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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA ANO V - NÚMERO 58 - SETEMBRO 80

EM REVISTA

REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

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72 SEMANA TECNOLOGICA DE ARTES GRÁFICAS DE 20 A 24 DE OUTUBRO DE 1980

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Expediente

Orgão Oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n° 02 da Matricula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n° 1.517 P, 209/73.

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Capa A EM REVISTA

TECNOLOGICA DE ARTES GRAFICAS 4A2■ OF OuTIPC.ItOo

Capa: Criação e arte-final: Antonio José dos Santos F.° Fotolitos: Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Sumário Diretor Responsável:

Rubens Amat Ferreira Diretor Editor:

Rose Maria Priolli Jornalista Responsável:

René Santini Filho MTPS 1203 Diagramador:

Valter Trevisan Consultores Técnicos:

Dráusio Basile Thomaz Frank Caspary Colaboradores:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP Circulação:

Benedict° Lopes dos Santos Composição e Fotolitos:

Empresa Jornalística Comércio & Indústria S.A. Rua Dr. Almeida Lima, 1.384 Fone: 292-7222 - Sao Paulo Impressão:

Priolli & Cia. Ltda. Redação e Administração:

R. Marquês de Itu, 70- 12° and. Fones: 231-4733 -231-4143 231 -4923 e 231-4353 End. Telef.: "ABIGRAF" CP 7815 SETEMBRO/1980

Editorial

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7.a STAG

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A Embalagem - da criação ao consumidor

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ABTG - Constituição das Comissões Técnicas da ABTG ABIGRAF/SIGESP - Solenidade de Posse

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Nossa Impressão

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FIESP/CIESP - Inauguração do SESI em V. Leopoldina

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Bolsa de Máquinas

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SENAI - Inauguração de um novo prédio na Zona Oeste..

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Flashes - Plantin inaugura nova central em Bruxelas

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Jurídico

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Regionais da ABIG RAF

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Delegados no Estado de São Paulo

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Retificação Em nossa Revista n.° 55, de julho/80, por engano constou que o Sr. Mário Carramillo Neto era funcionário da "Linotypo do Brasil Indústria e Comércio Ltda." Segundo comunicação desta firma, o mesmo desvinculou-se em 1978. Atualmente presta seus serviços ao "Estúdio 5 Fotolito", exercendo as funções de: Relações Públicas, Assessor de Treinamento e Supervisor de Vendas.

ABIGRAF EM REVISTA — ANO V — N.° 58— setembro de 1980 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins ABIGRAF EM REVISTA 3


Os dias de dúvidas já passaram. Quem não possui fotocomposicão tem que partir para ela. Quem já tem, precisará de equipamento mais sofisticado para uma maior e melhor produção.

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o LI NOTERM é um completo sistema de fotocomposição: pode ser alimentado através de seu teclado direto, ou por fita de papel, ou por discos magnéticos. Tem um poderoso sub-sistema de Correção, com um Vídeo que pode mostrar em sua tela ate 1.920 caracteres (em 24 linhas de 80 caracteres, ou 4.8 de 40 caracteres, ou ate mesmo dois diferentes textos). Os textos, depois de corrigidos e editados, podem ser arquivados em discos magnéticos para futura utilização; ate dois discos podem ser operados ao mesmo tempo, pois o Linoterm, pela sua avançada tecnologia, permite que se execute dois trabalhos diferentes simultaneamente (por exemplo: correção de um texto, enquanto outro

texto já corrigido, editado e armazenado em disco esteja sendo fotocomposto). A unidade de fotocomposição pode ter duas diferentes configurações: a do Linoterm-Standard, que é exatamente igual 6 já conhecida Linocomp II (17 linhas por minuto) e a do Linoterm-High Speed (50 linhas por minuto e justificação com hifenação automática igual h da VIP). Ambas podem trabalhar com programa de unidades de largura de 1/54 do "M", corn 4 fontes individuais de tipos, além de inúmeras outras revolucionárias características destinadas a facilitar e dinamizar as operações de composição gráfica!

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editorial

Não temos nos pronunciado até o presente momento, em nenhuma oportunidade, sobre as atividades da ABIGRAF e, fundamentalmente, não cabe a nós emitir opiniões sobre outras associações. No entanto, não podemos furtar-nos da oportunidade, após término de seus mandatos, de prestar as nossas homenagens ao sr. Rubens Amat Ferreira. No início de nossa primeira gestão, novos em trabalhos associativos na indústria gráfica, logo percebemos as dificuldades reservadas a este tipo de atividade. Quando começamos a estabelecer os contatos com as diversas associações, inclusive a ABIGRAF, tomamos como princípio que pouco interessavam as opiniões emitidas a nós sobre as associações e seus dirigentes, às vezes, não positivas, mas que havia um interesse maior que se sobrepõe a qualquer diferença deste tipo, isto é, o interesse comum de uma classe econômica, seja ela a nível de empregado, empregador ou trabalhos técnicos e de pesquisa. As críticas, mais ou menos intensas, dentro de uma comunidade, sempre são saudáveis, desde que elas visem ao bem comum. As críticas, no entanto, que estão sendo feitas para encobrir interesses pessoais ou justificar a ausência de participação efetiva, muitas vezes mencionadas em opiniões de menosprezo às atividades de uma associação ou o desempenho de seus dirigentes, normalmente indicam a incapacidade de se realizar um trabalho melhor e são prejudiciais a todos. Não estamos aqui para elogiar o trabalho do sr. Rubens Amat Ferreira, diante da ABIGRAF, pois, para tanto, deveríamos ter mais dados em mãos. No entanto, queremos externar o nosso profundo respeito por este homem, o qual, nestes últimos três anos, em que tivemos a oportunidade de conhecê-lo mais profundamente, com todas as suas possíveis falhas humanas, inerentes a todos nós, defendeu um ideal acima dos interesses pessoais, em prol da indústria gráfica, respeitando o próximo e as suas opiniões e, portanto, merecendo o respeito de todos. Desejamos, profundamente, que a nova gestão da ABIGRAF e da SIGESP realize um trabalho superior àquilo que foi realizado até agora e expressamos os nossos votos de confiança a seus responsáveis, no entanto esperamos que se siga o espírito de seu ex-presidente, e que o auto-respeito se mantenha vivo diante do respeito pela comunidade. Neste mesmo sentido, também, desejamos que a indústria gráfica encontre sua real dimensão e importância na sociedade brasileira, que as suas indústrias sejam os constantes críticos, com participação efetiva na vida associativa e responsabilidade social. PETER ROHL SETEMBRO/1980

ABIGRAF EM REVISTA

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senai

STAG reunirá em outubro, técnicos e empresários do setor gráfico A 7'. Semana Tecnológica de Artes Gráficas (STAG) reunirá técnicos e empresários do Brasil e Exterior para discutir importantes temas relativos à indústria gráfica, de 20 a 24 de outubro, na Escola Senai "Theobaldo De Nigris", em São Paulo. O programa da STAG foi estruturado com base no tema "Qualidade e Produtividade", desdobrado em uma série de subtemas pela Comissão Organizadora. Cada um deles será objeto de discussões individualizadas, a partir de exposições que serão feitas por conferencistas especialmente designados. A escolha do tema "Qualidade e Produtividade" decorre da necessidade atual de se elevar a produção do setor gráfico, sem prejuízo da qualidade dos produtos. Problema cuja solução leva em conta a existência de um mercado consumidor de exigências diversificadas, e que influi diretamente na sofisticação dos processos tecnológicos de produção do setor de artes gráficas.

cos, como aplicação de retícula e controle de qualidade de filmes. OS CONFERENCISTAS A Comissão Organizadora da STAG definiu o grupo de conferencistas da STAG criteriosamente, entre os técnicos mais destacados do Brasil no setor gráfico. À essa lista foram incorporados sete técnicos estrangeiros, de renome internacional, com o propósito de proporcionar aos participantes da STAG contato com o que de mais avançado existe no mundo na área das artes gráficas. O grupo de conferencistas estrangeiros está formado por Bruce Kinsey, dos Estados Unidos e vinculado PIA (Printing Industry of America); Werner Schroder, República Federal Alemã; Wolf-Dieter Menz, República Federal Alemã; Olaf Schulze, República Federal Alemã; Emilio Gerboni, da Itália; A.J. Johnson, da Inglaterra, ligado à PIRA; e Tom Montróis, dos Estados Unidos.

OBJETIVOS A STAG tem sido organizada anualmente pelo Senai, em cojunto com as associações técnicas dos setores de celulose e papel, gráfico, embalagem e propaganda, com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento técnico e empresarial do ramo gráfico. A amplitude que seus debates costumam assumir, no entanto, acaba fazendo da STAG um evento de interesse mais geral, capaz de atrair os mais diferentes segmentos profissionais ligados à comunicação escrita, como fotógrafos, jornalistas e publicitários. Do programa elaborado para a STAG deste ano, constam discussões de caráter amplo, desenvolvidas a partir do tema central, como racionalização, planejamento e matériasprimas, ao mesmo tempo que deverão ser também abordados aspectos técni6 ABIGRAF EM REVISTA

O PROGRAMA A abertura solene da 7'. STAG, às 10:00h do dia 20, ficará a cargo do professor Antônio Soares Amora, Superintendente da Fundação Padre Anchieta, cabendo ao secretário da Indústria e do Comércio do Estado de São Paulo, Osvaldo Palma, a conferência de encerramento, no dia 24, abordando o tema "Desenvolvimento Tecnológico para o Setor Gráfico". Para que haja um aproveitamento integral das palestras, além do limite de 400 inscritos, haverá um sistema de tradução simultânea em inglês, francês e alemão, e serão fornecidas apostilas em português com o texto de cada uma das conferências. O programa da 7' STAG é o seguinte: 20 10 80: 10:00h 2a . feira "Abertura Solene", Prof. Antônio -

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Soares Amora; 14:00h — "Conceito de Qualidade, Produtividade e Lucro na Empresa", Pery Bomeisel, Dorval Padilla, Rubens A. Ferreira e Henrique Nathaniel Coubé. 21 10 80: 18:00h 3" feira "Matérias-Primas e seus Custos em Função da Exigência do Mercado", Bruce Kinsey (EUA-PIA); 10:30h — "Análise Comparativa entre os Sistemas Convencional e Eletrônico na Fotorreprodução", Olaf Schulze (RFA); 14:00h — "Impressão Programada", Werner Schroder (RFA); 16:00h — "Racionalização no Uso das Matérias-Primas", J. Fábio C. Serapião. 22 10 80: 8:00h 4a feira "Planejamento e Preparação do Trabalho" (Corno melhorar os fatores de Produção numa Indústria Gráfica), Wolf-Dieter Menz (RFA); 10:45h — "A Côrreta Aplicação da Retícula", Emilio Gerboni (Italia); 14:00h — "Estudo Técnico do Projeto Gráfico e seu Envolvimento na Produção", Edilberto Fernando Verza; 16:00h — "Sistema de Racionalização na Reprodução", Ademar de Paula. "0 5" feira 23 10 80: 8:00h Controle de Qualidade como Fator de Consciência Profissional e as Vantagens Econômicas para a Empresa Aspectos Conceituais", Oleg Greshner; "Aplicação na Indústria Gráfica", A.J. Johnson (PIRA); 14:00h — "Avaliação de Originais e Controle de Qualidade de Filmes", Tom Montróis (Estados Unidos); 16:00h — "A Embalagem na Equação do Lucro", Lincoln Seragini. "A 6". feira 24 10 80: 8:00h Evolução Tecnológica dos Equipamentos Gráficos", Luiz Alberto Franco; 10:00h — "Revisão de Atitudes pelo Empresário Gráfico diante do Futuro Próximo", João Gomez; 11:30h - Palestra de Encerramento: "Desenvolvimento Tecnológico para o Setor Gráfico", Osvaldo Palma; 12:30h - Entrega de Certificados. -

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SETEMBRO/1980


SEMANK TEcNoLdGia DE ARTES GP(FIGIS 16 A 20 DE OUTUBRO DE 1978 RENLIDels0: ESCOIA SENNI THEOBALBD CE NIGRIS RUN BREWER 2315 MCDCA. -S.PAULO BRASIL

