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th ANO V - NÚMERO 52

-

MARÇO 80

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EM REVISTA

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BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO


Klein. Máquinas que auxiliam voce a causar a melhor das impressões. Mesa Vibratória MV-3

Projetada para dar maior rapidez, limpeza e eliminar perda ao emparelhar o papel, esta máquina tem estrutura metálica, de alta resistência, e mesa de madeira revestida em fórmica, medindo 960x655mm. Sua inclinação é regulável, permitindo o emparelhamento de qualquer quantidade de papel, ate a altura maxima de 100mm. Trabalha com motor elétrico de 1/2 CV, fixo na mesa.

CMIsturador

de Tintas M 1

Enfardadeira Hidráulica EH.3 De grande utilidade nos mais diversos setores, para enfardar aparas de papel, forragens, couros, estopas, ferro, plásticos, etc., esta máquina hidráulica está equipada com dispositivos de segurança contra acidentes de trabalho. Evita desgaste e consumo maior de energia, pois seu conjunto moto-bomba é acionado somente quando comandado os movimentos.

Máquina especialmente construída para a sua empresa obter maior rendimento na produção, através de uma mistura perfeita de tintas e colas. Apresentada em dois modelos: M-1 com capacidade para 15 litros e M-2 para 45 litros, possuem motor com duas velocidades. com redutor em 8 e em 4 polos.

Máquina de Afiar Navalhas ANG 175 Indicada para afiar navalhas de guilhotinas, esta máquina se torna indispensável para a boa manutenção e superior rendimento das navalhas. Seu ângulo de afiação pode ser regulado precisamente entre 0°e90° e o avanço do rebolo se dá em 0,01mm automático ou manual. O corpo da máquina é fundido em Meehanite.Comprimento e retificação: 1750mm (max.) Largura da navalha: 180mm (máx.) Velocidade de translação: 4,4m/min.

máquinas klein s.a. INDUSTRIA E COMERCIO

Rua 19 de Novembro, 2 (H. Velho) Fone (0512)95.1626 C. Postal 2070- CEP 93.300 Novo Hamburgo- RS-Brasil

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Expediente

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EM REVISTA

Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, Republica Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal — Divisão

Capa: Criação e arte-final: Antonio José dos Santos F.° Fotolitos:

Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável: Rubens Amat Ferreira

Sumário Editorial

5

Cartas

6

Produtor: Maria Lirio Sampaio

PETER ROHL — Exemplo de uma Função de Produção para a Indústria Gráfica e Editorial

7

Jornalista Responsável: Rend Santini Filho MTPS 1203

Mato Grosso atrai investimentos

16

Florestamento permitirá economia de 564t óleo em 1982

18

ABTG — Comissões Técnicas

19

Valter Trevisan

Jubileu de Ouro

24

Consultores Técnicos: Drausio Basile Thomaz Frank Caspary

ABIGRAF/SIGESP — Cursos para 1980

27

Nossa Impressão

29

FIESP/CIESP — 20 anos de Sudene: Números atestam crescimento do NE

31

Bolsa de Máquinas

33

SENAI — Telecurso abrangerá 5 mil trabalhadores

34

FLASHES — Polar 50.000

37

JURÍDICO — Trabalhista

39

JURÍDICO — Fiscal

40

Regionais da ABIGRAF

41

Delegados no Estado de São Paulo

42

Diretor Editor: Rose Maria Priolli

Diagramador:

Colaboradores: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP Circulação:

Benedicto Lopes dos Santos Composição Gráfica: Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão:

Priolli & Cia. Ltda. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 231-4733 - 231-4143 - 231-4923 e 231-4353 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

3/1980

ABIGRAF EM REVISTA — ANO V — N.° 52 — março de 1980 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


Papel Simão. Fidelidade acima de qualquer suspeita.Não se deixe enganar pelas aparências. ter uma idéia muito maravilhosa e ser traído no resultado final. Por isso, na hora de criar um encarte, um folheto ou material pont -venda,

imagine também o tipo de papel ideal. Na linha de papéis Simão você pode confiar. Ela tem várias maneiras para mostrar que é fiel às suas idéias. Desde o apergaminhado

até os papéis es ciais sob encomenda. , 'lidade sempre a me Reproduz e tamente o que você pensou, sem enganos. Simão traz as melhores impressões. Fiel até no prazo de entrega. :

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editorial 61-

0 acabamento na Indústria Gráfica Qual a origem da expressão "Artes Gráficas"? Sem nos determos muito em Gutenberg e na história do nosso setor, essa nomenclatura dá bem a medida da importância que a visualização, a elaboração, em última análise o acabamento sempre tiveram no produto gráfico.

Se nos recordarmos de que o processo de transpor para o papel — por um meio qualquer de reprodução ....mecânica — desde literatura até gravuras foi a atividade preponderante do setor gráfico por mais de 300 anos já bem podemos aquilatar ser condição intrínseca desses trabalhos uma boa apresentação, uma conotação quase artística, enfim um bom acabamento, de que sempre se revestiu o produto impresso. A função de embalagem ou de apelo visual de vendas, vem sendo exercida muito recentemente, praticamente a partir da década de 20; e a sofisticação acelerouse muito em fins da década de 30, quando o antigo processo litográfico foi substituído pelo sistema de offset e rotogravura. Filosoficamente, o próprio desenvolvimento e técnicas de produção acelerada; a montagem em linha; a produção em massa — todos fatores voltados aos objetivos de redução do custo final do produto ao consumidor e otimização da eficiência produtiva e conseqüentemente do lucro — na verdade desenvolveram-se muito mais rapidamente do que a capacidade de consumo (leia-se poder de compra) da massa usuária. Começou a ocorrer ociosidade na produção. Fortuitamente para o sistema, a ocorrência da Segunda Guerra Mundial absorveu este excesso disponível; mas, paradoxalmente, a necessidade de melhorar o desempenho das forças armadas acabou por criar técnicas de gerência em todos os âmbitos, mais aprimoradas ainda que as anteriores. Em outras palavras: terminado o conflito passou a haver ainda mais eficiência da produção. A partir daí é que realmente o marketing desenvolveu-se muito mais objetiva e cientificamente. Para forçar o consumo dos crescentes excedentes de

produção, desenvolveram-se dois tipos de técnicas: o primeiro, mais leal, de apelos publicitários, desenvolvimento de produtos e demais funções dentre as quais sem dúvida a mais importante é a sensibilização visual da embalagem; e o segundo, de espoliação do consumidor, onde podemos enquadrar a obsolescência planejada e

quejandos. Por tais proposituras infere-se a importância do produto gráfico — mas principalmente do acabamento desse 3/1980

produto nos esquemas mercadológicos da quase totalidade da produção de bens do mundo atual. Um livro bem acabado vende melhor do que um mal impresso; uma camisa bem embalada é melhor aceita do que uma pobremente apresentada, mesmo que a qualidade do segundo tipo seja inferior a do primeiro; e até um anúncio para venda de um avião, se bem impresso, é um indutor subjetivo de grande preponderância numa escolha final. Curiosamente não pode o gráfico dar-se ao luxo de planejar a obsolescência do seu produto, já porque a matéria-prima principal é perecível de per si, como também o produto tern de ser totalmente perfeito. Concluindo, podemos inferir algumas ilações óbvias:

1. 0 ) 0 acabamento gráfico não é apenas a finalização do trabalho. 8 todo o processo, desde a escolha da melhor matéria-prima, o cuidado na elaboração dos originais, na impressão, nos processos de envernizamento, corte, até a perfeita embalagem, para que o produto chegue intacto as mãos do transformador ou do consumidor final.

2.°) O investimento na melhoria da qualidade do acabamento deve ser planejado globalmente. Não adianta investir numa fotocompositora se o equipo de encadernacão deixa a desejar. Ate pelo contrário, uma composição oticamente perfeita faz ressaltar uma encadernação mal acabada. 8 preferível portanto reduzir a ambição de uma compra concentrada num equipamento único, redistribuindo a aplicação de forma mais homogênea na totalidade do parque gráfico, mesmo que tal política redunde numa qualidade geral das máquinas mais modesta. 3.°) Na elaboração do orçamento da sua empresa, dedique sempre uma verba para o desenvolvimento da qualidade, mesmo que a princípio essa atividade se resuma a pesquisas de mercado. E use essa verba!

4.°) Invista na melhoria da qualidade da sua mãode-obra, pois esta é o outro fator de produção, tão importante quanto o maquinário, e com uma imobilização muito menor de capital.

5.°) Implante um controle de qualidade de algumas matérias-primas, de algumas fases do processo de producão e do produto terminado, evidentemente no transcorrer da tiragem ou da edição. 6.°) A última recomendação: a importância do acabamento da indústria gráfica é a condição quase que exclusiva da sobrevivência do setor. Drausio Basile 5


cartas

la

stag

Prezado Senhor

Temos o prazer de acusar o recebimento de sua Carta Circ. 22/79 de 18 de dezembro p. passado, desejando pleno êxito à nova Diretoria eleita. Aproveitamos a oportunidade para informar que a Diretoria da ABCP, eleita para 1980, ficou assim constituída: Presidente - Alfredo Leon; VicePresidente - Clayrton Sanchez; 1. 0 Secretário Tesoureiro - Rui Ribeiro Vivone; 2.° Secretário Tesoureiro José Carlos Kling. Conselho Executivo: Titulares — Benjamim Solitrenick, Carlos Roberto Berardi, Roberto Barreto Leonardos, Américo Pereira da Silva. Suplentes: Alberto Fernandes S., Arnaldo Flaks, Carlos Amorim de Almeida, Maury Fontes de Athayde. Conselho Fiscal: Jamil Nicolau Aun, Borris Tabacof, Sverre Albert Mortensen. Sem mais, apresentamos nossas cordiais saudações. Alfred Leon Presidente

Henrique Nathaniel Coubé: Ao ensejo de sua investidura na Presidência da Associação Brasileira da Indústria Gráfica no Estado de São Paulo — "ABIGRAF", queremos parabenizá-lo, desejando-lhe sucessos administrativos it frente dos destinos desse importante órgão de classe. Disponha V. Sas. de nossos modestos préstimos e de nosso apoio à nova administração que se inicia. Cordiais saudações. Isaias Spina Diretor Vice-Presidente

Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel Rua Salvador Corrêa, 270 - 04109 São Paulo - SP Prezado Senhor

20 a 24 outubro

1980

Rubens Amat Ferreira: Ao registrar-se o seu afastamento da Presidência da "ABIGRAF", frente da qual prestou valiosos serviços, com dedicação e eficiência, queremos neste instante juntar as demonstrações de apreço de que tem sido alvo, também as homenagens do Grupo Spina. Desejando-lhe todos os sucessos no novo cargo de que está investido, valemo-nos do ensejo para apresentarlhe nossas cordiais saudações. Isaias Spina Diretor Vice-Presidente Indústrias Reunidas Irmãos Spina S.A. Rua do Hipódromo, 720 - Brás Capital - SP

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a.i10

Prezado Senhor:

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Indústrias Reunidas Irmãos Spina S.A. Rua do Hipódromo, 720 - Brás Capital - SP Senhor Presidente: Em meu nome e dos diretores da ABIGRAF-MG e Sindicato, venho apresentar-lhe meus cumprimentos pela sua eleição para a Presidência dessa entidade, formulando votos de pleno êxito em sua administração. Ao ensejo, estamos remetendo a V. Sas. exemplar do jornal "0 CICERO", no qual está publicada notícia a respeito da nova diretoria da ABIGRAF-SP. Cordialmente, Sidney de Morais Presidente Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de Minas Gerais Associação Brasileira da Indústria Gráfica - Regional de Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 - 7.° andar Sala 701 - Belo Horizonte - MG

Atenção Henrique Nathaniel Coubé: Harris Corporation — WEB Press Division e Karl Klokler parabenizam, ".41 eleição presidente "ABIGRAF" e auguram-lhe sucesso e felicidade. Karl Klokler Em nome desta entidade, congratulamo-nos com V. Sas. pela posse nova Diretoria e auguramo-lhes gestão plena de êxito em todos os empreendimentos. Saudações Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose AB1GRAF EM REVISTA


OA.

Peter Rohl

Exemplo de uma Função de Produção para a Indústria Gráfica e Editorial

Sinopse Este estudo tem por objetivo dois pontos básicos: a) levantar uma função de produção para a indústria gráfica e editorial, a partir da qual poderia se inferir algumas conclusões sobre este ramo industrial, e b) transmitir os conhecimentos e as ferramentas básicas, de como levantar em termos estatísticos uma função de produção. As conclusões deste estudo apenas devem ser encaradas como válidas no triângulo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, primordialmente, para empresas gráficas e editoriais grandes e médias. Os dados foram extraídos, • em grande parte, das últimas quatro edições de Melhores e Maiores da Abril-Tec. Infelizmente não existem outros dados confiáveis, de outras regiões e de empresas menores, que nos possibilitaria encontrar uma função válida para todo o ramo gráfico e editorial. Apenas acreditamos poder afirmar, que exista, também, uma correlação para essas outras empresas, no entanto, sem possibilidades de testes estatísticos. Outrossim, o estudo está reduzido a apenas três variáveis, por falta de dados sobre outros pontos influentes na formação da função de produção, no entanto, esse tipo de apresentação facilita a compreensão sobre o funcionamento da função, embora estão sendo dadas as ferramentas para cálculos com mais variáveis, os quais, no entanto, praticamente deveriam ser processados por computador. Explicação Teórica de uma Função de Produção As funções de custos são derivadas das funções de produção, as quais são consideradas as funções fundamentais da Teoria de Produção. A função de produção estabelece a relação entre quantidades aplicadas de fatores de produção e as quantidades do produto final, conforme uma técnica específica. Um aspecto mais genérico é dado por funções de transformação, as quais estudam as relações entre as quantidades de uma série de bens produzidos e as quantidades dos diversos fatores de produção. Esse tipo de função encontra seus exemplos clássicos, normalmente, na agricultura, analisando vários tipos de terra, diversos tipos de trabalho (p.e.: qualificado, não qualificado, etc), uma série de tipos de capital (p.e.: diversas máquinas, produtos primários, produtos intermediários, etc.). Quando as quantidades de certos fatores de produção influem em variações da produção planejada e se relacionam, em termos técnicos, com a quantidade planejada, temos meios de produção limitantes. Nos casos mais simples, as quantidades dos 3/1980

meios de produção limitantes são proporcionais às quantidades dos produtos fabricados. Os meios de produção limitantes, nesse caso, se apresentam sempre numa proporção constante para o processo de produção. Analisamos primeiro o caso clássico das quantidades de um produto (P), produzido por intermédio de n fatores de produção (F 1 , F2, ... , Fe ): P = f (F i , F2 ,..., Fe ) (I) As produtividades marginais são: Pi = Sf/SFi Estas, pelo menos, no âmbito das análises econômicas não costumam ser negativas: Pi

