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O meu Portefรณlio de รrea Projecto Cuidados Paliativos

Ana Paula Marques 12ยบ B nยบ2 2009/2010


ÁREA PROJECTO

12º ano

Índice

Diário de Bordo ----------------------------------------------------------p.3 Trabalho em desenvolvimento-----------------------------------------p.13 Anexos--------------------------------------------------------------------p.25

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18 de Setembro de 2009 Lição nº 1, 2, 3 e 4 Sumário: - Apresentação. - Modo de funcionamento da disciplina. - Critérios de avaliação da disciplina. - Determinação dos interesses pessoais dos alunos com vista á constituição dos grupos de trabalho com vista á escolha dos temas dos projectos. Diário de Bordo: Na aula de hoje estivemos a apresentarmo-nos e a conhecermo-nos melhor. Falámos dos cursos pretendidos e dos nossos interesses, para podermos começar a formar os grupos de trabalho e decidir qual o projecto que vamos desenvolver durante o ano lectivo. A professora fez uma apresentação da disciplina, tendo falado ainda dos objectivos e dos critérios de avaliação.

25 de Setembro de 2009 Lição nº 5, 6, 7 e 8 Sumário: Determinação dos interesses pessoais dos alunos com vista á constituição dos grupos de trabalho com vista á escolha dos temas dos projectos. Valores (Individuais) (Individuais): duais): • • • • • • •

Valores do grupo: grupo: (Joana Duarte; Margarida e Daniela)

Amizade Família Verdade Solidariedade Igualdade Liberdade Educação

• Amizade • Família • Solidariedade

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→Um Um valor para mim é algo em que acredito e aceito com certo pelo qual oriento a minha minha vida.

O que mais gosto de fazer: Ver televisão, jogar computador, ouvir música, ir ás compras, dormir, passear, conversar com os amigos ir ao cinema, ler. O que mais gostamos de fazer no grupo: ir ao cinema, dormir, estar com os amigos. Diário de Bordo: Bordo: Hoje, a professora organizou-nos em grupos de quatro elementos. Foi objectivo deste trabalho efectuar uma reflexão sobre o conceito de valor. Assim, procuramos conhecer o seu significado, quais os valores mais impportantes para cada um de nós e se existiam alguns que fossem comuns aos diferentes elementos do grupo. Fizemos ainda uma lista dos nossos principais interesses tendo também procurado verificar se existiam alguns que se repetissem.

2 de Outubro de 2009 Lição nº 9, 10, 11 e 12 Sumário: - Continuação do trabalho realizado na aula anterior. -Formação de grupos.

Grupo das enfermeiras: Joana Duarte, Margarida Sousa e Raquel Bernardino.

Profissões que gostariamos de ter: Engenharia Alimentar, Nutrição, Ciências da saúde, Fisioterapia, Auxiliar da acção médica, Recepcionista, Análises clinicas, Massagista.

Possíveis temas para o nosso projecto: - Doenças raras - Recolha de sangue - Cuidados paliativos 4


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Diário de Bordo: Na aula de hoje, fizemos novos grupos de acordo com os cursos pretendidos. Eu fiquei no grupo das enfermeiras porque pretendo tirar um curso na àrea da saúde.O nosso grupo é constituido por quatro alunos mas pode vir a aumentar visto que há um colega que está interessado a juntar-se ao grupo. Foi-nos pedido que pensasse-mos nas profissões que gostariamos de ter dentro da nossa área de interesse, independentemente de virmos a concluir um curso superior ou não. Visto que existia uma grande convergência de opiniões entre os elementos do grupo, a professora informou-nos que poderiamos começar a desenvolver o projecto. Foi durante esta aula que nos surgiu pela primeira vez a ideia de desenvolver o tema dos cuidados paliativos.

9 de Outubro de 2009 Lição nº 13, 14, 15 e 16

Sumário: - Escolha do tema. - Planeamento e preparação dos projectos.

Gurpo D → Saúde

Diário de Bordo: Nesta aula juntou-se ao nosso grupo um novo colega. Estivemos a discutir possíveis produtos finais que pudessemos fazer no âmbito dos cuidados paliativos ou então da reabilitação. Surgiram-nos várias ideias, embora nenhuma delas tivesse sido aprovada.

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16 de Outubro de 2009 Lição nº17, 18, 19 e 20

Sumário: - Planeamento e preparação dos projectos. - Elaboração das apresentações à turma. Propostas de produtos:  Placard com fotografias alusivas ao tema (cuidados paliativos)  Almoço com leilão para angariar dinheiro para a APCP  Fazer maquetas

Diário de Bordo: Durante a aula de hoje, foi possível chegarmos a um acordo acerca do produto final a apresentar. Este mereceu a aprovação da professora e foi do agrado de todos os membros do grupo. Assim, decidimos vir a realizar um almoço de beneficiência a favor de doentes que necessitem de cuidados paliativos.Este projecto ultrapassa largamente a realização de um almoço, visto que nos vai obrigar a estudar e desenvolver esta temática. Como tal, começamos por preparar uma apresentação para mostrar à turma.

