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Tradução: Andi Lice Revisão: Naty P. Revisão Final: Su Pinheiro Leitura Final: Anna Azulzinha Formatação: Lola


Quando minha irmã faleceu eu adotei a sua filha, Dolly, e a criei como minha. Nós éramos tudo o que nos restou nesse mundo e eu tentaria o meu melhor para que nunca faltasse nada para ela. É

por

isso

que

precisava

de

alguém

de

confiança para vigiar a pessoa mais importante na minha vida. Sendo um homem de negócios significa que eu fico fora da casa uma boa parte do dia, um mal necessário para proporcionar o melhor para Dolly. Uma babá presente garantiria o melhor cuidado possível para Dolly quando não estivesse com ela. Quando vi

Emma pela

primeira vez não

apenas vi alguém para cuidar de Dolly. Vi uma mulher que fez todos os meus instintos de homem


das

cavernas

aumentarem

como

um

animal

primitivo. Eu me senti possuído e necessitava de Emma como nunca quis outra pessoa antes. Eu não queria apenas uma babá, queria Emma ... tudo dela. Ela poderia pensar que isso era apenas um outro trabalho, mas antes que o nosso tempo acabasse, Emma perceberia que ela era minha e eu não ia deixá-la ir.

Atenção: Gente, esse livro vai lhe dar uma chicotada por quão louco é. Fala sobre um herói que não pode manter suas mãos longe da heroína! Isso pode parecer um doce açucarado de leitura, e é, mas não se engane: é sujo para caramba. Temos um herói alfa que se apaixona instantaneamente pela heroína e não a deixa ir. Talvez um pouco obsessivo, mas hey, isso é o que nós gostamos.


Emma —Vocês estão me demitindo? Olhei entre os meus dois patrões, marido e mulher, que tinham mais dinheiro do que eu jamais vi na vida. —Eu não entendo. Eu fiz algo de errado? Eu senti meu coração começar a bater mais e mais rápido. Olhei para a criança na cadeira, Cassie, a filha para a qual meus patrões não tinham tempo. Comecei a cuidar de Cassie há três meses. Me levantei com ela no meio da noite, a alimentei, dei-lhe o amor que seus pais não deram. Foi gratificante por si só, mesmo que fosse cansativo e extenuante. —Demissão é uma palavra tão negativa, — disse Morgana, com o rosto perfeitamente maquiado torcido em desgosto. —Nós gostamos de dizer tentar um caminho diferente. Franzi minha testa em confusão com a resposta dela. —Encontrar outro caminho? — Repeti.


Morgana olhou para Robert, seu marido, mas ele parecia menos do que satisfeito por estar tendo esta conversa, como se ele tivesse coisas mais importantes para fazer. —Nós simplesmente não sentimos que você se encaixa com a família. — Ela balançou a cabeça lentamente. Isso não era sobre se encaixar na família; isso era sobre Robert

ter

mãos

bobas

e

Morgana

não

gostar

disso.

Aparentemente, quando o seu marido assedia sexualmente você não a ajuda, isso significa que você a demite. É assim como você lida com a questão de seu marido ser um grande idiota. Talvez fosse uma bênção disfarçada. Porque não importava quantas vezes eu disse para Robert quão inapropriado suas roçadas nas minhas pernas, braços ou costas eram, ou como eu não gostava das coisas sexuais levemente disfarçadas que ele me dizia. E tudo o que acabei fazendo foi ter Morgana me culpando ainda mais. —Nós apenas não sentimos que você é o encaixe certo para Cassie, — disse Morgana, sua voz e tom cortante, como se eu a irritasse. —Eu-eu não sei o que dizer. — Eu olhei entre o bebê, Robert e Morgana, não tendo certeza o que dizer. —Nós vamos lhe dar um dia para tirar as suas coisas da casa de hóspedes, — disse Morgana, dispensando-me. Eu não disse mais nada enquanto me dirigia para a casa de hóspedes. Esse era o meu segundo emprego, e embora eu


não me visse ficando aqui permanentemente, pelo menos esperava que não fosse algo temporário como o meu primeiro foi. Passo pela piscina e entro na pequena casa de um quarto. Fecho a porta e me inclino contra ela. Uma vez que entro no meu quarto, olho para dentro. Uma cama de solteiro, uma mesa de cabeceira, uma cômoda simples, e uma imagem de uma vista para o mar pendurado na parede. Na mesa de cabeceira havia um quadro, que eu trouxe de casa: uma foto minha e de minha mãe, que morreu anos atrás. Foi bem antes que ela faleceu e o único item que tinha qualquer valor para mim. Mas o quarto era espaçoso, especialmente dado os detalhes extravagantes colocados na casa principal. Fui até o pequeno armário, peguei minha bolsa e comecei a arrumar minhas roupas. Iria até a agência amanhã ver se eles tinham quaisquer aberturas na mesma área. Iria procurar um com um contrato, que não fosse de mês a mês, como Morgana fez. Sem dúvida, ela trocava de babás como dias da semana. Talvez fosse uma bênção? Eu gostaria de encontrar algo que me fizesse sentir parte de uma família. E para ser honesta, isso é o que eu queria. Sem família, além daqueles que eram tão distante que nem sabia quem eu era, estava procurando aquela peça que faltava desde que perdi minha mãe. Amanhã era um novo dia, certo?


Jacob Eu nunca pensei que seria pai, mas depois que minha irmã Raina faleceu me tornei apenas isso. Uma menina de dois anos de idade, entrou em minha vida sem saber o que era alto ou baixo ou como processar a perda da sua mãe, e eu era seu único cuidador. Dolly

era

uma

menina

indisciplinada

que

trouxe

significado à minha vida nos últimos cinco anos. E naqueles anos eu fui seu pai, a única pessoa que ela dependia e cuidava dela. Éramos só nós dois nesse mundo. Mesmo cinco anos depois da morte de minha irmã, ainda vejo Raina nos olhos da minha pequena. Dolly, com seus cabelos selvagens de cachos dourados, que saltavam quando ela corria ao redor, era igual a minha irmã quando ela tinha essa idade. Eu acabei tendo babás ajudando ao longo dos anos. E tanto quanto eu odiava a forma como a minha agenda era, ainda precisava de pessoas cuidando dela, eu estava cansado de ter tantas pessoas entrando e saindo de sua vida.


E então, ter alguém morando com a gente e estando com Dolly, certificando-se que ela tem um ambiente estável, era uma prioridade. Eu só queria ter pensado nisso bem antes. Olhei no site de babá, sabendo que este era um grande passo em trazer alguém para nossas vidas, nossa casa, para cuidar de Dolly. Mas, com as férias de verão chegando, precisava de alguém que pudesse ficar com ela em todos os momentos, mantê-la ocupada, fazê-la sentir o amor que ela merecia quando eu não estava aqui. Não quero só alguém para tomar conta dela. Eu queria alguém que pudesse ser outra figura em sua vida, o que ela estava perdendo, porque sua mãe foi embora. O que ela precisava era de uma mãe. Mas isso era algo que não sabia se poderia dar a ela. Como um homem focado em Dolly e o trabalho, não tinha tempo para relacionamentos. Na verdade, eu estava tão preocupado em ter certeza de que nunca faltasse nada para Dolly, preocupado que a morte de sua mãe não

a

consumisse,

que

não

estive

com

uma

mulher

romanticamente por cinco anos. Mas não queria nem precisava de ninguém na minha vida assim. Eu nunca encontrei ninguém que era boa o suficiente para Dolly ... boa o suficiente para mim. O celibato funcionava muito bem. Exalei e passei a mão pelo meu cabelo curto. Olhando os arquivos das babás, eu observei as mulheres em potencial. Não


sei quanto tempo fiquei naquele computador, mas estava ficando com uma torção no pescoço e a fadiga ocular estava me dando uma dor de cabeça. Estava prestes a dizer foda-se quando cliquei no último arquivo. A imagem fez meu corpo endurecer. Eu li os detalhes, sentindo meu coração começar a bater um pouco mais difícil, essa

necessidade

possessiva

em

mim

aumentou

inesperadamente. Nome: Emma Marsh Idade: Vinte e quatro Gênero: Feminino Educação: Associada em educação infantil. Experiência: Menos de um ano Eu continuei lendo sobre seu passado, como ela só teve duas experiências anteriores neste campo, a mais recente durou apenas uns meses antes de ela ser demitida. Olhei para a foto dela. Ela estava sorrindo quase timidamente, seus olhos grandes e azuis, o cabelo loiro como o trigo beijado pelo sol em um campo. Senti tudo em mim apertar quanto mais olhava para sua foto, esse sentimento avassalador me consumindo. Eu a queria. Queria para caralho. Foi apenas o controle absoluto que fez com que eu não estivesse ostentando uma grande ereção agora.


