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\\ ANO V - NÚMERO 59 - OUTUBRO 80

EM REVISTA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA

DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO


Distribuido por Departamento de Produtos para Artes Graticas

Integração em qualidade do original reprodução

KODAK BRASILEIRA COMERCIO E INDÚSTRIA LTDA. Sao Paulo: 05686- Rua George Eastman. 213 - Morumbi - C.P. 225- Fone: PABX (011) 542-0111 Rio de Janeiro. 20000- Campo de Sao Cristovão, 268- C.P 849 Fone: (021)284-4722 Porto Alegre. 90000- Rua Cristóvão Colombo. 1385 - C.P. 994- Fone: (0512)22-9588 Recife: 50000- Rua Imperial, 1047/69 - C.P. 201 - Fone: (081) 224-7166

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jji "7Expediente

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Capa Órgão Oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo

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Registrada no 2° Cartório .de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n° 1.517 P, 209/73. Diretor Responsável:

Rubens Amat Ferreira Diretor Editor:

Rose Maria Priolli Jornalista Responsável:

Saulo Barros MTPS 8312 Diagramador:

Valter Trevisan Consultores Técnicos:

Dráusio Basile Thomaz Frank Caspary Colaboradores:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABM - FIESP Circulação:

Ben edicto Lopes dos Santos Composição e Fotolitos:

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Capa: Criação e arte-final: Wanderli Lopes Ruiz Fotolitos:

Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Sumário 5 Editorial 6 Relatório das Atividades da ABIMEG N.o 1 Considerações sobre a Atual Situação Sócio-Econômica do Brasil 8 14 ABTG 16 Heidelberg na IPEX'80 17 Nossa Impressão 20 ABIGRAF/SIGESP 22 FIESP/CIESP 26 SENAI

Flashes Jurídico Regionais da ABIGRAF Delegados no Estado de São Paulo

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Empresa Jornalística Comércio & Indústria S.A. Rua Dr. Almeida Lima, 1.384 Fone: 292-7222 - São Paulo Impressão:

Priolli & Cia. Lida. Redação e Administração:

R. Marquês de Itu, 70 - 12° and. Fones: 231-4733 -231-4143 231-4923 e 231-4353 End. Telef.: "ABIGRAF" CP 7815 OUTUBRO/1980

ABIGRAF EM REVISTA — ANO V — N.° 59 — outubro de 1980 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins ABIGRAF EM REVISTA 3


SOLNA OFFSET A qualidade, a eficiência e a rentabilidade da impressora OFFSET NACIONAL SOLNA 125 já são fatos comprovados. Geralmente quem adquire a primeira máquina em pouco tempo adquire a segunda e ate mais unidades. Poderíamos citar diversos exemplos para comprovar o que afirmamos, porém, devido a falta de espaço para mencionarmos todos os casos numa página publicitária, mostramos como exemplo as fotos abaixo:

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Cia. T. Janér, Comércio e Indústria Rua Fonseca Tales, 18 - Fone: 264-7422 - Rio de Janeiro Av. Henry Ford, 833 - Fone: 273-6011 - São Paulo Filiais:

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Recite

C.P.960

C.P.3593

C.P.1490

C.P.2712

C.P.615

C.P.338

C.P.328

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. Belém C.P.479


editorial

Antig estão Nas épocas de crise volta e meia as revistas e jornais de negócios trazem declarações de preeminentes executivos banqueiros e arautos de procelas em geral, preconizando antigestões. É assunto momentoso de administração a elucidação dessa expressão, mormente num pals que forja seus homens de empresa num cadinho de crises econômico-financeiras que se vêm alternando desde o "encilhamento" da primeira República. E essas crises se identificam por alternância de poder econômico de setores diversos. Assim, desde o primeiro Império até 1929, o motor da nossa economia girava no eixo "café com leite" São Paulo - Minas. A partir de 1929 o nascente setor de industrialização de alimentos rebelou-se contra o jugo do agropecuário e na grande crise de 1930 — o bastão passou ao setor industrial. De 1930 a 1946 manteve-se a situação estável, porém todas as divisas acumuladas pelo setor industrial, inclusive durante a segunda conflagração mundial, foram exauridas dos 4 anos seguintes, em troca de uma abertura de importações hoje muito discutida pelos economistas. A crise de 1954 deveu-se em grande parte ao questionamento cada vez maior da produção industrial, que via sua nascente hegemonia ameaçada pelo produto importado de melhor qualidade e mais barato, competindo com os próprios geradores das divisas usadas para tais importações. Em 54/56 coube à construção civil ocupar o lugar de mola mestra da economia, e aí está a fase de construção de Brasilia, das grandes redes rodoviárias, atestando uma situação que veio perdurando até o final da execução da Transamazônica em 1974. A paralela implantação da indústria automobilística e eletroeletrônica apenas veio substituir uma importação de produtos terminados, por componentes, na geração de produtos que por sua vez consumiriam divisas na entrada de carburante. Em 1968 preparou-se o setor que iria suceder ao de engenharia: foi a época da criação de grandes conglomerados financeiros, desaparecimento de pequenos bancos, e a concentração de recursos em mãos mais poderosas. O que agora se observa é um autofagismo em que os criadores dessa última situação pretendem desmontar a criatura por eles criada, desejando um súbito retorno àquela situação do primeiro Império. No entrechoque das lideranças econômicas, inevitavelmente, sofrem sempre os mais fracos. Que posições de domínio pretendeu alcançar o sofrido industrial gráfico? Até 1918 importavam-se livros impressos de Portugal. Em 1924 o nascente parque gráfico paulista quase entra em colapso com a crise de energia elétrica na ocasião. Na época da guerra — não havendo ainda indústria papeleira nacional — mal se podia importar alguma matéria-prima. Em 1965 estouraram as comportas de importação de máquinas; mas foi também a época em que se iniciou a estatização do setor. Bem, e afinal, o que é antigestão? conseguir manter uma empresa operacional, seja de que tamanho for, deixando de lado as mínimas condições de administração racional com vistas não a hoje, mas sim para daqui a cinco anos. Um exemplo típico de antigestão foi a condição de concorrência tresloucada praticada durante a crise de papel de 1974. Nessa época os mapas de custo criaram teias de aranha e passou-se a usar uma "criativa" forma de marketing gráfico: multiplicava-se inicialmente o preço do papel por 3 para chegar ao preço de venda; depois alguém descobriu que podia multiplicar por 2,5; em seguida por 2; e afinal chegamos ao ápice da antigestão multiplicando por 1 o preço da matéria-prima. Do rescaldo da fogueira de 74/75 deveria ficar agora — e aqui fazemos questão de registrá-la — uma lição inesquecível: justamente numa época de crise é que se deve aprimorar a administração. que se deve espanejar mapas de custo, azeitar bem as operadoras contábeis. Fechar os balancetes religiosamente mês a mês. Rever os pianos de conta e os controles. A antigestão é uma infecção que volta e meia ameaça a economia do Pals. Há que debelá-la com a vacina da pró-gestão e cauterizá-la com o desinfetante dos controles perfeitos e atentos, para assim tentar evitar a congestão de uma crise incontrolivel. Driusio Basile OUTUBRO/1980

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Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil 1. Sinopse

Este texto foi elaborado para servir de base para uma conceituação filosófica da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, por intermédio de sua Comissão Técnica de Economia, Administração e Planejamento Estratégico, pronunciando-se sobre a fase econômica e social, pela qual esta passando o Brasil recentemente. Não existe nenhum intuito em criticar, ao contrário, estamos procurando mostrar caminhos possíveis, que possam levar a soluções eficazes, e nem estamos preocupados em sermos completos na análise de todos os problemas. O pronunciamento de uma associação tecnológica, neste sentido, deve ser interpretado como uma profunda preocupação diante da situação atual, como certeza da responsabilidade diante da sociedade, a partir da qual, cada segmento deve contribuir com a sua parcela de sacrifícios e idéias, dentro de suas possibilidades. Finalmente, se praticado e aceito este tipo de posicionamento, certamente haverá resultados positivos para a Nação. Não somos pessimistas, mas apenas tentamos ser o mais realista possível, com uma dose bastante grande de otimismo, pois o consideramos importante para nos impelir a atuar e melhorar. No entanto, o otimismo não nos deve levar à cegueira diante da realidade. Não adianta tapar a vista, quando chegamos perto de um abismo. Vamos procurar um meio de transpô-lo. Não podemos falar em pactos sociais para uma melhoria global, se criamos constantemente impactos sociais, que apenas trazem intranquilidade e efeitos positivos a determinados segmentos da vida social, sem levar em conta, com a necessária profundidade, até que ponto estão sendo prejudicados outros grupos da Nação e qual poderá ser a reação destes a curto e médio prazos. Concordamos que determinadas situações políticas, econômicas e sociais, necessariamente, devem significar sacrifícios para a Nação, is vezes bastante acentuados. No entanto, os sacrifícios devem ser distribuídos equitativamente pela possibilidade de cada um, e serem baseados num planejamento de objetivos e intenções claramente definidos. Pouco adianta sancionar sacrifícios por decretos governamentais, se o povo não está convicto da sua necessidade ou até se contrapõe a essas medidas, pois encontrará logo meios de burlar os decretos. Ao contrário, ficará insatisfeito e revoltado. Portanto, por mais difícil que possa pa8 ABIGRAF EM REVISTA

recer, isso significa que sacrifícios sociais, para enfrentar dificuldades, crises ou uma melhoria da Nação, necessitam de um consenso nacional sobre a sua necessidade, baseado num planejamento de objetivos e intenções do Governo. O povo, na sua grande maioria, no entanto, tem bastante dificuldades em analisar a eficácia ou a necessidade da tomada de uma série de medidas. Esta afirmação pode ser verdadeira, porém não é desculpa, pois, se o fato é este, deve existir um programa de esclarecimento não tendencioso, portanto, do qual ninguém desconfia da sua honestidade, e cujo meio principal não é a propaganda. O povo não entende muita coisa, mas sente e, frequentemente, com bastante dramaticidade: sente as dificuldades, as quais apenas estará disposto a aceitar, quando está convicto de um futuro melhor. A Nação, hoje, está intranquila, temerosa e, is vezes, revoltada e violenta, quando não demonstra certos traços de ódio, e isso não é bom sinal. 2. A Sociedade de Consumo

Fundamentalmente podemos afirmar que todo o tipo de sociedade é consumidor. No entanto, isso pode ser distinguido entre o consumo para satisfazer as necessidades fisiológicas até o chamado consumismo. De maneira geral, seguimos uma definigoo que a sociedade de consumo é toda aquela que necessita de uma aceleração sempre maior do consumo para manter o parque industrial funcionando e em crescimento. Desta forma, todo pais industrializado é, de uma ou de outra forma, uma sociedade de consumo. No entanto, existem outras maneiras de consumo de produtos industrializados, baseados puro e simplesmente na importação desses bens. Isso é, existe uma atividade de produção normalmente baseada na agropecuária e na exportação de bens naturais, na grande maioria exportados, para que se possa satisfazer necessidades de consumo da população. O que então existe de tão condenável na sociedade de consumo, se praticamente todas as nações a praticam? Inicialmente, queremos ressalvar que não é nossa intenção aprofundarmos demasiadamente na questão, a ponto de sugerir uma forma adequada de produção e consumo, mas apenas colocar alguns pontos básicos de análise. Em segundo lugar, até o presente momento, dentro da nossa definição, ainda não tivemos a oportunidade de conhecer uma crítica

inovadora para um tipo de sociedade mais avançada e racional. No entanto, compartilhamos a convicção de que em muitos países, principalmente nos mais industrializados e nos seus pobres seguidores em desenvolvimento, existem práticas de produção e consumo, as quais certamente necessitarão de uma revisão crítica, não somente em países capitalistas, mas também já praticados em países de economia planificada. Queremos expressar a nossa convicção diante do progresso da humanidade e das nações. Consideramos que o homem é naturalmente impelido a progredir. Filosoficamente podemos definir que o homem se desprendeu da natureza pela razão. Desde então ele desenvolve a razão para se reencontrar com a natureza. Todo enigma, todo desconhecido é um obstáculo a ser superado neste sentido. Desta forma o homem é parte integrante da natureza, de um lado, pelos vínculos primitivos e, de outro lado pelo domínio que conseguiu exercer sobre ela. Este domínio se converte em progresso e o progresso em novas formas de conhecimento e bens. Assim, é natural que o homem quer desfrutar as suas conquistas e temos certeza que todo esforço deve ter a sua recompensa. No entanto, chegamos aqui ao primeiro ponto fundamental da sociedade de consumo, o qual, frequentemente, apresenta distorções acentuadas nas diversas nações: o progresso não é apenas material, mas também espiritual. Sempre quando temos uma evolução demasiadamente materialista, em detrimento dos novos valores espirituais, criamos um perigoso hiato entre o desenvolvimento técnico-científico e a adaptação do homem aos novos meios. Concordamos, outrossim, que o progresso não é um privilégio de apenas certas classes, embora estejamos cientes dos problemas de capitalização que existem, principalmente em países em desenvolvimento. O que faz refletir e demonstra os desequilíbrios existentes é que os grupos preocupados com a melhoria de vida das camadas mais pobres de um país, apenas estão ressaltando os problemas de abastecimento dessas classes, em termos de bens materiais, higiene e os confortos da moderna tecnologia. Embora fundamental, quando colocados para possibilitar os meios básicos de subsistência, além disso, serão apenas acompanhados de desequilíbrios e descontentamentos mais acentuados ainda, se não estivermos preocupados em desenvolver o homem espiritualmente também. Temos certeza que a situação, por que OUTUBRO/1980

