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the Virgin


Disponibilização: Eva Bold Tradução: Carolina Revisão Inicial: Dany Revisão Final: Thaynara Formatação: Eva Bold

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the Virgin Dolly Jennings queria um homem desde que tinha dezesseis anos, mas ele a manteve ao alcance do braço. O

tempo passou e ela está crescida agora, com um corpo que ele não pode ignorar. Brandon Knight desejava Dolly por um tempo maior do que deveria, mas achava que ela merecia alguém melhor. Mas já não é capaz de controlar seus desejos, está desistindo de ficar longe, e reivindicado sua mulher. Quando Brandon finalmente está dentro, poderá provar

ser digno de Dolly? Dolly irá jogar sua insolência e sotaque do sul por todo lugar? Absolutamente! Atenção: Esta história está cheia de cabelo, atitude e grandes curvas. Dolly o possui, mas o herói acaba sempre por cima. “Piscada lenta.” Pegue suas botas e chapéu de

cowboy… Temos um par de cerejas para estourar!

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“Um copo de Johnnie Walker.” Digo encostado ao bar, não querendo sentar. Estive montando numa sela por todo o dia consertando as cercas após a tempestade que tivemos, e estar sentado é a última coisa que quero agora. Na verdade, tudo que quero fazer é beber uísque até que meu corpo não aguente ficar em pé. Então posso me arrastar para o hotel ao lado e me jogar num colchão que provavelmente já viu dias melhores. Mas não me importo. Por uma noite longe da fazenda Johnson, dormiria numa cama feita de pregos. Porra, odeio esse lugar. Num segundo acho que estou conseguindo o que quero, no próximo estou no inferno. Tudo o que sempre quis foi ser um capataz e talvez um dia ter minha própria fazenda. Decidi colocar minha própria fazenda em segundo plano e me concentrei em dirigir a fazenda Johnson para Cash McCallister, mas ultimamente as coisas transformaram-se num inferno, e estou começando a me questionar se talvez seja hora de seguir em frente. Cash comprou o terreno há alguns anos, porque a fazenda estava ao lado da dele. Fui responsável pela fazenda desde que o velho

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Johnson era o dono, mas eventualmente se tornou demais para sua família manter. Ele vendeu para Cash, e continuei cuidando dela. Estive ao lado de Cash tanto quanto posso me lembrar. Ele me ensinou tudo o que sei sobre como trabalhar numa fazenda, mas isso não está mais funcionando para mim. Quando

Cash

comprou

a

fazenda,

deixou

os

antigos

proprietários manter uma casa num pequeno pedaço de terra, mas a poucos anos atrás, a filha de Johnson, June, voltou para casa após seu divórcio. Ela é a razão do porque a fazenda se tornou insuportável ultimamente. Ela está lentamente me enlouquecendo. Espero que esse final de semana fora me ajude a recarregar as energias. Ficar num hotel de merda por uns dias soa como um paraíso agora. Tudo para manter as garras de June longe de mim. Existe apenas uma mulher que eu queria. O rosto de Dolly Jennings aparece na minha mente, e quero gemer. Todo o cabelo vermelho que eu não consigo afastar os olhos e as covinhas que aparecem em suas bochechas. Ela parece malditamente doce. Não importa quão difícil tente, ela nunca está longe dos meus pensamentos. O barman, Jimmy, coloca meu copo no bar, tirando-me dos pensamentos. Ele trouxe a única coisa que pode me fazer esquecer a mulher que nunca poderei ter. Aquele pequeno foguete está fora do meu alcance. Tão doce para um homem da minha idade. Tão boa para eu pensar. Tão pura para tudo que gostaria de fazer. Mas foi assim desde que ela entrou na minha vida anos atrás, facilmente chamando minha atenção. Todos reparam em Dolly. Apenas sorrindo ela é a luz numa noite sem lua. Peguei o copo de uísque e o bebi, sentindo o álcool queimar através de mim. O coloco de volta no balcão de madeira, pedindo para

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que a imagem dela desapareça. Embora no fundo não queira que vá embora. Paro por um segundo e decido pedir outro quando June fica na minha frente. Ótimo. Aqui vamos nós. “Ei, cowboy. Que sorte te ver aqui.” Ela pisca para mim, inclinando-se contra o bar e ficando um pouco mais próxima. Seu perfume caro enche meus pulmões, fazendo com que minha garganta arda mais do que o uísque fez. Ela sempre gostou disso. Sei o que June está tramando. Essa noite ela vestiu-se com botas de cowboy e curtos shorts, mas não tenho certeza se você chamaria disso. Ela brinca de Cowgirl vestida dessa forma, mas nunca a vi trabalhar em suas terras em toda a vida. Ela é a imagem de uma cowgirl de Beverly Hills, se existe tal coisa. June não duraria uma hora realmente trabalhando. O seu cabelo reto e loiro de praia nunca está fora do lugar e o rosto sempre coberto com muita maquiagem. June quer brincar de faz de conta, e quer que eu brinque com ela, algo no qual não tenho nenhuma intenção de fazer. “June” digo, dando um passo pra trás, mas ela me segue. “Brandon.” Ela revira os olhos, como se estivesse me provocando e flertando. Sua mão vai para meu peito. “Ainda não pode me chamar de JJ? Todos o fazem.” O falso sorriso aparece em seu rosto. Sei que ela pode por isso pra fora ou fazer com que desapareça em apenas alguns instantes. Vejo quando ela faz isso de tempos em tempos para seus pais. Ela era a razão do porque perderam a fazenda, para começar. Tiveram que vender a fazenda depois que sua filha, June, gastou todo o dinheiro mais rápido que um cão pode lamber suas bolas.

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“Eu não sou todo mundo” Digo a ela, dando outro passo para trás e tirando sua mão de mim. Não quero dar a ideia errada. Acho que fiz isso quando ela voltou para casa e a morar com seus pais. Ela era uma bagunça de merda, para falar a verdade, e me senti mal uma noite, quando ela me pegou na varanda. Ela falou sobre como tudo que queria fazer era encontrar um bom homem e se estabelecer, ter filhos e tudo mais. Eu disse que queria as mesmas coisas. Porque queria. Depois de ver Cash com sua esposa, Clare, sabia que queria o que eles tinham. A família que nunca tive. Tudo que tinha era um pai bêbado, e a única coisa que senti em relação a ele foi alívio quando morreu. Eu tinha 18 quando aconteceu, e agradeci quando não precisava mais me preocupar com ele nunca mais. Foi fodido, mas anos limpando sua bagunça tornou sua morte uma bênção. Nenhum de nós precisava ficar miserável. June entendeu que isso era algo que poderíamos ter juntos, e tenho tentado fazê-la ver que não quis dizer que queria uma família com ela. Mas June sempre consegue o que quer desde criança, e não consegue entender quando as pessoas dizem não. Ela pode chorar e espernear, mas não vai conseguir nada de mim. A vi de relance no bar, um homem de olho nela. Não sei por que ela mantém um olho em mim. Não entendo porque não tenta em outro lugar. “Não, você definitivamente não é qualquer um,” ela disse com a voz rouca, e me perguntei se isso realmente funcionava. Talvez sim, já que os homens ao nosso redor continuam a olhando.

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Quando volto a olhar June, congelo ao ver Dolly na minha frente. Sua mão descansa no quadril cheio, os olhos azuis brilhantes estreitos em mim. As covinhas que amo estão desaparecidas há muito tempo. Ela parece chateada. Normalmente sorri quando me vê. Até flerta de vez em quando. Tento evitar, porque ao contrário de June, fodidamente amo quando Dolly me dá atenção. Anseio por isso, e é algo que não deveria. Ela é muito nova para mim. Repito isso toda noite, quando me deito na cama e me acaricio com o pensamento nela. Minha favorita, a que está me matando recentemente, o que será que aconteceria com aquelas covinhas quando ela estivesse de joelhos na minha frente, meu pênis na boca enquanto me chupava no fundo de sua garganta. Será que desapareceriam, ou pegaria pequenos vislumbres com ela trabalhando para cima e para baixo no meu pau? Porra. Tento afastar o pensamento da cabeça, sentindo meu pau ficar duro. Nem deveria estar aqui. Ela ainda está a um ano de completar vinte e um. Pensei que seria seguro vir a um bar, mas aqui está ela, em pé na minha frente. Ela parece mais chateada do que um gato com o rabo em chamas. “Você é jovem demais para estar aqui, Dolly,” digo a ela, olhando para seu corpo. Jesus, ela é linda. Só quero estender a mão e tocá-la. Correr a mão ao longo de sua pele suave. Ver se ela é tão suave quanto sempre pensei que seria com todas aquelas curvas. Ela foi construída para um homem. O tipo de mulher que te faz querer voltar para casa todas as noites. Ver de pé em sua cozinha, descalça e grande com seu filho. Nem uma mancha de maquiagem em seu rosto, e o cabelo selvagem de perseguir seus filhos o dia todo. Meu peito dói com o quanto quero que essa imagem se torne realidade.

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“Acho que é melhor se afastar dessa puta e me seguir. Se quer ter a certeza de que estou segura enquanto fico aqui.” Ela pisca antes de virar e me deixar lá em pé. Não deveria segui-la, mas ela está certa. Há muitos paus neste lugar para deixá-la por conta própria. Vou observála. Irei me certificar de que chegue bem em casa. June tenta me segurar enquanto sigo Dolly, mas a ignoro. Continuo andando, observando a exuberante bunda de Dolly no jeans apertados todo o caminho até os pés. Vejo-a sentar com uma garota de cabelos escuros, e tomo um assento no outro lado dela. "Acho que lidou com isso", diz a garota de cabelos escuros, me olhando. "Ninguém fode com o que é meu", diz Dolly. Seguro o ar com suas palavras, lutando para me impedir de tocála. Dolly sempre fez comentários provocadores como esse ao longo dos anos. Costumava pensar que era apenas uma paixão que tinha por mim, algo que eventualmente passaria. De jeito nenhum uma garota como ela gostaria de ficar presa com alguém dez anos mais velho. Alguém que nem tem nome aqui. Sua família é bem conhecida. Todo mundo conhece os Jennings. Se ela continuar jogando essa merda em mim, pode não gostar do que recebe. Ela acha que é bonito e engraçado, mas um homem só pode ter tanto. E com o inferno que tenho tolerado ultimamente, adoraria me perder em Dolly e esquecer o resto. Dolly pega um copo e começa a beber. Eu deveria detê-la, mas nada realmente a impede. Ela faz exatamente o que quer. Sempre gostei disso sobre ela. Ela não apenas faz o que quer, mas não espera que nada seja entregue. Ela luta por isso. Como um touro selvagem, nunca

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realmente seguro do que pode fazer. Eu desistiria de tudo por apenas um pequeno passeio. Sei que eu poderia ficar com ela se deixar acontecer, mas sei que ela me arruinaria. Inferno há uma parte de mim que ela já arruinou. Nunca vou querer mais ninguém. Vejo-a beber e rir com a amiga. Lentamente me aproximando. Não estou gostando que os homens estejam começando a olhar em seu caminho. Ela parece feliz, e está se divertindo. Quero vê-la e me perder. Eu poderia ficar bêbado com ela. O pensamento de outro uísque há muito se foi. Isso é tudo que preciso. Ambas se levantam para ir dançar, e estou em meus pés. Mas antes que possa impedi-las, Blake, irmão de Dolly, está lá acertando um homem que tentou agarrar a morena. Quando ele se vira, os olhos vão para ela. "Puta merda. Nunca vi Blake perder a paciência antes." Dolly diz exatamente o que estava pensando. Blake é sempre descontraído e calmo. "Ela é tão boa nisso." Sei que significa que Dolly e a morena estão rindo e bebendo a noite toda. Acho que ela está certa. “Jimmy. Vamos conversar mais tarde sobre você servi-las." Blake grita. Isso era algo que estava planejando fazer uma vez que o bar ficasse menos movimentado. Não queria pensar em Dolly chegando novamente e eu não estar aqui para cuidar dela. Sei que as pessoas em cidades pequenas tendem a fazer o que querem, mas teria certeza que Jimmy não estaria servindo-a.

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“Vou levar Dolly para casa, Blake. Certificar de que ela chegue lá segura", digo a ele, vendo que já tem as mãos cheias. Além disso, quero ter certeza de que ela chegue em casa. Ela não vai ficar aqui. “Obrigado, Brandon. Eu apreciaria" Blake me diz. Dolly cruza os braços, e me pergunto se vai brigar comigo sobre isso. “Tem certeza de que não está muito longe do seu caminho?” "Não, está bem. Qualquer coisa para ter uma pausa da fazenda Johnson. Sabe como é June." Giro meus olhos, e Dolly franze os lábios com a menção de June. Estendo a mão, agarrando seu braço e sentindo a pele morna e macia sob meus dedos. Não posso deixar de me perguntar como vou levá-la para casa sem tocá-la.

