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ASSOCIAÇAO

BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO

ANO V - NÚMERO 54 - MAIO 80

DE SÃO PAULO


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EM REVISTA

A.

Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca Capa: Criação e arte-final: lrineu Paulini Fotolitos: Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal — Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável: Rubens Amat Ferreira Diretor Editor: Rose Maria Priolli Produtor: Maria Lirio Sampaio

Sumário Editorial

5

Cartas

6

/ Fotografia em Arte s Gráficas — Qual a direção?

8

Embalagens Metálicas Litografadas

19

ABTG — Plano de Metas

22

Diagramador: Valter Trevisan

ABIGRAF/SIGESP — Melhor Companheiro de Trabalho — Curso de Férias

25

Consultores Técnicos: Drausio Basile Thomaz Frank Caspary

Nossa Impressão

27

FIESP/CIESP — Ciesp debate com empresários de Campinas economia industrial

28

SENAI — Combustão Industrial — SENAI assina convênio

31

FLASHES — Impressora de Embalagens

33

FLASHES — O apoio ãs pequenas para desconcentrar

34

JURÍDICO

35

Regionais da ABIGRAF

37

Delegados no Estado de São Paulo

38

Jornalista Responsável: René Santini Filho MTPS 1203

Colaboradores: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP Circulação: Benedicto Lopes dos Santos Composição Gráfica: Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Priolli & Cia. Ltda. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 231-4733 - 231-4143 - 231-4923 e 231-4353 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

5/1980

ABIGRAF EM REVISTA — ANO V — N.° 54 — maio de 1980 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


Os dias de dúvidas já passaram.

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texto já corrigido, editado e armazenado em disco esteja sendo fotocomposto). A unidade de fotocomposigão pode ter duas diferentes configurações: a do Linoterm-Standard, que é exatamente igual à já conhecida Linocomp II (17 linhas por minuto) e a do Linoterm-High Speed (50 linhas por minuto e justificação com hifenação automática igual à da VIP). Ambas podem trabalhar com programa de unidades de largura de 1/54 do "M", com 4 fontes individuais de tipos, além de inúmeras outras revolucionárias características destinadas a facilitar e dinamizar as operações de composição gráfica!

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editorial

As embalagens litografadas e a indústria Após prolongado estudo das indústrias litográficas, em conjunto com o governo, foi normalizada recentemente a impressão de latas litografadas. A Resolução 02/80 do Conselho Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial — CONMETRO de 17 de março de 1980, fixou em três o número máximo de cores básicas a serem impressas em embalagens de latas litografadas, com exceção do verniz de proteção interno e acabamento externo. Esta resolução considerou a importância dos aumentos de importação de equipamentos sem similar nacional e o consumo de combustíveis diretamente proporcional ao número de cores chegando ao concenso de que esta limitação trará grandes benefícios na Economia Nacional. Com esta resolução vislumbramos um aumento no segmento de mercado da rotulagem onde poderemos oferecer a nossos clientes uma gama de opções bastante elevada, em termos de qualidade e economia. Economia não só do ponto de vista da rotulagem, mas, também, dos custos de armazenagem das latas litografadas, pois, poderemos armazenar uma quantidade menor de latas gerando maior rotatividade de estoque, reduzindo custos e espaço de armazenagem. Rótulos ocupam pouco espaço e sua confecção é rápida e barata, mesmo para pequenas tiragens. Depende agora só do industrial dar asas a sua imaginação e colocar suas mãos b obra.

5/1980

5


cartas

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Prezado Editor,

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Estamos enviando-lhe matéria para sua informação, e, conforme seu critério, publicação. Caso, a matéria seja publicada, gostaríamos que nos fosse enviado um exemplar da mesma, para nosso acervo. Atenciosamente, Hildeberto Lopes Aleluia Assesor de Imprensa

20 a 24 outubro

1980

Prezado Senhor No intuito de esclarecer possíveis dúvidas advindas de Resolução 02/80 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial — CONMETRO, publicada no Diário Oficial da União, no dia 20/03/80, página 5035, estamos enviando a V. Sa. explicações adicionais. Acreditamos que estas explicações, em anexo, são necessárias para o perfeito entendimento da Resolução acima descrita. Sem mais para o momento, aproveitamos a oportunidade para apresentar nossos protestos de estima e consideração. Fernando Simões Souto Presidente do INMETRO Prezados Senhores, Pela presente solicitamos junto aos senhores informações a respeito da literatura técnica na área das artes gráficas. Sabemos que os senhores possuem diversos livros e revistas e que vendem até aos não associados. Igualmente, solicitamos o endereço da Associação Brasileira de Técnicos Gráficos.

Antecipamos agradecimentos à atenção dispensada e nos colocamos a dis6

posição dos senhores. Atenciosamente, p/ Maria Julieta Cruz Figueiredo Chefe da Assessoria de Sistemas Telecomunicações de Mato Grosso S/A - TELEMAT Rua Barão do Melgaço, 3209 Cuiabá - Mato Grosso Prezados Senhores, Anexamos à presente o cheque n.° LR-713500 — valor Cr$ 900,00 — referente ao pagamento da revista em epígrafe, durante o período de Janeiro/80 a Dezembro/80. Favor enviar as revistas, a nota fiscal e recibo para: 3M do Brasil Ltda. At.: Sr. Sergio Darcy Martins Caixa Postal 123 Campinas - SP Atenciosamente, p/ Sérgio Darcy Martins Gerente de Vendas de Produtos Impressão e Artes Gráficas. Senhor Presidente Vimos por intermédio desta solicitar de V. Sa. o obséquio de nos fornecer a tabela de preços mínimos — feveriero de 1980, pois a última que recebemos foi referente a fevereiro de 1979, ficando assim sem nos atualizarmos com os preços mínimos oficiais de nossos colegas que possuem a referida tabela. Sem mais para o momento, ficamos no aguardo de seu pronunciamento. Atenciosamente Tipografia São José Norberto Jesus Mauro 7 Cia. Ltda. Praça Cesar de Carvalho, 62 Tabapuã - SP ABIGRAF EM REVISTA

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Phil Ordmio FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL A DIREÇÃO

8

Iniciou sua carreira gráfica no "Miami Herald", em Miami (Flórida), onde adquiriu experiência nas fases de reprodução fotomecânica, em cores e em branco e preto. Posteriormente, transferiu-se para San Juan, em Porto Rico, onde, pelo período de dois anos, chefiou o departamento do jornal "El Mundo", em Hato Rey. Presidente de seminários sobre produção de jornais, na América Latina e nos Estados Unidos, e colaborador do Centro Técnico da Associação InterAmericana de Imprensa. Exerceu a função de Assessor Técnico junto a várias empresas jornalísticas latino-americanas. Atualmente, é Vice-Presidente Executivo da "Chemco Panamerican Inc.", com sede em Glen Cove (Nova Iorque). ABIGRAF EM REVISTA

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FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? Antes de analisarmos os rumos da fotografia no futuro, no que concerne As artes gráficas, seria interessante voltarmos um pouco ao passado. Algumas das remotas câmaras fotográficas produzindo negativos através de placas úmidas, utilizava a luz do dia para iluminar o porta-originais. O filme substituiu a placa úmida e minha companhia foi a pioneira nesse aspecto, com a introdução de filmes A base de papel e a câmara para filme em I. rolo (ver figura 1). A retícula de cristal era a única maneira de produzir meio tom. Chapas de impressão eram feitas por meio de fotogravação, e o interior de uma casa de gravação, mais parecia uma loja de máquinas. Cilindros de rotogravura eram feitos por meio de transferências por papel pigmento. A impressão em offset estava nascendo, muitas das chapas sendo feitas através de transferências a partir de uma pedra litográfica, manualmente gravada. A impressão desenvolveu-se muito desde aquela data, e caso vocês visitem uma gráfica moderna, poderão ver uma série de equipamentos avançados. Velocidade e qualidade desenvolveram-se paralelamente, e os impressores hoje produzem trabalhos, nos quais nossos antepassados jamais acreditariam. Muito progresso foi desenvolvido na câmara fotográfica. As modernas câmaras de filme em rolo, totalmente automáticas, são um bom exemplo. Permitem ao operador estabelecer exposições de traço ou meio tom, e daí trabalhar no porta-originais, somente trocando o original, alterando formatos e exposições quando necessário. O filme é introduzido automaticamente na processadora, e o operador somente vai ao quarto escuro para substituir o rolo de filme quando necessário. O ■■■ processo com filme de rápido acesso, proporciona-lhe um negativo seco em 90 segundos. Este sistema rápido e estável, oferece vantagens sobre o processamento do filme tipo lith (lito) convencional, para trabalhos de traço e outras aplicações. Embora introduzido há apenas alguns anos, este processo agrande áreas cada vez maiores dentro das artes gráficas. Suas vantagens sobre o processamento dos filmes tipo lith são: — revelação mais rápida, estabilidade química superior, regeneração menos crítica: pode freqüentemente ser realizada sem 5/1980

nenhuma diminuição aparente da reprodução de traço. Porém, o processamento de rápido acesso não pode ter uma performance efetiva, se não for amplicado adequadamente. O processo de rápido acesso é único e não

pode ser considerado meramente como um sistema lith acelerado. Embora as reações químicas básicas sejam as mesmas, há diferenças significantes no processamento e nos resultados fotográficos obtidos.

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Reações Químicas Básicas

Os ingredientes químicos básicos comuns aos dois processos de revelação, tanto lith como, rápido acesso, são: hidroquinona e sulfito de sódio, em revelador fresco, brometo de prata no próprio filme, sendo que para o rápido acesso, os produtos principais da reação química, são: sulfonato de sódio e hidroquinona, brometo de só-

dio e ácido bromídrico (Figura 2). A prata metálica formada no filme, manifesta-se como imagem fotográfica enegrecida. São três as reações químicas básicas que acontecem na revelação do filme (representada na figura 2): Exaustão química Oxidação aérea Formação do bi-produto

Figura 2 OH

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+ 2 AgBr

o 2A9 ° + NaBr + H * Br e

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brometo

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e hidroquinona

Equação química básica de revelação de filme 11th e rápido acesso

Figura 3

Diferenças Químicas

As diferenças químicas entre os dois processos estão nas concentrações relativas de sulfito de sódio e na presença de aditivos, que não aparecem na equação química básica. Os reveladores lith contêm apenas hidroquinona como agente revelador. Os reveladores de rápido acesso, por outro lado, contêm agentes reveladores auxiliares, tais como fenoldeido e metol, em adição à hidroquinona. Estes agentes auxiliam no processo de revelação, reduzindo o período de indução, resultando assim na revelação por rápido acesso. O período de inducão é o tempo — (intervalo), entre o momento no qual o filme é imerso no revelador e o momento no qual a imagem começa a aparecer.