Lincoln Seragini "A Embalagemda criação ao consumidor" SETEMBRO' 1980

Engenheiro Químico, com PósGraduação em Tecnologia dos Altos Polímeros, pela USP, e Curso de Especialização em Desenvolvimento de Embalagem, pela New York University. Foi especialista em Embalagem na Companhia Industrial e Comercial Brasileira de Produtos Alimentícios (Nestlé) e na Colgate-Palmolive Ltda., onde teve sob sua responsabilidade os programas de desenvolvimento de embalagem de produtos novos e dos já em uso. Foi coordenador dos Departamentos de Controle de Qualidade e de Especificações na Indústria de Papéis de Arte J. Tscherkassky tendo realizado vários trabalhos na área da Formação Profissional, participado de cursos e conferências e elaborado o Curso Integrado de Embalagem, publicado pela Revista "Plásticos e Embalagem". Como membro da Comissão Executiva, participou do HI Congresso Mundial de Embalagem, defendendo a tese: Educação e Treinamento de Embalagem, tendo apresentado também, no I Congresso Brasileiro de Embalagem, outro trabalho: Embalagem Planejada — Solução para o Sucesso de Marketing. E professor nos cursos sobre Embalagem, ministrados na Associação Brasileira de Embalagem, na Escola Superior de Propaganda e Marketing e no Management Center do Brasil. Exerce também, junto a Entidades estatais e particulares, a função de Consultor de Embalagem em Projetos Especiais. Atualmente, é Gerente de Desenvolvimento de Embalagem e "Design" na Johnson & Johnson do Brasil. ABIGRAF EM REVISTA 7


A Embalagem da criação ao consumidor. Além de proteger os produtos e conduzi-los aos pontos de venda em condições adequadas, as embalagens acrescentam "Sales appel" aos produtos, ajudando-os a conquistar vendas. Quase todos os produtos vendidos atualmente são embalados, ou na sua forma final, ou nas fases intermediárias de fabricação e transporte. A influência da embalagem dentro da economia está se tornando cada vez mais significativa. A embalagem contribui para diminuir as perdas dos produtos primários e para preservar e distribuir os produtos industrializados, transformandose num fator essencial para a manutenção do padrão de vida do homem moderno. A embalagem é uma necessidade da vida, começando pela própria natureza, que fornece vários exemplos. As embalagens apresentam uma ampla variedade de formas, modelos e materiais. Fazem parte de nossa vida diária de diversas maneiras, algumas reconhecidas conscientemente, outras de influência bem sutil; todas, porém, proporcionando benefícios que justificam sua existência. Funções da Embalagem

A embalagem, qualquer que seja sua natureza, apresenta três funções básicas: de Proteção ao Produto, Mercadológicas e Econômicas. a) Proteção

A qualidade dos produtos não pode ser prejudicada durante as inúmeras fases de sua vida: ao final da linha de produção durante o manuseio e armazenamento na fábrica durante o transporte enquanto permanece nos armazéns dos atacadistas e dos varejistas em todo o processo de consumo do produto, se este não é consumido de uma só vez. Neste mecanismo global, a menos que o produto embalado chegue ao seu destino final em boas condições de uso, a empresa perde todo o dinheiro empregado nele durante as etapas de extração, transformação e distribuição, além de ter sua imagem bastante prejudicada. Dentre todas as funções da embalagem, a principal delas ainda é a proteção, pois, se esta falhar, todas as outras perdem seu significado, pois o produto, que é o que o consumidor 8 ABIGRAF EM REVISTA

necessita e compra, estará deteriorado A proteção que a embalagem deve oferecer aos produtos tem dois objetivos: primeiro, proteger bem o produto contra os danos mecânicos e físicos aos quais a mercadoria está sujeita no longo percurso entre o fabricante e o consumidor; segundo, proteger o produto contra as influências físicoquímicas, ou climáticas. b) Mercadológicas A melhor embalagem protetora e as mais avançadas características de performance serão absolutamente sem valor, se o produto não "sai" das prateleiras. A embalagem desempenha também uma função primordial de venda. Ela, nos sistemas de autoserviços, substitui os vendedores. Do ponto de vista de mercado, a embalagem identifica o produto ao consumidor, informa sobre as características do produto e como deve usá-lo, assim como o motiva a comprar, usar e "recomprar" várias vezes o mesmo produto. Esta função é primordial para a empresa, pois ela vive de vendas, repetidas vendas. Dessa forma, uma verdadeira "embalagem vendedora", para ser eficiente, deve: I - atrair a atenção do comprador, isto em primeiro lugar e acima de qualquer outra ação, pois é a partir desta atração que se inicia o processo de compra e venda. 2 - permitir uma identificação rápida do produto, por sua forma e seu grafismo. 3 - permitir uma boa identificação da marca. 4 - transmitir uma mensagem motivadora sobre as características do produto. 5 - criar confiança e ser de fácil manuseio para levar para casa e usar. Para o mercado de hoje o produto precisa ser embalado e estilizado com caracteres especiais de visibilidade e legibilidade. Só assim marcará presença e ganhará a preferência do consumidor nos poucos segundos em que este lhe dedica atenção, observando as prateleiras. No supermercado, a escolha é feita com base no efeito visual. Inconscientemente, transferimos o efeito exterior da embalagem para o seu conteúdo. O consumidor não julga o produto; julga a embalagem, que é a manifestação visual da mercadoria ou marca. Simboliza o seu caráter e qualidade.

A imagem de qualidade desempenha papel primordial na venda inicial. Para a venda de repetição, no entanto, a qualidade real do produto é tão importante como a imagem da qualidade. E necessária a confirmação da qualidade do produto, conforme mostra a embalagem, porque ë consenso generalizado que a embalagem "engana". Na concorrência comercial, uma embalagem diferenciada se transforma, então, em uma das mais poderosas armas, pois um produto, científica e esteticamente apresentado, impõe seu destaque e superioridade sobre os demais. A embalagem tem influência imediata e a longo prazo nas vendas e nos lucros da companhia. As influências a curto prazo são aquelas que despertam o interesse, "conquistando" o consumidor na primeira compra. A longo prazo são as que convencem o consumidor a repetir a compra, devido as características de conveniência ou qualidade que a combinação produto-embalagem oferece. C) Econômicas

fato bem conhecido a necessidade da existência da embalagem no processo de comercialização de produtos. Pode-se afirmar até que, sem embalagem, seria praticamente impossível transportar e distribuir os produtos para toda a extensão do mercado consumidor. Como a distribuição dos produtos segue leis econômicas, e como a embalagem é parte integrante dos produtos, conclui-se que a embalagem desempenha uma função essencialmente econômica. Assim, o fato mais importante sobre embalagem é que ela é parte dos produtos e dos custos de distribuição e, assim sendo, a empresa precisa estabelecer suas embalagens, buscando sempre o ponto de equilíbrio entre a mais eficiente proteção ao produto, melhor performance e aparência, visando atender as funções de uso e venda e ao menor custo possível, quer dos materiais de embalagem empregados, quer de todas as operações envolvidas no processo de produção, distribuição e venda dos produtos. Planejar é o principal

Conscientes agora das funções e do valor da embalagem, vem a pergunta: como obter na prática uma embalagem eficiente, para cumprir de forma otimizada todas estas funções? A resposta e o "segredo" do sucesso estão SETEMBRO/1980


A Embalagem da criação ao consumidor. no Planejamento, e é o que demonstraremos a seguir. Necessidade de Planejamento A complexidade atual dos problemas de embalagem faz do planejamento uma atividade básica para o lançamento de qualquer produto. A grande variedade de formas físicas dos materiais e das próprias embalagens, as diversas funções, objetivos e o continuo desenvolvimento das técnicas de fabricação, exigem que as decisões sobre embalagem não sejam mais baseadas em princípios arbitrários, ditados pela experiência do técnico simplesmente, e entrem no campo da análise prévia e do planejamento. Muita criatividade, imaginação e conhecimento são importantes para o desenvolvimento de uma embalagem. Mas, o ponto de partida de qualquer projeto deve ser o planejamento. Somente através de um processo lógico é possível uma visão global dos aspectos técnicos e mercadológicos que envolvem o lançamento de uma embalagem. A técnica do planejamento diminui riscos e divergências de opiniões entre os que definem uma embalagem. Combina conhecimentos técnicos, com métodos de Marketing, aspectos econômicos e situações psicológicas e sociológicas. Dessa forma, um desenvolvimento planejado de embalagem oferece inúmeras vantagens: evita perda de tempo reduz erros e custos C) aumenta o desempenho técnico estabelece critérios para a tomada de decisões favorece a criatividade e adoção de alternativas proporciona visão de conjunto g) oferece base para controle dos resultados reduz tarefas burocráticas aumenta chance de êxito Fases para o desenvolvimento racional de embalagem

Apresentamos a seguir um "modelo" para o desenvolvimento racional de uma embalagem, com excelentes resultados práticos. Este modelo consta de um Fluxograma, Check-Lists Técnico e Mercadológico e Descrição de Atividades. SETEMBRO/1980

FLUXOGRAMA DE FASES PARA O DESENVOLVIMENTO DE EMBALAGEM IDENTiFICAÇÃO DO TIPO DE DESENVOLVIMENTO

PLANEJAMENTO PRELIMINAR

H DESENVOLVIMENTO ESTRUTURAL

DESENVOLvimENTO

IMPLANTAÇAO

FORMAL E GRAF=

EMBALAGEM OPERANDO

RE•AvALIA00 E cORRE00 DAS FALHAS

a) Identificação do tipo de desenvolvimento

E a formulação do projeto e dos objetivos a serem alcançados no desenvolvimento. Nesta primeira ação, identifica-se os conceitos iniciais sobre a embalagem e qual a natureza e complexidade do projeto. feita uma pesquisa inicial sobre as intenções e alternativas possíveis, e são estabelecidos critérios para a escolha preliminar de materiais e tipos de embalagem. Como é sabido, a forma final de uma embalagem é influenciada por vários fatores, porém um desenvolvimento lógico pode ser estabelecido elegendose critérios predominantes em cada caso: Existem cinco critérios básicos: I — Função 2 — Proteção 3 — Aparência 4 — Custo 5 — Disponibilidade

A ênfase dada a cada um destes critérios depende do produto e de seus requisitos de mercado. Damos a seguir alguns exemplos: Laquê em aerosol — o critério mais importante é a função , pela necessidade de nebulizar o produto para a sua aplicação. Medicamento injetável — o critério mais importante é a proteção e a inocuidade total. C) Cosméticos — o critério mais importante seria a aparência. d) Leite em saco plástico — custo baixo e disponibilidade, por ser produto de consumo em larga escala e de primeira necessidade. b) Planejamento Preliminar principal instrumento do Planejamento Preliminar é o "Check-List" que apresentamos a seguir. Check-List funciona como uma memória, evitando que algum fator importante seja esquecido, além de tornar sistemático o desenvolvimento.

• Nt,, A linha de peças em Uretano Sólido "WKPRENE" (Poliuretano) fabricadas pela W.K. Indústria Eletromecânica do Brasil Ltda. é composta por Cilindros de Impressoras Tipográficas, Cilindros Aplicadores de Tinta e Cilindros para Impressão "Off-set" utilizados nas Indústrias Gráficas e também Cilindros revestidos para Indústria Mecânica, bem como retentores, gaxetas, juntas, bases para assentamento de máquinas e peças especiais. O poliuretano é fabricado nas durezas de 20 b 95 Shore A.

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ABIGRAF EM REVISTA 9


A Embalagem da criação ao consumidor. Apresentamos dois Check-Lists: um técnico e outro mercadológico: Check-List Técnico

Nome do produto: Linha: Peso líquido: Unidade de venda: Unidade de expedição: Previsão de vendas: Mensal Anual Longo prazo Data prevista de lançamento: Cronograma das etapas até o lançamento: Ciclo de vida do produto: Area do mercado onde será vendido: Prazo de conservação requerido: Será feito teste de mercado para avaliação da embalagem? Forma física do produto: Líquido E Pó fino E Granulado Só lidos regulares Só lidos irregulares Proteções requeridas contra:

E Li LI EI

E ODEIDEE E LIC10111

calor extremo frio extremo umidade oxigênio luz evaporação aderência da embalagem vácuo Risco do produto: tóxico corrosivo inflamável perfurante explosivo radiativo contaminável perceive l ácido básico PH Outros riscos do produto: susceptível no ataque:

Outros defeitos: E uso: esterilizado congelado fervido na própria embalagem O produto será enchido a: quente frio temperatura Os componentes da embalagem serão: LI pré-montados 1=1 montados por nós A montagem será: manual automática Sequência de operações de acondicionamento: Velocidade da linha: Capacidade da linha: diária mensal Tipos de máquinas requeridas: Form-Fill-Seal E Encartuchadeira Rotuladeira E Encaixotadeira E Enchedora Outro tipo de máquina: Versatilidade da linha de acondicionamento: admite sistema único de El embalagem admite mais de um tipo de embalagem Em caso de mais de um tipo de embalagem, quais estes tipos? Condições de manuseio: Condições de armazenamento: Condições de distribuição: Sistema de distribuição: paletizado E caminhão aberto E caminhão fechado E carga mista Ciclo de distribuição: Atacadista Fábrica Filial Filial Varejista Supermercado

E

Tipos de embalagens da concorrência:

Quais defeitos da embalagem podem ocorrer: insuficiência de vedação deficiência selagem a calor vazamentos E permeabilidade a vapores e gases O permeabilidade a odores ajustes tampas descolagem