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"Não me faça nenhum favor," digo, tirando o braço do toque de Brandon. Deus, tudo que quero fazer é subir em seu corpo grande e duro e me esfregar. Sou como um urso no calor com a vontade de abraçar e ter relações sexuais. Entro como um furacão em minha caminhonete e seguro a maçaneta. Mas de repente a mão de Brandon vem sobre a minha e ele está perigosamente perto novamente. Olhando em seus grandes olhos castanhos, posso dizer que ele me quer. Já o conheço há muito tempo. Posso ser jovem, mas minha mãe sempre disse que tinha uma alma velha. Meninos da minha idade nunca me interessaram, e sempre odiei isso. Queria me encaixar e encontrar o amor, mas nunca aconteceu. No dia em que vi Brandon na fazenda Johnson carregando feno sem camisa, sabia que meu corpo finalmente desejava alguém. Eu tinha dezesseis, e meu irmão Ty precisava emprestar um equipamento para Brandon. Me lembro de vê-lo pular da traseira da caminhonete, todo suado e bronzeado. Nunca senti um pulsar entre minhas pernas antes disso, mas a visão de Brandon naquele dia teve

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meu batimento cardíaco rufando um ritmo no meu clitóris. Tive que cruzar as pernas para encontrar alívio, pressionando a costura do jeans apertado. Quando ele veio para meu lado da caminhonete e tirou o chapéu, o cabelo loiro desarrumado caiu em torno dos olhos, e tive que morder o lábio para evitar gemer. Brandon tem estrelado cada fantasia que já tive. Tenho me masturbado pensando nesse homem tantas vezes, que acabei nomeando meu vibrador em sua homenagem. É uma vibração pequena, entretanto, e pelo que vi no contorno de seu jeans, o pai dos meus bebês tem um pacote e tanto. “Não estou lhe fazendo nenhum favor, Dolly. Você tomou algumas bebidas e quero ter a certeza de que vai chegar em casa segura." Sua voz é profunda, e o brilho nos olhos faz com que ele se pareça com Brad Pitt em Legends of the Fall. "Vai vir e me colocar na cama, também?" Digo, corajosamente empurrando contra seu corpo, que está tão perto do meu. Tomei algumas bebidas, assim a maneira que geralmente costumo flertar quando estou em torno dele pode ultrapassar os limites. "Vai ter que ter cuidado, no entanto, porque durmo nua. Não quero que faça algo que não queira.” Vejo sua mandíbula se contorcer, e dou um sorriso perverso. Nada me faz mais feliz do que pressionar seus botões. "Droga," ele diz, fechando a mão em torno do meu pulso e puxando-me atrás dele para sua caminhonete. "Não há necessidade de ser resmungão. Pode dormir nu, também, se isso vai te fazer sentir melhor". Minhas palavras são cortadas, e solto um pequeno guincho quando ele me agarra pelos

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quadris e me levanta em sua caminhonete. "Obrigado pelo impulso, Daddy." "Não me chame assim," ele diz com os dentes cerrados. Ele diz isso toda vez que falo com ele. Ou chamo-lhe de pai dos meus filhos ou simplesmente Daddy. Parece ficar sob sua pele como nada mais, então é claro que continuo fazendo. Um dia quando ele saiu para a fazenda de Blake para pegar um cavalo o chamei de pai dos meus filhos. Ele passara a tarde no rancho, naturalmente eu também. Num ponto estava alimentando um dos cordeiros e ele perguntou se poderia sentar comigo. Brinquei que o cordeiro era nosso filho, e por um momento nós dois rimos e brincamos com o cordeirinho fingindo sermos seus pais. Foi bobagem, mas algo no meu coração cresceu naquele dia, e não fui capaz de deixá-lo ir desde então. Vendo-o agitado, ri erguendo as sobrancelhas, e ele aperta a mandíbula enquanto sobe. Ele bate a porta da caminhonete e solta um profundo suspiro antes de virar para mim. “Dolly, juro por tudo o que é santo, que a sua boca vai te colocar em apuros um dia. Em breve." Seu olhar é tão intenso que não posso me ajudar, mas empurro um pouco mais. "Pode me dizer quanto tempo? Uma menina tem necessidades." Descanso a mão em sua coxa, e ele tenciona sob meu toque. É um movimento corajoso para mim, vendo que nunca tentei tocar um homem antes, e muito menos Brandon, a estrela de todas as minhas fantasias. Mas a tequila está me deixando corajosa, e assim eu cedo. Inclinando-me, sussurro contra seu pescoço e pergunto-lhe algo que sempre quis saber.

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"Está louco por eu te chamar de Daddy, porque não gosta, ou porque gosta demais?" Meus lábios estão tão perto de seu pescoço que roçam a pele quente, e ele treme sob meu toque. Quero empurrá-lo mais e mais para que ele admita a verdade, mas não tenho a chance. Antes que saiba o que está acontecendo, estou de costas na cabine de sua caminhonete, com o corpo grande dele sobre mim. Meu corpo se inflama, tirando meu equilíbrio. Uma coisa é estar empurrando os botões de Brandon, mas outra é finalmente ter uma reação dele. Meu corpo e cabeça não podem manter-se, e estou sem palavras quando sinto seu peso delicioso em mim. "Você sabe que gosto", ele diz com os dentes cerrados. "Sabe muito bem que mais do que gosto quando me chama assim. Porque me lembra tudo o que quero fazer com você." Uma de suas mãos vem para meu quadril, e está me segurando tão apertado que é quase doloroso. Mas não ouso falar uma palavra e quebrar este momento. É tudo que sonhei. Finalmente. Finalmente, ele vai fazer amor comigo e me dar o que estive não tão silenciosamente implorando por todos esses anos. “Mas sou velho demais para você, Dolly. E é boa demais para mim. Merece um homem que pode lhe dar o mundo, e não se contentar com a primeira pessoa por quem tem uma paixão.” Arrependimento escurece seus olhos, e quero chorar. Quero me enrolar numa bola e lamentar a rejeição, mas não fui criada dessa maneira. Não sou o tipo de garota de chora e certamente não será por um homem. Não chorei quando fui jogada de um cavalo quando tinha nove anos e todos os meus irmãos estavam assistindo. Não chorei quando minha primeira vaca, Missy, morreu quando tinha doze. Então,

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certamente não vou chorar porque Brandon Knight tem um pau em sua bunda sobre me foder. Sento-me e empurro-o para longe. Sei que não há maneira de ser fisicamente capaz de fazer isso, então ele me deixa fazer e me permite ter espaço. Ele pode ser um idiota, mas, pelo menos, tem modos. "Apenas me leve para casa para que sua boa ação do dia possa ser feita, já que sou apenas um caso de caridade agora." "Dolly, não é assim." Ele segura o volante tão apertado que estou surpresa que ele não quebra. "Recebi sua mensagem, Brandon." Lentamente falei seu nome, exagerando cada sílaba. Ele respira através do nariz perfeito antes de colocar a caminhonete em marcha e sair do estacionamento. Está escuro, então felizmente ninguém testemunhou nosso intercâmbio. Não que houvesse algo de bom para ver. Meus dentes estão cerrados durante todo o caminho para casa, e não falo uma palavra. Ele tenta falar um par de vezes, porque vejo sua boca abrir e fechar. Ele deve saber que estou chateada, mas não tenta empurrar mais. Chegamos à minha estrada e dirigimos sob o arco de metal que se lê The Dairy Queen Ranch. Minha fazenda é uma das melhores do Texas e todo mundo sabe disso. Tenho as melhores vacas, na melhor terra, com o melhor equipamento. Levo o título de Dairy Queen a sério, embora alguns o vejam como piada.

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Quando chegamos à frente da casa, ele para a caminhonete e começo a descer, mas antes que possa sair, Brandon ativa os bloqueios, impedindo-me. "O quê?", Pergunto, sem olhá-lo. Fito a janela, não querendo fazer contato visual. “Olhe para mim, cordeiro.” Fecho meus olhos, odiando e amando esse apelido. Porque é daquele dia. O dia em que me apaixonei por ele. Não era apenas uma jovem que perdeu a cabeça por um cara mais velho; o vi por quem realmente era quando segurou aquele animal minúsculo e riu comigo. Ele me chamou de seu cordeiro naquele dia, e não acho que realmente entendeu o que causou em mim. Não posso fazer isso. Não posso virar e encará-lo, então mantenho os olhos fechados e espero que diga o que quer para que eu possa sair dessa caminhonete. A noite se transformou numa merda absoluta, e preciso que termine. "Há tantas coisas que quero dizer agora, mas preciso deixá-la entrar em casa." "E o que acontecerá se não me deixar entrar?" Estalo, virando para encará-lo. Minha raiva está tirando o melhor hoje à noite, e culpo a tequila. "Se não deixar você se afastar de mim agora, posso nunca ser capaz de fazê-lo," ele confessa, e quase divide meu coração em dois, porque assim quando diz, destranca as portas.

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Eu aperto o punho mais forte, pronta para sair, mas não pronta para deixá-lo. Não temos muitos momentos como esses, e odeio que se transformou nisso. Quero de todo o coração me lançar nele, mas não serei eu quem perseguirei. Tanto quanto o quero, sou o cordeiro, não o leão. E ele sabe muito bem disso. “Ouça-me, Daddy. Quando tirar a cabeça do rabo, sabe onde me encontrar. Não sou o tipo de garota que vai sentar e esperar, mas prometo-lhe isso agora, nunca haverá um homem que queira mais do que você.” Com isso, puxo a maçaneta e saio da caminhonete, batendo a porta atrás de mim. Passo por toda a minha entrada e varanda, abro a porta, e entro. Fecho a porta e encosto contra ela. Espero cinco sólidos minutos para ver se ele vem atrás de mim, mas eventualmente ouço o rugido da caminhonete enquanto sai. A pior parte é que eu sei que hoje à noite quando me deitar, ainda pensarei nele quando me tocar.

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Vejo Dolly entrar em casa e fechar a porta. Não quero nada além do que carrega-la eu mesmo. Pensamentos de uma noite fora na cidade, onde eu a levo para dançar e ela já está um pouco bêbada antes de trazêla para casa e passar horas amando seu corpo, correm através da minha mente. Escorreguei da caminhonete e subi para sua varanda, verificando se a porta estava trancada. Fico de pé e ouço ela ligando o alarme, antes de finalmente ir embora. Vou embora de sua casa e entro na caminhonete. Nem sequer faço a metade da longa viagem e eu paro no acostamento, desligando a ignição, e deixando as luzes se apagarem na cabine. Pego o telefone do console central e percorro as imagens até encontrar a que estou procurando. É uma foto de Dolly da semana passada. Ela está parada fora do restaurante de Mick, rindo, as covinhas em exibição. Sua cabeça está jogada para trás, a juba vermelha e encaracolada por todo o lugar. Ela tem um vestido roxo macio que abraça todos os lugares certos, e as

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botas de cowboy marrom que parecem arranhadas e desgastadas. Tudo me dizendo que Dolly está disposta a sujar as mãos. Quero essas mãos em mim. Foda-se, parece que queria essas mãos em mim toda a vida, mesmo antes dela entrar aparecer e começar a consumir todos os meus pensamentos. Antes que saiba, tenho meu pau na mão, bombeando. Préejaculação já está vazando da ponta quando penso em tê-la presa sob mim. Deus, deveria ganhar uma medalha por deixá-la ir, foi a coisa mais difícil que já tive que fazer. Era uma visão que sonhei por há anos, e era como se estivesse finalmente se tornando realidade, os cabelos ruivos estendidos ao redor dela e seu pequeno corpo preso sob mim. Se suspiro quase me enviou pela borda. Estou prestes a gozar em mim. Agarro meu pau mais forte, os golpes quase dolorosos como um castigo por querer algo que não deveria. “Daddy” A única palavra que aparecia através na minha mente, e não posso mais me impedir de gozar. O prazer sobe por minha coluna e fora do meu pau quando o gozo derrama. Gemi seu nome, minha cabeça caindo no apoio enquanto tentava recuperar o fôlego. Prazer pulsava através do meu corpo como nada que já senti antes. Ainda posso cheirá-la no caminhão. Tento respirar tudo como se ela ainda estivesse aqui. Não sei quanto tempo fico lá em sua entrada, uma mão segurando meu pau com o gozo que derramei sobre mim secando. Finalmente, abro os olhos, olho minha outra mão e vejo o telefone com

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a foto dela ainda aparecendo. Meu pau volta à vida com a visão, e gemo. Só tive o maior orgasmo da minha vida e o simples pensamento de Dolly tem meu pau pronto para outra rodada. Poderia fazer isso a noite toda e nunca ficaríamos satisfeitos. Estaria esfolado antes que me cansasse dela. O que vou fazer? Jogo o telefone no painel e me ajeito antes de ligar a caminhonete novamente e dirigir o resto do caminho fora da propriedade. Quando chego ao fim, só sento lá, não querendo sair. Agarro o volante com tanta força que minhas mãos começam a doer. Com todo o autocontrole que tenho, faço-me sair de sua estrada, voltando para a fazenda em vez do hotel que planejei ficar. É mais perto do meu pequeno cordeiro e meu controle está fragmentado. Ela é muito nova para você, digo a mim mesmo uma e outra vez. Não importa o quanto te quer. Isso é melhor para ela. Eu deveria deixá-la ir, mesmo pensar nisso é como um fodido soco no estômago. Suas últimas palavras também não ajudam. Que sempre me quis, mas não esperaria. Se sei uma coisa sobre Dolly é que ela quer dizer o que diz. Acho que me mataria vê-la no braço de outro homem. Mas não é isso que queria? Que ela seguisse em frente sem mim? Esquecer esta esmagadora paixão colegial e encontrar um homem mais adequado? Quando finalmente paro em casa, saio da caminhonete e olho o edifício. Não parece em nada uma casa real. Não como a de Dolly, onde flores envolvem tudo. Onde as cadeiras estão na varanda da frente e pequenos ornamentos dão boas-vindas. É claro que alguém adoraria isso.