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Hi uma significante diferença no período de indução e revelação entre filme 11th e de rápido acesso 9


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FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? Os reveladores de rápido acesso possuem alta concentração de sulfito, que é característico para produtos químicos de meio tom. Em resumo os reveladores lith dão alto contraste desde que contenham hidroquinona como único agente revelador, juntamente com a baixa concentração de sulfito. Os reveladores de rápido acesso, geralmente possuem uma alta concentração de sulfito, dando assim um baixo contraste e um alto grau de estabilidade química.

Figura 5

Diferenças Fotográficas

As diferenças fotográficas entre os processos lith e rápido acesso, podem ser notadas nas suas respectivas curvas características. Reproduzindo-se uma imagem de meio tom, as qualidades de contraste em ambos os filmes dependem da natureza da curva ao longo da seção abrupta da elevação. A inclinação desta curva (densidade dividida por exposição) é a característica familiar, contraste (gama). Figura 4

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Nestas curvas características nota-se um pé plano na curva do filme lith, e uma inclinação na curva do rapid() acesso. Esta diferença importante para a reprodução dos pontos de tons médios.

Se aumentarmos vários pontos em 200X, notamos os efeitos do filme e do revelador lith, em comparação com o filme e revelador de rápido acesso. As bordas dos pontos de rápido acesso são claramente mais suaves do que nos pontos lith, muito embora, sem o benefício da ampliação, pareça haver pouca diferença entre as características lith e rápido acesso. S/1900

Grandemente ampliados estes pontos apresentam bordas rígidas e lith (1) e bordas suaves e nevoadas no negativo de rápido acesso (2)

Vantagem do Rápido Acesso

1. Aumento da produtividade — o tempo reduzido de revelação resulta em um tempo total de processamento seco a seco, de apenas 30% daquele necessário para o processamento lith. 2. Maior latitude de revelação Estas vantagens tem duas formas: tempo de revelação proporção de regeneração — as proporções são menos críticas devido aos reveladores de rápido acesso não poderem ser super-regenerados, sendo prejudicados apenas por uma sub-regeneração; isto deve-se à sua grande estabilidade. 3. Menos repetições — como há maiores latitudes, tanto na regeneração como no tempo de revelação. 4. Eliminação dos efeitos adjacentes — contaminação de brometo e outros efeitos adjacentes são virtualmente eliminados, devido à ação reveladora ser menos sensível ao nível do brometo na química. 5. Estocagem reduzida de químicos — nos reveladores de rápido acesso, um único recipiente de revelador concentrado, serve tanto para solução de trabalho (por exemplo: proporção 3:1) como para regenerador (por exemplo: proporção 2:1).

acentuadas no

negativo

Figura 6

baixa — devido ao seu curto tempo de revelação, os negativos de rápido acesso, normalmente apresentam densidade máxima mais baixa do que os negativos lith. 4. Custo dos químicos mais alto — o custo inicial por galão de rápido acesso é mais alto, todavia o custo da metragem quadrada do material revelado é aproximadamente igual ao processo lith, isto por exigirem uma proporção de mistura mais baixa (cerca de 20%) e devido à maior estabilidade do revelador, que elimina a necessidade de regeneração após os períodos de parada.

Desvantagens do Rápido Acesso

I. Não serve para trabalhos de tom continuo. Menor latitude de exposição — o rápido acesso requer uma exposição mais precisamente controlada. Densidade maxima do filme mais

Onde se encontra o Rápido Acesso hoje

Filmes de rápido acesso e químicos, estão hoje, prontamente A. disposição, em vários fornecedores principais para as as indústrias gráficas. Numerosos 11


FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? melhoramentos têm sido introduzidos desde que o processo comercial de rápido acesso foi oferecido pela primeira vez, e mais estão sendo esperados para o futuro. O processamento de rápido acesso está presentemente crescendo em aceitação nestas áreas: reprodução industrial, serviço de contato comercial, paginação de jornais e, mais recentemente, em scanners de raio Laser para transparências e "prints" coloridos. Gostaria agora de abordar um outro elemento primordial nas artes gráficas modernas, que diz respeito as retículas de contato. A retícula de contato substituiu, na maioria das câmaras, a retícula de cristal para meios tons, com uma grande redução nos tempos de exposição, produzindo negativos de igual qualidade. As retículas de contato para rotogravura também estão em uso, e vários efeitos especiais também são possíveis com este tipo de retícula. Retículas de contato aparecem num grande número, disponíveis para uma grande variedade de características, possibilitando aos departamentos de offset e tipografia, a oportunidade de alcançar ótimos resultados, combinando-se a reticula precisamente com as necessidades de trabalho; porém, normalmente, a fim de minimizar custos e aumentar a velocidade nas operações das câmaras, muitas empresas padronizam-se em um ou mais tipos de retícula, que serão pelo menos adequadas para a maioria de seus trabalhos. Isso normalmente funciona, muito embora as imagens reticuladas não sejam tão boas quanto o operador e seus superiores gostariam. As retículas de contato atualmente, de uma maneira geral, consistem de uma emulsão de grão fino, numa base de filme de poliester de alta qualidade, protegida por uma camada especial anti anéis de Newton. Elas estão prontamente disponíveis em qualquer combinação, nas seguintes características: Gris ou Magenta Negativa ou Positiva Ponto simples ou Ponto duplo Estrutura de ponto quadrada, elíptica ou redonda. Existem também retículas especialmente projetadas para aplicações especiais, tais como, métodos de reticulagem direta, scanners eletrônicos, filmes de estabilização e papéis de transferencia por difusão. 12

Ponto simples ou Ponto duplo

Gris ou Magenta

A retícula gris neutra, deve ser utilizada para produzir todas as seleções de cores diretas, e para todos os negativos de meio tom branco e preto. Não há razão para se utilizar retícula magenta em negativos de meio tom branco e preto, pois a qualidade da reprodução não será melhor do que com a retícula gris, e os tempos de exposição serão mais longos. No processo de reprodução em cores, a retícula de contato magenta é utilizada para se produzir seleções positivas reticuladas a partir de negativos de tom contínuo, combinados com filtros de correção. Enquanto a combinação da retícula de contato magenta requer uma exposição mais Ionga na câmara do que a mesma seleção de tom continuo negativo com a retícula gris neutra, a qualidade superior pode ser alcançada através da capacidade de se estender o "range" da retícula sem nenhuma deterioração dos detalhes de alta luz e tom médio.

As retícuIas de ponto simples, são mais adequadas para uma larga faixa de cópias originais. Se uma empresa de artes gráficas desejar padronizar-se em uma estrutura de ponto, as retículas de ponto simples são preferidas, por serem mais versáteis na produção de chapas, as quais são normalmente mais fáceis de imprimir. As retículas de ponto duplo, possuem uma lineatura secundária nas áreas de tom médio e sombras; para produzirem detalhes máximos, apenas a lineatura primária é formada no final da alta luz, nas retículas negativas (no final da sombra, na retícula positiva), proporcionando-lhe um ponto firme e constante naquele "range". Retículas de ponto duplo são comumente utilizadas para detalhes finos e delicados, em ilustrações de cristal, tecidos, jóias etc.

Negativa ou Positiva

Retículas de contato negativas devem ser especificadas para produção de meios tons negativos e retículas positivas para a produção de meios tons positivos. Cada uma apresenta características de densidade específica para obter-se melhores resultados, tanto para negativos como para positivos.

Figura 7

Estrutura de Ponto

5%

50%

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Dot Percentage in Halftone Reproduction ---4`

Este diagrama mostra a diferença relativa entre tuna reticula positiva e uma reticula negativa

Os três tipos básicos de estrutura de ponto são: quadrado, elíptico e redondo. Cada um destes pontos pode ser reproduzido, tanto na retícula magenta, como na retícula gris, assim como negativa ou positiva, e cada estrutura de ponto pode ser encontrada em qualquer lineatura. Até pouco tempo atrás, o ponto quadrado era o mais comumente utilizado pelas empresas gráficas americanas. Este rendimento oferece uma boa combinação de tom e detalhe, e a porcentagem de ponto é facilmente determinada visualmente. Entretanto, o ponto elíptico ABIGRAF

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FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? cos e equipamentos de reticulagem direta. Retículas para scanners, que na maioria das vezes são do tipo de ponto quadrado, podem ser utilizados para produção, tanto de filmes reticulados positivos como negativos, devido ao curso da curva de reprodução ser controlado eletronicamente pelo equipamento. As retículas para papéis de transferência por difusão, são normalmente retículas polivalentes, com "ranges" de densidade muito longos, chegando às características de retículas positivas. Estas retículas aumentam significativamente os detalhes nos tons baixos sombras. Embora algum detalhe seja perdido nas densidades de alta luz e tempo de exposição aumentado, essas retículas são usadas com todos os papéis de transferência por difusão para filmes negativos de meio tom, dos quais serão feitas cópias positivas posteriormente. Estas retículas são fornecidas com pontos quadrados, elípticos ou redondos, em todas as lineaturas. Outro sistema que merece ser lembrado, é o de transferência por difusão. Este processo permite a produção de traço e reticulado diretamente no papel, estando assim, pronto para a elíptico montagem do "paste-up". O método anteriormente usado, obrigava a montagem de "paste-ups" com janelas, onde num segundo passo, os negativos das fotos eram montados, preen•• chendo os espaços vazios do negativo •• • Og •g •••••••••• de página inteira. • • • • • ••• 0 0 * • 0 * A transferência por difusão, 6. feita •••• fotografando-se um papel negativo, • %au juntando-se este a um papel positivo, . emulsão contra emulsão, e processanquadrado do o "Sanduiche" numa processadora especial. Após alguns segundos, separando-se os papéis, obtém-se um positivo, o qual necessita apenas ser secado para que possa ser montado no seu devido lugar no "paste-up". Este processo evita os inter-negativos necessários, quando da utilização de papéis fotográficos de contato. Para os trabalhos reticulados, como já foi citado anteriormente, a indústria já desenvolveu retículas especiais, as redondo quais proporcionam uma melhor definição de ponto; resultado difícil de Reticulas Especiais se conseguir utilizando-se retículas Várias retículas especiais são desig- normais, ou mesmo, com o recurso da nadas para ótimos resultados com dife- utilização de um filme ultra-violeta na rentes trabalhos em scanners eletrôni- fonte de luz.

tornou-se mais popular do que o ponto quadrado. A razão principal é a sua condição mais suave de tom, nas características faciais. O ponto redondo é presentemente usado em larga escala na Europa, para impressões em offset de alta velocidade, e muitas firmas americanas de seleção de cores estão experimentando os pontos redondos. A razão de usar-se ponto redondo para trabalhos em offset de alta velocidade, é que ele compensa parcialmente o entupimento, a deformação e o ganho do ponto nos tons médios baixos. Isso normalmente ocorre no processo de impressão com pontos quadrados ou elípticos, pois eles começam a ligar-se a partir de 40 a 50%. Pontos redondos, por outro lado, não começam a juntar-se até cerca de 70%.