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Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil está passando hoje o Irã, é uma expressão legítima desses desequilíbrios provocados. Se não totalmente compreendido, pelo menos foi sentido o problema da excessiva preocupação pelo consumo materialista. Infelizmente, os responsáveis por este processo não souberam utilizar os fatos para encaminhar o país a um progresso mais racional, mas estão se colocando com mais radicalismo ainda no extremo oposto, levando a nação a um regresso total, atitude bastante natural, quando também não estão preparados espiritualmente diante dos avanços da humanidade. Outra diferença fundamental entre as diversas formas de consumo é o que se consome e como se consome. Em certos círculos se consome com uma gana extrema, apenas para ter, com pouca preocupação em adquirir conscientemente, bens que nos proporcionem melhores condições materiais para aliviar a nossa vida, em termos de um melhor desfrute de uma vida social e familiar, em harmonia e condições de desenvolver-nos espiritualmente. Os conhecimentos humanos aumentam em progressão geométrica e sempre mais tempo,deve ser gasto em reciclagem, cursos, leituras etc., para possibilitar uma constante atualização. A situação, de certa forma representada pelo consumo desmensurado é que chamamos normalmente de consumismo e, tem fortes raízes sociais, fomentada pelas indústrias interessadas em vender. Tal estágio, apoiado ainda numa obsolescência programada dos produtos pelas indústrias, para garantir uma reciclagem das vendas, na situação atual, deve sofrer uma revisão racional, pois levam a desperdícios de matérias-primas e de energia contornáveis, no minim, com possibilidade de redução. Enquanto explorávamos fontes abundantes, esta situação de produção era economicamente viável. No entanto, com tuna visível inversão neste sentido, temos de poupar todos os recursos. Embora não compartilhemos do pessimismo do Clube de Roma, o mundo atual não pode mais desperdiçar os seus recursos, mesmo os considerados abundantes. Temos de garantir a sobrevivência dos nossos filhos. As empresas devem-se conscientizar da sua responsabilidade social em procurar novos meios de produção mais racionais e oferecer produtos de maior tempo de vida, reduzindo ao máximo o uso de energia e matérias-primas. Certamente, em termos de marketing, as empresas deverão começar a usar outros conceitos, começando por comprar mais racionalmente, frequentemente, produtos mais baratos e, principalmente, menos sofisticados. Os impostos, para que os produtos e a sua pesquisa sejam efetivamente dirigidos para substitutos de matérias tradicionais e a redução efetiva do uso de matériaprima, devem aumentar sempre mais sobre produtos, consumidores e empresas OUTUBRO/1980

que não atendem a essas novas necessidades. A pior situação, neste sentido, são determinadas fases de transição, pois, é difícil de ser 'justo diante de toda a coletividade, mas, vale a imaginação e a pesquisa sobre as implicações de certas medidas. A gasolina, por exemplo, é primordial ainda para certos ramos de atividade, enquanto, para outros possa ser considerada um luxo ou, de necessidade secundária. Porque, então, não se cria impostos sobre a quilometragem rodada de carros de passeio e carros de luxo, em vez de aumentar consecutivamente o preço da gasolina, com impactos negativos sobre algumas atividades econômicas e readaptações da economia aos novos fatores, fomentando, além disso, fatores inflacionários. De outro lado, cada iniciativa de redução ou eliminação do uso de subprodutos de petróleo deve ser estimulada com incentivos f iscais, valendo o mesmo raciocínio, com menos dramaticidade, para outras matérias-primas. Estas atividades e posicionamentos conscientes, a médio e longo prazo, deverão provocar mudanças estruturais na sociedade. A melhoria física da vida não depende mais, como ponto principal, dos aumentos salariais, mas, da redução dos preços dos produtos, mesmo se oferecidos com menos sofisticação. O tempo de trabalho, na média, com o tempo deverá cair sensivelmente, fato que deve constituir, hoje, já uma preocupação social, para que o tempo de lazer seja preenchido de forma adequada e, possa ser utilizado, para a reatualização constante dos conhecimentos e a adaptação espiritual ao progresso. 3. Pobreza e problemas socials correlatos Provavelmente, nos últimos vinte anos, a população mais pobre, não tem piorada a sua situação, porém embora não percentualmente, mas, em quantidade absoluta aumentou e, o distanciamento para as faixas mais ricas está maior. No entanto, aumentando ou reduzindo, a situação atual de pobreza no Brasil é alarmante. A morosidade de providências neste sentido, por fins humanitários e, para outros, que atendem a apelos diferentes, por fins de segurança nacional, devem sofrer uma inversão rápida. Não é concebíbel, que a pobreza continua se desenvolvendo A. margem dos grandes problemas econômicos. Uma das preocupações básicas da economia é a distribuição de bens escassos, portanto, a pobreza de certas faixas populacionais é um grave problema econômico. Em primeiro lugar apontamos o problema puro e simples de nutrição e, em segundo, o enquadramento espiritual desta população na realidade do país, para que possa progredir e se expandir de forma racional e saudável. Do ponto de vista puramente econômico, a pobreza acentuada tem um alto custo social. O pobre produz pouco ou nada e, em contraposição, mesmo sem assistên-

cia oficial, representa gastos para o Governo. Além disso, é um constante fator de intranquilidades sociais, foco de epidemias, mendicância, prostituição e criminalidade. Esta análise pode parecer um tanto fria, diante dos problemas de sobrevivência sofridos por nossos semelhantes; no entanto, a luta contra a pobreza do País, também, é uma questão do povo, não é apenas um problema governamental. 0 povo, sim, tem que se sensibilizar em termos humanitários diante do problema. Infelizmente, este, em vez de criar organizações e atividades significativas para minimizar a pobreza e, principalmente, tentar integrar estas pessoas na sociedade, pouco faz neste sentido. Em contraposição acusa o Governo da sua ausência. Este, porém, tem que analisar toda a problemática de um ponto de vista mais calculado, pois trata de investir recursos escassos para melhorar a economia do País de forma global. Um dos primeiros problemas é o êxodo rural para os grandes centros urbanos. O homem do campo, certamente, se sente atraído pelas perspectivas de consumo destas regiões e, na maioria das vezes é decepcionado, pois os meios de sobrevivência nas cidades se tornam mais escassos para ele do que no campo. Portanto, deve ser desenvolvida uma política eficaz, para prender o homem ao campo ou perto do campo. Neste sentido é certo que se dá os mesmos direitos assistenciais e de aposentadoria ao trabalhador do campo, como nos centros urbanos. Além disso, deverá receber uma assistência maior em termos de direitos trabalhistas. Uma reforma agraria, com a redistribuição das terras entre as classes mais pobres, não resultará positivamente para o País, em termos de produtividade agrícola. Estas mudanças devem ser gradativas e necessitam já uma certa preparação do pequeno proprietário, com o necessário apoio de cooperativas agrícolas. Ë extremamente importante que essas propriedades tenham extensões suficientes para garantir uma boa produtividade. O intuito deve ser de criar uma classe média agrícola, que pode surgir a partir do confisco de terras não produtivas de grandes latifúndios, ou, medidas de teor semelhante. A preocupação não se deve afastar do problema da produtividade das Areas agropecuárias e um melhor abastecimento das diversas regiões metropolitanas, com um minimo de despesas em estoques e transportes. Outrossim, deve-se evitar a especulação com terras férteis em termos imobiliários. As grandes, médias e pequenas cidades devem-se preocupar em determinar as á reas de baixa rentabilidade agrícola, para a expansão natural da cidade, cinturões hortigranjeiros e pequenos latifundiários, reservas florestais homogêneas e naturais em volta das Areas urbanas, para evitar erosão, manter os ecossistemas e, mesmo assim, permitir a exploração de madeiras ABIGRAF EM REVISTA 9


Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil e, em última análise, oferecer áreas de lazer à população. Os grandes latifúndios, portanto, as areas predominantes de monoculturas, devem obedecer a um distanciamento proporcional ao tamanho das cidades, para o seu abastecimento de hortigranjeiros, com a obrigação de manter, nas localizações estratégicas, em termos de erosão e captação de águas de chuva, novamente florestas homogêneas e naturais. Outrossim, devem ter uma certa infra-estrutura de assistência ao trabalhador rural. êxodo rural, sempre que ele se demonstra inevitável, deve ser controlado com a tentativa de intimidar a entrada de contingências despreparadas nos grandes centros urbanos, desviando-os para áreas que oferecem a eles melhores formas de vida. A exigência minima, para a aceitagoo dessas pessoas nas grandes cidades, é que estejam alfabetizadas. País necessita, urgentemente, de um levantamento sobre as propriedades das suas terras, em termos de produtividade agrícola e possibilidades e custos de recuperação das areas menos férteis, para que possa destinar as terras a atividades racionais, com os custos mais baixos possíveis. As terras têm que ser usadas, ao maximo, conforme seus potenciais específicos, comparados a custos de transporte e necessidades da população, visando a conservação e a melhoria constante das propriedades e dos ecossistemas. A guerra contra a pobreza tem que ser ganha no campo; no entanto, ela tem um obstáculo a vencer, que são as próprias cidades. O problema mais aparente são os favelados nos grandes centros urbanos. Parece-nos, que a solução inicial não é a construção de casas populares, mas oferecer melhores condições de vida em geral. primeiro passo deve ser uma delimitação das favelas e subfavelas e a construção de centros administrativos. Essas áreas, necessitam ter verbas próprias e fazer um levantamento populacional de ocupação das pessoas em idade produtiva e nível de instrução. A seguir

deve existir uma preocupação em fornecer os principais produtos alimentícios e roupas, com preços subvencionados por uma cooperativa própria. A população pode ajudar com donativos e muitos alimentos podem provir das sobras normais dos centros de abastecimento, em condições de consumo. A administração desses centros administrativos, em grande parte, poderá ser suprida com o pessoal das próprias favelas, como, também, a mão de obra para a construção da infra-estrutura necessária, em termos de esgotos, água e luz, escolas, praças esportivas, ambulatórios, a construção de casas, as quais devem substitutr os barracos e a posterior urbanização. Temos certeza que essas propostas, quando lideradas por uma assistência social eficaz, com as verbas necessárias, podem levar a uma redução acentuada da pobreza extrema nos grandes centros ur10 AB1GRAF EM REVISTA

banos, empregando mão de obra ociosa,

na construção de um bem-estar melhor, em benefício próprio, aumentar a consciência social, reduzir a criminalidade e fixar as crianças ao lar, no mínimo a uma comunidade crescente. Tudo isso poderá ser realizado a custos bastante reduzidos, com a supervisão dos próprios favelados, para coibir desvios. No entanto, essas propostas são imediatistas, isso é, sugerem remediar, mas, não prevenir. Uma das formas, como já exposto, para prevenir é melhorar o nível de vida rural, evitando os constantes êxodos. A outra forma deve-se processar nos centros urbanos. As grandes metrópoles devem ser inibidas no seu crescimento, pois, apresentam um custo muito elevado para uma nação, principalmente, onde se reclama de recursos escassos, pois, nesses centros, os investimentos na infra-estrutura se tornam sempre mais dispendiosos e sendo, por natureza, desperdiçadores de energia, provocam altos indices de poluição, uma vida agitada e difícil e, portanto, altos custos para a recuperação física e mental dos homens e o restabelecimento da natureza.

A proposta é, como solução definitiva, desviar mais recursos para as pequenas e médias cidades, dando ao homem do campo uma opção mais viável de mudança de vida. Essas cidades deverão receber, na maioria, pequenas indústrias, com base em beneficiamentos de produtos agropecuários para as regiões menos distantes, oferecendo os produtos com baixos custos de transporte, estocagem e desperdício e, ainda, melhorar os custos de transporte para os centros maiores ou para exportagoo, repassando produtos já com manufatura. Assim, por exemplo, as destilarias de álcool deveriam concentrar-se nas áreas de produção de cana. Em outras áreas poderão ser construídas fabricas para alimentos hidratados ou enlatados. Essas propostas visam fortalecer as pequenas e médias cidades, para colocar ao homem do campo opções de manufatura, sem afastá-lo demasiadamente do seu habitat original e ajudar os grandes centros urbanos a reduzir seu crescimento vertiginoso, mantendo-se, se possível, em volta de um crescimento vegetativo normal. Essas propostas, certamente, são de grande complexidade na execução e no planejamento, mas poderão levar a resultados extraordinários. 4. Educação e Instrução

De forma simplificada, entendemos so-

bre educação um esforço social natural, para formação moral do indivíduo dentro

dos valores culturais existentes e, sobre instrução, de transmitir os valores culturais, baseado em instituições organizadas, nos aspectos de raciocínio e conhecimento. Portanto, dentro do conceito global de educação, como expressão de todos esforços de transmissão dos valores culturais, existem duas formas que devem ser har-

monizadas perfeitamente, para garantir os efeitos esperados: a atuação familiar e social e a instrução organizada. A preocupação principal para um bom funcionamento deste binômio é que podemos chegar praticamente à perfeição em termos de transmissão de conhecimentos, no entanto, os quais, quando não são recebidos de forma equilibrada, podem provocar mais prejuízos do que ganhos para a sociedade. Os conhecimentos humanos se tornam sempre mais complexos e controvertidos e necessitam de um espírito preparado que somente pode chegar a tal ponto dentro de famílias equilibradas e sociedades sadias. Definimos, desta forma, que a preocupação quantitativa do ensino é um problema secundário dentro de uma comunidade, desde que não estejam satisfeitos os requisitos mínimos de qualidade Não levam, absolutamente, a nenhum resultado positivo, a médio prazo, nem mesmo por pressões do desenvolvimento a ser atendido dentro de um país. Certamente, como já frisamos anteriormente, o desenvolvimento acelerado ou não de um país pode ser uma fonte de desequilíbrios sociais. Entretanto, não podemos combater os desequilíbrios com medidas que, novamente, impõem outros desequilíbrios à sociedade. Não temos a impressão que as escolas superiores, na sua maioria, preparem o estudante para as tarefas da vida diante dos problemas da sociedade, fundamentalmente nem chegam as escolas superiores alunos com o suficiente de bagagem. Em contraposição, principalmente nos níveis médios de administração do País, de maneira geral e das empresas, em especifico, reina um grau elevado de ineficiência e ineficácia, impondo uma grande margem de improdutividade e perdas à Nação. Senso profissional e responsabilidade diante da comunidade provêm de fatores dependentes de tradição, transmitidos pela família e pelos diversos grupos sociais. Não somos conservadores nem queremos ser empecilhos para o desenvolvimento, ao contrário e, por isso exatamente, temos a convicção que todo o progresso da sociedade se fundamenta nas suas bases. Não se constroem modernas indústrias sobre conceitos familiares antiquados, muito menos quando já conseguimos destruir essas mesmas bases sem substituilas por novos conceitos. Isso tell efeitos bastante negativos sobre todo o equilíbrio da sociedade. Nas chamadas nações desenvolvidas, não podemos afirmar que tais problemas estejam encaminhados de forma adequada, no entanto, um país em vias de desenvolvimento não deve imitar os já desenvolvidos, mas estudar a sua história, para evitar cometer os mesmos erros praticados por esses durante as suas fases de desenvolvimento.

