nunca foi magoada novamente. Drew pensou em Francine e decidiu contar-lhe sobre o encontro. —Luderman é uma vadia. Eu teria cuidado com ela. Provavelmente é uma coisa boa você manter desses vídeos. Por que você os manteve? Ele sentiu suas bochechas começarem a corar. —Em parte como uma proteção porque eu sabia que ela era uma vadia.— Ele olhou em direção a cozinha. —Além disso, não sabia como apagá-las.— Clark começou a rir. —A tecnologia nos matará.

***

—Então, como foi com os pais?— Cathy perguntou, segundafeira de manhã.


—Depois que o papai foi realmente constrangedor e tentando fingir que era um santo, eles voltaram, conversaram um pouco, e então ambos pareceram meio que... legais um com o outro. —Isso deve ser alguma coisa boa, certo? —Já é alguma coisa. Papai quer que eu o leve de volta para casa comigo na próxima semana. —O que Drew disse? —Ele está feliz com isso. Antes de irmos aos meus pais, nós tivemos umadiscussão horrível com Francine.— Raven, explicou tudo o que tinha acontecido, inclusive as ameaças, e o fato que Drew tinha provas de vídeo de seu tempo juntos. —Você acha que eu deveria estar um pouco incomodada? —Eu não sei. Se Drew tivesse filmado, talvez. Isso foi algo que ela fez. Ele é um fazendeiro. Estou surpresa que ele saiba como funciona o celular dele. —E Brice? Ele usa o seu. —Eu ensinei a ele, querida. Era um pé no saco querer uma rapidinha, e ele não atender porque ele não sabia como responder. Raven riu, imaginando Brice pressionando a tela do seu telefone, ao invés de atendê-lo.


—Minha mãe o adora. Ela acha que ele é bom para mim. —Eu vi uma diferença em você. Foram apenas alguns dias, mas você está sorrindo, e você está curtindo a vida. Raven concordou. —Eu me sinto mais feliz. Eu nunca pensei que me sentiria tão feliz, mas ele faz algo comigo. —É o pau dele. Eles sempre nos fazem sentir isso. —Nós não fomos até o fim—, disse Raven, suas bochechas aquecendo novamente. —É sério? Você não o levou para a cama? —Sim, nós fomos para a cama, mas estamos tendo nosso tempo. Não estou pronta para transar. —Você tem que casar com esse cara. —O quê? —Drew é um osso duro de roer. Já ouvi tanta merda sobre ele. Você tem que dar ou sair. Ele não está interessado em romance. Drew está totalmente na sua. Eu vi o jeito que ele olha para você. Ele quer você, Raven. Do jeito que ele é, imagino que ele está apaixonado por você. —Não sei.


—Ele esperou sete anos. Brice me disse que ele disse isso a ele. —Não somos mais crianças na escola. —Eu sei. Então você deveria se casar com ele. —Desculpe-me, vai fofocar sobre algo que nunca acontecerá, ou você vai servir os seus clientes? —Clientes respeitáveis, disse Francine. A amiga que estava com ela, Betsy, riu. Revirando os olhos, Raven foi atendê-las, mas Francine balançou a cabeça. —Não, eu não vou ser servida por uma prostituta. Eu prefiro ser servida por Cathy. —Oh, droga nenhuma. Você não apenas insultou minha garota aqui,— disse Cathy, aproximando-se do balcão. —Está tudo bem, Cathy. —Não está tudo bem. Eu não aceito isso. Especialmente quando uma vadia pensa que ela pode falar com alguém assim. —Eu sou casada. —A casada que tinha os tornozelos em volta do próprio pescoço para que Drew pudesse abrir seu buraco nojento. Não vai mais


acontecer. Você conseguiu o que queria, e agora que casou, você acha que você vai falar essa merda na minha padaria. Saia. —Não perca negócios por minha causa. —Isto não é por sua causa. Estas senhoras estão apenas irritadas com o fato de Drew ter saído do mercado e ter dito, para quem quisesse ouvir, para os caras ficarem longe de você. Você pertence a ele, e isso é o que está realmente as irritando. É fato! Cai fora!— Raven foi para trás da padaria e terminou de preparar a comida dos rancheiros. A pressa de segunda-feira foi olhar o espetáculo, e ela não queria ser um motivo para apontar o dedo. Ela nunca gostara de atenção e agora, ela estava recebendo mais do que ela sempre quis. Cathy tentou consolá-la, mas não adiantou. Nada poderia ser mudado. Ela não ia fugir de Drew. Sua mãe a avisou sobre o que podia acontecer enquanto Drew e seu pai conversavam. O conselho de sua mãe era manter a cabeça erguida, e nãopermitir que ninguém tentasse fazê-la se sentir diminuída. Ela não se sentiu diminuída, apenas exposta. Indo em direção ao rancho, ela montou e começou a servir carne e batatas. Não demorou muito para que Drew estivesse lá, puxando-a em seus braços. Ela se afastou quando ouviu assobios dos outros homens.


—O que está errado? —Nada. Não acho apropriado você me agarrar na frente dos homens com os quais você trabalha. Drew olhou para ela por alguns segundos, e sem quebrar o contato visual, disse a Seymor que ele precisava ter uma conversa particular com ela. —O que você está fazendo?— ela perguntou. Ele não disse uma palavra, apenas a levou para o galpão do rancho onde estavam muitos equipamentos. Ela o tinha visto neste galpão algumas vezes. Uma das primeiras vezes que ela o viu, ela não conseguiu falar. As palavras falharam, então ela corou, se virou e saiu. Da outra vez ele estava transando com uma mulher. Lembrando quando ela o viu, ela realmente acreditava que a mulher com quem ele estava tinha sido Betsy. Eles estavam sozinhos no galpão, e ele fechou a porta. —Qual é o problema? —Como você pôde dormir com mulheres que claramente não se importam com você? Nem um pouco?— ela perguntou. —Eu não entendo. Eu não me importava com o que elas pensavam.


—É claro! Caso contrário você não teria dormido com elas. —Estou confuso agora. —Duas mulheres entraram na padaria hoje. Elas me disseram algumas coisas bastante embaraçosas. —Como o quê? —Nada com que você precise se preocupar. —Raven. —Não. Eu não vou te dizer. Estou bem. O que me incomoda é a maneira queelas falaram, como elas te descreveram. Como pôde deixá-las fazer isso com você?— ela perguntou. Ele franziu a testa. —Você está com raiva de mim porque eu trepei com mulheres que não gostavam de mim? —Sim! Eu me preocupo com você, e você não se importa consigo mesmo.— Drew segurou seus quadris e puxou-a para perto. —Como fiquei sem você todos esses anos? —Claramente, não com as mulheres certas. Ele a silenciou com um beijo.


Envolvendo seus braços em volta do pescoço, ela pressionou seu corpo contra o dele, amando a sensação da sua dureza. O cume de sua ereção estava pressionado contra a barriga dela, e ela o queria. Sua boceta ficou escorregadia e de repente, a necessidade dele a consumiam. —Você não vai me dizer com quem você falou?— ele perguntou, afastando-se primeiro. —Não. Você não precisa conhecê-las. —Eu vou descobrir. —Não, não. Não dos meus lábios. —Vou na sua casa esta noite,— ele disse. —Ok. Eu estarei esperando por você.— Ele suspirou, passando as mãos pelo seu corpo. —A última vez que eu vi você aqui, estava transando com outra mulher. —Eu me lembro. —É errado dizer que eu queria que fosse você? —Eu era maior de idade. Dezoito anos de idade. Você não precisa se preocupar.


—Se tivesse sido você, nenhum de nós teria desperdiçado todos esses anos.— Ela beijou seus lábios. —Então não vamos mais desperdiçar.— E ela não permitiria que ninguém os separasse. Aquelas mulheres poderiam dizer o que quisessem a ela. Ela não se importava. Ela amava Drew e o amava antes de partir. Não havia como ela ir embora. Este homem era dela, tanto quanto ela era dele.


Alguns meses depois

Drew foi até o bar de Bobby junto com Brice. Eles estavam esperando as meninas para algumas bebidas. Estava começando a ficar frio, e junto com isso, os empregos na fazenda eram muito mais difíceis. O frio penetrou em seus ossos, arrepiando-o. A última vez que ele viu Raven foi na hora do almoço. Sentiu ferozmente sua falta. O relacionamento deles era forte enquanto passavam cada minuto disponível um com o outro. Ela tinha ido ver a mãe dele, e Doreen a adorou. Quando Raven foi ao banheiro, sua mãe dissera-lhe que seu pai a teria amado. Ele ia para a casa dos pais dela regularmente para o jantar. Clark já não o tratava como um alvo hostil que precisava ser derrubado. Eles também levaram o relacionamento devagar. Ele não se importava com a demora. Tomar seu tempo, explorar o corpo dela,


era uma das suas coisas favoritas para fazer. Ele amava o corpo dela. Tudo era puro, suave e flexível. Quando ela estivesse pronta, ele mostraria a ela o quão bom poderia ser entre eles. Raven nunca contou a ele sobre nenhuma das mulheres que a estavam constrangendo, do qual ele não gostou. Ele preferia que ela fosse aberta e honesta com ele. Cathy disse para ele não se preocupar com isso, e que ela estava perto de Raven. Nenhuma mulher deveria ter que se defender. Ele odiava ser a causa de qualquer um dos problemas. Entrando no bar com Brice atrás dele, ele viu as duas mulheres em pé, com três homens perto delas. Eles estavam conversando e Raven estava sorrindo, mas ele não gostou. —Que tal irmos a algum lugar tranquilo continuar esta conversa—, disse o grandalhão, estendendo a mão para tocar Raven. Drew segurou sua mão antes que o filho da puta pudesse colocar um dedo em sua mulher. —Não toque no que não lhe pertence. —Eu não vejo nenhum cara aqui reivindicando ela. Além disso, eu ouvi dizer que ela era uma boceta livre.


