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Ele vai lhe mostrar como um verdadeiro

Homem trata uma mulher...

Sabine Eu nunca soube o quão bom era ser cuidada por um homem que sabia o que estava fazendo. Até que eu estive com Hugo...

Hugo Eu sou mais velho do que ela. Ela é inocente, não tinha experimentado tudo o que a vida tem para oferecer. Eu poderia lhe dar essa experiência. Sabine consumiu meus pensamentos, me fez desejar nada mais do que ela. Nenhuma outra mulher se compara a ela, e por causa disso, eu não tinha estado com nenhuma mulher há quatro anos – que também foi à última vez que vi Sabine. Porra, estou cansado de me sentir culpado por deseja-la. Eu quero Sabine na minha vida, do meu lado, e eu estou prestes a fazer disso uma realidade. Eu não sei se ela já tinha sido tratada da forma certa como uma mulher deveria ser... mas estou indo para mostrar-lhe como um verdadeiro homem cuida de uma mulher.

Aviso: Se você gosta de uma curta e super quente leitura suja, contendo um herói muito mais velho e uma heroína mais jovem... mantenha a leitura. Esta história irá fazer você se sentir quente e molhada, tem um doce felizes para sempre que todos merecem, e te dará vontade de procurar um homem mais velho e experiente para si mesma.


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HUGO

Ela é tudo em que pensei durante os últimos quatro anos. Desde que a vi na sua formatura no colegial no seu décimo oitavo aniversário, Sabine tinha estado em minha mente. Por quatro. Fodidos. Anos. Fecho os olhos e vejo-a. Porra, sempre penso em Sabine. Posso imaginar seu longo cabelo preto ... anseio envolver meu dedos em tornos dos fios sedosos enquanto eu faço amor com ela. Imagino seus olhos azuis olhando para mim cheios de prazer enquanto empurro meu pau em seu corpo. Posso imaginar minhas mãos, boca e língua se movendo ao longo de suas curvas deliciosamente femininas. Quatro anos querendo uma mulher que eu sabia que não deveria desejar, mas que não posso afastar da minha cabeça. Ela é muito mais jovem do que eu, porem isso não é um problema. A diferença de idade não me incomoda nem um pouco. Ela já é uma mulher, de vinte e um anos de idade, é inteligente, perfeita para mim.. Sabine sempre soube o que queria da vida, e ela se destacava no que colocava em sua mente. Eu poderia não tê-la visto em anos, mas eu sabia que ela só


tinha conseguido ficar mais determinada a esse respeito. Esse não era um traço que alguém simplesmente deixava ir. Também não me importo com o fato dela ser filha do meu amigo. Talvez eu devesse, mas porra, saber que ela é filha dele não me impediu de ficar dolorido por ela tão mal que não conseguia pensar em mais nada. Tem sido longos quatro anos desde que fodi uma mulher. Eu simplesmente não consigo transar com outra, quando a única que eu quero é Sabine. Depois de todo esse tempo, tenho que admitir que desde que a vi, ela é a única que eu sempre quis, e tão experiente como sou na vida, sei que isso não é nenhum desejo de passageiro. Corro a mão pelo meu rosto, expirando, cansado. "Você gostaria de beber mais alguma coisa, Sr. Romanov?" Eu olho para a aeromoça e balanço a cabeça. "Não, obrigado, Marcella." Tenho mais três horas de voo antes de desembarcar em Nova York, e outra hora de carro ate chegar na casa Leo e sua esposa Annabelle. Porra, quando eu finalmente chegasse la, estaria tarde demais para ver quem realmente quero. Ficar em um hotel teria sido uma opção mais simples, mas estava fora de questão uma vez que Leo e Annabelle insistiram para que eu ficasse em sua casa de hóspedes. Os conheço há anos e sei que é melhor não discutir com qualquer um deles. Eu deveria ter estado aqui antes. Tinha perdido a formatura de Sabine, e mesmo que tenha ficado sabendo sobre o evento antecipadamente, não consegui reagendar minhas reuniões de negócios. Isso não me impediu de sentir uma culpa imensa. Enfio a mão no bolso e tiro a caixa de couro branco. Abro-a, e olho para o bracelete de diamantes que eu tinha comprado para ela. Sabine é a única mulher a quem eu já presenteei com joias, e embora possa parecer um gesto inocente, um presente de congratulações por suas conquistas, o colar, e agora esta pulseira, significam mais para mim do que ela jamais ira saber.


SABINE Fazia quatro anos que eu não o tinha visto. Quatro anos querendo um homem que eu sabia que nunca poderia ter. Quatro anos de comparar todo cara com que tentei ter um relacionamento com ele... Hugo. Eu disse a mim mesma que eu precisava acordar e perceber que eu nunca poderia ter um homem com mais do que o dobro da minha idade, que foi amigo do meu pai durante a vida toda. Mas dizer o que devo e não devo querer era muito difícil de realizar quando o que eu queria era inatingível, fora do meu alcance. Olho através da mesa, para os meus pais. Nós tínhamos terminado em um pequeno jantar em comemoração ao meu diploma de bacharelado na faculdade, e agora éramos apenas nós três. Eu deveria estar centrada na pós-graduação e obter o mestrado em educação, mas saber que Hugo estava vindo esta noite era tudo em que conseguia pensar. Hugo Romanov. Só de pensar no seu nome fazia minha pele formigar em consciência e fazia cada parte de mim, aquecer. Adrenalina corre pelo meu corpo, causando essa reação. "Ele estará aqui em algum momento esta noite, embora eu não tenha certeza de que momento." Olhei para o meu pai. Ele recostou-se na cadeira da mesa de jantar e levou a taça de vinho aos lábios. Ele olhou para a minha mãe, que também tinha um copo de vinho na frente dela. "Foi o quê, quatro anos desde que ele veio para os Estados Unidos?" Perguntou minha mãe. Meu pai concordou. "Sim, para a formatura do ensino médio de Sabine. Embora ele tenha voltado cerca de um ano atrás para negócios, mas ele não teve tempo extra para voar para nos ver." Meu coração acelerou ao saber que ele tinha estado aqui, provavelmente a estados de distância, e ainda mais perto do que quando ele estava na Europa. "Aposto que você está animada para ver Hugo novamente." Minha mãe disse e tomou um gole de vinho, olhando por cima da borda da taça para mim.


Dei de ombros, não tratando de mostrar como eu estava nervosa, ou quanta antecipação vibrava através de mim. Nós tínhamos acabado uma garrafa de vinho entre nós três, e a segunda garrafa já estava meio vazia. Eu estendi a mão e corri o dedo ao longo da base da minha taça. "Tem sido um longo tempo." Eu respondi baixinho, pensando sobre a última vez que eu o vi. Lembrei-me vividamente da maneira como ele cheirava a uma colônia escura e deliciosa. Mas ele também tinha cheiro de livros e experiência, e era um aroma tão inebriante, intoxicante na verdade. Por instinto, eu levantei a minha mão e toquei o colar de ouro com pingente de penas que ele me deu. Tinha sido um presente de Hugo não apenas por terminar o colegial, mas também por ser a oradora oficial da turma. Eu vinha usando-o todos os dias desde então. "Vocês dois sempre tinham um vínculo especial." Eu olhei para o meu pai depois que ele fala. "Não realmente." Ele poderia ter sido uma presença marcante na minha vida quando eu era mais jovem, e ele vivia nos Estados Unidos, mas eu nunca poderia dizer que éramos próximos. "Claro que vocês tinham. Hugo gastava horas com você na mesa da cozinha te ensinando russo, lembra?" Eu lembrava, vividamente. Nossa última lição tinha sido quando eu tinha dezessete anos de idade, e ele tinha vindo para nos visitar, depois de ter estado em viagem de negócios na Rússia. "Isso é por sua causa pai, ele querer me fazer ficar mais “desenvolvida”." Eu sorrio para o meu pai. Ele estava brincando quando ele fez a sugestão de eu começar a aprender sua língua, mas Hugo tinha levado a sério. Nos próximos dois anos, a partir de 15 à 17, sempre que Hugo estava na cidade, ele passava horas comigo me ensinando a sua língua nativa – uma das quatro que ele falava fluentemente. A verdade era que eu só poderia falar um punhado de frases russas, principalmente porque eu não era capaz de me concentrar quando ele estava próximo a mim. Eu ate tinha tentado colocar na minha mente que infelizmente eu nunca teria Hugo na minha vida. E mesmo depois de todos esses anos, ainda era difícil de fazer isso.


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HUGO Eu não esperei o motorista abrir a porta do carro. Eu apenas sai, agarrei minhas duas malas, e fiquei ali por um segundo, olhando para a casa de Leo. A luz da varanda estava ligada, mas eu tinha uma chave para a casa de hóspedes, então eu não teria necessidade de incomodar ninguém. "Eu vou deixar você saber quando eu sair." eu disse para o motorista sem olhar para ele. Eu fiz meu caminho ao redor e destranquei a porta para o quintal. Uma vez que estava fechada atrás de mim, eu caminhei em direção a casa de hóspedes de um quarto. Eu vi a borda da piscina antes de eu dobrar a esquina, as luzes sob a água faziam a agua ter um brilho mais amarelo. Então eu vi um movimento de ondulação em torno da piscina. Certamente Leo ou Annabelle não estariam na água a esta hora, ou sim? Eu dobrei a esquina, mas parei, vendo a parte de trás de um corpo feminino. O cabelo longo, preto estava em um coque solto no alto da cabeça, e o pequeno laço do biquíni fazia uma curva no centro de suas costas. Cada parte de mim congelou enquanto eu olhava para Sabine. Eu não precisava ver o rosto dela para saber quem era, e eu não tinha necessidade de estar na casa de seus pais para saber que ela era a pessoa na água. Eu a reconheceria em qualquer lugar, quer pudesse ver seu rosto ou não. Apertei minhas mãos sobre as tiras de couro de minhas malas, eu sabia que a coisa cavalheiresca a se fazer seria desviar o olhar ou fazer a minha presença conhecida. Em vez disso, eu estava ali, imóvel, em silêncio, vendo como ela agora estava deitada de costas, flutuando na água. Seus


olhos estavam fechados, e o movimento dos seus seios acima da linha da água fez minha necessidade profundamente enraizada e primal, pulsar dentro em mim. Meu pau endureceu. Meu pulso acelerou. E tudo que eu queria fazer era tirar fora minhas roupas e me juntar a ela na água. Ela virou-se e abriu os olhos. Ela suspirou e pulou para trás quando ela me viu, e eu me senti como um voyeur, ao assisti-la neste momento claramente privado. "Sinto muito." eu disse, sentindo-me envergonhado, mas também excitado e quente pra caralho por esta mulher. E ela é uma mulher... toda curvas e suavidade. Ela limpou a água fora de seu rosto e balançou a cabeça lentamente. "Não, está tudo bem. Eu não me assustei." Ela me ofereceu um sorriso, e esse pequeno gesto teve todos os músculos do meu corpo mais tensos. Isto não era apenas sobre mim querendo Sabine na minha cama, debaixo de mim, tendo cada polegada do meu pau. Isto não era sobre minha necessidade de uma fêmea jovem para me fazer sentir vivo. Isto não era sobre mim pensando que era algum desejo tabu que eu sentia por ela. Não, isso era sobre eu querendo-a como minha mulher. Ela era jovem, mais de duas décadas mais jovem do que em meus cinquenta anos de idade, mas nada disso importava. Idade é apenas um número. Ela nadou até a borda da piscina para sair, e apesar de toda a minha boa intenção de virar para dar-lhe privacidade se manifestar bem no fundo, eu me vi ali de pé, olhando para ela, e tendo cada segundo deste momento. As gotículas de água deslizavam em longas filas por seu corpo. A elevação de seus seios se levantou acima da bainha da parte superior de seu biquíni. A ligeira protuberância de sua buceta contra o biquini. O arredondamento da bunda dela enquanto ela se abaixava para pegar a toalha. Deus, ela era linda, espetacular, e não apenas em um nível físico. O ligeiro brilho do colar que ela usava brilhou na luz, e eu percebi que era o colar com pingente de pena que eu tinha dado a ela há quatro anos.