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S.

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Voltemos agora para outro ponto importante da fotomecânica: o sistema ótico. No passado, quando os jornais se utilizavam da composição a quente, o recurso do encolhimento do formato da página montada, era dado pelas matrizes de papelão. Com o advento da composição a frio (fotocomposição) e gravação direta das chapas, de metal ou fotopolímeros, foi necessário desenvolver-se outro sistema, que se adaptasse aos novos processos. Surgiram então as lentes anamorfóticas ou de encolhimento, as quais, adaptadas b. frente da objetiva original da câmara, proporcionam o encolhimento desejado da imagem, produzindo um negativo de página inteira de jornal, originado de um "paste-up" montado, no formato pré-determinado, conforme as necessidades da empresa. Estas lentes proporcionam o encolhimento da largura da página, sem prejudicar a altura. Algumas empresas viram neste processo, um meio de economizar papel e filme. Ainda com o mesmo objetivo, outro equipamento foi desenvolvido. Tratase de um sistema por contato, que permite a modificação da dimensão da cópia, desde a metade até o dobro de seu formato, apenas num sentido, isto é, ou na largura ou na altura. Este mesmo aparelho pode ser utilizado para provocar distorções controladas. Foram também desenvolvidos sistemas de espelhos reversores de imagem conversível, com ou sem lente de encolhimento, que permitem a produção de negativos ou positivos opacos, legíveis ou ilegíveis. Este sistema substitui o processo de transferência por difusão, quando utilizados papéis fotográficos de projeção reversíveis (positivo direto). Um dos últimos desenvolvimentos que trouxeram grandes benefícios para a fotomecânica, voltou-se para a iluminação do porta-originais. O arco voltáico tornou-se obsoleto, deixando lugar para novas evoluções. Vieram as iluminações de vapor de mercúrio, halogêneo, quartzo, xenon pulsado, chegando até à luz fria, como por exemplo o "Powerlight" da Chemco, que reduz o calor no portaoriginais, consome menos energia elétrica e produz negativos com os tempos de exposição normais. ABIGRAF EM REVISTA


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FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? Partindo para uma tecnologia mais sofisticada, chegamos a transmissão fac-símile de cópia para negativos, que separa a cópia, na câmara, do portafilmes, a centenas ou milhares de quilômetros. Este sistema é utilizado em âmbito mundial, por algumas empresas jornalísticas, transmitindo uma página inteira em aproximadamente 3 minutos, usando o recurso de microondas, satélites e/ou linhas telefônicas, assim como canais de televisão. Em outubro de 1977, durante a reunião da Associação Inter-Americana de Imprensa, realizada em San Juan, Porto Rico, foi demonstrada pela primeira vez a transmissão atlântica de jornal. A primeira página do London Daily Mail foi enviada a San Juan e impressa no mesmo dia no El Mundo. O densitômetro, usado somente nos laboratórios, há quinze anos, tornou-se agora uma ferramenta comum no departamento fotográfico. Os números gerados são usados na programação, no integrador-calculador de exposições de meio tom, e com esse acessório, meios tons consistentes podem ser processados mecanicamente às centenas. A composição de texto é agora gerada, editada e corrigida, sem jamais ter sido colocada no papel, até que a fotocompositora produza a versão final, à razão de milhares de linhas por hora. O filme sem prata ainda não chegou ã câmara, pois quaisquer produtos disponíveis ainda são muito lentos. Existem, recentemente desenvolvidos, filmes de contato de alta velocidade com base em diazo, que são usados para produzir duplicações de positivos ou negativos. São processados em vapor de amoníaco, estando a duplicação pronta para uso, após passar por uma simples processadora seca. A chapa litográfica domina agora o mercado, sendo usada por muitas empresas jornalísticas e impressoras de livros e revistas, mais do que qualquer outro tipo. A tipografia não está morta, porém a composição a quente mais exceção do que regra. A maioria das impressões com chapas de relevo, hoje são feitas com chapas fotopolímeras, sendo feitas a partir de "paste-up" de fotocomposição com negativos intermediários. A rotogravura continua a expandir-se, competindo com a fle16

xografia, um nome relativamente novo para o antigo sistema de chapas de borracha de relevo, agora também utilizando-se fotopolímeros para fazer chapas de impressão flexíveis para impressão de embalagem. Di-Litho, nome registrado com direitos autorais pela Associação de Publicadores de Jornal (ANPA), para converter um jornal tipográfico para impressão direta a partir de chapas litográficas, é usado agora por 75 ou mais jornais diários nos E.U.A. Uma das primeiras instalações de um jornal metropolitano diário, foi no El Espectador, de Bogotá, cerca de nove anos, e já temos algumas instalações operando na América do Sul atualmente. Gostaria de abrir um parênteses na nossa conversa, para mostrar-lhes um dos mais recentes e excitantes desenvolvimentos na área de produção direta de reticulados positivos. Com a ajuda do inversor de imagem em linha na câmara, pode-se produzir reticulados com processamento automático, usando Papel de Duplicação. Após a exposição de meio tom convencional ou de traço, o papel é enviado para a processadora pelo sistema de transporte da câmara, e uma reprodução seca e reticulada surge da processadora, pronta para "paste-up". Combinando-se reticulados com textos em forma de "paste-up" de página inteira, as câmaras de cópia para chapa, expõem e processam uma chapa "lith" sem um negativo intermediário. O Laser está sendo utilizado atualmente, para muitos propósitos nas artes gráficas. Meios tons são gerados sem retícula no ECRM Autokom, e no Hell DC-300L, seleções de cores reticuladas e corrigidas são produzidas. Os símbolos de UPC (Código de Preço Universal) são produzidos no filme pelo Laser, e após a impressão, um outro Laser lê o símbolo na embalagem, no comércio. Chapas de offset para jornais e publicações são expostas por Laser, sendo o sinal gerado por um Laser leitor, que rastreia a cópia. Em uma experiência que fizemos em maio de 1976, uma de nossas chapas "News-Plater" foi exposta desta maneira e impressa no Wall Street Journal, a cópia estando a algumas centenas de milhas adiante, transmitida em microonda. Cilindros de rotogravura estão sendo gravados por meio de Lasers.

Eu poderia continuar falando por horas e horas sobre muitas outras mudanças revolucionárias que surgiram. O "Cameron Belt Press", que imprime um livro inteiro em uma revolução da chapa; estamparia, onde o desenho original é primeiramente impresso no papel, sendo posteriormente transferido para o tecido por sublimação; impressão por jato de tinta, sem utilizar chapa, e assim por diante. Até agora eu falei sobre como era no passado, e das mudanças de tempos passados até o presente: e o futuro? Certamente a evolução não diminuirá com a aproximação do século XXI. Mas qual é o máximo? Nos contaram que ficaremos sentados em nossa sala de estar, em frente ao aparelho de TV, apertando a combinação certa de botões para ver as últimas notícias ou os anúncios de nossos produtos preferidos, ou as páginas de um livro impresso há anos, na tela. Com a moderna tecnologia isso está próximo de tornar-se realidade. A idéia é intrigante, mas ainda hi muita coisa a ser desenvolvida. Todos nós temos hábitos de leitura diferentes. Eu gosto de ler alguns artigos em profundidade e talvez recortar uma ou duas colunas para referência, acompanhar os anúncios para encontrar a melhor barganha, e recortar um ou dois cupons de desconto, o que seria difícil de se conseguir numa tela de televisão. A impressão seria dificilmente substituível pela eletrônica em rótulos de embalagem. Eu não sei quais são seus hábitos de leitura, mas quando leio um livro, algumas vezes eu folheio as páginas rapidamente, e outras leio e releio a mesma página algumas vezes. Não creio que a impressão, tal como a conhecemos, tenda a desaparecer, ainda por muito tempo. Se eu estivesse no ramo de impressão: jornal, publicação, comercial, ou seja o que for, eu não ficaria simplesmente sentado, à espera de que a publicação eletrônica tomasse o meu lugar. As coisas se modificarão paulatinamente. Tomemos a câmara fotográfica como um exemplo. Algum tipo de câmara continuará a ser uma de nossas ferramentas. Os filmes de prata terão que ser substituídos algum dia, por uma série de motivos; o suprimento de prata do mundo não ilimitado, e você certamente observou ABIGRAF EM REVISTA


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FOTOGRAFIA EM ARTES GRÁFICAS - QUAL DIREÇÃO? como os preços da prata subiram duas vezes e meia nos últimos 5 anos. Da maneira que as coisas estão hoje, temos que usar filmes de prata, e estamos esgotando assim, uma de nossas mais valiosas fontes. Se você ainda não considerou a recuperação de prata como uma parte importante de sua operação de produção, você deve analisá-la cuidadosamente. O dinheiro da venda de filme usado, e a prata regenerada de seu fixador esgotado, podem dar-lhe um bom retorno. Ecologia é um termo muito usado hoje em dia, e a sua recuperação de prata pode ser uma das suas contribuições para um melhor fornecimento de água, pagando dividendos ao mesmo tempo. Voltando â câmara, algum dia veremos nela uma mudança. Utilizará filmes sem prata, seja diazo, fotopoli-

mero, eletrofotográfico ou algum outro processo do qual ainda não tenhamos ouvido falar. Alguns de nossos métodos superarão o negativo completamente, como vocês já observaram. Se ainda ocorre a imposição de negativos, este tempo será reduzido à medida que sistemas automáticos de imposição tornem-se de uso comum. Como vocês se mantém a par dos progressos em seu campo? Com certeza lêem as revistas comerciais do ramo. Transforme em uma meta também, ir a reuniões como esta. Quando vocês participam de reuniões, vocês conversam com outras pessoas do ramo e trocam idéias. Assegurem-se de poder participar de todas as exposições de equipamentos que puderem, para ver as últimas novidades e desenvolvimentos. E de qualquer maneira