Raven ofegou. Drew viu o olhar de desprezo do bastardo, e foi isso. Ficando vermelho, ele bateu com o punho contra a cara do desgraçado. —Tire ele do meu bar—, disse Bobby. —Drew, pare. Brice abriu a porta e, usando toda a sua força, empurrou o homem para fora do bar. Ele não queria estragar o bar de Bobby, e não tinha dinheiro suficiente para quaisquer danos. —Que porra você disse?— Drew pediu. —Disseram-me que se eu quisesse um pouco de sexo, teria que vir para este bar. A garota é bonita, e eu poderia lhe dar um pouco de ação. Drew não o conhecia e só podia supor que ele estava de passagem. —Uma mulher simpática me contou. Ela tinha um pouco de classe,— disse ocara. —Francine—? Raven perguntou. Batendo com o punho contra o rosto do homem, ele viu que Brice estava lá dentro, segurando os outros homens. Ele envolveu seus dedos em volta do pescoço do homem, segurando-o firmemente. —Peça desculpas à minha mulher. Ela éminha, você


entendeu? Você insultou o que me pertence, e essa merda não vai mais acontecer. —Peço desculpas. —Ela não ouviu você. Drew soltou sua garganta para que ele pudesse falar claramente. —Peço desculpas. —Saia daqui,—, disse Drew. —Você não é bem-vindo, e sugiro que você tenha mais cuidado com o que mulheres estranhas estão oferecendo. Ele ficou olhando enquanto ele se afastava. —Eles só estavam sendo gentis,—, disse Cathy. —Eles se ofereceram para nos pagar uma bebida, mas recusamos. Então eles começaram a falar sobre estar na estrada. —É simples. Francine viu uma maneira de me deixar infeliz,— disse Raven. —Ela conseguiu. Para completar, ela está contando mentiras a estranhos. —Eu não dou a mínima para o que você pensa. Eu vou lidar com essa merda. Eu não quero ver você lidando com esse tipo de merda.


—Apenas esqueça isso, Drew. —Tem alguma ideia do que eles poderiam ter feito para você se você tivesse deixado o bar principal com Cathy?— Drew perguntou. —Eles poderiam ter estuprado você, pensando que gosta de algo mais bruto.— Lágrimas encheram os olhos dela, e o medo o chutou no estômago. Estendendo a mão, ele a puxou para perto dele, beijando o topo da cabeça. —Me desculpe. Eu apenas, porra, eu não posso imaginar algo acontecer com você. —Não estou no clima para o bar. Você vai me levar para casa com você?— ela perguntou. —Com certeza. —Raven, você tem certeza?— Cathy perguntou, mordendo o lábio. —Sim, tenho certeza. Eu não vou deixar isso estragar nada.— Raven deixou seus braços para dar um abraço em Cathy. —Me desculpe por isso. —Não se desculpe, Raven Howard. Isso não foi culpa sua, mas o resultado de uma cadela rancorosa que precisa ser colocada em seu devido lugar!— Cathy olhou para ele, dando a entender que ela esperava que ele resolvesse isso.


Era uma noite de sexta-feira, e Raven estando com ele, não havia muito o que ele pudesse fazer. Ele estava com muita raiva. Raven caminhou em direção ele, segurando sua mão e sorriu. —Vamos para casa.— Casa. Ele gostou disso. Levando-a para seu caminhão, ele sabia que Cathy cuidaria de Brice. Ele ajudou-a a entrar e deu a volta no caminhão e subiu. Ele arrancou e se afastou dobar. —Você está bravo?— ela perguntou. —Eu estou irritado. Eu sabia que Francine era uma vadia. Ela está casada! Eu não esperava que ela levaria isso para este nível de merda. Eu não aceito o que ela está fazendo. —Eu sinto muito. —Porra querida, você não tem nada para se desculpar,— ele disse. Estendendo mão, ele pegou a mão dela e segurou-a firmemente. —Foi muito corajoso da sua parte fazer o que você fez,— ela disse.


—Você não vai me xingar ou me chamar de merda por defender você? Ela balançou a cabeça. —Não. Eu não posso fazer isso de maneira alguma. —Por que não? —Eu vi que você estava nervoso. Você realmente se importa comigo, não é? —É claro. Não deixarei nada acontecer com você. —Eu disse a Cathy que não fizemos sexo. Ele olhou na direção dela para encontrá-la sorrindo. —E? —Ela disse que eu deveria me casar com você. Se eu conquistei o notório Drew Reynolds, e ainda nem dormi com você, então estou fazendo algo certo. —Querida, você e eu sabemos que sou seu há mais de sete anos. —Você esperou por mim. Quer dizer, você não esperou por sexo nem nada. Você esperou por mim sem se comprometer com mais ninguém. Isso eu acho que é muito romântico.— Ela descansou sua cabeça contra o banco.


Chegando em sua casa, ele desligou a ignição e saiu. Ele deu a volta no caminhão para ajudar sua mulher a descer. Ela deslizou pelo corpo dele, e ele não pôde deixar de gemer como ela parecia tocar cada parte dele com seu corpinho quente. —Ops, desculpe,— ela disse. Ele olhou nos olhos dela, vendo o brilho e também a excitação sexual. —O que está acontecendo aqui, Raven? —Nada. Ele fechou o caminhão e, pegando na mão dela, entrou em casa, acendendo a luz. Fechando a porta, ele se virou para ver que Raven tinha tirado o vestido que estava usando, e ela ficou na frente dele usando apenas um par de calcinhas sensuais, rendadas. Não estava usando sutiã. O pau dele passou de flácido para rocha dura dentro de segundos. —Porra— ele disse. —Você queria saber o que estava acontecendo,— ela disse, indo em direção a ele. —Estou pronta, Drew. Eu estava pronta antes daqueles homens entrarem no bar. Eu estou pronta há muito tempo.


—Pronta? —Quero fazer sexo. Não há outro homem para mim. Eu só quero você.— Ela olhou nos olhos dele. —Você tem sido muito paciente comigo. —Eu te amo—, ele disse. Ela fez uma pausa. —O quê? —Eu disse que eu te amo. Eu vou esperar o tempo que você precisar. Não tenho pressa de ficar com você. —Você me ama? —Sim. Isso te incomoda? — ele perguntou, estendendo a mão para segurar suabochecha. Ela estava tão sexy, que estava se segurando para não tomá-la ali mesmo. Tinham passado alguns meses juntos, e mesmo depois de terem levado um ao outro ao orgasmo, ele estava desesperado para estar dentro dela, transando com ela, reivindicando-a, tornando-a dele. —Eu, hum, falei com Seymor, e eu perguntei se você poderia ter o fim de semana de folga. —Você falou?


—Sim, achei que neste fim de semana, você e eu, nós poderíamos compensar o tempo perdido.— Ela pressionou um beijo nos lábios. —Eu amo você também. Drew apertou-a contra a parede mais próxima, batendo seus lábios nos dela e tomando seus lábios exuberantes. Ela tinha um sabor tão bom, que ele não se cansava dela. Ele nunca quis parar de prová-la. —Minha. Você é toda minha. Eu te amo,— ele disse. —Você é muito possessivo—, disse ela, rindo. —Adoro. —Acostume-se com isso. Eu não gosto de ninguém ter o que é meu, e você me pertence. Ela suspirou. —Bom. Isso é o que eu quero. Pensei em você o tempo todo. Quero que seja meu primeiro. —Eu vou ser seu primeiro, e eu vou ser seu último. Tomando seus lábios mais uma vez, ele passou as mãos pelo corpo dela, não se cansando de ter esta sensação.

***


Raven estava pronta há muito tempo. Ela queria Drew, mas sua mãe lhe disse para ter certeza antes de assumir este compromisso. Francine e as mulheres com quem ele transou tentaram criar problemas para ela, mas ela as ignorou. Não havia mais nada que ela pudesse fazer para elas verem que não tinham a mínima chance com o homem dela. —Meu primeiro e o último. Uma vida inteira? —Você entendeu—. Ele beijou seu pescoço, fazendo-a ofegar quando seus lábios roçaram seus ombros. Ele tinha um pouco de barba por fazer, o que trouxe arrepios por todo o corpo dela. Ela gemeu seu nome, segurando a camisa e puxando-a pela sua cabeça. A conexão foi quebrada por ela ficar nua, mas valeu a pena. Correndo as unhas nas costas dele, ela gritou quando seus lábios chuparam seu mamilo. Ele segurou o seio e passou a ponta da língua. —Eu amo seus seios. Tenho imaginado eles balançando em cima de mim enquanto você me monta. É uma fantasia minha. —Então não posso esperar para vivê-la de verdade. Ele fez um pequeno rosnado e a pegou.


Ela gritou, tentando segurá-lo enquanto ele a carregava em direção as escadas. —Temos tempo para foder em todo o lugar. A primeira vez com você, vai ser na minha cama, onde eu possa ver você, reivindicar você e tomar você. —É muita coisa que você quer fazer. —Eu tenho vivido de fantasias por muito tempo.— Ele chutou a porta do quarto e deixou ela cair na cama. Raven gargalhou quando ele rasgou a calcinha e abriu suas coxas fartas. No segundo seguinte os lábios dele estavam em seu clitóris, e todo o tipo de pensamento desapareceu. O prazer foi instantâneo, quente e a fez queimar ainda mais de desejo por ele. Ela adorou quando ele usou a língua, tornando-a mais quente para ele, implorando por mais. —É tão bom. Ele chupou o clitóris em sua boca, e houve uma faísca de dor, que ele acalmou com a língua. —Eu poderia te lamber o dia todo. —Por favor, não pare.


