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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA

ANO IV - NÚMERO 49 - DEZEMBRO 79

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Existem 86 maneiras de alguém perder a visão por lesão na córnea. Mas só uma maneira de recuperar essa visão: um transplante de córnea. Todos nós podemos precisar de um transplante de córnea, um dia.Todos nós devemos ser doadores do Banco de Olhos, hoje. IN=

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BANCO DE OLHOS Rua Pedro de Toledo, 1800 - S Paulo I CEP 04039 Quero inscrever-me como doador do Banco de Olhos para que, quando eu deixar este mundo, um cego possa vê-lo graças a urn transplante de cárnea. I

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Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02

Capa: Criação e Arte-final: Roberto Augusto Vieira

da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal — Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável: Rubens Amat Ferreira Diretor Editor: Rose Maria Priolli Produtor: Maria Lirio Sampaio

Fotolitos:

Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Sumário Editorial

5

Cartas

6

Presente e Futuro da Indústria Gráfica

8

Características dos Suportes para Rotogravura

14

ABIGRAF/SIGESP — Nova Tabela de Contribuição Sindical

20

Governador entregou prêmio ao Operário-Padrão Bandeirante/79

22

Combustíveis: Novo Programa para PME

24

Nossa Impressão

26

Drausio Basile Thomaz Frank Caspary

FIESP/CIESP — Seminário sobre Exportação mostra as novas diretrizes

28

Colaboradores: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP

Bolsa de Máquinas

30

Indústria de Celulose estuda método de eliminação de odores

32

SENAI — Curso por TV prepara operários nas indústrias

33

Benedicto Lopes dos Santos

FLASHES — Equipamento pesado da Goebel

36

Composição Gráfica:

JURÍDICO — Fiscal

39

JURÍDICO — Trabalhista - Comercial

40

Priolli & Cia. Ltda.

Regionais da ABIGRAF

41

Redação e Administração:

Delegados no Estado de São Paulo

42

Jornalista Responsável: Rene Santini Filho MTPS 1203 Diagramador:

Natal B. Pepe Consultores Técnicos:

Circulação:

Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão:

Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 e 37-0724 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

12/1979

ABIGRAF EM REVISTA — ANO IV — N.° 49 — dezembro de 1979 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


Parabe'ns ! 1879: lid cem anos, nascia Albert Einstein

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA GRÁFICA

1959: ha' vinte anos, nascia a Associação Brasileira de Tecnologia Gnifica

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RUA SERGIPE 787, CEP 01243, TEL. 257-4232 e 256-5401, SÃO PAULO, BRASIL


editorial

Homenagem à Rubens Amat Ferreira A Associação Brasileira da Indústria Gráfica do Estado de São Paulo, seus Diretores, Associados, Funcionários e Amigos pelos seus incontáveis e inesquecíveis dias, aos quais sem fronteiras dedicou, agradecem e honradamente crêm que o Presidente foi substituído, mas o amigo que encerra em Rubens permanecerá. Neste espírito ABIGRAF

EM REVISTA homenageia

Rubens Amat Ferreira e parabeniza o novo Presidente da

ABIGRAF — Regional do Estado de São Paulo — Sr. Henrique Nataniel Coubé augurando-lhe total sucesso e perenes realizações.

Maria Lirio Sampaio

12/1979

5


cartas

Prezados Senhores:

Prezados Senhores:

A Abigraf:

Vimos pela presente passar as vossas mãos o programa do I SALÃO AFRICANO DE EMBALAGEM E MANUTENÇÃO, o qual é operado pela nossa empresa. Sendo assim, esperamos contar com o vosso apoio quanto a divulgação deste evento, e ao mesmo tempo nos colocamos ao vosso inteiro dispor para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

Temos a grata satisfação de voltar a sua presença para registrar nossos agradecimentos, em nome da Bittencourt & Rubiniak e do Grupo Ripasa, pela atenção recebida de V. Sas., por ocasião de recente entrevista sobre papéis para imprimir e escrever. Ressaltando a importância de sua colaboração para a realização dos objetivos propostos neste estudo de mercado, renovamos-lhes a disponibilidade dos nossos préstimos e subscrevemo-nos,

A S/A I.R.F. Matarazzo — Setor de Treinamento, vem requerer de V. Sas. o recebimento de prospectos de cursos desenvolvidos nessa conceituada entidade. Se possível, gostaríamos de receber também, a programação de cursos para 1980. Desde já, ficamos gratos.

Atenciosamente, Ayrton de Souza Gerente Departamento de Eventos, Projetos Especiais e Novos Produtos ATLANTIC PACIFIC TOURS Praça Dom José Gaspar, 134 14.° andar - Conj. 142 - Centro CEP 01047 - São Paulo

atenciosamente, Bittencourt & Rubiniak Ltda. Consultoria - Mercadologia Rua Tabapuã, 821 — 7.° andar Conj. 81 — São Paulo - SP Agradecemos as gentis palavras e auguramos que possamos estar sempre ao inteiro dispor de V. Sas.

Prezados Senhores: Venho por meio desta agradecer o recebimento de exemplares da Revista ABIGRAF ,cujo informativo considero importante aos gráficos dependentes da boa informação. Parabéns à classe. Com esta oportunidade, solicito-lhes enviar o livro "Custos na Indústria Gráfica" e "Tabela de Preços Mínimos de Impressos". O cheque referente está anexo. Aguardando vossos préstimos, com estima e apreço, subscrevo-me

Através da revista ABIGRAF, tivemos conhecimento de publicações de muito interesse. Solicitamos o envio das seguintes: Tecnologia de Papel com Ensaios de Laboratório; Classificação e Avaliação de Funções na Indústria Gráfica; Aumento da Produtividade na Indústria Gráfica. No aguardo de suas providências, subscrevemo-nos

cordialmente Oswin Attilio Helfenstein

Atenciosamente, Sociedade Literária São Boaventura

GRÁFICA E LIVRARIA ROYAL Rua Joao Amandio Sperb, 265 99830 — Gaurama - RS 6

Prezados Senhores:

EDITORA SAO MIGUEL Rua General Sampaio, 189 Caxias do Sul - RS

Atenciosamente S.A. INDUSTRIAS REUNIDAS F. MATARAZZO Rua Joly, 273 — Brás São Paulo - SP Agradecemos o interesse e informamos-lhes que já providenciamos para que os prospectos cheguem in mãos de V. Sas.

Prezados Senhores: Acusamos o recebimento da correspondência de V. Sas. e solicitamolhes o seguinte: Realmente, estamos interessados em nos associar â SIGESP/ABIGRAF, para tanto, gostaríamos de receber maiores esclarecimentos nos benefícios que poderemos receber nos associando a esta entidade. Na certeza de que seremos atendidos, desde já antecipamos nossos agradecimentos, mui Atenciosamente, Reginaldo e Midio NOVIMAGEM — Artes Gráficas e Repres. Ltda. Rua Floriano Peixoto, 1575 Franca - SP Informamos-lhes que já foram tomadas as devidas providências. ABIGRAF EM REVISTA


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ajuda dos amigos. Influências favorável s para procurar um novo emprego. Associação bem influenciada. Face projetos no plano sentimental e resolva os problemas familiares. Conselho: deixe-se levar pelo entusiasmo.

Tempo ik Temperatura Reprodução reticulada para imitar recorte de jornal

PRESENTE E FUTURO DA INDÚSTRIA GRÁFICA

HORÓSCOPO

Na era atômica, das comunicações instantâneas e da conquista do espaço, os antigos profetas mudaram de nome — são chamados hoje de futurólogos — mas o seu prestígio não é mais sombra do que já foi. Hoje, quase todos estão situados no mesmo plano dos astrólogos, não sendo levados muito a sério, com exceção de Herman Kahn e George Orwell. O tema a que nos propomos hoje relatar, é quase que um exercício de futurologia. Se fizermos uma revisão das predições feitas no passado, podemos constatar que com muita freqüência os futurólogos erraram. Foi dito uma vez que é muito fácil, prever o que vai acontecer dentro de 50 ou 100 anos e muito difícil saber o que virá no ano vindouro. Não pretendo portanto divagar sobre os rumos incertos de um futuro distante e sim fazer uma análise da situação atual da Indústria Gráfica e trazer uma perspectiva palpável dos próximos 10 ou 15 anos dentro e fora da Indústria Gráfica latinoamericana. Para tanto, pretendo tecer algumas considerações nos campos tecnológico, mercadológico e de suprimentos de matéria prima. CONSIDERAÇÕES SOBRE A TECNOLOGIA NA INDÚSTRIA GRÁFICA E SEU DESENVOLVIMENTO

Conferência proferida em Punta Del Leste — Uruguai, por ocasião do VII Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica

Por Thomaz Frank Caspary

De acordo com inúmeras observações feitas na última DRUPA (1977), nestes dois anos de desenvolvimento que se sucederam e, de acordo com o último relatório apresentado no Congresso de Pesquisa e Engenharia da Indústria Gráfica nos Estados Unidos podemos observar que está crescendo a aplicação de computadores na composicão gráfica, na seleção de cores, na confecção de matrizes e no controle qualitativo da impressão. ABIGRAF EM REVISTA


A reprodução de cores é agora mais controlável e mais prática, reduzindo a dependência das indústrias em tirar provas em papel e fazer testes, diminuindo a margem de erros.

O Scanner já conhecido há muito tempo foi sofisticado com a aplicação de raios laser e conjugado com sistemas de correção de cores, paginação e montagem de "folhas de máquina".

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SISTEMA HELL

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Os sistemas de impressão funcionam analogamente a uma televisão, onde, entre o estúdio e o aparelho receptor de TV existem uma série de aparelhos retransmissores. Assim na impressão é necessário passar o original por uma chapa fotográfica, uma matriz de impressão e uma máquina para se obter a reprodução desejada. Estas divisões do processo gráfico já conhecidas são esquematizadas a seguir.

Proceso de Impresión

Matriz

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REPRODUCION

A composição a frio, com utilização de videos para leitura e coreção em fitas bem como o controle densitométrico com comando automático da tintagem já são realidade. A necessidade de maior rentabilidade cria processos mais rápidos e por vezes mais simples. Para se entender a estrutura de futuros sistemas é necessário que se analise a atual.

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Em cada um dos elementos acima existe certa perda de informação, fazendo com que esta não seja 100% idêntica ao original. Pode-se dizer que, quanto menor for a cadeia de processos intermediários, menor será também a perda de informações do original para a reprodução. O processo deverá ser racionalizado de tal maneira que se economi-

SISTEMA INTEGRADO DE PREPARACION DE INFORMACIONES (matrices)

SISTEMA DE IMPRESION

REPRODUC ION

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Como exemplo para demonstrar tal racionalização temos hoje chapas que são sensibilizadas com imagens, dispensando o filme intermediário. Ainda no campo da rotogravura, a gravação de cilindros por via eletrônica e eletromecânica já se torna realidade.

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zem tempo e processos, dando à reprodução maior fidelidade.

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Uma cadeia de processos extremamente curta é demonstrada hoje pelos sistemas Polaroid, onde é usado um suporte pré-sensibilizado com cores em forma latente. Este processo é no entanto bastante oneroso quando se trata de reproduções em grandes quantidades. Os suportes que não tenham cores em forma latente continuarão, por motivos de custo, a ser usados também no futuro. A impressão sem matrizes (Plateless Printing) está criando novos mercados que estão colocando para trás alguns processos convencionais de impressão. Como exemplo, podemos citar a Xerografia que deverá ser desenvolvida ainda mais, entrando no campo das cores o que no entanto sera um processo muito caro, para grandes tiragens. Os processos de confecção de matrizes e de impressão (ou cópia) deverão ser mantidos separados. Quais os tipos de matrizes que teremos para a informação no futuro? Pode-se dividi-las em duas classes: as digitais (como as contidas em um computador) e as análogas (os filmes e as matrizes usuais). No caso do uso de sistema digital ter-se-ia a informação (texto ou figura) em forma de números. E o caso do sistema de impressão "ink-jet" , onde pequenas partículas de tinta carregadas eletricamente saem por um pequeno ejetor. Estas partículas atravessam um campo 10

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elétrico, encontrando em seguida o suporte. De acordo com o direcionamento das partículas, dado pelo campo elétrico, consegue-se então o quadro desejado. Será que este sistema poderá ser largamente usado no futuro?

