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ANO IV - NUMERO 47 -OUTUBRO 79

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


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EM REVISTA

Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, Republica Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02

Caps: Fotolitos: Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal — Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável: Rubens Amat Ferreira Diretor Editor: Rose Maria Priolli Produtor: Maria Lirio Sampaio Jornalista Responsável: Rene Santini Filho MTPS 1203 Diagramador: Natal B. Pepe Consultores Técnicos: Drausio Basile Thomaz Frank Caspary Colaboradores: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP Circulação:

Benedicto Lopes dos Santos

Sumário Editorial

5

Cartas

6

Tendências Atuais nos Sistemas de Composição

8

VII Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica Expográfica'79

14

ABIGRAF/SIGESP — Conferência Anual da AMPA/RI

18

ABTG — Problemas e Soluções para o Papel de Impressão

20

FIESP/CIESP — Escolhido o Operário Padrão Paulistano-1979

23

O Gato de Ouro

28

Nossa Impressão

34

SENAI — Símbolo Gráfico para o SENAI

36

Atividades Esportivas no SESI

40

FLASHES — Heidelberg Speedmaster: Concepção de Máquinas Offset

O Sucesso de Nova 42

Bolsa de Máquinas

46

Recorde de Aquisição de Impressoras Heidelberg S-Offset

48

JURÍDICO — Fiscal

51

JURÍDICO — Trabalhista

52

Regionais da ABIGRAF

53

Delegados no Estado de São Paulo

54

Composição Gráfica:

Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Priolli & Cia. Ltda. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788

e 37-0724 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

10/1979

ABIGRAF EM REVISTA — ANO IV — N.° 47 — outubro de 1979 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


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editorial

Desenvolva-se e aprenda a saber ser... Não é simples entender porque os bons técnicos e administradores com boas posições em nossa indústria gráfica, procuram com avidez os nossos cursos que estão voltados para o aprimoramento técnico-administrativo da nossa classe. Sentam-se nos bancos escolares, sempre os mesmos e a muitos pode parecer que tais profissionais nada mais têm a aprender, pois, são "os especialistas" do assunto. É curioso, entretanto, que quanto mais bem sucedida seja a empresa gráfica, mais preocupados se mostram os seus executivos com o continuo desenvolvimento das técnicas e da administração da Indústria Gráfica. E freqüente ouvirmos de muitos empresários a afirmação de que sua empresa não tem problemas, que tem ótima participação no mercado, está garantida com Matéria-Prima e tem sólida posição financeira. Embora pareça que tudo está bem, estes empresários não sentem que poderia se fazer algo mais pela empresa e acabam se acomodando. Será que a empresa que "está muito bem" estará da mesma maneira "bem" no dia de amanhã? O Brasil possue hoje cerca de 120 milhões de habitantes e terá cerca de 150 milhões no final da próxima década. Em outras palavras isto significa a necessidade de até o ano 2.000, pelo menos, dobrar a atual oferta de bens e serviços criando em média 1,4 milhões de empregos anuais. Isto significa, também, um avanço da tecnologia e dos processos administrativos. E com esta evolução "você está parado!" Mexa-se! Os nossos cursos seguem pari passa as novidades, a evolução, as novas técnicas. São feitos para você, gráfico, para sua empresa. "Parar 6. retroceder". Agora, porém tem mais uma vantagem. Nossos cursos foram registrados no Conselho Federal de Mão de Obra sob n.° 857/79, dando-lhe o direito ao desconto em dobro, da taxa paga no seu imposto de renda conforme a lei n.° 6297/75. Portanto não fique para traz. Participe e faça os seus funcionários participarem dos nossos cursos. Isto levará a sua empresa para frente e você junto com ela. Só com maior participação dos empresários gráficos, poderá tornar-se realidade, o desenvolvimento do nosso setor e conseqüentemente da nossa Nação. Você empresário gráfico aprenda a saber ser... um bom gráfico, um bom empresário, um bom brasileiro. Thomaz F. Caspary

10/1979

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cartas

Prezados Senhores: Tomamos conhecimento, através de um colega em gráfica, da Revista ABIGRAF bem como suas publicações. Queremos externar-lhes os nossos cumprimentos pelos artigos publicados na revista, que são, realmente, de grande interesse gráfico-industrial. Outrossim, gostaríamos de receber a Revista, diretamente em nossa Editora e pedimos informar-nos como proceder para que tal aconteça. Certos da atenção de V. Sas., enviamo-lhes as nossas cordiais saudações. Pélmio Simões de Carvalho Diretor

Editora Folha de Viçosa Ltda. Rua Santana, 23 e 171 36570 — Viçosa — Minas Gerais Senhor Presidente: Tenho a satisfação de assinalar o recebimento da ABIGRAF EM REVISTA n.° 44, referente a julho de 1979. Agradecendo a gentileza da remessa, aproveito a oportunidade para reiterar os protestos de minha elevada estima e consideração. Deputado Silvio Fernandes Lopes Secretário de Obras e do Meio Ambiente Secretaria de Estado de Obras e do Meio Ambiente de São Paulo ABIGRAF EM REVISTA reitera, também, seus protestos de elevada estima e consideração, e coloca-se a disposição de V. Sa.

Senhor Presidente: Tenho a grata satisfação de me dirigir a V. Sa. para acusar o recebi mento de ABIGRAF EM REVISTA 6

n.° 41. Em prosseguimento ao intercâmbio que temos mantido, informo que, em separado, estou remetendo a V. Sa. a obra Formação de Administradores e Mercado de Trabalho. Aproveito a oportunidade para manifestar-lhe protestos da mais distinta consideração. Blasio H. Hickmann Diretor

Editora da URGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul Rua Jacinto Gomes, 540 - 5.° andar 90000 — Porto Alegre - RS Recebemos a obra acima citada, e

Saber como participar da seção Bolsa de Máquinas. Na expectativa de um pronunciamento de V. Sas. João Batista Lopes de Oliveira Atenciosamente, Gerente de Materiais AGGS Indústrias Gráficas S.A. Divisão Editorial, Expressão e Cultura Rua Luís Câmara, 53 — Olaria 21030 — Rio de Janeiro - RJ Com satisfação agradecemos sua carta e informamos que todas as providências já foram tomadas. Colocamo-nos sempre ao seu inteiro dispor.

agradecemos.

Prezados Senhores: Tenho a satisfação de acusar a leitura do n.° 43 de ABIGRAF EM REVISTA. Gostaria de expressar meus agradecimentos ao Dr. Thomaz Frank Caspary pelos ensinamentos fornecidos em seu artigo: Suprimentos — Tecnologia e Racionalização, apresentado de forma bastante suave e com muita propriedade. Como contribuição, sugiro que o subtítulo "A Importância da Administração de Suprimentos", seja alvo de um artigo mais extenso e enriquecido — quem sabe com uma Análise Setorial da Indústria Gráfica, com o enfoque do Administrador de Materiais (Valor de Estoque; Indices de Rotatividade; Relação Estoque de Peças/ Imobilizado; Relação Estoque de Matéria-Prima/Faturamento, etc.). Outrossim, gostaria ainda de: Ser incluído na lista de recebedores desta publicação. Receber uma tabela do custo dos anúncios veiculados, por tamanho e posição.

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TENDÊNCIAS ATUAIS NOS SISTEMAS DE COMPOSIÇÃO Traduzido da Revista "Artes Gráficas USA" — Volume II — N.° 5 — New York, por CLAUDIO PECCIN — Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Quando se decide por um sistema funcional de fotocomposição necessário planejar o futuro crescimento e aumento da capacidade do mesmo, em função da carga atual de trabalho e de sua projeção. Os sistemas com computadores são adequados para grandes volumes de trabalho, com toda a classe de publicações, visto que o risco de obsolência é menor, pois os mesmos podem ser reprogramados sem afetar o restante do sistema

Hoje em dia, são cada vez mais numerosas as gráficas que se preparam para oferecer serviços de fotocomposição. Os que já o incorporaram aos seus trabalhos enfrentam complexos problemas de decisão sobre os equipamentos à medida que crescem seus serviços. Tanto para aquele que inicia, como para aqueles que já são usuários, existe o dilema da escolha entre uma variedade de sistemas bastante atrativos, tanto pelo seu preço como pelas possibilidades, somando-se a tudo isso a preocupação sobre quando o avanço tecnológico tornará superados os atuais equipamentos. Este informe (adaptado de um folheto publicado pela National Association of Printer and Lithographers, de New York, Estados Unidos), detalha as tendências atuais nos sistemas de composição e resenha as características dos equipamentos necessários para pequenos, médios e grandes volumes de composição. 8

COMPOSIÇÃO AUTOMÁTICA

E o termo que engloba todas as formas de combinação entre as tecnologias de composição fotográfica, computação e processamento eletrônico de dados. Suas aplicações abrangem desde as fotocomponedoras de entrada direta com teclados similares aos da máquina de escrever, até os sistemas mais sofisticados com computadores. Os preços para estas alternativas caíram verticalmente; paralelamente, suas possibilidades têm-se multiplicado. E assim que, para muitas firmas tanto para as que pela primeira vez incorporam a fotocomposição, como para as que ampliam suas instalações, surge constantemente a dúvida gerada pela obsolência tecnológica: em realidade, pode haver uma decisão que seja correta?

O PROCESSO DA FOTOCOMPOSIÇÃO Há três passos principais no processo de fotocomposição: 1 — Entrada

Consiste na passagem da informacão de uma forma compreensível para o homem, a outra compreensível para as máquinas; 2 — Saida

Ref ormulação em estilo e forma tipográfica; 3 — Ciclo corretivo

As alterações necessárias para produzir a versão definitiva. I — Entrada A "entrada" é uma ATIVIDADE humana: homens e máquinas se complementam para converter a informacão num sistema codificado sobre o qual outras máquinas podem ser ativadas. Durante muitos anos a entrada no processo de composição ficou totalmente nas mãos do operador. A composição manual e mais tarde a linotipo, requeriam que o operador tomasse todas as decisões quanto a justificação e hifenização, bem como sobre a forma tipográfica. Os primeiros teclados das unidades de entrada das máquinas componedoras continuaram com estas características. ABIGRAF EM REVISTA


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Teclados Os primeiros teclados eram justificantes. Davam ao operador uma leitura da largura acumulada dos caracteres, para permitir-lhe tomar a decisão sobre o término da linha em lugar adequado. A medida em que a tecnologia foi se desenvolvendo, apareceram no mercado fotocomponedoras cuja entrada era realizada por meio de teclados justificantes. Posteriormente, surgiram máquinas tocomponedoras com memória programada com capacidade de tomada de decisões quanto à hifenização e término de linhas, sem interferência do operador. Paralelamente a este avanço, surgem os teclados não justificantes onde já não mais existe a preocupação do operador quanto a decisão a ser tomada ao término de cada linha. Isto significou , uma melhoria com respeito aos primeiros teclados. Mas, embora as fotocomponedoras pudessem justificar corretamente, não podiam colocar adequadamente os hifens para obter uma composição de primeira qualidade, por restrições de programas de hifenização. Em conseqüência disso, os teclados justificantes foram ainda usados por muito tempo. Atualmente, as fotocomponedoras possuem uma programação bem mais completa, onde os resultados são obtidos com uma qualidade aceitável, permitindo somente a utilização de teclados não justificantes, resultando numa produtividade muito maior, considerando-se, além de tudo, a utilização do k.o. reconhecimento ótico dos caracteres (OCR). 10/1979