—Eu não vou parar. Quero que goze no meu rosto duas vezes antes de pensar em colocar meu pau dentro de você. Eu preciso que você esteja toda molhada. —Eu já estou. —Não é o suficiente para mim. Ele violou seu clitóris, sugando, sacudindo, mordendo e provocando-a. Drew prolongou seu prazer, não lhe dando orgasmo. Ela não conseguia mais segurar suas súplicas. —Por favor, Drew, eu preciso de você. —Você quer um orgasmo? —Sim. —Então empurre essa boceta para mim e me mostre o que você quer. Faça-me saber o que você quer. Ela começou a balançar até o rosto dele, e seus golpes a levaram a novas alturas. Era melhor do que ela jamais imaginou, e o prazer estava fora deste mundo. Quando ela finalmente gozou, Drew estava lá para pegá-la, segurando-a com força. Ele não parou, no entanto. Ela foi de um orgasmo para outro até que ela estava ofegante e incapaz de sussurrar um pensamento coerente e racional. Só então ele parou, afastando-se dela. Ela observou


quando ele limpou seu rosto, lambendo os dedos como se não quisesse perder uma única gota do seu creme. Ele ainda não tinha tirado a calça jeans, e ela olhou quando ele revelou seu pau duro. Sua mão subia e descia pelo comprimento de seu pênis, mostrando-lhe exatamente o quanto estava excitado, e também o quão grande ele era. Ela estava um pouco nervosa e ele lhe disse. —Eu vou fazer bem devagar para você, querida. Você vai amar cada segundo disso.— Raven acreditou nele. Ele nunca tinha feito nada para fazê-la duvidar dele, e ela não ia começar a duvidar agora. Uma vez que ele estava completamente nu, ele subiu na cama, descansando as mãos em ambos os lados da cabeça. —Não quero nada entre nós. —Eu estou tomando a pílula. Eu estou tranquila também. —Por que você toma a pílula?— ele perguntou. —Não que eu me importe. Não quero ter filhos ainda. —Eu também não quero filhos, mas eu precisava das pílulas para ajudar a regular a minha menstruação.


—Estou tranquilo. Eu não faria nada para machucá-la. Você tem que acreditar nisso.— Ela sorriu. —Eu sei, Drew. Não me lembro se disse isso para você, mas eu também te amo. Muito. É assustador às vezes. —Nunca pensei eu amaria alguém como eu te amo.— Drew beijou seus lábios. —Você preencheu este buraco dentro de mim, e você me deu um motivo para respirar novamente, para querer ser melhor. — Lágrimas encheram seus olhos. —Eu sei que não é hora para chorar, mas o que você disse é muito bonito. —É a verdade. Como me sinto com relação a você, não há como voltar atrás. Eu te amo, Raven. Eu faço qualquer coisa por você. —Faça amor comigo, Drew. Faça-me completamente sua.— Ela falou claramente as palavras embora suas bochechas estavam vermelhas, e ela nunca tinha sido tão direta em sua vida. Drew fez ela se sentir como se pudesse ser qualquer coisa, fazer qualquer coisa. Ele deu a ela uma razão para acreditar. Ele se afastou, e ela se apoiou nos cotovelos para observá-lo. Ele bombeou o pênis várias vezes, e ela estava hipnotizada pelo seu pré-sêmen saindo da ponta. Ele esfregou o pré-sêmen na cabeça e desceu pelo pênis. —Você tem certeza? Não quero que se arrependa.


—Eu não vou me arrepender disso. Por favor, Drew, me faça sua.— Se ele não a pegasse, ela iria empurrá-lo para a cama e mostrar-lhe exatamente o que ela queria fazer. Ele colocou a ponta e o comprimento do seu pênis entre os lábios de sua boceta e começou a transar com ela, esfregando contra seu clitóris, cada toque fazendo-a gemer. Ele já lhe dera dois orgasmos, e ela pensou que não poderia lidar com um terceiro. —Olhe para mim, Raven. Veja-me transar com você. Ela olhou para baixo entre eles e ficou surpresa ao ver o pau dele se mover em direção a sua boceta. Ele pressionou para a frente, e a pressão foi forte e a dor imediata. Raven não conseguia segurar seu gemido, e Drew ficou tenso. —Sinto muito—, disse ele. Ele rompeu sua virgindade, e ela gritou o nome dele, a dor acalmando-a na cama. Ele segurou seu rosto, beijou seus lábios e falou. —Eu te amo, querida. Eu te amo muito. Você é minha agora. Você pertence a mim, e eu sei o quanto tenho sorte. Não vou deixar nada acontecer com você. Você é minha. Lentamente, a dor entre suas coxas começou a diminuir, ela ouvia-o falar, amando-a com palavras.


Ela contorceu os quadris, e ele gemeu. —Não. —Eu quero que você se mexa. Por favor, Drew, me leve. Quero pertencer a você. —Você me pertence. Você é minha. Total e absolutamente minha. —Mostre-me — ela disse. Ele tomou posse dos seus lábios, e ela notou que ele gostava de beijar muito. Ela amava a sensação dos lábios dele em seu corpo, o prazer de tê-lo perto dela. Ele enviou o formigamento de terminações nervosas e fez ela esquecer cada parte de si mesma. Drew saiu de sua boceta. Ele saiu devagar e a cada toque ela tinha mais necessidade dele. —Você é tão apertada. —É tudo para você. Cada parte de mim é para você. Ele entrou nela novamente, e qualquer tipo de dor que ela sentiu desde o primeiro momento foi exterminada pelo prazer. Drew era longo, grosso, e ele enchia cada parte dela. —Você está tão molhada,— ele disse.


Ele mexeu a mão entre eles e ela gritou, amando a sensação dos dedos, provocando seu clitóris. —Eu quero que você goze com meu pau ainda dentro de você. Vamos, querida, me dê isso. Raven não achava que seria possível, mesmo quando ele a levou para um terceiro orgasmo. Ele a fodeu em longos e lentos golpes. Drew não estava com pressa para acabar. Ele levou muito tempo, beijando, acariciando e levando-a a outro orgasmo e finalmente ele os levou ao orgasmo juntos. Ela sentiu o pulso do pau dele quando ele a preencheu. Depois de tudo, ele a beijou, disse que a amava, e Raven não teve dúvidas que este homem era o único para ela. —Já disse que te amo?— ele disse. Ela sorriu. —Foi incríve. —Eu queria que sua primeira vez fosse a melhor. —Vou lembrar deste momento para sempre, Drew.— Ela acariciou sua bochecha, amando o fato que poderia tocá-la, sempre que quisesse. —Podemos fazer de novo?


Drew saiu de sua boceta apertada e viu os sinais de sua virgindade, derramados sobre os lençóis da cama. Sangue virginal misturado com seu esperma escorria de sua boceta. —Espere,— ele disse. Entrando em seu banheiro, começou a preparar um banho, adicionando sais calmantes, esperando que isso ajudasse a aliviar a dor para ela. Porra, ele nunca tinha tido uma virgem, e ele não tinha planejado isso. Ele não sabia quando Raven estaria pronta para dar o próximo passo na relação, mas pensou que ela estaria mais preparada do que ele realmente estava. Entrando no quarto, ele a encontrou tentando tirar os lençóis da cama.


—O que você está fazendo?— ele perguntou, puxando a sua mão. Sem esperar que ela respondesse, ele a pegou no colo e a levou para o banheiro. Colocando-a de pé, ele testou a água, satisfeito que estava quente o suficiente. —Venha tomar banho. —Não, isso é embaraçoso. Eu quero tomar banho sozinha. —Não acho que seja embaraçoso. Eu acho que é gostoso demais. Agora entreno banho e relaxe. —Drew? —Raven, eu pretendo passar o final de semana inteiro transando com você, e a única maneira disso acontecer é você estar preparada para transar e se estiver sentindo dor, não vou fazer isso. Nós não teremos toda a diversão que você me prometeu. —É nojento—. Ela subiu na banheira e sentou-se. —Não é. O que eu vejo quando olho para isso, é uma mulher que esperou por mim. Você é minha. Nunca tive uma mulher que fosse minha. Elas estão sempre procurando por outra pessoa, alguém que é maior, melhor, com mais dinheiro. —Não quero isso.


—Você não espera de mim nada extravagante. Passamos tanto tempo juntos, e nenhuma vez você me fez sentir como um fazendeiro indigno e burro. Eu te amo, Raven. Eu deveria ter impedido você de ter ido embora anos atrás. Um dos meus maiores arrependimentos foi ceder àquela mulher no galpão. Eu não queria estar com ela. Vendo você, eu só queria você, mais ninguém.— Ela inclinou a cabeça para trás, e ele a forçou olhar para ele. —Depois de todo este tempo, você não tem idéia de como você é incrível. Entenda. Meu pai, ele ficaria orgulhoso de ter você como nora. —Eu gostava do seu pai.— —Ele teria gostado muito de você.— Drew beijou seus lábios. — Sinta-se à vontade. Eu vou lhe mostrar o quão divertido pode ser ter um fazendeiro completo aquí. —Mal posso esperar. Deixando-a no banho, ele correu para o quarto e rapidamente trocou os lençóis da cama, jogando-os no cesto de roupa suja. Depois de arrumar a cama, rapidamente, ele voltou ao banheiro e entrou atrás dela. —Não sei se há espaço suficiente—, disse ela. —Há muito espaço.— Ele se moveu atrás dela e puxou-a contra ele. Pensando sobre a noite, ele não podia deixar de lembrar


daquele filho da puta que pensou que poderia pegar a sua mulher. Ele estava furioso com Francine. Aquela mulher usou o pau dele, e agora ela estava tentando machucar a garota dele. Ele não gostou disso, e não ia deixar nada acontecer com Raven. —O que você está pensando?— ela perguntou. —Sobre aquele cara, e como eu vou lidar com Francine. —Por favor, não faça o que meu pai fez. Eu não sei se poderia lidar com isso. —Quem é o cara com quem ela casou?— ele perguntou. —Você já ouviu as fofocas da cidade ou leu um jornal? —Não preciso. Eu nunca estive interessado no que está acontecendo ao redor do mundo. —Você nunca quis deixar este lugar?— ela perguntou. —Não. A fazenda está no meu sangue. Eu sou dono da minha fazenda, mas isto não me impede de trabalhar para alguém. Eu sou um bom trabalhador, Raven. Eu vou fornecer para você e para nossos filhos. —Isso é uma proposta?