0

As derivadas das produtividades marginais: Pi = (5 2f/t5Ft normalmente só podem ser positivas: < O. Exceto nas desigualdades retro citadas, não existe na Teoria Econômica uma referência clara sobre a forma da função de produção. No entanto, a função que mais se adaptou às necessidades é a chamada função Cobb-Douglas: p bb a F". F2 Fnbn . 2 Os valores a, b i , b2 be são constantes. A função também pode ser escrita em forma logarítmica: •

log P = log a + b 1 log F 1 + b2 log F2

be log F,

Vemos, imediatamente, que as constantes bi representam as elasticidades das quantidades de produção, relativas às quantidades dos fatores de produção: EP/EFi = b = (15P/SFi) Fi/P Isso pode ser interpretado da seguinte forma: Se as quantidades de todos fatores de produção continuam constantes, exceto a quantidade Fi que aumenta em 1%, então a quantidade do produto deve variar por volta de bi porcento. As desigualdades retro citadas assumem os seguintes valores: 0 < bi < 1 (a) Analisamos agora a soma das elasticidades: (10)

B = b i + b2 + + be


Se B > 1, temos uma produção de escala ascendente e, se B <1, uma produção decrescente. O caso marginal com B = 1, representa urna produção de escala constante. Desta forma, num sistema de mercado de concorrência perfeita, as grandes e as pequenas empresas tendem para resultados idênticos. Não existem vantagens, nem desvantagens para a produção em massa, fenômeno denominado de "escala constante de retornos" (constant return scale). Tal função é chamada de linear e homogênea ou, homogênea de ordem urn. Analisamos agora a função de produção: p

a 0 1 Fb2 Fbn 2

I

e supomos que todos os fatores se alteram de maneira proporcional pela relação m (0 < m), obtemos, substituindo mFi por Fi em 1 I : = a (mF 1 )b1 • (mF2 ) 2 (mFn)b n = rn bi+b2+... + bn

a

= mB F "•b22 cbn n

p

Deste exemplo podemos derivar: Se todas as quantidades nos fatores de produção mudam na proporção m, então o produto altera na relação mB, sendo B = b 1 + b 2 + + b n , a soma das elasticidades. Se B = 1, isso significa que o produto, igual

(1 )

Item

Vendas-Lucro Líquido em Cr8 1.000.000

Patrimônio Líquido em Cr 8 1.000.000

Ativo Total em Cr 8 1.000.000

218 214 127 78 69 79 64 27 288

501

1 2

770 629

3 4 5 6 7 8 9 10

372 257 257 248 235 195 1.185 993

11 12

564 468

171

13

388

14 15 16

384 321 1.512

17 18

906 604 546 478 411

66 138 98 172 162

19 20 21 22 23 24 25 26 27

789 248 369 174 398 190 165 1.275

277

680 526 185 123

125

115 183 150 182 528

2.256 982

424

1.008 934 847

247 205 342

768

251

372 424 883 744 313 521 588 265 1.096 1.142 366 530 791 847

X 1 = Vendas (-Lucro Líquido), X2 = Patrimônio Líquido, Total. 8

X3 = Ativo

às quantidades dos fatores de produção mudam na mesma proporção. Caso dobramos os fatores de produção (m = 2), então a quantidade produzida também será dobrada. Se B > 1, então a quantidade produzida muda além da proporção das quantidades dos fatores de produção, se B < 1, então a mudança é abaixo da proporção.

-so

3. Caso prático da Função de Produção

Tendo cm vista a grande variedade dos fatores de produção e dos produtos finais, ainda por falta de outros dados mais precisos optamos por uma função simplificada, embora mais representativa em termos de resultados financeiros efetivos. Consideramos que, a partir dos valores do patrimônio líquido e do ativo total, podemos englobar uma grande parte dos fatores de produção e, a partir das vendas, analisar a diversidade das quantidades de produtos produzidos. Para evitar distorções maiores devido à lucratividade diversificada das empresas, descontamos o lucro líquido do total de vendas. Assim, obtivemos os seguintes dados para o setor editorial e gráfico:

Transformamos agora os dados em valores logarítmicos: (2)

Item

X1

X2

X3

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 EXi

2,8865 2,7987 2,5705 2,4099 2,4099 2,3945 2,3711 2,2900 3,0737 2,9970 2,7513 2,6703 2,5888 2,5843 2,5065 3,1796 2,9571 2,7810 2,7372 2,6794 2,6138 3,3533 2,9921 3,0035 2,9704 2,9279 2,8854 74,3837 2,7550

2,3385 2,3304 2,1038 1,8921 1,8389 1,8976 1,8062 1,4314 2,4594 2,4425 2,2330 2,0969 1,8195 2,1399 1,9912 2,6253 2,2095 2,0607 2,2625 2,1761 2,2601 2,7226 2,6274 2,3927 2,3118 2,5340 2,3997 59,4037 2,2001

2,6998 2,8971 2,4742 2,5670 2,2406 2,5999 2,2788 2,2175 3,1055 2,8325 2,7210 2,2672 2,0899 2,5705 2,6274 2,9460 2,8716 2,4955 2,7168 2,7694 2,4232 3,0398 3,0577 2,5635 2,7243 2,8982 2,9279 71,6228 2,6527

Ri

ABIGRAF EM REVISTA

1,0111

ara


A li A i2 ..• A in 1 0 0 Si A21 A22 ••• A 2n 01 ••• 0 S2

Para construirmos o sistema de equações lineares devemos encontrar os valores S, sendo que: Sji = EXiXj - NX.¡Ki (3)

(4)

1 5,

EXiXj

1

2

3

1 2

206,8113 -

165,5606 132,9993

198,8243 159,3751

3

-

-

192,0032

A última coluna serve unicamente para prova, e é a soma de todos os elementos anteriores da linha. Nossa tabela 6. : A11A421 0 SI A21 A22 0 I S2 ou Tabela 1 (10)

NXiXj

2,3074 1,7976 1,0000 0,0000 5,1050 1,7976 2,0091 0,0000 1,0000 4,8067

A nossa segunda tabela tem a seguinte configuração:

(5 )

1

2

3

1

204,9307

163,6544

197,3211

2

-

130,6919

157,5775

3

-

-

189,9941

2

3

EXiXj

-

NYCA = Sij

1 1

1,8806 -

2 3 Assim, sendo

1,9062

1,5032

2,3074 -

1,7976 2,0091

5Z i = Y.° + K2 X2 + K3 X3

KnX,, temos

S22 K2 + S23 K3 4' --• + SznKn = S12 S30 K0 = S13 S32 K2 + S33 K 3 + Sn2 K 2 + S03 K 3 +

Snn K, = Sin

ou X i = Ko + K 2 X2 + K 3 X3 S22 K2 + S23 K3 = S12 S32 K2 + $33K3 = S13 substituindo as expressões por seus valores obtidos temos 2,3074 K2 + 1,7976 K 3 = 1,9062 1,7976 K2 "I' 2,0091 K 3 = 1,5032 O nosso primeiro passo é calcular a determinante da matriz, pois, a condição "sine qua non", para que a equação possa ser aceita é, de que D O 2,3074 1,7976

1,7976 2,0091

= 2,092729

Portanto, sendo o valor da determinante diferente de "0", a equação é aceita e, podemos passar para os próximos cálculbs. Temos de calcular, agora, a matriz inversa ou recíproca e sugerimos utilizar o método de "Crout", que facilita, sobremaneira, os cálculos acima de 3 variáveis. Armamos uma primeira tabela, escrevendo ao lado da matriz, cuja matriz inversa queremos calcular a matriz unitária: 3/1980

Bin B02 ..• BnnCrn Cn2 •• • CnjiT, Os valores são obtidos da seguinte forma: ••• Bin = Bi = Ali, B21 = Os valores da primeira linha, a direita do elemento diagonal B 11 , obtemos, dividindo os valores correspondentes da primeira linha da primeira tabela por All: B 12 = Al2/1311, B13 = A13/B11, ••• Bln = AiniBit C11 = 1/B11, C12 = 0/B11 = 0, Cl n = 0/B11 = T 1 = SI/Bil Agora temos a prova: O último valor da primeira linha deve ser maior, em uma unidade, que a soma de todos elementos da mesma linha, depois do elemento diagonal B 11 (exceto T1= B12 + B13 + •-• + B1 11 + C11 + C12 + ••• + C1 n + 1 O elemento diagonal da segunda tabela é calculado da seguinte maneira: Subtraimos do elemento diagonal correspondente da primeira tabela (A 22 ), o produto do segundo elemento, da primeira linha da segunda tabela (B 11 ) e do primeiro elemento, da segunda linha da segunda tabela (B 21 ): B22 = A22 - B21 " B12 De forma semelhante calculamos os elementos faltantes da segunda coluna da segunda tabela:

e

D=

B 1 1 B 12 Bi nC11C12 ••• CI nTI B21 B22 ••• B2 0 C21 C22 -•- C2 0 T2

B 32 = A32 - B 31 • B 12 B42 = A42 - B41 • B12 B112 = A 112 - Bin • B 12 Os elementos da segunda linha, a direita do elemento diagonal obtemos, também de forma semelhante:

B23 = (A23 - B21 • B 13)/822 B24 = (A24 - B 21 • B 14)/B22 B20 = (Aan - B21 • B11)/B22 C21 = (0 -1321 • C )/B- 22, C- 22

1 - B21 • C 12)/1322

além de C22 os valores são "O": 12 = (S2 - B 21 T 1 )/B22 Como prova temos novamente: T2 = B23 + B24 + ••• B2n + C21 + C22 +

+ C2n + 1


Os elementos da penúltima coluna são calculados da seguinte forma:

O elemento diagonal da terceira linha calcula-se, como segue: B33 = A33 - B31 • B13 - B32 • B23

C( 11 -1)1 - Um . B(n-On U2(n -1) = C(n-02 - 1-12n • B(n-i)n

De forma semelhante calculamos os elementos restantes da terceira coluna, abaixo do elemento diagonal:

Un(n-I) = C(n-i)n - Unn ' B(- m ) 11

B43 = A43 - B41 • B 13 - 1342 • B 23 B53 = A53 - B51 • B13 - B52 • B23

B 3 = An3

MOM

Para a prova temos: = To-ij - Tn ' B(n-1)n= C1(11-0+ C 2 ( n ...»+ +

BM. • B13 - Bn2" B23

Cn(n-o+ 1

O cálculo da terceira linha, após o elemento diagonal, segtie de forma idêntica, apenas dividindo os valores pelo elemento

B 33 :

B34 = (A 34 - B31 • B14 - B 32 • B24 )/B 33 B35 = (A 35 - B 31 • B 15 - B 32 • B25 )/ B 33

Seguindo o mesmo raciocínio chegamos à primeira coluna da nossa tabela: U11= C11- Um • B1n -1-11(n-1) • B i (111 ) - ••• - U12 ' B - ••• - U22 • B12 • U21 = C12 - U2n B 1 -

Bin- B32 - B2 11 )/1333

13311 = (A311 - B31

-441

=Ci n Unn • Bin- Un(n-i) • Bi( n -i) - - Un2 • B12 C31 = (0 - B31 • C11 - B32 • C21)/B33 C 32 = (0- B 31 • C 1 2 - B32 • C22 )/B33 C33 = (1 - B31 • C13

E para prova temos: V1 = T 1 - Tri • B1n

B32 • C23)/B33

além de C 33 os valores são "0". T3 = (S 3 - B31 •

= B34 + B35+ + B311 + C 31 + C 32 + ••• + C3n + COMO expressão geral temos:

Para os elementos diagonais: B1 = A11- Bil - B11- B 1 2 • B2 1

B1(1-1) • B(1-1 )1

Para os elementos de uma coluna j, abaixo das diagonais:

Cij = Uji

O esquema geral de cálculo pode ser dado em forma de matriz, como a seguir, onde I representa a matriz unitária, C e U matrizes e V um vetor: AIS BCT

= Ajj - B11 • Blj - B 1 2 B2j - - BAH ) • B (j -1 )i

Para os elementos da linha i, a direita das diagonais: = (Ajj - 13j1 • 13 1 j - 1312 • B2j -

V' ) • Bo _ j jj)/Bij

- Bj( j

Para os elementos lineares correspondentes à matriz unitária: Bi2 • C2j -

-

No nosso cálculo específico obtemos os seguintes valores para a terceira tabela:

) • C(i--1)J)/Bii

Para os elementos de prova temos: Ti= (Sj - B11 • T i - 13i2 • T2 -

- Bio_ i ) • To _ 0 )/Bli

+ Bin +

+ Ci2 +

+ Cin+i

Voltando aos nossos dados, baseado nas instruções retro citadas, construimos a Tabela 2 : (11)

2,3074 1,7976

0,7791 0,6086

0,4334 1,2801

0,0000 1,6431

2,2125 1,3630

Os resultados são calculados numa terceira tabela:

1,4307

-1,2801

-1,2801

1,6431

1,4307

-1,2801

1,9062

-1,2801

1,6431

1,5032

OU:

Cn2

Unn

Cnn

K2

1,4307 • 1,9062

-1,2801

1,5032

K3

-1,2801 - 1,9062

1,6431

1,5032

OU:

K2

Como prova temos:

10

1,3630

Agora, com a matriz inversa, podemos calcular os valores da nossa função:

Esta tabela é construida da direita para a esquerda. Na última coluna copiamos simplesmente a última linha da tabela anterior:

Vn

1,1506

K3

Uni Un2 ... Unr, ViV2 Vn

Tn

-1,2801 1,6431

A-1

U11 U 12 ... U !n U21 U22 ... U2n

, U2n

1,4307 -1,2801

A última linha serve apenas para prova. A matriz inversa A-1 é a matriz U transposta:

Para a prova: Tj= Bui-E i j+ B(n+2) -F

T B

Un1 + 1

Devemos levar em conta, no entanto, que U é matriz transposta da matriz recíproca para A. Para os elementos da matriz inversa Cki temos:

Ti - B32 • T2 )/B33

COMO prova temos novamente:

Cjj = (Ijj - Bi l

T(I1-1) • B1(11-1) •••

= U11 + U21 + •••

U2n

Unn + 1

K3

2,7272

-1,9243

-2,4401

2,4699

.•••

ABIGRAF EM REVISTA


OU: (17) Pp.