SISTEMA INK-JET DE IMPRESION

pigmentos eléctricamente cargados

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eyector de pigmentos campo eletromagnético

ABIGRAF EM REVISTA


Uma quadricromia no formato de 80 x 100 contém aproximadamente 900 milhões de Bits (unidade de computador); cada célula de computador comporta um Bit. Portanto, para imprimir-se uma quadricromia como a citada, seria necessário um computador com capacidade de 900 milhões de células, o que além do alto custo é até hoje desconhecido. Dentre os sistemas análogos podemos destacar o filme, a chapa eletrostática e as matrizes dos principais sistemas de impressão. Estes materiais comportam uma infinidade de informações e em comparação aos sistemas digitais são de baixo custo. Estas matrizes que aqui chamamos de "portadores de informação" não necessitam, como o computador, de um processo de mutação. A informação é transmitida diretamente ao suporte com bastante rapidez; alcança-se grande velocidade no transporte da imagem, pois é transmitida uma grande quantidade de elementos de informação. Quais serão as matrizes de impressão no futuro? Pegamos um filme como matriz e jogamos um feixe de luz sobre o mesmo (holograma). Este feixe é recebido pelo filme e transmitido ao suporte. O suporte neste momento já passou por uma fase anterior, onde foi tratado com uma camada de tinta especial (toner). A luz refletida sobre o suporte faria com que as partes a serem impressas endurecessem o toner. Num próximo estágio, o toner não endurecido seria sugado por um exaustor; seguir-se-ia outro estágio que se incumbiria da secagem final. Por ser um processo ainda bastante complexo no que diz respeito it manutenção de perfeito registro (laser — holograma — toner), não é de se esperar que venha a suplantar os processos convencionais. holograma

— rayos laser SISTEMA DE ImpREsION POR RAYOS LASER

toner/

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Pode-se, portanto, esperar para as próximas duas décadas a continuidade e evolução dos processos já existentes. Novos tipos de tintas vêm surgindo, para que cada vez mais se imprima melhor e mais rápido. Tintas com secagem ultravioleta e infravermelho começam a surgir no mercado; pensa-se já em secagem ultra-sônica. Certo 6, que a mio-de-obra deverá se especializar ainda mais; o técnico de hoje deverá certamente sentar-se novamente no banco escolar, pois o volume de informações já não é suficiente. Perspectivas futuras na área tecnológica? Não haverá revolução. Haverá sim crescente desenvolvimento em todos os setores, tendendo para a racionalização. 12/1979

FALEMOS UM POUCO SOBRE MERCADOLOGIA

Imaginemo-nos em uma sociedade automatizada, sem memória de outros meios de comunicação que não sejam os eletrônicos. A TV de bolso, com seus inúmeros programas, 6 conselheira e orientadora sob todos os aspectos. O minicomputador nos responde por meio de um simples toque de botão a todas as perguntas e dúvidas que porventura tenhamos, em qualquer lugar e a qualquer hora do dia e da noite; e poderíamos viver sem problemas. As informações interessantes poderão ser conservadas de muitas formas, principalmente em videocassetes, discos, agulhas, etc .. . Computadores armazenam todo o conhecimento e a sabedoria julgados necessários ao perfeito funcionamento e aperfeiçoamento desta sociedade. A lista de inovações no campo das comunicações 6 interminável. Devemos abordar em primeiro lugar os dois pontos mais importantes: 1 — Como serão os produtos impressos no futuro? 2 — Será que dentro de 15 a 20 anos os produtos gráficos ainda serão como os de hoje, ou por causa dos sistemas de comunicação já terão desaparecidos? Podemos responder a estas perguntas, se analisarmos as finalidades dos produtos gráficos junto ao consumidor. Basicamente podemos dividi-las em duas, pois os produtos: 1 — Se prestam à divulgação de notícias e informações (revistas, jornais, livros, catálogos, folhetos e propaganda em geral); 2 - São usados como material de embalagem. Não 6 difícil predizermos que também no futuro será necessário o uso de material de embalagem impresso, se bem que não é de primordial importância qual o suporte a ser utilizado. A mídia eletrônica, rádio e TV, que durante algum tempo se supôs viesse a dispensar o uso de material impresso, ao contrário, veio reforçá-lo e dar-lhe maior poder de penetração. Sabe-se que os programas educacionais que não têm suporte de mídia impressa apresentam resultados desanimadores. O livro continua e continuará a ser o elemento mais importante na educação. Permanecerá sendo a forma mais barata e eficaz de difundir o conhecimento humano. Os impressos de caráter informativo ou promocional têm características próprias que os fazem diferentes dos outros meios de informação (rádio, a TV e os computadores), como por exemplo: 1 — Oferecem ao usuário rápida consulta, como a visão de uma página e um desenho técnico, o rápido folhear de um livro. Isto não é possível com fitas ou discos magnéticos ou ainda com microfilmes. 2 — Os impressos (sejam texto ou imagem) têm a seu favor a fixação das imagens por muito mais tempo do que um filme ou slide de TV, rádio e TV, que podem ser desligados; um cartaz não! 3 — Os produtos gráficos são facilmente transportáveis para qualquer lugar. Seria difícil (não impossível) imaginarmos carregar a nossa "máquina de ler microfilmes" ou mesmo a "TV de bolso" para todo lugar. 11


Podemos afirmar sem dúvida que como divertimento lazer, o produto impresso encontra maior aceitação a cada dia. Os suplementos coloridos dos jornais de grande circulação, as revistas sobre esporte em geral e os guias turísticos representam um segmento de mercado firme. sucesso do processo Heat-Transfer para tecidos, a impressão de laminados decorativos, papéis de parede, etc., são mercados em franco desenvolvimento. Formulários continuos serão cada vez mais requisitados pelo crescente uso de computadores; não há perspectivas de retração. "Marketing" é hoje uma palavra desconhecida no mercado latinoamericano de artes gráficas. Faz-se necessário o uso dos instrumentos de "marketing e merchandising" para uma melhoria da produtividade e de custos. Infelizmente não nos utilizamos na América Latina de estatísticas, pesquisas ou levantamentos para uma melhor avaliação não só do mercado consumidor, mas, e principalmente das falhas em nossas empresas. Se tomarmos por base uma pesquisa feita em gráficas na Europa Estados Unidos podemos e devemos refletir um pouco mais sobre o que acontece com nossas empresas. quadro analítico abaixo apresentado, mostra por si só o cuidado que devemos tomar em nossas decisões empresariais.

CAUSAS DA INSOLVENCIA NA INDÚSTRIA GRÁFICA

Origem das insolvências

M

P

%

Erros de orientação mercadológica

23.8

20.7

Má administração de suprimentos

14.3

38.0

Problemas de estrutura de pedidos

17.2

2.4

Problema de política de preços

6.9

14.3

Problemas de especialização

3.4

11.2

Erros na política de produtos

1.2

6.5

* M = Média (até 200 funcionários) P = Pequena (com menos de 50 funcionários) * Foram pesquisadas 71 empresas dos Estados Unidos e do Mercado Comum Europeu, sendo, 29 empresas médias e 42 pequenas.

A necessidade de uma variedade crescente de produtos, uma entrega sempre mais rápida, mais segurança e estoques reduzidos, continua estimulando gráficas verticalizadas (in-house-printer) e muda os aspectos mercadológicos dos impressos comerciais. O volume de impressão está tendendo a ser mais concentrado. Um número menor de companhias grandes produzirá uma quantidade maior do volume de impressão. A administração profissional 12

está sendo adotada sempre por mais empresas gráficas. As pequenas e médias empresas estão se desfazendo dos julgamentos intuitivos, a favor de decisões mais analíticas de maior qualidade. SUPRIMENTO DE MATÉRIA-PRIMA

Qualquer discussão sobre as tendências da indústria gráfica não seria completa, sem as considerações de alguns fatores críticos sobre o suprimento de papel e os efeitos da crise energética bem como os problemas ambientais. Para que possamos fazer uma análise melhor do setor, devemos dividir a matéria prima em três grandes grupos, a saber: a — Matéria prima para embalagens; b — Papel para imprimir e escrecer; c — Papéis Higiênicos, Industriais e outros. futuro da Embalagem de Papel, neste final de século, é dos mais promissores, porque a mesma: E de matéria-prima renovável; E reciclável; biodegradável; higiênica e econômica; E barata. plástico após a década de 60, começou a concorrer com os variados tipos de matérias-primas para embalagem. Os acondicionamentos de juta e de algodão, assim como o papel que começou a sofrer a concorrência dos filmes plásticos, também sentiram a presença do polipropileno — a ráfia plástica. Em 1895, Edwin Drake, perfura, com êxito, o primeiro poço de petróleo nos Estados Unidos; 78 anos depois, isto é, em 1973, começa o fim da curta era do petróleo na história da nossa civilização. Tudo faz crer que, em 1995, quando completar seu centenário, a situação esteja bem mais grave do que atualmente. Conseqüentemente, os derivados do petróleo, como a nafta de onde se originam praticamente todos os plásticos, sentirão o seu crescimento prejudicado pela falta de matéria-prima, enquanto vai se tornando mais rara, pelos seus preços proibitivos. Os plásticos para embalagem só permanecerão naquelas linhas onde, por questões de ordem técnica e econômica, não for possível uma substituição. consumo de papel de embalagem incluindo o cartão cresce anualmente a uma taxa de 9% até 1982, sendo que as previsões feitas nos Estados Unidos indicam uma tendência de consumo com crescimento de 10,8% ao ano para os países latinoamericanos, de 1981 a 1985. Na área de papel para imprimir e escrever a demanda mundial foi avaliada nos Estados Unidos em fins de 1978 em 50,8 milhões de toneladas para uma oferta de 52,6 milhões de toneladas, portanto um superavit de 1,8 milhões de toneladas. Está previsto um aumento da demanda na ordem de 3,3% ao ano enquanto que a oferta de papéis de imprimir e escrever deve crescer até 1982 em aproximadamente 3,4 milhões de toneladas. O suprimento avaliado, baseado em ganho de eficiência por novos métodos e racionalização, tanto do lado produtor como do consumidor, não impedirá que tenhams por volta de 1990 um déficit de fornecimento de matéria-prima na ordem de 2,5 milhões de toneladas, caso não sejam implantados novos projetos a ABIGRAF EM REVI4TA


partir de 1982. Desta forma podemos estar entrando em uma época crítica dentro de aproximadamente 3 anos. NOSSA PREOCUPAÇÃO COM A ENERGIA E CONTROLE AMBIENTAL

Está havendo uma subida de preços desproporcional. Os custos de materiais, energia e distribuição estão crescendo de forma bem mais acentuada que os outros custos. Isso está forçando as empresas gráficas a desenvolverem melhores controles, novas técnicas para melhorar os resultados financeiros e desenvolver métodos alternativos para a distribuição. As necessidades de energia e os controles ambientais são as outras áreas de grande interesse da indústria gráfica. A escassez de energia, tem interrompido algumas operações de impressão durante os últimos dois anos no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa e está se esperando problemas semelhantes para o inverno deste ano. O que o futuro está nos reservando em termos mundiais de suprimento de energia, está certamente muito além das considerações deste nosso tema, mas, é aparente que as considerações sobre energia terão expressão significativa nos problemas da indústria gráfica. O controle ambiental, no que diz respeito a destruicão de plásticos, fará com que retornemos a- s embalagens de papel. Como não poderia ser de outra maneira, a indústria gráfica se defrontará com os problemas de controle de poluição, a custos que poderão variar de empresa para empresa, provavelmente com alguma relação direta ao seu tamanho. Grandes firmas serão as que enfrentarão primeiro os problemas de controle de emissão de gases, eliminação de efluentes, entre outros. Isso irá exigir instalações que as pequenas empresas provavelmente não conhecerão tão cedo. CONCLUSÕES

Na América Latina, a situação da Indústria Gráfica pode ser vista daqui para frente sob os seguintes aspectos: O mercado deve se expandir pois a população continua a crescer e a taxa de alfabetização também. A demanda de material impresso deve crescer a fim de atender necessidade de educação, cultura, embalagem e entretenimento. As perspectivas de mercado externo sob a forma de exportação de produto impresso continuarão difíceis a menos que barreiras alfandegárias sejam levantadas. A profissionalização de mão-de-obra, seja pela formação de maior número de técnicos seja pelo treinamento dentro das empresas, deverá permitir a saída da fase semi-artesanal que ainda existe na maioria das gráficas. E evidente que para se atingir isso, há necessidade de mudança da mentalidade da indústria pela busca de melhor produtividade com pessoal mais qualificado — educar e treinar pessoal devem ser os imperativos maiores. O técnico de hoje deverá certamente sentar-se novamente no banco escolar pois o volume de informações já não é suficiente. Apesar do desenvolvimento no campo tecnológico, não tenho dúvidas que a maior parcela de desenvolvimento deverá vir do controle rígido e da redução dos custos operacionais, por meio de racionalização e pesquisa de novos materiais e métodos de trabalho. 12/1979

A busca de maior e melhor utilização do equipamento já instalado, a melhoria na produtividade da mão-deobra e o melhor aproveitamento da matéria prima, devem ser conseguidos com programas que visem a redução de tempos não produtivos — acerto de serviços paradas técnicas, velocidades médias mais elevadas, melhor aproveitamento de papel, tinta, chapa, filmes, etc. O peso da racionalização tecnológica se concentrará na área "pré-máquina" a fim de minimizar os custos de máquina já bastante elevados. Uma estrutura rígida de custos e de avaliação por meio de levantamentos estatísticos será de fundamental importância daqui para frente. A padronização de dimensões de papel e formato de produtos, deverá ser buscada a fim de se obter impressos a custos mais baixos. Perspectivas futuras nas artes gráficas? Não haverá revolução. Haverá sim, crescente desenvolvimento em todos os setores. Televisão de bolso? Máquina de ler? Uma coisa é certa, enquanto trabalho e pensamento forem valorizados, haverá lugar para a palavra escrita. Se fracassar uma informação a culpa não cabe ao leitor sim, à mensagem, que não estava correta.

