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Princesa Roubada SĂŠrie A Princesa


Série A Princesa...

Nós pegamos amor por coroas e brilho a um ponto sem retorno. Nosso melhor conselho é não fique presa nos detalhes... apenas aproveite o romance exagerado! Cada livro é independente com um felizes para sempre.


Princesa Roubada por Alexa Riley Karim já passou do tempo que deveria ter escolhido uma noiva, mas ele nunca conheceu alguém que chamasse sua atenção. Forçado a escolher, ele promove um baile e convida todas as princesas elegíveis para participar. E foi aí que tudo mudou. Giselle tem estado escondida no reino de seu pai e não sabe como funciona o mundo real. É o seu primeiro baile, e está sendo um desastre até que ela se encontra sozinha em um quarto com um homem. Um homem que quer faze-la sua. Quando Giselle lhe dá tudo e então descobre quem ele é....bem, quão bom você acha ela vai se sair no pique esconde? AVISO: É amor à primeira vista. Literalmente, em dois segundos. Mas não se preocupe, Karim vai encontrá-la... e roubá-la se for preciso.


Para contos de fadas... eles estão vivos e reais em seu coração. E talvez em suas partes de senhora.


Capítulo 01 GISELLE

Estou ridícula. Me inclino para frente para ver o meu reflexo no espelho e quis rolar os olhos. Eu queria me afastar das centenas de pessoas, aglomerando-se no salão de baile, então entrei aqui. Estou querendo saber por que eu estava mesmo animada para vir aqui para começar. Ah sim, porque nunca saia pra lugar nenhum. Olho para meu batom e sombra rosa suave e penso no quanto eu adorei horas atrás. Quase derrubei meu pai quando ele me disse que íamos para uma festa. Algo sobre um rei escolher uma noiva esta noite e nós podíamos ir assistir, mas não sabia o que estava acontecendo além disso. Nunca entendi a coisa toda de casamento arranjado. Tanto as minhas irmãs já tinham feito isso, e eu gosto de seus maridos. Pelo menos quando os vejo, o que não é muitas vezes. Ninguém gosta de viajar para onde eu e o meu pai moramos. O tópico sobre casamento arranjado nunca tinha sido falado comigo, e ainda bem que nunca surgiu. Embora talvez se eu me casar, possa sair e ver o mundo um pouco em vez de ficar presa. Estar aqui hoje à noite só me mostra o quão fora do ritmo eu realmente estou em relação ao resto do mundo. Claro, sou uma princesa, mas meu pai e eu não nos misturáramos realmente com toda a política, desde que vivemos tão longe. Nossos bens são poucos e nosso país também, mas é bom. As únicas pessoas que estão na propriedade são pagas para estar lá — o cozinheiro, o jardineiro e empregadas domésticas, até mesmo meu tutor. Meu único amigo é George e vários dias ele nem gosta de mim menos que eu lhe dê jantar extra. Ou ele quer que esfregue a barriga dele. Além disso, ele me ignora como todos os outros. Devia ter comprado um cachorro, mas eu amo esse gato mal-humorado. Eu fui um bebê não planejado no final de vida para os meus pais. Eles me tiveram em seus quarenta anos, e minhas irmãs estavam fora e casaram antes que eu entrasse na adolescência. Meu irmão tinha assumido o lugar do meu pai no trono


não muito tempo depois. Não faço ideia de onde está a minha mãe. Ela aparece dentro e fora de nossas vidas, ela está mais interessada em ciências sociais e ficar na cidade. Meu pai, pelo contrário, gosta de ficar em casa assistindo TV com o volume baixo. ─O que fazer, o que fazer.... Questiono limpando a maquiagem. Eu pensei que eu estava linda. Papai me dissesse há dois dias sobre a festa, e passei todo esse tempo escolhendo o que usaria. Não tenho nada de super caprichado, então pensei que eu poderia fazer alguma coisa com o que eu tinha. Entrei no quarto da minha mãe e roubei dois dos vestidos dela. Puxei o tule macio de um deles e fiz uma saia que caiu até meus pés. Pintei até ficar um rosa claro. Então encontrei um corpete coberto de joias para emparelhá-lo. Tive que costurar um pouco para fazê-lo funcionar, mas pensei que ele estava lindo. Prendi metade do cabelo em dois pequenos coques em cima da minha cabeça. Demorei uma eternidade para acertar. Quando meu pai me chamou para ir, eu estava tão excitada que estava prestes a estourar. Até que eu entrei hoje à noite. Nunca me senti mais fora do lugar. Agora entendi por que meu pai gostava de se esconder na propriedade. Porque agora, isso é o que eu queria fazer. Eu parecia tão fora do lugar. Isso ajudou um pouco, quando meu pai me disse que eu estava linda. Essa foi a coisa. As pessoas aqui não estavam bonitas, estavam lindas. No início, pensei que fosse uma premier de um filme. Eu mesmo tive que andar um maldito tapete vermelho. Me viro. Não quero encarar mais o espelho. Estou presa até meu pai está pronto para sair. Gostaria de saber quanto tempo vou me esconder aqui. Assim que o pensamento passa pela minha cabeça, a porta se abre e um homem entra e fecha a porta atrás dele. Ouvi o bloqueio se fechar em um clique e me chuto por não ter trancado para começar. Ele colocou ambas as mãos na porta... como ele achasse que alguém poderia tentar entrar, e eu fico lá olhando. Ele está vestindo calças pretas e um casaco preto, e pergunto-me por um momento, se ele é um guarda de segurança ou algo assim. O tamanho dele faz-me pensar assim. Posso ir fico parada, sem ter certeza do que fazer.


Ele vira lentamente, soltando as mãos da porta. Ele está respirando com dificuldade, e então percebo que ele está de smoking. Não, definitivamente não é um segurança. Os olhos dele encontram com os meus, e são de um azul mais brilhante que já vi. É imenso o contraste com o cabelo preto. Ele se levanta em sua altura total, e meus olhos se alargam como eu percebo o tamanho dele. Este homem é grande. Talvez ele seja da equipe de segurança. ─Oi. Levanto a minha mão e aceno e depois abaixo imediatamente e me encolho por dentro. Quem acena quando está a menos de cinco pés de alguém? Sim, a bobona que não pode nem se encaixar quando há apenas uma outra pessoa na sala. Sua boca se move em um sorriso peculiar. ─Precisa da sala? Posso ir - pergunto quando eu empurrar fora do balcão que estava encostada. ─Vim porque eu vi você entrar aqui, - ele disse friamente, encostado na porta. Não sei o que dizer, mas meu rosto esquenta. ─Eu estava escondida - admito, mexendo com o tule no meu vestido. ─Porquê? - ele dá um passo em minha direção. Sua voz é profunda, e parece que toca em toda a minha pele. Levanto a minha mão e toco no meu cabelo, certificando-me de que nada se soltou. Eu quero parecer confiante, também, então tento com calma. Dou de ombros, e o movimento faz com que uma alça do meu vestido deslize para baixo no meu ombro. ─Eu não me encaixava, e as pessoas estavam olhando para mim. ─Eu estava olhando para você. Não reparei nos outros. Não consegui levar meus olhos para longe de você nem me incomodei. - ele da mais alguns passos em minha direção e eu sorrio. ─Você gosta do meu vestido? Eu mesma fiz - admito, e seu sorriso cresce ainda maior. ─Você fez isso? Aceno. ─Veja - faço um giro, e o tule se eleva em volta de mim.


─Você está usando tênis? - ele diz enquanto me estuda. Então ele me pede para girar novamente. E eu faço. ─Pensei que se eu dançasse o vestido ficaria mais bonito. Quando tentei dançar em casa de salto alto, não funcionou tão bem e eu quase me machuquei. Melhor usar tênis então - abaixo a minha cabeça, olhando meus pés. É só mais um lembrete de como eu não me encaixo aqui. ─Você quer dançar? - indaga tocando meu queixo, fazendo-me olhar para ele. ─Não quero dançar lá fora. ─Então nós vamos dançar aqui. - ele puxa um telefone do bolso e aperta uns botões. Música enche a sala, e eu sorrio. Ele me agarra, me puxando pra ele, e de repente percebo por que as mulheres usam salto alto. Ainda mais se você for dançar com alguém tão grande como este homem. ─Tire os sapatos. ─Você não gosta deles? -

me certifiquei que combinasse. Tênis branco

simples. Até fiz laços com o mesmo tule que usei no vestido. ─Eles são perfeitos. Assim como você. Mas te quero mais perto de mim enquanto dançamos. Apressadamente os deslizo para fora de meus pés, nunca deixando seu abraço e os chuto longe. Em um movimento rápido ele me pega, em seguida, me coloca em cima de seus pés. Não faço ideia do que está acontecendo, mas é perfeito. Mais do que perfeito. ─Eu sei que você não pode girar assim, mas eu precisava te sentir contra mim. Desde o momento que te vi entrar naquele salão de baile hoje à noite eu fiquei cativado. Minha respiração fica presa quando ele começa a nos mover com a música. Soltei sua mão quente que estava engolindo a minha para envolvê-la atrás do seu pescoço. Ele tem que se inclinar para baixo um pouco, deixando-me fazer isso. Eu me perdi no momento, apreciando a sensação deste homem desconhecido. Não sei nem o nome dele, mas não me interessa neste momento. ─Você cheira — ─Algodão doce - acabo por ele ─É meu batom.


─Hmm - ele se inclina mais perto, a boca dele a um hálito da minha ─Eu acho que eu vou ter um gosto então. Então de repente sua boca desce na minha.


Capítulo 02 KARIM

Eu não consegui parar, e eu não queria. Eu precisava dela. Esta noite fui forçado a escolher uma esposa. Estou passando da hora de escolher, e a realeza não vai esperar por mais tempo. Eu sou rei, e deve haver um herdeiro. O compromisso foi para eles jogarem a bola e permitiram que todas as princesas elegíveis desfilassem por aí e me deixarem escolher uma. É como escolher um cavalo em uma fazenda. É menos atraente. Não queria vir. Pavor tinha pesado sobre mim, deixando-me com um humor negro. Já presidi o Reino há anos, desde que meus pais faleceram quando eu era jovem. Tive conselheiros na maior parte desse tempo, mas eu assumi o trono oficialmente quando fiz vinte e um. Agora oito anos mais tarde e eu estou sendo pressionado a me casar. Eu sei que está na hora, mas eu sempre acreditei que quando conhecesse aquela, eu me casaria. Mas com o passar dos anos, que estou convencido de que o amor que meus pais tinham era raro. Parece fraco para um homem sonhar com essas coisas, mas eu tinha imaginado uma esposa que me amasse tanto quanto eu a amava. Que ela ficaria ao meu lado. Seria a única pessoa em quem confiaria. Meus sonhos de amor verdadeiro morreram lentamente ao longo dos anos, então eu decidi ir em frente e escolher uma mulher e me casar com ela. Eu queria agradar todo mundo no Reino por assegurar o nosso futuro, e precisava ser o líder que eles esperam. Hoje era para o povo. Eu ia engolir e cumprir o meu dever, espero fazer o melhor de uma situação ruim. Mas não havia uma pessoa que tivesse me chamado a atenção. Toda vez que olhei para uma mulher, meu estômago apertava com pavor. Então, ela entrou. Um olhar para ela e eu sabia que era a única. Era por isso que eu senti como se fosse vomitar só de pensar em casar com outra pessoa. Eu tinha esperado por


ela. Destino finalmente trouxe a mulher que eu passei minha vida esperando. E na mesma noite em que eu tinha perdido a esperança. Ela se destacou da multidão, mas não por causa das maneiras que qualquer um teria pensado nesse vestido. Não, sua beleza me chamou como um farol durante a noite. Era como se houvesse um brilho ao seu redor que brilhava suficiente para que meu coração pudesse vêlo. Virou um interruptor dentro de mim, e eu estava em movimento. Empurrei por entre a multidão de pessoas, ignorando as chamadas do meu nome. Não tive tempo para qualquer um, exceto para ela. Mas existem muitas pessoas presentes, que por um momento eu a perdi. Por um momento eu me preocupei que tivesse sonhado com ela. Queria gritar para o salão de baile para que todos saíssem do meu caminho, mas consegui aguentar sem uma cena. Apenas como um espaço no meio do multidão que se abriu, vi um rastro de rosa corre num corredor. Longe de mim. Empurrando, eu a perdi de vista novamente no corredor abaixo. Eu corri atrás dela e tentei todas as portas, até que a encontrei. A única coisa que eu conseguia pensar era parafusar a porta fechada e explicar a ela que ela me pertence agora. Parece loucura, mas... amor à primeira vista é exatamente o que aconteceu. Ela era minha no instante em que pus os olhos nela, e tenho pena do homem que tentar levá-la de mim. Se alguém pisar entre mim e o que é meu, vou acabar sua vida. E este anjo doce e delicado é meu. Seu corpo derrete ainda mais perto de mim enquanto eu beijo sua boca de algodão-doce. Seus lábios são suave e macios, e eu lambo o inferior, antes de leválo entre os meus dentes e mordiscar um pouco. Em seguida, beijo-a mais profundo, a doçura que está saindo dela em ondas de degustação. Maciez, pureza, inocência invade meus pulmões, e eu sei que eu tenho que tê-la. Ela deve pertencer a mim. Me puxo para longe dela, mas somente algumas polegadas. Eu tenho uma mão no pescoço dela, com meus dedos emaranhados no cabelo dela. Eu posso sentir sua pulsação em uma corrida, e minha própria está batendo no mesmo ritmo que o dela. Isto é diferente de tudo que já senti, mas sei instantaneamente que é para o resto da minha vida. Tenho o meu futuro nas minhas mãos, e eu me recuso a deixálo ir. ─Diga-me seu nome - eu exijo.