INK

K2 =

2,7272 - 1,9243

K3 = -2,4401 + 2,4699

(18)

R2 =

0,8029

K3 =

0,0298

K2

ou, no nosso caso especificamente: Ko = X 1 - K2 X2 - K 3 X3

ou:

5 = 0,9295 + 0,8029 X2 + 0,0298 X3

4. Testes e Cálculos de Valores Derivados da Função de

Produção. O calculo, retro aplicado, do método dos mínimos quadrados leva a uma função estatística para os parâmetros de forma linear. A fim de sabermos os limites de confiança, testarmos as hipóteses, etc., devemos considerar a distribuição dos possíveis erros E l , E2 , , E. Consideramos, que esses erros têm uma distribuição normal e são independentes um do outro. Sendo este o caso não temos autocorrelação. Supomos, também, que todos desvios têm o valor médio igual a "0" e que têm urna variância comum 0 2. Desta forma temos, p.c., para os desvios E t a seguinte densidade de distribuição _ F 2 /20 2 e (t = 1, 2, , N) Pt ..

s,r7r

Agora usamos o método das máximas de Likelihood. A probabilidade que aconteçam os desvios E l , E2 EN, devido independência dos erros, é dado pelo produto das probabilidades: e -Q/20 2 P = p i P2 PN = 5 N (2)N/2 onde Q =

E

E2t

A função P sera o máximo, se a soma dos quadrados dos desvios Q sera o mínimo. Portanto, neste caso, o resultado dos mínimos quadrados está correlacionado com o resultado do método das máximas de Likelihood. Agora usamos nossa proposição referente à função de distribuição dos erros e procuramos uma resposta à pergunta se existe, nas suas premissas fundamentais, uma relação entre X, e as igualdades de regressão X 1 = K o + K 2 X2 + K 3 X3 + ••• KnXn • Nós calculamos a partir dos quadrados do coeficiente múltiplo de correlação:

1,5032 --

1,8806

0,84

O quadrado do coeficiente múltiplo de correlação nos demonstra a parte de todas as variâncias da variável independente X 1 , explicados pela função linear X l . Testamos agora os coeficientes múltiplos de correlação da seguinte maneira: 2 (N - P) F- R (1 - R2 ) (P - 1)

onde N = número de amostras e P = número de variáveis. Esta função de teste tem a distribuição "F" de Snedecor, com P-1 e N-P graus de liberdade. Assim podemos testar a hipótese nula, que em sua totalidade básica o coeficiente múltiplo de correlação seja nulo, i.e., que não existam relações entre as variáveis X 1 , X2 ,..., Xn . Para o nosso cálculo temos: P-1 = 2 e N-P = 24 Isso significa que, com 99% de certeza o nosso valor tabelado é (conforme tabela de distribuição dos limites F) Ft = 5,61 O valor calculado é: F, -

0,84 - 24

20,16

0,16- 2

0,32

= 63

Portanto Fc = 63 > Ft = 5,61 A soma dos desvios da variável dependente X 1 , ern relação A. média aritmética S li , pode ser dividida em duas somas de quadrados: S il = A + B A =K2 S 12 +K3 S 13 + ...+ K n S in = (P - 1)R2 é a soma dos quadrados da função de regressão Ela tem, igual "X2" uma distribuição com P - 1 limites de liberdade. B = S li - A = (N - P)(1 - R 2 )

o

é a soma dos quadrados dos desvios variável dependente X I em relação à igualdade de regressão X,. Esta soma de quadrados é, igual "X2", distribuida com N - P graus de liberdade. Por isso, F -

3/1980

+KS 3 13

2 0,8029 • 1,9062 + 0,0298 R -

K.0 = 2,7750 - 0,8029. 2,2001 - 0,0298. 2,6527 = 0,9295

Desta forma obtivemos a seguinte função de produção (21)

KS 12 _2

OU

K0 = X 1 - K2 X2 - K 3 X 3 - - Kn X0

(20)

••• KnSn

S11

Para calcularmos o valor K o temos a seguinte fórmula:

(19)

_ K2 S12 + K3 S13 S I'

Para o nosso caso temos:

portanto:

1.•••

la.

R2

tem distribuição "F" de Snedecor,

com P-1 e N-P graus de liberdade. Porém, normalmente, também estamos interessados na distribuição dos coeficientes individuais K2 , K3 , , Kn , as quais, na maioria dos casos, tem significado econômico direto. Formamos a expressão: S2 = (S 11 - K2 S 12 - K 3 S 13 - - Kn S in)/(N - P) e utilizamos a matriz inversa (13), com os valores Cd. Assim formamos a função de teste: 3,..., n) 11


Esta função tem uma distribuição "t" de Student, com N - P graus de liberdade. Corn sua ajuda podemos testar a hipótese que Kj= K1. Se tomamos Kt = 0, temos um teste de segurança. Voltando ao nosso caso temos: (28)

tt = 2,797, com 99% de certeza

(29)

s

Usamos também - 1a distribuição "t" de Student, para calcular os limites de confiança de K. Sendo T a percentagem de certeza e tt o valor tabelado correspondente a N - P graus de liberdade, os limites de confiança com a certeza T é calculado pela formula: ± tt s

S ti -K2 S 12 - K3 S 13

2

Para nós temos os seguintes cálculos, com 99% de certeza

(N - P)

K2 ± 2,797 • 0,0436V'

O U: (30)

2 s =

1,8806 -0,8029.1,9062 - 0,0298 • 1,5032 - 0,0019 24

A raiz quadrada é: (31)

OU:

0,8029 2,797 •0,0436 • 1,1961 ou:

s = V 0,0019 = 0,0436

0,8029 ± 0,1459

Assim podemos calcular a função de teste para K2 (32)

sendo:

K2

t2C

L2i = 0,6570 e Le = 0,9488 Os valores para os limites de confiança de K3 são

S OU:

0,8029 tc - 0,0436 • V 1,4307 0,8029 = 15 381 ' 0,0522

0,8029 0,0436 • 1,1961 --

0,0298 ± 2,797- 0,0436V' 1,6431 0,0298 ± 0,156 sendo: L3 , = -0,1262 e L3 11 = 0,1858

Passamos agora a calcular as produtividades marginais. A nossa função de produção é:

Assim: t2c = 15,381 > t2t = 2,797 Para K3 temos: t3c

= 0,9295 + 0,8029X2 + 0,0298 X3 Colocando agora:

K3 - S No/Z;3-

OU

(36)

= 0,0298 0,0298 t3o 0,0436 - 1,2819 0,0436 V 1,16431 0 0298 = 0 533 ' 0,0559

Xj = log Yj temos y i = 1 0K0 yK2yK3 Considerando agora que R-t é a media aritmética de Yt, temos =

Yi = antilog Xi e = = Kt Y2

Assim t3c = 0,533 < t 3t r- 2,797 De forma idêntica podemos testar Ko ■I - P /s t = (K 0 - R o) VT

No nosso caso temos:

2 • 775 4,899 _ 13,5947 - 311,805 0,0436 0,0436 Assim: te = 311,805 > t t = 2,797 Também podemos calcular os limites de confiança, por uma função de teste "t" de Student, com uma distribuição de N - P graus de liberdade. Pelo fato de termos Kj como função linear das variáveis ocasionais E 1 , E2 ,..., En , com distribuição normal, ela mesma, também, tem distribuição normal, mas, s 2 (N - P) é uma soma de quadrados, a qual é distribuida, como "X 2", com N - P graus de liberdade.

Y(i

Y 1 = antilog 2,7550 = Cr$ 568,90 Milhões Y2 = antilog 2,2001 = Cr$ 158,50 Milhões V3

antilog 2,6527 = Cr$ 448,77 Milhões

Assim obtemos as produtividades marginais, calculados para as médias geométricas das nossas variáveis: 5 y2 - 0'

OU:

12

0.01

8029

568 0 2 8818 ° -.' 158,50

57- 1

568,90 - 0,0378 - 0,0298 448,77 873

Os limites de confiança das nossas produtividades marginais calculamos como segue: Y (5 Yi - -L_ 6 )721, Os nossos limites, a 99% de certeza, calculados anteriormente foram: L2 0 = 0,6570 e Le = 0,9488 L3 0 =-0,1262 e L3 11 = 0,1858 ABIGRAF EM REVISTA


Assim temos:

X3 = Ativo Total 568,90

= 0,6570 158,50 - 2,3582 e

= 0 9488

'

568,90 _ 3,4055 158,50 568,90

14, = -0,1262 448,77 - 0,1600 e L'3 ,,

5 68,90 _ 0,2355 = 0,1858 448,77 Calculamos agora a produtividade média: X; Sendo V = antilog = YI Pme = Yt Assim obtemos. os seguintes valores: Vi

568 0 1-58,50 9 - Cr$ 3,5893 Milhões

V2

_ 5 6890 , 448,77 = Cr$ 1,2677 Milhões Y2 O próximo passo é o cálculo da taxa marginal de substituição dos fatores: Sendo X 1 = Ko + K2 X2 + K3 X3 devemos calcular: 6X 1 6Xt Assim, sendo nossa função: = 0,9295 + 0,8029X2 + 0,0298X 3 obtemos 6X 1 X2

= 0,8029 + 0,0298X3 ,

63( 1 = 0,0298 + 0,8029X2 , 6X3 e tomando 5C-2 = X2 = 2,2001 e 5-( 3 = X3 = 2,6527, temos &X i = 0,8820 6X2 6)( 1 - 1,7963 6 A3 COMO último passo calculamos a somatória das elasticidades:

B =

E

Kt

i=2

No nosso caso temos: 3

E i= 2

OU, K2 + K 3 = 0,8029 + 0,0298 = 0,8327

B = 0,8327 < 1 5. Resumos, Interpretações e Comentários 5.01. Função de produção = Vendas (-Lucro Líquido) X2 = Patrimônio Líquido 3/1980

= K0 + K 2 x2 + ic3 x3 = 0,9295 + 0,8029X 2 + 0,0298X3 (21)

Esta função deve ser interpretada da seguinte forma: Vamos supor que, ceteris paribus, o patrimônio líquido seja aumentado em 10%, isso teria um efeito de aproximadamente 8% de aumento de venda e um aumento do ativo total em 10% se refletiria, ceteris paribus, em 0,3% no aumento de venda. 5.02. Quadrado do coeficiente múltiplo de correlação R2 = 0,84 (23) Isso deve ser interpretado da seguinte maneira: A função calculada X 1 , explica 84% da variável independente X t , um índice bastante satisfatório. 5.03. Hipótese nula do coeficiente múltiplo de correlação com 99% de certeza (27) F, = 63 > Ft = 5,61 O coeficiente de correlação múltipla, para 99% de certeza, é estatisticamente seguro. 5.04. Hipótese nula dos coeficientes 5.04.01. K2 t2C= 15,381 > t, 2,797 (34)

Com uma certeza de 99%, o coeficiente K2 é estatisticamente seguro, portanto, a influência do patrimônio líquido sobre as vendas pode ser determinado estatisticamente. 5.04.02. K3 0,533 < t3t = 2,797 (37) O coeficiente K3 , estatisticamente não é seguro, nem com 99 nem com 95% de certeza, portanto, 153 podemos determinar a influência do ativo total com certeza estatística e, os valores observados somente têm validade na nossa amostra específica. 5.04. 03. Ko (39) te = 311,805 > tt = 2,797 Com 99% de certeza, o coeficiente K o é estatisticamente seguro. 5.05. Limites de confiança 5.05.01. K2 (43) 0,6570 e L2 1, = 0,9488 Este resultado deve ser interpretado como segue: Vamos supor que, ceteris paribus, o patrimônio líquido é aumentado ern 10%, podemos afirmar, com uma certeza de 99%, que as vendas no ramo gráfico e editorial aumentam, no mínimo, em 6,6% e, no máximo, em 9,5%. 5.05.02. K3 = 0,1262 e L 3 1 , = 0,1858 Este resultado deve ser interpretado como segue (relembramos que K3 , estatisticamente não é seguro). Vamos supor que, ceteris paribus, o ativo total é aumentado em 10%, podemos afirmar, com uma certeza de 99%, que as vendas no nosso conjunto observado, sofrem, no máximo, uma redução de 1,3% e, no mínimo, um aumento de 1,9%. -

13


5.06. Cálculo das produtividades marginais 5.06.01. Patrimônio Líquido SY 1 _ = 2,8818 8Y2 5.06.02. Ativo Total

(47)

5V,

- 0,0378 0 7-2 Se, ceteris paribus, aumentamos o patrimônio líquido em Cr$ 1.000.000, a produção deve aumentar em Cr$ 2.881.800 e se, ceteris paribus, aumentamos o ativo total em Cr$ 1.000.000, a produção deve aumentar em Cr S 37.800. 5.07. Cálculo dos limites de confiança das produtividades marginais

Para qualquer recurso desviado do patrimônio líquido, obteremos uma alteração na venda, determinada pela função X2 = 0,8029 + 0,0298X 3 , ou seja, reduzindo o patrimônio líquido em 10%, teremos um aumento do ativo total em 8,8%. Para qualquer recurso desviado do ativo total, obteremos uma alteração na venda, determinada pela função X3 = 0,0298 + 0,8029X2 , ou seja, reduzindo o ativo total em 10%, teremos um aumento no patrimônio líquido de 17,9%. 5.10. Somatória da elasticidade B = 0,8327 < 1 Como no nosso caso B é menor do que 1, a produção aumenta levemente abaixo de um aumento proporcional dos fatores de produção e portanto, na nossa escala de produção temos resultados decrescentes, que demonstram maior produtividade em empresas menores.

-J

erg!