Os nossos centros urbanos estão-nos impondo hoje um ritmo de vida estafante e difícil, não raras vezes levando-nos a neurose. O consumismo ou consumismo OUTUBRO/1980

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Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil

aparente, isto é, a vontade de possuir bens e estar sob pressões dos familiares neste

sentido, estão impondo inseguranças pessoais e uma concorrência desmensurada e, não raras vezes, desleal, nunca se chegando a uma plena satisfação, mas, frequentemente, à frustração. Evidentemente, esse não é o clima ideal para desenvolver uma família em harmonia, revendo e adaptando-a à sociedade em progressão. Aquela alegria fundamental, apenas em razão da nossa existência, está-se perdendo, nosso riso está-se tornando forçado em função de coisas e perdeu a naturalidade, o choro não é mais de compaixão e nossa ira não está mais voltada contra o mal, mas, contra o próprio homem. Qual é o sentido de todo esse desenvolvimento, se ele nos afasta da felicidade e da alegria diante da vida? Já falamos que temos de tornar as nossas cidades mais humanas e estamos convictos que a educação deve receber seu principal reforço no lar e nos grupos sociais. Desta forma é eminente fazer um levantamento sobre os desvios sociais existentes, as suas causas e os remédios, para elevar a família à condição de equilíbrio com o meio. Assim, ela se tornará um fator de progresso sadio, e não um empecilho, da qual sairão as pessoas para desenvolver o País, com alegria e naturalidade, e que não necessitam ser incentivadas por outros meios, para manter a produtividade. Da mesma maneira, devem ser incentivadas as atividades que reforçam um convívio social, de forma mais ampla possível. Deve-se competir, mas é necessário saber ganhar e perder com humildade, sem que o perdedor seja ou se sinta humilhado. A harmonia social é o fator principal para garantirmos efetivamente um País democrático. Um velho provérbio hindú diz que, aquele que nada sabe, nada entende e, quem não entende, não ama. E uma expressão da convicção diante do progresso do homem pelo homem. Neste sentido estamos dispostos a aceitar qualquer desafio, as tecnologias mais avançadas e mais miraculosas, empregadas em função da felicidade e da alegria do homem. Neste sentido instruiremos os nossos filhos, sobre bases firmes, reflexão, raciocínio e versatilidade mental. Torna-se quase banal, falarmos agora sobre as institui0es de ensino em si. No entanto, elas são partes importantes na educação, pois levarão os nossos filhos ao saber. Essas instituições, porém não podem encerrar nesta atividade sua razão de existência. Elas são os meios de ligação mais importantes entre as famílias, a sociedade e o meio ambiente. O ensino que apenas faz saber, fracassou, se o aluno não entendeu. Um ponto muito importante é aguçar, constantemente, a reflexão e o raciocínio, para criar uma flexibilidade necessária diante dos fatores em constante mudança. Se não prosseguirmos desta forma, teremos criado, afinal, apenas alguns robôs, cuja razão de ser, se baseia na memória e não na inteligência. OUTUBRO/1980

O País, portanto, necessita de um ensino mais atuante e mais versátil. Deve ser despendido um esforço muito grande em melhorar as bases, os níveis dos professores, os conceitos e o próprio apoio material necessário. Nada neste sentido pode ser caro, pois, é a nossa garantia de sobrevivência do amanhã, a certeza de que conseguiremos manter e ampliar o nosso estágio de desenvolvimento. O restante será consequência. Conseguiremos estabelecer um equilíbrio adequado entre os diversos tipos de ensino, além do básico, principalmente, entre as escolas prof issionalizantes e as superiores. Certamente haveria um senso maior pelos bens culturais, a sua preservação e a sua ampliação. As pesquisas individuais, em empresas ou em sociedades, rapidamente dariam condições de tecnologia própria. Haveria um esforço muito grande em compreender o mundo e o próprio homem. Os cursos de extensão, atualização ou informação, satisfariam uma necessidade básica e não mais a vontade de possuir diplomas. Finalmente, queremos assinalar que o principal aspecto dos problemas atuais no Brasil e, possivelmente, pelo mundo afora, em países desenvolvidos ou não, é uma crise gerencial, isto é, a incapacidade do homem em gerenciar de forma adequada seus próprios inventos.

5. A Expansão Democrifica e Ecologia A expansão demográfica constitui hoje um assunto controvertido, por vezes explosivo e envolvido em discussões apaixonadas. Tanto as correntes a favor ou contra o controle de natalidade têm seus argumentos que querem fazer prevalecer. Afirmamos, apenas, que é inconcebível e ilógico pensar que a terra possa aguentar contingentes sempre mais numerosos, sem que surjam sinais de esgotamento. Além disso, quando, como uma das consequências, a natureza está sendo mutilada, ela necessariamente reage contra o homem. O sempre mais reduzido espaço vital para o homem, está levando-o a uma agressividade desnatural e, em consequência, a homicídios, suicídios, mortes acidentais etc.. O número de mortos em ea-. tástrofes está aumentando constantemente. As Areas de produção agrícola estão-se tornando escassas, as matas estão reduzindo e, em consequência, a fertilidade das terras. Estamos entrando num círculo vicioso de autodestruição, sem necessitar de uma guerra atômica. Para sobrepor as dificuldades, ainda considerando que, por volta da metade da população mundial, sofre de deficiências alimentares, deveriam ser despendidas somas miraculosas, isso em épocas, em que o capital já é extremamente escasso. compreensível que a Igreja Católica, hoje, esta muito preocupada com os valores morais da humanidade e, em última análise, com a própria natureza. Fundamentalmente concordamos com essas idéias e as apoiamos.

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Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil

Podemos, no entanto, não nos esquecer de um binômio importante: o fato de dependermos, por nossas origens, da natureza e, a procura em dominar a natureza, em função da própria inteligência que nos é dada. Ora, apontar as técnicas de controle de natalidade como violência contra a própria natureza é uma meia verdade ou uma falha de análise nas suas implicações totais. Podemos afirmar, que o aumento populacional constitui uma violência contra a natureza, não pelo excesso de nascimentos, mas, principalmente, pelo aumento de esperança de vida. A natureza não dá de comer a nenhum aumento desequilibrado da população de qualquer animal selvagem, ou encontra outros meios de estabelecer o equilíbrio. O homem procura novas formas de produção, não raras vezes, provocando novos desequilíbrios na natureza. Portanto, devemos colocar algumas premissas básicas: o progresso do homem é irreversível; é desumano instituir a fome num contingente grande da população; a assistência sanitária e médica é um direito do homem; a natureza é capaz de provocar catástrofes incalculáveis, por meios próprios ou pelo próprio homem, para levar a população humana a um nível natural. Tudo o que o homem faz, além de satisfazer suas necessidades básicas, deve ser considerado um ato impróprio da natureza, não necessariamente contra a natureza. A natureza não conhece a razão, portanto, não domina e não é dominada. O homem, no entanto, tenta dominá-la em seu benefício e pratica violências contra ela. A violência que antecede as necessidades de um possível controle de natalidade, são os aperfeiçoamentos na higiene e na medicina, pois, são essas as maiores responsáveis pela superpopulação de hoje. Desta forma, se temos o direito de nos defender contra a morte, também necessitamos do direito de poder contrabalançar os excedentes de natalidade. Isso é fundamental, pois, o progresso humano sempre foi uma ação antinatureza e temos de evitar, que com isso cheguemos a violentar a natureza de uma forma, que esta se vire contra o próprio homem. E perfeitamente imaginável, que o homem chegue a conhecimentos para dominar a natureza totalmente e manipulá-la conforme sua conveniência. No entanto, até hoje ele está longe disso e, não tem sentido querer dominar uma natureza destruida. Qualquer interferência tem trazido efeitos correlatos, pouco antes não imaginados. Os fertilizantes, por exemplo, ajudam crescer as plantas, mas, têm levado a consequências, como intoxicação de animais, morte de peixes etc... Ademais, um homem mais desenvolvido não é imaginável, como um exterminador insaciável da vida: certamente pensará bastante além do lucro imediato de suas ações. Estamos poluindo o nosso mundo, de forma bastante irresponsável, tanto mais, 12 ABIGRAF EM REVISTA

que conhecemos perfeitamente o perigo que estamos correndo. Estamos destruindo a nossa própria casa, o nosso habitat natural, numa atitude parecida com a de Luiz XIV: "e depois de nós o dilúvio". No entanto, é possível, que colheremos os frutos da nossa ganância ainda durante a nossa própria existência. Admitimos com a maior tranquilidade substituir o petróleo por outras fontes de energia. Pouco se fala que tais processos de fabricação, frequentemente, são extremamente poluentes. Chega-se à irresponsabilidade de propor queimar a metade das reservas florestais da Amazônia para produção de carvão mineral. Não estamos nos defrontando, apenas, com negligência, mas também com irresponsabilidade, prepotência e cinismo. Certas pessoas parecem possessas de neuroses contra a natureza, causando-lhes prazer em destruí-la. Como já dito, não precisamos, necessariamente, de bombas atômicas para exterminar grande parte da humanidade, um machado já pode ser o suficiente. Não estamos nos alinhando aos movimentos ecologistas, principalmente, devido As posições radicais assumidas por sua grande maioria, embora, são atitudes, dentro das fraquezas humanas, perfeitamente compreensíveis, como oposição As violências não menos radicais contra a natureza. Reiteramos nossa convicção diante da necessidade de um progresso continuo da humanidade, portanto, apoiamos a modernização constante, dentro dos limites da compreensão do homem. Quando, porém, assinalamos anteriormente que o desenvolvimento, para resultar num progresso harmonioso, deve ser acompanhado de um desenvolvimento espiritual do homem, alertamos que, igualmente, as novas conquistas não se podem projetar, sistematicamente, em prejuízo da natureza. Ao contrário, podemos levar o mundo a uma série de catástrofes, das quais os homens não sairão ilesos e, certamente, o capital que será necessário para a recuperação ecológica, pouco deixaria sobrar para novos investimentos. Não estamos incorrendo em exageros nem dramatizando. Certamente, ate efeitos inflacionários já podem ser atribuídos aos efeitos negativos sobre a ecologia. Além disso, estamos chegando a um ponto que o crescimento demográfico está se ligando diretamente ao desequilibrio ecológico. 6. A Estrutura Empresarial

Frequentemente podemos constatar discussões sobre empresas estrangeiras, nacionais ou multinacionais e escutamos reivindicações das pequenas e médias empresas sobre maiores apoios governamentais. Definimos claramente a nossa opinião sobre a evidência das vantagens para um país, em poder contar com o capital nacional fortalecido e bem organizado, da mesma forma como é importante poder contar com uma media e pequena empre-

sa sadia, dentro do quadro econômico da nação. No entanto, consideramos perfeitamente aceitável a entrada de capital estrangeiro, para possibilitar um desenvolvimento mais acelerado, evidentemente, como já exposto anteriormente, com a devida preocupação pelo equilíbrio social. A entrada de empresas estrangeiras pode ser incentivada, inclusive com facilidades tributárias, em áreas não cobertas pelas empresas nacionais, com a obrigação de transferência de tecnologia. Evidentemente, tais facilidades não se podem estender sobre um tempo muito extenso, sem provocar desequilíbrios na estrutura empresarial. Outrossim, se o capital nacional não está preparado para competir acabará servindo de recursos financeiros para as empresas estrangeiras, no mercado nacional. De forma semelhante se processam as diferenças entre pequenas e grandes empresas, sendo que as maiores, normalmente, encontram facilidades bem mais acentuadas no mercado financeiro. Estamos vivendo, hoje, alguns problemas bastante dramáticos, a partir da opção para o progresso. O grande hiato entre empresas grandes e pequenas, multinacionais e nacionais, em muitos casos não se resume em diferenças no capital aplicado, mas, principalmente em tecnologia empregada, estruturas organizacionais e filosofia empresarial. As pequenas e médias empresas, na sua grande parte nacionais, estão reivincticando um maior apoio financeiro, facilidades nos impostos etc., para garantir-lhes meios de sobrevivência. Concordamos com a preocupação de fortalecer essas empresas. E um ponto básico no equilíbrio econômico e social. No entanto, um apoio financeiro, apenas, significaria recursos desperdiçados, apoiando a improdutividade, a falta de organização, mentalidades empresariais obsoletas e, em última análise, o mau pagador dos seus colaboradores. Certamente, com mais recursos financeiros pode-se pagar melhor aos empregados e renovar o parque industrial, porém, o problema real não é este. Não adianta modernizar os equipamentos de uma empresa, cuja mentalidade, organização e tecnologia não estão à altura dessas novidades. Não se chegará a resultados necessários para justificar esses investimentos. Portanto, o apoio tem que ser diversificado ao máximo, para atingir o problema real da pequena e media empresa, com a primeira preocupação dirigida A mentalidade, organização e tecnologia. Empresas que necessitam de incentivos fiscais e financeiros, significam um ônus e um sacrifício social. Desta forma não existe nada mais lógico, de se certificar, que os recursos atendem a uma melhoria efetiva da estrutura empresarial e não a pressões políticas. Além disso, tal situação deve ser temporária e não pode se estender por tempo indefinido, com pena de eternizar a improdutividade. OUTUBRO/1980


