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Sessão D1

Interoperabilidade: Um desafio

Engº Vítor Martins da Silva; Engº Pedro Jesus e Engª Cristina Cavalheiro CP

CURRICULUM VITAE Vítor Martins da Silva

1. INTRODUÇÃO

Formação Académica: Licenciatura em Engenharia Mecânica (IST 1987) • Responsável da Interoperabilidade e Normalização Europeia da CP-UGF (desde 2005) • Director de Inovação e Desenvolvimento da CP (2000-2005) • Quadro Técnico da CP desde 1989 • Coordenador do GT CP Interoperabilidade • Presidente da Comissão Técnica de Normalização CTE 9 Aplicações eléctricas e electrónicas no domínio ferroviário

Nesta tese pretende-se apresentar uma visão sobre a interoperabilidade e em particular sobre um dos seus constituintes com maior impacto quer para os gestores de infra-estruturas, quer para os operadores, o ERTMS - sistema europeu de gestão de tráfego ferroviário, identificando os principais factores condicionantes da sua implementação e dos respectivos processos de migração.

(desde Set. 2006) • Vogal da Comissão Técnica de Normalização CT143 Aplicações ferroviárias Pedro Nuno Jesus

A finalizar este documento, será apresentado o panorama em termos de interoperabilidade nos eixos de ligação entre Portugal e Espanha para a situação actual e para o cenário de 2020.

Formação Académica: Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e Computadores (IST -1987);Frequência de Mestrado em Gestão Empresarial (UALG) • Representante de Portugal no ERRAC - European Rail Research Advisory Council desde 2001 • Membro da Equipa de Projecto para a Reestruturação da Regulamentação Técnica do Caminho de Ferro (2003-2005) • Membro do GT CP Interoperabilidade

Esta tese tem como base um estudo sobre Interoperabilidade e ERTMS, efectuado por solicitação do Conselho de Gerência da CP, em Janeiro de 2006, e que foi elaborado pelos quadros técnicos da CP: Ana Cristina Cavalheiro, Maria do Carmo Lopes, Pedro Domingues Carreira, Pedro Nuno Jesus e Vítor Martins da Silva.

Chefe de Divisão do Gabinete de Organização e Gestão da Mudança (desde 2005)

2.ENQUADRAMENTO DA INTEROPERABILIDADE

• Director Adjunto de Inovação e Desenvolvimento da CP (2000-2005) Quadro Técnico da CP desde 1987 Ana Cristina Cavalheiro Formação Académica: Licenciatura em Engenharia

Até meados da década de 90, a totalidade dos caminhos-de-ferro europeus funcionaram de forma independente, dispondo da sua própria regulamentação e de sistemas de sinalização e segurança proprietários.

Electrotécnica e Computadores (IST 1987) • Membro do GT CP Interoperabilidade • Chefe de Divisão da Direcção de Sistemas de Informação (desde 2004) • Chefe de Divisão da Direcção de Instalações Fixas (1998 2003) • Responsável pelo Serviço de Telecomunicações da • Direcção de Conservação da CP (1992 - 1997)

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• Quadro Técnico da CP desde 1992 • Quadro Técnico da Direcção dos Serviços Gerais de Exploração dos TLP (1987 1992)

Como consequência disso, existem actualmente nos 25 Estados-Membros da UE, 23 sistemas diferentes de sinalização ferroviária, constituindo esta diversidade, um dos principais obstáculos técnicos para a circulação de comboios através da Europa, a par dos 17 sistemas de rádio, dos 5 sistemas de alimentação eléctrica e das 3 bitolas da via (excluindo as bitolas estreitas). Esta diversidade estende-se igualmente a

Revista FERXXI - 7ºCongresso Nacional - Teses  

Publicação relacionada com sistemas de transporte. Realizada pela ADFER - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Ferroviário. Speciali...

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