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Desde 1996 o Acqua Estúdio Gráfico atua no mercado gráfico e editorial, desenvolvendo e executando projetos gráficos completos, capas e diagramação de livros, catálogos, folhetos e materiais similares para editoras e empresas de diversas áreas. DIRETORES Nelson Mielnik Sylvia Rachel Mielnik CLIENTES Artes Médicas Ática Boitempo Companhia das Letras DVR Locações Empresariais ELO 3 Integração Empresarial Grupo A Grupo Summus Editorial Interarte Produções Artísticas Instituto Sedes Sapientae Mackenzie Malheiros Editores ACQUA ESTÚDIO GRÁFICO LTDA e-mail l acqua@plugnet.com.br I acquagrafia@plugnet.com.br tel 11 3884 6425

Manole Paz e Terra Visa do Brasil Empreendimentos


PROJETO GRÁFICO DIAGRAMAÇÃO CAPAS PROJETOS COMPLETOS CATÁLOGOS FOLDER PROMOCIONAIS


Projeto Gráfico

Diagramação | Cartazes | Programas | Flyers | Anúncios | Site | Ilustrações

4

Material de Divulgação Concertos Paulínia 2012

GRANDES CONCERTOS SINFÔNICOS

GRANDES

CONCERTOS

INTERARTE PRODUÇÕES ARTÍSTICA

SINFÔNICOS

CONCERTOS

Paulínia 2012

26 ABRIL quinta-feira 20h00 Theatro Theatro Municipal deMunicipal Paulínia de Paulínia

ORQUESTRA NACIONAL RUSSA JOSÉ SEREBRIER Regência

ALEXEI BRUNI Violino

OBRAS DE Beethoven | Tchaikovsky | Dvorák Ingressos e vendas*

setor A R$ 80,00 setor B R$ 60,00 setor C R$ 30,00

Censura 10 anos

* Descontos especiais para residentes em Paulínia

PROGRAMAÇÃO COMPLETA NOS SITES

www.concertospaulinia.com.br www.culturapaulinia.com.br Theatro Municipal de Paulínia | Parque Brasil 500 Av. Pref. José Lozano de Araújo, 1551 | tel. (19) 3933-2140

ou na bilheteria do Theatro, terça a domingo das 13 às 19 horas

Cartazete Sinf-26 ABR.indd 1

4/3/12 6:55 PM

Ludwig Van BeethoVen

L. van Beethoven

Abertura Egmont em fá maior Op. 84

1770 – 1827 Abertura Egmont em fá maior Op. 84

P. I. tchaIkovsky 1840 – 1893 Concerto para violino e orquestra em ré maior Op. 35 Allegro moderato Canzonetta: Andante Finale: Allegro vivacissimo

Solista Alexei Bruni I N T E R VA L O

a. DvorÁk 1841 – 1904 Sinfonia nº 8 em sol maior Op. 88 Allegro con brio Adagio Allegretto grazioso – Molto vivace Allegro ma non troppo

Programa 2- Sinf-26 ABR.indd 2

M

odernamente, executa-se apenas a abertura sinfônica da música de cena composta por Beethoven em 1810 para o drama “Egmont”, em cinco atos, que Goethe escrevera em 1788. A montagem vienense tinha outras nove partes de música incidental. A peça de Goethe fala da luta contra a tirania, mostrando a ação do conde de Egmont liderando uma guerra de libertação no século 16. Beethoven havia lido a obra de Goethe muito tempo antes – e se entusiasmara. Quando recebeu a encomenda, Viena acabara de ser invadida pelas tropas de Napoleão. Fazia então muito sentido aderir à resistência contra os invasores. Depois da enorme decepção que tivera com Napoleão, que começou como libertador e terminou se autocoroando imperador (dedicou-lhe sua terceira sinfonia, a “Eroica”, e depois rasgou a dedicatória), o compositor reencontrou no drama de Goethe os ideais de liberdade e condenação de todas as formas de absolutismo. “Egmont” traduz esta luta em heróicos sons. n

4/17/12 3:54 PM

GRANDES CONCERTOS SINFÔNICOS

CONCERTOS

Paulínia 2012

26 abril quinta-feira 20h00 OBRAS DE Beethoven | Tchaikovsky | Dvorák

Theatro Municipal de Paulínia Parque Brasil 500 Av. Pref. José Lozano de Araújo, 1551 tel. (19) 3933-2140

Ingressos e vendas*

setor A R$ 80,00 setor B R$ 60,00 setor C R$ 30,00 * Descontos especiais para residentes em Paulínia

ORQUESTRA NACIONAL RUSSA JOSÉ SEREBRIER Regência

ALEXEI BRUNI Violino

PROGRAMAÇÃO COMPLETA NOS SITES

imo P r ó x r to co n ce

ou na bilheteria do Theatro, terça a domingo das 13 às 19 horas

5 MAIO

Anuncio Sinf-26 ABR.indd 1

www.concertospaulinia.com.br www.culturapaulinia.com.br

Censura 10 anos

4/18/12 8:44 PM


Projeto Gráfico

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Diagramação | Email marketing | Folder | Site

Material de Divulgação ELO 3


Projeto Gráfico

6

Diagramação | Cartazes | Caderno Pedagógico | Flyers | Anúncios | Site | Logo

Material de Divulgação TE LI

R AT UR

Literatura em cena

A

Conexão Leitura ELO 3

em cena

Ap res entAM

LITERATURA EM CENA – MARCADOR DE LIVRO

f I J U U A d p Ik U G m p A d S mf IÉ proibido I A d k Bmiar Q rG p k d I E uR G A A mU f k caderno S R de d S Q apoio pedagógico d U Qf U I

realização

em cena A P R E S E N TA M

LI

TE R AT URA

mA E e kI a f m OC r AR u d O e CAU S p t BI d em cena

www.literaturaemcena.com.br

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uma iniciativa do programa

TE R AT URA

R AT UR ITE A

em cena

www.literaturaemcena.com.br

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A p r e s e n tA M

L

k Q

uma iniciativa do programa

Direção artística | Marcelo Klabin realização

uma iniciativa do programa

d

Que separa o real do imaginário? será que só nos sonhos os seres humanos são verdadeiramente livres?

O projeto avançará à medida que as perguntas sejam respondidas, e o ideal é fazer anotações, o que vale também para os alunos, para facili-

será que o que consideramos real é sempre uma construção, um modelo para explicar o mundo?

tar a tomada de decisões e o levantamento de dúvidas e a definição de objetivos.5 perguntas são mais importantes que respostas

3

As transformações do mundo são mais rápidas do que nossa capaci-

(

dade de compreendê-las. Transformações que podem se tornar Pensem uma ameaça à estabilidade e permanência do nosso conhecisempre em incluir o mento, tornando-os frágeis e provisórios. Daí a importância da aluno na análise e na “aprendizagem para pensar”. Em se tratando de um projeto de decisão de questões literatura, perguntar será mais provocador do que responder, que dizem respeito ao para tentar desconstruir as categorias do certo e do errado, e o andamento papel do professor será de principal interlocutor. Não são as redo projeto. postas que movem o mundo, mas principalmente as perguntas. Estimulem as crianças a aprender a pensar sozinhas.

Oficina literária ou exercício de admiração no 8 Série cOncurSOS

6 Concursos podem se tornar uma celebração do prazer de escrever com liberdade

e espontaneidade. Façam entre um livro e outro concursos de minicontos, de poesias, de ilustrações e de interpretação de personagens.

uma curiosidade importante sobre a origem das histórias, ou melhor, das histórias árabes

15 [

O imaginário, histórias pessoais, informações, enfim, conhecimentos prévios trazidos pelos alunos se conectarão com os temas de valor estético e

4

Mais do que qualquer outro povo, os árabes foram fascinados pelas histórias, contos e lendas. No passado, toda aldeia árabe tinha o seu contador de histórias, que se apresentava nas praças e ruas. Tinham barbas e usavam

conteúdo simbólico

Este material pedagógico poderá gerar conversas agradáveis, momentos de descontração e participação, o que proporcionará uma conversação cul-

turbantes brancos apertados por cordas de pelos de camelo. Alaúde é um antigo instrumento de cordas, como um violão, só que sua forma é parecida com a de uma pera cortada pela metade. Em algumas cidades como o Cairo, capital do Egito, Damasco, capital da Síria, e Constantinopla, atual cidade de Istambul, maior cidade da Turquia, eles se reuniam em verdadeiros sindicatos e eram pessoas muito importantes na sociedade.

tural – uma rede poética, e não lógica, para recriar e atribuir novos significados a impressões, lembranças e memórias. As conexões com suas vidas são espaços para provocações e troca de saberes não escolarizados. Nesse contexto, poética é o conjunto de recursos expressivos próprios de cada pessoa. as aparências enganam

5

Muitos alunos se reconhecerão em algumas histórias e ex-

Contavam histórias de amor, aventura e fatos extraordinários. Eles ouviam

Às vezes os alunos têm medo do que não entendem. Não adianta ter medo. certamente há crianças silenciosas e tímidas que A melhor coisa é transformar guardam dentro de si um universo riquíssimo. As diesse medo em curiosidade e versas formas de comunicação devem ser eficazes e procurar transformá-la em sensíveis às especificidades e sutilezas de cada crianum novo conhecimento. ça, para efetivamente realizar um trabalho de construPensem como. ção imaterial e valorização do seu imaginário. Explorem a diversidade cultural do grupo para valorizar a conquista de autonomia de cada um. pressarão as suas múltiplas singularidades. Em uma classe há crianças de famílias com muitas histórias, que gostam de contá-las com riqueza de detalhes. Mas

os viajantes e beduínos de outras terras relatarem o que tinha acontecido com eles e, a partir daí, inventavam histórias com muita emoção e fantasia, inspirados em muitos livros de história em série, como, por exemplo, o Mahabharata, texto religioso sagrado de maior importância no hinduísmo, na Índia, Paquistão, Bangladesh, Nepal e Butão.10 Beduínos são árabes que vivem no deserto.

Aliás, os árabes em geral adoravam histórias em série. Cada conto terminava quando alguém estava em perigo ou alguma coisa muito importante estava para acontecer... e ficava aquele suspense. Então as pessoas volta-

20

CADERNO EDUCATIVO | CONEXÃO LEITURA

•Apostila Conexão Leitura.indd 20

CADERNO EDUCATIVO | CONEXÃO LEITURA

5/9/12 11:25 AM

•Apostila Conexão Leitura.indd 11

11

5/9/12 11:25 AM


Projeto Gráfico

10/26/07

4:05 PM

FOLH OUT-FINAL

FOLH NOV-CHIP-FINAL

7

Diagramação | Folhetos | Relatório Anual | Publicações especiais

Page 1

4/14/08 6:53 PM

Formulário de Inscrição Projeto Visa Smart

À UNIVERSIDADE VISA fax: (11) 2102.0376

14, 15 e 16 de março de 2006

Apresentar uma visão geral sobre a tecnologia do chip e suas diversas aplicações, e novas oportunidades de relacionamento com os portadores de cartão através da multiaplicação. Este curso mescla racional, conceito e estratégia da migração para chip, além de estudos de casos contemplando as oportunidades de novos negócios. Apresenta também, um panorama geral da migração para os cartões com chip no Brasil, na região América Latina e no mundo.

área

cargo

Objetivo

Fornecer os endereço conceitoscomercial básicos do doparticipante funcionamento da operação de cartões Visa, demonstrando os elementos integrantes do processo operacional e ferramentas disponíveis aos Bancos Membros. cidade

Docentes

Gerentes e técnicos das áreas de Produtos, Marketing,

Executivos da Visa e convidados.

