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E DITORIAL

OBRIGAÇÃO DE TODOS OS MÉDICOS Nossa força está nas próprias mãos, cos de Santa Catarina. Somos aproxibasta que elas sejam unidas numa cor- madamente 8.500 profissionais da rente em defesa da nossa dignidade medicina em atividade no estado que profissional e do bem maior que a podem e devem investir seu tempo medicina tem como missão: a saúde. e determinação muito além do cresEste deve ser o pensamento a mover cimento científico, ao qual estamos os médicos catarinenses a participa- acostumados a priorizar. rem da Assembléia Geral que aconSomente assim vamos mostrar nostecerá no próximo dia 24 de agosto, sa força, para nós mesmos e para os na sede de nossa ACM, que mais uma que nos desafiam, para aqueles que vez abrirá as suas portas com orgulho ainda não entenderam que não exise responsabilidade para ser palco de te plano de saúde sem médico, que um momento histórico em nossa clas- não existe assistência à saúde sem mése. A razão desse grande encontro é a dico. Ou nós conseguimos deixar claluta pela implantação da CBHPM ro isso através de (Classificação Brasileinossa mobilizara Hierarquizada de ção, ou estare“C HEGOU A HORA DO Procedimentos Médimos prejudicancos). Essa é a causa MÉDICO ENTENDER do seriamente a maior de integração de medicina da atuQUE NÃO PODE MAIS BRIGAR todos aqueles que têm alidade e a do a consciência da imporSOZINHO COM OS futuro. tância do momento viNeste chamaPLANOS DE SAÚDE, COM O vido e da seriedade da mento, as Regiluta que estamos enDESCASO , COM A FALTA onais e Sociedafrentando. des de EspecialiDE SENSIBILIDADE AOS Antes de mais nada, dades têm papel é fundamental que os INÚMEROS E CRESCENTES de destaque, médicos entendam pois a integração PROBLEMAS QUE ENFRENTA que essa não é apenas de seus associauma luta dos dirigenDIARIAMENTE . dos é indispensátes e lideranças das suas vel e valiosa. Por C HEGOU O MOMENTO DO entidades representaisso, vale tudo na tivas. É uma batalha MÉDICO FAZER ALGUMA mobilização: forque precisa da força mação de caravaCOISA POR SI MESMO, POR individual pelo bem nas, caronas orgade todos. Também não SUA CLASSE, POR SUA nizadas, ônibus é uma ação que pode fretados ... o que CONDIÇÃO DE TRABALHO, ser realizada nas salas for preciso, o que de cafezinho dos hosPOR SEUS JUSTOS for possível. pitais e clínicas; tão Necessitamos HONORÁRIOS ” pouco nas esquinas em da presença de que nos encontramos todos, do esforço, com colegas e aproveido suor, das crítamos para reclamar da ticas e das sugesvida, do excesso de trabalho e da baixa tões. Todos estamos comprometidos remuneração. com o exercício digno da medicina. Chegou a hora do médico enten- Somos os legítimos herdeiros das luder que não pode mais brigar sozi- tas das gerações que nos antecedenho com os planos de saúde, com o ram, deixando-nos legados imensudescaso, com a falta de sensibilidade ráveis de saber, ética e solidariedade. aos inúmeros e crescentes problemas Cabe a nós repassarmos tudo isso aos que enfrenta diariamente. Chegou o médicos das novas gerações. momento do médico fazer alguma Unamo-nos nesta conquista, sem coisa por si mesmo, por sua classe, por demora e sem timidez, sob pena de, sua condição de trabalho, por seus alienados da realidade, sermos infijustos honorários. éis com nossos antepassados e irresO momento é ímpar, singular e ponsáveis com nossos herdeiros. inadiável. Participar da Assembléia Geral de agosto é obrigação de todos, pois o Dr. Viriato João Leal da Cunha encontro estadual demonstrará a caPresidente

E XPEDIENTE Informativo da Associação Catarinense de Medicina - ACM Rodovia SC-401, Km 4, Bairro Saco Grande - Florianópolis/SC Fone/Fax: (48) 231-0300 DIRETORIA Presidente Dr. Viriato João Leal da Cunha Vice-Presidente Dr. Genoir Simoni Secretário Geral Dr. Luciano Nascimento Saporiti Diretor Financeiro Dr. Sérgio Felipe Pisani Müller Diretor Administrativo Dr. Luiz Carlos Giuliano Diretora de Publicações Científicas Dra. Rosemeri Maurici da Silva Diretor Científico Dr. Armando José d'Acampora Diretor de Patrimônio Dr. Dorival Antônio Vitorello Diretor de Previdência e Assistência Dr. Waldemar de Souza Júnior Diretor das Regionais Dr. Marcos Fernando Ferreira Subtil Diretor de Defesa de Classe Dr. Carlos Alberto Pierri Diretora Sócio-Cultural Dra. Sílvia Maria Schmidt Diretor de Esportes Dr. Marcelo do Nascimento Diretor do Departamento de Convênios Dr. Carlos Alberto Pierri Diretora de Comunicação Dra. Eliane Vieira de Araújo VICE DISTRITAIS Sul - Dra. Mirna Iris Felippe Zilli Planalto - Dr. Fernando Luiz Pagliosa Norte - Dr. Marcos Scheidemantel Vale do Itajaí - Dr. Sérgio Marcos Meira Centro-Oeste - Dr. Luiz Antônio Deczka Extremo-Oeste - Dr. Luiz Fernando Granzotto DELEGADOS JUNTO À AMB Dr. Carlos Gilberto Crippa Dr. Remaclo Fischer Junior Dr. Jorge Abi Saab Neto Dr. Théo Fernando Bub Dr. Luiz Carlos Espíndola Dr. Élcio Luiz Bonamigo Dr. Sérgio Marcos Meira Dr. Osmar Guzatti Filho Dr. Marcos Fernando Ferreira Subtil Dr. Oscar Antônio Defonso

Edição Texto Final -Assessoria de Comunicação Jornalistas Profissionais Lena Obst Reg. 6048DRT Denise Christians Reg. 5698 DRT Fotografia Renato Gama Diagramação e Impressão Gráfica e Editora Agnus Ltda. Publicidade: Solução Fone: (48)348-3739


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C OSEMESC C ONVOCA

PARTICIPE DA ASSEMBLÉIA GERAL DE MÉDICOS CATARINENSES

O Conselho Superior das Entidades Médicas (COSEMESC) convoca a todos os médicos catarinenses para a mais importante Assembléia Geral da classe, no próximo dia 24 de agosto, às 20 horas, na sede da ACM, em Florianópolis. A pauta será única: a defesa da implantação da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) pelos planos de saúde em atividade no es-

tado. Além de avaliar os resultados das negociações realizadas até o momento junto às operadoras de planos, a Assembléia terá como meta definir os rumos do movimento pela Classificação em Santa Catarina. Os médicos catarinenses precisam unir forças para garantir a implantação da CBHPM, conquistando a real valorização da medicina e a qualificação da assistência prestada à sociedade.