"CURRICULUM VITAE" Thomaz Frank Caspary Nascido em Sao Paulo, em 1943, formou-se em fevereiro de 1970 pela Escola de Engenharia Técnico-Administrativa para a indústria gráfica em Stuttgart (Alemanha). Fez ainda na Europa vários estágios em diversas gráficas e fábrica de papel. Está atualmente na firma Laborgrag Artes Gráficas S/A., em São Paulo, onde desempenha as funções gerenciais de suprimento e pesquisa de novos materiais e métodos. Dentre inúmeros cursos freqüentados no Brasil exterior, podem ser citados os seguintes: Controle de Qualidade na Indústria Gráfica, Racionalização de Trabalho na Indústria Gráfica, Custos Industriais Gráficos, etc. Dos cursos ministrados, estão entre outros os seguintes: Controle de Qualidade na Indústria Grdfica, Racionalização de Trabalho e Aumento da Produtividade na Indústria Gráfica, Suprimentos na Indústria Gráfica. Conferências e Palestras em Congressos, Semanas Tecnológicas, Universidades, Associações Técnicas etc. Publicou diversos artigos técnicos em várias revistas especializadas, bem como brochuras sobre Controle de Qualidade e Aumento da Produtividade na Indústria Gráfica. hoje, a par de suas atividades profissionais, diretor do Departamento Técnico da Associação Brasileira da Indústria Gráfica e membro do conselho Técnico Consultivo do colégio Técnico de Artes Gráficas "Theobaldo De Nigris".

13


CARACTERÍSTICAS DOS SUPORTES PARA ROTOGRAVURA 1 — INTRODUÇÃO

Hoje ern dia, a embalagem assumiu um papel de relevante importância no mercado, principalmente no de produtos alimentícios, pelo fato de que ela não só resguarda o produto das intempéries climáticas, conservando-os por um período mais longo, como também, faz a promoção deste produto, que é hoje elemento fundamental já que temos uma variedade muito grande de marcas. Devido â infinidade de materiais que hoje são destinados â embalagem, estudaremos somente os denominados flexíveis que são impressos em Rotogravura. O número de suportes e combinações entre eles vem aumentando dia após dia, principalmente com o desenvolvimento das indústrias petroquímicas.

2 — CELOFANE O celefone tem como características físicas o fato de ser claro, transparente, flexível, sem cheiro, à prova de gordura e não tóxico. Sua descoberta se deu na França por volta de 1900, porém a sua maior produção se deu com o desenvolvimento da embalagem no fim dos anos 20 e início dos 30. A sua fabricação é de celulose proveniente da polpa da madeira que será purificada até se transformar em uma solução transparente e gelatinosa que por meio de laminação com um banho coagulante formará um filme continuo. Após uma série de lavagens adicionam-se plastificantes e amaciantes para que tenha uma superfície própria para impressão. Terminada a aditivação ele sera seco e embobinado.

2.1 —

Tipos de Material

Encontramos este material de três modos diferentes que são: a — com tratamento dos dois lados que aumentará a sua impermeabilidade possibilitando desta forma a solda que hoje é elemento indispensável na embalagem. Além deste fator teremos também uma maior ma14

leabilidade que facilitará em muito a máquina impressora. b — com tratamento de um só lado, como o primeiro, impermeável, porém não com tanta intensidade e permite também a solda se esta for executada deste lado. c — Sem tratamento, o tipo mais simples e também o mais barato é permeável e não possibilita a solda. O fechamento da embalagem deverá ser feito por meio de torção. Este tipo de material é utilizado para embalagens de caramelos. bom salientar que os tratamentos executados sobre o celofane podem ser por dois modos:

Por nitro-celulose Por polimerização da superfície.

2.2 —

Problemas de impressão

2.2.1 —

Celofane sem tratamento

Este tipo de material traz problemas bastante sérios na impressão devido a uma série de fatores: primeiro problema que se apresenta 6. quanto â elasticidade do material que é bem elevada, necessitando assim um controle bem meticuloso da tensão da fita na máquina. Devemos trabalhar com uma baixa tensão para que evitemos desta forma um alongamento e com isto uma perda do registro. segundo problema que vamos encontrar é quanto secagem da tinta. Ao passar de um grupo impressor para outro, a tinta deverá estar perfeitamente seca; caso não ocorra, haverá o arrancamento da anterior. Para a eliminação desse problema, o impressor não poderá contar com o aumento da temperatura na câmera de secagem pelo fato de que um calor excessivo trará problemas pela perda de resistência e maleabilidade tornando o papel quebradiço. terceiro problema que aparece é o da umidade presente na impressão. Caso ocorra, o excesso de umidade provocará a expansão do material. A falta de umidade, ABIGRAF EM REVISTA


provocada geralmente por altas temperaturas, causará o retraimento do material. Nesses dois casos teremos como conseqüência a perda de registro. Concluindo, podemos afirmar que o impressor deverá ter um cuidado especial com a temperatura de secagem evitando com isto uma série de problemas. 2.2.2 — Celofane tratado com Nitro-Celulose 1 — Este tipo de material tem uma estabilidade dimensional muito boa porém o impressor devera controlar a tensão em todos os pontos possíveis na máquina impressora e isso se deve ao fato de ter este material uma superfície muito escorregadia e gordurosa que criará problemas de registro na impressão. 2 — Uma outra preocupação do impressor deverá ser a da Relação entre a tinta e o suporte que deve ser controlada periodicamente durante todo o serviço. Com este material o impressor não terá tantos problemas quanto à temperatura como no anterior e poderá começar a trabalhar com uma temperatura de 85 °C ± 1 °C que poderá variar conforme a tinta utilizada. O impressor não deverá suplantar em muito esta temperatura para que o celofane não se torne quebradiço. 3 — Este outro problema é também ligado à temperatura a tensão da rebobinagem. Caso tenhamos estes dois elementos em excesso sera provocado o fenômeno "fantasma" que ocorre devido a pressão entre as voltas da bobina, consistindo de uma superfície embaçada e rugosa perdendo-se com isto qualidade da impressão. Para eliminarmos este problema devemos passar novamente o celofane em máquina a uma temperatura bem elevada. 2.2.3 — Celofane com superfície polimerizada 1 — Os celofanes com superfícies polimerizadas têm uma boa estabilidade dimensional dando com isto a possibilidade do impressor trabalhar com uma tensão maior que com os materiais anteriormente mencionados. 2 — As tintas utilizadas para impressão não necessitam de alta temperatura para secagem pelo fato de que solvente a ser utilizado é bem volátil além do que este tipo de tinta não resiste a altas temperaturas. 3 — Para a secagerh não se deve ultrapassar a faixa de 80 a 93 °C, porque temperaturas mais elevadas tornam o material muito macio. Com o passar do tempo o cefofane voltará ao normal mas soltará a tinta impressa. Este fenômeno também ocorrerá na solda do material. Não se deve trabalhar com o material em secadores de chama por causar a oxidação no material. 4 — A superfície do material não deve ser resfriada por meio de rolos resfriadores de baixa temperatura, nem tão pouco ser condicionada ou reumidificada porque tais processos causariam uma transpiração no material prejudicando o rebobinamento. 12/1979

5 — Uma tensão excessiva da fita poderá provocar uma transformação na estrutura cristalina da superfície polimerizada e com esta teremos o aparecimento do repinte na hora do rebobinamento. E aconselhável que ao término da impressão o material seja armazenado à temperatura ambiente ou um pouco mais baixa. 3 — POLIETILENO polietileno é um material termoplástico, obtido da polimerização do gás etileno a alta pressão e temperatura. material será extrusado na forma de filmes ou tubos que terão uma aparência clara, transparente, sem gosto, à prova de água e umidade, que permitem a soldagem, são elásticos, duráveis e flexíveis mesmo a temperatura abaixo de zero. Estas características e propriedades irão variar segundo a densidade ou tipo e graus da ramificação das moléculas. Assim sendo, teremos filmes de baixa, média e alta densidades. A influência da densidade do filme sera mais ligado à flexibilidade do material, sendo mais flexível o de baixa densidade e por este motivo o mais utilizado para embalagem. polietileno não é naturalmente printável e para que isto ocorra deverá receber um tratamento. 3.1 — Tipos de tratamentos

tratamento de um material tem a finalidade de tornar a superfície porosa e receptiva à tinta devido a uma polarização da superfície. Há dois tipos fundamentais de tratamento, que são: 3.1.1 — Tratamento com chamas

Este tratamento consiste em passar o material por uma chama e logo em seguida resfriá-la por um cilindro resfriador que deve retirar todo o calor absorvido pelo material. Este tipo de tratamento tem uma velocidade igual a 70 a 90 m/rnin. e por este motivo não pode ser aplicado na extrusora pela sua velocidade. Hoje é um tratamento utilizado para tratar plásticos rígidos. 3.1 .2 —

Tratamento Eletrônico (corona)

Este tipo de tratamento é hoje mais utilizado para tratar os materiais flexíveis e fará com que eles adquiram porosidade e também criem uma polarização da superfície. tratamento é executado dando-se urna descarga elétrica sobre o material. Para que isto ocorra, este passará entre duas barras com carga elétrica. processo eletrônico possibilita um melhor tratamento final que o de chama e além deste fator, teremos também uma maior durabilidade e controle. Pode ser aplicado com dois pontos diferentes: na extrusora ou na máquina impressora. Nesta última há perigo para a segurança pois possibilita choques no operador ou incêndios. Pelo que vimos, o tratamento superficial tem a finalidade de fazer com que a superfície tome-se apta a receber a tinta. Mas há casos em que devemos controlar ou 15


verificar qual dos lados á tratado. Para isto, temos alguns testes práticos que serão mencionados aqui. 3.1.2.1 — Teste de arrancamento Executado com uma fita adesiva que será fixada sobre a impressão e arrancada. A tinta não deverá sair do impresso e caso isto ocorra, á sinal de que não houve uma perfeita aderência. 3.1.2.2 — Solução de umectação Com uma solução de Formamida e Cellosolve em concentrações diferentes faz-se o teste do material até determinar o grau de tratamento que ele recebeu. A solução deverá cobrir toda a superfície por um período mínimo de 2 segundos. 3.2 —

Problemas de impressão

O polietileno é um material que tem uma espessura pequena, um baixo ponto de fusão e uma boa flexibilidade. Devido a estes fatores o impressor terá problemas sérios durante a impressão. 1 — Devido A pequena espessura durante a impressão deve-se trabalhar com uma tensão bem baixa para que não haja um esticamento da fita. Com esta tensão redobrarão os cuidados em relação ao registro. 2 — A temperatura de secagem não deve ser alta em virtude do seu baixo ponto de fusão. A temperatura máxima de secagem é de 55 °C. 3 Há problemas também quanto A secagem do material. Já que não podemos usar altas temperaturas, devemos utilizar o ar para que seque o material perfeitamente, tendo em mente que um fluxo muito elevado de ar fará com que haja flutuações na fita causando problemas de registro e de dobras.

3.3 — Tipos de Aplicação Quanto A aplicação do polietileno encontramos as mais variadas, como por exemplo uma simples embalagem para verdura ou uma mais apurada como é o caso do leite. A sua grande utilização é dada pela sua característica de possuir uma grande flexibilidade mesmo à baixa temperatura. Um outro campo de aplicação é a de embalar elementos que não podem ter o contato com umidade e isto em virtude deste ser totalmente A prova de umidade. Pode ser acoplado com outros materiais aproveitando as características destes como, por exemplo, as embalagens fechadas a vácuo que são um acoplamento de polietileno como Nylon. E por ressaltar que este suporte tem naturalmente um aspecto nebuloso, porém, hoje em dia temos tratamento por meio de aditivos na extrusão que modificam o aspecto do material. 4 — POLIPROPILENO

A resina do polipropileno é obtida da polimerização do gás propileno. O seu desenvolvimento no campo de embalagem deu-se por volta de 1960. 16

Este material vai ter uma semelhança grande com os polietilenos e principalmente, no que diz respeito A aparência. Suas características físicas são semelhantes, porém divergem quanto A. tensão utilizada que poderá ser maior que o polietileno. polipropileno terá uma menor resistência que o polietileno a graxas, gorduras, ao impacto e ao rasgo, por este motivo não deve ser aplicado a embalagens que requeiram estas características. Devemos observar que como podemos aplicar uma maior tensão sobre a fita, teremos uma melhor qualidade quanto ao registro e também uma maior velocidade de impressão. Esta maior rapidez na impressão deve-se também a uma maior temperatura de secagem que pode receber o polietileno. Temos com este material algumas particularidades principalmente em relação As tintas poliméricas que devem ser bem batidas por um período longo e um dia antes da impressão. Após 12 a 24 hs de batimento fazer teste de adesão assegurando-se de que a tinta não solta só depois disso colocar em máquina para impressão. Outro fator que devemos observar é quanto ao tratamento superficial que se perde com facilidade. Por isso não podemos, armazenar bobinas tratadas, sendo necessário algumas vezes o retratamento ou em outra hipótese transpor as normas de segurança a fazer o tratamento na própria impressora. 5