Ela lambe seus lábios e depois sorri para mim, trazendo as mãos no meu peito. ─Giselle. Meu corpo treme com antecipação, e eu não consigo manter meu autocontrole. ─Minha Giselle, - rosno, empurrando meu corpo contra a dela. O movimento nos leva alguns passos para trás, os pés dela escorregam de cima dos meus, mas as mãos dela continuam esfregando contra meu peito. ─O meu nome significa generosa. Suas costas atingem a parede atrás dela, mas ela não está em pânico. Pelo contrário, ela parece totalmente relaxada. Suas pálpebras ligeiramente menores, e sua metade inferior empurra contra o meu pau rígido. ─Permita-me ser generoso com você, minha Giselle. ─O que está acontecendo? - indaga como as mãos indo para minha cintura e me puxando mais perto. ─Eu nunca fiz isso antes. ─Bom Respondo e a beijo novamente. Não consigo afastar minha boca dela. Precisaria de ursos nas minhas costas, e estou sentindo coisas que nunca senti. Instinto de proteção me rodeia, e eu não quero nada mais do que levar essa mulher para a torre mais próxima e trancá-la nela. Eu quero mantê-la segura do perigo e dar prazer a ela como ela nunca experimentou. Meus lábios desce do pescoço para a borda do vestido dela. Desço a outra alça pelo ombro dela, ela desliza para baixo até que seus seios estão à mostra para mim. Mamilos perfeitos endurecidos com necessidade e minha boca enche d’água com vontade de prová-los. ─Você quer, minha Giselle? Você quer minha boca? Eu me inclino para a frente para que ela possa sentir a minha respiração na sua pele delicada. ─Vou fazer todos os seus sonhos realidade. Os olhos dela se conectam com o meu, e a vejo lamber os lábios deliciosos antes ela corre os dedos pelo meu cabelo.


─Isso é loucura. É como um conto de fadas. ─Isso é exatamente o que é isso. Eu pertenço a você agora. Você me usará para seu prazer?


Capítulo 03 GISELLE

Olho para ele, e não entendo o que está acontecendo. Mas por algum motivo eu não me importo. Isso é a coisa mais emocionante que já aconteceu comigo. Sinto todo o meu corpo vivo pela primeira vez, e não vou parar isso de maneira nenhuma. Na verdade, eu quero empurrar mais. Eu quero ficar presa neste quarto com o meu homem mistério para sempre. ─O que — a palavra sai, mas não parece com a minha voz. ─O que você pode fazer para o meu prazer?" Meu rosto se aquece e um pouco de constrangimento corre através de mim. Não me importo o suficiente para deixá-lo me impedir. Isto não é como o constrangimento que sentia fora desta sala. Meus seios à mostra para ele, os meus mamilos doendo com necessidade que nunca senti antes. Eu deveria estar tímida e tentando me cobrir, mas em vez disso estou inclinado mais próxima dele para que minha pele sensível pode sentir algum tipo de alívio. Ele me olha como se eu fosse a coisa mais sexy que já viu em sua vida. Lambo meus lábios, e seus olhos pousam aí, um profundo rosnado deixa o seu peito, vibrando dele através de mim. Eu empurro mais nele, gostando da vibração retumbando contra meus seios. Seu cheiro masculino invade meus sentidos, e fecho meus olhos, querendo levar isso tudo, me perguntando se talvez eu estivesse sonhando, porque ele é perfeito demais para ser verdade. Aqui eu estava dando uma festa de piedade para um, e bam, o homem mais bonito que já vi na minha vida entra na sala, corre para mim, fazendo com que todas as minhas dúvidas sobre esta noite desaparecessem. Sinto seus lábios no meu pescoço e inclino minha cabeça, dando-lhe tudo o que ele quer. ─Qualquer coisa - ele diz suavemente contra a minha pele subindo devagar.


─Tudo que você poderia querer. Deslizo minhas mãos pelo seu corpo e envolvo-as no pescoço. ─Veja como você se encaixar perfeitamente em mim. Você é minha. Diga. ─Sou sua - gemo quando ele leva minha orelha entre os dentes. ─Agora, abra os olhos e olhe para mim quando você diz isso. Eu quero ter certeza que você saiba o que está dizendo. Abro os olhos preguiçosamente quando ele chega para trás para olhar para mim. Sinto falta de sua boca na minha pele, e eu quero de volta. Seus olhos azuis brilhantes estudam os meus, tornando o ar em meus pulmões congelado. O olhar que ele está me dando é pura fome. Ele está faminto por mim. ─Eu quero você - eu admito sem fôlego. ─Não tem ideia do que me faz sentir dizendo isso. Sua voz é mais profunda agora, possessivo e primal. Sinto tudo dentro de mim derreter. Ninguém nunca quis tanto de mim. Eu tento puxá-lo mais perto, querendo seu corpo colado ao meu. Meu prazer está crescendo, e meu corpo está implorando por algum tipo de liberação. Ele levanta a mão para embalar a minha cabeça, e seu grande corpo se fecha a minha volta. A outra mão vai para o meu peito, sinto a aspereza dos dedos tocando apenas a ponta do meu mamilo. Sinto algo florescer no meu peito ao sentir sua mão em um lugar tão íntimo. Mas então sua mão se move para o outro, e não posso segurar o gemido que deixa os meus lábios. Eu deveria estar com medo. Ele me tem completamente sozinha e presa a uma parede com nenhuma forma de escapar. Mas tudo o que sinto agora é o pulsar entre minhas coxas. Eu empurro meus quadris contra ele, silenciosamente implorando para ele fazer algo sobre isso. Qualquer coisa. ─Diga - ele pede novamente, empurrando seus dedos comprimindo ligeiramente sobre aquele pequeno botão. ─Eu sou sua - repito. As palavras me fazem sentir bem, quando as confesso. Algo sobre lhe entregar a posse é libertador, e ceder a ele. ─Ficar quieta. Seus sons são para os meus ouvidos somente.


De repente o calor está no meu peito, e eu sinto-o chupar meu mamilo e muito mais de sua boca. Eu fecho os olhos e deixo minha cabeça cair contra a parede, suas mãos segurando meu peito mantendo meus seios para fora para a toma-los. Eu não conseguir um descanso quando ele leva sua boca de um e depois para o outro. As duas mãos são tão grandes englobam minha pele macia e suor desce nas minhas costas. Meu corpo deve estar pegando fogo, mas não me atrevo a abrir meus olhos para verificar quando o prazer me monta. Meus mamilos estão tão sensíveis, ainda quero mais da sua atenção. Não deveria agir desta maneira. Mas é tarde demais para voltar atrás. Meu corpo tem despertado para um prazer que eu nunca sonhei. E eu vou rumar para isso. Com ele. ─Mais - eu lamento quando sua língua passa sobre meu mamilo, repetidamente. O movimento calor contra mim é quase demais. A umidade começa a se espalhar entre minhas pernas, e eu posso morrer se eu não encontrar a borda do que está se construindo...


Capítulo 04 KARIM

Seus gemidos estão queimando meu corpo vivo. O som faz minha própria necessidade aumentar a alturas insuportáveis, e eu preciso satisfazer a besta. O monstro dentro de mim está chamando por ela, e ele não vai ser silenciado por mais tempo. De joelhos na frente dela, eu empurro o material espumoso até seus quadris. Eu tenho que prova-la. Não há nada que possa fazer para parar a fome. Quando eu o empurro para a cintura dela, ela pega o material e o prende fora do caminho para mim. ─Boa garota - digo levando minhas mãos até as pernas dela. Ela está usando um par de calcinhas de algodão-de-rosa que já estão um pouco molhadas. Sua buceta está em apuros, e como seu rei tenho que atender todas as suas necessidades. Afinal, esta noite ela vai se tornar minha esposa aos olhos do Reino. É meu dever real comer sua buceta no máximo e sempre que minha rainha desejar. Eu aperto o meu nariz contra o centro dela coberto e sinto seu cheiro. Fecho os olhos e gemo com seu cheiro celestial. ─Quero um gosto seu, minha Giselle. Puxo a calcinha para o lado, revelando um pouco dos lábios de sua buceta rosa inocente. Lambo meus lábios e em seguida inclino-me para frente, lambendo suas partes. O sabor é como o açúcar na minha língua, e eu vejo as suas pernas tremerem. Faço novamente e desta vez que ela afasta uma perna para o lado, permitindo que eu prove mais dela, se entregando para mim. Tomando a abertura, cubro sua buceta com a boca e volto para ela como um tigre, lambendo seu creme e quase ronronando com prazer. Seu sabor é tão perfeito.


Então ela é minha. A mão dela prende meu cabelo firmemente enquanto continuo a dar lhe dar prazer. As pernas dela se espalham um pouco mais, e minhas mãos vão para sua bunda, segurando as bochechas e puxando sua buceta mais perto da minha boca. Seus altos gemidos ecoam na sala, mas não tenho forma de silenciá-la. Não quero que ninguém... ouça seus sons de prazer, mas sua buceta me tem tão distraído que não consigo me concentrar nisso, não neste segundo. Ela levanta uma das pernas e joga por cima do meu ombro, então pegue a outra e faz o mesmo. Estou de joelhos na frente dela, segurando-a na parede pela bunda. As pernas estão sobre os meus ombros e eu vou comer sua buceta como se fosse um homem no corredor da morte, e esta é minha última refeição. Seus sucos escorregadios estão fazendo minha necessidade dolorosa. Eu jogaria com meu pau agora, mas um toque me enviaria ao longo da borda. Preciso estar dentro dela antes de ir. Deslizando o polegar dentro de sua buceta, sinto quão apertada ela é. Ela solta um pequeno gemido, mas algumas estocadas com ela e ela está implorando por isso mais difícil. Porra, ela vai me matar. Estou muito desesperado por ela, fui longe demais para tentar dar sentido a isso. Eu gosto da sensação de estar finalmente com a minha outra metade. Eu vou pensar em tudo isso mais tarde. Muito mais tarde. ─Por favor. Pare. Espere, não pare. Oh Deus, eu não sei o que está acontecendo. É muita coisa. ─Minha doce pequena Gigi. Você é o deleite mais delicioso que já comi. Mas acho que você está prestes a me dar o mel que pode ser ainda melhor. Minha boca vai para o clitóris dela, e eu lambo várias vezes, até sentir seus músculos tensos, e ela sobe quase fora dos meus braços. Eu tenho que agarrar sua bunda tão forte que provavelmente vou deixar hematomas. Mas eu continuo comendo enquanto sua buceta pulsa em minha língua e eu bebo o doce prazer dela. Seu orgasmo dura tanto tempo que se transforma um segundo e depois um terceiro. Sinto-me como se tivesse ido para a batalha e conquistado um reino. Como se eu entrei na guerra e meu prêmio é a buceta perfeita da minha mulher gozando no meu rosto novamente. Eu poderia levantar este castelo sobre a minha cabeça se ela pedisse.


