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ACIA_55

PROJETOS HOSPITALARES_


REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE PRIMEIRA FASE: EDIFICIO DE CONSULTAS


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A

intervenção urbanística da construção do edifício das novas consultas externas na cidade universitária de Bellvitge é parte de um contexto de trabalhos mais amplos e constantes que se desenvolveram ao longo dos últimos 15 anos, com o objetivo de ampliar e reformar o complexo hospitalar de Bellvitge em Barcelona, Espanha. A primeira fase dos trabalhos corresponde à construção do novo edifício dedicado as consultas externas, incluindo o refeitório/cafeteria público e de pessoal do centro e também um estacionamento em superfície. A segunda fase inclui uma ampliação da “estrutura” hospitalaria, cento cirúrgicos, recovering, serviços intervencionistas. E na ultima fase se reformará o antigo edifico onde estão as unidades de internamento ampliando as funções de internamento. A malha de circulações foi estudada para unificar de forma adequada e funcional os diferentes módulos a as diferentes etapas dos vários projetos. As circulações internas e externas estão dedicadas a cada um dos diversos tipos de usuários de tal forma que não se misturem ou se cruzem dentro e fora do edifico o publico, pessoal interno e os estudantes universitários. O projeto do novo edifício das consultas externas define um volume linear, colocado seguindo o eixo longitudinal no sentido norte-sul, orientando a este e oeste a fachada de maior superfície.

Durante a fase do projeto teve-se em conta alguns pontos fundamentais para o bom desenvolvimento dos trabalhos. São os seguintes: Aspetos funcionais. A entrada fica marcada por um grande pátio exterior e por um espaço interno com pé direito triplo, o Hall onde alem da recepção dos usuários, uma parte ficara dedicada a exposições artísticas temporais, fotografia, escultura, etc... As consultas estão organizadas seguindo um esquema modular, com acesso por um corredor de publico pelo lado este e um corredor técnico pelo lado oeste, separados entre si por grandes salas de espera. Aspectos técnico-arquitectonicos. A eleição de usar materiais cálidos visualmente para fazer com que a espera por parte dos pacientes (publico) fosse o mais confortável possível foi um elemento de grande importância na fase de projeto. Aspecto macro-ambiental. Os pátios interiores permitem que a luz natural e o calor, controlados por beirais, entrem em todos os espaços internos de trabalho e transmitem as áreas publicas de pacientes uma sensação de abertura ao exterior. De esta forma, criando vazios no volume do edifício e jogando com a luz do sol, o passar das horas percebe-se de forma natural e constante.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


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ACIA_55 REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE

PRIMEIRA FASE: EDIFICIO DE CONSULTAS

Localização: C/ Feixa Llarga, s/n (Ciutat Hospitalària de Bellvitge)

Orçamento de Execução Material: 11.714.925,70 €

Superfície Construída: 11.400 m2 (+7.845 m2 áreas externas)

Colaboradores

Data Projecto: 2000-2001 Data Obra: 2001-2004 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao

Direcção de Execução:

GISA (Gestió d’Infraestructures S.A.) Controle de Qualidade e Controle de Segurança e Saúde:

Arquitectura: Xavier Llambrich, Patricio Martínez, Albert Vitaller, M. Àngels Manchado, Raffaella Scorziello, Lluís Hernández, Roberto Cortés Arq. Técnica: Xavier Humet Estructura: Manuel Arguijo Instalações: IMETCO, Barcelona : Grupo J.G.

GISA (Gestió d’Infraestructures S.A.) Constructora: OHL, Corsan-Corviam Propriedade : GISA (Gestió d’Infraestructures S.A.) Servei Català de la Salut

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE SEGUNDA FASE: URGÊNCIAS, BLOCO DE CIRURGIA, UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS


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A

nova intervenção para a ampliação do hospital ocupa a área situada a norte do edifício existente, definida como área do antigo corpo onde se alojavam as consultas externas, que se demoliu de forma completa no final da primeira fase da obra. Dita construção faz parte de uma intervenção de grande magnitude que levará à conclusão da Nova Cidade Universitária de Bellvitge, incluindo a reabilitação do antigo edifício em torre, a edificação das novas unidades de internamento, a construção do Novo Campus e do remate urbano do terreno, que, a nível de composição vai gerar a construção de novos edifícios de modo a encerrar o espaço e de novas zonas cobertas que conduzirão ao utentes às novas entradas dos complexos. O projecto preveu a realização de um esquema linear desenvolvido em quatro blocos, unindo módulos de cada especialidade à volta de vários pátios, que dotam de ar, de luz natural e de espaço os ambientes interiores. A entrada principal está localizada na fachada norte, onde se realizou uma praça coberta, por onde se pode aceder às urgências, ao estacionamento de ambulâncias e à entrada dos serviços dedicados às diferentes especialidades médicas de todo o hospital.De um modo geral o edifício é constituído por um piso em cave, completamente dedicado aos serviços logísiticos e de abastecimento de toda a estrutura hospitalar; um piso térreo, principlamente dedicado às urgências e às actividades ambulatórias; três níveis superiores, dedicados às actividades cirúrgicas e de diagnóstico. Uma ponte conecta o edifício com as consultas externas; além de garantir o funcionamento completo e correcto de todo o hospital, criar-se-á no futuro uma conexão interna com o edifício existente.Na realidade, se o novo edifício se dedicou a actividades cirúrgicas e de diagnóstico, o edifício anterior à torra dedicar-se-á totalmente à administração e se reabilitarão as unidades de hospitalização existentes hoje em dia, até que se comece a seguinte fase de cosntrução, prevista para 2015, de um edifício de internamento. As fachadas e a escolha dos acabamentos exteriores foram muito cuidados, procurando constantemente o respeito pela linguagem dos edifícios antigos na nova construção. A fachada Este é composta por cheios e vazios, permitindo de esta forma a entrada da luz da manhã e protegendo os ambientes interiores nas horas de mais calor; a fachada Norte é mais fechada, para evitar que se desperdice de modo excessivo o calor; a abertura dos pátios interiores com muros cortina asseguram a luz natural também nos pontos de maior profundidade; o jogo de muros de betão visto e de paredes com acabamento em madeira para a fachada Sul, criam um edifício com características arquitectónicas bem definidas e em pleno respeito pelo conforto do usuário.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


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ACIA_55 REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE

SEGUNDA FASE: URGÊNCIAS, BLOCO DE CIRURGIA E UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS.

Localização: C/ Feixa Llarga, s/n (Ciutat Hospitàlaria de Bellvitge)

Orçamento de Execução Material: 58.274.076.97 €

Superfície Construída: 47.300 m2 (+1.691,45 m2 àrea exterior)

Colaboradores

Data Projecto: 2004-2006 Data Obra: em execução Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao

Arquitectura: Lluís Hernàndez, Albert Vitaller, Maria Àngels Manchado, Ariadna Pérez , Raffaella Scorziello Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L.P. (Imma Casado)

Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Direcção de Execução: Intersalus (estructura), Auding (oobra civil) Controle de Qualidade e Controle de Segurança e Saúde: CERTUM

Constructora: Acciona (estructura) UTE Dragados-Comsa (obra civil) Propriedade: GISA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE TERCEIRA FASE: CAMPUS DAS CIENCIAS SANITÁRIAS DE BELLVITGE


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Campus das Ciencias Sanitárias de Bellvitge cria uma infraestrutura inovadora e tecnologica ao serviço da Universidade de Barcelona (UB). O projecto baseia-se na ideia de uma rede de serviços partilhados com o hospital mais próximo, com a Universidade e com os diferentes centros de investigação que existem dentro do Campus. O Campus situa-se no recinto do Hospital Universitário de Bellvitge, em Hospitalet de Llobregat na periferia de Barcelona, o projecto confirma ser uma nova “porta de entrada” da cidade e uma zona da mesma caracterizada pela construção de edifícios e de projectos urbanisticos que constituirão um polo produtivo moderno. Actualmente, o Campus do Hospital Universitário compõese de três edifícios: o Aulario, o Pavilhão do Governo e o Animalario. Usando uma lógica de ocupação do terreno e de funcionamente diferente do que caracteriza o complexo hospitalar, garantindo as entradas necessários e diferentes usos. O objectivo da intervenção é consolidar as duas zonas construídas: a hospitalar, a universitária e a de investigação, diferenciadas formalmente, definindo o uso de cada espaço e intensificando as sinergias. A ampliação do Campus está baseada na construção de seis

novos edifícios: a ampliação do Aulari existente, as Clinicas de Odontologia e Podologia, o edifício dos departamentos universitários, o novo Animalário, o IBEC (Instituto de Bio-Engenharia da Catalunha) e o IDIBELL (Instituto de Investigação Bio-Médica de Bellvitge). A caracteristica principal do conjunto projectado é a criação de um grande espaço público, uma praça, que relacione os vários edificios e que defina a entrada principal ao Hospital Universitário. Através desta grande praça pode-se entrar directamente nos diversos edificios departamentais, no Animalário e nas Clinicas na zona Noroeste, com o objectivo de potenciar a componente urbana desta esquina, enquanto que na zona Sul se propõe o Novo Aulario e os edificios de laboratórios de investigação. A necessidade de satisfazer um grande número de utentes obrigou à previsão dum estacionamento subterrâneo de dois pisos, para eliminar o impacto negativo dum grande estacionamento à superfície. Possibilita assim a criação da praça à cota do terreno. A paisagem envolvente manteve substancialmente o seu aspecto agricola e este tipo de opção arquitectónica foi motivada pelo facto que se teve em conta a posição particular do terreno: está no ponto de transição entre o terreno agreste e o tecido urbano da cidade.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


ACIA_55 REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE BELLVITGE

TERCEIRA FASE: CAMPUS UNIVERSITARI DE LES CIÈNCIES DE LA SALUT

Localização C/Feixa Llarga, s/n. Hospitalet de Llobregat

Orçamento de Execução Material: 32.644.565,60 €

Propriedade: GISA Servei Català de la Salut

Colaboradores Superfície Construída: 33.847,45 m2 Data Projecto: 2007- em execução Data Obra: Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento

Arquitectura: Nuno Guerreiro Paula Pestana Paisagismo: PROAP

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


CAMPUS MAR DE BARCELONA


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projecto do Campus Mar propõe a reforma e ampliação do edifício docente do Hospital do Mar. A intervenção implica a ampliação de 5.221 metros quadrados e a reabilitação de 9.330 metros quadrados. O edifício situa-se no lado Norte da macro ilha do Hospital do Mar e do Parque de Investigação Biomédica de Barcelona (PRBB), alinhando-se à Ronda Litoral de circunvalação da cidade de Barcelona. Esta macro ilha serve de agrupamento e sinergia de três funções do hospital terciário moderno, a própriamente hospitalar, a de procura e investigação e a de docência. A hospitalar corresponderia ao Hospital do Mar, actualmente em fase de ampliação, a de investigação ao Parque de Investigação Biomédica de Barcelona, e a de docência ao edifício do Campus Mar. A entrada principal situa-se na rua Doctor Aiguader número 80, mas existem outras entradas que fazem parte da reticula de comunicações da macro ilha e que ligam o edifício do Campus Mar ao Hospital e ao Parque de Investigação Biomédica. A nível arquitectónico destaca-se a utilização nas fachadas de um revestimento constituído por uma lâmina perfurada de alúminio “deployé” de formato grande, suportada por uma estrutura de aço galvanizado em quente que permite melhorar as antigas condições do edifício com excessivo soleamento. No piso três, pelo lado Sul, o sistema de lâmina “deployé” incorpora-se convertendo-se em brise soleil que protege os vãos existentes. A consola das aulas magnas do piso dois sujeita uma fachada de vidro que fecha a zona da cafeteria. Funcionalmente desenharam-se aulas de diferentes tipologias, seminários, salas de estudo e dada a especificidade dos estudos, uma série de locais especificos para docência como laboratórios, aulas equipadas com microcopios e robótica, etc. Aparte também se desenharam outros espaços sem actividade docente tais como a biblioteca, refeitórios, vestiários, etc. O centro acolhe 1119 estudantes e presta serviço à Universidade Pompeu Fabra, à Universidade Autónoma de Barcelona e à Escola de Enfermagem do Hospital do Mar.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