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Embalagens metálicas Litografadas OBJETIVO:

Este documento visa compilar dados elucidativos que possam facilitar a compreensão e utilização da Resolução n.° 02/80 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial — CONMETRO, sobre Litografia em folhas de flandres. CRITERIOS:

A fixação em 3 (três) do número máximo de cores a serem impressas em embalagens metálicas (latas) litografadas, não impede que as indústrias litográficas, através de recursos técnicos (p. ex.: superposição de cores), consigam no desenho final da embalagem a apresentação de um número maior de cores, embora estejam cumprindo a Resolução n.° 02/80 do CONMETRO; 0 verniz utilizado para acabamento externo e proteção interna, não considerado cor, sendo permitida portanto a sua impressão além das 3 (três) cores. O esmalte, seja branco ou tingido, é considerado uma cor; As indústrias que trabalham com impressoras bicolores, apesar de já reduzirem o consumo de combustível com o recurso da secagem de 2 (duas) cores com só uma passagem no forno, não ficam desobrigadas do cumprimento da Resolução n.° 02/80 do CONMETRO; As latas que forem litografadas no corpo e na tampa não terão as duas partes consideradas isoladamente, mesmo que impressas em separado, devendo portanto obedecer ao exigido na Resolução n.° 02/80 do CONMETRO; As embalagens de qualquer tipo (p. ex: embalagens de vidro), que tenham as tampas em folhas de flandres litografadas, deverão ter as mesmas de acordo com o exigido na Resolução n.° 02/80 do CONMETRO; As indicações transcritas nas latas litografadas (marca, conteúdo, símbolo do SIF, etc) desde que impressas, serão consideradas cor; As empresas que exportam produtos em latas litografadas e, que por esse motivo estejam sujeitas a exigências do importador no que se refere a apresentação de mais de 3 (três) cores impressas, deverão apresentar justificativa ao INMETRO, que procederá a análise do caso. 5/1980

FISCALIZAÇÃO O cumprimento da Resolução n.° 02/80 do CONMETRO, será fiscali-

zado pelo INMETRO, findo o prazo de 180 (cento e oitenta) dias conta- • dos da data de publicação da mesma no D.O.U.

RESOLUÇÃO N.° 02/80 O CONSELHO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - CONMETRO, usando das atribuições que lhe confere a alínea d, do artigo 3.°, da Lei 5.966, de 11 de dezembro de 1973.

Considerando, que o desenvolvimento das práticas mercadológicas em nosso País, redundou numa percentagem elevada de latas litografadas e no aumento progressivo do número de cores empregadas; Considerando, que as atividades acima mencionadas, contribuiram para o aumento da importação de equipamentos litográficos, sem similar nacional; Considerando, que o número de cores empregadas nas embalagens, é diretamente proporcional ao consumo de combustíveis neste tipo de indústria; Considerando, que são metas prioritárias do Governo, a limitação das importações e a economia de combustíveis; Considerando, que o Governo e Indústrias Litográficas estão em perfeita harmonia no estudo referente a este assunto, RESOLVE: Fixar em 3 (três), o número máximo de cores básicas a serem IMPRESSAS em embalagens de latas litografadas, exclusive as camadas de verniz para conservação interna e acabamento externo; Fixar em 180 (cento e oitenta) dias, após a publicação desta Resolução, a data limite para que as Indústrias Litográficas envolvidas neste ato, admitam encomendas fora das especificações referidas no item 1; Autorizar o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial verificar aaplicação desta Resolução inclusive a aplicação das penalidades previstas no Artigo 9.° da Lei 5966, que para tanto poderá baixar atos complementares. Brasilia, 17 de março de 1980 João Camilo Penna

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Plano de Metas A Diretoria da ABTG apresenta este plano de metas para colocar definitivamente et disposição do público os objetivos a longo, médio e curto prazo e definir a filosofia básica e as dimensões pretendidas pela associação, com a finalidade de viabilizá-las de forma ampla, a níveis internacionais, dirigindo-as para um setor industrial em evolução acelerada. Além disso, este mesmo plano de metas servirá et atual gestão elaborar seu planejamento, baseado nas disponibilidades financeiras previstas. finalidade única e exclusiva da ABTG, criar mecanismos de apoio et indústria gráfica e ramos industriais correlatos. convicção da ABTG, que a indústria gráfica é um setor de grandes problemas estruturais, contra os quais deve criar subsídios técnico-científicos e administrativos. A ABTG tem certeza da importância da indústria gráfica, dentro do panorama das comunicações e do país em desenvolvimento, portanto, sente-se impelida e determinada a colocar et disposição deste ramo industrial todo tipo de apoio, que ele cheque a necessitar, tendo em vista a importância da comunicação impressa para o desenvolvimento econômico, social e cultural do país e a ajuda a um dos poucos ramos industriais, praticamente cem por cento nacional com predominância maciça de pequenas e médias empresas. FILOSOFIA BÁSICA

A Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, ABTG, não se considera apenas uma associação de congraçamento de técnicos industriais, mas, uma entidade, cuja obrigação é a pesquisa, o desenvolvimento e a assistência técnica e administrativa ã indústria gráfica e ramos industriais correlatos. A ABTG assume sua responsabilidade de trabalhar em favor do progresso da indústria gráfica, seus clientes e fornecedores, das comunicações e da sociedade. Para atender a essas premissas ela deve criar e manter uma estrutura, que possibilite a execução de todas as tarefas necessárias. METAS ESPECIFICAS Serviço de Informações

Para ir ao encontro das necessidades dos associados e outros, a ABTG deve colaborar efetivamente com as revistas "Abigraf em Revista", "Em22

balagem Vende", "0 Papel", "Propaganda" e "World-Wide Printer/E1 Arte Tipografico". Além disso devem ser publicados os seguintes Boletins: Boletim Técnico, Boletim de Normas, Boletim Social e Diversos, Boletim de Economia, Administração e Planejamento Estratégico e Boletim Bibliográfico. Prevê-se, ademais, a manutenção de uma biblioteca atualizada, com os principais livros sobre artes gráficas, setores correlatos e assuntos gerais, acrescido ainda, pela assinatura de aproximadamente 30 títulos de revistas técnicas, revistas de economia e jornais brasileiros. Serviço de Formação

A ABTG tem profundas preocupações com o ensino gráfico oficial no Brasil. Desta forma está empenhada em criar todo tipo de apoio às escolas técnicas, faculdades de comunicação e de propaganda e, especialmente, em formar engenheiros gráficos,

considerando a avançada complexidade tecnológica que a indústria gráfica está enfrentando. Os atuais técnicos gráficos, em muitos casos foram formados pela experiência. Para possibilitar a esses homens adquirir uma base teórica, a fim de poderem se adaptar melhor ãs novas tecnologias, serão criados todos os cursos técnicos necessários. Outros cursos dirigir-se-ão à atualização dos técnicos diante das tecnologias em constante evolução, aos problemas administrativos e financeiros e informação de clientes e fornecedodores. Dentro desta linha, também, serão editados livros técnicos específicos, administrativos e de assuntos gerais. Os livros terão títulos tanto importados quanto nacionais. Serviço de Assistência

E extremamente oneroso para muitas empresas, manter seu próprio departamento de engenharia e de pesquisa, de forma geral ou para asABIGHAF EM REVISTA


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abtg suntos específicos, enfrentando, além

disso, a falta de pessoal especializado para esses trabalhos e, ainda, correndo os riscos de manter um setor ocioso, pois a quantidade dos problemas não chega a justificar um departamento próprio. Preocupações semelhantes existem em volta de análises administrativas, financeiras e estruturais das empresas. A ABTG deverá ser uma opção a custos acessíveis, de resolução de to.. dos esses problemas para as empresas que necessitam de apoio específico ou geral. Para tanto, ela criará toda a infra-estrutura necessária para dar qualquer assistência técnica, administrativa ou financeira às empresas.

Comissões Técnicas

Administração e Planejamento Estra-

tégico.

A fim de criar entre os técnicos e industriais, um conceito comum sobre a problemática de setores específicos dentro da indústria gráfica e, levar esses mesmos asuntos a soluções efetivas e comuns, a ABTG está criando comissões técnicas sobre os seguintes assuntos: Metodologia de Originais; Composição; Fotoreprodução; Impressão Offset; Impressão Rotogravura; Impressão Tipografia; Impressão Flexografia; Impressão Serigrafia; Inter-relacionamento Tinta e Papel na

Impressão; Metalografia; Embalagem, Acabamento, Tintas e Vernizes; Novos Processos; Normas e Economia,

Congressos

Para poder instituir uma atividade de troca de idéias e conhecimentos de forma mais ampla possível e, poder congregar a indústria gráfica em volta de um evento significativo, deverá ser criado o "Congresso Brasileiro de Tec-

nologia Gráfica" e o "Prêmio ABTG Mídia Impressa", sendo incentivada a ampliação dessas atividades a níveis latino-americanos. Pesquisas

A pesquisa se torna extremamente importante, a fim de adaptar a tecnologia nacional aos níveis internacionais e começar a criar tecnologia própria. Essas mesmas atividades devem se estender a um melhor conhecimento de máquinas e equipamentos importados e o desenvolvimento de máquinas e equipamentos nacionais. Para enfrentar esses desafios, devem ser instalados os laboratórios adequados e oficinas experimentais, a fim de se chegar a conclusões efetivamente úteis e efica-

zes. Inter-relacionamento com Entidades

Além do inter-relacionamentb com entidades de classe do país, devem ser reforçados os contatos com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas-IPT, a Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel-ABCP e a Associação Brasileira de Normas Técnicas-ABNT. No plano internacional deve-se estreitar o relacionamento com a Graphic Arts Technical Foundation-GATF, Gravura Researche Institute Inc.-GRI e Deutsche Forschungsgesellschaft für Repdodutions und Druckteknik e.V.-FOGRA e Institut für Rationalizierung in der DruckindusI. Além disso, a ABTG deve-se associar

•••

International Association of the

Researche Institutes of the Graphic Artes Industries-IARI GA I. Conclusão Información: Pza. Espana Barcelona-4 Espana tel. 223.31.01 telex 53117 FOIM-B

As metas da ABTG são perfeitamente viáveis, desde que haja um objetivo definido e uma conscientização sobre o esforço necessário e a responsabilidade diante de um ideal comum, a favor de um ramo industrial de extrema importância para o país.