Características dos teclados

Justificantes Não justificantes Com visor Sem visor Com cópia datilografada Com vídeo Com possibilidade de supressão da última letra, palavra ou linha. Meios fita de papel fita magnética conexão direta com a fctocomponedora disco "on line"

Reconhecimento ótico dos caracteres O conhecimento ótico dos caracteres (OCR) é um procedimento de entrada que utiliza a máquina de escre-

ver elétrica e lauda datilografada como meio de entrada. Os caracteres são reconhecidos através de uma célula foto-elétrica que transforma o caráter datilografado em código informativo para a fotocomponedora. A leitura ótica como processo de entrada é recomendável para empresas que necessitem de mais de seis teclados de entrada. Ademais, os próprios clientes da empresa podem preparar eles mesmos os textos que serão utilizados como entrada. Neste caso, a fotocomponedora pode ser alimentada com trabalhos de terceiros. As máquinas de escrever não possuem os numerosos códigos (teclas) adicionais necessários para comandar a fotocomponedora. Para superar esta limitação, muitos leitores óticos possuem memória própria. Isto permite que o operador tecleie as chamadas "rotinas de tradução", que consistem simplesmente na combinação de sinais alfabéticos previamente programados e que a memória da unidade de leitura os traduz em códigos de comando para as fotocomponedoras. A principal vantagem do leitor ótico reside na simplicidade e baixo custo da máquina de escrever, e na facilidade para treinar o pessoal e ampliar o serviço. Seu principal inconveniente reside no sistema de entrada que está centralizado na unidade de leitura ótica. 2 — Saída

Durante os últimos anos foram originadas três tendências paralelas no que concerne à etapa de saída: 1 — As fotocomponedoras independentes adquiriram uma maior capacidade de programas, o que tem permitido efetuar melhor o trabalho de hifenização e justificação, bem como efetuar composições mais complexas e com melhor qualidade; 2 — Outras equipamentos foram conectados diretamente nos dispositivos de entrada, dando assim maiores possibilidades ao operador para tomar decisões operacionais; 3 — Os dispositivos de saída também foram vinculados a sistemas de computação, sendo operados como periféricos, utilizando a memória central do computador. Independentemente de onde possa se encontrar a memória dentro do sistema, esta tem sido ampliada, aumentando consideravelmente as possibilidades tipográficas: As modernas fotocomponedoras têm uma variedade enorme de caracteres que podem ser usados simultanea9


mente dentro de uma gama vastissima de corpos. O resultado é uma maior eficiência e simplicidade na execução das composições com mistura de caracteres e corpos. Uma fotocomponedora pode realizar a maior parte ou todas as seguintes tarefas: justificação automática e hifenização; mistura de caracteres e corpos; execução automática de sangrados e de recuos para ilustrações; avanço ou recuo no entrelinhamento de meio em meio ponto; posicionamento automático do texto (margens); tabulação; espacejamento diversificado. Estas possibilidades são obtidas através de instruções dadas pelo operador ã fotocomponedora, ou por intermédio de informações codificadas. Quando as possibilidades da máquina são reduzidas, o operador deverá raciocinar e decidir sobre os comandos que deverão ser dados para que a máquina possa realizar seu trabalho de composição. 3 — Ciclo corretivo

Uma vez tendo sido a informação introduzida e logo emitida sob forma de composição, faz-se a revisão cotejando com o original (leitura de provas). Nesse momento, pode-se iniciar as correções que apresentam as seguintes alternativas: 1 — Voltar a compor a palavra, linha ou bloco incorretos e colocá-los (substituí-los) na composição; 2 — Introduzir num terminal editor de video o texto a ser corrigido; executar as correções e gerar uma nova fonte de alimentação para a fotocomponedora; Para equipamentos de fotocomposicão de entrada direta, que não utilizam um meio registrador (cassete ou disco), só é possível a primeira alternativa. Com fotocomponedoras independentes pode-se utilizar o procedimento de fazer as correções no original. Sem dúvida, o segundo procedimento está se tornando cada vez mais comum, pois permite obter um registro atualizado no qual são armazenados trabalhos totalmente corrigidos e que posteriormente serão emitidos. O último método só é utilizado em sistemas com médios e grandes computadores, nos quais a informação é guardada na memória do sistema e todos os acessórios estão conectados ou têm acesso direto aos terminais editores de video e/ou as fotocomponedoras. 10

Editores de Video

O terminal com video é composto de um teclado e tela, na qual aparecem os caracteres e os comandos ã medida em que são tecleados. Atualmente este equipamento é o sustentáculo das mais modernas técnicas de fotocomposição. Pode ser utilizado de forma independente (para entrar, editar e gerar a saída); ou "on line", conectado a um sistema com computador; ou ainda formando parte de uma fotocomponedora com entrada direta. Em todos os casos executa velozmente a correção da informação de entrada e permite uma utilização mais eficiente tanto dos equipamentos como da mão-de-obra . Marcação do original

As ordens para a composição devem ser emitidas na máquina no mesmo momento em que se dá a informação em forma compreensível para a máquina. Existem três métodos para emissão dos comandos: 1 — Cada operador de entrada estabelece sua própria emissão de comandos; 2 — O direcionamento mais completo se realiza num centro e o operador realiza uma codificação mais. simples; 3 — A emissão é realizada totalmente num centro, no qual os operadores se limitam exclusivamente a efetuar a entrada da informação.

Armazenamento e reutilização

As vezes torna-se necessário arquivar muitos trabalhos para futuras reimpressões e também as provas de composição para serem corrigidas através do paste-up. Muitos usuários de editores de video guardam entre trabalho e trabalho o meio registrador. Dado que esta forma de armazenamento ocupa muito espaço e é custosa, se tem criado outras formas de armazenamento. Esta é a lista de todas as formas para gravar o meio registrador: Fita de papel: E o mais econômico (para trabalhos pequenos e médios) porém, é um processo lento e de inadequado arquivamento. Cassete de fita magnética: Contém mais ou menos 50.000 caracteres. Processo rápido para médios trabalhos. Disco magnético: Pode conter aproximadamente 1.000.000 caracteres; rápido acesso à informação; geralmente para grandes trabalhos.

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290.000 caracteres

Disco flexível: Pode conter 300.000 caracteres; fácil de armazenar; acesso rápido; utilizável em trabalhos pequenos e médios. ABIGRAF EM REVISTA


Obis.

Cartucho magnético: Utilizado pela IBM MT/ST; acesso lento e de difícil armazenamento; Fita magnética: Empregada principalmente em trabalhos que utilizam intensivamente o computador; está sendo substituída pelo registro a disco (números 3 e 4). Materiais de saída O último passo no processo da fotocomposição consiste essencialmente na produção da imagem definitiva. Há três tipos básicos de materiais fotográficos utilizados nos sistemas de composição automática: Papel, estabilização: Equipamento custoso; o material não é permanente, salvo se for fixado (outra operação independente); instabilidade dimensional; alto custo dos produtos químicos. Papel, emulsão de resina: Permanente, estável; custo dos produtos químicos menor que os do anterior. Película (filme): Permanente, estável; requer uma montagem especial; se presta para tirar provas por diazotipia. Atualmente a tendência mais importante está para o papel com emulsão de resina. Seu custo pode justificar facilmente sua utilização, por requerer químicos que podem reativar-se, enquanto que a estabilização consome produtos químicos que devem ser substituídos. O papel com emulsão de resina é, em certo grau, mais fácil de ser utilizado quando se tratar de correções, e dá uma imagem de melhor qualidade. Dado que é esta parte do sistema a que produz a imagem final, é muito importante manter a maior limpeza e cuidado. Devem ser utilizados densitômetros e cópias padrão para manter as normas de qualidade, especialmente se as correções são efetuadas mediante paste-up.

Fotocomposição com entrada direm: Um só aparelho com a entrada e a saída integradas. Fotocomposição independente: Dispositivos independentes para a entrada e a saída. Fotocomposição com computador: Os dispositivos de entrada e saída estão conectados a um grande computador, com o armazenamento e edição integrados.

Portanto, meios gravadores, tais como, a fita de papel ou magnética, podem ser adicionados, logrando-se assim a possibilidade de repetir os trabalhos. As correções se faz voltando a compor e substituindo. Seu baixo preço é o maior atrativo da fotocomposição com entrada direta. Suas possibilidades tipográficas incluem uma variedade de tipos e tamanhos e a condição de mesclá-los na

Fotocomposição com entrada direta

maioria dos casos. Este tipo de equipamento é empregado por pequenas empresas e em composições de estabelecimentos que não demandam grandes volumes de composição tipográfica e nos que requerem poucas trocas e correções. Quando a carga de trabalho exige o uso de fotocomponedoras com entrada direta múltipla, deve-se considerar a utilização de fotocomponedoras com variedade de programas. A entrada direta permite alcançar um nível significativo na capacidade de entrada, porém ao entrar maiores volumes de produção, com necessidades mais complexas, deve-se considerar a técnica da fotocomposição independente.

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Sistemas

Acabamos de descrever os equipamentos utilizados em cada uma das etapas do processo da fotocomposição. Porém, um único aparelho não constitui um "sistema de fotocomposição". A integração das máquinas, os equipamentos fotográficos e os procedimentos para distribuir e montar o texto original formam, todos eles, o que se define como "sistema" no processo da fotocomposição. Existem três esquemas básicos de sistemas, os quais t..xaminaremos a seguir: 10/1979

Os dispositivos de entrada e saída estão fisicamente vinculados, formando assim uma só unidade de produção. Em geral, possui uma programação que permite a justificação automática. Embora a maioria das operações devam ser realizadas diretamente pelo operador, alguns aparelhos de entrada direta podem registrar comandos para realizar a composição tipográfica. A entrada direta apresenta a vantagem de que o operador controla o original, porém tem o inconveniente de não dispor de meio gravador intermediário que permita as repetições.

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Fotocomposição independente

Quando se requer grande volumes de composição, ou se considera ou planeja um crescimento futuro, o enfoque mais conveniente é o da fotocomponedora independente. Além das fotocomponedoras deve-se utilizar dispositivos de entrada (teclado, leitor ótico, ou processamento de palavras) ou também um editor de video independente. Este sistema oferece possibilidades de expansão em várias áreas. Podem ser agregados dispositivos de entrada adicionais, dado que a maioria das fotocomponedoras independentes podem trabalhar com múltiplas unidades de entrada. Pode-se incrementar a capacidade da própria fotocomponedora com a incorporação de equipamentos opcionais que aumentam sua velocidade, sua variedade de estilo tipográfico ou sua memória. Quando for necessário pode-se também agregar terminais editores de video. Cada parte do sistema pode ampliar-se sem ser necessário trocas de importância nos componentes restantes. O sistema de fotocomposição independente também pode trabalhar com leitor ótico e processamento de palavras. Neste caso, a entrada do leitor tem que gerar um meio gravado que instrua a fotocomponedora e o meio em que se efetua o processamento de palavras tem que passar para o código da fotocomponedora mediante o uso de um leitor especial. Dado que cada componente do sistema é modular (independente), cada 12

um pode ser reforçado à medida em que seja necessário. Se o volume de trabalho requer mais de seis teclados ou mais de três editores de video, dever-se-á considerar o sistema correspondente ao próximo nível.

tar diretamente conectadas, ou podem necessitar de um meio gravado. Também pode-se incluir impressoras em linha, como forma alternativa de saída para a leitura de provas. Este dispositivo permite uma fácil leitura, linha por linha, sobre um rolo de papel, de registro no meio, que os clientes podem utilizar para a leitura de provas, economizando-se uma impressão adicional através do equipamento de saída. Este tipo de sistema apresenta numerosas vantagens. Os grandes computadores asseguram um alto nível de eficiência na justificação e hifenização. Também oferecem possibilidades mais sofisticadas para a distribuição e numeração das páginas e para trabalhos complexos de composição. Toda a informação é transferida desde a memória magnética para sua edição eletrônica. Pode-se utilizar uma ou mais componedoras, de distintos tipos, já que se pode programar o computador para comandá-las. Diz-se que este sistema é "transparente" porque pode ser utilizado com qualquer dispositivo de entrada ou saída. TERMINAIS /.