ACIA_55 CAMPUS DEL MAR

Localização: C. Doctor Aiguader, 88, Barcelona

Orçamento de Execução Material (PEM): 23.289.499,59 €

Superfície Construída: 14.551 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2005-2007 Data Obra: 2007-2010

Arquitectura: Raúl García, Alfonso de Luna, Jose Olagüe Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L.P. (Imma Casado)

Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Estructura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L.P. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: Abantia - Vopi4 Propriedade: Parc Salut Mar

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL-ASILO DE GRANOLLERS


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intervenção centra-se na construção do novo edifício de consultas externas do Hospital-Asilo de Granollers e, na sua integração com o edifício pré-existente. O hospital histórico existente, desenhado em forma de pavilhões, está catalogado como edifício histórico é a obra mais destacada da etapa modernista do arquitecto Josep Maria Miró i Guibernau. A ampliação foi projectada tendo por base a análise do edifício existente, propondo uma solução à má comunicação entre os pavilhões antigos e, também, um aumento da superfície. O edifício é definido por um rectângulo de 119,14 x 14,80m em planta, o qual é delimitado horizontalmente pelo volume das urgências, bloco cirúrgico, e verticalmente pela capela e pela residência antiga localizada mais acima. Em altura define-se por dois pisos subterrâneos, piso térreo e três pisos superiores. O desnível de terreno vai-se adaptando homogeneamente ao longo do novo edifício, de forma que tanto o piso 0 como o piso 1 se encontrem semi enterrados, para que o piso 2 possa possuir um acesso na parte posterior do volume. Os espaços intersticiais produzidos entre a nova edificação e a existente servem para criar pátios interiores que ventilam e iluminam todos os espaços interiores que se encontram à sua volta. O acesso geral actual é potenciado através de um hall de pé direito duplo, com um janelão com vista para a paisagem que rodeia o edifício e sem alterar a edificação existente. Secundariamente foram acoplados dois volumes paralelos de dois pisos de altura - perpendiculares ao volume principal, complementando, desta forma, as necessidades de espaço das consultas externas. No projecto é também contemplada a adequação a uma rua, rua essa que vai proporcionando o acesso ao piso 1 e ao piso 2 do novo edifício das consultas externas. Reformamse també os serviços de laboratórios, farmácia, arquivo administrativo, cozinha, vestuários e armazém geral. Houve sempre o especial cuidado de diferenciar as circulações técnicas das públicas. Os núcleos de comunicação vertical (escadas e elevadores) foram colocados estrategicamente de forma a potenciar a funcionalidade das peças existentes. Ao desenhar as fachadas dos novos volumes, procurou-se que fossem o mais neutras e homogéneas possível de forma a exponenciar o valor histórico da pré-existêcia, através do uso de um plano de bastidores de lâminas de madeira.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


ACIA_55 REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL-ASILO DE GRANOLLERS

Localização: Av. Francesc Ribes S/N; Granollers

Orçamento de Execução Material (PEM): 23.414.602,21€

Superfície Construída: 19.565 m2 (5.047 reforma + 14.518 ampliação)

Colaboradores

Data Projecto: 2004-2005 Data Obra: 2006-2009 Fases executadas: Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Arquitectura: Juan Garcia, Gerardo Solera Estructura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e Controle de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Project Manager: CHC Constructora: Ferrovial Propriedade: Fundació Francesc Ribas

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


HOSPITAL DE DENIA


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A

construção deste edifício se fez por petição de MARINA SALUD S.A. com o objetivo de definir a edificação do Novo Hospital de Denia, incluído como objeto do concurso adjudicado pela “Consellería de sanidad de la Generalitat de Valencia” relativo à Assistência Sanitária Integral na área de Saúde 12. O projeto localiza-se num terreno de 72.000 m² nos arredores da cidade de Denia, sobre a estrada que conecta Ondara e Denia. A sua localização é estratégica, devido a que neste ponto, se consegue servir bem a toda a região. O novo edifício Hospitalario está constituído por três “barras” paralelas com dos níveis de altura cada uma. Nestas apóiamse três edifícios em forma de “L” onde estão as unidades de internamento. O conjunto cria um edifício reticular onde o pátio ordena todo o conjunto e qualifica os espaços. O projeto obedece alguns princípios básicos da nossa arquitetura, necessários para o bom funcionamento de um hospital e para a realização de um edifício adaptado ao excelente entorno natural do terreno, dominado por arvores frutais especialmente laranjeiras. O primeiro fator importante a ter em conta é a orientação solar, orientou-se o edifício para que todos os quartos de internamento possuam uma boa exposição à luz e que todos os espaços de trabalho dedicados aos pacientes e ao publico em geral possam ter luz natural. Segue o conceito de pátios de luz, para garantir a luz natural e o calor durante o inverno abriram-se pátios de diferentes dimensões, para que a luz possa entrar a todas as horas, com isso se consegue criar um ambiente de bem estar tanto para o trabalhador que passa 8 horas ou mais em seu local de trabalho, para o paciente que está durante dias internado ou para o publico, visitas que passam algumas horas agradáveis num lugar que por antonomásia é considerado um lugar desagradável. Associado ao fator luz e a conformação dos pátios estudouse cuidadosamente como controlar a luz do sol, pois apesar de que a entrada de luz é importante, por outro lado é necessário controlar a incidência de raios solares nas horas mais quentes do dia. Para isso colocaram-se brisesoleil de madeira orientáveis nas fachadas mais expostas e principalmente nos quartos. Com essa proteção externa assegura-se a privacidade dos

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


paciente nos quartos, que estão pensados para o Maximo conforto e segurança. As habitações na usa maioria são individuais e aquelas duplas possuem uma divisão entre as camas. A unidade de pediatria possui uma decoração artística especial para que as crianças sintam-se bem. A unidade de psiquiatria possui um terraço para poderem estar ao ar livre e quartos especiais para a proteção de sua integridade física. A implantação geral do edifício teve presente a vegetação e arvores existentes, na implantação respeitou-se as massas de arvores e também se pensou em um projeto de paisagismo para integrar perfeitamente o novo edifício com seu entorno natural. As arvores frutíferas e a proximidade com o mar dão ao terreno um ar fresco no verão. As vistas

dede o edifico estão dirigidas ao Monte Montgó e ao mar, assim o usuário possui sempre um ponto de referencia ao longe. O material protagonista do novo hospital tem sido o Concreto armado, que com o seu valor tectônico fez possível pensar em um edificio no qual a estrutura e a fachada coincidem. Desde o inicio do projeto, pensar a edificação em concreto armado há resultado que em uma só fase do trabalho criouse o edifício, os espaços e a fachada acabada e inequívoca. O concreto usado foi o de cor branca, pois ressalta o valor volumétrico e estético de este e se adéqua a paisagem mediterrânea típica da região onde foi construído


ACIA_55 NOVO HOSPITAL DE DENIA

Localização: Partida Madrigueres Nord, 25, Dènia, Spagna

Orçamento de Execução Material (PEM): 46.105.006 €

Superfície Construída: 57.194 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2004-2007 Data Obra: 2006-2009 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 245

Arquitectura: Raffaela Scorziello, Nicola Paltrinieri, Camila Ormonde, Nicolò Licata Estrutura: Cype Ingenieros Instalações: Grupo JG

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado), Marc Verdú, Santiago Sánchez Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: Institut Gaudí

Constructora: FCC-ECISA Propriedade: Marina Salud S.A. (Generalidad Valenciana y DKV Seguros)

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


HOSPITAL DO ESPIRITO SANTO, ÉVORA


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E

l novo hospital do Espírito Santo, em Évora insere-se na necesidade de responder ao crecente nivel populacional da região alentejana, para isso, foi lançado em concurso pelo prórpio hospital em conjunto com o ministero da saúde português. O terreno onde será construído o novo hospital do Espírito Santo de Évora, localiza-se na zona de poente da cidade mesma, ocupando uma área de cerca 25 hectares. O novo hospital do Espírito Santo de Évora consistirá num edifício de três pisos que se desenvolvem no sentido nacente/poente em corpos separados, criando um volume de embasamento. O volume das unidades de internamento desenvolve-se perpendicular ao volume do embasamento e a partir do piso segundo (o piso técnico). Pretende-se que ao nível dos três primeiros pisos, orientados no sentido norte/sul, os volumens se extendam ao longo do terreno permitindo que o mesmo penetre dentro do edifício criando zonas verdes entre os corpos edificados.

Como resultado orientam-se as unidades de internamento a sul/norte. Esta orientação parece-nos adequada para este programa tendo em conta a especifidade do local; luminosidade muito alta, que a sul se controla de forma eficaz, e a norte permite o ganho de luz indirecta de qualidade sem de necessitar de controlo solar complexo. As coberturas e os pátios criados ou libertados pelo posicionamento volumétrico dos referidos blocos são aproveitados para proporcionar iluminação natural ao interior do edifício e são tratados do ponto de vista paisagístico para que confiram uma agradavél sensação de proximidade com a natureza, minimizando o impacto negativo da tradicional imagem hospitalar sobre os utentes, cujo estado de espírito sai reforçado na presença de um ambiente cuidado e esteticamente conseguido. Estes pátios permitem ainda forncer iluminação e ventilação natural directamente ao pisos enterrados, o que em conjunto com os lucernários e os lanternins preconizados proporzionará aos colaboradores um agradável e adequado ambiente de trabalho.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


HOSPITAL DO ESPIRITO SANTO, ÉVORA

Localização: Largo Senhor da Pobreza, Évora

Orçamento de Execução Material (PEM): 67.000.000€

Superfície Construída: 70.500 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2009 Data Obra: Fases executades: Concurs Número de Leitos: 351

Arquitectura: PINEArq SL, Souto Moura Arquitectos, Manuel Abreu Arquitecto, RRJ Arquitectos Estructura: Afaconsult Engenheiros Instalações: JG Engenheiros Afaconsult Engenheiros

Propriedade: Hospital do Espirito Santo E.P.E.


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ESCOLA DE AGRICULTURA DA UPC, CAMPUS DE CASTELLDEFELS

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


A

nova Escola de Agricultura da Universidade Politécnica da Catalunha situa-se no novo Campus Universitário de Castelldefels, a 20 quilómetros a sul da cidade de Barcelona. O projecto é composto pela agrupação de diversos edifícios. O edifício de aulas e de laboratórios ocupa todo o limite norte do terreno, enquanto que na zona sul se dispõe o edifício de departamentos, o bloco da sala de actos e a praça de acesso principal. O edifício destinado para aulas, os laboratórios de docentes e os laboratórios de investigação, situam-se longitudinalmente à banda norte do solar, desenvolvendo-se todo o programa no piso subterrâneo, no piso 0 e em três pisos superiores. Paralelamente a este, e ao longo da fachada sul, aparece o edifício de departamentos composto por dois pisos. Estes dois blocos principais conectam-se através de três pontes no piso térreo, que ligam os laboratórios de investigação e os gabinetes dos departamentos, e ao mesmo tempo permitem a organização do conjunto através de distintos pátios que qualificam com diferente intensidade os espaços que servem. Uma quarta ponte cruza o solar desde o edifício de aulas até à fachada sul, formando uma grande zona coberta de acesso para os utilizadores que facilita, não só o acesso ao edifício principal de aulas e departamentos, mas também um acesso independente para as salas de actos. A praça de acesso e os pátios dos departamentos são os espaços representativos do conjunto, estando situados numa cota superior (aproximadamente entre 1 e 1,5 m sobre as ruas perimetrais que o envolvem), enquanto que o pátio instalações fica enterrado no que diz respeito às ruas. O acesso a este pátio da cave realiza-se desde a fachada norte por onde se fornecem os materiais e mercadorias necessárias para abastecer todo o complexo. O edifício está rodeado de edifícios ou futuros edifícios do Campus Universitário e conecta-se à rede de galerias enterradas do Campus através de um piso subterrâneo que permite a conexão com as galerias existentes.