Vou marcar uma entrevista com ela e rezar muito que ela se dê bem com Dolly, porque algo dentro de mim exigia que eu a fizesse minha. Era primitivo, a porra de loucura, mas parecia certo de todas as formas. Eu estava louco, confuso, mas não poderia me convencer do contrário mesmo que quisesse. E eu com certeza não queria. Eu precisava de Emma Marsh e tudo dentro de mim me dizia para ir atrás dela.


Emma Uma semana depois Eu olhei para a casa de dois andares, esse sentimento de ansiedade me invadindo. Era a mesma sensação que sempre tive, ou pelo menos o que senti nas duas últimas vezes que comecei como uma babá. Mas foi aquela onda de emoção que me excitou. Esse era um novo capítulo da minha vida. Eu apertei a mão na alça da minha bolsa e caminhei para a frente. Uma bicicleta de rodinhas com guidão rosa e uma garrafa de água roxa amarrada à frente estavam encostadas quando caminhei em direção aos degraus da frente. O chão estava cheio de desenhos com giz; corações e flores, arco-íris e borboletas. Eu me encontrei sorrindo enquanto dava mais passos e parei em frente à porta. Eu sabia que cuidaria de uma menina de sete anos de idade, seu pai a adotou anos atrás, depois que sua irmã faleceu. Jacob Brickstone, proprietário de sucesso de uma empresa de impressão aqui na cidade.


Ele era um bem sucedido homem de quarenta e dois, a construção de sua empresa partiu do zero. Mas por ser o dono do negócio, ele trabalhava longas horas e, às vezes, nos fins de semana. A agência de babás explicou que ele estava à procura de uma acompanhante e cuidadora para sua filha. A entrevista que tive com ele na semana passada foi a mais suave do que qualquer outra. Apesar do fato de eu só ter duas experiências anteriores como babá, nos demos bem. E quando conheci Dolly, sua sobrinha de sete anos, que ele alegou ser sua filha, as coisas se encaixaram. Por mais estranho que parecesse, eu sabia que este era o par perfeito. Cheguei à porta, mas antes que pudesse bater, ela se abriu. Dolly estava do outro lado, seu cabelo loiro selvagem, seus olhos azuis brilhantes olhavam para mim com expectativa. Ela olhou para a bolsa que eu segurava e levantou as sobrancelhas. —É só isso? Eu não pude deixar de rir enquanto levantava minha bolsa. —É só isso. Sou uma mulher de poucas necessidades. Dolly sorriu, seu dente da frente faltando desde a última vez que a vi. Eu trouxe o meu dedo até minha boca e bati nos meus dentes. —O que aconteceu ai?


Ela se endireitou, parecendo orgulhosa de si mesma. —Caiu há dois dias. — Ela colocou a mão no bolso e tirou uma nota de dez dólares. —A fada do dente me deixou isso. — Ela acenou com o dinheiro ao redor, seu sorriso largo. —Dez dólares? Cara, a Fada dos Dentes com toda certeza aumentou seus fundos desde que perdi meus dentes. —Quanto

você

ganhava?

Ela

perguntou

com

entusiasmo em sua voz. —Um dólar. Os olhos de Dolly se arregalaram em choque. —Apenas um dólar? Ela era barata naquela época. Comecei a rir e assenti. —Sim, ela deve ter sido já que ela está dando muito por cada dente agora. — Uma sombra passou do outro lado da porta de entrada e, em seguida, Jacob estava atrás de Dolly, suas grandes mãos em seus pequenos ombros. Ele sorriu para mim e eu senti meu coração saltar um pouco. Era uma sensação tão estranha que afastei tão rápido quanto apareceu. —Bem-vinda, — disse ele em um tom de voz profundo. — Vamos mostrar a Emma onde ela vai dormir. — Ele deu um passo para o lado, puxando Dolly suavemente com ele para que eu pudesse entrar na casa. Eu fechei a porta e olhei em volta. Eu não sei o que esperava, mas o local me fez ver que não era nada do que


imaginava. Pisos escuros de madeira e um acabamento perfeito, decoração em tons de marrom, até mesmo tinha plantas na casa colocadas em alguns cantos. Olhei para a sala à minha direita. Dois sofás, televisão, mesa de café, e algumas imagens na parede composta por uma sala aparentemente normal. Mas foi o canto da sala que me chamou mais atenção. Uma mesa infantil que estava em cima de um tapete rosa. Ao lado disso havia uma estante que continha o que parecia ser garrafas de tinta, um frasco com pincéis, desenhos e pranchetas. —Esse é o meu local de arte, — Dolly completamente gritou com entusiasmo. Eu me virei e a enfrentei, sorrindo. —Papai me deixa pintar e assistir a desenhos animados. — Ela se inclinou e disse baixinho: —Mesmo eu sabendo que ele não gosta de assistir desenhos. Ele gosta de jogo de futebol. São seus favoritos. Eu ri e olhei para Jacob. Ele estava me observando, com uma expressão estranha em seu rosto. Eu não poderia descrever, mas fez meu coração acelerar um pouco e minhas mãos suarem. A reação que tenho quando estou em torno de Jacob é instantânea e nada parecida com o que já experimentei antes. Mas esses eram pensamentos e sentimentos perigosos, aqueles onde eu me vi pressionada contra ele, corpo grande e duro superando o meu, suas mãos tomando o controle de cada polegada minha. Limpei a garganta e empurrei isso de lado. Eu


não poderia ir lá. Não faria. Ele era o meu patrão. —Eu adoraria ver um pouco do seu trabalho. — Eu olhei para Dolly e sorri. Ela quase saltou para cima e para baixo, sorrindo. —Sim, claro, vem ao meu quarto. —Dolly, querida, vamos ter que instalar Emma antes de bombardeá-la. — Ele riu suavemente e inclinou o queixo para o corredor. Dolly foi a única a correr pelo corredor, gritando para que eu a seguisse. Sorri para Jacob e comecei a andar, indo para o quarto que Dolly acabou de entrar. Eu entrei e notei como tudo era exótico. A cama foi colocada para o lado, o console tinha uma luz rosa nele. A cômoda ficava do outro lado com um buquê de flores frescas sobre ela. Havia fotos penduradas nas paredes, pareciam como se tivessem sido tiradas em frente dessa mesma casa. Havia até mesmo alguns pintados à mão que assumi que foram feitas por Dolly. Isso me fez sorrir mais ainda. —Olha, — Dolly gritou, agitando as mãos no ar. —Você tem seu próprio banheiro. — Ela abriu a porta e acendeu a luz. Eu sorri enquanto me aproximava e olhava para dentro. A bancada de mármore, acessórios com tons rosa e dourados, um grande chuveiro e uma banheira me cumprimentou. —Você gostou? — Ela perguntou em uma voz animada, ansiosa. Eu me virei e a enfrentei, balançando a cabeça enquanto sorria.


—É maravilhoso. —Eu vou deixar você se instalar. Eu não sou muito de cozinhar, então acabei pedindo para viagem. Eles entregarão em cerca de meia hora. Olhei para Jacob, observando o modo como ele encheu o quarto, sua grande presença, assim como seu corpo duro e musculoso. A camisa Henley branca de mangas compridas que usava

estava

esticada

em

seu

bíceps

protuberantes

e

antebraços poderosos. Era claro que ele se exercitava, e mesmo sabendo que ele era dono de um negócio, e que provavelmente usava ternos todos os dias, eu podia ver as tatuagens que revestiam ambos seus braços. Isso me intrigou. E talvez eu não devesse ter achado a visão dos seus braços com tatuagens atraentes, mas fiz. Deus, eu fiz. —Obrigada, — finalmente disse. Eu vi quando Dolly e Jacob saíram, fechando a porta e me dando privacidade. Fui até a cama e coloquei minha bolsa no chão, voltando e sentando sobre o colchão. Por um momento sentei lá e olhei ao redor. O quarto era aconchegante e convidativo, um forte contraste com a minha última residência. O quarto que Morgana me forneceu era mais como uma cela de prisão que qualquer outra coisa. Pela primeira vez desde que decidi me tornar uma babá e ter tido duas experiências de curta duração, me senti como se esse fosse o lugar certo. Parecia que deveria ter começado aqui


desde o início. Era uma sensação estranha de se ter no primeiro dia, sentir que era onde deveria estar desde o início, mas era uma sensação que não mantive distante. E então havia o Jacob. Ele olhava para mim de uma forma que me deixava desequilibrada na melhor das formas. Eu só o conheci uma outra vez antes de chegar aqui, mas mesmo assim, quando nos sentamos um de frente ao outro durante a entrevista, seu olhar fixo no meu o tempo todo, senti como se ele pudesse ver minha própria alma. Foi uma sensação emocionante, que queria abraçar, mesmo que não devesse. Eu trabalhava para ele e não devia vêlo como algo mais do que meu patrão. Mas não era como me sentia. Nem um pouco. Eu não queria ignorar esses sentimentos, porque eles eram emocionantes, mas também me deixou apavorada.