Uma vez que eu ter torci sua última gota de prazer, ela suaviza contra mim. Afrouxa o aperto no meu cabelo, dou a sua buceta um último beijo antes de levá-la em meus braços e coloque-a no sofá no canto da sala. A coloco em suas costas, mas sua saia ainda está em torno de sua cintura e o corpete ainda está puxado para baixo. Seus seios e buceta expostos, e maldição se minha boca não começa a encher d’água novamente. Eu quero mais do seu gosto. Preciso disso. Mas meu pau está exigindo atenção, e ele não vai ser negado. Minhas mãos vão ao meu cinto, e eu abro, em seguida, abaixo minha calça. Chego lá dentro, e puxo meu pau para fora o acariciando algumas vezes, nem mesmo me incomodando em tirar as calças. Ouço um ligeiro suspiro e ela fecha os olhos. ─Você viu um pau antes, Giselle? Ou você é tão inocente quanto parece? ─Eu nunca —ela para quando as bochechas dela ficam tão rosadas como sua buceta. ─Mas você quer, não é? Você quer saber como vai se sentir quando eu estiver dentro de você. Eu sei o que fazer. Nunca agi assim na minha vida — violando uma mulher com centenas de pessoas apenas a metros de distância — mas isso é em parte porque eu sei que ela é a única para mim. Por que seria eu agindo assim fora de controle e fazendo algo tão fora do normal? ─Sim, - ela sussurra. Mexo-me entre suas pernas e puxo uma ao redor do meu quadril. ─Tem a minha palavra, vou cuidar de você e protegê-la para o resto da minha vida. Você é minha, doce Gigi. Até o fim dos tempos. Empurro a cabeça larga do meu pau passando as dobras molhadas. Então a penetro de uma vez, quebrando a virgindade e cercando meu eixo com a umidade apertada dela. A necessidade de gozar dentro dela é mais forte do que eu poderia ter imaginado. Meu instinto primitivo de enchê-la com minha semente e procriar, mas estou me segurando no controle. Está levando todo o poder que tenho para ficar quieto enquanto ela se ajusta a nova sensação. Eu beijo seus lábios suavemente, tentando distraí-la de qualquer desconforto que ela sente. Mas, mais cedo do que eu pensava possível, ela traz-lhe outra perna em torno do meu quadril e aprofunda o beijo.


─Mais - ela geme. ─Mova-se dentro de mim. Eu quero sentir tudo de você. Eu faço o que ela deseja e puxo lentamente para fora antes de empurrar de volta quase imediatamente. Sinto falta do calor do sua buceta demais para puxar para fora, então, em vez disso que eu apenas môo contra ela. O sentimento dela enrolada em volta de mim é puro paraíso, e não quero gastar um segundo fora do seu calor. ─Outra vez!" - ela choraminga, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás. Eu faço tão forte e repito como ela mandou. Puxo e penetro de volta, e desta vez continuo indo, dando a ela exatamente o que ela quer e dando mais duro quando ela exige. Meu pau é uma ferramenta de prazer para ela, e eu farei meu objetivo na vida usá-lo como ela ordenar. Meu pau vai ser sua ditadura pessoal. ─Tudo para você, minha Giselle. O orgasmo dela se constrói muito mais rápido dessa vez, e ela está arrancando minhas roupas enquanto ela alcança. Quem me dera estar sem camisa para que ela pudesse me marcar como dela, mas eu vou guardar isso para mais tarde. Uma vez que eu tenha marcado ela aqui neste sofá, vou levá-la para a varanda e anunciar que escolhi minha rainha. Então eu vou carregá-la para o meus aposentos reais e continuar o que começamos. O pensamento cheia com meu filho é uma visão muito intensa para controlar. Eu gozo dentro de seu ventre, duro e longo. Eu tento me segurar, mas acabo caindo em cima dela e tento me levantar. Mas quando vou me erguer, ela me puxa para baixo novamente. ─Eu amo seu peso em cima de mim - ela sussurra e depois lambe o lóbulo da minha orelha. Calafrios quentes correm por minhas costas, e quero tudo de novo. Eu quero penetra-la e foda-se e fazer amor por horas. Mas primeiro, quero todos fora do meu castelo. Exceto minha Gigi. ─Meu doce amor. Foi tão perfeito. Você foi perfeita. Eu coloco um fio de cabelo atrás de sua orelha enquanto olho para baixo em seus belos olhos verdes. Ela cora no meu elogio, e dou-lhe um beijo suave antes eu esfregar meu nariz contra ela.


─Fica comigo esta noite. Deixe-me amar cada polegada de você em uma cama grande o suficiente para segurar todos nossos bebês - ela morde o lábio e acena. ─Você é minha para sempre. Quando eu saio dela, nós dois gememos com a perda. Eu coloco sua calcinha de volta para cobrir sua buceta e pegar o esperma que pode tentar escapar dela. Preciso coloca-la de costas novamente em breve. Eu a ajudo a colocar o vestido de volta em ordem, então alcanço sob o vestido dela e puxa a calcinha para baixo de suas pernas. Ela sai delas e as coloco no meu bolso. Beijo cada seio antes cobri-los com seu vestido. O toque e o sabor só me fazem querer despi-la novamente, mas eu tenho que ficar forte. Só mais um pouco e eu posso tê-la por toda a vida. É o que eu continuo dizendo a mim mesmo quando meus impulsos obtêm o melhor de mim. Nós dois rir e nos beijamos enquanto nos vestimos, nenhum de nós quer sair desta sala. Mas eu sei que o que espera do lado de fora será o começo de nossos felizes para sempre, e eu estou com pressa para começar. Pego na mão dela e a beijo antes de levá-la fora da sala. ─Você me fez um homem feliz - eu lhe digo, passando um dedo por sua bochecha. ─Esta é a noite mais mágica da minha vida - diz ela, subindo na ponta de seus pés para me beijar. Eu sorrio e inclino-me para baixo o resto do caminho, dando a ela o que ela quer. Então eu abro a porta e saio, indo em direção a multidão.


Capítulo 05 GISELLE

Quando saímos da sala para o salão de baile, sinto-me completamente diferente desta vez. Ele me puxa perto dele, e é como se ele de alguma forma estivesse orgulhoso de mim. Orgulho de estar comigo. Ele está de pé alto e sorrindo de orelha a orelha enquanto anda com confiança comigo no braço dele. Eu me sinto sexy, fizemos tantas coisas más antes e agora aqui estamos em uma multidão de pessoas que não têm ideia o que aconteceu. Eu me envergonho de pensar. Ele beija a parte superior de minha cabeça à medida que avançamos através da sala, deixando quem estiver olhando saber que sou dele. As pessoas viram para nos olhar, e a pouca confiança que eu estava me sentindo um minuto atrás oscila vendo todas as mulheres lindas em vestidos. Tendo, então, seus olhos seguindo cada movimento nosso, eu percebo que nem sei quem é meu homem misterioso do meu lado. ─Todo mundo está olhando para nós. Tens a certeza que minha roupa está realmente ok? Viro-me um pouco para olhar para ele. Ele para de se mover pela sala para olhar para mim. Novamente o grande sorriso em seu rosto ilumina seus lindos olhos azuis. ─Eu já disse, que você é a mulher mais linda aqui. Ele se inclina e beija suavemente meus lábios e um beijo rápido, mas doce. ─A mulher mais linda que já vi na minha vida. Minhas bochechas ficam quentes em suas palavras, e agora eu realmente posso sentir todos os olhos pra mim. ─Quem é você?


Peço, começando a pensar que talvez... ele é a razão pela qual que todo mundo está olhando. Até mesmo saindo fora de seu caminho, quando estávamos mudando através da sala. Sua cabeça se inclina para o lado. ─Você não sabe quem eu sou? Eu balanço a cabeça. ─Não sei quem você - admito. ─Provavelmente deveria ter dito que eu sou uma princesa. Meu irmão é rei Ethan Merrick. Ele assumiu o trono para o meu pai recentemente. Eu deveria ter dito algo mais cedo, mas... - deixei minhas palavras quando o calor aqueceu meu rosto mais uma vez. Seus olhos estreitaram, e me pergunto por um momento, se ele está louco, por eu não ter contado. O que fizemos seria considerado uma desgraça para algumas famílias. Uma princesa não se dá para ninguém, mas o marido que ela está destinada. Nem todos os reinos se sentem assim, mas alguns estão desatualizados. Alguns ainda têm leis sobre isso. Não sei como meu irmão se sentiria sobre saber o que eu tinha feito. Mas com toda a honestidade, não me importo. Já me preocupei bastante por toda a minha vida, e não me importa o que os outros pensam. ─Eu pensei que tinha visto todas as princesas elegíveis. Sua mão se move para o quadril e aperta. ─Você se destinada para alguém? - ele rosna tão profundo e baixo, que nem na sala cheia de pessoas tenho certeza de que sou a única que ouviu. ─Não importa. Não importa. Você é minha agora. Eu te disse. Seus olhos vagam sobre mim como se de alguma forma, procurando um lugar em mim que ele não marcou como dele. Então um sorriso se abre em seus lábios. ─Você não sabe quem eu sou e você derreteu por mim. Assim de repente. Ele balança a cabeça como se ele não acreditasse. Quem não se derrete por ele? Ele diz as coisas mais doces e não vamos esquecer sobre quão bonito ele é. ─Venha. Eu quero acabar com isso então posso te levar para casa comigo. Ele agarrou minha mão, travando seus dedos com os meus.


Ouvi sussurros ao nosso redor, à medida que avançamos. Eu pegar alguns deles e escuto as pessoas perguntando quem eu sou. Eu ouvi algo sobre um rei ter escolhido uma esposa. Eu tinha esquecido completamente por que eu estava aqui esta noite. Aperto minha mão na sua, e ele desacelera um pouco. ─Não sei se meu pai vai me deixar ir com você. Quero dizer, bem — ─Eu vou lidar com isso, meu amor. Eu mordo meu lábio ao som disso. Eu amo o jeito que ele fala comigo. Quando nós finalmente chegamos à frente da sala, uma linda mulher loira salta de sua cadeira. Seu vestido branco abraços sua linda figura. Parece que ela está pronta para um casamento. ─Senhor? - a mulher pergunta, olhando esgotada. Os olhos dela vão para mim e então se estreitam. Ela vê nossas mãos bloqueadas e parece zangada. Não sei quem ela é, mas ela não parece gostar de mim. ─Estou pronta - diz a mulher com uma voz firme, em linha reta. Então ele me guia para a cadeira que mulher de branco se levantou. ─Espere aqui, meu amor - ele disse suavemente. Sua voz suaviza depois que a outra mulher se vai, e agora há suavidade só para mim. ─Ela não gosta de mim, sussurro, olhando para a mulher atrás dele, que está enviando punhais para mim. Ele olha por cima do ombro para ela, e um sorriso doce mascara o que estava lá. ─Traga champanhe - ele ordena. Ela mantém seu sorriso no lugar e acena antes de nos deixar. Ele balança a cabeça como se isso o irritasse. Ele volta sua atenção para mim com as mãos para ambos os lados dos braços da cadeira. ─Já volto e vamos para casa. Eu tento falar, mas sua boca aterrissa na minha, deixando-me sem fôlego. Ele me dá um último olhar antes de se virar para um pequeno palco. Seu corpo parece crescer mais rígido com cada passo que dá para longe de mim. Piscam as luzes na sala, eu gostaria de saber o que está acontecendo. ─Ele escolheu você?" - pergunta uma mulher ao meu lado. Eu olho para ela. Ela é mais velha, mas o sorriso dela é gentil e ela parece animada com o que está


acontecendo. Eu olho para meu homem misterioso, que está conversando com algumas pessoas que se juntaram a ele no pequeno palco. ─Quem? - peço, voltando a olhar para ela. ─O rei - ela diz, como se eu estivesse brincando. ─Rei Karim. É então que as coisas começam a se juntar. Ele não me disse seu nome depois que pareceu chocado que não sabia quem ele era. Confusão me inunda, e eu não sei o que sinto sobre isto. Importa ele é um rei? No momento não queria saber quem ele era. Ele parecia ser tão perfeito — realmente importa? Mas hoje à noite não é sobre ele, anunciando com quem ele vai se casar? Ele é para outra mulher. O pensamento pesa sobre mim. Há uma mulher na sala esperando por ele? Existe uma princesa aqui que sabia que ele iria buscá-la enquanto ele me levava para um quarto dos fundos? Ele vai buscá-la bem na minha frente? Oh Deus, serei uma amante secreta e suja? ─Ele está para anunciar sua pretendida. Nós pensamos que seria aquela loira Nikki. Ela é aquela que está sempre com ele. Todos sempre dizem que têm uma coisa e é por isso que ele ainda não escolheu uma rainha. Ela inclina-se em como se para sussurrar. ─Porque ela não tem sangue real. Meu coração começa a bater no meu peito. Meus olhos voltar para Karim, que está profundo em uma conversa com outros dois homens. A mulher loira volta e deixa cair o copo de champanhe ao meu lado com tanta força que salta sobre a mesa e em meu vestido. Eu ouço a mulher mais velha suspirar. Eu olho para cima e vejo Nikki parece que ela quer me matar. Ela se inclina junto ao meu ouvido, e leva tudo o que tenho em mim para não me contorcer. ─ Ele pode te escolher esta noite, mas não pense que acabou entre ele e eu. Todo mundo sabe que os reis têm sua amante. Eu vou ter certeza de mantê-lo satisfeito então ele só terá uma. Bem-vinda. Com isso ela se vira e me deixa sem palavras e em choque. Eu olho para onde o Rei está de pé, e ele pisca para mim. Eu puxo meus olhos de volta para a mulher mais velha, que agora está sussurrando para a outra mulher mais velha ao lado dela. O nó na minha garganta cresce, e eu sou grata quando a luz da sala escurece e alguém toma o centro do palco para apresentar o Karim. Uso o momento para


escorregar da minha cadeira e fugir da sala o mais rápido possível, mantenho minha cabeça para baixo. Não quero saber o que está por vir, e eu preciso sair daqui agora. Chego na chapelaria, pego minha bolsa e echarpe e puxo meu telefone para mandar uma mensagem para meu pai e dizer que eu vou embora. Eu mordo meu lábio, insegura sobre o que fazer. Só uma coisa me vem à mente, e eu envio outro texto enquanto tento lutar contra as lágrimas.