Concorrente Tipos de Embalagem

E insetos fungos E bactérias E

10 ABIGRAF EM REVISTA

moscas ferrugem umidade

A embalagem é reutilizável? SimE Não O produto deverá ser visto na

embalagem? SimE

Não El

O produto será exposto à venda em: display E solto O Será transportado em: caixa de papelão caixa-display

shrink-film

Propriedades especiais: frágil proteção contra choques proteção contra amassamentos

0

E

Outras propriedades: Solicitações adversas no armazenamento e transporte: choques vibrações carga constante cargas adicionais E influência da umidade cargas mistas Outras solicitações: Sistema de fechamento:

autocolante shrink-film colado a frio colado a calor selado a calor encaixado tampa rosqueada tampa recravada grampeado com fita adesiva com membrana

1=1

E E E

Outro sistema de fechamento: Tipo da tampa: metálica com verniz interno metálica sem verniz interno com disco de vedação sem disco de vedação plástica (tipo): vidro cortiça

E

Outros detalhes caso necessário Tipo da lata:

comum sem solda com um com solda sanitária com verniz interno sem verniz interno

E E E

Tipo de material da lata: Folha de Flandres

A

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alta densidade poliestireno comum poliestireno alto impacto PVC plastificado PVC não plastificado náilon poliéster polipropileno cloreto de polivinilideno

E E (butadieno)

E E E E

Tem layout pronto? Sim ij

E

Sistema de transformação do plástico: laminado extrusado calandrado Sistema de moldagem do plástico: injeção blow molding vacuum-forming

Otitro tipo de papel Gramatura do papel:

Tipo de vidro: comum branco comum âmbar resistente ao choque térmico resistente a choques one-way

Outro tipo de cartolina:

Tipo de acabamento da cartolina: envernizado parafinado plastificado

E

Especificar tipo de verniz e aplicação: Tipo de cartucho: pré-colado colado na fábrica

Processo de impressão: tipografia litografia offset rotogravura hot-stamping silk-screen Outro processo de impressão:

(selo)

E E

Acabamento da impressão: com verniz sem verniz com parafina Outro acabamento:

Direção das fibras:

12 ABIGRAF EM REVISTA

E E

E E

Tipo terminação do frasco: E com encaixe com rosca 171 (guaraná) crown

Gramatura da cartolina:

Tipo de plástico: polietileno baixa densidade polietileno

E E

Outro sistema de moldagem do plástico:

Tipo de cartolina: duplex comum duplex de la duplex de 2' triplex de 1 a triplex de 2' monoplex (celulose pura)

no sentido comprimento no sentido da largura

local estrangeiro

Outro tipo de plástico:

Tipo de papel: sulfite offset pergaminho glassine (cristal) kraft não branqueado kraft branqueado monolúcido couche celofane

E

As tintas de impressão deverão ser: isentas de odor resistentes ao calor resistentes à luz resistentes a álcalis resistentes a ácidos resistentes à umidade

Não .7

O layout é:

Outro tipo de verniz caso exista:

Tipo de rótulo: pré-gomado colado a frio colado a quente autocolante

Qualidade de cores da impressão: 1 cor 2 cores 3 cores 4 cores 5 cores 6 cores 7 cores

Os materiais de embalagem que entrarão em contacto com o produto tem registro no Adolfo Lutz? Não SirnE Normas de controle de qualidade dos materiais de embalagem: inspeção simples inspeção dupla inspeção na recepção ii inspeção durante fabricação plano estatístico critérios de rejeição tamanho da amostra: Nível de Qualidade Aceitável (NQA): Desvio padrão: ¶ = 6 8 , 3 Cf./0 2 cf = 95,53/4 3 ef = 99,73/4 _ Fornecedores consultados: I)

O fornecedor é: exclusivo mais de um

O material é:

novo para o fornecedor padrão do fornecedor

Relação de custo: embalagem = We produto = We

Em caso de embalagem existente, a nova é: mais cara igual menos cara Desvantagens desta embalagem: Vantagens desta embalagem: Check-List Mercadológico a)

Questões relativas à natureza e finalidade do projeto SETEMBRO!

1980


SOLNA OFFSET A qualidade, a eficiência e a rentabilidade da impressora OFFSET NACIONAL SOLNA 125 já são fatos comprovados. Geralmente quem adquire a primeira máquina em pouco tempo adquire a segunda e até mais unidades. Poderíamos citar diversos exemplos para comprovar o que afirmamos, porém, devido a falta de espaço para mencionarmos todos os casos numa página publicitária, mostramos como exemplo as fotos abaixo:

Em 25.03.79: duas unidades Em 18.6.79: duas unidades

Em 10.7.79: duas unidades Em 10.9.79: duas unidades

Em 15.03.80: duas unidades Em 7.04.80: duas unidades

Sim, num curto espaço de seis meses, a firma Van Moorsel, Andrade Et Cia. Ltda. estabelecida à Rua Souza Caldas 343/357, São Paulo - SP, adquiriu e já se encontram funcionando satisfatoriamente 12 (doze) impressoras OFFSET NACIONAL SOLNA 125. Dirija-se também b Companhia T. Janér, Com. e Ind., única fornecedora da impressora offset Solna 125 e adquira a impressora offset mais vendido no país.

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A Embalagem da criação ao consumidor. é embalagem para o produto novo ou remodelação de uma existente? destina-se a aumentar a eficiência da embalagem atual? em quantos tamanhos o produto será (ou é atualmente) vendido? que parte da embalagem será criada (modificada)? corpo rótulo tampa há alguma restrição quanto A. cor? (cor preferencial ou obrigatória, quantidade de cores etc.)

b) Questões relativas à "marca" do produto (0 "Quem da Embalagem") qual a marca do produto? tem logotipo próprio? será estudado um novo logotipo? Em caso positivo qual a imagem que o logotipo deve transmitir? Obs.: Dar as mesmas informações para a marca da firma (Umbrella brand). • Informar, também, se aparecerá algum "slogan" na face principal (ou outra). Em caso afirmativo dizer o "slogan". deverá aparecer um símbolo de garantia? Em que face? qual o símbolo? Existe ou deverá ser criado?

Exemplos: Em embalagens de margarina, por imposição legal, a cor verde deve predominar. Na manteiga, o amarelo. Algumas firmas fixam as cores das embalagens (laboratórios farmacêuticos). 5

4

3

2

1

0

1

2

3

4

5

natural

artificial

doce

salgado/azedo

adulto

infantil

masculino

feminino

moderno

tradicional

estático

dinâmico

simples

complicado

abstrato

concreto

sofisticado

popular

c)

Questões relativas ao "produto". (0 "quê" da embalagem)

-

qual o nome do produto que deverá aparecer na embalagem? em que faces? haverá alguma ilustração, fotos na face principal ou secundária, e de que forma?

Exemplo: lata de molho de macarrão com uma foto de um prato de macarronada. 14 ABIGRAF EM REVISTA

d) Questões relativas ao "consumidor". O produto é destinado a: homens mulheres crianças todos Qual a idade do consumidor? infantil pré-escolar escolar ginasiano adultos pessoas idosas O produto é dirigido a algum grupo étnico? Qual?

Qual a classe social do consumidor típico? Quando este produto será consumido? ocasiões especiais festas infantis festas de adultos no café da manhã no almoço no jantar na praia na montanha vendo TV quem vai comprar e quem vai consumir o produto? Comprador: esposa marido criança Consumidor: marido, filhos, amigos esposa, filhos, amigos pai, mãe, avós, amigos como deveríamos expressar o componente "consumidor" na embalagem? Exemplo: foto do consumidor típico, tratamento gráfico etc. Questões relativas ao "texto". Listar todos os elementos que deverão aparecer na embalagem e com que importância, incluindo: (peso visual) "Umbrella Brand" Símbolos Marca do Produto Símbolo de Garantia Perfumes, Sabores "Slogan" Ilustração (fotos), janelas Textos Explicativos Textos legais (peso, endereço, CGC, Indústria Brasileira etc.) Questões relativas ao "complexo de marketing" e as "situações da concorrência" que possam influir na concepção da embalagem. Essa embalagem deverá seguir alguma linha já existente. quais são os principais concorrentes deste produto? o que há de positivo e negativo nas embalagens dos concorrentes? SETEMBRO /1980


COM O SISTEMA

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A Embalagem da criação ao consumidor. avião caminhão pelo correio etc.

deverá ser criado um?

em que região será distribuído?

que tipo de embalagem deverá ser utilizado? cartucho frasco de vidro frasco plástico lata saquinho (sachet) saco bisnaga envoltórios term oformada etc.

como este produto será divulgado (mídia visual)? jornais revistas TV - cores P& B cartazes etc. como será distribuído? supermercados grandes lojas armazéns/empórios farmácias porta-porta lojas especializadas feiras-livres

Obs.: A área de visão oferecida ao consumidor deve conter elementos que identifiquem claramente o produto.

como será transportado? trem

- haverá algum "display" especial?

como deverá aparecer na prateleira? horizontalmente (deitado) verticalmente (de pé)

Questões relativas aos "aspectos técnicos" da embalagem.

que tipo de material? papel cartolina papelão ondulado plástico folha de flandres alumínio quais os tamanhos? que tipo de impressão deverá ser utilizado? offset rotogravura tipografia flexografia silk-screen hot-stamping quantos tipos de cores utilizar? Outras informações

c) Desenvolvimento Estrutural Após a coleta de informações técnicas e mercadológicas, parte-se propriamente para o estabelecimento estrutural da embalagem: seu tipo e material. Ë seguida a seguinte sequência: Teste de desempenho dos materiais e da embalagem completa: Testes de investigação Testes comparativos Testes de avaliação Avaliação e escolha dos materiais e processo. Información: Pza. Espana Barcelona-4 Espana tel. 223.31.01 telex 53117 FOIM-B

16 ABIGRAF EM REVISTA

Verificação viabilidade de fabricação e fornecimento: Consulta a fornecedores Recomendação para escolha de forneceslores do ponto de vista técnico SETEMBRO/1980


A Embalagem da criação ao consumidor. 4 - Viabilidade uso ern produção:

a)

Verificação método de utilização da embalagem na linha de fabricação b) Verificação de adaptação de mão de obra c) Determinação dos fatores de custo. 5 - Viabilidade uso em equipamento: a) Verificação características operacionais dos equipamentos b) Adaptação da embalagem aos equipamentos existentes novos. c) Testes de funcionamento da embalagem nas linhas.

6 - Determinação dos custos gerais. 7 - Definição final da embalagem. d) Desenvolvimento Formal

e Gráfico

g) Caminho Visual h) Perspectiva 3 - Testes de Avaliação do Grafismo: a) Testes Ópticos

Testes de associações Testes de Campo 4 - Execução Final Implantação

Todo desenvolvimento só é considerado terminado, quando são estabelecidas, por escrito, as especificações dos diversos materiais. A partir da especificação oficial é que é permitida a colocação dos pedidos de compra e o estabelecimento das normas que regerão o controle de qualidade, item fundamental em todo suprimento de embalagem. Assim, a implementação que é a fase final do desenvolvimento deve ter a seguinte sequência:

O desenvolvimento formal e gráfico completa o estrutural. Além das exigências de informações legais e de uso dos produtos, o projeto gráfico constitui um especializado meio de comunicação: é destacada a marca do fabricante e o grafismo apresenta apelos de venda, além de reforçar as imagens de qualidade que os produtos possam ter. O aspecto formal, além da pura estética, deve levar em conta as relações ergonômicas, para melhor adequar a forma às facilidades de uso pelo consumidor.

2 - Aprovação das Especificações.

Deve ser seguida a seguinte sequência:

3 - Aprovação amostras iniciais do fornecedor.

I - Imagem que a embalagem deverá refletir: Análise do tipo médio dos consumidores Estudo da embalagem da concorrência Considerações de Mercado Canais de distribuição onde os produtos serão vendidos Integração da embalagem com a campanha de propaganda

4 - Acompanhamento dos resultados de Controle de Qualidade da primeira remessa.

SETEMBRO/1980

stag

- Preparação das especificações: Definição das características e propriedades de todos os materiais Definição do desenho mecânico dos materiais com suas respectivas tolerâncias Definição dos testes de avaliação de qualidade

5 - Resultado da utilização da embalagem na Linha de Fabricação. 6 - Reavaliação e correção das Falhas. f) Embalagem Operando

2 - Aspectos estéticos: Conjunto linear e formativo Elementos decorativos: Figuras, Símbolos, Logotipo Lei da proporção Texto e tipos de letras Esquemas de cor: Associações com o produto e cores preferenciais Visibilidade, Legibilidade e Destaque

7

ci

Nenhuma embalagem é perpétua. Ela sempre é passível de alterações. Torna-se necessário uma reavaliação constante para corrigir falhas, modificar materiais, processos ou componentes, e até mesmo substituir toda a embalagem atual por uma nova. Dentro do possível é conveniente prever a vida útil de um modelo de embalagem.