POLIESTER

Os filmes de poliester são claros, transparentes, sem odor, inertes quimicamente, muito fortes, sem gosto e de baixa umidade. São obtidos pela polimerização de esteres, resultado de uma reação condensadora entre um composto hidróxido como por exemplo o etileno glicol e um ácido diabásico aromático tal como o Acido terefitálico. Este material tem como ponto principal de suas características a resistência à tração que é de 1,65 kg/cm2 contra a do polietileno que é de 0,140 kg/cm2 e a do cefolane de 0,527 kg/cm2. Desta forma, a sua utilização no campo da embalagem é feita onde se necessita de grandes resistências. Além do fator de resistência à tração temos também fato de que é um material que resiste bem A abrasão. Devido a sua falta de umidade ele adquire grandes cargas de eletricidade estática e para a eliminação desta necessário a colocação na impressora de isoladores eletrostáticos para que tenhamos a possibilidade de efetuar operações consecutivas de corte ou de uma nova rebobinagem. Além de permitir operações posteriores, temos também o fator segurança em que o isolador vai eliminar a possibilidade dos operadores receberem choques elétricos. filme de poliester poderá ser encontrado com orientação ou não das moléculas. Os filmes orientados são mais resistentes e mais fáceis de serem manuseados, daí a sua maior aplicação. poliester pelo que vimos é um material bastante resistente e tem também um alto custo. Devido a estes ABIGRAF EM REVISTA


fatores, a aplicação na embalagem ser de películas bastante finas na ordem de 0,050 a 0,50 milímetros. campo de aplicação destes filmes será entre outros, o da embalagem a vácuo e a de alimentos a serem assados (boilin bag). 5.1 — Problemas de impressão a — Os filmes de poliester são muito caros e por este motivo é conveniente que o acerto da máquina seja feito com um material de custo mais baixo evitando-se, dessa forma, perda do material. b — Pode-se trabalhar com bastante tensão em virtude do material não se alongar. Desta forma, teremos uma melhor qualidade quanto ao registro e quanto velocidade de impressão que será, conseqüentemente maior. c — A emperatura ideal para se trabalhar com poliester é na casa de 80 a 90°C. Nesta faixa teremos uma perfeita aderência da tinta ao suporte. d — O rolo de resfriamento não deve trabalhar com temperaturas muito abaixo da ambiente. Caso isto aconteça, poderemos ter a formação de condensação sobre a fita. 6 — ALUMÍNIO alumínio é o metal de maior presença no globo terrestre, tendo sido isolado por volta de 1825. A partir de 1854 houve uma produção maior mas só em 1920 foi aplicado no campo da embalagem. A produção das folhas de alumínio é feita pela passagem de lingotes por rolos de aço polidos e endurecidos que farão a extratificação do metal. Para se efetuar esta extratificação há uma necessidade de lubrificar as superfícies de contato para diminuir o atrito existente. Devido presença deste lubrificante se formará uma película de óleo que não permitirá a aderência da tinta. Na indústria do alumínio se faz um recozimento para que se evapore todo o óleo existente. Nem sempre isto ocorre e é necessária uma lavagem da superfície a ser impressa com solvente, xilol, antes de se imprimir. Esta operação é normalmente executada na própria máquina impressora. alumínio é produzido em várias espessuras que vão desde 0,007 a 0,060 mm sendo que aquelas abaixo de 0,020 têm um lado brilhante e outro fosco pois são laminadas duas fitas de cada vez. alumínio em contato com o ar se oxida imediatamente e a superfície oxidada será justamente a superfície printável e esta oxidação evitará que haja uma corrosão posterior do metal. As propriedade do alumínio são: Não absorvente Livre de odores Não tóxico Completamente opaco Impermeável para a maioria dos solventes, gordura, graxas, alimentos, gases. Uma película de alumínio com uma espessura de praticamente 25 microns foi testada e verificou-se que a 12/1979

sua transmissão de vapores d'água é praticamente nula. Em virtude deste fato é necessário que em algumas embalagens se faça perfurações para que não ocorra a condensação dentro da embalagem. O alumínio muitas vezes não aparece como elemento único para embalagens e sim como acoplados aumentando ainda mais a sua utilização como, por exemplo, em embalagens de sorvetes, alimentos semi-prontos, cigarros, doces, produtos químicos e medicamentos. 6.1

Problemas de impressão

O suporte de alumínio apresenta alguns problemas de impressão que são: Para a impressão de películas muito finas deve-se tomar o cuidado com a tensão para que não haja o esticamento, ruptura ou ondas que possam prejudicar o impresso. Caso a superfície do alumínio não seja bem limpa teremos problemas da não adesão da tinta ou da criação de "caroços" sobre a impressão. Caso estejamos trabalhando com acoplados com cera, é necessário usar uma tensão de rebobinagem baixa evitando a passagem da cera pela superfície do papel. A dureza dos rolos de pressão deve ser de 70 a 90° Shore A para obtermos uma melhor qualidade de impressão. 7 — ACOPLADOS

Hoje ern dia encontramos embalagens que necessitam ter características especiais que um só suporte não poderia fornecer sozinho. Para resolver estes problemas, partimos para um novo campo que é o da junção de dois ou mais suportes dependendo da necessidade do produto que será embalado. Neste capítulo iremos nos preocupar mais com a confecção dos acoplados do que propriamente com os problemas que eles provocam na impressão já que são similares aos de suporte unitário. Iremos nos preocupar mais com os acoplados de alumínio já que eles são os mais utilizados. 7.1

Acoplados com polietileno

Para se efetuar este trabalho usam-se normalmente máquinas especiais que são extrusoras de filme. Teremos então o material que será acoplado passando sob a boca de uma calandra, por onde sai o filme de polietileno ainda em estado de fusão que será depositado sobre o outro suporte passando depois por rolos revestidos de silicone que exercerão pressão fazendo com que os dois materiais se adiram totalmente. Este tipo de acoplagem pode ser feito tanto em alumínio como em papel dando à embalagem, no caso deste último, uma propriedade de impermeabilidade e para os dois casos, a possibilidade de solda. Poderemos também por este sistema efetuar acoplamento de três ou mais suportes sendo utilizado o polietileno entre os dois com uma característica de adesivo além, logicamente das suas outras características, tais como impermeabilidade, flexibilidade e outras. 17


Depois de pressionado o acoplado será resfriado e rebobinado e estará pronto para o acabamento ou, em casos especiais, para impressão. E conveniente salientar que, se o material que for acoplar já estiver impresso, a tinta que nele existir deve ser resistente a altas temperaturas. 7.2 — Acoplados com Silicato A acoplagem com silicato, um sal que convenientemente dissolvido com solvente e aditivado, forma uma solução adesiva, tem sido hoje muito empregada principalmente para a acoplagem de alumínio e papel devido ao seu baixo custo e alta qualidade. O trabalho será executado em máquinas simples, normalmente de fabricação caseira onde iremos encontrar a seguinte constituição: Um reservatório para soluções. Dois cilindros a contato sendo um de metal que vai imerso no reservatório e um de borracha que em contato com o de metal forma a película de tinta e na sua parte superior distribui para o alumínio o adesivo. Um sistema para pressionar os dois suportes. Um túnel de secagem que faz com que o adesivo segue. Este túnel deve permitir uma temperatura constante que é por volta de 100°C. As preocupações que devemos ter para este tipo de acoplagem se referem à tensão entre as duas fitas que devem ser iguais, senão teremos problemas de enrugamento e quanto à sua quantidade de adesivo a ser transportado. O reconhecimento prático de uma solução adesiva base de silicato é a sua cor que é cinza e o fato de que ao friccionar uma pequena quantidade entre os dedos até que o solvente se evapore permanecerá somente um sal adesivo entre os dedos. 7.3 — Acoplados com cera Na acoplagem com cera iremos utilizar também o suporte alumínio mas sem que o segundo elemento tenha que ser especialmente o papel. A cera tem duas grandes vantagens que são a de possuir uma boa transparência e a sua propriedade térmica. Estas duas características fazem com que este tipo de processo seja muito empregado para embalagens de chocolate, principalmente quando houver a possibilidade do fechamento ser por torção. Neste caso utiliza-se a acoplagem de celofane com alumínio aproveitando as características promocionais e térmicas do alumínio. A acoplagem é feita em máquinas que têm o mesmo esquema da utilizada para a acoplagem com silicato só que com duas diferenças em relação à anterior que são: a — O reservatório para a solução é feito com parede dupla e neste intervalo teremos a presença de óleo quente para que a cera permaneça no seu estado de fusão. A temperatura deste material deverá ser de 120°C. Uma temperature mais baixa da cera não permitirá uma boa distribuição nos rolos de transferência. 18

b — A câmara de secagem deverá, para este tipo de material, trabalhar somente com ar frio já que a solidificação ocorrerá na temperatura ambiente. Para melhorar a qualidade da colagem entre os dois elementos é colocado na cera um aditivo que nada mais é que o resíduo de polietileno encontrado na extrusora. Este material vai permitir uma maior elasticidade para a substância. A verificação da qualidade do acoplado é de tentar o destaque caso seja executado com muita facilidade conclue-se que a cera tem a sua emperatura abaixo do ponto de fusão. Para que o suporte seja considerado ideal os materiais devem permitir uma resistência ao destaque. Uma outra aplicação para este tipo de acoplagem são os discos para tampas de frascos que são um acoplado com cera entre o alumínio e um papel pergaminho e entre estes um cartão. Nesta última se trabalha com a cera abaixo do seu ponto de fusão e por este motivo a aderência entre o pergaminho e o cartão é pequena e volta-se facilmente quando se abre a tampa. Quando se retira a tampa o cartão ficará preso a esta e aparecerá a marca do produto que está impressa sobre o papel. A cera é comprada na forma de barras e é derretida antes de entrar na máquina em caldeiras especiais para que não haja em caso de alimentação uma parada de máquina. 7.4 — Acoplagem com Emulsão

Para se efetuar esta acoplagem é utilizado um aditivo A base de P.V.A. Esta acoplagem proporciona um trabalho de melhor qualidade que o silicato, porém a um preço mais elevado. Por este motivo a sua utilização 6 muito pequena é só para suportes finos como por exemplo papel mais celofane. seu processamento é feito em máquinas simples como o caso das usadas para silicato mas sem a necessidade de altas temperaturas na secagem. adesivo à base de P.V.A. tem uma coloração branca, porém após a secagem torna-se transparente. 7.5 — Conclusão Como foi citado anteriormente há uma infinidade muito grande de combinações entre suportes para que todas as exigências do produto a ser embalado sejam satisfeitas. Quando o impressor deve imprimir um acoplado ele deverá tomar bastante cuidado principalmente por dois fatores. O primeiro relacionado ao custo do material, que sempre será mais alto que a soma de preços dos dois materiais. O outro fator será em relação aos cuidados de impressão que deverão ser redobrados já que cada material ali existente, tem características diferentes um do outro. Redigido por Wanderley Procida — Técnico Industrial da Escola Senai "Theobaldo De Nigris"

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Nova tabela de Contribuição Sindical Em vigor desde 1.°/11/1979 (MINISTRIO DO TRABALHO - PORTARIA N.° 3663 DE 1441-79 Publicada no Diário Oficial da União de 22-11-79 Entidades: Parágrafos 4.° e 5.° - Artigo n.° 580 da "C.L.T.")

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL MINIMA Cr$ 392,60 - FIRMAS COM O CAPITAL ATE Cr$ 78.520,00 EXEMPLO - La PERCENTAGEM Firmas com o Capital até Cr$ 117.780,00 - Capital da Firma multiplicado por 0,5% 107.000,00 = 535,00 110.000,00 = 550,00 113.000,00 = 565,00 116.000,00 = 580,00 117.780,00 = 588,90

98.700,00 = 493,50 99.300,00 = 496,50 100.000,00 = 500,00 100.500,00 = 502,50 105.000,00 = 525,00

78.530,00 = 392,65 80.000,00 = 400,00 89.500,00 = 447,50 95.900,00 = 479,50 96.500,00 = 482,50

EXEMPLO - 2.a PERCENTAGEM Capital de Cr$ 117.780,01 até Cr$ 2.355.600,00 Capital da Firma multiplicado por 0,1% e mais a contribuição adicional de Cr$ 471,12 118.000,00 = 589,12 125.000,00 :---- 596,12 129.500,00 --= 600,62 160.500,00 = 631,62 178.000,00 = 649,12

193.500,00 = 664,62 199.000,00 = 670,12 200.000,00 = 671,12 218.500,00 ---= 689,62 253.000,00 = 724,12

971,12 500.000,00 = 649.000,00 = 1.120,12 830.500,00 = 1.301,12 993.500,00 = 1.464,62 2.355.600,00 = 2.826,72

298.500,00 = 769,62 300.000,00 = 771,12 333.000,00 = 804,12 366.500,00 = 837,62 400.000,00 == 871,12

EXEMPLO - 3.a PERCENTAGEM Capital de Cr$ 2.355.600,01 até Cr$ 117.780.000,00 Capital da Firma multiplicado por 0,05% e mais a contribuição adicional de Cr$ 1.648,92 70.000.000,00 = 36.648,92 75.500.000,00 = 39.398,92 84.000.000,00 := 43.648,92 90.000:000,00 = 46.648,92 117.780.000,00 = 60.538,92

19.200.000,00 = 11.248,92 24.500.000,00 = 13.896,92 26.100.000,00 = 14.698,92 27.400.000,00 = 15.348,92 46.200.000,00 = 24.748,92

2.366.600,00 = 2.832,22 4.200.000,00 = 3.748,92 5.700.000,00 = 4.498,92 6.800.000,00 = 5.048,92 11.000.000,00 = 7.148,92

EXEMPLO - 4 •3 PERCENTAGEM Capital de Cr$ 117.780.000,01 até Cr$ 177.800.000,01 Capital da Firma multiplicado por 0,01% e mais a contribuição adicional de Cr$ 48.760,92 118.000.000,00 = 60.560,92 300.000.000,00 = 78.760,92 576.000.000,00 = 106.360,92 674.000.000,00 = 116.160,92 700.000.000,00 = 118.760,92

