Revista Feeling edição 137

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Ano 23 - Edição 137- Junho- 2021 Revista Digital

Eleição FIESC Variedades - Uvas e Vinhos Aconteceu - Formatura de Medicina Show de Prêmios Hospital Maicé Saúde Animal - Adestramento de Cães



Editorial Muito obrigado aos profissionais de saúde do Brasil pela recuperação dos 16.613.992 de pacientes brasileiros. O maior ın ́ dice mundial de recuperaçã o.

Mesmo apó s a vacinaçã o os cuidados sã o necessá rios para conter o Covid 19

Sumário 04 - 05 - Variedades - Edumar Junior 07 - Opinião -Quirino Ribeiro 08 - 09 - Dra. Flávia H. Mortari 11 - Relembrando 12- 14 - Dra. Cleonice dos Santos Mottecy 14 - 15 - Na pandemia, devemos escolher que vacina tomar? 17 - Solidariedade - Show de Prêmios 18 - Aconteceu - Alcir Bazzanella 20 - 21- - Saúde Animal 22 - Estado 24- 25 - Educação 27 - Espiritualidade - Guerino Bebber 28 - 29 - Ollhar Social - Nivaldo Narã 30 -Na Cozinha - Alcir Bazzanella 31 - Esporte - A Jovem Alice Tedesco Guitierrez 32 - Ecomonia Diretor: Alcir Bazzanella (Jornalista-SC 1668 JP) (49) 9 8809 7373 - alcir@abonline.com.br Departamento Comercial: Edumar Verge Junior (49) 9 9807 1448 revistafeelingedumar@hotmail.com Administra vo: Karine Silva Dias Bazzanella (49) 3567 1584 - adm@abonline.com.br Criação/Diagramação: EJR – Serviços de Comunicação (49) 9 9815 2244 - edumarvjunior@hotmail.com Departamento Jurídico: Gilson Francisco Kollross Capa: Rose Wartha Foto: Edumar Junior Revista Feeling é uma publicação da editora AB Revista e Jornal Impressos Ltda Rua Alcides Tombini – 256 Bairro Paraíso Caçador – SC - CEP 89503-006

Na capa desta ediçã o Maya Dias Bazzanella e Manuela B. Farina

Todas as matérias e publicidades assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores. A opinião das pessoas não reflete necessariamente a opinião da revista.


49 - 998071448

Vinho uma das bebidas mais an gas do mundo O mesmo é uma das bebidas mais apreciadas em todo o mundo. A maneira como é preparado, a regiã o na qual as uvas sã o cultivadas e o tipo de cepa utilizada em cada receita, permite que cada garrafa de vinho produzida apresente caracterı́sticas completamente diferentes uma das outras. Veja abaixo uma seleçã o de 10 cepas usadas parta fabricaçã o de um bom vinho pelo mundo

Merlot

tinta mais utilizada para produzir vinhos em vá rias regiõ es do mundo. Sua origem é francesa, mais especi icamente da regiã o de Bordeaux, mas ela é hoje cultivada em paıśes como a Argentina, o Chile, os Estados Unidos e també m no Brasil, por sua facilidade de se adaptar a diferentes terrenos. A Cabernet é uma uva que produz vinhos encorpados, discretamente tâ nicos e com aromas herbá ceos, que envelhecem muito bem em garrafa. Malbec

cidade francesa, já que os vinhos chilenos elaborados com a cepa sã o considerados os melhores do mundo.

A Carmé nè re produz um vinho bastante encorpado, ao contrá rio das outras uvas francesas, com taninos marcantes, sabor frutado e aroma discretamente apimentado

Pinot Noir

A uva Merlot é outra cepa francesa originá ria de Bordeaux, també m muito popular em vinhos produzidos fora desse paıś. Essa uva produz bebidas macias, poré m encorpadas, com aroma e sabores frutados, ideais para se consumir ainda jovem — ao contrá rio da Cabernet, que aproveita bem o processo de envelhecimento.

Cabernet Sauvignon

Outra uva francesa, a Malbec, começou a fazer muito sucesso em produçõ es vinıćolas fora desse paıś. A Argentina é , atualmente, a maior produtora dessa uva, elaborando també m os melhores vinhos derivados dessa cepa especı́ ica. A mesma é uva uma que produz um vinho macio, bastante aromá tico, com leve sabor de especiarias e lores.

Carménère

Sem sombra de dú vidas, a casta

Assim como a Cabernet Sauvignon e o Merlot, a uva Carmé nè re també m é uma cepa originá ria de Bordeaux. Apesar de ser uma fruta tıp ́ ica da regiã o, a Carmé nè re nã o é encontrada com facilidade nessa

A grande maioria das uvas ideais para a produçã o de vinhos tem origem francesa. O Pinor Noir talvez seja a uva mais popular em vinhos franceses que sã o muito admirados ao redor do mundo. Originá ria da Borgonha, a Pinot Noir permite a elaboraçã o de vinhos suaves, discretos, poré m ú nicos e com tons so isticados. Poucos paıśes se arriscam a produzir vinhos com essa cepa alé m da França, por isso, é pouco comum encontrar vinhos com Pinot Noir que nã o sejam originá rios desse paıś.


Syrah

Tempranillo

tam o mesmo valor e sabor das receitas originais da Borgonha. Sauvignon Blanc

Mais uma cepa tinta francesa, a Syrah é originá ria do Vale do Rhô ne, e també m se adaptou muito bem a vá rios paıśes fora da Europa, como a Austrá lia, a Argentina e o Uruguai. A Syrah produz vinhos ú nicos de cor intensa, aroma rico em especiarias e defumado, com um sabor discretamente frutado.

Tannat

A uva tempranillo é uma cepa popular de origem espanhola, també m muito usada para produzir vinhos portugueses. Inclusive, em Portugal, ela recebe outros nomes, como Tinta Roriz e Aragonê s. Ela elabora vinhos com corpo mé dio, poré m de sabor frutado e aroma de ervas e especiarias. Quando envelhecidos em barris de carvalho, podem adquirir notas de baunilha. A tempranillo també m é utilizada para produzir bons vinhos na Argentina, especialmente os jovens, que passam por curto tempo de envelhecimento no barril.

Chardonnay A uva Tannat é cultivada no sudoeste francê s e se adaptou muito bem aos terrenos uruguaios, paıś que adotou a casta como sua principal produtora de vinhos na regiã o. Essa cepa é usada para elaborar bebidas mais encorpadas e com bastante tanino, caracterı́sticas que permitem que esses vinhos sejam melhores para saborear apó s o envelhecimento, se tornando mais suaves. Os vinhos produzidos na França com essa cepa, ao contrá rio dos uruguaios, mantem a caracterıśtica forte de sua origem mesmo apó s o envelhecimento.