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23 de Outubro de 2009 Lição nº 21, 22, 23 e 24

Sumário: Apresentação dos trabalhos à turma. Diário de Bordo: Na aula de hoje, todos os grupos da minha turma apresentaram os seus projectos. As apresentações, (em powerpoint) continham o tema e o produto final do projecto, bem como as justificações das escolhas efectuadas. Expressavam ainda os motivos pessoais de cada elemento e os objectivos do grupo. Penso que as estas correram muito bem, e que todos os projectos apresentados eram igualmente interessantes. Os diferentes grupos especificaram bem em que é que consistiam os seus projectos, por isso mesmo fiquei bem esclarecida acerca do que se vai passar na minha turma durante este ano lectivo, na disciplina de área projecto.

Pareceu-me que a minha turma ficou entusiasmada com o nosso projecto, pois levantaram muitas questões acerca do tema. Penso que acharam o projecto positivo e interessante, pois é trata de um assunto pouco conhecido.

30 de outubro de 2009

Lição nº 25, 26,27 26,27 e 28

Sumário: - Estabelecimento e calendarização das etapas do projecto. - Levantamento dos recursos necessários. Produto final: Almoço de angariação de fundos para a Associação Portuguesa dos Cuidados Paliativos - APCP. (dia 10 de Maio de 2010) • Local para o almoço; • Contactar a APCP; • Empresas de catering; • Entre muitas outras coisa...

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Diário de Bordo: Na aula de hoje, estivemos a ver o que precisavamos de fazer para concretizar o nosso produto final. Deparámo-nos então com algumas dificuldades, tais como arranjar um local para a realização do almoço, visto que a escola não tem possui nenhum espaço disponível para esse efeito. Como o refeitório não nos pode ser cedido, pois irá funcionar normalmente nesse dia, pensámos pedir uma tenda emprestada à Câmara Municipal de Alenquer. Não conseguimos contactar a associação, pois como é uma associação voluntária não possui atendimento permanente, o que nos obrigava a deixar mensagem no voice mail, o que não nos pareceu adequado. Fizemos ainda uma pesquisa sobre empresas de catering que pudessem servir o almoço, e efectuar uma estimativa do custo por refeição, mas também não correu muito bem, uma vez que nenhuma empressa tem preços online. Por último, pensámos em alguns convites a fazer para o almoço (pessoas e entidades).

6 de Novembro de 2009 Lição nº 29, 30, 31 e 32 Sumário: - Continuação da calendarização das etapas do projecto. - Distribuição das tarefas entre os elementos dos grupos de trabalho. Planificação: • Tema; • Produto; • Objectivo; • Actividades; • Calendarização das actividades; • Recursos necessários; • Identificação.

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Esta foi a planificação que fizemos nesta aula: Objectivos

Actividades

Recursos/Orçamento

Calendarização

- Informarmonos acerca do tema

- Pesquisar

- Contactar APCP - Livros - Internet - Visitar um centro de cuidados paliativos

Janeiro de 2010

- Sensibilizar a - Construção de população panfletos e sobre a cartazes importância dos cuidados paliativos

- Panfletos - Cartazes - Contactar uma tipografia para pedir patrocínio

- Angariar fundos

- Arranjar espaço para o almoço -Contactar uma empresa de catering - Arranjar patrocínios - Angariar produtos feitos pelos doentes dos cuidados paliativos

- Dar a conhecer à comunidade escolar o tema

- Almoço de angariação de fundos -Venda de produtos feitos pelos doentes dos cuidados paliativos

- Almoço de angariação de fundos

De Fevereiro a Maio de 2010

Abril e Maio de 2010

10 de Maio de 2010

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Tarefas

Ana Paula

Bruno Fazendeiro

Joana Duarte

Margarida Sousa Raquel Bernardino

-Pesquisa sobre “ O que é o APCP?”; -Arranjar patrocínios; -Realização de folhetos; -Contactos telefónicos; -Pesquisa sobre “Técnicas desenvolvidas”; -Arranjar patrocínios; -Realização de cartazes; -Pesquisa sobre “O que são cuidados paliativos?”; -Arranjar patrocínios; -Realização de cartazes; -Contactos via e-mail; -Pesquisa sobre “Questões éticas”; -Arranjar patrocínios; -Realização de folhetos; -Pesquisa sobre “O que é feito? / Trabalho realizado”; -Arranjar patrocínios; - Realização de folhetos;

Diário de Bordo: Nesta aula estivemos a fazer a planificação do nosso projecto, de modo a este possa ser avaliado no concelho pedagógico, conforme a indicação da professora. Efectuámos ainda a distribuição de tarefas a cada um dos elementos do grupo.