VOCÊ NÃO PODE FICAR DE FORA! O MOVIMENTO PRECISA DE VOCÊ, ASSIM COMO VOCÊ PRECISA DOS RESULTADOS QUE PRETENDEMOS ALCANÇAR.

DEFINIDO PRAZO PARA PLANOS DE SAÚDE SE POSICIONAREM SOBRE A CBHPM EM SANTA CATARINA Além da convocação dos médicos catarinenses para a Assembléia Geral do dia 24 de agosto, a Comissão Estadual para Implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, composta por 3 representantes de cada entidade médica catarinense (ACM, CREMESC e SIMESC), encaminhou correspondência a todas as operadoras de planos de saúde e à federação das Unimeds em Santa Catarina estabelecendo um prazo para que seja firmado um posicionamento, por escrito, sobre a CBHPM. O documento enviado às operadoras de planos enfatiza que: * No mês de julho de 2004 a Classificação completou um ano desde o seu lançamento nacional.

* Várias tentativas de negociação foram feitas junto às operadoras, até o momento sem uma resposta concreta. * É grave o momento vivido pelos médicos que prestam serviços à saúde suplementar, há quase uma década sem qualquer reajuste em sua remuneração pelos planos de saúde. * A CBHPM define o valor dos honorários dos médicos em todo o Brasil e é referendada pela Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1.673/03, que a reconhece como padrão ético de remuneração. * Por tudo isso, a classe médica estará reunida em Assembléia Geral neste mês de agosto, para definir os rumos do movimento pela implantação da CBHPM em Santa Catarina.

ESPAÇO UNIMED SC

Unimed prepondera

A perda do poder a reflete em alguns setore A mudança nas regras p


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Ú LTIMAS N OTÍCIAS

INTERCÂMBIO

DA UNIMED TERÁ VALOR DE CONSULTA PRECONIZADO PELA CBHPM

O Conselho Confederativo da Unimed do Brasil decidiu, em reunião no dia 29 de julho, em Uberlândia (MG), implantar no intercâmbio o valor mínimo da consulta previsto pela CBHPM, R$ 33,60, a partir de 1º de setembro. Também foi decidido implantar os procedimentos da CBHPM com redutor de 20% a partir de 1º de janeiro de 2005. Depois de concluída esta primeira etapa, serão implantados os valores do SADT, em data a ser agendada.

B ALANÇO DAS RECLAMAÇÕES RECEBIDAS PELO D ISQUE -DENÚNCIAS A Central Telefônica 0800 887 7700, criada para atender gratuitamente denúncias de usuários contra os planos de saúde, vem recebendo cerca de 600 ligações por semana, a maioria contra os reajustes abusivos dos planos (São Paulo, com 60%, é o Estado com maior número de denúncias). Outras queixas mais freqüentes dizem respeito à ameaça de perda de benefícios se o usuário não optar pela migração e ao mau atendimento por parte dos planos. As seguradoras Sul América e Bradesco lideram o ranking de reclamações. O serviço 0800 recebe ligações de todo o Brasil e está disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A coordenação é do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, com o respaldo das principais entidades médicas nacionais: Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos.

CLASSIFICAÇÃO O N-LINE A Comissão Nacional de Implantação informa que a CBHPM encontra-se on line e disponibilizada na íntegra para consulta no site da AMB (www.amb.org.br). Também foram impressos 5 mil novos exemplares da terceira edição da CBHPM, que apresenta inclusões e exclusões de procedimentos, além da nova codificação, agora com oito dígitos. Mais informações pelo telefone (11) 3178-6800.

ENTIDADES

SOBRE A

CBHPM

AMB E COOPERATIVA CRIAM CÂMARAS TÉCNICAS O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Dr. Eleuses Vieira de Paiva, esteve reunido com representantes da Unimed Brasil, no dia 20 de julho, na sede da entidade médica associativa em São Paulo, para selar uma parceria com o objetivo de implantar a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) nas cooperativas em todo o Sistema. A partir de 1º de agosto, representantes da entidade e da Unimed estarão trabalhando em câmaras técnicas para otimizar os custos das cooperativas e viabilizar a implantação da CBHPM. A Câmara de Órtese e Prótese discutirá aspectos éticos e econômicos do setor de saúde. A de Medicamentos abordará a política em vigência. A terceira, de Incorporação de Tecnologia, avaliará a importância da incorporação de novos procedimentos na área de saúde. Além dessas câmaras técnicas, as entidades também incentivarão a adoção do Projeto Diretrizes, elaborado pela AMB e CFM em conjunto com as Sociedades de Especialidade. Atualmente, o Projeto conta com 80 diretrizes impressas em dois volumes e cerca de 200 já finalizadas, cujo objetivo principal é atualizar o médico e otimizar recursos para o setor sem perda de qualidade na assistência.

MOVIMENTO CRESCE EM TODO

Até o inicio do mês de agosto, o movimento da classe médica pela implantação da CBHPM já havia conseguido acordos em 13 estados com o grupo Unidas (Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande Norte, Rondônia e Sergipe). Em relação ao sistema Unimed, 9 singulares já se comprometeram a adotá-la (Rio Branco-AC; São Luís e Imperatriz -MA; Paranaguá-PR; Recife-PE; Teresina-PI; Porto VelhoRO; Caxias do Sul - RS ; Santos, Araraquara-SP; Aracaju-SE). O movimento amplia-se no país, sendo que até agora 18 estados (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Acre, Rio Grande do Norte, Mato Grosso Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Sergipe), além do Distrito Federal, mantêm movimentos contra as seguradoras de saúde.

MÉDICAS SOLICITAM APOIO DO

Representantes das entidades médicas nacionais participaram de audiência com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a qual solicitaram o apoio à implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) no sistema de saúde suplementar. O presidente Lula registrou que se empenhará para resolver as questões de litígio que existem hoje no sistema. Confira, na íntegra, o documento entregue pelas entidades médicas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

O PAÍS

“AsentidadesmédicasvêmaV.Excia.externaroseureconhecimentopelaassinaturadamedidaprovisóriaqueestabeleceopactofederativo da representatividade médica no Conselho FederaldeMedicina,bemcomopelocompromisso assumido pelo Ministério da Saúde - ANS, em tornar oficial a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos.ACBHPM é de suma importância para os 38 milhões de usuários da saúde suplementar, que passam a contarcomacoberturaintegraldaassistênciaà saúde.EstalistacontémnumerososprocedimentosmédicosnãoanteriormentecobertosequeelevavamsobremaneiraasdespesasdoSUS. Como V. Excia. é conhecedor, além de não prover cobertura integral, falha que será corrigidapelaresolução,osplanosdesegurosaúde

PRESIDENTE LULA majoraramexcessivamenteospreçosaosusuários,masmantêmaremuneraçãodaclassemédica congelada há mais de dez anos. É esta a razão pela qual solicitamos o apoio de V. Excia. para aprovação do PL 3466/2004 (de autoria do deputado Inocêncio de Oliveira), em tramitação no Congresso, que instaura câmara arbitral para dirimir o contencioso entre usuários, seguradoras e a classe médica. Como este impassevemtendoimportanterepercussãosociale radicalizaçãopelasseguradorasdesaúde,éde fundamental importância vossa interferência para viabilizar uma solução negociada. Hipotecamossolidariedadeàsmedidasemanadasdovossogovernonadefesadasaúdedos brasileiros.”