ACIA_55 Planta Baixa

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


ESCOLA DE AGRICULTURA DA UPC, CAMPUS DE CASTELLDEFELS

Localização: Campus de Castelldefels UPC

Orçamento de Execução Material: 7.929.049,71€

Superfície Construída: 11.306,27 m2

Colaboradores:

Data Projecto: 2002 - 2003 Data Obra: 2003 - 2005 Fases executades: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Arquitectura: Alfonso de Luna, Xavier Llambrich, Patricio Martinez Arq. Técnica: Josep Molero, Imma Casado Estrutura: Ingeneria y Arquitectura Europeas Instalações: Miquel Portell

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: Ferrovial, Necso Propietade: Universitat Politècnica de Catalunya Consorci Escola Industrial de Barcelona


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FACULDADE DE ECONOMIA DA UNIVERSIDADE DE GRANADA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


A

existente, antigo.

intenvenção consiste não só na construção de um novo edifício da Faculdade de Economia,mas também na ampliação e reforma do edifício numa solução que integra o novo edifício com o

O complexo foi criado no ano de 1934 como Escola de Comércio de Granada, e desde esse momento sofreu várias ampliações, adaptando-se ao aumento do número de alunos e professores. O edifício dispõe-se sobre a forma de um rectângulo colocado paralelamente ao edifício existente e de modo perfeitamente integrado no terreno, criando um acesso a norte através do segundo piso e um acesso a sul pelo piso térreo. Geram-se a partir do encontro entre o terreno e o edifício pátios interiores entre as aulas, que permitem a entrada de luz e a ventilação dos corredores e espaços comuns. O edifício, que aloja principalmente salas de aulas e de seminários, comunica, do modo mais directo possível, com o edfício existente através de uma ponte centrada ao nível do primeiro piso. O acesso principal está potenciado por um átrio de triplo pédireito e por um lanternim que ilumina toda a zona central. As condições climatológicas e sísmicas da zona obrigam à utilização de elementos estruturais e protecções solares considerávies. Assim estes dois tipos de exigências são conciliadas num só tipo de elemento, através da localização da estrutura no exterior do edifício esta é potencianda ao ser utilizada também como protecção solar (lâminas de betão). A ampliação do edifício existente aloja gabinetes para os professores, e alinha-se ao original criando também uma relação com o novo edifício através dos materias e estrutura de este. A reforma interior consiste no translado da cafetaria e da administração, optimizando e agrupando os usos por zonas. O projecto contempla também a urbanização da zona criando novos lugares de estacionamento e novos percursos viários e pedonais.


ACIA_55

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


FACULDADE DE ECONOMIA DA UNIVERSIDEDADE DE GRANADA

Localização: C/Profesor Clavera, s/n (Campus Universitario de la Cartuja) Superfície Construída: 7.428,41 m2 (ed. nou) + 1.663,30 m2 (ampliació)+ 1.640,55 m2 (reforma) Data Projecto: 2009-2010 Data Obra: Fases executades: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao

Orçamento de Execução Material: 6.181.375,51€

Constructora: per determinar

Colaboradores

Propriedade: Universidad de Granada

Arquitectura: Elena Palomares, M. Àngels Manchado, Ariadna Pérez, Maria Ballesteros, Rafael Heredia, Carmen Comino Estrutura: Jesús Hernández Instalações: Grupo JG


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NOVO HOSPITAL DE GARBAGNATE MILANÊS

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

edifício do novo Hospital de Garbagnate Milanês localiza-se ao norte da cidade de Milão, na Itália, numa zona onde a densidade urbana é uma das maiores da Itália. O projeto foi atribuído após um concurso publico pela “IL SPA” (Infrastrutture Lombarde, s.p.a) empresa estatal responsável pelo desenvolvimento de infra-estrutura na região da Lombardia e pela Empresa de Hospitais Salvini (Azienda Ospedaliera Salvini), que gerencia a maioria das infra-estruturas de hospitais do município de Milão. O novo edifício anulara a função sanitária do antigo sanatório, que é usado ainda hoje. O antigo sanatório será doado a prefeitura de Milão e por isso o projeto do novo hospital teve em conta o edifico adjacente, mantendo o maior respeito histórico arquitetônico possível. O terreno localiza-se dentro do Parque Natural De El Groane, protegido por lei e com normativas especificas tanto ambientais como para monumentos históricos. Para o projeto tiveram-se presentes dois conceitos arquitetônicos principais: 1. O edifico foi criado como um Hospital Parque. Pensado como uma construção horizontal de pouca altura, com materiais de cores claras (principalmente branco) e caxilharia de madeira, que se integra ao contexto ambiental, conseguindo desta forma o mínimo impacto visual mantendo ao maximo as árvores de maior interesse. Por esta razão as unidades de internamento (UI) colocam-se no primeiro pavimento, a rés do chão em contato direto com a natureza, a distancia entre as UI é o suficiente para manter a privacidade do paciente, garantir a boa iluminação natural e a melhor incidência solar dos espaços interiores. 2. Depois de uma analise urbana, o novo edifício devia relacionar-se com o edifício histórico do antigo sanitário, devido a sua importância. O eixo principal do novo Hospital colocou-se em paralelo ao volume principal do preexistente, enquanto as “barras” de unidades de internamento (com exposição solar este - oeste) colocaram-se perpendiculares a este, em direta relação formal com o antigo hospital. De outra forma a área de acesso principal e serviços gerais e sanitários possuem a sua orientação visual ao parque natural. Volumetricamente o edifício compõe-se de seis níveis, térreo mais duas plantas onde se desenvolvem as atividades de consultas externas e as unidades de internamento e um porão onde estão as emergências (semi enterrado) e apoio ao diagnostico. E os dois últimos porões destinados a estacionamento soterrado.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


NOVO HOSPITAL DE GARBAGNATE MILANÊS

Localização: Viale Forlanini 121, 20024 Garbagnate, Milano, Itàlia

Orçamento de Execução Material : 117.306.701 €

Propriedade: Azienda Ospedaliera Salvini

Colaboradores: Superfície Construída: 100.756 m2 Data Projecto: 2009 Data Obra: Fases executadas: Concurso, Ante-projecto,

Arquitectura: Raffaela Scorziello, Nicola Paltrinieri, Camila Ormonde, Nicolò Licata Estrutura: Favero & Milan Ingegneria - Studio Cancelli Associato Instalações: Steam Ingegneria

Número de Leitos: 538

O S P E D O A S L P E E D A L E

G A R B A G N A T E A U D I T O R I U M

G A R B A G N A T E A U D I T O R I U M


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NOVO HOSPITAL GALLIERA EM GENOVA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

novo Hospital localiza-se num terreno dentro da complexa e antiga malha urbana da cidade de Genova na Itália, uma região de colinas com vistas ao mar, uma posição panorâmica na cidade e cercado de vias de acesso. Os critérios usados para projetar o novo Hospital foram: Integração e conexão com o território, a permeabilidade com a cidade, a gestão efetiva das instalações, as novas tecnologias da construção, buscar o projeto eco-sustentavel e o maior uso possível da luz natural, tudo isso para dar maior conforto aos pacientes O Hospital possui quatro níveis, denominados “piastre”, cada um com uma função sanitária especifica (consultas, apoio ao diagnostico e emergências, técnica e a de serviços gerais) estas geram o embasamento do edifício, que se ajustando a topografia do terreno e com uma coberta vegetal criam um “parque” onde se apóiam as três plantas de unidades de internamento. O terreno irregular, a paisagem do entorno e proximidade com os edifícios vizinhos foram a líneas guia do projeto no seu aspecto volumétrico: o hospital coloca-se de forma discreta na cidade devido a coberta vegetal, cria como um parque para os moradores vizinhos e as unidades de internamento, única parte do edifício que sobre sai do embasamento, assemelha em dimensões aos edifícios da malha urbana do século XIX. Em resumem o novo Galliera é um edifício feito a “medida“ para o seu terreno, seu entorno urbano e suas exigências funcionais. O resultado foi um volume compacto e solido, mas ao mesmo tempo com os pátios interiores, conseguiram-se espaços abertos e iluminados. O atendimento do novo hospital se caracteriza pelo principio da “intensidade de curas” com serviço de apoio ao diagnostico diferenciados e as unidades de internamento não divididas por especialidades, más sim pelo nível de assistência medica necessária, baixa, media e alta intensidade de curas. As circulações, separadas em técnica e publica, criam uma rede tridimensional que mantém a flexibilidade necessária para a perfeita funcionalidade, resultando em recorridos interiores claros e diretos.


ACIA_55 Ainda sobre os critérios de projeto, a luz possui a sua importância como elemento cálido que gera “bem estar” nos espaços. As vistas do exterior, como conexão do paciente com a cidade, a privacidade, como elemento de conforto e a tecnologia mais avançada para garantir cuidados de alta eficiência Desde o exterior o edifico é percebido como um invólucro de vidro sombreado pelos brise-soleil cerâmicos de cor branca. A fachada será construída em modulo, painéis transparentes e translúcidos em vidro duplo adaptando as suas características as exigências dos ambientes internos e não permitindo a incidência direta dos raios solares evitando o “efeito estufa”. Para evitar que luz chegue diretamente aos ambientes internos, principalmente aos quartos das unidades de internamento os módulos transparentes se completam com dispositivos mecânicos que garantem a proteção solar. O sistema de proteção solar exterior realiza-se com lamas cerâmicas fixadas aos módulos de vidro por elementos pontuais, que garantem a profundidade da fachada e a desmaterialização do grande volume e que variam de tonalidade em função da luz incidente.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


NOVO HOSPITAL GALLIERA EM GENOVA

Localização: Mura delle Cappuccine,14, Genova, Italia

Orçamento de Execução Material (PEM): 139.800.000 €

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: Steam

Superfície Construída: 73.411 m2

Colaboradores

Propriedade: Ente Galliera

Data Projecto: 2009 - 2010 Data Obra: Fases executadas: Concurso, Ante-projecto Número de Leitos: 437

Arquitectura: Raffaella Scorziello, Nicola Paltrinieri, Camila Ormonde, Elisa Molinu OBR Estrutura: D’Appolonia Instalações: Steam


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HOSPITAL HEDWIGSHÖHE DE BERLIN

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

Hospital Hedwigshöhe situa-se em Falkenberg, um bairro situado nos rredores de Berlim, no distrito de Treptow. Trata-se de uma cidadejardim caracterizada pela presença de um “Central Park” e de um jardim barroco da vila Buntzel. A intervenção movese num campo de forças entre o denso espaço urbano e a amplitude da paisagem. O grande volume horizontal da ampliação hospitalária contrasta com a edificação pouco densa e dispersa da secção psiquiátrica. Pelas suas dimensões e volumetria, fica atada à pequena escala dos edifícios da cidade jardim e define a banda suave do “Central Park”. O centro do novo Hospital é actualmente uma grande praça que define o final de uma sequência de espaços urbanos ao longo de Hohensteigs, que é o eixo de acesso sul à cidade jardim. As diferentes partes do Hospital agrupam-se em redor desta praça central, que as distribui y relaciona todas elas com uma tipica praça Berlinesa (Dorfanger). Desde Poente acede-se à praça pela entrada principal através de uma ampla pala. A Sul abre-se o pátio interior da ampliação do volume hospitalar através do vestibulo da entrada transparente. A Norte, os caminhos e pátios dos pavilhões de psiquiatria facilitam uma relação visual com o “Central Park”. A Nascente uma capela limita a praça. Os espaços intercisticiais permitem a vista do vale do Spree. O campanário existente, como elemento vertical, marca a praça e forma assim o ponto central deste espaço urbano. A vila Buntzel destaca-se como volume e relaciona-se parcialmente com as passarelas. O jardim aterraçado a Nascente mantem-se, ou melhor recupera-se na sua estrutura barroca original. Esta parte do terreno não se edificará para que se possa voltar a disfrutar da relação histórica entre jardim e vila, aproveitando algumas zonas do jardim para fins terapeuticos. As casas patio estão escadeadas e formam o limite suave do novo Hospital até ao Central Park. As seis unidades psiquiátricas acomodam-se em seis edificios individuais autonomos, dos quais quatro abrem-se directamente à paisagem e dois, de observação intensiva, orientam-se ao interior. Em relação às suas dimensões e distribuição, estes edificios baseam-se em modelos de habitação colectiva. A Sul da praça principal situa-se a ampliação da área somática. A forma compacta e horizontal permite uma relação rápida e sem problemas entre as partes antigas e novas do Hospital. Esta ampliação de três pisos desenvolve-se em redor de dois pátios verdes. O pátio existente abre-se a Sul e ao novo pátio, através de um vestibulo transparente, até à praça principal.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL HEDWIGSHÖHE DE BERLIN