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No próximo mês de junho, a 15.° aniversário e também o "Dia do Gráfico". Como tradicionalmente acontece fará realizar um Jantar de Confraternização, cuja data, local e maiores detalhes serão comunicados brevemente aos leitores. Em assim sendo, a par de contarmos com o apoio do empresariado, através de sua presença nesse ágape, solicitamos que cada empresa promova, como já o vem fazendo todos os anos, a eleição entre seus empregados do "Melhor Companheiro de Trabalho". Essa eleição deverá realizar-se entre os dias 29/06 e 10/06, devendo o nome do escolhido ser comunicado a Secretaria da ABIGRAF até o dia 15 de junho, impreterivelmente, através do anexo. Posteriormente, cada um dos representantes eleitos nas várias empresas gráficas será calorosamente homenageado no citado Jantar de Confraternização. Solicitamos aos Srs. empresários seu empenho na realização dessas eleições, as quais deverão obedecer o seguinte regulamento: "1 — Os chefes não poderão ser votados. 2 — Concorrerão homens e mulheres. 3 — A apuração dar-se-á no mesmo dia da eleição. 4 Em caso de empate, proceder-se-á a nova eleição, sendo candidatos apenas os empatados". Isso posto, contando com o seu total apoio e colaboração, reiteramos nesta oportunidade nossas expressões de estima e apreço. —

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ENGENHARIA DE PRE{Ibiiila0 DE JPERDAS

5/1980

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ENGENHARIA INDUSTRIAL A revista Engenharia Industrial circula mensalmente em todo território nacional, junto a engenheiros e técnicos especializados de empresas ligadas a construção naval estaleiros montagens industriais, refinarias, petroquímicas, siderurgias, construção pesada, fabricantes de máquinas equipamentos pesados, ferrovias, departamentos de manutenção e planejamento de autarquias e órgãos públicos indústrias médias e pesadas em geral. Novo Grupo Editora Técnica Ltda.

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fiesp/ciesp

Ciesp debate com empresários de Campinas economia industrial líder da indústria paulista. "Acredito que pelo trabalho De Nigris, marcado pelo bom senso, coragem e sem qualquer vezo de demagogia, a sua reeleicão sera altamente benéfica para toda a categoria", afirmou aquele diretor, frisando a preocupação de De Nigris para com a interiorização do desenvolvimento, manifestada através de atos e palavras, já há longo tempo. .. Nesse sentido, lembrou que as entidades vêm procurando ampliar esse trabalho por todo o Estado onde se encontra um grande número de pequenas e médias empresas, as mais carentes de apoio. 0 comércio exterior, a perspectiva econômica para este ano e perfis das atividades do SENAI e do SESI, a par de um jantar oferecido pelos industriais da região à Diretoria da FIESP/CIESP, marcaram o encontro promovido pela Delegacia do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo em Campinas, na sede da Escola SENAI, entre diretores e técnicos das entidades e cerca de duas centenas de empresários da chamada micro-região de Campinas (27 municípios). Durante o jantar, no Hotel Vila Rica, o presidente da FIESP/CIESP, Theobaldo De Nigris, apresentou seu programa como candidato a reeleição, enfatizando que, com o objetivo maior que embora toda a doutrina das entidades — "a defesa intransigente da iniciativa privada" — tanto a FIESP quanto o CIESP "continuarão firmes na assistência às empresas, em especial a pequena e média, e na defesa de seus legítimos interesses". Frisou que a Casa da Indústria prosseguirá na luta pela liberdade de iniciativa, pela não estatização da economia. E acrescentou: "Continuaremos lutando para que a Indústria tenha, cada vez mais, assento à mesa de reuniões dos órgãos formuladores da política econômico-financeira. Insistiremos na necessidade e no direito de sermos ouvidos antes de serem adotadas medidas 28

que tenham reflexos na atividade industrial". De Nigris saudado pelo diretor da Delegacia do CIESP, Carlos Diaulas Serpa, que pôs em relevo a confiança do trabalho que vem sendo desenvolvido pelas entidades, sublinhando a necessidade *de o segmento industrial somar esforços, especialmente no difícil momento econômico. A tarde, após visita às instalações da Escola SENAI, o presidente da FIESP/CIESP dirigiu reunião, tendo como moderador o vice-presidente Waldemar Verdi. INTERIOR SE MANIFESTA

Na oportunidade, o Sr. Waldemar Verdi ressaltou: "Em face da situação econômica, nunca foi tão necessária a aglutinação dos empresários industriais em torno de suas entidades, legítimas representantes da classe. E nesse processo de união do empresariado sobressai-se o nome do presidente Theobaldo De Nigris, por sua ponderação e firmeza". Destacando que Theobaldo De Nigris, no exercício da presidência da FIESP/CIESP desenvolveu trabalho apreciável em todos os campos de atuação das entidades, Waldemar Verdi observou a importância de o empresariado industrial do Interior cerrar fileiras em torno do

SENAI E SESI: PERFIS DO CRESCIMENTO

0 diretor regional do SENAI, Prof. Paulo Ernesto Tolle, procedeu a um rápido balanço da entidade, realçando dados estatísticos que demonstram sua indiscutível contribuição à indústria, no campo do suprimento de mãode-obra. Segundo informou aos empresários campineiros, que acorreram em grande número ao encontro, o Serviço em São Paulo conta com 80 unidades, atendendo a todas as regiões administrativas do Estado (entre Centro de Formação Profissional, Centros de Treinamento, Unidades Móveis). Estes núcleos somam 310 mil in2 de area construída, atendendo cursos de aprendizagem industrial, qualificação pra fissional em vários níveis, ensino regular, aperfeiçoamento profissional e especialização, num total de centena de ocupações. Para se ter idéia do desusado crescimento do SENAI, Paulo Ernesto Tolle alinhou números referentes a dois itens: matrículas e conclusões. No período de 1943 a 1967 (25 anos desde sua fundação), o SENAI registrou 356.329 matrículas entre 1968 a 1972, 399.264; de 1973 a 1977, 986.888; e nos dois últimos anos, 511.489 alunos. Segundo Tolle, a entidade conseguiu ganhos substanciais em termos de produtividade educacional, pela redução ABIGRAF EM REVISTA


fiesp/ciesp lbw

do percentual de evasão. A par de aumentar quantitativamente o número de matrículas (base de comparação: 25 primeiros anos e os 12 últimos) — 5,3 vezes, as conclusões aumentaram em 12 vezes — 128 mil para 1.548 mil, o que mostra uma redução de evasão de 54% para 19%, se comparados nos períodos propostos. Em seguida, o superintendente do SESI Paulista, Paulo de Castro Correia, traçou o perfil deste serviço ion criado por inspiração de Roberto Simonsen ao tempo do presidente Eurico Gaspar Dutra. Contando hoje com quase doze mil funcionários, a entidade criada, mantida e administrada pela Indústria Gráfica, só em São Paulo, 200 mil alunos e mantém atendimento a operários e seus dependentes no campo da assistência social e esportiva, em suas variadas modalidades. Ateve-se a um dos programas que mais tem sensibilizado o SESI: o do abastecimento. Disse que, num regime inflacionário, fácil imaginar a importância que a área tem, em face, também de seus contornos sociais. Lembrando que o SESI, em 1946, nascia com a mesma preocupação (na época, o problema de suprimento era agudo), Paulo de Castro Correia informou que, em dezembro do ano passado, a entidade venceu 500 milhões de cruzeiros em gêneros de primeira necessidade em seus postos espalhados pelo Estado, 80% no interior. Destacou, ainda, que as vendas vêm dobrando de ano para ano e que tal fato ressalta uma das preocupações de seus dirigentes: contribuir para melhoria do poder aquisitivo da massa trabalhadora. Outro ponto salientado pelo superintendente é o da criação de novos Conjuntos Assistenciais, Educacionais Esportivos. Entre prontos, em consMN. trução e em concorrência, há 26 unidades (em média, o custo de cada unidade gira, a preços de hoje, em cerca de 100 milhões de cruzeiros). Até junho o SESI vai inaugurar mais 5 conjuntos: em março, o de São José do Rio Preto; em abril, o de Araraquara; em maio, o de Ribeirão Preto o de Moji das Cruzes; e em junho, maior deles, o de Vila Leopoldina, na Capital, com área coberta de 20 mil m2 . Paulo de Castro Correia deu ênfase especial ao programa recentemente 5/1980

implementado pelo presidente Theobaldo De Nigris, visando a amparar a criança carente. Serão criados Núcleos de Formação Humana que funcionarão nos Conjuntos. Segundo o superintendente, serão uma espécie de orfanato, contendo dormitórios, refeitório e demais unidades destinadas a um atendimento que valorize a pessoa humana, num programa que não tem conotação de caridade, mas que tem por escopo um sentido eminentemente educacional. Todo esse trabalho se encaixa dentro de um plano mais abrangente, que o SESI vai realizar efetivamente — o Ano Nacional. COMERCIO EXTERIOR E PMES

O chefe do Departamento de Comércio Exterior (DECEX), da FIESP/ CIESP, Benedito de Sanctis Pires de Almeida, falando sobre "Exportação: perspectivas para pequenas e médias Indústrias", alertou o empresariado campineiro no sentido da necessidade de' formação de consórcios — forma mais eficiente das pequenas e médias empresas atingirem o mercado externo, em face do alto grau de competição e dos custos inerentes. Observou que as dificuldades decorrem, também, de resistências impostas por países desenvolvidos (como afirmou recentemente um técnico norte-americano na própria FIESP/CIESP), que estão vendo o Brasil e nações emergentes como perigosos competidores em seus mercados internos. Destacou, em especial, a necessidade de conscientização de que o Comércio Exterior exige mão-de-obra altamente preparada e uma estrutura técnica que permita continuidade ao trabalho de exportação, porque "reconquistar um cliente é algo extremamente difícil". Informou, ainda, que provavelmente deverá ocorrer alguma mudança na

área do Comércio Exterior, por parte das autoridades brasileiras, diante das dificuldades encontradas com relação eliminação dos subsídios. PERSPECTIVAS DA ECONOMIA

"A estratégia adotada pelo Governo procura diminuir os excessos de demanda e as pressões de custos que determinam o recrudescimento inflacionário em 1979. g evidente, que o sucesso da investida governamental estará condicionado não só ao comportamento das safras agrícolas, mas também à evolução dos preços do petróleo. Um crescimento acentuado nos preços desse produto em 1980, certamente criará dificuldades adicionais no combate inflacionário", afirmou o diretor do Departamento de Economia, José Wilson Saraiva, ao falar sobre "Perspectiva da economia para 1980 e o custo do dinheiro". Observou que a estratégia (maxidesvalorização, em especial) deverá trazer algumas dificuldades ao desempenho do setor industrial. "De um lado, pressões adicionais de custos advirão da desvalorização do cruzeiro pelo insumos importados e, de outro, a indústria defrontar-se-á com um controle mais rígido de preços, fatores estes que, certamente„ afetarão a rentabilidade do setor. Particularmente, as empresas cuja demanda deriva da esfera governamental, poderão se defrontar com dificuldades ainda maiores (pela redução das compras dessas empresas redução orçamentária). Encerrando o programa da tarde, o Sr. Theobaldo De Nigris e companheiros de Diretorias visitaram as instalações do SESI, prédio vizinho do SENAI, oportunidade em que o presidente das entidades voltou a realçartrabalho que o Serviço Social da Indústria desenvolve em favor da paz social. 29


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Combustão industrial é tema de curso no

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A necessidade de economia de produtos derivados do petróleo levou o Departamento Regional do SENAI em São Paulo a implantar um Programa de Treinamento sobre Combustão Industrial, destinado a contribuir para os planos de racionalização de combustíveis utilizados nos processos industriais. TREINAMENTO O Treinamento é aplicado para operadores, técnicos e supervisores que atuam nas áreas de processos de geracão e conservação de energia, envolvendo todos os setores industriais que utilizam óleo combustível em seus processos — tais como papel e celulose, cerâmica, têxtil, siderurgia, metalurgia e cimento, entre outros.