20 a 24 outubro 1980

ABIGRAF EM REVISTA 17


abtg

Constituição das comissões técnicas da ABTG quem critique, há quem ignore e há quem elogie os esforços que a ABTG atualmente está desenvolvendo. Não pretendemos entrar no mérito específico dessas atitudes, porém, é importante esclarecer uma série de pontos de vista da atual Diretoria. No primeiro Boletim publicamos o Plano de Metas da ABTG. As reações foram as esperadas: lunático, muito difícil, pouco provável, no entanto, pior foi a ausência de opinião, por não ter lido ou compreendido ou simplesmente ignorado as colocações. No início desta gestão tivemos a oportunidade de colocar claramente o nosso posicionamento: na ABTG, sob a nossa direção, não há mais margem para brincar de associação e, mais, o Plano de Metas foi criado para garantir uma continuidade de trabalhos. Nada que nele consta é impossível. Certamente, os objetivos serão difíceis de serem atingidos. Não estamos livres de problemas e, até, insucessos, porém, em hipótese alguma admitiremos o fracasso. A atual Diretoria assumiu esta gestão exatamente por saber das dificuldades, determinada a trabalhar e, se as previsões fossem de um trabalho fácil, não estaria ocupando os atuais cargos na ABTG. Na presente conjuntura nacional e, especificamente, da indústria gráfica, não podemos encarar os problemas de forma leviana. As associações e, em nosso caso, a ABTG, existem para servir efetivamente a uma causa comum. Estamos conscientes e gostaríamos que todos compartilhassem as mesmas idéias conosco, que não temos o direito de desperdiçar os nossos esforços em atividades improdutivas e inexpressivas. Colocamos que, em 1978, a atual Diretoria, reeleita em março deste ano, aceitou dirigir os destinos de uma associação, com aproximadamente 100 membros e dívidas financeiras efetivas, apenas porque acreditou nos seus esforços e no seu trabalho e, de forma geral, na comunidade gráfica, convicta que uma indústria gráfica nacional saudável e, em consequência, seus fornecedores e clientes somente poderiam prosperar se 18 ABISRAF EM REVISTA

realmente existissem associações de real significado em sua volta, desenvolvendo trabalhos de interesse comum. Hoje temos um número significativamente maior de pessoas com encargos específicos na ABTG (Conselheiros, Diretores, Coordenadores, Secretários e Membros Efetivos das Comissões Técnicas), colaborando com o seu trabalho, do que associados em 1978. A taxa de cancelamento de matrículas chegou praticamente a zero, enquanto nunca observamos uma taxa de crescimento de associados tão elevada como nos últimos meses. Agradecemos os esforços de muitos associados e amigos de outras associações em apoiar as nossas atividades. No entanto, questionando se a atual Diretoria está satisfeita, devemos dizer que não. Apenas vencemos alguns obstáculos de uma caminhada longa. Muitas criticas feitas a nós são justificadas, embora gostaríamos que fossem claramente externadas, dando a nós a oportunidade de melhorarmos, pois a finalidade não é apoiar a Diretoria, mas uma associação como um todo. Com muito prazer apoiaremos, nas próximas eleições, uma nova chapa, comprovadamente competente para levar a ABTG à realização de suas metas. Esperamos, portanto, a colaboragoo efetiva de todos os associados, dentro das suas possibilidades peculiares e, aguardando ainda muitos técnicos e muitas empresas ingressarem no nosso quadro, colocamos a nossa determinação, que não há obstáculos invencíveis. COMISSÕES TÉCNICAS

Dentro dos prazos previstos foram constituídas as primeiras dez Comissões Técnicas da ABTG. Ainda este ano deverão ser completadas, ao total, dezesseis Comissões Técnicas, sendo as faltantes as de Impressão Rotogravura, Impressão Tipográfica, Impressões Diversas, Produção Gráfica e Acabamento e a Comissão Brasileira de Tecnologia Gráfica.

As Comissões Técnicas já em atividade, até 13-8-80, estão constituídas como segue: Metodologia de Originais (CTO) Coordenador: Antônio Morcillo Ortiguela (ABTG); Secretário: Genésio Ortiz Leite (Grafcolor); Membros Efetivos: Aniceto Jimenez (Abril), Bruno Cialone (Efi), Danilo Rossi (Repro), Domingos Almeida Santos Neto (Christian Gray), Edison Souza Pinto (Gang Propaganda), Edson Cabral (Rio Gráfica Editora), J. Roberto Penitente (Escola Senai), Leopoldo Nishibayashi (Kodak), Luiz Vitello Junior (Rio Gráfica Editora), Luzo Pereira de Moraes (Estúdio 5), Ricardo E. Salamon (Abril) e Waldir Castello Nuovo (Rio Gráfica Editora). Composição (CTC) Coordenador: João D. A f fonso (AM Produções); Secretário: Rubens S. Germinhasi (Unida); Membros Efetivos: Amin Ali Filho (DCI), Antônio Brás Gil (Planalto), Antônio de Padua M. Camargo (Bandeirante S.A.), Antônio Zina (Linoart), Bernd Kohl (S.A. O Estado de S. Paulo), Bruno Fortuna (Fortuna), João Ibraim (Photohouse), José Ibraim (Photohouse), Mario Takano (Takano), Nelson Rodrigues (Vip), Peter Rohl (ABTG), Valdir Dalberto (Escola Senai), Vanderley Gigeke dos Santos (Artel) e Winston Churchill Dourado (Reprocomp). Fotorreprodução (CTF)

Coordenador: Mário Carramillo (Estúdio 5); Secretário: Luzo Pereira de Moraes (Estúdio 5); Membros Efetivos: Ademar de Paula (Laserchrom), Aldo Fiorillo (Bosatelli), Angelo Longuini Neto (Abril), Antônio M. Ortiguela (ABTG), Bruno Cialone (Efi), Domingos Almeida Santos Neto (Christian Gray), Hugo Donizeti P. Correa (Bosatelli), Leopoldo Nishibayashi (Kodak), Luiz do Prado (Bosatelli) e Wagner Fonseca Castro (Escola Senai). Impressão Offset (CTIO) goordenador: Sérgio Rossi Filho (Abril); Secretário: Umberto Rosti (Escola Senai); Membros Efetivos: SETEMBRO/1980


abtg Ai1ton Quaglia (Champion), Aldo Fiorillo (Bosatelli), Antônio M. Ortiguela (ABTG), Antônio Reis Quedas (Diagrama), Domingos de Almeida Santos Neto (Christian Gray), Elso Rubi Galvani Jr. (Bosatelli), Emilio Rodrigues (Hoechst), Ernesto Mina (Santista), Hermann Wegmann (S.A. O Estado de S. Paulo), Jose Roberto Abuchaim (Abril), Luiz Carlos Rudnik Coimbra (Abril) e Luiz do Prado (Bosatelli). Metalgra fia (CTM) Coordenador: Dácio Calci Junior (Metalgá'mica), Secretário: Humberto R.B. Devoraes (Dray); Membros Efetivos: A. Mantovani (Prada), Adelmo Angioletto (Rheem), Antônio Nelson de Franco (Brasilata), Cláudio Francisco Anunciata (Rheem), Emilio Rodriguez (Hoechst), Peter Rohl (ABTG), Walter Gunter Thoma (Escola Senai). Interrelacionamento Papel e Tinta na Impressão (CTI) Atividade conjunta com o Centro Técnico em Celulose e Papel do IPT. Coordenador: Ernesto Mina (Santista); Secretário: Peter Rohl (ABTG); Membros Efetivos: Adolpho Cyriaco (Supercor), Albert Barzilai (Interprint/Abraform), Antônio Demamboró (Gráfica Bradesco), Albino N. Carvalho (Ipiranga), 'Angelo Mattioni (Sarcinelli), Antônio M. Ortiguela (ABTG), Caetano Bracale (Gráfica Bradesco), Celso Dias (Cromos), Dante Luiz B. T. Nunes (S/A O Estado de S. Paulo), Dibo Gomes Simões (Gráfica Bradesco), Dirce Konishi (Cia. Suzano), Domingos Almeida Santos Neto (Christian Gray), Flávio Murollo (Gráfica Bradesco), Francisco Veloso Filho (Cromos), Gilberto Soares (Supercor), Heitor Gomes (Cia. Fiat Lux), Horishi Toma (Simão), Horst O. Murrins (Pancrom), Humberto R. B. Devoraes (Dray), Ilduaro Gomes e Silva (Escola Senai), João B. Ferraz Sampaio (S/A O Estado de S. Paulo), José Roberto Fregalente (Grafinal), Leopold Rodes (IPT), Luiz Alberto Franco (Abril), Luiz Faria de Carvalho (Abril), Mário Cruz Santos Cavaleiro (Lorilleux), Orlando Murad (S/A O Estado de S. Paulo), Regina Celi Barotti (IPT), Renato Jose de Souza (Renner Hermann), Sandra Lia Barotti (IPT), Sérgio Scanapieco (Champion), Sergio André de Andrade (AGGS), Sérgio Rossi (Abril), Silávia Bergman (IPT/ABCP), Silvia Bugajer (1PT), Valdir Premero SETEMBRO/1980

(Champion), Walter Navarro (Cicero Prado), Wilfried Meyer (Cia. Suzano), Wilson Pereira da Silva (Renner Hermann) e Wolfgang Thoma (Supercor). Tintas e Vernizes (CTT) Coordenador: Abmael Pereira da Silva (Cromos); Secretário: Ilduaro Gomes e Silva (Escola Senai); Membros Efetivos: Adolpho Cyriaco (Supercor), Airton R. Ponta (Renner Hermann), Alfredo Mattei (Metal•cor), Allan Sven Sarv (Argall), Celso de Mello (Renner Hermann), Décio Fantozzi (Bril-Loid), Francis T. Sostôa (Inmont), Gilberto Soares (Supercor), Goetz Almenroeder (Cromos), Humberto R.B. Devoraes (Dray), José Guireli (Lorilleux), Peter Rohl (ABTG), Renato José de Souza (Renner Hermann), Roberto E. Lindmayer (Grafinal) e Wolfgang Thoma (Supercor).

Embalagem (CTE) Coordenador: Nelson Bavaresco (Gerart); Secretária: Leopoldina Torloni (Embalarte); Membros Efetivos: Antônio Reis Queda (Diagrama), Francisco M. Steuer (Masterpack), Hernani Luiz de Campos Filho (0linkraft), Peter Rohl (ABTG), Mariana Vadas (Print Consult), Moisés Levy (Johnson & Johnson), Paulo E. Cabral (ABPO/ABCP), Regina Koch (Escola Senai), Richard Aleen Crane (Olinkraft), Sylvio Luz Pinto (Empax). Normas (CTN) Atividade conjunta com a ABNT. Coordenador: a cargo da ABNT; Secretário: a cargo da ABNT; Mem-

SÍMBOLO DE QUALIDADE

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bros Efetivos: Amin Ali Filho (DCI), Ilduaro Gomes e Silva (Escola Senai), Jorge Campari Lacreta (S/A O Estado de S. Paulo), Leopoldo Nishibayashi (Kodak), Luiz Alberto Franco (Abril), Mário Carramillo (Estúdio 5), Osmar Barbin (Lorilleux), Peter Rohl (ABTG) e Sérgio André de Andrade (AGGS). 10) Economia, Administração e Planejamento Estratégico (CTEA) Coordenador: Peter Rohl (ABTG); Secretário: Paulo T. Panossian (Estúdio 5); Membros Efetivos: Antônio Bolognesi Pereira (Abigraf), Antônio Chiawba (Dafferner), Antônio Márcio Menck (Abril), Fernando José Pini (Escola Senai), Heliana Calmon Reis (Abril), José de Zorzi (Máquinas Guarany), Jurandyr de Carvalho (Escola Senai), Jussara Pontes (Champion), Luzo Pereira de Moraes (Estúdio 5), Mário Carramillo (Estúdio 5), Miguel Rodrigues Junior (ABIMEG), Paulo Eduardo Cabral (ABPO), Pery Bomeisel (Asbahr), Roberto Vilas Boas Brum (S/A O Estado de S. Paulo), Sérgio Scanapieco (Champion) e Valdir Premero (Champion). I

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Solenidade de posse das diretorias ABIG RAF/SIG ESP FOTOS DE ROBERTO FAUSTINO

Hilton Pinheiro Mendes (Brasilia - DF), Jorge Aloisio Weber (Parana), Luiz Esteves Neto (Ceará), Públio Paes de Barros (Mato Grosso do Sul), Sidney de Morais (Minas Gerais), Walfredo da Costa Lucena (Amazonas). rais),

iniciando os trabalhos, o Presidente da Mesa, Sr. Theobaldo De Nigris, como preâmbulo, falou de sua satisfação e honra por ter iniciado sua carreira no mundo gráfico, setor esse

que sempre acompanhou com vivo interesse e com orgulho manifestou a amplitude do setor, o qual gradativamente vem se impondo técnica e administrativamente no cenário nacional e internacional. A seguir, relacionou os nomes das personalidades que compuseram a mesa presidencial: Dr. Ricardo Nacim Saad, Sr. Sidney Fernandes, Dr. Roberto Ferraiuolo, Dr. Orestes Gonçalves, Sr. Henrique Nathaniel Coubé, Sr. Rubens Amat Ferreira, Sr. Homero Vilela de Andrade, Sr. Raphael Souza Noschese e Sr. José Ermirio de Moraes Filho. Em seguida, foi feita a leitura pelo Diretor-Secretário, Sr. Antônio Bolognesi Pereira, dos nomes que integram as novas Diretorias do Sigesp e Abrigraf-Nacional, a saber: Diretoria Efetiva Henrique Nathaniel Coube (President e) , Sidney Fernandes (Vicepresidente), Rubens Amat Ferreira (Secretário), Jose Aidar Filho (2.° Secretário), Waldyr Priolli (Tesoureiro), Renato Foroni (2.° Tesoureiro), Pery Bomeisel (Diretor de Relações Públicas). Suplentes da Diretoria Antônio Bolognesi Pereira, José Bignardi Netto, Basilio Artero Sanchez, Amos Spina, Walter Oswaldo Buccolo D'Agostino, Manoel Casimiro de Souza, Alfredo Weiszflog. Conselho Fiscal José Raphael Firmino Tiacci, Irineu Thomaz, Francisco Teodoro Mendes

Secretário Antônio Bolognesi Pereira (São Pau-

lo). 2.° Secretário Homero Villela de Andrade (São

Paulo).