Eu não podia negar que o fato de que ela ainda o usava todos estes anos depois, me agradou. Eu só tinha planejado ficar alguns dias, mas eu não queria sair mais do país, não sem ela.

SABINE Senti seus olhos em mim enquanto eu agarrava minha toalha. Eu estaria mentindo se eu dissesse que não gostei dele me observando. Ergui-me e levantei a toalha ate meu rosto, tirando a água para fora da minha boca e bochechas, e o assisti. Ele ficou tão quieto, seu grande corpo parecendo tenso. O que ele estava pensando agora? Ele estava olhando para mim do jeito que eu queria, da maneira que eu olhava para ele? Nós não falamos. Foi um pouco estranho estar em pé aqui com apenas o meu biquíni, às três da manhã, com Hugo me olhando como se ele fosse um predador prestes a pegar sua presa. Mas eu também gostei. Eu tinha perdido muito tempo sem vê-lo. "Tem sido um longo tempo, Sabine." Seu forte sotaque russo sempre tinha um efeito em mim, uma coisa quente. Ele não parecia muito diferente da última vez que eu o vi. Estes últimos quatro anos tinham sido certamente bons para ele. "Sim. Estou feliz que você pôde vir." "Eu gostaria de ter estado aqui mais cedo, para a sua formatura." Eu sorri e estendi a toalha pelo meu corpo. "Você está aqui agora, isso é tudo que importa." Seu cabelo estava mais branco nas laterais, com uma leve projeção de cinza. Mas seu rosto não tinha aparência de mais velho, não como eu tinha visto em outras pessoas de cinquenta anos. Meu pai certamente não se parecia com Hugo. Ele usava um terno, a camisa branca por baixo dele desabotoada no colarinho, pele bronzeada, peito e pescoço tonificado. Ele é um homem grande, alto e em forma. Exala perigo e experiência que o fazem atraente para mim.. Ele era bem sucedido, inteligente, mas também gentil. Ele sempre tinha sido tão amável comigo, e acho que é por isso que comecei a ama-lo.


Deus, sua estupida...não vá por esse caminho. Nem sequer pense em ficar ai babando e querendo o impossível com ele de pé bem ai, na sua frente. "Você esta linda, Sabine." Eu lutei contra o arrepio ao ouvi-lo dizer meu nome. Seu sotaque parecia mais acentuado quando ele o pronunciava. "Obrigada." eu sussurrei. Eu estava à beira de dizer que ele parecia bem também, mas ele balançou a cabeça e começou a caminhar para a casa de hóspedes. Eu fiquei ali, observando o seu grande corpo se mover fluidamente, mas bem antes que ele abrisse a porta, ele se virou e olhou para mim. "Você deveria entrar. É tarde, e embora este seja um bairro tranquilo, eu me sentiria melhor se estivesse segura, lá dentro. Senti meu rosto aquecer com sua preocupação comigo. "Falaremos de manhã, passaremos um tempo juntos." Eu balancei a cabeça e enrolei a toalha em volta de mim, e ficamos ali, olhando nos olhos um do outro. "Boa noite." eu disse suavemente, com minha garganta apertada. "Nochi Spokoynoy." Eu sorri. Eu podia não ser fluente em russo, mas pelo menos eu sabia o que a frase significava. "Nochi Spokoynoy1." Eu disse boa noite para Hugo e virei antes que ele entrasse. Eu ainda sentia seu olhar em mim quando eu fui para dentro da casa e fechei a porta.

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Boa noite em russo.


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SABINE Demorou algum tempo antes de adormecer na noite passada, mas uma vez que eu fiz, eu não acordei até quase às dez. Eu culpava a atividade de ontem, e meus nervos ao ver Hugo, o que tornava difícil acalmar o meu corpo. Sentei-me na minha cama, olhando para fora da janela. Eu precisava encontrar um lugar próprio. Eu fiquei com os meus pais indo para a faculdade e voltando do campus, economizando o dinheiro que eu ganhei ao longo dos últimos quatro anos. Tinha sido a coisa certa a eu fazer, mas eu me formei, e mesmo que eu fosse voltar para o meu mestrado, eu precisava estar em meu próprio lugar. Deus, eu não consigo parar de pensar em Hugo. O encontro na noite passada tinha sido mais complicado do que o normal. Há quatro anos atrás, Hugo tinha me abraçado, me dito como estava orgulhoso de mim. Mas na noite passada... parecia que ambos éramos estranhos. Claro, eu sabia por que eu me sentia assim, porem achava que ele estava seriamente brincando comigo. Mas por que ele tinha agido tão estranho? Sentir seus olhos em mim tinha sido emocionante, mas tinha significado mais do que apenas um homem olhando para uma mulher instintivamente? Eu era corajosa o suficiente para realmente descobrir? Eu deveria estar me preocupando com meu futuro, sobre quais seriam os meus próximos planos, mas tê-lo tão perto, sob o mesmo teto, provocava estragos em minha mente e corpo.


Eu podia ouvi-lo lá embaixo, conversando com meu pai, e mesmo que sua voz estivesse abafada, um arrepio passou por mim. Sou voz tinha um som profundo sexy, e cada parte de mim ficou viva. Depois que tomei um banho, vesti algumas roupas e arrumei meu cabelo, eu desci as escadas, odiando que eu estivesse tão nervosa. Hugo riu de algo que meu pai disse, e meu coração pulou no meu peito. Eu dobrei a esquina e os vi na varanda, com minha mãe chegando com uma xicara de chá e biscoitos. "Bom dia, querida." Meu pai disse, e fez um gesto para que eu me aproximasse. Olhei para Hugo, que me observava atentamente. Ele usava uma camisa preta de botão, os primeiros botões no seu colarinho estavam desfeitos. Seus músculos estavam pronunciados no material prensado, suave, e desejei não olhar. Eu tentei sorrir, mas eu sabia que saiu forçado. Era tão difícil, por alguma razão, agir como se eu não fosse afetada por sua presença. Hugo parecia relaxado, com o braço estendido sobre o encosto da cadeira. Eu podia ver a definição de seus bíceps, e isso me excitou. Deus, meus pais estão aqui. Pare. Sentei-me ao lado de meu pai, que tinha sentado em frente a Hugo. Ele ainda me olhava, e eu senti como se estivesse me avaliando, olhando diretamente em minha alma. "Hugo queria nos levar para a cidade, mas sua mãe está saindo com as amigas, e eu tenho um compromisso no escritório." Eu não sabia o que meu pai queria que eu dissesse. "Ok." eu disse, e olhei entre os três. "Vamos jantar hoje à noite, mas nós dissemos a Hugo que você não tem quaisquer planos esta tarde, e que provavelmente, adoraria ir com ele passear na cidade." Alisei minhas mãos sobre as coxas, a pele estava levemente úmida por causa dos meus nervos. "Querida, você está bem?" Eu olhei para minha mãe depois que ela falou. "Você está pálida." "Eu estou bem." Hugo olhou para mim, com um olhar conhecedor em seu rosto.


"Bem, eu vou estar preso no escritório durante toda a noite se eu não sair agora." Meu pai disse e olhou para o relógio. "Você sabe como isto é, Hugo." Hugo assentiu. "Claro. Vamos jantar esta noite na cidade, para o meu deleite. " "Eu deveria estar indo também." disse minha mãe. Antes que eu soubesse o que estava acontecendo, minha mãe e meu pai tinham ido embora, e era apenas Hugo e eu. Os nervos que eu tentei controlar – miseravelmente– pioraram violentamente. "Você descansou bem?" Ele perguntou, seu sotaque ainda causando algo intenso em mim. Minha pele se arrepiou, meu coração acelerou, e as palmas das mãos se tornaram pegajosas. "Sim." Eu alisei minhas mãos sobre as minhas pernas novamente. "Eu não dormi tanto assim em um longo tempo." "Você deveria estar precisando disso." Ele estendeu a mão e agarrou sua xícara de café. Ao tomar um gole, ele me observou. "Não temos que ir para a cidade..." "Você não quer?" Claro que eu queria. Ter um tempo a sós com Hugo soava incrível. Mas também me assustava um pouco. "Eu quero. Mas se você preferir relaxar depois de sua viagem..." "Eu descansei bastante, Sabine. Eu gostaria de passar mais tempo com você. Eu vim visitar seus pais por sua causa." Ele sorriu, e cada parte de mim apertou. Ele parecia bom sentado em frente a mim. Em seus cinquenta anos, ele estava muito bem. E seus olhos, escuros, quentes, atraentes, sempre fizeram parecer como se ele pudesse me ler perfeitamente. "Eu tenho algo para você." Eu me endireitei. "Você tem?" "Um presente de formatura." Ele se levantou e colocou a mão no bolso. "Você não tem que me dar nada. Voar até aqui foi um presente suficiente..." "Venha aqui, Sabine." Eu encontrei-me de pé caminhando em direção a ele. O comando profundo de sua voz foi quase a minha ruína.


Ele abriu uma caixa e a pulseira no interior tirou o meu fôlego. Era uma pulseira de diamante, e não uma barata... isso estava claro. "Você gastou demais, Hugo." Eu encontrei-me dizendo antes que eu pudesse manter minha boca fechada. Olhei para cima e o vi me observando. "Obrigada, foi o que eu quis dizer. É linda." Ele pegou a pulseira, e a luz do sol bateu contra os diamantes, fazendo-os brilhar. Ele estendeu a mão e agarrou meu pulso, e em questão de segundos, ele tinha fechado a pulseira. Fiquei olhando para ela, os diamantes brilhando deslumbrantemente. "Você gostou?" Perguntou ele, embora eu não tivesse dúvidas que ele podia ver no meu rosto que eu adorei. "Sim" eu disse, sorrindo, e eu olhei para ele. "Muito obrigada." Ele sorriu claramente satisfeito com a minha resposta. Ele baixou o olhar para o meu pescoço, e eu coloquei minha mão sobre o colar de penas. "Você ainda usa, mesmo depois de todos esses anos." "Eu nunca tirei." Era verdade, mas eu não tinha a intenção de dizer isso em voz alta. "Me agrada ouvir isso, linda Sabine.” O silêncio se estendeu entre nós, e, embora não fosse ruim, era... estranho. Eu sentia como Hugo me observava com interesse, algo que não tinha nada de inocente. Eu certamente não estava pensando nele como um amigo da família. Ele poderia estar pensando em mim como algo mais? Eu estava perdendo a cabeça em até mesmo estar contemplar que ele poderia estar me olhando com interesse? "Que tal eu ficar pronta e podemos sair?" Eu finalmente disse, limpando a garganta e esfregando as mãos nas minhas pernas pela centésima vez. "Eu vou ter meu motorista aqui em vinte minutos." Eu queria dizer a ele que eu podia dirigir, mas o pensamento de Hugo tomar o controle, mesmo nesta maneira pequena, enviou uma emoção forte através do meu corpo. Eu não sabia como eu iria agir como se Hugo não afetasse todas as partes do meu corpo, quando apenas estar no mesmo ambiente que ele, me tinha tão excitada que eu não conseguia nem pensar direito.


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SABINE O motorista de Hugo estava esperando na calçada exatamente vinte minutos depois. Não fiquei surpreendida, embora. Hugo tinha poder, conexões e isso dominava o ar ao seu redor, e tinha todas as outras pessoas obcecando-o sem pestanejar. Estávamos na parte de trás de uma Mercedes e nos dirigíamos para a cidade. Era uma hora de carro a partir de onde os meus pais viviam, e mesmo que eu ainda estivesse nervosa, eu não me importava neste momento de estar a sós com ele. Olhei pela janela matizada e observei como a cidade entrava em exibição. Eu podia ver os arranha-céus a distância e me perguntava exatamente o que ele planejava fazer. Hugo não tinha exatamente me dito algo, apenas que estaríamos passando a maior parte do dia aqui. "Você não comeu nada antes de sairmos." disse Hugo, e eu olhei para ele. "Eu não estava com fome." E eu não tinha estado, mas naquele momento, minha barriga começou a resmungar, decidindo que eu estava agora. "Que tal ter algum café da manhã?" Eu balancei a cabeça e sorri. "Ok." Ele me olha, a expressão em seu rosto era satisfeita. "Vamos parar no Café do Vellaim primeiro." disse ele ao motorista. "Claro, senhor."