Público-Alvo (4 4 )

Operações, Prevenção à Fraude, Planejamento Estratégico e Negócios, bem como prestadores

nome do responsável pela inscrição

Personalização

• • 

Segurança física dos cartões com chip Prevenção à fraude usando os Smart Cards

Estratégia de migração Visa Smart Panorama mundial dos Smart Cards



Visa PayWave – A Experiência Contactless Painel geral de multiaplicações e novos canais

j j

de relacionamento com o usuário através

j

dos cartões com chip

30/11/07 – Visita a uma fábrica de

personalização de cartões com chip

Informações Horário: 9h às 18h

Experiência off-line

e Implementação

Rede de aceitação para a plataforma Smart Cards

Módulo 2 – Estratégia, Produtos •

j j

Módulo 3 – Multiaplicação •

Processo de implementação – EMV

Março 2006



Introdução e história do chip

Local: será informado posteriormente.

Av. Brigadeiro Faria Lima, 3729 – 3º andar 04538-905 – São Paulo – SP Fone: (11) 2102.0330 www.universidadevisa.com.br

Preço: R$ 1.400,00 (um mil e quatrocentos reais) para inscrições até 12 de novembro de 2007. As inscrições realizadas após

esta data terão acréscimo de 5% sobre o valor do curso. Este preço inclui: material de apoio, certificado, coffee-break, almoço e traslado para visita à fábrica de personalização de cartões com chip (3º dia).

Público-Alvo

Docente

fax comercial doExecutivos participanteda Visa do Brasil e-mail comercial do participante e Visanet. (4 4 ) fone

Informações Mais informações: (11) 2102.0330

Processo de Certificação

...........................................................

5

Núcleos de Conhecimento

• Estratégia e Finanças

...........................................................

• Marketing, Vendas e Atendimento

...........................................................

• Produtos e Serviços Visa

...........................................................

• Gestão de Riscos

...........................................................

• Operações

...........................................................

Apresentação dos Programas

...........................................................

Políticas e Procedimentos para Inscrições ...........................................................

6 7 8 9 10 11 16

Os Cinco Núcleos de Conhecimento .........................................................................................................................

...............................................................................

...........................................................

4

• Estratégia E finanças • MarkEting, VEndas E atEndiMEnto • produtos E sErViços Visa

• Formação Básica

• gEstão dE riscos

• Especialização

• opEraçõEs

• Atualização e •

Cursos Específicos A Universidade Visa possui cinco áreas estratégicas de programas os quais caracterizamos como Núcleos de Conhecimento. Cada núcleo conta com a figura de um sponsor. .................................................................

Conteúdo

Informações

Horário: 9h às 18h

Local: Hotel Gran Meliá Mofarrej

Informações Horário: 9:00h às 18:00h

Local:

Alameda Santos, 1437 – Cerqueira César – São Paulo/SP - Fone: (11) 3146.5900 Hospedagem e estacionamento serão de responsabilidade do participante.

Hotel Gran Meliá Mofarrej Alameda Santos, 1437 – Cerqueira César – São Paulo/SP Fone: (11) 3146.5900 Hospedagem e estacionamento serão de responsabilidade do participante.

Ao sponsor cabe apoiar a indicação de necessidades, formatação e validação dos programas e a manuten­ ção do padrão de qualidade (satisfação do cliente, avaliação dos consultores). .................................................................

Para cada um dos cinco núcleos de conhecimento ex­ istem programas com os seguintes níveis de capaci­ tação:

• fOrmaçãO básiCa

Tem o objetivo de prover conhecimentos fundamentais que as­ segurem o domínio de conceitos e ferramentas imprescindíveis a uma boa performance em cada núcleo de conhecimento.

...................................................................

• esPeCializaçãO

Diz respeito ao aperfeiçoamento e aprofundamento de concei­ tos, ferramentas e práticas relacionadas ao contexto de cartões e meios de pagamentos.

...................................................................

• atualizaçãO e CursOs esPeCífiCOs

Refere­se a reciclagem de conteúdos, informações, experiências conectadas ao que há de mais inovador no business de meios eletrônicos de pagamento. Envolve também o repasse de atuali­ zações sobre procedimentos, produtos e processos do Sistema Visa. Nesse nível de capacitação são oferecidos ainda progra­ mas pontuais para demandas específicas do mercado, como por exemplo, equipes de vendas das agências, visitas técnicas ao ex­ terior etc.

...................................................................

Os diferentes programas dos núcleos podem ser oferecidos incompany. Além desses, outros programas poderão ser desenvol­ vidos, sob medida, para instituições interessadas.

.....................................................................

Formulário de Inscrição c Base I – Autorização

Histórico Visa

à UNIVERSIDADE VISA c SMS – ATM fax:de(11) 2102.0376 Mercado meios de pagamento no Brasil e noAdministração mundo Criptográficas fax: (11) 2102.0376 de Chaves c VSS •

Base I – Autorização

j

PCAS

Chargeback 1

instituição

Layout dos cartões c Códigos de Serviços

c Chaves (AWK, IWK etc.) nome completo do participante área

cargo

Base II

j

Liquidação

j

Chargebacks

j

Equipamento de comunicação VisaNet �

j

V.I.P. Sistema Integrado de Pagamento

fone CNPJcomercial do participante Access Point (VAP)

Relatórios de Performance – Processador, Associados Performance VisaNet

• Descrever as melhores práticas da região através de estudo de casos

Fraud Report Systems (TCCEP 40) O Negócio Adquirente

estado j Dinâmica do Negócio Adquirente CEP Nº do cartão de crédito para as demais Instituições j

Afiliação de Estabelecimentos

PúbliCo-alvo

comercial participante j e-mail Plataforma de do Produtos e Serviços inscrição estadual j

Nº do BIN para Membros Visa (crachá) como gostaria de ser chamado

• Definir o processo de encriptação através de exercícios práticos

Itens de segurança no plástico Redes Neurais

O Negócio do Adquirente – Visanet

e-mail comercial do participante j

fax comercial do participante

4

• Definir as chaves públicas: uso, funcionalidade e aplicação • Explicar os certificados digitais e seu uso

Tipos de fraudes no Brasil e no mundo

Marketing

.............................................................

Gerentes e técnicos envolvidos com a área de segurança das informações, rede de ATM, sistemas, operações e responsáveis pela segurança da senha.

Nº do cartão de crédito para as demais Instituições

Estudo de casos

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .cargo . .inscrição . . . . . . estadual ..........................

doCente

e-mail para confirmação de inscrição

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .cargo ................................

.............................................................

H u l b e r t o a l v a r e z – Visa International

assinatura do responsável pela autorização

Gerentes, coordenadores e técnicos da Visa do Brasil e diretores da Visanet. nome do responsável pela inscrição informações

.............................................................

assinatura do participante

H orário :

fone

9:00h às 18:00h

e-mail para confirmação de inscrição

informações

l oCal : assinatura do responsável pela autorização

Naoum Plaza Hotel SHS Qd. 05 Bl. H – Brasília/DF Fone: (61) 319.4806 Hospedagem e estacionamento serão de responsabilidade do participante

Processo de Certificação Este processo tem duas vertentes:

Certificação de participação nos programas para os participantes que cumprirem 100% da carga horária. Ela ocorrerá ao final de cada módulo participado. ...................................................................

Certificação de conhecimento das competências técnicas adqui­ ridas nos programas educacionais da Universidade Visa, após a conclusão de um Núcleo de Conhecimento específico, mediante prova a ser aplicada pela Universidade Visa e apresentação de um projeto. Será considerado certificado quem atingir nota 8 (numa escala de zero a dez), considerando os resultados da prova e do projeto. O processo de certificação só ocorrerá mediante solicitação direta à Universidade Visa pela instituição à qual o aluno pertence. Esta certificação terá um custo de R$ 500,00 por aluno/Núcleo de Conhecimento. É pré­requisito para solicitação da certificação, a conclusão dos cursos pertencentes ao nível Formação Básica complementados por carga horária dos cursos do nível Especialização, conforme quadro abaixo:

Critérios para solicitação de Certificação

........................................ Núcleo

de coNhecimeNto

Estratégia e Finanças

Formação Básica + 80 horas de Especialização

Marketing, Vendas e Atendimento

Formação Básica + 56 horas de Especialização

Produtos e Serviços Visa

Formação Básica + 88 horas de Especialização

Gestão de Riscos

Formação Básica + 80 horas de Especialização

Operações

Formação Básica + 88 horas de Especialização

.......................................................................... 3

.....................................................................

Prevenção a Fraudes

j

com atuação recentefone no negócio de cartões. nomegostaria do responsável pela inscrição como deProfissionais ser chamado (crachá)

d o C e n t epela s nome do responsável assinatura do participanteautorização

Padrão de Qualidade: ATR, aprovações, referidos, tempo de captura para a América Latina

j j

j

VisaNet – Rede de Captura

cidade Nº do BIN para Membros Visa j Conectividade e interoperabilidade da rede Visa

CNPJ nome do pelal autorização P responsável ú b l i C o -a vo

Sistemas de Apoio

j

cargo j estado

Infra-estrutura e Tecnologia de Rede – IT

endereço comercial do participante fone comercial do participante comercial do participante j Conceitos básicos defax telecomunicações Visa j

.....................................................................

• Diferenciar as chaves simétricas e públicas

j

j

instituição j Intercâmbio endereço comercial do participante área cidade

São Paulo

5

Universidade Visa

Com o objetivo de oferecer aos Membros Visa produtos e serviços que agreguem novas tecnologias com maior segurança, visando a rentabilidade e prestação de serviços aos portadores, serão apresentados neste Workshop os itens de segurança determinados pela bandeira para certificação e utilização de cartões Visa.

• Identificar os requerimentos do Programa de Segurança do PIN

MIS

Material de cursos e treinamento

22 de junho

objetivo

e Segurança da Senha

Infra-estrutura para processar cartões Visa j

........................................................................

Conteúdo

c Base IIde – Incoming/Outgoing Fundamentos do Negócio Cartões Bancários

VisaànoUNIVERSIDADE mundo e estrutura no Brasil VISA

nome completo do participante j Exception File

Níveis de Capacitação ......................................................................................................................

IMPRESSO EM PAPEL RECICLADO

Níveis de Capacitação

3

16 a 18 de junho

• • • • •

Workshop de Chaves e Segurança do PIN

As demais instituições, através de cartão de crédito Visa ou boleto Cancelamentos:

Formulário de Inscrição

Docentes

Público-Alvo

nota fiscal eletrônica e depósito bancário. No caso de cartão de crédito, através do débito

ou: www.universidadevisa.com.br no cartão e emissão de nota fiscal eletrônica. às 18h Horário: 9h Local: Matsubara Hotel

Núcleos de Conhecimento

ACQUA ESTÚDIO GRÁFICO

Núcleos de Conhecimento

• Ferramentas de melhoria no processo de Chargeback

........................................................................