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A minha não tem nada. Não parece perto de alguém viver lá. É apenas uma cabana de madeira simples. Talvez seja porque realmente nunca soube o que uma casa parecia, então não coloquei muito nela. Fui da casa degradada em que morava com meu pai, para um barracão com um bando de outros homens. Então, finalmente, este lugar. Nunca pensei nisso antes desta noite. Até que fiquei na varanda de Dolly e vi suas coisas. Era o lugar feito para uma família. Uma casa que ela provavelmente criaria a família lá. "Foda-se!" Xingo, antes de socar minha porta da frente. Dor dispara através de minha mão, e é uma distração agradável de pensar sobre meu pequeno cordeiro tendo uma família com outro homem. Seu bebê crescendo na barriga. Tenho que parar de pensar nela com outra pessoa, porque isso não é algo que posso suportar. Talvez seja hora de seguir em frente. Sair dessa cidade e ir o mais longe possível de toda essa dor que está começando.

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Já faz um par de dias, e finalmente fiquei de mau humor. Não quero perseguir Brandon, e não vou, mas, com certeza, não tê-lo retornando os meus sentimentos dói para caralho. Ou, pelo menos, não admitir que ele os tenha. Ele me quer tão ruim quanto o quero, é claro. Ele simplesmente não acha que é bom o suficiente para mim. E a parte mais triste é, enquanto ele pensar assim, estará certo. Não posso persegui-lo. Posso normalmente lutar pelas coisas que quero, mas o esperei por anos, e não vou persegui-lo. Ele sempre soube como me sinto. Não é como se estivesse escondendo. Não é preciso muita coisa para as pessoas verem quando quero algo, porque deixo que saibam. Não quero que o pai dos meus bebês pense que ele não é bom o suficiente para mim. Quero que Brandon me trate como uma rainha, foda-me como se fosse meu dono, e me ame como uma deusa. É muito pedir isso? Talvez seja. Talvez seja o problema. Talvez Brandon não me queira tanto quanto pensei que ele faria. Sei que sou bonita, mas minha boca e atitude são outra história.

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Sempre digo o que estou pensando. Apenas sai da minha boca. Cresci com três irmãos e mais homens no rancho do que poderia contar, meu linguajar não é o melhor, e posso ser tão grosseira quanto um cowboy, mesmo que ainda seja virgem. Não que queira ser. Eu continuava pensando que Brandon seria o único. Pensei em mil maneiras diferentes que poderia acontecer. Algumas dessas maneiras era áspero e duro, saindo do nada, e outras uma lenta e doce sedução. Gosto de ambas as opções, porque de qualquer maneira, desde que o tenha é tudo que sempre quis. Decido começar minha semana de folga com uma nova atitude e me preparar para o trabalho. Poderia pensar sobre isso o dia inteiro se não parar. Coloco um jeans velho e uma regata branca que marca minhas curvas antes de reunir meus cabelos num rabo de cavalo e colocar as botas. Entro em meu Gator1 e vou em direção aos celeiros para verificar minhas meninas. Minha fazenda de vacas só tem bezerros Jersey2. Desde que meu irmão mais velho Ty me deu uma vaca leiteira no sexto aniversário, sou obcecada com as belas vacas de grandes olhos brilhantes. Não dói que adore queijo. Minha mãe e pai começaram esta fazenda leiteira antes de morrerem. Eles tinham tudo no lugar, e meus irmãos mantiveram-na em funcionamento até que eu tivesse dezoito anos e quisesse assumir em tempo integral. Mesmo que ainda estivessem me empurrando para ir à faculdade e esteja tendo aulas on-line apenas para mantê-los fora da minha bunda, sabia que aqui era onde queria estar.

1

Marca de trator.

2

Raça de gado leiteiro

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Por que todos parecem pensar que sabem o que é melhor para mim e que não tenho uma mente própria? Ninguém ficou irritado quando meus irmãos não foram para a faculdade. Tenho certeza de que nenhuma garota que tenham tentado namorar disse que não poderiam por esse motivo. Quando olho para Mark, meu capataz, indo em direção ao celeiro, ele acena. Entrega o resumo do dia, e olho a produção, certificando-me de que tudo está em ordem como deveria. A Dairy Queen opera sem mim agora, porque tenho boas pessoas trabalhando no lugar. Temos uma rotina, e funciona. Levou um pouco de dinheiro e um monte de trabalho duro para obtê-la nesse ponto, mas agora tudo tem um bom fluxo. Mas a fazendeira em mim está sempre acordada antes do sol para verificar as coisas. Já faço isso desde que era bebê, e não adianta mudá-lo agora. Ando para cima e para baixo no celeiro, dizendo olá para as vacas sendo ordenhadas e dando-lhes guloseimas. O resto do rebanho está no pasto comendo. Pouco antes de sair, Mark me dá uma má notícia. Sua mãe está doente e ele tem que voltar para Arkansas ajudar a cuidar dela. Odeio vê-lo ir, mas entendo completamente. Ele tem trabalhado aqui desde que meus pais começaram o lugar, e ficarei triste por vê-lo partir, mas a família sempre vem primeiro. Não acho que poderia me afastar da minha. Não sei como ele fez todos esses anos. Mal posso ficar um dia ou dois sem verificar meus irmãos, certificando de que não precisam de nada. Especialmente Blake e Trace. Ty tem MJ agora e não precisa tanto, mas Blake não pode cozinhar para salvar sua vida e morrerá de fome sem mim, e Trace provavelmente esqueceria como falar se alguém não o forçar a puxar assunto, como eu faço.

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Louis, o capataz de reserva, pode lidar por um curto período de tempo sem Mark, mas não é uma posição que possa ficar vazia em longo prazo. Louis é mais velho, e tem inúmeras ocasiões que não está interessado em mais responsabilidades. Ele quer estar em casa as cinco, apreciando o jantar que sua esposa coloca na mesa. Ele está feliz em ser o segundo no comando. Mark era o responsável pelas operações do dia a dia, e continuava com a equipe, trabalhando longas horas quando necessário. Não tenho o desejo de entrar em seus sapatos, então tenho que encontrar alguém. Gosto de verificar minhas garotas e ter certeza de que tudo está em ordem, mas sou uma cuidadora por natureza. Assim como sou com meus irmãos, não posso me impedir de ter certeza que todo mundo está bem. Tanto quanto amo minha fazenda, sei meus pontos fortes e fracos, e microgestão não é meu estilo. Sou mais adequada ao departamento criativo. Mark e eu conversamos por um tempo, e trabalhamos sobre as coisas para quando precisa sair. Me dirijo para o escritório. Tenho um pequeno prédio perto da entrada, onde minha secretária, Cathy, administra o material de escritório com o qual odeio lidar. "Ei, moça bonita!" Cathy diz assim que entro pegando uma xícara de café e colocando um pouco de creme. "Ei. Mark me contou as más notícias. Está comunicando com uma semana de antecedência.” Cathy acena com a cabeça, não chocada. Ela está sempre cinco passos à frente, e é por isso que a amo. "Quer que eu ponha algumas notícias sobre a vaga e veja quem está disponível?"

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"Sim, temos que começar isso. Não quero ficar muito tempo parada.” "Ouvi que Brandon Knight saiu da Fazenda Johnson. Talvez ele esteja disponível", diz Cathy, fazendo-me quase engasgar com o café. "O que disse?" Tossi, limpando a boca com as costas da mão. Ele saiu? Tem trabalhado com Cash por tanto tempo quanto me lembro. "Parece que disse a Cash que ficou na Fazenda o máximo que pode e avisou que estava saindo." Meu estômago cai e desabo na cadeira mais próxima com um plop. Brandon está saindo? Sabia que ultimamente não estava feliz lá. Podia ver escrito em seu rosto. Inferno, toda a maldita cidade o fez. Mas nunca esperava que fosse sair. Isso significa que está deixando a cidade? Nunca pensei que fosse um covarde saindo por pensar em me fazer dele. O desapontamento se transforma em raiva, e sinto vontade de dar um murro em sua linda boca. "Pelo que ouvi", diz Cathy, digitando discretamente no computador, sem me olhar, "Ele está ficando em uma das casas de Ty, por enquanto". Estou fora do meu lugar e pela porta antes de Cathy terminar a frase. Quando contorno o escritório, ouço Cathy chamar de trás de mim: "Tome cuidado, Dolly. Diga a Mary Jane que disse olá.” Levo o Gator de volta à casa, corro para dentro e pego o telefone. Ele soa um par de vezes, e bato o pé enquanto espero. Finalmente, Mary Jane atende, e começo com as perguntas.

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"É verdade que ele está na sua casa?" Faço uma pausa por meio segundo, sem tempo suficiente para ela responder, antes de perguntar outra vez. "Quando estava planejando me dizer que ele estava aí? MJ, eu pensei que éramos irmãs." MJ é a única amiga que realmente tenho, e nos tornamos íntimas desde que ela se casou com meu irmão Ty e começou a ter seus bebês. A maioria das meninas com quem cresci estava fora na faculdade ou já casada e vivendo uma vida que eu queria. “Diminua a velocidade, Dolly” diz ela ao telefone, mas sua voz é apenas um sussurro. "Liguei três vezes esta manhã, mas não respondeu." Ouço uma porta fechar, e sua voz se destaca. “Ele apareceu ontem conversando com Ty. Não consigo dizer o que estavam falando, mas algo está acontecendo. Tentei tirá-lo de Ty ontem à noite, mas nenhum dos meus truques funcionou.” "Ai credo. Salte essa parte," digo, ansiosa para ela contornar o fato de que tem relações sexuais com meu irmão. MJ ri. "Tanto faz. Deixei uma mensagem para você, mas vou dizer de qualquer maneira. Estou fazendo o jantar hoje à noite, e você vai aparecer por volta de seis e magicamente se juntar a nós. Consegue?" "Você age como se não fosse acontecer de qualquer maneira", digo, revirando os olhos. "Basta trazer sua bunda aqui e me agradecer mais tarde. Tenho que voltar antes que Ty venha me procurar.” "OK, tchau", digo, desligando.

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Minha mãe sempre disse que o caminho para o coração de um homem é através do estômago. Mas gosto de pensar que deixou a parte sobre saias curtas e decote de fora porque eu era muito jovem para ouvir. Um plano se forma na minha cabeça, e sei exatamente por onde começar. Volto ao meu quarto e abro o armário, cavando no fundo. Disse que não vou perseguir, e não vou. Mas tenho certeza como o inferno que posso dar-lhe algo para olhar enquanto está fazendo sua mente. Acho que é hora de eu virar, torturá-lo e ver o quão longe posso empurrar antes que finalmente tenha uma reação. Saio da roupa de trabalho, e a jogo no cesto, indo direto para o chuveiro. Vou depilar e polir cada centímetro do meu corpo antes de ir para a casa de Ty. Se Brandon quer seguir em frente, tudo bem. Mas vou mostrar-lhe exatamente o que vai perder.