708.000.000,00 =-- 119.560,92 713.000.000,00 = 120.060,92 727.000.000,00 = 121.460,92 740.000.000,00 = 122.760,92 750.000.000,00 = 123.760,92

800.000.000,00 = 128.760,92 830.000.000,00 = 131.760,92 870.000.000,00 = 155.760,92 990.000.000,00 = 147.760,92 1.177.800.000,00 = 166.540,92

Tabela elaborada pela Seção de Contribuição Sindical do Departamento de Cooperação Sindical da FIESP A contribuição sindical máxima qualquer que seja o Capital registrado da Firma é de Cr$ 166.540,92 CONTRIBUIÇÃO SINDICAL - PENALIDADES A contribuição sindical deverá ser recolhida durante o mês de JANEIRO de cada ano. Decreto N.° 78.339 de 31-8-76 Publicado no D.O.U. de 1.°-9-76, alterou o Artigo 600 da C.L.T., ao estabelecer que o recolhimento fora de prazo da contribuição sindical será acrescido da multa de 10% com adicional de 2% para cada mês subseqüente de atraso, além de juro de 1 (hum) por cento ao mês e correção monetária. 20

ABIGRAF EM REVISTA


abigraf/sigesp

Eleita nova diretoria para o triênio 1979/1982 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA TRIENIO 79-82 HENRIQUE NATANIEL COUBE — Presidente RUBENS AMAT FERREIRA — Vice-Presidente SIDNEY FERNANDES — 2.° Vice-Presidente ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA — Secretário DRAUSIO BASILE — 2.° Secretário WALDYR PRIOLLI — Tesoureiro JOSE AIDAR FILHO — 2.° Tesoureiro

SUPLENTES DA DIRETORIA JOSE BIGNARDI NETTO WILSON SIVIERO RENATO FORONI ISAIAS SPINA JUNIOR ARTHUR ANDREOTTI AYRTON PERYCLES CONDE JOSE LUIZ SPINOLA

CONSELHO FISCAL HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITTO JOSE CIASCA JOSE RAPHAEL FIRMINO TIACCI

SUPLENTES OSMAR MATAVELLI PAULO TAVIT PANOSSIAN BASILIO ARTERO SANCHES

Henrique Nataniel Coubé, novo presidente da ABIGRAF

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO Rua Marquês de Ru, 70 — 12.° — Tels.: 32-4694 - 35-8788 - 34-8269 — C.P. 7815 — Telegr.: "ABIGRAF" - 01223 — S. Paulo - SP

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) leva ao conhecimento dos interessados que estão a venda na sede da entidade as seguintes publicações de grande interesse do setor, não esquecendo o leitor, de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal à entidade no valor correspondente.

12/1979

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Padrão" comprova o entrosamento entre empregados e empregadores, como átomos que se agregam, num trabalho coeso em favor do desenvolvimento brasileiro. Enfatizou a coincidência de ser o governador Paulo Salitn Maluf quem presidia as solenidades.

Governador entregou prêmio ao Operário-Padrão Bandeirante/79 Com a participação de mais 1.300 trabalhadores e com a presença de autoridades civis e militares foi entregue, no Palácio Bandeirantes, pelo governador Paulo Salim Maluf, o Prêmio Operário-Padrão Bandeirante/79. Este foi o 25. 0 Concurso promovido pelo Serviço Social da Indústria — SESI e pelo jornal O Globo

Num ambiente de festa, presentes mais de 1.300 trabalhadores, de várias cidades e da Capital, foi entregue no Palácio Bandeirantes, o prêmio ao Operário-Padrão Bandeirante de 1970. Foi vencedor Nelson Doratioto, da Amo, que recebeu das mãos do governador Paulo Salim Maluf medalha,

viagem de ida e volta a Salvador, jogo de xadrez e 25 mil cruzeiros, este prêmio entregue pelo SESI. O segundo lugar coube a Jeanete Elias, da Indústrias Matarazzo, de Ribeirão Preto, e o terceiro a Alaor Acete da Cruz, da Indústria Amazonas, da cidade f4 Franca.

MENSAGEM DA REDE GLOBO

Sr. Theobaldo De Nigris abre a solenidade, tendo ao lado o Governador Paulo Salim Maluf, o general Milton Tavares de Souza, o delegado Onadyr Marcondes

PROMOÇÃO PARTICIPAÇÃO

Este foi o 25.° Concurso promovido pelo Serviço Social da Indústria e pelo Globo, e em São Paulo contou com a participação da Secretaria de Relações do Trabalho e do Departamento iozinal do SENAI. A escolha do vencedor ocorreu, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, em solenidade aberta pelo presidente da entidade, Sr. Theobaldo De Nigris, que passou a coordenação dos trabalhos ao diretor da FIESP Luiz José Monteiro. Concorreram candidatos de 17 cidades, com excelentes currículuns profissionais. A seleção final foi oral, quando uma comissão de alto nível concluiu pelos três colocados. Os resultados foram anunciados no Palácio Bandeirantes.

brigadeiro Waldir Vasconcelos; do presidente da Comissão Naval, contraalmirante Milton Ribeiro de Carvalho; do presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de S. Paulo e dos Conselhos Regionais do SESI e SENAI, Theobaldo De Nigris; dos secretários de Relações do Trabalho e da Justiça, respectivamente, Sebastião de Paula Coelho e desembargador José Carlos Ferreira Oliveira; do delegado regional do Trabalho em São Paulo, Onady Marcondes; diretor da sucursal de O Globo, Emil Faraht; • diretor da Divisão de Relações Públicas do SESI, Rubens de Paula, além de diversos secretários de Estados e empresários.

Governador Paulo Salim Maluf fala do valor do operário brasileiro 22

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PALAVRAS DO GOVERNADOR

O governador Paulo Maluf, encerrando a solenidade, disse da honra do Palácio dos Bandeirantes em receber os empresários e os trabalhadores, que ajudam a construir São Paulo e o Brasil. "Por isso esta festa aqui, hoje, neste Palácio dos Bandeirantes, porque bandeirantes são os operários, esta maioria silenciosa e digna que vem dando a São Paulo o lugar que ele merece. São Paulo dá oportunidade a todos. Eu mesmo, filho de emigrantes pobres, cheguei a este cargo. Eu vos saúdo, pois, nesta terra de oportunidades. Eu saúdo o operário que reivindica, que sobe na vida à custa do seu esforço, fazendo subir o seu Estado. Um Estado onde existem 23 milhões de brasileiros e um empresariado consciente".

ENTUSIASMO E VIBRAÇÃO

AUTORIDADES PRESENTES

A solenidade final contou com a presença do comandante do 2.° Exército, general Milton Tavares de Souza; do comandante do 4.° COMAR, major-

No ato também falou o Sr. Emil Faraht, que leu mensagem encaminhada pelo jornalista Roberto Marinho, presidente de O Globo, cumprimentando o governador Paulo Maluf e agradecendo sua colaboração com a iniciativa. Mais adiante, o Sr. Emil Faraht afirmou que todos os operários que venceram em suas fábricas e nas suas cidades representam as virtudes máximas do homem. A eleição do Operário-Padrão tem um espírito prático e um espírito Cristão, porque ele é o símbolo do homem comum de

nosso País, que sobrepuja sua capacidade com a dedicação ao trabalho.

,-,

Abrindo a reunião, o Sr. Theobaldo De Nigris elogiou a participação dos trabalhadores no concurso, pelo entusiasmo e vibração, em favor dos colegas escolhidos em cada fábrica e em cada cidade. Todos se faziam merecedores dos prêmios. Quanto ao certame em si, ponderou que o "Operário12/1979

Nelson Doratioto mostra os prêmios recebidos como "Operário-Padrão Bandeirante" 23


Combustíveis: novo programa para PME Durante reunião da Diretoria Executiva da FIESP-CIESP, o secretário da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia, Oswaldo Palma, anunciou a celebração de convênio entre o Conselho do Petróleo e aquela pasta, cujo objetivo é estabelecer base para regular o apoio financeiro às indústrias para aquisição e adaptação de equipamentos que, utilizando fontes energéticas alternativas nacionais, substituem as maquinarias que consomem derivados de petróleo. Após ter sido saudado pelo presidente Theobaldo De Nigris, o secretário informou que o CNP já alocou a quantia de 150 milhões de cruzeiros para dar início ao projeto, constituindo-se o BADESP em agente financeiro da linha de crédito destinada ao programa. CONDIÇÕES

Os recursos previstos somente poderão ser aplicados em empresas com controle acionário nacional, cuja maioria do capital votante pertença a pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País. Estão previstas pelo convênio a construção e/ou aquisição de caldeiras novas, ou sua adaptação, bem como de fornos, fornalhas e outros equipamentos que utilizem energia não proveniente do petróleo; substituição de motores e moto-bombas elétricas, utilização de energia solar, e desenvolvimento e fabricação de baterias elétricas especiais, para utilização substituível nos transportes individuais e de cargas. Palma destacou que a participação financeira do CNP será de 100% do investimento total de cada projeto, desde que aprovado pela Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia em seus aspectos técnico-econômicos, através dos órgãos e entidades de tecnologia vinculados à Pasta. Oswaldo Palma observou que o convênio era uma efetiva contribuição do Governo do Estado, através de sua Secretaria, à PME, tendo Theobaldo De Nigris salientado o sentido prático da medida. 24

Oswaldo Palma anuncia na FIESP programa de apoio à PME, através de convênio

Vários diretores consideraram o convênio como um fato "alvissareiro", tendo o vice-presidente Eduardo Celestino Rodrigues (Coordenador da Comissão de Energia criada no âmbito das entidades e membro da Comissão Nacional de Energia) ressaltado o entrosamento entre a Secretaria e a FIESP no tocante a trabalhos que enfoquem, em especial, a problemática energética. Sobre o esforço que se faz com vistas à redução de consumo de derivados de petróleo, Celestino salientou que as grandes empresas e os setores mais representativos, em termos econômicos, podem reduzir ainda mais esse consumo, ao passo que na área das pequenas empresas há necessidade, de apoio, porque elas, por si só, nada podem fazer. Este primeiro passo (verba de 150 milhões de cruzeiros) pode não significar muito, lembrou o empresário, todavia é "um começo de conversa", como afirmara Oziel de Almeida ao secretário Oswaldo Palma. Adiantou, também, que o dinheiro que São Paulo precisar para esse programa de substituição será fornecido pelo CNP. Destacou, no sentido de orientação da PME, o preparo de manuais e criação de unidades volantes com vistas conservação de energia. Segundo o assessor Paulo Bastos Cruz, o financiamento inclui o equipamento destinado ao controle ambiental, tendo Oswaldo Palma enfatizado que o financiamento proposto pelo convênio 6 isento de correção monetária.

Horácio Cherkassky, ao comentar em termos gerais, o problema energético reiterou a necessidade de o País ativar programas de reflorestamento energético, ao passo que o vice-presidente Dilson Funaro comentou favoravelmente um aspecto do convênio: a iniciativa vem ao encontro das necessidades das empresas nacionais. Assim como este, é preciso -que se criem fundos voltados para atender empresas genuinamente nacionais. Francisco Lutofo Filho informou que o setor de cerâmica está pleiteando medidas para um reflorestamento mais intenso tendo o prof. Celestino Rodrigues observado que o limite de área minima, para reflorestamento, foi reduzidâ de 2 mil para duzentos hectares. Celestino voltou a afirmar que o País não deve temer a exploração da madeira, desde que haja um aproveitamento inteligente dessa fonte energética, através dos cerrados e do reflorestamento. Afinal, o presidente De Nigris agradeceu a presença do secretário Oswaldo Palma, pondo em relevo o trabalho que o Governo do Estado vem desenvolvendo no campo energético. Acentuou o fato positivo — pleiteado há longo tempo — da participação do empresariado nos órgãos governamentais, como vem ocorrendo no Governo Paulo Maluf. A operosidade do companheiro Oswaldo Palma (que 6 vicepresidente da FIESP-CIESP e diretor do seu Departamento de Economia) frente daquela Secretaria mostra quanto é útil a participação da classe empresarial no Governo. ABIGRAF EM REVISTA