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20 de Novembro de 2009 Lição nº 33, 34, 35 e 36 Sumário: - Finalização da planificação dos projectos e do documento a apresentar para aprovação dos mesmos. - Gravação em CD das apresentações às comunidades. Diário de Bordo: Nesta aula estivemos a concluir as nossas tabelas de tarefas e de planificação. Durante a semana liguei para a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, onde me indicaram que devia contactar a Dr.ª Ana Alcazar, do Hospital de Vila Franca de Xira. No entanto, tal não foi possível, pois a mesma encontrava-se numa reunião da Administração do Hospital.

27 de Novembro de 2009 Lição nº 37, 38, 39 e 40 Sumário: - Finalização da planificação do trabalho de projecto. - Realização das apresentações e das planificações dos projectos. - Elaboração de um relatório de trabalho de projecto.

Diário de Bordo: Tentámos novamente contactar com a Dr.ª Ana Alcazar, mas não foi possível, pois estava em consultas e não podia ser interrompida. Assim, foi-nos sugerido enviar um fax para o hospital, onde a professora da disciplina explicasse o projecto que estamos a desenvolver e o seu enquadramento na escola. Devíamos ainda solicitar a marcação de uma reunião com a Dr.ª Ana Alcazar, onde pudéssemos explicar a nossa ideia e pedir a colaboração desta médica, especialista nesta área, bem como do hospital. Por indicação da professora procedemos à alteração da nossa planificação (ver anexos).

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4 de Dezembro de 2009 Lição nº 41, 42, 43 e 44 Sumário:

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Trabalho desenvolvido

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Email enviado à APCP:

RE: Trabalho Area Projecto - ESDG De: APCP-Secretariado (secretariado@apcp.com.pt) Enviada:segunda-feira, 16 de Novembro de 2009 18:03:25 Para: abjmr.areaprojecto@hotmail.com

Exmos. Alunos, Após reencaminhamento do V/ último mail para a Direcção da APCP, vimos solicitar que entrem em contacto com a Equipa Intra-hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos do Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira cuja coordenadora é a Dra. Ana Alcazar. Para o efeito deixamos o contacto directo: Tel: 263 285 834 Mais uma vez os nossos agradecimentos pela vossa iniciativa. Sílvia Pereira (secretária da APCP) De: ABJMR MFDDB [mailto:abjmr.areaprojecto@hotmail.com] Enviada: quarta-feira, 11 de Novembro de 2009 18:10 Para: secretariado@apcp.com.pt Assunto: Trabalho Area Projecto - ESDG

Exmos. Srs. Somos um grupo de alunos da Escola Secundária Damião de Goes, no concelho de Alenquer, a frequentar o 12º ano do Curso de ciências e Tecnologias e estamos a desenvolver um trabalho, no âmbito da disciplina de área projecto, cujo tema é os Cuidados Paliativos. Temos como objectivo a angariação de fundos que pretendemos reverter a favor da APCP. Para esse efeito pensamos realizar um almoço e um eventual leilão com artigos elaborados pelos utentes dos Cuidados Paliativos. Apesar de já termos contactado a Associação via telefone e falado com a D. Sílvia, enviamo-vos este email na esperança de nos poderem auxiliar e esclarecer do tema. Pedimos também que nos elucidem acerca da melhor forma de vos enviar os fundos obtidos, bem como podemos receber os artigos realizados pelos utentes.

Atenciosamente Ana Paula Marques Bruno Fazendeiro Joana Duarte Maria Margarida Sousa Raquel Bernardino

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Tema

Produto

Objectivos -Informarmo-nos acerca do tema do projecto: •

Cuidados Paliativos

Almoço de angariação de fundos

Aprender as diferentes técnicas/for mas de ajudar estes doentes; Como é que os doentes são ajudados; Qual o papel da família na vida de um doente paliativo; Qual o papel dos cuidados paliativos na vida de um doente paliativo.

Actividades

12º ano

Recursos/Orçamento Calendarização

-Contactar a APCP (Associação Portuguesa dos Cuidados Paliativos);

-Livros;

-Pesquisa;

-Transportes públicos;

- Visita à unidade de cuidados paliativos;

-Telefone;

-Internet; -Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos;

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Janeiro / Fevereiro de 2010


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-Sensibilizar a população acerca dos cuidados paliativos;

-Construção de folhetos e cartazes;

12º ano

-Folhetos;

-Cartazes; -Contactar tipografia -Telefone; para patrocínio;

2º Período

-(101-500 – 0.40€); -Contactar empresas de catering; -Dar a conhecer à comunidade escolar o tema.

2º / 3º Período

-Elaboração dos convites e sua confirmação; -Arranjar patrocínios; -Encontrar espaço adequado;

-Telefone; -Internet;

-Recolha de produtos feitos pelos doentes;

-(20€/pessoa);preço à espera de confirmação.

-Decoração do espaço

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-Almoรงo

10 de Maio de 2010

-Venda de produtos feitos por doentes dos cuidados paliativos.