Hugo olhou para mim novamente. "Então, eu pensei em levá-la às compras." Isso fez as minhas sobrancelhas arquearem em confusão. "Compras? Para quê?" A pulseira de diamantes no meu pulso era pesada, embora eu soubesse que eu sentia isso, principalmente, porque eu estava hiper consciente de que Hugo a tinha dado para mim. "Eu gostaria de comprar-lhe algo agradável para o jantar hoje à noite." Eu não sabia o que dizer, embora minha primeira reação fosse de recusar. Ele já tinha voado para me ver por causa da minha formatura, comprou-me esta pulseira que provavelmente custara uma fortuna – anos de salário dos meus pais– e aqui ele estava tentando comprar mais coisas para mim. "Eu..." "Não recuse, porque adoraria fazer isso para ti, embora eu vá respeitar os seus desejos." Olhei para ele, querendo este homem tanto, que doía em lugares que deveria ter me envergonhado. Mas eu também queria agradá-lo. "Você parece chocada." "Eu estou." eu disse honestamente. "É difícil de acreditar que eu quero fazer algo bom para você?" Eu balancei a cabeça instantaneamente. "Claro que não. Você sempre foi gentil e generoso. Mas você já me deu a pulseira, e veio todo o caminho até aqui..." "Porque eu queria; Eu queria te fazer feliz." Ele inclinou um pouco mais perto, e eu pude sentir o cheiro do perfume masculino de sua colônia, uma vez que me consumia. "E eu quero fazer isso também, Sabine." Como eu poderia dizer não? Ele olhou para mim como se ele estivesse... com fome por minha aprovação. "Ok." eu sussurrei, me sentindo tonta e sem fôlego. Ele sorriu, com uma expressão confiante no rosto. Mas conforme os segundos passaram, e nós trocamos olhares um com o outro, eu senti a mudança do ar em torno de nós. Ele ficou mais quente, mais grosso, e eu senti como se eu estivesse caindo no abismo. Mas eu previa a queda. "Como está o trabalho?" Perguntei, minha voz baixa, soando pesada. Ele não falou por um longo tempo, só me olhava, com essas emoções brilhando nas profundezas de seus olhos. "Ele me mantém ocupado."


Eu balancei a cabeça e lambi os lábios. Eu não perdi a forma como Hugo baixou o olhar para observar o ato. Meu coração trovejou mais rápido. "Você sempre foi tão ocupado." Deus, minha voz estava tão apertada, a minha excitação mudando algo dentro de mim até que não me reconheço. "Além de você e sua família, meu negócio é a única coisa de importante na minha vida." Ele se moveu em seu assento, e eu queria olhar para baixo e ver se ele estava excitado. Eu não tinha ideia do por que eu queria desesperadamente ver, mas essa necessidade cancelou tudo em meu cérebro, fazendo-me sentir quase como se eu estivesse em parafuso. "Fico feliz por ter esse dia só para nos dois." Olhei em seus olhos, seu sotaque movendo-se sobre mim, fazendo minha pele se arrepiar e meus músculos internos se apertarem em necessidade. "Você está?" Ele se mexeu no banco novamente, movendo-se um pouco mais para perto de mim. "Eu estou." "Por quê?" Deus, era minha voz soando tão excitada? "Porque nos dá algum tempo para conversar, para ficarmos sozinhos." Eu me sentia tão tonto, mas de uma boa forma. "Você quer ficar sozinho comigo?" Sim, por favor diga isso. Ele levou um segundo para responder. "Eu faço, Sabine. Tanto." Sua voz era tão grossa de desejo quanto a minha. Deus, isso está realmente acontecendo? Eu sentia como essa fosse uma boa hora para beijá-lo, ou para ele se inclinar nessas ínfimas polegadas de distancias que nos separavam e me beijar. Eu queria, queria sentir seus lábios nos meus, sentir esse poder, essa experiência que eu sabia que ele tinha em cada grama de seu corpo quente. Eu queria que ele me fodesse. Ele se inclinou outra polegada, e eu me vi fazendo o mesmo. Por um segundo, nós respirávamos o mesmo ar. Seu corpo era tão grande, tão musculoso, que parecia bloquear tudo atrás dele. Eu me sentia totalmente feminina agora, e eu queria mais. E apenas quando eu pensei que eu iria, finalmente, sentir seus lábios nos meus e finalmente, ter um gostinho do homem que eu queria por tanto tempo, o carro desacelerou. "Nós chegamos, Senhor."


Eu senti a realidade bater em mim, e quando eu me inclinei para trás, eu estava ciente de que Hugo ainda me observando. Ele olhou para mim com suas pálpebras pesadas, seu foco treinado na minha boca. Seu amplo tórax definido subindo e descendo um pouco mais rápido, dizendo-me quão duro ele estava naquele momento. Eu não tinha imaginado isso; Eu não era a única fantasiando sobre estarmos juntos. Hugo me queria tanto quanto eu o queria.

HUGO Eu estava dolorosamente duro. Tudo o que eu queria fazer era beijar Sabine ali mesmo. Claro, o momento tinha sido interrompido, o que eu sabia que acabaria por acontecer. Por mais que quisesse mandar o café-da-manhã ir a merda e simplesmente admitir o que eu queria com ela, eu reuni meu autocontrole e a ajudei a sair do carro. O que eu sabia, sem dúvida, era que Sabine me queria e eu não ia recuar agora que eu tinha visto a verdade saindo dela como em ondas. Ela seria minha.

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SABINE Nós tínhamos deixado o café há meia hora atrás, mas com o tráfego e o fato de que Hugo queria me levar a esta boutique chique e exclusiva, tínhamos acabado de chegar cinco minutos atrás. Mas eu já estava em um provador, com uma mulher empurrando vestidos para mim. Ela tinha sido muito amigável com Hugo, mas eu não tinha visto isso como algo sexual, ou até mesmo atração da parte dela. Ela tinha estado


agradavelmente surpreendida ao vê-lo, o que era absolutamente normal devido a sua beleza perigosa. Eu pensei sobre a profissão de Hugo, sobre o que aconteceria se eu me envolvesse com ele. Poderia ser uma esperança infundada, e eu achava que eu precisava ser realista, mas era difícil não estar pensando sobre “e se?”. Com ele possuindo seu próprio negócio, ele viajava muito, indo para diferentes países, fazendo acordos para promover o seu serviço; ele recebia ligações que faziam a minha vida parecer aborrecida e desinteressante. Mas ele sempre foi uma parte constante/importante da minha vida, e eu não conseguia imaginar não tê-lo lá. Ele sempre esteve lá, mesmo de longe. Hugo sempre me mostrou que não importa quanto dinheiro alguém tinha ou deixava de ter... elas precisavam estimar e cuidar dos seus. Eu me virei e me olhei no espelho. Por um segundo, eu nem sequer me reconheci, não com o vestido caro caindo sobre meu corpo, mostrando minhas curvas de formas tentadoras. Sim, eu admitia que parecia sexy neste vestido, ate mesmo bonita, e uma parte de mim se sentia desconfortável com o fato. Eu não me vestia assim, e quando fazia, não era certamente com rendas e seda. Será que Hugo acha que eu sou bonita? Alisei minhas mãos sobre o material cor de seda, o laço sob meus dedos era suave, ainda que ligeiramente levantado. O decote em V era diretamente acima de meus seios, e as grandes saliências gentilmente subiam a cada inspiração que eu tomava. Eu só fiquei lá por alguns momentos antes de ouvir Hugo limpar a garganta. Meu coração começou a correr mais rápido, sabendo que ele estava bem atrás da porta do provador. "Você está bem aí?" Ele perguntou, e eu me olhei novamente. A renda detalhada tinha fios cor-de-rosa nela toda, e o material caía até meus joelhos. Era elegante, ousado sem ser obsceno. "Eu estou bem." eu disse, mas logo limpei minha garganta quando a minha voz soou grossa. A excitação ainda vibrava em minhas veias. "Você está vestida?" Ele perguntou, e eu ouvi a nítida mudança no tom de sua voz. Ela ficou mais baixa, rouca, e me perguntei se ele estava me imaginando nua. O passeio de carro passou por minha cabeça novamente, e eu senti meu rosto corar. Olhando para o meu reflexo, eu vi que meu rosto tinha esse brilho rosado nele. "Eu estou." eu disse suavemente.


Houve um momento de silêncio. "Deixe-me vê-la, Sabine." Meu pulso acelerou, e eu senti minha garganta apertar. Olhei para mim, sabendo que eu queria mostrar a ele porque eu achava que parecia agradável no vestido, mas eu me senti tão nervosa. Eu nunca me senti tão... bonita. "Sabine." Ele disse meu nome profundamente, com um toque de autoridade. Estendi a mão e agarrei a maçaneta e, por um segundo, apenas segurei o pequeno globo de bronze na minha mão. Ele começou a aquecer quando eu finalmente abri a porta. Hugo estava a apenas alguns metros longe de mim, com esse ar de confiança emanando em torno dele. Ele parecia tão gostoso. Eu senti meu rosto esquentar ainda mais, mas orava para eu não parecesse como uma idiota total. Eu não queria que ele pensasse que eu estava envergonhada por este momento ou pela sua generosidade. Eu também não queria que ele pensasse que eu não conseguia me controlar ou a atração clara que eu senti entre nós no carro. E Deus, eu tinha sentido. Eu ainda não conseguia entender calor que tinha me consumido pela forma diabólica como ele olhou para mim. Ele não falou por longos segundos, mas definitivamente estava me avaliando. "É demais, não é?" Eu senti minhas mãos começarem a tremer por causa dos meus nervos. Eu estava perdendo o controle, mas eu não podia parar a energia se movendo através de mim. "Krasivitsa2." Eu senti borboletas voarem na minha barriga pela forma como ele me chamou de linda. Era apenas uma palavra, mas parecia que ele queria dizer muito mais com ela. "Você está absolutamente linda, Sabine." Eu senti meu rubor maldito intensificar. "Obrigada." Eu vi a vendedora segurando mais alguns vestidos, mas Hugo acenou para ela. "Eu amei este no corpo dela. Será perfeito para esta noite." Ele olhou para o meu rosto depois de observar faminto meu corpo por alguns segundos. Eu gostava que ele assumisse o comando. Eu amei este vestido, mas ouvi-lo recusar quaisquer outros vestidos dizendo que este era perfeito, me fez sentir muito feminina... muito feliz por vê-lo satisfeito. Nós não falamos por longos segundos, e eu me perguntava se a mulher ainda de pé no fundo, sentia-se estranha apenas nos observando. 2

Linda, em russo.


Certamente ela podia ver a conexão que estava acontecendo? Ou talvez eu fosse à única que sentia isso? "Precisamos de um pouco de privacidade." Hugo finalmente disse, dirigindo-se a mulher. Ela se foi um segundo mais tarde. Corri minhas mãos para baixo do vestido, mas me parei e enrolei os dedos em punhos. Hugo deu um passo mais perto e outro e outro, até que ele estava diretamente na minha frente, com poucos centímetros nos separando. Eu estava tendo um tempo difícil tentando respirar com cheiro de Hugo enchendo minha cabeça. Ele olhou para os meus lábios, lambeu os seus próprios, e exalou bruscamente, como se ele estivesse tendo um tempo dificil. "Porra, ha um monte de coisas que queria te dizer agora, Sabine." Ele ainda estava olhando para a minha boca. "Diga-as." eu sussurrei, não me importando se alguém poderia nos ouvir. "Elas não são adequadas." disse ele e deu mais um passo para perto de mim, tanto que nossos corpos se roçavam. "Não me importa o adequado, Hugo." Eu estava me sentindo ousada, mais valente. "Eu sei que o que aconteceu no carro não foi unilateral." Ele ainda estava olhando para a minha boca. Meu batimento cardíaco acelerou demasiado, e eu me senti sobrecarregada pelas emoções. "Não, não foi unilateral." E então ele se inclinou, empurrou meu cabelo de lado, e disse suavemente contra o meu ouvido: "Porra, sempre foi você, e eu estou cansado de esperar, Sabine. Estou pronto para fazê-la minha e so minha."

