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Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo

ADJORI SP JORNAL ANO 2009 ANOXXVIII XXVIII- -Nº Nº90 91--Janeiro Maio dede 2009

Papel com preço menor. A primeira vitória da Adjori em 2009

Em março último, o Comitê de Jornais Diários da ADJORI/SP, sob a coordenação de Evaldo Vicente (Tribuna Piracicabana) e Valentim Viola (Opinião Jornal), promoveu en-

contro no qual cerca de 15 jornais e gráficas de todo o estado (foto acima) puderam dialogar com uma das mais ativas e importantes empresas de comercialização de papel jornal,

a Europcell. O seu presidente, Sebastian Hetzmann pode expor maneiras de importação direta pelos jornais, o que reduz substancialmente os preços. Página 5

ADJORI\SP cria Certificado de Circulação

Projeto ameaça acabar com a maioria dos jornais do interior do Brasil

Governo federal promete investimento publicitário em jornais

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ADJORI SP Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo

Fundada em 26 de maio de 1980.

EXPEDIENTE

CONSELHOS

DIRETORIA

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Mandato 2008/2010 Presidente: Carlos Alberto Buzano Balladas Jornal Ponto Final ‒ Santo André Vice-Presidente: Luiz Carlos Paes Vieira Folha de Boituva ‒ Boituva 1º Secretário: Rodrigo Bueno Correio Iperoense ‒ Iperó; 2º Secretário: Weimar Lúcia D. de Oliveira A Tribuna Regional ‒ Rancharia; 1º Tesoureiro: Alberto Talauskas Jornal de Peruíbe - Peruíbe 2º Tesoureiro: Evaldo Vicente A Tribuna Piracicabana ‒ Piracicaba. CONSELHO FISCAL Presidente Conselheiro: Airton Resende Repórter Diário ‒ Santo André 2º Conselheiro: Eduardo Henrique Eltink Correio Liberal ‒ Paranapanema; 3º Conselheiro: Eloi Mendonça Diário de Fato ‒ Pereira Barreto 1º Suplente: Alberto Floret Folha do ABC ‒ São Bernardo do Campo 2º Suplente: Carlos Spada Gazeta Popular ‒ Suzano 3º Suplente: João Bosco A Cidade de Barueri ‒ Barueri CONSELHO DE ÉTICA Presidente Conselheiro: Valter de Luca Diário de Sorocaba ‒ Sorocaba; 2º Conselheiro: Valentim Viola Opinião Jornal ‒ Araras 3º Conselheiro: Silvia Helena Caetano O Movimento ‒ Pirassununga; 4º Conselheiro: Luiz Carlos Ferraz Jornal Perspectiva ‒ Santos 5º Conselheiro: Alencar Cezar Scandiuzi Cidadão ‒ Fernandópolis.

ADJORI/SP JORNAL é uma publicação da Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo Projeto gráfico: Perene Comunicação Responsável: Carlos A. B. Balladas MTB 036 791. Tratamento de imagens e diagramação: Natália Barrichello Colaboraram nesta edição: Erich Vallim Vicente e Carla Guedes. Sede própria R. Sete de Abril, 127, 1º andar- conjunto 11 Centro ‒ São Paulo ‒ S.P. CEP 01043-000 Tel. (11) 3258-2922 secretaria@adjorisp.inf.br

PALAVRA DO PRESIDENTE

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Alerta! Não há Lei de Imprensa