Capítulo 06 KARIM

─O Rei Karim deseja informar a todos que ele escolheu uma noiva. Dentro de dois dias ao pôr do sol, seu casamento será abençoado." Há um murmúrio entre a multidão, e eu posso ver que todos estão surpresos. Eu provavelmente deveria apresentar minha futura rainha, mas eu não quero desfilar com ela no palco como um gado. Ela é mais importante para mim do que isso, e eu já estou quebrando com a tradição. Normalmente toda a realeza aguarda cinco dias antes de consumar o casamento. Enquanto isso, mal esperei cinco segundos. Meu pau rígido me lembra onde esteve com ela, no entanto, preciso dela outra vez. Meus instintos primitivos começaram a empurrar para frente, e eu sinto que meus deveres reais devem ser atendidos. Giselle deve ficar grávida e quanto mais cedo melhor. Meu reino irá vêla com meu bebê e regozijar por essa bênção. Espero pelo meu chefe de pessoal para terminar o anúncio e agradecer as pessoas no palco. Quando eu dou um passo fora dos holofotes, não vejo Giselle sentado na cadeira onde eu a deixei. ─Parabéns, Karim, - Nikki diz, aparecendo na minha frente. Passo com ela indo até a mesa onde eu deixei Giselle. ─Onde ela está? - pergunto as senhoras mais velhas que estavam sentadas com ela. ─Ela se foi, sua Alteza - diz uma delas enquanto inclina a cabeça. Eu me viro, e Nikki está de novo em meu caminho. ─Ela abandonou você. Ah, isso deve ser horrível. Gostaria de ajuda para encontrá-la?


─Saia do meu caminho - ordeno, sentindo o calor subir para o meu pescoço quando passo perto dela. Nikki é filha de um amigo do meu pai. Eu acho que ela tinha esperanças de casar-se comigo um dia, mas eu vi isso há muito tempo. Nikki é uma alpinista social, e para ela eu sou o Monte Everest. Ela seria mais do que adequada para um duque ou Barão. Mas ela não aceitaria o segundo lugar, e tenho certeza que depois que ela percebeu o que eu pretendia anunciar, foi um golpe para o seu ego. Contratei-a como minha assistente, como um favor, mas agora realmente estou vendo o erro da minha decisão. Nenhuma boa ação e tudo mais. Quase corro para a frente e paro na recepção. Olho ao redor e, em seguida, peço ajuda ao atendente. Ele me diz que a viu há cerca de dez minutos, mas ela pegou sua bolsa e echarpe e se foi. Sentindo pânico, chego no meu bolso para o meu telefone para que fazer algumas chamadas. Eu sei que vou encontrá-la, mas estou começando a me preocupar porque ela foi embora. Algo deve ter acontecido. Quando eu me viro de volta, Nikki está ali apoiado em uma parede coberta de veludo escuro. Seu vestido branco é um contraste severo contra ele, e ninguém poderia não vê-la. ─Não se preocupe, Karim. Eu estarei aqui quando estiver pronto. Ela caminha até a mim... e coloca uma mão no meu peito. Ela nunca se comportou assim antes, e só posso atribuir isso à notícia de meu casamento iminente. Ela se inclina um pouco e abaixa a voz. ─Você sabe, nem todas as mulheres são capazes de suportar a semente real. De repente, minha pele está coçando e dou um passo pra atrás dela. ─Zion! Grito, e meu chefe de segurança caminha ao virar da esquina. Ele nunca está mais do que alguns passos de mim. ─Leve Nikki para fora do palácio. ─Sim, Alteza. Boca da Nikki cai aberta em estado de choque, ela range em protesto quando ele faz um movimento e três guardas aparecem para levá-la para fora. Um leva-a pela parte superior do braço e ela empurra livres de seu aperto. Então ela começa a lhe repreender enquanto eu ando longe da cena, sentindo Zion nos meus calcanhares.


Eu estou sem tempo e sem paciência para isto agora. A única coisa na minha mente é encontrar minha princesa e trazê-la de volta aqui. De volta para casa. ─Preciso saber o endereço da mulher com quem eu estava. A futura rainha. Eu não elaboro porque Zion é o melhor dos melhores. Ele é pago generosamente pelo trabalho que ele me fornece, então ele sabe exatamente com quem estava esta noite, provavelmente antes mesmo que eu fizesse. E ele teve os olhos nela desde que eu pisei fora da sala com ela no meu braço. ─Temos um carro esperando lá fora para o que precisar, senhor. Saio para o ar fresco da noite e caminho para o SUV preto que está esperando com sua porta dos fundos aberta. Como suspeitei, ele antecipou meu próximo passo e planejou com antecedência. ─Conseguimos a gravação das câmeras do táxi que a levou. Estamos rastreando através de circuito fechado de televisão e identificaram um local ao sul daqui. ─Excelente - digo, ficando na parte de trás do carro e ligando o monitor na minha frente. Um farol aparece na tela quando Zion sobe no banco da frente e diz ao motorista para onde ir. Há outro SUV na frente de nós e um atrás de nós. O rei não vai a lugar nenhum sem a guarda. E proteger a rainha é parte desse acordo. Ela pode ter tido medo e corrido, mas vou encontrá-la. Não há lugar na terra onde ela está fora do meu alcance, não há canto escuro onde ela pode se esconder. Olho para o farol, observando-o tentar se afastar de mim. Me certifico de que Zion está virado para frente. Tiro a calcinha do bolso, colocando-a no meu nariz e cheiro a mistura do nosso amor, fazendo uma tentativa de me controlar. Nós estamos fechando a distância, mas ela tem muita vantagem, e eu não sei quanto tempo nós seremos capazes de manter o sinal. ─Sua Alteza, perdemos o sinal - diz Zion, e vejo o farol desaparecer. ─Vou rastreá-lo para o último local que recebemos. Nós a encontraremos. Eu mantenho meu punho cerrado minha boca quando eu olho pela janela e vejo a floresta escura passar. ─Esqueci-me de dizer a Giselle o quanto eu adoro caçar.


Capítulo 07 GISELLE

Eu fungo enquanto corro minha mão ao longo do meu nariz, tentando me obrigar a parar de chorar. Mas as lágrimas estúpidas não param de chegar. Não me lembro de alguma vez ter chorando desse jeito na minha vida. ─Desculpe por que eu aparecer assim. Eu sei que é tarde - digo a minha irmã no meio de um soluço. Ela me puxa para um abraço apertado, tentando me acalmar. Já estou aqui há dez minutos e não consegui colocar realmente uma palavra para fora. Seu marido saiu quando eu cheguei aqui, e nos deixou sozinhas. Acho que uma mulher chorando, aparecendo em sua porta foi algo para sua esposa cuidar. ─Você é sempre bem-vinda aqui, não importa o quê. Espero que você saiba disso, Giselle. Abraço ela de volta, me sentindo um pouco melhor. Quando fugi este foi o primeiro lugar que pensei em vir. Eu sabia que não podia ir para casa. Se Karim fosse atrás de mim, o primeiro lugar que ele iria é para casa do meu pai. ─Qual é seu nome? - ela sussurra no meu ouvido. Eu inclino pra trás e olho para aqueles olhos verdes iguais aos meus. É a única semelhança entre nós. Ela puxou o lado do meu pai mais do que eu, enquanto sou idêntica à nossa mãe. ─Você tem desgosto escrito sobre você, querida. Eu tenho duas irmãs e um irmão, os quais são muito mais velhos do que eu. Eu sempre fui mais próxima da minha irmã mais velha, Melanie, que assumiu um papel maternal comigo. Nossa mãe nunca foi do tipo maternal e tem sido a um longo tempo. Ainda me confunde que uma mulher que realmente não queria crianças


tenha tinha quatro delas. Mas eu agradeço que tenho Melanie, porque ela é exatamente o tipo de mãe que quero ser. Eu balanço a cabeça, meu olhar caindo para o meu colo e brinco com meus dedos. É algo que faço quando estou tentando evitar um tópico. Ou eu estou nervosa. Eu nunca falei sobre o meu futuro com ela antes, e não sei o que ela vai pensar no que aconteceu esta noite. ─Vamos, me diga quem é. Eu deixo sair um pouco e olho para ela. ─Rei Karim. Ela solta um pequeno suspiro, e coloca a mão sobre a boca como se estivesse em estado de choque. Isso me faz pensar que talvez não devesse ter dito o nome dele. ─O quê? Digo, me sentindo um pouco mais em pânico agora. Eu já estava pirando, e é por isso que eu corri para começar. Algo dentro de mim me fez ter um pressentimento que eu seria de Karim se quisesse ser ou não. Ainda posso sentir a rigidez de sua libertação dentro de mim em minhas coxas. A doçura desse sentimento está muito longe. Agora sinto-me suja. Como se ele me desse algo que não era tão especial como eu tinha pensado que era. Que eu não era tão especial como ele me fez sentir. ─Todo mundo tem falado sobre ele, isso é tudo. Eu pensei que ele ia casar — Levanto minha mão, não querendo que ela para termine essa frase. Sim, eu sei que ele estava planejando se casar. Não quero pensar nela. Ou o fato de que ele tão facilmente empurrou ela de lado para me escolher, uma coisa que eu acho que ele fez só por causa do que tínhamos feito na sala privada. E depois de descoberto que eu era uma princesa. Era seu dever. ─Bem, ele pode se casar com ela por tudo o que me importa. - mal consigo as palavras antes de eu irromper em lágrimas de novo. Minha irmã agarra-me e puxame em outro abraço ─Deus, eu sou um idiota. ─Você e ele tiveram algo especial? Quando não respondo ela toma meu silêncio como confirmação.


─Foi ao baile esta noite com o pai? Ela puxa para trás para olhar para mim, o rosto dela é duro e com raiva. A mamãe Ursa dentro dela está saindo. ─Ele anunciou que ia casar com outra mulher esta noite na sua frente? Ela meio que grita a pergunta, e eu balanço a cabeça. Ela me encara por um momento, e a raiva dela se derrete na confusão. ─Ele anunciou que ia casar com você? - ela não entende por que estou chateada, e tenho vergonha de dizer a ela. ─Eu acho? - é a única resposta que posso reunir. Eu tremo porque não estou totalmente certa do que aconteceu depois que eu saí. Eu não queria ficar e descobrir, mas se o que disse a loira, Nikki, era verdade, então ele ia dizer que estávamos nos casando. Mas não foi o casamento que eu queria. Sempre esperei por um homem entrar na minha vida e varrer-me fora de meus pés. Pode parecer bobagem, mas eu queria o conto de fadas. Talvez Nikki ainda ia querer ele, e se assim for, ela pode ficar com ele. Não quero ser a segunda opção. ─Gigi - minha irmã empurra. ─Não seria um casamento de verdade. Quer dizer, acho que seria, mas nem todas as rosas e corações. Não o amor felizes para sempre que eu quero. Ela deixa sair um pequeno suspiro, e sei o que está por vir. Não suporto ouvir isso. Não agora. Não depois do que aconteceu esta noite. ─Por favor, não - digo a ela. Não suporto ouvir o que todo mundo sempre diz. Eu sei que eles tem boas intenções e provavelmente estão certos, mas já tenho o suficiente com que lidar agora. ─O casamento não é fácil, Gigi. A vida não é tudo — ─Eu sei! - grito para ela. As sobrancelhas dela sobem em choque porque nunca gritei em alguém. Eles gostam de dizer que eu vivo na terra dos doces onde tudo é macio e doce e eu não entendo o que é o mundo real. Todos acham que eu preciso crescer. Talvez eles estejam certos. Eu saí de minha pequena bolha por um dia e veja o que aconteceu. Então Melanie sorri pra mim.