Jacob Eu trouxe a garrafa de cerveja para minha boca e tomei um longo gole. Era difícil não ficar encantado vendo Dolly se dando bem com Emma. Mesmo que na entrevista, quando se viram pela primeira vez, se deram perfeitamente. Era como se Emma estivesse destinada a estar conosco todo aquele tempo, e graças a Deus por isso, porque sei que não poderia deixá-la ir, não desde que coloquei pela primeira vez os olhos nela no maldito site. Exalei tentando me controlar, eu não pude deixar de sorrir quando

Dolly

disse

particularmente

uma

engraçada,

piada mas

a

Emma. adorava

Não

era

ouvi-las

independentemente. Dolly poderia me dizer uma piada sobre o céu ser verde, e eu riria para caramba. Estava claro que ela tinha Emma envolvida em torno de seu dedo também. Eu não pude deixar de manter o meu foco sobre Emma. Ela tinha seus longos cabelos loiros empilhados em um coque frouxo, bagunçado. Várias mechas emolduravam seu rosto, e


quando ela ria seus olhos se iluminavam. Enrolei minha mão ao redor da beirada da mesa, realmente não percebendo que eu tinha um aperto da morte sobre ela. Cada parte de mim queria ir até ela e dizer-lhe que ela era minha. Não tinha ideia do porque essa necessidade primitiva corria em mim, mas era inegável e não poderia ignorá-la. Eu não queria. Eu queria abraçá-la. O que precisava era de uma boa corrida, ou talvez um mergulho. Cristo, talvez precisasse tomar um banho frio e me masturbar? Limpando a garganta, lutei com meu controle. —Eu acho que é hora de ir para a cama, — disse a Dolly. Ela olhou para mim e fez beicinho, e mesmo que eu quisesse rir, mantive a expressão severa no lugar, deixando ela saber que só porque Emma estava aqui as regras não mudariam. Quando viu que não cederia, ela exalou e se levantou da cadeira, cruzando os braços na sua frente e enfiando o queixo ao peito. De pé, eu assisti quando Emma fez o mesmo. —Eu posso levá-la para a cama, se estiver tudo bem. Eu sei que é o meu primeiro dia e realmente não sei a rotina, mas percebi que Dolly poderia me mostrar. —Ela encolheu os ombros e manteve seu foco em mim. Eu queria rosnar em necessidade animalesca na expressão vulnerável e inocente do seu rosto. Essa parte dominante, puramente masculina de mim se levantou violentamente. Nunca quis e nem desejei uma mulher da maneira como desejava


Emma. Apenas em duas ocasiões que ficamos na mesma sala juntos, eu sabia, sem dúvida, ela era minha. Dolly começou a falar antes que pudesse responder, animadamente dizendo a Emma que ela queria que a colocasse na cama e lesse uma história. Quando elas saíram e foram para o quarto de Dolly, limpei a sala de jantar e a cozinha, tentando manter minha mente ocupada e fora do que realmente queria fazer, que era reivindicar Emma como minha. Cerca de meia hora depois caminhei para o quarto de Dolly, observando como Emma suavemente lia uma história. Dolly já estava quase dormindo, e eu senti algo no meu peito apertar. Não era como se tivesse pagando-lhe para estar aqui. Mesmo depois de uma noite, nem mesmo um dia inteiro, Emma se encaixou perfeitamente. Era como se ela sempre estivesse destinada para estar aqui conosco.

Emma Eu espalhei manteiga de amendoim em uma fatia de pão, e, em seguida, fiz o mesmo com a geleia na outra. Coloquei uma em cima da outra, cortei ao meio e banhei com um punhado de


batatas e alguns palitos de cenoura. Peguei uma garrafa de água e o prato e sai até a marquise. Jacob saiu cedo essa manhã para o escritório, e embora fosse sábado imaginei que fosse normal para ele. Apesar do fato de que era tecnicamente meu primeiro dia cuidando de Dolly, parecia que já estava aqui toda a minha vida. Entrei na marquise, a variedade de plantas e flores espalhadas reforçavam instantaneamente minha felicidade. Eu amei esta casa. Parecia que sempre vivi aqui, mesmo que soasse uma loucura. Coloquei o prato de comida na frente de Dolly, que estava ocupada jogando em seu tablet, fui até a janela e olhei para o quintal. A casa era situada em um campo, com bosques que rodeavam os três lados. Havia um jogo de brinquedos infantis erguidos no quintal, o balanço delicadamente movendo-se quando uma rajada de vento o pegou. O escorregador parecia um pouco desgastado pelo sol, mas estava claro que recebeu muito amor ao longo dos anos. Ao lado havia uma caixa de areia e uma mesa de piquenique infantil. Eu não pude deixar de sorrir com a visão. Dolly poderia não ser filha biológica de Jacob, mas ele não a tratava indiferente. Eu podia ver o amor em seus olhos quando ele olhava para ela. Sem dúvida, era ferozmente protetor da menina. Não havia nada mais atraente em um homem, que cuidava de seus filhos.


—Você vai ficar aqui para sempre? — Dolly perguntou suavemente e me virei olhando para a garotinha. Ela não estava olhando para mim, mas ainda focada em seu tablet, o desenho animado silencioso, mas colorido, mantendo sua atenção. —Para sempre é muito tempo, — eu respondi caminhando até ela, puxando a cadeira do outro lado e me sentando. Ela olhou para mim e sorriu, mas havia essa emoção que podia ver por detrás de seus grandes olhos azuis, uma que eu não entendia. Dolly não falou por longos segundos e me senti como se estivesse me avaliando, ou talvez ela estava pensando me dizer algo, mas não sabia como? —Meu pai olha para você engraçado, — ela finalmente disse e eu me senti confusa. —Me olha engraçado? Como assim? — Eu me inclinei para trás na cadeira e a observei, confusa com o que ela diria a seguir. Ela encolheu os ombros, mas havia um pequeno sorriso no rosto. —Eu não sei. — Ela encolheu os ombros. —Ele só olha muito para você. Senti meu coração saltar na garganta, meu pulso batendo descontroladamente. Ele me olhava muito? Embora isso provavelmente não significasse nada, eu não poderia conter a emoção de prazer que me atingiu com o fato de que talvez ele me desejasse da maneira como eu o desejava.


Esses pensamentos e sentimentos são perigosos. —Tenho certeza que ele olha para um monte de gente. Dolly sacudiu a cabeça. —Não, ele olha para você como se tivesse algo importante a dizer. — Ela deu de ombros novamente e voltou a ver o tablet, como se o que ela acabou de falar acalmasse meu coração. Eu olhei para fora de uma das janelas de novo, vendo como um pássaro pousou em um alimentador. Minha mente estava em Jacob e no que Dolly acabou de dizer, sabendo que o que queria com ele era impróprio, para dizer o mínimo. Nada poderia acontecer, mesmo se a oportunidade surgisse. Mas isso não me impediu de querer explorar meus sentimentos e ver se ele se sentia da mesma maneira. Fechando os olhos e levantando a mão para esfregar meu rosto, exalei e empurrei todos esses pensamentos de lado. Eu estava aqui para trabalhar e cuidar de Dolly. Nada mais importava, especialmente o que eu queria com Jacob.


Emma Não pude deixar de olhar para Jacob enquanto ele trabalhava. Eu nem deveria estar observando-o, olhando a maneira como seu corpo duro e musculoso estava brilhando de suor, como seus músculos estavam se amontoando debaixo de sua pele, ou como seu cabelo escuro e curto estava úmido e grudado na testa, porque ele estava tão bem em sua sessão de treino. Seu enorme peito subia e descia enquanto corria na esteira. Eu nunca pensei que caras especialmente suados eram sexys, mas Senhor tenha piedade, esse homem estava mudando minha mente sobre isso. Eu segurei uma pilha de roupas de Dolly nos braços, lavadas, secas e dobradas. E mesmo se pudesse me movimentar ainda continuaria presa ao chão, olhando para Jacob em sua academia. O sol brilhava através da janela ao lado dele, tendo as gotas de suor cobrindo sua reluzente pele. Uma parte de mim queria ir lá e correr minha língua sobre a sua carne, ver quão doce e salgado ele era. Minha boceta ficou molhada e meus mamilos perfuraram minha camisa.