N

ão há dúvida de que Lei de Imprensa que existia no Brasil foi-se tarde. Parabéns ao deputado federal Miro Teixeira (PDT/RJ), autor da ação de inconstitucionalidade e aos ministros do STF que a colocaram no lixo. A lei era um nefasto marco regulatório elaborado e colocado em prática durante a ditadura militar iniciada no golpe de 1964. Hoje, dos 191 países da ONU, apenas um, o Brasil, não possui uma Lei de Imprensa. Esse vácuo legal pode se tornar uma armadilha. Tínhamos uma das piores leis do planeta, agora nos encontramos sem lei alguma. Difícil saber qual das duas posições é a pior. Cabe aos nossos congressistas elaborar e aprovar, com rapidez, uma nova Lei de Imprensa que garanta o papel crítico da imprensa, preserve o livre exercício do direito de expressão e opinião, coibindo abusos, sob os preceitos do Estado Democrático de Direito. Uma nova lei não deve nascer somente das mentes iluminadas de acadêmicos, juristas e congressistas; nem tampouco apenas das opiniões e posições daqueles que atuam em órgãos de comunicação. A imprensa tem o dever de fomentar uma discussão ampla com a sociedade, e que os resultados sirvam de subsídios ao Congresso para uma nova Lei de Imprensa. A falta de uma Lei de Imprensa coloca em risco milhares de jornais do interior do Brasil. Sem normas para o direito de resposta, um de seus pontos cruciais, decisões de juizes podem

inviabilizar as médias e pequenas empresas jornalísticas com indenizações exorbitantes. Outro risco é a intimidação de jornalistas com punições pesadas, aumentando a autocensura nas redações. Os jornais do interior do Brasil já são acossados de inúmeras maneiras. Estão frequentemente com a corda no pescoço, pois não têm liberdade econômica, ao contrário dos grandes jornais pertencentes a grandes grupos empresariais. Episódios de cerceamento econômico são comuns em todo o território brasileiro, a pratica mais comum para amordaçar profissionais e proprietários de pequenos e médios jornais. Ameaças, agressões físicas e atentados também fazem parte do repertório de embates entre a imprensa livre e os poderes políticos e econômicos pelo interior do Brasil. É premente a promulgação de uma nova, moderna e justa Lei de Imprensa, mas também é absolutamente necessário que a sobrevivência dos jornais e rádios do interior seja assegurada. Estamos vivendo um momento especial neste ano de 2008. Dois debates envolvem os meios de comunicação: uma nova Lei de Imprensa e a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Os jornais filiados à ADJORI/SP devem incorporar em suas pautas os dois temas, pois eles se entrelaçam e se transformarão em marcos de uma nova postura da imprensa no Brasil. Não podemos deixar que os jornais do interior do Brasil fiquem fora da pauta dos debates sobre a comunicação no Brasil.

Os jornais do interior não devem ficar alheios ao debate.

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Certificado de Circulação reposicionará filiados U a

P S I R O J D A d au

do ulo ais ão Pa n r Jo de S os o d stado ã ç E a oci do Ass erior t In

m dos fatores que mais afetam a credibilidade dos jornais do interior é a dúvida em relação à sua existência. O grande pólo irradiador de verba publicitária no Brasil- São Paulo - conhece pouco o mercado de jornais do interior do Estado. Os bons representantes têm em suas mãos os poucos jornais diários que conseguiram impor suas marcas há tempos, e quando esses são programados em campanhas publicitárias, o são em conjunto com os grandes jornais diários da Capital. A maioria dos jornais do interior paulista não tem possibilidade de ser representada por empresas e profissionais com qualificações desejáveis, o que faz que suas marcas e seus produtos sejam pouco conhecidos pelas agências de propaganda, clientes privados e órgãos governamentais. Um preconceito em relação aos jornais refere-se à sua periodicidade. Os “devezemquandários” impuseram um estigma difícil de ser apagado. Há um grande temor das agências publicidade em programar jornais com títulos pouco conhecidos pelos departamentos de mídias, pois a ação corre o risco de ser recriminada pelo cliente em eventuais percalços numa campanha publicitária.

jornais realmente capacitados em participar de um processo licitatório. Comprovar a periodicidade e as praças nas quais circula e atestá-las com a chancela da ADJORI/SP é o primeiro e importante passo para oferecer maior credibilidade aos jornais do interior paulista. O anunciante terá a certeza de que o veiculo existe e vem circulando na periodicidade declarada e praça. O Certificado de Periodicidade representará, assim, um diferencial importante para os jornais que o possuírem. A credibilidade da publicação aumentará exponencialmente no mercado anunciante. O Certificado de Periodicidade se transformará num poderoso instrumento de venda de publicidade, conquista de assinantes e como diferencial em processos de