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Fotocomposição com computador

O ponto chave deste sistema é o computador. Ao mesmo se conecta algum tipo de memória de grande capacidade, geralmente de disco magnético, e um ou mais editores de video. As componedoras também podem es-

Os sistemas com computador são adequados para grandes volumes de trabalho, cornd é a composição de livro e periódicos. Também incluem trabalhos de tabulação e matemática. O risco de obsolência é menor pois o computador pode ser programado, e a maioria dos componentes periféricos (dispositivos adicionais) podem ABIGRAF EM REVISTA


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ser trocados sem afetar o resto do sistema. De grande importância é que os custos operativos deste tipo de sistema são menores que os demais. Requer menor número de pessoal e o nível de automatismo é maior. Outras alternativas

Na atualidade alguns editores de vídeo contam com uma grande capacidade de memória (disco flexível), e oferecem um grau de eficiência comparável com o dos sistemas com computador. Portanto, estes sistemas trabalham com um só editor de video, e não permitem a ampliação de sua capacidade em todos seus integrantes. Seu preço médio permite sua utilização como uma forma alternativa de expansão nos sistemas independentes. Os sistemas com computador interno integrado à fotocomponedora, vinculam este computador com os armazens de memória e o editor eletrônico. Embora se tente manter um preço mais reduzido de todo o sistema, na realidade não se tenta um real aumento em sua capacidade. Por exemplo, não se pode utilizar outras componedoras simultâneamente e está limitado número de dispositivos periféricos que podem ser agregados. Os que já contam com fotocomponedoras independentes também podem utilizar os chamados "terminais justificantes". Estes são dispositivos editores que automaticamente hifenizam e justificam durante a entrada, permitindo a intervenção do operador para controle e a correção: E também uma alternativa para a expansão dos sistemas independentes quando a natureza dos trabalhos requer o controle do operador, ou quando não satisfatória a eficiência da componedora na justificação e hifenização. Planejamento dos sistemas

Podemos ver em cada um dos esquemas que acabamo sde descrever, suas possibilidades de crescimento e momento no qual um sistema deve ceder a vez a outro. Quando se decide entre um e outro dos esquemas é fundamental planejar o crescimento e aumento de capacidade que serão necessários, em função da carga atual de trabalho e de sua projeção. Um sistema pode demandar uma inversão maior, porém ter menores custos operativos. Uma maior automatização pode induzir os problemas humanos diminuir os custos operativos. 10/1979

A administração dos sistemas O custo horário de qualquer destes sistemas pode superar as previsões. Portanto, na maioria dos casos pode-se processar mais trabalhos dentro do mesmo tempo, diminuindo assim custo por trabalho. O componente mais importante do custo é a entrada, por tratar-se de uma etapa de mão-de-obra intensiva. A leitura das provas e as correções são também tarefas de mão-de-obra intensiva. Quanto mais contribui um sistema para reduzir os tempos de entrada, leitura e correção de provas, mais significativo é seu porte para o aumento da rentabilidade. Assim, por exemplo, um sistema que seja capaz de compor em sua forma definitiva, uma página completa, reduz o trabalho de montagem; e um editor eletrônico elimina as correções inserções manuais. Embora para alguns trabalhos baste operários menos qualificados, na maioria dos casos dever-se-á capacitar o pessoal em novas especializações. O nível dos datilógrafos nem sempre é o necessário. E fundamental uma boa marcação do original (indicação de medidas, tipos, corpos, etc.). Uma pessoa hábil em marcação e composicão tipográfica pode manter eficientemente ocupados a vários operários não qualificados na seção de entrada. Um sistema de composição deve ser um gerador de benefícios, e não simplesmente um centro de custos. Um sistema bem escolhido pode reduzir os custos e produzir benefícios com pre-

ços competitivos. Tanto quanto os impressos, a comercialização da composição deve ser dirigida a determinados tipos de trabalhos. Quando se seleciona um sistema é importante avaliar se o sistema que se considera pode produzir trabalhos rentáveis, levando em conta o mercado que se atende e os preços com os quais haverá competição. Outras considerações

Mesmo que se possua uma oficina de composição própria, é conveniente encomendar de terceiros os trabalhos de composição de certas características. Deve-se utilizar fontes alternativas de armazenamento para trabalhos complexos, ou nos períodos de muita carga de trabalho. Nos sistemas independentes a generalização ou produção de um meio registrador permite realizar em outras máquinas aqueles trabalhos que podem estar fora das possibilidades da própria oficina. A decisão final A melhor decisão é aquela que facilita a flexibilidade. E necessário poder ampliar o sistema, não importa qual seja. Um sistema programável está menos sujeito à absolência do que outro que não o seja. E necessário um sistema modular, onde é possível trocar algumas unidades sem afetar as restantes. Por último, é necessário um sistema que execute o trabalho, entregando um produto que seja por sua vez vendável e rentável. 13


VII Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica - Expografica79 Queremos destacar mais uma vez a importância destes acontecimentos para o setor gráfico latinoamericano. Iniciados em 1967, continuam hoje com ampla possibilidade para o intercâmbio, de idéias e experiências importantes para o ramo gráfico dos países da América Latina. Sem dúvida, as origens da Confederação Latinoamericana da Indústria Gráfica e Afins — CONLATINGRAF, estiveram baseadas no conhecimento inicial entre seus integrantes. Hoje, estamos preocupados com a realização de estudos e investigações de utilidade tecnológica para o setor. Não obstante, segue estando em pé a freqüência pessoal, encontros entre os mesmos empresários, sua comunicação no plano de seus interesses comuns. Estas oportunidades, sem dúvida, são oferecidas pelos Congressos. Por isso, cumprimos ern transcrever o PROGRAMA do VII Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica e da EXPOGRAFICA 79, que se farão realizar em Punta del Este, por estarmos seguros de que sera mais uma oportunidade de aproximação, de idéias e de solidarie-

dade. VII CONGRESSO LATINOAMERICANO DA INDÚSTRIA GRÁFICA Sede: Punta del Este Data: 21 a 24 de novembro de 1979. Local: Casino San Rafael Rambla Lorenzo Baffle Pacheco s/n.° Tel: 28 21 61/5 Telex: UY 1117

PROGRAMA

20 e 21 de novembro de 1979 Recepção dos Senhores Congressistas no Aeroporto Internacional de Carrasco pela Comissão de Recepção para traslado em ônibus até o Hotel Casino San Rafael. Quarta-feira — 21 de novembro de 1979 14:30 horas Começo dos serviços do Congresso: Inscrições — Entrega de material e credenciais Registro de documentação e alojamento. 20:00 horas Sessão Solene de Abertura Entrega do Prêmio Roberto Macri Coquetel de Boas-Vindas 'as Delegações 21:00 horas participantes

Quinta-feira — 22 de novembro de 1979 09:00 horas -- Sessão de trabalho Exposição do Primeiro Tema: "A PEQUENA E MEDIA EMPRESA NA ECONOMIA MODERNA", a cargo da Delegação da Argentina 14

10:00 horas

Trabalho de grupos Formulação de perguntas

11:00 horas Fórum Almoço 12:30 horas 15:00 horas - Sessão de trabalho Exposição do Segundo Tema: "ANTROPOLOGIA DO EMPRESÁRIO GRÁFICO", a cargo da Delegação do

México 16:00 horas — Trabalho de grupos Formulação de perguntas

17:00 horas — Fórum 22:00 horas — Jantar com show Sexta-feira — 23 de novembro de 1979 09:00 horas — Sessão de Trabalho Exposição do Terceiro Tema: "PRESENTE E FUTURO DA INDUSTRIA GRÁFICA", a cargo da Delegação do Brasil 10:00 horas — Trabalho de grupos Formulação de perguntas 11:00 horas — Fórum Almoço 12:30 horas 15:00 horas — Mesas Redondas: "Packaging" e "Formulários Continuos" (Há previsão de que a Secretaria do Congresso poderá abranger o desenvolvimento de mais um tema simultaneamente) 21 : 00 horas Coquetel no local da Exposição de Equipamentos Gráficos

Sábado — 24 de novembro de 1979 10:00 horas — Sessão de Encerramento 12:30 horas — Almoço Tarde Livre 22:00 horas — Banquete de Encerramento - Show - Baile Domingo — 25 de novembro de 1979 11:00 horas — Saida do hotel e traslado ao Aeroporto Internacional de Carrasco Fim dos Serviços Programa para damas e acompanhantes Atividades sociais Se efetuarão passeios para as senhoras dos congressistas e acompanhantes. Visitas a lugares de atração turística, tais como: Museu Casa del Virrey da Cidade de Maldonado Grutas de Punta Ballena Casa Pueblo Desfile de Modas, etc. Rota Panorâmica Tour por Punta del Este ABIGRAFEM REVISTA

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Primeira Exposição Internacional de Máquinas, Equipamentos e Acessórios para a Indústria Gráfica - EXPOGR A F ICA'79 Sede: Salão do Automóvel — Punta del Este — Dep. de Maldonado Data: 17 de novembro a 02 de dezembro de 1979 Dentro das atividades previstas para comemorar o 50.° aniversário da fundação da Associação de Impressores do Uruguai, se encontra a realização da Primeira Exposição Internacional de Máquinas, Equipamentos e Acessórios para a Indústria Gráfica, que realizar-se-á no Salão do Automóvel de Punta del Este, Parada n.° 4, entre os dias 17 de novembro e 02 de dezembro de 1979. Para efeitos de melhor planificação deste importante evento, a Comissão Diretiva integrou o Comitê de Exposição, com as seguintes pessoas: Adolfo Volterra, José Maria Cabrera, Leandro Mendaro e Israel Garcia. Cabe assinalar ainda, que através da resolução n.° 1299/79 do Poder Executivo de 6 de junho de 1979, foi autorizada a referida exposição, enquadrando-se na declaração de interesse nacional disposta para o VII Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica. Até o momento, foram distribuídos os seguintes materiais informativos: Regulamento Geral, Regulamento de Stands, Regulamento de Serviços Adicionais e Boletim Informativo N.° 1 que contém o texto da Resolução Ministerial autorizando a introdução no país dos equipamentos, em Admissão Temporária.