Deus, eu estava perdendo a cabeça. Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, Jacob estava fora da esteira, seu grande corpo agora enfrentando o meu, com um olhar intenso em seu rosto. Eu não conseguia respirar, não conseguia nem me mover. Devemos ter ficado assim, olhando um para o outro, por um minuto inteiro antes de eu finalmente murmurar um pedido de desculpas e tirar minha bunda de lá. Me senti humilhada, meu rosto estava quente para caralho, e eu sabia que não havia nenhuma maneira dele não ter visto o desejo em minha expressão enquanto olhava para ele. Ele teria que ser cego para não ver.

Jacob Uma semana depois Eu estacionei meu carro na entrada da garagem, desliguei o motor, e descansei minha cabeça de volta no assento. Já passava das nove da noite, Dolly sem dúvida já estava na cama, e a única graça era que Emma estava aqui com ela. Antes de Emma aparecer, as babás que cuidavam de Dolly eram boas, mas nenhuma que eu queria plenamente envolvida em nossas vidas. Não gostei da forma como fiz com Emma. Foi


uma reação estranha que tive com ela, mesmo desde o primeiro momento. Quando eu a vi, sabia que ela seria perfeita para a nossa situação. Ela seria perfeita para mim. Mas hoje no trabalho, sabendo que Dolly estava sendo cuidada por Emma, não me preocupei nem um pouco. Na verdade, Emma era tudo que pensava. Eu estive em reuniões o dia todo tentando esconder a porra da minha enorme ereção. Durante a última semana tendo-a em minha casa, olhando-a cuidar de Dolly, e vendo como as duas se dão tão bem juntas, fez o meu coração inchar de felicidade. Mas então vi Emma como a bela mulher que ela é, e, não a babá da minha filha, e todos os pensamentos doces foram embora. Me senti primitivo e exigente, precisando dela como a porra de um viciado precisava de sua próxima dose. Meu desejo por Emma é intenso e insano, mas parece o certo. Eu não quero parar de sentir isso, ou negar que algo está acontecendo entre nós. E isso está fazendo Emma ser minha. Peguei minha mala do banco do passageiro e sai do carro. Eu podia ver a luz da sala acesa enquanto abri a porta da frente e entrei. Coloquei minha mala no chão do hall de entrada, fechei a porta suavemente e comecei a soltar minha gravata enquanto caminhava até a sala. No começo eu não podia ver Emma, mas quando entrei mais a vi enrolada no sofá, o cobertor cobrindo suas pernas, o livro que estava lendo aberto, mas colocado na mesa de café.


Seu cabelo loiro estava espalhado sobre o travesseiro, e os meus dedos coçaram para chegar e acariciar os fios. Meu corpo inteiro estava tenso. Eu precisava ir até ela, abraçá-la contra mim ... levá-la para o meu quarto para que ela estivesse ao meu lado. Essa necessidade me dominou. Deixei-a dormir no sofá enquanto caminhava pelo corredor para ver Dolly. Sua luz noturna de unicórnio estava ligada, um brilho amarelo suave enchendo o quarto. Entrei no quarto, enfiei

as

cobertas

em

torno

dela

um

pouco

mais

confortavelmente e me inclinei para beijá-la na testa. Ela se mexeu um pouco, mas continuou dormindo. Saí, fechando a porta suavemente atrás de mim e voltando para a sala. Emma ainda estava dormindo, sua mão em seu rosto, suas unhas pintadas de um tom de rosa suave. Eu poderia ficar aqui e olhá-la durante toda a noite, observando sua beleza e sentindo a possessividade aumentar dez vezes. Era insano, ridículo ter sentimentos por ela tão cedo, mas não podia ignorá-los. Eu não queria. A verdade era que queria explorar cada parte do que esses sentimentos queriam me dizer e como eles me fizeram sentir. Tirando o paletó, joguei-o no encosto da cadeira e tirei minha gravata. Uma vez que foi removida e tendo retirado meu casaco, caminhei até o sofá e me abaixei. Eu poderia ter acabado de acordá-la, mas uma parte de mim queria ela perto do meu corpo. Sem pensar mais sobre isso, eu a levantei


facilmente em meus braços, o cobertor caiu. Ela não acordou imediatamente, e, em vez disso, se enrolou mais perto de mim. O cheiro de baunilha me bateu e quase gemi. Era potente e forte, ter essa sensação territorial me enchendo. Seu cabelo caiu longe de seu pescoço, expondo a longa extensão cremosa de sua garganta. Minha boca encheu de água para um gosto, meus dentes ficaram doloridos como se eu fosse algum tipo de animal. Eu precisava fazê-la minha. Forçando-me a permanecer no controle das minhas emoções, deixei a sala de estar e a levei para seu quarto, abrindo a porta suavemente com meu pé e entrando. Eu a coloquei sobre a cama e me virei para pegar o cobertor para cobri-la. Quando a olhei vi que ela me observava, com uma expressão sonolenta em seu rosto. Por um momento só fiquei ali, congelado no lugar enquanto olhava em seus olhos. Nós não dissemos nada, mas o sorriso que ela me deu, apertou meu peito e fez meu coração bater mais rápido. —Obrigada, — ela disse suavemente e eu não queria nada mais do que me inclinar e beijá-la. Em vez disso, limpei a garganta e acenei com a cabeça. Levou tudo em mim para virar e sair do quarto. Quando a porta se fechou atrás de mim eu me inclinei contra ela e gemi, meu pau tão duro pressionava contra o zíper da minha calça. O que eu precisava era de um banho frio ... ou uma boa sessão de punheta.


Não, o que precisava era voltar naquele quarto, dizer a Emma que ela era minha, e reclamá-la de todas as maneiras possíveis. E eu sabia que ela não me diria não, não me falaria para ir embora. Eu vi o jeito que me olhava, como ela pensou que não percebi a forma como mordia o lábio inferior quando olhava para mim. Ela só estava aqui há alguns dias, mas a intensidade entre nós era tangível. Eu estava prestes a ir para o meu quarto e tomar uma ducha fria, mas em vez disso, me virei de frente para a porta, segurando a maçaneta, e empurrando-a aberta. E lá estava ela, como se tivesse a intenção de vir para mim, seu cabelo um tanto selvagem ao redor do rosto, a boca entreaberta. Ela respirou fundo, seus mamilos endurecidos através de sua camisa macia. Deus, ela era linda para caralho e minha. Eu não hesitei quando entrei e fechei a porta do quarto. Nós dois sabíamos o que aconteceria e nenhum de nós pararia.


Emma Eu não conseguia respirar, não conseguia nem pensar direito.

Minha

boceta

estava

encharcada

com

a

minha

necessidade por ele. Mesmo à distância o vi engolir. Eu me vi inclinando para a frente, como se meu corpo soubesse exatamente onde eu precisava estar, onde precisava ir. Meu clitóris vibrava, latejava. Apesar do fato de estar usando um sutiã, eu sabia que se ele realmente olhasse para meus seios, seria capaz de ver meus mamilos através do material fino. Eu estava meia adormecida quando ele me colocou na minha cama e percebi que estávamos no meu quarto. Então ele saiu e eu sabia que não queria parar o que estava sentindo por ele. Podem me chamar de louca, mas o queria tanto que estava disposta a arriscar o meu trabalho. E assim saí da cama, com a intenção de ir até seu quarto e expressar que o que eu precisava era muito além de qualquer coisa que nunca senti antes.


Mas então ele apareceu do outro lado da porta, como se tivesse vindo de volta para mim. Olhamos um para o outro e nada mais importava. Eu sabia que ele me queria. Nós demos um passo adiante. Jacob respirou mais rápido e eu me senti fazendo o mesmo. Seu peito subia e descia quanto mais próximos ficávamos. Quando estávamos polegadas um do outro, olhei em seus olhos. Eles estavam escuros como a noite. Senti-me puxada naquele olhar, para mais profundo. Eu queria saber que nada mais importava, além estar com Jacob neste momento. E vi a paixão refletida de volta para mim, provavelmente refletindo o meu próprio olhar. Ele pararia com isso? Jacob me diria que isso estava indo longe demais? Eu esperava que não, porque se chegasse a isso saberia que não seria capaz de parar. Eu não quero que isso acabe, não importa se estávamos passando dos limites. Eu preciso disso agora. Ele estava bem na minha frente, nossos peitos se tocando, minha cabeça esticou para trás para que pudesse olhar em seu rosto. Deus, ele era tão alto, tão musculoso comparado a mim. Ele agarrou a parte de trás do meu pescoço. A mão grande e quente que ele colocou na minha nuca acendeu tudo em mim, iluminando como os fogos de quatro de julho.