—Eu pensei que estava certo que íamos nos casar. Ela descansou a cabeça em seu peito, olhando para ele. —Você está brincando? Isso não é uma proposta. Isso é péssimo para uma proposta. —Eu acabei de tirar sua virgindade, e eu estive com seu pai. Você não sabia que eu ia me casar com você? —Não! Eu não. Normalmente uma mulher gosta de algo romântico e algo... memorável. Ele riu. Drew tinha um plano para propor a ela. Ele apenas estava esperando o anel ser entregue na casa de seu pai, que deveria chegar na próxima semana. Sua mãe dera-lhe o anel que seu pai tinha dado a ela. Com a artrite de sua mãe, o anel era muito pequeno, e então ele levou a um joalheiro para ficar do tamanho de dedo de Raven. Havia um plano em movimento. Ele só tinha que esperar. —De qualquer forma, falta de romance à parte. Francine casouse com William Connor. Ele é dono de algum tipo de cadeia de outlet que abriu na cidade. Drew sabia o nome dele. Na segunda-feira ele iria visitar seu velho amigo William.


—Eu vejo essa determinação em seu rosto. O que vai fazer?— ela perguntou. —Vou visitá-lo, e eu vou ver o que ele acha de Francine fazendo as merdasque ela faz.— William era um cara legal. Eles tinham crescido juntos, eram amigos no ensino médio. Ambos tinham desejos diferentes na vida. William queria dinheiro e poder. Drew queria uma vida boa e humilde como seus pais. Ele pegou a esponja, satisfeito que ele sabia exatamente o que fazer para ajudar Raven. Ela não merecia a ira de Francine. Aquela mulher era a líder. Derrube-a e o resto do seu bando de cadelas iria seguir o mesmo caminho. —Não vou pensar nelas novamente. Eu tenho uma boa mulher nos meus braços, e eu acredito que ela me disse que eu tenho um final de semana para realizar todas as suas fantasias. —Eu vou, não é? —Como você está se sentindo?— ele perguntou, indo em direção entre as coxas dela. Ele deslizou um dedo através de sua fenda, afundando-se profundamente em sua boceta. Ela estava tão apertada. Ele queria estar dentro dela novamente. A necessidade de possuir cada centímetro dela era forte. —Não estou dolorida.


Quando ele terminasse, ele duvidou que ela seria capaz de andar direito na segunda-feira. Ela o surpreendeu chegando por trás dele, e segurando seu pau. —Estava pensando como seria foder no banho,— ela disse. —Você disse uma palavra feia, Raven. Estou chocado. Ela se virou, e ele viu quando ela bombeou seu eixo. Ele já estava ficando duro novamente. Quando ele ficava perto dela, ele parecia estar em um estado permanente de excitação. Segurando seus quadris, ele a ajudou a sentar no seu colo. Ela segurou seus ombros, e ele agarrou a base do seu pau, pressionando a ponta em sua entrada. Centímetro por centímetro, ela afundou nele, até que ele encheu sua pequena boceta apertada. Ela não era mais virgem. Ele tinha tirado sua virgindade, e agora ela lhe pertencia. O próprio pensamento o excitou ainda mais. Ela afundou-se nele, enchendo-se de modo as bolas dele estavam aninhadas contra a bunda dela. Ele segurou sua bunda, amando o jeito que ela encheu suas mãos. Ela colocou cada centímetro de seu pau com um único gemido. Nada os separava. Não havia dor, apenas amor.


—Agora, Raven, você me tem onde você quer. Sugiro que você foda meu pau e me mostra o quanto você quer. As bochechas aqueceram. —Não sei o que fazer. Abaixando-se no banho para que os seios dela pairassem sobre ele, ele deslizou os quadris dela. —Faça o que é natural e pegue o que você quiser. Sou todo seu para usar. Ele mostrou a ela um ritmo que fez sua boceta deslizar por todo o seu pau. Quando ela encontrou um ritmo próprio, ele soltou seu braço e simplesmente admirou seus seios saltando e o corpo inteiro montado nele. Drew amava a maneira que os lábios de sua boceta se abriam em torno do seu pau. Ele amava a maneira que ela segurava nele, unhas arranhando sua carne enquanto ela montava seu pau. A verdade é que simplesmente ele amava essa mulher. Ela era tudo para ele e muito mais. Raven montou o pau dele, e ele chegou entre eles, acariciando o clitóris dela até que ela gozasse, apertando sua boceta no pau dele. O calor do seu orgasmo e a sensação da sua boceta o apertando com


tanta força fez com que ele também gozasse. Ele gozou, enchendoa, enquanto ela gritava seu nome. Essa mulher ia ter seu nome marcado na pele e no coração, assim como o dela tinha ficado nele por tanto tempo. Por sete longos anos. Ele pretendia que os próximos sete anos fossem os melhores, de modo que o tempo longe um do outro se desbotasse.

***

Na manhã seguinte, Raven acordou com a língua experiente de Drew provocando sua boceta. Ela gemeu, olhando para baixo para vê-lo separando os lábios da boceta enquanto ele brincava com a língua através de sua fenda. —O que você está fazendo comigo?— ela perguntou. —Eu poderia te perguntar a mesma coisa. Você me manteve acordado até tarde ontem à noite, porra, e agora tudo que eu consigo pensar é estar dentro de você.— Ele empurrou dois dedos dentro dela, empurrando para dentro e parafora. Seu polegar roçou em seu clitóris, aumentando seu desejo por ele.


—Vou te foder tanto e tão fundo que você não vai se lembrar de seu próprio nome.— Drew saiu de sua boceta e virou-a. Ela deu um pequeno grito, olhando atrás dela. —Um pequeno aviso. —Eu não posso esperar mais,— ele disse. Raven não teve tempo de protestar enquanto ele pressionava seu pênis dentro dela. Todas as queixas morreram em seus lábios, enquanto seu pau encontrava cada nervo de prazer e a fazia desejar cada vez mais. —Porra, sua boceta é a melhor. É toda minha.— Ele espalhou as bochechas de sua bunda e começou a bombear dentro dela. Seus dedos brincavam com sua bunda, acariciando-a ali. Ela tinha ouvido falar sobre sexo anal e tinha tropeçado nisso durante uma de suas noites viajando pela Europa. Ela estava zapeando a televisão quando ela encontrou um canal. Uma mulher estava sendo fodida por três homens, um na bunda, um na boceta e o outro que ela estava chupando também. Os toques gentis de Drew sobre sua bunda aumentaram seu prazer.


—Eu tenho visto você dormir pensando em como eu iria te acordar, e essa deve ser a melhor maneira de te acordar. Sua boceta é tão boa. Foi por isso que ela pediu a Seymor para dar a Drew o fim de semana de folga. Ela queria tê-lo só para ela. Ela também pediu o dia de folga para Cathy. Sua amiga lhe disse sim, é claro. Cathy estava torcendo para que eles tivessem um daqueles romances que as pessoas pagavam para ver no cinema. Raven tocou seu clitóris, tocando sua boceta enquanto ele a fodia por trás. Seus golpes não diminuíram a velocidade. Eles aceleravam e ele a montou mais forte do que nunca, batendo cada centímetro de seu pau dentro dela. Eles gozaram juntos, ela chamando o nome dele enquanto ele gritava o dela. Ele encheu sua boceta com seu esperma, e ambos desmoronaram juntos na cama. —Eu quero acordar assim todas as manhãs. —Venha morar comigo,— ele disse. Tirando o cabelo do rosto, ela olhou para ele. —O quê?


—Eu já propus. Tanto quanto você está preocupada, estamos quase casados, e não vai demorar muito para você morar comigo. Eu quero que você viva comigo. Venha.— Ele beijou seu pescoço e costas. —Nós poderíamos fazer isso hoje. —Você está falando sério. —Como um ataque cardíaco, acredite em mim, essas coisas são sérias. Arriscar-se. Dar um salto. Apaixonar-se. Essas eram coisas que sua mãe sempre lhe disse para fazer. Ela não viu uma razão pela qual ela não poderia. Ela adorava passar o tempo com ele. Seus sentimentos por ele eram reais. —Você está apenas tentando conseguir alguém para cozinhar para você?— ela perguntou. —Isso também. Estou brincando. Não, eu quero você. Eu poderia te deixar no trabalho e ir buscá-la. —Seria uma condução extra para você,— ela disse.