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Seminário sobre exportação mostra as novas diretrizes "A meta de exportar 40 bilhões de dólares em 1984 é perfeitamente factível". A afirmação foi do ministro Karlos Rischbieter, da Fazenda, quando presidia a solenidade de abertura do Seminário "Exportação: Novas Diretrizes — Areas Específicas para a Penetração Brasileira, que se realizou na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, promovido pela AEB — Associação de Exportadores Brasileiros com a copromoção da FIESP. Em sua alocução, após saudar o Ministro da Fazenda e demais participantes do seminário, o Sr. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP/CIESP, ressaltou a necessidade do incremento de nossas exportações "e encarar esse objetivo dentro da realidade presente: uma tarefa vital ao Pais". Assinalou: "Sabemos que esse dever se impõe ante um quadro de projeções conjunturais desfavoráveis no mundo conturbardo e cada vez mais pressionado pelo crescimento exponencial das contas de petróleo; onde a recessão econômica é ameaça constante, ampliando o nível de desemprego das nações desenvolvidas e gerando, em conseqüência, pressões protecionistas, um mundo onde o incremento médio das exportações, de 3% ao ano, deverá sofrer um achatamento, caindo para o reduzido índice de apenas 1%. E exatamente dentro dessa faixa menor que temos que brigar para ampliar a nossa fatia do bolo mundial das exportações. A identificação dessa realidade pouco favorável não significa, de forma alguma, uma justificativa para negligenciar nossos propósitos de ampliação das exportações. Ao contrário, ela indica que devemos redobrar nossos esforços e aumentar o ímpeto de nossa agres28

sividade em busca de todas as oportunidades comerciais possíveis; enfrentando barreiras protecionistas de quaisquer naturezas; beneficiando-se das vantagens embutidas no sistema generalizado de preferências. Para fazer frente a grandeza de desafios dessa ordem, o diálogo empresário-governo precisa ser fortalecido, objetivando a formulação das diretrizes da política brasileira de comércio exterior. Diretrizes — como propôs vossa excelência ao CONCEX — de efeitos mais duradouros e sólidos, capazes de possibilitar o incremento das exportações na proporção das necessidades maiores da Nação. Verificamos que é exatamente na área do comércio exterior que esse diálogo aberto e franco, que reputamos essencial ao esforço do desenvolvimento, tem o seu exemplo maior. A participação de representantes da iniciativa privada, como Paulo Vellinho, Humberto Costa Pinto Júnior e os companheiros Laerte Setubal Filho e Paulo Mariano Ferraz, formando ao lado de ministros de Estado o colegiado presidido por Vossa Excelência, Sr. Ministro Karlos Rischbieter, corporifica, na prática salutar, a presença efetiva dos setores responsáveis nas grandes decisões governamentais. Estamos convencidos de que dessa participação ativa, no diálogo produtivo com os empresários mais experientes do setor, nascerá a diretriz sonhada para assegurar as proporções adequadas da balança de comércio no quadro geral do balanço de pagamentos da Nação". Já o ministro Rischbieter, afirmando sua confiança nas condições de nosso País para superar os atuais obstáculos de acesso ao mercado internacional,

declarou que, "diante da necessidade de promover a expansão da economia, revela-se fundamental acumular saldos na balança de comércio, com vistas a reduzir o déficit em transações correntes e o ritmo de crescimento da dívida externa, bem como aumentar nossa capacidade de importar, hoje seriamente comprimida pela conta do petróleo". Ressaltou que apesar das dificuldades do cenário internacional, as exportações expandiram-se à taxa média de 15,5%, no período 1974/78, atingindo 13 bilhões de dólares naquele último ano. Destacou o comportamento dos produtos industrializados, "cuja participação no total das vendas externas passou de 31%, em 1973, para 51% em 1978. Disse: "Estamos conscientes de que a acumulacão de saldos comerciais nos anos 80 exigirá, sobretudo, redobrado esforço em busca de novos mercados, haja vista a tendência de intensificação do protecionismo por parte dos países desenvolvidos. É de salientar, assim, a potencialidade e a importância da ampliação das relações comerciais com os países em desenvolvimento da Africa, Asia e Leste Europeu e, especialmente, com nossos vizinhos da América Latina". Informou que "a readaptação do CONCEX — Conselho Nacional do Comércio Exterior visa capacitar o País para elevar suas receitas cambiais e viabilizar a superação dos obstáculos tradicionais, que se agravam a cada reajuste no preço do petróleo". Destacou, entre as medidas já adotadas e outras que estão sendo ultimadas, as seguintes: desvinculação da Guia de Exportação da Contratacão de Câmbio; realização do pagamento de créditos-prêmio vigentes na exportação por intermédio do crédito em conta no banco que liquidar o conABIGRAF EM REVISTA


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No flagrante, aspecto do Seminário realizado na sede da FIESP e promovido pela AEB

trato de câmbio; agilização do processo de exportação de peças de reposição e componentes, através do sistema de guias de exportação a posteriori; modernização do sistema de seguro de crédito à exportação; e aperfeiçoamento do sistema de transporte e fretes. Afirmou: "0 fato relevante é que agora as medidas mais importantes são discutidas com o setor privado, através de seus representantes no Plenário e no comando da Secretaria-Executiva, cabendo-lhes, também, o direito e a responsabilidade das decisões". Em seqüência, foi realizada a primeira conferência do seminário, pelo Sr. Paulo D'Arrigo Vellinho, secretário executivo do CONCEX, focalizando o tema "A Atuação do CONCEX e a Simplificação dos Processos de Exportação". PALESTRAS

A segunda palestra, no período da manhã, foi pronunciada pelo Sr. Royal 12/1979

Daniel, presidente do International Trade Research Group, dos Estados Unidos, versando sobre "EUA: Os Novos Instrumentos de Comércio Exterior. Brechas". Em sua exposição disse que os exportadores brasileiros, para penetrar no mercado norteamericano, têm que enfrentar os "quatro cavaleiros do Apocalipse" das leis comerciais daquele país: "A lei andidunmping"; a lei das sobretaxas compensatórias; a cláusula de escape; e o ato de comércio recíproco". Na parte da tarde foram pronunciadas mais três conferências: "EUA: O Marketing como Instrumento de Penetração no Mercado", pelo prof. John F. Cady, titular da Harvard Business School; "0 Intercâmbio Comercial do Brasil com os Países do 3.° Mundo, Situação e Potencialidade", pelo cons. Ruy Vasconcelos, do Departamento de Promoção Comercial do Itamarati; e "0 Transporte como Apoio à Atividade de Exportação — Fretes", pelo Sr. Paulo Ferraz, conselheiro do CONCEX.

No dia 4/12, pela manhã, foram pronunciadas duas palestras: "Como Penetrar nos Países de Economia Centralizada do Leste Europeu", pelo cons. Rubens Barbosa, chefe da Divisão Europa II, e secretário executivo do COLESTINO do Itamarati; e "0 Papel da CACEX como Instrumento de Agilização da Exportação", pelos seguintes representantes do Sr. Benedicto Fonseca Moreira, diretor da CACEX, Srs. Wagner de Medeiros, Francisco Pereira, José Carlos de Brito e Marcco Chaer. A tarde, mais três conferências complementaram o seminário: "0 Brasil e o Mercado Comum Europeu", pelo Sr. Roberto Fendt Jr., da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior; "Processos e Potencialidades de commodities no Incremento das Exportações", pelo Sr. Humberto Costa Pinto Jr. conselheiro do CONCEX; e "Novos Mercados para a Exportação Brasileira — o caso da China", pelo Sr. Laerte Setubal Filho, presidente da AEB. 29


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Indústria de Celulose estuda método de eliminação de odores Novo método para eliminação do odor oriundo da produção de celulose, desenvolvido no México, vem despertando o interesse da Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose, que já iniciou estudos sobre a viabilidade de adaptação da nova tecnologia às condições das indústrias brasileiras do setor Durante palestra proferida em São Paulo, a convite da ANFPC pelo engenheiro mexicano Adalberto Tirado, técnicos e representantes das indústrias de celulose de todo o País, que desenvolvem trabalhos no sentido de reduzir a poluição atmosférica, além do especialista Paulo Bastos Cruz, da Secretaria da Indústria, Comércio,

Ciência e Tecnologia de São Paulo, e pesquisadores da CETESB, tiveram a oportunidade de conhecer o sistema TLT de oxidação, através do cloro, dos gases sulfídrico e mercaptanos.

absorvidos pela água a ser reutilizada na indústria.

EXCELENTES RESULTADOS

Por outro lado, o forno de recuperação de lixívia apresentado pelo engenheiro Tirado, destinado as empresas que fabricam até 100 t/dia de celulose, poderia beneficiar sobretudo as pequenas indústrias que, não podendo adotar o sistema de caldeiras de recuperação convencionais, têm um custo de produção mais elevado. Ao mesmo tempo em que recupera a soda cáustica para posterior reciclagem, o equipamento permite a utilização da lixívia como combustível na própria indústria, em substituição aos derivados de petróleo. Segundo a ANFPC, 35% da produção brasileira de celulose têm origem nas pequenas indústrias, que serão viabilizadas pela adoção do novo forno — também dotado de dispositivos que reduzem em 98% a emissão de gases mal cheirosos.

Adalberto Tirado disse que esse sistema — assim como o forno de recuperação de lixívia pantenteado pela sua empresa — apresenta excelentes resultados a um custo operacional adequado. O equipamento foi desenvolvido e instalado em caráter pioneiro na fábrica de celulose Loreto y Pena Pobre, localizada num bairro aristocrático da Cidade do México. O sistema consiste, basicamente, na oxidação, através do cloro, dos gases sulffdrico e mercaptanos emanados dos digestores — onde se dá o cozimento da madeira —, evaporadores e da caldeira de recuperação, transformando-os em compostos de enxofre que podem ser reaproveitados no processo de fabricação da celulose ou

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senai Curso por TV prepara operários nas indústrias No início de dezembro, cerca de 4 mil alunos estarão concluindo o Curso de Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico por Televisão, instituído pelo SENAI em convênio com a Fundação Padre Anchieta — TV Educativa. Meta: preparar trabalhadores nas próprias indústrias em setores que exigem maior demanda de mão-de-obra qualificada. Iniciado em agosto, o telecurso do SENAI foi ministrado ao mesmo tempo em 130 indústrias e 40 Centros de Formação Profissional da entidade, na capital e interior, envolvendo nesse trabalho cerca de 250 pessoas, entre técnicos e orientadores de aprendizagem. Para este ano, o SENAI e a TV 2 deverão expandir o telecurso, para atender a ainda maior número de trabalhadores e de indústrias. Essa experiência serviu de base também para a implantação, neste ano, de um amplo programa de ensina à distância, que já vem sendo planejado e estruturado pela Divisão de Tecnologia Educacional do SENAI.

O TELECURSO Criado a partir de convênio TV 2 SENAI firmado em abril de 1977, após criteriosos estudos de viabilidade técnica e educacional, o telecurso visou, sobretudo, ampliar as oportunidades de formação profissional com o fim de atender à crescente demanda de mão-de-obra qualificada. Tais estudos levaram os técnicos do SENAI e da TV Educativa à opção, de início, pelo curso de Desenho Técnico Mecânico, pois o desenho é linguagem básica dos trabalhadores qualificados nos mais diversos setores industriais e é também matéria adequada às características do veículo televisão. Antes da implantação definitiva do curso, a Divisão de Tecnologia Educacional do SENAI e a TV 2 o testaram numa fase experimental, em 40 12/1979

Escolas do próprio SENAI e uma Escola SENAI-Indústria. Em cada uma daquelas unidades foi instalado um teleposto: sala de aula, onde os alunos passaram a receber as mensagens pelo vídeo, com um monitor de TV para lhes dar a orientação de aprendizagem. Os 1.049 alunos que participaram da etapa experimental, de agosto a dezembro de 1978, foram recrutados entre trabalhadores nas áreas de mecânica e metalurgia da indústria, alunos das escolas SENAI, alunos do ensino regular de 1. 0 e 2.° graus interessados na matéria e alunos de cursos profissionalizantes que utilizavam desenhos técnicos. Como requisito básico, exigiu-se que os alunos tivessem, pelo menos, o curso primário completo, de forma a estarem aptos a assimilar os novos ensinamentos, isto 6, em condições de capacitar-se para, ao final do curso, interpretar corretamente desenhos técnicos. As aulas, com duração de 1h30 (das 19 às 20h30) foram ministradas às segundas e quinta-feiras, através de três meios: televisão, fascículos e orientacão de aprendizagem. Cada aula compreendia a solução de dúvidas existentes, com o orientador de aprendizagem; recepção do programa de TV (das 19h20 às 19h35); discussão sobre o programa do dia e leitura individual do fascículo, seguida de discussão em grupo. Ao todo, foram 38 aulas e 38 programas de TV, com 5 reuniões de avaliação da aprendizagem, do material instrucional e do próprio desempenho do orientador. RESULTADOS

Ao final do curso, o SENAI procedeu a rigorosa avaliação de que resultou um relatório rico de dados e ensinamentos. Os resultados foram surpreendentes: 97% dos alunos tiveram freqüência igual ou superior ao índice previsto de 70% e a evasão registrada não chegou a 20%. Dos 1.049 alunos matriculados, 840 receberam seus certificados de conclusão. Em agosto de 1979, ambas as instituições deram início à implantação definitiva do telecurso, abrangendo 130 empresas e 40 Centros de For-

mação do SENAI, na capital e no interior, num total de 170 telepostos, com 4 mil alunos, que terminaram o curso no início de dezembro. A partir da experiência adquirida na fase experimental, alguns componentes do curso foram alterados: os fascículos foram melhor adequados ao ensino; as mensagens de TV reformuladas em alguns aspectos e as aulas passaram a uma freqüência de três vezes por semana, para abreviar o tempo de duração do curso. Atualmente, as aulas são ministradas às segundas, quartas e sextas, a partir das 18h30, com os programas de TV emitidos às 18h45. Para 1980, o SENAI e a TV 2 deverão promover dois cursos, um em cada semestre, para atender à grande demanda de pedidos de alunos, trabalhadores e indústrias. A aceitação expressa pelos alunos, o aprendizado alcançado e o alto nível de motivação despertado estimularam o SENAI e a TV 2 a ampliar 0 curso.