Essa uva francesa, originá ria da Borgonha, é responsá vel por produzir os mais famosos vinhos brancos e espumantes em todo o mundo. A cepa Chardonnay produz vinhos encorpados, poré m macios e muito elegantes, especialmente quando produzidos em terras francesas. Apesar de sua produçã o ser encontrada em outras regiõ es do paıś e do mundo, poucas apresen-

Outra cepa clá ssica para a produçã o de vinhos brancos é a Sauvignon Blanc, que faz sucesso em vá rios paıśes ao redor do mundo, apesar de sua origem francesa. A Sauvignon produz um vinhos suave, com boa acidez e sabor discretamente herbá ceo, especialmente quando produzido na França. A Nova Zelâ ndia tem se destacado na produçã o de vinhos com essa uva, ao deixá -lo com sabor mais frutado e encorpado. (Fonte: Art Des Caves)



OPINIÃO QUIRINO RIBEIRO Quirino@scc.com.br (49) 99947.2115

“A lei deveria obrigar o político e a família dele a só estudar em escola pública e a só se tratar em hospital público.” INFRAESTRUTURA EM SC Quando de sua estada em Chapecó e Florianópolis o Presidente da FIESC Mario Aguiar entregou ao ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas propostas de melhoria nas BRs 282 e 101 norte. O Ministro salientou que o sistema rodoviário de SC está bastante compromedo. Temos outras demandas como as BRs 101, 282 e a 280. Há um conjunto de inves mentos que precisa ser executado ressaltando que a BR-470, que já está com as obras licitadas e em andamento, precisa ser acelerada. O PROJETO BR-282+SEGURA E EFICIENTE Lançado na úl ma quarta-feira (23) em Florianópolis propõe um conjunto de obras, es mada em R$ 193milhões, para melhorar a segurança e a fluidez do trecho que vai de Lages a Florianópolis. A análise da Federação mostra que os inves mentos es mados - numa etapa inicial nos segmentos prioritários, entre Santo Amaro da Imperatriz e Alfredo Wagner, cujas terceiras faixas já estão projetadas -, é de R$ 46 milhões. AS OBRAS REDUZIRÃO Substancialmente o elevado índice de acidentes, assim como os custos operacionais aos usuários da rodovia. O presidente da Fiesc também entregou ao ministro a proposta BR-101 do Futuro, inicia va que sugere um pacote de obras de cerca de R$ 2,6 bilhões em inves mentos para melhorar a mobilidade da rodovia no trecho entre Garuva e Palhoça. A PROPOSTA O Presidente da Fiesc explicou ao Ministro que tem o apoio de cerca de 40 en dades catarinenses. “Embora a BR-101 seja duplicada e concessionada, precisa urgentemente de novos inves mentos. Já temos um trabalho pronto que mostra as necessidades e essa proposta já está na ANTT para análise”. EM ENTREVISTA A FABIO CHARDONG Na Radio Chapecó o ministro da Infraestrutura Tarcísio

Gomes de Freitas Anunciou R$ 200 milhões em obras para SC. Falou sobre ferrovias, principalmente a ligação do Centro-Oeste com o Sul, para abastecer a agroindústria. Disse que o assunto deve avanças significa vamente neste governo. Sobre rodovias, a prioridade é recuperar as BRs 282 e 163. O orçamento atual do Ministério é de R$ 6 bilhões, mas com esforços disse que é possível não parar com inves mentos nas rodovias. JÁ A LIGAÇÃO FÉRREA Oeste – Litoral é mais complicada, principalmente pelos custos devido ao relevo do Estado. Não há previsão neste sen do. No Rio Grande do Sul, já avança a ferrovia com passagem por Cruz Alta e ligação com o porto de Rio Grande. O PRESIDENTE Visitou a unidade de industrializados localizada junto à sede da empresa, e depois no auditório ouviu uma detalhada exposição sobre o sistema de produção de uma das maiores coopera vas do Brasil. A Aurora Alimentos é o terceiro maior conglomerado agroindustrial do setor da proteína animal no Brasil. Está no mercado há 52 anos e oferece um mix com mais de 850 produtos à base de carnes, leite, massas e vegetais. MANTÊM 40 MIL EMPREGOS DIRETOS Exporta para 80 países e opera um parque fabril formado por oito plantas frigoríficas de suínos (25 mil cabeças/dia), nove plantas frigoríficas de aves (1,2 milhão cabeças/dia), uma planta industrial de lácteos (1,5 milhão de litros/dia), dez unidades de rações e armazenamento, além de nove incubatórios e granjas, 26 unidades comerciais e 12 distribuidores regionais. A receita operacional bruta ob da em 2020 foi de R$ 14,6 bilhões. A base produ va, no campo, é formada por cerca de 70 mil famílias de produtores rurais organizados em 11 coopera vas agropecuárias.


Saúde Dra. Flávia

CRM SC 20021

Câncer de Rim associado a um risco aumentado de ter essa doença. Constituindo 5-8% dos casos de tumor renal hereditá rio, existem, no momento, 10 sın ́ dromes hereditá rias relacionados a tumores de rim, como por exemplo Sın ́ drome de Von-Hippel Lindau e Esclerose Tuberosa. A maioria dos casos de neoplasia renal sã o assintomá ticas até está gios inais da doença. Mais de 50% desse tipo de tumor sã o detectados incidentemente por mé todos de imagens nã o invasivos realizados por sintomas nã o especı́ icos ou até mesmo outras doenças abdominais.

O câ ncer de rim, basicamente formado por carcinoma de cé lulas renais (CCR), representa cerca de 3% de todos os câ nceres, com a maior incidê ncia ocorrendo nos paıśes ocidentais. Durante as ú ltimas duas dé cadas, até recentemente, houve um aumento anual de cerca de 2% na incidê ncia global.

A trıáde clá ssica de sinais e sintomas como de dor no dor abdominal (mais especi icamente nos lancos), hematú ria macroscó pica (sangue vivo na urina) e massa abdominal palpá vel, é rara, sendo encontrada em apenas 6-10% dos casos e infelizmente relacionado a uma doença agressiva e já em está gios avançados.

O carcinoma de cé lulas renais (CCR) é a lesã o só lida mais comum no rim e é responsá vel por aproximadamente 90% de todas as neoplasias renais. Todavia, compreende diferentes subtipos de CCR com caracterıśticas histopatoló gicas e gené ticas especı́ icas. Há uma predominâ ncia de 1,5: 1 em homens sobre mulheres, com maior incidê ncia na populaçã o idosa. Os fatores de risco estã o relacionados ao estilo de vida, tais como: tabagismo, obesidade, hipertensã o e diabetes. Vá rios outros fatores foram sugeridos como associados com maior ou menor risco de CCR, incluindo há bitos alimentares e exposiçã o ocupacional a carcinó genos especı́ icos, mas a literatura ainda é inconclusiva. Sendo assim, a pro ilaxia mais e icaz para essa doença é evitar o tabagismo e reduzir a obesidade. Quando se considera o fator hereditá rio, pessoas que tem parente de primeiro grau com câ ncer renal, está

Fonte arquivo pessoal. Nessa foto observamos nódulo no rim direito (seta)


Em casos metastá ticos, sintomas como dor ó ssea e tosse persistente, podem estar presentes.

Atualmente, existem vá rios estudos em andamento para uso de imunoterapia/terapias direcionadas (medicaçã o sistê mica) no tratamento de câ ncer renal, antes ou apó s o tratamento cirú rgico. O prognó stico dependerá de cada caso e principalmente do tamanho do tumor e seu está gio. Seguimento pó s operató rio tem como objetivo controle da funçã o renal, risco cardiovascular e recidiva da doença. Cada caso deverá ser manejado conforme sua manifestaçã o e decisã o adequada com seu Urologista. Realize acompanhamento mé dico anual assim como exames solicitados pelo seu mé dico para identi icaçã o precoce de qualquer lesã o renal suspeita.

Fonte arquivo pessoal. Nessa foto observamos massa volumosa no rim direito, alterando toda anatomia normal. O diagnó stico é realizado por ultrassonogra ia ou tomogra ia abdominal geralmente realizada por outras razõ es mé dicas e nã o por sintomas uriná rios especı́ icos. Apó s achado da massa renal, demais exames poderã o ser realizados para complementaçã o e con irmaçã o do estagio da doença. O tratamento dos tumores renais na grande maioria das vezes é cirú rgico, podendo ser indicado nefrectomia parcial (retirada apenas do tumor - mantendo parte saudá vel do rim), conhecida como cirurgia poupadora de né frons ou nefrectomia radical (retirada de todo o rim acometido pelo tumor). A té cnica cirú rgica adotada (té cnica convencional [cirurgia aberta/corte] x laparoscopia/robó tica) dependerá do tamanho do tumor, per il do paciente no momento do diagnó stico bem como materiais e tecnologias acessıv́eis. Casos especı́ icos e selecionados, geralmente lesõ es menores que 4 cm, poderã o ser manejados de forma menos agressiva ou até mesmo atravé s de té cnicas menos invasivas, como té cnicas de ablaçã o (crioablaçã o ou radiofrequê ncia).