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A RTIGO

DE

O PINIÃO

CBHPM RESGATA A DIGNIDADE PROFISSIONAL D R . JOSÉ RAFAEL GUERRA PRESIDENTE DA FRENTE PARLAMENTAR DA SAÚDE DEPUTADO FEDERAL PELO PSDB DE MINAS GERAIS

O assunto em pauta é a discussão e o apoio dos parlamentares ao projeto de Lei da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos). Por isso, a participação da classe médica, principalmente de suas lideranças, é imperativa, no sentido de sensibilizar os parlamentares para o papel que a CBHPM representa para o sistema suplementar de saúde, garantindo assistência médica de qualidade aos mais de 35 milhões de usuários de planos de saúde do nosso país. Não podemos ficar sujeitos ao poder econômico, às pressões e reajustes insuficientes, tanto na tabela da saúde suplementar quanto na tabela do SUS. Precisamos ter uma saúde de primeira qualidade porque não temos cidadãos de primeira ou segunda qualidade. A classe médica está dando um exemplo de organização. A mobilização do dia 15 de junho reuniu quase mil médicos em Brasília, com a participação de representantes de todos os partidos políticos. Certamente foi o principal acontecimento da Câmara do dia, não apenas pelo grande número de lideranças que compareceram, mas sobretudo pela consistência da reivindicação. Em 39 anos formado como médico, nunca havia visto mobilização e entusiasmo como os manifestados agora pela classe médica, com tranqüilidade, determinação e grande unidade. Tenho absoluta certeza de que o nosso movimento

será vitorioso, porque ele é, acima de tudo, justo e legítimo. Nós, da Frente Parlamentar da Saúde, juntos com todas as entidades representativas da classe médica, buscaremos resgatar a ética nas relações entre os setores da saúde e a dignidade profissional, ao mesmo tempo em que rejeitamos o aviltamento, a falta de qualidade, a exploração comercial da saúde, as denúncias generalizadas de fraude e a deterioração nas relações médico/paciente. Não temos dúvida da justeza de nossas reivindicações. Afinal, é um direito dos profissionais de saúde terem uma classificação de procedimentos de acor-

do com a hierarquização discutida pelas sociedades de especialidades, e colocarem uma referência de preços para os serviços que prestam. Os postos de gasolina, os advogados e até os camelôs colocam preço pelos serviços oferecidos. Por que a classe médica não pode fazer o mesmo? A CBHPM foi discutida exaustivamente durante três anos e é perfeita do ponto de vista técnico. Está na hora de a categoria médica, com apoio de todas as sociedades de especialidades, da Associação Médica Brasileira, do Conselho Federal de Medicina, dos sindicatos e das Unimed’s se unirem para trazer mais dignidade para a profissão médica, com remuneração justa, atendimento de melhor qualidade e maior ética na relação médico/paciente. A Frente Parlamentar da Saúde, que eu tenho o orgulho de presidir, é suprapartidária, com representantes de todos os segmentos, e tem um papel fundamental como caixa de ressonância do setor da saúde. Atualmente, vários projetos estão em andamento na Câmara dos Deputados, concedendo à classe médica o direito de ter uma tabela como a CBHPM, mas o projeto do deputado Inocêncio de Oliveira é o mais detalhado. Ele prevê que, toda vez que houver reajuste no preço dos planos para os usuários, o mesmo percentual deve ser repassado aos prestadores de serviços. Além disso, obriga a revisão dos valores anualmente, sempre no mês de junho.

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Apoio

Patrocinadora


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A RTIGO J URÍDICO

CONTRATUALIZAÇÃO

ENTRE MÉDICOS E PLANOS DE SAÚDE GOSS & OLIVERA ADVOGADOS ASSOCIADOS

Assunto controverso e que toma Quanto ao reajustamento, já que cada vez mais corpo no meio média Resolução da ANS calou sobre a co é a edição da Resolução Normaquestão dos honorários, necessária tiva n.o 71, da Agência Nacional de é a utilização como referencial da Saúde - ANS, que obriga as operaClassificação Brasileira Hierarquizadoras de Plano de Saúde a celebrada de Procedimentos Médicos rem contratos expressos com médi(CBHPM), recentemente editada. cos de suas redes credenciadas. Tal adoção não impede que os conReferida Resolução procura auxili- tratos contenham dispositivo que ar e estabelecer determinadas repermita a aplicação de outro índice, gras para definir os direitos e obrique tornem os valores maiores que gações de cada uma das partes. os previstos na Classificação. Todos Algumas das dispoos cuidados em relação sições da Resolução honorários devem A FIXAÇÃO DE U M A DATA - aos impõem, por exemplo, estar expressos no cona definição detalhada BASE E A PREVISÃO trato. do objeto do que está DE REAJUSTES ANUAIS O U A Associação Médisendo contratado, a AINDA A FALTA DE ca Brasileira (AMB) especificação de quais DEFINIÇÃO DE PREÇO DOS aponta para reajuste o ou qual a especialida- SERVIÇOS CONTRATADOS Dia do Médico, 18 de de médica e o serviço outubro, independente contratado, o seu regi- SÃO TEMAS QUE FICARAM da data de assinatura me de atendimento SEM MENÇÃO ESPECÍFICA do contrato. Esta será (hospitalar ambulatori- NA R ESOLUCAO DA ANS E considerada a data-base al e urgência) e, ainda, SÃO , PORTANTO, do profissional em relaos prazos e procedi- R E C O M E N D A D O S ção aos planos de saúmentos para faturade, se assim for pactuALGUNS CUIDADOS POR mento e pagamento. ado. É recomendável No entanto, ques- PARTE DOS MÉDICOS que seja adotado um íntões fundamentais da dice para este reajuste, chamada “contratualização” não foque poderá ser o Índice de Preços ram abordadas pela Resolução. A ao Consumidor Amplo (IPCA), que fixação de uma data-base e a previreflete o custo de vida e a inflação. são de reajustes anuais ou ainda a Deve-se ressaltar, no entanto, que falta de definição de preço dos ser- este índice não poderá ser menor viços contratados são temas que fique o de reajuste oferecido pela caram sem menção específica. São, ANS aos planos de saúde, nem os portanto, recomendados alguns cuivalores poderão ser inferiores aos fidados por parte dos médicos ao asxados pela CBHPM. Caso isso ocorsinarem contratos com operadoras ra, aplica-se o maior índice. de planos de saúde.