—Você acha que eu dou a mínima para dirigir um pouco mais? Eu vou ter você. Quando você está apaixonado, você faz sacrifícios. Dirigir para você não vai ser um sacrifício, não para mim. Ela sorriu. —Ok. —Isso é um sim? —Isso é um sim. Eu quero mudar. Então, em um sábado, com cada parte dela dolorida, ela chamou Brice e Cathy, junto com seus pais, para ajudar. Cathy ajudou depois que ela fechou a padaria ao meio dia. Brice não pôde ajudar pois estava fazendo o turno de Drew. Seus pais ajudaram, seu pai e Drew levando os móveis enquanto ela empacotava todo o resto. Sua mãe estava na cozinha, e Cathy foi vêla no quarto e ajudar a dobrar suas roupas. —Então, aconteceu? —Aconteceu—, disse ela, sorrindo. Cathy deu um grito baixo. — Eu estava preocupada. Depois do que aconteceu, eu não sabia se você iria passar por isso. —Não me importei. Eu sei que provavelmente deveria, mas ele me defendeu. Como poderia não amar isso? Ele defendeu a minha


honra. Ele foi tão querido por fazer isso.— Ela soltou um pequeno suspiro. —Foi bom—? Cathy perguntou. Olhando na direção da porta para certificar-se de que sua mãe não estava lá, Raven assentiu com a cabeça. —Foi tão bom. Ele me pediu para morar com ele esta manhã. Eu acho que ele também propôs, mas não tenho certeza sobre isso. Ele poderia ter me perguntado, ou não.— Ela encolheu os ombros. —Poderia ter perguntado. Como isso funciona? —Ele disse que passar um tempo com meu pai e também tirar minha virgindade significava que pertencia a ele.— Ela riu. —Não sei. —Você disse sim para ele, certo? —Sim, disse. Como foi com Brice depois que eu saí? —Ficamos, joguei sinuca, dançamos um pouco e depois fomos para casa. Fizemos sexo, e depois foi embora. —Você não se importa com isso?— Raven perguntou. Ela não seria capaz de suportar Drew tomando o que ele queria e saindo.


—Algumas pessoas querem coisas diferentes. Eu gosto de Brice. Me preocupo com ele, e sei que ele sente o mesmo por mim. Nós não estamos apaixonados. Um dia eu encontrarei um homem para mim, e Brice e eu seremos amigos. —Vocês não falaram em ficar juntos? —Nós conversamos sobre isso. Isso não vai acontecer. Nenhum de nós quer ter esse tipo de compromisso. —Eu arrumei toda a cozinha—, disse Miranda, vindo para o quarto. —Você tem certeza disso, querida? —Sim, eu tenho. —Isso é tudo o que eu quero saber. Eu vou ouvir seu pai amaldiçoando este homem pelas próximas semanas. —Não sei porquê. Ele gosta de Drew. —Eu sei. É coisa de homem. É para ser aceito e eles se odiarem.— Sua mãe jogou as mãos para cima. —Eu não entendo. Eu nunca vou entender, mas acho que não devo.— Todos riram. —O que é isso que eu ouvi sobre alguns problemas no bar de Bobby—? Miranda disse, cruzando seus braços. —Como é que você sabe que algo aconteceu?— Raven perguntou.


—Você é nossa filha, e Clark gosta de se certificar que sua garota está bem cuidada. Também, Bobby e Clark se conhecem a um longo tempo. Ele nos chamou, disse que Drew lidou com isso, mas ele ouviu o suficiente para dizer que não estava feliz. —Francine está espalhando alguns boatos maldosos. —Ah, esse tipo de truque. Sim, aconteceu comigo. Seu pai não sabe disso, mas sei que ele cuidou disso. Ele machucou o homem que estava fazendo sugestões desprezíveis—. Miranda suspirou. — Algumas mulheres podem ser bem vadias, não acha?— Cathy riu. —Sim, nós realmente achamos. —O que Drew disse? —Nada demais. Ele não gostou do fato de que eu tenho sido alvo. —Você deveria tê-lo visto, Sra. Howard. Ele socou o babaca bem na cara. Um par de vezes, também. —Está certo, ele deveria... Ninguém deve estar falando merda sobre minha garota. —Mãe.


—Sério, querida. Estou orgulhosa de você não ter se afastado. Se você ama um homem suficientemente forte então você vai apoiálo, nos bons e maus momentos. —Como você e o papai? —Exatamente como seu pai e eu. Eu não prometo que vai ser fácil. Na verdade vai ser difícil, mas se você ama alguém difícil, então fique com ele. Muitas pessoas desistem quando as coisas ficam difíceis. Não é a maneira de fazer um casamento forte. —Algumas pessoas só cometem erros—, disse Raven. —De qualquer forma, você fez uma boa escolha com Drew. Ele é um guardião, tudo bem Raven não podia negar isso. Ela carregou o caminhão pela segunda vez, e antes que ela pudesse entrar no apartamento para pegar os últimos itens, Drew puxou-a para os braços dele. —Você está pronta para o próximo passo das nossas vidas juntos? —Claro que sim. Você está pronto para ir para a loja de bricolagem? —Porquê? —Eu gostaria de passar uma mão de tinta na sala de jantar, se estiver tudo bem. Poderia enfeitar um pouco.


—Colocando sua marca no nosso lugar. Ela sentiu uma emoção dele chamando-o “nosso lugar”. —Sim, é melhor você se acostumar com isso. Ele pressionou seus lábios contra os dela e disse-lhe que sim.


Depois de um final de semana turbulento, Drew voltou a trabalhar na segunda-feira, pronto para enfrentar o dia. Ele começou sua rotina matinal, mas às 09:00 ele perguntou a Seymor se ele poderia sair para cuidar de alguns negócios. —Que tipo de negócio você tem para resolver, se não se importa?— Seymor perguntou. —Eu tenho que ver um cara sobre um problema com a garota dele—, disse Drew. —Ah, o problema na casa de Bobby. —Vá ver William, resolver este problema. —As mulheres são criaturas adoráveis. Sempre fui grato que minha Julia tinha um bom coração. Raven me lembra um pouco ela. Um bom coração, uma boa mulher. —Ela foi morar comigo. —Parabéns.


—Eu também propus, mas tenho que fazer isso um pouco melhor. Eu ia pedir esta semana. Quando o anel da minha mãe ficar pronto, posso ir até à cidade pedir minha namorada em casamento? —É claro. Você é um trabalhador, Drew. Você nunca virou as costas para o rancho. Nem Brice, e isso significa mais para mim do que qualquer coisa. Drew fez uma pausa, olhando para o seu chefe. —Dói às vezes?— ele perguntou. —Vendo tudo isso, sabendo que ela é a razão pela qual tudo está aqui. Me desculpe, eu não devia perguntar. —Há cinco meses atrás eu lhe disse para voltar ao trabalho. Eu vi uma mudança em você. Você era um bom trabalhador Drew, mas você também era um homem que vivia em uma concha. Nada parecia chegar até você. Você era fechado para tudo ao seu redor. Você não parecia não estar vivo, às vezes. Ele não podia mentir. Até Raven voltar para sua vida, ele não ligava para mais nada. A única pessoa que ele queria estava a um mundo de distância. No momento que ela voltou, no primeiro vislumbre, e foi como se ele tivesse acordado de um longo sono.


—Sim, dói. Esta era a casa de Julia. Ela ficou ao meu lado quando o gado estava falhando, e eu não conseguia pagar as contas. Certa manhã, depois que eu tinha bebido até o esquecimento, ela me levou até o chuveiro, me fez acordar. Em seguida eu sabia que estávamos no meu escritório, e ela tinha um grande arquivo de outros empreendimentos que eu poderia entrar. Criar gado não era a única coisa que um fazendeiro poderia fazer. Ela teve uma visão e através dessa visão, ela viu como o rancho O'Donald poderia ficar bom. Acho que ela ficaria orgulhosa se ela visse no que eu consegui aqui. É tudo por causa dela. —Você nunca teve filhos? —Não. Julia não podia ter e não poderíamos adotar também. Ter filhos é caro. Tínhamos um ao outro, e isso era o suficiente. —Eu vou sair. —Ei, Drew,— disse Seymor. —Sim, senhor. — O que você acha sobre o treinamento para assumir as rédeas deste lugar? —Eu?


—Sim. Seu pai e eu conversamos sobre isso algumas vezes, mas nunca conseguimos falar com você. Você acha que isso é algo que você gostaria de fazer? Drew olhou de relance e não pôde acreditar. —Eu vou ter que pensar sobre isso. —Você pensa sobre isso, e vamos falar mais tarde quando estiver pronto.— Ele foi surpreendido e não tinha a menor idéia do que fazer, enquanto dirigia para a cidade. Evitando passar pela padaria, ele entrou no edifício Connor e estacionou. Saindo, entrou na recepção. A mulher atrás do balcão olhou-o de cima a baixo, e ficou claro o desdém em seu rosto. —Posso ajudá-lo?— ela perguntou. —Estou aqui para falar com o William. —Sr. Connor só atende com hora marcada —Diga que ele precisa me ver. É sobre sua esposa. Não vou a lugar nenhum. Ele vai me ver.— Ela bufou e pegou o telefone. —Sr, Connor sinto muito incomodá-lo. Eu estou com um cavalheiro,— Ela cobriu o telefone e perguntou seu nome,— o senhor Drew Reynolds está aqui para — —ela parou e ficou com o rosto corado. —Oh, eu mando. Sim, senhor. — Ela desligou o telefone. —Ele disse para ir direto—. Ela apontou em direção à porta, e ele assentiu.