Devido a diversidade, de gestões e trâmites, que é necessária, assim como a ampla informação que foi enviada aos diversos países do mundo comunicando a realização da exposição, a Instituição obteve, a nível oficial, a contratação de um experto em exposições, contando com a colaboração da Sra. Gladys Dotta de Castro, integrante do C.E.F.I. que está assessorando a Comissão Diretiva desde o primeiro instante. Até o momento, asseguraram sua participação as seguintes firmas: INTERGRAFICA S.A.I.C., HALLE da Espanha; TECMO da Itália; HOESCHT, DYNAMIC GRAPHICS dos Estados Unidos; I.B.M. do Uruguai; DAFFERNER S/A. do Brasil; PAPELARIA GALLI S/A. do Uruguai; MAPA S/A.; CROMOGRAF S/A.; SERRA HNOS S/A., GRAFEX S/A., JOSE CASTIGLIONI S/A., FRITZ SCHIAPIRA LTDA., CIA. GRAL. DE FOSFOROS MONTEVIDEANA S/A., KUBOTA representante de máquinas japonesas e as empresas fabricantes de papel do Uruguai: FABRICA NACIONAL DE PAPEL S/A., PAMER S/A e IPUSA. Os interessados deverão dirigir-se a Asociación de Impresores del Uruguay, calle Ciudadela 1410, Montevideo — Uruguay — Tel: 98 14 89 - 98 54 18

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abigraf/sigesp

Conferência anual da AMPA/RI A 51.° Reunião Anual da AMPA realizada este ano em Las Vegas

contou com a participação de um grande número de visitantes sul-americanos, entre os quais destacamos número considerável de representantes técnicos da Indústria Jornalística brasileira

Na 51.a Reunião Anual da AMPA realizada este ano em Las Vegas, uma das maiores preocupações dos técnicos e especialistas foram os sistemas de pré-impressão disponíveis e os novos desenvolvimentos que deverão estar no mercado dentro de 3 a 4 anos, visando a automatização total dos sistemas de fotocomposição e fotomecânica, incluindo, também, a fotopaginação. O estande da Chemco Photoproducts se constituiu numa das maiores atrações, a qual numa área de 5.600 pés quadrados, efetuou demonstrações ao vivo de sistemas de automatização para fotomecânica.

NEWS PLATER -

Destacamos a Camara Chemco NewsPlater que se trata de uma combinacão eletrográfica da Câmara Platermaker, produzindo duas chapas de alta tiragem por minuto, a partir da montagem de página inteira, sem a utilização

de um negativo intermediário. O sistema não requer processamento de um negativo como retoques ou queima de chapas, é especialmente indicado na demanda de chapas de alumínio offset e di-litho (R) na impressão de jornais. O sistema utiliza chapas de alumínio com capacidade de até 100 mil impressões ou mais. A unidade de alimentação automática armazena até 100 chapas não expostas.

SPARTAN III A Câmara SPARTAN III com alimentação a bobina, equipada com inversor de imagem em linha foi demonstrada na produção de positivos reticulados com velocidade de projeção em papel positivo Power-lith. Tem este papel característica que permite revelação automática ou manual com químicos lith ou rápido acesso. A mesma câmara demonstrou a produção automática de negativos com

or

A nova lente de encolhimento variável ALAN 24".

leitura correta e invertida. Os negativos e os papéis foram processados automaticamente em linha com regeneração automática controlada pelo novo Blender CR II PAKO QUICK, para misturar e alimentar a proporção correta de químico à processadora. A câmara estava equipada, também, com um dispositivo de aplicação automática de retícula, computador de exposições GAM III e integrador de Flash GAM Fl 100. A utilização do GAM III permite o controle automatizado da produção da câmara, utilizando-se os dados de um densitômetro na leitura das altas luzes e sombras.

NEWS PAGER II -

Câmara em rolo SPARTAN III, com magazine de 4 rolos, equipada com GAM III, Pow-lith, inxersor de imagem, com transportadora automática à processadora. 18

Também esteve presente a Camara News-Pager II de paginação, utilizando filme de poliéster rápido acesso, com transportadora automática á processadora PAK QUICK. Esta câmara estava equipada com uma lente de encolhimento ALAN de 24", com uma capacidade extensa de reproporcionar de acordo com as necessidades dos jornais para encolher, ou cópia meio tom em até 8% com um simples ajuste. ABIGRAF EM REVISTA

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abigraf/sigesp XII CONGRESSO ANUAL DA ABCP A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel fará realizar, de 26 a 30 de novembro próximo, o seu XII Congresso Anual Semana do Papel

Programa

O programa técnico, com sessões técnicas simultâneas em quatro salas, abrangerá todos os assuntos pertinentes à produção de celulose e papel, como: matérias-primas, controles, reciclagem, branqueamento, filtração úmida, além da apresentação de sessões técnicas especiais sobre assuntos de poluição e combate à poluição nas fábricas de celulose e papel, e sobre assuntos energéticos. Mesa-Redonda

Este evento reunirá, em São Paulo, no Palácio das Convenções do Anhembi, um dos maiores contingentes de técnicos, especialistas e representantes de associações e de institutos de pesquisas, para apresentar as maiores inovações no setor celulósico-papeleiro, no Brasil e no exterior, inclusive as adaptações à realidade brasileira.

Também no âmbito do XII Congresso, será realizada, pela Divisão de Ensino da ABCP, uma mesa-redonda sobre "Ensino e Treinamento de Pessoal ligado à Indústria de Celulose e Papel", durante a qual serão abordados vários temas relativos ao assunto, destacando-se: "Avaliação das necessidades dos cursos formativos e com-

plementares"; "Avaliação do resultado dos cursos"; "Elaboração do material didático"; "Formação e desenvolvimento de supervisores em indústrias de celulose e papel". Conservação de livros e documentos

A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel irá contar, ainda, com uma "Sessão Técnica Especial de Conservação de Livros e Documentos", que será realizada pela Divisão Cultural do Papel, com a colaboração da Coordenadoria de Conservação e Restauração de Livros e Documentos do Estado de São Paulo. Outras informações poderão ser obtidas na sede da ABCP, à Rua Salvador Correa, 270 — Aclimação, CEP 04109 — São Paulo; ou pelos telefones 70-0808 e 70-3809.

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10/1979

19


abtg

Problemas e soluções para o papel de impressão Há poucos meses, a ABCP, Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel, em conjunto com a ABTG, Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, juntaram os esforços para discutir, encaminhar e normalizar certos problemas de papel, que dizem respeito tanto ao fabricante ao cliente, ou, propriamente dito as gráficas. Existem, certamente, uma série de problemas de papel, os quais dificilmente chegariam a ser resolvidos de forma isolada, apenas pelos fabricantes, mas sim, dependem de uma discussão ampla, em nível técnico, entre os fornecedores os clientes. Desta forma, as atividades conjuntas ABCP/ ABTG realmente se dirigem a soluções efetivas. Para chegar mais perto à realidade das dificuldades das gráficas e às prioridades a serem estabelecidas nas discussões e as providências imediatas que poderiam ser tomadas, como parte dos trabalhos, a ABTG despachou questionários dirigidos, os quais foram analisados e discutidos em reunião posterior, em conjunto com vários técnicos gráficos, ligados à problemática. Os questionários foram elaborados em duas partes, sendo a primeira para levantamento dos principais problemas sentidos em relação ao papel e a segunda, sobre a configuração geral das gráficas. No entanto, as questões, inclusive da primeira parte, foram colocadas de uma forma para que se possa inferir problemas internos nas gráficas, a fim de separar melhor os problemas na fabricação de papel, dos problemas de seu acabamento, de transporte e de manuseio e dos problemas específicos das gráficas. Em primeiro lugar, gostaríamos de transcrever puro simplesmente os problemas de papel mais apontados: Como problemas mais graves foram apontados papel muito seco, papel muito úmido, pirulitos e pó no papel; Em segundo lugar constam embalagens danificadas, arrancamento de fibras em papel não revestido, arrancamento de couchê, bolhas no couchê, tendência de enrolamento das folhas, secagem, má escolha e variação de espessura e gramagens do papel de lote para lote; Os outros problemas apontados são bolhas em cartoli nae papel gofrado, bolhas ou estouros em papel não revestido, folhas fora de esquadro, falhas no revestimento do couchê, diferenças no corte (acima de mais ou menos 2 mm), variações gerais de lote para lote e de coloração, alvura, lisura e brilho, falta de opacidade, falta de homogeneidade na massa e variações no mesmo lote, de maneira geral e de coloração, alvura, lisura, brilho, espessura e de gramagem. 20

Na análise interna das gráficas chegou-se aos seguintes dados: Existem, de praça para praça e, dentro das mesmas cidades, variações muito grande de temperatura médias e absolutas e de umidade relativa do ar. Mesmo assim, muitos dados foram completados por observações metereológicas, pois, por volta de 80% das gráficas não controlam umidade e temperatura no seu ambiente e pouquíssimas usam os dados de forma adequada; Praticamente não há gráfica com ambientação da sala de impressão; Umidificadores de ar são pouco usados; Ambientadores de papel, quando impressão em folhas maiores, são bastante difundidos em gráficas offset, no entanto, não sempre resolvem os problemas; Uma parte relativamente pequena das gráficas não controla o pH da água, quando offset, no entanto, os valores usados variam de 4,5 a 7,0; A grande parte das gráficas não possui empilhadeiras e, uma boa parte delas, tem problemas de estocagem e de manuseio interno; São poucas as gráficas com laboratórios para controle de entrada de papel. Quando têm, hi deficiência na utilização dos resultados. Os dados apresentados devem ser manuseados de forma bastante cautelosa, pois, não podem ser tomadas como verdadeiras em termos estatísticos, mas, servem ápenas como subsídios para formalizar uma série de idéias, as quais, pela ABTG foram classificadas da seguinte forma:

401

1. Problemas conjuntos

Não existe nenhum esquema entre gráfica e fábrica de reclamações da gráfica são atendidas por fatores cão de dados sobre a configuração geral do papel na transformação. Apenas existem algumas reclamações isoladas e, quando feitas, raras vezes são fundadas de forma técnica, de maneira que, eventuais aceitações de reclamações da gráfica são atendidas por fatores comerciais e/ou que o próprio fabricante também não soube estabelecer um entendimento técnico adequado. Na fabricação e na comercialização do papel não existem preocupações .por lado do fabricante, de analisar se o papel está sendo comprado para uma qualidade de serviço condizente às suas propriedades e, muito menos há uma classificação neste sentido. Em ABIGRAF EM REVISTA

opo


a btg contrapartida, as próprias gráficas não demonstram preocupações em esclarecer ao fabricante o campo de aplicação do papel encomendado. De maneira geral, não existe um nível de conversação adequado. 2.

Problemas na fabricação

Uma série de problemas de fabricação tem como motivo falhas na produção e/ou no acabamento do papel. Esses casos, em grande parte poderiam ser resolvidos sem grandes dispêndios, melhorando sua industrialização. Os casos específicos de qualidade de papel atingem o mercado consumidor, principalmente, devido às grandes diferenças entre uma e outra ou, até, na mesma fabricação. Sanar esses problemas, certamente, já seria mais dispendioso.