─Parece que você tem um pouco de fogo em você. Nunca vi isso antes, mas eu gostei. Mais uma vez deixo meus olhos caírem até meu colo. Não me sinto como se eu tivesse qualquer fogo em mim. ─Você vai precisar dele, Gigi. Se o rei quer vir encontrá-la, então nós não podemos detê-lo. Ela se levanta e caminha até a janela da sala. Olha antes de virar para olhar para mim. ─Estamos na terra dele aqui. Casei com um empresário e desisti de qualquer título real que tive. Ele é seu rei, e eu não posso impedi-lo de vir aqui. ─Ele não é meu rei – resmungo, gostaria que fosse verdade. Isso é parte do problema. Parece que o homem que escolhi para ser meu rei pertencem a outros também. Que nenhum de nós antecipado é que sou a caçula da minha família e eu não sou boa em compartilhar. Nunca houve ninguém com quem compartilhar, assim eu nunca aprendi como. Que só me faz mais possessiva sobre Karim. E o fato de que eu não era sua primeira escolha só me deixa ainda mais amarga. ─Se ele quer você, então você é dele. Eu pular do meu lugar. ─Vou chamar Ethan! Digo-lhe, correndo sobre o telefone. ─Dormiu com ele? - faço uma pausa em suas palavras, o telefone no meio do caminho para o meu ouvido. ─Não que isso importe. Nós sabemos que nosso irmão concordaria com um compromisso com Karim, assim como o nosso pai. Tal união seria do interesse de ambas as nossas famílias. Na verdade, acredito que não muito tempo atrás o Ethan tentou casar a Megan com ele. Raiva me inunda com o pensamento de minha outra irmã com Karim. ─Ele recusou a oferta - acrescenta. ─Não aceitou nem uma reunião. Ela me dá um olhar orgulhoso. ─Tenho a sensação que você dormiu com o rei Karim. Então se eu fosse você, eu iria me acostumar com a ideia de ser dele.


─Você me entregaria tão facilmente? Sabendo que eu não queria ir? - não entendo. Melanie foi sempre tão protetora a mim, mas está sempre dizendo pra crescer, também. ─Claro que não. Se você quiser correr, eu vou te ajudar. Mas Gigi, você acha que estar em fuga é algo que você poderia lidar? Sozinha? ─E a criança crescendo na barriga? Eu suspiro quando ouço a voz de Karim. Eu volto para vê-lo em pé na porta de entrada com o marido da minha irmã atrás dele. Karim está diferente agora. Seus olhos azuis não são mais brilhantes e cheios de emoção. Agora eles estão treinados em mim com um olhar duro e perigoso. Ele é como um predador atrás de sua presa. Fico um passo para trás e vejo que suas narinas se alargaram com meu movimento. De repente ouço a voz do meu pai em minha cabeça. Ele sempre nos disse para nunca corrermos se nos deparamos com um urso na floresta. O urso vai sempre te pegar. O casaco do smoking do Karim já se foi, e as mangas estão arregaçadas. Os primeiros botões da camisa dele estão abertos, e dá pra ver a pele bronzeada de seu peito. O cabelo dele está um pouco selvagem agora, e eu tento lembrar se fui eu que fiz isso com ele ou se foi ele mesmo. O pensamento faz um pouco de calor aquecerem minhas bochechas quando lembro a sensação de seus cabelos entre meus dedos. ─Não vai levar minha irmã com você neste estado. É muito claro que você está com raiva. Talvez você devesse voltar amanhã depois que todo mundo tiver acalmado, Vossa Alteza. - minha irmã disse suavemente, como se ela está tentando aliviar uma fera sem irrita-lo. ─Nada vai me impedir de sair com ela. Os olhos dele caem sobre a Melanie. ─Esta noite. Suas palavras são definitivas, e não há espaço para argumento. ─Stanley - minha irmã diz, chamando o marido. Ele dá um passo em frente, mas não sei muito o que Stanley pode fazer. Ele não é páreo para Karim. Tensão e raiva enche a sala, e me deixa incomodada. Odeio brigas. Faz mal ao meu estômago. Eu decidir pôr um fim a isto e caminho em direção a Karim. Os olhos dele voltam pra mim, e parecem suavizar quanto mais perto eu chego. Coloco minhas


mãos no peito dele e posso senti-lo liberar uma respiração profunda. É como se ele tivesse se segurando desde a última vez que eu toquei nele. ─Por favor não se zangue. Eu vou com você. ─Você estava chorando - diz ele, estudando meu rosto. Uma de suas grandes mãos vem até minha bochecha. O polegar passa ao longo dela. Suas palavras são tão macias, nada como antes. ─Vou ir - tento de novo, não querendo admitir que eu teria chorado. Um sorriso puxa em seus lábios. ─Eu sei que você vai - ele disse antes de me levanta em seus braços e a passos largos sair pela porta da frente.


Capítulo 08 KARIM

─Por que não me disse que ia casar com aquela mulher? Giselle me pressionava quando as bochechas dela viram um doce cor de rosa. Puta que pariu, ela é adorável mesmo quando está brava. Não sabia que tal perfeição poderia existir, mas aqui está ela, muito chateada comigo, e tudo o que eu quero fazer é beijá-la até suas bochechas fiquem rosadas por um motivo diferente. Eu estendo a mão e aperto o botão que sobe o vidro que nos separa de Zion e do meu motorista. Eu quero tudo para mim. ─Nikki"? Pergunto, olhando para ela uma vez que o vidro de privacidade está fechado. Alívio goteja lentamente através de mim. Tê-la de volta. Eu vou ter que ter mais cuidado. Ela escorrega muito facilmente pelos meus dedos. Uma coisa preciosa assim deve sempre ser mantida ao seu alcance. ─A garota que você ia se casar. Como você pode fazer isso? Como você poderia escolher uma mulher e depois mudar de ideia? Isso não é justo, Karim. Seus olhos estão cheios de tanta emoção e tristeza, me mostrando que ela não é como qualquer outra mulher lá fora. A maioria das mulheres que vi iria desfilar e pisar na outra pela chance de casar com um rei. Não, não minha Giselle. Ela é macia e doce e provavelmente acredita em contos de fadas. Eu poderia mesmo começar a acreditar neles, depois desta noite. ─Quem disse que eu ia escolher Nikki como minha rainha? Raiva jorra através de mim, que ela de alguma forma poderia acreditar que sou capaz de tal decepção, mas lembro-me que ela não sabia quem eu era. Mas eu pensei que ela sentiu o que eu senti. Eu sei que ela fez. Eu vi nos olhos dela. Só


resta uma opção. Alguém plantou esse pensamento na sua linda cabecinha. Sim. Eu definitivamente teria de mantê-la perto. Não quero que encham de ódio as orelhas dela. Preciso proteger essa inocência que ela tem com ela. ─A mulher na mesa. E Nikki insinuou isso. - seu lábio inferior treme e eu quero beijá-lo. Ela está longe de mim, e não suporto a distância que ela está tentando colocar entre nós. Eu estico e agarro sua cintura, puxando-a para meu colo e fazendo-a olhar para mim. Preciso de seus olhos em cima de mim. Seu cabelo castanho, agora flui livremente, caindo em onda lustrosas entre nossos corpos. ─Nikki é a filha de um amigo do meu pai. Eu nunca... nunca vou ter sentimentos românticos por ela. Não tenho sentimentos amigáveis para ela. Ela é fria e calculista. Isso não é o tipo da rainha que meu povo precisa. Isso não é o tipo de rainha que eu preciso. Nunca toquei nela. ─Então o que foi esta noite? Deveria escolher uma noiva. Seus olhos descem para o seu colo onde ela começa a remexer os dedos. Pego suas mãos e as trago para os meus lábios. Eu beijo seus dedos, tentando fazê-la relaxar. Os olhos dela voltam para o meu. Não há mal em seu olhar e eu gentilmente escovo meus dedos em toda a bochecha para tentar diminuir um pouco da dor dela. ─Estava a tentar apaziguar o meu conselho, mas eu não tinha intenções de realmente anunciar uma noiva. Eu pensei que eu poderia, mas no fundo eu sabia que não podia continuar com isso. A intenção era meramente apaziguar as pessoas e dar-lhes esperança que eu finalmente estava tomando uma esposa. Eu inclinei-me e coloque um beijo suave na bochecha onde estavam os meus dedos. ─Eu nunca esperei que entrasse no meu palácio. Na minha vida. Uma centelha de esperança ilumina os olhos dela, e eu continuo. ─Meus pais não tinham conhecido um ao outro até o dia do seu casamento. E ainda assim eram o casal mais feliz e mais amável que eu já conheci. Eu queria isso para mim e para minha rainha. ─Isso é loucura. Coisas assim não são reais!


Ela morde o lábio, e eu posso ver que ela não acredita no que ela está dizendo. Há uma pergunta na voz dela, me implorando para refutá-la. ─Tudo é possível, princesa. Especialmente quando sou eu quem faz as regras. Isso tira um sorriso dela. ─Minha família acha que eu vivo muito em uma bolha, que as coisas não são tão doces no mundo. ─Eu passarei minha vida certificando-me de que tudo seja doce para você. Gostaria de certificar que nada estoure a bolha em que você está. Contanto que você me deixe nela com você. Ela me olha com tanta esperança nos olhos, mas começa a tocar os dedos novamente. Eu os agarro e os esfrego, tentando acalmá-la. ─Veio atrás de mim porque eu poderia estar carregando um seu filho? Ela é tão delicada e inocente. Como ela não pode ver seu verdadeiro valor? Que um homem não a roubou por si já é minha sorte. Não sei o que fiz para ela cair no meu colo, mas eu estou agarrando ela e nunca deixando de ir. ─Minha Giselle, eu te encontraria, não importa se você tão generosamente me desse seu corpo ou não. Você poderia negar meu toque por mil anos e ainda estaria a seus pés, à espera, na esperança que um dia você me concedesse o prazer. Eu sou seu, e eu devo estar com você, não importa onde você se esconda na terra. Todo o seu rosto se acende, e o medo que ainda persistia quando eu a perdi por algumas horas se esvazia enquanto mergulho nessa doçura brilhando para mim. ─Você realmente quer se casar comigo? esperança impregna as palavras dela. ─O casamento é apenas parte do que eu quero com você, princesa. Seguro a mão dela e beijo o centro da palma, então trago o pulso para meu nariz para sentir o cheiro doce e delicado dela. ─Quero te fazer a rainha do meu reino. Quero plantar a minha semente e te dar meus filhos. Eu quero possuir sua alma dentro do minha e ser o centro do seu universo, para que você confie em mim e mais ninguém para tudo o que você quiser. Para que você nunca pense em fazer mais do que um passo longe de mim. Eu sou egoísta quando se trata de seu amor, e não vou compartilhar isso. ─Amor?


Seus olhos verdes brilhantes estão à espera, suplicando-me dar-lhe o que seu coração quer. É a mesma coisa que o meu quer, então é fácil para entregá-lo. ─Eu te amo, princesa Giselle. Seja minha, seja minha rainha. Para sempre. ─Eu amo você também, Karim - ela diz e lança seus braços em volta do meu pescoço.