Clivatti Urologia Telefone: (49) 99152-0260 Caçador/SC Diretor Técnico Dr Guilherme Moreira Clivatti CRM SC 18354


Pratique a coleta seletiva e separe o lixo. A cidade e o planeta agradecem. Cidade limpa. Direito seu, dever de todos.

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Relembrando

Ano de 1973, Ester Zavierucka e o Milton Araújo trabalhando na recepção da A Motolândia.

Dé cada de 60 (Foto Arquivo Municipal)

Dupla Sertaneja de Caçador Mar nho e Mar ninho, Compacto Vinil, Car nha de Amor.

Chaminé, Bailão Scalla 2000. Bairro Santelmo, Caçador.

Clube Sete de Setembro em Caçador com Alcides Braga (Japones), Dr Antão, Deputado Celso Costa e Deputado Dib Cheren.

Primeira Prova de Ciclismo em Caçador ocorrida em 1955, vencida por Dirceu Berezoski. Chegada na R. José Boiteux. Foto cedida por Elza Sporer. " Detalhe: a bicicleta pertencia ao irmã o de Elza Sporer. "


O intes no será mesmo o “segundo cérebro”?

Saúde Dra Cleonice

Os maus hábitos alimentares provocam um desequilíbrio da permeabilidade intes nal onde macro nutrientes, que não deveriam entrar no nosso organismo, entram em virtude da hiperpermeabilidade desta parede intes nal, não mantendo no organismo os nutrientes necessários a nossas funções básicas. Quando nos machucamos necessitamos que nossas defesas produzam citocinas inflamatórias para a resolução daquele processo, mas quando produzimos citocinas não necessárias, cronicamente por maus hábitos alimentares, estamos oxidando nosso organismo, prejudicando a absorção de bons nutrientes e a formação de uma vida saudável.

Cada dia que estudo mais sobre o intes no, conhecido como “segundo cérebro”, mais me convenço que ele é o órgão mais importante do nosso organismo e não seria exagero chamá-lo de “primeiro cérebro”. Ele mede em média cerca de 7 metros e suas pregas, suas vilosidades e suas microvilosidades servem para aumentar em centenas de vezes sua super cie de contato com os nutrientes tão essenciais para qualquer função do nosso organismo. As manifestações dos processos inflamatórios podem ser diretas, de fácil iden ficação pelo paciente, como estufamentos, cólicas, cons pações, diarréias ou gases, ou indiretas como uma enxaqueca, uma queda de cabelo, uma unha quebradiça, uma alergia, um desequilíbrio emocional, uma má qualidade do sono, uma falta de memória, um cansaço crônico, uma falta de atenção, uma hipera vidade, um distúrbio de peso, um desequilíbrio hormonal , um desequilíbrio emocional ...poderia ficar horas e horas falando de sinais ou sintomas decorrentes da ausência de bons nutrientes em nosso organismo. Para mim parece lógico a necessidade de nutrientes para qualquer função do ser humano, mas para a maioria dos pacientes esta visão está muito longe de ser “lógica”. O intes no só irá absorver aquilo que sua parede permi r entrar no nosso organismo e ele está, quando equilibrado, preparado para filtrar o necessário e essencial ao ser humano.

Um fato é certo, qualquer queixa que você leva ao seu médico, 60 por cento está relacionada ao seu es lo de vida, o que você come, quanto de água você toma, como funciona o seu intesno, qual o seu equilíbrio hormonal, qual o seu equilíbrio emocional, qual a qualidade do seu sono e qual sua a vidade sica.


aceitando o que a nossa medicina sempre ensinou nos seus bancos escolares, receitar e tratar consequências

Você é aquilo que você seleciona para comer, deveríamos muito mais descascar do que desenrolar. Somos feitos 60 por cento de água , logo o que desintoxica o organismo? Água . Se seu intes no não funcionar bem você não terá matéria prima (nutrientes: vitaminas, minerais...) para realizar qualquer função e tanto os nossos hormônios, nossas emoções, nosso sono (que deveria ser a noite e nunca trocarmos o dia pela noite) necessitam destes nutrientes e por úl mo, mas não menos importante, se vermos uma vida sedentária, como os bons nutrientes vão a ngir os locais necessários? E como vamos bem oxigenar os tecidos? Nossa saúde = imunidade depende de todos estes fatores. O que me deixa muito o mista é que vejo cada dia mais jovens vindo no consultório e se interessando por a tudes de resolver a causa do problema=mudando es lo de vida e não mais

Tenho sobrinhas iniciando a carreira médica e insisto com elas e com qualquer paciente meu que estuda medicina: “ Sejam médicos exemplares, cuidem bem e respeitem seus pacientes, sejam diferenciados, ajudem a modificar o fazer do médico, ofereça saúde de qualidade da boa Medicina, olhe antes de tudo, primeiro para o PACIENTE e o esclareça para juntos combater a CAUSA das patologias, quem ganhará com isto? A SAÚDE e a vida deste ser amado. Hipócrates já dizia em 500 a.C. "faz do seu alimento o seu remédio e do seu remédio o seu alimento" e a civilização ainda não entendeu isto Gra dão a DEUS. Um abraço a todos.

Dra. Cleonice Mottecy CRM 4914 - Médica Rua Victor Meireles 663 Videira –SC (49) 35331657- (49) 991527673


Saúde Na pandemia, devemos escolher que vacina tomar? sobreviver por até 24h em temperatura ambiente. Essa doença assolou a humanidade por sé culos, sendo controlada pela descoberta e aprimoramento das vacinas, visto que, como todas as doenças onde o pató geno é um vı́rus, apenas existem medicaçõ es de suporte, utilizadas para mitigar os sintomas ou medicaçõ es para impedir a evoluçã o da doença para quadros infecciosos mais graves. A sua erradicaçã o nos anos 80 ocorreu apó s uma maciça campanha vacinal global comandada pela OMS, sendo a ú nica doença erradicada mundialmente.