Considerações sobre a atual situação sócio-econômica do Brasil

Como se tornaria extremamente difícil para o Governo exercer uma pressão adequada sobre um número muito grande de empresas pequenas e médias, as melhorias deveriam ser pressionadas via associações de classe, técnicos e de pesquisa, concedendo vantagens is empresas filiadas a tais atividades e exercendo uma fiscalização e uma pressão sobre os problemas estruturais, via essas organizações. Estas propostas devem-se ao fato, que as pequenas e médias empresas não têm estruturas e meios suficientes, para desenvolver por si próprias uma melhoria acentuada sobre os problemas estruturais de mentalidade, organização e tecnologia. As associações significariam, neste sentido, um esforço comum, aumentando consideravelmente a probabilidade de uma renovação sadia. • Na última Conferência das Nações Unidas sobre "Ciência e Tecnologia a Serviço de Desenvolvimento", foi divulgada uma série de dados, entre eles, que anualmente são registrados 280.000 patentes, das quais, 10% em países em desenvolvimento e sio elaborados 800.000 documentos de pesquisas etc., nos países desenvolvidos, sendo 20% deles exportados. Isso significa que o País deve fazer grandes esforços em criar tecnologia própria e que as associações e entidades técnicas e de pesquisa, além disso, podem servir, não somente para atualização da indústria nacional, mas também para desenvolver tecnologia própria e pesquisar alternativas energéticas e de matéria-prima. Essas próprias associações e entidades, a partir de um órgão de coordenação do Governo, podem servir ao País, solucionando uma série de problemas específicos, de âmbito geral ou localizado, pesquisando, estudando e sugerindo soluções, de uma forma extremamente barata e eficaz, dividindo-se os assuntos conforme especialidade de cada entidade, podendo ainda, em caso de problemas amplos, discutir as implicações por vários pontos de vista, para evitar distorções setoriais e uma série de implicações não previstas. Voltando is nossas preocupações sobre os problemas estruturais das pequenas e médias empresas, a partir de um órgão de coordenação, o Governo dispõe, corn um investimento mínimo numa pequena estrutura organizacional, de todas as pesquisas, estudos e consultas existentes no País, que possam ser desenvolvidos para as empresas necessitadas, repassando os assuntos para as entidades, conforme sua especialização, a uma remuneração adequada, liberando as empresas com os problemas mais acentuados, de manter estruturas de pesquisas e estudos e outros setores de staff, onerosos e normalmente mal utilizados, no entanto, tendo acesso mesma tecnologia das empresas grandes. Baseado nesta análise sobre as possibilidades do desenvolvimento das pequenas e médias empresas, podemos derivar a nossa opinião sobre a atuação das empresas multinacionais. A entrada de empresas estrangeiras no OUTUBRO/1980

pals significa a transferência de poupança de um pais para outro, isto e, encarando as empresas como depositários da poupança de um pals, somos beneficiados com os sacrifícios feitos por uma outra nação. Isso, evidentemente, tem um determinado custo para o pais beneficiado, baseado, normalmente, numa lucratividade segura e superior ao país da origem. A instabilidade social e política que tais empresas podem levar ao país está intimamente ligada à política governamental, excercendo os controles necessários, garantindo benefícios tributários, por tempo limitado, apenas em troca da importação de tecnologia avançada etc., e, a própria estrutura das empresas nacionais. Portanto, quando existem desequilíbrios, o mal não provem das empresas estrangeiras, mas, da própria estrutura do pais, importando capital, sem poder controlá-lo adequadamente. Assim, devem existir controles, não necessariamente governamentais, mas sim legais e uma empresa nacional sadia, deixando a cargo do mercado manter um equilíbrio racional entre as diversas forças atuantes. 7. A Comunicação

Não é comum incluir, num texto como este, uma análise sobre os problemas de comunicação. No entanto, o próprio ramo industrial em que militamos nos impõe algumas preocupações adicionais. Além disso, consideramos a comunicagoo um dos setores mais importantes dentro de um sistema económico. Estimativas feitas nos Estados Unidos revelam que, aproximadamente, cinquenta por cento do Produto Nacional Bruto daquele pais é gasto em comunicação ou em função da comunicação. Defitiimos, que a comunicação é o principal sistema lubrificante de um país, em termos de todos os tipos de interação social. Sem um sistema perfeito de comunicação, o país sofre consequências imediatas, ao ponto da estagnação do progresso. Da mesma forma, que os mais avançados motores dependem de um perfeito sistema de lubrificação, uma empresa moderna se baseia em complicados sistemas de informação, uma sociedade progressista somente consegue marcar seu avanço e mantê-lo, a partir de um sistema de comunicação, em harmonia com as necessidades. No Brasil desconhecemos estudos mais sérios sobre a importância econômica da comunicação. Sabemos apenas, que esta está muito longe em ter uma configuração próxima à dos Estados Unidos. Desta forma alertamos, que o progresso possa estar seriamente comprometido, devido is deficiências na comunicação. Um dos problemas mais graves que pudemos detectar é o crescimento invulgar da mídia eletrônica sobre outros meios da comunicação. Não queremos afirmar, necessariamente, que o crescimento da televisão foi rápido demais, mas, assinalar o extremo distanciamento e o crescimento lento da mídia impressa. Podemos concluir que, a partir desse

hiato assinalado, o analfabetismo existente, uma falta de costume generalizado em ler, longos períodos de trabalho e, nos grandes centros urbanos, estafantes viagens diárias para alcançar o local de trabalho e outros motivos quaisquer, estão fazendo da televisão um vício para a população, acostumando crianças e adultos, a consumir programas com pouca expressividade e propagandas, cujo código de ética, frequentemente, ainda pode ser colocado em dúvida, em resumo, levando a população a consumir informações, sem realmente informar. Os reflexos negativos da televisão, sobre a vida familiar e social, quando não equilibrados por outros meios de informação, em muitos países já foram largamente estudados e alertados. Não se trata aqui, de reduzir a atividade da televisão, mas, imprimir-lhe uma censura mais rígida sobre seus programas e a própria propaganda, levando a crianças e jovens, o apelo a vícios inadequados, remédios, bebidas e fumos, ou, tornando a criança um ser eternamente insatisfeito, devido a apelos de consumo de brinquedos e outros bens de seu agrado, os quais uma grande parte dos pais de família não pode atender, no máximo, esporadicamente. O mundo moderno conhece uma série de meios de comunicação. Um deles é o próprio impresso. Por natureza, este meio tende a ser mais profundo e mais abrangente, minimizando uma série de efeitos nocivos. A palavra escrita tende a elevar o espírito a raciocinar e, não apenas a consumir. Normalmente, ate dentro da propaganda impressa surgem inversões, levando a um consumo mais consciente e, em contraposição, sem a necessidade de exercer uma pressão constante, para que o consumidor não modifique sua atitude de compra, pois, optou-se por um produto, cujas vantagens foram melhor escolhidas. Além disso, o apelo impresso, pelo fato que permite a reflexão, num grande número de casos, não necessita de uma introdução tão maciça quanto na mídia eletrônica. Dentro do capítulo sobre instrução e educação e, em outros pontos deste tratado, temos levantado a necessidade de elevar o espírito do homem acima dos seus próprios inventos. O Brasil tem feito um esforço muito árduo em desenvolver o país e, em contraposição, necessitará desenvolver o próprio homem, para chegar ao progresso social. Não nos parece que isso seja atingido, apenas, com velocidade e quantidade de informações, mas, que tenha interligações íntimas com a sua própria qualidade. Consta-nos que o impresso ainda é, e com a inclusão de técnicas modernas, volta a ser o veículo mais importante de comunicação dentro de uma nação. Ou o Brasil se adapta a essa realidade ou corre sérios riscos, devido a informações superfluas, prestadas a seus cidadãos, de compremeter tudo que já foi alcançado em nome do progresso, durante árduos anos de sacrifícios. ABIGRAF EM REVISTA 13


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O que a ABTG faz por você A Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, ABTG, fundada em 30 de junho de 1959, e pioneira nesta atividade em nosso hemisfério, atualmente coloca em prática um novo plano de metas que objetiva aumentar suas atividades e serviços em benefício da comunidade gráfica no País.

OBJETIVOS BÁSICOS Os objetivos básicos da ABTG são: o desenvolvimento de tecnologia gráfica, a nível das necessidades das empresas; a promoção e compreensão das novas tecnologias; a racionalizagoo empresarial; o apoio ao ensino técnico; a criação de normas técnicas e a promoção da integração da indústria gráfica com seus clientes e fornecedores.

BENEFICIOS OFERECIDOS A ABTG está capacitada a oferecer a seus associados uma série de benefícios, os quais, evidentemente, com a dinamização dos trabalhos, devem ser ampliados gradativamente. Neste momento são estes: Despesas Todas as despesas com a ABTG podem ser abatidas contabilmente, pois, a mesma é legalmente registrada e reconhecida de utilidade pública pela Lei 7.413, de 12 de novembro de 1962, pelo Governo do Estado de São Paulo. Publicação em boletins da ABTG

Serão publicados press-release, notícias e artigos técnicos nos boletins da ABTG, enviados pelos associados, desde que considerados de interesse geral pela Diretoria. Certificado Todo associado da ABTG recebe um certificado, como membro da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, diferenciado em pessoa física e jurídica. Identificação do Associado O associado pessoa física tem o direito, em rodapé de papel de carta personalizado, a identificar-se como membro da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica. O associado pessoa jurídica tem o direito, em rodapé de papel de carta e papelaria geral, a identificar-se como membro da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, por dizeres simples ou por filmes fornecidos, contendo o logotipo da ABTG. 14 ABIGRAF EM REVISTA

— O nome de cada novo associado é publicado no Boletim Informativo da ABTG. Veiculação de Anúncios O associado tem direito a descontos especiais para veiculação de anúncios em revistas que mantenham acordo com a ABTG para este fim. Acesso ao Mailing-list Todos os associados da ABTG têm acesso a seu mailing-list, solicitado para fins de relações públicas, contatos técnicos etc. Boletins A ABTG mantém quatro boletins, dois destes periódicos, o Boletim Informativo e o Boletim Técnico, e dois não-períodicos, circulando conforme montante e importância de notícias, o Boletim de Assuntos Organizacionais e de Normas. Todos esses boletins são distribuídos gratuitamente aos associados. Comissões Técnicas Os associados podem inscrever-se, independente do número, em qualquer das Comissões Técnicas da ABTG, gratuitamente, para discutir problemas técnicos, encaminhar sugestões, dúvidas, soluções etc. São as seguintes as comissões técnicas constituídas ou a serem constituídas: Metodologia d.e Originais, Composição, Fotoreprodução, Impressão Offset, Impressão Rotogravura, Impressão Tipográfica, Impressão Diversos, Tintas e Vernizes, Inter-relacionamento Papel e Tinta na Impressão, Metalgrafia, Embalagem, Acabamento, Produção Gráfica, Normas e Economia/ Administração/ Planejamento Estratégico. Cursos, Seminiribs etc. Os associados têm direito a descontos especiais para participar de cursos, seminários e congressos etc., que a ABTG desenvolve e promove, mesmo os realizados em convênio com outras entidades. Publicações O associado tem direito a descontos especiais para compra de publicações editadas pela ABTG, em convênio com outras editoras ou contratos estabelecidos para este fim com outras empresas. Consultas Técnicas O associado tem direito a consultas técnicas, desde que depende apenas de dados bibliográficos 6. disposição da ABTG.