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HUGO


Eu não conseguia parar de pensar em Sabine e nos momentos que tínhamos compartilhado no carro e na boutique. Eu poderia tê-la fodido ali mesmo, mostrado a ela o que eu queria fazer com ela, e não daria à mínima se a vendedora me visse. Eu tinha estado tão duro que eu tinha pensado em ir ao banheiro para me aliviar, para tentar domar um pouco dessa necessidade se movendo através de mim. Mas eu sabia que nada poderia se comparar com Sabine. Eu sabia que nada poderia domar a minha excitação a menos que fosse ela. Eu esperei quatro fodidos e miseráveis anos para estar com ela, escondendo meus sentimentos, não tendo certeza se dizer a ela o que eu queria e esperar que ela sentisse o mesmo, daria certo. Ela era uma adulta, sabia o que queria na vida, e o modo que ela reagiu a mim hoje me disse que também me deseja. Meu motorista parou em frente à casa e todos nos saímos. Observei quando ela saiu do carro, suas longas pernas esticando. Os saltos que eu tinha insistido em comprar porque combinava com o vestido e gritava "foda-me" pareciam incríveis nela. Meu pau empurra contra as minhas calças, mas eu tentei manter a baia, o desejo que ardia dentro de mim. "Obrigada pelo jantar. Foi perfeito." disse Annabelle e colocou os braços em torno de Leo. "O prazer foi meu." Eu deveria ter dito mais, como foi adorável sair com eles, mas o meu foco estava em Sabine e o jeito que ela não fazia contato visual comigo. Ela tinha feito isso durante toda a noite, e uma parte de mim se sentia como um predador querendo agarrar sua presa... e Sabine era minha deliciosa presa. Eu poderia dizer que ela poderia estar em conflito sobre o que estava acontecendo entre nós, eu sabia que a sua excitação era tão forte quanto a que eu sentia por ela. Olhei para o colar com pingente de penas que ela usava. Ele tinha significado muito mais do que apenas um presente de formatura todos esses anos atrás. Era um sinal dos meus sentimentos por ela, reluziam facilmente em sua mão, mas eram complexos, mesmo que ao lado de fora não pareciam como tal. E a pulseira que ela usava em seu pulso delicado. Eu era possessivo com Sabine, sem dúvida, mas eu também era controlado, cuidadoso e sabia como me manter calmo. Mas porra, nem sequer queria pensar sobre ela estando com outro homem. Ela era minha, e iria mostrar-lhe como poderíamos dar certo juntos.


SABINE Depois que chegamos em casa, eu esperava passar mais tempo com Hugo. Meus pais tinham ido para a cama um pouco mais de uma hora atrás, e aqui estava eu, ainda no vestido que Hugo tinha comprado para mim, não querendo tirá-lo por algum motivo. Eu não sabia o que isso significava, ou se até mesmo eu iria conversar com ele antes dele ir embora, merda...ate o próprio pensamento dele sair e não voltar por um tempo – independentemente de quanto tempo poderia ser – tinha esta sensação de mal estar me consumindo. Eu não queria mais ninguém. Eu sabia disso antes, agora depois de ter visto o seu desejo por mim em seus olhos, eu tinha certeza. O próprio pensamento de não ser capaz de lhe dizer a verdade, de não ser honesta sobre meus sentimentos, me deixava com o coração apertado de dor. Eu pensei sobre isso por alguns minutos e cheguei à conclusão de que eu não poderia apenas esperar que algo como isso acontecesse novamente. Hugo era meu. Pensar em estar com qualquer outra pessoa simplesmente não fazia nada para mim. Eu queria só ele, e ele precisava saber disso.

HUGO Eu nunca fui o tipo de homem de sentar e esperar que as coisas caíssem no meu colo. Eu não cheguei onde eu estava na vida, com a minha empresa, por não tomar medidas. Eu tinha esperado o suficiente para estar com Sabine, e eu não iria esperar mais. Mas quando eu abri a porta da frente da casa, eu a vi de pé lá. Ela ainda usava o vestido que eu tinha comprado para ela, e uma pontada de posse bateu em mim. Eu a queria vestindo as coisas que eu comprasse. Eu queria ser o único a tirar o que ela usava. Luxúria bateu em mim, ao mesmo tempo, que o amor. Porra, eu amava Sabine, mais do que eu podia compreender totalmente... mais do que ela jamais saberia plenamente. Por ela, eu faria tudo para me certificar de que ela estivesse protegida. Eu faria qualquer coisa para fazê-la feliz. "Hugo." Ela sussurrou meu nome, e tudo em mim apertou. "Eu só te direi isso, porque estou cansada de esconder...."


Eu enrolei meus dedos ao redor do batente da porta, tentando parar a vontade de puxá-la para dentro da casa e fazê-la minha. Eu queria beijá-la até que ela estivesse sem fôlego, até que ela estivesse segurando em mim e me implorando para eu fazê-la minha mulher em qualquer maneira que eu entendesse. Mas não me mexi, porque ela claramente tinha algo a dizer. Esta seria uma pausa que mudaria a situação. Ela iria me dizer que o que quer que estivesse acontecendo entre nós não podia continuar ou ela finalmente iria entregar-se a mim. Ela olhou para suas mãos, que ela começou a torcer os dedos. Ela estava nervosa, e eu odiava que eu tinha feito ela se sentir desta forma, mesmo sendo não intencionalmente. Estendi a mão e coloquei uma mão sobre a dela e levantei sua cabeça para cima com o dedo indicador sob seu queixo. Ela olhou para mim, os olhos tão grandes, sua expressão vulnerável. "Tudo bem, pequena...você pode me dizer qualquer coisa." eu disse suavemente, querendo puxá-la em meu peito tão mal, para acariciar minha mão sobre seu cabelo, e para deixar Sabine saber que ela nunca teria que sentir nada além de conforto e segurança ao meu redor. "Eu te amo, Hugo." Seus olhos ficaram ainda maiores quando ela disse aquelas palavras e, se possível, meu corpo se apertou ainda mais de necessidade. Eu soltei suas mãos e queixo, olhando para ela com provavelmente um pouco de choque no meu rosto. No entanto, o que eu sentia – e que poderia ter fortemente batido em meu corpo – era possessividade. Ela é minha.


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HUGO "Eu te amo tanto, Hugo. Há anos. Desejei-te hoje quando estávamos a sós, e eu estou cansada de tentar fingir que isso pode ir embora... que as minhas emoções por você irão diminuir ao longo do tempo." Ela olhou para mim por um longo segundo. "O problema que o que sinto só fica mais forte com o passar do tempo." Eu não tinha nenhum autocontrole quando se tratava de Sabine. Agora, o jeito que ela olhava para mim, as coisas que ela disse... Eu não estava prestes a tentar me impedir de tê-la, de mostrar a ela que eu a amava também. Eu não poderia ter me parado, mesmo que eu quisesse. Eu coloquei minha mão na parte de trás da cabeça dela, segurando-a no lugar, e me inclinei para frente. Por um segundo, tudo o que fizemos foi olhar nos olhos uns dos outros e respirar o mesmo ar. "Beije-me, Hugo." ela sussurrou, me implorando com aquela voz suavemente doce dela. Eu gemi, meu corpo tremendo. "Lyubov Moya3." Eu sussurrei o carinho, sabendo que ela iria entender o termo russo. Abri os olhos e vi que ela me entendeu claramente. Ela olhou para mim com os olhos arregalados. "Meu amor." eu disse com um gemido áspero. "Eu também te amo, Sabine. Deus." eu gemi e fechei os olhos por um instante. "Deus, eu te amo tanto, porra, que dói, às vezes."

3

Meu amor em russo.


Eu me inclinei para beijá-la como se fosse a última vez que eu o faria. Mas não era. Porra, não era. Nós estávamos apenas começando. Ela gemeu para mim, e eu a beijei mais duro. Apertei o meu domínio sobre seu cabelo, inclinei sua cabeça para trás, e mudei minha boca pelo seu pescoço. Com a minha língua e lábios, eu percorri um caminho para baixo do arco delgado de sua garganta, lambendo, sugando, e fazendo-a saber que eu amava cada parte dela. Eu chupei sua clavícula, amando o jeito que ela arqueou as costas, seus seios pressionando firmemente no meu peito. "É isso aí, Krasivaya4." Eu chupava sua carne até que eu sabia que estaria vermelha, até que eu sabia que havia deixado minha marca sobre ela. "Eu queria você, também, durante anos, Sabine. Eu queria você tanto, só você consumia meus pensamentos, só por você que eu vivi." "Hugo." A maneira como ela sussurrou meu nome fez meu pau doer. "Diga-me o que você quer e farei." "Eu preciso de você. Só você." Eu a puxei para dentro da casa, fechei a porta, e segurei o lado de seu rosto. Corri minha língua ao longo de seu lábio inferior, provando o sabor doce de sua boca. Deus, ela era perfeita. Enrolei minha mão em torno de seu pescoço ainda mais, cavando os dedos em seu cabelo e a puxei impossivelmente mais perto. Não havia qualquer parte sua que eu não queria tocar. Ela se afastou e a puxei de volta, dando-lhe espaço. "Estamos realmente fazendo isso?" Ela perguntou. Sua voz era suave, seus lábios vermelhos e inchados. "Eu quero fazer muito mais", eu disse em voz baixa, olhando para a sua boca, ainda segurando-a. O silêncio se estendeu entre nós durante vários segundos, e então ela levantou-se na ponta dos pés, passou os braços em volta do meu pescoço e me beijou como se ela precisasse de mim para sobreviver. Eu gemi, amando que ela abriu a boca para mim. Eu mergulhei minha língua no sabor doce de sua boca. "Estou tão molhada." O som de suas palavras sussurradas fez meu pau empurrar ainda mais duro. Eu queria estar enterrado dentro dela, sentindo a sua buceta ordenhando meu pau. Eu queria bombear minha semente profundamente em seu corpo, fazendo-a minha. "Isso é louco?" Ela perguntou, e eu puxei para trás e olhei para ela.

4

Linda em russo.


Eu queria dizer a ela que não importava se fosse, porque isto parecia certo, bom. Eu acariciei o meu dedo ao longo de sua bochecha ao invés disso. "Talvez seja louco, mas eu não posso parar agora que eu comecei." Eu tinha deixado às portas abertas dos meus sentimentos, e eu não estava prestes a fechá-las. "Você não pode parar?" Ela baixou o olhar para a minha boca, e eu olhei para seu pulso debaixo da orelha que estava batendo rapidamente. "Não." Eu olhei para seu rosto. "Eu não quero parar." Ela respirou mais rápido. "Bom, porque eu não quero que você pare, Hugo." Eu gemi com suas palavras. Eu não tinha controle sobre minhas ações mais, não agora, e não com Sabine tão sensível para mim. "Krasavitsa." Eu mudei meu polegar para sua boca e lentamente em torno de seus lábios rosados. Olhei em seus olhos. "Eu sempre quis você", ela sussurrou. Inclinei-me para que nossas bocas estivessem a apenas polegadas de distância. "Serei sempre seu, Sabine." Ela arqueou seu peito, pressionando os seios contra mim. Eu rangia os dentes em conjunto com o quão bom que isso sentia. Girei-nos e levei-a para trás, usando o meu corpo muito maior como alavanca para levá-la a fazer o que eu queria. "Você me quer?" Perguntei em voz baixa e profunda. "Sim" Foi tudo que ela disse. Corri minha língua ao longo de seus lábios, e ela abriu para mim. "Você quer que eu adore cada parte sua? Que te faça gozar intensamente para mim?" Ela estremeceu no meu abraço e fechou os olhos. Quando ela acenou com a cabeça, senti o calor de seu corpo passar por mim. "E eu farei, doce Sabine." Eu me afastei e esperei até que ela abrisse os olhos e olhasse para mim. "Eu iria adorar cada parte sua com minhas mãos, boca e língua. Farei-te vir, mesmo sem estar dentro de você." Ela gemeu. Sabine era minha ruína... sempre foi. "Eu não quero esperar mais, Hugo." Eu me alegrava com a suavidade de sua pele e senti que o mundo estava desabando em torno de mim. Durante anos eu tinha enterrado os meus desejos, mas não mais. Esta noite, eu iria mostrar a Sabine o que ela significava para mim. Eu iria lhe mostrar com o meu corpo o quanto eu


gostava dela... o quanto eu a amava. Eu moveria céus e terra para agradar esta linda mulher. Ela olhou nos meus olhos, e eu senti meu coração bater um pouco mais rápido na vulnerabilidade que vi. Deus, será que Sabine sabia o poder que ela tinha sobre mim? "Toque-me, Hugo" ela sussurrou. Ela pressionou os seios mais firmemente contra o meu peito. "será apenas você e eu, meu amor, minha Sabine." E então, antes que algo mais pudesse ser dito, eu a beijei, ao mesmo tempo em que eu a levantei em meus braços e a levei para o quarto.