A primeira vacina foi elaborada em 1796, contra a Varıo ́ la, pelo mé dico inglê s Edward Jenner, o qual observou que ordenhadoras contaminadas com Cowpox, doença que atinge o gado e é semelhante à Varıo ́ la, se mostravam imunes à doença. Apó s diversos trabalhos experimentais, ele inoculou um menino de 8 anos com o pus retirado de ferida de uma ordenhadora contaminada com Cowpox, o garoto apresentou uma infecçã o branda e se recuperou em 10 dias. Meses depois, o Dr. Jenner inoculou o menino com pus contaminado com Varıo ́ la e o garoto nã o apresentou a doença. Imerso em um grande surto de Varıo ́ la, o Brasil, atravé s do Barã o de Barbacena, trouxe esta vacina rudimentar para o nosso paıś em 1804, sendo que, o ú ltimo caso desta doença em solo nacional foi noti icado em 1971. Mundialmente, apó s mais de 300 milhõ es de mortes pela doença apenas no sé culo XX, a Organizaçã o Mundial da Saú de (OMS) declarou, em 1980, a Varıo ́ la de initivamente erradicada no mundo. A Varıo ́ la é uma doença infecciosa causada pelo vıŕus Orthopoxvirus e sua transmissã o ocorre atravé s de pessoas e objetos contaminados, este vı́rus pode

Atualmente, o desenvolvimento de uma vacina abrange 6 etapas e baseia-se no tripé : segurança, e icá cia e qualidade, com rigoroso controle de todos os processos. Sendo utilizadas para doenças virais e bacterianas. As fases de elaboraçã o de uma vacina sã o: 1 – de iniçã o da sua composiçã o; 2 – testes em animais para comprovaçã o dos dados obtidos “in vitro”; 3 – planejamento das fases clın ́ icas; 4 – primeira fase de testes em humanos, testa a segurança, poucos voluntá rios (20 a 80), geralmente adultos saudá veis; 5 – segunda fase de testes em humanos, testa com maior profundidade a segurança e a e icá cia, grupo de no má ximo 100 pessoas; 6 – terceira fase de testes em humanos, testa a segurança e a e icá cia no pú blico-alvo, pode envolver milhares de pessoas de diferentes faixas etá rias e etnias. Todas as etapas de desenvolvimento de uma vacina sã o acompanhadas pelos organismos de controle e a sua aprovaçã o provisó ria ou de initiva carece do envio de amplas informaçõ es para as agê ncias reguladoras dos paıśes, no Brasil a ANVISA. Portanto, TODAS as vacinas aprovadas sã o seguras e e icientes. Da tecnologia que envolve a elaboraçã o de vacinas para doenças virais, temos as “convencionais”, a partir do vıŕus inativo (vacina da Gripe), a partir do vıŕus atenuado (vacina do Sarampo) e a partir da proteın ́ a do vıŕus. Contra a Covid-19, alé m destas vacinas ditas “convencionais”, temos imunizantes elaborados a partir de tecnologia nunca utilizada em vacinas para


humanos: por vetor viral nã o-replicante, utiliza-se o adenovıŕus inativo (um dos mais de 200 vıŕus, juntamente com o Coronavıŕus, que causam o resfriado comum) e no seu interior é introduzido um fragmento da proteın ́ a Spike do Sars-Cov-2; gené tica, tecnologia avançada que utiliza pequena sequê ncia gené tica (RNA) da proteın ́ a Spike do Sars-Cov-2, a qual vai “ensinar” o organismo humano a prover imunidade para a Covid-19. Conforme as vacinas mais conhecidas disponibilizadas e sua tecnologia de elaboraçã o, temos: gené tica, a da P izer/BioNTech e a da Moderna; a partir de vetor viral nã o-replicante, Oxford/AstraZeneca, Jansen (Johnson&Johnson), CanSinoBio e Sputnik-V; a partir de vıŕus inativo, Coronavac (Sinovac), Covaxin (Barat/Biotech) e Sinopharm; e por fragmento da proteın ́ a Spike do vıŕus, Novamax e EpiVacCorona. Este breve histó rico visa sedimentar o entendimento da importâ ncia das vacinas, desde o seu surgimento no sé culo XVIII, virando o jogo de combate à s doenças, especialmente as de origem viral. Esclareço que, os antibió ticos nã o atuam contra os vıŕus, estes micro-organismos nã o sã o considerados estruturas vivas, dependem de associaçã o com cé lulas de humanos ou de animais para atuarem. Os antibió ticos sã o utilizados para combater doenças oportunistas perante o quadro infeccioso viral. Outros fá rmacos importantes para o combate à s doenças igualmente nã o funcionam contra vıŕus, a nã o ser as medicaçõ es de controle para os sintomas e antivirais utilizados para impedir a manifestaçã o ou a evoluçã o da doença, como os utilizados contra o vıŕus HIV, que provoca a AIDS. Ainda procurei fortalecer o entendimento da segurança e e iciê ncia de TODAS as vacinas aprovadas, independente de sua e icá cia. TODAS impedirã o a evoluçã o da doença para quadros severos. A saber, as vacinas nã o impedem a contaminaçã o pelo SarsCov-2 e sim a manifestaçã o da Covid-19. A vacinaçã o em massa nos EUA desde inal de dezembro de 2020 (mé dia de 3,4 milhõ es de vacinados por dia), somada a açõ es de governança focadas na ciê ncia, fez com que o nú mero de casos e de ó bitos caıśse de maneira exponencial. Hoje, os EUA, peran-

te uma proximidade da imunizaçã o de rebanho vacinal e indicadores epidemioló gicos favorá veis, está revertendo o uso da má scara (para os vacinados) em determinados locais e até permite um pú blico controlado em eventos. No Brasil temos poucas vacinas e este quadro só deve ser alterado mais para o inal de 2021, mas TODAS SAO IMPORTANTES e é pouco inteligente se escolher por esta ou aquela. Vacina é vida, é o caminho para o encerramento desta pandemia. Vem comigo!!! Contatos: Fones/Whatsapp: (47) 99983-6026, (47) 999160744 E-mail: ballesteroconsultoremsaude@gmail.com


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Solidariedade Show de Prêmios Em Prol Hospital do Bem - Maicé Ultimos dias para comprar cartelas da campanha em prol do Hospital Maicé Está chegando a hora do sorteio do caminhã o DAF 0 km e das duas motos da campanha Show de Prê mios em prol do Hospital Maicé de Caçador. O sorteio acontece dia 10 de julho pela Loteria Federal. As cartelas estã o sendo vendidas em diversos pontos do comercio de Caçador e regiã o. As pessoas també m podem adquirir pelo site https://sorteio.hospitalmaice.com.br/, com condiçõ es facilitadas por meio de cartã o de cré dito, pix ou boleto bancá rio.

A campanha Show de Prê mios está sendo organizada desde novembro de 2019. Todo o processo está dentro das normais legais e está autorizado pela Secretaria de Avaliaçã o, Planejamento, Energia e Loteria (SECAP), sucessora da Secretaria de Acompanhamento Econô mico (SEAE/SEFEL) - Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria. Integrantes do Conselho Consultivo e Diretoria do Hospital Maicé , reforçaram a importâ ncia da uniã o e da parceria em mais esta açã o que visa ajudar o ú nico hospital da cidade, que enfrenta sé rias di iculdades inanceiras.

SERVIÇO: Mais informações no telefone (49) 99821-2538.


C o l a ç ã o d e g r a u d a D r a . N a t h a l i a M e l l e r M o t t e c y Familiares na colaçã o de grau em Medicina, pela Universidade Franciscana em Santa Maria. O evento aconteceu dia 18 de junho foi online devido à pandemia, mas isso nã o tirou o brilho da conquista dos acadê micos. Nathalia Meller Mottecy e sua tia Dra. Cleonice Mottecy

Nathalia Meller Mottecy na formatura online

Colou grau

Aqui as mé dicas da famıĺia, Jú lia endocrinologista em Santa Maria, a Nathalia a formanda, A Dra Clarice obstetra em Santa Maria e Cleonice mé dica em Videira e a estudante de medicina Nicole

Avó orgulhosa Terezinha Mottecy

Com seus pais Paulo Roberto e Carla e irmã gê mea Nicole a formanda Nathalia Meller Mottecy

Com sua família


Geral

Evite aglomerações e ambientes fechados. Mantenha os ambientes ven lados. Não toque os olhos, nariz ou boca sem antes higienizar as mãos. Higienize suas mãos com água e sabonete liquido ou álcool gel, principalmente após tossir, espirrar ou assoar o nariz.

Use lenço descatável para assoar o nariz. Ao tossir ou espirrar apoie no cotovelo, nunca nas mãos. N ã o co mp a r l h e co p o s , talheres e objetos pessoais. Algumas infecções respiratórias podem ser prevenidas. Verifique sua carteira de vacinação ou vá até uma unidade de saúde para obter maiores informações.