Capítulo 09 GISELLE

Eu o seguro apertado, incapaz de deixar ir. As mãos dele passam por minhas costas e então começam a brincar com o meu cabelo. Pela primeira vez em muito tempo, sinto que realmente estou onde eu pertenço, com alguém que não se importa se eu olhar para o mundo através de um óculos cor de rosa. Ele não está me pedindo para mudar, ele só me pediu para deixá-lo a estar comigo. Deixei todas as coisas que ele disse afundarem em mim. Enterro meu rosto no seu pescoço, inspirando. Ele me ama. Minhas irmãs me diria para questionar. Que é louco cair no amor com alguém em apenas algumas horas, mas não me importo. Eu sei que é amor verdadeiro, porque eu sinto o mesmo por ele. Isso é o que este sentimento tem de ser. É por isso que eu o deixei me levar mesmo sem saber quem ele era. Parece que já o conheço toda a minha vida. Nunca quero deixar a segurança de seus braços. Eu tento deixar de lado todas as coisas que eu sei que minha família diria. Não quero isso me tire este momento especial. Eu quero desfrutar cada segundo de nossas vidas juntos e não gastá-lo insistindo sobre o que os outros possam pensar. Eu sinto o carro finalmente parar, apenas agarro-lhe mais apertado. ─Não quero te deixar ir - sussurro para ele. Não sei onde estamos, e para ser honesta, eu não me importo. Eu quero ficar onde estou. ─Ninguém disse que era preciso - ele diz antes de eu ouvir a porta se abrir e o ar fresco cumprimentar meu corpo. Karim desdobra-se na parte de trás do carro comigo ainda embrulhada firmemente em torno dele. Ele traz as minhas pernas em volta da sua cintura, para


me segurar. Ele vira a cabeça para me beijar e desliza as mãos sob meu pescoço para obter uma melhor preensão de mim. ─Senhor? - escuto alguém dizer, e recuo um pouco para dar uma olhada em um homem mais velho perto de nós. Ele tem um cabelo branco puro e está em um uniforme de mordomo. Instantaneamente, eu sei que devemos estar no palácio. ─Albert - Karim disse em resposta. ─Eu vou preparar o quarto de hóspedes?" Posso ouvir a pergunta em voz do Albert, como se ele estivesse inseguro sobre o que fazer. Ele rouba um olhar curioso para mim. ─Isso não será necessário. Karim continua andando, e o mordomo segue como os seguranças do carro. Eu assisto por cima do ombro de Karim, espreitando como um dos seus seguranças nos segue subindo as escadas com um sorriso nos lábios. Mas quando entramos na casa, ele não vem. Ele para e se segura a porta, fechando-a. Só Albert nos segue. ─Eu preciso que você pegue leite com chocolate, marshmallow, uvas, framboesa queijo de cabra e biscoitos na cozinha. Olho para Karim, que está carregando-me como se eu não pesasse nada e indo pelas escadas, duas de cada vez. Ele listou fora todas as minhas comidas favoritas. Às vezes posso ficar dias só comendo essas coisas. ─Me desculpe, amor. Não sei que tipo de biscoitos que você prefere Minha boca fica aberta. Como pode ele saber isso? ─Consiga uma caixa de cada tipo. ─Claro, Alteza. Eu olho para Albert, que está tomando notas num bloco enquanto ainda nos segue. ─Ninguém entra na minha ala do palácio sem meu consentimento. Nunca mais. Não me importo se é você ou uma empregada. Quero dar a aprovação sempre que abrir a porta - Karim diz quando ele abre a porta que leva a um longo corredor. Albert para à porta, a acena, um sorriso, formando em seu rosto. ─Claro, sua Alteza - diz ele, fechando a porta atrás de nós quando Karim mantém seu ritmo.


Ele passa por porta após porta até que ele chega no fim do corredor e ainda um outro conjunto de portas duplas. Ele arremessa-as abertas, mostrando um quarto enorme com uma cama no centro. É maior do que qualquer cama que eu já vi. Ele joga nela, me fazendo rir enquanto afundo em sua maciez. Ele se volta para as portas, as fecha, e ouço um bloqueio estalando. Ele me observa quando levanto-me de joelhos, querendo admirar o homem que vai ser meu marido. Eu sorrio enquanto ele tira fora a camisa dele, e meu corpo aquece novamente. Tal como fez da última vez fiquei presa numa sala sozinha com ele. ─Enquanto eu a estava procurando, consegui toda a informação sobre você que eu poderia encontrar. Mesmo mandando alguém para sua casa para garantir não perdi nada. - ele olha mais para o lado do quarto, e eu segui sua linha de visão. Eu vejo um monte de coisas do meu quarto. Livros, maquiagem, bichos de pelúcia e pilhas das almofadas com desenhos doodle que eu adoro. ─Você mudou minhas coisas para cá? ─Tudo, exceto suas roupas e móveis. Eu não gosto da ideia dos meus homens tocando suas roupas, então mandei deixar para trás. Vamos pegá-los depois, ou eu vou te dar todas coisas novas. Eu mordo meu lábio sem saber o que dizer. Ele vagueia em direção a cama. Não sabia que um homem tão grande poderia mover-se tão facilmente, mas isso me faz pensar de um leão se movendo em direção a algo que ele está prestes a reivindicar como seu próprio. ─Estou te assustando? - indaga quando ele chega no fim da cama. ─Não acho que eu posso diminuir. Talvez se você não tivesse fugido de mim... eu poderia. Mas quando você fez isso, você despertou algo dentro de mim que nem eu sabia que estava lá. Isso está me consumindo, e tenho a sensação que não vai parar até você consumir também. Até ele saiba que você nunca vai fugir de mim novamente. Até ele saber que está ligada a mim em todos os sentidos. Eu desço e rastejo em direção a ele, não tenho medo dele em tudo. Quando eu chego ao fim da cama eu espero. Eu gosto da ideia de que eu tinha o poder de despertar algo dentro dele. ─O que precisamos fazer para que isso aconteça?


Pergunto quando sento em meus joelhos. O tule do meu vestido está amontoando ao meu redor. ─Mostre-me que é minha. Fique nua para o seu rei. Suas palavras enviar uma emoção através de mim. Ele pertence a mim tanto quanto eu pertenço a ele. Eu mergulho um ombro e deixe a alça cair. Então eu chegar para a outra, deixando a parte superior do meu vestido cair abaixo de meus seios. Alcanço e escovo suavemente o cabelo para trás para lhe dar uma visão melhor. Seus olhos azuis brilhantes viajam por cima de mim, e eu quero dar-lhe mais. Eu gosto de ver que os olhos dele ficam mais escuros com a necessidade. Eu chego para baixo e deslizo minha saia até minhas coxas, abro as pernas mais distantes para ele. Ele solta o fôlego, e o som fundo do seu peito enche o quarto. Ele cai de joelhos na minha frente, os dedos dele indo para minhas coxas. Eu assisto como ele traça os restos da sua marca, que ainda estão nas minhas coxas desde a primeira vez que fizemos amor. ─Você está ferida? - indaga, e então eu vejo uma pequena mancha de sangue na minha coxa. ─Eu não diria ferida – admito ─Dolorida. Tento me mover mais perto do final da cama sem cair. Tive algumas dores antes, mas isso já vai longe, e esta necessidade dolorida substitui todo o resto. Sua boca está tão perto de mim, e eu a quero em mim. A dor está se transformando em um pulsar. Posso sentir meus mamilos apertarem ainda mais. Ele se inclina um pouco mais, beijando levemente uma coxa então para muda para outra. Não posso tirar meus olhos longe dele de joelhos diante de mim, beijando-me tão suavemente. Tão docemente. ─Karim - sussurro. ─Me chamam de rei. ─Meu rei. Por favor. Eu preciso de você. Um som de rosnado ecoa pelo quarto, e a boca dele está em mim. Volto para a cama, minhas pernas se espalhando toda para ele. Suas grandes mãos agarram meus quadris, os puxando até a borda da cama, enquanto ele começa a me devorar. Parece que a boca dele está em todo lugar, e eu grito pela forma que ele me leva ao limite, mas ele não parou. O prazer torna-se demais. Eu tento me afastar, mas seu


domínio é inquebrável enquanto ele continua me comendo, me enviando para outro orgasmo ainda mais intenso do que o último. ─Acho que não aguento mais - eu ofego, nem tenho certeza se eu estou juntando as palavras corretamente. ─Não consigo parar. Você tem o gosto de nós dois. Você sabe que me pertence - diz contra mim antes de voltar a fazer amor com o meu corpo com a boca. Minhas costas saem da cama quando eu me sinto outro orgasmo me rasgar, antes mesmo que consiga me recuperar.


Capítulo 10 KARIM

─Foda - gemo durante o sono. A sensação de calor úmido no meu pau me acorda, e a visão quando abro os olhos para quase me mata. Giselle desliza sua boceta molhada no meu comprimento e então se senta, pressionando-me com todo o peso dela. Chego, levando seus seios exuberantes em ambas as mãos e beliscando os mamilos dela. ─Gosto de te acordar - ela disse enquanto ela gira os quadris. ─Gosto de você me acordando. Eu reclamo para a sensação da sua buceta apertada envolvida em torno de mim. Minhas bolas doem para gozar dentro dela, e eu não sei quanto tempo vou aguentar. ─Mais duro, doce princesa. Não vou durar muito tempo. Dirijo as minhas mãos para baixo em seu estômago e quadris arredondados. Ela morde o lábio e balança a cabeça quando começa a mover o corpo completo, macio em cima de mim. ─Por favor - geme fechando os olhos. Não consigo olhar para ela enquanto ela faz isso, então eu tento pensar de beisebol ou algo além da deusa cavalgando meu pau. ─Você vai me matar. ─Eu gosto de fazer você perder o controle. Há calor nas palavras dela, e eu cerro os dentes, não tentando imaginar seu cabelo castanho-mel caindo ao seu redor em ondas. ─Eu não posso... - sufoco enquanto aperto seus quadris com força e abro os olhos.


Olho fixamente a visão mais linda que já vi enquanto gozo dentro de seu ventre, enchendo-a com o que ela estava tentando me roubar. Posso sentir o bater do meu coração nos meus ouvidos quando eu rujo com satisfação com a liberação da minha noiva. Minha princesa. Quando para o último pulsar no meu pau, eu respire fundo e tento falar com o meu coração. Seu sorriso me faz rosnar e nos viro para colocá-la em baixo mim. ─Você ama isso, não é? Digo, dando-lhe um sorriso perverso quando eu meto o meu comprimento duro nela. O gozo pegajoso se espalha entre enquanto ela toma de mim. ─Quase tanto quanto eu amo você - ela disse, beijando meu peito. Cerro os dentes, porque a sensação de sua boca em mim me deixa louco. E a metade inferior do meu corpo toma conta e começa se me mover em cima dela. ─Preciso que você seja minha - digo, colocando meu peso sobre ela e enterrando meu rosto em seu pescoço. ─Sim, rei. Eu sou sua - ela enrola as pernas na minha cintura e eleva os quadris para mim. A sensação do seu corpo quente sob meu está deixando meus instintos animais. Mas ainda há uma parte de mim que sabe ser gentil com meu precioso amor e certifica-se de que o prazer dela sempre vem em primeiro lugar. Toco entre nós, sinto a espessura do meu pau deslizando dentro e fora de sua buceta linda. Passo meus dedos através de nossa paixão e os levo sobre o clitóris dela. ─Se você gozar e depois levar minha semente seu corpo fará um bebê forte e saudável. Um herdeiro concebido em paixão governará com virtude e força. Criaremos a vida que irá governar meu reino e abençoar nosso casamento". Tomo os lábios em um beijo feroz, quando sinto o seu corpo responde ao meu toque. Eu lentamente coloco cada polegada de mim dentro e fora dela, acariciando o clitóris dela. Duro, a pérola pequena está implorando pela minha língua, e eu vou dar a ela uma vez que ela tome minha liberação. Ela estremece sob o meu comando, e então ela fecha os olhos e joga a cabeça pra trás. Ela perdeu para o prazer, e eu assisto como rubor floresce em seu peito e seu pescoço.


─Karim - ela geme, e suas mãos se agarrando ao meus ombros enquanto goza no meu pau. Eu posso sentir os sulcos de sua libertação, movo minha mão da buceta para os quadris e a mantenho quieta enquanto derramo meu esperma dentro dela. O pulsar do meu pau bate no mesmo ritmo que sua boceta, e encosto minha testa na dela quando gemo lançando fora minha semente. Ondas de calor passam nas minhas costas e fora do meu pau. Cada músculo do meu corpo se bloqueia apertado, e é a primeira vez, tudo de novo. Minha visão borra, e eu tenho que preparar para que eu não esmagá-la. ─Uau - ela exclama, e há uma pequena risadinha a voz dela. ─Exatamente - digo, levando seus lábios num beijo doce e lento. Ficamos nessa posição por muito tempo, só beijando e acariciando um ao outro. Não quero puxar para fora, e ela não parece estar com pressa para me tirar dela. ─Existem planos para ser feitos, princesa - digo, esfregando meu nariz contra a dela. ─O que você quer dizer? - ela sorri para mim com curiosidade genuína, e eu balançor a cabeça, inclinando-me até beijar um dos seios. ─Você tem um casamento para planear, minha Giselle. Eu tomo um mamilo na minha boca e deixar sair com um pop. ─Eu pessoalmente não tenho nenhum cuidado no mundo sobre um casamento formal. Mas tenho certeza que você gostaria de ter algo de bom. ─Mmmmm? - ela murmura, suas pálpebras semiabertas. Mudo minha boca para o outro seio e dou o mesmo tratamento. ─Amanhã é o tempo que eu vou te dar. E não vou esperar mais um dia. ─Amanhã? - a voz dela está um pouco chocada dessa vez, enquanto ela tenta se sentar. ─Relaxe, princesa. Eu tenho bastante servos e dinheiro para fazer todas as coisas possíveis. Seu desejo é uma ordem. Tudo que você precisa fazer é pedir e ele aparecerá. ─Mas eu não sei nada sobre casamentos. Não quero parecer uma boba. - Há um olhar de tristeza nos olhos dela, e não gostei.