Localização: Hedwigshöhe, Berlin Superfície Construída: 30.000 m2

Número de Leitos: 94 Orçamento de Execução Material (PEM): 76.693.782,18 € Colaboradores:

Data Projecto: 1997-2002 Data Obra: 2003-2007 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Arquitectura:

Albert de Pineda Álvarez Manuel Brullet Tenas Joachim Staudt Christian Hubert

Propriedade: Senat de Berlin


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HOSPITAL DA LUZ LISBOA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

novo Hospital da Luz em Lisboa está dentro de um contexto que marcou notavelmente a idéia do projeto e do qual saíram todas as principais características que compõem o edifício: a tipologia construtiva, as relações com a malha viária existente e futura, a orientação solar, a topografia natural, os limites e as condições do terreno. As relações tipológicas funcionais entre os serviços sanitários definidos no programa medico arquitetônico a as proximidades entre eles, os diferentes tipos de circulações e acessos, a especialização de uso dos núcleos verticais de circulação as sua localização para conseguir um esquema de circulações tanto verticais como horizontais claro, a imagem do hospital compreensível desde o exterior. O projeto considera uma clara separação entre o Hospital e a residência. A pesar desta decisão, a conexão entre eles é fluida e bem organizada. Nos dois casos os ambientes internos foram estudados para que possuam vistas ao exterior e luz natural. Nas plantas térreo, primeira e porão distribui-se todos os serviços hospitalarias. Nos três níveis superiores colocam-

se os quartos. As circulações resultam ordenadas e criam boas conexões com os diferentes edifícios, dando resposta a dois princípios básicos: a relação entre as áreas funcionais e a separação entre as diferentes circulações. Um passo decisivo no projeto foi a idéia de construir um edifício horizontal, que se adapta ao entorno e que se abre a paisagem exterior. O objetivo tem sido criar ambientes domésticos e familiares, e conseguiu-se através dos materiais escolhidos, da organização de cada uma das plantas e graças também ao ritmo marcado dos pátios interiores do edifício. Num hospital de grandes dimensões o “desenho” das entradas é muito importante, por essa razão decidiu-se separá-las, para conseguir conforto e maior fluidez nas chegada dos pacientes e visitantes. A entrada do publico realiza-se através da parte oeste, enquanto o acesso da residência coloca-se do lado sudeste perto da fachada sul. A doca de carga, a entrada de emergências e do estacionamento publico estão na fachada norte.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL DA LUZ LISBOA

Localização: Av. Luisiada, 100. Lisboa, Portugal

Orçamento de Execução Material: 74.712.921,88€

Constructora: Emte. Teyco. Acsa

Superfície construída: 50.230 m2

Colaboradores

Propriedade: Grupo Espírito Santo Saúde

Data Projecto: 2003-2004 Data Obra: 2004-2006 Fases executades: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 238

Arquitectura: Patricio Martínez, Paula Pestana, Marc Gomà, Juan Garcia, Estanislao Rodríguez. Estrutura: FTA. Eng. Prazeres Ferreira Instalações: Grupo JG


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HOSPITAL DEL MAR DE BARCELONA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

edifício integra-se na frente marítima de uma cidade que se vira sobre o mar. Os rasgos característicos de este projecto são:

hospital reforçando os dois acessos actuais do hospital desde o Passeio Marítimo até à Rua Doctor Aiguader reforçanco a sua funcionalidade.

1.Definição dos novos alinhamentos das fachadas do hospital. No complexo dos Jogos Olímpicos de 1992, o bairro da Vila Olímpica transforma-se, recuperando a frente da cidade como passeio marítimo e a criando o Parque da Catalana.

6. Acesso técnicos. Os acessos ao hospital estão completamente diferenciados. Pelo lado da Circular do Litoral do novo edifício do Parque de Investigação Biomédica, o molhe de cargas e descargas garante a circulação de mercadorias e actua como suporte do hospital. O novo acesso de urgências médicas efectua-se desde o Parque da Barceloneta ao longo da Rua do Gás e através de uma zona coberta.

2. Proposta arquitectónica que integra dentro da macroilha resultante da invetigação, da educação e da assitência médica. 3. Personalização das estruturas arquitectónicas principais: o novo espaço central, o monobloco e o edifício de consultas externas em frente ao mar. 4. A luz natural como elemento qualificador dos espaços e como elemento de conforto. A proposta passa por dotar as zonas do antigo hospital de luz natural, tornando os pátios mais profundos; e pela obtenção da máxima luz zenital nos novos edifícios construídos. 5. Acessos de peões. Potenciamento do eixo central do

7. Circulações. Conseguir um tipo de circulações médicas e de público diferenciadas sem nenhuma interferência entre elas, e de uma grande claridade para possibilitar ao usuário uma boa orientação dentro do hospital, e ainda permitir a relação entre o exterior e o interior do edifício. 8. Volume edificado. Procurou-se um equilíbrio entre o objectivo de conseguir um edifício extenso e a vontade de preservar um espaço importante como a zona ajardinada. Ao mesmo tempo minimizam-se os percursos internos dos usuários.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL DO MAR EM BARCELONA

Localização: Passeig Maritim 25-29, Barcelona Superfície Construída: Reforma: 57.581 m2 Ampliació: 76.571 m2 Data Projecto: 2005-2007 Data Obra: 2007- en curs Fases executades: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Número de Leitos: 532 Orçamento de Execução Material : 101.304.945,28 € Colaboradores: ArquitecturaRaul Garcia, Alfonso de Luna, Simona Iaquinto, Jose Olagüe

Arq. técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

EstruturaManuel Arguijo Instalações: PGI Engeneering

Direcção de Execução:ENNE-GESTIÓ AC TIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYEC TOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: VOPI 4, Copcisa

Propriedade: IMAS (Institut Municipal d’Assistècia Sanitària)


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PARQUE DE INVESTIGAÇÃO BIOMÉDICA DE BARCELONA (PRBB)

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

parque de Investigação Biomédica está situado na 1ª

linha maritima de Barcelona, ao lado do Hospital

do Mar formando em conjunto com este e com

os edificios universitários da Universidade Pompeu Fabra e Universidade Autónoma de Barcelona uma macro ilha que agrupa assistência sanitária, docência e envestigação. A envolvente do terreno está caracterizado pela proliferação de edificios singulares (as duas grandes torres da Vila Olimpica, o novo edifício de Gas Natural, o pequeno edifício de habitação e a torre monobloco do Hospital do Mar, o peixe de Frank Ghery, um polidesportivo em processo de recuperação, etc.). A estratégia que está por detrás desta envolvente passou primeiro, por integrar o polidesportivo em processo de recuperação no edifício do Parque de Investigação Biomédica, colocando-o sob o mesmo, e segundo, encontrar uma volumetria que não entre em competiçãoem altura relativamente aos edifícios da envolvente, mas sim que se relacione formalmente e dialogue com eles. A proposta de uma grande plataforma que ordene o terreno, de forma muito irregular, e colocação em cima da mesma de um edifício sobreelevado em forma de tronco, com base eliptica, cortado diagonalmente, permitiu ordenar a envolvente e relacionalo de forma suave com os volumes mais próximos. A forma eliptica surge da necessidade de adaptar um edifício de grandes dimensões (cerca de 35.000 m2 acima do solo) a um terreno muito ajustado, de forma sensivelmente irregular e com volumetrias muito diferentes das existentes em seu redor. O edifício projecta-se necessariamente de forma compacta de forma a adaptar-se ao terreno, mas escadeia-se até ao mar, suavizando a frente maritima e adaptando-se às edificações do passeio maritimo, que nesta zona tem alturas reduzidas; Esta forma escadeada até ao mar, facilita a colocação de paineis solares na cobertura para a produção de água quente e electricidade. O interior do edifício vazia-se, para criar uma nova realidade independente da envolvente, que emoldurará e controlará as vistas ao mar e permitirá regular a entrada de sol. A estrutura do edifício tem uma consola de 7 metros em todo o seu perimetro. O revestimento da fachada é de madeira natural semiinterrompida, ligeira, que não toca o pavimento, que tenta aligeirar visualmente o edifício. Com a sua concepção compacta e unitária apresenta uma grandeza consideravel. Esta segunda pel permite um bom control luminico e energético do edifício.


ACIA_55 PISO 1

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


PARQUE DE INVESTIGAÇÃO BIOMÉDICA DE BARCELONA (PRBB)

Localização: c/ del Doctor Aiguader, 88, Barcelona Superfície Construída: Sobre Rasant: 35.300 m2 Sota Rasant: 20.200 m2 Data Projecto: 1998-2001 Data Obra: 2001-2005 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Orçamento de Execução Material (PEM): 77.021.981,72€

Colaboradores Arquitectura: Alfonso de Luna, Toni Montes, Raúl Garcia, Volker Zimmermann, Estefania Aguado, Josep Rouro, Marc Muntané, Eva Tamayo, Jaume Piñol Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado),Francesc Xurigué

Constructora: Ute Dragados-Comsa, Ute Axima-Klimacal, Ute Cobra-Elecnor

Estructura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Propriedade: Comunitat de bens del Parc de Recerca Biomédica de Barcelona: El Consorci de la Zona Franca, Ajuntament de Barcelona, Generalitat de Catalunya (DURSI: Departament d’Universitats, Recerca i Societat de la Informació)

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado),Francesc Xurigué

Premios: FAD dels socis i finalista premi FAD d’Arquitectura Barcelona Meeting Point 2008

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: Servei de Prevenció Gaudí


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HOSPITAL QUIRÓN MADRID

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

Novo Hospital Quirón Madrid localiza-se na cidade de Pozuelo del Alarcón ao este da cidade de Madrid num enorme terreno de 34579 m². Da analise da estrutura urbana e paisagística da cidade e da sua imagem característica, optou-se por um edifício que se adapta ao território, aberto à luz e a paisagem, evitando edificações excessivamente altas e densas que prejudicam o equilíbrio entre edifício e paisagem. Também se buscou uma imagem clara de edifício que desde longe fosse facilmente identificável. Tipologicamente trabalhouse com um esquema de malha bidirecional e com uma estrutura de baixa densidade onde os pátios interiores são característicos. Situou-se o edifício no lote seguindo a direção Norteoestesur-este e a diretriz da estrada de acesso, conseguindo o seguinte: 1. A melhor orientação solar do edifício, as unidades de internamento estão orientadas a Sul. 2. Orientar as unidades de internamento (UI) na fachada mais tranqüila, com menor impacto acústico proveniente das vias que definem o perímetro do lote na sua orientação este noroeste. Alem de conseguir visuais das zonas ajardinadas desde as UI dando assim uma imagem mais domestica a estes espaços. 3. Ao norte coloca-se como “barreira acústica” o edifício mais denso e de maior intensidade de uso, colocando-se as funções mais intervencionistas como o bloque operatório, unidades intensivas e emergências. 4. Para resolver a necessidade de estacionamento das visitas e pessoal sanitário cria-se um vazio no lote para colocar um enorme estacionamento o mais próximo aos pontos de acesso do Hospital. Em resumem o edifício está pensado como uma gradiente de intensidades de usos. O paciente é submetido à intervenção, analises e curas na parte mais densa e ao norte do edifico e descansa e se recupera nos quartos colocados a Sul, com boa orientação solar e em contato com a vegetação dos pátios. Estes foram projetados não só como pátios, mas sim como paisagem interessante. O desenho das fachadas pensou-se como uma solução doméstica, amável. A proposta Arquitetônica pretende possibilitar um entendimento direto e fácil da organização do edifício e do seu usuário, de tal maneira que possam orientar se a todo o momento, como o conseqüente aumento do conforto que isto produz. A luz e as vistas ao exterior, constante em todo o edifício, contribuem a aumentar essa sensação de conforto.