INOVAÇÃO

d a t i

licitação. O Certificado de Periodicidade será público, podendo ser verificado por qualquer pessoa, já que o jornal poderá inserir em suas páginas selo padrão da ADJORI/SP de Periodicidade Auditada. Também o portal da associação na internet terá uma página na qual constarão os jornais com Certificado de Periodicidade. O ADJORI/SP JORNAL será outro veiculo de divulgação dos jornais que possuem o Certificado de Periodicidade. A ampla publicidade do Certificado de Periodicidade fará com que seja conhecido e reconhecido pelo mercado como fator diferenciador de um jornal crível. A partir deste mês de maio a ADJORI/ SP emitirá o Certificado de Periodicidade aos jornais filiados de acordo com os procedimentos estabelecidos.

Um diferencial importante As praças nas quais o jornal circula também constarão do Certificado de Periodicidade. Estas informações são importantíssimas no momento da participação de uma licitação. Para os jornais que circulam há anos numa determinada cidade e têm compromisso com aquela comunidade, criará uma barreira contra os aventureiros que são verdadeiros predadores dos

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DEBATE

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Qual a imprensa que queremos no Brasil? Erich Vallim

Erich Vallim Vicente*

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revogação da Lei de Imprensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 30, permeou as principais discussões do Fórum ‘Liberdade de Imprensa & Democracia’, realizado na segunda-feira, (4), no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo. “(A revogação) foi uma defesa da liberdade e signo da maturidade política”, disse o diretor da Revista Imprensa, realizadora do evento, Sinval de Itacarambi. O advogado Martim de Almeida, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), também salientou a decisão do STF: “Devemos saudar a remoção deste entulho ideológico”. Embora a definição de um marco regulatório à atuação da imprensa no País ainda esteja longe de consenso, há a preocupação sobre dois aspectos. Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do jornal O Estado de S. Paulo, tratou da preocupação a cerca do direito de resposta e indenização em caso de erros das empresas de comunicação. “Esperamos mínima regulação (quanto a essas duas questões)”, disse Gandour. A preocupação gira em torno da falta de parâmetros para se exigir resposta e indenização, que sem a Lei de Imprensa, fica a cargo de definições dos próprios juízes. Porém, há o receio de que, no caso das indenizações, elas possam inviabilizar a atividade comercial das empresas de comunicação. Os quatro painéis do fórum, porém, trataram de outras questões, como o impacto das novas tecnologias na função do jornalista e o professor Eugênio Bucci, autor de diversos livros sobre ética e comunicação, apresentou os desafios principalmente do jornalismo diante da internet e dos princípios clássicos que permeiam a atividade desde o Século 18. “Jornalismo vive com

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Há menos mentirosos num prédio de uma redação do que em qualquer outro prédio

confiança”, disse Bucci, ao lembrar da credibilidade como maior valor da atividade. E definiu: “De algum modo, o ethos do jornalista favorece a busca da verdade”. Ele citou Gay Talese, ícone do New Journalism, movimento literário dos anos 1950 que surgiu nos EUA, que no domingo, 3, concedeu entrevista ao Estadão e disse: “Há menos mentirosos num prédio de uma redação do que em qualquer outro prédio”. Uma videoconferência com a blogueira cubana Yoani Sanchez foi a principal novidade do Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia. Convidada ao evento para falar da sua experiência no blog Geração Y, ela foi impedida pelo governo cubano de viajar, mas gravou seu testemunho, transmitido no auditório da Fiesp, e falou com a platéia, em sua maioria formada por estudantes de jornalismo, por telefone. “O prin-

cipal embargo que vivemos aqui é o interno, o dos EUA é simbólico”, disse ela, que iniciou a atividade depois de viagem a Europa onde conheceu os blogs e hoje é considerada pioneira na atividade na ilha caribenha. No encerramento, o diretor da Revista Imprensa, Sinval de Itacarambi Leão, destacou que o fórum representou “aquecimento” diante do desafio que o jornalismo viverá principalmente em 2010 com a eleição presidencial. “Vivemos permanente processo de defesa da liberdade de imprensa e, no ano que vem, esperamos que melhore a visão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o tema”, disse. *Editor-chefe dos jornais A Tribuna Piracicabana, A Tribuna de São Pedro e A Tribuna de Rio das Pedras.