—O que está acontecendo? — Eu perguntei em voz baixa, sabendo o que eu queria que acontecesse, mas também querendo ver onde ele estava. —Você sabe, — disse ele em resposta, a voz baixa e rouca. Sim. Sim eu sei. E então Jacob me puxou para frente e pressionou sua boca contra a minha. A sensação de seus lábios nos meus, movendo-se áspero, duro e exigente, todo o meu pensamento racional sumiu. A maneira como ele me segurou, me beijou, me fez sentir totalmente feminina e possuída. Senti o calor, a necessidade de seu toque. Ele passou a língua ao longo do interior da minha boca. Eu estava impotente para detê-lo, mesmo se quisesse. Que com certeza eu não ia. Sua outra mão pressionou contra as minhas costas e eu ofeguei com o calor escaldante daquele toque solitário. Quando ele me puxou para mais perto, eu gemi, sua ereção pressionada contra minha barriga. Nós dois estávamos frenéticos com a necessidade, em seguida, incapaz de parar o que estava prestes a acontecer. —Isso vai acontecer, — disse ele asperamente e eu apenas acenei concordando. —É uma loucura rápida. Ele resmungou.


—É perfeito para caralho. Quando ele parou o beijo para remover minhas roupas, eu não o impedi. Uma vez que o material desapareceu nossas bocas se uniram novamente. Olhos fechados, o corpo perdido no sentimento, trouxe as minhas mãos para a frente de suas calças e me atrapalhei com o botão. Eu precisava dele nu, precisava dele pressionado contra mim em toda a sua dura masculinidade, poderoso. Sua ereção pressionou exigentemente contra sua calça e tudo o que conseguia pensar era qual seria a sensação de tê-lo dentro de mim. Ele me beijou com tanta demanda que fiquei impotente. Nunca tirou os lábios dos meus, eu estava vagamente consciente do som de seu zíper sendo aberto. E então senti o comprimento escaldante e quente dele contra minha barriga. Um gemido saiu de mim. Minhas mãos em seus ombros, minhas unhas cavando em seu corpo. Eu precisava dele impossivelmente mais perto. Meu sutiã ainda cobria meus seios e queria o tecido agressor fora. Eu queria sentir sua pele contra a minha. —Eu preciso de você nu, — eu sussurrei, e tirei sua camisa quase freneticamente. O ar me deixou quando olhei para seu

peito

musculosa.

duro.

Tatuagens

cobriam

sua

dourada

pele


—Eu preciso ter cada parte do seu corpo em exposição para que possa possuí-lo. Um arrepio passou por mim depois que ele disse essas palavras deliciosamente sombrias. Baixei meu olhar para baixo para o seu pênis duro e engoli em seco. Estava pendurado como a porra de um monstro. Antes que pudesse arrastar o meu olhar da visão de seu duro pau, ele pressionou suas mãos logo abaixo da minha bunda e me levantou. Ele me segurou por longos segundos, enquanto fodia minha boca. E não havia outras palavras para descrever exatamente o que ele estava fazendo. Ele era tão gostoso e eu estava descaradamente inclinando-me para ele, pedindo mais. Senti seu eixo nu contra mim, seu comprimento grosso e exigente, longo e difícil. Apesar do fato de que ainda usava calcinha, sentia cada polegada dele. Eu estava completamente encharcada, embaraçosamente, o material úmido grudado na minha boceta. Senti-me fraca o desejando. Ele me guiou suavemente até que estava deitada na cama. Jacob deu um passo para trás e eu imediatamente senti o frio no quarto. Ele me encarou por longos segundos, sem se mover ou falar, mas definitivamente procurando a minha satisfação. —Tire o sutiã, Emma, e faça lentamente. Sua voz era baixa, comandando, e enviou um arrepio de desejo escuro através de mim. Levantando os braços e movendo


minhas mãos atrás de mim, abri o sutiã. Minhas mãos tremiam quando a minha ansiedade e necessidade assumiram. Meus seios derramaram obscenamente uma vez que o material deixou de prendê-los. Meus mamilos ficaram duros, como se pudessem cortar um vidro. Eu estava corada, meu corpo ficando quente. Estava, sem dúvida, vermelha. Cada zona erógena do meu corpo estava viva com a excitação. Ele ficou ali, sem se mover, apenas me assistindo. Engoli em seco e me perguntei se ele gostou do que viu. Eu podia ver que ele estava duro, de modo que isso respondia à minha pergunta, mas ele ainda não me tocou no momento. Olhando para baixo na referida parte do corpo dele, podia ver seu pênis saltando para a frente e sabia que ele me queria. Mas por que não me tocou? Estava nua, disposta... pronta para ele. —Tire sua calcinha. Lambi meus lábios novamente e coloquei os dedos na borda do material, o provocando tanto quanto ele a mim. Seu olhar era escaldante, queimando minha pele como se meu corpo estivesse em chamas. Levou tudo em mim para respirar, para manter a calma e não pedir-lhe para me foder. Ele olhou para mim como se quisesse devorar cada polegada do meu corpo, reivindicá-lo como seu, e nunca me deixar ir. E eu queria isso.


Tirei a calcinha, jogando-a de lado, minha respiração ficou irregular enquanto esperava por ele para fazer sua próxima jogada. —Abra suas pernas. Deixe-me ver a sua boceta. Sua linguagem grosseira me fez cambalear. Nunca tive um homem que falou comigo dessa maneira. Céus, a minha única experiência sexual deixou muito a desejar. Os comandos fez algo comigo, me fez sentir como se estivesse possuída por ele. E Deus, isso era incrível. Senti-me fraca com a necessidade. —Não me faça pedir de novo, Emma. Meu coração pulou na garganta com suas palavras. —Isto é o que você queria, e estou certo para caralho que você vai conseguir. Você vai obter tudo de mim. Eu abro minhas pernas para ele, mostrando-lhe a parte mais íntima de mim. Ele era um homem dominante e naquele momento eu sabia o que ele queria. Tudo de mim.

Emma Eu

sabia

que

meus

olhos

provavelmente

estavam

arregalados com o choque de como as coisas estavam acontecendo. Deus, estava tão molhada por Jacob. Ele estava


tão duro, que eu sabia que ele gostou do que viu, por minha causa seu pênis estava duro assim. O olhar escuro, predatório em seus olhos me fez sentir totalmente feminina. Ele apenas me observou, parecendo satisfeito. Ele deu um passo em minha direção e eu engoli em seco. Meus seios foram empurrados para cima como um convite, meus mamilos duros e doloridos. Ele caiu de joelhos entre as minhas coxas, colocou ambas as mãos sob a minha bunda, e me

levantou

quase

até

sua

boca.

Nossos

olhares

se

encontraram por um instante. A sensação de sua respiração quente em minha boceta quase me fez gozar ali mesmo. E então ele baixou a boca sobre mim. A sensação de sua língua na minha boceta me fez fechar os olhos e gemer. Ele me lambeu e chupou, abriu os lábios da minha boceta e festejou como se estivesse morrendo de fome. Eu me vi me empurrando para mais perto dele, precisando de mais do que ele me dava. Pressionando minha boceta com mais força contra seu rosto, agarrei um punhado de seu cabelo, tentando fazê-lo ir impossivelmente para mais perto. Mas ele se afastou antes que isso pudesse acontecer. Abri os olhos e pisquei várias vezes, a neblina de desejo nublando minha visão. Eu precisava de sua boca de volta em mim. —Eu nunca vou me cansar de você, — disse Jacob e eu respirei fundo na ferocidade em seu tom.