Planta Baixa

PISO 0

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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL QUIRÓN MADRID HOSPITAL QUIRÓN MADRID

Alçat nord

Emplaçamanet: c. Diego de Velázquez, núm.1; Pozuelo de Alarcón, Madrid Localização: c/ Diego de Velázquez, núm. 1; Pozuelo de 2 Superfície Alarcón, Madrid construida: 68.065 m Superfície Construída: Data 68.065 m2 d’inici: 2004 Data de fi de l’obra: 2006 Data Projecto: 2002-2004 Data Obra: 2005-2007 Fases executadas: Concurso, Ante-proyecto, Básico, Ejecutivo, Dirección de Obra Número de Leitos: 191

Pressupost d’Execució Material (PEM): Arquitectura: Xavier Llambrich, Albert Vitaller, 44.081.238 € Patricio Martínez, Marc Gomà, Roberto Cortés de llits: 191(PEM): Estructura: Manuel Arguijo Direcção de Execução: OrçamentoNúmero de Execução Material Grupo J.G.S.L. ENNE-GESTIÓInstal·lacions: ACTIVA DE PROYECTOS, 44.081.238€ Autors: Arq. Tècnics: Imma Casado Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: Albert de Pineda Álvarez Coord. Seguretat i Salut: Payma Cotas Colaboradores Payma Cotas Constructora: Dragados - Vias (Pinearq, s.L.) Propietat: Arquitectura: Xavier Llambrich, Albert Vitaller, Constructora: Grupo Hospitalario Quirón, S.A. Col·laboradors: Patricio Martínez, Marc Gomà, Roberto Cortés Dragados - Vias Arq. Técnica: Imma Casado, Josep Molero Estrutura:Manuel Arguijo Propriedade: Instalações: Grupo JG Grupo Hospitalário Quirón, S.A.


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NOVO HOSPITAL DE LOURES, LISBOA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


A

construção do novo Hospital de Loures enquadra-se no Programa de Parcerias Público Privadas para a Renovação e Modernização da Rede Hospitalar do Serviço Nacional de Saúde no âmbito do Plano Nacional de Saúde em Portugal. O projecto situa-se a sul da cidade de Loures, na Quinta da Caldeira, freguesia e concelho de Loures. Na implantação do Hospital de Loures houve a preocupação de posicionar o edifício por forma a que pudesse captar mais luz e energia no sentido de assegurar uma construção sustentável. A sua orientação é fruto de um estudo aprofundado sobre estes factores, com o objectivo de proporcionar aos seus espaços um melhor enquadramento de vistas, e a protecção do ruído provocado pelo equipamento do Centro Comercial localizado no terreno ao lado. A boa orientação solar e a utilização de iluminação natural, constituiram uma preocupação na previsão das unidades de internamento assim como em todas os outros serviços, nem sempre privilegiados nestes aspectos em projectos similares, através da criação de vários pátios ajardinados no embasamento do mesmo. Deste modo assegura-se, não só a entrada de luz e ventilação natural a todo o complexo, como também a necessária privacidade entre os diferentes serviços e o cumprimento das normas de segurança exigidas, nomeadamente acesso a fachadas e caminhos de evacuação.

Optou-se por uma Unidade Hospitalar em rede, adaptada à topografia existente, aberta à luz e à paisagem envolvente, num equilíbrio perfeito entre volumes, paisagem e infraestruturas. O hospital desenvolve-se aproximadamente a partir de um eixo sudeste/noroeste, num corpo de forma rectangular, aberto pontualmente por praças de acessos diferenciados e pátios, tendo em termos volumétricos uma leitura clara de um corpo, integrando as melhores soluções quer de orientação quer de vistas no seu sector de internamento e zonas públicas. Esta solução articula-se de forma harmoniosa com o território, permitindo a “intrusão” do verde e o permanente contacto com a paisagem, proporcionando deste modo um conjunto de espaços complementares tratados e ainda uma área envolvente considerável, que contribuirá para o enquadramento e qualificação da paisagem e dos espaços de utilização pública proporcionados por esta solução. Estabelece-se ao nível do embasamento, uma plataforma de referência constituída pela planta 0, que dá ao hospital um sentido claro de organização, pois contém as diferentes entradas do edifício. O edifício destaca de forma clara a zona de entrada principal através de um grande hall, aberto à paisagem e aos espaços exteriores, cujo acesso se realiza através de uma grande praça coberta. Esta situação é enfatizada pelos sugestivos percursos pedonais criados a partir dos novos espaços verdes, como forma de marcação


ACIA_55 do carácter público do próprio edifício. O Hospital de Loures organiza-se em torno de entradas autónomas, estruturadas de acordo com a tipologia dos utilizadores, as quais distribuem, posteriormente, os fluxos internos em direcção a múltiplos destinos. Estão previstas dois acessos distintos, em função do tipo de utilizador do recinto hospitalar: um acesso principal, para acesso pedonal e de veículos (de emergência, visitantes, utentes e pessoal em funçoes e transportes públicos)um acesso secundário, para acesso de veículos pesados e ligeiros, ligados à logística do hospital.É proposto um acesso diferenciado às urgências de forma a permitir a circulaçao exclusiva e desimpedida de veículos prioritários.A estrutura física e funcional do Hospital de Loures caracteriza-se por duas linhas de desenvolvimento. Por um lado, uma dimensão horizontal com 5 pisos acima do solo e um enterrado, dos quais no piso -1 se localizam os serviços de apoio geral do Hospital, com acesso directo desde o exterior, alguns serviços de apoio clínico, Centro laboratorial, morgue, farmácia, e um parque de estacionamento subterrâneo. O piso 0, ao nível da entrada principal do Hospital, abrange 2 alas paralelas e 3 perpendiculares relacionadas por ligações transversais, proporcionando a instalação dos serviços de urgência geral, pediátrica e obstétrica, todos na mesma ala com acesso próprio desde o exterior e relativamente isolada das restantes alas e da entrada das consultas externas, da medicina física e de reabilitação e da hemodiálise.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


NOVO HOSPITAL DE LOURES

Localização: Quinta da Caldeira, Sítio da Agonia Santo António dos Cavaleiros, Loures, Lisboa

Orçamento de Execução Material (PEM): 765.500,00 €

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: Teixeira Trigo / Cenor

Superfície Construída: 63.241,00 m²

Colaboradores:

Constructora: HL-Construção, ACE (Mota Engil / Opway)

Arquitectura: Albert de Pineda Álvarez, Paula Pestana, Miguel Saraiva, Luis Barros Estrutura: Grese Instalações: Layout

Propriedade: SGHL (Sociedad Gestora Hospital Loures)

Data Projecto: 2008-2009 Data Obra: 2010- em execução Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 419

Direcção de Execução

Miguel Saraiva & Associados


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HOSPITAL MILITAR ALEJANDRO DÁVILA BOLAÑOS, MANAGUA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

novo Hospital Militar Escuela Alejandro Dávila Bolaños é um edifício completamente novo situado na cidade de Manguá em Nicarágua. A imagem do Hospital projetado é a de um edifício aberto, com as melhores orientações e vistas. Um edifício com elementos que servem de filtros para a passagem do exterior ao interior, pérolas, pátios, áreas sombreadas que geram ambientes de estar junto aos acessos do Hospital. A funcionalidade e a racionalidade das soluções unicamente se conseguem com claridade nas circulações, e no planejamento dos espaços, agrupando de forma racional os diferentes serviços do Hospital. Dedicar a cada espaço uma função, de forma que cada função tenha a sua localização e seu lugar especifico. O hospital dispõem de uma extensa base com dois níveis

nos quais se incorpora todo o programa funcional, a exceção das Unidades de Internamento (UI), de tal maneira que se consegue uma fácil acessibilidade para a maioria dos usuários do Hospital, facilitando uma continuidade espacial e visual entre esses dois níveis, em diferentes áreas do edifício, como Consultas Externas, Hall de recepção, encontro das circulações horizontais e verticais de uso interno. Por cima de esta base estão as UI duas por planta e em dois níveis, independentes do resto do Hospital e servem de ponto de referencia ao exterior e ao entorno da cidade. As unidades configuram um ambiente diferenciado do resto do hospital e está composta por cinco franjas em planta os quartos nas fachadas o corredor e uma franja central de serviços comuns, estação de enfermaria, armazéns de maneira a aproveitar o espaço ao maximo com o mínimo uso de funcionários.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL MILITAR ALEJANDRO DÁVILA BOLAÑOS, MANAGUA

Localização: Rotonda del Gueguense, 350 m al este, Managua, Nicaragua

Orçamento de Execução Material (PEM): 40.086.112,38€ Colaboradores

Superfície Construída: 47.107,32 m2 Data Projecto: 2008-2009 Data Obra: Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao Número de Leitos: 331

Arquitectura: Consorcio Gesaworld S.A., Juan Garcia, Raffaella Scorziello Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Estructura: Dop Ingenieros Consultores, Managua Instalações: IMETCO, Barcelona

Propriedade: Banco Centro Americano di Integrazione Economica


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HOSPITAL QUIRÓN BARCELONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

Hospital Quirón Barcelona localiza-se no bairro de Gracia em Barcelona, ao lado do parque sanitário Pere Virgili e da Ronda de Dalt (circuvalaçao) da cidade. O terreno possui uma superfície de 6.937 m². O edifico volumetricamente dá uma resposta à particular topografia do terreno, cuja característica principal é o grande declive no sentido noroeste, com um desnível máximo de 16 metros. Está composto de um embasamento e um edifício em “L” que o engloba. Alem disso o edifício se adapta a um entorno urbano particular, o grande nó de circulação da praça Alfonso Comin e a um programa funcional complexo e específico como é o programa Hospitalar. Nos níveis superiores da edificação configura-se em forma de “L”, onde se situam as seis unidades de internamento. Os níveis situados entre o Hall e as unidades de internamento foram destinados a consultas externas, exploração específica, Cuidados Intensivos e hospital de dia. Nestas plantas a forma não responde unicamente as necessidades do programa funcional, mas tenta relacionar se com a topografia e morfologia do terreno, configurando se como a base onde descansam as plantas de internamento. O nível

térreo, situado na cota +187,50 do terreno faz a função de Hall, é a planta de acesso para o publico tanto pedestre como em carro. Esta planta está relacionada com a praça exterior e a zona ajardinada que se criou na parte noroeste do terreno. Assim sendo, esta planta alberga todos os usos mais públicos, como são a cafeteria, o auditório, adições e faturamento e por ultimo uma área comercial que pode funcionar de maneira independente ao hospital, já que tem acesso independente. As duas plantas imediatamente inferiores ao hall foram destinadas aos serviços assistenciais como são as emergências, apoio ao diagnóstico, centro cirúrgico, centro obstétrico, recovering, esterilização e laboratórios. Devido ao declive do terreno e a articulação dos pátios projetados estas plantas possuem acessos diretos a rua.Por debaixo de estas plantas encontramos a planta de serviços gerias e os três níveis de estacionamento. Na parte inferior do solar colocaram se de forma independente os três acessos principais do Hospital, o de publico e pacientes na cota +187, o de emergências na cota 185 e o de entrada de mercadorias na +182.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL QUIRÓN BARCELONA

Localização: Pl. Alfonso Comín 5-7, Barcelona

Orçamento de Execução Material (PEM): 49.894.838 €

Superfície Construída: 57.775 m2

Colaboradores: Arquitectura: Xavier Llambrich, Alfonso de Luna, Patricio Martínez, Silvia Salueña, Albert Vitaller, Pau Calleja, Marc Gomà, Juan Garcia, Gerardo Solera Arq. Tècnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE

Data Projecto: 2003 - 2005 Data Obra: 2005 - 2007 Fases executadas: Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 177

PROYECTOS, S.L.(Imma Casado), Josep Molera

Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Direcção de Execução ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúd ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: Dragados - Vias Propriedade: Grupo Hospitalário Quirón, S.A.