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"Quanto tempo vai ficar?" Ty pergunta, tomando um gole da cerveja. "Tentando livrar-se de mim já?" Me inclino para trás na cadeira, tirando os pés do chão. "Foda-se, não. Estive pensando numa maneira de fazer você ficar.” "Você já tem um capataz", o lembro, tomando um gole da bebida, apreciando a queimadura fria depois de um longo dia de trabalho. Não trabalho para Ty, mas enquanto estou aqui, vou ajudar e o fiz o dia todo. Não posso evitar. Era isso ou ficar em meu quarto pensando em Dolly. Era mais fácil apenas esgotar-me e cair na cama no final do dia do que pensar em todas as maneiras de fodê-la. Ou como faria isso. Não podia continuar assim. "Sempre posso usar mais mãos, e sei que as suas são boas", ele diz, e sei que está certo. Há sempre mais trabalho para se fazer, mas não é por isso que estou aqui. Não tenho certeza do que vou fazer sobre o trabalho, mas

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tenho mais de dez anos de poupança, então não estou me preocupando com isso no momento. Há algo mais importante para lidar agora, e é a razão da minha vinda a casa de Ty para começar. Por que, pouco depois de ter deixado a casa de Dolly, deixei meu emprego. Isso e o fato de que ele me ofereceu um lugar quando descobriu que deixei a fazenda Johnson e estava hospedado no único motel na cidade. Não teria sido muito ruim se June não tivesse descoberto que estava lá. Pensei que quando saísse da fazenda, teria terminado com ela, mas não parecia ser o caso. "Ou tem outro tipo de trabalho em mente?" Ty se inclina em sua cadeira, e ambos sabemos que não está falando sobre um emprego. Ele me nivela com um olhar duro. “Não tenho certeza de que estou tão inclinado a te deixar ir atrás da minha irmã.” "Ir atrás?" Eu rosno. Não gosto de como ele colocou. Nem um pedaço de merda. Ele dá de ombros, claramente não se importando que esteja me irritando. “É assim que chamo. Muitos homens tentam chamar sua atenção, mas todos falham.” Agora Ty tem toda minha atenção. Eu me sento. “Quem está tentando chamar sua atenção?” Estou em meus pés antes que perceba. Nunca ouvi uma palavra sobre Dolly namorando, e não tenho certeza do que teria feito se tivesse. Essa merda provavelmente teria me matado, o que não faz sentido, porque tenho me dito ao longo dos anos que não era bom o suficiente

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para ela e que deve encontrar alguém digno. Mas aqui estou, louco apenas com a possibilidade de alguém tentar sair com ela. "Diabos, retiro o que disse. Tenha sua chance. Tenho uma boa sensação de que ela não vai cair no seu colo. Não mais, pelo menos. Pode ser divertido assistir. " Paro de andar pela varanda e o olho. Então me bate como uma tonelada de tijolos. "Sim, agora você está entendendo," ele diz, tomando outro gole da cerveja. Caio na cadeira. Quero que ela tenha o mundo, mas sou o único a impedi-la. "Sou um bastardo", murmuro, mais para mim do que para ele. Ty solta uma respiração profunda. "Ela foi jovem a um longo tempo, por isso não vá bater-se sobre isso. Vocês dois estão dançando um em torno do outro por um tempo, mas você esperou. Isso não faz de você um bastardo no meu livro. Isso faz de você o que chamo de vivo, porque teria te colocado sete pés abaixo da terra se tivesse ido atrás mais cedo. Mas ela não é mais uma adolescente.” Não, ela não é. Mas merda. "Ela é boa demais para mim." “Ela é” concorda Ty. “Mas ninguém a tratará melhor do que eu. Vou passar toda a minha vida provando isso se ela deixar," digo a ele. Porque eu vou. Já fiz essa promessa para mim mesmo quando me demiti da fazenda

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Johnson. Não poderia viver lá mais tempo, apenas por ficar. Estava lentamente me comendo vivo. Senti como se não pudesse respirar, e desde que cheguei na terra de Ty sinto um pouco de oxigênio finalmente entrar em meus pulmões. Estou mais perto dela, e posso sentir. Também sabia que estava no caminho para tê-la. "Pensei que o faria. Diabos, faço a mesma maldita coisa todos os dias. Nunca vou ser bom o suficiente para a minha MJ, mas de nenhuma maneira fodida que estou deixando sua bunda bonita ir. E farei com que ela nunca tenha um motivo para querer ir.” "Posso mais do que fazer isso", juro. O som de um veículo vindo acima da movimentação nos tem girando e olhando. "Parece que vai tentar mais cedo que mais tarde. Acho que vou precisar de outra cerveja para apreciar este show.”

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Saio da caminhonete e endireito a saia antes de fechar a porta. Tenho um par de botas cinza escuro na altura do tornozelo que me fazem sentir sexy, então estou muito confiante e ando através do cascalho e varanda do meu irmão, fingindo que nem sequer vejo Brandon. Se ele pode fingir que nada está acontecendo entre nós, então farei o mesmo. Sinto Brandon ao meu lado, os olhos queimando meu corpo. Mas não olho para ele quando vejo meu irmão Ty se inclinar e levantar da cadeira de balanço, balançando a cabeça. Ele sabe claramente o que está acontecendo. Nunca fiquei quieta sobre querer Brandon. Em parte porque, bem, falo muito e em parte porque queria que todos soubessem que ele é meu. "Você quer uma cerveja, Dolly?" Ty pergunta, e o sigo para casa. Se Brandon quer fingir que nada está acontecendo entre nós, então por Deus, vou fazer o mesmo e bem melhor. Mas quando dou um passo pela porta, ouço-o dizer o meu nome. "Dolly." Sua voz está em algum lugar entre choque e irritação. Bom, ele pode ficar irritado, porque tenho me sentido assim por meses.

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"Oh, ei, Brandon," atiro sobre o ombro, olhando-o de cima e a baixo o mais rápido que posso. Ele está usando jeans desbotados e uma camisa branca com decote em V. O chapéu de vaqueiro está na cadeira ao lado, e os cabelos louros e desgrenhados são empurrados para trás de seus olhos. Olhos de chocolate que avaliam minha roupa. Decidi mantê-lo simples, mas muito mais sexy do que normalmente uso na frente de alguém. Tinha algumas coisas guardadas na parte de trás do guarda-roupas que não tive muita oportunidade para usar, e isso parecia ser perfeito. Estou vestindo uma regata de alças preta que é decotada na frente e aberta com correntes na parte de trás. As correntes finas entrecruzadas mostram tudo, desde meus ombros até o topo da bunda. Meus peitos decidiram aparecer quando estava na nona série e não pararam de crescer desde então. Quando trabalha em fazendas, está ao redor de homens o tempo todo. As mulheres são poucas e distantes entre si. Na maior parte os mantenho seguros com bons sutiãs e tops com suporte embutido. Então, hoje à noite pensei que deixaria os meninos se divertirem um pouco e ficarem sem nada. A regata realmente pedia, com a parte de trás toda aberta. O mergulho profundo do decote e do material solto ao redor dos seios tem Brandon tomando seu tempo com os olhos neles. "O que diabos está vestindo?" Ele diz com os dentes cerrados. Meu coração vibra com ele todo agitado. Estou trazendo isso para fora. Eu o vejo apertar os punhos ao lado, e mordo meu lábio para evitar deixar que uma risadinha escape. Olho para meu top e saia jeans,

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e dou de ombros. O movimento pega seus olhos enquanto meus seios dão um pequeno tremor, e ele dá um passo adiante. "Só pensei em vir jantar com minha família esta noite. Ouvi que alguns membros da fazenda irão juntar-se a nós. Você vem, Daddy?" Atiro as palavras sobre o ombro enquanto me viro e ando para a casa. Normalmente, os caras de Ty não comem junto conosco, mas MJ disse que estava fazendo uma grande refeição para todos. Isso vai ser como segurar um balde de gasolina, mas estou cansada de esperar minha vida amorosa começar. Estou chutando essa merda. Sinto seu calor atrás de mim enquanto caminho pela casa e vou direto para a cozinha. Rosnando baixo, ele não parece aprovar minha escolha de roupa, e isso me faz sorrir. Um ponto para Dolly. Mary Jane está lá, e começo a ajudá-la imediatamente, principalmente para evitar o olhar de Brandon, mas ainda o sinto o tempo todo. Tanto quanto isso é sobre ele, não quero que saiba disso. Se ele me quer, vai ter que trabalhar por isso, porque não vou perseguilo mais. "Se Brandon não a matar por esse traje, seu irmão vai," MJ sussurra enquanto levamos a comida para a longa mesa de piquenique. "Com Ty, eu posso lidar", digo, olhando nervosamente ao meu redor. Perdi Brandon de vista, e não quero que ele me ouça. "O Pai dos meus filhos, por outro lado, já não sei até que ponto." Ele parece mais afetado do que pensava que ficaria, mas talvez a outra noite o enviou sobre a borda. "Ele é suscetível de estourar um globo ocular pela maneira que está te olhando hoje à noite. Espero que saiba o que está fazendo,

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Dolly," MJ diz e pisca para mim. Se alguém sabe o que é um homem ciumento, é MJ. Demorou algum tempo até Ty deixar os homens perto de sua casa. Eu sei que tenho essa raia em mim, também. Simplesmente não acho que ficar todo territorial era a coisa de Brandon, mas parece que poderia estar errada, e algo sobre seu ciúme está fazendo coisas maravilhosas em mim. Minha saia é frouxa nos quadris, e mostra dois centímetros ou algo assim de minha barriga enquanto alcanço em torno da mesa para arrumar os pratos. Tenho que me debruçar muito para alcançar o outro lado, e meus peitos estão por todo o lugar. Estou começando a pensar que o top foi um erro quando me viro, percebendo Brandon. Ele está parado nas sombras. As bochechas estão vermelhas, e parece respirar com dificuldade, mas, por outro lado, ele imita uma estátua, os olhos nunca me deixando. Logo a equipe aparece, e alguns deles vêm e dizem olá. A maioria eu sei os nomes, tendo estado em torno deles por anos. Um dos caras mais velhos aparece para me dar um abraço, mas, de repente, Brandon está na minha frente, fazendo-lhe perguntas sobre algum tipo de semente de grãos que acha que deve usar. Ele está claramente se certificando de que o homem não chegue perto de mim. Depois disso, Brandon não está mais do que três ou cinco centímetros de mim. Cada movimento que faço, ele está ao meu lado, mas nunca me toca. Todo mundo parece saber e fica longe. Nenhum dos homens encontra meus olhos. Brandon poderia também fazer xixi em torno de mim, e não tenho certeza de como me sinto sobre isso. Uma parte de mim ama seu ciúme e que não quer ninguém perto, porque inferno, também não quero nenhuma mulher perto dele, mas outra parte está enlouquecendo. Ele não quer estar comigo, mas não vai me

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deixar ficar com ninguém? Não que eu queira estar com alguém. O pensamento de outro homem não faz nada para mim. Na verdade, faz meu coração doer apenas pensar, mas ele não consegue puxar essa porcaria. Ty me traz uma cerveja, e compartilha um olhar com Brandon. Tomo um gole e olho entre eles, sem entender o que está acontecendo. Sei que algo está acontecendo entre eles e tem a ver comigo. Posso sentir. Estou prestes a perguntar, quando MJ sai e anuncia que é hora de comer. Vou sentar-me do outro lado da mesa, querendo me afastar de Brandon por um momento, mas ele agarra meu cotovelo e me conduz para o lado oposto, longe dos homens e ao lado de MJ e Ty. "Sente," ele diz, e há uma borda em sua voz. Como se não me sentar, fosse ter consequências. "Acho que me confundiu com seu cavalo", digo, tirando meu braço de seu aperto e o olhando. Ando para o outro lado da mesa, mas ele está ao lado instantaneamente, não me dando espaço. Foi um erro empurrá-lo. Sua expressão está cheia de fúria. Posso quase provar a raiva rolando enquanto ele dá um passo mais perto de mim. Decido tentar outra tática. Suavizando a voz, me inclino, assim quando falo só ele pode ouvir. "Sabe, com toda essa atitude que está hoje a noite, diria que ou está realmente com fome ou com tesão." Ele se inclina para baixo, assim nossos narizes estão a apenas dois centímetros de distância, e sei que todo mundo está nos observando.

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Sua respiração bate em meus lábios, e Deus me ajude e aos meus hormônios, porque quero agarrá-lo. Meu plano definitivamente não está funcionando. Brandon é muito mais intenso do que pensava. Foise a fachada madura que teve uma vez, e quem ele realmente é está a ponto de aparecer. "Oh, são os dois, pequeno cordeiro. E assim que você estiver alimentada, vai conseguir o que está pedindo." Ele agarra meu cotovelo novamente e me leva de volta ao lugar original e me diz para sentar. Desta vez faço o que ele diz, sentindo o pulsar entre minhas pernas concordando com ele. Puta merda, ele quis dizer o que disse? Meu estômago treme, e não sei se vou ser capaz de comer agora. De repente quero que todo este jantar termine para que possa descobrir exatamente o que ele quis dizer. Não tinha ideia de que ele mandando me excitaria. Deveria estar chateada, dizendo a ele que vou enfiar minha bota em seu rabo, mas tudo que sinto é necessidade. Necessidade tão espessa e esmagadora que não sei o que fazer com ela, então só sento tentando recuperar o controle. Todo mundo toma seus assentos e começa a passar em torno as tigelas com estilo familiar. Quando algo chega ao meu alcance, Brandon pega e me serve. Antes que possa dizer qualquer coisa, meu prato está cheio com alimentos e todos estão comendo. Sinto a mão áspera e quente de Brandon na minha coxa quando ele se inclina, colocando os lábios em minha orelha. "Coma seu jantar, cordeiro. Vai precisar de força.”