Saúde Animal

Adestramento de Cães Entrevista por Edumar Junior com o pro issional da á rea Luciano Schneicher

gente, onde só preciso que o animal esteja preso a uma guia e com paciê ncia e determinaçã o atravé s da linguagem de sinais educa-se o cã o sendo que quando o mesmo obedece ao comando recebe uma recompensa, carinho ou petisco, errou nã o reprima o animal com gritos ou ate mesmo pancada, volte e ensine de novo. EJ - Em sua opinião, qual a maior vantagem do adestramento, para as pessoas? LS - Na sociedade em qual vivemos ter um cã o socializado e muito importante para que o mesmo acompanhe seu dono e saiba se portar de maneira adequada nas mais diversas situaçõ es pela qual passar. E isto o adestramento vem proporcionar.

EJ - Quando e como você começou a adestrar cães? LS - Começou quando fui morar em Florianó polis e consegui um emprego na Clinica Veteriná ria Lagoa, sendo que o proprietá rio Sr. Ademilson Paludo, aqui do oeste, Concordia e comecei a efetuar trabalhos de leva e traz de cã es começando assim ter contato com os mesmos sendo que també m efetuava trabalho de passear com cã es, uma renda extra e neste entrave conheci uma pessoa chamada Breno Fuks, um excelente adestrador me convidando entã o para executar esta funçã o, pois disse que levava jeito para a pro issã o pelos trabalhos que executava como cuidador de cã es e assim deu inicio a minha carreira atravé s do curso ofertado pelo mesmo. EJ - Tem algum tipo de formação especializada como adestrador? LS - Alé m de ter feito curso de auxiliar veteriná rio no Hospital Anita Garibaldi em Joinville possuo dois cursos de aperfeiçoamento em adestramento na Cã o Fiança na Avenida das Rendeiras em Florianó polis luindo assim a pro issã o de adestrador. EJ - Qual método utiliza para adestrar? LS - O meu mé todo é o chamado adestramento inteli-

EJ - Em sua opinião com a maior vantagem de adestramento para os cachorros? LS - Uma das principais vantagens é a interaçã o que o cã o terá com os donos, interagindo de diversã o maneiras atravé s de truques, brincadeira e nã o ira destruir moveis e ou sapatos. Sem contar ainda que atravé s do adestramento é diversã o, carinho e tudo isso aliados a uma boa forma de treinamento transforma o cã o em obediente e socializado. EJ - O que costuma levar as pessoas às suas aulas? LS - Eu gosto e pre iro e é prioridade que os referidos donos participem do meu treinamento parta que tenham comprometimento com seus animais, pois assim interagiram junto e será muito mais fá cil o treinamento onde aprendem també m que nã o se deve brincar durante as aulas para nã o estragar os ensinamentos longe do adestrador. EJ - É verdade que algumas raças ou temperamentos de cães respondem melhor ao adestramento? LS - Nã o tive esta experiê ncia, mais claro algumas raças de grande porte requerem uma atençã o maior porque existem alguns cã es que tem explosã o de energia, poré m todos podem ser adestrados sim com muita paciê ncia e ponderaçã o da raça.


EJ - O que gostaria que as pessoas soubessem sobre o adestramento? LS - Que o mesmo é a chave essencial para o bom relacionamento entre o animal e o dono, a travé s disso estará proporcionando ao seu cã o boas horas de lazer e aprendizado, tendo como vantagem a socializaçã o e obediê ncia. EJ - Gostaria de acrescentar mais algum comentário? LS - Estou a disposiçã o das pessoas buscam umas consultoria de como agir em diferentes situaçõ es com os cã es, como se portar diante deles. Reitero que as aulas sã o em domicıĺio e isso é mais um ponto que faz a comodidade para o cã o e seus donos.

sentimos e, ainda pior, que pensem como nó s pensamos. Suponha que, ao alimentar seu cã o, ele comece a rosnar para você . Isso imediatamente o deixa transtornado, pois você interpreta isso como ingratidã o e, alé m de nã o se sentir amado, sente-se ameaçado. Nó s nos comportamos e reagimos de maneira diferente da dos cã es quando amamos. Se esperarmos que os cã es se comportem como humanos, seremos vıt́imas de sé rios mal-entendidos. Ficaremos muito frustrados e nã o usaremos nosso tempo para entender paci icamente as diferenças que existem entre homens e cã es. Entender como funciona uma matilha nã o lhe dá apenas uma nova e crucial compreensã o sobre o cachorro, mas també m uma visã o diferente de como ele deve ser treinado. Os valores dos cã es sã o diferentes dos nossos, e é pelo conhecimento deles que percebemos os erros mais comuns ao educar e adestrar os cã es. O PAPEL DO LÍDER: Os cã es, na matilha, necessitam de um lıd ́ er, um cã o que graças à s suas, habilidades conduza os demais. Inú meras regras sã o impostas por ele ao grupo. A marcaçã o do territó rio, por exemplo, geralmente cabe ao lıd ́ er da matilha; portanto, quando o nosso cã ozinho sair pela casa urinando, provavelmente estará disputando a liderança ou acreditando que é o lıd ́ er da matilha.

O CÃO FAZ PARTE DE UMA MATILHA: Esta é a primeira lei do adestramento de cã es , e també m do convıv́io entre cã es e humanos, você precisa compreender a realidade do cã o. Ele nã o é gente. E um ser que pertence à matilha e possui ainda todos os instintos de sobrevivê ncia, proteçã o e afeto de que seus antepassados necessitaram para sobreviver como espé cie. DESENTENDIMENTOS COM O CÃO: Sem a consciê ncia de que somos diferentes, entramos em disputa com os cã es e acabamos icando nervosos ou frustrados com suas reaçõ es. Esperamos que os cã es queiram o que queremos, que sintam como nó s

O lıd ́ er da matilha, felizmente, impõ e respeito por sinais e atitudes, e a briga só em ú ltimo caso é a forma de disputa pela liderança. Isso ocorre por uma razã o muito importante: quando os cã es brigam realmente, eles se machucam, e qualquer membro da matilha debilitado diminui as chances de sobrevivê ncia do grupo. O tempo todo os animais recebem e passam informaçõ es uns aos outros a respeito de quem é o lıd ́ er e de quem é o subordinado. Se eles, por milê nios, agem assim para estabelecer a ordem, teremos mais sucesso se izermos a mesma coisa. Como conseguir isso? Neste capıt́ulo explicaremos como se tornar o lıd ́ er da matilha sem empregar a violê ncia ou machucar seu cã o.

(Contato (49) 99833 2606)


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Mario Aguiar é reeleito presidente da FIESC “Nosso mandato é de con nuidade. Nos três anos da nossa primeira gestão atuamos em questões fundamentais para que Santa Catarina con nue sendo um estado promissor, como melhorias na infraestrutura, internacionalização, inovação e inclusão de pessoas e empresas na nova economia.

Presidente reeleito, Mario Cezar de Aguiar (esq.), e 1° vice-presidente, Gilberto Seleme Por unanimidade, o industrial Mario Cezar de Aguiar foi reeleito presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), nesta sexta-feira, dia 25, para a gestão 2021-2024. A chapa única, liderada pelo empresário, foi reeleita com a aprovação de todos os sindicatos industriais que votaram. O empresário Gilberto Seleme é o 1° vice-presidente e a mesa diretora também é composta pelos industriais: Edvaldo Angelo, diretor 1º secretário; Ronaldo Baumgarten Júnior, diretor 2º secretário; Alexandre D'Ávila da Cunha, diretor 1º tesoureiro, e Rita Cássia Con , diretora 2ª tesoureira . A posse está marcada para o dia 12 de agosto.