R$ 950,00 (novecentos e cinquenta reais) g e s t ã oCancelamentos: de risCos Descontos: a confirmação da inscrição não haverá reembolso ou conm a r k e t i n g ,Após vendas e atendimento para reservas até o dia 13 de março/2006. A partir da segunda inscrição da mesma Empresa (no mesmo Brasília o P e r a ç õ e s cessão de crédito. Serão somente aceitas substituições. programa), será concedido um desconto de 10% sobre o valor Produtos e serviços visa da inscrição. Descontos: . . . As . . inscrições . . . . . . . . .realizadas . . . . . . . . .após . . . .as . . datas . . . . .indicadas . . . . . . acima terão acréscimo de 5% sobre o valor do curso. A partir da segunda inscrição da mesma Empresa ou Instituição inclui: o b j e trealizadas ivo As inscrições após. .a. data . . . . indicada . . . . . . . .acima . . . . . . . . . . . . . . .Este . . . preço . .(no . . .mesmo . . . . . .programa), . . . . . . . . será . . . .concedido . . . . . . . . um . . .desconto .. Material de apoio, certificado, coffee-break e almoço. de 10% sobre Mais in formações:de(11) terão acréscimo 5%2102.0330 sobre o valor do curso. o valor normal. ou via internet: www.universidadevisa.com.br Fornecer os conceitos básicos do funcionamento da operação de cartões Visa, demonstrando os elementos integrantes � Este preço inclui: Mais informações: (11) 2102.0330 do www.universidadevisa.com.br processo operacional e ferramentas disponíveis aos Bancos Membros. ou via internet: Material de apoio, certificado, coffee-break e almoço.

responsáveis pela segurança da senha. • Procedimentos de Chargeback

e-mail para confirmação da inscrição

Informações

Forma . . . . .de . . pagamento: ....................................... Os Bancos Membros do Sistema Visa poderão efetuar os pagamentos através de débito em Base II. Forma de pagamento: As demais instituições, através de cartão de crédito Visa ou bo-

Os Bancos Membros do Sistema Visa só poderão efetuar os paFundamentos do Negócioletode Cartões bancário (mediante nota Bancários fiscal emitida gamentos através de débito em Base II. pela Visa do Brasil).

R$ 1.600,00 (umde milChaves e seiscentos reais) Administração Criptográficas e Segu-este Curso faz Parte da grade CurriCular dos núCleos: bancário (medianteda nota fiscal emitida pela Visa dobolso Brasil).ou Após a confirmação inscrição não haverá reem para da inscrições rança Senhaenviadas até o dia 17 de Junho/2005 e s t r a t é gcon i a ecessão f i n a nde ç a scrédito. Serão somente aceitas substituições.

Gerentes e técnicos envolvidos com a área de segurança • Visão geraloperações do processo da informação, rede de ATMs, sistemas, e de uma transação (Autorização e Liquidação)

Conteúdo

.........................................................................................

...........................................................

Docente

Informações

R$ 1.250,00 (um mil, duzentos e cinquenta reais) para reservas até o dia 03 de março/2006.

Chargeback 1

• Termos e definições relacionados a Chargeback Hulberto Alvarez – Visa International

• Códigos de razão de Chargeback relacionados a: cartão de crédito depósito bancário ou Histórico Visa • Máscaras j Controle Operacional j O ciclo de vida das chaves simétricas nº validade j Solicitação de informação • Sistemas de Apoio Visa no mundo e estrutura no Brasil • Câmaras de vídeo para o comprometimento • Criação • Padrões de Qualidade: ATR, aprovações, referidos, Mercado de meios de pagamento no Brasil e no mundo j Fraude • Formação da senha razão social tempo de captura para a América Latina Base I – Autorização • Distribuição • Informação da trilha magnética j Autorização • Relatórios de Performance • PCAS • Carregamento • Migração do algoritmo DES para Triple DES CNPJ inscrição estadual inscrição municipal • Exception File j Erro de processamento j Prevenção a Fraudes • Armazenamento Base II j Criptografia assimétrica • Tipos de fraudes no Brasil e no mundo j Cancelado/Devolvido • Destruição • Intercâmbio • Itens de segurança no plástico endereço completo • Chaves assimétricas • Liqüidação • Redes Neurais j Objetivos do Programa de jSegurança da Senha não recebido • Ciclo de vida das chaves assimétricas Mercadoria/Serviço • Chargebacks • Fraud Report Systems (TC 40) j Equipamentos criptográficos seguros estado CEP Layout dos cidade cartões j Aplicações da criptografia de de chaves • Como utilizar o regulamento operacional para selecionar os códigos razãopúblicas apropriados j Produtos Visa Infra-estrutura e Sistemas j Módulos de Segurança (4 4 ) j SSL (Secure Socket Layers) • Produtos de Crédito • VROL – Visa Resolve Online • Conceitos básicos de telecomunicações Visa de enviar nota fiscal eletrônica aos cuidados e-mail fone j Equipamentos de ingresso da senha – caixas automáticos • Produtos de Débito e Pré-Pagos • VisaNet – Rede de Captura j IP Sec • Soluções Comerciais Visa e POS com teclado para senha • Conectividade e interoperabilidade da rede Visa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .j. .SMIME .......................... • Equipamento de comunicação VisaNet j O Negócio do Adquirente – Visanet j Uso do EPP (Encrypting PIN PAD) para combate à fraude Access Point (VAP) j Criptografia das chaves e da senha no chip • O Negócio Adquirente • Como verificar que os EPP´s e PIN PAD´s • V.I.P. Sistema Integrado de Pagamento assinatura e carimbo do responsável pela autorização • Dinâmica do Negócio Adquirente j Verificação dos dados estáticos e dinâmicos c Base I – Autorização estão homologados • Afiliação de Estabelecimentos Executivos e técnicos da Visa do Brasil. Sendo este um seminário introdutório, destina-se a profissionais c Base II – Incoming/Outgoing j CVV dinâmico com cartões com chip sem contato j Ataques físicos aos caixas automáticos • da Plataforma Produtos Serviços A confirmação inscriçãode será enviada,e via e-mail, uma semana antes dacom dataexperiência do curso. c SMS – ATM inferior a um ano no processamento de Charge • Lebanese loop Após confirmação, não haverá reembolso ou concessão de crédito, serão somente aceitas c VSS • Marketing j O uso do MAC e da criptografia com o chip backs ou profissionais que precisam se atualizar com as novas substituições. implementadas no Projeto RED. * O pagamento da inscrição será feito, após a realização do curso, através regras de emissão de

Rua Coronel Oscar Porto, 836 – Paraíso – São Paulo/SP - Fone: (11) 3561.5000 Hospedagem e estacionamento serão de responsabilidade do participante.

Índice

Conteúdo

Junho 2004

j j

Fabricação

Fornecer informações que ajudem os Membros Visa a familiarizarem-se com as terminologias e metodologia de análise do Chargeback, visualizando o processo de resolução de disputas. Este seminário contempla as regras e conceitos implementados na Fase II do Projeto RED – Outubro/2004. Objetivo ............................................................................................. Apresentação dos itens de segurança, determinados pela bandeira, para garantir que os Membros Adquirentes de transações mantenham a integridade da senha.

Forma de Pagamento* Conteúdo

Módulo 1 – Conceito e Teoria •

CEP

Junho 2005

Novembro 2007

de serviços do Sistema Visa.

(4 4 )

participante Profissionaisfone comcomercial atuaçãodo recente no negócio de cartões.

Conteúdo 

estado

Inscrições

Inscrições

. . .Fundamentos . . . . . . . . . . . . . .do . . .Negócio . . . . . . . . de . . . Cartões . . . . . . . .Bancários ...

......................................................................................................................

Público-Alvo

29 de junho a Chargeback 1 01 Criptográficas de julho Administração de Chaves e Segurança da Senha

Objetivo23 e 24 de março de 2006

instituição

Objetivo

OUTUBRO 2007

nome reduzido para o crachá

Workshop de Chaves e Segurança do PIN

nome completo do participante

Chargeback – Projeto RED

Este Formulário de Inscrição deve ser totalmente preenchido e enviado, via fax, devido à necessidade da assinatura e carimbo do responsável pela autorização.

Fundamentos do Negócio de Cartões Bancários

28, 29 e 30 de novembro de 2007

Fundamentos do Negócio de Cartões Bancários

Page 3

Projeto Visa Smart

.............................................................

H orário :

9:00h às 18:00h

VISA DO BRASIL


Projeto Gráfico

8

Diagramação | Ilustrações | Capa

12

BALANÇO ENERGÉTICO DO TOCANTINS 2007 | ANO-BASE 2006

ANÁLISE ENERGÉTICA

Estrutura geral do balanço

900.000

As matrizes BALANÇO ENERGÉTICO CONSOLIDADO, síntese da metodologia, expressa o balanço das diversas etapas do processo energético: produção, transformação e consumo serão apresentados ao final do relatório, para os anos-bases de 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006.

800.000 700.000 600.000 500.000

INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP – IEE/USP

400.000

SETOR ENERGÉTICO Importação primária

Importação secundária

Oferta total primária

Produção primária Variação de estoques

Importação secundária

Oferta interna bruta

Entradas primárias

Oferta total secundária

Produção Centros de secundária transformação

Não Perdas aproveitada primárias e rejeição

300.000

Variação de estoques

200.000

Exportação secundária

100.000 Consumo final secundário

Oferta interna bruta

Consumo final total

0

Consumo final energético

Consumo final de energia por setor

Consumo final não energético

Não Perdas aproveitada secundárias

Perdas de transformação Entrada secundária

Transformação

Energia primária

Consumo final total

Energia secundária

b) Conceituação Conforme se observa na Figura 1, a estrutura geral do Balanço é composta de quatro partes: • • • •

Energia primária Energia secundária Transformação Consumo final

NATUREZA

60

Petróleo, gás natural, carvão vapor, carvão metalúrgico, urânio (U3O8 ), energia hidráulica, lenha e produtos da cana (melaço, caldo de cana e bagaço).

9

Resíduos vegetais e industriais para geração de vapor, calor e outros.

Total de energia primária

10

Somatória das colunas 1 a 9.

2006

2005 522.902 522.902 0 0 0 661.674 97.731 513.817 31.626 18.500 1.184.576

UNIDADE: tOE

2000 0 0 97.325 0 10.940 552 576 7 0 0 0 0 0 7.095 0 0 0 116.495

UNIDADE: tOE 2001 0 0 111.469 0 10.000 463 300 61 0 0 0 0 0 6.132 0 0 0 128.425

2002 0 0 107.722 0 9.000 433 502 27 0 0 0 0 0 5.977 0 0 0 123.661

2003 0 0 146.894 0 13.500 373 254 49 0 0 0 0 0 6.967 0 0 0 168.037

2004 0 0 161.643 0 16.000 467 213 46 0 0 0 0 0 9.546 0 0 0 187.915

2005 0 0 182.438 0 18.370 691 164 210 0 0 0 0 0 9.313 0 0 0 211.186

2006 0 0 219.796 0 21.060 1.064 130 208 0 0 0 0 0 7.526 0 0 0 249.784

PARTICIPAÇÃO NO CONSUMO DO SETOR INDUSTRIAL – %

2001

2002

2003

ÓLEO COMBUSTÍVEL

2004

BAGAÇO DE CANA

2005

ELETRICIDADE

2006 OUTROS

TABELA 3.7.b – SETOR INDUSTRIAL 2000 0,0 0,0 83,5 0,0 9,4 0,5 0,0 0,0 6,1 0,0 0,5 100,0

UNIDADE: % 2001 0,0 0,0 86,8 0,0 7,8 0,2 0,0 0,0 4,8 0,0 0,4 100,0

2002 0,0 0,0 87,1 0,0 7,3 0,4 0,0 0,0 4,8 0,0 0,4 100,0

400000 300000

100000

2000

Obs.: (1) Resíduos agrícolas (casca de arroz e babaçu).

LENHA

2005

2004 506.313 506.313 0 0 0 764.102 91.995 623.645 31.462 17.000 1.270.415

PRODUTOS DA CANA

(*) 1 kWh = 860 kcal (equivalente térmico teórico – primeiro princípio da termodinâmica). Obs.: (1) Resíduos agrícolas (casca de arroz e babaçu).