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Minhas pernas tremem e a respiração falha enquanto olho para MJ e meu irmão, verificando se ouviram alguma coisa. MJ está no colo de Ty e ambos se alimentam perdidos no que está acontecendo ao redor. Brandon se inclina e toma uma garfada de sua comida, mas a mão permanece em minha coxa. Pego meu garfo e algumas batatas apenas quando sua mão começa a rastejar até a bainha da minha saia. Olho para cima, não me movendo um centímetro enquanto seus dedos rastreiam o interior de minha coxa e ele aperta, puxando para ele e me abrindo. Olho para ele, que está tendo uma conversa como se a terra não parasse de se mover e sua mão não abrisse minhas perna. Ele parece completamente relaxado enquanto come com uma mão e conversa com os homens da fazenda de Ty sobre como o inverno vai ser difícil este ano. É este meu castigo por provocá-lo com a roupa? E por que o pensamento dele me punindo por ser uma pirralha faz o formigamento entre minhas pernas ainda pior? Respiro e tento não deixar minha mente correr quando começo a comer e fingir que nada está acontecendo debaixo da mesa. Nada mesmo. Nada além do meu corpo praticamente queimar com seu toque. Ele faz uma pausa, e abro minhas pernas, abaixando o queixo para esconder o rubor. Não acredito que estou fazendo isso. Ele espera e depois olha para mim e acena com a cabeça para minha comida. "Coma," ele diz e depois volta para a conversa. Dou uma mordida, e ele acaricia o interior da minha perna aprovando. Dou outra, e ele desliza a mão um pouco mais. Paro para

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tomar um gole de cerveja, e seus dedos ásperos vão mais alto em minhas coxas. Engulo um suspiro quando dois de seus dedos tocam minha buceta nua, e ele congela. Não acho que esperava que eu fosse estar sem calcinha, e meio que gostei que o choquei. Ele encaixa o olhar no meu, e com toda a insolência que posso reunir, pisco para ele, sentindo como se apenas ganhei uma pequena partida. "Algum problema com seu jantar?" Pergunto, baixo o suficiente para que possa ouvir. “Nada, cordeirinho. Apenas começando." Com suas palavras, ele espalha minhas dobras molhadas facilmente e esfrega meu clitóris. Tenho que morder o lábio para não gemer enquanto ele desliza os dedos agora lisos através da minha umidade. Não há nenhuma maneira que consiga esconder quão excitada e quase envergonhada estou de quão molhada minha buceta está. Nem sabia que podia ficar tão molhada, mas mesmo minhas coxas estão encharcadas com minha excitação por ele. Estou tão perto que posso cheirar o perfume do couro, e quero escalar em seu colo e me esfregar nele. Em vez disso, vou até onde sua mão está, e coloco a minha sobre a dele. Não quero que ele pare de me tocar. Nunca quero que ele pare. Ele me acaricia lentamente enquanto come, e tento seguir sua liderança. Finjo agir casual, como se nada estivesse acontecendo. É apenas um toque simples, mas tão fodidamente perfeito que estou realmente indo em direção a um orgasmo. Já posso dizer que vai ser maior e mais forte do que qualquer coisa que me dei, e não sei como vou controlá-lo. Não acho que vou ser capaz de ficar quieta se gozar.

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Como se Brandon soubesse exatamente o que estou pensando, ele acalma seus dedos, depois acaricia minha buceta suavemente, antes de tirar a mão. Quero rosnar de frustração, mas gozar com ele pela primeira vez não é algo que quero experimentar em público. Olho para cima e o vejo discretamente trazer os dedos a boca e lambê-los antes de tomar um gole de cerveja. Ele olha para mim, e vejo sua garganta se mover enquanto engole. Lambo meus lábios pensando em como quero saboreá-lo lá, e em todos os lugares, antes que meus olhos voltem para os dele. Eles são tão escuros, e há uma fome lá. Uma corrente subjacente de desejo que pode não ser capaz de controlar por muito mais tempo. Não foi assim que imaginei esta noite. Pensei em aparecer, provocá-lo e depois sair da mesma maneira que sempre faço. Mas algo mudou, é como se Brandon não estivesse lutando contra essa necessidade dentro dele que eu sabia que estava lá o tempo todo. Mas devo permitir que ele me leve tão facilmente? Um toque em minha buceta e vou deixá-lo me ter? Eu quero-o mais do que quero minha próxima respiração, mas não sou fácil, e nem o brinquedo de alguém. Meus sentimentos por ele são para a vida, e não vou o deixar pensar que pode me satisfazer e aos meus desejos me provocando. Isso significa tudo para mim. Não sou um brinquedo. Ele poderia quebrar meu coração em um milhão de pedaços, se eu não tiver cuidado. Posso falar que sou forte, mas não sei como ficaria depois de ter Brandon por alguns dias, apenas para ele se afastar. Me arruinaria. Tenho-me bem e furiosa em questão de instantes, e não sinto como se quisesse sair mais. Pego meu prato quase vazio e me levanto. Isso não é um jogo para mim. Talvez estivesse jogando quando cheguei, mas mordi claramente mais do que posso mastigar.

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"Obrigado pelo ótimo jantar, rapazes, mas tenho que acordar cedo amanhã", digo para a mesa. Brandon se levanta ao meu lado com o próprio prato. Ele pega o meu e o empilha. "O jantar estava ótimo, MJ. Obrigado." Todo mundo diz adeus quando Brandon agarra meu cotovelo e me leva de volta para a casa. Não quero causar uma cena, então deixo, mas assim que estou na cozinha, me livro de sua posse. Ele lentamente coloca os pratos na pia, e me afasto. Há um aperto em seus ombros, no grande músculo que se conecta ao pescoço. É o lugar que quero provar mais. Eu quero mordê-lo enquanto ele me leva. Afasto esse pensamento da cabeça e dou outro passo para trás quando ele se vira para me olhar através dos olhos encapuzados. "Bem, acho que te vejo mais tarde", digo, tentando agir como se não estivesse com medo e excitada pelo que ele poderia fazer. Tentando não parecer ansiosa. "Dolly." A forma como ele diz meu nome é um aviso. “Você não vai a lugar nenhum, a não ser comigo.” Suas palavras me irritam, e sinto raiva de novo. "O que te faz pensar que quero ir? Estive atrás de você como um cachorro perdido desde que tinha dezesseis anos. Agora decide que quer um pedaço da minha buceta e acha que vou apenas ir junto? Sabe, sempre pensei que tinha um pau grande, mas deve ter um conjunto de bolas do tamanho do Texas para assumir que estaria tão desesperada por atenção. Que cederia e pegaria os restos que jogou no meu caminho."

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Ele estรก em mim antes que eu possa respirar, me jogando por cima do ombro e saindo da casa. Grito e comeรงo a bater em suas costas, mas ele continua indo, pisando no quintal. Quando para, ouรงo uma porta de caminhonete abrir, e ele me coloca dentro antes de fechรก-la. Vou pegar o cabo, mas ele tira as chaves e clica nas fechaduras. Vejo como se afasta, e bato no vidro, gritando em suas costas. Depois de um segundo o vejo desaparecer nas sombras e fico sozinha. "O que diabos aconteceu?" Me pergunto enquanto sopro uma onda vermelha do rosto.

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Voltando para a casa, vou direto para a bolsa que trouxe esta noite. Não tinha certeza de como as coisas iriam. Mary Jane está de pé do lado da sala de estar, apenas me olhando, e sei que quer dizer algo. Está escrito em todo o rosto. Não que eu a culpe. Provavelmente pareço prestes a perder a paciência, algo que nunca faço. Estou sempre calmo e no controle, mas Dolly sabe como quebrar isso. "Dolly pode falar como um homem", ela finalmente diz, e um sorriso puxa meus lábios, sabendo como é verdade. Dolly cresceu cercada por homens, sua boca inteligente é prova disso. É algo que sempre amei no meu cordeirinho. Ela diz o que está pensando e vai para o que quer. Não há entrelinhas com ela. Você a chateia e ouvirá por isso, junto com qualquer um dentro de uma milha. "Dito isto, ela é toda mulher em seu coração. Ela se importa com todos e tudo. Pessoas que se preocupam têm corações suaves. Você ouve o que estou dizendo?" Mary Jane acrescenta. Mais do que ouvi o que disse. Preciso tomar cuidado para não machucar seu coração. Ela se despedaçaria muito mais fácil do que a

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maioria pensa. Sempre soube que Dolly é todo coração. É evidente em tudo o que faz. "Vou passar o resto da minha vida recuperando os últimos anos. Consertando qualquer mágoa que posso ter causado, fazendo com que ela pensasse que não a queria.” "Bom. Gostaria de ter uma sobrinha ou um sobrinho logo." Com isso, ela se vira e me deixa de pé na sala de estar. Imagens do meu cordeirinho grávida com nosso filho ou filha passa através de minha mente e quase me traz de joelhos. Meus sentimentos estão muito desgastados para pensar nisso. Em ter uma família. Nunca tive antes. Uma como a que Dolly cresceu, onde todo mundo se preocupa e se ama. A única coisa que conheci de uma família era um bêbado que foi um pai melhor morto do que quando estava vivo. Sei que com Dolly, eu teria tudo. O tipo de família que um homem como eu só pode sonhar. O tipo que nunca na minha vida pensei que poderia ter. Passando a mão pelo meu rosto, tento recuperar o controle antes de sair para enfrentar Dolly mais uma vez. Precisamos falar sobre aquela maldita roupa e como fodeu minhas intenções esta noite. Tenho o cheiro de sua vagina por toda a mão, e estou morrendo de tesão. Ela me tem tão fora de mim, que já me sinto prestes a explodir. Ainda não consigo acreditar que fiz isso na mesa com todos sentados ao redor. Não sei o que aconteceu, mas a necessidade de tocála era muito forte. Vi todos os homens do rancho de Ty a olhando, e precisava de um lembrete de que ela era minha. Só minha para tocar. Algo para esfriar e me impedir de dar um soco em alguém por apenas olhá-la

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Fiquei lá conversando com Chuck enquanto brincava com sua buceta. Nem lembro de uma coisa que conversamos. Mas quando senti a pequena buceta de Dolly empurrando para um clímax, era como se uma carga de água fria fosse despejada em mim. Foi então que me lembrei de onde estava e fazia. Ninguém vê essa merda, apenas eu. Esperei anos fodidos por este momento, e não estou compartilhando com ninguém. Essa merda é minha, assim como ela vai ser, e vou saborear assistir ela gozar pela primeira vez. Passei muitos anos lutando contra, achando que estava errado, e agora que estou deixando ir, não acho que vou compartilhar sua atenção muito bem. Provavelmente nem sequer deixá-la sair do quarto por um mês, sugando cada gota que puder. Essa é a única coisa que vai me acalmar neste ponto. Ter tudo para mim por um tempo. Quando ela saiu da caminhonete esta noite, senti como se alguém tivesse me dado um soco no estômago. Nunca na minha vida a vi vestida assim. Não pude lidar com isso. Então, quando descobri que alguns dos homens estavam chegando, tive que me arrastar para o banheiro e me controlar. Tudo que realmente obtive foi o pau em minha mão enquanto tentava tirar toda a luxúria que sentia. Mal me acariciei e estava gozando em toda a mão. Dolly com certeza já não era mais criança. A garota que apareceu esta noite era toda mulher e procurava uma coisa. Não estou tão certo de que ela estava feliz pelo que conseguiu, porque saiu daqui fodidamente puta, pensando que poderia ficar longe. Oh, Dolly está prestes a conseguir o que tem tentado ter todos esses anos. As comportas estão abertas, e nada me impedirá de tê-la. Nem ela mesma.