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Apresentação do projecto à turma: Escola Secundária Damião de Goes Ano lectivo 2009/2010

Cuidados Paliativos “Almoçar é (a arte de) ajudar”

Área de projecto: Grupo D 12º B

Objectivos: • Dar a conhecer à comunidade o que são os cuidados paliativos e o que eles fazem pelos seus doentes; • Ajudar a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP). • Sensibilizar a população para a falta de espaços adequados com formação especifica para este tipo de cuidados;

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Produto e meios de divulgação: • Almoço de angariação de fundos; • Cartazes; • Folhetos.

O porquê deste tema: Ana Paula - “O tema enquadra-se na área da saúde a qual é muito do meu agrado. É importante que quem necessita destes cuidados saiba que pode contar com essa ajuda.” Joana – “É um tema que grande parte da sociedade desconhece e que penso que deve ser abordado com mais frequência.”

Bruno - “É um tema pouco conhecido e gostava de dá-lo a conhecer às outras pessoas, para que possam reconhecer a sua importância.” Margarida - “Ao abordarmos este tema, podemos alertar a população para um serviço que poderá vir a ser útil e indispensável na vida de qualquer um.”

Raquel – “É um tema pouco conhecido, cuja importância não é reconhecida.”

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O que já sabemos sobre o tema: Ana Paula - “são várias formas (técnicas) utilizadas para aumentar o bem-estar dos doentes e proporcionar-lhe melhor qualidade de vida.”

Bruno – “são cuidados

Joana – “são cuidados prestados a doentes com doenças em fase terminal e crónicas.”

cuidados prestados a doentes em sofrimento devido a uma doença incurável em fase avançada e rapidamente progressiva.”

Raquel – “são cuidados de saúde

prestados a doentes em estado critico.”

Margarida - “são

prestados a doentes com doenças graves e avançadas para que estes não sofram.”

O que pretendemos aprender… Ana Paula - “aprender as diferentes técnicas/formas de ajudar estes doentes e em que situações é que elas podem ser utilizadas.”

Bruno – “como é que os doentes são ajudados e o que sentem em relação a isso.”

Joana – “de que

Margarida - “qual o

forma os especialistas prestam auxilio aos doentes, como estes se sentem e se pensam que esta é uma área que deve ser mais desenvolvida de forma a poder ajudar mais pessoas.”

papel da família na vida de um doente paliativo.”

Raquel - “de que forma ajudam os doentes e como o fazem.”

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… e como o vamos fazer? Bruno - “através de pesquisa e perguntas colocadas a especialistas.”

Ana Paula - “através do contacto com técnicos desta área e com instituições onde estes cuidados são prestados.”

Joana – “visitando algumas unidades de cuidados continuados, ouvindo alguns especialistas e fazendo alguma pesquisa.” Raquel – “indo visitar vários centros de cuidados paliativos e falando com especialistas e doentes.”

Margarida “obtendo informações através da APCP (associação portuguesa de cuidados paliativos).”

Trabalho elaborado por: Ana Paula Nº 2 Bruno Fazendeiro Nº 3 Joana Duarte Nº13 Margarida Sousa Nº 17 Raquel Bernardino Nº 20

Pro fessora: Marieta

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Constituição de grupos

Os grupos de trabalho para área de projecto foram feitos ao acaso com as nossas preferências universitárias/académicas e afinidades entre colegas. Eu apesar de ainda não saber bem que curso quero tirar na faculdade, sei que quero qualquer coisa dentro da área da saúde, pois nesta última aula a professoradisse-nos para se juntarmos pelas nossas áreas de interesse/ universitárias, e eu fiquei no grupo das enfermeiras, apesar de não querer ser enfermeira, mas é a área da saúde que tanto me fascina. Nessa aula estivemos a escolher uma profissão que gostássemos de ser mesmo sem tirar um curso, ou ter outra profissão que exigisse outro curso, e no grupo, em que fiquei todas tinhamos uma ideia muito igual, no fundo gostamos todas de mais ou menos as mesmas coisas. Penso que os grupos foram até bem feitos, apesar de eu no início não ter gostado nada da ideia de como eles iam ser feitos. Accho que ainda não gosto muito mas tenho de admitir que é uma boa forma de formar grupos de trabalho, sobretudo quando se tratam de trabalhos com a importância que este tem e também o trabalho que ele dá a realizar para tudo ser perfeito, ou pelo menos quase.