5.07.01. Patrimônio Líquido = 2,3582 e L'2 ,/ = 3,4055 (48) 5.07.02. Ativo Total = -0,1600 e 113 rf =4 0,1858 Se, ceteris paribus, aumentamos o patrimônio líquido em Cr$ 1.000.000, podemos afirmar, com 99% de certeza, que a produção aumente, no mínimo em Cr$ 2.358.200 e, no máximo, em Cr$ 3.405.500 e se, ceteris paribus, aumentamos o ativo total em Cr$ 1.000.000, podemos afirmar, com 99% de certeza, que a produção reduza, no máximo, em Cr$ 160.000 e aumente, no máximo, em Cr$ 185.800. 5.08. Produtividade média = 3,5893 Y2

_J Yt

(49) = 1,2677

Y2

Para cada Cr $ 1.000.000 do ativo líquido obtivemos uma venda de Cr$ 3.589.300 e para cada Cr$ 1.000.000 do ativo total, obtivemos uma venda de Cr$ 1.267.700. 5.09. Cálculo da taxa marginal da substituição dos fatores.

sRi = 0,8029 + 0,0298X3 SX2

(50) SX3

= 0 ' 0298 + 0,8029X2

ou

s5Z, SX2

14

xi

= 0 ' 8820 e X3 = 1,7963

(51)

Comentário Final

O setor gráfico e editorial dentro das nossas limitações de dados, demonstra uma configuração particular. É interessante analisar, que um setor industrial, composto em grande parte, de pequenas e médias empresas, realmente não demonstra tendências para a industrialização em escala, isso é, as pequenas e médias empresas tendem a serem mais rentáveis que as grandes. No entanto, essas conclusões se baseiam em dados levantados no passado, fora que o valor de 0,83 não está tão longe de I, que permite concluir, que a configuração possa sofrer mutações, conforme tendências futuras, englobadas neste setor industrial. O mesmo é válido para o comportamento geral das variáveis. Uma redução acentuada, na diferença entre o ativo total e o patrimônio líquido, portanto, no endividamento geral do ramo industrial, parece ser bastante favorável ao setor. Isso explica, de certa forma, que o ativo total, praticamente, não tem relação com as vendas, ao contrário do patrimônio líquido. Esta situação poderia ser explicada, parcialmente, pela pressão dos juros sobre o exigível, sendo que as vantagens dos juros sobre o realizável são bastante mais baixas. Se isso, realmente constitui um fato, estamos diante de um setor industrial que se entrega a dívidas elevadas em épocas bastante desfavoráveis por vários motivos possíveis. No entanto, acreditamos poder enxergar um outro problema bastante acentuado, isso é, investimentos mal feitos, ou a custos altos demais para o setor, levando-o, novamente, a um endividamento elevado ou, para produtividade efetivamente baixa, comparada aos investimentos realizados.

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C. P. 328

C. P. 479


Mato Grosso atrai investimentos

Aspecto da visita da comitiva do Governo de Mato Grosso à FIESP

Sua extensão — 881.000 km2 (3,5 vezes a área do Estado de São Paulo) — aliada a condições ecológicas excepcionais e a um crescimento agroindustrial sem precedentes fazem do Estado de Mato Grosso uma das regiões do País que mais tem atraído capitais de risco. O crescimento populacional — prova dessa verdadeira tem sido de 12% a.a., encorrida quanto a média brasileira fica abaixo de 3%. Desenvolvendo um programa de industrialização, com base em incentivos da SUDAM, que prevê a criação de quatro distritos industriais (Cuiabá-Várzea Grande, Rondonópolis, Caceres e Barra do Garças), Mato Grosso incrementa projetos de porte, atendendo sua vocação agro-industrial. As informações são do governador Frederico Carlos Soares de Campos ao presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de S. Paulo, Sr. Theobaldo De Nigris, durante visita que o chefe do executivo matogrossense fez As entidades da indústria paulista, esta semana. Acompanhado do prefeito de Cuiabá, Gustavo Arruda, do secretário da Indústria, Comércio e Turismo, Ivo Cuiabano —

16

Scaff, do desembargador, Otair da Cruz Bandeira, do chefe da Casa Civil, Hélio de Arruda, do deputado estadual, Ubiratã Spinelli, e do representante do Governo de Mato Grosso em SP, Cel. Geraldo Martins, o governador Soares de Campos dialogou com De Nigris e membros das Diretorias da FIESP-CIESP, ocasião em que alinhou série de programas já em operação ou em fase de implementação, no sentido de acompanhar o ritmo acelerado imposto pelo setor empresarial em seu Estado: "0 empresário corre na nossa frente e nós estamos correndo atrás dele, para que o Poder Público faça frente ao crescimento desusado que a região registra de uns anos a esta parte". O secretário da Indústria, Comércio e Turismo listou aos empresários paulistas setores que têm despertado grande interesse e abrigado investimentos substanciosos: o parque madeireiro, grãos em geral (arroz, café, soja); o surgimento, na região norte, do cacau, guaraná e pimenta do reino; produção de álcool, que atenderá boa parte do consumo nacional; a par da pecuária de corte.

Enfatizando o desenvolvimento desusado de Mato Grosso, Soares de Campos observou: "Não é exagero de nossa parte. Na realidade, os programas previstos ou em plena execução dobram a cada ano. Só na área da Agricultura, há 158 projetos já implantados pela SUDAM. Em termos de consumo e racionalização de combustível — já disse isso ao ministro das Minas e Energia — Mato Grosso um paradoxo: o consumo de combustível — mesmo com a redução drástica das perdas e uso mais consentâneo aumenta, praticamente, 100% a cada ano, um dado significa-

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ABIGRAF EM REVISTA


nações dependentes da importação daquela fonte de energia. O Proálcool exemplo desse trabalho que livrará o Brasil de onerosa carga. Sobre o tema, o governador salientou que, efetivamente, o Brasil vê-se a braços com a chamada crise energética, mas que reúne condições únicas para se libertar do jugo alienígena e, especificamente, da escravidão do pe-

tróleo. De Nigris dialoga com o governador de Mato Grosso na FIESP

tivo que mostra, antes de tudo, um crescimento relevante das atividades produtivas.

PAIS NÃO SERA MAIS ESCRAVO No animado diálogo que se travou entre a comitiva matogrossense e os industriais, o presidente da FIESPCIESP destacou, em especial, o esforço (pioneiro no mundo) de substituição de parte do consumo de petróleo por álcool e outras fontes alternativas, fato que coloca o Pais em situação privilegiada em relação a outras

De Nigris, por oportuno, lembrou a preocupação da indústria de São Paulo para com o problema, desde fins de 1973, marco da crise energética. Nesse sentido, fez ver que a FIES P-C I ES P encaminharam documentos, a título de subsídio, ao Governo Federal. "Felizmente, estamos no caminho certo", frisou. O presidente da FIESP-CIESP, ao final do encontro, fez um convite ao governador, para que ele voltasse Casa e participasse de uma das reuniões de Diretoria, a fim de expor em plenário seu programa de governo, a par dos projetos industriais, com vistas a aproximar mais ainda os interesses de paulistas e matogrossenses,

De Nigris recebe em seu gabinete a visita do governador de Mato Grosso

tradicionais parceiros em inúmeros empreendimentos. Participaram do encontro realizado no Gabinete da Presidência, os Srs. Francisco da Silva Villela, 1. 0 vicepresidente; Waldemar de Oliveira Verdi, vice-presidente do CIESP; Alberto Villares da Nova Gomes, vice-presidente da FIESP-CIESP; Homero Villela de Andrade, diretor 1. 0 tesoureiro; e Severino Silvino Pereira, presidente do Sindicato de Especialidades Têxteis do Estado de São Paulo.

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Florestamento permitirá economia de 564 t óleo em 1982 Para economizar 564 mil toneladas de óleo combustível, já em 1982, o setor de celulose e papel precisará apenas de um plantio adicional de 28.050 hectares de florestas que. com as áreas destinadas a suprir as fábricas de matéria-prima fibrosa, somam 100 mil hectares. Essa é a necessidade minima para viabilizar, entre 1980 e 1990, o florestamento para a producão desses insumo.s básicos destinados ao suprimento do mercado doméstico e à exportação e para substituir o uso do óleo combustível, nas fábricas do setor, por energia nacional renovável da biomassa, mantendo-se o plantio constante de 100 mil hectares nos dez anos previstos. Os 46% economizados em óleo combustível, em 1982, evoluirão para 90%, até 1990, correspondendo a 11,4 Milhões de toneladas de óleo derivado do petróleo, equivalentes a uma economia, aos preços correntes no mercado internacional, de Cr$ 114,92 bilhões. Segundo Horácio Cherkassky, presidente das Associações Nacional e Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose, para que o setor materialize essa substituição da

ção do ingresso de moedas fortes pela exportação de insumos produzidos com energia nacional". A ação se concentrará no aproveitamento da biomassa, pois o uso do carvão mineral pelas fábricas celulósico-papeleiras só poderá ser feito em casos específicos restritos, seja pelo problema da distância da fonte produtora, seja pela localização da indústria em centros urbanos que não comportariam o consumo do carvão mineral. Cherkassky adverte ser fator fundamental a segurança dos plantios — cem mil hectares/ano — para o sucesso do plano de substituição do óleo APROVEITAMENTO combustível pela energia da biomassa DA BIOMASSA para assegurar o abastecimento de matéria-prima às indústrias do setor. O programa, consubstanciado em "Já em 1985 poderemos substituir planificação técnica, constitui uma 87% de óleo combustível (1,3 milhões ação conjunta do setor de celulose e de toneladas/ano) com a utilização papel e do Ministério da Indústria e de florestas energéticas e resíduos floComércio, dentro do projeto de subs- restais, comprovando que, não obstituição da energia importada por no- tante os sacrifícios presentes, a crise vas fontes de origem nacional. Horácio de energia virá a ser a solução adeCherkassky enfatiza que a sua exe- quada à economia brasileira, pioneira cução é plenamente factível e "alta- mundial da substituição das fontes mente compensatória, face à expres- energéticas importadas e próximas do siva economia de divisas e à promo- esgotamento". fl

Missão de empresários de El Salvador em São Paulo

e colaboração para a comitiva de homens de negócio de El Salvador que virá a São Paulo, onde trocará idéias com representantes dos mais variados setores industriais. O Sr. Theobaldo De Nigris, agradeceu a visita do Embaixador Rigoberto Cartagena Diaz, colocando, A disposição da missão empresarial de El Salvador, os órgãos técnicos das entidades da indústria paulista, principalmente o DECEX — Departamento de Comércio Exterior, para facilitar os contatos com os homens de empresa paulista. Ao encontro, esteve presente o Sr. Benedicto de Sanctis Pires de Almeida, chefe do DECEX das entidades. E]

Deverá chegar ao nosso Pais em princípios de 80, uma missão de empresários de El Salvador, com a finalidade de tomar contato com o desenvolvimento industrial brasileiro e estudar, com os nossos empresários, condições para o incremento do intercâmbio comercial entre os dois países. Foi o que revelou o embaixador Rigoberto Cartagena Diaz, de El Salvador, em visita de cortezia que efetuou ao presidente Theobaldo De Nigris, da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Revelou, ainda, o diplomata salvadorenho, que a visita da missão empresarial de seu país possibilitará, inclusive, formação de "joint-ventures". Referiu-se, também, it presença de nossa indústria na Feira Internacional de El Salvador, ressaltando que a participação brasileira tem sido a maior de toda a América Latina. Para o próximo evento, em novembro de 1980, já está reservada para o Brasil a maior área em metros quadrados, cerca de 700. Solicitou da Casa da Indústria paulista, apoio 18

energia de origem fóssil importada pela energia nacional renovável da biomassa, estima-se que o investimento industrial — adaptação e substituicão de equipamentos — absorverá Cr$ 8,48 bilhões, entre 1980 e 1985, enquanto as inversões com reflorestamento, excluindo-se os gastos com aquisição de terras, atingirão Cr$ 8 bilhões até 1990. Os dois investimentos alcançam Cr$ 16,48 bilhões, que representam um percentual pequeno em relação à economia gerada pela redução do consumo do petróleo (Cr$ 114,92 bilhões).

Fotografia ajuda a melhorar as colheitas A fotografia, utilizando filmes infra-vermelhos que têm sensibilidade para registrar as variações térmicas, está sendo amplamente empregada para detectar focos de doença em culturas diversas, permitindo ao agricultor condições de combater o mal a tempo, evitando sua propagação por toda a lavoura.

O fotógrafo, sobrevoando uma área cultivada, vai registrando uma série de fotos no filme Kodak Aerochrome Infravermelho 2443, de coloração analítica, que, revelado algumas horas depois, apresenta com clareza os focos que devem ser analisados isolados. A película também mostra as áreas com falta de nitrogênio no solo, devido talvez ao uso incorreto dos fertilizantes ou h má utilização do arado. A cultura do arroz, por exemplo, pode estar mal localizada em algumas Areas causando estancamento de Agua ou uma temperatura inadequada da água. O conteúdo de sal da terra, por sua vez, pode causar problemas de crescimento. Estas duas anomalias podem também ser facilmente identificadas pela fotografia. Sem este meio rápido de detecção, o agricultor levaria dias para identificar tais problemas e, provavelmente quando os identificasse, já seria tarde demais. Outro benefício da detecção remota pela fotografia é aquela que permite a avaliação do desempenho dos fertilizantes nas lavouras. Mediante a comparação de fotografias tomadas em épocas diversas, pode o especialista determinar o tipo ideal de fertilizante para aquela região e para determinada cultura. ABIGRAF EM REVISTA


b.

abtg omissões Técnicas Uma das principais decisões tomadas pela Diretoria da ABTG, ainda em 1979, foi a delegação de uma série de trabalhos, its diversas comissões técnicas, formadas, em formação ou em contato para formação. Tais comissões são dirigidas por um coordenador e um secretário e gozam de uma vida relativamente independente, dentro de quaisquer assuntos técnicos até administrativos, sendo vetado, apenas, o envolvimento em problemas politicos da classe econômica. São as seguintes as comissões técnicas: 1. METODOLOGIA

DE ORIGINAIS (CTO)