O contrato poderá vigorar por tempo determinado ou indeterminado. Em quaisquer dos casos, os dispositivos que tratam da forma de rescisão e das condições devem estar claros. Conforme aconselha a AMB, os contratos por tempo indeterminado só deverão ser adotados caso haja uma penalidade imputada à operadora em caso de rescisão, compensando, assim, investir na relação prestação de serviços formada a partir do contrato. Ainda sobre a rescisão, ela pode ser feita a qualquer momento, respeitando-se o prazo imposto pela Resolução, de 60 dias após notificação prévia. Mas, deve ficar previsto no ato jurídico de contratação penalidade em caso de não haver justa causa – desrespeito de alguma das partes ao contrato e as cláusulas por ele definidas. A renovação deve ser feita com a anuência de ambas as partes. Poderá haver no contrato cláusula de renovação automática por igual período, caso não haja manifestação em contrário. Mesmo no caso de pessoa física, é importante consultar um advogado que tenha experiência na área médica antes de assinar o contrato. Ele pode auxiliar na elaboração da peça, evitando cláusulas desfavoráveis, e indicando ainda a forma de contratação menos onerosa no sentido de recolhimento de impostos e mais segura no sentido de sua utilização em caso de alguma desavença.


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R EGIONAIS MÉDICAS

BRUSQUE É SEDE DE REUNIÃO CONJUNTA ENTRE DIRETORIAS Em 19 de julho, estiveram reunidas as Diretorias da ACM e da Sociedade Brusquense de Medicina – SBM, com os objetivos de avaliar a atuação das entidades médicas e elaborar uma agenda de ações conjuntas entre as entidades, visando satisfazer as necessidades do médico. A reunião iniciou com a visita às novas dependências da SBM, adquirida junto ao Centro Empresarial, Social e Cultural de Brusque, onde os dirigentes da Regional passaram a desenvolver as ações em busca de suas metas centrais: alavancar a atividade científica no meio médico, prejudicada pela divisão do Corpo Clínico dos Hospitais, e ser o ponto de convergência dos médicos locais. Participaram da reunião os Drs. Viriato João Leal da Cunha, Presidente da ACM; Genoir Simoni, Vice-Presidente; Armando d’Acampora, Diretor Científi-

co, e Marcelo Nascimento, Diretor de Esportes da ACM. Da SBM estiveram presentes o seu Presidente, Dr. Emílio Luis Niebuhr; o Vice-Presidente, Dr. Jorge Archer; o Tesoureiro, Dr. Laércio Cadore; o Diretor do Departamento Científico, Dr. Ismar Moreli; o Diretor do Departamento de Convênios, Dr. César Tounier Elias, e o Orador André Karnikowski. Durante o encontro foram debatidos os rumos do movimento pela implantação da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) em Santa Catarina e a necessidade de novas fontes de recursos das entidades que representam a classe, além da prioritária captação de novos associados. Nesse sentido, ficou acertado um trabalho conjunto ACM/SBM na região, estimulando para que todos se associem às

DIRIGENTESDAASSOCIAÇÃOCATARINENSEDE MEDICINAE DA SOCIEDADEBRUSQUENSE DE MEDICINA DEBATERAM SOBREA CBHPM, ASAÇÕESCIENTÍFICAS EESPORTIVAS DASENTIDADES E O TRABALHONA BUSCADENOVOSASSOCIADOS

Instituições Médicas, para que os programas e a defesa dos interesses da classe possam ter prosseguimento.

TRABALHO NA

QUATRO CANDIDATOS MÉDICOS NA REGIONAL DE SÃO BENTO DO SUL

BUSCA DE NOVOS ASSOCIADOS EM SÃO LOURENÇO DO OESTE

A Associação Médica Celso Emílio Tagliari, sede regional da ACM na cidade de São Bento do Sul, conta com aproximadamente 120 médicos, das cidades de Rio Negrinho, Campo Alegre e São Bento. Deste total, cerca de 70 profissionais compõem o quadro de sócios da entidade, que na atual gestão, presidida pelo Dr. Paulo Sérgio dos Santos, está melhor estruturada e pretende realizar eventos para aproximar e reciclar a classe. Neste ano, quatro médicos são candidatos no próximo pleito eleitoral: Dr. Tirso Vladmir Hummelgen (Vice-Prefeitura), Dr. Péricles da Costa, Dr. Eduardo de Moraes e Dra. Liara Marascuilu (Câmara de Vereadores). Atenta à importância da participação do médico no processo político, a Regional já promoveu reuniões com todos os candidatos para debater a política de saúde e a vantagem da classe em ter representantes na atividade parlamentar. Afora os debates, os planos do Presidente da Regional incluem a realização da 1 a Jornada Médica do Planalto Norte Catarinense, já neste segundo semestre de 2004, com temas que englobem as áreas básicas da medicina. Além disso, o dirigente da entidade tem realizado pequenos encontros, como a Festa Julina, realizada no dia 30 de julho, para integrar a equipe de médicos e enfermeiros do Hospital e Maternidade Sagrada Família, de São Bento do Sul. A sede da Regional está localizada no centro da cidade, no último andar do Centro Integrado de Medicina, na rua Marechal Deodoro, fone (47) 634-2306. O horário de funcionamento é das 13h30 às 17h30.

Integrado à Regional Médica do Noroeste Catarinense, com sede em Campo Erê, desde 1997, o atual Presidente da entidade, Dr. Gérson Pécora da Silva destaca sua preocupação com a busca de novos associados. A Regional abrange os municípios de Campo Erê, São Lourenço do Oeste e outros municípios vizinhos. “Eu imagino que existam cerca de 50 médicos nas proximidades, no entanto, apenas 10 são sócios e pagam em dia. Creio que para motivar a participação deles seria necessário criar uma sede no Oeste, uma Regional forte, em Chapecó, por exemplo, que é a cidade pólo da região. Este local, com capacidade para realizar eventos científicos como congressos, cursos e outros, bem como encontros sociais, porque estamos muito distantes de Florianópolis, cerca de 700 quilômetros”. Segundo o Dr. Pécora, o anseio maior dos médicos da região é para a realização local de cursos de Medicina do Trabalho e do Tráfego, além de outros que atraiam os médicos de Chapecó, Xanxerê, São Miguel do Oeste, Joaçaba e São Lourenço do Oeste, da qual pertence. O Presidente da Regional é graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pelotas/RS, desde 1992, e fez Residência Médica em Medicina Interna na mesma instituição. Natural de Bagé, escolheu Campo Erê para morar em 1996. Atua no Hospital Santo Antônio e, desde 2002, assumiu a Presidência da Regional Médica.


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COMISSÃO DO SENADO APROVA LEI DO ATO MÉDICO A classe médica encerrou o primeiro semestre de 2004 com uma importante notícia: no dia 30 de junho os senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovaram o relatório do senador Tião Viana, favorável ao projeto de lei que define o ATO MÉDICO (PLS 25/02). A matéria seguiu agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde tramita em caráter terminativo e para qual deverão ser realizadas, ainda este ano, três audiências públicas sobre o assunto. A lei que regulamenta o Ato Médico assegura a exclusividade da prática médica àqueles profissionais habilitados para exercerem a medicina, na busca do diagnóstico correto, das formas de prevenção ou do tratamento das doenças. De acordo com o projeto aprovado pela Comissão, o médico deve ter em vista a promoção da saúde, a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação dos doentes. O ponto de maior destaque do texto está na restrição apenas aos médicos do diagnóstico e da prescrição terapêutica. O projeto também confere ao Conselho Federal de Medicina – CFM, na qualidade de órgão normatizador e fiscalizador do exercício da profissão, o direito de fixar a extensão e a natureza dos procedimentos médicos experimentais. Além disso, o texto aprovado torna privativas de médicos as funções de coordenação, chefia, direção técnica, perícia, auditoria e supervisão de ensino vinculadas à profissão.