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Jornais já lucram com redução de custo

RENTABILIDADE

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ma das finalidades da ADJORI/SP como entidade fomentadora de negócios para os seus filiados é a de promover a aproximação entre fornecedores de insumos e os jornais. Por muito tempo a ADJORI/SP apenas preocupou-se em aproximar os comerciais na área de publicidade. A atual direção tem como um de seus objetivos a redução de custos dos jornais na aquisição de insumos. Aquele que está em nos primeiros lugares entres os custos de um jornal, sem dúvida é o papel. Sendo uma comodite, o papel jornal apresenta preços que independem dos fatores apenas da economia e conjuntura brasileiras. Fatores externos influenciam muito o preço deste insumo que atua como suporte das informações de um título e caracteriza o meio de comunicação. A busca e a diversificação de fornecedores torna-se imperiosa para que possamos aumentar a rentabilidade do jornal neste item que é o papel-jornal. Em 24 de março deste ano foi realizado com absoluto sucesso um encontro entre a Europcell, empresa fornecedora de papel e dezenas de jornais do interior paulista. Em almoço na Churrascaria Fogo de Chão, na capital paulista, os empresários e técnicos de jornais puderam trocar experiências e consequente redução dos preços pagos até aquela data. Já no momento do encontro, em função das negociações realizadas, alguns jornais realizaram ali pedidos. A Europcell esteve representada pelo seu presidente Sebastian Hetzmann, Sebastian Kipf, diretor de vendas e por Ulf Karlholm, representante da empresa no Brasil.

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Balladas, Evaldo, Viola e Bertolotte

Diretores de jornais filiados e convidados estiveram presentes ao almoço: Valentim e Nazaré Viola (Opinião Jornal), Francisco de Souza e Edilmo Lima (LWC Editora), Evaldo Vicente e Erich Vicente (Tribuna Piracicabana), Valter Paternost (Diário da Região de Rio Preto), Luiz Augusto Pezzotti de Magalhães (Jornal Cidade Rio Claro), Osmar Lemos (Associação Paulista de Jornais), Evenson Robles Dotto (Diário do Grande ABC), Jeziel Marquezini (Jornal de Assis), Antonio José Bertolotte (Diário de Sorocaba/Núcleo Gráfica), Carlos A.B. Balladas (Jornal Ponto Final). Em função do volume de compra previsto pelos presentes ao encontro, o preço praticado pela empresa já havia sido reduzido no momento do encontro. De acordo com Evaldo Vicente a importação direta traz inúmeras vantagens

Sebastian Hetzmann e Luiz Magalhães

ao jornal, e mesmo aqueles que não possuem gráfica própria podem realizar a operação. Fornecedores de outros insumos estão sendo contatados pela diretoria da ADJORI/SP para a redução de custos em outras áreas das empresas jornalísticas. Evaldo Vicente, como um dos coordenadores do projeto, está à disposição dos filiados para quaisquer esclarecimentos.

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NO CONGRESSO

Projeto exterminará 70% dos jornais brasileiros P

restes a ser votado no Senado o PL 32/2007, que altera em grande parte a Lei 8.666. A nova lei obriga a publicação de atos referentes às licitações públicas somente em sítios na internet da administração pública e em “jornais diários de grande circulação”. A emenda referente aos jornais diários emenda do senador Osmar Dias (PDT/PR). O projeto já passou pelas várias comissões e deve entrar em votação no plenário. Da forma como está, o PL aniquila grande