Confrontamo-nos, freqüentemente, com uma desinformação mais ou menos acentuada nos clientes da indústria gráfica, diante diversos aspectos técnicos. Esses problemas se evidenciam, normalmente, no encaminhamento dos originais à gráfica. Além disso, a indústria gráfica pouco conhece sobre possibilidades e reais necessidades de seus clientes, dificultando um entendimento técnico normal adequado. A finalidade da "Comissão Técnica de Metodologia de Originais" é, portanto, encontrar na troca de idéias, conhecimentos e condições técnicas de cada um, um nível de entendimentos técnicos, que permite uma previsão, um planejamento e a execução dos serviços gráficos de forma melhor possível, sem as Areas de atrito que podemos verificar hoje em dia. Para alcançar os seus propósitos, a comissão deve encontrar os meios necessários de divulgação de suas conclusões, em forma de artigos, livretos, livros, cursos e seminários, recomendações, normas e terminologia. Prevê-se a convocação de gerentes de produto, diretores de arte, fotógrafos, produtores gráficos e representantes de compositoras, fotoreprodutoras e impressoras e, conforme necessidade, envolvimento de fornecedores de matérias-primas e equipamentos. 2. COMPOSIÇÃO (CTC) A composição, hoje, está se inclinando inevitavelmente para a fotocomposição, colocando de lado os processos tradicionais da composição manual e grandes centros, esta evolução já se efetuou numa porcentagem elevada. No entanto, a modernização não está se efetuando sem uma série de riscos problemas efetivos, derivados de algumas causas básicas: a freqüente falta de infra-estrutura administrativa; os conhecimentos técnicos falhos, desatualização e a deficiente assistência na escolha dos equipamentos; a inexistência de profissionais no ramo e falta de previsão para sua formação; falta de assistência técnica adequada por lado dos fornecedores; problemas 3/1980

com os elevados custos de matériaprima; custos operacionais elevados; a rápida obsolecência técnica dos equipamentos, devido ao acelerado desenvolvimento na adaptação de novas tecnologias. A composição, transformou-se em um dos setores de tecnologia mais avançada dentro da indústria gráfica. E atribuição da "Comissão Técnica de Composição" desenlaçar a situação atual e confusa, para garantir a este setor um desenvolvimento mais harmonioso e criar bases sadias para sua recuperação seu desenvolvimento futuro. 3. FOTOREPRODUÇÃO (CTF) A fotoreprodução está tomando rumos semelhantes A composição: de uma arte, baseada em técnicos de alta qualificação e experiência passa ao uso de processos eletrônicos, físicos e cibernéticos de extrema complexidade tecnológica. Enquanto na fotoreprodução as alterações não estão se efetuando com a mesma velocidade da composição, somam-se nesta Area problemas complexos de controle de qualidade, freqüentemente resolvidos por apreciação humana. No entanto, tais apreciações têm problemas profundos devido análise subjetiva individual e condições divergentes de iluminação ambiental. Todas estas causas podem ser derivadas da Teoria da Cor e mais especificamente da Sensitometria. Uma derivação destes conhecimentos é a Densitometria, a qual procura eliminar as apreciações subjetivas, por medições eletrônicas, porém, enquanto os equipamentos oferecem, individualmente, uma boa qualidade de leitura dos dados, divergem normalmente entre si. Desta forma, a "Comissão Técnica de Fotoreprodução", além da solução de problemas semelhantes à composição, deve tratar dos problemas de unificacão de iluminação visual de originais provas e da linguagem entre os densitômetros. 4. METALOGRAFIA (CTM)

A metalografia trata fundamentalmente sobre os problemas de impressão em chapas de metal e problemas de tratamentos específicos para posterior utilização. E um setor, em termos de pesquisas integradas, infelizmente, bastante abandonado. A importância da metalografia é de primordial interesse no setor de embalagens, onde, devido ao sempre maior esforço de exportação da indústria brasileira desenvolve um papel de primeira linha, até, em termos de aceitacão dos produtos. Os elevados custos operacionais e da matéria-prima são os problemas pri-

mordiais, a serem enfrentados pela "Comissão Técnica de Metalografia", adicionando-se soluções adequadas para uma apresentação visual econômica e uma qualidade final a nível inter: nacional. IMPRESSÃO OFFSET (CTIO)

A impressão offset, indubitavelmente, está se tornando o sistema de impressão mais popular no Brasil, devido a sua grande flexibilidade de operar em níveis econômicos, nas mais diversas situações de produção. Os problemas na impressão são os mais variados, desde matéria-prima, materiais e equipamentos. A matériaprima específica, tinta e papel, fica a cargo de outra comissão, sendo que, a "Comissão Técnica de Impressão Offset" deve procurar equacionar os problemas específicos ao processo, com a agravante de se tratar de um sistema de impressão bastante complexo, devido a alta quantidade de variáveis que podem influenciar os resultados finais. de primordial interesse, tendo em vista os novos equipamentos, mas, também o desencontro entre provas e impressão, estabelecer uma escala de controle unificada no Brasil. Como segundo ponto devem ser analisadas as influências de chapas e borrachas na impressão e serem efetuadas pesquisas para transmitir dados às gráficas, para estabelecer as suas funções de impressão, tendo em vista, que cada máquina apresenta suas peculiaridades na transferência da imagem ao papel, principalmente em termos de deformação dos pontos. Estas funções permitiriam reconhecer rapidamente problemas mecânicos, de borracha ou de chapa em máquina, possibilitando, além disso, prever certas peculiaridades desde o fotolito, evitando repetições, grandes tempos de acerto das máquinas, a partir de variáveis bastante inflexíveis dentro da máquina, para permitir um máximo de produtividade. INTERRELACIONAMENTO PAPEL E TINTA NA IMPRESSÃO (CTI) O interrelacionamento papel e tinta na

impressão, juntamente com os problemas de originais, constitui uma das grandes áreas de atrito dentro da indústria gráfica, grande devido â sua complexidade e grande, principalmente no Brasil, pelo fato que os problemas raras vezes são resolvidos a contento, não chegando its verdadeiras causas, partindo-se de uma deficiente documentação dos fatos ocorridos. A "Comissão Técnica de Interrelacionamento Papel e Tinta na Impressão" tem por objetivo colocar as premissas básicas de uma forma, para que as principais influências possam ser en-

19


abtg tendidas de forma mais clara, elaborando e fornecendo um conhecimento comum a respeito desta área. Para isso deve-se chegar a uma linguagem comum entre os fabricantes de papel e tinta e as gráficas. O primeiro passo a ser dado, é uma classificação técnica dos papéis, em termos globais, isso 6, respeitando os aspectos de fabricação, as possibilidades na fabricação de tintas e as condições de máquinas de impressão. Como segundo ponto deve-se levantar os diversos ensaios necessários para estabelecer o interrelacionamento em termos de papel e de tinta e, dentro das necessidades, elaborar os textosbase de normas para sua oficialização. Depois disso, deve-se elaborar as formas ideais para a especificação de compra de papel e tinta, com os dados necessários a serem solicitados e uma sistemática constante de retorno aos fabricantes de papel e tinta sobre o comportamento de sua matéria, não apenas quando ocorrem problemas, que ocasionariam a sua devolução. A partir dessas conclusões, deve-se começar a elaborar análises comparativas entre testes de ensaios e o comportamento real em máquina, para poder reconcluir sobre a validade e as limitações de cada ensaio, em poder expressar uma condição real de produção, seus pontos de interrelacionamento com outros fatores e a sua interpretação correta. As reuniões, além disso, devem levar a um conhecimento geral dos problemas e suas soluções opcionais, quando esgotadas as condições estabelecidas como ideais. Essas soluções podem ser encontradas por testes circulares em várias gráficas para, a partir das variáveis particulares a cada uma, estabelecer os procedimentos possíveis. Como ponto mais alto, deve-se chegar a análises estatísticas, elaboradas por comparações de dados de ensaio e condições reais de impressão, a fim de estabelecer regressões múltiplas, para verificar a importância real de cada propriedade no resultado final de impressão e, principalmente, por substituição de fatores, obter os dados necessários, de como contrabalançar de, terminadas deficiências por melhorias em outras características. 7. TINTAS E VERNIZES (CTT)

A tinta de impressão e vernizes são materiais críticos, utilizados nas gráficas. Seu aprimoramento, portanto, é de extrema importância. Existem uma série de fatores, que devem ser considerados variáveis próprias de cada fabricante, como pontos influentes na sua qualidade específica. Outras variáveis, no entanto, são de uma problemática comum. A "Comissão Técnica de Tintas e Vernizes" deve se preocupar primordialmente com estas variáveis, a fim de colocar as bases para uma fabricação mais racional e um fornecimento garantido e mais barato possível. 20

Assim deve-se tratar da adequação da matéria-prima e uma série de exigências, principalmente pigmentos e resinas. Outro ponto de extrema importância é fixar uma escala padrão de cores especiais, derivada da própria Escala Europa, fixando, inclusive, as propriedades básicas, em termos de resistência dessas cores. Outros pontos de grande necessidade, são pesquisas comuns para padronizar tintas e vernizes atóxicos e com outras condições de resistência, além de pensar nos possíveis substitutos dos derivados de petróleo utilizados hoje ern dia. EMBALAGEM (CTE)

A embalagem é um dos produtos gráficos mais importantes em termos de adequações qualitativas ao nível internacional, dentro de uma série de requisitos, ligados ao problema visual, resistências específicas e atoxidade. A função da "Comissão Técnica de Embalagem" é exatamente, fixar as variáveis técnicas nesse sentido, para garantir o cumprimento de uma série de exigências internacionais, até existentes na legislação nacional, no entanto, não raras vezes impossíveis de serem atingidos. Além dos problemas visuais, confronta-se com problemas sérios na matériaprima, na sua variação qualitativa e problemas de toxidade, fatores que, praticamente, impossibilitam a confecção de embalagens dentro das exigências. É necessário que sejam fixados claramente as exigências técnicas ou saídas viáveis para que os problemas sejam efetivamente contornados, possibilitando a confecção de embalagens dentro das exigências e a custos compatíveis. NORMAS (CTN)

O programa de problemas específicos de cada comissão é bastante etenso e, portanto, desejável que seja aliviado de uma tarefa necessária e demorada, que é a confecção das normas, a qual. além disso, envolve um conhecimento específico, não necessariamente técnico Desta forma, a "Comissão Técnica de Normas" deve se encarregar da execução dessas tarefas. A atribuição da "Comissão Técnica de Normas" é a confecção de normas, especificações, padrões, terminologia e simbologia, a partir de solicitações das próprias comissões técnicas, por solicitações de associados pessoa jurídica ou por iniciativa própria, baseado em regras pré-estabelecidas sobre confeccão e redação, consulta de outras normas, principalmente, normas ISO e ABNT, das quais não devem divergir. Além disso, devem representar a ABTG nas reuniões correspondentes da ABNT. Considera-se a normalização um ponto de extrema importância, para regulamentar uma série de problemas técnicos, com o intuito de alcançar, por

intermédio dessas atividades, vantagens econômicas para as indústrias implicadas e seus clientes. ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO (CTEA)

A criação da "Comissão Técnica de Economia, Administração e Planejamento Estratégico", foi uma conseqüência natural dos problemas sentidos dentro da indústria gráfica. Uma análise sincera da maioria dos problemas técnicos encontraram suas causas reais quase sempre em estruturas organizacionais deficientes. A partir destas constatações verificou-se, que este mesmo ramo industrial estava bastante afastado dos problemas econômicos e conjunturais, posicionandose num lugar bastante insignificante dentro da economia nacional, situação que não corresponde As reais necessidades do país, muito menos se compara a outros países, onde o ramo editorial e gráfico pertence aos mais expressivos. Uma análise do porque desta situação, novamente, esbarrou em outros problemas, devido a falta de estatísticas sobre o passado e a ausência de uma previsão clara para o futuro. Portanto, é de primordial interesse, que se sente junto para discutir os problemas de toda a classe econômica, para poder colocar bases sadias para o seu desenvolvimento. Não vamos resolver estes problemas com cursos sobre custos ou até finanças, mas, apenas com uma revisão atenta dos nossos conceitos e nossa filosofia empresarial e de um conhecimento bastante mais profundo dos diversos fatores que atuam sobre a empress. Devemos conhecer e saber analisar com mais exatidão, as variáveis econômicas e suas implicações no nosso ramo industrial, além de fazer os esforços necessários para situá-lo numa posição mais vantajosa. Para que possamos, efetivamente, trabalhar com clareza num rumo certo, porém, faltam-nos os dados necessfirios sobre a nossa configuração conjuntural, nem temos certeza sobre o que nos espera no futuro. Desta forma não sabemos efetuar um marketing competente, não nos interessamos pela formação técnica de nível básica, média e superior, nem sabemos, de certo, se o pessoal formado atende ou supera as nossas necessidades, muito menos , quais as possíveis profissões que tendem a desaparecer ou a aparecer, não sabemos escolher o nosso equipamento, nem estamos atualizados com seu desenvolvimento e não preparamos as nossas estruturas de forma adequada. 8 fundamental que, a partir dos dados e das previsões sócio-econômicas, políticas e técnico-tecnológicas, tentemos reverter o atual estágio, para visualizar as reais oportunidades e trabalhar para um futuro certo. PETER ROHL ABIGRAF EM REVISTA


A MERGENTHALER LINOTYPE APRESENTA A PRIMEIRA FOTOCOMPOSITORA DIGITAL/CRT QUE E RÁPIDA, VERSÁTIL E ECONÔMICA A LINOTRON-202. Nossa nova Linotron-202 tem a velocidade de 450 linhas por minuto. E claro que existem fotocompositoras CRT mais rápidas — nós fabricamos duas delas — Linotron-404 e Linotron-606. 0 fato de fabricarmos compositoras para jornais e revistas, por mais de 90 anos, nos convenceu de que um cliente que tem por objetivo alta produtividade com qualidade procura algo mais que velocidade. Na fabricação da Linotron-202 insistimos em que o preço fosse tão importante quanto a velocidade. Decidimos fazer algo novo com referência ao alto prego das fontes digitais. E o mais importante: a Linotron-202 é um equipamento extremamente flexível. A flexibilidade e simplicidade de operação e manutenção são fatores muito importantes a se considerar em qualquer fotocompositora.