─Tudo que você fizer será perfeito. Cada escolha que você fizer será lei da minha rainha, e ninguém ousaria pensar menos disso. Você é gentil, e amorosa e aqueles que testemunharão a nossa bênção vão ter sorte de estarem presentes. Ela pensa em tudo e corre os dedos pelo meu cabelo. ─Você é perfeito, sabe? ─Eu te amo, Giselle, e não quero desrespeitar a sua família. Mas te deixaram sair do meio do nada com um pai que não era muito sociável, um irmão que sabia como governar, uma mãe que abandonou você e irmãs que casaram logo que eles podiam. Ela vira a cabeça para fora, mas eu pego o queixo dela a faço olhar para mim. ─Você é especial, princesa. Você é única, e eles não a viram como eu. Eles não significam nada para mim porque eles não se importaram com você do jeito que eles deveriam ter se importado é por isso que eu nunca os perdoarei. Você se saiu maravilhosa apesar deles, não por causa deles e por isso não vou procurar vingança contra sua família. Mas não vou permitir que pense por um segundo que você não é digna de tudo o que lhe é devido. Você vai se sentar ao meu lado no trono e mostrar ao meu reino que uma verdadeira rainha. Coloco um beijo suave nos seus lábios e enxugo uma lágrima perdida. ─Uma rainha que tem um coração puro e corajoso. Uma rainha que é gentil e leal ao seu rei. Isso é o que eu quero que meu povo veja. E amanhã ao entardecer, vou apresentá-la a eles. E vai ser o momento mais feliz da minha vida." ─Como consegue ser um brutamontes, mas diz as coisas mais doces? -ela esfrega as mãos no meu peito, quero ronronar com sensação. Eu amo quando ela me faz carinho. ─É fácil louvar a mulher que eu amo. Você merece tudo o que seu coração deseja. - beijo a ponta dos seus dedos, e seus olhos verdes brilham. ─Diga-me algo que possa fazer por você. Ela finge que pensar por um segundo e depois sorri para mim. ─Estou com fome" Sorrio e beijo meu caminho para baixo de seu corpo antes de eu parar na barriga dela. Odeio deixar seu calor, mas devo atender suas necessidades antes da minha.


─Devo alimentar você - digo para a pele sensível apenas acima de sua buceta. Ela ondula debaixo de mim, sento e tomo um momento para olhar para a visão. Minha noiva perfeita, linda. Eu não posso esperar para fazê-la minha rainha.


Capítulo 11 GISELLE

Me movo e giro no espelho, me olhando. Eu assisto o fundo do meu vestido iluminado o suficiente para ver meus saltos gatinho. ─É um pouco demais, não acha?" - diz a mulher que trouxe os vestidos para eu experimentar. Ela trouxe os outros que eu pedi. Eu acho que ela o fez na esperança que eu escolheria outra coisa, mas quando as prateleiras foram levadas para o quarto fui direto para esse. O sorriso cai do meu rosto quando olho no espelho novamente. Eu pensei que era perfeito. O vestido dourado é feito de seda, e duas fitas em meus ombros seguram o vestido no lugar. O topo é apertado, moldando até a cintura, onde várias camadas de tecido são intercaladas com pequenos cachos de tule. Eu pareço Bella indo para o baile. Eu amo que a barra é mais curta para que eu possa ser capaz de me mover facilmente. Eu posso dançar e me divertir nele. Levanto meu vestido para olhar meus sapatos. Eles se parecem de vidro, mas os pequenos saltos são cobertos de diamantes. Eu pensei que era perfeito. Eu sempre amei ambas as histórias da Bella e a Fera e Cinderela, e agora eu sei por quê. Recebi os dois no meu rei. A besta e o príncipe todos juntos. ─Eu acho que é perfeito. - giro com o som da voz de Heavenly, irmã de Karim. Eu não a conheço pessoalmente, mas falamos ao telefone algumas vezes ontem. Eu corro para ela, quase lhe derrubando quando a abraço. Ela ri, e me abraça. ─Você pode ir - a ouço dizer enquanto eu me afasto. A estilista se atrapalha na sala.


─Não dê ouvidos a ela. Este é o vestido que falamos que sobre você queria, e isso o torna perfeito. Ela estende a mão, pra tocar meus cachos castanhos. O rosto dela divide-se em um gigante sorriso e seus olhos se enchem de lágrimas. ─Você é perfeita - parece que ela ainda está falando do que o vestido. Eu me envergonho um pouco. ─Aposto que você o nocauteou quando ele a viu. Eu mordo meu lábio, insegura sobre o que dizer. Não imagina ela que ele me teve presa a uma parede. ─Estou vindo do seu escritório. Ele está diferente - diz ela, entrando na sala e sentando-se em uma das confortáveis cadeiras brancas. ─Ele era só sorrisos e - ela faz uma pausa e depois encolhe os ombros. ─Um pouco arrependido. Dou um passo atrás. Sinto que algo está alojado em minha garganta. ─Não, não. Não é assim. Ela balança a cabeça, e ainda vejo as lágrimas lá. ─Quero dizer lamentando a distanciamento que cresceu entre nós ao longo dos anos. Ele quer consertar isso. Ele disse que ele quer fazer nosso família unida novamente, como quando éramos jovens. Eu sorrio para isso. Karim me falou sobre como ele e sua irmã perderam essa proximidade quando seus pais morreram. Ele assumiu o trono quando ela ainda era tão jovem. Eu podia ver o pesar em seus olhos quando ele me contou a história. Eu disse a ele que não era tarde demais. ─Eu gosto do som disso. Eu amo minhas irmãs, mas elas são muito mais velhas que eu, e elas teriam concordado com a estilista sobre o vestido. ─Ainda bem, que você tem uma nova irmã agora. Isso realmente faz meus olhos lacrimejarem. Após Karim finalmente, me deixar rastejar para fora da cama ontem, tudo entrou em pleno andamento, e a única pessoa, além dele, que me ajudou foi sua irmã. Quando ela recebeu a notícia do casamento ela soprou no telefone me pedindo tudo daqui para a lua para fazer a bola rolar. Ela realmente resolveu a maior parte destas coisas e nenhuma única vez ela disse que as minhas ideias era bobagem. Na verdade, quando eu disse algo sobre


uma máquina de algodão doce ela perguntou quais eram minhas cores preferidas e certificou-se de que haja suficiente máquinas de algodão doce para atender a todos. ─Onde você mora?" - pergunto-me. Não tivemos a chance de falar muito sobre qualquer coisa que não seja o casamento ontem. Eu sabia que ela não mora longe aqui. ─Com a minha avó algumas horas daqui. Karim realmente me pediu para vir para casa. ─Oh, isso é tão bom - admito. O que eu sei, eu já amo, e só a conheço um pouco. ─Isso não vai acontecer. Nós viramos ao som de uma voz de homem. Em pé na soleira da porta um homem alto, amplo, com cabelo escuro. Ele é bonito de fato, mas parece um pouco despenteado. ─Eu procurei em todo lugar por você. Por que não me disse que deixou o país? Suas palavras soam tensas, e eu posso dizer que ele está lutando para se manter calmo. ─Carlos Heavenly fica da cadeira, revirando os olhos. ─Eu estou bem. Eu levei um guarda, é o casamento do meu maldito irmão. Claro que eu estava vindo. ─Você não me disse - ele diz em descrença. ─Bem, é porque você tinha uma daquelas coisas de jantar estúpido para ir. Ela coloca a mão no quadril. ─Finalmente encontrou uma mulher? A resposta é curta, e não consigo parar de olhar para frente e para trás entre os dois. Todo o corpo de Carlos ficou rígido. Ele toma uma respiração profunda, como se para controlar a si mesmo. ─Não fui para o jantar. Ele diz, um pouco mais calma desta vez. ─Fiquei preocupado quando você não estava no castelo o dia todo ontem.


─Eu estava ajudando minha nova irmã a planejar um casamento e me achando um vestido. Ela corre as mãos pelo seu corpo como se certificando-se de que o vestido está ainda muito bem no lugar. É verde escuro a abraça por todo o lado. Realça realmente seus cabelos vermelhos. Ela é tão linda. ─Eu vou acompanhá-la hoje à noite - ele diz a ela, mas ela aperta o rosto como se não tivesse certeza se gosta dessa ideia. ─Carlos, não preciso de um protetor hoje à noite. Tenho certeza que vou ficar bem. Além disso, haverá muitas mulheres elegíveis aqui que gostariam de chamar sua atenção hoje. Carlos corre a mão pelo cabelo dele, claramente frustrado. ─Pare com a escolha de uma merda de esposa. Ouvi bastante da minha mãe. Você vai comigo e vai agir como minha acompanhante. Nenhum de nós está à procura de alguém. Agora ponha algo para cobrir a si mesma. Heavenly ri, claramente não vai obedecer. ─Eu acho que eu vou ver uma coisa. Passo por Carlos, deixando os dois discutindo. Não sei o que diabos está acontecendo. Quase parecem ser irmão ou irmã pela a forma como estão brigando, mas posso sentir algum outro tipo de tensão na sala. Eu faço meu caminho pelo corredor e paro quando eu ouço a voz de Karim. Um guarda está do lado de fora da porta. Eu passo em direção a ele, e ele curva a cabeça, pisando fora do meu caminho. Eu empurro para abri-la e pulo dentro e o vejo sentado na sua mesa, pressionando de um telefone no ouvido. Desfilo pelo quarto, indo direto para ele. Os olhos dele encontra os meus e se ampliam. Ele empurra sua cadeira para trás, e faço o melhor para rastejar em seu colo com o vestido que eu estou usando. Enterrei meu rosto em seu pescoço, relaxei nele. Estou chocada, que temos tanto para fazer por este casamento, porque parecia que toda vez que nós estávamos a mais de vinte minutos de intervalo iríamos olhar um para o outro e acabar assim. ─Faça. Minha rainha e eu vamos embora hoje à noite - ele surta, e ouço o telefone cair sobre a mesa. ─Eu pensei que era azar ver a noiva com o vestido de casamento?


─Não acho que você jamais deixaria algo de ruim acontecer a nós - murmuro em seu pescoço, apreciando o cheiro dele. Seus braços se embrulham ao meu redor. ─Eu nunca deixaria nada acontecer com minha princesinha. Ele beija o topo da minha cabeça. ─Você está linda. Este vai ser o casamento e recepção mais rápidos que alguém já tenha visto. Mas eu vou ter certeza que você irá dançar. Eu puxo para trás e olho para ele, sorrindo. ─Você é mais perfeito do que qualquer conto de fadas que já li. ─Eu vou passar o resto da minha vida, certificando-me que será um verdadeiro para você, minha rainha- ele diz, e sua boca toma a minha.


Capítulo 12 KARIM

─Para

onde nós vamos?

Giselle pede animadamente, saltando no assento do avião. ─Nossa lua de mel - respondo, beijando os lábios dela e então sua testa. A Equipe acaba de fazer todas as verificações e nos oferece bebidas enquanto nos preparamos para a decolagem. Meu avião está carregado e eu tenho três meses de férias planejadas com minha rainha para celebrar a nossa união. ─Sim, mas onde? - ela toma goles de champanhe e sorri tão brilhantemente, que não posso negar nada a ela. ─Meu presente para ti, minha rainha – pego o mapa do meu paletó e entrego a ela. Ela leva um segundo para olhar para ele e então para mim, antes que ela o abra. ─O que são todos esses pontos vermelhos? - indaga, estudando os países. Inclino-me e pressiono meus lábios na orelha. ─Todos os lugares que vou comer minha mulher. ─Karim - diz ela, corando e olhar ao redor para ver se alguém me ouviu falar. Nós somos poucos, como a tripulação é mínima e está pronta para a decolagem. ─Não gosta seu presente? Peço, esfregando o nariz contra o lóbulo da orelha dela. Inspiro nela, e ela cheira a algodão doce e tudo o que anseio. Quero lamber cada polegada e depois fazer amor com ela a noite toda. Não sei se posso esperar o avião levantar voo antes de puxá-la para o quarto nos fundos.