12. Assessoria Técnica

associado tem direito a assessorias técnicas, a preços de custo, contra orçamento previamente fornecido. Pareceres Técnicos O associado tem direito a pareceres técnicos, garantindo absoluta imparcialidade, em caso de disputas comerciais ou de comprovações diante da lei, a preço de custo, contra orçamento previamente fornecido. Assessoria Administrativa associado tem direito a assessoria administrativa, a preço de custo, contra orçamento previamente fornecido. Encomenda de Pesquisas O associado tem direito a encomendar pesquisas técnicas e tecnológicas, a preço de custo, contra orçamento previamente fornecido. Pesquisas próprias associado tem acesso gratuito a todas as conclusões técnicas ou de pesquisas tecnológicas e administrativas, desenvolvidas por iniciativa própria da ABTG, portanto, não encomendadas e pagas por terceiros. 17. Atividades Sociais O associado é convidado para deliberar sobre os destinos da Associação nas Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias. O associado é convidado para coquetéis, almoços e jantares de con-

fraternização. QUEM DEVE PARTICIPAR A ABTG desenvolve seus trabalhos para apoiar empresas e técnicos do ramo gráfico, embalagem, e outros ramos que se utilizam de tecnologia gráfica, como editoras, agências de propaganda, promoção e merchandising, fornecedores de papel, tinta, filmes, chapas e outras matérias-primas e fabricantes de máquinas e equipamentos ligados a essas atividades, e também a empresas e técnicos de outros ramos industriais, vinculados a problemas técnicos gráficos. Participe você também, venha conhecer de perto as vantagens que a ABTG proporciona para engrandecimento e melhoria da indústria gráfica em nosso País. Entre em contato conosco. Nosso endereço é Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica — ABTG, Rua Itapeva, 87- 1.° andar - São Paulo SP - CEP 01332- Telefones (011) 2832409 e 285-4089. OUTUBRO , 1 980


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Dez anos de Renner- Di

Em 1950 a Renner era uma Empresa Regional fabricante de Untas de pintura, com base epirir em Porto Alegre. Naquela época, a indústria brasileira ensaiava os primeiros passos no seu desenvolvimento. Novas máquinas e equipamentos instalavam-se no país, e os empresários não mediam esforços para substituir as mercadorias confeccionadas no exterior, cuja importação tinha sido tão prejudicada pela 2.a Guerra Mundial. Neste contexto a Renner sentiu que era hora de investir. E crescer. Ampliando suas atividades, decidiu partir para o mercado de tintas de impressão. Mas para isso ela se preparou muito: estudou,

N

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pesquisou, manteve contato com importantes empresas norte-americanas especializadas no assunto. Nascia o novo departamento de tintas OUTUBRO/ 1980


PRRCTICR


é a mais nova máquina impressora offset de folhas da firma Roland, para o formato mínimo de 140 - 180 mm ate o formato máximo de 350 x 500 mm, imprimindo de papel bíblia ate cartolina de 0,4 mm de espessura. Além de chapas de alumínio pré-sensibilizadas, a máquina trabalha com chapas sintéticas feitas pelo processo fotográfico direto. Com uma velocidade máxima de 10.000 folhas por hora, a PRPCTICR é uma máquina de alta qualidade, ideal para todo tipo de trabalho desde monocolor ate policromia. PRRCTICR

PRRCTICR é equipada com o alimentador MABEG com descida de folhas, margeador pneumático e controle eletrônico que garantem a perfeita margeação de folhas e o registro de impressão. O margeador MABEG foi elaborado para simplificar, com um só movimento, o posicionamento conforme o formato desejado. Para maior facilidade do operador, a máquina possui painéis de comando no próprio margeador e na saída, com símbolos de fácil identificação.

p RIICTICR foi

desenhada obed

é de uma construção robusta. As engrenagens de acionamento dos cilindros e dos tinteiros são helicóidais, para garantir a perfeita impressão em alta velocidade e assegurar longa vida mecânica da máquina. Ambas as laterais tem um sistema de lubrificação forçada, que aperfeiçoa a preservação dos sistemas mecânicos da máquina. O nível de Agua da banheira do sistema de umidificação está assegurado automaticamente por um recipiente de 5 litros. PRRCTICR


O mecanismo de tintagem, consiste de 14 rolos sendo os 4 ro-

los ,..,obre a chapa de diferentes diâmetros proporcionam uma distrikJuição uniforme, uma vez que 16 parafusos de regulagem na -caca do tinteiro garantem uma dosagem precisa de tinta.

Acessóric opcional

pode ser equipada com acessórios opcionais possibilítando a numeração, o corte, picote circunferencial e uma sobre impressão tipográfica, completando assim as aplicaçõe exigidas pela indústriâ áfica. PRRCTICR

e-

:endo as mais rígidas normas de segurança mundialmente exigidas.

Urna pilha de 480 mm de altura, tanto na entrada como na saída permite uma tiragem de até 10.000 folhas conforme a espessura do papel, permitindo e justificando assim, a velocidade maxima da máquina. O pré empilhamento do papel na entrada clb máquina, aumenta ainda mais a produtividade do equipamento.


1365

DADOS TÉCNICOS: Formato da folha de papel máx. 350 x 500 mm min. 140 x 180 mm Area de impressão máx. 340 x 500 mm Margem das pinças 9 - 11 mm Formato da chapa 388 x 510 mm Comprimento da chapa utilizável 370 â 388 mm Espessura da chapa 0,1 - 0,15 mm Calço da chapa 0,03 mm Diâmetro do anél de guia 180 mm Margem frontal da chapa até a 6r-ea de impressão 25 mm Friza de borracha 525 x 525 mm Espessura da friza de borracha 1,9 mm até 0,4 mm Espessura do papel Altura da pilha - margeador 480 mm - saida 480 mm Velocidade de impressão máx. 10.000 folhas/h min. 1.600 folhas/h Conexão elétrica - 220 V, 3ph, 50/60Hz 3,25 KW

620

1070 760

••1*••••WwWnr

OM I ..04M

690

Medidas da máquina - Comprimento Largura Altura

1.365 mm 1.070 mm 1.604 mm

Peso líquido

1.250 Kg.

Reservamo-nos o direito de alterações motivadas pelo desenvolvimento tecnológico.

ROLAND Máquinas e Equipamentos Gráficos Ltda. Rua Tito, 218 - Fones: 864-4922 - 864-4071 - São Paulo (SP)

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Fone: 240-6547


visa() de Tintas Gráfica& crescimento que projetaria o nome da Renner entre as grandes indústrias de tintas gráficas do país. Criada inicialmente para produzir tintas off-set para rotativas de jornais, onde a Renner é pioneira e lider dc mercado, hoje a indústria atende à maioria dos segmentos de tintas gráficas. Após 10 anos de esforços a Renner se orgulha dos resultados que obteve. E continua com o mesmo objetivo que a fez chegar até aqui: fabricar produtos de qualidade internacional, que atendem a todo o mercado de tintas. O grupo Renner Hen-mann S.A. faz parte do complexo Renner, conhecido em todo o país por sua atuação no ramo têxtil. Além das tintas de impressão, opera cinco outras fábricas que produzem tintas para construção civil, construção naval e pesada, automóveis, eletrodomésticos, aviões, implementos agrícolas, móveis, latas, entre outros. considerado hoje o 3.° produtor de tintas e vernizes, e o maior a operar com capital exclusivamente brasileiro.

de impressão, que logo começou a ganhar sucesso na região. Com o tempo, porém, São Paulo e Rio de Janeiro começaram a concentrar a maior parte dos clientes, dificultando a transação dos negócios. Isso levou a Renner a transferir o departamento para São Paulo. Em 1968 foi comprada uma área em Guarulhos. Em abril de 1970, o antigo departamento cedia lugar a urna fábrica totalmente equipada, com novos laboratórios e pessoal especializado. Inaugurava-se a Divisão de 'Pintas Gráficas dc Renner Herrmann, uma nova etapa de OUTUBRO/1980

RENNER HERRMANN S.A. DIVISÃO DE TINTAS GRÁFICAS ABIGRAF EM REVISTA 19


abigraf/sigesp

Municípios beneficiados com verbas para

Centros de Lazer do Trabalhador Dando cumprimento à política de valorização do trabalhador e atendendo as demandas apresentadas pelas lideranças

Itapuí Duartina

sindicais e pelos senhores prefeitos por ocasião do Governo Itinerante levado a efeito em todo o Estado, cento e quinze Municípios foram beneficiados nos meses de julho e agosto próximos passados, com verba destinada a aplicação em Centros de Lazer do Trabalhador, objetivando propiciar momentos de entretenimento e recreação à classe trabalhadora.

Cafelândia Pongai Dois Córregos

Relação de Municípios beneficiados 02 - SANTOS 01. Peruíbe

03- SAO JOSE DOS CAMPOS 02. Igarata 03. Sao Luiz do Paraitinga 04. Banana! 05. Santa Branca 06. Sao José do Barreiro

04 - SOROCABA 07. Hu 08. Ribeirao Branco 09. Sao Roque 10. Pardinho 11. Porto Feliz

05- CAMPINAS 12. Aguai 13. Analândia 14. Nazaré Paulista 15. Tapiratiba 16. Vinhedo 17. Campo Limpo Paulista 18. Louveira

06- RIBEIRÃO PRETO 19. Orlândia 20. Cândido Rodrigues 21. Colina 22. Itápolis 23. Colômbia 24. Sao Simão 25. Pitangueiras 26. Santa Rita do Passa Quatro 27. Santa Rosa do Viterbo 28. Viradouro 29. Ipud 30. Descalvado 31. Sales de Oliveira

07 - BAURU 32. Guaiçara 33. Getulina 34. Bocaina 35. Boracéia 36. Pederneiras 20 ABIGRAF EM REVISTA

77. Castilho 78. Biriguí 79. Auriflama 80. Clementina

Presidente Alves

10- PRESIDENTE PRUDENTE 81. Anhumas

Promissão

Pirajuí

08 - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Rubinéia Guapiaçú Santana da Ponte Pensa

Potirendaba Dolcinópolis Jaci Marinópolis Santa Rita D'Oeste Guarani D'Oeste Indiaporã Nova Granada Onda Verde

Olimpia Cajobi Guaraci Icém Macaubal Santa Adelia Santa Clara D'Oeste Tanabí Riolândia Palmares Paulista

82. Piquerobi 83. Mariápolis 84. Pacaembú 85. Irapurú 86. Santo Expedito 87. Santa Mercedes 88. Narandiba 89. Estrela do Norte 90. Presidente Bernardes 91. Salmourão 92. Alfredo Marcondes 93. Florida Paulista 94. Alvares Machado 95. Lucélia 96. Mirante do Paranapanema 97. Monte Castelo 98. Ouro Verde 99. Panorama 100. Santo Anastácio 101. Tarabay 102. Indiana

11- MARILIA 103. Quatá 104. Florínea 105. Ipauçú 106. Pirajú 107. Palmital 108. Bastos 109. Fartura 110. Herculandia Ill. Paraguaçu Paulista

09- ARAÇATUBA Valparaiso

Gastão Vidigal Piacatú Sud Mennucci Buritama Turiuba Bento de Abreu Barbosa Alto Alegre

Taguai

Itapura

Alvilândia

Vera Cruz Santa Cruz do Rio Pardo

Fisco X Contribuinte Como sabemos, está em curso, no âmbito desta Municipalidade, o Programa Municipal de Desburocratiza cão, instituído pelo Decreto n° 16.141 de 10-1()1979. Em função desse programa, diversas medidas vêm sendo tomadas com o objetivo de simplificar e racionalizar ao máximo as relações FISCO X CONTRIBUINTE, notadamente procurando facilitar a este Ultimo o cumprimento das exigências tributárias. No momento estudase a possibilidade de eliminação ou modificação de alguns livros fiscais, quais se-

jam os modelos 52 (Registro de Notas Fiscais-Faturas dos Serviços Prestados a Terceiros) e 56 (Registro de Serviços Tomados de Terceiros). Em decorrência, alertamos os Contribuintes a manter um estoque mínimo de modelos mencionados, recomendandolhes, outrossim, agirem com prudência, pois as medidas aqui mencionadas devem ser havidas como PROVAVEIS e NÃO como certas, pois os estudos não estão ainda concluídos. OUTUBRO/ 1980


I

abigraf/sigesp

Feiras e exposições na Argentina Durante o proximo ano de 1981, serão realizadas várias feiras e exposições na Argentina conforme a seguinte relação: Ferinda'81 — "V Feira Internacional do Norte Argentina" — de 15 a 25 de outubro de 1981 — Fida'81 — "V Feira Internacional de Alimentação" — de 9 a 26 de abril de 1981 Grafika'81 — "II Feira Internacional da Indústria Gráfica" — de 10 a 19 de abril de 1981 Maiores informações poderão ser obtidas na Embaixada Argentina.

ções, que empresas do setor gráfico estão, desavisadamente, imprimindo papéis representativos de ações de sociedades anônimas ou cautelas que as representem, ou,

ainda, prospectos de propaganda para colocação de ações, sem exigir a prévia autorização escrita e assinada pelo respectivo

representante legal.

O não-atendimento destas exigências, constantes do art. 73 da Lei n° 4.728/65, além de submeter os responsáveis a pesadas sanções criminais representadas por penas privativas de liberdade, tem sido aproveitado por elementos inescrupulosos para a colocação, junto ao público, de ações falsas de sociedades anônimas, o que a CVM vê com grande preocupação, em conjunto com outros órgãos da administração federal, tais como o próprio Departamento de Polícia Federal do Ministério da Justiça.

50 anos da Impressão não-autorizada Associação de Impressores de ações do Chile A Comissão de Valores Mobiliários, vinculada ao Ministério da Fazenda, criada pela Lei n° 6.385/76, com o fim de fiscalizar as atividades e os serviços do mercado de valores mobiliários, tem constatado, no curso de algumas de suas inspe-

altura. Para isto, convidaram seus amigos e companheiros a participarem do programa comemorativo nos dias 21, 22 e 23 de novembro proximo em Santiago e Vifia del Mar.