E então ele estava de volta entre as minhas pernas. Ele correu sua língua para cima e para baixo da minha fenda, provocando

meu

clitóris

em

movimentos

ascendentes,

e

pressionando sua língua em minha fenda. Minhas pernas tremiam enquanto eu as mantinha abertas. Estava perto de gozar, mas ele me provocava e me atormentava ao mesmo tempo. Eu silenciosamente implorei para ele me dar misericórdia e me deixar gozar. Tudo o que eu queria fazer era agarrar sua cabeça e enfiá-la mais profundamente em minha boceta. O ar saia dos meus pulmões com gemidos e suspiros. Eu não conseguia parar de bater minha cabeça para frente e para trás, meu prazer ali na superfície, ameaçando explodir. —Por favor, — implorei, sem vergonha de pedir o que precisava. —Quanto mais você precisa para gozar? — Ele continuava a atormentar-me lentamente. Ele queria que eu implorasse, mais do que já estava fazendo. —Eu preciso gozar. Eu preciso que você me faça gozar. — Ele gemeu contra a minha carne. Levantei-me um pouco e olhei para ele. Ele me olhava com essa expressão intensa, seu prazer tangível. Como se quisesse prolongar mais minha tortura, eu assisti quando ele abriu minha boceta com os polegares e passou a língua até meu centro, seu foco em mim o tempo todo.


Quando chegou ao meu clitóris, ele trouxe o broto em sua boca e chupou duro. Os movimentos rítmicos me fizeram gozar em sua boca. Eu joguei minha cabeça para trás enquanto meu corpo inteiro ficou tenso. O orgasmo que se movia através de mim era intenso, entorpecendo o corpo. Ele não deixou de me chupar, em vez disso, lambeu e chupou mais forte, mais rápido, prolongando o meu clímax até que me retorci debaixo dele. Quando os tremores começaram a se dissipar, eu respirei, tentando recuperar o fôlego, clareando minha cabeça para o que estava por vir. Porque eu sabia que haveria mais ... muito mais. Mesmo na penumbra podia ver sua boca brilhando com meus sucos. Eu me cheirava nele, um perfume inebriante que parecia fazer o que estávamos fazendo ainda mais erótico. —Quando eu começar não vou parar. Eu não posso. Nem se você estiver preocupada, Emma. —Sua voz era sombria, seu corpo grande pairando sobre mim. —Bom, porque eu não quero que você pare.

Jacob Deus, eu queria para caralho estar dentro dela, que poderia prová-la, senti-la em minha própria medula. Me movi


para cima dela, abri bastante suas pernas, e me enfiei entre elas. O cheiro do seu gozo em minha boca fez meu pau pulsar. Eu me inclinei um pouco para trás, o suficiente para vê-la estendida. Usando minhas mãos em suas coxas, as abri ainda mais até que finalmente vi o que fez. Com suas pernas abertas, eu pude ver quão inchada ela estava para mim, e a visão quase me fez gozar. Pressionei meus quadris no colchão, na esperança de conter o orgasmo iminente. Mais e mais eu agarrei a porra do colchão, precisando tão malditamente dela. —Deus, baby. — Eu gemi as palavras, incapaz de parar. Eu ia transar com ela tão gostoso, que quando se sentasse amanhã, ainda me sentiria profundamente dentro dela.


Emma Deus, ele me fez desconectar do mundo, o prazer era tão intenso que não podia sequer ver em linha reta. Eu respirei, tentando recuperar o fôlego, mas falhando. —Diga as palavras, baby, — ele murmurou. —Diga-me o que eu quero ouvir, — disse Jacob contra a minha carne sensível. —Diga-me o quanto você quer isso e será seu. — Ele descansou a cabeça na minha coxa, seu hálito quente provocando a minha carne, arrepios formando em meus braços e pernas. Eu queria, precisava senti-lo dentro de mim. —Jacob, sem conversa. Por favor me leve. Ele gemeu e colocou o corpo em cima do meu, colocando a mão na parte de trás do meu pescoço, trazendo minha cabeça para mais perto dele. Nossos lábios estavam a centímetros de distância, tão perto que se me inclinasse um centímetro apenas eu iria beijá-lo. Fiquei tentada a fazer exatamente isso, mas esperei, deixando-o liderar, controlar.


—A primeira vez que vi você na entrevista, sabia que tinha que ter você. — Ele me olhou bem nos olhos, seus lábios se movendo suavemente sobre o meu enquanto ele falava. —Eu sabia que você ia ser minha. — Ele pressionou seus lábios suavemente contra os meus, não realmente me beijando, mas prometendo fazer isso e muito mais. Eu sentia meu cheiro em seus lábios, um aroma doce e levemente almiscarado que fez meus

músculos

internos

se

contraírem

dolorosamente,

precisando dele enterrado dentro de mim. —E nada, ninguém, nunca vai ajudar a aliviar a dor. Eu não podia deixar de tremer contra ele. Ele passou a língua pelo meu lábio inferior. Fechei os olhos e absorvi as sensações. Nunca me senti assim. —Eu nunca vou ter o suficiente. — Ele acariciou meus braços com seus dedos. —E o jeito como você treme por mim me excita de uma maneira que nunca experimentei antes. — Ele apertou a boca suavemente contra a minha, mas não adicionou qualquer pressão. Jacob deslizou os lábios ao longo do canto da minha boca e continuou se movendo até que estava ao meu ouvido, seu hálito quente me provocando. —E sua boceta é a coisa mais doce que eu já provei, — ele sussurrou e fechei os olhos e gemi. Suas palavras quase me fizeram gozar. Eu estava tão molhada, precisando desesperadamente dele, a ponto de dizer as palavras, suplicando para ele me foder.


Mas antes que pudesse fazer isso ele deslizou seus dedos entre as minhas pernas e acariciou minha boceta. Ele rosnou contra a minha orelha. —Acredite em mim; Eu quero te foder tão bem, mas prolongar isso é quase melhor. —É sádico, — Eu consegui sussurrar. Ele riu baixinho e apertou seu pênis contra a minha boceta molhada, deixando-me sentir o quão duro ele realmente estava. Ele moveu sua boca para ponto de pulsação da minha garganta, logo abaixo da minha orelha, e enquanto continuou a passar o dedo sobre a abertura de minha boceta lambeu e chupou a minha carne. —Você está tão malditamente molhada para mim. — Ele molhou o dedo dentro de mim e mordi meu lábio. —Eu aposto que essa pequena boceta rosa molhada será a mais apertada que eu já senti. —Oh, Deus, Jacob. — Eu estava praticamente vibrando com a minha necessidade por ele. Ele deslizou outro dedo em meu corpo e depois outro até que estava empurrando três dedos dentro de mim. —Deus, você encharcou toda a minha mão com seu néctar. Eu ofeguei quando ele preguiçosamente enfiou os dedos dentro e fora de mim.


Ele enfiou seus dedos em mim, espalhando-os, me preparando para seu grosso e longo pau. Ele moveu os dedos mais rápido e mais forte em mim, com o som da minha carne sugando-o enchendo o quarto obscenamente. — Poderia gozar sozinho apenas fazendo isso. — Ele resmungou. —A sensação de sua doce e pequena boceta chupando os meus dedos está deixando o meu pau tão duro. Eu tenho pré-sêmen pingando da ponta do meu pau, baby. Segurei seus ombros, minhas unhas cravando em sua carne. Eu estava transando com seus dedos, girando meus quadris e empurrando para baixo sobre ele, precisando de mais. Eu não acho que já tive mais de um orgasmo, mas estava claro que Jacob sabia exatamente como me mostrar. Ele trouxe o polegar para o meu clitóris e começou a se mover para trás e para frente. Tudo congelou em mim quando gozei, meu corpo se submetendo a ele e tudo o que estava fazendo comigo. Gritei e fodi seus dedos mais rápido e mais forte. Ele grunhiu de prazer contra a minha orelha. Fiquei estupidamente consumida. Jacob me observou, sua ereção pressionada contra minha coxa, a sensação lisa de seu pré-sêmen cobrindo minha pele. Quando ele virou de costas me levantei, olhando para o comprimento do seu corpo até ter uma boa visão do seu pênis. Tirando meu olhar do comprimento duro dele, Olhei em seus


olhos. Ele não precisa me dizer o que ele queria que eu fizesse. Sua expressão falou em voz alta. Seu pau esticou para a frente e agarrei a base quando me inclinei. Ele assobiou quando envolvi meus dedos ao redor de sua grossura. Ele era muito grosso, meus dedos não se tocaram quando o agarrei. —Faça isso, Emma. Chupe o meu pau com essa linda boca. Inclinando-me para baixo, trouxe minha boca até a ponta. Eu podia sentir seu calor e abri minha boca passando a língua sobre o cume da ponta. Ele respirava forte, esses grunhidos profundos vindo dele me excitando. Queria que ele sofresse assim como eu. Corri minha língua ao longo da ponta e, em seguida, o coloquei em minha boca. O seu gosto explodiu em minha boca. Seu gosto salgado cobriu a minha língua. O gemido que me deixou não era algo que eu podia controlar. Minha boceta estava encharcada e meu clitóris palpitava enquanto o chupava forte e profundamente. Quando ele agarrou a parte de trás da minha cabeça e começou a empurrar na minha boca, eu sabia que tinha o controle agora. Seus dedos apertavam meu cabelo, mas antes que pudesse provar seu gozo, ele me empurrou de volta. Sua respiração estava rápida e o olhar que ele me deu aqueceu meu corpo inteiro.