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Prensa de cópia LAB 70

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Tanque de revelação R 201

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■MINNININIIM

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1/4

Mesa de retoque RT 301

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Tanque de gravação FL 103


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Jubileu de Ouro

Gráfica Cinelândia — patrimônio empresarial a serviço das artes gráficas em S. Paulo — Persistência, dinamismo e honestidade profissional fizeram desta organização um exemplo de trabalho

que é lição às novas gerações. 50 ANOS SERVINDO

AO PROGRESSO DE SÃO PAULO

O mês de março assinala acontecimento ímpar na história do desenvolvimento gráfico em nosso país. Neste mês transcorre o Jubileu de Ouro da renomada Gráfica Cinelândia, que vê transcorrer o 50.° aniversário da sua fundação. Foi a 1. 0 de março de 1930, instalou-se ela â Rua Vitória n.'s 85 e 93 — Bairro de Santa Efigênia, onde ainda se encontra com significativo parque gráfico moderníssimo. A área ocupada por esta Indústria abrange 2.400 metros quadrados e que se constitue patrimônio próprio. Fundada por Antonio Salerno, falecido em janeiro de 1950, a Gráfica Cinelândia foi se transformando em indústria de maiores proporções depois que assumiu a gerência geral e então sócio José Raphael Firmino Tiacci, hoje titular absoluto dessa or24

ABI GRAF EM REVISTA


*am

ganização. Com a cooperação de seus

diretos assistentes, Daniel Bolognani Odilon Tiacci de Souza Mello e ainda de seus diretos assistentes, equipe de funcionários, José Raphael Firmino Tiacci pôde realizar a expansão da sua já renomada indústria, para atingir, aos cinquenta anos de existência, posição destacada no cenário gráfico industrial como uma das mais importantes no gênero, em todo país. Pontualidade, presteza, qualidade, alto padrão profissional, constituem a linha de trabalho desta gráfica, com que soube manter selecionada e permanente clientela. Com um parque gráfico significativo, onde se alinham várias máquinas modernas em offset, máquinas tipográficas e componedoras, a Gráfica Cinelândia está em plenas condições de atendimento dos 3/1980

25


mais diversificados trabalhos tipográficos. Aparelhada para isso atende aos mais sofisticados serviços como revistas, livros, cartazes, catálogos, folhetos de propaganda, etc. 8 ainda a principal fornecedora dos Teatros, Cinemas, Circos e Casas de Espetáculos de São Paulo, graças ao critério profissional adotado na execução dos seus serviços. Até 1939 denominava-se Salerno & Cia. Depois, passou a denominarse Gráfica Cinelândia Ltda. para ter como seu titular absoluto o Sr. José Raphael Firmino Tiacci, a quem deve todo o seu desenvolvimento industrial e sua total modernização. Ao completar os seus cinqüenta anos a Gráfica Cinelândia vê o seu passado com certo e justificado orgulho. Foram anos de lutas e sacrifícios coroados pelo esforço e trabalho de seus fundadores e continuadores desse empreendimento. Vários e dedicados profissionais por ali passaram, deixando a saudade de suas presenças, porque na verdade foram parte dessa família e all ficaram até seus últimos dias. Daí a oportunidade desta homenagem póstuma, porque ajudaram a vencer todos os obstáculos que culminam agora nesse notável evento. GRÁFICA CINELANDIA, no seu JUBILEU DE OURO, representa o êxito de urna empreitada que nasceu chega vitoriosa ao apogeu de todas as glórias de uma luta permanente e chega vitoriosa ao apogeu de todas as conquistas realizadas. 26

ABIGRAF EM REVISTA


■.•

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abigraf/sigesp

Cursos para

1980

ABRIL 07 á 10 — A Embalagem de Cartão, Cartuchos, Criação, Produção, Problemas Técnicos e Controle. Com Professor Thomaz Frank Caspary

14 á 18 — Tecnologia de Papel. Com Professor Dr. Clayrton Branco MAIO

05 à 08 — Controle de Qualidade na Indústria Gráfica. Com Professor Thomaz Frank Caspary

26 à 29 — Suprimentos na Indústria Gráfica. Com Professor Thomaz Frank Caspary JUNHO

09 á 13 — Custos na Indústria Gráfica Com Professor José Ferrari

16 à 19 — Compras de Produtos Gráficos. Com Professor Thomaz Frank Caspary

ASSOCIAÇÃO

BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA

REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° — leis.: 231 4 733 - 231-4143 - 231-4923 — C.P. 7815 — Telegr.: "ABIGRAF" - 01223 — S. Paulo - SP

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) leva ao conhecimento dos interessados que estão a venda na sede da entidade as seguintes publicações de grande interesse do setor, não esquecendo o leitor, de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal à entidade no valor correspondente. 3/1980

Sócios

Não Sócios

Classificação e Avaliação de Funções na Indústria Gráfica

Cr$ 210,00

Cr$

285,00

Custos na Indústria Gráfica

Cr$ 195,00

Cr$

275,00

Cr$ 160,00

Cr$ 250,00

Gráfica

Cr$ 160,00

Cr$

Métodos de Ensaios nas Indústrias de Celulose e Papel

Cr$ 800,00

Cr$ 1.000,00

A Granulação de Chapas de Zinco para Offset

Cr$ 100,00

Cr$

Assinatura da Revista

Cr$ 900,00

Tecnologia de Papel com Ensaios de Laboratório

Aumento da Produtividade na

Indústria 250,00

100,00

(Anual)

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Existem 86 maneiras de alguém perder a visão por lesão na córnea. Mas só uma maneira de recuperar essa visão: um transplante de córnea. Todos nós podemos precisar de um transplante de córnea, um dia.Todos nós devemos ser doadores do Banco de Olhos, hoje.

I BANCO DE OLHOS Rua Pedro de Toledo, 1800 - S Paulo CEP 04039 Quero inscrever-me como doador do Banco de Olhos para que, quando eu deixar este mundo, um cego possa vê-lo graças a um transplante de córnea. Nome . End: ........... Bairro -

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O PAPEL DO AMOR Edição Especial

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O PAPEL DO AMOR Edição Especial — Indústrias de Papel Simão S.A. Organização — Edla Van Steen Prefácio — Fábio Lucas Ilustrações — Italo Cencini

Uma nova antologia de cantos acaba de ser editada em São Paulo. Desta vez, de contos de amor, em duas edições de luxo: uma nacional, em português e outra internacional, em inglês. "Ninguém desconhece que uma das grandes dificuldades para a literatura brasileira ultrapassar fronteiras está exatamente nos problemas da tradução — poucos profissionais habilitados, custo alto por página, investimento sem garantia de retorno, assim por diante" — explica JORGE MALUF, das INDÚSTRIAS DE PAPEL SIMAO S.A. "Produzindo a edição internacional, estamos procurando contribuir para um maior intercâmbio cultural do Brasil com o Exterior". A edição de "O Papel do Amor" levou um ano para ser feita. A tradução, confiada a Elizabeth Lowe, professora norte-americana estudiosa da literatura brasileira, resultou de excelente qualidade. "Os desafios foram muitos num texto que reúne quinze vozes cantando em claves radicalmente diversas. A minha responsabilidade foi dar textura e relevo a todas essas vozes, numa versão inglesa que também fosse fiel às fortes e essenciais características brasileiras (tanto lingüísticas quanto de situação)" — diz a tradutora, presente ao lançamento do livro, que foi dado de presente aos clientes da firma de papel. Dentro de alguns dias deverá sair a edição popular do volume pela Editora Cultura, na versão nacional.

Este é o primeiro livro a explicar, de maneira clara e completa, todo o processo de produção da matéria impressa. Escrito especialmente para o produtor e planejador gráfico, é indispensável instrumento de estudo e de trabalho, tanto para o estudante e o professor de artes gráficas quanto para os profissionais das empresas gráficas e editoras. Aqui, o leitor encontrará as informações essenciais quanto aos vários aspectos da produção gráfica. De maneira objetiva e clara, a obra explicita -- e ilustra graficamente — tudo o que o estudante ou o profissional necessitam saber sobre produção, sem confundi-lo desnecessariamente com material técnico que ele nunca utilizará. Entre as informações úteis, este livro apresenta uma tabela comparativa que ajuda a perceber de imediato as vantagens e desvantagens dos mais modernos métodos de fotocomposição. Mostra as etapas percorridas por um projeto ate se transformar em página impressa; ensina a selecionar papel (relacionando suas categorias, características e usos); descreve os métodos básicos de reprodução a cores, ilustrando-os; finalmente, mostra como a matéria impressa se transforma num folheto ou num livro. Apresenta o maior glossário do gênero, com cerca de 1.000 verbetes.

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SUMÁRIO Cerca de 85 tópicos abrangendo o processo de produção da matéria impressa, equipamentos e técnicas utilizadas, distribuem-se pelos seguintes capítulos: 1) Composição, 2) Impressão, 3) Impressão a Cores, 4) Tintas, 5) Papel, 6) Montagem, 7) Dobradura, 8) Acabamento, 9) Arte Final, 10) Apêndice Glossário de Termos Técnicos.

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20 ANOS DE SUDENE: NÚMEROS ATESTAM CRESCIMENTO DO NE Extinção da "Indústria" das secas; criação de mais de 2,5 milhões de novos empregos diretos; crescimento da compra de máquinas, equipamentos, instalações e matérias-primas em São Paulo, contribuindo para que o Parque Industrial Paulista alcançasse, em menor tempo, utilização maior de sua capacidade de produção (nos últimos 5 anos, os investidores apoiados pela SUDENE fizeram encomendas em valores superiores a 100 bilhões de cruzeiros junto às indústrias de bens de capital); e redução da corrente migratória para o Centro-Sul no corrente ano, a SUDENE evitou um fluxo de 1 milhão de pessoas. São estes — no entender do superintendente Waif rido Salmito — alguns dos pontos positivos da atuação da autarquia, desde sua criação em 1959, e que foram apontados aos industriais paulistas, durante homenagem que a FIESP-CIESP prestaram SUDENE, pelo transcurso de seu vigésimo ano de fundação. APOIO DE SP

Após historiar as razões da criação da SUDENE, Theobaldo De Nigris comparou o NE de hoje com o de antes da existência daquela autarquia, afirmando que: "Carecido, embora e ainda, de tanta coisa, já deixou de ser aquela região supostamente inviável anterior à década de 60, para tornarse, hoje, pacificamente, promissora área sócio-político-econômica do Brasil". E acrescentou: "8 óbvio — e quem não o sabe? — que não ces saram os dias difíceis da SUDENE, porque não são poucos os problemas a se resolverem. Persistem percalços, desafios pertinazes continuam, perplexidade até". Lembrando que 20 anos é pouco ou quase nada para empreendimento tão gigantesco, De Nigris reiterou o apoio das classes produtoras paulistas ao desenvolvimento do NE: "Estejam nossos irmãos de lá e de outros rincões do Brasil certos de que nós, do Centro-Sul do País, aqui estamos, como sempre, para o esforço comum e fraterno de estímulo e de amparo saí3/1980

dos de nossa experiência, de nossa técnica e de quantos recursos tenhamos no expressivo de nosso meio industrial e empresarial". Ao final de sua saudação, o presidente da FIESP-CIESP entregou Walfrido SaLmito uma placa de prata, com os seguintes dizeres: "A SUDENE, pelas realizações em prol do desenvolvimento do NE, no seu vigésimo aniversário, a homenagem da Federação do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo". SALDO POSITIVO

Ao agradecer a homenagem, Salmito assinalou que duas décadas na vida de uma instituição representam um período muito breve de existência, insuficiente até para sua consolidação, "mormente se seus objetivos são constituídos de desafios tão difíceis, como o de alterar radicalmente a estrutura de uma região, assinalada pelos indices econômicos e sociais de pauperismo e atraso". O superintendente reconhece os problemas, ressaltando que, apesar de apresentar relevantes mudanças quantitativas e qualitativas no NE, a SUDENE não realizou o suficiente para reduzir de modo

Secretário Oswaldo Palma saúda Superintendente da SUDENE

expressivo os indices de pobreza absoluta existente na zona rural. "Nem teria sido possível, a não ser que o País inteiro tivesse decidido oferecer uma cota de sacrifício neste sentido, talvez recusada por muitos dos impiedosos avaliadores de nosso trabalho", enfatizou, fazendo ver que a autarquia não fugiu a dois princípios: em nenhum momento foram adotados critérios estatizantes, procurando-se sempre respeitar as regras da livre iniciativa; e nunca se exigiu qualquer sacri-

Walirido Sa lion° agradece a homenagem prestada pela FIESP à SUDENE 31


fiesp/ciesp fício da comunidade brasileira em favor do desenvolvimento regional e nem sequer tentou-se fazer prevalecer os interesses da região sobre quaisquer projetos setoriais, mesmo quando, os efeitos mais imediatos se estenderam apenas sobre as áreas mais desenvolvidas". Concluindo, S almito enfatizou: "Não acenamos com veleidades, nem prometemos nivelar em renda e produto, regiões tão díspares de recursos naturais, quanto distanciadas em seus estágios de desenvolvimento, mas asseguramos, com apoio dos empresários que estão sabendo construir a grandeza de SP, a continuidade dessa batalha penosa da SUDENE em prol do perseguimento das populações nordestinas oprimidas pela pobreza absoluta pelo desemprego e pelos baixos níveis de saúde e de educação, na certeza de que estamos oferecendo a melhor contribuição à sociedade brasileira".

Walfrido Salmito

vás de convênios oferecidos aos governos e ligados à tecnologia do produto e de processo, a par de projetos nos setores agrícola, de transporte e NOVO BANDEIRANTISMO área energética, preocupação maniFalando em nome do Governo de festa do governador Paulo Salim São Paulo, o secretário da Indústria, Maluf. Comércio, Ciência e Tecnologia, Depois de comentar os problemas Oswaldo Palma, afirmou que o Go- econômicos enfrentados atualmente verno paulista associava-se à homena- pelo País — situação que exige e que gem, por reconhecer — e ele, pes- depende de todos, empresários e gosoalmente, que fora um de seus vernantes — Palma ressaltou esse críticos — os efeitos positivos da novo bandeirantismo, que tem como SUDENE, ao longo de seus vinte objetivo descobrir potencialidades na anos de existência, especialmente após região, mediante associação mais esconhecer o que vem sendo feito na treita com os nordestinos. De Nigris encerrou a solenidade, região, com o sentido de se criar uma espécie de novo bandeirantismo, atra- voltando a ressaltar a preocupação de

São Paulo para com o desenvolvimento do NE, para o qual a Casa sempre se empenhou, embora reconheça-se a dificuldade da tarefa pelos óbices impostos pela própria natureza da região. Disse — no entanto que essa tarefa tem sido cumprida pelos brasileiros ao longo da História e que a Indústria de São Paulo não tem fugido à luta, embuída do espírito de bandeirantismo de seus antecessores. "Se estamos satisfeitos com o que já pudemos realizar, estamos igualmente, conscientes do muito que temos de fazer", afirmou De Nigris, destacando, mais uma vez, a fraternidade, que une São Paulo aos demais Estados do País.