Fanfarra do SENAI Tetracamped Nacional A fanfarra da Escola SENAI "Roberto Simonsen" conquistou, pela quarta vez consecutiva, o primeiro lugar no Campeonato Nacional de Fanfarras e Bandas, na categoria infanto-juvenil com um pisto, promovido pela Rádio e TV Record. Em ato solene, realizado às nove horas, no Palácio Nove de Julho, a referida fanfarra recebeu, além de outros troféus, a Medalha Cívica da Juventude, prêmio instituído pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. . . Classificando-se em primeiro lugar nas eliminatórias da Zona Leste de São Paulo, nas provas finais desta Capital e na finalíssima em âmbito nacional, a fanfarra do SENAI sagrou-se tetracampeã municipal, estadual e nacional, tendo sido apontada a sua Guarda de Honra às bandeiras nacional, paulista e do SENAI como a melhor de todas, entre as 81 concorrentes finalistas. 33


senai

SENAI entrega prêmios da Exposição de Artes Plásticas Foram entregues, no auditório da Administração Central do SENAI em São Paulo (ay. Paulista, 750), os premios aos melhores trabalhos classificados na Exposição de Artes Plásticas promovida pelo Departamento Regional do SENAI-SP, com a colaboração do Consulado Geral da Austria, com os objetivos de estimular a criatividade e valorizar a iniciativa individual dos alunos do SENAI, em comemoracão ao Ano Internacional da Criança. Uma comissão julgadora integrada pelo cônsul-geral da Austria, Otto Heller, e pelos jornalistas Radhá Abram°, da "Folha de S. Paulo", Lisetta Levi, de "0 Estado de S. Paulo", Olney Kruse, do "Jornal da Tarde", e Diná Lopes Coelho, crítica de arte, escolheu os três primeiros trabalhos classificados em cada modalidade e categoria, atribuindo prêmios a 24 deles. Todos os trabalhos, de autoria de alunos dos Centros de Formação Profissional do SENAI, foram realizados nos meses de setembro e outubro, como atividade extraclasse. As modalidades propostas foram: modelagem (argila ou papel machê), pintura (óleo, gauche ou aquarela), sucata e entalhe em madeira. Aos autores dos trabalhos classificados foram atribuídos prêmios de Cr$ 3.000,00, Cr$ 1.500,00 e Cr$ 500,00, referentes aos I.°, 2.° e 3.° lugares, respectivamente. OS PREMIADOS Por categoria e modalidade, foram os seguintes os trabalhos escolhidos pela comissão julgadora: Categoria A — Alunos de Aprendizagem Industrial (1. 0 grau) Pintura 1. lugar — "Homem-máquina", de Claudinei Ferrari, 15 anos, da Escola SENAI "Orlando Lavieri Ferraiuolo" 34

2.° lugar — "0 Amanhecer", de Joel da Costa Marques, 16 anos, da Escola SENAI "Oscar Rodrigues Alves". 3.° lugar — "Queimada na Mata", de Edson Vahia, 15 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". Entalhe em madeira 1. 0 lugar — "Infância", de Alvaro Lopes Teixeira Júnior, 17 anos, da Escola SENAI de Ribeirão Preto. 2.° lugar — "Meios de Transporte", de José Alberto S. Almeida, 16 anos, da Escola SENAI "Roberto Simonsen". 3 •0 lugar — "Saci Pererê", de Luís Henrique Gallichio, 16 anos da Escola SENAI de Limeira. Sucata 1.0 lugar — "Andromo e Cynthia", de Valter Luís Machado, 16 anos, da Escola SENAI "Mário Dedini", de Piracicaba. 2.° lugar — "0 Jabuti", de Hamilton Cesar Carias, 16 anos, da Escola SENAI "Roberto Mange", de Campinas. 3.° lugar — "Pirandrófica", de José Nivaldo Correia, 17 anos, da Escola SENAI "João Martins Coube", de Bauru.

Categoria B — Alunos do Ensino Regular do 2.° grau — Habilitação Profissional:

Pintura 1.0 lugar — "Natureza Morta", de Francisco A. Marcatti Júnior, 17 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". 2.° lugar - "0 Progresso Regresso", de Marcelo A. Pereira, 20 anos, da Escola SENAI "Frederico Jacob". 3.° lugar — "A garra", de Fernando José Vieira, 17 anos, da Escola SENAI "Suíço-Brasileira". Entalhe em madeira 1.° lugar — "0 fundo do mar", de Vito Víscaro Neto, 16 anos, da Escola SENAI "Nadir Dias de Figueiredo", de Osasco. 2.° lugar — "Portal", de Edmilson João Baptiste11a, 20 anos, da Escola SENAI "Thebaoldo De Nigris". 3.° lugar — "Arvore", de Eduardo Azanha, 17 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". Sucata 1.° lugar — "Robot TUN-TUN", de Wilsom Pangardi, 20 anos, da Escola SENAI "Roberto Simonsen". 2.° lugar — "Labore", de Regina Chaves, 19 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". 3.° lugar — "Feijão Maravilha", de João Antonio S. Sampaio, 15 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris".

Modelagem

Modelagem

1.° lugar — "0 parto", de Eudes Aparecido Scarpeta, 15 anos, da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". 2.° lugar — "Labirinto", de Valdevino de Souza Ramos, 17 anos, da Escola SENAI "Armando de Arruda Pereira", de São Caetano do Sul. 3.° lugar — "Ano Internacional da Criança", de Pedro Ribeiro, 15 anos, da Escola SENAI "Henrique Lupo", de Araraquara.

1.0 lugar — "0 poder", de João Moreira Lima, 23 anos, da Escola SENAI "Roberto Símonsen". 2.° lugar — "Guardião", de João Carlos Soares Martins, 18 anos, da Escola SENAI "Armando de Arruda Pereira", de São Caetano do Sul. 3.° lugar — "Vicking", de Carlos Roberto Rangel, 16 anos, da Escola SENAI "Armando de Arruda Pereira", de São Caetano do Sul. ABIGRAF EM REVISTA


Miruna Modelo 3 Grampeadeira para Blocos, Cadernos, Revistas, Embalagens e outros fins Industriais. iplak

O grau máximo em qualidade de grampeação, sinônimo de 30 anos de trabalho e dedicação no desenvolvimento de uma tecnologia inteiramente nacional por uma empresa especializada em máquinas de grampear.

MODELO 3 Para blocos, cadernos, revistas e embalagens

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Espessura da grampeacão: O a 28 mm Largura do grampo: 14 mm Capacidade de produção: 220 pontos por minuto Arames Utilizados: 20 — 22 — 24 — 26 Graduação da mesa: 45 0 Largura da mesa: 200 mm Comprimento da Mesa: 600 mm Potência do motor: 0/5 CV Peso: 200 kg Area requerida: 1000 x 600 mm Com uma simples substituição mecânica no dispositivo formador do grampo ela produzirá os grampos Alça para fixação dos trabalhos em arquivos ou pastas, sem a necessidade de furacão.

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flashes Equipamento pesado da Goebel A Fábrica Goebel, da cidade de Darmstadt, Alemanha, acaba de fornecer talvez o maior equipamento impressor já construído para a confecção de brochuras grampeados (ou unidos por qualquer outro processo). Trata-se de um equipamento especial, feito sob pedido de um cliente. Este equipamento será montado em uma das maiores gráficas da Suíça. O equipamento compõe-se de 3 grupos impressores de adição, sendo que cada grupo possui 8 tinteiros, 8 cilindros de formato e 8 cilindros de contra-pressão, que trabalham contra um único cilindro de impressão central. Os tinteiros são deslocáveis lateralmente, dando, assim, fácil acesso aos cilindros. O comprimento total de impressão é de aproximadamente 7 m, que possibilita a impressão de 380 folhas, incluindo impressão no verso, e uma passagem pela máquina. A banda larga de papel, já impressa, cortada em bandas estreitas, que são sobrepostas uma sobre a outra, logo após, sendo perfuradas e cortadas transversalmente. Com o auxilio de equipamentos adicionais fornecidos por outros fabricantes, chega-se a um produto final, completamente pronto. Com um tempo de fabricação e mon-

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tagem de aproximadamente dois anos, se conseguiu fabricar este equipamento, com o qual é possível a confecção de produtos de diversos tamanhos. As fotos demonstram o transporte de um dos 3 grupos impressores, pesado 14 t, na Fábrica Goebel, em Darmstadt, Alemanha.

No Brasil, as máquinas Goebel são representadas pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com Matriz em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife e com representantes em todos os Estados da Federação.

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A Copiadora Compacta 3 M ocupa menos espaço que uma máquina de escrever, e será uma preciosa auxiliar em seu trabalho. Ela copia qualquer tipo de original branco-e-preto ou colorido, no todo ou em partes, a um custo operacional reduzido, de acordo aliás, com seu tamanho. PRODUTOS DUPLICADORES 3 M - C.P. 123 - Campinas - SP.

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flashes Contador, Recolhedor, Empilhador e Expulsor Miruna C-2000 Características Os componentes eletrônicos estão reunidos num circuito impresso, planejado e desenvolvido especialmente para esta máquina, tudo protegido por um resistente gabinete com controles externos, cujo funcionamento é comandado por transistores, circuitos integrados e fotocélula inter-relacionada com o Contador, para proporcionar um funcionamento perfeito. Acoplável às coladeiras semi-automáticas, grampeadeiras semi-automáticas, e igualmente às grampeadeiras e coladeiras convencionais. A expulsão das pilhas de caixas poderá ser, indistintamente, tanto direita quanto à esquerda. Comando de pré-seleção de fácil acesso, para determinar, previamente, a quantidade de caixas requeridas. Contador-totalizador da quantidade de pilhas de caixas, já grampeadas ou coladas. Dispõe de um ajuste especial para regular a sincronização do tempo da

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expulsão das pilhas de caixas, por causa da variação no tamanho das caixas o que poderia acarretar a formação de pilhas incompletas.

Montada sobre rodas para facilitar o acoplamento e o translado. Area ocupada: 2600 mm x 700 mm. Peso da máquina: 150 kg.

Máquinas Rebobinadeiras em fase final de montagem A firma "Maschinenfabrik Goebel GmbH", da cidade de Darmstadt, Alemanha, está fornecendo toda linha de máquinas rebobinadeiras e cortadeiras necessárias para produzir papel, para a Fábrica de Papel SEKA, e, Kastamonu, Turquia. Trata-se de uma rebobinadeira grande. R montada na saída da máquina de papel, com uma largura de trabalho de 4 m. O modelo é o V-16 e, em seqüência a várias máquinas cortadeiras-rebobinadeiras do modelo GOEBEL-OPTIMA. Como produto final, consegue-se, nas mais finas espessuras de papel, bobinas de aproximadamente 20 mm de largura, com uma velocidade de 600 m/minuto. A foto mostra as máquinas Goebel para a firma SEKA, na Turquia, em montagem final. No Brasil, essas máquinas são representadas pela GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda. 12/1979

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flashes

Abdick - Impressora offset - Modelo 350 Especificações Construção: Robusta e precisa, construída para proporcionar alto rendimento de trabalho e durabilidade. Rolamentos dos cilindros selados. Acabamento: De primeira, apresentação em suave tonalidade, de fácil limpeza. Peso: 270 quilos. Medidas: 1,12 m de comprimento, 0,70 de largura e 1,35 de altura. Motores: Motor principal e motor da bomba de vácuo de 1/3 de HP cada, AC, fase simples. Motores DC também disponíveis. Apoio: 4 pés ajustáveis, independentes, para possibilitar um perfeito nivelamento.

Compensação dos Cilindros: Os cilindros da matriz e de impressão tem ajuste completamente automático ao da blanqueta para compensar diferentes espessuras de papel de chapas. Assim, tornam-se desnecessários os demorados ajustes manuais quando se muda de peso de papel ou de espessura de matrizes. Os cilindros de impressão e da matriz automaticamente desligam-se da blanqueta quando não há alimentação de papel. Cilin-

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dro porta-chapas cromado, repelindo a tinta em áreas não cobertas pela matriz. Prendedor da Matriz: Universal, permite trabalhar com matrizes perfuradas (20 furos) ou retas. Tinteiro: Tipo removível, com 12 controles de regulagem e dispositivo de alimentação de 5 posições, todos com ajuste a critério. Alimentação do Papel: Positiva, tipo vácuo, operada através de 4 sopradores, 4 sugadores e 3 niveladores de papel. A sucção e os niveladores de papel são ajustáveis a 9 posições. Mesa Alimentadora: Comporta até 5.000 folhas de papel de 24 quilos. Escalas calibradas para um perfeito e rápido ajuste das guias do papel. Sistema simplificado de tensão para um registro lateral positivo. Sistema de Entintamento e Aquamatic: 12 rolos, que incluem 3 osciladores, 2 dutores, 5 distribuidores e 2 rolos entintadores com rolamentos selados. Distribuição da água totalmente automática pelo exclusivo sistema Aquamatic. Alavanca de Operação Simplificada: Possibilita a rápida operação de entintamento da chapa, blanqueta e início de impressão. Velocidade: Variável, de 4.500 a 9.000 impressões por hora. Medidas de Papel: de 7,5 cm x 12 a 27,5 x 42,5. Peso do Papel: Até 120 quilos. Area Máxima de Impressão: 24 x 33 cm. Margem das Pinças: 6 mm. Registro: Acurado. Bandeja Receptora: Tipo vibradora, equipamento standard. Escalas calibradas permitem um fácil ajuste correspondente ao ajuste da mesa de alimentação. Contador de Cópias: Tipo reversível, registra até 99.999 impressões. Ajuste Vertical e Lateral da Impressão: Sem necessidade de ferramentas, podem ser feitos os ajustes verticais e laterias da impressão. No ajuste vertical, pode-se abaixar ou levantar a imagem até 30 cm sem necessidade de lavagem da blanqueta a cada acerto, o que proporciona considerável economia de tempo no início dos trabalhos. O ajtiste lateral pode ser feito automaticamente pelo botão de ajuste, até 0,9 cm e por deslocamento na mesa para acertos maiores. Ajuste angular nos prendedores da matriz, graças a dispositivo especial. Distribuidores Exclusivos para o Brasil:

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jurídico Fiscal Decorrência Na tributação reflexa originada em passivo fictício é de ser considerada a decorrência unicamente para os sócios existentes na data do levantamento do respectivo balanço. Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Decorrência: Na tributação reflexa originada em Passivo Fictício, é de ser considerada a decorrência unicamente para os sócios existentes na data do levantamento do respectivo balanço." Acórdão 101-71.354, de 19-9-79, da La Câm. do 1. 0 CC (Amador Outerelo Fernández, Pres.; Fernando Cicero Velloso, Rel.). DOU-! de 2-10-79, pág. 14.369.