—Obrigado. Caminhando em direção à porta, ele entrou no escritório, dizendo o nome de Connor. William estava atrás da mesa, e no momento em que ele entrou, ele desligou o telefone e ficou de pé. —Eu serei amaldiçoado, Drew Reynolds. Eu sabia que você trabalhava no rancho, mas pensei que tinha esquecido quem eu era. Estava de volta à cidade há seis meses e nada. — William deu a volta na mesa e estendeu sua mão, sacudindoa. Drew notou que não havia nenhum anel de casamento. —Receio que isto não seja uma visita social. —Eu percebi isso—, disse William, suspirando. —O que está acontecendo? —Você é casado?— Drew perguntou, olhando para o dedo sem aliança. William amaldiçoou. —Sim, conforme o testamento do meu pai, tive que casar com essa maldita víbora, Francine Luderman. Porra, eu a odeio. Se eu pudesse mudar, eu faria. Meu coração pertence a outra.— William estremeceu. —Ouvi dizer que você estava fodendo Francine todo o tempo até o casamento.— Drew se calou. —Ok, isso não está saindo da maneira que eu


imaginava. Se um homem tocasse minha mulher, ele não estaria em pé diante de mim agora. Seu velho amigo suspirou. —Olha, eu me casei com Francine porque eu tinha que fazer. Esta é a minha porra de companhia. Eu ganhei isso. No entanto, no testamento do meu pai, ele assegurou, o maldito bastardo, que eu não tivesse opção, a não ser me casar com a mulher de sua escolha. Acredite, eu não tenho nenhum amor por Francine. Eu não consigo nem ficar na mesma sala que ela. Casar com ela foi apenas um negócio. —Bem, seu ‘negócio apenas' tem um problema com o fato de que eu segui em frente, e que eu encontrei o amor. —Raven Howard? —Sim, você ouviu? —Ouvi dizer que você fez uma reivindicação. Ela pertence a você, e nenhum homem deve tocar. Ela é uma boa mulher, uma boa menina. Meio que me lembra de mim mesmo. —Hum?— Drew disse, confuso novamente. William tirou a carteira dele e abriu-a.


—Clara, ela é minha. Eu a conheci quando estava na faculdade. Ela era uma garçonete. Nós nos apaixonamos e temos dois filhos juntos. —Como você está casado? —O testamento do meu pai só dizia que eu tinha que me casar com a Francine. Não tenho nada a ver com ela. Eu não a toco e não me importo com ela. Ela me deixa doente, Drew. Sou um homem, um homem de negócios. Clara é quem pertence a mim. Agora, se você tivesse trepado com minha garota de verdade, você estaria morto no chão. —Eu quero que você faça Francine e suas víboras pararem de machucar minha mulher, William. Você sabe o que é amor. Vejo em seus olhos quando você olha para essa foto. Imagine uma mulher do seu passado fazendo da sua vida em inferno. —Eu não ficaria parado. —Eu não sei o que você pode fazer — William levantou a mão. —Posso ser um homem de negócios, mas também sou seu bilhete de refeição. A única razão pela qual ela pode manter a cabeça erguida é por minha causa. Não se preocupe, eu posso colocar Francine no lugar dela. Eu vou mesmo ter certeza que seu grupinho também saiba.


Drew foi para falar, mas a voz da mulher da recepção alertouos de que Francine na verdade estava lá. —Como você gostaria de me ver despir-lhe, verbalmente, ou seja, bem aqui? Dessa forma, você vai saber que foi feito. Drew sentou-se quando William deu a ordem para mandá-la entrar. Francine, invadiu o escritório e jogou o cartão de crédito. —Esse está esgotado. Eu preciso de outro. —Outro—? William perguntou, sentando atrás da mesa. —Você não está me fodendo William, o mínimo que você pode fazer é pagar pelas coisas que eu quero,— Francine falou. —Ah, eu vejo, nós temos um problema. Você conhece Drew, não é? — William disse, apontando para ele. Francine empalideceu e pareceu um pouco perplexa. —Sim, já ouvi sobre ele. —Não tente fingir que você não estava transando com ele, querida—, disse William. O sarcasmo em sua voz era claro. —Ele não quer sua boceta podre, assim como eu também não. —Como ousa.


—Você vai deixar Raven e ele em paz. Está entendido?— William perguntou. Sua voz estava cheia de ódio. —Por que diabos eu farei qualquer coisa que você diga? Houve uma pausa, um breve silêncio. William jogou o cartão de crédito na mesa. —Ok, você tem razão. Você não deveria me ouvir. Isso é tudo. —Cartão de crédito—, disse Francine. —Eu preciso de um. —Desculpe-me, mas não.— Ela riu. —Pare de ser idiota. —Sugiro que você pegue um dos seus amigos para comprar o jantar e te levar para o spa que me custa um par de mil para todos vocês —Não!— William se levantou. —Por que você deve fazer como eu digo? Porque sou eu quem controla o que você compra. Você acha que as pessoas vão olhar para você da mesma maneira quando eu tirar sua casa? O dinheiro que você gasta, nada disso é seu.


—Eu vou dizer a papai. —Vá em frente. Ele não tem nenhum controle sobre o que eu faço. Pense nisso, Francine. Dinheiro ou sem dinheiro. Não me importo se eu morar em um trailer. O que isso fará por você?

***

—O que ela disse?— Raven perguntou. —Francine cedeu. Chamou-o de valentão, mas ele disse a ela que, até saber com certeza que ela vai parar, ele está limitando sua conta, e cancelou sua ida ao spa. —Aposto que não caiu bem.— Ela entregou-lhe uma bebida e sentou-se ao lado dele. Nenhum deles poderia fazer nada, já que hoje ela ficou menstruada. Ela estava com cólicas. Ele puxou-a para ele e começou a esfregar sua barriga. —Isso não aconteceu. Ela não vai causar mais problemas para nós. Posso garantir isso. Dinheiro é tudo o que importa a ela.


—O dinheiro pode fazer muitas coisas ruins com as pessoas, não acha?— ela perguntou. —... Isso os torna... diferentes. —Sim, ele faz. Estou feliz que ele tenha cuidado disso. —Você achou que ele não iria? —Eu não sei. Foi um tiro no escuro, para ser honesto. —Não sabia que você conhecia William. —No ensino médio. Não estávamos perto, mas éramos amigos. Ele foi para a faculdade com grandes sonhos e voltou para casa. Pobre diabo, teve realmente que se casar com ela quando ele tem uma mulher e dois filhos que ele ama. Ele nem sequer a toca. —Isso é só... triste. Você não acha?— ela perguntou. —Triste, sim. —Passar a vida com uma mulher que não suporta enquanto a mulher que você ama tem que saber que você é casado com outra pessoa. Eu não acho quepoderia passar por algo assim. —Eu também não, querida. Não suportaria ser casado com ninguém além de você.— Ela fechou os olhos, apreciando a maneira pela qual seus dedos acariciavam sua barriga. —Estou feliz que você fez isso.—


—Eu também. Não aguentava mais ver qualquer merda acontecer com você por minha causa.— Raven não sabia o que dizer, então ela ficou quieta. —Está bem. —Não está bem. Eu deveria ter aprendido a mantê-lo nas minhas calças. —Eu não quero que você mantenha isso em suas calças.— Ela piscou para ele. —Eu gosto de ver você usá-lo. —Oh, querida, quando possível, vou lhe mostrar como pode ser bom quando você me deixa brincar com você. Ela deu uma risadinha. —Gostaria de sair comigo esta noite?— ele perguntou. —Para o bar? —Sim. Eu quero tirar você daqui. Não me importo com o que as pessoas pensam. —Gostaria disso. Raven se levantou e correu para se vestir. Ela colocou uma calça jeans e uma camisa de seda. Ela se sentia tão sexy quanto podia, dadas as circunstâncias. Drew estava esperando por ela na porta, e saíram de casa, para subir na caminhonete.


Eles não demoraram muito para chegar, e considerando que era uma segunda-feira, estava muito cheio. Drew saiu primeiro e contornou a caminhonete para ajudá-la. Com a porta fechada, ele a apertou contra o metal e beijou-a. —Porra, eu te amo, Raven Howard. —Idem, Drew Reynolds.— Ela beijou-o de volta, sabendo que ela queria fazer todos os tipos de coisas sujas com ele, mas teria que esperar. —Vamos lá, vamos para dentro. Ele pegou a mão dela, e eles entraram no bar do Bobby. Várias pessoas viraram-se para olhá-los, mas ninguém disse nada. Indo em direção ao bar, ambos pediram uma cerveja. —Você não vai causar problemas esta noite, vai?— Bobby perguntou. —De jeito nenhum. Eu queria levar minha garota dançar. Havia alguns movimentos lentos acontecendo, e Raven queria ser parte disso. Ela nunca tinha dançado muito bem. Namorados não tinham realmente feito isso por ela. Tomando um gole de sua cerveja, ela deu um pequeno suspiro quando Drew passou o braço em volta de sua cintura, puxando-a


contra ele. Foi bom sair de casa, ter um tempo a sós, um com o outro. —Há algo que você quer?— ela perguntou. —Sim, eu quero dançar com você. Terminando suas cervejas, ele a levou até a pista de dança, onde havia uma música lenta tocando. —O que está acontecendo, Drew?— ela perguntou. —Alguma coisa me diz que você tem algo em mente. —Eu quero lhe fazer algumas perguntas. —Ok. Eu estou pronta. Uma de suas mãos segurou a dela perto do seu peito e a outra descansou na base das suas costas. —Eu queria saber o que você planejou para os próximos cinquenta anos? —Não muito. Conhecer um homem simpático, me casar, e talvez, ter um casal de filhos. E quanto a você? O você planejou? —Eu quero você na minha vida, Raven, sempre. —Isso já está acontecendo.