OS TEMAS O Programa de Treinamento sobre Combustão Industrial foi planejado para orientação de grupos de 15 participantes, em média, tendo carga horária de 40 horas — sendo 25 de aulas teóricas e 15 de aulas práticas. Do seu currículo consta desde a conscientizacão sobre a necessidade da economia de combustíveis e conceitos específicos sobre física e química, até tipos de combustíveis e os vários mecanismos e reações da combustão. O Treinamento inclui ainda outros tópicos importantes, tais como tipos e características de queimadores, equipamentos de transferência de calor da combustão (caldeiras, fornos e secadores), bem como o controle e a otimização da combustão e os vários tipos

de manutenção e instrumentação relativos ao processo. PARTICIPAÇÃO

A aplicação do Treinamento, iniciado em dezembro último, já foi realizada com êxito em três empresas dispostas a incrementar seus planos de racionalização de combustíveis — Rhodia, Aços Anhanguera e Indústria de Papel Simão — abrangendo cerca de 120 treinandos. As indústrias interessadas no Programa devem entrar em contato com a DAE — Divisão de Assistência as Empresas, do Departamento Regional do SENAI em São Paulo (A Avenida Paulista, 750; telefone: 289-3022, ramais 423, 462 e 437) ou com os Centros de Formação Profissional da rede SENAI de ensino.

SENAI assina convênio com a Fepasa e cyMetrô

O SEN AI — Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — Departamento Regional de São Paulo assinou, no Gabinete da Presidência da Federação e do Centro das Indústrias do 5/1980

Estado de São Paulo (Av. Paulista, n.° 1313), através do Presidente do Conselho Regional e do Diretor-Regional, respectivamente, Srs. Theobaldo De Nigris e Paulo Ernesto Tolle, impor-

tantes convênios com a FEPASA-Ferrovia Paulista S. A. e com a MetrôCompanhia do Metropolitano de São Paulo. O Convênio com a FEPASA assinado pelo seu Diretor-Presidente, Sr. Chafic Jacob, incumbe a empresa de ministrar, nos moldes adotados pelo SENAI, programa de formação profissional para seus empregados, através de: curso de aprendizagem industrial, realizado em período diurno, para menores de 14 a , 18 anos, que integrarão a quota de aprendizes que a empresa é obrigada, por Lei, a matricular no SENAI; Programações de Treinamento Industrial destinadas a qualificação, aperfeiçoamento e especialização de trabalhadores adultos, até o nível de supervisores. A empresa manterá em funcionamento regular uma ou mais unidades próprias de formação profisisonal, adequadas a suas necessidades de formação de mão-deobra, a devidamente instaladas e ajustadas aos padrões SENAI, no que diz respeito a pessoal, máquinas, equipa31


senai

inentos, material, métodos e demais condições de eficiência. O SENAI procederá à supervisão técnica, pedagógica e administrativa das atividades das unidades de formação profissional instaladas, com a sua autorização, pela empresa, compreendidos o Curso de Aprendizagem Industrial e as programações de treinamento por elas desenvolvidas. Além da supervisão, o SENAI promoverá permanente ação de intercâmbio com a empresa, podendo prestar-lhe: assistência técnica para estudo e organização dos programas de formação profissional; orientação para o preparo de material didático específico e fornecimento daquele utilizado pelo próprio SENA!: orientação metodológica e técnica ao pessoal docente da empresa; e colaboração na seleção e preparação do pessoal de supervisão, direção e docência. No segundo convênio, o SENAI e Metrô comprometem-se a organizar executar programas de treinamento par as ocupações de "Auxiliar de Movimento" e "Operador de Equipamentos Metroviários", destinados a funcionários do Metrô ou de terceiros, indicados pela empresa. Além do treinamento para as ocupações citadas, outros treinamentos operacionais poderão ser organizados consoante as necessidades de mão-de-obra do Metrô e as disponibilidades do SENAI. Os treinamentos terão duração variável de acordo com as exigências dos respectivos conteúdos programáticos e poderão desenvolver-se em período integral, nas dependências das Unidades de Formação Profissional do SENAI ou nas dependências do Metrô, consoante disponibilidade de equipamen32

tos, instrutores, recursos instrucionais locais. Caberá ao SENAI: ceder, quando do treinamento realizado ern undades de sua rede escolar, os equipamentos e ferramentas, bem como o material de consumo; estabelecer, de acordo com o Metrô os planos de treinamento, colaborar na elaboração e eventual reformulação e reprodução do material didático dos programas de treinamento; preparar didaticamente os instrutores ou fornecer certificados aos concluintes dos Programas de Preparação Didática de Instrutores ministrados pelo Metrô quando tais programas forem registrados e sua execução supervisionada pelo SENAI; oferecer vagas em suas unidades de formação profissional, de acordo com as disponibilidades existentes, a fim de que os empregados do Metrô possam freqüentar cursos supletivos de aprendizagem, qualificação, aperfeiçoamento especialização profissional, nas vá-

rias ocupações mantidas pelo SENAI. desde que atendidas as exigências estabelecidas para matrícula nos referidos cursos. A respeito, falaram, pelo SENAI, os Srs. Theobaldo De Nigris e Paulo Ernesto Tolle; pela FEPASA, o Sr. Chafic Jacob e pelo Metrô, os Srs. José Maria Siqueira de Barros, Presidente, e Mário Junqueira de Souza e Silva, Diretor de Operações da empresa, que assinaram o convênio. O Sr. Theobaldo De Nigris, agradecendo, assinalou que a preocupação do SENAI é ampliar seus serviços, tanto na Area estadual, quanto na federal, colaborando no equacionamento do problema da mão-de-obra carente em nosso País. Declarou que o SENAI está, inclusive, preparando-se para atender, em nível médio as áreas de energia, em consonância com as necessidades do País, até mesmo no campo da energia nuclear.

ABIGRAF EM REVISTA


I-

flashes

Impressora de embalagens uns 180 empregados. Mais de 70% da pasta de pedidos corresponde fabricação de cartonagens finas para condimentos e produtos alimentícios, •cigarro, produtos farmacêuticos, sabão e detergentes em pó, assim como cosméticos. Uma proporção de 20% corresponde ao setor de embalagens de papel (etiquetas para vasilhas, envoltório para cigarros, etiquetas para cerveja e água mineral, e produtos semelhantes). O resto está coberto com a impressão de produtos de propaganda, carte Ias, catálogos, folhetos e prospectos em elevadas tiragens.

S.

STEIGER, EQUIVALENTE DE EMBALAGEM E CRIATIVIDADE

Empresa Impressora de Embalagens em Berna inverte no Futuro o Procedimento Offset

MODERNO PARQUE DE MAQUINARIA EM TODOS OS DEPARTAMENTOS

Por motivos da impressão da primeira folha em uma máquina Roland 800 a quatro cores com equipamento CCI para o controle da cor, faz pouco tempo a empresa Steiger AG, de acrisolada tradição, teve oportunidade de saudar a mais de 100 convidados.

O espírito pioneiro técnico se observa a cada etapa de produção. Dentro do equipamento se incluem entre outros dispositivos uma máquina copiadora governada por uma cinta perfurada, uma máquina para revelar chapas de impressão pré-sensibilizada, 17 sistemas impressores Roland (máquinas) para 1, 2 ou quatro cores nos formatos 3 B e 6), máquinas automáticas rápidas para cunhar e estampar, máquinas para colar caixas pregáveis para formatos pequenos e grandes, assim, como dispositivos cunhadores especiais para grandes tiradas de etiquetas. Na empresa Steiger AG trabalham

A nova máquina a quatro cores em formato 100x140 cm, com uma capacidade de impressão máxima de 10.000 folhas/hora, ademais com o equipamento CCI para controle de cor, se equipou com tambor de almofadão pneumático conciliado aos sistemas atintadores, dispositivo totalmente automático para a lavagem da teiróga impermeável, e um secador de raios infra-vermelhos. Com isto deseja o Sr. Fernando Steiger, delegado do Conselho Administrativo da Empresa Steiger AG, cumprir também no futuro com as elevadas exigências de qualidade. A nova inversão não é coincidência. A empresa está estreitamente relacionada com Offenbach há muitos anos. Fazem 60 anos que se forneceu cidade de Berna a primeira máquina para impressão em offset. 5/1980

Além da impressão de embalagens, a empresa Steiger AG oferece também máquinas de embalar e o necessário — Software. Em virtude da aquiiição de licenças de fabricação e desenhos próprios, Steiger fabrica máquinas de embalar e envasilhar. E para problemas de envasilhamentos especiais se oferecem soluções completas, desde o projeto até o envasilhamento concluido. Ademais, a empresa Steiger AG é membro fundador ativo do "Independent Packaging Group" (IPG). Esta organização que desde 1971 é dirigida pelo Sr. Fernando Steiger na qualidade de Presidente, conta atualmente com 19 empresas filiais da mesma, procedentes de 4 continentes. A IPG dá trabalho à mais de 8.000 empregados, troca experiências, e investiga a escala mundial, soluções e problemas dentro do ramo de impressão de embalagens.