2001

PETRÓLEO E DERIVADOS

TABELA 3.7.a – SETOR INDUSTRIAL

2000

2004

2003 457.959 457.959 0 0 0 694.436 82.328 569.703 27.905 14.500 1.152.395

0

BALANÇO ENERGÉTICO DO TOCANTINS 2007 | ANO-BASE 2006

IDENTIFICAÇÃO GÁS NATURAL CARVÃO MINERAL LENHA BAGAÇO DE CANA OUTRAS FONTES PRIM. RENOVÁVEIS ÓLEO COMBUSTÍVEL GÁS DE COQUERIA COQUE DE CARVÃO MINERAL ELETRICIDADE CARVÃO VEGETAL OUTRAS TOTAL

2002 491.666 491.666 0 0 0 574.948 74.932 462.702 27.314 10.000 1.066.614

200000

IDENTIFICAÇÃO

1a8

Outras fontes primárias

100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0

2003 LENHA

2001 418.974 418.974 0 0 0 530.919 69.350 421.728 29.341 10.500 949.893

500000

COLUNAS DA MATRIZ

IDENTIFICAÇÃO GÁS NATURAL CARVÃO MINERAL LENHA BAGAÇO DE CANA OUTRAS FONTES PRIM. RENOVÁVEIS (1) ÓLEO DIESEL ÓLEO COMBUSTÍVEL GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO NAFTA QUEROSENE GÁS DE COQUERIA GÁS CANALIZADO COQUE DE CARVÃO MINERAL ELETRICIDADE CARVÃO VEGETAL OUTRAS SECUNDÁRIAS DE PETRÓLEO OUTRAS SECUNDÁRIAS -ALCATRÃO TOTAL

2002

2000 412.146 412.146 0 0 0 517.535 73.427 405.586 26.822 11.700 929.681

OFERTA INTERNA DE ENERGIA

IDENTIFICAÇÃO NA MATRIZ BALANÇO ENERGÉTICO CONSOLIDADO Fontes de energia primária

2001 HIDRÁULICA

IDENTIFICAÇÃO ENERGIA NÃO-RENOVÁVEL PETRÓLEO E DERIVADOS GÁS NATURAL CARVÃO MINERAL E DERIVADOS URÂNIO (U3O8) E DERIVADOS ENERGIA RENOVÁVEL HIDRÁULICA E ELETRICIDADE (*) LENHA E CARVÃO VEGETAL DERIVADOS DA CANA-DE-AÇÚCAR OUTRAS FONTES PRIM. RENOVÁVEIS (1) TOTAL

600000

b.1) Energia primária

Introdução

2000

TABELA 1.2.a – EVOLUÇÃO DA OFERTA INTERNA DE ENERGIA

700000

Energéticos providos pela natureza que não sofreram nenhuma transformação, como o petróleo, gás natural, carvão mineral, urânio, biomassa e outros.

2003 0,0 0,0 87,4 0,0 8,0 0,2 0,0 0,0 4,1 0,0 0,3 100,0

2004 0,0 0,0 86,0 0,0 8,5 0,1 0,0 0,0 5,1 0,0 0,3 100,0

2005 0,0 0,0 86,4 0,0 8,7 0,1 0,0 0,0 4,4 0,0 0,4 100,0

2006 0,0 0,0 88,0 0,0 8,4 0,1 0,0 0,0 3,0 0,0 0,5 100,0

Relatório Balanço Energético do Tocantins

PRODUÇÃO PRIMÁRIA DE ENERGIA RENOVÁVEL – tOE 1.000.000

a) Descrição geral

25

2002

2003

HIDRÁULICA E ELETRICIDADE

2004 LENHA E CARVÃO

2005

2006

DERIVADOS DA CANA

2006 521.537 521.537 0 0 0 635.912 100.956 474.947 37.509 22.500 1.157.449


Projeto Gráfico

PIRÂMIDE DOS ALIMENT•Abert caps PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS•CAP 02

36

8/14/09

12:30 PM

9

Diagramação | Ilustrações | Capa

8/14/09

12:08 PM

Page 15

Page 36

GLICOSE: é o monossacarídeo de maior importância para

MALTOSE: é composta por duas moléculas de glicose unidas por ligação alfa 1-4 glicosídica. Como não é encontrada livre na natureza, ela pode ser obtida pela hidrólise ácida do amido, pela ação da enzima diastase no grão germinado de cevada ou pela digestão do amido por ação das amilases. No intestino, a maltose é hidrolisada pela enzima maltase (alfa-glicosidase), liberando duas unidades de glicose.

CH 2OH

o ser humano. Está presente nas frutas, no mel, em xaropes de milho, raízes e tubérculos. Possui um grau de doçura inferior à sacarose e superior à lactose. Principal fonte de energia para o ser humano, é armazenada no fígado e nos músculos na forma de glicogênio. É encontrada normalmente na corrente sangüínea. Nos vegetais, pode ocorrer na forma livre ou fazendo parte de polímeros como o amido ou a celulose.

O H

H

H H

OH

OH

H

OH

OH Glicose

CH2OH

O H

H

OH OH

H

H

8

CH2OH O

H

Coleção

37

G R U P O D O A R R O Z , P Ã O , M A S S A , B ATATA E M A N D I O C A

PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS

O

OH

H

H OH

H

H

OH

OH

Maltose

Guias de Nutrição

CH2OH O

OH

H

H

H

OH

H

H

OH

OH

Galactose

GALACTOSE: é um dos monossacarídeos presentes na

CH2OH

estrutura da lactose (o açúcar do leite). Em geral, não é encontrada livre na natureza e comumente é obtida pela hidrólise química ou enzimática da lactose. Por fazer parte da constituição do tecido nervoso, também é conhecida como cerebrose.

OH

LACTOSE: é composta por uma unidade de glicose e uma de galactose, unidas por ligação alfa 1-4 glicosídica. É encontrada comumente no leite, por isso é chamado de açúcar do leite. O leite de vaca contém cerca de 4 a 6% de lactose e o leite humano pode conter 5 a 8% de lactose. Possui 16% da doçura da sacarose.

CH2OH O

O H

H

H

H

O H

OH

H

H

OH

H

OH

H

H

OH

OH

Lactose

FRUTOSE: é a única cetose encontrada na natureza. Juntamente com a glicose, a frutose faz parte da sacarose. É encontrada na forma livre em frutas e no mel. Também pode ser obtida por hidrólise da sacarose. Tem um grau de doçura superior à sacarose, representando o açúcar mais doce entre os utilizados pelo ser humano. A frutose é cerca de 30% mais doce que a sacarose.

HOCH 2

OH

O

H

H

HO CH 2OH H

OH

SACAROSE: é constituída por uma unidade de glicose e uma de frutose, unidas por ligação beta 1-2 glicosídica. A cana-de-açúcar é a principal fonte de sacarose, mas esta também pode ser obtida da beterraba ou de algumas frutas, como a uva. É a forma de açúcar mais comum e acessível da dieta habitual. É facilmente hidrolisada por enzimas como a invertase ou alfa-glicosidase.

Frutose

Principais dissacarídeos de importância em Nutrição Os dissacarídeos podem ser divididos em redutores e não-redutores. Os redutores possuem somente um grupo hemicetálico envolvido na ligação glicosídica e reduzem a solução de Fehling (de Cu+2 a Cu+1 em soluções alcalinas) e as soluções amoniacais de prata de Ag+1 para Ag0 (solução de Tollens). Dos principais dissacarídeos, a maltose e a lactose são consideradas açúcares redutores.

PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS•CAP 04

120

8/14/09

1:07 PM

CH 2 OH O H

HOCH 2

H

H

OH

OH

H

H

OH

O

RECOMENDAÇÃO PROTÉICA = dose inócua x

Digestibilidade

Fonte de proteínas

(em relação à proteína de referência) 89 93

Arroz polido Trigo integral

90

Trigo refinado

101

Farinha de aveia

90

Farinha de soja

90

Feijão

82

Ervilhas

93

Milho + feijão

82

Milho + feijão + leite

88

Dieta mista brasileira

82

CH 2 OH H

121

Nutrientes descritos no capítulo

100 100 x D CA

Carboidratos (Sacarose)

Dose inócua = quantidade de proteína recomendada para estágio de vida D = Digestibilidade CA = Cômputo Aminoacídico

100

Ovo, leite, queijo, carnes, pescado (referência)

HO

AÇÚCARES E DOCES

GRUPO DO LEITE, QUEIJO E IOGURTE

QUADRO 4.8 – Valores para digestibilidade de proteína no homem.

OH

O

H

OH Sacarose

Page 120

PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS

Milho

MANOLE

Os açúcares não-redutores são os que possuem os dois grupos hemicetálicos envolvidos na ligação glicosídica. Esses açúcares não reagem com a solução de Fehling, nem com soluções amoniacais de prata (solução de Tollens). O dissacarídeo não-redutor mais importante é a sacarose.

O cômputo aminoacídico de algumas dietas para crianças pré-escolares (Quadro 4.10) é utilizado para o cálculo da recomendação protéica. No caso de adultos, deve-se considerar um cômputo de 100% em função das necessidades protéicas serem bem menores e facilmente atingidas por uma dieta mista.

Carolina Vieira de Mello Pimentel Greisse Viero da Silva Sonia Tucunduva Philippi

QUADRO 4.10 – Cômputo de aminoácidos de algumas dietas. Dieta

Escolar

Pré-escolar Lis

Met + Cis

Lis

Met + Cis

Tre

Tri

Tre

Tri

100

91

100

À base de arroz

81

100

100

73

100

100

100

100

Mista de cereais

84

100

97

91

100

100

100

100

Arroz e hortaliças

64

100

84

100

Fonte: WHO, 1985.

Vegetariana À base de trigo

QUADRO 4.9 – Estimativa da digestibilidade da proteína de uma dieta mista, baseada em alimentos protéicos, que contém arroz, milho, feijão, leite e carne. Alimento Arroz

Fração de proteína

Digestibilidade relativa à proteína

da dieta total

de referência

0,4

Milho

0,1

Feijão

89 82

0,1

100

Carne

0,05

100

94

55

100

100

100

89

100

67

Brasileira

93

0,35

Leite

76

Arroz, feijão, milho

97

100

100

100

100

100

100

100

Arroz, feijão, trigo

91

100

100

100

100

100

100

100

Milho, trigo e leite

97

100

100

100

100

100

100

100

Fonte: WHO, 1985.

Fonte: FAO/WHO, 1985.

Exemplo de cálculo da recomendação protéica baseado na digestibilidade e no cômputo de aminoácidos:

Digestibilidade de proteína total da dieta: arroz (0,4 x 93) + milho (0,1 x 89) + feijão (0,35

Pré-escolar (dieta brasileira/arroz, feijão, trigo)

x 82) + leite (0,1 x 100) + carne (0,05 x 100) = 90%

Recomendação protéica = dose inócua x

A determinação da digestibilidade da proteína e do cômputo aminoacídico é necessária para obter um nível seguro de ingestão de proteínas da dieta e deve ser calculada conforme a seguinte equação:

100 100 x D CA

Dose inócua = 1,1 g/kg Recomendação = 1,1 x

100 100 x = 1,45 g/kg/dia 91 82

CAPA-PIRÂMIDE ALIM-FINAL

PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS•CAP 08

8/14/09

12:38 PM

10/15/07

12:33 PM

Page 1

Page 294

295 G U I A S

INTRODUÇÃO

SUMÁRIO Introdução Constituição química dos açúcares Propriedades dos açúcares

O papel dos açúcares e doces na epidemiologia das DCNT Açúcares e doces x escolhas inteligentes Referências bibliográficas

Pirâmide dos alimentos Fundamentos básicos da nutrição Esta obra tem por objetivo esclarecer, de forma prática e aplicativa, a funcionalidade e a importância que os alimentos exercem no organismo humano. Demonstra, com base nos novos avanços do conhecimento, que a ingestão de alimentos variados, a quantidade adequada e a proporção ideal para cada estágio de vida resultam em benefícios como melhor aprendizagem e retardamento de doenças degenerativas.