Para o coordenador da Comissão Nacional em Defesa do Ato Médico, Dr. Mauro Brandão Carneiro, a aprovação do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania significa um grande avanço para a medicina. “Ao contrário do que muitos pensam, a luta pela regulamentação do Ato Médico não é uma simples lide corporativa. Não se pretende garantir uma ‘reserva de mercado’ aos médicos, cerceando a atuação de outros profissionais de saúde. Propagam tais inverdades aqueles interessados em desmoralizar a luta, de extrema importância para toda a população”.

A Comissão em Defesa do Ato Médico foi criada em dezembro de 2000 e a sua coordenação atual foi constituída em 2002. Desde então, as reuniões do grupo acontecem mensalmente, em Brasília, e contam com a presença das quatro entidades médicas nacionais: CFM, AMB, CMB e FENAM. A Comissão mantém na Internet uma homepage: SIM AO ATO MÉDICO, que pode ser acessada pelos médicos e pela sociedade e onde estão disponibilizadas as informações mais importantes relativas ao tema: www.atomedico.org.br

EXIGIDAS MELHORIAS NOS CURSOS DE MEDICINA DA UNIPLAC E DA UNOESC A Comissão de Educação Superior da Secretaria de Estado da Educação aprovou parecer da Comissão para Avaliação de Oferta de Cursos de Graduação em Medicina, referente às faculdades em funcionamento na UNIPLAC – Universidade do Planalto Catarinense (Lages) e na UNOESC - Universidade do Oeste de Santa Catarina (Joaçaba), referendando a preocupação das entidades médicas na busca de soluções às deficiências encontradas nos referidos cursos. A Comissão de Avaliação é composta por integrantes das entidades médicas catarinen-

ses (Associação Catarinense de Medicina, Conselho Regional de Medicina e Sindicato dos Médicos) e do Conselho Estadual de Educação – CEE. A Comissão que vistoriou as instituições de ensino superior teve como integrantes os Drs. Maurício Lopes Pereima (ACM), Wilmar Athayde Gerent (CREMESC), Odi José Olieninski (SIMESC) e a Dra. Miriam Kriger da Cunha Melo, além dos Conselheiros Professores Francisco Fronza e Raimundo Zumblick, do Conselho Estadual de Educação. O grupo destacou os pontos fortes e os pontos

fracos de cada curso e apresentou, por escrito, as recomendações necessárias nos mais diversos aspectos analisados, desde espaço físico, laboratórios, qualificação do corpo docente, até a relação comUNIMED os pro- SC ESPAÇO fissionais da rede de atenção primária, entre outros quesitos. Diante da aprovação do Parecer da Comissão de Avaliação, foi estipulado pela Secretaria de Estado da Educação um prazo de 90 dias para que as instituições apresentem um relatório dando conta das A perda do poder a medidas tomadas. reflete em alguns setore

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CENTRO

DE I NFORMAÇÕES

TOXICOLÓGICAS :

20 ANOS AJUDANDO A SALVAR VIDAS O Centro de Informações Toxicológicas – CIT – de Santa Catarina completou 20 anos de atividades neste ano de 2004, registrando o número expressivo de 74.391 casos atendidos e acompanhados neste período. Destes, os principais envolveram as intoxicações ou outros acidentes de natureza tóxicas com agrotóxicos, medicamentos, drogas de abuso (as ilegais como cocaína, maconha etc.), plantas tóxicas, produtos químicos de uso industrial ou doméstico e animais peçonhentos. De grande auxílio para o trabalho dos médicos, o CIT presta, em média, 800 atendimentos/mês ou cerca de 25 por dia. Localizado junto ao Hospital Universitário, da UFSC, em Florianópolis, mantém um serviço de plantão 24 horas através do telefone 0800 643 5252 (atende três ligações simultâneas) disponível para todo o estado e algumas cidades do país, e no próprio HU, com a equipe de emergência do Hospital, onde passa informações específicas em caráter de urgência a profissionais da saúde, principalmente médicos, da rede hospitalar e ambulatorial, e orientações de caráter educativo e preventivo à população em geral, sobre intoxicações ou outros acidentes de natureza tóxicas.

De acordo com a Coordenadora do Programa, a professora Marlene Zannin, as dúvidas mais freqüentes da comunidade médica são a respeito da composição química dos produtos, qual a dose tóxica, os principais sinais e sintomas, bem como antídotos ou tratamento mais indicado.

“Existem mais de 100 mil substâncias químicas no mercado com os mais diversos nomes fantasias registrados e não é possível o profissional acompanhar ou conhecer este mundo de produtos e substâncias as quais a população está exposta. Os Centros de Informações Toxicológicas são um modelo de serviço oferecido em todo o mundo justamente para assessorar principalmente em emergências”, salienta a professora, que destaca como objetivos do trabalho realizado pelo Centro a divulgação, da forma mais ampla possível, dos conhecimentos técnico-científicos no campo da toxicologia: diagnóstico, tratamento, prevenção de acidentes e doenças relacionadas a agentes tóxicos e coleta de dados para estudos epidemiológicos. A equipe multidisciplinar que compõe o CIT é formada por médicos, com especialidade em Clínica Médica e Endocrinologia, emergência e UTI, sendo um da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e um da UFSC; um farmacêutico – SES, 36 estudantes estagiários (dos cursos de medicina, farmácia, biologia e ciências da informação: sendo 18 da UFSC e 18 da SES), um professor de toxicologia da UFSC e servidores técnico-administrativos da UFSC e da Secretaria.

BENEFÍCIOS PARA TODOS O médico Pediatra Nelson Grisard, Diretor da Maternidade Carmela Dutra, comenta sua grande satisfação com o crescimento do Centro de Informações Toxicológicas. “Ele foi criado em minha gestão, como Diretor do Hospital Universitário - HU (1980/1984), quando era reitor o Prof. Ernani Bayer. Foi uma solenidade simples, às 11 horas da manhã, seguida da visitação às instalações (uma sala pequena!). A motivação foi o grande número de pacientes da zona rural atendidos no HU e também devido às inúmeras consultas telefônicas de então. Não tínhamos as facilidades de hoje para as comunicações e até mesmo as estradas eram

bem mais precárias e havia menos ambulâncias para o transporte dos pacientes. A consciência ecológica era nula ou quase nula e então o uso de agrotóxicos em abundância intoxicava os lavradores. Não se pensava ou falava em Biossegurança. Para ser sincero, foi este sentimento que nos levou a propor o CIT: para ajudar o homem do campo a tratar suas intoxicações. Os acidentes peçonhentos ocupavam lugar de destaque. Logo a fama do CIT espalhou-se a todas as camadas sociais e os médicos começaram a dele se utilizar com benefícios para todos. Também havia solicitações do Corpo de Bombeiros da PMSC. Lem-

bro-me bem do entusiasmo dos bolsistas em busca de uma solução para descobrir ou classificar um princípio ativo, um animal ou inseto venenoso. Quando não conheciam, o recurso era pedir ajuda para a FIOCRUZ ou a Porto Alegre e aguardar a resposta uns dias depois. A coleção das peças raras aumentou rapidamente, pois a orientação era trazê-las ao CIT/HU. Tudo era por telefone e o evento da informática muito melhorou o serviço. Das fichas passou-se à memória das máquinas. Hoje o CIT é grande devido ao entusiasmo de todos que lá trabalharam e trabalham, sempre, desde o início, 24 horas por dia. Parabéns a todos do CIT e do HU”.