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REABILITAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL RESIDENCIAL DO MAR, LISBONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

edifício da residência medicalizada de Loures localizar-se-á antiga estação agronómica nacional no bairro da Petrogal na Bobadela, Loures. Propõe-se a reabilitação parcial do edifício existente e a ampliação de uma ala de construção nova, em que a estrutura, distribuição, funcionalidade e tipologia de fachadas foram pensadas de forma a satisfazer plenamente todos os requesitos que um equipamento destas caracteristícas requere.

se um novo volume de três pisos acima do solo e um en cave, en forma de “L” interligado com o edifício a reabilitar.

O edifício costruido tem uma capacidade de 146 camas distribuidas por três pisos acima do solo e um en cave.

A resolução das fachadas teve como pressuposto fundamental a entrada de luz e sol em todos os quartos. Para que este se cumprisse criou-se uma fachada com 50% de superfície envidraçada, utilizando paineis de lâminas de madeira de correr, que permiten ao utilizador regular tanto a luz como o sol escurecendo parcialmente os quartos se este assim o desejar. A madeira, o vidro e o reboco monocapa são os materias predominantes na fachada criando uma combinação alegre e dinâmica perfeita para um edifício com estas caraterísticas.

Propõe-se a demolição de uma parte do edifício existente e a reabilitação da outra parte-a de maior interesse arquitetónico, com o objectivo de aqui implementar as zonas assistenciasis, espaços de apoio, e zonas comuns da residência. Devido à especifícidade da malha estrutural necessária para a distribução de uma unidade de internamento e com a pretensão de conseguir o maior conforto possivel para os utentes e a melhor disposição dos quartos, edifica-

Nos pisos 0,1, e 2 prevê-se uma unidade de hospitalização, que funcionará como uma peça independente e por si mesma, para além dos quartos os pisos contarám com un controle, com uma copa, uma sala de refeiçoes, zona de roupa suja e instalações sanitárias adaptadas. A forma en “L” do edifício permite orientar um maior número de quartos a sul e com vistas para o rio.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


REABILITAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL RESIDENCIAL DO MAR, LISBOA

Localização: Rua dos Girassóis, 381, Bobadela, Lisboa, Portugal Superfície Construída: 7.465 m2 Data Projecto: 2002- 2004 Data Obra: 2004 - 2006 Fases executadas: Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 146

Orçamento de Execução Material : 6.400.000 €

Direcção de Execução:

Colaboradores:

Constructora: HCI Construções S.A.

Arquitectura: Patricio Martínez, Paula Pestana, Marc Gomà, Juan Garcia, Estanislao Rodríguez Estructura: Pecnon Gabinete de Estudos e Projectos, LDA Instalações: Técnica e Projecto de Engenharia Tec Proeng

HCI Construções S.A.

Propriedade: Espírito Santo Saúde


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HOSPITAL SANT JOAN DESPÍ DOCTOR MOISÈS BROGGI

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

Hospital Sant Joan Despí Doctor Moisès Broggi é um

Llobregat.

hospital

Arquitectonicamente optou-se por um edifício compacto que preveja o

uma população de 300.000 habitantes de Baix Llobregat.

de

nova

construção

destinado

a

servir

sulucionamento técnico e funcional dos seguintes conceitos:

A organização e disposição do hospital dentro da parcela é

1. Especialização das circulações:

determinada pelos acessos à mesma, pelas orientações, e pelas

Conseguir um tipo de circulações médicas e de público diferenciadas

condições topográficas do terreno.

sem nenhuma interferência entre uma e outra, e de grande claridade

A adaptação ao lugar, e as suas condicionantes de acesso e

para possibilitar ao utente uma boa orientação dentro do hospital com

envolvente, explicam a solução adoptada. Efectivamente, o terreno

a possibilidade de relacionar o exterior com o interior do edifício. De

conta com um longo limite orientado a norte onde se localiza a Avenida

aque a solução de colocar todas as zonas assistenciais na primeira

de Baix Llobregat. O acesso principal faz-se pelo extremo Sudoeste da

cave, de modo a evitar o apareceimento de camas no piso de acesso.

parcela, na cota mais alta, a partir da qual se pode aceder também

A proposta de uma acesso independente às consultas externas e

à zona ambulatória. O acesso principal a esta zona é independente

aos restantes serviços ambulatórios, possibilita o acesso de visitas

e situa-se na fachada Norte, na Avenida de Baix Llobregat, desde a

externas ou ebcanados desde os acessis diferenciados.

qual se pode aceder mais facilmente em transporte público (eléctrico e autocarro).

2. Unidades de hospitalização

Com o objectivo de diferenciar os acessos segundo a funcionalidade,

Organizaram-se todos os quartos das unidades de internamento

o acesso de urgências situa-se no extremo Noroeste da parcela. Este

orientadas a Sul e ao novo parque, com vistas sobre uma zona traquila

acesso está na cota mais baixa e está um piso abaixo do acesso

e arborizada.

principal. Finalmente, o acesso ao cais de carga e descarga encontra-

Evitou-se que as unidade de internamento fiquem isoladas uma

se na parte Este.

relativamente à outra de modo a que assim se possibilite a interelação

Na parte frontal de edifício localiza-se um estacionamento público de

do pessoal de saúde, de aqui surge a solução de quatro unidades no

717 lugares para utilizadores do Hospital.

primeiro piso, três na segunda e três na terceira.

A imagem do Hospital é a de um edifício acessível, sem barreras,

3. Área de consultas externas

adaptado ao lugar e de enorme relevância para a zona de Baix

Para melhorar a funcionalidade a área de consultas externas é


ACIA_55 diferenciada da área hospitalar propriamente dita. Potenciou-se a entrada de iluminação natural através da iluminação zenital, sem ser necessária a introdução de pátios originando assim um edifício compacto, que proporciona menores custos de funcionamento. 4.Volume edificado Procurou-se um equilibrio entre a ideia de conseguir um edifício extenso e a vontade de preservar um espaço importante como zona ajardinada.Simultaneamente minimizam-se os percursos internos dos utentes de modo a tornar mais racional o funcionamento do hospital. Esta compactação arquitectónica e a localização de uma percentagem muito significativa do edifício em cave, levaram à localização de diversos pátios que permitem iluminar a maior parte dos espaços do edifício, e proporciando um desenho urbano mais discreto, apesar do grande volume de edificação. 5. Sustentabilidade Este é um edifício que desde o projecto inicial incorpora características de sustentabilidade procurando criar um edifício que permite uma elevada poupança energética. São portanto fundamentais tanto a instalação de mecanismos técnicos, como são placas fotovoltaicas e os sistemas de reaproveitamente de águas pluvias; como características de desenho arquitectónico: edifício mais fechado a Sul, controlo da iluminação exterior mediante brise-soleils, e desenho cuidado das fachadas.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


HOSPITAL SANT JOAN DESPÍ DOCTOR MOISÈS BROGGI

Localização: Av. del Baix Llobregat s/n

Orçamento de Execução Material: 56.177.310,57€

Superfície Construída: 45.725,78 m2

Colaboradores:

Data Projecto: 2004 - 2006 Data Obra: 2005 - 2010 Fases executades: Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 322

Arquitectura: Marcial Novo Mazuelos, Alfonso de Luna Colldefors, Juan Sainz de los Terreros Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Estrutura: Gerardo Rodríguez González (STATIC INGENIERÍA, S.A.) Instalações: Josep Zaldivar Portilla (Grupo JG)

Direcção de Execução:ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: Sanibaix Propriedade: Consorci Sanitari Integral


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HOSPITAL DE SANTA CATERINA PARQUE HOSPITALAR MARTÍ I JULIÀ DE SALT, GIRONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

novo Hospital de Santa Caterina localiza-se em Salt, muito perto de Girona, Catalunha, Espanha, fazendo parte do complexo do parque Hospitalar de Martí i Julià, além de este edifício, também são de nossa autoria o edifico de Transtornos Mentais Severos (TMS) e o edifício do Sociosanitario (geriátrico). Faz parte do parque o edifício de serviços centrais do Instituto de Assistência Sanitária. A proposta do novo Hospital de Santa Caterina está influenciada pelo conceito dos edifícios e jardins do edifício psiquiátrico (TMS) que já ocupava parte do terreno onde se desenvolveu o projeto. Propõem a construção em pavilhões, na parte interior do parque sanitário para manter a sensação de pouca densidade. A colocação de alguns pátios entre estes pavilhões de um andar, apenas, alem de dar luz e um ambiente natural ao interior, também serve para relacionar o arvorado do parque com o Hospital. Projetou-se um Hospital baixo e extenso, organizado em base a uma malha bi reticular em dois sentidos, sobrepostos a uma estrutura lineal de crescimento este - oeste. A malha de circulação coincide com esta direção, é um conjunto circulatório paralelo, que agrupa circulações hierarquizadas, umas para o pessoal sanitário e outras para os pacientes e vistas. O resultado é uma estrutura hospitalaria na qual o crescimento e as ampliações não são somente possíveis, senão que são consideradas como premissas do projeto. A proposta arquitetônica possibilita um entendimento direto e evidente da organização do edifício pelos usuários, de tal maneira que em todo momento se localiza e orienta-se dentro do edifício. A luz e as vistas ao exterior contribuem a aumentar o conforto do pessoal sanitário e dos pacientes e usuários. O predomínio das relações horizontais e a ordem da planta, com as pautas dos pátios interiores dão essa claridade organizativa ao conjunto. A organização do Hospital responde ao critério de situar as unidades de apoio assistencial e dos serviços de consultas externas na planta baixa. Desde o Hall de entrada distribuise o publico para os serviços da franja Oeste, Consultórios, explorações especiais e reabilitação; e para a franja este, refeitório, apoio ao diagnostico, que se organiza com uma circulação somente para pacientes externos procedentes do hall de entrada e outra de pacientes internos que vem de emergências e das unidades de internamento. Nesta franja desde o Hall localizam-se as salas de Rx, TAC e ressonância magnética, emergências, Centro cirúrgico e centro obstétrico.


PARQUE HOSPITALARIO MARTÍ Y JULIÀ El diseño corresponde a un Hospital bajo y extenso, organizado en base a una malla bi-reticular en dos direcciones sobrepuestas a una estructura lineal de crecimiento este-oeste con unos patios que dan luz y ambiente natural al interior.

(Pinearq, S.L.)

Emplazamiento: Av. doctor Castany s/n. Salt (Girona)

Número de camas: 222

Constructora: Necso

Superficie construida: 27.387 m2 Fecha de inicio: 2001 Fecha de fin de obra: 2005 Presupuesto de Ejecución Material (PEM): 18.037.677,69 €

Colaboradores: Arquitectura: Alfonso de Luna, Albert Vitaller Estructura: Manuel Arguijo Instalaciones: Grupo J.G. Arq. Tecnicos: Francesc Xurigué, Valeri consultors

Project manager: RQP Arquitectura, S.L

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Propiedad: Institut d’Assistència Sanitària (IAS) Premios: Premio de Arquitectura de las Comarcas de Girona 2005

Planta Primera

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


HOSPITAL DE SANTA CATERINA. PARQUE HOSPITALAR DE MARTÍ I JULIÀ

Localização: Av. Doctor Castany s/n, Salt (Girona)

Orçamento de Execução Material: 18.037.677,69€

Constructora: Necso

Superfície Construída: 27.387 m2

Colaboradores

Propriedade: Institut d’Assistència Sanitària (IAS)

Data Projecto: 2001-2003 Data Obra: 2003-2005

Arquitectura: Alfonso de Luna, Albert Vitaller Arq. Técnica: Francesc Xurigué, Valeri Consultors Estructura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo J.G.

Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao Número de Leitos: 222

Premios: Premio de Arquitectura de las Comarcas de Girona 2005


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HOSPITAL “TODOS OS SANTOS” LISBOA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

novo hospital de Todos os Santos, em Lisboa insere-se na segunda etapa das parcerias público-privadas lançadas em concurso pelo Ministério da Saude de Portugal. A construção do hospital de Todos-os-Santos deverà responder às necessidades da população da freguesias da zona oriental do concelho de Lisboa, e ainda de freguesias afectas ao concelho de Loures. O terreno onde será construído o novo hospital de TodosOs -Santos, situa-se na zona oriental le Lisboa, mais precisamente na zona de Chelas, y serà composto por duas parcelas. O projecto para o hospital de Todos-Os-Santos define-se por um edifício principal que ocupa a parcela A do terreno, e em um segundo edifício na parcela B, afecto ao ensino e formação. O edifício principal é composto por um volume de “embasamento” composto por três corpos longitudinais. Sobre este “embasamento” localizam-se perpendicularmente os volumes das unidades de internamento. O edifício do ensino e formação apresenta uma volumetria equivalente à do internamento e funciona como limite formal da composição.

O edifício a contruir tem una capacidade 789 camas distribuidas em cuatro volumes. Estes volumes de internamento são interligados entre si, em todos os pisos, por corredores/pontes que se desenvolvem no sentido nascente/poente. Estes corredores estão desfasados entre si, não criando um efeito de barreira vertical. O volume do “embasamento” é perfurado pela inclusão de inúmeros pátios que se tornam num elemento central na arquitectura, ao serem repetidos pela extensão total do edifício. Estes elementos permitem a criação de espaços visuais de relaxamento, poços de obtenção de luz natural, e áreas verde de enquadramento. Revestidos na sua quasi totalidade por elementos de vidro, os grandes pátios iluminam os corredores e espaços anexos localizados no “embasamento”. O projecto propõe também poços de luz que permitem a captação de luz natural para diferentes locais do hospital. Ainda de salientar que na solução apresentada foi largamente tida em conta a preocupação proposta pelo cliente em salientar os espaços programados no âmbito pediátrico e no âmbito do ensino e investigação que foram os grandes “coordinadores” do edifício.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


HOSPITAL “TODOS OS SANTOS” LISBOA

Localização: Chelas, Lisboa

Orçamento de Execução Material (PEM): 430.670.000 €

Superfície Construída: 240.000 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2009 - 2010 Data Obra: Fases executadas: Concurso Número de Leitos: 789

Arquitectura: RRJ Arquitectos, Manuel Abreu, Paula Pestana, Bernardo Vaz Pinto, Antonio Mota, Gerardo Solera Estructura: PROAFA Instalações:Soares da Costa S.A.

Propriedade: Parcerías de Saúde Ministerio de Saúde Portugués


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RESIDÊNCIA SOCIOSANITARIA “EL CARME” EM MONTIGALÁ, BADALONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


A

Residência Sociosanitaria de longa permanência “El Carme” localiza-se em Montigalá, um bairro da cidade de Badalona, Catalunya, Espanha. O projeto adaptou-se a proposta municipal de ajardinamento do parque e seus percursos, o que permitiu uma adequada relação com as diferentes tipologias urbanas do seu entorno imediato sem prejudicar a necessidade de manter âmbitos mais reservados, devido ao tipo de uso do centro sanitário. O edifício dividiu-se em três prismas retangulares paralelos, dois de eles com andar térreo mais dois andares e o terceiro com apenas, um. As unidades de residência dispõem de um controle de enfermaria por bloco e planta, de acordo ao programa funcional. As diferentes plantas estão relacionadas com a área ajardinada para evitar o isolamento das unidades com o exterior.A disposição em planta, em forma lineal permite definir uns pátios nos quais se organizam as atividades comuns e publicas do centro. Desta maneira as arvores e o jardim converte-se em um elemento básico para a ordenação do edifício. Para o projeto do novo edifício teve-se em consideração os seguintes aspectos arquitetônico. Flexibilidade. Para a adaptação dos espaços para diferentes requerimentos, como o crescimento ou diminuição das atividades assistenciais, novos tratamentos ou mudanças de uso, etc... Integração. Dentro do conjunto qualificado para a validez do paisagismo e como parte de um parque, mediante a organização em planta e em corte. Gestão, dimensional e organizativa do edifício, para poder funcionar otimizando ao Maximo os recursos disponíveis do centro. “Domesticidade” tratamento dos espaços para dotar-los do maior conforto possível para os pacientes de longa permanência que caracterizam o usuário do centro. Segurança. Organização dos espaços públicos interiores e exteriores para permitir um fácil controle e seguimento dos pacientes. Buscou-se que a imagem do edifício se integra se com a dimensão da paisagem, evitando que uma edificação muito alta ou um volume exagerado prejudique o equilíbrio entre a construção e a vegetação. Dede uma longínqua visão o edifício resulta em uma imagem clara, representativa e identificável, a dimensão reduzida, a cor e o ritmo regular do volume confirmam esses valores.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


RESIDÊNCIA SOCIOSANITARIA “EL CARME” EM MONTIGALÁ, BADALONA

Localização: Montigalá, Badalona

Orçamento de Execução Material (PEM): 7.273.546,93 €

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Superfície Construída: 9.037 m2

Colaboradores:

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Data Projecto: 1999-2003 Data Obra: 2003-2004 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra

Arquitectura: Mª Angels Manchado, Albert Vitaller Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE

Constructora: ACS

Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Propriedade: Hospital Municipal de Badalona

PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)


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LABORATORIO ANTIDOPING EM DOHA, QATAR

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

laboratório “Qatar AntiDoping” projecta-se para a cidade de Doha em Qatar. O edifício foi pensado como um único volume de vidro que se apoia sobre uma plataforma, na qual se posiciona à cota da entrada principal. Na zona da entrada localizam-se as actividades de maior atenção ao público. Desta forma o maior fluxo de usuários e de pessoal está limitado ao níveis inferiores, de forma a que não se congestionem as circulações e os fluxos verticais de forma excessiva. Ao nível da composição, tentou-se reproduzir um bosque de pilares, recordando a atmosfera do espaços interiores que se encontram nos Palácios Persas e nas mesquitas, em constante relação visual no exterior, criando zonas de sombra e de frescura, graças à utilização de espelhos de água. Uma cobertura plana perfurada cobre o edifício de cinco pisos, respeitando a forma em “U” da planta dos laboratórios e criando jogos de luzes e sombras dentro do pátio. A protecção dos raios solares e a necessidade de escurecer são dois elementos que caracterizam o projecto. Devido à sua localização especial, num país cujas temperaturas são muito altas, no qual é necessária a protecção solar em qualquer momento do dia, pensou-se em criar uma pel exterior ao muro cortina contínuo, que funcionasse com elemento passivo solar. A união destes elementos: a caixa do volume, o vidro, a água e as colunas, criam jogos de luzes e sombras que recordam as referências históricas das diferentes culturas que conviveram no Qatar. Aparte a nova torre do projecto foi pensada para devolver ao território o emblema dos edifícios tradicionais, tipicos desta zona, para dar familiriedade a novas edificações, combinando tradição e contemporeineidade. Em planta, o edifício resolveu-se em forma de “U”, dando uma resposta às exigências funcionais e espaciais, de forma eficaz e concebendo a todos os espaços uma grande qualidade arquitectónica pelos materiais utilizados de alta qualidade e por controlar a luz dos espaços interiores. O pátio interior, formado pela forma em “U” da planta, cria um espaço com caracteristicas domésticas e introversas, a presença dos espelhos de água cria uma sensação de frescura e correntes de ar para ventilar o edifício.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


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POLICLINICO DE BARI

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

policlínico de Bari, cidade mediterrânea do sul da Itália, é o hospital mais importante da região da Puglia e esta localizado entre os edifícios com a tipologia de “Hospitais em pavilhão” mais importantes a nível nacional. A sua localização é estratégica para a capital da região e a malha urbana a qual pertence é de grande interes histórico e urbanístico. O terreno do novo edifício denominado Asclepios III encontrase no extremo noroeste do policlínico, área esta que nos últimos anos sofreu modificações arquitetônicas e urbanísticas. A peculiar localização e função, pensado como ampliação do centro cirúrgico existente, foi um importante ponto de partida para o desenvolvimento do projeto com o objetivo de conseguir uma uniformidade formal e dimensional com os edifícios vizinhos, graças a criação de espaços abertos e de zonas de estar. O objetivo é conseguir uma arquitetura acolhedora e moderna, espelho da inovação tecnológica do terceiro milênio com uma intervenção de reforma urbana. Organizar o novo edifício de maneira clara e lineal em relação funcional com as atividades dos edifícios vizinhos, a coexistência das atividades hospitalarias com as funções típicas da atividade universitária.

J.D.

E finalmente reduzir de forma significativa o gasto energético, aumentando a Qualidade Ambiental do projeto. O edifico Asclepios III é o resultado de uma perfeita síntese entre a arquitetura e a inovação. Na qual a escolha da aplicação dos princípios básicos das técnicas da arquitetura eco sustentável típica da tradição mediterrânea, os materiais da região, capazes de reduzir ao mínimo o impacto ambiental no seu ciclo de vida e a tecnologia das modernas instalações e sua flexibilidade ao serviço das atividades hospitalarias, conseguiram uma alta qualidade morfológica e estética que configura a nova porta de entrada do Policlínico de Bari. O edifico pode-se definir como um “edifício ponte” os dois volumes onde estão as consultas, a cafeteria e o Hall de entrada constituem a base na qual se apóia o resto do edifício onde principalmente localizam-se unidades de internamento. O acesso ao edifício se faz através de um percurso ao ar livre, que fica coberto por um portico de aço e madeira, alem de zonas verdes e plantas de folhas caducas, criando um ambiente fresco no verão e agradável durante o resto do ano.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


POLICLINICO DE BARI

Localização: Piazza Giulio Cesare 11, 70124, Bari, Italia

Orçamento de Execução Material (PEM): 53.550.000 €

Superfície Construída: 27.160 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2008-2009 Data Obra: Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao Número de Leitos: 156

Arquitectura: Raffaela Scorziello, Nicola Paltrinieri, Camila Ormonde, Helena Henriques, Pedro Pombinho Instalações: Steam Ingegneria Estrutura: Pietro d’Ambrosio

Propriedade: Azienda Ospedaliero Universitaria Consorziale Policlinico di Bari


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RESIDÊNCIA SOCIOSANITARIA MOLÍ D’EN ROVIRA, VILAFRANCA DEL PENEDÈS

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


A

Residência Sociosanitaria de la permanência localiza-se no bairro de Molí d´en Rovira, em vila franca Del Penedès, cidade de 38.000 habitantes situada a 50 km da cidade de Barcelona, na Espanha. Projetou-se um edifício lineal seguindo a tipologia do bairro, com orientação norte-sul, deixando as salas de atenção e terapia na fachada sul, com melhor incidência solar. As plantas obedecem ao programa funcional da seguinte maneira: Planta porão; Localizam-se os serviços gerais do edifício como, manutenção, armazéns gerais, a farmácia, limpeza e resíduos, lavanderia, cozinha e os vestiários gerais do pessoal sanitário. Planta térrea; Por esta planta se da o acesso a residência tanto usuários e visitas como pessoal sanitário e as mercadorias pela doca de carga situada na lateral. Também existe outro acesso independente para o

necrotério e velório. O hospital de dia possui um serviço continuo com as pessoas do centro e também com as externas. A sala de reabilitação é o suficientemente grande para dar serviços aos pacientes internos e externos e pode funcionar independentemente da residência já que possui um acesso próprio e também salas de médicos, e de terapia ocupacional. Planta tipo: Planta primeira, segunda e terceira desenvolve um esquema comum. Em cada planta encontram-se duas unidades completas com um controle de enfermaria, os armazéns de materiais e rouparia, áreas de limpo e sujo, banho assistido, sala de descanso e WC pessoal e público. Também possui uma sala polivalente para o almoço e jantar e para atividades lúdicas ou de descanso. Em conjunto cada andar possui 33 quartos duplos e quatro simples. Planta Quarta: Nesta planta encontramos um esquema muito similar as anteriores, mas devido à menor superfície somente temos uma unidade completa com 17 quartos duplos e quatro individuais.