Theobaldo De Nigris

2.° Vice-Presidente Henry Victor Saatkamp (Rio Grande

do Sul).

Vice-Presidentes Cristóvam Linero Sobrinho (Paraná), Henrique Nathaniel Coube (São Paulo), José Pepito Carrera (Pernambu-

co), José Ribamar Chaves Cruz (Minas Gerais), José Rocha Moreira (Goias), Lourenço de Miranda Freire (Paraiba), Luiz Carvalho Filho (Ceara), Udo Wagner (Santa Catarina), Archimedes Curvelo (Bahia), Carlos Alberto Rangel Proença (Minas Ge-

Tesoureiro Waldyr Priolli (São Paulo). 2.° Tesoureiro José Bignardi Netto (São Paulo). Suplentes George Schimidt (Santa Catarina), José Luiz Spinola (São Paulo), José Raphael Firmino Tiacci (Sao Paulo), Mário Antunes Scartezini (Goiás),

Paulo Luiz Nora (Rio Grande do Sul), Pery Bomeisel (Sao Paulo), Sebastião Lessa Azeredo (Minas Gerais). Conselho Fiscal Irineu Thomaz (São Paulo), José Aidar Filho (São Paulo), Wilson Siviero

(Sao Paulo). Suplentes Dráusio Basile (São Paulo), Gildo Guarnieri Filho (Hu), Manoel Machado dos Santos (Petrópolis).

Filho. Suplentes - Conselho Fiscal Airton Pericles Gouveia Conde, Wilson Siviero, Bernardo Sinatro. Delegados representantes junto Fiesp Theobaldo De Nigris, Homero Villela

de Andrade. Suplentes - Delegados Representantes junto it Fiesp Rubens Amat Ferreira, Dráusio Basi-

le.

Presidente

Sidney Fernandes (Sao Paulo).

1. 0 Vice-Presidente Rubens Aniat Ferreira (São Paulo).

22 ABIGRAF EM REVISTA

Rubens Amat Ferreira SETEMBRO/1980

1


mam posse, a certeza de pleno e total êxito em suas gestões. Peço e conto com a colaboração e apoio de todo o empresariado gráfico

Sidney Fernandes

O sr. Theobaldo De Nigris declarou empossadas as Diretorias para o triênio 1980/83 e passou a palavra ao sr. Rubens Amat Ferreira, expresidente de ambas as entidades. PRONUNCIAMENTO: Existem ocasiões em que a pessoa se sente plenamente gratificada por tudo que tenha realizado e procurado realizar e sumamente honrada com o reconhecimento e colaboração dos que estoicamente se dedicaram para que desempenhasse condignamente e da melhor forma possível ao que se tenha proposto. Assim me sinto eu neste momento, certo de ter feito jus A. expectativa de todos que confiaram em mim ao longo dos vários anos que estive à testa do SIGESP e da ABIGRAF. E tenho certeza, meus companheiros de direção também, cônscios de missão cumprida. Quero agradecer inicialmente a presença de todos que atenderam ao nosso convite e em especial à presidência da FIESP que gentilmente nos cede nesta data suas instalações para esta nossa solenidade. Quero também agradecer o apoio recebido pelos companheiros da indústria gráfica do Brasil e de Sao Paulo e mais aos membros da minha Diretoria o carinho e atenção com que me distinguiram no decorrer dos anos em que estive A. frente destas entidades e as que dedicaram à minha pessoa. À FIESP/CIESP, na pessoa do seu eminente presidente, sr. Theobaldo De Nigris, os nossos mais sinceros agradecimentos pelo apoio que dispensaram durante a minha gestão. Aos companheiros que agora toSETEMBRO/1980

para os novos dirigentes das nossas entidades e posso lhes adiantar que os seus componentes são empresários do mais alto gabarito e que indubitavelmente elevarão cada vez o nível de representatividade da nossa categoria econômica no âmbito municipal, estatal e nacional. Seguindo a ordem do dia, o Presidente da Mesa convidou, para fazer uso da palavra, o Presidente eleito do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo, sr. Henrique Nathaniel Coubé. PRONUNCIAMENTO: Sr. Presidente Theobaldo De Nigris Minhas senhoras, meus senhores, meus amigos 8 uma hora difícil para o Pais, para os empresários e para os trabalhadores, esta em que eu assumo a direção do nosso Sindicato. E interessante como as coisas acontecem. Para quem começou a trabalhar ainda menino, nas horas de folga da escola, e que teve uma vida sempre dedicada ao trabalho, seria agora, depois de 36 anos de serviços prestados a uma empresa que nasceu pequena e na pequenissima Bauru de então, seria realmente agora a hora de folgar um pouco, de diminuir o ritmo, de aproveitar um pouco a aposentadoria, a família, os netos. Mas, os homens põem e Deus dispõe. Estou, pois, aqui neste posto, disposto a trabalhar pela indústria gráfica de São Paulo, pelo seu engrandecimento e desenvolvimento, pela paz social no nosso meio e pelo progresso do nosso Estado e do Brasil, dentro do nosso setor. Para isso, eu conto com a colaboração, dedicação, eficiência, consciência, responsabilidade dos meus estimados amigos de Diretoria, aos quais, nesta oportunidade, agradeço

Henrique Nathaniel Coubé

também a confiança em mim depositada. Agradeço também ao estimado amigo Rubens Amat Ferreira a minha indicação para esta Presidência. Como sempre, ele, muito afobado e com pressa, não teve tempo de pesquisar e escolher o melhor. Agradeço também ao Rubens a dedicação que teve com o nosso Sindicato e nossa ABIGRAF nesses nove anos que as presidiu, do melhor modo e com todas as suas forças. Contamos também com a colaboração, ou melhor, esperamos contar, dos nossos companheiros gráficos de todo o Estado, bem como com os amigos do nosso setor de papel, tintas e máquinas, pois todos fazemos parte de um mundo do nosso pequeno universo. Na verdade é isso que aconteceu, nós temos o nosso ambiente, as nossas amizades, os nossos negócios, os nossos problemas, as nossas alegrias, praticamente dentro da mesma área. Deveremos pois lutar irmana-

Mesa Presidencial ABIGRAF EM REVISTA 23


Waldyr Priolli, Hilton Pinheiro Mendes, Archimedes Curvello, Henry Victor Saatkamp, Sidney Fernandes, José Bignardi Netto e Antônio Bolognesi Pereira

dos, trabalhar juntos, plantar unidos e colher resultados que interessam a todos e especialmente para o progresso do País. Nós somos passageiros relâmpagos, numa hora difícil, de um País muito jovem, que estamos construindo, que estamos modelando apesar de todas as dificuldades internas e principalmente as externas, na atual conjuntura. Sejamos pois todos amigos e irmãos para colaborarmos com nossa parcela e ajudarmos melhor ainda a Nação. Sejamos uma família, pois é no seio dela que se formam os elementos principais para o respeito mútuo, o respeito ao próximo, a responsabilidade, o trabalho que forja a riqueza, a ordem e o progresso. Apesar da nossa inflação atual ter atingido níveis muito elevados, sabemos de exemplos recentes e bem piores que o do nosso País e, no entanto, concertaram e estão já em fase bem melhor. Portanto, tenhamos confiança e esperança por dias melhores e que não demorarão. Nós confiamos em nosso País e sabemos que chegaremos ainda neste século a sermos respeitados corno Nação e potência mundial. Pior que a inflação a que me referi é a inflação atual de pessimismo e derrotismo que vemos todos os dias de parte de alguns politicos e da imprensa. Precisamos não desanimar, precisamos não deixar que nos influenciem, que nos atinjam, pois será muito pior. Precisamos também, em contrapartida, trabalhar mais, lutar, investir, aumentar os empregos e nos tornarmos cada vez mais justos e humanos dentro de nossas empresas. Assim estaremos realmente servindo ao bem comum, á Pátria e a Deus. Na tentativa de ajudar o meu País, 24 ABIGRAF EM REVISTA

dentro do meu setor, lutarei de todos os modos possíveis contra a estatizacão, que já está virando mania e prejudicando seriamente a economia. Ainda esses dias li que o presidente do Banco Central, numa conferência que proferiu, na Escola Superior de Guerra, condenou a excessiva participação do Estado na economia brasileira, responsabilizando isso por grande parte dos atuais desequilíbrios internos. E disse mais: propôs a volta do Estado "a suas raízes de agente social e promotor do desenvolvimento, que foram ao longo do tempo relegadas a um segundo plano pelo modismo do Estado-empresário". Carlos Langoni lembrou ainda que o déficit público equivale hoje a 5% do produto bruto, sendo uma das principais causas da inflação. Disse outras coisas ainda e que, naturalmente, nossas autoridades estão tentando consertar. Eu apenas digo: "Não será o reajuste semestral de salários que irá aumentar ou diminuir a inflação." O fato é que o trabalhador, na atual conjuntura, não poderá dispensá-lo de modo nenhum. Estamos certos de que o Governo irá mantê-lo e procurará antes de tudo outras formas e causas mais antigas e mais contundentes que realmente incentivam a inflação, para combatê-las. Esforço e trabalho não representam tudo na vida; há algo mais, importante também, "a justiça e o amor ao próximo". Já estamos ampliando a nossa sede, com a compra de um andar contíguo, e esperamos, assim, dentro de poucos meses, estarmos preparados para melhor recebermos os nos-

sos associados e amigos, mais condignamente. — Minhas senhoras, meus senhores, sabemos que teremos de lutar muito para manter a tradição de trabalho e dedicação da Casa do industrial Gráfico, pois lá passaram homens de fibra como Humberto Rebizzi, Orestes Rom iti, Joao Gonçalves, Felício Lanzara, Danilo de Oliveira Volpe e outros. E também este grande presidente da FIESP/CIESP que é o nosso amigo Theobaldo De Nigris, que marcou de maneira extraordinária a sua passagem por lá. Quero nesta oportunidade agradecer-lhe o que realizou naquele tempo para o nosso setor e também agora, o que vem realizando frente à FIESP/CIESP; agradecer o que vem implantando com os centros sociais e esportivos do SESI, por todo o Estado de São Paulo. Agradecer as Escolas SENAI que surgem de maneira brilhante e eficiente nos lugares mais necessários e com objetivos importantes que são a formação e o aperfeiçoamento de nossa mão de obra. Agradeço enormemente, efusivamente e realmente muito contente, pela nossa escola, nosso colégio técnico gráfico que funciona na Rua Bresser e hoje é uma das melhores casas de ensino do mundo — é a Escola SENAI Theobaldo De Nigris, inclusive até já promovendo cursos rápidos e intensivos para países vizinhos. Escola esta onde estuda o meu caçula de 1,90 — Pedro Henrique, e que é muito bem dirigida pelo prof. Jurandyr de Carvalho. Escola hoje que também já serve à indústria do papel. Meus amigos, minhas senhoras e senhores, jovens aqui presentes, agradeço em meu nome e de todos os companheiros da Diretoria a presença de todos. Aos companheiros e amigos do setor de papel, tintas e máquinas, aos companheiros e diretores da ANAVE, aos colegas de perto e de longe, aos presidentes de outros sindicatos e AB1GRAF aqui presentes, aos amigos e colegas de Bauru. Ao Sidney Fernandes, meu amigo e companheiro, toda a solidariedade da ABIGRAF-São Paulo, que estará sempre ao seu lado e lhe deseja sucesso na Nacional, bem como conta com sua colaboração no Sindicato. A todos mais uma vez muito obrigado pelas suas presenças, confortadora, gentil e amiga. Estejam certos todos que, no correr do meu mandato, quando tiver algum momento de tristeza ou amargura, lembrarei sempre deste dia agradável, desta amizade fraterna e sincera, deste rosto amigo que esteve aqui. Estarei então compensado. Muito obrigado. SETEMBRO/ 1980


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Dr. Pedro Palmeira, Luiz Carlos Oliva, Sidney Fernandes, Waldemar Mafei.