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Pesquisa:

CUIDADOS PALIATIVOS: O QUE SÃO? Apesar de todos os progressos da Medicina na segunda metade do século XX, a longevidade crescente e o aumento das doenças crónicas conduziram a um aumento significativo do número de doentes que não se curam. O modelo da medicina curativa, agressiva, centrada no “ ataque à doença “ não se coaduna com as necessidades deste tipo de pacientes, necessidades estas que têm sido frequentemente esquecidas. A não-cura era ( e frequentemente ainda continua a ser ) encarada por muitos profissionais como uma derrota, uma frustração, uma área de não-investimento. A doença terminal e a morte foram “hospitalizadas” e a sociedade em geral aumentou a distância face aos problemas do final de vida. As questões em torno da morte – e que interessam a todos - constituem ainda hoje um tema tabu. O movimento moderno dos cuidados paliativos, iniciado em Inglaterra na década de 60, e que posteriormente se foi alargando ao Canadá, Estados Unidos e mais recentemente( no último quarteirão do século XX ) à restante Europa, teve o mérito de chamar a atenção para o sofrimento dos doentes incuráveis, para a falta de respostas por parte dos serviços de saúde e para a especificidade dos cuidados que teriam que ser dispensados a esta população. Os cuidados paliativos definem-se como uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias. São cuidados de saúde activos, rigorosos, que combinam ciência e humanismo. Apesar da pertinência da resposta advogada pelos cuidados paliativos para as questões em torno da humanização dos cuidados de saúde e do seu inequívoco interesse público, o certo é que hoje, no início do século XXI, este tipo de cuidados não está ainda suficientemente divulgado e acessível àqueles que deles carecem. No nosso país, mais concretamente, podemos dizer que os serviços qualificados e devidamente organizados são escassos e insuficientes para as necessidades detectadas – basta lembrar que o cancro é a segunda causa de morte em Portugal, com uma clara tendência a aumentar. Para além disso, importa reforçar que os cuidados paliativos são prestados com base nas necessidades dos doentes e famílias e não com base no seu diagnóstico. Como tal, não são apenas os doentes de cancro avançado que carecem destes cuidados: os doentes de SIDA em estadio avançado, os doentes com as chamadas insuficiências de orgão avançadas (cardíaca, respiratória, hepática, respiratória, renal) , os doentes com doenças neurológicas degenerativas e graves, os doentes com demências em estadio muito avançado. E não são apenas os idosos que carecem destes cuidados – o problema da doença terminal atravessa todas as faixas etárias, incluindo a infância. Estamos , por isso, a falar de um grupo vastíssimo de pessoas – dezenas de milhar, seguramente - , e de um problema que atinge praticamente todas as famílias portuguesas. Que pretendemos oferecer aos doentes na fase avançada e terminal das suas vidas, 23


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sobretudo quando temos presente que 90% das mortes ocorrem após doença crónica e avançada ? Como poderemos difundir e implementar cada vez mais a “respostacuidados paliativos” que, consensualmente, diminui bastante o sofrimento de doentes em fim de vida e seus familiares ? Os cuidados paliativos NÃO são cuidados menores no sistema de saúde, NÃO se resumem a uma intervenção caritativa bem intencionada, NÃO se destinam a um grupo reduzido de situações,. NÃO restringem a sua aplicação aos moribundos nos últimos dias de vida e, pela especificidade dos cuidados, diferenciam-se dos cuidados continuados ( cuidados aos doentes com perda de funcionalidade ou dependentes) . Os cuidados paliativos NÃO são dispendiosos, NÃO encarecem os gastos dos sistemas de saúde, e tendem mesmo a reduzi-los pela melhor racionalização dos meios. Só poderemos combater estas concepções incorrectas esclarecendo alguns conceitos: •

Os cuidados paliativos deverão ser parte integrante do sistema de saúde, promovendo uma intervenção técnica que requer formação e treino específico obrigatórios por parte dos profissionais que os prestam, tal como a obstetrícia, a dermatologia, a cirurgia ou outra area específica no âmbito dos cuidados de saúde.

Os cuidados paliativos são cuidados preventivos: previnem um grande sofrimento motivado por sintomas ( dor, fadiga, dispneia ), pelas múltiplas perdas ( físicas e psicológicas ) associadas à doença crónica e terminal, e reduzem o risco de lutos patológicos. Devem assentar numa intervenção interdisciplinar em que pessoa doente e família são o centro gerador das decisões de uma equipa que idealmente integra médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e outros profissionais.

Os cuidados paliativos pretendem ajudar os doentes terminais a viver tão activamente quanto possível até à sua morte ( e este período pode ser de semanas, meses ou algumas vezes anos ), sendo profundamente rigorosos, científicos e ao mesmo tempo criativos nas suas intervenções.

Os cuidados paliativos centram-se na importância da dignidade da pessoa ainda que doente, vulnerável e limitada, aceitando a morte como uma etapa natural da VIDA que, até por isso, deve ser vivida intensamente até ao fim.

Os cuidados paliativos constituem hoje uma resposta indispensável aos problemas do final da vida. Em nome da ética, da dignidade e do bem estar de cada Homem é preciso torná-los cada vez mais uma realidade.