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Ele está de volta mais rápido do que esperava, com uma mochila sobre o ombro e um olhar duro no rosto. Ele a joga na parte de trás do caminhão, volta para o lado do motorista e entra. “Brandon, o que diabos está fazendo? Deixe-me sair desta caminhonete," o agarro, mas não há força através de minhas palavras. Nem tentei sair quando ele invadiu a casa. Não sei se foi porque ainda estava atordoada ou porque não queria testá-lo. "Não," ele diz, não me olhando enquanto dirige e sai da entrada de Ty. Cruzo os braços e solto um bufo, e só me leva um momento para perceber onde vamos. "Você está me levando para casa?" Quase grito. Bem, isso é só uma grande merda. Seu ciúme é tão grande que quer ter certeza de que minha bunda está em casa. Sozinha. Ele não fala quando sai, pega a mochila e a lança sobre um ombro. Ele vem para meu lado e abre a porta. Eu protesto, e ele revira os olhos,

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puxando-me para fora e jogando-me sobre o outro ombro como se eu não pesasse nada. "Me coloque para baixo neste exato momento ou juro por Deus, vou chamar meus irmãos e mandá-los chutar seu traseiro da minha terra." Atiro a ameaça para ele. SMACK! Minha bunda queima, e solto um guincho. Não posso acreditar que ele apenas me espancou! Um novo lado de Brandon apareceu esta noite, e não sei o que fazer com ele. "Acalme-se, pequeno cordeiro. Vamos conversar um pouco.” Mordo o lábio, porque tanto quanto doeu, meio que gostei, e tenho medo que se ele fizer de novo, eu poderia gemer. Ele destranca a porta da frente e me leva para dentro, chutando a porta fechada e depois ativando o alarme. "Como sabe o código?" Pauso enquanto meus pensamentos voltam a funcionar. "Ei! Tem uma porra de chave?!" Pergunto, seriamente preocupada com minha segurança. "Não há uma porra de coisa que não sei sobre você." Ele deixa cair a bolsa na sala de estar e finalmente me coloca para baixo de frente para ele. Coloco as mãos nos quadris com fogo subindo em meu peito. Quero lhe dar uma bofetada e beijá-lo ao mesmo tempo. "Bran…" "Não," ele diz, me cortando. "Vai me deixar falar. Você precisa ouvir o que tenho a dizer.”

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Reviro meus olhos e bato o pé, esperando, fingindo que não me importo, quando realmente por dentro estou enlouquecendo. O que ele sempre tem a dizer é que sou muito jovem ou merda assim. Pensando que sabe o que é melhor. Ou pior, e se ele disser algo sobre nós tendo um bom tempo e tirando isso de nossos sistemas? Acho que doeria mais do que ele dizendo que sou muito jovem. Pelo menos isso significava que está preocupado comigo. Que se importa. Mas a ideia de uma aventura faz com que tudo pareça barato. Que não tem esses sentimentos amorosos como eu e que é tudo desejo. Isso quebraria meu coração. "Te quero desde o segundo que te vi. Quando era muito jovem para eu pensar em você da maneira que fiz. Esperei e tive meu tempo. Quando completou dezoito, tudo o que queria fazer era finalmente reivindicá-la e torná-la minha. Você está me deixando louco com a forma como me chama de Daddy e o jeito que joga comigo. Você adora empurrar meus botões e testar minha paciência." Ele respira, fechando os olhos como se estivesse imaginando. "Mas pensei que merecia mais do que eu, então não peguei o que queria. Mais do que queria. Tenho respeito por seus irmãos e por você, e não queria te arruinar, Dolly. Queria que ficasse limpa e pura. Não com um bastardo que nem sabe como começar a dar-lhe uma família. Nem sequer sei o que é família. E sei que é isso que quer. Uma cerca de piquete e crianças correndo por todo o lugar, tudo isso." "Mas..." Ele levanta uma mão, cortando-me. "Mas então eu percebi que ninguém nunca será bom o suficiente para você, nem mesmo eu." Vejo o olhar escuro em seus olhos enquanto ele dá um passo em minha direção. "Mas também é verdade que

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ninguém nunca vai te querer mais do que eu. E ninguém jamais te amará mais." Ele cai de joelhos na minha frente e puxa uma simples aliança de ouro com um diamante do bolso. "Brandon," sussurro, minhas mãos indo para a boca. Não acredito no que está acontecendo. Ele está abrindo o coração para mim. Odeio que ele pensou que não era bom o suficiente para mim e que não acha que merece uma família. "Quero provar a você que não vou a lugar nenhum. Esperei para lhe dar a chance de mudar de ideia sobre mim, mesmo que meus sentimentos nunca mudassem. Não há nada sobre você que eu não ame. Você é barulhenta, o centro das atenções em cada lugar, e posso sentar e te assistir brilhar. Você é forte e trabalha mais do que qualquer pessoa que já conheci." Não digo uma palavra quando ele estende a mão, pegando a minha e deslizando o anel. "Você vai casar comigo, Dolly, não porque eu esteja perguntando, eu não estou, mas porque não há outra escolha que eu permita. Você é minha. Foi desde o primeiro dia. Selou seu destino a primeira vez que pôs esses olhos em mim e mostrou essas covinhas. Acha que vou a algum lugar, mas não. A única direção que sigo é a na sua.” Quero chorar, quero rir, e quero cair no chão com ele, tudo ao mesmo tempo. Mas estou congelada no lugar. Ele me deu todos os desejos, e não sei como processar minha felicidade depois disso. "Agora," ele diz, saindo do chão e me pegando. "Vou levá-la para a cama e usá-la."

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As costas de Dolly batem na cama, e estou nela, rasgando seu top. O material não é páreo para minha necessidade ou a raiva da camisa. O som do material rasgando é alto no quarto, e faz-me ainda mais duro. Minha boca vai direto para o que está me provocando a noite toda desde que ela apareceu nesta roupa. Seus seios cheios se derramam, e me inclino para baixo, prendendo o mamilo. Vou garantir que essas roupas nunca mais vejam a luz do dia. Minhas mãos seguram seus quadris enquanto me alimento de seu corpo, querendo saber qual o gosto dela em todos os lugares. Precisando saber. Todos esses anos de desejo estão me fazendo perder a cabeça, e tento me lembrar de ir devagar, mas não consigo parar. Preciso de tudo. "Brandon," ela geme, os dedos deslizam em meu cabelo quando as costas arqueiam para fora da cama. "Você está se dando a mim, pequeno cordeiro?" Pergunto, a olhando. Minhas mãos em seus quadris perfuram mais fundo em pura posse. Não consigo deixá-la ir.

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"Me dei a você há muito tempo", ela admite, e as palavras afundam profundamente. Ela pertence a mim. Sempre pertenceu. Nunca houve outra opção. Fomos feitos um para o outro. Vou passar a vida provando que sou o homem para ela, e sei que ela vai me dar a vida que sonhei. Suas pernas se abrem, e a saia que tem em torno dos quadris sobe. Sua bunda nua está pressionada contra mim, e só meus jeans estão me impedindo de estar dentro dela. Não sei se os odeio ou amo agora. Eles estão me fazendo desacelerar, porque de outra forma já teria todo meu pau empurrado dentro de sua pequena buceta apertada, gozando profundamente dentro dela, tentando fazer todos os pensamentos dela grávida com nosso filho virarem realidade. "Então está dizendo que isso me pertence." Empurro contra ela, o cume duro debaixo do meu jeans esfregando contra sua vagina. "Deus,

sim,"

ela

geme,

tentando

roçar

contra

mim.

Relutantemente, libero seus quadris e me inclino para trás, olhando-a. Tudo o que tem é a saia que subiu todo o caminho até sua cintura, e as botas cinza. Seus quadris se levantam, tentando recuperar o atrito que acabei de dar-lhe. Ela agarra-me, querendo me puxar de volta. A nivelo com um olhar duro. Ela para, os olhos se arregalando antes de cair de volta em seus cotovelos. Ponho a mão em sua buceta antes de esfregar meu polegar para cima e para baixo em sua fenda, amando que está nua aqui. Nada ficando no meu caminho para ela.

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"Você raspa isso para mim, pequeno cordeiro?" Pergunto com o polegar em seu clitóris. Seus olhos começam a fechar com ela gostando do prazer que estou dando. Lentamente, esfrego para frente e para trás, parando quando não me responde. Seus olhos se abrem quando levanta os quadris em busca do meu polegar. "Responda", eu rosno. Minha própria necessidade tendo o melhor sobre mim enquanto a observo, estendida sobre a cama embaixo de mim, o cabelo vermelho selvagem encaracolado em toda parte enquanto está desfrutando do prazer que dou a ela. "Sim, fiz isso para você", ela finalmente admite, estreitando os olhos para mim. "Mas então usou uma saia que mostrou a todos o que é meu." Seguro sua buceta outra vez, não gostando da ideia de qualquer um vendo isso. É meu, e o pensamento de outro homem olhá-la me faz querer dar outra palmada em seu traseiro. "É sua culpa! Tive que usar a saia. Então, se quer ficar bravo com qualquer um..." Suas palavras pararam abruptamente quando minha mão em sua buceta se ergue e desce, batendo em seu sexo. Seus olhos aumentam, e um suspiro deixa sua boca. Mas ela abre as pernas ainda mais. “Não consigo acreditar que...” Bato em sua buceta novamente. Desta vez, quando minha mão pousa, seus quadris empurram da cama, encontrando-me a meio caminho. Então ela cai de volta na cama, um gemido saindo de sua boca.

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Porra. Ela gosta. Sinto-me respirando com dificuldade, gostando do som de minha mão batendo em sua pele quente. Pensamentos sobre Dolly apareceram em minha mete, dobrando-a sobre a superfície mais próxima e fodendo enquanto a espanco, isso começa a levar o meu controle. "Diga que está arrependida e que não vai fazê-lo novamente, pequeno cordeiro." "Desculpe, Daddy", ela diz não recuando, e meu corpo inteiro tenciona. Algo passa entre nós. Algo novo, primordial e certo. Ela lambe os lábios. Porra, essa palavra me mata. Não sei por que, mas quando vem de sua boca faz-me algo. Algo cru. Eu pego a fivela do meu cinto e puxo-o livre, então vou para o botão no meu jeans para me libertar. Enrolo uma mão em torno do meu pau e acaricio. Os olhos de Dolly vão até lá, e ela lambe os lábios cheios. Pré-gozo sai da cabeça do meu pau, pronto para derramar a qualquer momento. Não vai demorar. Nunca o faz com ela. "Você quer o pau do seu Daddy, não é?" Não é uma pergunta. Ela move os quadris, e olho para a umidade cobrindo sua vagina. Ela quer isso muito. Ela está tão necessitada quanto eu. Esfrego a ponta do pênis dolorido ao longo de sua fenda, acertando o clitóris e dando um empurrão. Um suspiro de dor escapa de sua boca, e suspiro com ela. "Por favor, sim, eu quero", ela implora. "Acho que preciso marcar você. Se for andar de saias curtas, acho que é melhor fazê-lo coberta com a porra do seu Daddy. Então todos

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saberão que pertence a alguém. Que sua buceta não precisa de atenção, porque já está recebendo em casa." "Por

favor,

sim,

sim,

eu

preciso

disso,"

ela

implora

desesperadamente, um suave e doce gemido em sua voz. Usando uma mão, abro os lábios um pouco enquanto deslizo a cabeça do meu pau através das dobras molhadas, batendo no clitóris, e nós dois gememos. "Implore" rosno, precisando ouvir o quanto ela precisa de mim mais do que preciso da minha próxima respiração. Nunca em minha vida fui necessário para alguém, e ter isso de Dolly é como voltar para casa. "Por favor, Daddy, me faça gozar!" Ela grita, já caindo sobre a borda. Ela me leva junto quando o gozo derrama do meu pau e em sua boceta virgem. Esfrego em sua pele, cobrindo-a e certificando-me de que cada centímetro de sua buceta está coberta pelo meu gozo. Satisfação como nunca senti me enche. Se pensei que gozei forte antes, nunca poderia imaginar o que seria gozar para ela.

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Sinto as ondas de prazer fluindo através de mim, e é diferente de qualquer orgasmo que já tive. Todos foram pálidos em comparação com o que acabei de experimentar, e chamar de orgasmo é realmente um eufemismo. Era mais como um vulcão entrando em erupção, e pela sensação da umidade quente entre minhas pernas, Brandon era o que causou a explosão. "Uau," respiro, abrindo os olhos para olhá-lo. Ele se inclina para baixo, pressionando os lábios nos meus, e a língua empurra para dentro. Ele está exigindo que eu me entregue, e de nenhuma maneira no inferno vou detê-lo. Agora não. Finalmente consegui tudo que sempre quis, e está tudo acontecendo tão rápido. Suspiro com seu gosto, correndo os dedos através de seu cabelo loiro e desgrenhado. Ele descansa o peso sobre mim, e a sensação me excita. Seu pênis é duro entre nós, pressionando minhas dobras e procurando entrada. Estendo as pernas mais largas enquanto a cabeça penetra em mim, e estremeço um pouco quando ele tira minha virgindade. Ele me sente tensa e quebra o beijo para me olhar.