Parte da platéia na homenagem que a FIESP prestou A SUDENE 32

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Telecurso abrangerá 5 mil trabalhadores

No teleposto, trabalhadores de indústrias metalúrgicas e mecânicas assistem as aulas do Curso de Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico

O aluno durante o Curso, além das aulas,

trabalha com fascículos

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — SENAI e a Fundação Padre Anchieta — TV Cultura — iniciaram, a partir do dia 10 de março, a terceira emissão do Curso de Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico, destinado aos trabalhadores da indústria. Para a recepção das tele-aulas serão instalados telepostos nos Centros de Formação Profissional do SENAI ou nas empresas que tiverem a possibilidade de formar grupos de alunos. As emissões serão no horário das 19:00 às 19:15 horas, às segundas, quartas e sextas-feiras, sendo que o treinando permanece no teleposto duas horas, assim distribuídas: 15 minutos antes da apresentação do programa, para leitura e exame do fascículo e, após a tele-aula, para realizacão de exercícios com a ajuda do orientador de aprendizagem. O curso tem por objetivo ensinar os trabalhadores a ler e interpretar desenhos técnicos para que executem com maior propriedade e precisão as suas tarefas. Como pré-requisito necessário ao bom aproveitamento, o candidato deverá ter concluído, pelo menos as quatro primeiras séries do

1.0 grau, que correspondem ao antigo curso primário. Com o término previsto para 27 de junho, o Curso tem ao todo 98 horas de duração e os treinandos que apresentarem bom grau de aproveitamento na avaliação final receberão Certificados pelo SENAI e TV-Cultura. Os interessados deverão procurar informações nas secretarias das Escolas SENAI, podendo ainda ser orientados pela Divisão de Assistência às Empresas do Departamento Regional do SENAI em São Paulo — fone 289-8022 ramais 423 e 462. EXPANSÃO DO TELECURSO Na fase de implantação do telecurso, realizado no período de agosto a dezembro de 1978, participou um total de 1049 alunos. Esta primeira experiência foi considerada plenamente satisfatória e, em 1979 o SENAI e a TV Cultura resolveram ampliar o curso que abrangeu 130 empresas e 40 escolas do SENAI, da capital e do interior, com 170 telepostos e 4 mil alunos. Para este ano a meta do SENAI é atender 5 mil alunos, e instalar 200 telepostos. ABIGRAF EM REVISTA


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Rápida impressão de cartas aéreas Tradução: Profa. Regina Celia Rolland Novaes Galvão

Uma companhia britânica introduziu uma máquina de impressão offset a seco capaz de produzir até 130.000 cartas aéreas por hora, dependendo do formato. A máquina utiliza duas bobinas com chupetas pneumáticas e duas torres de impressão cada uma equipada com unidades entintadoras com interruptores automáticos. Ela pode ser desenhada para várias larguras de bobinas até uma largura máxima de 510 mm. O papel é alimentado para as torres entintadoras a partir de bobinas de 1 metro de diâmetro por variáveis unidades de medida de velocidade. Ao sair das torres de entintagem, as bobinas passam através de unidades coladoras que enpregam aplicadores de borracha que aplicam uma cola a frio. Uma secagem através de freqüência de rádio é executada antes

que as bobinas entrem nas unidades de cortes. As quatro bobinas produzidas pela unidade de corte passam por rolos pneumáticos para um conjunto de quatro barras que desviam as bobinas a 90° em direção à secção de processamento da máquina. As bobinas passam então por quatro rolos que ajustam o registro de impressão. Um segundo conjunto de rolos pneumáticos é usado para manter a tensão das barras de desvio. As formas das cartas são produzidas por duas operações perfuradoras. A primeira através de um perfurador e um segmento de faca endurecida sobre os rolos, e o segundo através de um perfurador e uma unidade de corte que retira parte de um dos lados da bobina deixando uma aba gomada para fechar a carta. Depois de serem cortadas no comprimento, as cartas caem sobre uma

correia transportadora que as afasta do cilindro cortador e depois para uma correia mais vagarosa para permitir que elas se sobreponham. Um mecanismo separador para o fluxo de cópias a qualquer número pré-determinado. O transportador final é movido por um motor integral para permitir sobreposições variáveis de cópias . As máquinas podem ser construídas sob encomenda com velocidades de produção que se adaptem a cada caso. Por exemplo, uma máquina desenhada para produzir unicamente cartaz e equipada com um cortador padrão produziria mais ou menos 20.000 cópias por hora. (Timsons Limited, Perfecta Works, Kettering, Northamptonshire, England. Telephone: Kettering 2611. Telex 341042 Cables: Perfecta Kettering). Consumidores prováveis — impressores de formulários, autoridades postais.

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Polar 50.000 Em 1. 0 de junho de 1979, a guilhotina POLAR n.° 50.000 deixou as linhas de montagem da Fábrica Polar de Hofheim e essa fábrica celebrou assim duas vezes um aniversário em um ano, que se comemorou na mesma data: é que a POLAR n.° 50.000 que deixou as linhas de montagem foi ao mesmo tempo a POLAR n.° 2.500 que podia ser vendida na zona de trabalho da firma Nicolaus Reisinger (Representante da Polar para Rheinland / Hessen / Pfalz / Saarland da

Alemanha). Esta comemoração em duas vezes foi motivo suficiente para fazer uma festa entre os funcionários da fábrica POLAR. Assim sendo, diante de todos os funcionários dessa empresa, celebrou-se a entrega da guilhotina POLAR n.° 50.000 pelos Srs. Mohr e Reisinger dessa fábrica, ao Sr. Karlhernz Friedrich, proprietário da ERASMUS-DRUCK GmbH, da cidade de Mainz. Este fato é sem dúvida de uma especial casualidade ou de uma prova de grande fidelidade da "Grande Família POLAR" no mundo todo, por ter fornecido para a cidade de Mainz esta guilhotina, já que aí GUTENBERG logrou obter este significante invento da impressão. O Sr. Karl Mohr recordou que a POLAR n.° 50.000 é a segunda máquina de aniversário daquela cidade, já que se fazia exatamente 12 anos que uma outra máquina Polar, ou seja a de n.° 20.000, por ter sido entregue ao Museu Gutenberg. Em Mainz, a ERASMUS-DRUCK é uma empresa muito conhecida. Não só aí mas também em outros países da Europa. Hoje em dia conta com quase 200 colaboradores. Uma das especialidades dessa empresa é a produção de tabelas de vôos, que devem ser entregues com prazo fixo. Todas as sextas-feiras, todos os bilhetes das companhias aéreas de todo o mundo, bem como todos os pilotos particulares, recebem as tabelas para seus "airway manual", pelo qual se rege a frota aérea de todo o globo. A versatilidade das guilhotinas POLAR e de seus dispositivos TRANSOMAT são responsáveis por este trabalho 3/1980

lhotinas rápidas, conforme o pedido de serviço a executar, duas vezes mais rápido que antigamente e ainda temos a vantagem que os trabalhos que se seguem podem ser preparados mais rapidamente. E estas vantagens são devidas à constante exatidão dos cantos das pilhas que possibilita o

TRANSOMAT. A máquina aniversariante, uma POLAR 155 EMC, foi montada para

preciso, já que devido a esses prazos extremamente curtos, também os tempos de preparação da máquina, durante sua programação são da maior importância. Desta maneira ganha-se tempo. Algumas vezes os minutos decisivos é que garante a entrega pontual das folhas e anexos a uma parte do pessoal técnico da aviação que está a serviço às sextas-feiras. Assim, o Polar-Transomat economiza tempo de forma mais notável. "Hoje em dia, diz o Sr. Alies, chefe do Departamento de Encadernação da ERASMUS, desoperamos nossas gui-

operar com elevadores de pilhas, mesas vibradoras, esteiras transportadoras e o POLAR TRANSOMAT. Mas uma segunda guilhotina rápida de papéis POLAR modelo EMC também será instalada dentro de poucos dias. Esta sera a quarta guilhotina rápida para a ERASMUS-DRUCK". Durante seu discurso, o proprietário da Fábrica POLAR lembrou outra particularidade: disse ele foi o Sr. Jean Reisinger, amigo da Fábrica POLAR e o primeiro representante destas máquinas quem induziu a fabricação de guilhotinas POLAR pelo Sr. Mohr. Desde 1945 a POLAR fabricava tesouras para papelão e guilhotinas manuais, e rapidamente formou-se a idéia de automatizá-las. Assim, ern 1948, o Sr. Rudolf Mohr conseguiu desenvolver a primeira guilhotina para comando elétrico do mundo. Isto 37


flashes

foi a base do êxito mundial da Fábrica POLAR e a mudança decisiva no modo de se fabricar guilhotinas para papéis. Os aperfeiçoamentos deram-se pouco a pouco, de sorte que foram criadas: a indicação direta, ótica de medidas (1954); a indicação ótica da linha de corte (1954); a mesa de ar (na Europa) (1954); o comando eletrônico direto do avanço, mediante fitas magnéticas (1956); os elevadores de pilha hidráulicos (1957); a empreagem hidráulica (1963); a troca automática da faca (1963); a alimentação da máquina completamente automática (1976). Tudo isto, é parte integral da PolarEMC, que foi a primeira guilhotina rápida de papéis com micro-computador e memória rapidamente intercambiável. Assim, depois que muitas patentes caducaram, hoje muitos detalhes técnicos, aperfeiçoados pela POLAR, formam o aspecto exterior e princípios de funcionamento de guilhotinas. O Sr. Heinrich Reisinger, numa parte de seu discurso declara que hoje praticamente só existe cópias de guilhotinas POLAR e não há no mundo nenhuma outra que seja melhor. Este comentário se confirma porque a POLAR se transformou no maior 38

fabricante de guilhotinas rápidas do mundo. A moderna tecnologia e o excepcional padrão de qualidade eram e são a base para o êxito de vendas da firma REISINGER. Com mais de 80 funcionários, hoje em dia esta firma, fundada em 1902 como comércio dedicado ao ramo de artes gráficas, é o centro de serviço e informação do ramo gráfico mais importante da área Rhein-Main. A POLAR n.° 2.500 nesta área significa que 5% da produção total da POLAR foi vendida pela casa REISINGER. Um pequeno resumo do discurso do Dr. Friedrich da ERASMUS-DRUCK diz o seguinte: "Vim aqui com uma alegria especial porque somos nós a quern se vendeu a POLAR n.° 50.000. Também nos incumbimos para que fosse a última POLAR para completar as primeiras 50.000 e a primeira das segunda 50.000. Gostaria de cumprimentar todos por este grande êxito, que contribuiu para que a Fábrica POLAR tenha fama mundial. Os senhores são os primeiros no caminho para o aperfeiçoamento técnico não duvidem que devido a seus conhecimentos técnicos, estes caminhos ficaram abertos para ulteriores modernizações no futuro, o qual lhes permitirá permanecer no posto número 1 do conjunto mundial". Também Sr. Reisinger, diretor-senior da NICOLAUS REISINGER, Frankfurt, expressou seu agradecimento à firma MOHR: Bismarck disse uma vez: não é preciso ensinar a Alemanha como

se monta um cavalo. Basta ajudá-la a montar sobre o cavalo. As relações entre as firmas MOHR e REISINGER nunca chegaram a isto. Somente mencionamos onde se encontrava o cavalo. Em seu dia, Jean Reisinger teve a idéia de construir guilhotinas. Era a idéia de copiar alguns dos modelos já existentes. Porém, o engenheiroconstrutor, o Sr. Rudolf Mohr, teve uma idéia muito melhor: era uma idéia revolucionária, genial: ele se afastou de todo o convencional e fabricou uma nova máquina, aplicando muitos elementos eletrônicos. Isto, hoje em dia, parece ser fácil. Mas para aqueles dias, era um verdadeiro risco. Mas logo ocorreu o êxito da POLAR. E atualmente existem em quase todo o mundo tão somente réplicas da POLAR, deixando h parte a POLAR original. Gostaria de agradecer-lhes a todos aqui presentes, pelo muito que têm feito até agora para conseguir isto e por tudo o que farão. Creio que falo em nome de todos os representantes da POLAR do mundo inteiro. Cada um, em seu lugar, para oferecer uma máquina tão excelente. Podemos recomendar sempre as guilhotinas rápidas POLAR aos nossos clientes, sem precauções, já que não existe uma guilhotina melhor no mundo. Com uma saudação do Prefeito de Hofheim, o Sr. Friedrich Flaccus, terminou esta festa de aniversário POLAR. As fotos expressam: A POLAR n.° 50.000 saindo da linha de produção da Fábrica POLAR em 1.0 de junho de 1979. A entrega da máquina aniversariante: uma POLAR 155 EMC. Parte do quadro de funcionários da Fábrica POLAR que participou deste ato; Entrega da máquina aniversariante pelo Sr. Karl Mohr ao Sr. Dr. Karlheinz Friedrich (it direita), da ERASMUS-DRUCK; Os 900 empregados da POLAR durante a entrega. Um brinde pela POLAR n.° 50.000. No Brasil, a POLAR é representada pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., firma sediada em São Paulo, Capital, e com filiais nas cidades de Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife, e com representantes em todos os Estados do País. El ABIGRAF EM REVISTA

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jurídico 11111...

Trabalhista SALÁRIO-MATERNIDADE Apesar do Prejulgado 14, do 1ST, a empregada gestante que nega a gravidez ao receber a carta de aviso-prévio e também depois, no momento da rescisão do contrato, agindo maliciosamente, perde o direito ao salário-maternidade.

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Assim foi a reclamante e não a reclamada que agiu maliciosamente, ocultando a gravidez da empresa. Em tal caso, é lícita e correta a conclusão a que chegou a MM. Junta. Não possível, em tal caso, condenar a empregadora, que bem poderia considerar o aviso-prévio ou deixar de concedê-lo se conhecimento tivesse tido da gravidez da empregada. O Prejulgado, embora draconiano, não pode amparar a recorrente." Diz a ementa: "SALÁRIO-MATERNIDADE. Apesar do correto entendimento jurisprudencial constante do draconiano Prejulgado n.° 14, do TST, a empregada gestante que nega a gravidez ao receber a carta de aviso-prévio e também depois, no momento da rescisão do contrato, agindo maliciosamente, perde o direito ao salário-maternidade." — Acórdão 2.531, de 19-3-79, da 2.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP 10.277/78, de S. Paulo (Roberto Barretto Prado, Pres.; Floriano Correa Vaz da Silva, Rel.).

pagamento. A equivalência de que fala a Constituição é uma equivalência de sistemas, a estabilidade ou Fundo de Garantia equivalente. A alternativa ou, que se lê no artigo da Constituição, isola um sistema do outro, não permitindo a sua interligação, aproveitando-se as vantagens deste ou daquele. Inocorre, efetivamente, a equivalência pretendida. Ela é apenas jurídica e não econômica. Reclamatôria improcedente."