Neste ano de 1980, a Associação de Impressores do Chile comemora os seus 50 anos de existência. A diretoria da mesma resolveu que esta data tão significativa não poderia deixar de ter uma celebração

Congresso na Bahia Nosso tão esperado e aguardado congresso das Indústrias Gráficas foi finalmente marcado para maio de 1981. Com grande euforia e imensa alegria para todos nós da Abigraf, os companheiros da Bahia anunciaram, por ocasião da posse da nova Diretoria da Abigraf/Sigesp, realizada na Federação das Indústrias do Estado de Sao Paulo em 12 de agosto p.p., a efetivação do tão ansiado congresso. Posteriormente, a nossa Diretoria, composta pelos srs. Henrique Nathaniel Coubé, Sidney Fernandes, Rubens Amat Ferreira, esteve presente a solene instalação e posse da Diretoria da Regional Baiana, e com grande satisfação puderam os dirigentes máximos da nossa entidade sentir o calor, a vibração e empenho com que estão se dedicando os nossos companheiros da boa terra para realizarem no ano vindouro um congresso digno do nosso setor e à altura dos anteriormente realizados.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO Rua Marquês de Ito, 70— 12.° — Tels.: 231-4733 - 231-4143 - 231-4923 — CP 7815 — Telegr.: "A BIGRAF" - 01223 - S. Paulo - SP

LIVROS TÉCNICOS Á VENDA NESTA SECRETARIA A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) leva ao conhecimento dos interessados que estão à venda, na sede da entidade, as seguintes publicações de grande interesse do setor, não esquecendo o leitor de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal entidade no valor correspondente.

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Não Sócios

Classificação e Avaliação de Funções na Indústria Gráfica

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420,00

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Custos na Indústria Gráfica

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400,00

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Tecnologia de Papel com Ensaios de Laboratório

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320,00

Cr$

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Métodos de Ensaios nas Indústrias de Celulose e Papel

Cr$ 1.000,00

Cr$ 1.400,00

Assinatura da Revista

Cr$ 900,00

(Anual)

TABELA A VIGORAR EM 01 DE SETEMBRO DE 1980 OUTUBRO 1980

ABIGRAF EM REVISTA 21


fiesp/ciesp

Pequenas estruturas: diretoria toma I posse e homenageia De Nigris

Alvaro Bovolenta safula Theobaldo De Nigris.

Eleito pela quinta vez para presidir o Sindicato da Indústria de Construção Civil de Pequenas Estruturas, no Estado de São Paulo, Alvaro Bovolenta afirmou, durante a solenidade de posse realizada na sede da FIESPCIESP, dia 29 ultimo, que, dentro da difícil conjuntura econômica por que passa o País, a categoria profissional, nos últimos 5 anos, foi reduzida em cerca de 40%, "uma vez que, entre 1976/77„ contávamos com mais de 15 mil militantes e, hoje, somamos 10.600". 0 alto custo de vida, a política salarial, os elevados preços dos materiais de construção são alguns óbices que a indústria vem enfrentando, a par de certos gargalos na área financeira. Durante o ato, presidido por Theobaldo De Nigris, Alvaro Bovolenta alinhou alguns pontos de vista e reiterou alguns objetivos da entidade: apoio integral ao diálogo com o segmento dos trabalhadores; suporte ao trabalho de prevenção, medicina e segurança no trabalho; defesa de uma política seletiva de novos investimentos dos capitais estrangeiros; e acompanhamento do avanço tecnológico em geral; além de assinalar a necessidade de a indústria participar mais ativamente da formulação da política econômica. O presidente da FIESP-CIESP foi alvo de significativa homenagem por parte da categoria econômica, tendo 22 AB IG RAF EM REVISTA

recebido das mãos do tesoureiro, Brasílio Rinaldi, decano da categoria, uma placa de prata, expressando o agradecimento do Sindicato pelos relevantes serviços prestados em favor da Indústria, da Economia e da Justiça Social. Sobre a personalidade e o trabalho do titular das Entidades, Bovolenta salientou, enfático: "Tenho sentido que ele é exemplo de chefe seguro, um homem de luta, inspirado no desejo de bem servir à coletividade. Curvamo-nos diante de suas orientações, pois temos a certeza de estarmos trilhando o caminho certo." Ainda durante o ato de posse, as figuras de Brasílio Rinaldi, Benedito Pereira Porto, consultor jurídico do Sindicato desde 1935, e Waldemar Silva, secretário-executivo da entidade, foram homenageados, recebendo cartões de prata. Ao agradecer a homenagem a ele prestada pela categoria, Theobaldo De Nigris pôs em relevo a dedicação dos companheiros daquela categoria econômica, chamando a atenção para o desusado crescimento da indústria de construção civil de pequenas estruturas sob a orientação do presidente Bovolenta e do antigo empresário Brasílio Rinaldi. Assinalou que essa imagem de crescimento de toda a categoria é reflexo do que ocorreu e ocorre ainda, apesar das reconhecidas dificuldades econômicas, com a indústria em geral. Exemplo frisante —

acrescentou De Nigris — é a nova sede, para a qual havia sido projetada uma margem de 30% de espaço para atender a possíveis novos serviços. Hoje, não nos sobra sequer I metro quadrado. Esse fato mostra o que é Sao Paulo na realidade, a despeito de todos os problemas ora enfrentados. Sobre o esforço da FIESP e do CIESP no sentido de uma participacão ativa nos debates dos problemas ligados direta ou indiretamente à indústria, De Nigris ressaltou a preocupação das Entidades em formular uma política industrial, projeto este que está em andamento no âmbito da Casa da Indústria. Com o mesmo objetivo, De Nigris lembrou, com igual ênfase, o elevado espírito que anima suas Diretorias, com vistas ao encaminhamento de pleitos legítimos junto as autoridades, bem como a defesa do direito de discutir e dar seu subsídio, a priori, aos grandes temas que, eventualmente, dominem o cenário político-econômico do País. INAUGURAÇÃO DA SEDE Antecedendo à solenidade de posse, o Sindicato inaugurou, oficialmente, sua nova sede (ay. Paulista, 1.313, 9° andar, cj. 906), dando nome de Brasílio Rinaldi, Benedito Pereira Porto e Waldemar Silva a três dependências da entidade, em tocante homenagem a seu antigo diretor e colaboradores. Participaram da solenidade, entre centenas de empresários, amigos e parentes dos homenageados, os srs. Pedro Ferronato, representante do ministro do Trabalho Murillo Macedo; Hélio de Mello, chefe do Gabinete em exercício, representando o delegado regional do Trabalho, Ricardo Nacim; Raphael Noschese, presidente Emérito da FIESP-CIESP; Roberto Ferraiuolo, diretor 1° secretário; Falcão Bauer, presidente do IE que, ao lado dos srs. Brasílio Rinaldi e Benedicto Pereira Porto, compuseram a mesa principal dos trabalhos. Consternado, Alvaro Bovolenta prestou homenagem póstuma a membro da atual diretoria, Benedito Lázaro Rodrigues, delegado de Jundiaí, falecido recentemente. OUTUBRO/ 1980


fiesp/ciesp

Contatos da missão da Índia com empresários paulistas na FIESP

O chefe da missão da India, na FIESP, fala aos industrials

Com a presença do embaixador da India no Brasil, Sr. Hitandar Sing Vahali, reuniu-se, recentemente, com empresários paulistas, na sede da FIESP-C1ESP, a Missão Industrial da India à América Latina, que esteve no mês de agosto em Sao Paulo verificando a possibilidade de cooperação técnica e industrial, bem corno participação conjunta em programas de desenvolvimento industrial, com apoio da UNIDO. Na ocasião, o sr. Theobaldo De Nigris, presidente das entidades da indústria paulista, explicou que a missão indiana é integrada por representantes das mais expressivas empresas do pals amigo. Aventou a possibilidade de, em futuro próximo, nossos empresários visitarem a Índia com o mesmo propósito, bem assim da vinda de outras delegações indianas ao Brasil, ampliando negociações e realizando novos entendimentos. A atual missão já esteve em Brasilia, mantendo contatos com nossas autoridades governamentais e na CNI — Confederação Nacional da Indústria, em troca de idéias com homens de empresa.

O 'icier da missão, sr. Rahul Rajaj, da AIEI — Associação de Engenharia OUTUBRO/1980

Industrial da Índia, e diretor da "Rajah Auto Limited", informou que a delegação, promovida pela AIEI, cumpria roteiro de visitas á Argentina, Brasil, Chile e México. Esclareceu que o termo "Engenharia", na Índia, além de construção civil, abrange, ainda, fabricação de equipamentos para a indústria. Assinalou a importância daquele encontro com os nossos empresários, manifestando confiança no êxito dos entendimentos. A missão indiana, que esteve acompanhada do sr. José Francisco Rodrigues Barbosa, da UNIDO em Sao Paulo, foi composta por representantes dos mais variados setores dedicados a fornecimento de equipamentos para indústria e agricultura e da produção de artigos industriais, além de representação de estabelecimentos bancários de crédito e de financiamentos. Destes, ressalte-se o Banco de Estado da Índia (que controla 40% das atividades bancárias do pais e mais de 50% das negociações de comércio exterior), que se alinha entre os maiores do gênero no mundo. Aliás, este banco está planejando, para breve, a instalação de um escritório em nossa capital, para assistência aos industriais paulistas interessados em negócios com a Índia.

Indústria apta a substituir importações da aeronáutica — A nossa indústria encontra-se aparelhada e capacitada a fornecer, tecnológica e quantitavamente, determinados produtos importados pela aeronáutica brasileira. Necessita, porém, de maior motivação, ou seja, de encomendas. Isto poderá ocorrer com mais intensa troca de informações. Para melhor conhecimento de nossas reais condições e das exigências de mercado, inclusive de setores das Forças Armadas, a Casa da Indústria paulista, que de há muito vem ampliando suas áreas de atividades, está elaborando um profundo estudo que delineará a "Política Industrial Brasileira", por compreender não ser mais a época de improvisação. Foi o que explicou o sr. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP/CIESP, dia 11 ultimo pela manhã, na sede das entidades, aos representantes de vários segmentos do setor aeronáutico, durante a 21 a Reunião das Linhas Aéreas, ali promovida pelo GPMI - Grupo Permanente de Mobilização Industrial, da Casa. Os participantes, sob a chefia do Cel. Kawanami, da CONMA - Comissão de Nacionalização de Material Aeronáutico, foram postos a par da estrutura e das atividades da FIESP/C1ESP, pelo diretor das entidades, sr. Luiz José Monteiro, que deixou patente o interesse e capacidade da nossa indústria em colaborar com o Governo na substituicão de importações. Disse: "Possuímos organização montada, dependemos,

apenas, de manifestação do que o Governo pretende para atender a demanda de sua aviação."

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21." Reunião das linhas Aéreas, na FIESP ABIGRAF EM REVISTA 23


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Nova emissão do telecurso de desenho técnico mecânico

Alunos assistem a aula do TeiVellf SO de Interpretação de Desenho Tee nicti Micanieo, num dos sérios telepostos instalados pelo SENAI.

Teve início, no dia 4 de agosto ultimo, mais uma emissão do Curso de Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico, levado ao ar pela Fundação Padre Anchieta - Centro Paulista de Rádio e Televisão Educativa, As segundas, quartas e sextasfeiras no horário das 19 as 19h15. Este curso destina-se a trabalhadores das áreas de mecânica, metalurgia e afins e seu objetivo é capacitar estes profissionais a interpretar desenhos técnicos mecânicos. Elaborado e produzido pela Divisão de Tecnologia Educacional do SENAI e técnicos da Fundação Padre Anchieta em 1977, o telecurso está agora definitivamente implantado e cabe A Divisão de Assistência As Empresas do SENAI promovê-lo junto As indústrias interessadas. Dentro de suas atribuições a Divisão de Assistência as Empresas providenciou a divulgação do curso através 26 ABIGRAF EM REVISTA

de carta-convite aos industriais e organizou a rede de recepção instalando telepostos para aproximadamente 5 mil treinandos. Cada teleposto é constituído de uma sala com capacidade para 25 telealunos, um aparelho televisor e um Orientador de Aprendizagem. Centro de Treinamento Em decorrência do convênio firmado entre a Prefeitura de São Caetano do Sul e o Departamento Regional do Senai de Sao Paulo, foi inaugurado, no dia 5 de agosto último, o novo prédio do Centro de Treinamento do COPI — Curso de Orientação Prático Industrial, daquele Município. O prédio, construído no mesmo local onde funcionava o Centro de Treinamento, recebeu o nome de "Fidelis Coka". Compareceram A solenidade o prefeito do Município, Raimundo da Cunha Leite, acompanhado de seu se-

O SENAI fornece para cada treinando 39 fascículos que correspondem ao número de emissão do curso pela TV. Consideradas todas as atividades desenvolvidas no curso, sua duração total é de 98 horas. O término desta emissão está previsto para 17 de novembro. tem novas instalações cretariado, e, representando a Diretoria do SENAI, o chefe da Divisão de Assistência As Empresas, Aécio Batista de Souza. Atualmente, o COPI desenvolve várias atividades na Area de formação profissional, além de Cursos Supletivos de I.° grau. Através da Divisão de Assistência As Empresas e da Escola SENAI "Carlos Pasquale", o novo Centro de Treinamento recebe toda a coordenação e supervisão, além de ter assegurado o fornecimento de professores e instrutores, material didático e material de consumo. OUTUBRO/1980


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Máquinas Goebel Exposição I PEX' 80

Foto

Na exposição IPEX'80, evento que se deu do dia 11 ao dia 19 de setembro de 1980, em Birmingham, Inglaterra, foram expostas máquinas da MASCHINEFABRIK GOEBEL GmbH. A respectiva representada para máquinas de impressão GOEBEL, na Inglaterra, a firma STANLEY PRESS EQUIPMENT LTD, MACCLESFIELD, Cheshire, expôs no Estande n° 1.660, as seguintes máquinas e equipamentos: 1 máquina para impressão de formularios continuos, modelo GOEBEL OPTIFORMA 520, com 3 grupos impressores e os demais dispositivos necessários na confecção de formulários continuos. Foto n° 1. Esta foi a primeira vez que a GOEBEL expels grupos impressores, com o acerto do registro circunferencial, acionado por motores SLOSYN e, ainda, o sistema de pré-registro GOEBEL OPTISETSYSTEM, que foi construido pela GOEBEL especialmente com a finalidade de minimizar ao máximo os tempos de acertos e maculaturas, que são tão custosos em se tratando de uma máquina rotativa.