No segundo mandato, o foco do trabalho é ampliar ainda mais a par cipação do setor na geração de riquezas do estado. A indústria tem a capacidade de desenvolver os demais segmentos da economia, como serviços e comércio, por exemplo, o que faz com que ela tenha uma importância fundamental para que Santa Catarina possa se destacar cada vez mais”, afirmou Aguiar, agradecendo a confiança dos industriais catarinenses. Perfil: Mario Cezar de Aguiar é engenheiro civil e empresário dos setores da construção civil e do plás co. Preside a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), os conselhos regionais do SESI e do SENAI, a Câmara de Assuntos de Transporte e Logís ca da FIESC e o Conselho Estratégico para Infraestrutura de Transporte e a Logís ca Catarinense. É membro dos Conselhos Nacionais do SESI e do SENAI, do Sebrae/SC, além de delegado da FIESC junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na FIESC, antes de ocupar a presidência, foi diretor, 1° secretário e 1° vice-presidente. Formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 1978. É especialista em construção civil pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB), em marke ng pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e em gestão empresarial pela Pensylvania State University, em 2000. (Fonte Fiesc – Fotos Felipe Sco )



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UNIARP conquista comitê não pleno da IFMSA Brazil No dia 23/08/2020 endereçou-se e-mail à IFMSA Brazil, com obje vo de conhecer mais o processo de filiação e suas regras, como também demostrando interesse em fazer parte da organização. Nas informações recebidas, contava que o processo de filiação se cons tuía de cinco etapas. Na etapa 1, enviou-se o nome e documentação dos interessados, na etapa 2 apresentou-se a IFMSA Brazil ao coordenador adjunto do curso de medicina da UNIARP Prof. Hiago Bellaver que comprometeu-se auxiliar o grupo em suas a vidades. Na etapa 3 do processo, escreveu-se uma carta à IFMSA Brazil demonstrando interesse de filiação do curso e Universidade. A IFMSA é a maior organização estudan l do planeta. Com mais de 1 milhão de estudantes de medicina em 129 países, tem sua visão e valores propagados por diversas Organizações Nacionais de Membros, incluindo a IFMSA Brazil, que foi a primeira associação filiada à IFMSA na América La na. Além disso, A IFMSA Brazil (Interna onal Federa on of Medical Students Associa on of Brazil, traduzida para Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina do Brasil) foi fundada em 1991 na Universidade Estadual de Londrina. Atualmente, estão presentes em mais de 190 escolas médicas em todas as regiões brasileiras e atuamos em diversos eixos incluindo humanização, ciência e produção cien fica, promoção de saúde, educação médica, intercâmbios, representa vidade estudan l, treinamentos e vários outros. De modo, a compreender a importância de uma filiação junto a IFMSA Brazil, grada vamente, formou-se um grupo com oito universitários do curso de Medicina da UNIARP, apoiados pela coordenação do curso, à fim de começar o processo de formação de um comitê local.

A etapa 4 ocorreu em janeiro de 2021, categoricamente, o comitê formado recebeu o tulo de “aspirante” e desenvolveu um projeto de cunho social, descrevendo seus processos e obedecendo os padrões estabelecidos pela IFMSA Brazil.

Processo de Capacitação para o Desenvolvimento da Ação Cumprindo as exigências da IFMSA Brazil, que solicita a capacitação dos acadêmicos por profissionais da área na qual pretendem fazer a ação, contou-se com o auxílio da Prof. Bruna Pereira Dolberth Caramori, docente do curso de Medicina da UNIARP, graduada em enfermagem pela Universidade do Contestado (2010) trabalhando sobre Educação e Prevenção do COVID-19. Auxiliaram também nas capacitações o Prof. Regis Fabiano de Oliveira, docente do Núcleo Comum da UNIARP, graduado em Ciências Biológicas licenciatura e Odontologia, com especialização em saúde da família e


mestrado em educação, que trabalhou aspectos relacionados a Saúde Bucal; por úl mo a colaboração da Prof. Ana Claudia Lunelli Moro, coordenadora do curso de Nutrição da UNIARP e docente do Curso de medicina, sobre alimentação adequada em escolares, encerrou o ciclo de capacitações. Após as capacitações, desenvolveu-se ideias lúdicas para melhor impacto da ação junto as crianças, no sen do de prevenção a saúde.

Secretaria Municipal de Saúde, Educação e parceiros, a saber: UNIARP, Supermercados Cereal, Lions Club, Slime & CIA, LLG instalações elétricas e França Pneus – Borracharia Calmon. No dia 10/03 às 13h iniciou-se a ação, além dos materiais de doação a Secretaria Municipal de Saúde de Caçador disponibilizou o “odontomóvel” que possui um “escovódromo”, para a execução das ações de higiene bucal, junto ao disposi vo acompanhou a ação a Odontóloga Stella Maris Oliveira Kaulfus e uma auxiliar de saúde bucal.

Um pouco sobre a ação desenvolvida A ação social ocorreu no assentamento (Hermínio Gonçalves) de Caçador-SC. No sen do de iden ficar a demanda social do local, percebeu-se que o território não era coberto, em parte, pelo serviço assistencial da saúde. Logo, não se mediram esforços para pensar em ações que levassem promoção em saúde.

A população abrangida foram crianças de 4 a 12 anos da primeira a quinta série. No dia da ação, não foi possível abranger todos os 75 alunos da escola, devido a ocupação reduzida pelos protocolos de segurança conta COVID-19, contudo, kits de escovação e máscaras foram deixados no colégio para que todos os alunos fossem, de c e r ta fo r m a , c o b e r to s p e l a a ç ã o q u e d u ro u aproximadamente 5h. Ao término da ação, um relatório foi encaminhado a IFMSA Brazil, aguardando a aprovação para a quinta etapa.

Quinta Etapa

No decorrer do processo, alguns pontos foram corrigidos para execução do projeto que teve por finalidade realizar a avaliação antropométrica das crianças; contação de estória para ensinar/incen var uma alimentação saudável; higiene bucal com foco na prevenção de caries; escovação dental assis da; arrecadação para doação de kits de higiene bucal; uso correto de máscaras de proteção individual; arrecadação e doação de máscaras de proteção individual. O projeto ocorreu na escola Rodolfo Nickel, localizada no assentamento, visando atender as crianças da localidade matriculadas na mesma, contando com apoio da

Na úl ma etapa, desenvolveu-se uma carta de apresentação da ins tuição de ensino UNIARP e a estrutura do curso de medicina, bem como a ação social desenvolvida e seu impacto. Criou-se um vídeo/slide para ser apresentado aos coordenadores nacionais da Federação e, por fim, 3 integrantes do comitê aspirante UNIARP passaram por uma entrevista diante de todos os diretores e coordenadores regionais e nacionais da IFMSA Brazil. Ao final do quinto e úl mo processo, recebeu-se a aprovação unânime da filiação da Universidade Alto Vae do Rio do Peixe como Comitê Local “Não pleno” IFMSA Brazil. (Fonte: ASCOM UNIARP)