— Acórdão 666, de 23-5-79, da 1.a Turma do TST, no RR-3.639/78 (Marcelo Pimentel, Rel.). — DJU de 1.°-6-79, pág. 4.357. FGTS — PRESTAÇÕES DA CASA PRÓPRIA Lei 6.765, de 18-12-79, que altera dispositivos da Lei 5.107/66, permitindo que o empregado optante utilize sua conta vinculada para pagamento de prestações da casa própria.

LEI N.° 6.765, de 18 DE DEZEMBRO DE 1979 Altera dispositivos da Lei n.° 5.107, de 13 de setembro de 1966, permitindo que o empregado optante pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS — utilize sua conta vinculada para pagamento de prestações da casa própria O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacio-

balho sob o regime do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, de acordo com as disposições da Lei n.° 4.380 de 21 de agosto de 1964, e de conformidade com as instruções expedidas pelo Banco Nacional da Habitação — BNH." Art. 2.° — No prazo de sessenta dias, o Poder Executivo regulamentará a presente Lei. Art. 3. 0 — Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 4.° — Revogam-se as disposições em contrário. Brasilia, em 18 de dezembro de 1979; 158.° da Independência e 91. 0 da Republica. João Figueiredo Murillo Macedo Mário David Andreazza (DOU-! de 19-12-79, págs. 19.334 e 19.335). FUNDO DE GARANTIA Liberação pelo Código 01 presupõe rescisão unilateral.

Presunção. A autorização para movimentação dos depósitos do FGTS, pelo Código 01, gera presunção juristantum de rescisão unilateral de contrato de trabalho. TST-Ac. 2. T2167/79 — unanimidade — (Proc. RR-1.219/79 — TRT 9.a Região). Rel. Min. Orlando Coutinho — Publicado em sessão de 28-11-79 e DJU 07-12-79.

nal decreta e eu sanciono a seguinte FGTS — EQUIVALÊNCIA ENTRE FGTS E INDENIZAÇÃO TRABALHISTA Não há equivalência econômica entre as indenizações do FGTS e da CLT.

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Não há equivalência econômica entre as indenizações do FGTS e da CLT. Equivalência jurídica é o que consagra a Constituição. O termo "equivalência" no texto constitucional esta não no sentido de valor, mas no de garantia de pagamento de uma indenização quando da rescisão contratual. A garantia é de proteção ao empregado para evitar a demissão sem 3/1980

Lei: Art. 1. 0 — A alínea b, inciso II, do art. 8.° e o caput do art. 10 da Lei n.° 5.107, de 13 de setembro de 1966, passam a vigorar corn.a seguin-

te redação: "Art. 8.° — I— II —

b) aquisição de moradia própria e pagamento das respectivas prestações, nos termos do art. 10 desta Lei. Art. 10 — A utilização da conta vinculada, para o fim de aquisição de moradia própria e pagamento das respectivas prestações, é assegurada ao empregado que completar, depois da vigência desta lei, cinco anos de tra-

HORAS EXTRAS ACORDO DE COMPENSAÇÃO O não atendimento das exigências legais para adoção do regime de compensação de horário semanal não implica a repetição do pagamento das horas excedentes, sendo devido, apenas, o adicional respectivo.

Em embargos, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "0 não atendimento das exigências legais para adoção do regime de compensação de horário semanal, não implica a repetição do pagamento das horas excedentes, sendo devido, apenas, o adicional respectivo." — Acórdão 2.003, de 26-9-79, do TST, em sessão plena, nos E-RR39


jurídico 1.993/77 (Nélson Tapajós, Rel.). — DJU de 28-9-79, pág. 7.253. FERIAS PROPORCIONAIS Havendo vigorado o contrato de trabalho por período inferior a 12 meses, com a demissão do empregado antes de completar o período aquisitivo, não há que se falar do

ria da Receita Federal, que tem a competência legal de administrar o tributo, uma vez que inexiste no SINIEF, ou em ajustes posteriores, previsão acerca dos livros fiscais do ISTR." — Parecer Normativo CST-69, de 23-11-79. — DOU-I de 27-11-79, pág. 17.673.

direito às férias proporcionais.

Em revista, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Férias proporcionais. Havendo vigorado o contrato de trabalho, por período inferior a 12 meses, com a demissão do empregado antes de completar o período aquisitivo, não há se falar no direito às férias proporcionais." — Acórdão 1.416, de 29-8-79, da 3.a Turma do TST, no RR-362/79 (Expedito Amorim, Rel.). — DJU de 6-9-79, pág. 6.647.

Fiscal OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Obrigações acessórias do contribuinte do ISTR.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Se o contribuinte do ISTR, por força de obrigações previstas na legislação do IPI ou do ICM, estiver obrigado à utilização do modelo 6 do SINIEF, neste mesmo livro anotará os elementos fiscais relativos ao ISTR. Este livro, por sua vez, deve ser autenticado junto ao órgão competente do Fisco Estadual, conforme previsto na legislação do IPI e no SINIEF. Aquele que somente for contribuinte do ISTR deverá escriturar livro fiscal cuja feitura obedeça ao modelo 5, anexo à IN-SRF 13/77, ou ao próprio modelo 6 do SINIEF. Contudo, da análise da disposição constante do subitem 28.2 da referida Instrução Normativa depreende-se que, qualquer que seja o modelo utilizado, o contribuinte está adstrito ao cumprimento das regras estabelecidas pelo SINIEF, para o livro modelo 6, inclusive aquela referente à obrigatoriedade de autenticação, ou visto prévio. Essa autenticação, porém, há de ser feita pelo órgão local da Secreta40

INDUSTRIALIZAÇÃO SOB ENCOMENDA Poderão sair com suspensão do IPI os produtos industrializados remetidos ao encomendante para nova industrialização, mesmo que dessa operação resulte produto isento ou com alíquota zero.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou a seguinte parecer: "Suscitada dúvida sobre se a devolução de produtos industrializados por encomenda ao estabelecimento encomendante, para serem empregados na fabricação de novo produto que tenha alíquota de incidência reduzida a zero (0), ou que seja isento, pode ser feita com suspensão do Imposto sobre Produtos Industrializados." "Ainda a considerar, para conclusão, o entendimento do PN CST n.° 149/74 (item 29), ao esclarecer que "a redução a zero de allquota de um produto não o exclui do conceito de produto tributado." Por via desse entendimento, e por força do disposto no inciso II do artigo 19 do RIPI/79, poderão sair do estabelecimento executor da encomenda com suspensão do imposto os produtos que forem devolvidos ao estabelecimento de origem nas condições ali indicadas, entre as quais se encontram as destinações para emprego como matéria-prima ou produto intermediário em nova industrialização, mesmo que dessa operação resultem produtos industrializados, tributados com aliquota zero, ou isentos. De resto, deverá ser cumprida a norma contida na alínea "a" do inciso I do artigo 97 do RIPI/79, referente à anulação, mediante estorno, do crédito do imposto correspondente às matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem que tenham sido aplicados na industrializacão ou acondicionamento de produtos com alíquota de incidência reduzida a zero, ou isentos."

— Parecer Normativo CST-71, de 13-12-79, — DOU-I de 19-12-79, pág. 19.375. CREDITO FISCAL — INDUSTRIALIZAÇÃO SOB ENCOMENDA Quando indicado na nota fiscal emitida pelo encomendante é facultativa a utilização do crédito do imposto por parte do fabricante da

encomenda.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "0 dispositivo transcrito (art. 206, do RIPI/79 e/ou qualquer outro do mesmo Regulamento não dispõe que o crédito transferido ao industrializador da encomenda seja considerado parte do pagamento da industrialização. g admissível, entretanto, o acerto de tal procedimento entre as partes interessadas, vez que não se registra, na legislação de regência, nenhuma disposição em contrário, subordinando-se, pois, ao livre ajuste. Isto posto, tem-se, ainda, para exame, a operação efetuada com observância do que dispõe o art. 324 do já mencionado RIPI/79. Neste caso, a Nota Fiscal com destaque do imposto segue para o estabelecimento encomendante. O industrializador recebe as "matérias-primas", produtos intermediários e material de embalagem" diretamente do fornecedor (sem passagem pelo estabelecimento do encomendante) com Nota Fiscal "sem destaque do imposto". Nas remessas dos insumos citados diretamente do estabelecimento encomendante, não industrial, nem equiparado a industrial, ao estabelecimento industrializador da sua encomenda, a indicação do imposto na Nota Fiscal que acompanha os produtos, na forma do disposto no art. 206, representa, "in fine", uma transferência de crédito. g no seguimento dessa afirmativa, e por igual razão que se há de permitir que o encomendante possa repassar ao industrializador de sua encomenda o imposto devido nas aquisições feitas a terceiros e que tenham sido remetidas á industrialização sem passagem pelo seu próprio estabelecimento." — Parecer Normativo CST-59, de 23-10-79. — DOU-I de 26-10-79, págs. 15.813/15.814. ABIGRAF EM REVISTA


Regionais da ABIGRAF Pl■-•

hr.

mo.

Bahia - Sergipe

Pernambuco

Rua Chile, 22 - Sala 1401

Avenida Cruz Cabugd, 84 I 1.° andar

Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 / Fones: (0712) 2-1650/1875 / CEP: 40000 / Salvador / BA

Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Empresa: Gráfica Olinda Ltda. / Olinda / PE / Av. Cruz Cabugá, 84 / Fones: (0812) 22-4298/3467 / CEP: 50000 / Recife / PE

Ceará Rua Senador Pornpeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 / Fone: 226-9056 / CEP: Fortaleza / CE

Goiás Presidente:

Rio Grande do Sul Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 I 19. 0 andar I sede Presidente: HENRY VICTOR SAATKAMP Rua Uruguai, 35 / 4.° / 440 / 47 / Secretaria Fones: (0512) 249478 / 247349 / 242520 / ramal 008 / Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S/A. / Av. dos Gaúchos, 443 / Fones: 41-2402/3322/3554/1826 / CEP: 90000 / Porto Alegre / RS

MÁRIO SCARTEZINI Empresa: Gráfica Piratininga Ltda. / Rua Quatro, 341 / Fone: (062) 224-4417 / CEP: 74000 / Goiânia / GO

Minas Gerais

Rio de Janeiro Av. Brasil, 15.671 I Lucas I Fones: 230-4171147471391-1748 / Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO

Rua Rio de Janeiro, 243 I SI 701 / Fones: 222-608114-0402 Presidente: SIDNEY DE MORAES

Empresa: IBGE — (Gerente do Serviço Gráfico) Av. Brasil, 15.671 / Lucas / CEP: 20000 / Rio de Janeiro / RJ

Empresa: Minas Gráfica Editora / Rua Timbiras, 2062 / Fone: 226-4822 / CEP: 30000 / Belo Horizonte / MG

Santa Catarina Paraiba Presidente:

LOURENÇO MIRANDA FREIRE Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A / Praça Antonio Rabelo, 12 / Fones: 221-4355/4144 / Fone: Fábrica 221-3118 / Caixa Postal, 36 / CEP: 58000 / João Pessoa / PB

Caixa Postal, 182 Presidente:

UDO WAGNER Empresa: Gráfica Avenida Ltda. / Av. Getúlio Vargas, 350 / Fones: (0473) 72-0772/0592 / CEP: 89500 / Jaraguá do Sul / SC

São Paulo Paraná Rua José Loureiro, 464 I 9.° I cf. 91 I Fone: (041) 223-3705 Presidente:

CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Empresa: Gráfica Vitória / Rua André de Barros, 216 / Fone: 32-4482 / CEP: 80000 / Curitiba / PR

Rua Marquês de 1tu. 70 / 12. 0 andar Fones: 2314733/4143/492314953 Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE Empresa: Tilibra S/A. - Comércio e Indústria Gráfica / Rua Bertolina Maria, 7/21 / Vila Vermelha / CEP: 04298

São Paulo / SP

1/1980 41


Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica

ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94

Regional do Estado de São Paulo

Diretor: VALENTIM BRANDINI

Presidente: Henrique Nathaniel Coubé Vice-Presidente: Rubens Amat Ferreira 2.. Vice -Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognes1 Pereira 2.* Secretário: Dráusio Basile

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda.

Tesoureiro: Waldyr PrIolli 2.* Tesoureiro: Jose Alder Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Renato Foroni Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Jose Luiz Spinala Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitt° José Clasca Jose Raphael Firmlno Tlaccl Suplentes: Osmar Matavelll Paulo Tacit Panosslan Basilio Artero Sanches

Sindicato das Industries Gráficas no Estado de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 2.° Secretario: Jose Alder Filho Tesoureiro: Irineu Thomas 2.. Tesoureiro: Waldyr Priol II Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Villela de Andrade Ernani Parise Jose Bignardi Neto Renato Foronl Conselho Fiscal: Jose Raphael Firm[no Tiaccl Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson SivIero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto it FIESP: Theobaldo De Nigris Homero \Miele de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Dráuslo Basile Secretaria: des B às 11,30 e das 13 As 17 horas Aos sábados não há expediente. Secretário Geral Elias Valentir Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais.

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Delegados no Estado de São Paulo

Rua São Bento, 1134 — Fone: (0162) 22-1386 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Ccl. Teal lo, 1544 — Fones: 433-2919/0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Sal les de Oliveira, 650 — Fone: (0192) 51-7197 Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Praga das Bandeiras, 1.077 — Fone: (016) 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894/2944/2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 436-3582 — 434-4848 Diretor: RUBENS ROBERTONI

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal, 153 — Fones: (0145) 22-3900 — 32-1668 Diretor: ALBERTO JUAN REMBADO

LONDRINA, PR Gráfica JO S/A. Rua Duque de Caxias, 161 — Fone: (0432) 23-1350 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: (0172) 32-8185 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZO

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20/21 — Fone: (0132) 34-7417 Diretor: AFONSO FRANCO

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fone: 452-3444 Diretor: MARIO DE CAMARGO

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: (0122) 32-2835 Diretor: JOEL ROSSI QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: (0142) 22-4467 Diretores: Alcides Bonora e José Esperidião ABIGRAF EM REVISTA


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Revista Abigraf 52  
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