SIMBOLO DE QUALIDADE

Foto 3

Foto 4

Foto2

No demais, também foi exposto pela primeira vez um grupo impressor GOEBELVARICOLOR, que trabalha pelo sistema Blanqueta/Blanqueta, para impressão de formulários de alta qualidade, para pro-

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pagandas. A grande vantagem destes grupos impressores GOEBEL-VARICOLOR é que eles são variáveis no seu formato através da simples substituição dos encaixes de formatos (cassettes) do mesma modo que os grupos impressores convencionais da impressora OPTIFORMA. - Foto n° 2. A representante de máquinas cortadeiras-rebobinadeiras GOEBEL, na Inglaterra, a firma HUNTER-PEN ROSE LTD., London, expôs no Estande n° 1.650, as seguintes máquinas: 1 GOEBEL PRACTICA 4 - para cortar e rebobinar bobinas de papel para maquinas de somar e caixas registradoras, com uma largura de trabalho de 1.320mm, desbobinador previsto para receber bobinas de 1.250mm de diâmetro. Foto n° 3. E uma GOEBEL OK 4 - para cortar e rebobinar bobinas de materiais sintéticos finos, em fitas de até no mínimo lOmm. Foto n° 4. Durante a IPEX'80, estiveram nos estandes da firma STANLEY e HUNTERPEN ROSE especialistas de todos os tipos de máquinas que a GOEBEL constrói atualmente, para atender devidamente os visitantes das mais diversas Areas gráficas. No Brasil, a GOEBEL é representada pela GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo, filiais em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, e representantes em todo o Brasil. OUTUBRO/ 1980


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Papel Simão aumenta produção de papel A Papel Simão S.A. elevou sua produção de papel de 12 mil para 20 mil toneladas/mês, em decorrência da aquisição da Indústria de Papel Piracicaba S.A., uma das dez maiores empresas brasileiras do setor. Com essa aquisição, Papel Simão passou a ser o maior produtor brasileiro de papel branco, com 20,01 por cento da produção brasileira global.

Controle do CIP inibe expansão de indústria "A pressão dos elevados custos de diversas matérias-primas, não repassados pelo CIP nos preços finais, está trazendo seríssimas dificuldades ao cumprimento do programa de produção e pode refrear a expansão programada do setor celulósico-papeleiro." A denúncia foi feita por Horácio Cherkassky, presidente da Associacão Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose, para quem a margem de aumento autorizada pelo CIP em 1980, da ordem de 35%, foi superada de muito pela elevação dos preços dos insumos utilizados pela indústria, muitos deles não controlados pelo CIP. "Uma situação que devera se agravar ainda mais com as perspectivas, para o próximo mês, da maior pressão do aumento salarial para os empregados da categoria, em função do dissídio coletivo de trabalho",

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aduziu Cherkassky. Os aumentos mais expressivos nas matérias-primas utilizadas pela indústria de celulose e papel estão sendo registrados no material lenhoso, energia, óleo combustível, sulfatos de sódio e de alumínio e cal virgem, além do ácido sulfúrico. "Além disso ha escassez de alguns produtos, agravando a situagoo" completou Horácio Cherkassky para afirmar que "o não repasse dos custos, reduzindo a rentabilidade a níveis incompatíveis, poderá desestimular, neste segundo semestre, os planos de renovação e expansão do setor de celulose e papel."

Em discussão nosso mercado de Cinema, TV e Audiovisual Discutir o apoio ao mercado latinoamericano de cinema, televisão e audiovisual, levando em conta a contribuição que a empresa poderá prestar aos países deste continente no segundo semestre de 1980 e durante as atividades do próximo ano. Para estudar este complexo tema, a Eastman Kodak Company reuniu durante 20 dias, em Rochester e Porto Rico, seus especialistas destas áreas nos seguintes eventos: Conferência Latino-Americana de Cinema, TV e Audiovisual; Seminário de Marketing e no Curso Avançado de Audiovisual. O representante brasileiro, Francisco Maximo, Gerente Geral de Vendas de Produtos de Cinema, TV e Audiovisual, recém-chegado dos Estados Unidos, fala sobre a importância destas realizações: "0 motivo de iniciativas como esta é sempre capacitar as gerências de forma que ofereçam serviços e assistência técnica mais completos aos clientes. Estes, por sua vez, também aproveitam as novas orientações no relacionamento junto ao consumidor. Muito importante, nessa nossa viagem, foi o debate sobre a contribuição que a Kodak poderá oferecer ao mercado latino-americano de cinema, televisão e audiovisual, em 1981."

Concurso in de Cartazes O IBACE - Instituto Brasileiro de Ciências Empresariais, em promoção conjunta com o CEIH - Centro de Evolução e Integração Humana, visando divulgar o 1° Congresso Internacional de Ciências Empresariais, a ser realizado em Porto Alegre durante o mês de outubro de 1981, instituiu um Concurso, aberto a desenhistas ou artistas plásticos, amadores ou profissionais, individualmente ou em equipe, para a criação do Cartaz destinado à promoção daquele conclave. Os trabalhos concorrentes deverão ser entregues, segundo o Regulamento do Concurso, ao CEIH (Rua Santa Cecilia, 1.556 - Porto Alegre - RS), até as 19 horas do dia 30 de novembro de 1980. Os interessados em participar do Concurso de Cartazes, poderão solicitar o Regulamento Aquele mesmo endereço, por via postal, pessoalmente ou pelos telefones 32-3179 ou 323877.

XIII Congresso Anual da ABCP Semana do Papel de 24 a 28 de novembro A ABCP - Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel realizará o seu XIII Congresso Anual - Semana do Papel, de 24 a 28 de novembro de 1980, no "Palácio das Convenções Parque Anhembi", em São Paulo. Podemos antecipar que mais de 1.000 pessoas, entre técnicos de todas as empresas brasileiras de celulose e papel, e também de muitos outros países, estarão participando ativamente desse Congresso, no qual serão abordados todos os pontos relacionados com celulose e papel, não faltando, inclusive, os aspectos econômicos do mercado papeleiro, tanto nacional como mundial. OUTUBRO.' 1980


jurídico

Trabalhista Empregado que Trabalha Três Dias por Semana Contratado o empregado para trabalhar em 3 dias da semana, o cálculo para pagamento do descanso semanal serif o resultado da divisão do ganho semanal por 6.

Em embargos, que recebeu, por maioria, decidiu o Tribunal: "Con. tratado o empregado para trabalhar em três dias da semana, cálculo para pagamento do descanso semanal sell o resultado da divisão do ganho semanal por seis. Exegese à letra "a" do artigo 7 • 0 da Lei n.° 605/49. Embargos acolhidos para restabelecer o acórdão regional." — Acórdão 377, de 9-4-80, do TST, em sessão plena, nos E-RR-

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4.582/77 (Hildebrando Bisaglia, Rel.). - DJU de 18-4-80, pág. 2.593. Faltas para Prestação de Provas Escolares -

E

inconstitucional a decisão que, em dissídio coletivo, admite o abono de falta ao empregado estudante para a prestação de provas escolares.

Em recurso, a que deu provimento em parte, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do relator: "A Procuradoria Geral da República, em parecer subscrito pelo Procurador Antônio de Padua Ribeiro, manifestou-se assim: ... "Na verdade, recorre o sindicato patronal, em dissídio coletivo, da parte do julgado que admitiu o abono de falta ao empregado estudante, desde que cienti f cado o patrão com antecedência. Segundo mostra o eminente ministro Rezende Puech, "ausências escolares" não dizem respeito a "interesse específico de categoria profissional", mas aos trabalhadores em geral, sendo, pois, matéria tipicamente legislativa, transcendente ao poder normativo da Justiça Trabalhista, cujos limites estão definidos no artigo 142, § 1. 0 da Constituição, invocado na petição do apelo extremo. Cumpre, aliás, assinalar que a questão referida já foi solucionada por esse Excelso Pretório no sentido pretendido pela recorrente (RE 86.711, ac. DJ 7-1178, pág. 8.826, Relator o saudoso Ministro Rodrigues Alckmin). Sob esse aspecto, portanto, por entender caracterizada ofensa ao citado preceito constitucional, é o parecer, em conclusão, pelo conhecimento e proviOUTUBRO/1980

mento em parte do recurso extraordinário." "Isto posto, conheço do recurso e lhe dou provimento parcial, de acordo com o despacho de fls. e com o parecer da Procuradoria Geral da República, para reformar a decisão atacada tão-só quanto à questão atinente "ao abono de faltas dos empregados estudantes para a prestação de provas regulares." — Acórdão de 2-5-79, do STF, em sessão plena, no RE 86.639, de Minas Gerais (Antônio Neder, Pres.; Leitão de Abreu, Rel.). - RTJ 92, págs.

cláusulas relativas ao abono de faltas ao empregado estudante e à estabilidade provisória do empregado em idade de prestação de serviço militar." — Acórdão de 12-12-79, do STF, em sessão plena no RE 91.772, de São Paulo (Antônio Neder, Pres.; Xavier de Albuquerque, Rel.). - RTJ 92, págs. 934/937. Documentos Portaria 3.120, de 19-5-80, do Min. do Trabalho, que dispõe sobre a entrega, através da ECT, em porte registrado, de documentos que devam ser apresentados As repartições do Ministério do Trabalho.

202/206. Equivalência Meramente Jurídica e não Econômica.

"A equivalência entre os regimes do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e da estabilidade da Consolidação das Leis do Trabalho é meramente jurídica e não econômica, sendo indevidos quaisquer valores a título de reposição de diferença." Serviço Militar Estabilidade inconstitucional a fixação, em sentença normativa, da estabilidade provisória do empregado em idade de prestação de serviço militar.

Em recurso, a que deu provimento em parte, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do relator: "Restam as cláusulas relativas ao abono de faltas ao empregado estudante e à estabilidade provisória do empregado em idade de prestação de serviço militar. A primeira foi tida como inconstitucional, por incompetência da Justiça do Trabalho, no julgamento do RE 86.405, de que foi Relator o eminente Ministro Cunha Peixoto, ocorrido a 7-6-78. Outras decisões se lhes seguiram, no mesmo sentido. Quanto à segunda, faz ela objeto, entre outras, do RE 90.966, de julgamento ainda pendente, porque iniciado mas adiado em virtude do pedido de vista. Conquanto possa parecer bem inspirada, sua inserção em sentença normativa excede, a meu ver, os limites da competência constitucional da Justiça do Trabalho, que não pode suprir, sem norma que lhe sugira autorização para tanto, possível omissão do legislador. Isto posto, conheço do recurso, em parte, e nessa parte dou-lhe provimento para expungir do acórdão recorrido às

Portaria n.° 3.120, de 19 de maio de 1980. O Ministro de Estado do Trabalho, no uso de suas atribuições, e

Considerando o disposto no Decreto n.o 83.740, de 18 de julho de 1979, que institui o Programa Nacional de Desburocratização;

Considerando que a legislação em vigor não obriga que a correspondência e demais expedientes dirigidos ao Ministério do Trabalho sejam entregues diretamente em seus guichês ou protocolos; Considerando que o serviço postal já é usado, inclusive, em atos da Justiça Pública;

Considerando que a correspondência registrada comprova indubitavelmente sua respectiva expedição; Considerando que a via postal poderá trazer maior facilidade e economia de tempo para aqueles que o preferirem em suas comunicações com o Ministério do Trabalho, resolve: 1 — Os empregados e demais pessoas físicas ou jurídicas, que tenham

por obrigação apresentar documentos perante as repartições do Ministério do Trabalho, poderão fazê-los através da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos S.A. — ECT, em porte registrado. 2 — O dia da apresentação, para efeito de prazo, será o da data aposta em carimbo, pela ECT, no expediente ou seu respectivo envelope, desde que a correspondente segunda via fique arquivada pelo remetente, juntamente com o comprovante do registro ABIGRAF EM REVISTA 31


jurídico postal, para efeito de posterior fiscalização. 3 — O talão do registro postal valerá como prova da entrega do documento, quitando o expedidor daquela obrigação. 4 — Os setores do MTB, responsáveis pelo recebimento da correspondência, ao encaminharem o expediente, zelarão para que este seja acompanhado do comprovante datado. 5 — Esta Portaria entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Murillo Macedo (DOU-! de 23-5-80, pág. 10.269)

Fiscal Crédito Fiscal — Empresa Comercial

A

empress comercial que passa a exercer atividades industriais faz jus ao crédito do IPI referente aos bens originariamente adquiridos para comércio.