Recomendações atuais

CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DOS AÇÚCARES A fórmula geral da grande maioria dos carboidratos encontrados nos alimentos corresponde a (CH2O)n e os carboidratos são descritos no Capítulo 2, sendo açúcares o termo geral utilizado para os mono e dissacarídeos.

Este livro tem importância fundamental aos profissionais e estudantes das áreas de alimentação e nutrição que buscam novos e importantes conhecimentos, sendo ainda útil para as indústrias de alimentos e para todos aqueles interessados nos benefícios de uma alimentação de qualidade. Sob a coordenação de Sonia Tucunduva Philippi e com a participação de renomados professores e especialistas, a coleção Guias de Nutrição e Alimentação

Monossacarídeos Os monossacarídeos, carboidratos que não podem ser hidrolisados em compostos mais simples, têm peso molecular relativamente baixo, são sólidos cristalinos, incolores, hidrossolúveis e de sabor doce. Possuem entre três e oito átomos de carbono, mas somente aqueles com cinco ou seis são mais comuns. O sufixo “-ose” é incluído nos nomes dos monossacarídeos, e o número de átomos de carbono é indicado por designações como triose (três carbonos), tetrose (quatro), pentose (cinco) e hexoses (seis carbonos).

D E

apresenta novos conhecimentos sobre os alimentos e sua interface com a saúde. De forma didática, transmite os fundamentos básicos da ciência da Nutrição, destinando-se a alunos de graduação, pós-graduação e profissionais ligados às áreas de Nutrição, Alimentação e Gastronomia.

Pirâmide dos alimentos

Papel dos açúcares e doces na alimentação

G U I A S

NUTRIÇÃO E A L I M E N TA Ç Ã O

Fundamentos básicos da nutrição

Alimentos-fonte

G U I A S

D E

NUTRIÇÃO E A L I M E N TA Ç Ã O

Sonia Tucunduva Philippi

O grupo dos Açúcares e Doces, representado no ápice da Pirâmide dos Alimentos, é formado por alimentos compostos predominantemente por açúcares, termo atualmente empregado para designar os carboidratos do tipo monossacarídeo e dissacarídeo. Existem muitos tipos de alimentos açucarados: os açúcares propriamente ditos, o mel, os alimentos elaborados com açúcares (xaropes, caldas, caramelos, balas e bombons) e os alimentos mistos que podem ser compostos por açúcares com amido (pães, doces, biscoitos, bolachas e bolos), açúcares com frutas (geléias, sucos concentrados e adocicados, doces em pasta, doces em calda, frutas cristalizadas, frutas glaceadas e picolés) e açúcares com leite (sorvetes em pasta, cremes, musses e pudins). O açúcar mais empregado na alimentação é a sacarose, dissacarídeo formado por glicose e frutose, encontrado e obtido principalmente da cana-de-açúcar e da beterraba, mas também presente em frutas, algumas hortaliças e no mel.

D E

NUTRIÇÃO E A L I M E N TA Ç Ã O

SONIA TUCUNDUVA PHILIPPI CO O R D E N A D O RA

Pirâmide dos alimentos Fundamentos básicos da nutrição

Sonia Tucunduva Philippi O RGANIZAD O RA

SONIA TUCUNDUVA PHILIPPI


Diagramação técnica

212

191

Ortodontia Clínica – Tratamento com Aparelhos Fixos

10

Organização, diagramação e tratamento de imagens

Livros – Odontologia

Vellini / Cotrim / Ferreira

Ortodontia Coleção Série Abeno

Protocolo clínico

Segundo a forma de ligação

Cimentação de bandas

Braquetes ligados São aqueles que necessitam receber uma ligadura, seja ela metálica ou elástica, para a fixação do fio ortodôntico no interior do canal de encaixe do braquete. Nestes dispositivos, as aletas gengivais e oclusais serão responsáveis pela retenção de ligadura, conforme a Figura 7.9 A-C).

Separar os dentes a serem cimentados, quando necessário. Selecionar e adaptar a banda conforme o tamanho e a altura da coroa dental. Proteger com cera os tubos e demais acessórios, para evitar entupimento no ato da cimentação.

ARTES MÉDICAS GRUPO A

Executar profilaxia com pedra-pomes e água em escova ou taça de borracha. Lavar abundantemente as superfícies dentais higienizadas. Isolar o campo operatório com rolos de algodão. Secar a área, mantendo o sugador de saliva acionado. A

A

B

Manipular pó e líquido com espátula de plástico, conforme indicação do fabricante. Sempre que cimentações múltiplas forem executadas, resfria-se previamente a placa de vidro para retardar o tempo de presa do material (quando usar ionômero de vidro convencional).

C

7.9 / Aparelho provido de braquetes ligados A, mostrando em B a ligadura elástica e em C a metálica.

Recobrir a superfície oclusal da banda com fita crepe ou papel, evitando extravasamento do ionômero. Colocar camadas uniformes de cimento ao redor da parte interna da banda.

Braquetes autoligados Possuem um dispositivo denominado clip, que promove a abertura e o fechamento da canaleta do braquete. Têm como principal propósito agilizar os processos de colocação e remoção dos arcos ortodônticos, assim como reduzir o atrito entre o fio e o braquete (Fig. 7.10 A-C).

B

Posicionar a banda no dente, pressionando-a com a polpa digital do dedo indicador, e, a seguir, utilizar mordedor ou assentador de banda, a fim de promover seu perfeito assentamento. Remover o excesso de cimento com o auxílio de roletes de algodão e de uma sonda exploradora. Polimerizar, por oclusal, cada banda durante 40 a 60 segundos com aparelho fotoativador (quando usar ionômero fotopolimerizável).

C

7.32 A-D / Passos para a cimentação das bandas aos dentes.

A

B

C

D

7.10 A-C / Em A nota-se um aparelho montado com braquetes autoligados, sendo que estes podem se classificar em ativos B, quando apresentam um clip que comprime o arco em direção ao fundo da canaleta, e passivos C quando o clip apenas apreende o fio no interior da canaleta.

221

Ortodontia Clínica – Tratamento com Aparelhos Fixos

A

B

C

D

E

F

32

G

H

Carlos Estrela

I

K

L

É preciso considerar que o preparo  prévio cervical influencia na  qualidade do alargamento,  sanificação e obturação do canal  radicular.

A

O acesso natural e lógico à entrada na cavidade pulpar ocorre em  sentido cervicoapical, e esse mesmo sentido deve orientar o ato   de esvaziar e preparar. No terço cervical, o volume de tecido presente   e a estrutura dentária apresentam-se em maior proporção que   no terço apical. A ampliação deve obedecer essa direção.

TÉCNICA:  Para a exploração do canal radicular, após a introdução  inicial da lima, o movimento obedece a rotação em sentidos horário   e anti-horário (um quarto de volta). A seguir, procede-se à remoção   da lima, sem rotação. Durante a instrumentação manual com limas de aço inoxidável,   a ação de cada instrumento deve ser constante, com movimentos  longitudinais e curtos (0,5 a 2 mm) em viés para oclusal, percorrendo  todo o perímetro do canal, até que o instrumento esteja livre. No preparo com instrumentos de níquel-titânio movidos a motor  elétrico, os movimentos seguem rotação contínua em velocidade   baixa e constante, com pequeno torque. Já para outras técnicas   e sistemas de rotação contínua ou alternada, o instrumento   mantém as particularidades inerentes a cada um deles.

Figura 2.5 — Esvaziamento total do canal.

M

N

A

LEMBRETE Dependendo do sistema, podem  ocorrer variações de velocidade   e torque dos instrumentos de  níquel-titânio (NiTi). 

ModelageM tRanSVeRSal

B

A modelagem transversal e longitudinal deve ser regida por  planejamento e disciplina rigorosos, baseados nas estruturas  anatômicas.

O

O limite lateral de ampliação cervical e apical deve ser apropriado,  uma vez que o aspecto radiográfico não representa um referencial  preciso, real, da espessura dentinária.

ModelageM longitudinal Após o completo esvaziamento do canal radicular, realiza-se   a modelagem longitudinal cervicoapical.

Durante a exploração endodôntica, pode-se planejar o alargamento  transversal (Figs. 2.7 e 2.8). O grau de alargamento torna-se  importante por influenciar positivamente o processo de sanificação.

TÉCNICA:  Na modelagem longitudinal cervicoapical, procede-se à  planificação e regularização das paredes do canal radicular em todo o  comprimento determinado – do terço cervical até cerca de 1 mm do  vértice apical radiográfico, próximo ao limite cemento-dentina-canal.

Livro_16•miolo.indd 32

Figura 2.6 — Modelagem longitudinal.

B

Além de a modelagem apresentar como limite o interior do canal  dentinário, o alargamento deve apresentar conicidade gradual.   A perfeita cinemática dos instrumentos deve se desenvolver   seguindo os padrões da técnica e do tipo de instrumento selecionado.

O esvaziamento cervicoapical deve manter a conicidade afunilada   do canal (inerente ao seu formato natural), capaz de sanificá-lo por  completo (incluindo o canal dentinário nas polpas vitais e o canal  cementário nas infecções endodônticas) (Fig. 2.5).

11.7 C / Caso clínico evidenciando a projeção incisal decorrente do nivelamento do arco dental superior com fio Ni-Ti, com grande deflexão.

7.37 A-O / Incisivos laterais superiores conoides reconstruídos em resina composta (A, B e C) e etapas da colagem de braquetes nestas superfícies (D a L). Primeiro arco de nivelamento ortodôntico sem ação sobre os caninos à espera de sua completa erupção (M, N e O).

33

A elaboração do preparo com vistas a conter o material obturador deve  se manter no interior do canal dentinário, e o término apical (batente  apical) deve permitir um bom apoio da massa obturadora e evitar   a extrusão de material (Fig. 2.6).

Assim, nas situações de polpa vital, o esvaziamento ocorre a partir   da pulpectomia (com excisão ou fragmentação pulpar).   Nas necroses pulpares (acompanhadas ou não de periodontites  apicais), o esvaziamento é feito a partir do processo de sanificação,  neutralizando-se o conteúdo séptico presente.   Todavia, o conceito atual direciona para a completa sanificação   do canal radicular, de preferência na mesma sessão, durante   o esvaziamento e a modelagem. O controle microbiano   é potencializado com o emprego de medicação intracanal,   como pasta de hidróxido de cálcio.

PARA PENSAR

J

Endodontia Laboratorial e Clínica

O termo esvaziamento caracteriza bem o que se deve realizar,  independentemente da condição clínica presente. Muitas vezes   se observam confusões filosóficas ao substituir opções terapêuticas  consagradas pela correta denominação da alteração inflamatória   e/ou infecciosa presente. 

Os canais que foram desviados apresentam complicações extras   que devem ser superadas, principalmente ao se considerar a forma  primitiva do canal, que foi ampliado para receber o material obturador. 

3/20/13 11:04 AM

Livro_16•miolo.indd 33

ATENçãO A ilusão da imagem radiográfica  pode ser responsável por  desgastes insuficientes   ou excessivos.14 LEMBRETE Desgastes excessivos não  favorecem mecanicamente   a obturação e podem causar   muitas dificuldades no selamento  de canais curvos e dilacerados.