Kodak amplia amplia atendimento em Salvador A Kodak Brasileira apresentou imprensa e ao público em geral, no dia 07 de março, as suas novas instalações em Salvador, Bahia. Com a implantação de uma nova impressora, a 2620, com capacidade para produção de 2 mil cópias por hora, prevê-se para 1980 um total de 3.000.000 de cópias. Operando naquela cidade desde

1975, o Laboratório Kodak redimensiona seu trabalho de atendimento ao público em virtude da crescente demanda do mercado fotográfico. Esse novo Centro Operacional, há de se ressaltar, atende unicamente às necessidades do Estado da Bahia, ficando para o Laboratório estabelecido em Recife o suprimento da demanda oriunda dos outros Estados nordestinos. 33


flashes

O apoio às pequenas para desconcentrar

O Brasil entra numa nova etapa de seu desenvolvimento econômico, caracterizado pela desconcentração regional de renda, o que acarreta uma mudança em seu perfil industrial e portanto das diretrizes de governo. Este passa a enfatizar o apoio às pequenas e médias empresas, reduzindo a tutela sobre as grandes, uma vez que são sobretudo as empresas menores, as produtoras de bens de consumo de massa cuja demanda deverá crescer. Por seu porte são também as que apresentam maior mobilidade e por isso melhor se prestam à uma política de desconcentração. Esta foi a Tônica do discurso do ministro João Camilo Penna da Indústria e Comércio, na abertura do I Congresso Brasileiro da Pequena e Média Empresa, no Palácio das Convenções, Anhembi — São Paulo. O Congresso foi encerrado pelo ministro Antônio Delfim Netto do Planejamento. O ministro João Camilo Penna dirigiu apelo aos cerca de 5.000 congressistas presentes à abertura do conclave, no sentido de que auxiliem o governo na definição e implantação destas diretrizes. O governo, afirmou Camilo Penna, recebe grandes quantidades de apelos contraditórios de empresários e dirigentes de entidades de 34

classes, às vezes de um setor, o que dificulta sua ação e torna necessário que nos empresários harmonizam seus pontos de vista. Uni passo importante também, acrescentou o ministro, para a consolidação do empresário nacional, basicamente o dirigente das empresas menores. SOBERANIA

O governador Paulo Salim Maluf frisou a importância das PME para garantir a soberania nacional, lembrando que as grandes empresas brasileiras de hoje são as pequenas de 20-30 anos. Este fato, disse, justifica sua preocupação já nos primeiros dias de Governo, em definir através do BADESP e BANESPA, um programa de apoio financeiro, administrativo e tecnológico às empresas de menor porte. O empresário, disse Maluf, "pode até pagar de agiotagem num pequeno, aperto de capital. Mas não pode investir tomando empréstimos a taxas de 50% ao ano. Por isto os bancos estatais vão emprestar e o Governo pagará a diferença. E sempre ganhará, através da maior arrecadação devida ao aquecimento econômico". O presidente da Federação das Indústrias no Estado de São Paulo Theobaldo De Nigris falou da convivência entre pequenas, médias e grandes empresas.

Há setores, disse, nos quais as empresas menores são mais eficientes do que as pequenas, o mesmo acontecendo a mercados cuja demanda não comporta grandes escalas de produção. As PME são ainda em muitos casos as compradoras e fornecedoras das grandes. PROGRAMA DE HOJE

O programa de hoje (13) inclui vários painéis que serão distribuídos por diversos auditórios do Palácio das Convenções do Parque Anhembi, abordando: "A Compatibilidade entre o sistema Educacional e as Necessidades das PMEs"; "Política e Negociação Salarial, Emprego e PME"; "Combustível, Como Reduzir o Consumo?"; "Produtividade, Como Aumentá-la?"; "A Eficácia dos Mecanismos de Apoio — Avaliação, Crítica e Sugestões"; e "Como a PME pode Exportar?", deles participando, entre outros, Theófilo de Azevedo Santos, Presidente da Federação Nacional dos Bancos; Eduardo J. S. Prianti, Presidente da Caixa Econômica do Estado de São Paulo; Oziel Almeida Costa, Presidente do Conselho Nacional do Petróleo; Aristides Pileggi, Diretor da FIESP; TheImo Blaut, Diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Oswaldo Collin, Presidente do Banco do Brasil. ABIGRAF EM REVISTA

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jurídico Trabalhista FALTAS POR DOENÇA — ATESTADO MEDICO Se a empresa mantém serviço médico próprio não prevalecem os atestados médicos fornecidos por entidades mantenedoras do convênio com o INPS, para justificação das ausências ao trabalho.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Engana-se o recorrente, ao dizer que a Súmula 15, do Colendo TST, não tem o condão de invalidar os atestados médicos apresentados. Ela estabelece normas sobre a ordem preferencial, para obtenção dos atestados médicos, que devem ser obedecidas pelos empregados, para justificação das f altas dadas. Mantendo a empresa convênio com.. . que tem duas entidades médicas em Osasco e uma em Carapicuiba, deveria o recorrente ter procurado uma delas e não se dirigido a outro hospital, acatando dessa forma a orientação da empresa." Acórdão 9.016, de 27-8-79, da 3.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-2.280/79, de São Paulo (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; Aluysio Simões de Campos, Rel.). EMPREGADO CUJO PONTO E MARCADO POR COLEGA Comete falta grave o empregado que permite a marcação do seu cartão de ponto por outro colega sem comunicação ao empregador.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Foi o recte. despedido por ter deixado marcar o seu cartão de ponto por outro colega e nada ter comunicado ao empregador. Com a marcação irregular do cartão, o recte., além do salário daquele dia, não deria o descanso remunerado. A marcação de ponto de um empregado pelo outro é falta grave ensej adora de despedimento por justa causa. As três testemunhas ouvidas confirmam a versão da recda." Acórdão 9.333, de 3-9-79, da 2.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-13.007/78, de São Paulo (Roberto Barretto Prado, Pres.; Benedito Dario Ferraz, Rel.). DIRETOR DE S/A. O empregado, eleito para exercer cargo de diretor, nas sociedades 5/1980

por ações, tem seu contrato de trabalho suspenso durante o período em que exerce o mandato, mesmo sendo detentor de pequeno número de ações.

Em recurso, a que deu provimento parcial, por maioria, decidiu o Tribunal: "0 empregado, eleito para exercer cargo de diretor, nas sociedades por ações, tem seu contrato de trabalho suspenso durante o período em que exerce o mandato, mesmo sendo detentor de pequeno número de ações. A indenização, no caso, deverá ter por base a maior remuneração percebida durante o tempo de serviço prestado como empregado e não como diretor." Acórdão 2.187, de 19-12-79, da La Turma do TST, no RR-614/79 (Fernando Franco, Rel.). — DJU de 21-12-79, pág. 9.704. NOMEAÇÃO DE BENS A PENHORA Incumbe ao devedor, ao fazer a nomeação de bens, observar a ordem estabelecida nos itens I a X do art. 655 do CPC, tendo-se por ineficaz a que não obedecer a essa hierarquia, salvo convindo ao credor-exeqüente.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "0 Decreto-lei 960 foi revogado pelo CPC de 1973 e por isos não tem aplicação subsidiária na ação de execução trabalhista. 2. Incumbe ao devedor, ao fazer a nomeação de bens, observar a ordem estabelecida nos itens I a X do artigo 655 do CPC, tendo-se por ineficácia a que não obedecer a essa hierarquia salvo convindo ao credor-execitiente." Acórdão 2.929, de 19-12-79, do TST, em sessão plena, no RO-MS108/79 (Coqueijo Costa, Rel.) — DJU de 21-12-79, pág. 9.699.

Fiscal ESCRITURAÇÃO — QUEBRAS Não foi alterada a sistemática indicada no item 4 do PN CST-45/77, relativa a quebras no processo de industrialização.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte ato: "0 Coordenador do Sistema de Tributação, no uso das atribuições que lhe confere o item II da Instru-

ção Normativa SRF n.° 34, de 18 de setembro de 1974, e tendo em vista o Parecer CST/ASSESSORIA n.° 2.718, de 8 de novembro de 1979 declara, em caráter normativo, às Superintendências Regionais da Receita Federal e unidades subordinadas, que não se alterou a sistemática seguida com base no que dispõe o § 1.0, do artigo 58, da Lei n.° 4.502, de 30-11-64, indicada no item 4 do Parecer Normativo CST n.° 45/77, isto é, observância do limite de tolerância previamente estabelecido pela autoridade fiscal, para cada empresa, tendo em vista que o Regulamento aprovado pelo Decreto n.° 83.263, de 9-3-79, no seu artigo 290, apenas definiu, de forma isolada, sobre as diferenças apuradas pela fiscalização em relação às quebras alegadas pelo contribuinte no processo de industrialização. — Jimir S. Doniak — Coordenador." — Ato Declaratório (Normativo) CST-27, de 8-11-79. — DOU-I de 9-1-80, pág. 491. SOCIEDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Para fazer jus ao benéficio previsto no § 3.° do art. 9.° do Dec.-lei 406/68 é mister que todos os prestadores de serviços em nome da sociedade estejam para isso profissionalmente habilitados.