—Eu quero seis filhos,— ele disse. Ela bufou. —Seis? —Sim. Meus pais se esforçaram para ter filhos e depois, no final da vida deles, me tiveram. Eu sabia que eles me amavam, mas queriam mais alguns filhos. —Seis crianças é, então. Minha mãe teve complicações depois de mim, e papai não quis arriscar. Ele a amava mais do que um exército de pirralhos. Ele estava feliz comigo—. Ela sorriu para ele. —Eu sou adorável. Ele riu com ela provocando. —Você é adorável e toda minha. —O que mais você gostaria? —Eu gostaria de um casal de cães e gatos. Não gosto de gatos, mas eu vou ter um casal, porque eles ajudam a manter os ratos longe. Eu amo minha casa, e não quero me mudar. —Não se preocupe Drew, eu amo a sua casa também. Precisa de um toque feminino, mas eu posso trabalhar com isso. Ela gostou disso.


Eles estavam planejando o futuro juntos, ou pelo menos pareciam que estavam. —Então, seis crianças, cães, gatos e nós dois juntos. —Que tal?— ele perguntou. —Perfeito para mim. Parece absolutamente perfeito.


Todos os seus planos cuidadosamente ordenados tinham sido completamente confusos. Drew andou de um lado para o outro no longo corredor de sua casa, e aguardava a entrega do que ele esperava ser o maldito anel com o qual ele ia propor casamento a Raven. Na semana passada, quando o anel deveria chegar, foi adiado porque o joalheiro ficou doente. Então ele perdeu a entrega segunda-feira cedo porque tinha que terminar o trabalho, e então ele teve que mentir sobre levar uma entrega para Brice, para que Raven não suspeitasse. Agora era sexta-feira e ele queria pedir a mão de Raven em uma cena elaborada, realmente romântica, em sua padaria, mas não estava parecendo que iria acontecer porque o maldito homem que deveria estar entregando o maldito anel estava atrasado. Totalmente atrasado. Brice tossiu. —O quê?


—Eu nunca soube que você era tão louco. —Eu organizei tudo e agora tudo isso pode dar errado. Tenho planos de ir a um centro de resgate para pegar um cão e um gato.— Correu os dedos pelo seu cabelo, Drew estava irritado, mais do que irritado. —Ele vai aparecer. Você vai rir disso um dia e dizer que estava estressado sobre nada.— Brice acenou com a mão no ar como se fosse nada. Como se o amor da sua vida não estivesse em uma padaria na cidade, achando que sua vida estaria ligada a um homem que era tão pouco romântico. Deus, isto o estava matando. —Você é um idiota! —Isso é tudo o que você tem a dizer? Eu sou o idiota? Foi você que decidiudar o anel, pegar sua mulher e dizer-lhe que ia se casar depois do sexo. —Como você sabe disso?— Drew perguntou —Cathy falou. Nós falamos sobre vocês. Nós dois estamos de acordo, você é fofo para caramba. Nunca pensei que veria o dia em que Drew Reynolds ficariaapaixonado por Raven Howard, uma das garotas mais doces do mundo.


Andando de um lado para o outro, Drew não tinha tempo para discutir com Brice. Havia vezes, tarde da noite, quando Raven estava dormindo em seus braços, que ele tinha que se perguntar como diabos conseguiu que ela ficasse com ele. A campainha tocou, e ele foi em direção à porta, desesperado para pegar aquele anel em suas mãos. —Tenho uma entrega para Drew Reynolds—, disse o homem. Assinando, Drew esqueceu de todas as palavras de ódio ele ia falar e simplesmente pegou o pacotinho. Batendo a porta e fechando-a, ele desembrulhou e verificou se estava tudo perfeito. —Graças a Deus, está tudo bem. Estamos todos bem. —Estamos prontos para colocar esse show na estrada? —Vamos colocar esse show na estrada. Subindo no caminhão de Brice, eles se dirigiram para a cidade, e o coração de Drew estava acelerado. Ele nunca tinha sentido nada assim em sua vida. Suas mãos suavam e o medo era tão forte, e ainda ao mesmo tempo, tudo parecia certo. Quando se tratava de Raven ele correria até os confins da terra para fazer qualquer coisa por ela. Ela era o seu coração, sua razão de viver, e ele a amava mais e mais a cada dia.


—Tem certeza disso? O pai dela tem uma espingarda. Você faz qualquer coisa para machucá-la, e você está sozinho. —Não vou machucá-la. Eu a amo. Isto não é uma coisa que eu decidi fazer. Eu quero ficar com Raven para o resto da minha vida. Quanto mais cedo você perceber que Cathy é uma guardiã, mais cedo você vai ser feliz. —Ela não me quer. —Você já pensou que a razão pela qual ela não quer é porque você nunca mostrou a ela que você quer mais do que sexo? Dê uma chance a ela, e ela pode surpreendê-lo. —Você tem uma mulher apaixonada por você. Pare de tentar lidar com a minha vida amorosa. —Que vida amorosa? Você não tem uma. Seu merda, é isso. —Bem, eu não transo com outra mulher há mais de um ano, só para você saber. —Cathy sabe disso?— Drew perguntou. —Não, eu não contei a ela. Para ser sincero, não sei como transformar essa coisa que estamos tendo em algo mais. Isso é chato. A maioria das mulheres acha que nós homens devemos tomar as rédeas e coisas do tipo. Eu? Estou sempre com tanto


medo. E se eu fizer algo errado?— Drew riu. —Você precisa aprender a falar o que você quer. Se Cathy não te quer, então ela não quer você, e você não pode fazer nada sobre isso. O que há de errado em dar esse salto de fé?— Brice suspirou. —Eu te odeio. Por que não se concentra em fazer sua própria mulher feliz, e qualquer um que esteja à distância se apaixonar por você? Seymor já estava esperando por eles, assim como vários fazendeiros. Ele não podia estragar tudo. Brice estacionou do lado de fora, e Drew saiu, sabendo que ele queria que isso fosse algo lembrado por Raven. Lambendo os lábios secos, ele saiu em direção à porta, e várias pessoas lá dentro viraram-se para olhar para ele. —Cathy, eu gostaria de ver minha mulher, por favor,— ele disse. Sua voz era clara, não cedendo aos seus nervos. Droga, Raven poderia recusá-lo em público, e todo mundo iria rir dele. Pense, concentre-se e não entre em pânico. Pense, concentre-se, não entre em pânico. Não entre em pânico. —Raven, alguém está aqui para vê-la,—, disse Cathy.


Não entre em pânico. —Quem iria querer... Drew, ei,— disse Raven. Ela deu-lhe aquele sorriso, e todas suas dúvidas desapareceram. —O que você está fazendo aqui? —Raven Howard, você ocupou um lugar especial no meu coração, sete anos atrás, quando você me viu em um estado menos lisonjeiro, e antes que eu tivesse a chance de falar com você, você se foi. Por sete anos tenho passado pela vida, sem viver realmente. Não havia nenhum prazer. Não havia nenhum amor. Eu fiz sexo, mas não tinha uma conexão. Ninguém nem chegou perto de ser a mulher que eu precisava, que eu queria, pela qual eu ansiava. —Drew? —Quando vi você ao lado de Cathy naquele dia, naquele instante eu senti como se eu tivesse sido acordado novamente. Que sem você, eu estava dormindo, esperando o dia de acordar. Apenas um olhar em você e meu mundo inclinou-se sobre seu eixo, ficou fora de controle, e eu sabia que não podia deixar você ir, não agora, nem nunca.— Lentamente, ele se ajoelhou. Lágrimas rolaram dos olhos dela, e ele odiava que estava fazendo ela chorar. Ele odiava qualquer tipo de lágrimas, fossem elas felizes ou tristes.


—Drew? —Eu te amo. Antes de você, eu era um meio-homem, mas estando com você, sou um homem inteiro. Eu te amo. Eu te amo mais que tudo no mundo. Eu não sou bom com romance, e eu não sou bom em dizer as coisas certas. Eu sei ser fazendeiro, sei que trabalho duro. Eu prometo sempre amar você, para sempre cuidar de você, ser o melhor amante que você já teve e o único amante que você vai ter. Eu a manterei, sendo o marido mais atencioso e o melhor pai para os nossos filhos. Também vou tirar o lixo e lavar a louça. —Porque eles ajudam em um casamento,— ela disse. —Sim, está certo. Raven Howard, coração da minha vida, você vai me dar a maior honra em tornar-se minha esposa?— Ele apresentou-lhe o anel e esperou ansiosamente. —Você estava errado sobre uma coisa, Drew Reynolds,— disse Raven. —Sobre o que? —Você é muito romântico. —Isso é um sim?— ele perguntou. Ele nunca tinha ficado tão nervoso nos cinco segundos que ela levou para responder.


—Sim, você é um bobo. Eu aceitei sua proposta semanas atrás. Ele ficou em pé, puxou-a em seus braços e beijou seus lábios. Palmas, irromperam em torno deles, mas ele não se importava. Ela disse sim, e no que lhe dizia respeito, foi a melhor coisa que já lhe acontecera. Ela afastou-se, sorrindo para ele. —Não sabia que você poderia ser romântico. —Bem, me faça um favor,— ele disse. —O quê? —Sempre que eu fizer algo para irritá-la, lembre-se de como eu estava bem hoje e não use minhas palavras idiotas contra mim.— Ela riu. —Eu não vou. Eu vou me lembrar deste momento para o resto da minha vida. Deixá-la na padaria foi a coisa mais difícil que ele fez. Tudo o que ele queria era levantá-la em seus braços e levá-la de volta para o seu lugar, fazer amor com ela, até o sol se pôr. Ele teria que esperar até a noite, e ele já tinha planos para terminar sua noite romântica.