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"Eu te amei por um longo tempo, Dolly. Mas mesmo antes de te conhecer, acho que te esperava." "Eu também, Daddy", digo, minhas bochechas queimando em rubor. Amo chamá-lo assim enquanto estamos juntos. É tão íntimo e real. "Nunca estive com ninguém antes, e sei que você também não, então não vou usar nada para nos separar. Você é minha, e cuidarei de você. Para sempre." Ele acena para o anel no meu dedo e depois pega minha mão e beija. "Não há como fugir de mim agora." O olhar em seus olhos é escuro, e meu corpo responde a ele levantando os quadris e convidando-o a me levar mais fundo. Quero toda sua obsessão. Quero ser a única coisa que ele pensa, noite e dia. Quero cada grama de sua atenção, e não quero que suas mãos deixem meu corpo. Ele pega meus pulsos e puxa-os acima da cabeça. Minha respiração para. Sua possessão aumenta minha excitação, e aperto os tornozelos ao redor de sua cintura. "Estava esperando por mim todos esses anos? É por isso que ainda é virgem?" Eu pergunto, arqueando uma sobrancelha para ele. Só porque concordei em ser dele não significa que não posso jogar um pouco de atrevimento. Além disso, ele adora. Não posso acreditar que nunca esteve com uma mulher, mas uma pequena parte dentro de mim se agita por isso. Sou tão egoísta quando se trata dele, então amo que só esteve comigo. "Estive esperando você se tornar maior de idade", ele diz, inclinando-se para baixo e mordendo meu mamilo.

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Grito de prazer quando a mordida pequena envia um formigamento todo o caminho para meu clitóris. A veia pesada de seu pênis esfrega ao longo da entrada molhada, e gemo de desejo. "Você está atrasado", arquejo, tentando recuperar o fôlego e me orientar. Minha cabeça está em todo lugar, perdida num nevoeiro de paixão e luxúria. “Acho que preciso recuperar o tempo perdido, então.” Ele termina a frase empurrando completamente dentro de mim, e sinto uma pitada de dor. Mas tão logo como chega, ela passa, principalmente devido à sua boca em meus seios. Ele os tem empurrados juntos enquanto lambe os mamilos ao mesmo tempo, e é tão fodidamente quente que não consigo pensar no pequeno desconforto entre minhas pernas. "Porra, eu não posso segurar," ele diz, entrando e saindo. É áspero e sexy, e não posso me mover sob ele. Seu peso está prendendo-me enquanto suas mãos prendem meus pulsos acima da cabeça. Isso é algo que não esperava, mas a sensação de ser verdadeiramente possuída por ele é suficiente para que meus desejos subam rapidamente. "Daddy, por favor", imploro, tão perto da borda que posso provála. Sua boca aterrissa na minha num beijo duro que rouba minha respiração. Ele toma meu lábio inferior na boca, o morde, e estremeço com a sensação. Ele não está sendo cuidadoso comigo e me tratando como uma flor delicada. Está me fodendo como se ele me pertencesse, e estou indo para ele.

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"Mais", digo, e suas mãos ficam mais apertadas quando seus empurrões começam a ficar mais fortes. Seu corpo quente está esfregando contra o suor do meu, e é liso contra mim. O som do nosso sexo é sujo, e me sinto um animal com ele. Nunca fui tão livre na vida, e com o orgasmo se aproximando, lágrimas se formam em meus olhos. Ele está quebrando cada defesa que já construí, cada sorriso falso que já usei para esconder o sofrimento da rejeição. Brandon empurrou todas as minhas desculpas e fez este momento tão real e poderoso que não tenho escolha além de dar o meu corpo e me colocar como ele exige. Meu corpo parece ser quebrado ao meio com o clímax. Grito o nome de Brandon, e as lágrimas caem quando gozo mais forte e mais profundo do que já fiz na vida. O sinto ainda acima de mim enquanto calor inunda meu ventre e ele encontra o próprio prazer dentro do meu corpo. Antes que perceba o que está acontecendo, seus lábios estão na minha bochecha, beijando as lágrimas, e ele está me dando palavras suaves e calmantes. Ele nos moveu para que me segure nos braços e ao seu lado, e estou deitada contra seu peito. "Está tudo bem, pequeno cordeiro. Estou aqui." Ele acaricia meu cabelo e beija minha testa enquanto solto os soluços que estão subindo dentro de mim. "Shhh. Eu te entendo." Sempre fui a garota mais alta da sala, o centro da atenção, e aquela de quem todos riam. Nunca fui a garota que levaram a sério. Eu sempre fui apenas a amiga, mesmo que secretamente quisessem mais.

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Nunca senti como se fosse verdadeiramente importante para ninguém até Brandon. E embora ele me mantivesse à distância, entendi o porquê. Ele não estava me rejeitando, estava me deixando crescer e me tornar quem sou agora. Demostrei confiança e ousadia no exterior, mas realmente no fundo tenho minhas inseguranças tímidas como qualquer outra menina. Crescendo no lado mais pesado, odiava o jeito que parecia. As meninas bonitinhas sempre estavam recebendo os caras. E como Brandon parecia saber, cresci através disso. Aprendi a abraçar meu corpo, e amar minhas curvas, mas às vezes a menina gordinha dentro de mim ainda estava lá. Pensei que a melhor maneira de esconder meu medo era ser mais confiante, segura, e sempre fazer piadas, e isso estava me prendendo. Tudo o que me preocupava estava na cabeça, porque, na realidade, ele estava se apaixonando por cada pedaço meu. O bom, o ruim e o grande. E não é isso que qualquer garota quer? Ser amada por seu homem tão ferozmente como ela o ama. É como se Brandon entendesse tudo isso e me deixasse ter meu momento emocional. As lágrimas não são de tristeza, mas de alegria. Porque todas as minhas inseguranças estão diante dele, e ele me ama por causa delas e não apesar delas. "Lembro da primeira vez que te vi," ele diz, esfregando círculos nas minhas costas. "Brincamos de casinha no celeiro aquele dia com o cordeirinho, e lembro de pensar que tinha a risada mais bonita que já ouvi. Você fez isso com todo o seu coração, e tudo o que queria fazer era escutá-la pelo resto da minha vida." As lágrimas pararam, e sorrio contra seu peito, amando a confissão. "Você me fez um anel naquele dia. Lembra?" Ele pergunta.

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Eu aceno e solto uma pequena risada. Peguei um pedaço de feno de um dos fardos e amarrei em torno de seu dedo. Disse que se ele era meu marido, queria que as pessoas soubessem. Ele enfia a mão no bolso de trás e, de repente, estou surpresa por ele ainda vestir as calças. Acho que não precisou chutá-las todo o caminho para fazer o que fizemos mais cedo. O pensamento me faz corar, embora não saiba por quê. Olho pelo canto do olho quando ele puxa um pedaço de feno e o coloca na minha mão esquerda onde uma aliança de casamento está. "Não pode ser", digo em choque enquanto me sento. Mas olhando para baixo, vejo que é exatamente a mesma. "Me casei com você no meu coração naquele dia. Só tinha que esperar um pouco para fazê-lo de verdade. Não tinha certeza se funcionaria, acho que principalmente porque estava com medo de esperar isso." Ele passa os dedos pelo meu cabelo e se inclina, beijando meus lábios suavemente. "Você é tão perfeita, Dolly. E vou passar o resto da vida sendo o homem que você merece."

the Virgin


É a primeira luz da manhã e já fiz amor com Dolly duas vezes. Acho que nunca realmente paramos desde ontem à noite, então não tenho certeza se está incluído no total da noite passada. "Deixe-me fazer um pouco de café da manhã", digo, apertando seu traseiro e levantando da cama. Ela salta comigo. Ambos somos madrugadores, não importa se dormimos pouco. "Você vai preparar o café da manhã? Sou cética, para dizer o mínimo." Ela pisca e puxa um jeans e camiseta. Eu sigo o exemplo, sabendo que há trabalho a ser feito em sua fazenda hoje, e planejo ver o que é. "Oh, não vai dizer nada quando sua boca estiver enrolada em torno do meu biscoito." Ela se aproxima e passa a mão pelo meu peito e depois toma a frente da minha calça jeans. Inclinando-se perto, ela me olha através dos cílios quando meu pênis endurece sob seu toque.

the Virgin


"É disso que estamos chamando esta besta? Biscoito? Porque, para ser honesta, logo que se tornar meu marido, eu gosto de Goliath3." Ela me beija no queixo antes de balançar o lindo traseiro para fora do quarto e me deixar rindo. Maldição, amo a tenacidade que a mulher tem. Puxando minha camisa, saio para a cozinha e ela já me serviu uma xícara de café. Sento-me no banco e puxo-a para o meu colo, beijando-lhe o pescoço. "Isto é o céu," digo, segurando-a para mim. Aproveito alguns momentos apenas para apreciá-la antes de tomar um gole do café. Tem um pouco de açúcar e um monte de creme. Exatamente como gosto. Eu a beijo nos lábios. Ela tem gosto de um dia quente de primavera, e tudo que quero fazer é arrastá-la de volta para o quarto. "Só queria que pudesse ficar na cama um pouco mais", ela diz enquanto a sento no banquinho, e depois vou buscar coisas para o café da manhã nos armários. Sei que Dolly tem tudo que preciso aqui porque minha mulher adora cozinhar. Mas é minha vez de cuidar dela em vez dela sempre ser a única a fazê-lo. "O que está acontecendo?" Pergunto enquanto misturo a massa. "Preciso de um novo capataz. Mark tem uma emergência familiar e precisa voltar para casa. Ele disse que me daria uma semana, mas quero ser capaz de cobri-lo antes, então ele não precisa se preocupar. Ele precisa ficar com a família.”

3

Nome de gigante famoso

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Suas palavras tocam meu coração, e é apenas mais uma razão pela qual a amo tanto. Ela sempre pensa nos outros antes de si mesma. "Bem, do jeito que vejo você arrumou um quando coloquei esse anel em seu dedo." Ela o olha, como se de alguma forma esqueceu que estava lá, e sorri para ele. "Quando conseguiu isso? Como puxou isso do nada ontem à noite?" Coloco os biscoitos no forno e começo o bacon. Ela se aproxima e envolve os braços em mim enquanto cozinho. "Cordeirinho, tenho este anel desde seu décimo oitavo aniversário." "O quê?" Ela meio grita, e me viro e sorrio para ela. "Você teve meu anel com você por dois malditos anos e não me propôs?" Inclino seu queixo para cima e dou um beijo suave em seus lábios. "Está aí agora e nunca sairá. Agora voltamos ao trabalho. Não sei muito sobre fazendas leiteiras, mas planejo estar aqui o resto da vida, então tenho tempo para aprender. Vai me deixar seguir seu belo traseiro e me mostrar, ou tenho que arranjar outra pessoa para fazê-lo?" Pensar em ter meus dias e noites com Dolly ao meu lado me aquece de dentro para fora. A agarro pelos quadris, levantando-a para o balcão e ficando entre suas pernas. "Acho que gosto do som de você olhando minha bunda o dia todo", ela diz, pressionando os seios contra meu peito.

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"Gosto do som disso também. Eu te amo, Dolly, e quero cuidar de você como puder. Tenho bastante dinheiro e se não quiser trabalhar novamente, não precisa. E se quiser dirigir a fazenda, então vamos fazer isso juntos. Enquanto estiver ao meu lado, seu desejo é uma ordem. " Ela sorri com doçura e acena com a cabeça. "Acho que posso lidar com isso. Ficarei feliz contanto que esteja comigo, Daddy." Essa única palavra endurece o meu pau e quero fodê-la tão ruim que dói. Retiro o bacon da panela e desligo o fogão. Tiro os biscoitos e os coloco no balcão. Então viro para Dolly, agarro sua cintura e a puxo para fora do balcão. Ela me dá um olhar interrogativo quando a levo para a sala e para o sofá. Antes que possa dizer algo, a empurro sobre o braço do sofá e começo a puxar os jeans para baixo. "Brandon, o que está fazendo?" Sua voz é uma mistura de diversão e desejo enquanto empurro a calça jeans até seus joelhos, e depois vou para a minha, desfazendo o cinto e zíper. "Vai ter que aprender a se controlar em me chamar assim, cordeirinho. Você me chamando de Daddy me deixa necessitado para entrar em você e gozar. " Ela geme, tentando espalhar as pernas, mas os joelhos estão unidos pelos jeans. "Apenas incline-se e tome-o como uma boa menina," digo antes de meter os dedos em sua umidade e colocá-los em minha boca, sugando-os limpos.

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Quero o gosto da sua buceta na minha língua quando fodê-la, então não perco tempo e empurro todo o caminho para dentro. Nós dois respondemos, ela com um gemido, eu com um rosnado, enquanto começo a trabalhar meu pênis dentro e fora de seu canal apertado. É quase impossível não gozar, ela é tão molhada e escorregadia por dentro que a fodo sem hesitação. "Se continuar assim, vou te chamar de Daddy sempre que puder", diz ela na almofada. Bato sua bunda um bom tempo, e a sinto apertando em torno de mim. "É isso, Dolly. Não se segure." Ela fica na ponta dos pés e levanta a bunda tanto quanto possível para que possa ter acesso total a ela. Esfrego o polegar e pressionandoo contra seu botão apertado, não entrando, mas apenas dando-lhe um pouco de pressão. "Porra, Brandon!" Ela grita, e sinto seu orgasmo levá-la sobre a borda. A estimulação adicional era exatamente o que precisava para um clímax quente e rápido. Me esvazio incapaz de segurar. Ela é muito apertada e muito doce para me impedir. Inclinando-me, beijo-lhe o pescoço e os ombros enquanto recuperamos a respiração. Foi rápido, mas estávamos sem fôlego, e quero levá-la de volta para a cama. Mas em vez disso, a ajudo a puxar os jeans de volta no lugar e levá-la para a cozinha e sento com ela no colo.