Em recurso, de que não conheceu, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo a voto do Relator: "Prescreve o discutido § 3. 0 •• Está dito, nesse dispositivo, que, nos casos das sociedades que indica, o imposto será calculado, na forma do § 1.0, em relação a cada profissional habilitádo. Para a incidência do imposto, sob esse critério, manda tomar em conta cada fissional habilitado, excluindo, pois, do tributo, assim calculado, profissional não habilitado. Com isso, quis dizer o § 1. 0 que o cálculo do imposto pela forma prevista no § 3. 0 , só tem lugar quando se tratar de sociedade que preste os serviços, que constituem o seu fim, por intermédio de profissionais habilitados. Havendo, entre os prestadores do serviço profissionais não habilitados, inaplicável se faz a exceção do § 3 •0 . Diante, pois, dos tempos em que essa norma se acha redigida, cumpre reconhecer que é, pelo menos razoável a inteligência que lhe atribui o acórdão recorrido, ra35


jurídico zoabilidade ainda acentuada pela divergência registrada entre os doutores. Deixando de lado, para fim impositivo, a sociedade, a fim de sujeitar ao imposto cada profissional habilitado, é curial a exigência de que todos os profissionais congregados na sociedade estejam profissionalmente habilitados para a prestação do serviço" — Acórdão de 11-10-78, do STF, em sessão plena, no RE 82.724, do Ceará (Thompson Flores, Pres.;; Leitão de Abreu, Rel.). — RTJ 90, págs. 533/537. PRESCRIÇÃO A constituição definitiva do crédito tributário não se dá com a inscrição, mas com o lançamento; o crédito, todavia, só é definitivo depois de julgada a impugnação, se esta tiver sido oferecida no prazo legal.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Assentou o acórdão que a constituição definitiva do crédito tributário se verifica pelo lançamento, não pela inscrição. Assiste-lhe razão parcial, pois, em verdade, não é com a inscrição, mas com o lançamento pois que o crédito se constitui definitivamente. Não basta, entretanto, pois sendo ele suscetível de impugnação por parte do sujeito passivo, tal como se depreende do item I, do artigo 145, do CTN, não é definitivo o crédito antes de julgada a impugnação, se esta tiver sido oferecida no prazo legal. Deixando isso de lado, firmou o aresto impugnado, em termos largos, o princípio de que o lançamento como tal opera a constituição definitiva do crédito tributário. Adotando essa regra, nas condições em que o fez, isto é, com abstração dos efeitos da impugnabilidade do lançamento, o acórdão aplicou o art. 174 do CTN, onde se dispõe quanto ao início do prazo prescricional, de modo a negar-lhe a vigência." — Acórdão de 1.°-9-78, da 2.a Turma do STF, no RE 85.587, de São Paulo (Djaci Falcão, Pres.; Leitão de Abreu, Rel.); — RTJ 89, págs. 939/942. DESPESAS COM PUBLICIDADE Se estão corretamente registradas na contabilidade da firma declaran36

te, só a prova cabal, a ser feita pela Fazenda, de que a empresa de propaganda é irregular afasta a presunção de certeza do registro.

Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Imposto de Renda. Despesa com Propaganda. Se a despesa com propaganda está corretamente registrada na contabilidade da firma declarante, só a prova cabal de que a empresa de propaganda é irregular afasta a presunção de certeza do registro. E o ônus dessa prova é da Fazenda." — Acórdão de 31-10-79, da 4.a Turma do TFR, na Ap. 45.544, de São Paulo (Carlos Madeira, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 6-2-80, pág. 436.

Comercial AVAL — SOCIEDADE LIMITADA válido o aval prestado por sócio, desde que ocorra boa-fé do tomador, ainda mais quando representa negócio de interesse da sociedade.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Não se discute a boa fé do recorrente e do benefício social. Em sua contestação, afirma, f.: "Na verdade, há muito a Autora e avalizada operam com o Banco contestante, comprovam os inclusos documentos (does. de 1 a 7). E também não é de hoje que a Autora é garante das obrigações de sua avalizada. A própria cambial em causa é fruto de reforma de operação semelhante, anteriormente feita. Assim, pela habitualidade desses atos, descaracterizado está o pretenso abuso de sua razão social. Somente agora, porém, com a insolvência de sua avalizada — ou de ambas? — lembrou-se a Autora de invocar as disposições contratuais para eximir-se do pagamento da cambial que avalizou." E não se faz prova em contrário. Em tais condições, e atendendo ao disposto na Lei Uniforme, art. 32 (Dec. n.° 57.228/66) e o alcance que se lhe tem atribuído, manifesto é que é de se dar validade ao aval prestado pelo sócio. Neste sentido 6. a jurisprudência do S.T.F. Aos arestos padrões outros impede acrescentar, todos no mesmo sentido RE n.° 69.522 e 70.969 (RTJ), 76/487 e

80/513) ambos indicando outros precedentes." Diz a ementa: "E válido o aval prestado por sócio, em nota promissória, desde que ocorra boa-fé de tomador, e ademais, representando negócio de interesse da sociedade." — Acórdão de 3-4-79, da 1.a Turma do STF, no RE 88.454, do Rio de Janeiro (Thompson Flores, Pres. e Rel.). — RTJ 90, págs. 637/638. SÓCIO DISSIDENTE Na saída de sócio dissidente a ele deve ser assegurada situação de Igualdade na apuração de haveres, fazendo-se esta com a maior amplitude possível, com a exata verificação, física e contábil, dos valores do ativo.

Em recurso, a que deu provimento em parte, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator "ad hoc": "Estou de acordo em que o acórdão fez bem em não atender ao pedido de dissolução total, pelo interesse na conservação do empreendimento. Discordo apenas da decisão no ponto em que concedeu algo que o contraditório não supunha que houvesse de ser concedido. Isto é a dissolução parcial, que, na forma adotada, pode ser para o autor mais prejudicial do que a improcedência total do pedido." "Há de prevalecer a apuração, em toda a sua amplitude, dos haveres do sócio dissidente, com a exata verificação, física e contábil, dos bens e direitos da sociedade, sem a restrição do art. 15 do Decreto n.° 3.708. Este somente se aplica ao dissidente que, sem poder opor-se à alteração do contrato social resolvida pelos outros sócios em maioria de capital, manifeste o propósito de deixar a sociedade. Diversamente, ao sócio que, como se reconheceu nestes autos, tem direito a ver decretada a dissolução de sociedade com fundamento no art. 336, n.° III, do Código Comercial, e a quem apenas se nega a dissolução total, no interesse da preservação da continuidade do empreendimento a dissolução parcial, para se considerar contida na dissolução total, não há de seguir o modelo de liquidação pelo "último balanço aprovado". — Acórdão de 12-12-78, da 2.a Turma do STF, no RE 89.464, de São Paulo (Djaci Falcão, Pres.; Décio Miranda, Rel. "ad hoc"). — RTJ 89, págs. 1.054/1.071. ABIGRAF EM REVISTA

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Regionais da ABIGRAF lb.

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Bahia - Sergipe

Pernambuco

Rua Chile, 22 - Sala 1401 Presidente:

Avenida Cruz Cabugti, 84 - I.° andar

ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 - Fones: (0712) 2-1650/1875 CEP 40000 - Salvador - BA

Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Empresa: Gráfica Olinda Ltda. - Olinda - PE Av. Cruz Cabugá, 84 - Fones: (0812) 22-4298/3467 CEP: 50000 / Recife / PE

Ceará Rua Senador Potnpeu, 754

Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 - Fone: 226-9056 CEP 60.000 Fortaleza - CE

Goiás Rua 105 n.° 385 - Loja 1 - Setor Sul - Fone: (062) 224-4417 - 74000 GOIÂNIA - GO

Rio Grande do Sul Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 - 19. 0 andar - (Sede)

Presidente: HENRY VICTOR SAATKAMP Rua Uruguai, 35 - 4.° andar - Salas 440/47 - (Secretaria) Fones: (0512) 24-9478/7349/2520 - ramal 008 Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S/A. Av. dos Gauchos, 443 - Fones: 41-2402/3322/3554/1826 CEP 90000 - Porto Alegre - RS

Presidente: JOSE ROCHA MOREIRA Empresa: Gráfica Piratininga Ltda. - Rua Quatro, 341 Fone: (062) 224-4417 - CEP 74000 - Goiânia - GO

Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 - Sala 701 - Fones: 222-6081/4-0402

Presidente: SIDNEY DE MORAES Empresa: Minas Gráfica Editora - Rua Timbiras, 2062 Fone: 226-4822 - CEP 30000 - Belo Horizonte - MG

Rio de Janeiro Av. Brasil, 15.671 - Lucas - Fones: 230-4171/4747/391-1748 Presidente em Exercício:

RENATO PACHECO AMERICANO Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Av. Brasil, 15.671 - Lucas - CEP 20000 - Rio de Janeiro - RJ

Santa Catarina Caixa Postal, 182

Paraiba

Presidente: UDO WAGNER

Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE -

Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A Praça Antonio Rabelo, 12 - Fones: 221-4355/4144 Fone: Fábrica 221-3118 - Caixa Postal, 36 - CEP 58000 João Pessoa - PB

Empresa: Gráfica Avenida Ltda. - Av. Getúlio Vargas, 350 Fones: (0473) 72-0772/0592 - CEP 89500 - Jaraguá do Sul - SC

São Paulo Paraná Rua José Loureiro, 464 - 9 •0 andar - ci. 91 - Fone: (041) 223-3705

Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO

Empresa: Gráfica Vitória - Rua André de Barros, 216 Fone: 32-4482 - CEP 80000 - Curitiba - PR 4/1980

Rua Marqes de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 231-4733/4143/4923/4353

Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE Empresa: Tilibra S/A. - Comércio e Indsútria Gráfica Rua Bertolina Maria, 7/21 - Vila Vermelha - CEP 04298 São Paulo - SP 37


Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidente: Henrique Nathaniel Coubé Vice-Presidente:

Rubens Amat Ferreira 2.* Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognes1 Pereira 2.* Secretario: Dráusio Basile Tesoureiro: Waldyr Prioill 2.* Tesoureiro: Jose Alder Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Renato Foroni Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Jose Luiz Spinola Conselho Fiscal:

Homero Villela de Andrade Vitto José Clasca José Raphael FIrmino Tlaccl

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANT1NA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua São Bento, 1134 — Fone: (0162) 22-1386 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919/0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Sal les de Oliveira, 650 — Fone: (0192) 51-7197 Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria

e Comércio

Praça das Bandeiras, 1.077 — Fone: (016) 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

Suplentes:

Osmar Matavelll Paulo Tavit Panossian Basilio Artero Sanches

ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda.

Sindicato das Industries Gráficas no Estado de São Paulo

Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

Presidente:

Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 436-3582 — 434-4848 Diretor: RUBENS ROBERTONI

Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894/2944/2969

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 2.• Secretário: Jose Aidar Filho Tesoureiro: irineu Thomaz 2.° Tesoureiro:

Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Villela de Andrade Ernani Parise José Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal:

Jose Raphael Firmino Tiaccl Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes:

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal, 153 — Fones: (0145) 22-3900 Diretor: ALBERTO JUAN REMBADO

Rua Duque de Caxias, 161 — Fone: (0432) 23-1350 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: (0172) 32-8185 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZO

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20/21 — Fone: (0132) 34-7417 Diretor: AFONSO FRANCO

Suplentes: Sidney Fernandes Dráusio Basile

Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fone: 452-3444 Diretor: MÁRIO DE CAMARGO

Secretaria:

Secretário Geral

Elias Valentir Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Prloill Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscais, cfveis e criminais.

32-1668

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A.

Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade

das 8 ãs 11,30 e das 13 às 17 horas Aos sábados não há expediente.

38

JUNDIA1, SP Cia. Litográfica Araguaia

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica

TAUBATÉ, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: (0122) 32-2835 Diretor: JOEL ROSSI QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: (0142) 22-4467 Diretores: Alcides Bonora e José Esperidião ABIGRAF EM REVISTA


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Revista Abigraf 54