Por Ultimo foi dada a palavra ao Presidente eleito da ABIGRAFNacional, Sr. Sidney Fernandes. Pronunciamento: Minhas senhoras e meus senhores Sob a liderança de Theobaldo De Nigris, do saudoso Damiro de Oliveira Volpe e outros colegas da Indústria Gráfica, em memorável evento que foi o primeiro Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica em Aguas de Lindóia, Estado de São Paulo, em 1965 se fundou a Associação Brasileira da Indústria Gráfica a tão querida ABIGRAF. Aos que nos perguntarem, se temos o sindicato, por que uma associação? Responderei, em nome dos mesmos colegas, alguns aqui hoje presentes — simplesmente, responderei, que o idealismo, a fraternidade e o amor ao nosso querido Brasil não têm limites nem fronteiras; porque o sindicato é a pedra angular e personalidade juridicamente determinada pelo Estado, enquanto que a associação é a corporificação. E a alma que traça os desígnios de um portentoso setor industrial como o gráfico. Ao receber hoje das mãos dos colegas do Brasil a honrosa incumbência de presidir a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, agradecido e emocionado apenas digo e repito na mais viva voz: "Quero continuar o trabalho de meus antecessores, com toda dedicagoo, buscando sempre a defesa intransigente dos nossos direitos junto aos poderes públicos; defender a iniciativa privada, pois ela é o alicerce da liberdade e da prosperidade; procurarei dar prosseguimento ao monumental trabalho iniciado por Theobaldo De Nigris e outros colegas e tão brilhantemente continuado por RuSETEMBRO/1980

bens Amat Ferreira, procurando aparar as arestas e distorções que temos enfrentado nos últimos anos, especialmente com relação aos problemas da estatização, problemas tributários, econômicos, financeiros e técnicos. Buscarei com paz e harmonia, em companhia de meus colegas de direitona e a ajuda de Deus, a solução de tais problemas e, especialmente para isso, conclamo os fornecedores do ramo gráfico — fabricantes de papel e tintas, fabricantes de máquinas e acessórios e demais fornecedores. Conclamo ainda nossos irmãos dos demais Estados, através das ABIGRAF regionais ou de seus sindicatos, do Amazonas ao Rio Grande do Sul, à União, à solidariedade, pois, somente unidos é que seremos fortes, e, sendo fortes, poderemos efetivamente representar junto aos órgãos governamentais em todas as instân-

cias, federal, estadual e municipal os justos anseios da indústria gráfica brasileira, tão sofrida por inúmeros problemas já mencionados. Ao meu querido companheiro Rubens Amat Ferreira o muito obrigado pela ajuda e incentivo que sempre nos deu desprendidamente em todas as horas, jamais prescindirei de tão inestimável apoio e colaboração; ao não menos querido amigo Henrique Nataniel Coube que hoje assume a presidência do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo" meus parabéns e a certeza de que ABIGRAF e Sindicato continuarão de mãos entrelaçadas e firmemente unidas, irmanados na luta permanente em prol do fortalecimento e progresso da indústria gráfica de São Paulo e do Brasil. Antes do encerramento dos trabalhos, o Sr. Theobaldo De Nigris, fez um rápido pronunciamento, citando sua experiência como operário, empresário e posteriormente como Presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de Sao Paulo. No decorrer do seu pronunciamento, fez menção de sua atuação já como Presidente da FIESP/CIESP, no que concerne a luta contra a estatizaçâo e defesa da iniciativa privada. Fez questão de destacar a ampla e bem montada Escola de Artes Gráficas da Rua Bresser, n.o 2.315, onde funcionam os mais especializados cursos técnicos para o trabalhador gráfico. A seguir, as diretorias da ABIGRAF/SIGESP, ofereceram um coquetel aos presentes, no said() promocional do SESI, no 16°. andar do edifício da FIESP/CIESP, o qual por sinal se revestiu do mais pleno êxito.

Theobaldo De Nigris, Homero Villela de Andrade, Henrique Nathaniel Coubé. ABIGRAF EM REVISTA 25


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SETEMBRO/ 1980

ABIGRAF EM REVISTA 27


fiesp/ciesp

Ministro do Trabalho e De Nigris inauguram SESI emV. Leopoldina "Sua presença de prestígio neste ato, mais que a honra incomensurável que nos confere, realçada pelo apreço que V.Exa. nos merece, tem um significado maior: ela simboliza a real preocupação da gestão de V.Exa., pelos atos efetivos e práticos capazes de promover a justiça social, à qual V.Exa., em nome do Governo e da aspiração popular, tem dedicado os seus esforços produtivos", disse o sr. Theobaldo De Nigris, durante o ato inaugural do Conjunto Assistencial, Educacional e Esportivo do SESI, realizado na manhã do dia 7 último, na Vila Leopoldina, Bairro da Lapa, a que compareceu o ministro Murilo Macedo, do Trabalho, além do secretário de Relações do Trabalho do Governo do Estado, Sebastião de Paula Coelho; Francisco Rossi, secretário de Turismo e Esportes; Jair de Moraes Neves, secretário de Educação do Município da Capital; Ricardo Nacim Saad, delegado regional do Trabalho em São Paulo; conselheiros do SESI, presidentes de Sindicatos da Indústria e diretores da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Disse o presidente Theobaldo De Nigris, em outro ponto: "0 Conjunto de Vila Leopoldina, erguido pelo

SESI para atendimento da volumosa população de operosos trabalhadores aqui concentrada e suas respectivas famílias, representa, no entanto, apenas uma pequena parcela do programa maior no qual buscamos, de forma gradual e adequada, mas com firmeza, geração de condições propícias melhor coexistência humana, à melhor qualidade de vida." Falou dos demais Conjuntos existentes na Capital e Interior e em funcionamento, da atuação do SESI e do SENAI no campo social em prol do trabalhador industrial e suas famílias. "Aos 15 grandes conjuntos educacionais que erigimos e somamos aos então existentes, estamos acrescentando outros 9, preocupados com a formacão do trabalhador industrial, já atendido, na esfera do SENAI, em suas necessidades de aperfeiçoamento profissional", salientou De Nigris. O presidente da FIESP-CIESP, do Conselho Regional e diretor do Departamento Regional do SESI discorreu sobre a situação econômica do País, expendendo a certeza de que, mais uma vez, saberemos ultrapassar as dificuldades que se nos anteparam. O ministro Murilo Macedo falou em seguida, enfatizando a importância da obra do SESI, que se marca de

Visão do Centro Ambulatorial do SEM no Conjunto de Vila I .eopoldina 28 ABIGRAF EM REVISTA

Ministro Murilo Macedo, do Trabalho, e Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP/CIESP e do Conselho Regional do SEM e também diretor de seu Departamento Regional durante a inauguração do Conjunto de Vila Leopoldina

forma indelével na administração de Theobaldo De Nigris, pelas inúmeras realizações concretizadas. Referiu-se, depois, à política salarial que trouxe tranquilidade ao País nestes últimos tempos; agora, pretende-se corrigir certas distorções, denunciadas pelo processo inflacionário, tornando mais importante assegurar-se uma política nacional de empregos, a qual deve ser estudada em profundidade antes de ser adotada e posta em prática. São problemas que precisam contar com a compreensão e a colaboração do empresariado brasileiro e de empresários e dirigentes de classe como Theobaldo De Nigris, prestando valiosa contribuição ao Governo para a sua solução e a superação de dificuldades que se apresentam. Declarou, noutro ponto, que o lucro deve ser levado em consideração na iniciativa privada para o fortalecimento da economia, mas preservando-se os aspectos sociais e humanos na área do trabalho, com o consequente reconhecimento e valorização do trabalhador. Ao final, o ministro congratulou-se por mais aquele empreendimento do SESI-SP, descerrando, juntamente com o presidente Theobaldo De Nigris, a placa comemorativa da inauguração do Conjunto, e percorrendo, a seguir, as suas instalações. O Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo do SESI em Vila Leopoldina está localizado na Rua Carlos SETEMBRO/1980


fiesp/ciesp Weber, 835, bairro da Zona Oeste da cidade de São Paulo. Trata-se do 17° conjunto da entidade e 5° inaugurado este ano, somando, os cinco, 246.168m2 de áreas de educação, saúde e lazer colocadas à disposição dos trabalhadores e seus dependentes. A exemplo dos demais, também o Conjunto de Vila Leopoldina é entregue aos usuários em pleno funcionamento. COMO b.

O Conjunto do SESI em Vila Leopoldina foi edificado em terreno de 35.380 m2, adquirido pela própria entidade. A Area construída coberta é de 20.119 m2, constituída por dois prédios — um circular e outro retangular — ambos de quatro pavimentos. O edifício circular abriga as várias unidades educacionais e o ginásio de esportes. As unidades de assistência médica e odontológica ocupam o edifício retangular. Ao esporte e lazer ao ar livre foram destinados mais de 30 mil m2. Dessa maneira, a área construída descoberta, que forma a Praça Esportiva, ocupa 11.584 m2 e a de tratamento paisagístico, estacionamento e circulação externa, mais 19.180 m2. A implantação deste Conjunto permitiu a ampliação de diversos serviços que o SESI coloca à disposição dos beneficiários, destacando-se, no prédio circular: Centro Educacional, Centro de Aprendizado Doméstico, Centro Esportivo e Salão Promocional; no edifício retangular: Ambulatório Médico, Ambulatório Odontológico, Centro de Reabilitação, Higiene e Segurança Industrial (Centro de Toxicologia), Epidemiologia e Saúde e Higiene Mental. A Administração do Conjunto encontra-se instalada no prédio circular. Para frequência a esses setores, bem como As unidades situadas em outros locais, basta apresentar a Carteira Profissional, provando a condicão de trabalhador na indústria, transporte, comunicações ou pesca. Com isso, o próprio trabalhador, sua esposa e os filhos têm direito a atendimento. A REDE Atualmente, acham-se em funcionamento 17 conjuntos do SESI. No entanto, até 1969, havia apenas dois, nos bairros do Belenzinho e do Ipiranga, na Capital. De 69 para cá foram edificados e instalados outros 15, SETEMBRO/1980

nas cidades de: Sorocaba, Bauru, São Caetano do Sul, Santo André, Campinas, Capital (Vila das Mercês), São Carlos, Limeira, Jundiaí, Taubate, São José do Rio Preto, Araraquara, Ribeirao Preto, Moji das Cruzes e Capital (Vila Leopoldina). Estão em fase de construção vários outros conjuntos do SESI: em Presidente Prudente, Ermelino Mataraz-

zo, Mauá, Santa Bárbara d'Oeste e São Bernardo do Campo. Em breve serão iniciadas obras em São José dos Campos e Araçatuba (em processo de concorrência). E, em sequência de projeto e início de concorrência, há os conjuntos nas cidades de Franca do Imperador e Votorantim. Com essas novas unidades, a rede de conjuntos do SESI somará 26 unidades.

Tomou posse nova diretoria do Sindicato de Cacau e Balas

Sr. TheobaIdo De Nigris presidindo a solenidade de posse da nova diretoria do SICAR

Em seu pronunciamento de posse na presidência do Sindicato da Indústria de Produtos de Cacau e Balas de São Paulo, o Sr. Getúlio Ursulino Netto, novo presidente, afirmou que, "em um nível superior esta presidência encontrou na pessoa do presidente da Fiesp, Sr. Theobaldo De Nigris, uma comunhão de idéias no que se refere à empresa como uma instituição política, razão pela qual, mais do que um apoio distanciado, decidiu participar pessoalmente na sua chapa, onde daremos o melhor de nossos esforços para tornarmos realidade os conceitos que comungamos". E aduziu: "Sr. Presidente da Fiesp, Theo baldo De Nigris, leve desta entidade a certeza de nosso apoio à atuação, fruto de homens cujo caráter entende que a dependência passiva é incompatível com a dignidade." O sr. Getúlio Ursulino Netto apresentou, na oportunidade, a linha de ação que pretende desenvolver à frente do Sindicato. O sr. Octávio Mendes Filho, que deixa

a presidência após 22 anos dedicados ao setor, fez um relato historiando o desenvolvimento do segmento de produtos de cacau e balas dentro do contexto industrial paulista. Revelou que nos últimos dez anos, graças à racionalização da lavoura cacaueira, executada pela CEPLAC, o Brasil assumiu a liderança mundial do cacau, passando da 4' para a I a colocação, elevando sua produção de 140.000 para cerca de 300.000 toneladas. A produção de chocolate elevou-se de 38.000 toneladas, em 1972, para 100.000 toneladas, em 1979, enquanto o consumo "per capita" passou de 275 gramas para 850 gramas, no mesmo período. Hoje o Brasil é o 7° produtor de chocolate no mundo. Ainda durante a solenidade o diretor Raul Lopes Ruiz fez ao sr. Octávio Mendes Filho a entrega de um mimo em nome de toda a dirdoria e associados, comunicando-lhe, também, a concessão do titulo de presidente honorário da entidade. ABIGRAF EM REVISTA 29


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SENAI inaugura novo prédio para escola na zona oeste sentando perto de 20% dos empregados da Capital. Os segmentos predominantes, nesta mesma época, eram a metalurgia (13,3%), a construção civil (11,9%), a mecânica (7,9%), o material elétrico e de comunicação (7,9%). A nova Escola Senai "Mariano Ferraz" deverá preparar mão de obra qualificada especialmente para indústrias situadas em oito dos treze subdistritos da Zona Oeste - Butantã, Jaguaré Lapa, Pinheiros, Pirituba, Vila Madalena, Jaraguá e Perus. Neles, estão localizados dois terços dos estabelecimentos industriais da Zona Oeste (cerca de 2.000).

g.