Fonte: http://www.apcp.com.pt/

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Anexos

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COMO SE ORGANIZA UM PORTEFÓLIO

Em AP, o portefólio é constituído pelo conjunto de trabalhos produzidos ao longo do desenvolvimento do projecto. Permite seguir o modo como o vais construindo, com os outros e reflectir o teu contributo pessoal. Implica organização, planeamento e contextualização dos materiais que reflectem a prática do teu trabalho. O portefólio concretiza-se numa pasta, num dossier de argolas, que integra o material recolhido e produzido. Pode ser também apresentado em suporte digital. Permite a compreensão detalhada das várias componentes do processo de trabalho constituindo um importante meio de avaliação. O portefólio é um registo global de um percurso, de um processo pessoal de aprendizagem, sendo, portanto, único. É um instrumento de trabalho em constante reformulação.

O que constitui o portefólio

Não é possível fazer uma listagem exaustiva dos materiais que constituem o portefólio porque este tem de reflectir o projecto, o trabalho concreto que está a ser desenvolvido. A listagem que se segue é um indicador do que pode fazer parte de um portefólio.  Documentos que são os produtos das investigações levadas a cabo e que podem ter várias origens: entrevistas, questionários, artigos de jornal e revistas, etc.  Comentários e reflexões críticas;  Relatórios de actividade;  Relatórios individuais de desenvolvimento;  Sínteses;  Fichas de leitura;  Fichas de análises de filmes; 26


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Mapas conceptuais; Levantamento de problemas; Resultados de brainstormings individuais ou de grupo; Grelhas de observação; Glossário; Fotografias e outras produções gráficas; Bibliografia e outros recursos; Comentários produzidos por outras pessoas; Auto-avaliação e heteroavaliação.

O portefólio não é uma acumulação mais ou menos volumosa de materiais. Se o fosse, confundia-se com um dossier (ver tabela que se segue). Portefólio

Dossier

- O portefólio dá conta do percurso de - Os trabalhos não aquisição de competências do aluno; percurso do aluno;

representam

o

- Os elementos a inserir são escolhidos em - Os trabalhos nem sempre são escolhidos função de metas antecipadas; em função das metas estipuladas;

- Os elementos são escolhidos de acordo - Os alunos não conhecem os critérios de com critérios predeterminados e selecção ou, então, só os fazem acordados entre os alunos e o professor; corresponder aos “melhores” trabalhos;

- Os elementos escolhidos representam, - Os elementos escolhidos não são de forma clara, as competências necessariamente representativos das adquiridas pelo aluno; competências dos alunos;

- Os elementos são escolhidos, de modo - Os elementos são compilados de modo regular, a partir de situações esporádico e não contínuo; significativas de aprendizagem e de avaliação;

- Em geral, os trabalhos não contêm 27


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- Os elementos escolhidos contêm comentários pessoais do aluno, comentários dos professores, dos alunos colegas, dos professores ou encarregados de educação; e/ou dos encarregados de educação;

dos dos

- O aluno não faz reflexões nem estabelece objectivos, desafios ou estratégias para a - O aluno faz reflexões e estabelece sua própria aprendizagem; objectivos, desafios e estratégias;

- Os trabalhos raramente são datados;

- Os elementos escolhidos são sempre - Não há uma ligação entre os diferentes datados; trabalhos; - Há uma ligação entre os diferentes trabalhos: a reflexão sobre os desafios estabelecidos previamente é obrigatória;

- O dossier é um arquivo “morto”;

- O portefólio é um documento de avaliação em constante reformulação; - O professor e/ou a escola podem guardar o dossier, mas não lhe dão - O aluno guarda o seu portefólio e é utilização. responsável por ele, podendo servir-se dele ao longo de todo o ano.

BERNARDES, Carla e MIRANDA, Filipa (2004), Portefólio – uma escola de competências. Porto Editora (adapt.)

Características de um portefólio • Oportunidade / significado – no portefólio não se reúnem todos os materiais produzidos ou recolhidos. Tem de haver uma selecção, integrando aqueles que sejam significativos e adequados ao processo de desenvolvimento do trabalho.

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• Diversidade – o portefólio para além de reflectir as diferentes fases da investigação e produção do projecto, traduz o recurso a várias fontes e pontos de vista. • Organização – esta reflecte-se na integração dos documentos de modo regular e planificado. Seleccionados, tendo em conta os objectivos e o percurso de trabalho, os documentos devem ser datados e devidamente contextualizados. • Criatividade – a apresentação de soluções originais é um elemento de valorização de um portefólio. • Fundamentação – as opções tomadas devem ser fundamentadas, isto é, apresentam a justificação. A escolha dos documentos seleccionados deve ser também justificada. • Reflexão – esta será uma das mais importantes componentes do portefólio dado que deve acompanhar os trabalhos ou realizações produzidas pelo seu autor. É a reflexão que está na base da selecção dos materiais. É pela reflexão que o aluno toma consciência dos seus progressos. Distingue a forma como uma mesma actividade é encarada pelos diferentes elementos do grupo que a desenvolveram. O PORTEFÓLIO CRESCE E EVOLUI COM O PROJECTO – no final do ano já integra a descrição do produto final, a avaliação da sua apresentação pública, o relatório do produto, etc.