POP

Transporte e Embalagem

Quanto mais longe se passa dos centros de produção, com tanto mais veemência se reclama as péssimas condições do papel recebido nas gráficas. Certamente deve haver um controle melhor sobre as transportadoras e instruções precisas sobre o tratamento adequado do papel. Possivelmente, a embalagem para maior distância poderia ser mais resistente. Revendedores

Os problemas se agravam na área da revenda, por estocagem mal feita e manuseio inadequado. Além disso, chega-se a misturar lotes de fabricação diversas do mesmo fornecedor, ou até, entre diversos fornecedores. O fabricante deveria se convencer que o papel do revendedor continua a ser fornecido com o nome dele, portanto, empenhar-se ern prestar serviços de esclarecimentos a essas empresas. Gráfica

Os problemas de manuseio e estocagem continuam em muitas gráficas. Com falta de controle do ambiente dos armazéns, estoques intermediários e sala de impressão, não são tomadas medidas adequadas, contra alta ou baixa umidade de papel. Freqüentemente, por uma série de problemas, normalmente internos, os ambientadores não resolvem os problemas de estabilidade dimensional do papel. Muitas gráficas desconhecem, de forma teórica ou prática, os problemas básicos do tripé: papel, máquina e tinta, como um único conjunto de problemas. Da mesma forma não há controles adequados nesse sentido. Os derperdícios de papel, dessa forma, são bastante elevados nas gráficas, referentes a seus problemas internos e aos problemas de papel em si. Não existem estudos sérios sobre uma melhor configuração da umidade de equilíbrio do papel, para as condições específicas no Brasil. A maioria das gráficas queixa-se que o papel vem seco demais. No entanto, com embalagem não impermeável e estragada no transporte, não podemos estabelecer parâmetros claros. Além disso, temos as próprias deficiências na ambientação do papel na gráfica. Dessa forma, as gráficas trabalham com baixa produtividade. 10/1979

Finalmente, por pressões de mercado ou não, as gráficas não sabem encomendar o seu papel. Raramente exigem propriedades específicas ao fornecedor ou, pelo menos, esclarecem o uso do papel. Baseado nas observações feitas, estão sendo elaboradas uma série de recomendações para sanar ou minimizar uma série dos problemas apontados: 1. E de primordial interesse reduzir os elevados desperdícios de papel e os problemas de baixa produtividade causadas pelos mesmos motivos. Para isso recomenda-se intensificar um trabalho de conscientizacão junto Its fábricas de papel e 'as gráficas. Manuais e cursos sobre controle de qualidade na fabricação de papel e sobre os cuidados espeeíficos para evitar falhas de produção. Manuais e cursos sobre procedimentos no acabamento das fábricas de papel e tipos de embalagem. Manuais e cursos sobre transporte por todos os meios, manuseio e estocagem de papel, dirigidos as fábricas de papel, revendedores e gráficas. Manuais e cursos sobre papel para a indústria gráfica, como pedir, ambientação do papel, secagem da impressão (pH da água, tinta, umidade relativa do ar, pH do papel, absorção, etc.). Estudos sobre formas baratas de ambientação das salas de impressão, estoques intermediários, armazéns, etc., a partir de soluções arquitetônicas (divisórias, distribuição, isolação, ventilação, circulação de ar, umidificadores, etc.) e estudos sobre testes necessários e baratos de papel. Estudo da umidade de equilíbrio mais ideal nos diversos tipos de papel, no Brasil. Estudo sobre sistemas de manuseio e estocagem mais eficientes e baratos. A partir dessas providências deve-se chegar, a maior consciência geral, a desperdícios bem mais reduzidos e a uma constância maior na qualidade de impressão e na produtividade, com investimentos bastante reduzidos. 2. Como segundo passo, possivelmente mais demorado, mas, que poderia ser disparado em conjunto com o primeiro, deve-se estudar a classificação dos papéis, inclusive em níveis de qualidade, desde que não todas fábricas possam acompanhar o mesmo padrão, fixando todos os parâmetros e seus desvios. Além disso, para garantir o preenchimento dos trins de máquina de papel e garantir uma boa utilização das máquinas de impressão, torna-se necessário rever os formatos padrão do papel. Foi o intuito da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, com essas análises e sugestões sobre as necessárias providências, tentar estabelecer um início de entendimentos a nível técnico, favorecendo dois ramos industrials mutuamente e a própria sociedade brasileira, a partir de uma racionalização dos trabalhos e, em cujos estudos, recomendações, cursos, normas, etc., pretende participar ativamente. 21


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Escolhido o Operário Padrão Paulistano -1979 Nelson Doratioto, funcionário da Amo S.A., Fábrica 1 e 2, é o Operário Padrão Paulistano-1979. Ele foi escolhido, entre outros 19 concorrentes, em reunião realizada na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, após apreciação dos currículos enviados pelas empresas e uma arguição oral, em separado (4 perguntas sobre problemas atuais). O Concurso, que é restrito ao trabalhador que exerce uma arte ou offcio ligado diretamente à produção até o nível de mestre geral ou chefe de seção, é realizado anualmente pelo SESI e jornal 0 GLOBO, contando, este ano, com a participação do SENAI e da Secretaria de Relações do Trabalho. COMISSÃO JULGADORA A Comissão Julgadora foi constituída pelo diretor do Departamento de Cooperação Sindical da FIESP-CIESP, Luiz José Monteiro; pela representante da Diretoria da Sucursal do jornal O

GLOBO em São Paulo, D. Heloisa Andrade; pela representante da Secretaria de Relações do Trabalho, D. Marilena Moraes Barbosa Funari; pelo representante da Delegacia Regional do Trabalho e conselheiro regional do SESI, Sr. Walcídio de Castro Oliveira;

Na foto, Nelson Doratioto, Operário Padrão Paulistano-1979

pelo presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo, Sr. Flávio Costa; pelo representante do SENAI, Sr. João Baptista SaIles da Silva; pelo diretor da Divisão de Relações Publicas do SESI, Rubens de Paula; e pelo Operário Padrão Bandeirante e Nacional-1978, Sr. Angelo

Pelicani. Nelson Doratioto, a par de ter recebido medalha e diploma referentes ã sua participação no Concurso, recebeu, ainda, do Serviço Social da In-

dústria premio em espécie e diploma de honra ao mérito, além de medalha outorgada pela Secretaria de Relações do Trabalho e troféu oferecido pelo jornal O GLOBO. O Concurso distinguiu mais 5 participantes: em 2.° lugar, Maximiano Gamez, da Amo S.A., fábrica 4; em 3.°, Wilson Gonçalves Carriçó, da Fundição Brasil S.A.; em 4.°, com igual número de pontos, José Carlos Pires, da Amo S.A., fábrica 3 e José Cupertino Silva, da QUIMASA; e em 5.°, Salvador Forte, da Multividro S.A.

No flagrante, a Comissão Julgadora que escolheu o Operário Padrão Paulistano-1979 10/1979

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Entregue na nova sede da FIESP/CIESP o Prêmio "Gastão Vidigal" Seis universitários paulistas receberam o Prêmio "Gastão Vidigal" durante a primeira reunião plenária das Diretorias da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo em suas novas instalações (Av. Paulista, 1313, 15.° andar). O prêmio, que é concedido anualmente pela Fundação Gastão Vidigal de Estudos Econômicos aos melhores alunos da Cadeira de Economia Política de cinco instituições universitárias, distinguiu, desta feita, os estudantes Heloisa Maria de Salles Penteado Proença e Marjorie de Castro Morad, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP; Helena Sussuarana de Vasconcellos, da Faculdade de Direito da USP; Miguel da Cruz Supico, da Faculdade de Economia e Administração da USP; Foad Shaikhzadeh, da Escola Politécnica da USP; Geraldo de Barros Monteiro Filho, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas; e o bacharel Antônio Claudio da Costa Machado, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. A SOLENIDADE

Presidida pelo Sr. Theobaldo De Nigris, Presidente da FIESP/CIESP, a solenidade contou com o prestígio do

governador do Ceara, Virgílio Távora, do ex-governador de São Paulo, Lucas Nogueira Garcez, dos presidentes Eméritos da FIESP/CIESP, Nadir Dias de Figueiredo e Raphael Noschese, do presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alberto Figueiredo, do 1.0 Vive-Presidente da FIESP/CIESP, Francisco da Silva Villela, e dezenas de diretores destas entidades e empresários. "Sabemos, e como, da crescente importância que no correr dos anos assume o papel do economista na vida empresarial e no enquadramento de todos os segmentos da economia nacional para fortalecimento de nossa infraestrutura e combate a fatores adversos que a debilitam, como a inflação", afirmou De Nigris, ao saudar os estudantes agraciados e ao destacar a expressão e significado da láurea conferida pela Fundação Gastão Vidigal, "pelo sentido de incentivo permanente e de reconhecimento a aplicação nas pesquisas e trabalhos desenvolvidos pelos alunos". Nesse sentido, lembrou o presidente da FIESP/CIESP que as entidades da indústria paulista sempre estiveram, e de forma permanente, atentas a esses compromissos e responsabilidades, "razão pela qual jamais negaram sua participação nas iniciativas e chamamentos visando ao pro-

No flagrante, o governador do Ceará, Virgílio Távora, quando entregava o prêmio a Marjorie de Castro Morad. 24

ABIGRAF EM REVISTA


fiespiciesp

Na foto, o prof. Lucas Nogueira Garcez quando falava aos estudantes agraciados.

gresso e bem-estar de nosso Pais". Lembrou a preocupação, em especial, com uma das Areas vitais da estrutura econômico-social — a das pequenas e médias empresas — "porque delas depende o equilíbrio conjuntural da Nação". "Aos economistas, mais que outras áreas profissionais, compete o encaminhamento deste delicado segmento", enfatizou De Nigris, informando que a FIESP/CIESP, juntamente com a Associação Comercial, o CEBRAE e outras entidades, estavam preparando consultores especializados em PMEs. HOMENAGEM A GASTÃO MESQUITA FILHO

Em seguida, o prof. Lucas Nogueira Garcez, falando em nome da Fundação, prestou significativa homenagem h memória de Gastão Mesquita Filho fundador e presidente da Entidade. "Desejo, neste instante, tributar um preito de saudade de admiração a um colega que soube ser exemplo de trabalho e dedicação à profissão que exerceu até os últimos momentos de sua vida", salientou Garcez, alinhando as facetas do homem e do empresário Gastão Mesquita Filho. Emocionado, o Sr. Theobaldo De Nigris pediu ao plenário que observasse um minuto de silêncio, na singela homenagem a que se juntava a Indústria de São Paulo. Agradecendo, Garcez retomou a palavra, dirigindo-a aos jovens laureados, fazendo uma profissão de fé nos destinos do Pais. E numa analogia com os anos 30, Garcei observou: "Tenho para mim que a situação do momento, que é bastante difícil, não é tão grave quanto o foi ao início daquela década, em que toda nossa economia repousava num único produto de exportação". E acrescentou, enfático: "Então, a todos aqui desejo dizer que todos nós temos motivos, e motivos não apenas de patriotismo, mas 10/1979

motivos baseados na realidade dos recursos brasileiros, de enfrentar com coragem e de saber que a solução está vista. Também não vamos ser tão ingênuos de imaginar que, de hoje para amanhã ou que o próximo ano seja um mar de rosas. Claro que o esforços de cada um é o esforço de toda a Nação, mas ele será coroado de êxito e o êxito vem muito mais depressa do que imaginam estes que descrêem de tudo e de todos". Também o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alberto Figueiredo, dirigiu uma palavra de incentivo aos jovens distinguidos com o Prêmio "Gastão Vidigal", na mesma linha de raciocínio de Lucas Nogueira Garcez, salientando que "o Brasil é grande, o Brasil cresce, apesar dos pesares e, sem dúvida alguma, o País necessitará dos conhecimentos dos jovens que estão se formando e que, hoje, foram premiados". Após a entrega dos diplomas, o bacharel Antônio Cláudio da Costa Machado, falou em nome dos contemplados. Em seu discurso de agradecimento, Costa Machado agradeceu a concessão do Prêmio, "na medida em que o consideramos um incentivo significativo ao ensino, à pesquisa e ao desenvolvimento de uma área do conhecimento humano tão importante na formação de consciências críticas", encaminhando uma sugestão à alta diretoria da Fundação: que o Prêmio seja estendido a estudantes de formação mais específica e abrangente na área de economia política, como os de Sociologia, História e Filosofia. Encerrando a solenidade, o presidente Theobaldo De Nigris voltou a dirigir palavras de incentivo aos jovens, pondo em relevo o trabalho que as entidades vêm desenvolvendo não sõ na área estritamente econômica, mas no campo social, profissional e cultural, através do SESI, SENAI e Instituto "Roberto Simonsen". 25


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PAM ICRO atenderá micro-empresas em prazo rápido, sem burocracia Na segunda parte da reunião plenária da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, o presidente Theobaldo De Nigris, coordenando os trabalhos, anunciou a presença do Sr. Gil Macieira, presidente da Caixa Econômica Federal, que representava, também, o ministro Karlos Rischbieter, da Fazenda, ausente por motivo de força maior. Participaram, ainda, da mesa, os Srs. Guilherme Afif Domingos, presidente do BADESP; Raphael Noschese, presidente emérito da FIESP-CIESP; Francisco da Silva Villela, 1. 0 vice-presidente; Roberto Ferraiuollo, 1. 0 secretário, das entidades; além de representantes da Federação do Comércio do Estado de São Paulo e da Associação Comercial de São Paulo, presentes inúmeros diretores e empresários.