Hino ao Senhor da tempestade. Salmo 29 (28): O salmo 29, um pequeno hino de louvor, de apenas onze versıćulos, pede ao orante para que olhe para o universo e reconheça que Deus é o Senhor. A palavra 'senhor' signi ica, especialmente escrito em letra inicial maiú scula -, 'Senhor', designa a maior autoridade entre todos os seres existentes. Ele, Yahvé é o Senhor, porque Ele é Deus e Criador, e habita no topo da pirâ mide existencial có smica e transcendental.Para expressar esta verdade de que ' Yahvé é o Senhor', o salmista recorre à imagem da tempestade, onde existem ventos fortes, chuvas transversais, trovõ es e relâ mpagos que cortam os cé us e fendem a terra. A literatura clá ssica criou a igura do dragã o que cospe fogo por suas narinas, para limpar o seu caminho. Assim, o salmista traz para esta oraçã o todos este cená rio para mostrar a todos os que 'temem ao Senhor' que Yahvé é grande e cobre, com sua presença e força, toda extensã o do universo. E sendo Deus desta forma e você sendo algué m que vive no temor do se Senhor, entã o ica dito que toda a força de Deus nã o vem posta para assustar a gente, mas para mostrar que a força de Deus está para garantir a proteçã o coletiva e individual dos que a Ele pertencem. Veja como termina o salmo: ' Yahvé dá o poder a seu povo; Yahvé , bendiz o seu povo com a paz'. Entã o , o poder de Deus, Senhor da tempestade, nã o está para Deus, mas para todo o homem que se ajunta aos que 'temem o Senhor', tornando-se seu seguidor e iel.Mas para chegar a esta conclusã o, que é a meta do salmista: demonstrar a força de Deus como sendo uma tempestade indomá vel, antes disso, ele percorre um caminho. Aliá s, toda meta é sempre antecedida por um processo. Assim, desde o 1º, versıćulo ele vê o Senhor cheio de gló ria e poder no seu templo, depois sobre as á guas inumerá veis do mar,depois sobre as á rvores mais gigantescas, os cedros do Lıb ́ ano, e, por im sobre os desertos imensos com raios cortantes, e conclui: 'Yahvé se senta em seu trono, como rei eterno'. Esta compreensã o de Deus – que é poderoso e bom , e que tudo coordena para o bem do seu povo – é muito confortante para todo aquele que se faz e que se sente 'amigo de Deus'. Ele pode dizer para consigo mesmo: Eu tenho o Senhor do Mundo, aquele que fez o cé u e a terra, como meu amigo e protetor. E está escrito: Se Deus está por mim, quem será contra mim', quem poderá ser contra mim, para que eu me abale?


Nivaldo Narã

nivaldonara@colunista.com.br

Talento e economia

seus funcioná rios e até equipe de cozinha. O presidente, que nã o acredita em má scara, nem isolamento social e o maior promotor da cura por cloroquina, até o momento nã o pediu a casa de volta e assim o homem mais rico do governo vai icando por lá , em nome da pandemia.

Verdades Secretas

Marina Ruy Barbosa, já tem novos trabalhos programados. Atualmente pode ser vista novamente como Maria Isis, na reprise especial de Impé rio. A atriz se prepara para viver uma tra icante de drogas na sé rie Rio Connection, coproduzida pela Globo e a Sony. Em recente entrevista, Marina explicou por que tem a fama de pã o-duro. “Trabalho desde os 9 anos”. “Minha mã e fala até que sou pã o-duro e deveria gastar mais, mas acredito que quem guarda sempre tem”. Hoje graças as oportunidade e ao meu juıźo de nã o sair gastando loucamente, tenho meu patrimô nio e me sinto segura. Foto: Reproduçã o

Privilégio de milionário O ministro da economia Paulo Guedes, em março de 2020 passou a morar na Granja do Torto, Residê ncia da Presidê ncia da Repú blica, que foi oferecida por Bolsonaro, para que ele passasse um perıo ́ do de isolamento social. Guedes tinha 70 anos e era do grupo de risco. No entanto já duplamente vacinado, o ministro mais rico do governo continua morando lá , com todos

A atriz portuguesa Maria de Medeiros, de 55 anos, será a nova poderosa da agê ncia de modelos, em Verdades Secretas 2, novela de Walcyr Carrasco. E a modelo transexual Gabrielle Gambine fará sua estreia como atriz. Sua personagem será uma das agenciadas. Ela tem 23 anos e é sobrinha de Roberta Close, uma das mais famosas transexuais brasileiras. Foto: Reproducã o

Poder das Joias A rede de joalherias Vivara continua negociando a aquisiçã o de sua concorrente H.Stern. A rede Vivara é a maior varejista de joias do paıś e conta com 230 lojas. Enquanto que a H.Stern está em 30 paıśes com 280 unidades, sendo 88 no Brasil.

Contra a humanidade A secretá ria Mayra Pinheiro chamada por muitos de “Capitã Cloroquina”, e tem como seu aliado, senador Eduardo Girã o, que partiu em sua defesa dizendo, ela é mulher e mã e, e deveria ser tratada de acordo com sua condiçã o. O que muita gente discorda e acredita. Foi ela que mandou usar cloroquina na falta de oxigê nio.


A grande obra Concorrência Amazon, a gigante do e-commerce esta planejando construir mais um centro de distribuiçã o no Brasil. O investimento seria da ordem de R$ 70 milhõ es. De olho nos concorrentes, objetiva reduzir o tempo de entrega de produtos no paıś.

Ovo e frango

Mais um momento majestoso para Bolsonaro foi, a ponte por ele inaugurada recentemente, que é de madeira. Tem 18 metros de comprimento e 6 de largura, em uma estrada de terra parcialmente transitá vel e pouco utilizada. E sobre o igarapé Rodrigo e Cibele, na Terra Indıǵena Balaio, no km 91 da BR-307. A obra demandou 68,65 m² de madeira e foi executada por 19 militares da 21ª Companhia de Engenharia de Construçã o do Exé rcitoFoto: Divulgaçã o/exé rcito

Os brasileiros passaram a comer ovo em quantidades nunca visto, que nã o tem sobrado mais para os momentos em que era muito usado, como elemento de manifestaçã o polıt́ica. Enquanto que, no ano passado os supermercados vendiam dois quilos de frango para cada quilo de carne bovina. Neste ano, passou a ser quatro por um.

Caboclo e Tite Tite apoiou os jogadores e Rogé rio Caboclo queria demiti-lo. Para quem nã o lembra: em 1970, Joã o Saldanha foi demitido antes da Copa por nã o aceitar interferê ncia do regime militar.

A verdade da CPI Entende-se agora por que o governo temia tanto a instalaçã o da CPI da Covid. “Para quem dizia que a CPI nã o daria em nada, já identi icamos o gabinete paralelo e a recusa de vacinas” do senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI, rebatendo as crıt́icas sobre a comissã o. A CPI da Covid é a primeira transmitida simultaneamente por TV e streaming em muitas de suas sessõ es. A CPI atraiu a opiniã o popular, e está sendo acompanhada por pessoas nã o a icionadas na polıt́ica. Já teve quem condenou Bolsonaro e outros que mentiram para defendê -lo. Enquanto uma CPI revela sua culpa em nã o tomar medidas para combater a pandemia.

Muito do mesmo Esta prevista para julho, o lançamento de um centro de atendimento integrado para crianças vıt́imas de violê ncia, pela ministra da Mulher, Famıĺia e Direitos Humanos, Damares Alves. As primeiras unidades serã o em Feira de Santana (BA) e Paranaguá (PR). O modelo é semelhante ao da Casa da Mulher Brasileira, criada em 2015.

Trabalho em casa

Apesar da modalidade home of ice, que ganhou os holofotes em meio à pandemia e da necessidade de distanciamento social. Apenas 25% dos trabalhadores brasileiros desempenham funçõ es que podem ser realizadas em Home. O percentual cai para 17% se considerados só aqueles que declaram ter condiçõ es mın ́ imas para cumprir a tarefa: como possuir computador e acesso à eletricidade e a internet.