─Adoro - ela sussurra, suas bochechas ruborizando. Nosso casamento foi perfeito e tudo o que Giselle sonhou. E essa foi a parte mais importante. Eu quero que ela seja feliz, e o sorriso que eu vi no rosto dela foi o suficiente para eu saber que fui bem sucedido. A cerimônia foi curta, e também a recepção dos convidados. A recepção foi só o que ela pediu, e eu dancei com ela enquanto ela queria. Mas quando ela me disse que estava pronta para ficar sozinha comigo, ela me pegou pelos braços e quase me arrastou do salão de baile. ─Você me disse que queria ver o mundo, e eu queria fazer isso acontecer. Então você verá um monte de camas em muitos países nas próximas semanas. ─Karim - ela me repreende, revirando os olhos. Mas o sorriso lá me diz que ela gosta da ideia, tanto quanto eu. ─Você sabe, é uma coisa boa que eu roubei você e fiz você se casar comigo digo, beijando a mão dela. ─Não acho que você me roubou. Fui junto de bom grado. Seu sorriso está me provocando, ela inclina-se acima e beija a minha bochecha. ─Com prazer vou de bom grado novamente. ─Eu teria prazer em caçar você. Meu sorriso se transforma predatório, e ela lambe os lábios. ─Talvez eu devesse te mostrar o resto do avião. ─Talvez você devesse - diz ela, as palavras cheias de necessidade. ─Seu desejo é uma ordem, minha rainha - respondo e levo-a para trás.


Epílogo GISELLE

Cinco anos mais tarde... Eu lambo o creme de queijo restante do meu dedo, gemendo com o delicioso sabor. Eu estou refazendo uma receita que os rapazes e Karim fizeram ao ter aulas de culinária familiar em Paris há duas semanas, enquanto estávamos de férias. Desde aquela noite não consigo parar de comer o creme de queijo. Eu praticamente o passava tudo agora. ─Os dois são tão viciados quanto eu - sorrio pra minha barriga crescendo do bebê antes de ir para o acabamento dos pastéis. Passamos duas semanas em Paris antes de voltar para casa, sabendo que seria a nossa última viagem por mais de um ano. Não podíamos viajar mais, e eu não quero estar longe de casa, uma vez que os gêmeos cheguem. Quando casados Karim e eu viajamos uma tonelada até que o nosso primeiro filho, Evan, veio. E quando ele começou a rastejar ao redor, fizemos algumas viagens, mas só acabei grávida novamente. Não me importei. Uma vez eu pensei que podia passar a vida a viajando e ver o mundo, tendo sido escondida na propriedade do meu pai por tanto tempo, mas estar aqui com Karim e meus meninos, vejo que não era o caso. Eu estava sozinha e eu pensei que viajar iria preencher esse vazio. Enquanto eu ainda gosto de ir a lugares e conhecer culturas diferentes, eu amo minha casa acima de tudo. Onde está minha família. Tudo que eu poderia querer ou precisar está dentro destas paredes. Pego o prato e vou para o escritório do meu rei para ter meu lanche da tarde com ele e talvez uma sesta no sofá dele — algo que faço com frequência. Mas eu paro quando eu vejo um homem de minha idade esperando na porta. Ele parece um pouco fora do lugar. A maioria das pessoas que vêm ao escritório de Karim está em algum tipo de terno, mas ele está de jeans e uma camisa polo. Eu olho para o guarda


do lado de fora da porta, e ele me dá um pequeno aceno, deixando-me saber que é está tudo bem falar com o homem. ─Oi - cumprimento, oferecendo um sorriso amigável. ─Minha rainha ele curva a cabeça um pouco. Ser chamada de Rainha ainda é estranho mesmo depois de todos estes anos. ─Por favor me chame Giselle - digo-lhe, como eu faço com a maioria das pessoas. ─Você está esperando pelo meu marido? - pergunto, esperando que ele não esteja. Eu queria deitar em seu escritório um pouco e comer meu lanche, enquanto os garotos dormiam. Não temos muito tempo a sós, e nós gostamos de apreciá-lo. Venho sempre a mesma hora todos os dias, e ele nunca programa nada durante esse tempo, por isso estou um pouco surpresa. ─Precisava resolver uma questão - ele diz-me, e eu aceno. ─Gostaria de um doce? - estendo o prato para ele, mas antes de sequer vê-lo, meu marido está tomando o prato da minha mão e fora do alcance do outro homem. ─Steven - Karim meia que rosna e eu rolo meus olhos, pegando meu prato novamente. ─Não leve a minha comida - resmungo pra ele, seus olhos voltam para mim como um sorriso em seus lábios. Quero estreitar meus olhos para ele, mas isso só faz ele sorrir mais. Ele se inclina para baixo, pressionando os lábios contra os meus em um beijo suave, e eu fico fraca como sempre por ele. ─Venha, eu vou trazer o prato e alimentá-la - disse-me, acenando em direção a porta da sala dele. Lambo os meus lábios, ainda posso prová-lo e vou ao escritório. Antes até mesmo de fazer meio caminho e ele já está atrás de mim, uma folha de papel na mão, a porta do escritório fechada e o prato em outro. Ele coloca o papel para baixo sobre a mesa e guia-me para o sofá. ─Deite-se. Faço o que ele ordena, querendo estar fora de meus pés. Ele leva um dos pastéis e me alimenta, em seguida, deu-me outro. Eu reclamo em torno dele quando ele ocupa um lugar no extremo oposto do sofá, puxando o meu pé no seu colo e deslizando meus sapatos fora de meus pés. E começa a esfregá-los. Não sei porquê,


mas o lado mandão que ele tem ainda faz coisas para mim. Isso deveria me irritar, mas só parece me excitar, e eu acho que ele sabe disso. Isso também pode ser porque sempre que ele dá ordens em torno dele sempre termina comigo feliz de alguma forma. ─Estou apenas com quatro meses, e eles já estão inchados - gemo quando massageia meus pés. Não sei o que é melhor, os pasteis ou a massagem nos pés. Graças a Deus não tenho que escolher e posso desfrutar de ambos. ─Você está grávida de gêmeos desta vez. Ele para de esfregar por um momento e traz a palma da mão até minha barriga. ─Dois meninos ao mesmo tempo. ─Meninas - corrijo, tornando a estreitar os olhos. ─É - digo agindo com naturalidade. Ele deixa sair uma respiração profunda, sabendo que é bem provável. Imaginei os dois rapazes quando ele tinha a certeza de que iam ser meninas. Nunca perguntamos quando nós vamos para o ultrassom. Eu amo a surpresa, e Karim permite-me tê-lo, não importa quanto isso o enlouquece sem saber. ─Nós devemos nomeá-las Lily e Anne - digo-lhe. Ele para de esfregar e olha para mim. ─Eles são dois nomes bonitos e, bem, nós tínhamos o nome do seu pai, misturado com nomes dos meninos, então…" Eu sei o quanto ele ama sua mãe e sente falta dela. Quem me dera que pudesse ter conhecido seus pais; Eles eram ótimos. Pelo menos nossos filhos sempre terão uma parte deles, porque eu sei pelas histórias que teriam sido avós maravilhosos. ─Gostei, muito obrigado - Ele me dá um aperto pouco difícil e circula esfregando. Eu coloco outro pastel na minha boca e volto a apreciar o meu êxtase total. Quando olho, vejo o papel que ele trouxe deitado na mesa dele. ─O que o homem que afugentou estava trazendo pra você? ─Ele devia estar com medo, levando um pastel do prato que minha esposa fez para ela. Eu rolo meus olhos novamente como sempre faço quando o ciúme começa faiscar. Ele faz parecer que o homem tentou tirar algo mais do que comida.


Ele faz cócegas meu pé e me faz rir. ─Lembra o crème brûlée, que tivemos a primeira noite em Paris? ─E todas as noites depois - adiciona. Comemos num restaurante maravilhoso onde eu tinha experimentado a melhor sobremesa da minha vida, e então tinha entregue ao nosso hotel todas as noites até saímos da cidade. ─Eu tenho a receita para você. ─O quê"! Eu sento em estado de choque. Eu tinha pedido repetidamente, mas a chef não quis compartilhar. ─O que minha rainha quiser, ela tem - diz ele, um sorriso sexy, se espalhando pelo rosto. Ele desliza a mão na minha perna, olho para ele com tanto amor. Este homem faria qualquer coisa por mim. Ele faz tudo por mim. ─Agora, que tal desde que peguei sua sobremesa favorita, você me deixar ter a minha. Minhas pernas caem abertas para ele quando ele desliza suas mãos até debaixo do meu vestido, puxando minha calcinha livre e tocando entre as minhas coxas. Dou-lhe o que ele quer, porque ele é o amor da minha vida e também porque ninguém nega algo ao rei Karim. Nem mesmo eu.


Epílogo KARIM

Sete anos mais tarde... Eu sinto Giselle aparecer atrás de mim no chuveiro. Ela corre a mão pequena para baixo do meu estômago como seios pressionados contra as minhas costas. ─Hmmm. O que vai fazer? pergunto quando suas mãos trilham mais baixo. ─Eu acordei e você já estava fora da cama. Acho que fui eu que tive que te caçar esta manhã." ─E você teve dificuldade em me encontrar? eu gemo enquanto a mão dela circula meu pau e começa a me masturbar. ─Não, o som do chuveiro te entregou. Você deve realmente se esconder melhor da próxima vez. Ela lhe traz outra mão em torno a esfrega as minhas bolas, e eu tenho que colocar as duas mãos sobre o azulejo na minha frente. ─Foda-se. ─Eu quero te dar prazer desse jeito, e então quero que você faça amor comigo. Sinto sua língua nas minhas costas, e ela envia arrepios até a espinha. A mão dela aperta, e eu gemo quando eu gozo. Espalho sobre a mão dela, e vejo como que a cobre e ela continua a bombear meu pau. Vendo os dedos cobertos de minha libertação é mais do que eu posso suportar. Eu arrebato o pulso dela e me viro, fixando-a na parede e empurrando me dentro dela em meio segundo. ─Karim! - ela grita, e ecoa fora das paredes. Eu a fodo duro como suas pernas apertando minha cintura. Ela traz os dedos dela revestidos de gozo e leve até sua boca e suga-os limpos, eu meto dentro e fora. Quando ela os afasta eu a beijo, deslizando minha língua dentro e degustando de


mim mesmo. Eu rosno e sinto a necessidade se construir novamente, mas eu espero até que ela obtenha o prazer dela primeiro. Eu aperte a bunda dela e então deslizo um dedo molhado em seu clitóris, pressionando ligeiramente enquanto meu pau afunda na buceta dela. ─Isso, meu rei. Bem ai - ela geme e escava as unhas em meus ombros. Eu pressiono um pouco mais firme seu clitóris e movo minha boca para o pescoço dela. Eu morder um pouco e sinto o corpo dela apertar enquanto ela grita seu orgasmo. O vapor do chuveiro quente e o suor do meu corpo deslize dela contra mim, enquanto eu empurro ela através de seu prazer. Quando os pulsos de sua buceta são demais para suportar, eu vou sobre a borda com ela e encho sua pequena buceta doce até a borda. Algumas gotas vazam para os lados, e eu rosno quando vejo. Não há nada mais quente do que assistir meu pênis bombar gozo na minha rainha. Me beija docemente, e ficamos assim por um longo tempo, beijando enquanto a água passa por cima de nós dois. Após o que se parece um longo tempo, Giselle ri. ─Graças a Deus as crianças ficam em seus primos neste fim de semana. Os garotos mais velhos estão ajudando no pomar, e as gêmeas, provavelmente estão tendo uma diversão dizendo-lhes o que fazer. ─Eu amo quando você faz barulho - digo, fazendo carinho no pescoço dela. ─Pergunto-me como alto estaremos na biblioteca?" ─Isso é uma desculpa para fazer sexo enquanto você lê? - pergunto sorrindo para minha rainha. ─Absolutamente - ela diz e me dá um beijo. Eu tomo meu tempo lavando Giselle e depois a carrego para a biblioteca. Porque é isso que faz um rei para sua rainha — qualquer coisa que ela peça.

Fim

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