3/20/13 11:04 AM


BREVIÁRIO Admissão

Ao

depArtAmento psicAnálise

de

DEPARTAMENTO DE PSICANÁLISE I COMISSÃO DE ADMISSÃO

Projeto

oUtUBro 2012 2ª

edição

BREVIARIO 2012.indd 1

10/1/12 10:28 AM

Material de Divulgação Informativos Anuais

AC ON TE CE D E P A R T A M E N T O

2008 – 2010

CONSELHO de Dir. CAPA2010:Layout 1 11/19/10 12:18 PM Page 4

DE PSICANÁLISE DO INSTITUTO SEDES SAPIENTIAE Rua Ministro Godói 1484 I 05015 900 Perdizes I São Paulo I SP I Brasil I 55 11 3866 2730 I deptodepsicanalise@sedes.org.br www.sedesweb.org.br/Departamentos/Psicanalise

CAPA-ACONTECE-2º SEM 2010.indd 1

LEVANTAMENTO DE DISPOSITIVOS NORMAS

DEPARTAMENTO

DE PSICANÁLISE DO INSTITUTO SEDES SAPIENTIAE Rua Ministro Godói 1484 I 05015 900 Perdizes I São Paulo I SP I Brasil I 55 11 3866 2730 I deptodepsicanalise@sedes.org.br

E

PROCEDIMENTOS

DEPARTAMENTO DE PSICANÁLISE I CONSELHO DE DIREÇÃO I

GESTÃO

DEPARTAMENTO

11

Projeto Gráfico | Diagramação

D E

INSTITUTO SEDES SAPIENTAE

CURSOS 1 | Curso de especialização Psicanálise 760 horas/ano Oferece um percurso de quatro anos para a formação de analistas, com dois seminários e uma supervisão anual

1O ANO | 188 horas Seminários

coordenação | Maria Aparecida Kfouri Aidar, Decio Gurfinkel y Da terapia catártica ao tratamento psicanalítico | 66 horas

coordenação | Cleide Monteiro, Flavio Carvalho Ferraz

P S I C A N Á L I S E

11/22/10 7:43:10 PM

ACONTECE 2010.indd 5

y O inconsciente freudiano, paradigma do sonho | 66 horas

Supervisão | 66 horas Heidi Tabacof Maria Beatriz Costa Carvalho Vanucchi Maria Cristina Ocariz Maria Laurinda Ribeiro de Souza Myriam Uchitel

2O ANO | 188 horas Seminários

y Sexualidade infantil e complexo de Édipo | 66 horas

coordenação | Isabel Mainetti de Vilutis, Nelson da Silva Júnior y Teoria das pulsões | 66 horas

coordenação | Maria Cristina Ocariz, Maria de Fátima Vicente

5

11/22/10 11:42:55 PM


Projeto

Folder | Cartaz | Livro | Anúncios | Site

12

Material de Divulgação OAT Oficina Abrigada de Trabalho


Diagramação

13

Livro – Economia FigUrA 1.3

X

(x – μ)2

f(x – μ)2

Gráfico de barras empilhadas de escolaridade e situação de emprego

13

5

65

–2,81

7,89

39,45

14

13

182

–1,81

3,27

42,55

15

29

435

–0,81

0,65

18,98

16

33

528

0,19

0,04

1,20

17

17

289

1,19

1,42

24,11

144

Número de pessoas (em milhares)

16.000 14.000 12.000 Inativos Desempregados Em atividade

10.000 8.000

18

0

Outro grau de escolaridade

Ensino superior

Nota: A altura total de cada barra é determinada pela soma das freqüências da categoria, fornecida na última linha da tabela 1.1.

Esse gráfico de barras múltiplas mostra que quanto mais baixo for o nível de formação, maior será o tamanho das categorias “desempregados” e “inativos”. A categoria “sem escolaridade” é numericamente menos importante do que as demais, o que dificulta as comparações diretas, mas as categorias “desempregados” e “inativos” são grandes em relação ao número de pessoas “em atividade”. A figura 1.3 mostra um método alternativo de apresentação: o gráfico de barras empilhadas. Nesse caso, as barras são empilhadas, em vez de serem dispostas lado a lado. Obtém-se uma visão mais clara no caso de os dados serem transformados em porcentagens por coluna, isto é, cada coluna sendo expressa como porcentagem do total. Isso facilita a realização de comparações diretas entre os vários níveis de ensino. Podemos assim ver, dentre as pessoas com ensino superior, qual proporção está “em atividade” (88%), e assim por diante. Esses números são apresentados na tabela 1.2. TAbeLA 1.2 Situação de emprego e escolaridade: porcentagens das colunas Ensino superior

78%

Outro grau de escolaridade

Sem escolaridade

Total

74%

48%

75%

Desempregados

2%

3%

5%

6%

4%

Inativos

10%

19%

21%

47%

21%

Em atividade

88%

A-level

CAPÍTULO 1 Estatística descritiva

Com tudo isso, você deve ser capaz de descobrir se absorveu o conteúdo do capítulo ou não. Não fique surpreso se não tiver conseguido – mais de uma leitura será necessária. Volte às partes em que você se sente inseguro e use essas mesmas técnicas de aprendizado para cada capítulo do livro.

n

n

n

n

n

n

n

17,56

• dados em cross section gráfico de barras histograma mediana variância escore z transformação de dados

• box plot

40,73 17,56

Fórmulas alternativas de cálculo da variância e do desvio-padrão As fórmulas fornecidas a seguir geram as mesmas respostas que as equações 1.14 a 1.17, mas seu cálculo é mais simples, seja feito manualmente, seja usando uma planilha. Para a variância da população, pode-se usar: 2

x (1.20) σ 2 = – µ2 N ou, para dados agrupados: ∑

(1.21) σ 2 =

∑ fx

2

∑f

• dados em série temporal • gráfico de pizza • freqüências relativa e acumulada • moda • desvio-padrão • assimetria • crescimento composto

• • • • • • •

tabulação cruzada tabela de freqüências média quantis coeficiente de variação valores extremos diagrama de dispersão (gráfico XY)

CAPÍTULO 1 Estatística descritiva

• Reconhecer os pontos fortes e as limitações de tais métodos.

– nx 2 n –1 55

Os problemas mais difíceis têm o número em cor.

termos de educação e emprego (extraídos de General household survey, 1991): Ensino superior

A-level

Outro grau de escolaridade

Sem escolaridade

Total

209

182

577

92

1.060

12

9

68

32

121

Inativas

17

34

235

136

422

Tamanho da amostra

238

225

880

260

1.603

a) Desenhe um gráfico de barras do número de mulheres em atividade em cada grau de escolaridade. Ele pode ser comparado facilmente com o semelhante diagrama de 2003 (figura 1.1)? b) Desenhe um gráfico de barras empilhadas usando todas as situações em termos de emprego, semelhante ao da figura 1.3. Comente quaisquer semelhanças e diferenças em relação ao diagrama apresentado no texto. c) Converta os valores da tabela em porcentagens (por coluna) e produza um gráfico de barras empilhadas semelhante ao da figura 1.4. Comente quaisquer semelhanças e diferenças. d) Faça um gráfico de pizza mostrando a distribuição das mulheres em atividade, conforme cada grau de escolaridade, e o compare ao da figura 1.5 no texto.

Problema 1.2 Os dados a seguir indicam o rendimento mediano semanal (em libras) das pessoas empre-

Diploma superior

Outra formação superior

A-level

GCSE A-C

GCSE D-G

Nenhum

Homens

433

310

277

242

226

220

Mulheres

346

278

201

183

173

146

Nota: A sigla GCSE (General Certificate of Secondary Education) refere-se a exames de várias disciplinas que os estudantes da Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte fazem para comprovar seu aproveitamento no ensino secundário obrigatório (dos 11 aos 16 anos). Os conceitos vão de A (mais alto) a G. Os alunos classificados de A a C são os “aprovados”. (N. do e.)

CAPÍTULO 1 Estatística descritiva

• Usar técnicas gráficas para fazer uma síntese visual de séries de dados. • Usar técnicas numéricas para sintetizar séries de dados.

2

Problemas

Desempregadas

Ao final deste capítulo, você deverá ser capaz de: sintetizá-los e analisá-los.

CAPÍTULO 1 Estatística descritiva

Em atividade

Objetivos do estudo • Reconhecer tipos diferentes de dados e usar métodos apropriados para

2 2 ∑ x – nx (1.22) s 2 = n –1 ou, no caso de dados agrupados:

∑ fx

ÁTICA

Estatística descritiva

– µ2

O cálculo da variância com o emprego da equação 1.21 é demonstrado na figura 1.14. A variância da amostra pode ser calculada usando-se:

(1.23) s 2 =

Estatística para economia, contabilidade e administração

capítulo 1

38,40

222,99

gadas em tempo integral na Grã-Bretanha em 1992, por grau de escolaridade.

Termos e conceitos fundamentais

84

10,18

4,19

Os dados a seguir mostram a situação de mulheres com idade entre 20 e 29 anos, em

As estatísticas descritivas são úteis como síntese de grandes volumes de informação, destacando as características principais, mas omitindo os detalhes. Distintas técnicas são apropriadas à representação de diferentes tipos de dados, a saber: gráficos de barras para dados em cross section e taxas de crescimento para séries temporais. Métodos gráficos, como o gráfico de barras, dão uma visão dos dados. Fornecem uma síntese informal, mas são inadequados como base de análise adicional. Técnicas gráficas importantes incluem o gráfico de barras, a distribuição de freqüências, a distribuição de freqüência relativa e a de freqüência acumulada, o histograma e o gráfico de pizza. Para dados em série temporal, um gráfico da série de dados é informativo. Técnicas numéricas são mais precisas como síntese. A base dessas técnicas é formada por medidas de posição (como a média), dispersão (a variância) e assimetria. Estatísticas numéricas de síntese importantes são a média, a mediana e a moda; a variância, o desvio-padrão e o coeficiente de variação; o coeficiente de assimetria. No caso de dados bivariados, o diagrama de dispersão (ou gráfico XY) é uma maneira útil de ilustrar os dados. Dados freqüentemente são transformados de alguma maneira antes da análise, por exemplo, calculando-se logaritmos. Em geral as transformações ampliam a visualização de características essenciais das informações em gráficos e às vezes facilitam a interpretação de estatísticas de síntese. Por exemplo, no caso de séries temporais, a taxa média de crescimento pode ser mais apropriada do que a média da série.

• • • • • •

4,80

3,19

20 1.739

4

Problema 1.1

Resumo n

2,19

76

1 110

A média é 1.739/110 = 15,81, e, com base nesse, resultado, calculam-se os valores na coluna de desvios (x – μ) (assim sendo, –2,81 = 13 – 15,81, etc.). A variância é calculada pela fórmula ∑f(x – μ)2/(n – 1) = 222,99/109 = 2,05. Conseqüentemente, o desvio-padrão é igual a 1,43, ou seja, a raiz quadrada de 2,05. (Os cálculos são apresentados com duas casas decimais, mas foram efetuados com valores exatos.) No caso de distribuições que são aproximadamente simétricas e têm a forma de um sino (ou seja, as observações estão concentradas perto da média), há uma relação aproximada entre o desvio-padrão e o intervalo entre quartis. Essa regra diz que o IQ é 1,3 vezes o desvio-padrão. Nesse caso, 1,3 × 1,43 = 1,86, próximo do valor 2 obtido anteriormente.

Nota: As porcentagens das colunas são obtidas dividindo-se cada freqüência pelo total da coluna. Por exemplo, 88% é igual a 8.224 dividido por 9.397; 78% é igual a 5.654 dividido por 7.239, etc.

26

8

x – μ

20

19

4.000

fx

Total

6.000

2.000

f

85

• Perceber a utilidade da variação como fonte de informação e conhecimento adicional sobre conjuntos de dados.