Em processo, o coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Assim, não exigindo sistema, para fins de direito ao crédito do IPI relativo a insumos, que por ocasião da aquisição destes revista-se o estabelecimento da condição de equiparado a industrial, seria contrariá-lo entender existente tal exigência referentemente aos estabelecimentos industriais, configurando-se, portanto, uma lacuna na legislação a ser sanada através da integração analógica prescrita no inciso I do art. 108 da Lei n.° 5.172, de 25 de outubro de 1966 (CTN). Para tanto, além do já referido inciso II do art. 66, que confere a faculdade aos estabelecimentos equiparados a industrial, há de recorrer-se ao inciso III do art. 93, que fixa o momento em que é permitida a escrituração do crédito, ou seja, correspondente à efetiva saída do estabelecimento do bem originariamente adquirido para consumo próprio ou para comércio, eventualmente remetido a terceiro para industrialização por encomenda. Assim, as empresas comerciais que passem a exercer atividades industriais fazem jus ao crédito do IPI referente a bens originariamente adquiridos para comércio, somente se materializando, todavia, tal direito a partir do momento e na medida em que tais produtos se32 ABIGRAF EM REVISTA

jam efetivamente empregados na industrialização, devendo sua escrituragoo ser realizada em obediência as demais normas pertinentes à matéria, constantes do RIPI/79." — Parecer Normativo CST-01, de 3-1-80. — DOU-! de 26-2-80, págs. 3.502/3. Crédito Fiscal Importação Não dá direito a crédito o WI pago em produtos importados destinados instalação, ampliação e modernização do estabelecimento industrial.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "IPI - Crédito do IPI pago nos produtos de origem estrangeira (importados ou adquiridos no mercado interno) destinados à instalação, ampliação ou modernização do estabelecimento industrial (art. 36 do RIPI/72). Incabível. Não assiste direito ao crédito a circunstância de se tratar de bens provenientes da zona do GATT." — Acórdão 59.168, de 13-12-79, do 2.° CC, no Rec. 71.785 (Lourierdes Fiúza dos Santos, Pres.; Ricardo de Almeida Baptista, Rel.). - DOU-! de 8-2-80, pág. 2.558. Erros de Fato Os contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de oficio pela autoridade administrativa à qual competir sua revisão.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Erros de Fato". Os erros contidos na declaração e apuráveis pelo seu exame serão retificados de oficio pela autoridade administrativa a quem competir a revisão daquela." — Acórdão 104-1.271, de 16-10-79, da 4.a Cam. do 1. 0 CC, no Rec. 33.470 (Pedro Martins Fernandes, Pres.; Nilson Victório Piccolo, Rel.). -DOU - 1 de 23-1-80, pág. 1.482. Crédito Fiscal Venda a Ordem Não entregues as mercadorias pelo desfazimento da compra e venda, o comprador esta obrigado a estornar o crédito.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal:

"A embargante contratou o fornecimento de mercadorias, em operação ordem. Foram expedidas as notas fiscais de série especial, com o esclarecimento de se destinar a emissão a simples faturamento. Por antecipação, a vendedora recolheu o imposto incidente sobre a saída. A compradora, por seu turno, à vista dos documentos fiscais que lhe foram remetidos, creditou-se pelo tributo correspondente à aquisição, tudo em exata consonância com a disciplina legal. Ocorreu, todavia, o desfazimento da compra e venda, não se efetivando, pois, a entrega das mercadorias, mas a compradora não estornou o crédito. Em consequência, foi autuada, com a exigência do pagamento do ICM." "A hipótese é, pois, a de um crédito de ICM, sem causa. A inexistência da operação determina, necessariamente, o estorno do crédito; este somente tem sua legitimidade na exata correspondência com a entrada de mercadorias. Irrelevante indagar da ilegalidade da antecipação do pagamento do imposto, porque não realizada a situação prevista como fato gerador. Não se insere a tese do "thema decidendum". Se em consequência também ocorreu o creditamento, somente com a entrada das mercadorias estaria aperfeiçoado." Acórdão de 14-6-78, da 5.a Cam. Civ. do 1.° TASP, na Ap. 243.796, de Cravinhos (Toledo Piza, Pres.; Octavio Stucchi, Rel.). - Julg. dos TASP, vol. 56, págs. 73/74. Transferência de

Bem Importado com Isenção A Transferência a terceiro, sem autorização, de bem importado com isenção, implica na perda do direito ri isenção e na aplicação de penalidade.

Em recurso, decidiu o Conselho, por maioria: "A transferência a terceiro, sem autorização de bem importado com isenção, implica a perda do direito a isenção e na aplicação, ao infrator, da penalidade prevista no art. 18, inciso II, do Decreto n.° 74.966/74." Acórdão 20.520, de 24-4-79, da 1. a Câm. do 3.° CC, no Rec. 93.490 (Paulo de Oliveira, Pres.; José Façanha Mamede, Rel. "ad hoc"). DOU-Ide 16-1-80, pág. 1.072. O UTUBRO/ 1980


Regionais da ABIGRAF Bahia Sergipe- (Rua Chile, 22- Sala 1.44)1) -

Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S.A. Av. Frederico Pontes, 94- Fones: (0712) 2-1650/ 1875 CEP: 40.000 - Salvador - BA Ceará (Rua Senador Pompeu, 754) -

Presidente: Luiz Carvalho Filho Empresa: Rua Bardo do Rio Branco, 1.302 - Fone: 226-9056 CEP: 60.000 - Fortaleza - CE Goias- (Rua 105, n.° 385 Loja 1 Setor Sul Fone: (062) 224 4417 Goiânia GO) -

Diretoria da Associação Brasileira da Indústria Gráfica - ABIGRAF Nacional

PRESIDENTE Sidney Fernandes (São Paulo) 1. 0 VICE PRESIDENTE Rubens Amat Ferreira (São Paulo)

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Presidente: José Rocha Moreira Empresa: Gráfica Amparo Ltda. Rua JaraguA, 174- Campinas - Fone: (062) 233-3082 CEP: 74.000 - Goiania - GO Minas Gerais- (Rua Rio de Janeiro, 243 Sala 701 Fones: 222 6081/4 0402) -

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Presidente: José Ribamar Chaves Cruz Empresa: Grafimar Impressora Ltda. Rua Guarani, 586- Fones: (031) 226-2237; 224-0649; 222-3977 CEP: 30.000 - Belo Horizonte - MG

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2.° VICE - PRESIDENTE

Henry Victor Saatkamp (Rio Grande do Sul) -

VICE PRESIDENTES Cristóvam Linero Sobrinho - (Parana) Henrique Nathaniel Coubé - (Sao Paulo) José Pepito Carrera - (Pernambuco) José Ribamar Chaves Cruz - (Minas Gerais) José Rocha Moreira - (Goias) Lourenço de Miranda Freire - (Paraiba) Luiz Carvalho Filho - (Ceara) Udo Wagner - (Santa Catarina) Archimedes Curvelo - (Bahia) Carlos Alberto Rangel Proença - (Minas Gerais) Hilton Pinheiro Mendes - (Brasilia - DF) Jorge Aloisio Weber - (Parana) Luiz Esteves Nato - (Ceara) Públio Paes de Barros - (Mato Grosso do Sul) Sidney de Morais - (Minas Gerais) Walfredo da Costa Lucena - (Amazonas) -

SECRETARIO Antônio Bolognesi Pereira (São Paulo) -

2.° SECRETARIO

Homero Villela de Andrade (São Paulo) -

TESOUREIRO Waldyr Priolli (São Paulo) -

2.° TESOUREIRO

Jose Bignardi Netto (São Paulo) -

SUPLENTES George Schmidt - (Santa Catarina) José Luiz Spinola - (Sao Paulo) Jost Raphael Firmino Tiacci - (Sao Paulo) Mario Antunes Scartezini - (Goias) Paulo Luiz Nora - (Rio Grande do Sul) Pery Bomeisel - (São Paulo) Sebastião Lessa Azeredo - (Minas Gerais) CONSELHO FISCAL lrineu Thomaz - (Sao Paulo) José Aidar Filho - (Sao Paulo) Wilson Siviero - (São Paulo) SUPLENTES Drausio Basile - (Sao Paulo) Gildo Guarnieri Filho - (nu - SP) Manoel Machado dos Santos - (Petropolis - RJ)

Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S.A. Praça Antônio Rabelo, 12- Fones: 221-4355/4144 Fone: Fabrica 221-3118 - Caixa Postal 36 CEP:58.000 - Joao Pessoa - PB Parana (Rua José Loureiro, 464 9 • 0 andar cj. 91 Fone: (041)223 3705) -

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Presidente: Cristovam Linero Sobrinho Empresa: Gráfica Vitória Rua André de Barros, 216- Fone: 32-4482 CEP: 80.000 - Curitiba - PR Pernambuco- (Avenida Cruz de Cabugá, 84 1. 0 andar) -

Presidente: José Pepito Carrera Empresa: Recife Gráfica Editora Ltda. Av. Norte, 930- Santo Amaro - Fone: (081) 222-2601/2155 CEP: 50.000 - Recife - PE Rio Grande do Sul - (Tray. Francisco Leonardo Truda, 40 19.° andar (sede) -

Presidente: Henry Victor Saatkamp Rua Uruguai, 35 - 4. 0 andar - Salas 440/47 (Secretaria) Fones: (0512) 24-9478/2520/7349 - Ramal 008 Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gaúchos, 443 - Fones: 41-2402/3322/3554/1826 CEP: 90.000 - Porto Alegre - RS Santa Catarina (Caixa Postal, 182) -

Presidente: Udo Wagner Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 - Fone: (0473) 72-0772/0592 CEP: 89.500- Jaraguá do Sul - SC São Paulo- (Rua Marquês de Itu, 70 12.° andar Fones: 231 4733/4143/4923/4353) -

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Presidente: Henrique Nathaniel Coube Empresa: Tilibra S.A. - Comércio e Indústria Gráfica Rua Bertolina Maria, 7/21 - V. Vermelha - CEP: 04298 - Tel.: (011) 272-2836 CEP: 01223 - São Paulo - SP ABIGRAF EM REVISTA 33


Diretorias

Delegados no Estado de São Paulo

Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo

ADAMANTINA irmãos Brandini

Avenida Rio Branco, 94 Diretor: Valentim Brandini

PRESIDENTE: Henrique Nathaniel Coube

VICE-PRESIDENTE: Ruhens Arnat Ferreira 2.° VICE-PRESIDENTE: Sidney Fernandes

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda.

Rua São Bento, 1134— Fone: (0162) 22-1386 Diretor: Jose Eduardo Ferrari

SECRETARIO: Sc ‘111 10

Bolognesi Pereira

2." SECRETARIO: I

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TESOUREIRO: waidyr Priolli 2." TESOUREIRO lose Aidar filhi,

SUPLENTES: Jose Bignardi Netto Wilson Siviero Renato Foroni Isaias Spina Anhui Andreotti Ayrion Pt:odes Conde Jose I nu Spinola

CONSELHO FISCAL: Homero V illela de Andrade Vito Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiaeci

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda.

Rua Cel. Teófilo, 1.544 - Fones: 433-2919/0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda.

Rua Armando Salles de Oliveira, 650- Fone: (0192) 51-7197 Diretor: Antônio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci Lida. Indústria e Comércio

Praça das Bandeiras, 1.077 - Fone: (016) 722-8700 Diretor: Elvio Pucci

SUPLENTES: Osinar Maim. elli Paulo Tacit Panossian Basilio Artero Sanchez

Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo PRESIDENTE: Ilcia Nat. Nathaniel I. oohs'

VICE-PRESIDENTE: Sidncy I•ei nitride. SECRETARIO: liben, ATT.' I ci eil a 2.° SECRETARIO: Jose Aidal

TESOUREIRO: Waldyi Priolli

ITU, SP Ind ústria Gráfica liu Ltda.

R ui Gildo Guarnieri. 283- Fones: 482-2894/2944/2969 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAÍ, SP Cia. Litográfica Araguaia

Rua XV de Novembro, 320/ 344 - Fones: 436-3582 - 434-4848 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402-

Caixa Postal 153 - Fones: (0145) 22-3900 - 32-1668 Diretor: Alberto Juan Rembado

2. ° TESOUREIRO: Renato Foroni

DIRETOR DE RELAÇOES PUBLICAS: Pers Bometsel

SUPLENTES: Ant& io Bolognesi Pereira .lose Bignardi Netto Basilio Artero Sanchez Spina Walter Oswald° Buceolo D'Agostino Manoel Casimiro de SOLlia Alfredo Weis/flog AMON

CONSELHO FISCAL: EFETIVOS: Jose Raphael Firmino Tiacci !rime Thomaz Francisco Tcodoro Mendes Filho

SUPLENTES: Airton Pericles Gouveia Conde Wilson Siviero Bernardo Sinalro DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO A FIESP:

EFETIVOS: Theobaldo De Signs Homero Villela de Andrade

SUPLENTES: Rubens Amat Ferreira Drausio Basile

SECRETARIA: de 2." a 6.' feira das gás I l,30e das 13 is 17 horas

SECRETARIO-GERAL: Elias Valentir

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S.A. Rua Duque de Caxias,

161 Fone: (0432) 23-1350 Diretor: Alceu Malucelli

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda.

Rua Prudente de Moraes, 2.951 - Fone: (0172) 32-8185 Diretor: Vicente Francisco Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20/21 —

Fone: (0132) 34-7417

Diretor: Afonso Franco SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S.A. Indústria Gráfica

Rua Joaquim Nabuco, 351 - Fone: 452-3444 Diretor: Mario de Camargo TAU BATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia.

Rua do Sacramento, 193- Fone: (0122) 32-2835 Diretor: Joel Rossi Querido

DEPARTAMENTO JURIDICO: Dr. Amônio Fakhany Junior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Ora. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informaeóes trabalhistas, fiscais. civeis e criminais.

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BAURU, SP Gráfica Bauru

Rua Ezequiel Ramos, 1.260 - Fone: (0142) 22-4467 Diretores: Alcides Bonora e Jose Esperidião ABIGRAF EM REVISTA


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Revista Abigraf 59  
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