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"Agora, quer experimentar o meu biscoito?" Digo, piscando para ela.

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Cinco meses depois…

"Onde está Dolly?" pergunto a Louis, mas ele apenas dá de ombros. Saio do celeiro, olhando ao redor para ver se consigo encontrá-la. Vejo o caminhão de entrega do outro lado do pasto e a figura dela sai para encontrar o motorista, Rex. Pulo no cavalo, seguro a rédea, e troto para onde o caminhão está a procurando. Quando a vejo na baia de ração, sorrio. Mas isso se transforma numa carranca quando vejo um cara jovem sem camisa chegando perto dela. Clico meus calcanhares contra o cavalo e ele acelera. Preciso verificar essa merda, porque esse definitivamente não é o Rex de quatrocentos quilos que geralmente fornece a alimentação das vacas. Quando chego até eles, posso ver que Dolly não está lhe dando qualquer atenção. Ela está assistindo uma das vacas alimentar o bebê,

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sorrindo docemente. O cara está descarregando fardos da parte traseira do caminhão, mas o vejo olhando Dolly de cima a baixo toda vez que fica perto. "Posso te ajudar?" Falo alto o suficiente para fazer Dolly e o bezerro saltarem. A vaca olha para mim e juro que revirou os olhos antes de voltar para sua refeição. “Brandon, este é o Carl. Ele substituirá Rex enquanto está de férias." Desço e caminho até ela, parando entre Carl e minha mulher. Ele é jovem, mas não gosto de ninguém verificando Dolly, especialmente um cara sem camisa. Ele olha para mim com expressão gentil, mas o encaro firmemente. Seu sorriso cai, e ele dá um passo para trás. Bom. Dolly está grávida de cinco meses da minha menina, e os homens ainda a olham como se fosse a coisa mais linda que já viram. Provavelmente porque ela é. E a gravidez só melhora isso. "É a minha esposa que está olhando", digo bruscamente, e juro que ouço Dolly rir atrás de mim. "Sim, senhor," ele diz, e posso ver que ele é cauteloso. Ele deveria. "Mantém os olhos em seu rosto e faça seu trabalho." "Isso nem faz sentido", Dolly sussurra atrás de mim. "Coloque o seu traseiro no Gator", falo para ela, e ela revira os olhos, mas faz o que digo. "Agora, pode descarregar isso e levar meu cavalo de volta para o celeiro. Da próxima vez que entrar em nossa terra, manterá sua maldita camisa e mostrará algum respeito."

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"Sim, senhor," ele diz rapidamente, e isso alivia um pouco minha raiva. Um pouco. Subo no Gator com Dolly e saio em direção à casa. Quando chegamos lá, a tomo pelo pulso e arrasto para dentro. Tenho uma necessidade ardente de reivindicar minha mulher, e não posso esperar outro maldito segundo. "Realmente, Baby-daddy, você está todo homem das cavernas por nada. Provavelmente ele só tem dezesseis anos." Levo-a para o quarto, agarrando um travesseiro e jogando-o no chão. "Gostaria de lembrar o que você pensava sobre mim com dezesseis," digo, a olhando. Um rubor bate em suas bochechas, e aceno. "Isso foi o que pensei. Agora de joelhos." Ela hesita por um segundo, e seguro suas mãos enquanto se abaixa para o chão. Quando fica em posição, chega até a bainha do vestido de verão e o puxa num movimento fluido. Em seguida, remove o sutiã, deixando apenas a calcinha de algodão rosa. Puxo seu cabelo vermelho fora do rabo de cavalo e o vejo cair em torno dos ombros Ela lambe os lábios cheios, e meu pau está inchado com necessidade. Estendendo a mão, abro a calça jeans e puxo meu duro comprimento. Seus olhos se arregalam de desejo, e o acaricio algumas vezes bem na frente de seu rosto. "Quero que chupe meu pau tão forte que eu veja aquelas covinhas que amo. Então quero que se dobre para frente para que possa comer sua buceta e te foder por trás. Tenho vontade de marcar meu território." "Sim, Daddy", ela sussurra e lambe os lábios novamente.

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Ela estende a mão, afastando a minha, e então toma o máximo do meu pau que consegue. A sensação de sua boca quente e língua em torno do meu eixo têm-me fechando os olhos por um segundo para tentar ter o controle. Quando os abro, vejo que ela tem suas bochechas esvaziadas e as covinhas estão lá. Quero vê-la fazer isso para sempre, mas na realidade só posso ficar cerca de trinta segundos antes de a puxar e ficar atrás para que possa saborear sua buceta. "Droga," ela sibila quando o tiro de sua boca. Mas seus protestos terminam quando puxo a calcinha para o lado e cubro sua buceta com a minha boca. "Ah, sim, Daddy. É isso aí." Nunca vou me cansar de ouvi-la me chamar disso, e faço-a dizer uma e outra vez enquanto a como até ela alcançar o orgasmo. Quando ela terminou de dar o último de seus tremores na minha língua, me sento e pressiono o pênis em sua abertura. Empurro para dentro num golpe longo, liso, sentindo a buceta apertada e me espremendo. "Nunca fica menor não é?" Ela ofega e empurra contra mim. Sua exuberante bunda preenche as minhas mãos, e a agarro firmemente enquanto a balanço contra meu pau. "Se não fosse tão fodidamente apertada, não teria que forçar meu caminho," digo, inclinando-me sobre suas costas e beijando seu ombro. "Eu te amo", diz ela, e sinto minha besta acalmando-se. "Droga, tenho certeza que sim", digo e uso seu ombro como alavanca. Trago minha mão para sua buceta e esfrego o clitóris. Ela

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começa a me apertar, e sinto seu clímax chegando. “Eu também te amo, Dolly.” "Estou gozando", as palavras estão fora da minha boca, e a sinto gozar comigo. O calor quente de nossa paixão nos envolve, e seguro seu corpo enquanto tentamos recuperar o fôlego. Cada vez é como se fosse a primeira vez, e acho que nunca vou me cansar. "Leve-me para a cama, Daddy." Isso é tudo que preciso ouvir antes de embalá-la em meus braços e beijar seus lábios macios. "Seu desejo é uma ordem, pequeno cordeiro." "Então por que não bate na minha bunda e me alimenta com um cupcake?" Ela diz, sendo insolente. "Parece uma terça-feira como outra qualquer. Estou dentro." Olho para ela e depois faço exatamente o que diz.

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Alguns anos depois…

"Está se sentindo bem?" Brandon pergunta, beijando meu pescoço. Inclino a cabeça, o deixando ter mais de mim. Ele enterra o rosto no meu cabelo por um momento, respirando fundo. "Estou ótima." Ele faz um barulho como se não acreditasse em mim antes de me virar e me pegar. Ele me coloca no balcão da cozinha e as mãos vão direto para meus pés. Isso é quando sei que vou fracassar. “Você tirou as botas.” "Estava com calor", falo. "Eles estão inchados", ele dispara de volta. Eles estão, mas não posso parar. Não até terminar de preparar as coisas. Quero que tudo seja perfeito para o segundo aniversário da

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nossa menina. Posso estar nas alturas, mas vou segurar a minha menina o quanto puder. Porque sei que esses dias estão contados. "Estou quase terminando", digo a ele, olhando em volta para toda a comida que tenho feita hoje. Era a última coisa que tinha para fazer. Eu mesma fiz o bolo. Fiquei até tarde fazendo, e parece mais um bolo de casamento do que de aniversário. Mas em vez de haver um noivo e noiva no topo, há um gigante número 2. "Você nunca terminará, pequeno cordeiro. Eu te conheço. Não irá embora até que caia, e isso não está acontecendo. Não quando está prestes a explodir. Vai acabar dando à luz aos nossos meninos um mês mais cedo neste ritmo." A mão massageando meus pés vai para o ventre muito inchado. Temos sorte de ter quadris largos ou estes gêmeos, que parecem ter o tamanho do pai, nunca poderiam sair de mim. "Não sei por que fica tão cansada. Sabe que todos vão trazer comida. Há mais do que suficiente, e já tenho todo o pátio decorado. Parece uma explosão rosa lá fora. Até alimentei suas vacas com xarope de morango esta manhã, então todo o leite sai cor-de-rosa apenas para a ocasião." Eu bufo com sua piada. "Este vai ser o maior aniversário com churrasco que o Texas já viu", diz Brandon, me fazendo sorrir. "Mamãe, todos estão aqui!" Ouço Savannah gritar do outro cômodo. Brandon e eu rimos de sua excitação.

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Ela tem saltado à espera de seus primos chegarem aqui, como se não os visse todos os dias. Esses pequenos são grandes parceiros de crime. "Acho que ela é ainda mais animada do que eu", sussurro para ele. "Acha?" "Silêncio, Baby-Daddy", digo brincando, batendo no peito dele. Todos entram em casa e, como Brandon disse, têm pilhas de pratos. Todas as mulheres amam cozinhar, e a maioria dos eventos de família ocorrem em nossa casa. E realmente torna-se o centro da família, o lugar onde todos acabam. Os menores vêm atravessando a casa e saindo pela porta dos fundos. Brandon pega um prato das minhas mãos e me segue lá fora. Ele a coloca numa das mesas de piquenique que já está coberta de comida. "Sente", Brandon me diz. Começo a protestar, mas ele me nivela com um olhar fixo. "Não tem muito poder quando sei que você não vai me espancar", provoco. "Pequeno cordeiro, tenho outras maneiras de puni-la," ele sussurra em meu ouvido. Me agarra pela mão e me leva até uma cadeira. Ele senta e me puxa para seu colo. Sabe que não vou ficar de pé se quiser que fique com ele. Relaxo em seu corpo grande e quente, observando todos os pequenos correrem. Este é o aniversário da terceira criança da nossa gigante família nas últimas seis semanas, com

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isso todos temos crianças o tempo todo agora. É interminável e adoro isso. Amo cada fodido momento. "Deus, você parece mamãe assim. Lembro de quando estava grávida de você. Juro que vocês podem ser gêmeas”, Ty diz, sentando ao meu lado. Ele puxa sua esposa MJ no colo, descansando a mão em sua pequena barriga de grávida quando Brandon tem a mão dele na minha. "Ela teria adorado." Olho para ele. Meus olhos chorosos, não porque estou triste, mas porque estou feliz. Todos estamos. Era tudo o que mamãe queria. A família vivendo perto e feliz. Sabia que era seu desejo quando morreu, porque li sua vontade depois que partiu. Eles dividiram a terra, mas se certificaram de que todos ficássemos juntos. Ela conseguiu o que queria, e passei minha vida até agora, garantindo que isso acontecesse também. Certificando-me que todos ficássemos perto. Garantir que todos os meus irmãos sempre tivessem o que precisavam até encontrarem as esposas. Descanso a mão sobre a de Brandon. "Acho que os bebês podem ser meus últimos", digo olhando minha barriga. "Nah. Continuamos a tê-los, não necessitaremos de mais mãos na fazenda. Vamos ter nossa própria pequena equipe", diz Ty. Brandon ri antes de acrescentar os próprios dois centavos. "Estou bem com três, mas ela disse a mesma coisa da última vez. Espere até que esses meninos começarem a andar e ela vai querer outro."

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Penso em nossos gêmeos correndo ao redor e sinto o rosto cair. Não gosto dessa ideia. Brandon ri ainda mais. "Viu? Ela está grávida e já está pensando em outro bebê." "Tanto faz," murmuro porque sei que ele está certo. "Não precisa fazer beicinho. Pode ter tantos bebês quanto quiser, pequeno cordeiro." "Bem, eu definitivamente estou pronta", diz MJ, e Ty sacode a cabeça atrás dela. Tenho que esconder a risada. "Nunca estarei feita", a esposa de Trace, Addison, diz, um sorriso gigante no rosto. Eu acredito. Ela dificilmente ultrapassa a marca clara de seis semanas de um bebê e Trace tem outro dentro. Acho que todos esses homens têm fetiches de gravidez ou algo assim. "Acho que estou bem por um tempo", diz a mulher de Blake, Luciana, segurando um bebê nos braços. Eu sorrio, descansando a cabeça e fechando meus olhos por um segundo. Sento-me contente, desfrutando os sons de nossa família conversando e brincando, e sinto felicidade nos cercando. Não acho que poderia pedir nada mais do que isso, e sei que Brandon está certo. Esta festa de aniversário é perfeita porque tem tudo que poderia precisar: amor.

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Alexa riley cowboys & virgins #4 the virgin cowboy  
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