8 ------

SABINE Eu levantei minhas mãos para o cabelo de Hugo, puxei os fios, e fiz estes pequenos ruídos na parte de trás da minha garganta. Eu não poderia me ajudar, não poderia nem mesmo tentar parar, ou pelo menos, domar os meus desejos. Eu não queria. Ele me levou para o quarto, e uma vez que eu estava no colchão, eu olhei para ele. Eu queria isso, tinha sonhado com isso. Mas eu também queria ser honesta. "Eu nunca estive com um homem, Hugo." Foi ficando difícil dizer essas palavras. Aos vinte e um, eu tive uma abundância de encontros, mas eu nunca tinha tido relações reais, nem sequer desejava qualquer outro homem. O único que eu sempre quis estava na minha frente agora. "Eu sou virgem." Isso iria espantá-lo?


Em vez de dizer que devíamos parar, ele usou sua parte superior do corpo para me empurrar de volta na cama. Ele me cobriu com a sua dureza, segurou o lado do meu rosto e me beijou. Com a língua na minha boca, ele fodeu minha boca do jeito que eu queria que ele fizesse entre as minhas coxas. Eu gemi de novo, sentindo como se eu não pudesse nem mesmo controlar as mais básico de minhas ações. Eu senti como se o mundo caísse, como se não houvesse nada além deste momento no tempo. O que aconteceria depois, era outra coisa. Ele se afastou. Eu queria tirar minhas roupas mais rápido do que ele provavelmente queria. Levantei-me e puxei o vestido para cima, sobre a cabeça. Eu cheguei por trás de mim e desfiz meu sutiã, joguei isso de lado, e, finalmente, olhei para Hugo. Ele estava deitado de costas, olhando para mim com os olhos vidrados. Sua excitação era evidente em sua expressão, mas também na forma como seu pênis pressionava suas calças. Ele parecia enorme. Deus, qual seria a sensação de tê-lo dentro de mim? Eu tremia em meus pensamentos. "A calcinha, Sabine. Tire a porra da calcinha." Sua voz era profunda e rouca, e seu sotaque parecia mais grosso. Deitei, para que eu estivesse sobre minhas costas, levantei a parte inferior do corpo e comecei a tirar a calcinha para fora. Ele me observava o tempo todo, com os olhos semicerrados, seu enorme peito subindo e descendo. Uma vez que elas estavam fora e eu estava totalmente nua para ele, eu descansei de volta na cama, minhas pernas fechadas, o meu coração acelerado. "Abra as pernas, Sabine." Ele levantou o olhar até as minhas pernas, sobre os meus seios, e focou totalmente no meu rosto. Meus mamilos estavam duros, minha buceta tão molhada que eu não ficaria surpresa se os lençóis estivessem ligeiramente úmidos embaixo de mim. "Deixe-me ver você nua para mim." Lambi meus lábios e espalhei minhas pernas. Deixando minha buceta exposta. Mas ele ainda olhava para o meu rosto, embora minhas coxas estivessem abertas para ele. "Você quer que eu olhe para você?" Deus, sua voz poderia fazer-me vir por conta própria.


"Sim", eu sussurrei. "Pergunte-me então." Minha garganta estava tão apertada, como se houvesse uma protuberância no meio dela. "Eu quero que você olhe para minha buceta, Hugo." "Mostre-me." Ele ainda olhou nos meus olhos, e eu lentamente movi minha mão para baixo da minha barriga até o topo da minha buceta. Eu não poderia ter tido relações sexuais, mas eu tinha sido tocada, beijada e lambida por homens. Tinha sido uma experiência sem brilho cada vez, mas eu sabia que desta vez seria diferente. Eu sabia que, desta vez, eu finalmente iria chegar a esse pico de prazer que eu sempre soube que eu iria encontrar com Hugo. Quando minha mão estava na minha buceta, eu espalhei lentamente meus dedos através das minhas dobras. O prazer foi instantâneo, mas também foi por causa da maneira que Hugo olhava para mim... me via. Ele baixou o olhar para a minha mão e viu o que eu estava fazendo por longos segundos, e senti-me construir mais alto para aquele intenso prazer que eu sabia que poderia obter com ele. Mas no instante seguinte, ele estendeu a mão e agarrou meu pulso. Ele levantou a mão para a boca, respirou profundamente, e este som profundo, quase animalesco o deixou. Seu olhar sustentou o meu quando ele lambeu os dedos limpos, certificando-se de que nenhuma gota da minha excitação permanecesse em meus dedos. "Eu sabia que você ia ter um gosto bom" disse ele e se inclinou em uma polegada para que os nossos rostos estivessem tão perto que eu poderia ter me levantado e o beijado. "Eu sabia que você seria doce." Ele baixou o olhar para a minha boca, e eu pensei que ele ia me beijar – eu esperava que ele fizesse. Mas em vez disso, ele se afastou e segurou meu tornozelo. Apesar de manter contato com os olhos, baixou a boca para o meu pé, passou a língua ao longo do arco na parte inferior, e eu gemi profundamente. Ele quase fechou os olhos, mas eles ainda estavam abertos, me observando, vendo minha reação. Hugo começou a correr a língua sobre o meu tornozelo, movendo os lábios sobre minha panturrilha, e foi mais longe até que chegou no meu joelho. Ele trocou sua mão, alisando-a ao longo do interior da minha coxa, mas não tocou a parte do meu corpo que eu mais queria. Ele continuou, lambendo, beijando, e gentilmente sugando minha carne até que ele fez o seu caminho para os meus quadris.


Eu era uma bagunça de tesao, pronta para senti-lo me alongar e eu teria implorado, se eu tivesse sido capaz de encontrar a minha voz. Ele continuou se movendo para cima do meu corpo, passando sua língua ao redor do meu umbigo antes de mergulhá-la suavemente e mover-se para cima. Quando chegou aos meus seios, ele segurou ambos os montes em suas mãos grandes, empurrou-os juntos, e começou a lamber e chupar os picos firmes. "Eu estou fazendo você se sentir bem, Sabine?" Eu poderia apenas acenar, mas percebi que ele não estava olhando para mim, ao invés, estava esbanjando atenção sobre meus seios. "Sim" eu sussurrei. "Bom, porque isso é sobre você e fazer você se sentir bem." Eu não conseguia respirar, mal podia sequer pensar. "Isso sempre vai ser sobre você."

9 ------

HUGO Eu queria mostrar a ela o que um homem poderia fazer com ela, o que eu poderia fazer para ela. Eu queria mostrar a Sabine quão bom eu poderia fazê-la se sentir comigo, que ela nunca iria querer mais nada, nem mesmo em aspectos físicos ou emocionais. Eu a queria, estava prestes a ter seu corpo, mas eu queria seu coração, também. Dei atenção especial ao seus seios, fazendo a pele clara ficar vermelha e molhada da minha boca. Ela estava ofegante e gemendo, e a beijei profundamente, precisando engolir seus sons, levá-los para dentro de mim.


Isso era o que eu queria desde o momento em que eu percebi que não poderia deixá-la ficar com mais ninguém, que eu queria ela como minha. O coração dela. O corpo dela. Sua paixão. Ficar longe por todos esses anos tinha sido a mais difícil maldita coisa que eu já fiz na minha vida. Eu aproximei o rosto do dela e alisei meu polegar ao longo de seu lábio inferior até que ele inchou um pouco. "Eu te quis desde o seu aniversário de dezoito anos, Sabine, uma vez que você se formou no colegial." Eu olhei nos olhos dela, deixando-a saber que isto era sério; esta era a verdade. "Nossa diferença de idade não te incomoda?" Ela sussurrou, a boca ligeiramente aberta, seu hálito doce se movendo ao longo da minha bochecha. "Idade é apenas um número, e você é a única que me faz mais duro do que aço do caralho." Eu moí meu pau em sua perna, provando o meu ponto. "A partir do momento que eu percebi que eu queria você" Eu alisei meus dedos em seu pescoço para descansar sobre o colar de penas. "Eu não tenho estado com outra mulher há anos." Olhei em seus olhos para avaliar sua reação. "Eu não quero outra mulher, só você Sabine." Ela estava respirando mais rápido. Porra, ela parecia tão linda, com seu cabelo escuro se espalhando em meu travesseiro. "A única mulher em que quero enterrar meu pau, é você." O que eu queria era ela debaixo de mim e dando-se até não haver dúvida de que ela era minha. "Agora que eu tenho você, e sei que você quer isso, eu não vou deixa-la ir." E eu porra não iria. "Você é minha, Sabine." Eu mudei meu polegar ao longo de seu lábio inferior novamente, paralisado pela visão de puxar a carne macia, rosa para baixo. "Eu quero ser sua. Eu sempre fui sua." Sim, porra. A vulnerabilidade e inocência na superfície de seu rosto bateu em mim rápido e duro. "Você sabe que eu vou cuidar de ti." Eu não disse como uma pergunta. "Sim" ela sussurrou. "Você era minha antes até mesmo que eu pudesse aceitar isso, Sabine." Sua respiração engatou, e eu me inclinei e tomei sua boca em um beijo novamente.


Não foi suave, não era gentil. Dei-lhe o que ambos necessitávamos. Eu ouvia os seus gemidos suaves, seus apelos verbais e não verbais querendo mais. Tudo o que eu queria fazer era fazê-la sentir, porra, incrível. Eu a foderia até que ela não pudesse nem andar em linha reta amanhã, ela seria minha. Eu não iria parar até que ela soubesse que ela era minha. Depois de alguns segundos, eu quebrei o beijo, precisando que isso fosse mais longe do que o que fizemos ate agora. Seus lábios estavam inchados, vermelhos e molhados. "Você é a única coisa que quero, Sabine." Enfiei a mão atrás de sua cabeça e segurei a base de seu crânio. "Será prazeroso." Minha boca ainda estava perto da dela, mas eu não a beijei novamente. Senti os seios contra mim. Eles eram grandes e redondos, e meu pau deu um puxão forte. Eu pressionei meu pau contra ela novamente, deixando-a sentir a rigidez dele, deixando-a sentir os vinte cinco centímetros que estariam enterrados na sua boceta em questão de minutos. "Eu vou fazer você se sentir tão bom pra caralho, Sabine." "Hugo... por favor." Eu rosnei baixo. "Eu vou mostrar-lhe como um verdadeiro homem cuida de sua mulher." "Beije-me outra vez." E foi o que eu fiz. Nossas línguas deslizaram uma na outra, frenéticas, aquecidas e cheias de necessidades. Eu estava duro, tão duro por ela que eu encontrei-me moendo minha ereção contra sua coxa, precisando de algum atrito. Ela estava flexível em meus braços, pressionando os seios contra o meu peito, seus mamilos duros, sua excitação revestindo o ar. Eu me senti bêbado nas sensações que ela me provocava. Ela levantou os quadris levemente, sua buceta esfregando ao longo da minha perna. Eu precisava tirar a roupa, estar tão nu quanto ela. Me afastei um pouco e comecei a desfazer os botões da minha camisa. Joguei o material no chão, uma vez que estava fora e levantei para trabalhar em minhas calças. Meu pau estava duro, dolorido, e eu precisava ter o filho da puta livre... precisava ter ele dentro de Sabine. Uma vez eu estava tão nu quanto ela, eu agarrei meu pau e comecei a me acariciar, apenas olhando para ela deitada na cama. Ela lambeu os lábios lentamente e baixou os olhos para o meu pau.