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ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


RESIDÊNCIA SOCIOSANITARIA MOLÍ D’EN ROVIRA, VILAFRANCA DEL PENEDÈS

Localização: Vilafranca del Penedés

Orçamento de Execução Material: 7.701.652,12€

Superfície Construída: 9.017,5 m2

Colaboradores

Data Projecto: 2003-2004 Data Obra: 2004-2005 Fases executades: Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 250

Arquitectura: Albert de Pineda Álvarez, Xavier Lambrich, Marcial Novo Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE

Direcção de Execução: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado) Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Constructora: Dragados

Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Imetco

Propriedade: Consorci Socio-sanitari de Vilafranca


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EDIFICIO SOCIOSANITARIP DO PARQUE HOSPITALAR MARTÍ I JULIÀ DE SALT, GIRONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


O

edifício do socio-sanitario (geriátrico) representa a ultima fase do projeto de construção do parque hospitalar Martí i Julià em Girona. Devido ao contexto bem definido no qual se insere, o edifício teve que adaptar-se e respeitar os parâmetros urbanísticos definidos anteriormente, intentando integrar-lo com o contexto existente; desta forma o projeto do novo edifício sóciosanitario (geriátrico) tenta aproveitar a organização do parque e seu funcionamento, usando não só as instalações elétricas e mecânicas, se não também os túneis de instalações que conectam os vários edifícios. A residência geriátrica esta formada por três pavilhões em somente um nível térreo e um porão para os serviços gerias e instalações. Criaram-se grandes pátios para dar luz e ambiente natural aos espaços interiores, para que m qualquer momento consiga-se manter uma sensação de edificação mínima. A organização dos núcleos da residência geriátrica faz referencia ao critério de posicionar os quartos em torno de um núcleo central formado por áreas de suporte geral e de espaços de estar. Ao lado de estas localizam-se as áreas administrativas e de terapia para os residentes. A distribuição interior da planta facilita seu uso por parte dos usuários, que em qualquer momento reconhece o espaço em que vive e orienta-se facilmente dentro do edifício. A luz natural que entra pela clarabóia e desde os pátios interiores, a vista para o exterior fortalece o conforto das pessoas que lá vivem e do pessoal sanitário. As circulações desenvolvemse principalmente no sentido horizontal e une todos os diferentes serviços através dos pátios interiores, desta forma fica definida claramente a funcionalidade da planta e os percursos estão marcados pela luz natural. A conexão com o Hospital se dá por um eixo de pedestres de uso interno, que desta forma pode prestar seus serviços as duas partes com diferentes horários de trabalho. Em relação aos acessos exteriores do edifício, o publico e o residente dispõe de uma entrada separada e independente, que passa através do parque. A segurança e o controle do complexo estão garantidos pela presença de espaços de relação e de estar, nos quais os espaços públicos/ de relação interior e exterior estão pensados para serem “abertos” e com o controle constante e atento dos responsáveis sanitários os pacientes se sentirão confortáveis.


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PISO 0

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


EDIFICIO SOCIOSANITARIO DO PARQUE HOSPITALAR MARTÍ I JULIÀ DE SALT, GIRONA

Localização: Av. doctor Castany S/N; Salt (Girona)

Orçamento de Execução Material : 10.946.125,65€

Direcção de Execução: Bartomeu Pérez Albarrán i Narcís Frigolé Valls

Superfície Construída: 12.412,204 m2

Colaboradores

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde:

Data Projecto: 2005-2007 Data Obra: 2007-2009 Fases executades: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 86

Arquitectura: Alfonso de Luna, M. Àngels Manchado, Maria Francesca Cirrincione Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE PROYECTOS, S.L. (Inma Casado) Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

VIAS y Construcciones S.A. Constructora: VIAS y Construcciones S.A. Propriedade: IAS (Institut d’Assistència Sanitària)


ACIA_55

CENTRO SOCIOSANITARIO PUTGET DOLORS ALEU, BARCELONA

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


O

edifício é um equipamento sócio sanitário publico, localizado encontro da ronda General Mitre e a Rua Marques de Santa Anna, em um contexto urbano consolidado e bastante complexo na cidade de Barcelona. O volume proposto possui uma altura de planta baixa mais seis plantas na parte mais próxima a Ronda General Mitre, e de planta baixa e dois plantas na parte mais longe. Desta forma o edifício tem duas escalas diferentes, apropriadas para os dois ambientes diferentes nos quais se localiza: A ronda General Mitre e as ruas Del Putxet (bairro de Barcelona). A volumetria e os alinhamentos foram determinados pelas distancias as edificações do entorno. Funcionalmente o edifício possui duas plantas de serviços gerais (porão e térreo), seis plantas com unidades de quartos e uma planta técnica destinada aos serviços de instalações. A localização dos quartos na fachada e plantas, independentemente da volumetria, provocou que as condições de suas aberturas ao exterior fossem de diferentes formas, por isso tomou-se a decisão de usar um modulo para unificar las formalmente. Estes módulos terão que adaptar se a diferentes situações de aberturas e ao uso de vários materiais. Tanto na fachada Sudoeste, como na nordeste o denominador comum é uma peça resultante em dividir a largura do quarto em quatro partes iguais, com uma altura igual ao pé direito. Estas medidas do modulo permitem uma grande flexibilidade na composição formal da fachada. A decisão de que a volumetria do edifício possui-se duas escalas diferentes para dar resposta aos ambientes diferentes, leva a necessidade de um zocalo de três plantas que acompanha a Rua Marqués de Santa Anna e uma peça de sete plantas virada ao interior do quarteirão que, neste caso fica aberto, devido à existência de um jardim urbano na esquina da ronda General Mitre e a Rua Homer, onde a vegetação esta completamente consolidada. De forma genérica a fachada que pertence ao zocalo se relaciona materialmente com os edifícios de seu entorno imediato mediante um revestimento pétreo, o volume principal revistese com chapa metálica. Para poder cumprir os prazos de entrega da obra, trabalhou-se com materiais modulares e pré fabricados. No zocalo, painéis de GRC, com um acabado de lamas de madeira, com a intenção de dar um aspecto mais doméstico. No volume superior utilizaram-se painéis de composite acabado em alumínio cor de bronze. A superfície foi tratada volumetricamente (com relevos de vários tamanhos) para conseguir uma textura mais arquitetônica. Nas partes onde são necessários, pelas condições de proteção solar ou pela intimidade dos residentes, os


ACIA_55 módulos que fiquem na frente das aberturas transparentes da fachada serão moveis e permitirão a regulagem da entrada de luz. A entrada principal esta situada na planta térreo, na esquina das fachadas sudoeste e sudeste, deixando do seu lado direito um terraço de uso privado para o centro sanitário, a cafeteria, a sala de reabilitação e as salas de uso polivalente e serviços que tenham a fachada de vidro, estão “abertas” a ela para aproveitar ao máximo a relação interior-exterior. Todos aqueles serviços que possuem a fachada com vidro têm uma proteção para a incidência solar feita com “brisesoleils” corredeiras de madeira de “arce” vermelho. O terraço conecta mediante uma rampa com o futuro jardim urbano situado em outra cota do terreno. O resto da planta térreo esta ocupada por serviços administrativos. Na planta porão realiza-se a carga e descarga de produtos e materiais não doca situada no centro da planta, iluminado zenitalmente mediante claraboias. Em volta desta situamse os serviços gerais não assistenciais como a farmácia, cozinha e armazéns. Através de uma escada aberta conecta-se a área nobre do porão (auditório e área assistencial) com a planta térreo. As plantas primeira até a sexta contem as unidades de residência, quartos agrupados em variadas tipologias e numero. Os serviços de apoio ficam sempre na fachada nordeste.

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


CENTRO SOCIOSANITARIO PUTGET DOLORS ALEU, BARCELONA

Localização: Ronda General Mitre, esquina carrer Marqués de Santa Anna Superfície Construída: 7.210,79 m2 Data Projecto: 2007-2008 Data Obra: 2008-2009 Fases executadas: Concurso, Ante-projecto, Licenciamento, Projecto de Execuçao, Direcçao de Obra Número de Leitos: 92

Orçamento de Execução Material : 8.514.185,24 €

Direcção de Execução: TEC-4

Colaboradores:

Controle de Qualidade e de Segurança e Saúde: SGS TECNOS

Arquitectura: Marc Gomá, Estanis Rodriguez, Shannon Coburn Arq. Técnica: ENNE-GESTIÓ ACTIVA DE

PROYECTOS, S.L. (Imma Casado)

Estrutura: STATIC Instalações: Grupo JG

Constructora: VIAS Y CONSTRUCCIONES Propriedade: BIMSA


ACIA_55

EDIFICIO DE TRASTORNOS MENTAIS SEVEROS DO PARQUE HOSPITALAR MARTÍ I JULIÀ DE SALT, GIRONA

ARQUITETURA + GESTÃO INTEGRADA


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parque Hospitalar Martí i Julià de Salt, Girona,em Catalunha, na Espanha foi concebido, a partir dos terrenos e do antigo edifício do sanatório psiquiátrico, como um parque urbano publico para o município, junto com alguns edifícios sanitários importantes. Este parque engloba os seguintes edifícios: Edifício de Transtornos Mentais Severos (TMS), o do Hospital de Santa Caterina, o Socio-sanitario (geriátrico) e o prédio de serviços administrativos. O projeto do edifício de TMS tem em conta a tradição sanitária de construir um equipamento sanitário mental em um entorno natural. O caráter atual do parque e as alturas baixas dos edifícios existentes, o que dá um ar agradável ao conjunto, são positivas para as terapias dos doentes psíquicos. O edifício dividiu-se em três unidades de enfermaria, cada uma delas com aproximadamente 50 camas, colocando duas delas no andar térreo e a ultima no primeiro andar. Este último relaciona-se com a área ajardinada, com o objetivo de evitar o isolamento desta unidade com o exterior e garantir sempre a boa relação de cura entre os pacientes e a natureza. A disposição em planta é em forma de “L”. Desta forma permite-se definir em múltiplos pontos uns pátios abertos ao sol, aos quais convergem todas as atividades comuns e publicas do centro, permitindo diferenciar as áreas do dia e os da noite. Os pátios ajardinados com arvores converteram-se em elementos básicos da ordenação do edifício e de seu bom funcionamento, graças aos fins terapêuticos que possuem em relação aos pacientes. A imagem do edifício integra-se com a dimensão da arvorada atual e futuro, evitando uma edificação escesivamente alta ou de grande volume prejudique o equilíbrio entre a construção e a vegetação. Dede uma longínqua visão o edifício resulta em uma imagem clara, representativa e identificável, a dimensão reduzida, a cor discreta das fachadas e o ritmo regular do volume do edifício inserem-no de forma satisfatória no entorno e no qual se consegue marcar ainda mais as suas características naturais.


ACIA_55

ARQUITETURA + GESTテグ INTEGRADA


EDIFICIO DE TRASTORNOS MENTAIS DO PARQUE HOSPITALAR MARTÍ I JULIÀ DE SALT

Localização: Av. doctor Castany S/N; Salt (Girona)

Orçamento de Execução Material: 5.721.636,21€

Constructora: OHL

Superfície Construída: 6.799 m2

Colaboradores

Propriedade: Institut d’Assistencia Sanitària (IAS)

Arquitectura: Alfonso de Luna, Albert Vitaller Data Projecto: 2001-2003 Data Obra: 2003-2005 Fases executades: Concurso, Avantprojecte, Bàsic, Executiu, Direcció d’Obra

Estrutura: Manuel Arguijo Instalações: Grupo JG

Premios: Premi d’Arquitectura de la Regió de Girona 2005


ACIA _55 Arquitetura + Gest達o Integrada de projeto


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Acia_55 Arquitetura - Portfolio Hospitalar