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A GENDA C IENTÍFICA XIV Encontro Catarinense de Mastologia III Congresso Catarinense de Onco-Mastologia IV Encontro Catarinense da Mulher Mastectomizada

Informações Fone (41) 3022-1247 site: www.adolescente-sogia.com.br

Data Dias 26 a 28 de agosto de 2004 Local Centro Administrativo do Governo do Estado de Santa Catarina - Florianópolis (SC), Rodovia SC 401 Km 05 - Nº 4600. Tema de Destaque O tema central escolhido para este ano: “ATUALIZAÇÃO EM CÂNCER DE MAMA- Diretrizes em Hormonioterapia e Atualização dos Consensos da SBM”, abre os debates e a oportunidade de conhecer e trocar informações sobre as últimas abordagens para os diferentes sub-temas. Os grupos de mulheres portadoras de câncer contribuirão deixando de ser somente agentes passivos, para atuarem como agentes próativos, contribuindo na elaboração de melhores políticas públicas de saúde; abandonando o papel de objeto alvo, transformando-se em construtoras de políticas, oferecendo sua experiência em debater políticas municipais, estaduais e nacionais principalmente na majoração de “Tetos de Alta Complexidade no Tratamento de Câncer”. Informações e Inscrições Sua Presença é muito importante para nós, maiores informações e inscrições no site: www.oceanoeventos.com.br

VIII Congresso Brasileiro de Ginecologia da Infância e da Adolescência Data Dias 22 a 25 de setembro Local Curitiba - PR

XXII Congresso Brasileiro de Nefrologia XII Congresso Brasileiro de Enfermagem em Nefrologia Data Dias 18 a 22 de setembro/2004 Local Centro de Convenções, Salvador - BA Informações Eventus System – Fone (71) - 264-3477 Site: www.eventussystem.com.br

59º Congresso Brasileiro de Cardiologia Data Dias 26 a 29 de setembro Local Riocentro - Centro Internacional RIOTUR S.A. - Rio de Janeiro - RJ Informações Tel: (21) 2537-8488 Fax: (21) 2286-9239 / 2286-9128 E-mail: sbceventos@cardiol.br Site: www.cardiol.br

IV Congresso Brasileiro de Fisioterapia Respiratória III Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Terapia Intensiva XII Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória Data Dias 29 de setembro a 02 de outubro de 2004 Local Ouro Preto - MG Informações Telefone: (31)3273-1121 Fax: (31)32734770 E-mail: eventos@congresseventos.tur.br Site: www.sobrafir.com.br/simposio2004

N OVOS C ONVÊNIOS EIF EDUCAÇÃO ESCOLAR LTDA-ME ESCOLA INTERNACIONAL DE FLORIANÓPOLIS Rua Padre Clemente, nº 33 – CENTRO – Florianópolis / SC site: www.eif.com.br e-mail: eif@eif.com.br Fone:(48) 2244505 O objeto do presente convênio é a prestação de serviços relacionados com a Escola Internacional de Florianópolis, escola infantil bilíngüe, aos associados, seus dependentes e funcionários da ACM, que terão, pelos serviços prestados valores estabelecidos em tabela própria, com 30 %

DE

26º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia Data Dias 06 a 10 de novembro Local Centro Sul, Florianópolis Eventos Paralelos • Prova para obtenção de Título de Especialista em Endocrinonologia e Metabologia (TEEM) e para o Certificado de Especialista com área de atuação em Endocrinologia Pediátrica. • Apresentação de trabalhos científicos. • Divulgação dos finalistas do Prêmio Jovem Investigador, que reúne estudantes de graduação, estagiários, residentes, pesquisadores ou pósgraduandos de qualquer região do país e que sejam autores de trabalho original. Temas de Destaque • Fisiologia endócrina: do feto ao idoso • Sinalização celular na síntese e liberação hormonal • Disfunção endotelial nas endocrinopatias • Gonadotrofinas nas diversas fases da vida • Doenças Supra-Renais • Síndromes clínicas e laboratório na neuroendocrinologia • Câncer de Tireóide • Doenças Metabólicas ósseas • Transporte reverso do colesterol • Atualização em doenças endócrinas subclínicas • Endocrinologia dos pacientes criticamente enfermos • Neuropeptídeos e obesidade • Imagem na Endocrinologia • Intersexo • Endocrinologia e AIDS Informações www.congressoendocrinologia.com.br Oceano Eventos – Fone/Fax (48) 321021

B ENEFÍCIOS

PONTE AÉREA VIAGENS E TURISMO LTDA. Rua Artista Bittencourt, nº 89 – loja 02 – térreo, Centro – Florianópolis / SC site: www.ponteaereaturismo.com.br e-mail: ponteaerea@ponteaereaturismo.com.br Fone: (48) 3028-9554 O objeto do convênio é a prestação de serviços relacionados com reserva e emissões de passagens aéreas nacionais e internacionais, hotéis nacionais e internacionais, pacotes turísticos nacionais e internacionais, locações de veículos, cruzeiros marítimos, venda de

intercâmbio cultural, outros serviços. A agência oferece para os associados da ACM e seus dependentes um setor de eventos, para elaborar todo o cerimonial, desde local, hospedagens, traslados, passeios, opcionais para acompanhantes, recepcionistas no aeroporto e local do evento etc. A CONVENIADA cobrará, pelos serviços prestados, os valores estabelecidos em tabela própria, com 40 % (da comissão da agência) de desconto.