"Isso, pequena" eu murmurei. "Veja como eu me masturbo porque, porra, não consigo me controlar contigo." Me excitou saber que ela assistia. "Você quer esses vinte e cinco centímetros em você, Sabine?" Seus olhos estavam um pouco largos, e eu não podia deixar de sentir uma onda de prazer com esse fato. "Eu poderia tomar cada parte de você agora." Mudei-me um passo mais perto. "E isso ainda não seria suficiente. Isso nunca vai ser suficiente. "Eu me masturbei mais um pouco, antes de soltar o meu grande e grosso e eixo. Voltei para a cama e enrolei meus dedos contra o seu lado. Poderia haver marcas na parte da manhã, mas eu queria a marca de propriedade, essa ligeira descoloração que iria me deixar saber que ela era minha. E eu seria o único que veria, porque ela era minha. "Eu não quero qualquer outro homem olhando para você, Sabine" eu sussurrei contra sua garganta. "Eu não quero eles te tocando, mesmo que seja inocentemente." Ela gemeu e arqueou-se para mim. "Essas pequenas marcas que se formaram..." eu adicionei um pouco mais de pressão em seus quadris, amando que ela agarrou meu bíceps e cravou as unhas nele. "Essas pequenas marcas são apenas para os meus olhos, porque você e eu sabemos como você as conseguiu. "Eu me afastei e olhei para ela. "Nós saberemos que a nossa paixão foi à causadora." Ela balançou a cabeça lentamente, e eu olhei para onde ela tinha as unhas no meu bíceps. Eu teria marcas, também, ao que parecia, e Deus, isso me excitava. Meu pau deu uma guinada para frente ainda mais difícil. Mudei minha boca para a base do pescoço dela, e eu senti seu pulso batendo rapidamente. Eu lambi e chupei o local, puxando o sangue para a superfície e marcando-a lá, também. Eu a queria gritando o meu nome enquanto eu a enchesse com o meu pau enorme. "Eu quero ir mais longe, baby. Eu quero estar tão profundo em você que nós seremos um." "Não pare." Ela inclinou sua boca na minha e enfiou a língua entre os lábios entreabertos. Ela parecia desesperada por mim, e porra, eu estava desesperado por ela. Eu alcancei entre nós e espalmei meu pau. A ponta estava escorregadia com pré-semen. Eu queria estar dentro dela, cobrindo-a com meu cheiro e semente. "Você é tão linda... tão minha, Sabine. Seu corpo é meu." Eu coloquei meus dedos em seus lábios. "Isto é meu." Eu desci e toquei seus seios.


"Estes são meus." Eu mantive meu foco em seus olhos, e eu deslizei minha palma para baixo de sua barriga, finalmente, tocando sua boceta molhada. "Isso é meu." Ela arqueou as costas um pouco, involuntariamente. "Eu preciso de você toda." Eu estava no meu ponto de ruptura. "Cristo, bebê..." Eu cerrei as palavras. Mudei minha boca para seu ouvido, chupei o lóbulo de sua orelha e sussurrei rouco contra o seu ouvido: "Eu preciso estar dentro de você... agora."


10 ------

SABINE Não há como voltar atrás agora. Ele pressionou seu corpo totalmente contra o meu, todos os seus músculos duros entrando em contraste contra minha suavidade. Eu não conseguia parar de pensar sobre a maneira como ele próprio tinha se tocado. Ele era enorme, maior do que eu pensava que fosse possível. Os músculos da minha buceta ainda estavam apertando duramente, claramente tentando encontrar algo substancial para prender. Seu enorme pau de vinte e cinco centímetros. Ele era alto, musculoso, e o salpico de cabelo em seu peito acima de seus músculos peitorais definidos me contaram sua experiência na vida. Isso foi transformando em tudo o que eu tinha pensado e queria ao longo dos anos. Eu não me importava se ele era mais de duas décadas mais velho do que eu, e eu não ligava para o que ninguém pensava. Eu merecia isso. Eu merecia ser feliz. Eu não conseguia respirar, não conseguia nem pensar direito, e quando ele moveu a mão entre nós, eu senti como se pudesse gozar apenas com um toque no meu clitóris. "Eu preciso de você, Hugo" eu sussurrei, quase implorando. "Eu te quero tanto. Desesperadamente, Sabine." disse ele contra o meu pescoço, lambendo, sugando, e deixando sua marca em mim. Ele, aparentemente, gostou da minha garganta, mas eu não me importava,


porque sentir seus dentes, língua e lábios em mim, em qualquer parte do meu corpo, tinha luzes piscando diante dos meus olhos e calor me consumindo. Gotas de suor cobriam o vale entre meus seios. Seu pênis era como uma haste de aço entre nós, pressionando contra minha barriga. Eu podia sentir o pré-semen na ponta espalhando-se por minha carne, e como se eu tivesse projetado meus pensamentos, Hugo inclinou-se para trás e olhou para o meu abdômen. Ele usou os dedos para espalhar seu esperma ao longo da minha carne, esfregando-o. "Eu quero que você cheire como eu." Ele levantou a cabeça e olhou para mim. "Eu quero fode-la duro, te encher com a minha semente, e ver quando ela começar a sair do seu corpo." Tudo o que eu conseguia pensar era em nossos corpos suados, quentes, pressionados juntos enquanto ele me fodia, conforme ele me mostrava o que um homem de verdade fazia com uma mulher. Ele se deitou sobre mim, seu peito no meu, seu pau agora aninhado entre minhas dobras. Ele segurou meu queixo com força, segurando-me no lugar enquanto sua boca fodia a minha. Não havia outra maneira de descrevê-lo. A maneira como ele pressionava para frente e para trás contra mim, seu pênis deslizando entre a minha fenda e batendo contra o meu clitóris tinhame ofegante e prestes a gozar. "É isso aí, lyubov Moya." Ele foi um pouco mais rápido, bombeando seu pênis contra mim, e me fazendo proferir todos esses ruídos explícitos para ele. "Cristo, você está tão preparado para mim." Ele soltou meu queixo e deslizou ambas as mãos atrás de mim para agarrar minha bunda. Ele apertou os montes com força e me puxou impossivelmente para mais perto dele enquanto ele continuava acariciando seu pau através da minha fenda. Quando eu gemi, ele resmungou e segurou minha bunda ainda mais difícil. "Deus, por favor, Hugo." Eu não me importava que estivesse implorando, que parecesse desesperada. Agora, eu só queria senti-lo empurrando para dentro de mim, esticando minha buceta, e reivindicando cada polegada do meu corpo. Mesmo que eu estivesse incrivelmente molhada para ele, eu sabia que quando ele finalmente empurrasse o pau enorme dentro de mim seria difícil. Ele era tão grande, e minha buceta haveria muito que se esticar para poder acomodá-lo. Eu estava ansiosa para isso, precisava dele como eu precisava respirar.


Queria me sentir tão cheia dele que eu não pudesse suportar. "Você está pronta para mim?", Ele perguntou naquela voz profunda dele. "Eu estou tão pronta para você." "Eu preciso de você pra caralho." Ele manteve uma mão na minha bunda e moveu a outra entre os nossos corpos, pegou seu pênis, e colocou-o na minha entrada. "Beije-me", eu sussurrei, precisando de sua boca em mim quando ele empurrasse dentro. Ele não me fez pedir uma segunda vez. Hugo esfregou seu pênis ao longo da minha fenda, para cima e para baixo, não me penetrando como eu queria que ele fizesse. "Você está tão molhada para mim, tão pronta." Ele olhou diretamente nos meus olhos, não parando de me tortura com a fricção de seu pau. Senti meus sucos deslizarem de minha buceta para baixo na minha coxa. Enquanto ele me beijava, eu agarrei a parte de trás de sua cabeça, puxei os fios de seu cabelo curto, precisando dele tão perto quanto ele pudesse estar. Gemidos sairam de nós dois. Durante anos, eu tinha imaginado estar com Hugo. Mas eu risquei esses sonhos até nada além de fantasia. Mas nós estávamos aqui agora, juntos. Nossa pele estava suada, pressionando juntas, e a ideia de que eu estava prestes a ter relações sexuais com o homem que eu amava me teve sem fôlego. Eu estava morrendo de tesao e queria que ele empurrasse tão fundo dentro quanto humanamente possivel. Ele acalmou parou o movimento e me olhou nos olhos, seus músculos tensos. "Não há como voltar atrás, Sabine." Eu apenas balancei a cabeça. "Bom." Eu me mexi, a minha metade inferior levantando e pressionando contra o seu eixo. Ele gemeu. "Estou pronta." Ele colocou a ponta do pau na minha entrada novamente, e em um movimento rápido, enterrou algumas polegadas em mim. Senti o trecho queimar conforme seu pau ia mais profundo. Por um momento, o tempo parecia ter parado. Não havia qualquer confusão sobre o que ia acontecer. Agora só havia nós. Ele empurrou seus quadris para frente, empurrando outra polegada em mim. Hugo gemeu e fechou os olhos. "Você é tão apertada." Ele empurrou


mais uma polegada em mim, e a queimação, a sensação de alongamento cresceu ainda mais. Meus músculos internos se apertaram por conta própria. Ele resmungou. "Deus, Sabine. Você não pode fazer isso ou eu vou chegar muito em breve." Ele descansou sua testa contra a minha, e respirou junto. "Você é tao gostosa, porra." Em um movimento rápido, ele estava enterrado totalmente dentro de mim, e eu engasguei com a ação repentina. "Cristo, baby." Ele começou a se mover dentro e fora de mim, mais rápido e mais forte, reivindicando cada polegada minha. Fechei os olhos quando se tornou muito mantê-los abertos. Estava sobrecarregada pelas sensações de dor e prazer que tomavam meu corpo. "Olhe para mim, Sabine. " Engoli em seco quando ele bateu em algo deliciosamente bom dentro de mim. Abri os olhos e olhei diretamente nos seus. Ele estava tão longe dentro do meu interior, que não havia uma parte minha que Hugo não estava tocando. Ele começou a se mover novamente, e o som de carne batendo juntas era tão erótico, tão sujo, que eu poderia ter gozado ao som. Eu te amo tanto. Ele começou a esfregar o dedo contra o meu clitóris cada vez que ele me fodia. Ele empurrou plenamente em mim, e girou seus dedos contra meu clitóris, fazendo com que um prazer intenso me tomasse. "Sabine." Ele diz rouco o meu nome. "Você é tão apertada que é quase doloroso." Sua expressão era feroz. "Mas é tão bom pra caralho." O suor escorria em sua testa, e ele fez esse som baixo quando ele puxou pra fora da minha buceta e, em seguida, bateu em mim especialmente duro. "Deus. Hugo." "Eu quero que você venha para mim. Eu quero vê-la gozar. "Ele pressionou ainda mais rápido seu polegar contra o meu clitóris, esfregando o broto enquanto ele ainda estava me fodendo duro. Inferno. Sua respiração era curta, ofegante. Eu sabia que ele estava perto de gozar também.


"Você é minha." disse ele baixo, quase selvagem. Ele bombeou em mim novamente e aplicou mais pressão no meu clitóris até que eu estava prestes a explodir para ele. Mas antes que eu pulasse gozar, ele parou. Eu queria gritar. "Diga-me que você é minha." Isso é tudo que eu sempre quis dizer. "Diga-me." disse ele. "Sou so sua, Hugo." Ele empurrou dentro e fora de mim como um louco agora, mais rápido e mais difícil. Eu me perdi na sensação. Ele estava gemendo, bem quando um prazer intenso me tomou. "Foda-se, sim, Sabine. Você é minha, só minha." "Eu sou só sua." Engoli em seco quando ele bateu em mim com tanta força que moveu a cama algumas polegadas. A dor só aumentou o meu prazer. Ele começou a sussurrar em russo para mim, e isso me deixou mais quente. E eu vim para ele, apenas para ele. "Deus, Sabine." Ele empurrou profundamente em meu corpo e ficou imóvel, seu enorme corpo tenso acima de mim, seus músculos definidos estavam rígidos. Eu não conseguia tirar os olhos dele. Ver Hugo gozar era tão excitante, porque eu era a única que tinha feito isso com ele. Eu podia senti-lo vir, podia sentir os jatos duros de sua semente me enchendo. Ele estava tão grande e quente dentro de mim que essas sensações tinham o meu prazer aumentando ainda mais. Ele empurrou profundamente em mim mais uma vez, ficou imóvel, e sua respiração pesada disse-me tudo o que eu precisava saber. Quando vários momentos se passaram, ele abriu os olhos e me olhou intensamente. Suor cobria sua testa, e eu estendi a mão e alisei o dedo sobre sua pele. Eu senti gotas deslizarem para baixo em minha têmpora, surpreendendo-me, mas também me despertando. Hugo se inclinou e passou a língua ao longo do lado da minha cabeça, lambendo o suor. Quando ele se afastou, eu me senti tonta, bêbada e tão malditamente eufórica agora. "Você está bem?" Eu balancei a cabeça. "Estou mais do que bem." E eu estava. Deus, eu estava.