PAMICRO O Sr. Theobaldo De Nigris fez um sucinto retrospecto, inicialmente, das atividades já desenvolvidas pela Federação e Centro das Indústrias do

Estado de São Paulo em seu novo edifício-sede: duas reuniões plenárias, a primeira com a presença do governador Virgílio Távora, do Ceará, e entrega do Prêmio-78 da Fundação de Estudos Econômicos Gastão Vidigal; encontro com o Ministro do Trabalho, Murillo Macedo, ali recebido informalmente, para tratar da nova política salarial que está sendo instituída pelo Governo Figueiredo; solenidade de entrega do prêmio ao Operário Padrão bandeirante; a 2.a reunião plenária, naquele instante em realização (deveria ser prestigiada também pela presença do Ministro Karlos Rischbieter), se destinava ao lançamento, em São Paulo, do PAMICRO — Programa de Assistência Creditícia às MicroEmpresas, da Caixa Econômica Federal, empresas essas que respondem por uma parcela substancial de nossa economia. Lembrou, depois, o que têm feito a FIESP-CIESP ao longo do tempo, dentro de suas finalidades principais, em benefício das empresas de porte médio e pequeno, através da promoção de Seminários e Cursos de

Na foto, o Sr. Gil Macieira, presidente da Caixa Econômica Federal de São Paulo, quando fazia o lançamento do PAMICRO na FIESP-CIESP. 26

No flagrante, o Sr. Theobaldo De Nigri

treinamento, pelo seu Departamento de Produtividade — DEPROV — abrangendo as áreas administrativa, de produção e de comercialização. Em nome da FIESP-CIESP e de seus companheiros presentes manifestava apoio àquela oportuna iniciativa do Governo, da Caixa, em favor das empresas menores, esperando-se que os frutos se multipliquem no tempo. AGILIZAR ATIVIDADES

Com a palavra, o presidente da Caixa Econômica Federal, Gil Macieira, falou do propósito do Governo Figueiredo de agilizar as atividades da Caixa, seguindo, aliás, as diretrizes fixadas pelo Ministro Karlos Rischbieter quando seu presidente, nos setores de hipoteca, habitação, a fim de popularizar o quanto possível a moradia, partindo agora para as micro-empre , sas nacionais, contando, nessa área, somente com a experiência do lançamento da aplicação do PIS, que representava recursos para a formação ou aumento do capital de giro, depois veio o Pró-giro. Pelo PAMICRO, a Caixa concederá carta-fiança a empresas comerciais com faturamento não superior a Cr$ 6.365.600,00 no ano anterior e a indústrias, até Cr$ 15.914.000,00. 0 lançamento desse programa já ocorreu no Norte, no Nordeste e no Centro-4 Oeste. ABIGRAF EM REVISTA


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quando anunciava o lançamento do PAMICRO, na FIESP-CIESP.

A fiança concedida vis agarantir às empresas enquadradas a realização de operações mercantis (compra de matéria-prima, mercadorias para revenda, bens de produção e materiais para instalações ou ampliações) e tratativas nos bancos de desenvolvimento que tenham por finalidade conseguir o levantamento de capital de giro ou de investimento fixo. Cobrirá a fiança até 60% do valor das operações, podendo ir ate 80%, conforme os casos. A despesa da empresa beneficiada se resumirá no pagamento, exclusivamente, de uma taxa de 0,5% ao ano, ou fração, calculada sobre o valor da fiança concedida. Ern relação às compras mercantis, o prazo de resgate sera de 180 dias; de dois anos nas operações para obtenção de capital de giro; e de até quatro anos nas transações para aquisição de financiamento para investimento fixo.

Quanto ao afluxo, a Caixa prevê um grande número de operações do gênero, levando em consideração que, em 1974, existiam no País 170 mil estabelecimentos industriais, na proporção de 89% com menos de 20 empregados e 98% menos de 49 empregados. Já no setor comercial em idêntico ano, segundo as estatísticas, existiam cerca de 800 mil empresas. Disse Gil Macieira que, além disso,

a Caixa está agilizando não só as suas atividades no setor habitação, intensificando-as junto aos INOCOOPS, COHABS, Sistema Financeiro da Habitação, como vem de criar, diversificando-as, uma Bolsa de Pedras Preciosas e Semi-Preciosas, para favorecer o trabalho do garimpeiro e do minerador, cujo programa específico será lançado no próximo mês. Enfim — concluiu o Sr. Gil Macieira — cumprindo orientação do Governo Figueiredo, a Caixa Econômica Federal entendeu também de apoiar a livre empresa, pelo papel que ela representa no crescimento do País, cabendo-lhe uma grande parcela de responsabilidade no sentido de que o Brasil de amanhã seja muito maior que o Brasil de hoje. O Sr. Theobaldo De Nigris agradeceu a manifestação em favor da iniciativa privada, sem dúvida um estímulo para que o empresário prossiga o seu trabalho, assim como as entidades, que não só se preocupam com problemas da indústria, mas todos os demais das áreas sócio-econômicas do País. Pelo empreendimento que fora ali anunciado transmitia o apoio da Casa ao Presidente da República, ao Ministro da Fazenda e ao presidente da Caixa, passando, a seguir, a palavra ao plenário, para indagações, tendo o Sr. Gil Macieira respondido às mesmas.

DESBUROCRATIZAÇÃO

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Informou Gil Macieira tratar-se de operações completamente descentralizadas, de total responsabilidade de cada gerente das 735 agências da Caixa Econômica Federal espalhadas no País. A aprovação de cada pedido deverá demorar apenas 4 dias, pois a Caixa pretende desburocratizar suas operações, diminuindo ao mínimo possível as intermediações. 10/1979

Vários diretores e empresários industriais compareceram ao lançamento do PAMICRO, na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. 27


O Buffet trico foi o local deste evento e o conjunto musical Santo Angellus animou-o com brilhantismo. Durante o jantar, houve o sorteio de vários prêmios, os quais foram oferecidos pela: Gráfica Cinelândia Ltda., Lanzara S/A. Gráfica e Editora, Probus Indústria e Comércio de Papéis Ltda. e ABIGRAF. A mesa presidencial foi composta pelas seguintes personalidades: Sr. Rubens Amat Ferreira e Senhora; Sr. Walter Dafferner e Senhora; Sr. Jurandyr de Carvalho e Senhora; Sr. Ignaz Johann Sessler e Senhora; Sr. Hélio Furmankievics e Senhora. O Mestre de Cerimônias, Sr. Irineu Thomaz, proferiu o seguinte discurso: "0 mundo de hoje é um tumulto. Modifica-se de maneira vertiginosa, derrubando tradições, conceitos e valores, aposentando-os compulsoriamente por velhice e anacronismo, mudando ou substituindo tudo com a mesma rapidez da luz. Agora já não prestamos a mesma atenção de outrora — tão apressados caminhamos — ao avanço da técnica e da ciência, mas podemos sentir seus eflúvios ao gozar dos novos padrões de vida de que desfrutamos. E se fizermos um exame retrospectivo de situações que, quase sub-repticiamente, passaram a fazer parte, nestes últimos anos, do nosso cotidiano, ficaremos verdadeiramente surpresos. Os resultados que estamos colhendo demonstram, com a criação simplesmente marcante, de novas Regionais e Delegacias da ABIGRAF, todo o

Sr. Irineu Thomaz, quando discursava. 28

O GATO DE OURO Realizou-se dia 21 de setembro o Jantar Dançante da ABIGRAF que além de comemorar o inicio da Primavera, teve como objetivo principal, a entrega do "Gato de Ouro" a duas importantes personalidades do ramo gráfico

nosso esforço para alcançarmos determinadas metas, que, no caso do Brasil, objetiva o desenvolvimento, com toda a sua vasta gama de relacionamentos. As vésperas do ano 2.000, o homem, num misto de estupefação e perplexidade, continua a perguntar-se acerca da evolução do nosso século. Século da nave cósmica, do módulo lunar, do jato, do Raio Laser, da cibernética, dos transplantes cirúrgicos, da pedra selênica, é também o da micro, mini, mimolê e maxi-saia, da macrobiótica, da "dieta dos astronautas", da pílula anticoncepcional, dos "slogans" agressivos, da pornografia-arte e de recursos outros de comunicação em massa. Mas o sinal mais marcante deste nosso tempo é precisamente o seu conteúdo técnico. Dia após dia o saber científico assume o lugar da cultura de sabor acadêmico. Afina!, o que pode valer todo o nosso latim virgiliano em presença de uma turbina ou de um cérebro eletrônico? O homem mudou — quase sem o perceber — o objeto de sua curiosidade, passando a preferir, à teorização pura: a ação, a pesquisa, o fato científico. Daqui para o futuro, cada um de nós terá necessidade de todos, e todos de cada um, neste dimensionamento de interdependência, até mesmo na simples confecção de um cartão de visita. A unidade produtiva já não é mais o operário, mas a equipe, desde a alta administração até o mais modesto auxiliar. O instrumento eficiente desta transformação é, não há que negar, a máquina. A máquina que inclui desde as investigações do telescópio ou do microscópio, da impressão em offset, ou

premiar, quando uma simples taça esportiva faz vibrar o mundo, numa pujante demonstração da virilidade de uma Nação. Isso posto, não podia deixar de ser de maior justiça a entrega deste troféu aos cidadãos Walter Dafferner e Ignaz Sessler, cuja escolha não sofreu o veredicto de um júri, mas sim de uma opinião unânime de toda uma categoria industrial, que vê, em Walter e Ignaz, um exemplo de trabalho edificante em transmitirem maiores conhecimentos e tecnologia para a Divina Arte Gráfica, que tantos frutos já deram e com certeza mais poderão fazer em prol da grandeza de nossa Pátria".