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ACTIVIDADES FASES/PASSOS

PROFESSOR -Explica o que é e como se vai desenrolar o trabalho de projecto

1. Formação dos grupos de trabalho

-Propõe e orienta um diálogo sobre as características de cada um

ALUNO -Pedem esclarecimentos -Falam de si e dos outros, dos seus interesses e expectativas -Organizam-se em grupos

-Orienta a formação dos grupos -Orienta a análise das propostas dos alunos para o tema e a sua caracterização 2.Escolha do tema

-Ajuda de forma subtil a avaliar a viabilidade das propostas

- Definem propostas e justificam as suas opções -Escolhem livremente o projecto que querem desenvolver - Decompõem o tema em partes para análise

-Promove a escolha democrática do tema

3. Planeamento e preparação do projecto

-Orienta a preparação e planificação do trabalho lembrando limites de tempo, espaço e observando o respeito pelos princípios da aprendizagem cooperativa -Orienta, sem influenciar, a tomada de decisões

- Determinam objectivos gerais - Estabelecem as etapas e a sua sequencialidade -Fazem o levantamento dos recursos -Calendarizam etapas

-Verifica se há dificuldades e orienta para a solução

- Sintetizam, analisam e seleccionam informação

4. 30


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Desenvolvimento do projecto

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- Questiona e observa o cumprimento do planeado

- Organizam o registo da informação recolhida

-Analisa relatórios

- Fazem o ponto da situação discutindo dificuldades

- Observa a autonomia, responsabilidade, criatividade e capacidade de cooperação

- Reformulam objectivos - Elaboram o produto final

- Acompanha o desenvolvimento do projecto -Observa como é vivido o projecto 5. Produção do trabalho final e apresentação

- Ajuda a seleccionar

-Preparam o material a apresentar

-Orienta a apresentação do projecto

- Apresentam e analisam o produto do trabalho desenvolvido

6. Avaliação final

- Avalia globalmente todo o trabalho desenvolvido

-Participa na auto e hetero-avaliação do projecto

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12º ano

COMO SE FAZ UM RELATÓRIO Nos relatórios descrevem-se actividades, registam-se análises críticas, dificuldades sentidas, hipóteses de trabalho, etc. Na elaboração de um relatório tens de ter em conta dois aspectos importantes: _ Cumprimento dos prazos – se entregas fora do prazo és penalizado na avaliação; na tua vida futura, pode até acontecer que o teu trabalho não seja aceite. _ Um relatório preparaprepara-se com tempo – o conhecimento antecipado da data de entrega permite-te gerir o tempo da sua produção. Não se pode fazer na véspera de entrega. Tipos de relatórios - Relatórios de actividade – pode ser solicitado um relatório individual ou de grupo de uma iniciativa, de uma saída ou actividade de campo, de uma visita de estudo, ou de um conjunto de actividades produzidas num determinado período de tempo. - Relatório de desenvolvimento/processo – está prevista a apresentação de um relatório de desenvolvimento do projecto em AP em dois momentos: no fim do 1º período e no final do mês de Fevereiro. Fevereiro - Relatório do produto final – acompanha a apresentação do produto no fim do ano lectivo. O Pf (produto final) é a concretização do projecto desenvolvido. A estrutura de um relatório Geralmente o relatório apresenta as seguintes partes: · Capa · Índice/sumário · Texto · Anexos Capa – devem constar os seguintes elementos: - O nome da escola - O título (por ex: “Relatório do Trabalho de Projecto”) - A tua identificação - A identificação do professor - A data Apesar de a capa não ter registado o número de página, conta como página 1. Sumário: Na página 2 deves registar o sumário, por vezes designado por índice, que tem como função apresentar a estrutura do relatório e a sua localização através do registo de página. Exemplo: 1. Introdução …………………………………3 2. O carácter da Área de Projecto ……………5 3. … 4. … 5. Bibliografia ………………………………..15 6. Anexos …………………………………….17 Texto: 32