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parte dos jornais do interior do Estado de São Paulo e do Brasil. A emenda do senador paranaense é mais um exemplo do poderoso lobby de grupos empresariais engendrado para exterminar os jornais locais e regionais. O dispositivo legal provocará a supressão de milhares de empregos e também a criação de uma reserva de mercado, instrumento nefasto em qualquer sociedade moderna. Há outro grande malefício: as publicações concentradas

em poucos jornais terão seus valores reajustados exponencialmente, o que acarretará, certamente, aumento de custos para as milhares de Prefeituras, Câmaras Municipais, hoje já combalidas pela perda da arrecadação, em função da crise que permeia todos os setores da economia. Tal emenda atende somente aos interesses dos grandes veículos de comunicação e não permite a existência e o desenvolvimento dos jornais ainda pequenos, ou aqueles que optaram por atender especificamente uma cidade ou região.

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ob o tema “Comunicação: meios para construção de direitos e cidadania na era digital”, a sociedade brasileira vai debater pela primeira vez temas relativos a comunicação social durante a I Conferência Nacional de Comunicação. Apesar do tema proposto pretender restringir o debate, dirigindo o seu foco para as questões que envolvem os meios de comunicação eletrônicos e a internet, há uma esperança de que se possa, a partir do encontro, se delinear um marco regulatório para a comunicação no Brasil. O anúncio da conferência, bem como da comissão organizadora, foi feito no dia 24 de abril pelos ministros Hélio Costa (Comunicações), Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência da República) e Franklin Martins (Secretaria de Comunicação) responsáveis pela organização da conferência. A presidência da comissão ficará a cargo do representante do Ministério das Comunicações. O ministro Luiz Dulci assegurou que a intenção do governo é que a sociedade debata, democraticamente, o tema da comunicação social no Brasil. A portaria instituindo a comissão organizadora foi publicada no Diário Oficial da União de 22 de abril e prevê a participação de 16 entidades representativas da sociedade civil, além de representantes do poder público.

Os jornais do interior A participação dos jornais do interior do Brasil está assegurada pela inclusão da ADJORI Brasil, entidade que congrega a Adjoris de vários estados brasileiros. A cadeira da ADJORI Brasil tem como titular Miguel Gobbi, presidente da ADJORI de Santa Catarina e suplentes Sergio Jonikaites, presidente da ADJORI do Paraná e Carlos A.B. Balladas, presidente da ADJORI de São Paulo.

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1ª Conferência Nacional de Comunicação As demais entidades da sociedade civil são: ABCCOM - Associação Brasileira de Canais Comunitários; ABEPEC - Associação Brasileira das Emissoras Públicas,Educativas e Culturais;ABERT - Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Te l e v i s ã o; ABRA - Associação Brasileira de Radiodifusores; ABRAÇO - Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária;ABRANET - Associação Brasileira de Provedores Internet; ABTA - Associação Brasileira de TV por Assinatura; ANER - Associação Nacional de Editores de Revistas;ANJ Associação Nacional de Jornais; CUT - Central Única dos Trabalhadores; FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas; FITERT - Federação Interestadual dos Trabalhadores de Empresas de Radiodifusão e Televisão; FNDC - Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação; INTERWVOZES - Coletivo Brasil de Comunicação Social; TELEBRASIL - Associação Brasileira de Telecomunicações Participação na sua região A portaria que instituiu a conferência prevê que se façam encontros municipais e estaduais para o debate local sobre as necessidades e propostas apresentadas pelos cidadãos. Esta é uma oportunidade do jornal filiado à ADJORI/SP protagonizar encontros em sua cidade e região. Reunir representantes da comunidade, do setor acadêmico e do poder público e discutir os problemas e anseios da população em relação à comunicação. A 1ª Conferência Nacional de Comunicação acontece em Brasília nos dia 1, 2 e 3 de dezembro de 2009.