No flagrante, aspecto da mesa presidencial.

da fotocomposição gráfica, ao recanonização, o troféu nas competições quinte do pragmatismo dos "cérebros" esportivas e o "Gato" nas Artes Gráe do utilitarismo dos eletrodomésticos. ficas. Tudo isso constitui grande incentivo aos espíritos iluminados que Meus senhores e minhas senhoras, pairam acima da mediocridade, como dentro deste espírito, neste- Festivo é o caso dos nossos homenageados, os Jantar de Confraternização, marcante companheiros Dafferner e Sessler. E em nosso Calendário de Festividades, mesmo aqueles que acaso não ambipor se tratar do início da Primavera, cionam nenhum prêmio, sentem-se ornos encontramos para conferir um gulhosos quando o recebem. Por isso prêmio. Inegavelmente prêmio é disjá se disse que o reconhecimento de tinção conferida a quem, dotado de valores é a honra coroada e vestida qualidades invulgares, em todos os de púrpura. Portanto, a entrega do setores da atividade humana, conse"Gato", desde a sua primeira outorga, gue sobressair-se e atrair todas as tem sido benéfica ao progresso das atenções pelos altos feitos, seja pela artes gráficas e fonte de grandes benefulguração da inteligência, a santidade fícios associativos. Sim, porque tanto da Moral, do trabalho dedicado a uma causa, ou até mesmo na parte material *. envaidece seu detentor como o meio da humana existência. Disso é frisante ambiente em que vive. Pobre de qualquer atividade que não tiver a quem exemplo o magno prêmio Nobel, a ABIGRAF EM REVISTA

10/1979

Sr. Rubens Amat Ferreira, por ocasião da Homenagem aos laureados pelo Gato de Ouro.

A seguir, o Sr. Rubens Amat Ferreira fala aos presentes: Em 1965 por ocasião do 1.° Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica, em Aguas de Lindóia, foi instituído um troféu que se designou O GATO DE OURO para que com o mesmo se pudesse homenagear os companheiros da Indústria Gráfica que se distinguiram, nos trabalhos feitos em favor de seu desenvolvimento. A exemplo do que acontece no setor jornalístico, o profissional que se inicia, comete pequenos erros, erros, que nós, do setor gráfico de São Paulo, denominamos como um pequeno gato, simplesmente, um erro cometido, é um gato. E por essa razão, se instituiu então nosso troféu com a denominação de O GATO DE OURO. Através dos pequenos erros cometidos, vai se forjando o profissional competente; e nesta noite, queremos homenagear dois profissionais que, embora trabalhem em segmentos diferentes produziram na Indústria Gráfica Brasileira, benefícios altamente elogiáveis, sendo um deles IGNAZ SESSLER e o outro WALTER DAFFERNER. O Sr. Ignaz Johann Sessler agradece à ABIGRAF e aos seus Diretores com as seguintes palavras: "Em primeiro lugar quero agradecer diretoria da ABIGRAF pela homenagem e a alta distinção que me foi oferecida, incluindo-me entre as poucas pessoas que até hoje receberam O GATO DE OURO. Quando cheguei em Santos em 1925, com a tarefa de instruir operários gráficos para lidar com máquinas Offset, recentemente fornecidas pela Firma PLANETA na Alemanha, pensei permanecer 2 ou 3 meses no Brasil, tempo necessário para o exame da montagem destas máquinas e o treinamento do pessoal. Em vez disto voltei para Europa só depois de um ano. Gostei imensamente do país, e vendo um vasto campo para minhas atividades prof issionais, resolvi fazer desta terra a minha segunda pátria, que amo até hoje, decorridos 54 anos desta decisão. Nesta época a indústria gráfica brasileira era bastante atrasada, com máquinas velhas, inadequadas, pessoal sem habilidade, trabalhando com processos superados. Achei que a minha tarefa aqui, poderia ser, ajudar a levantar o nível da indústria, introduzindo novos processos, formar e adestrar pessoal técnico brasileiro, 29


pois a procura de técnicos no estrangeiro não pôde ser receita certa para o futuro do desenvolvimento gráfico no Brasil.

me.

Meu primeiro passo era convencer a firma BREMENSIS a abrir uma clicheria, com maquinário moderno, a qual começava a funcionar em 1928 dirigida por mim, nesta época era a mais avançada para clichês e fotolitos na América do Sul. O novo processo de fotolito ajudava bastante o desenvolvimento da impressão Offset. Após o ano de 1932 mudei para o Rio, de onde Felício Lanzara me levou de volta a S. Paulo, como seu diretor técnico, em 1941. Neste tempo tive os primeiros contatos com o Sindicato das Indústrias Gráficas em São Paulo. Durante anos um grupo de empresas esforçou-se para planejar e realizar uma escola para treinar jovens, saídos do grupo. Só em 1952 surgiu o SENAI, e pouco tempo depois a Escola Profissional de Aprendizagem Felício Lanzara. Foi criado um conselho técnico, composto de empresários e alguns técnicos para projetá-la. O Prof. ítalo Bolonha, Diretor regional na época, prestou inestimável cooperação, sendo o primeiro Diretor, o dedicado Prof. João de Arruda. Cada vez mais o Sindicato foi obrigado a ocupar-se com problemas politicos, comerciais e administrativos, não restando tempo para o lado técnico da indústria.

4

Sra. Ignaz, na entrega do troféu ao seu esposo. problemas gráficos interamericanos de comum acordo. Em 1972 tive a alegria de ver a realização de um sonho meu, acalentado durante dezenas de anos: A ESCOLA TECNICA GRÁFICA, cujo patrono foi merecidamente o Sr. Theobaldo De Nigris.

Um grupo de empresários e técnicos fundou em 1959 a A.B.T.G. — Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica — juntaram-se para organizar mesas redondas, cursos técnicos, traduções de livros do ramo. A tarefa foi difícil no começo, foi nesse tempo, que o Sr. Theobaldo De Nigris, nos cedeu duas salas no Palácio da Indústria para nossas reuniões e trabalhos. Silenciosa, sem propaganda, a ABTG ajudou em quase todos os acontecimentos que atingem a indústria. São agora 14 anos que a ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica — foi fundada. Nesse tempo eu era membro, como representante da S.A.I.B. e depois da ABRIL S/A. Vi bem de perto como a diretoria da ABIGRAF se empenhou, com muita energia para ajudar nossa indústria. Com sua ajuda, foi possível aos sindicatos da América do Sul se juntarem na LATINGRAFICA — uma organização interamericana para resolver 30

Sr. Ignaz Sessler quando discursava.

O empenho das diretorias do SENAI, ABIGRAF e ABTG conseguiram a fundação desta escola, única em seu gênero na América do Sul. Apesar que falta ainda completar as suas instalações, foram superadas as dificuldades iniciais, pelo trabalho enérgico de seu diretor Sr. Jurandyr de Carvalho e da dedicação do corpo de professores. Nestes 7 anos passados conseguiram formar turmas de alunos, altamente habilitados e treinados. Há anos a quota de crescimento da nossa indústria é muito alta. O desenvolvimento rápido e continuo da tecnologia gráfica, como a necessidade de modernizar a administração das empresas, têm o efeito, que cada vez mais prefere-se preencher postos de responsabilidades, com técnicos formados nas Universidades. Muitos empresários têm, como eu, a convicção que em pouco tempo serão absolutamente necessários, a instalação de cursos universitários de tecnologia gráfica, e administração de indústrias gráficas. Esperamos que num futuro bem próximo o nosso plano seja realidade. Agradeço novamente de todo coração a Diretoria da AB1GRAF, e especialmente ao meu amigo Rubens Ferreira, pela homenagem e a distincão que me ofereceram". ABIGRAE EM REVISTA

Ai


Por último a palavra de agradecimento do Sr. Walter Dafferner a qual transcrevemos: A todos, a minha saudação amiga e o meu melhor agradecimento pela homenagem com que me distinguem nesta oportunidade. Durante mais de três décadas de plena dedicação ao ramo gráfico, convivendo com problemas de toda ordem, sofrendo as conseqüências e os percalços de um setor tantas vezes ameaçado na sua sobrevivência, hão de concordar comigo, os meus antigos companheiros, que a nossa trajetória, de empresários gráficos, conheceu poucos momentos de euforia. Talvez por isso mesmo é que estou auferindo, com maior intensidade, as alegrias que nos estão sendo proporcionadas nesta noite, pela direção da ABIGRAF, e pelo seu Sindicato. Uma festa da primavera realmente alegre e comemorativa. Afora o belo simbolismo de que pr se reveste o troféu instituído pela ABIGRAF - O "GATO DE OURO", tomo a liberdade de fazer aqui uma comparação. Dizem que o gato é um bicho de sete fôlegos ou de sete vidas. E nós, do ramo gráfico, no Brasil, podemos concluir que para sobreviver em nosso setor é preciso também ter os sete fôlegos de um gato. Tantas e tamanhas as dificuldades que uma indústria gráfica tem de enfrentar. Mas os que resistem trabalham e se esforçam, os que perseveram, mesmo it custa de sacrifícios, atingem os

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r

Sr. Walter Dafferner quando discursava. 10/1979

Sra. Dafferner, na entrega do troféu ao seu esposo.

seus objetivos e recebem, como estou recebendo hoje, em meu nome e em nome da firma que represento, um reconhecimento compensador, que para mim tem muito maior valor que o dinheiro e o lucro dos imediatistas. Sou hamburguês, portanto, alemão de nascimento, mas brasileiro de coração e nacionalidade, e foi há 58 anos, mais precisamente em 20 de julho de 1921 que chegamos ao Brasil. Meus pais, meus quatro irmãos eu. O navio "Cuiabá", de bandeira brasileira, que nos trouxe, aportou inicialmente em Recife, onde ficamos durante oito dias, aguardando ordens de prosseguir viagem para o Rio de Janeiro. No Rio, naquela ocasião, preparava-se uma comemoração para receber os restos mortais de uma Imperatriz brasileira, os quais estavam sendo trasladados de Havre, França, para Brasil. Os despojos da Imperatriz eram trazidos, por coincidência, no mesmo navio em que eu viajava com meus pais e irmãos. Com apenas catorze anos de idade, então, foi para mim uma recepção inesquecível, a que assistimos naquele dia da nossa chegada ao Rio, recebendo, com grande surpresa, uma ruidosa salva de 21 tiros... Do Rio seguimos para a cidade de Santos, dali para São Simão, Franca, Ribeirão Preto e Campinas, interior de São Paulo, onde vivemos mais de 20 (vinte) anos, razão porque o nosso

amigo Rubens nos apelidou de "alemão caipira". Em 1932 aconteceu algo importante em minha vida, que posso considerar como tendo sido o primeiro passo no meu processo de abrasileiramento .. . Casei-me com Olímpia, que está aqui, e tivemos dois filhos: Darcy, que se formou em Química Industrial e Walter, formado Engenheiro Mecânico. Infelizmente, o destino nos arrebatou violentamente duas vidas preciosas: meu irmão Rudolf e meu querido filho Darcy que, ao terminar a Fábrica Dois, de Sorocaba, cuja construção ele pessoalmente supervisionou, repentinamente faleceu. Há quase 40 anos foi constituída a Empresa Dafferner, primeiro como Modelação e em seguida como Fábrica de Máquinas Gráficas "Catu". A Empresa DAFFERNER, durante os quase quarenta (40) anos de atividades, já forneceu mais de 20.000 máquinas ao setor gráfico. E, como existem, no Bi asil, aproximadamente 10.000 gráficas, isto quer dizer que fornecemos para cada gráfica, em média, duas máquinas "CATU". A "CATU" conseguiu durante esse período de suas atividades um patrimônio de Cr$ 1.500.000.000,00 (um bilhão e quinhentos milhões de cruzeiros). Naturalmente que não chegamos sozinhos a esse resultado. Em nossos projetos de desenvolvimento, tivemos a colaboração dos Governos Federal, 31


Estadual e do Município de Sorocaba, sendo de destacar o apoio de entidades tais como EMBRAMEC, BNDE/ BADESP, FINEP, FINAC, FINAME e CDI, bem como das autoridades municipais de Sorocaba com a doação

do terreno para a instalação da nossa Fábrica naquela cidade, além do apoio integral que temos recebido do setor

gráfico.