11 ------

HUGO Três dias depois... Eu podia ver quão nervosa Sabine estava, e eu sabia que parte disso era porque ela pensava que eu estava indo embora. No início, eu não tinha planejado definir uma data de partida, simplesmente porque eu tinha usado esse tempo para me recuperar das viagens. Mas eu também sabia que eu não poderia ficar na casa de Leo e Annabelle por um período de tempo indeterminado. Mas eu não tinha a intenção de deixá-la, não depois que eu tinha feito-a minha. Eu segurei o rosto de Sabine e me inclinei para beijá-la. Eu não neguei o desejo possessivo de marcá-la na frente de todos - porra o sentimento era forte. Leo e Annabelle, estavam a apenas alguns pés de distância, e depois que tínhamos dito sobre nossa relação, e eu expliquei que eu não iria parar de ver Sabine, mesmo que isso fosse reprovado, eles pareceram aceitar bem o que estava acontecendo. Eles estiveram inconformados sobre isso em primeiro lugar. Eu poderia compreender isso. Eu era muito mais velho, e eu era um amigo da família. Mas eu não dava a mínima para nada disso. Eles eram a minha família... mas Sabine era a minha vida. Sabine. Era. Minha..Mulher. "Tem certeza de que quer vir para a cidade comigo?" Eu não tinha problemas em lançá-la por cima do meu ombro como um homem das cavernas e reivindica-la. Mas eu queria sua completa devoção.


E quando olhei para seu rosto, em seus olhos, eu sabia que eu a tinha. "Onde quer que você vá, o que você quiser fazer, eu vou segui-la." Eu segurei seu rosto em minhas mãos e inclinei-me até que estivéssemos nos olhar nos olhos. "Mas o seu trabalho, as suas viagens..." Eu balancei minha cabeça. "É a minha empresa. Vou fazer o que eu quiser, e se isso significa estar aqui com você, enquanto fizer sua pôs, ou você pode viajar comigo, que assim seja. Eu posso trabalhar em qualquer lugar. Eu não vou mentir e dizer que não posso ter que viajar de vez em quando, mas a minha vida é contigo, Sabine." Eu acaricio ao longo de sua mandíbula com os dedos. "Isto é sobre você, sobre nós, e eu vou fazê-lo funcionar." Beijei-a de novo, mordendo eroticamente seu lábio inferior, queria que ela soubesse que isso era de verdade. "Você é minha vida." E ela era, cada aspecto dela. "Você sabe que eu quero ficar com você." Eu senti uma onda de testosterona prazerosa passar através de mim. Nós nos hospedamos na cidade, sozinhos, pelos próximos dias. Eu ia trabalhar para fora com minha agenda, mudar as coisas, reorganizar compromissos e fazer o nosso relacionamento funcionar. O fracasso não era uma opção quando se tratava de Sabine. "Eu quero que isso funcione, Hugo. Eu nunca lhe pedi para mudar por mim. Onde for, eu vou. Eu vou fazer funcionar, também." Eu sorri, sentindo-me feliz pra caralho agora. "Para mim o que importa é só você, Sabine." Não havia mais nada no mundo que me importasse mais do que a mulher na minha frente, e eu ia passar o resto da minha vida provando isso a ela. SABINE Nós tínhamos acabado de entrar na suíte do hotel que Hugo tinha reservado para os próximos dias. Ele me disse que iria trabalhar sua agenda para que ele não tivesse que viajar muito. Mas a verdade era que eu não queria que ele mudasse por mim. Eu poderia terminar minha pós-graduação on-line, se necessário. Mas eu não ia me preocupar com isso agora. Hugo estava aqui comigo, estávamos juntos e as coisas dariam certo. Eu não permitiria que isso não acontecesse.


Esta era a vida que eu sempre quis. Eu vi quando Hugo foi para a cozinha e pegou um par de óculos de fora do gabinete, e uma garrafa de vinho da geladeira. Eu levei esse tempo para olhar para o quarto de hotel. Não era padrão, é claro, mas mais de uma suíte, com uma pequena cozinha, sala de estar e um quarto privado. Fui até janelas do chão ao teto e olhei para a Times Square, que estava diretamente abaixo de nós. A área estava cheia de pessoas. Deste alto, parecia um fluxo de tinta colorida ao longo do chão. Senti os passos Hugo atrás de mim, o calor do corpo se infiltrando em mim e enviando este arrepio correndo pela minha espinha. Ele nem sequer tinha que me tocar e eu estava afetada. Quando ouvi o vidro levemente fazendo barulho, eu olhei para baixo para vê-lo definindo os copos de vinho, agora cheios de um líquido vermelho, na pequena mesa ao nosso lado. Eu comecei a me virar, mas ele colocou uma mão nas minhas costas, me parando. Nada foi dito quando ele empurrou meu cabelo do meu pescoço, puxou minha camisa para baixo para expor meu ombro, e começou a beijar minha carne nua. Eu coloquei minhas mãos no vidro, fechei os olhos, e apenas absorvi a sensação de Hugo beijando e lambendo minha carne. Eu já estava tão molhada para ele, senti meu mamilos duros através do material da minha camisa. Era respirava rápido quando ele colocou a mão na minha cintura e me puxou de volta. Eu senti o contorno duro de seu pau ao longo da parte inferior das minhas costas, e um gemido suave me deixou. Ainda não dissemos nada, mas as palavras não tinham de ser faladas nesse momento. Ele levemente sugou minha pele, o pequeno ponto onde meu pescoço e ombro encontravam-se. Uma onda de prazer bateu em mim, e eu gemi novamente. Enrolando minhas unhas contra o vidro, eu me inclinei para frente e apoiei a testa sobre ele. Eu queria muito agora, e tudo tinha a ver com o homem atualmente fazendo meus joelhos se sentirem fracos. Apertando os dedos ao longo do meu quadril, ele me puxou ainda mais perto de sua ereção. "Hugo..." Eu sussurrei. Ele não disse nada em resposta, apenas lambeu, chupou, e suavemente mordeu minha carne. A mão que não estava segurando minha cintura estava agora em meu cabelo, levantando os pesados fios e mantendo-os na coroa da minha cabeça. Ele alternava entre ambos os lados do meu pescoço, passando a língua ao longo da carne, me provocando, me atormentando. Mas ainda assim ele não disse nada. Ele só me tocou quase inocentemente, mas tão erótico que me deixou sem fôlego.


E quando eu não aguentava mais, quando eu estava prestes a pedir-lhe para me foder, ele se afastou, virou em torno de mim, e segurou a minha garganta em um frouxo e controlado aperto. Ele me beijou como se sua vida dependesse disso, e naquele momento ele fez. "Eu amo você, Sabine", disse ele contra a minha boca, e meu coração saltou para a garganta. "Eu também te amo", eu sussurrei de volta. Ele caiu de joelhos na minha frente, tirou minha calça e calcinha para baixo, e jogou-as de lado. Tomei uma respiração profunda, coloquei minhas mãos atrás de mim, palmas das mãos no vidro refrigerado, e deixei este homem - meu homem – me dar prazer. Hugo olhou para mim, seu foco treinado exclusivamente em mim, e eu não tinha dúvida de que eu era seu mundo. Era o olhar em seus olhos, a devoção que vi em seu rosto que me disse o que eu era dele. Sem dizer nada, ele levantou minha perna, dobrou o joelho, e colocou-o sobre o ombro. Eu estava espalhada para ele, meu peso descansando sobre o vidro, o meu foco neste homem. E sem mais espera, Hugo se inclinou e passou a língua da minha fenda ao meu clitóris. Um lamento se derramou de mim, ele grunhiu profundamente, e eu senti o mundo desaparecer. Mas eu forcei meus olhos a permanecerem abertos. Ele me chupou forte, com fome. Eu quase vim logo ante a sensação. "Isto será sempre sobre você, Sabine." Ele me lambeu novamente, através do meu centro, e um arrepio trabalhou seu caminho através de todo o meu corpo. "Vai ser sempre sobre você até que eu de meu último suspiro." E eu sabia que ele queria dizer isso, assim como era para mim.


12 ------

HUGO Um ano depois... Eu não conseguia manter os olhos longe dela, mas, novamente, este tinha sido o caso durante anos. Ela ainda era tudo em que eu pensava, tudo que eu queria na minha vida. Mesmo que nos conhecêssemos há anos, eu tinha ansiado passar minha vida com ela. Ela olhou para fora da janela do meu jato particular, milhares de pés acima do solo. Eu tinha negócios na Rússia, e desde que era uma pausa de seus estudos de pós-graduação - e ela nunca tinha viajado para o meu país- eu pensei que era o momento perfeito para trazê-la comigo. "Você parece especialmente bonita hoje, lyubov Moya." Ela se virou e me encarou, o sorriso que poderia iluminar a porra do mundo para mim. "Obrigada." Ela me olhou de cima a baixo, tanto quanto pôde desde que eu estava sentado. Eu me mexi no assento de couro, sentindo a minha excitação crescer quanto mais tempo ela me olhava. "Você não é gostoso de se olhar também." Meu pau empurrou ferozmente em seu comentário. "Venha aqui, pequena." eu ordenei. Ela se levantou, a saia lápis que usava moldando suas longas pernas. Eu sabia o que seu traseiro parecia na mistura de lã, quando o arredondamento e a curva do mesmo exibiram sua perfeição. Ela era perfeita para mim. Cada parte dela feita apenas para mim. Quando ela estava bem na minha frente, eu estava tentado a dizer-lhe para abaixar de joelhos, mas eu queria agradá-la. Fazê-la sentir-se bem me trazia uma imensa quantidade de prazer.


Enrolei minha mão em torno de sua cintura e puxei-a para frente. Ela perdeu o equilíbrio e teve de colocar as mãos no meu peito. Nossas bocas estavam perto, nossa respiração se misturando. "A tripulação pode vir para a cabine a qualquer momento" ela sussurrou, e eu podia ouvir que ela não ligava muito para isso. Cheguei perto do assento e apertei o botão de serviço. Em questão de segundos, Marcella, minha aeromoça, entrou na cabine. "Há algo em que eu possa ajudá-lo, senhor?" Ela era profissional, não perdeu uma batida ou agiu surpresa ao ver que eu tinha Sabine quase no meu colo. "Quero privacidade. Eu não quero ninguém vindo para a cabine até que eu os chame especificamente.” "Claro, senhor." Ela se foi um segundo mais tarde. "Não tenho dúvidas de que Marcella sabe por que você quer uma cabine vazia" Sabine disse suavemente, seu foco no meu rosto. "Não tenho dúvidas de que ela faz, também." Eu apertei os punhos quando minha excitação cresceu por Sabine. "Será que você sabe que há um punhado de meus empregados apenas além daquela porta?" Ela não respondeu, mas sua respiração aumentou. "Faz-te molhada saber que eles estão muito conscientes do que estou prestes a fazer contigo, baby?" Sabine engoliu em seco, suas pupilas dilatadas, e ela fez este som suave na parte de trás de sua garganta. "Você gostaria que eu descobrisse por mim mesmo?" Eu a desafiei. "Sim" ela sussurrou. "Puxe sua saia acima seu traseiro glorioso, Sabine." Ela se endireitou, mas parou com a mão em seu quadril. "Você deixou a calcinha em casa, certo? Assim como eu instruí?" Ela balançou a cabeça lentamente, e vi seu rosto virar uma máscara bonita de rosa. Sentei-me para trás e fiquei confortável enquanto esperava por ela para puxar a saia para cima. Ela não me fez esperar muito tempo. Levantando os olhos para olhar o dela, eu podia ver que ela tinha puxado o material, mas tive a certeza de olhar para os olhos dela. Quando ela parou de se mover, eu abaixei o meu olhar. Sua vagina estava nua de qualquer pelo, e sua fenda era de uma cor de pêssego linda. Minha mão se contraiu, a necessidade de alcançar e empurrar um dedo para baixo da fenda, bateu-me forte.