Na Cozinha Com Alcir Bazzanella

Carne assada de panela

Ingredientes 2 kg de peito bovino inteiro 1 cebola grande cortadas em rodelas 6 colheres de sopa de olé o 6 dentes de alho amassados 1 colher de café de cominho e pimenta de cheiro 4 colheres de vinagre tinto Sal a gosto 1 xıćara de vinho branco seco

Para Decorar 2 tomates grandes Tempero Verde a gosto

Modo de preparo Misture o alho amassado com sal, o cominho, a pimenta-do-reino e o vinagre em uma vasilha, misture bem e reserve. Coloque o peito em uma vasilha e com a ajuda de uma faca fure a carne, aos poucos coloque a mistura dentro dos furos. Preencha toda a carne e deixe descansar por pelo menos 1 hora. Agora depois do descanso coloque a panela de pressã o no fogo com o ó leo, deixe esquentar e coloque as cebolas em rodelas, mexa de vez em quando.

Agora sim o segredo, a cebola deve icar quase queimada, é esse o ponto para colocar a carne, coloque na panela e coloque na pressã o. Aguarde cerca de 10 minutos, destampe e acrescente 1 xıćara de á gua, deixe cozinhar por 40minutos. Se a carne estiver macia abaixe o fogo e deixe que aos poucos ela frite, vire para corar dos dois lados. Coloque em uma travessa e fatie decore com rodelas de tomates e tempero verde Sirva com arroz branco e maionese. Para Beber Vinho Tinto Cabernet Sauvignon


Esporte A Jovem Alice Tedesco Gui errez...

A campeã Alice emoldurada pelos seus genitores Cris ane Tedesco Gu errez e Eduardo Gu errez Hipismo é a modalidade da arte de montar a cavalo que compreende todas as prá cas despor vas que envolvam este animal. Sendo assim, é o maior esporte feito com cavalos no mundo inteiro. Dentre elas envolvem as diferentes provas, como saltos, adestramento, corridas, atrelagem, e o pólo. Algumas cons tuem mesmo o pentatlo moderno, que é também disputado nas Olimpíadas.

Que reside na capital catarinense e efetua seus treinamentos na Hípica Canta Galo sagrou-se Campeã Catarinense 2021 de hipismo 0,60cm no evento que aconteceu em Joinville. Através desta conquista a atleta foi convocada pela Federação Catarinense de Hipismo para disputar o Campeonato Brasileiro de Escolas 2021 na categoria 0,65 cm, evento este que acontecerá na Hípica Santo Amaro no Estado de São Paulo. (Fotos: Ana Domingues)

Apesar de exis r desde a an guidade, suas regras e compe ções modernas surgiram no ano de 1883, nos Estados Unidos. No programa dos Jogos Olímpicos modernos, o hipismo foi incluído nos Jogos de Verão de 1912 em Estocolmo, Suécia.

A atleta demonstrando suas habilidades nos saltos Sincronismo perfeito entre o animal e Alice

No Brasil, o primeiro registro de uma compe ção hípica data de 1641, no mês de abril. A disputa ocorreu em Maurícea, região hoje conhecida como Recife, Pernambuco, e foi uma inicia va de Mauricio de Nassau, que chegou aqui em 1637. Além de ser um príncipe holandês, ele também era Governador Geral da colônia, sendo o único não português a ocupar esse cargo. Trouxe com ele um grupo que promoveu grandes transformações culturais e urbanas, sendo as compe ções hípicas parte dessa reformulação. Duas equipes de cavaleiros par ciparam da primeira prova hípica brasileira: uma formada por holandeses, alemães, ingleses e franceses e outra que reuniu brasileiros e portugueses, sendo esses úl mos os vencedores.


Economia Conselho Estratégico da FIESC debate infraestrutura e manifesta preocupação com suprimento de energia Lideranças empresariais de diversas regiõ es alertam para o risco de perda de novos investimentos e evasã o de empresas por conta do suprimento de energia e da falta de investimentos na infraestrutura de transportes. Os assuntos foram debatidos em reuniã o do Conselho Estraté gico da Indú stria, da Federaçã o das Indú strias (FIESC), nesta segunda-feira, dia 28. “Com a falta de energia, o estado corre o risco de migraçã o de empresas para outras regiõ es. Quer dizer, podemos perder investimentos. Isso é um prejuıźo para a economia catarinense”, disse Aguiar. Ele lembrou o evento climá tico recente que deixou Caçador por 96 horas sem energia elé trica. “Nã o havia um plano B. Da mesma forma, em diversas regiõ es, há cortes de energia que tê m prejudicado a indú stria local. Temos trabalhado com a Celesc no sentido de resolver essa questã o”, explicou.

Outro assunto abordado na reuniã o foram as de iciê ncias na infraestrutura. “Nossa infraestrutura continua muito ruim e tira a competitividade da indú stria e da economia catarinense. Infelizmente esse ano, dos R$ 271 milhõ es que estavam previstos no orçamento do governo federal para a á rea, tivemos um corte de 50%. Entã o vamos receber apenas R$ 136 milhõ es. Isso contempla muito pouco da grande d e m a n d a q u e te m o s n o e s t a d o”, re s s a l to u . No encontro, Aguiar observou que a economia catarinense vem se destacando no cená rio nacional, com a menor taxa de desemprego (6,2%), a maior intençã o de investir (71,9 pontos), o crescimento da

atividade econô mica está em 7,7%, mas precisa urgentemente vencer os desa ios para seguir crescendo. “Se depender do empresá rio catarinense, a economia será bastante sadia”, a irmou. O presidente da FIESC també m destacou a importâ ncia da reforma da previdê ncia, que está para ser enviada esta semana pelo governo à Assembleia Legislativa (Alesc). Atualmente, o governo catarinense gasta mensalmente R$ 400 milhõ es para cobrir o rombo da previdê ncia estadual. “Sã o R$ 4,8 bilhõ es por ano que deixam de ser investidos em á reas como saú de, segurança e infraestrutura, por exemplo. E uma questã o de responsabilidade nossa apoiar e defender a reforma. O desequilıb ́ rio na previdê ncia afeta o equilıb ́ rio iscal e as contas pú blicas”, disse. Ainda durante a reuniã o, o diretor de inovaçã o e competitividade da FIESC, José Eduardo Fiates, apresentou as principais açõ es que estã o sendo desenvolvidas no â mbito do Programa Travessia. E o diretor regional do SENAI-SC, Fabrizio Machado Pereira, apresentou os pilares da agenda de educaçã o 20/30 e o programa de investimentos da FIESC até 2025 També m foram abordados outros assuntos, como as di iculdades de alguns segmentos para obter a emissã o de licenças ambientais, medida que está atrasando a execuçã o de novos investimentos, a preocupaçã o com decisã o da justiça que prevê a aplicaçã o do Có digo Florestal em á reas urbanas consolidadas, e a falta de pro issionais quali icados, especialmente em á reas ligadas à tecnologia da informaçã o e comunicaçã o. Participaram da reuniã o os conselheiros: Alencar Guilherme Lehmkuhl, Lino Rohden, Osvaldo Moreira Douat, Glauco José Cô rte, Gilberto Heinzelmann, Joã o Karsten Neto, Cide Damiani, Amé lia Malheiros, Bruno Salmeron, Rui Altenburg, Vilson Hermes, Rolf Buddemeyer, Clá udio Grando, José Fernando Xavier Faraco, Daniel Leipnitz, Monika Conrads, Neivor Canton, Irani Pamplona, Vicente Donini, Adolfo Fey, Gilberto Seleme, Carlos Rodolfo Schneider e Fernando Rizzo. (Fonte – FIESC – Foto Filipe Scotti)


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