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Deves iniciar o teu texto com uma introdução em que justificas a razão de ser do relatório. No texto propriamente dito, identificas o objectivo do relatório, descreves o trabalho que realizaste, as metodologias utilizadas, os resultados e as dificuldades que encontraste, as questões que o trabalho suscitou. Um relatório que se limite a descrever as actividades desenvolvidas é pobre: é a reflexão sobre as dificuldades que sentiste, a forma como as ultrapassaste, o modo como interagiste com os teus colegas e com as outras pessoas que torna o relatório um documento único, porque reflecte a tua experiência pessoal. Deves incluir uma conclusão onde registes comentários finais, observações críticas e um balanço genérico da actividade ou do trabalho objecto do relatório. No teu texto, há alguns aspectos éticos que deves respeitar: _ só citar documentos efectivamente consultados; _ citar as fontes a eu recorreste, registando todos os dados que permitam a sua identificação; _ ser rigoroso no registo dos dados e nos contactos que mantiveste; _ ser autêntico na descrição das tuas experiências e na análise crítica que produzas. Anexos: Anexos Nos anexos deves integrar os documentos, gráficos, legislação, imagens, conforme o caso. Estes materiais devem ser numerados. A paginação deve continuar a do texto principal. Deves incluir também a bibliografia, respeitando as regras que analisámos. Redacção e apresentação gráfica No teu relatório, a forma como rediges tem muita importância. Assim: procura apresentar as tuas ideias de forma estruturada, com clareza e rigor; as frases e os parágrafos não devem ser extensos; a expressão deve ser correcta e clara. Procura fazer várias revisões para evitares erros ou frases mal construídas; podes utilizar a primeira pessoa do singular ou a primeira do plural. A apresentação gráfica também é relevante, devendo-se pautar pela descrição e pela regularidade. Algumas sugestões: _ tipo de letra: Times New Roman, Arial Narrow. Podes escolher outra fonte, desde que seja discreta e bem legível; _ tamanho: os textos devem ser tamanho 12 (Times New Roman ou Arial Narrow); as notas de rodapé devem ser escritas em tamanho 8; _ os títulos devem ser escritos a bold (negrito), hierarquizados, isto é, usando diferentes tamanhos para os títulos e os subtítulos; _ espaçamento – 1,5; _ tipo de papel – A4 branco. Pode ser solicitado pelo professor um relatório manuscrito, produzido no contexto de uma aula. Neste caso, a ortografia, a legibilidade do texto e a apresentação são factores de avaliação. Doc Inf 9 33


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3 Avaliação do relatório Para além dos critérios estabelecidos para AP, há alguns aspectos que são comuns à avaliação dos relatórios: - organização do trabalho; - descrição ordenada dos procedimentos; - justificação das opções tomadas; - organização das ideias e dos raciocínios; - clareza e correcção da linguagem utilizada; - criatividade. Relatório do 1º Período Algumas orientações para elaborares o relatório a apresentar no final do primeiro período. _ Analisar as expectativas em relação à AP. _ Reflectir sobre as mudanças que esta área exige e os desafios que coloca. _ Analisar as actividades que desenvolveste no âmbito das técnicas de investigação e das suas aplicações. Reflectir sobre as aprendizagens que fizeste. _ Descrever a forma como o tema foi escolhido e a sua relação com os teus interesses, as tuas opções vocacionais e profissionais. _ A experiência do trabalho do grupo. _ Planificação do projecto. _ Perspectivas de trabalho. Para elaborares o relatório irás recorrer aos diários de bordo, ao teu portefolio/dossier, onde tens os materiais organizados, aos registos pessoais que foste fazendo, a planificação das tarefas, etc. Relatório individual final Na fase final do desenvolvimento do projecto tens de apresentar um balanço do teu trabalho individual no grupo de trabalho. Pretende-se que faças uma reflexão crítica do desenvolvimento do processo que conduziu à apresentação do produto final. Apresentam-se alguns itens que te podem orientar na elaboração deste documento: Introdução, Desenvolvimento e Avaliação. A – Introdução Começa o relatório por contextualizar o teu trabalho individual no trabalho de grupo. B – Desenvolvimento 1. Descreve as actividades que realizaste no âmbito da investigação que foi feita ao longo do ano. Sem entrares em pormenores, deves referenciar os objectivos das pesquisas, quando e onde as concretizaste e as razões das opções feitas. 2. Identifica e descreve os obstáculos e dificuldades com que te deparaste e as formas e as superar. 3. Identifica as aprendizagens feitas. Doc Inf 9 4 4. Regista de que modo o desenvolvimento do projecto em particular e da frequência de AP te permitiram o a aquisição de competências que pensas venham a ser úteis na tua vida académica, profissional e pessoal. 34


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C – Avaliação - Faz uma auto-avaliação do teu trabalho individual, justificando. - Faz uma avaliação do projecto, referindo o que consideras os aspectos positivos e os aspectos negativos. Relatório individual final O produto do projecto desenvolvido tem de se objecto de um relatório. No sentido de facilitar a organização do relatório a elaborar e considerando que no

dossier do projecto está integrada a informação eu sustenta a evolução do desenvolvimento do projecto, sugere-se que o grupo elabore o relatório do produto realizado tendo em conta os seguintes itens: _ Breve apresentação do produto. _ Enquadramento do produto nos objectivos do projecto. _ Identificação dos saberes e saberes-fazer para realizar o produto. _ Fundamentação científica e técnica das opções tomadas. _ Identificação dos problemas sentidos na execução do produto. _ Avaliação do produto tendo em conta os objectivos definidos e o público-alvo.

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