—Eu preciso que você deite com suas pernas abertas, baby. — Quando fiz o que ele disse vi sua expressão escurecer. Seu olhar mergulhou entre as minhas coxas abertas e ele soltou um som áspero. —Deus. — Ele passou a mão sobre a boca. — Eu preciso estar dentro de você. — Ele ficou em silêncio, sua respiração mais forte, mais rápida, seu peito subindo e descendo. —Me diz que você quer meu pau em você. Era como se ele soubesse exatamente o que dizer para me deixar no clímax. No instante seguinte, seu corpo duro cobriu o meu. Sua boca tomou a minha em um beijo sem fôlego. Ele apertou meus pulsos em uma de suas mãos e trouxe-os acima da minha cabeça, esticando meu corpo. —Mantenha-as lá em cima, Emma. Ele colocou as mãos nos meus seios, seus dedos beliscando meus mamilos. Calor me envolveu. O desejo de me esfregar contra ele subiu à superfície, ameaçando assumir o controle de mim da maneira mais erótica. Seu hálito quente atravessou meu ouvido. —Eu sinto como se estivesse esperando por isso, por você, toda a minha vida. — Ele moveu a mão sobre meu peito e eu engasguei com a sensibilidade. —Eu me sinto do mesmo jeito, Jacob. — Sua boca ainda estava ao meu ouvido, sua mão ainda nos meus seios. Ele pressionou sua ereção contra mim e um grito suave escapou de meus lábios.


—Por favor, — implorei, virando meu rosto para que pudesse pressionar meus lábios nos seus. Sua língua entrou em minha boca ao mesmo tempo que ele posicionou a cabeça de seu pau na minha entrada. Eu levantei meus quadris, sabendo que não aguentaria mais. —Você está pronta? —Sim, — eu gemi. Ele não me fez esperar. Jacob entrou em mim, me dando prazer e dor ao mesmo tempo. Arqueei minhas costas, fechei os olhos e gemi. Jacob não esperou, não me deu qualquer momento para me ajustar. Ele era como um homem selvagem, empurrando, bombeando, levando-me ao delírio e, em seguida, parava bem antes de eu gozar. Ele fez isso uma e outra vez, minha mente cambaleando, meu corpo necessitava de alívio. O som de seu corpo batendo contra o meu reverberou no quarto. —Você é tão molhada e apertada. — Ele rosnou contra o meu pescoço e pegou velocidade. E foi então que gozei, cheguei ao limite do prazer e não me importava se sobreviveria. Segurei em seus ombros largos, cravei minhas unhas em sua carne. O ouvi respirar fundo, e senti ele entrar em mim com outro impulso poderoso. Antes que conseguisse voltar ao normal me encontrei virada de barriga. Ele levantou minha bunda até que fiquei de joelhos, com a bunda para cima, seu pau equilibrou na minha entrada mais uma vez. Eu não deveria ter desejado mais,


cansada demais para estar nesta posição, mas meu corpo estava em chamas com desejo Eu não pude deixar de dar-lhe tudo. Com as palmas das mãos no colchão e as pernas bem abertas, esperei que ele fizesse o próximo movimento. Os músculos da minha boceta ainda se apertavam e relaxavam do meu orgasmo, mas ainda assim queria que ele me enchesse, me esticando de novo. —Você é tão sensível ao meu toque. Um tremor sacudiu meu corpo.

A picada de sua mão

entrando em contato com a minha bunda me deixou ofegante. —Diga-me, Emma. Diga-me que você quer isso. Tudo isso. — Sua voz estava grossa. —Eu quero isso. Eu quero você. —Eu quero tanto você. Você sabe o que está fazendo comigo? — Ele empurrou contra mim, deixando seu pênis esfregar entre minhas dobras, minha entrada escorregadia sem dúvida, cobrindo-o. Então, ele foi lentamente empurrando todos os seus centímetros em mim. Lágrimas de prazer estavam se formando no canto dos meus olhos, então lentamente, caindo pelas minhas bochechas. A queimadura e o pênis dele me enchendo consumido cada parte de mim. Saudei-lhe.


Quando ele estava completamente dentro de mim ele não se mexeu. Suas mãos agarraram meus quadris, me segurando no lugar. Eu empurrei de volta contra ele, dizendo-lhe sem palavras que eu precisava de algum movimento. Ele sussurrou baixinho e me agarrou duro, cavando suas unhas em mim. —Não me tente, Emma. Talvez eu estivesse tentando uma besta, mas Deus, isso me excitava. Ele parecia transtornado, como se pudesse romper a qualquer momento. Que serviu para me excitar ainda mais. Jacob poderia me mostrar o seu lado dominante, que deu a entender que ele gostava de coisas um pouco ásperas, um pouco possessivas, mas ainda era gentil e amoroso. Jacob ainda era o homem que eu sabia que era meu. Era tão louco como tudo isso acontecia, não queria mudar nada disso. Eu queria ser consumida por Jacob. Queria que ele olhasse para mim e exigisse que eu nunca fosse embora, que era só dele. Jacob começou a se mover dentro e fora de mim, primeiramente lento e suave, mas quando os segundos passaram, suas ações tornaram-se mais exigentes. Cada vez que ele entrava e saia de dentro de mim, minha boceta encharcada sugando seu pênis, meu desejo aumentava. Seus gemidos atrás de mim eram o suficiente para chegar a mais um orgasmo, mas foi quando ele começou a esfregar meu clitóris que me fez gritar de prazer.


Eu pressionei meu rosto no travesseiro para abafar o som, minha cabeça tonta, o prazer percorrendo cada parte de mim. Um impulso. Duro. Rápido. Dois empurrões. Seus gemidos enchendo minha cabeça. Suas mãos

segurando

firmemente

a minha cintura

enquanto me fodia sem sentido. Um terceiro impulso e Jacob enterrou-se dentro de mim e amaldiçoou em voz alta. Sua linguagem era grosseira e vil ... e eu amava cada minuto maldito dele. Ele gozou bastante e forte. —Pega tudo. Tome até a última gota de meu esperma. Quando ele saiu de mim e colocou seu corpo em torno do meu, eu me deixei cair em um coma profundo. Aqui é onde exatamente eu deveria estar. —Sim, baby, — ele disse suavemente contra a minha cabeça. Eu não percebi que falei essas palavras em voz alta, mas sua resposta fez tudo em mim se iluminar. —Você é minha Emma e vai ser sempre assim.


Jacob Eu fechei meus olhos e esperei até que meu coração começasse a bater em um ritmo normal. O que acabamos de compartilhar parecia uma eternidade. Emma era tão sensível, e quando meu lado dominante apareceu, ela não se esquivou. Na verdade, ela me deu tudo. Seu corpo, tão suave e cheio, descansava ao meu lado e espalhava o calor em mim. O calor não era apenas físico. Eu senti até a minha própria medula. Eu sabia que não poderia ficar longe, não queria. Ela era minha e sempre seria. E pela forma como reagiu a mim, olhou para mim, me disse que ela queria esse tipo de sempre, também.