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O

A LÉM

DO

C ONSULTÓRIO M ÉDICO

QUE ESTOU LENDO

“UMA CASA SEM LIVROS É COMO UMA CASA HORACE MANN Desde a infância, por influência de seus pais, o médico cirurgião Pediátrico, José Antônio de Souza desenvolveu o gosto pela leitura. Descobriu que quem lê nunca sente-se sozinho. Depois de adquirido o hábito, passou a ler livros sobre temas variados, desde policiais, suspense até os informativos e de cultura geral. Entre tantas obras, algumas o marcaram mais profundamente: “Lembro, em especial, de Identidade Bourne, Pássaros Feridos, As Brumas de Avalon, Dossiê Odessa e O Nome da Rosa. No entanto, não tenho um autor preferido. Ultimamente tenho lido Robert Ludlum, Coleen Mccoulcough, Sidney Sheldom, entre outros”. Na adolescência, os considera-

SEM JANELAS”

dos mais interessantes foram Eram os Deuses Astronautas? e O Profeta. “Entre os livros que li mais recentemente gostei muito de Um ano na Provence, de Peter Mayle e Armas, Germes e Aço, de Jared Diamond”, diz o médico. Para ele, as horas dedicadas à leitura representam a oportunidade de desligar do dia a dia, de relaxar, de poder ler algo além de textos médicos, abrindo outros horizontes. Como vida de médico é corrida, em especial a de cirurgião, ele compartilha com os colegas o que faz para conseguir tempo para a leitura. “Costumo ler um pouco à noite e nos finais de semana, mas é durante as férias que me dedico mais a este deleitoso hábito de ler. Como médico e leitor voraz

DR.JOSÉANTÔNIODESOUZA:“ASHORASDEDICADASÀ LEITURA REPRESENTAM AOPORTUNIDADE DEDESLIGAR DO DIAA DIA, DE RELAXAR,DE PODER LERALGO ALÉM DETEXTOS MÉDICOS,ABRINDO OUTROSHORIZONTES”

não só recomendo a leitura como a considero imprescindível para qualquer pessoa”.

ESPAÇO UNIMED SC

Unimed prepondera

A perda do poder a reflete em alguns setore A mudança nas regras p


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3 ANOS DO CLUBE DO VINHO ORLANDO SCHROEDER DA ACM Nosso Clube iniciou com a idéia do então presidente da ACM, Dr. Gilberto Crippa, em reunir colegas médicos para uma confraria, com a finalidade de apreciar vinhos. Foi uma idéia vitoriosa, pois estava dando origem ao grupo que se reúne regularmente com esta saborosa e cultural finalidade. Temos mesmo dito, jocosamente, que é uma das mais constantes reuniões científicas da nossa entidade. Tem o nome de Orlando Borges Schroeder, que foi médico cardiologista, ocupando na ACM diversos postos de destaque: Tesoureiro, 1.o Secretário, Secretário do Departamento de Cardiologia, Vice-Presidente e Delegado. Também foi Membro Emérito da Academia Catarinense de Medicina. Escolhemos como patrono do Clube por sua dedicação ao estudo do vinho, tendo escrito livro sobre vinhos. A reunião inaugural realizou-se no dia 28-06-2001. Foi eleita a Diretoria – Antonio Silveira Sbissa, presidente; Nilton da Silveira, secretário; Ana Rosa Oliveira Dellagiustina, tesoureira, e Gilberto Crippa, diretor de degustação. Nesta reunião tivemos a primeira palestra, com o Sr. Omir Prandim, Diretor da Vinícola Dal Pizzol. Nos meses seguintes foram degustados e analisados vinhos argentinos e chilenos, sob a orientação do sommelier, Adolar Léo Hermann. Muitos foram os nossos conferencistas, orientadores de degustação nas reuniões seguintes. Até o presente, as degustações são orientadas, e em muitas ocasiões, dadas pontuações seguindo um roteiro técnico elaborado. Analisamos e degustamos mais de oitenta vinhos de diversas origens. Uma longa jornada com esta bebida que tem sido citada com tanto glamour através dos tempos. Iniciamos com vinhos Malbec, Cabernet Sauvigon, Caménère e Merlot, do Chile. Ainda em 2001, degustamos vinhos italianos da região do Piemonte, Toscana e Vêneto. Em uma reunião no Restaurante Um Lugar, com o patrocínio do Angeloni e da Vinícola De Lantier , os vinhos foram nacionais Cabernet Sauvignon 1997, Cabernet Franc 2000, Riesling 2000, Chardonnay 2000. No ano de 2002 destacamos a degustação de vinhos brancos europeus, os franceses Chablis Rossete 1998, Riesling Scholossber 1996 Alsácia (Domaine Paul Blanc) e o italianio Sauvignon Blanc 1999 Veneto (Armani). Ainda destacados vinhos portugueses Quinta

do Alentejo e Quinta dos Maias - Dão. Nesse ano os vinhos também foram espanhóis, com Rioja Gran Reserva 1994 – Luis Canãs, Ribera Del Duero – Crianza 1997 – Prado Rey e o Toro Crianza 1997 – Camparron. E outras degustações com vinhos italianos , Brunello di Montalcino – Caprilli –1996, Chianti Clássico – San Fabiano Calcinaia – 1999, Chianti Colli Senesi – Pietrafita – 1999. Também em 2002, cruzamos os mares, em direção à Califórnia. Sob a orientação do sommelier Renato Rita, degustamos vinhos californianos, Seven Oaks – Cabernet Sauvignon - J. Lohr 1998, South Ridge – Syrah – J. Lohr 1999, Painter Bridge – Zinfandel/shiraz – J. Lohr 1999. Na última reunião do ano, já com o início do calor do nosso verão, optamos pelos espumantes, incluindo os nacionais Miolo Terranova e oAmadeu Cave Geise – Asti Moscatel, o francês Jean Charles Milan – Brut Special, o italiano Prosecco Brut – Le Case Bianche e o espanhol Espumante Cordoniú Brut . O ano de 2003 iniciou sob a orientação do sommelier Marcelo Alonso com uma degustação de vinhos brancos - velho mundo x novo mundo, Chardonnay x Sauvignon Blanc e os vinhos foram os italianos Albino Armani – Sauvignon Del Veneto –1999, os argentinos Luigi Bosca – Sauvignon Blanc – 2002, Finca la Linda - Chardonnay /Pinot – 2001 – Luidgi Bosca, o francês Bourgnone Hautes Côtes de Nuits – 1996 e o chileno Chardonnay Villard Reserva Casablanca – 1999. Nossa feliz peregrinação continuou com os vinhos portugueses, Quinta das Caldas – Domingoa A . Souza - 2000, Pintada – Jorge Bohn 2000, Casa de Saima – Graça Miranda – 2000, Quinta dos Maias – Luis Lourenço – 1998 e Quinta Santa Bárbara – 1990. Em maio, imbuídos de coragem pelo conhecimento adquirido nas degustações e orientações dos sommeliers, realizamos a primeira degustação às cegas, de vinhos chilenos: Concha y Toro, Robert Mondovi Caliterra Reserva – 1997, Montes Alfa – 1999, Terranoble – Cabernet Sauvignon Gran Reserva – 2000. Os vinhos argentinos têm tido destaque em nosso meio e foram motivo de nossa degustação seguinte: Finca La Linda – Tempranillo – Luidgi Bosca – 2001, Luidgi Bosca – Syrah – 2000, Luidgi Bosca Reserva – Malbec – 1996, Viña Alicia – Cabernet Sauvignon – 1999. Em parceria com a Vinícola Lovara,