Eu notei que ela ficava olhando para a porta. "Eles não vão entrar sem minha instrução específica. Eles não vão me desobedecer." Ela virou seu foco para mim. "Assim como você não vai me desobedecer, não é, Sabine?" Ela lambeu os lábios e assentiu. "Não tenho nenhum desejo de desobedecêlo." "Agora, coloque o seu pé direito aqui." Bati no espaço de couro vazio entre as minhas pernas. Ela levantou a perna e colocou seu pé onde eu queria, e eu estendi a mão e coloquei minhas mãos sobre os joelhos, erguendo-os para abrirem tão largo quanto poderiam. Ela estendeu a mão e apoiou as mãos para cima para se equilibrar. Eu deixei seus joelhos e comecei a desfazer os botões de sua blusa. Parei quando apenas uns poucos na parte inferior ainda estavam garantidos. Eu só queria acesso aos grandes montes de seus seios sendo retidos pelo laço rosa transparente. "Cristo, Sabine." Ergui os olhos para o rosto dela. "Tire o sutiã e dexe seios deliciosos ficarem livres." Ela estava ofegante agora, seu rosto uma máscara de pura luxúria. Ela fez o que eu disse, e uma vez que os grandes montes foram libertados do material, nós dois gememos. Eu queria lamber seus mamilos e vê-los ficarem mais duros, mas primeiro eu queria lamber sua bonita boceta até que ela viesse para mim. Eu puxei os lábios boceta distante, vi o centro de rosa, e não pude deixar de me inclinar e lamber sua essência. Ela era doce, almiscarada, e toda minha. Eu a comi até que suas pernas começaram a tremer, e eu sabia que ela estava prestes a gozar. Eu dobrei meus esforços, querendo estar dentro dela quando ela viesse, mas eu sabia que poderia fazer a minha mulher gozar mais do que apenas uma vez. Mudei minha boca para seu clitóris, comecei a chupar com vigor, e disse baixo. "Venha para mim, baby." E como se meu comando fosse sua ruína, ela gozou forte. Eu não parei de chupa-la até que ela estava com o corpo mole contra mim. Eu me levantei para chupar seus seios, lambendo e mordendo seus mamilos. Eu poderia comê-la por toda a porra da noite, mas eu precisava estar dentro dela muito mal. Levantei-me totalmente, virei-a de modo que ela estava pressionada contra o lado do interior do assento, a parte superior do seu corpo arqueado para frente e sua metade inferior para fora. Deu uma tapa estalado em seu bumbum perfeito e exalei bruscamente. "Vou te foder rápido e forte, bebe."


Ela olhou por cima do ombro para mim. "Bom, porque eu não posso lidar com isso lento agora, amor." Amaldiçoei em russo, comecei a desfazer o botão da minha calça, e depois puxei meu zíper para baixo. Eu coloquei minha mão sobre o centro de suas costas, mantendo-a no lugar, e usei a outra mão para chegar dentro da minha calça e agarrar meu pau. Eu acariciei meu pau algumas vezes enquanto eu olhava para o arredondamento da bunda de Sabine. Pré-semen já escorria da cabeça do meu pênis, uma prova de quão duro eu estava pela minha mulher. Dei um passo mais perto dela, alisei a minha mão na parte inferior de suas costas até que cheguei em suas nádegas, e as espalhei aberta. Eu me inclinei para trás e olhei para a sua buceta, ligeiramente aberta para mim. "Foda-me, Hugo." Eu bati o meu olhar para o dela, meu gemido apenas vazando para fora de mim. Ela não podia dizer isso para mim, a não ser que ela quisesse que eu pintasse as bochechas de seu traseiro branco com minha porra. Eu sempre tentei ser um cavalheiro quando estava com Sabine. Eu fiz amor com ela, tive-a, e quando eu ia muito longe, também ao longo da borda na minha luxúria... Eu a fodia duro e cru. Isso era o que eu ia fazer agora. Eu empurrei suas pernas mais amplas, essa sensação feral se libertando dentro de mim. Isso não seria lento, não seria fácil, e não seria gentil. Eu agarrei meu pau, coloquei-o em sua entrada, e olhei para ela. Ela tinha a cabeça virada para o lado. Sua boca abrindo-se, e seus olhos estavam fechados. Havia um leve brilho de suor começando a cobrir sua espinha. Inclinei-me e corri minha língua sobre sua pele, saboreando a doçura salgada grunhi de prazer. Em um impulso poderoso, eu enterrei-me profundamente em seu corpo. Nós dois gememos e eu parei apreciando a sensação intensa, meu pau estava tão enterrado dentro dela até que nossas pélvis estavam tocando-se. Sua vagina contraiu ao longo do meu pau, e eu estendi a mão e agarrei seus quadris, cavando meus dedos em sua carne. "Você é minha" eu disse sem pensar e comecei a me mover ferozmente para dentro e fora da sua buceta. "Oh. Deus. "Ela gemeu as palavras. Vi quando ela mordeu o lábio, puxando a carne-de-rosa entre os dentes brancos retos.


Eu queria fazer isso, mordê-la duro o suficiente até que ela sangrasse e então viesse no meu pau. Eu comecei realmente a bater duro dentro dela, qualquer lado gentil meu tinha indo embora. Ela gritou e jogou a cabeça para trás, seu longo cabelo escuro caindo pelas suas costas. Alisei minha mão pelas costas dela e peguei os fios, envolvendo em meu punho. "Hugo" ela gritou. Eu não tinha dúvida que a tripulação pudesse nos ouvir, mas eu não dava a mínima. Na verdade, eu fiquei mais duro sabendo que podiam ouvir-me fodendo minha mulher. Minhas bolas apertaram, mas eu não queria vir ainda. Você não pode adiar. "Hugo... Eu estou vindo" ela gritou ainda mais alto. Ouvi-la dizer isso foi minha ruína. Eu não tinha tanto autocontrole. Eu puxei minha cabeça para trás o suficiente para que eu pudesse me ver saindo e entrando em sua buceta quente. Eu vi as manchas de seus sucos em meu pau, e eu rangi os dentes juntos em prazer. Era tão fodidamente quente. Quando senti sua buceta apertar forte em torno de meu pau, eu não pude deixar de sucumbir ao prazer. Enterrei-me todo o caminho dentro dela em um ultimo impulso poderoso e inclinei-me para descansar minha testa no centro de suas costas. Enchi o corpo dela com a minha porra... marcando-a. Quando eu não tinha mais nada para dar a ela, me puxei para fora e olhei para sua vagina. Eu vi meu sêmen deslizarem para fora dela. Ela pode estar tomando a pílula, mas eu ainda queria a minha porra dentro dela. Juntei a semente, deslizando para baixo em sua parte interna da coxa e me mudei de volta para sua vagina, empurrando meu dedo e o fluido de volta para ela. Ela engasgou. "Cada parte sua é minha, e eu vou provar o quão me sinto honrado de tê-la até o dia que eu morrer." Eu puxei a saia dela para trás sobre seu traseiro, e ajudei-a a ficar de pé e virei-a. Uma vez que eu tinha ajudado-a a se vestir, eu levantei-a facilmente em meus braços e sentei-me. Era bom apenas segurá-la, saber que ela era minha. Eu não tinha nenhum problema em fazer isso pelo o resto da minha vida.


SABINE Hugo me segurou gentilmente em seus braços. Ele passou a mão sobre o meu corpo, beijando o topo da minha cabeça. Eu fiquei nessa posição por longos momentos. Comecei a me mexer, porque eu tinha que ser pesada para ele, mas ele me puxou de volta para baixo e me segurou mais apertado. Não havia outro lugar que eu queria ou precisava estar. "Você é a minha vida" ele disse suavemente contra o meu cabelo. Eu nunca me cansava de ouvi-lo dizer estes tipos de coisas para mim. No ano passado, eu foquei em meus estudos de pós-graduação. Com Hugo tendo que voar para diferentes países pelo seu negócio, nós não conseguíamos passar tanto tempo juntos quanto qualquer um de nós teria gostado. Mas cada momento em que ele não estava trabalhando, ele passava comigo. Ele me mimou com atenção, fez questão de me dizer todos os dias quão bonita e especial que eu era para ele, e todos os dias, eu o amava cada vez mais. "Eu te amo" eu disse e passei meus braços em volta do seu pescoço, fazendo meu corpo afundar-se em seu calor. "E eu te amo." Quando meu corpo esfriou, relaxamento tomou o seu lugar. Eu estabelecime no abraço suave e protetor em que Hugo me envolveu. Eu nunca tinha descoberto o que era ser tocada, satisfeita e amada por um homem de verdade... até que eu estive com Hugo.


EPÍLOGO

SABINE Seis anos depois... Sentei-me na cama de hospital, a roupa que eu usava muito grande se pendurava sobre meu ombro. Fiquei olhando para a minha mão. Eu estava inchada, meus dedos grossos e redondos. Eu não pude usar meu anel de casamento, não tinha sido capaz disso após o quinto mês de gravidez. "Ela se parece com você, lyubov Moya," Hugo disse enquanto segurava a nossa filha. "Krasavitsa." Ele olhou para mim, e a alegria pura em seu rosto era impagável. "Ela é linda, Sabine." Ela era. Ela realmente era. Com o cabelo preto e rosto delicado, ela era a luz de nossas vidas, e só tinha estado neste mundo há menos de vinte e quatro horas. Hugo se levantou da cadeira e se aproximou de mim. Ele se sentou na beira da cama, inclinou-se para beijar Bella, nossa filha, na testa, e depois a entregou para mim. Por longos segundos, ele não fez nada, apenas olhar para mim enquanto eu segurava Bella. "O quê?" Perguntei, sorrindo para o homem que eu amava... meu marido. Ele balançou a cabeça lentamente. "Nada meu amor. Eu só estou encantado com a visão da mulher que eu amo, segurando nossa filha. " Ele se inclinou para frente, levantou meu rosto com um dedo embaixo do meu queixo, e beijou-me profundamente. "Minha vida" ele sussurrou, quando aquele mesmo calor e sensação de formigamento, mesmo depois de todos estes juntos, se alastrou por cada polegada do meu ser. "Eu te amo" eu sussurrei, e Hugo me beijou no topo da cabeça. Houve uma batida na porta, e um segundo depois meus pais entraram. Eu era grata que eles entenderam meus sentimentos por Hugo, mas a verdade era que mesmo que eles não tivessem aprovado, eu ainda estaria com Hugo. Eu não conseguia segurar ou colocar minha vida e desejos em espera com base no que os outros achavam, nem mesmo por meus pais.


Mas, isso não importava, porque eles me amavam e estavam felizes por me ver feliz e realizada, tanto nos aspectos emocionais quanto profissionais. Hugo tinha esperado por mim para terminar a minha faculdade, até nos casarmos e começarmos a nossa família. Ele respeitava minhas decisões, me apoiava, e agora estávamos prontos para dar o próximo passo. Encher a nossa casa de filhos. Eu era sua. Ele era meu. E juntos, nós erámos tudo um para o outro. Eu amava este homem e a pequena e linda vida que tínhamos feitos juntos. Ele era o meu porto seguro, a minha casa, o meu homem e me amava e isso era o que realmente importava para mim.

FIM


VEM AÍ... Um homem de verdade 5: Já fiz muito bem em esconder os meus sentimentos por ela, mas tê-la sob o mesmo teto, apenas a centímetros da minha cama, faz com que seja difícil de me controlar. Mas a verdade é que eu não quero praticar autocontrole quando se trata dela. Ela precisava de um lugar para ficar, e agora ela tem um companheiro de quarto... eu. Mas eu estou prestes a mostrar-lhe que eu quero mais do que um arranjo amigável. Eu nunca fui bom em partilhar, e quando se trata com ela, ela é minha.

Jenika snow a real man #4 experienced [revisado]  
Jenika snow a real man #4 experienced [revisado]  
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