O objetivo dos métodos de estatística descritiva é simples: apresentar informações de maneira clara, concisa e precisa. A dificuldade na análise de muitos fenômenos, sejam eles econômicos, sociais ou de outra espécie, está no fato de que simplesmente há informação demais para a nossa mente assimilar. A tarefa dos métodos descritivos é, portanto, sintetizar toda essa informação e salientar os aspectos principais, sem que a figura fique distorcida. Consideremos, por exemplo, o problema de apresentar informações sobre a riqueza dos cidadãos britânicos (o que será discutido mais adiante neste capítulo). Existem aproximadamente 17 milhões de unidades familiares para as quais há dados disponíveis, e apresentar os dados na forma bruta (isto é, o patrimônio de cada uma delas) não seria útil ou informativo (daria um livro de 30 mil páginas!). É mais útil ter menos informação, desde que ela seja representativa dos dados originais. Ao fazer isso, boa parte da informação original é deliberadamente descartada; na verdade, é possível definir estatística descritiva como a arte de descartar de maneira construtiva a maior parte dos dados! Há muitos modos de sintetizar dados e poucas regras claras e simples a respeito de como fazê-lo. Jornais e revistas geralmente oferecem maneiras inovadoras (mas nem sempre bem-sucedidas) de apresentar dados. Existem, entretanto, algumas técnicas comprovadas, que serão abordadas neste capítulo. Elas são eficazes(a) porque nos dizem algo sobre os dados subjacentes e (b) por serem razoavelmente familiares a um grande 22

CAPÍTULO 1 Estatística descritiva


Diagramação de miolo

NEW ART CITY•Caps

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2:42 PM

14

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NEW ART CITY•Caps

o pintor e a cidade

new art city

metafóricos, como Dominância orquestral em amarelo, Chama dourada, Sonata ao luar, Felicidade de uma noite de verão, Pré-amanhecer, Lava, Nuvens altas e Calor de outono. Essas obras anunciam um novo tipo de experiência pictural aberta à intuição. O movimento rápido e contínuo da cor, forma e textura estimula fantasias metafóricas intensas até que não se consegue mais distinguir onde terminam as enlevadas experiências melodramáticas e onde começam as capciosas experiências sensoriais.

ii Embora a Nova York de meados do século passado não tenha produzido um nome que resumisse a quinta-essência da arte da época, Hofmann ocupou uma posição singular, quase talismânica, naquele mundo complexo, e é bom nos determos um pouco mais em sua história à medida que nos aproximamos da Manhattan dos anos 40 e 50, com sua fantástica heterogeneidade, seus artistas e marchands, seus colecionadores e curadores, diretores e funcionários de museus, seus críticos e freqüentadores de galerias e museus. As aulas de Hofmann em Manhattan no final da década de 30 atraíram uma extraordinária plêiade de jovens nova-iorquinos — entre os quais Arshile Gorky e Clement Greenberg. Embora, nos primeiros anos, sua escola não fosse muito concorrida e tivesse pouco mais de uma dezena de alunos inscritos, sua fama se espalhou rapidamente no boca a boca. Nell Blaine, que começara a pintar ainda criança, na Virgínia, tinha ouvido falar de Hofmann por intermédio de um professor, Worden Day, que havia estudado com Vaclav Vytlacil, ex-aluno de Hofmann na Alemanha. Começava a construir-se, nessa época, nos Estados Unidos, uma rede subterrânea de jovens artistas ávidos por compreender os princípios da arte moderna. Blaine tinha apenas vinte anos em 1942, quando veio para Manhattan, a fim de estudar na Escola Hofmann. Mais tarde¸ ela diria: “Vim para Nova York estudar com Hans Hofmann como um peregrino vai a Meca”.5 Com o passar do tempo, a influência da escola só fez aumentar. Em 1948, um ano depois da estréia de sua peça Um bonde chamado Desejo, Tennessee Williams, visitante assíduo de Provincetown, para onde Hofmann transferia seus cursos durante o verão, descreveu-o como “um homem ousado e de mente aberta, que pintava como se compreendesse Euclides, Galileu e Einstein, e como se o horizonte de sua visão incluísse a constelação de Hércules em direção à qual nosso sol se move”.6 Examinem as telas vigorosas, exultantes em sua improvisação — parecia dizer Williams —, e vocês haverão de descobrir que esse homem, que deixou o Velho Mundo em tro-

Hans Hofmann, Desenho, 1945. Nanquim sobre papel, 104 × 77,5 cm.

Hans Hofmann, estudo para a página de rosto da coleção de ensaios Search for the real, 1948. Nanquim sobre papel, 43,2 × 35,6 cm.

ca do Novo, nos revela não só os segredos da arte moderna como também os segredos da vida moderna. Nada era estático na magnificência da arte, pelo menos da forma como Hofmann a apresentava. Suas afirmações tinham sempre um movimento de elevação, uma nobreza. Ele falava do “movimento e contramovimento” numa obra de arte como fonte de uma “vida espiritual”. Referia-se a “uma vida espiritual sem a qual não é possível haver arte, nenhum tipo de arte — a vida de uma mente criativa em sua relação sensível com o mundo exterior”.7 Hofmann partia dessas afirmações cheias de misticismo alemão e lhes dava concretude, preenchendo-as com o senso prático nova-iorquino. Apresentava aos seus alunos uma nova versão das verdades eternas da arte. Insistia em dizer que um artista desejoso de dar forma às mais complexas e arrebatadoras dimensões da experiência humana devia começar pelo cumprimento estrito das monótonas rotinas do seu ofício. Quando o crítico Harold Rosenberg, que assistira às palestras dele nos anos 30, procurou explicar o segredo do lugar fundamental que Hofmann ocupava em Nova York, disse que desde aquele tempo, uma “década de ideologias — New Deal, marxismo, fascismo —, era evidente que os ensinamentos de Hofmann também propunham uma base”. Essa base, na visão de Rosenberg, estava na insistência de Hofmann na idéia de que “a arte era a atividade suprema”.8 É verdade, mas como Hofmann atribuía tal supremacia à arte? Nesse ponto temos de nos aproximar dele e tentar ouvi-lo, tentar nos imaginar em sua escola, com o modelo-vivo, os montes de cavaletes e os desenhos 17

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o pintor e a cidade

mas e desafios como fins em si mesmos.”20 Mas se um artista tinha a firmeza necessária para partir em diferentes direções, que mal havia em abraçar um leque de possibilidades? Uma pequena mas importante publicação dirigida por Robert Motherwell, Harold Rosenberg e outros — que editou apenas um número no inverno de 1947-8 — tinha justamente o nome de Possibilities.

Capa do catálogo da exposição “Cubismo e arte abstrata”, organizada por Alfred H. Barr, no Museu de Arte Moderna, em 1936.

profusamente coloridas sugerem um recuo do construtivismo para o classicismo naturalista. Hofmann achava que havia muitas abordagens artísticas diferentes que podiam acabar se mostrando igualmente interessantes. E pensando bem, foi justamente essa a grande idéia que animou Nova York nos anos do pós-guerra, ainda que sob constante ameaça de ser eclipsada pela teatralidade dos farejadores de tendências, que dirigiram as atenções sucessivamente para o pictorismo, para os efeitos hard-edge, a seguir para os temas pop e depois para outra coisa qualquer. Até Clement Greenberg, um dos mais fiéis admiradores de Hofmann, não deixou de ver problemas nessa sua “variedade de maneiras e mesmo de estilos”. Diferentemente da maioria dos expressionistas abstratos, que tendiam a explorar uma única imagem iconográfica — os retângulos de contornos suaves de Rothko, as pinceladas caligráficas ampliadas de Franz Kline, as formas escuras e irregulares de Clyfford Still, as faixas delgadas de cor perfeitamente definidas de Barnett Newman — Hofmann estava sempre buscando efeitos diferentes, até mesmo contraditórios. “Uma tal diversidade de maneiras”, escreveu Greenberg, “faz com que se suspeite de um envolvimento indevido em proble28

Hans Hofmann, Eufonia abstrata, 1958. Óleo sobre tela, 127 × 101,6 cm.

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o pintor e a cidade

Hofmann e alunos na escola de Provincetown, c. 1941. Robert De Niro está à esquerda de Hofmann.

crítico, que olhassem cada situação a partir de vários ângulos. Roessli passava de cavalete a cavalete, e suas observações, embora emanadas da idéia de que “nada deve ser arbitrário; tudo tem de seguir uma lógica”, eram constantemente reformuladas para responderem a cada aluno, a cada situação. Quando alguns pintores mais sofisticados caçoam dos efeitos naturalistas um tanto primitivos da sra. Munner, Roessli adverte: “É um grave erro desprezar a pintura figurativa; se a arte acadêmica obedece às leis da tela, isso é válido. E o que diríamos dos grandes mestres — Rembrandt, El Greco, Goya, os italianos?”. Mas quando outro aluno talentoso alega que “a pintura abstrata virou uma cantilena abstrata feita somente de ritmo. [...] um jogo de blocos de construção em duas dimensões, e mais nada”, Roessli arma uma defesa da abstração pura. “Sem dúvida, pode virar isso”, diz ele. E então, “com um sorrisinho nos lábios e uma piscadela maliciosa”, continua: “Há muitos tipos de significado e cada um tem de encontrar sua maneira própria de expressá-lo. Mas você não deve pensar que a inclusão do simbólico ou do literário na pintura aumente necessariamente sua grandeza; na realidade, com freqüência, a verdade está no oposto disso”.18 Embora os alunos de Hofmann passassem a maior parte do dia na escola trabalhando a partir de naturezas-mortas e modelos, esse comprometimento com os gêneros tradicionais era em muitos aspectos somente um ponto de partida; os artistas que saíram da escola tomaram uma grande variedade de rumos, o que bem reflete a imparcialidade essencialmente liberal de Hofmann no que se refere a questões estilísticas. Como pintor e como professor, ele estava decidi-

29

* Traduziu-se ao longo do livro “painterly” por “pictórico”, conceito que tem origem na classificação feita por Wölff lin e que se refere ao uso de massas de cor para definir as formas, em oposição à pintura linear que utiliza linhas e contornos. Na mesma linha, traduziu-se “painterliness” por “pictorismo”. (N. T.) ** Para “hard-edge” optou-se por manter o termo em inglês, pelo qual esse tipo de pintura é mais conhecido, significando, segundo o crítico Lawrence Alloway, uma “economia de forma”, “plenitude de cor” e “nitidez da superfície”, usado para caracterizar, entre outras, as obras de Ellsworth Kelly e Kenneth Noland. (N. E.)