INSTALAÇÕES

Aspecto da fachada principal das novas instalações da Escola Senai "Mariano Ferraz"

O Senai-SP, comemorando o seu 38.° aniversário, inaugurou no dia 14 de agosto último o novo prédio da Escola Senai "Mariano Ferraz", na Vila Leopoldina, à Rua Jaguaré Mirim, n.° 71, esquina com a Avenida imperatriz Leopoldina. O novo prédio está localizado num ponto estratégico da Zona Oeste, nas proximidades das rodovias Bandeirantes, Castelo Branco e Anhanguera. Com amplas e modernas instalações, além de maior facilidade de acesso, o novo prédio permitirá ao Senai - SP dinamizar seu atendimento a uma das zonas mais densamente industrializadas de Sao Paulo. Para cumprir este objetivo, a Escola Senai "Mariano Ferraz" terá, ate o final de 1981, capacidade para absorver anualmente cerca de 4.600 SETEMBRO/1980

matrículas, nos cursos de Aprendizagem Industrial, Qualificação, Aperfeiçoamento e Especialização Profissional. A previsão para o atendimento dos treinandos é de 10 mil por ano, aos quais a Escola ministrará diversas modalidades de Treinamento Industrial, tanto em suas próprias instalações como nas dependências das indústrias que solicitarem treinamento para seus empregados. A ZONA OESTE

A Zona Oeste é a terceira zona em densidade industrial do Município de São Paulo. Segundo levantamentos realizados pelo Senai, ela empregava, em 1976, um total de 230.992 trabalhadores em aproximadamente 3.000 estabelecimentos industriais, repre-

O novo prédio da Escola "Mariano Ferraz", com sua área construída de 11.877,16 m2, num terreno de 12.025 m2, está dividido em três blocos de dois pavimentos cada um. No pavimento térreo do primeiro bloco encontram-se as salas da Diretoria, Secretaria, Recepção, Reuniões, Agentes de Treinamento, Centro Cívico, Serviço Social, Enfermaria, além do Almoxarifado, Cantina, Patio Coberto, Vestiário e Sanitários. No pavimento superior deste bloco ficam as salas de aula de Desenho Mecânico e de Ciências. O segundo bloco abriga, em seu pavimento térreo, as oficinas de Ferramentaria, Serralheria, Funilaria/Caldeiraria, Solda e Mecânica de Automóvel, além de salas para instrutores, Tratamento Térmico e Coordenadas, Depósitos e Sanitários. No pavimento superior estão localizadas as oficinas de Costura Industrial, salas para Instrutores, salas para Preparação de Trabalhos e Oficina, Laboratórios de Metrologia, Depósitos e Sanitários. As oficinas de Mecânica Geral, Ajustagem, Tornearia Mecânica, FreABIGRAF EM REVISTA 31


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Costura industrial

sagem e Retificação localizam-se no pavimento térreo do terceiro bloco. Já no pavimento superior, ficam as oficinas de Radio e Tv (em cores e em preto e branco), de Eletricidade e Refrigeração, Laboratórios de Hidráulica e Pneumática, salas de Instrutores de preparação de trabalhos de Oficinas, Depósitos e Sanitários.

dor, Retificador Mecânico, Soldador Elétrico, Ferramenteiro, Desenhista Mecânico, Reparador e Mantenedor de Comandos Elétricos e Projetista de Ferramentas e Dispositivos.

Para realizar todo o seu trabalho, a Escola conta com mais de 250 servidores, entre instrutores, professores e funcionários de administração e manutenção.

CURSOS E OCUPAÇÕES

Os cursos ministrados nas novas instalações da Escola são em nível de 1.° grau e supletivo, desenvolvidos de manhã, á tarde e à noite, gratuitamente, envolvendo cerca de 40 ocupações. Desde o dia 1. 0 de agosto, a Escola está preparando mão de obra nas áreas de Mecânica, Costura Industrial, Eletricidade e Eletrônica, Solda/Funilaria/Caldeiraria/Estruturas Metálicas e Desenho. Entre as ocupações que serão objeto de cursos e programas de treinamento, destacam-se as de Mecânico Geral, Ajustador Mecânico, Torneiro Mecânico, Eletricista de Manutenção, Mecânico de Automóvel, Serralheiro, Funileiro/Caldeireiro, Fresa32 ABIGRAF EM REVISTA

Tornearia SETEMBR 0/1980


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flashes de

PLANTIN inaugura nova central em Bruxelas mentos mercantis das representadas que possuem em todo o mundo. Na qualidade de assessores e advogados de seus clientes, atuam como mediadores com respeito aos fabricantes. E a PLANTIN satisfaz ditas premissas de uma forma exemplar."

Nova sede da PLANTIN: uma area de lerreno de 21.130m2 e uma area construida de 8.204m2.

A firma PLANTIN S.A., sita ila Rua Dansaert, em Bruxelas, é, desde 1911, um lugar de toda a confiança da indústria gráfica do Reino da Bélgica e do Grão-Ducado de Luxemburgo. Desde essa época, a PLANTIN supriu todas as necessidades, durante decênios, às gráficas de ambos os países, com maquinaria, acessórios, sugestões e um apoio da representação Heidelberg pela PLANTIN. E isto, sem dúvida constituiu um novo marco nessa longa carreira de êxitos. Nesses dias, começou-se a projetar uma nova central de vendas e de assistência técnica. O antigo edifício havia ficado muito pequeno para as atividades da empresa. A falta de espaço prejudicava o trabalho de contatos entre fabricantes e clientes. Em 19 de março de 1980, com a inauguração de sua nova sede de Bruxelas — Evora, a PLANTIN superou os problemas de espaço. O ministro do Exterior, a sra. Goor, desatou a fita simbólica na presença de numerosos convidados da Bélgica e do Exterior. E inaugurou-se destarte a nova sede de vendas e assistência técnica. Agora, a firma PLANTIN está presente, em Bruxelas, com moderníssimos recintos de escritórios 34 .ABIGRAF EM REVISTA

e salas de exposição, numa superfície

de 21.000m2. Num discurso pronunciado durante a solene inaguração, o Sr. dr. Wolfgang Zimmermann, diretor-conselheiro da Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft e chefe da Organização Internacional de Vendas e Assistência Técnica da Heidelberg, referiu-se, elogiosamente, ao desenvolvimento da firma PLANTIN: "E é para não se duvidar que uma grande distância separa aquele edifício moderno da Rua Dansaert, demasiado pequeno já nesse entretempo, dessas instalações de Bruxelas — Évora, que representou uma ótima combinação de funcionamento e estética arquitetônica. A firma PLANTIN dispõe aqui de espaço. E há facilidades técnicas necessárias para atender mais depressa, melhor, e com toda a eficiência à clientela de ambos os países. O êxito das grandes empresas internacionais como a Heidelberg Druckmaschinen Aktiengesellschaft e os fornecedores alemães representados também pela PLANTIN, em nome dos quais trago também a mais cordial felicitação por ocasião desta solene inauguração, se baseia, em parte, nos sólidos funda-

4

Em reconhecimento aos méritos contraídos e para honrar a confiança que a clientela belga e luxemburguesa têm depositado durante cinquenta anos na representação da Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft, o sr. dr. Wolfgang Zimmermann fez a entrega à PLANTIN da placa GUTENBERG SENEFELDER. O sr. André Defat, diretorgeral da PLANTIN, em nome também dos 170 funcionários que trabalham na empresa, recebeu numerosas expressões de agradecimentos e felicitações para o futuro. O novo edifício permitirá à PLANTIN manter-se em conformidade com o evoluir do tempo, tal como tiveram oportunidade de apreciar os convidados durante a inaguração, e, por uma semana inteira, os próprios clientes da PLANTIN. Em uma superfície de 1.150m2, e sob o lema: "técnica moderna a serviço da tradição", a PLANTIN apresentou, funcionando, seu programa completo de vendas. O símbolo mais destacado das novas possibilidades da PLANTIN, em Evora, uma Heidelberg Speedmaster, 71 x 102, a quatro cores, com Computer Print Control CPC I e II, assim como o mecanismo de molha continua ALCOLOR, e juntamente com uma GTO, uma GTOZP, uma SORMZ e uma Speedmaster, 52 x 72cm, a duas cores, com dispositivo inversor para a impressão de frente e verso. No Brasil a Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft é representada pela GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo, e filiais em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. SETEMBRO/1980

eve


Esta é a impressão que a Renner deixou nestes últimos dez anos.

Durante esse tempo todo a RENNER trabalhou duro para deixar bem visível uma coisa: a qualidade de suas tintas. Por isso estes dez anos não passaram em branco. A RENNER pesquisou, estudou, desenvolveu novas técnicas, até chegara urn padrão internacional de qualidade. Hoje as Tintas RENNER fazem parte do dia a dia da maioria das gráficas, e estão numa infinidade

de embalagens de papel, papelão, plástico; em latas, revistas, livros, jornais, formulários e tudo o que se imprime neste país. O que mostra t que só uma boa tinta consegue dar uma boa impressão. Para dar sua impressão, fale corn a RENNER. RENNER HERRMANN S.A. /ndlistria tie tint. e oleos; Divisào Tintas Gráficas Fábrica e Vendas: Av. San Paulo, 400 - Guarwlhos -5 P Fone: 208-1122 - Tele.11011133478


jurídico Trabalhista Contrato de Experiência A função de servente não é compstível com o contrato de experiência.

A função de servente, para a qual não é exigida qualquer qualificação técnica, não é compatível com o contrato de experiência. TST - Ac. 3. a T411/80 - por maioria (Proc. RR2.654/79 - TRT 2.a Região) Rel. Min. Ary Campista - Publicado em sessão de 28/5/80 e DJU de 6/6/80 pág. 4.208. Salário-Maternidade Devido mesmo quando expirado prazo de experiência.

o

Salário-maternidade. Embora rescindido o contrato de experiência quando expirado seu prazo, nessa oportunidade a autora já se encontrava grávida, sendo de se aplicar à espécie o Prejulgado 14. Revista conhecida e provida. TST-Ac. 3.' T-415/80 unanimidade (Proc. RR-2.707/79 TRT 2. a Região) Rel. Min. Expedito Amorim - Publicado em sessão de 28/5/80 e DJU de 6/6/80 pág. 4.208. Aviso Prévio — Desistência

A desistência do aviso prévio, uma vez concedido, só terá validade se houver anuência da parte contrária.

Em recurso a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Foi comunicado ao reclamante que deveria ser dispensado sem justa causa. Tal aviso lhe foi dado por seu chefe imediato, conforme seu depoimento a fls., tendo sido marcado, como último dia de trabalho, 31 de maio de 1977. 0 aviso prévio ser-lheia pago em dinheiro, mas o tempo correspondente, ou seja, um mês, a partir de 31 de maio, integra-se ao contrato de trabalho do reclamante para todos os efeitos, inclusive para aqueles contidos no artigo consolidado. Realmente, quando compareceu o reclamante ao Departamento de Pessoal, em 22 de junho, a reclamada se retratou, solicitando o retorno do reclamante ao emprego. Mas, usando da faculdade prevista no art. 489, o reclamante não aceitou ci retorno. Tais fatos emergiram claros da prova testemunhal contida nos autos. Fazendo uso da faculdade legal, legitimou-se assim a dispensa sem justa causa, sendo-lhe devidos os consectários legais, mantida a r. sentença recorrida. A desistência do aviso pré36 ABIGRAF EM REVISTA

vio, uma vez fornecido, só apresenta validade se houver anuência da parte contrária. Não se esqueça que é o aviso prévio direito de natureza receptiva." Acórdão 994, de 14-1-80, da 2.' Turma do TRT da 2. Região, no Proc. TRT/SP-2.593-79, de São Paulo (Roberto Mario Rodrigues Martins, Pres.; Roberto Barretto Prado, Rel.). Horas Extras — Supressão Se suprimidas, seu valor integra-se ao salário para todos os efeitos legais, facultado à empress o direito de exigir o trabalho a elas correspondente.