NOVO MOMENTO

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ASSOCIAÇÃO DE JORNAIS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO - ADJORI/SP Convocação de Assembléia Geral Ordinária De acordo com o artigo 20º do Estatuto da Associação de Jornais do Interior do Estado de São Paulo – ADJORI/SP ficam os seus associados, quites com as obrigações estatutárias, convocados para Assembléia Geral Ordinária a ser realizada no dia 30 maio de 2009 (sábado), nas dependências do Hotel San Raphel, situado no Largo do Arouche, 150, São Paulo, S.P., às 9 horas, em primeira chamada, e às 10h em segunda chamada, com a seguinte Ordem do Dia: (1) Gestão Operacional de Planos de Mídia; (2) Periodicidade Auditada pela ADJORI/SP; (3) Participação na ADJORI BRASIL; (4) Participação na 1ª Conferência Nacional de Comunicação Social; (5) Alterações no Estatuto da ADJORI/SP; (6) Assuntos diversos, desde que aprovados pela maioria absoluta dos jornais presentes com direito a voto. São Paulo, 04 de maio de 2009. Carlos A.B. Balladas, presidente.

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ATUAÇÃO

Jornais do interior aumentam participação no bolo publicitário R

epresentantes das entidades que representam os jornais do interior do Brasil desde o inicio do governo Lula vem fazendo propostas para as várias gestões que passaram pela Secom – Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A presença do subchefe-executivo da Secom Ottoni Fernandes Junior em Fórum promovido pela ADJORI/SP, realizado em 2007 na cidade de Santo André, foi um algo marcante, pois há muitos anos um representante do governo federal não comparecia a encontro da ADJORI/SP. De lá para cá muitas reuniões entre os representantes da Adjoris e funcionários da Secom foram realizadas, e em cada uma delas um novo passo se deu na direção do incremento de investimentos nos jornais do interior. Infelizmente em muitas desses encontros não havia um representante da ADJORI/SP, o que fez com que os jornais do interior paulistas serem preteridos em algumas ações publicitárias do governo federal. Uma das primeiras providências da nova direção da ADJORI/SP que assumiu o mandato em 2009 foi a retomada das conversações com a Secom, bancos federais, ministérios e Petrobrás. Os esforços realizados apenas nos primeiros meses resultaram na inclusão do maior número de jornais do interior paulista numa ação publicitária do governo federal. Assim, já a partir de maio, os jornais do interior passam a receber autorizações das agências que dividem a conta da Secom/PR. Outro contato importante foi realizado pela ADJORI/SP em conjunto com as demais de outros estados com a direção da Caixa Econômica Federal. Devemos apresentar um plano de mídia à CEF no próximo mês de junho, que provavelmente poderá ser executado já em 2009. Tal ação será apreciada e discutida pelos filiados à ADJORI/SP.

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Reunião na CEF. Airton Resende, ADJORI/SP; Sérgio Jonikaites, ADJORI/PR; Carlos Balladas, ADJORI/SP; Edson Kikuchi, gerente nacional de Marketing e Comunicação da CEF; Francisco Delmondes Bentinho, ADJORI/MT e Miguel Gobbi, ADJORI/SC.

Reunião Grupo de Mídia e Secom. Roberto Messias, Secom; Fabiana Bombig, Matisse; Alexandre Godinho, Secom; Francisco Delmondes Bentinho, ADJORI/MT; Miguel Gobbi, ADJORI/SC; Zezé Nascimento, Matisse; Letícia Martins, Secom, Neide dos Santos, Propeg; Sérgio Jonikaites, ADJORI/PR; Carlos Balladas, ADJORI/SP; Airton Resende, ADJORI/SP e Márcia Guasco, 141 Soho Square.

Sede da ADJORI/SP como escritório de filiados

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cidade de São Paulo é o centro de negócios da América Latina, para ela se deslocam todos os dias milhares de pessoas cujo objetivo é o de comprar ou vender produtos e serviços. Os gestores, bem como os funcionários, do jornais filiados à ADJORI/SP também têm a necessidade de realizar reuniões ou mes-

mo de ordem particular. A sede da Adjori/SP possui localização privilegiada no centro, ao lado do Metrô, com inúmeros serviços à sua volta e próximo ao Hotel San Raphael. Estamos adaptando o espaço da sede para no segundo semestre de 2009 oferecer esta comodidade aos nossos filiados.

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