***


Seis meses depois

—Está tudo bem, querida?— Clark perguntou. —Estou um pouco nervosa. Eu pareço bem?— Ela passou as mãos pelo vestido e deu uma volta para seu pai ver. O vestido tinha sido feito por sua mãe, e foi o mais perfeito vestido de noiva que ela já tinha visto. Sua mãe tinha levado seis meses para acabar o vestido. O vestido foi o único motivo pelo qual eles esperaram tanto tempo para casar. Raven não podia reclamar. Foram seis meses de pura felicidade, felicidade não-casada. —Você está uma pintura, querida. Drew vai morrer quando olhar para você. —A igreja está lotada—, disse Cathy, entrando na sala. —Os moradores estão aqui para ver Drew Reynolds cair. Eu nunca soube que era tão louco antes. —Assim você me deixa mais nervosa. E se eu cair?— Raven perguntou.


—Não vou deixar você.— O pai dela apareceu, colocando o véu em sua cabeça. —Você vai sair e casar com o homem que você ama. —Você gosta dele, pai?— ela perguntou. —Você o ama, Raven? —Mais do que tudo. —É certo o pai odiar o genro. É o nosso direito colocá-los no inferno só para ter certeza que eles sabem o que estão fazendo. Drew tinha uma má reputação. Eu o confrontei nessa reputação, e ele não fez nada mais que me provar que não é só um homem bom, é um homem loucamente apaixonado pela minha filha e fará qualquer coisa para protegê-la. — Clark segurou sua bochecha. — Eu gosto dele querida, e eu ainda vou lhe dar o inferno. É meu direito total. Ela gemeu. —Espero que não. Realmente não quero ter que lidar com isso. —Hoje não. Hoje é seu dia. Respirando fundo, ela assentiu com a cabeça, virando-se para Cathy. Sua melhor amiga estava inchada com a criança de Brice. Tinha sido um choque para ela ver Brice e Cathy ficarem juntos. Ela


não sabia o que aconteceu, mas os dois estavam felizes e tão apaixonados para qualquer um ver. —Como está nossa afilhada?— ela perguntou, curvando-se para beijar a barriga de Cathy. Ela e Drew seriam padrinhos da menina que ela esperava. —Ela está feliz. Ela está se acomodando para que eu possa ver este casamento inteiro. —Não acredito que você e Brice foram para Las Vegas para se casar. —Eu sei. Só queríamos oficializar. Deveríamos ter feito isso há meses.— Cathy abraçou-a e houve uma batida na porta, dando-lhes o sinal que estavam prontos. Todos deram-lhe um abraço final e saíram do quarto, deixando-a sozinha com seu pai. —Última chance, você quer que eu lhe empurre pela janela para que você possa escapar?— ele perguntou. Ela deu uma risadinha. —Sem chance. Indo em direção a seu pai, ela segurou o braço dele, e juntos eles saíram, prontos para enfrentar o seu homem. No momento em


que ela o viu em pé no altar, todo o medo foi embora. Era o que Drew fazia com ela. Ele sorriu para ela, e ela viu como ele soltou um suspiro. Seu pai levantou o véu e ofereceu a mão para Drew. —Cuide bem dela, agora. —Eu vou, senhor, eu vou.— Drew sorriu-lhe. —Eu pensei que você fosse desistir. —Você não vai se livrar de mim tão facilmente. O silêncio caiu sobre a Igreja quando o padre começou a falar. Olhando para os lindos olhos azuis de Drew ela sabia, sem sombra de dúvida, que não estava cometendo um erro. Este homem era o amor da vida dela. Como em seu discurso de proposta, ela também só tinha vivido pela metade sem ele. Ela não podia imaginar uma vida sem ele, nem ela queria. Eles disseram seus votos, prometendo amar, honrar e respeitar um ao outro. Quando chegou a hora de anunciá-los como marido e mulher, ninguém se pronunciou para arruinar seu dia especial. A ameaça de William manteve Francine na linha. A mulher rancorosa preferiu o dinheiro e a reputação dela sobre tudo. —Você pode beijar a noiva.


Drew a puxou para ele, afundando os dedos em seu cabelo e tomando seus lábios. Toda a Igreja explodiu em aplausos, e ela sorriu contra os lábios dele. —Eu tenho você agora para o resto da minha vida,— ele disse. —Eu não vou fugir, e eu não terei medo. —Sra. Raven Reynolds. —Esse é meu nome. —Certamente é. Eles não pararam de segurar as mãos enquanto saiam para tirar fotos. Eles tiraram algumas com seus pais e com Doreen, que conseguira sair acompanhada de uma enfermeira do lar. Ela chegou a ver seu filho se casar. Sua foto foi tirada com Brice e Cathy, então várias deles juntos, beijando-se. A recepção realizou-se no rancho de O'Donald. Raven ficou chocado quando ela ouviu que Seymor queria que Drew assumisse o comando. Seu homem estava nervoso em assumir algo tão grande e vasto, mas ela tinha fé nele. Foi assustador e, como ela disse, namorá-lo tinha sido assustador. Ela tinha feito isso, e agora ela estava casada com ele.


Ouvindo os discursos, ela ouviu muitas pessoas expressarem suas dúvidas sobre seu amor, e também a felicidade de vê-los juntos. Eles tinham desafiado as probabilidades, e tudo dependia de Drew declarando que ela pertencia a ele. Ela nunca iria esquecer isso, nunca. —Então, Sra. Reynolds, quais são seus planos para os próximos cinquenta anos?— Drew perguntou durante a primeira dança. Ela sorriu. —Estou pensando em seis filhos, um casal de cães e alguns gatos— Eles já tinham um cão, Floppy, um mestiço de resgate. Ambos os adoravam, e ele era tão fofo. —Sei? —Sim, eu quero uma família grande.— Ela repetiu as palavras para ele. Drew puxou-a para perto e a abraçou com força. —Eu tenho uma pergunta,— ela disse. —O que é? —Se nós tivermos uma filha, vai ser um osso duro de roer para o pretendente?


—É direito de cada pai.


Dezoito anos mais tarde

—Mamãe, papai está sendo uma pessoa horrível novamente. Ele está sendo tão cruel,— disse Bethany, gemendo. Raven sorriu quando terminou de preparar a massa de biscoito com sua filha mais nova, Lora. Eles tiveram cinco filhos, com seu sexto filho a caminho. Sim, ela tinha quarenta e três anos e seu sexto filho tinha sido um acidente, mas ela ia amá-lo mesmo assim. De repente houve uma batida na porta e, mais uma vez, ela ouviu os gritos de Bethany. —O que você disse a ele? Suas vozes foram se aproximando, e ela viu o marido convencido entrar na cozinha. —Eu apenas disse o que é direito de todo o pai.


—Você é tão estranho. Não posso conseguir um namorado por sua causa. Você está arruinando tudo. —Bethany, se ele não é homem o suficiente para enfrentar seu pai e aceitar a porcaria que ele tem que fazer, então ele não é bom o suficiente para ficar com você—, disse Raven. Ela tinha visto a lógica nas palavras do próprio pai. —Sim, bem, eu aposto que vovô não lhe deu um tempo difícil,— disse Bethany. —Na verdade, ele fez—, Raven disse, vindo em defesa do seu marido. —Seu pai levou todo o tipo de porcaria. Ele até ameaçou seu pai com uma espingarda, e você sabe que seu avô adora sua espingarda. —Estou fazendo isso por você, querida. —Ele era um completo anormal. Eu acho que você é feia, mas você poderia fazer melhor do que Malcolm,— disse Sean, seu filho de dezesseis anos. —Não diga coisas assim sobre sua irmã,—, disse Drew. —É a verdade


Dezoito anos, cinco filhos, dez cães, quinze gatos, um bebê o caminho, um rancho para cuidar e vários afilhados — que tinha sido tão grande, tão exaustivo e tão valioso. Quando os biscoitos estavam no forno, as crianças estavam limpando tudo e Bethany havia cedido a seu pai, Drew finalmente puxou-a contra ele. —Como está minha pequena incubadora? —Sério, você acha isso romântico?— ela perguntou. —Não é? —Não! Está longe de ser romântico. Não é muito romântico. Não acredito que pensaria isso. —A proposta! Ela fez uma pausa, girando em seus braços e olhando para ele. —Drew Reynolds, não pense que você pode me lembrar do tempo que você foi romântico para sair disso. —Discurso da lua de mel. —Ainda não vai funcionar. —Primeiro aniversário. Raven suspirou, colocou a mão em seu quadril e olhou.


—Eu não sou uma incubadora. —Faria você se sentir melhor se eu disser que você é toda minha e de mais ninguém?— ele perguntou. Ele acariciou seus quadris, movendo as mãos ao redor das costas dela. Ela sabia o que ele estava fazendo mas, como todas as vezes que eu ele a irritou, ela estava fraca demais para negá-lo. —Ainda não estou feliz. —Você é minha incubadora muito sexy. Sem você, não teríamos nossa grande família.— Ele acariciou seu pescoço, e ela sabia que com mais alguns beijos, ele teria dissipado sua raiva. Não que ela estivesse com raiva. Raramente ficava com raiva, e ele só gostava de dizer e fazer coisas que faziam seu temperamento queimar. —Eu não posso esperar até chegar na cama. —Mesmo com isso? —Querida, seus seios estão enormes, macios, e como sempre, você é quente como o inferno. Eu estou indo para o inferno de uma noite hoje. E ele foi. Seu bad boy estava viciado em seu corpo de grávida.


Mas Drew era um bad boy apaixonado por ela, tal como ela era por ele.

She’s Mine - Sam Crescent  
She’s Mine - Sam Crescent  
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