Jacob Não sei o que fiz para merecer Emma na minha vida, mas eu sabia, sem dúvida que estávamos destinados a ficar juntos. Ela entrou em minha vida e na de Dolly para nos completar. Por mais clichê que possa parecer, Emma era a peça que faltava para nossa família. Eu sabia que minha irmã ficaria orgulhosa de que Dolly tivesse Emma em sua vida, cuidando dela, olhando por ela. Inclinando-me para trás, eu assisti quando Dolly perseguia Emma, a menina rindo enquanto brincavam. Mesmo que Dolly sempre quisesse brincar, Emma concordava alegremente. Ela estava mais do que disposta a fazer tudo isso e muito mais. E eu amava Emma ainda mais por isso a cada dia. Dolly a alcançou e tocou Emma no braço. —Está com você, — disse ela e começou a correr ao redor, gritando de emoção. —Dê a esta velha senhora alguns minutos para recuperar o fôlego, — disse Emma, ofegante enquanto ria. Ela apoiou as


mãos sobre os joelhos e inclinou-se, inspirando e expirando com força. Eu não pude deixar de rir. Dolly não parecia importar-se enquanto corria para o balanço e começou a se balançar. Emma sentou ao meu lado e segurei a sua mão dela, puxando-a para que se levantasse e caminhasse em minha direção. —Estou ficando muito velha para sair correndo por aí. Na verdade é deprimente, ela disse e eu sorri. —Eu não consigo acompanhá-la. —Você não está velha. Dolly só tem mais energia do que uma maldita usina nuclear. Em alguns segundos ela estava sentada em meu colo e meus braços ao redor de seu corpo. O cheiro dela invadiu minha cabeça, me deixando bêbado e tonto com isso. Eu trouxe meu

nariz

para

o

seu

longo

cabelo

loiro

e

respirei

profundamente. Ela cheirava tão bem, aquele cheiro de baunilha ainda se agarrando a ela, ainda tendo meu coração acelerado como se fosse a primeira vez. Ela recostou-se contra mim e suspirou. —Ela tem mais energia no dedo mindinho do que eu no meu corpo inteiro. Eu ri profundamente e beijei o lado do pescoço dela. Ela estremeceu contra mim e eu sorri. Mesmo depois de todos esses


meses mais tarde, eu ainda tinha um efeito sobre ela, ainda se arrepiava quando a tocava. Eu não podia mentir. Isso me deixava muito orgulhoso. Olhei para a sua mão, que repousava na minha perna. Seu dedo anelar estava nu, mas logo estaria pedindo-lhe para ser minha esposa, para passar a vida comigo. Mesmo sabendo que ela me amava, amava Dolly, havia preocupação em mim de que ela dissesse não. Mas, mesmo se o fizesse, mesmo que o casamento não fosse o que ela via em sua vida, eu sabia que Emma não iria me deixar. Não nos deixaria. Ela disse isso, suas ações falando mais alto quando disse que me amava, quando disse a Dolly que nunca iria a lugar nenhum. E eu acreditava nela. Eu sabia que, juntos, éramos mais fortes do que qualquer outra coisa. Merda, eu era mais forte porque ela estava em minha vida. E eu não deixaria isso passar.

Emma Alguns meses depois Eu nunca soube o que a felicidade e contentamento poderiam parecer, não até que estivesse na vida de Jacob e Dolly. E embora isso parecesse como uma fantasia, a minha


realidade era melhor do que qualquer coisa que pudesse sonhar. Observando enquanto Jacob ajudava Dolly com a lição de casa, tudo que eu conseguia pensar era como queria isso para sempre na minha vida. Desde que nos juntamos me tornei dele, o que era uma boa explicação de como as coisas terminaram, as coisas estavam indo tão bem. Nós falamos para Dolly sobre isso, bem, tanto quanto uma criança de sete anos pode entender, de qualquer maneira. Ela sabia que eu não ia a lugar nenhum, que Jacob e eu estávamos juntos e que nós íamos cuidar dela como uma equipe. Eu já não era contratada como babá, mas sua companheira. Dele. Eu estava querendo voltar para a escola, ter algumas aulas on-line e obter uma licenciatura em educação infantil. Era algo que sempre quis, mas nunca me vi fazendo de forma realista. E Jacob me apoiava completamente. Eu acho que me apaixonei ainda mais por ele quando me disse para ir atrás dos meus sonhos, que ele estaria aqui para me apoiar, não importava o que decidisse fazer. Eu terminei de cozinhar, com um sorriso no rosto enquanto

pensava

sobre

como

as

coisas

mudaram

tão

drasticamente. Quem poderia imaginar que em apenas poucos meses eu estaria apaixonada e conseguiria uma família instantaneamente?

Era

como

algo

que

poderia

ser


encontrado na ficção, no entanto, era muito real. Agora era a minha vida e não poderia ter pedido nada mais perfeito.


Jacob Dois anos depois Emma estava perfeita com seus cabelos loiros presos no alto da cabeça, o vestido de casamento branco marcando em seu corpo esguio, derramando-se ao seus pés como uma cauda de sereia. O véu cobrindo o rosto não conseguia esconder o fato de que ela estava sorrindo, seu foco inteiramente em mim. Ela não rejeitou a minha proposta e, em vez disso, se jogou em meus braços enquanto gritava a resposta dela, sim. E hoje ela me faria o homem mais feliz, mais ainda do que ela já fez. Ela era tudo o que eu via em uma sala cheia de pessoas, a única pessoa que importava, além de uma menina que estava ao meu lado usando um vestido de renda branca, uma coroa de flores ao redor de sua cabeça, e segurando minha mão com força. Eu olhei para Dolly, com nove anos e agora mais parecida com a minha irmã a cada dia. Ela sorriu para mim, a emoção


em seus olhos refletida de volta, mas sua postura permaneceu calma e controlada. Eu olhei para Emma novamente, agora parando bem diante de mim. Minha mão tremia quando estendi a mão e peguei a dela, puxando-a para perto de mim e querendo segurar a parte de trás de sua cabeça e beijá-la sem sentido na frente de todos. Mas haveria tempo para isso, muito tempo. Eu não conseguia tirar meus olhos dela enquanto o oficial dizia os votos, unindo-nos, mesmo que ela já fosse minha por anos. Esses últimos vinte e quatro meses foram tudo o que sonhei e fantasiei quando pensava no futuro. Eu tinha Emma e Dolly tinha uma figura materna. Nós três éramos uma família e, com o tempo, isso só cresceria e se tornaria um elo mais forte. Levantando o véu eu olhei em seus grandes olhos azuis. Eles

estavam

vincados

nos

cantos

enquanto

ela

sorria

largamente para mim. Eu já estava beijando-a no momento em que ele disse que poderia beijar a noiva. Eu não podia aguentar, não quando estava em pé diante de mim, tão bonita, sua expressão mostrando amor, minha necessidade possessiva e territorial. Eu queria que todas aquelas pessoas que se reuniram aqui para nos ver casar, vissem minha reivindicação sobre ela, minha propriedade enquanto eu a marcava com meus lábios. E quando afastei minha boca ainda pressionou levemente a dela, nossa respiração aumentou, eu disse:


—Este Ê o primeiro dia do resto de nossas vidas.


Jacob Nove meses depois Eu segurei a mão de Dolly enquanto caminhávamos pelo corredor do hospital, indo em direção ao quarto de Emma. Meu coração estava trovejando com felicidade e emoção, e quando olhei para Dolly eu podia ver o sorriso largo cobrindo seu rosto e o brilho nos seus olhos. Ela estava animada para conhecer seu irmão, algo que ela queria por um longo tempo, me confessou. Eu dei-lhe um aperto leve na mão e ela olhou para mim, sorrindo ainda mais. —Eu não posso esperar para ver como ele se parece, — ela disse em uma voz suave, consciente de que estávamos no hospital. —O cabelo dele é escuro como o seu ou loiro como o dela? —É escuro, — eu disse com orgulho soltando sua mão para envolvê-la em torno de seu ombro e puxá-la para perto. Paramos em frente ao quarto de Emma e dei três batidas leves antes de abrir a porta.


Emma estava em uma cadeira perto da janela, o sol entrando levemente e segurava nosso filho em seus braços, o pequeno pacote enrolado em um cobertor azul. Dolly fez um ruído ofegante suave e eu ri baixinho e a soltei. Ela praticamente correu em direção a Emma, mas parou em frente a ela, quase com medo de chegar muito perto. —Está bem. Chegue mais perto, querida. Conheça seu irmão mais novo. Ela ficou na frente de Emma e olhou para Rowan, o pequeno rapaz com uma cabeça cheia de cabelos escuros e um aperto poderoso. —Você quer segurá-lo? — Emma perguntou suavemente. Dolly assentiu veementemente, seu sorriso largo. Ela se aproximou e sentou-se no sofá pressionado contra a parede do hospital, o material de vinil fazendo um som suave quando ela se sentou. Com a mão na parte inferior das costas, Emma se abaixou e colocou Rowan nos braços de Dolly. Então se sentou ao lado da nossa filhinha e olhou para o nosso filho. Meu coração se encheu com a visão das três pessoas mais importantes do mundo. Emma olhou para mim e sorriu, meu amor por essa mulher é tão grande que não consigo nem respirar quando penso nisso.


—Ele é tão pequeno, — sussurrou Dolly. —Eu poderia chorar de tão feliz agora. Emma riu e eu ri baixinho. —Eu já chorei, então não julgarei se você quiser também, —disse Emma e beijou Dolly no topo da cabeça. Isso tinha que ser o céu, porque nada mais poderia ser tão perfeito.


Jenika snow one more night  
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