de vinhos franceses: Lês Bateaux – Lurton – 2001, Reserve Pierre André – Bourgogne – 1999, Chateaux Puycarpin – Bordeaux Superior – 2000, Domaine Dês Ardoises – Fitou – 1999 Guilherme Maran, que atualmente nos acompanha, conduziu-nos em um confronto entre africanos x australianos, com os destacados Flagship - Pinotage –Spice Route – 1999 e Klein Constantia – Cabernet sauvignon –1996, da África do Sul e Padthaway – Shiraz – 1998 e Cawarra – syrah/cabernet sauvignon – 2002 da Austrália. Terminamos 2003 com uma degustação às cegas de vinhos argentinos, também com a orientação de Guilherme Maran, com Los Cardos – Syrah – 2002 – Mendoza, San Pedro de Yacachuya – Malbec – 2000, B Crux – Tempranillo Valle Del Uco – 2001 , Humberto Canale – Pinot Noir Gran Reserva – 2000. Com grande destaque pelo nível dos vinhos, foi a degustação comemorativa de nosso terceiro aniversário, no dia 25 de junho passado. Foram servidos e degustados: Chateau Bel Air 1999, Chateau Maucaillou Cru Bourgeois 1997, Chateau Vray Croix de Gay 1995 – Pomerol e no jantar o Côte du Rhone Saint Roch. Nosso sommelier nos últimos dois anos tem sido Guilherme Maran, formado em Direito e com 24 anos de idade. Desde os 18 anos se dedica ao estudo do vinho e também é sommelier consultor e Presidente da Associação Florianopolitana dos Amigos do Vinho. Em todas as reuniões, após a degustação, o Buffet Stylus, serviu jantar especialmente elaborado para ser apreciado com o vinho escolhido. Saúde!


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MÉDICOS CATARINENSES ESCOLHEM REPRESENTANTE NO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA Médicos de todo o estado elegeram os representantes de Santa Catarina no Conselho Federal de Medicina – CFM: Dr. Roberto Luiz d’ Ávila (TITULAR – Florianópolis) e Dr. Élcio Luiz Bonamigo (SUPLENTE – Joaçaba). A eleição ocorreu no dia 20 de julho e a apuração encerrou às 22 horas, na mesma data. Votaram 72% dos médicos aptos a votar, elegendo a chapa 01, com 65,83%, vitoriosa em todas as 25 urnas instaladas em Florianópolis e nas 17 Delegacias do Conselho Regional de Medicina – CREMESC O Dr. Roberto Luiz d'Avila é Cardiologista, Diretor-Corregedor do Conselho Federal de Medicina, ex-Presidente e atual Conselheiro do CREMESC, membro do Conselho Editorial da Revista Bioética do CFM, Professor Adjunto de Anatomia Humana e Neuroanatomia da UFSC, Mestre em Neurociências e Comportamento e Ex-Diretor de Educação Cooperativista da Unimed Florianópolis (1999-2003). O Dr. Élcio Luiz Bonamigo é Oftalmologista, ex-Conselheiro do CREMESC (1993-2003), ex-Coordenador e atual membro da Câmara Técnica de Oftalmologia, Secretário da Delegacia Regional do CREMESC em Joaçaba, Conselheiro do Conselho Ético-Técnico e Presidente da Comissão de Ética da Unimed Joaçaba. Paralelamente está cursando o "Máster en Bi-

DR.ROBERTOLUIZD’ÁVILAFOI REELEITO COM O VOTO DAS 25 URNASINSTALADASEM FLORIANÓPOLISE NAS17 DELEGACIASREGIONAISDO CONSELHOREGIONALDE MEDICINA

oética" no Instituto de Consulta y Especialización en Bioética de Córdoba, Espanha. O pleito estadual foi acompanhado pela Comissão Eleitoral, composta pelos seguintes médicos: Presidente: Dr. Geraldo Nicodemos Vieira 1ª Secretária: Dra. Marcela Brisighelli Shaefer 2º Secretário: Dr. Gilberto Digiácomo da Veiga

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MEDICINA PREVENTIVA: QUALIDADE PARA A VIDA As doenças crônicas são atualmente as principais causas de morte e disfunções em todo o mundo. Doenças não transmissíveis, incluindo as doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer e doenças respiratórias, são responsáveis por 59% das 57 milhões de mortes que ocorrem a cada ano e por 46% das doenças em todo o mundo, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os ataques cardíacos matam cerca de 12 milhões (7,2 milhões por doenças cardíacas isquêmicas – infarto do miocárdio – e 5,5 milhões por doenças cerebrovasculares – “derrames”) de pessoas a cada ano e outras 3,9 milhões morrem em decorrência de complicações ligadas à hipertensão arterial e a outras doenças cardíacas, levando o número de mortes por doenças cardiovasculares em geral para a casa dos 16 milhões anualmente. Mais de um bilhão de adultos têm sobrepeso no momento atual e pelo menos 300 milhões são considerados clinicamente obesos. Nos Estados Unidos, de acordo com dados do CDC de Atlanta, 64% da população tem peso acima do esperado ou obesidade e entre os adolescentes e crianças os valores já chegam à casa dos 15%. No grupo das doenças crônicas metabólicas, estima-se em 177 milhões o número de diabéticos no mundo, 2/3 dos casos nos países em desenvolvimento. Uma quantidade relativamente pequena de fatores de risco – níveis altos de colesterol, hipertensão arterial, obesidade, tabagismo e alcoolismo – estão diretamente ligadas à ocorrência da maioria das doenças crônicas. Cerca de 75% das doenças cardiovasculares podem ser atribuídas a níveis altos de colesterol

sangüíneo, pressão arterial elevada, baixa ingestão de frutas e vegetais, inatividade e tabagismo. As evidências científicas mostram de modo irrefutável que atitudes duradouras para uma mudança dos hábitos alimentares, para a realização de atividades físicas orientadas regulares e para o controle do tabagismo provocariam um impacto importante nas taxas de aparecimento e nas complicações diretamente ligadas às doenças crônicas em um período relativamente curto de tempo: até 80% dos casos de doença coronariana seriam evitados, assim como 90% dos casos de diabetes tipo 2 e 1/3 dos casos de câncer. Reconhecendo estes fatos a OMS planejou, a partir do ano 2002, uma estratégia global visando a redução ou eliminação dos principais fatores de risco e conseqüentemente a redução da morbimortalidade causada pelas doenças crônicas, trata-se do “Global Strategy on Diet, Physical Activity and Health”. Este programa pretende ser a linha mestra para uma mobilização a nível mundial. A UNIMED como empresa de saúde, criada e dirigida por médicos, não poderia deixar de estabelecer programas com objetivos semelhantes às tomadas pelo órgão mundial máximo em saúde. Nos vários níveis, nacional, estadual e regional, comitês de UNIMED SC Medicina Preventiva estão sendo criados para montarESPAÇO estratégias voltadas aos públicos: clientes, colaboradores e cooperados com a finalidade de identificar os principais problemas e atacá-los com as melhores recomendações que a ciência médica conhece no momento. Dr. Carlos Augusto Cardim de Oliveira – CRM 3.011 Assessor da Unimed de SC

Unimed prepondera

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Edição 237- Agosto 2004