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a geografia de manhattan

new art city

sos, deslanchar carreiras, dar-lhes um súbito impulso ou arruiná-las completamente. Do ponto de vista dos artistas boêmios e sem tostão, a rua 10 e os quarteirões adjacentes eram a Our town,* repleta de histórias de sucesso e de casos de amor. O diário da atriz e diretora Judith Malina contém um sem-número de relatos acerca da agitada camaradagem daqueles tempos. Descrevendo a inauguração da exposição da rua 9, Malina afirmou que

cam sentimentos, quanto vocês devem suportar aqui. A qualidade varia, mas pense só na quantidade.” Ao redor de Bufano e Rosalind, a cidade estava em constante movimento. As pessoas saíam de um teatro onde tinham acabado de assistir a duas longas peças e iam ouvir

foi um estrondoso sucesso. Alguns pintores maravilhosos alugaram um grande loft, pintaram tudo de branco e penduraram centenas de telas nas salas vazias. Buscamos nos refrescar do calor intenso da noite, do lado de fora, debaixo do letreiro pintado por Franz Kline, iluminado pela luz de um ateliê do outro lado da rua. Fico muito tempo conversando com John Cage sobre pintura e música. [...] Depois da exposição, tem uma festa no Three Arts Club. [...] Clement Greenberg dança freneticamente o jitterburg ao som de “I ain’t rough”, de Louis Armstrong. Sidney Janis dança de maneira mais conservadora e faz um bem-educado tango.15

Em seu diário, Malina descreve uma representação da peça de Picasso O desejo preso pela cauda, em que John Ashbery e Frank O’Hara fazem o papel dos dois cachorros, os Bow Wows, que “não sabem eles próprios como são sábios. Pensam que estão mascarados. Mas é parte máscara e parte inocência”. Em outra data, Malina conta que ao sair de um ensaio de uma peça de Paul Goodman, viu Harry Jackson, um pintor seu amigo, encostado no carro abarrotado de telas. Na rua estavam Jackson, sua “deslumbrante bailarina Joan” e Philip Smith, um ator por quem Malina tinha interesses românticos, além de profissionais, mas que no momento estava dormindo com Goodman. “Todos observam as pinturas à luz do sol”, explica Malina. “Eles provocam tumulto na rua. As pessoas param e dão suas opiniões. Seu melancólico retrato de Philip mexe comigo.”16 O próprio Goodman descreveu no romance The empire city [A cidade imperial] a esquina da avenida Greenwich com a Sétima Avenida, da perspectiva de um músico chamado Bufano. “Nunca antes na história da humanidade”, declara Bufano à jovem bailarina Rosalind, “em qualquer era e em qualquer lugar, houve tantas obras de arte, obras da imaginação que falam de sentimentos, comuni-

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COMPANHIA DAS LETRAS alguns livros diagramados A grande história da evolução A longa viagem da biblioteca dos reis As barbas do imperador Austerlitz Breve história de quase tudo Deus, um delírio Formação do Brasil contemporâneo Formação econômica do Brasil História da vida privada no Brasil - V. 1 a 4 Jogos sagrados

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* Our town, peça de teatro de Thornton Wilder, que estreou em 1939 e recebeu o Prêmio Pulitzer de dramaturgia no mesmo ano. A peça se passa numa cidade fictícia modelada segundo os costumes, valores, sentimentos e condutas das cidades do interior dos Estados Unidos nas décadas de 20 e 30. A expressão Our town freqüentemente simboliza a vida fechada e comunitária dessas localidades. (N. T.)

Hans Hofmann, O lago, 1958. Óleo sobre tela, 101,6 × 127 cm.

do a superar as escolhas rígidas entre abstração e figurativismo ou entre o expressionismo pictórico* e a geometria hard-edge.** O pluralismo de Hofmann não tinha o menor vestígio de ecletismo, porque se baseava na crença de que todos os ramos da árvore da arte provinham de um único e inextirpável sistema de raízes, e essa crença, por sua vez, era movida por um fascínio pelas origens e genealogias que sempre foi uma pedra angular do movimento moderno. As preleções de Hofmann estavam sempre repletas de nascimentos e começos; quando não estava incentivando os artistas a se concentrarem na primeira linha que traçavam numa folha de papel, tentava explicar-lhes de onde viera o cubismo. Nessa época, a questão de onde viera e para onde ia a arte moderna fazia parte das preocupações tanto dos artistas e dos críticos quanto dos curadores que começavam a se interessar pelo trabalho dos primeiros. A maioria dos artistas de Nova York conhecia o diagrama que Alfred Barr havia desenhado para a sobrecapa do catálogo da importante exposição de 1936 intitulada “Cubismo e arte abstrata”: uma complicada árvore genealógica em vermelho e preto, com planos superpostos e nomes de artistas ligados por setas e linhas pontilhadas e contínuas. Em uma série de cartuns publicados em revistas de arte, Ad Reinhardt criou suas próprias genealogias; numa delas, o mundo da arte nova-iorquina era uma árvore imensa, com galhos representando as tendências artísticas que partiam em todas as direções, e com folhas representando cada artista que tinha aparecido e desaparecido.19 Cada artista queria consolidar uma perspectiva própria que poderia, por sua vez, dar origem a outras perspectivas, e olhar para a Nova York do pós-guerra é enxergar mais ramificações e desabrochamentos do que muitas pessoas conhecem hoje em dia. Entre os artistas dignos de nota, mas às vezes pouco reconhecidos que foram influenciados por Hofmann, com os quais vamos nos deparar na nova cidade da arte, estão Richard Stankiewicz — cujas esculturas de sucata de metal soldado combinam uma divertida e bem-humorada excentricidade com um arrojado senso de estrutura arquitetônica — e Louisa Matthiasdottir, cujos retratos e naturezas-mortas em composições angulosas e

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v Entre as inúmeras possibilidades que se multiplicaram no pós-guerra há de se encontrar, sem dúvida, um padrão, e esse padrão tem tudo a ver com a mudança de atitude com relação à história e à tradição, isto é, com relação à história em seu aspecto intemporal. Na primeira metade da década de 40, os artistas mais interessantes dos Estados Unidos estavam lutando para definir um lugar para si mesmos no processo geral de desenvolvimento da arte, e essa luta muitas vezes emprestou ao trabalho deles um intenso fervor românti-

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new art city

NEW ART CITY•Caps

new art city

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outras peças e narrativas pelo rádio. Numa banca de revistas havia 34 livros de história com lustrosas capas. De diferentes janelas chegava o som de músicas, vindas de máquinas ou ao vivo, produzidas por dedos e gargantas. Os olhos não podiam deixar de ver desenhos e pinturas, pequenos, grandes, enormes, criando diversas relações entre idéias e sentimentos por meio de formas, cores e imagens. Um móbile, um poste de Cartaz da exposição da Rua 9, 1951. Desenhado por Franz Kline.

barbeiro vermelho, branco e azul, subindo em espiral, indefinidamente, de lugar nenhum para lugar nenhum.

John Cohen, vernissage na Galeria Tanager, 1959.

Bufano surpreende-se diante da mistura de “idéias estúpidas, instrução e método meticulosos, expressões tímidas, combinações esdrúxulas, invenções geniais, banalidades, protestos clamorosos, mentiras”. Assistindo a tudo isso, ele pergunta: “Essas artes são ruins?”. E ele mesmo responde: “São indispensáveis. Não fossem as excitações dessas artes, todo mundo iria se deitar e sufocar. É verdade!”.17 Provavelmente nenhum outro escritor pintou um retrato mais sombrio da atordoante diversidade de Nova York do que William Gaddis em seu romance de 1955 The recognitions [Os reconhecimentos], no qual o protagonista é um jovem que granjeou notoriedade no underground da arte por suas falsificações de pinturas holandesas. A Manhattan de Gaddis é um lugar sinis53

Marighella New art city Os filhos da meia-noite


Diagramação de miolo

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alguns livros diagramados EDUCANDO

O OLHAR

D A O B S E R VA Ç Ã O

SER EDUCADOR

EDUCADOR EDUCADOR EDUCADOR

Quando uma emoção intensa, plena envolve o corpo (irradiando, espalhando prazer e paz) E uma alegria de sol quente Excita a cabeça e a alma... Quando uma chama quente ardente

MADALENA FREIRE

abraça o peito (dilacerando, propagando dor e agitação) e uma tristeza quieta paralisa a boca e o coração... Não há o que perguntar, duvidar, remediar, ela chegou. – Quem? – Paixão? Morte? Vida? – Sim! Todas – A vida

©Francisco Brennand

na crueza, força e beleza de sua presença.

Aprendizagem do olhar Não fomos educados para olhar pensando o mundo, a realidade, nós mesmos. Nosso olhar cristalizado nos estereótipos produziu, em nós, paralisia, fatalismo, cegueira. Para romper com esse modelo autoritário, a observação é a ferramenta básica neste aprendizado da construção do olhar sensível e pensante. Olhar que envolve ATENÇÃO e PRESENÇA. Atenção que, segundo Simone Weil, é a mais alta forma de generosidade. Atenção que envolve sintonia consigo mesmo, com o grupo. Concentração do olhar inclui escuta de silêncios e ruídos na comunicação. O ver e o escutar fazem parte do processo da construção desse olhar. Também não fomos educados para a escuta. Em geral, não ouvimos o que o outro fala, mas, sim, o que gostaríamos de ouvir. Neste sentido, imaginamos o que o outro estaria falando… Não partimos de sua fala, mas de nossa fala interna. Reproduzimos, desse modo, o monólogo que nos ensinaram. O mesmo acontece em relação ao nosso olhar estereotipado, parado, querendo ver só o que nos agrada, o que sabemos, também, reproduzindo um olhar de monólogo. Um olhar e uma escuta dessintonizada, alienada da realidade do grupo. Buscando ver e escutar não o grupo (ou o educando) real, mas o que temos na nossa imaginação, da criança que estudamos nos livros. Ver e ouvir demanda implicação, entrega ao outro. Estar aberto para vê-lo e/ou ouvi-lo como é, no que ele diz, partindo de suas hipóteses, de seu pensar. Dessa forma, buscar a sintonia com o ritmo do outro, do grupo, adequando, em harmonia, ao nosso. SER

EDUCADOR

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EDUCADOR•Caps

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4:40 PM

Mas, deste momento em diante, nós é que temos que lutar VIVER

BOITEMPO Grundrisse Mészáros e os desafios do tempo histórico MACKENZIE Revista Todas Letras Revista Psicologia Revista Economia

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pelo nosso renascimento – crescimento constante, permanente. Onde

ÁTICA Coleção Bom Livro Série Educação em Ação

é lutar contra as mortes invisíveis, onde

VIVER

COMO

é

conquistar constantemente a vida. Não se está VIVO simplesmente porque o coração está batendo...

Como viver

Acredito que cada educador tem como desafio VIVER essa VIDA com cada um de seus educandos.

VIVA fere

com esta dor que

fera

como

Cada educador tem como desafio gerar o re-nascimento-crescimento de cada um.

o peito dentro e

MANOLE Guias de Medicina - Unifesp-EPM Coleção Guias de Nutrição Coleção Ambiental

fora

aflor ando

Cada educador deve viver essa sua inteireza com cada educando.

MALHEIROS Curso de Direito Administrativo Coleção Direito Civil

VIVER?

foragida?

tua presença

Porque o que vale é a relação amorosa que o liga a cada um. E cada um é um, com um NOME, com uma história, sofrendo tris-

Como viver com esta

teza e tendo esperança.

que

Não existe educador fora desse ato de amor. Ato de amor a nós mesmos, quando nos assumimos com nos-

aflor ando

sos sonhos, nossos limites; ato de amor pelos outros quando os

dentro e

acolhemos com seus limites e sonhos. O grande desafio é manter-se acordado, vivo, para poder

fera fere

o peito

fora foragida?

tua presença

assim acordar os outros. Viver com os outros. Que vida poderei viver com meus alunos, se não estou com a minha vida nas mãos? Se não estou sendo eu mesma, na mi-

Como viver com tua presença que

nha totalidade? Educar (conhecer) não é dividir em pedacinhos, é

VIVER A

como

TOTALIDADE.

Não existe educação sem conhecimento, sem amor, sem esses “temperos” que condimentam o sentido da vida, da educação.

fere fera

aflor ando

no peito dentro e fora a dor da nesta tua presença,

VIDA foragida

PAZ E TERRA Coleção Estudo critico da historia 500 anos do povo brasileiro

?

MADALENA FREIRE

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SER

EDUCADOR

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SUMMUS Cadeias musculares e articulares Uma voz sem palavras Coleção Retratos do Brasil Negro


Capas e Encartes

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