Gestão de Negócios Aquele que intervém em negócio alheio tem de agir com o máximo de diligência, para que não advenha prejuízo causado por sua intromissão. Havendo concurso de culpas justa é a repartição dos prejuízos. Em embargos, que recebeu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Realmente, se a autora tinha, para a liberação da mercadoria, a possibilidade da invocação, na via judicial, da conhecida e sempre acatada Súmula 323 do Supremo Tribunal Federal, antolha-se-nos precipitado o pagamento da multa. Ocorre, ademais, que a multa, se não era improcedente, como demonstra o voto vencido e explicita a lei, era, pelo menos, discutível. Apesar disso, a autora houve por bem liquidar o suposto débito apressadamente, em quatro dias, quando dispunha de trinta dias para se beneficiar do abatimento de 50% sobre a multa. O princípio que rege a matéria vem sintetizado na palavra de Caio Mário da Silva Pereira (Instituições, n.° 257, pág. 294), no sentido de se alguém "intervém em negócio alheio, tem de agir com o máximo de diligência, para que não advenha prejuízo causado por sua intromissão". Ao revés disso, a autora obrou precipitada e imprudentemente. Cabível, pois, a invocação das regras relativas A' gestão de negócios, insertas 12/1979

nos arts. 1.331 a 1.340 do Código Civil." Diz a ementa: "Aquele que intervém em negócio alheio tem de agir com o máximo de diligência, para que não advenha prejuízo causado por sua intromissão. Na hipótese do concurso de culpas, do gestor e do dono do negócio, justa é a repartição dos prejuizos." Acórdão de 19-11-75, do 2.° Grupo de Câmaras Cíveis do TJRJ, nos EI na Ap. 92.066 (Pinto Coelho, Pres.; Martins de Almeida, Rel.). Rev. de Jur. do TJRJ, vol. 42, págs. 156/164.

Bolsas de Estudo As quantias percebidas a esse título são rendimentos não tributáveis, quer na fonte quer na declaração. Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Bolsas de Estudo". As quantias percebidas a título de "bolsas de estudo", quando estas forem concedidas com observância das condições previstas no Regulamento, escapam à tributação do imposto de renda, quer na fonte, quer nas declarações de rendimentos pessoa física dos respectivos beneficiários, por configurarem rendimentos não tributáveis (Art. 22, letra "a" do RIR/75 e Parecer Normativo CST n.° 32/71)." Acórdão 104-1.147, de 20-3-79, da 4.° Câm. do 1. 0 CC, no Rec. 33.044 (Pedro Martins Fernandes, Pres.; Waldemar de Souza, Rel.). DOU I de 28-9-79, pkg. 14.197.

Onus da Prova Autuação fiscal baseada em fato não comprovado. Inadmissível a inversão do ônus da prova para impor ao contribuinte a demonstração negativa do fato. Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Autuação fiscal baseada em fato não comprovado. Inadmissível a inversão do ônus da prova para impor ao contribuinte a demonstração negativa do fato." Acórdão 103-02.698, de 15-6-79, da 3.1 Câm. do 1. 0 CC (Urgel Pereira Lopes, Pres.; Francisco Xavier da Silva Guimarães, Rel.). DOU I de 17-9-79, pág. 13.444.

Benfeitorias realizadas em imóvel alheio O locatário, ao tornar-se proprietário do imóvel, com a rescisão do contrato locatício, não pode considerar como prejuízo o saldo dos dispêndios ainda não amortizados e sim sujeitá-los it depreciação. Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "AMORTIZAÇÃO — DEPRECIAÇÃO GASTOS EM IMOVEIS DE TERCEIRO: Ao tornar-se o locatário do imóvel proprietário do mesmo, com a conseqüente rescisão do contrato de locação, não é permitido considerar como prejuízo o saldo dos dispêndios ainda não amortizados, e sim, sujeitá-los as regras aplicáveis depreciação." Acórdão 101-71.331, de 22-8-79, da 1.° Câm. do 1. 0 CC (Amador Outerelo Fernández, Pres.; Fernando Cicero Velloso, Rel.). DOU I de 2-10-79, pág. 14.366.

Retiradas "Pro Labore" Lançamento único no encerramento do exercício social descaracteriza a qualidade de renda do trabalho, salvo se, comprovadamente, corresponder a pagamentos mensais fixos, na forma da lei. Em recurso, decidiu o Conselho, por maioria: — "REMUNERAÇÃO "PRO LABORE". Lançamento único no encerramento do exercício relativo A. remuneração por serviços prestados dos sócios, diretores ou administradores de sociedades comerciais ou civis, de qualquer espécie, ou titular de empresa individual, descaracteriza a qualidade de renda do trabalho necessária dedutibilidade como despesa operacional na determinação do lucro tributável da pessoa jurídica, salvo se, comprovadamente, corresponder a pagamentos mensais fixos, na forma da lei." Acórdão 102-17.352, de 8-8-79, da 2.a Câm. do 1.0 CC (Jacinto de Medeiros Calmon, Pres.; Alceu de Azevedo F. Pinto, Rel.). DOU I de 3-9-79, pág. 12.699. 39


jurídico Comercial

Trabalhista Salário-Maternidade indevido quando a empregada ao empregador após o término só dá conhecimento da gravidez do aviso-prévio, recusando-se a permanecer trabalhando e a concordar em tornar sem efeito a resilição.

Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "GESTANTE — SALÁRIOMATERNIDADE. CASO EM QUE g INDEVIDO. O Prejulgado n.° 14 do TST não pode ser levado às últimas conseqüências ,até o ponto de mandar pagar salário-maternidade a empregada que nem sequer sabia que estava grávida quando recebeu o aviso-prévio e só deu conhecimento da gravidez ao empregador após o término do referido aviso, recusando-se a permanecer trabalhando e a concordar em tornar sem efeito a resilição." Acórdão 12.650, de 20-11-78, da 2.a Turma do TRT da 2.2 Região, no Proc. TRT/SP-5.584/78, de São Paulo (Jdlio de Araújo Franco Filho, Pres.; Floriano Correa Vaz da Silva, Rel.). Comissionista válida a estipulação de um percentual, diverso do de comissões, para atender ao pagamento do repouso do comissionista, desde que superior a 1/6 do ganho semanal.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Os documentos de fls. e seguintes demonstram que o repouso (calculado semanalmente) é superior a 1/6 do ganho hebdomadário. No caso, então, não se aplica a parte final do aresto de fls.: "Pode acontecer que estes 0,52% não sejam suficientes para atender A. lei; nesse caso, como se apurará em execução, caberão as diferenças. Tudo isso para que não haja duplo pagamento. O contrato somente poderia ser fulminado se com a comissão de 2,48% a reclamante viesse a receber abaixo daqueles mínimos a 40

que me referi supra." No passado, apreciamos processos semelhantes a estes sendo alguns de interesse da ora recorrida. Recordo-me de que a recorrida se valera de pareceres de notáveis juristas pátrios e mesmo assim não lograra êxito em sua defesa. Nossos votos, então, condenavam sistematicamente o critério adotado (salário complexivo, não complessivo!) porquanto na comissão não era possível estatuir algo que dependia da produtividade e da freqüência do trabalhador. Todavia, a fórmula agora encontrada (para empregados novos, como é o caso da reclamante) além de atender ao requisito de autonomia da vontade constante do art. 444, da CLT, não ofende à lei, já que não implica, de forma alguma, em redução salarial ou em "não pagamento" do repouso semanal remunerado." Acórdão 10.808, de 13-11-78, da 1.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-5.205/78, de São Paulo (Nélson Ferreira de Souza, Pres.; Antonio Lamarca, Rel.). Salário-Maternidade Não tem direito ao salário-maternidade a empregada admitida mediante contrato de experiência que se extingue antes do período legal de afastamento.

Em embargos, que recebeu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "0 direito da empregada ao salário-maternidade assenta em princípio de finalidade social. O salário-maternidade, medida de ordem pública, é devido em qualquer momento, mas só quando se opere a rescisão do contrato laboral sem motivo. Tal pagamento, então, converte-se em indenização. Tendo o contrato de experiência terminado insatisfatoriamente para a reclamante, e não sendo despedida, mas sim extinto contrato, não "lhe assiste direito ao auxílio-maternidade." Acórdão 1.045, de 13-6-79, do TST, em sessão plena, nos E-RR-5.056/76 (Marcelo Pirnentel, DJU de 22-6-79, pág. 4.918.

Comissionista A apuração do valor-base para cálculo do descanso semanal deve efetuar-se dividindo-se o ganho mensal pelo número de dias trabalhados e não pelo número de dias do mês.

Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Quando o salário variável (comissões) é pago em razão dos dias trabalhados, a apuração do valor-base para cálculo do DSR deve efetuar-se dividindo o ganho mensal pelo número de dias trabalhados e não pelo número de dias do mês. O laudo pericial apurou o ganho mensal dos Rectes. a título de comissões e dividiu por 25, apurando a média diária para o cômputo do DSR. Esse é o cálculo correto, não merecendo provimento o agravo sob esse aspecto. Entretanto, o agravo merece provimento parcial para se reduzirem a Cr$ 4.000,00 os honorários do perito, face à simplicidade de sua tarefa. Representação Comercial E devida comissão ao representante, por intermediação de negócio, mesmo após a rescisão do contrato, desde que comprovada a continuação verbal do contrato.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Desde que comprovado ficou que, após a rescisão do contrato de representação mercantil, a Apelada continuou a praticar atos próprios de representação, intermediando vendas e compras da Apelante, a comissão de 7% (sete por cento), da última venda realizada à firma B.&. C.L., de Rolândia, lhe é devida. O contrato de representação comercial pode ser celebrado por escrito ou, na sua omissão, considerar-se-á verbal, é o que se compreende da disposição do parágrafo único do art. 27, da Lei n.° 4.886, de 9 de dezembro de 1965. Ora, após a rescisão contratual, a Apelada continuou a exercer os atos próprios de representante, sob as vistas da representada, compreendendo-se a existência de contrato verbal de representação." ABIGRAF EM REVISTA


Regionais da ABIGRAF BAHIA

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GOIÁS Presidente: MÁRIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74000 — GOIÂNIA - GO

MINAS GERAIS Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30000 — BELO HORIZONTE - MG

PARAIBA Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabe lo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58000 — JOÃO PESSOA - PB PARANÁ Rua José Loureiro, 464 — 9.° andar — Conj. 91 — Fone: (041) 223-3705 Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 34-6549 Empresa: Gráfica Vitória Rua André de Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80000 — CURITIBA - PR

PERNAMBUCO Avenida Cruz Cabuga, 84 — I.° andar Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50000 — RECIFE - PE

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RIO GRANDE DO SUL Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19. 0 andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 221-4577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CEP 95100 — CAXIAS DO SUL - RG RIO DE JANEIRO Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 2304171 - 230-4747 - 391-1748 Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO RJ -

SANTA CATARINA Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89250 JARAGUA DO SUL - SC SAO PAULO Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223 Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 • Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — Fone: 278-7331 — CEP 01523 — SAO PAULO - SP 12/1979

Basta telefonar: 32-4694 34-8269 35-8788

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Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 2.* Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretario: Antonio Bolognesi Pereira 2.• Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr Priol II 2.* Tesoureiro: Jose Alder Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Mataveill Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Orestes RomIti Conselho Fiscal: Homero VIllela de Andrade Vitto Jose Ciasca José Raphael Firmino Tiaccl Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo

ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua Sao Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia

Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 2.° Secretário: Jose Alder Filho Tesoureiro: Irineu Thomas

Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 6-4963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

2.* Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesl Pereira ArlIndo Spina Drausio Basile Homero VIllela de Andrade Ernani Parise Jose Bignardi Neto Renato Foronl Conselho Fiscal: José Raphael Firrnino Tlacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Alrton.Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaido De Nigris Homero VIliela de Andrade

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A

Suplentes: Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria: das 8 as 11,30 e das 13 its 17 horas Aos sábados não ha expediente. Secretário Geral Elias Valentlr Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Junior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra, Rose Marla Priolll Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscais, civets e criminais,

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Delegados no Estado de São Paulo

LINS, SP Gráfica Rio Branco

Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: JOÃO ALVES DA COSTA

Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MÁRIO DE CAMARGO

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia.

Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru

Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: 22-4467 Diretor: ALCIDES BONORA ABIGRAF EM REVISTA


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Aos produtores, diretores de arte, redatores, clientes que viraram noites junto com a gente, nosso muito obrigado. EST13DICT

'oras\o Rua Reims, 112/118 - Fone: 265-6355 - Cep 02517- SĂŁo Paulo - SP

Revista Abigraf 049