Em embargos, que recebeu em parte, por maioria, decidiu o Tribunal: "0 valor das horas suplementares prestadas, habitualmente, por mais de dois anos, ou durante todo o contrato, se suprimidas, integram-se no salário para todos os efeitos legais, facultado à empresa o direito de exigir o trabalho correspondente a duas horas diárias." Acórdão 330, de 19-3-80, do TST, ern sessão plena, nos E-RR670/78 (Nélson Tapajós, Rel.). — DJU de 28-3-80, pág. 1.805. Alteração do Repouso Se durante quatro anos o repouso foi deferido aos sábados e domingos é ilícita a alteração para determiná-lo em outro dia da semana. -

Em embargos, que rejeitou, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Repouso que durante quatro anos foi deferido aos sábados e domingos, ilícita sua alteração para determiná-lo em outro dia da semana." Acórdão 364, de 9-4-80, do TST, em sessão plena, nos E-RR2.831/77 (Hildebrando Bisaglia, Rel.). - DJU de 18-4-80, pág. 2.592. Aviso Prévio - Horas Extras Boras extras habitualmente trabalhadas representam salário para todos os efeitos, inclusive com sua integração ao aviso prévio.

Em embargos, que recebeu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "floras extras habitualmente trabalhadas representam salário para todos os efeitos, inclusive com sua integração ao aviso prévio." Acórdão 389, de 9-4-80, do TST, em sessão plena, nos E-RR2.188/77 (Alves de Almeida, Rel.). DJU de 18-4-80, pág. 2.591.

Fiscal Imposto retido na fonte - Compensação. Não pode ser compensado com o imposto devido na declaração o relido na fonte, como antecipação, sem exigência legal.

Em recurso, decidiu o Conselho, por maioria: "Imposto retido na fonte: Não sera compensado com o devido na declaração aquele que houver sido descontado na fonte e retido como antecipação, sem decorrer de exigência legal." — Acórdão 104-1.301, de 7-11-79, da 4.' Cam. do I .° CC, no Rec. 33.353 (Pedro Martins Fernandes, Pres.; Francisco Amaral Manso, Rel.) - DOU-I de 23-1-80, pág. 1.483. Despesas com médicos e dentistas Comprovada, em qualquer fase, a efetividade da despesa realizada com médicos e dentistas é de se restabelecer o abatimento originariamente pleiteado.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Despesas com médicos e dentistas. Comprovada em qualquer fase, através de documentação hábil, a efetividade da despesa realizada com médicos e dentistas é de se restabelecer o abatimento originariamente pleiteado." — Acórdão 102-17.489, de 7-12-79, da 2.' Cam. do 1.° CC (Jacinto de Medeiros Calmon, Pres.; César da Silva Ferreira, Rel.). - DOU-I de 152-80, pág. 3.041. Prejuízo - Compensação O prejuízo compenssivel com lucros apurados dentro dos quatro exercícios subsequentes será o verificado na apuração contábil do períodobase diminuído de custos, despesas e encargos não-dedutíveis.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "IRPJ Compensação de prejuizo - Na vigência do Dec.-lei 1.493/76, o prejuízo compensável com lucros apurados dentro dos 4 (quatro) exercícios subsequentes será o prejuízo verificado na apuração contábil do período-base diminuído de custos, despesas e encargos não dedutíveis." — Acórdão 101-71.560, de 14-2-80, da 1." Cam. do 1.° CC (Amador Outerelo Fernandez, Pres.; Raul Pimentel, Rel.). - DOU-I de 4-3-80, pág. 3.966. SETEMBRO/1980


Regionais da ABIGRAF Bahia - Sergipe - (Rua Chile, 22 - Sala 1.401) Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S.A. Av. Frederico Pontes, 94- Fones: (0712) 2-1650/1875 CEP: 40.000 - Salvador-BA Ceará - (Rua Senador Pompeu, 754) Presidente: Luiz Carvalho Filho Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1.302 - Fone: 226-9056 CEP: 60.000 - Fortaleza - CE Goiás - (Rua 105, n.° 385 Loja 1 Setor Sul Fone: (062) 224 4417 Goiania GO) -

Diretoria da Associação Brasileira da Indústria Gráfica - ABIG RAF Nacional PRESIDENTE Sidney Fernandes (São Paulo)

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Presidente: José Rocha Moreira Empresa: Gráfica Amparo Ltda. Rua Jaragta, 174- Campinas - Fone: (062) 233-3082 CEP: 74.000 - Goiania - GO Minas Gerais - (Rua Rio de Janeiro, 243 Sala 701 Fones: 222 6081/4 0402) -

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Presidente: José Ribamar Chaves Cruz Empresa: Grafimar Impressora Ltda. Rua Guarani, 586- Fones: (031) 226-2237; 224-0649; 222-3977 CEP: 30.000 - Belo Horizonte - MG

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1.° VICE PRESIDENTE Rubens Amas Ferreira (Sao Paulo) 2.° VICE - PRESIDENTE -

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Henry Victor Saatkamp (Rio Grande do Sul) -

VICE - PRESIDENTES Cristovam Linero Sobrinho - (Paraná) Henrique Nathaniel Coubé - (São Paulo) José Pepito Carrera - (Pernambuco) José Ribamar Chaves Cruz - (Minas Gerais) José Rocha Moreira - (Goiás) Lourenço de Miranda Freire - (Paraiba) Luiz Carvalho Filho - (Ceará) Udo Wagner - (Santa Catarina) Archimedes Curvelo - (Bahia) Carlos Alberto Rangel Proença - (Minas Gerais) Hilton Pinheiro Mendes - (Brasilia - DF) Jorge Aloisio Weber - (Paraná) Luiz Esteres Neto - (Ceará) Públio Paes de Barros - (Mato Grosso do Sul) Sidney de Morais - (Minas Gerais) Walfredo da Costa Lucena - (Amazonas) SECRETARIO Antônio Bolognesi Pereira (São Paulo) 2.° SECRETARIO Homero Villela de Andrade (São Paulo) TESOUREIRO Waldyr Priolli (São Paulo) 2.° TESOUREIRO José Bignardi Netto (Sao Paulo) SUPLENTES George Schmidt - (Santa Catarina) José Luiz Spinola - (São Paulo) José Raphael Firmino Tiacci - (Sao Paulo) Mário Antunes Scartezini - (Goiás) Paulo Luiz Nora - (Rio Grande do Sul) Pery Bomeisel - (São Paulo) Sebastião Lessa Azeredo - (Minas Gerais) -

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CONSELHO FISCAL Irineu Thomaz (São Paulo) Jost Aidar Filho - (São Paulo) Wilson Siviero - (São Paulo) SUPLENTES Drfiusio Basile - (Sao Paulo) Gildo Guarnieri Filho - (Du - SP) Manoel Machado dos Santos - (Petropolis -Ri)

SETEMBRO/1980

Paraiba

Presidente: Lourenço Miranda Freire Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S.A. Praça Antônio Rabelo, 12- Fones: 221-4355/4144 Fone: Fábrica 221-3118 - Caixa Postal 36 CEP: 58.000 - João Pessoa - PB Paraná - (Rua José Loureiro, 464 9. 0 andar cj. 91 Fone: (041) 223 3705) -

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Presidente: Cristovam Linero Sobrinho Empresa: Gráfica Vitória Rua André de Barros, 216- Fone: 32-4482 CEP: 80.000 - Curitiba - PR Pernambuco - (Avenida Cruz de Cabugá, 84 1. 0 andar) -

Presidente: José Pepito Carrera Empresa: Recife Gráfica Editora Ltd a. Av. Norte, 930- Santo Amaro - Fone: (081) 222-2601/2155 CEP: 50.000 - Recife - PE Rio Grande do Sul - (Tray. Francisco Leonardo Truda, 40 19.° andar (sede) -

Presidente: Henry Victor Saatkamp Rua Uruguai, 35 - 4.° andar - Salas 440/47 (Secretaria) Fones: (0512) 24-9478/2520/7349 - Ramal 008 Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Fones: 41-2402/3322/3554/1826 CEP: 90.000 - Porto Alegre - RS Santa Catarina - (Caixa Postal, 182) Presidente: Udo Wagner • Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 - Fone: (0473) 72-0772/0592 CEP: 89.500 - Jaragta do Sul - SC São Paulo - (Rua Marquês de Itu, 70 12. 0 andar Fones: 231 4733/4143/4923/4353) -

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Presidente: Henrique Nathaniel Coubé Empresa: Tilibra S.A. - Comércio e Indústria Gráfica Rua Bertolina Maria, 7/21 - V. Vermelha - CEP: 04298 - Tel.: (011) 272-2836 CEP: 01223 - Sao Paulo - SP ABIGRAF EM REVISTA 37


Diretorias

Delegados no Estado de São Paulo

Associação Brasileira da Indústria Gráfica

ADAMANTINA

Regional do Estado de São Paulo

Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: Valentim Brandini

PRESIDENTE: Henrique Nathaniel Coube

ARARAQUARA, SP

VICE-PRESIDENTE:

Domingos Ferrari & Cia. Ltda.

Rubens Amid Ferreira

Rua São Bento, 1134— Fone: (0162) 22-1386 Diretor: Jose Eduardo Ferrari

2. ° VICE-PRESIDENTE:

Sid no, 1.:::::.:11,1es SECRETARIO: An:onio Bolognesi Pereira

BRAGANÇA PAULISTA, SP

2. ° SECRETARIO: . Dráusio Basile

Gráfica Hernandes Ltda.

Rua Cel. Teófilo, 1.544 - Fones: 433-2919/0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede

TESOUREIRO: aldyr Prio Ili 2.° TESOUREIRO Jose Aidar Filho

CAMPINAS, SP

SUPLENTES:

& Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650- Fone: (0192) 51-7197 Diretor: Antônio Carlos de Souza

Geraldo de Souza

Jose I3ignardi Netto Wilson Siviero Renato Foroni Isaias Spina Arthur Andreoni Ayrion Very eles midc Jose I I. Spinola

SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Praça das Bandeiras, 1.077 - Fone: (016) 722-8700 Diretor: Elvio Pucci

FRANCA,

CONSELHO FISCAL: Flomero Vilela de Andrade Vitro Jose (lasca José Raphael Firmino Tiaeci

SUPLENTES: Osmar Matavelli Paulo Tavit Panossian Basilio Artero Sanchez

ITU, SP Indústria Gráfica Du Lida.

Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo Sindicato das

PRESIDENTE: I levi que Nathaniel r. cube

Rua Gildo Guarnieri, 283 - Fones: 482-2894/2944/2969 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUN DIAL SP Cia. Litográfica Araguaia

Rua XV de Novembro, 320/344 - Fones: 436-3582 - 434-4848 Diretor: Rubens Robertoni

VICE-PRESIDENTE: Sidney Fernandes

SECRETARIO: Rubens Ainuc Ferreira

LINS, SP

2.° SECRETARIO:

Gráfica Rio Branco

Jose Aidar Filho

Rua Rio Branco, 402 - Caixa Postal 153- Fones: (0145) 22-3900- 32-1668 Diretor: Alberto Juan Rembado

TESOUREIRO: Waldyr Priolli

2.° TESOUREIRO: Renato I

DIRETOR DE RELAÇOES PUBLICAS: Peru 11 ■ 1111Cisei

SUPLENTES: Antrinio Bolognesi Pereira Jose Bignardi Nero., Basilio Artero Sanchez Amos Spina Walter Osvaldo Buecolo D'Agostino Manuel Casimir° de Souza Alfredo Weisz flog

CONSELHO FISCAL: EFETIVOS: Jose Raphael l• mum.: laeei lrineu Thom, Francisco Teodoi Mende, 1 ilho

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda.

Rua Prudente de Moraes, 2.951 - Fone: (0172) 32-8185 Diretor: Vicente Francisco Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda.

SUPLENTES: Airton Pericles Graiseia Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro

DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO A FIESP: EFETIVOS:

Praça da Republica, 20/21 — Fone: (0132) 34-7417 Diretor: Afonso Franco SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S.A. Indústria Gráfica

Theobaldo De Nigris Homero Vilela de Andrade

Rua Joaquim Nabuco, 351 - Fone: 452-3444 Diretor: Mario de Camargo

SUPLENTES: Rubens Ama: Ferreira Dráusio Basile

TAU BATE, SP

SECRETARIA: de 2. a6.' feira das 8 is 11,30e das 13 is 17

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S.A. Rua Duque de Caxias, 161 - Fone: (0432) 23-1350 Diretor: Alceu Malucelli

Tipografia J. A. Querido & Cia. horas

SECRETARIO-GERAL: Elias Valentir

Rua do Sacramento, 193 - Fone: (0122) 32-2835 Diretor: Joel Rossi Querido

DEPARTAMENTO JURÍDICO: Dr. Antõnio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: In formações trabalhistas, fiscais, civeis e criminais.

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BAURU, SP Gráfica Bauru

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Revista Abigraf 58  
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