Algo que a minha modéstia não me permite por de lado, é que todos os investimentos feitos pela "CATU" foram aplicados em benefício da comunidade gráfica. Assim é que nossa empresa deixou de ser somente uma organização de caráter lucrativo, para seguir o caminho do trabalho social, aplicando e reaplicando sempre os recursos para instalação de novas gráficas de pequeno e médio porte, gerando com isso inúmeros novos empregos.

A enorme divulgação das Máquinas "CATU" aconteceu em junho de 1965, na realização, em Aguas de Lindóia, daquele célebre Primeiro Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica, de memorável recordação,

quando o nosso amigo Rubens, em tom de brincadeira, declarou que tínhamos transformado o local em que se realizava o Congresso em um verdadeiro "Mercado Persa"... Tal divulgação, aliás, foi importantíssima para a nossa empresa, pois até aquela data a "CATU" era considerada o "patinho feio" da família gráfica. Dali em diante mudou completamente a imagem da "CATU", dando-se um grande impulso na sua divulgação e preparando-se o terreno para as suas atividades de exportação a todos os países da América Latina, onde também já colocamos centenas de máquinas gráficas "Made in Brasil", com valor de quase dois milhões de dólares. Eis, em resumo, em rápidas palavras um pouco da história da "CATU". O "GATO DE OURO", que recebo, é um troféu maravilhoso. E é uma das coisas mais bonitas e significativas que já ganhei em toda minha vida. Oxalá, a Indústria Gráfica Brasileira possa oferecer muitas e muitas vezes para o futuro outros troféus "0 GATO DE OURO".

WALTER DAFFERNER

Nasceu em 20 de junho de 1907, em Hamburgo, Alemanha, tendo chegado ao Brasil com catorze anos, juntamente com seus pais e quatro irmãos, e é brasileiro- naturalizado.

Ainda na Alemanha fez os cursos primário e colegial, e já nos seus verdes anos dava mostra do seu talento criativo, recebendo menção honrosa por um trabalho literário de sua autoria. Casou-se em 1932 com dona Olímpia Azevedo Carvalho Dafferner, de nacionalidade brasileira, e desse matrimônio nasceram os filhos DARCY e WALTER. Ambos cursaram escolas superiores. Darcy formou-se em Química Industrial e Walter, em Engenharia Mecânica, l tendo passado a fazer parte da direcão da indústria DAFFERNER. Darcy desempenhou importante papel no processo de relocalização da empresa, em Sorocaba. Infelizmente, em agosto de 1977, alguns dias após a conclusão da fábrica de Sorocaba, Darcy faleceu, vitimado por mal súbito, deixando um rastro de dor e saudade. WALTER DAFFERNER dirige a DAFFERNER desde 1943, quando foi fundada, junto com seus irmãos.

Aspecto do

jantar.

O Sr. WALTER DAFFERNER foi Diretor do Departamento de Máquinas Graficas do Sindicato da Indústria de Máquinas do Estado de São Paulo, por um período de 14 anos, além de haver fundado, também, o Grupo de Indústria de Máquinas e Equipamentos Gráficos — GIMEG, grupo dedicado exclusivamente à exportação. Tem o título de grau de Comendador da Legião de Honra "Marechal Rondon". Foi integrante da Missão Comercial Brasileira a Venezuela, chefiada pelo Ministério do Planejamento, Dr. Joao Paulo dos Reis Veloso, por ocasião da exposição "Expo-Brasil 72" na ci-

Conjunto Santo Angellus. 32

ABIGRAF EM REVISTA

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dade de Caracas, em novembro de 1972. Seguiu em missão comercial a Milão, Ilia e a Frankfurt, Alemanha, chefiada pelo Secretário da Fazenda, Dr. Carlos Antonio Rocca, a convite do Governo do Estado de São Paulo, missão essa que se realizou em outubro de 1973. Foi ainda agraciado com as seguintes distinções: — Foi patrono dos Formandos da Escola "Dr. Getúlio Vargas", de Sorocaba, Turma de 1974. — Recebeu o título de Cidadão Sorocabano, em 14 de dezembro de 1974, em homenagem ao seu trabalho pelo engrandecimento do município de Sorocaba. — Recebeu a Medalha "Pero Vaz de Caminha", instituída pelo Instituto Histórico Pedro Vaz de Caminha. Concessão feita em 1974. — Eleito o "Industrial Símbolo do Ano" em 1975, pela Diretoria do SESI — Serviço Regional de Sorocaba, por ter sido um dos primeiros industriais a acreditar em Sorocaba e por ter trabalhado ativamente para a diversificação e ampliação industrial do município. — Recebeu homenagem especial pelos Bacharelandos de 1975, da 16.a Turma da Faculdade de Direito de Sorocaba. — Prêmio Internacional de Qualidade para as "Máquinas CATU" por ser a DAFFERNER a empresa que mais se destacou em 1976, como a mais qualificada do ramo gráfico. Galardão esse anualmente concedido por um Comitê de Seleção do Editorial Ofice, de Madrid, Espanha. — Troféu Internacional de Exportação do Editorial Of ice, de Madrid, concedido em 1977. — Medalha ao Mérito do Desenvolvimento Internacional, em 1978, concedida pelo Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento e Marketing, com sede em P" Milão, na Itália. 10/1979

IGNAZ JOHANN SESSLER Nasceu em Viena (Austria) em 1900. Em 1914 interrompe seus estudos quando da deflagração da Primeira Guerra e entra como aprendiz na maior gráfica da Austria, atuando nas áreas de tipografia, litografia, lumigrafia e offset. Nesta época, freqüenta a Escola Superior de Artes Gráficas em Viena, onde estuda Reprodução Fotográfica e Rotogravura. Em 1917 é chamado para o serviço militar e terminada a 1.8 Guerra, retorna aos seus estudos em Viena. Em 1922 assume o cargo de chefe do setor de Offset na Impressora Casa da Moeda na Grécia. Em fins de 1923 retorna à Austria onde monta a primeira Offset Planeta de duas cores na maior gráfica de Viena. Neste mesmo ano, é designado instrutor da firma Planeta onde também faz um curso de Mecânica e Rotogravura. Nesta época havia muita dificuldade em convencer os litógrafos a passar para o processo Offset. Em 1924 desempenhou a função de instrutor em inúmeros países da Europa como Austria, Alemanha, Itália, Espanha, etc. 1925 — A Planeta vende suas primeiras unidades offset para o Brasil firma Fuerst e Co. Sessler é designado a acompanhar a montagem e instruir o pessoal. Nesta época ainda não existia o filme no Brasil. Clichês eram rudimentares e os bons eram, bem como as tricomias, importadas dos Estados Unidos ou da Europa. No Rio era desembarcada a 1.a máquina offset que se destinava A firma A. Ferreira. Havia necessidade de ensinar os litógrafos a trabalharem com chapas de zinco. Em São Paulo as primeiras máquinas offset começavam a sair da alfândega. Sessler estava a postos para fazê-las imprimir. Os dois meses previstos para a estadia transformaram-se logo em um ano devido ao sucesso das máquinas offset. 1926 — Faltava no Brasil boa clicheria para ampliar e dar continuidade ao desenvolvimento da indústria gráfica no Brasil. Foi decidida a montagem desta clicheria com as Firmas Planeta e Fuerst e Sessler volta Europa a fim de trazer as mais modernas instalações da época para o Brasil. Sessler começou a amar o Brasil e os brasileiros e se colocou como meta instruir os brasileiros para a indústria

gráfica, pois, até aquela época, só se importava mão de obra especializada do estrangeiro. Em 1928 Sessler monta a Clicheria e Fotolitografia BREMENSIS com os mais modernos recursos da época, dirigindo tecnicamente esta empresa até 1932, quando assume a gerência da Litografia Fluminense. Em 1934 passa à gerência da Litografia Maud. no Rio, que em pouco tempo passa a ser uma das melhores gráficas do Brasil. Em 1941 Lanzara transfere Sessler para São Paulo, e neste mesmo ano inicia suas atividades no Sindicato das Indústrias Gráficas. Em 1943 participa ativamente da criação da Escola Senai Felício Lanzara para aprendizes em Artes Gráficas. Em 1945 sai da Lanzara pois é chamado para assumir a direção técnica, da Cia. Litográfica Ypiranga, onde depois de alguns anos, assume o cargo de Diretor Superintendente, permanecendo no cargo até 1955. Em 1955 iniciou seu trabalho como Diretor técnico na SAIB (hoje Abril) que muito se desenvolveu graças a iniciativa do amigo Victor Civita, o que é largamente conhecido. 1959 participa ativamente da fundação da ABTG — Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica. Em 1960 inicia-se a construção da Editora Abril na marginal do Tietê, quando Sessler vai A Itália buscar a primeira Rotogravura CERUTTI. Participa da fundação da Associação Brasileira da Indústria Gráfica — AB I GRAF. Em 1963 deixa a SAIB para montar a Editora Litobrás até 1969, quando retorna A Editora Abril como assessor técnico. Em 1968 participa da criação da Escola Técnica de Artes Gráficas Theobaldo De Nigris, que entra em funcionamento em 1971. Em fins de 1977 Sessler deixa a Abril como funcionário para se dedicar As Artes Gráficas como Perito Autônomo e Assessor Técnico. Participou ainda ativamente de Congressos e Conferências nos Estados Unidos e Europa, tendo feito inúmeras viagens de cunho técnico. E membro do Conselho Técnico Consultivo da Escola Técnica de Artes Gráficas Theobaldo De Nigris, e assessor permanente das Escolas SENAI para Artes Gráficas, bem como das Semanas Tecnológicas e Congressos de Artes Gráficas. 33


nossa impressão

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E uma publicação mensal da Associação Brasileira de Fundição (ABIFA) dirigida aos setores de fundição de ferro, aço e não-ferrosos; siderurgia; forjaria; ferro-liga; refratários; automobilístico; autopeças; não-ferroviário; agrícola; mecânico; eletroeletrônico; construção civil; cimento; açúcar e álcool; petrolífero; químico e petroquímico; mineração; ferramentais; manutenção industrial; distribuição de energia elétrica e saneamento básico, e aos subsetores de matérias-primas, insumos e serviços.

Órgão criado com a finalidade primeira de colocarse ao serviço dos Municípios brasileiros, numa verdadeira obra de integração nacional. Redação e Administração: Rua José Bonifácio, 135 — 10.0 andar — Conjunto 101 — São Paulo — SP.

TUDO SOBRE A PUBLICAÇÃO DE LIVROS, dois volumes escritos por John P. Dessaner, nos Estados Unidos da América. Tradução de Alfredo Guilherme Galliano e Rosália Guimarães Galliana, em São Paulo. Editado por MOSAICO — EDUSP — Distribuição de HARBRA — Telefone: (011) 70-3572 — São Paulo.

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Banas é urna revista quinzenal publicada pela Editora Banas S.A. Reserva-se os direitos, inclusive os de tradução, em todos os poises signatários da Convenção Pan-Americana e da Convenção Internacional sobre Direitos Autorais. E permitida a divulgação das informações contidas na revista, desde que citada a fonte.

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senai Símbolo Gráfico para o SENAI A relação homem-máquina se concretiza no contraste entre o contorno impreciso da mão e o rigor geométrico da roda dentada

Três arquitetos de São Paulo — Deise Tomoco Oda, Fernando Pinto Zacharias e José Mendes Tavares Jr. — foram os vencedores do concurso nacional para escolha de um símbolo gráfico para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — SENAI. Mão espalmada, mostrando uma roda dentada — este foi o desenho vencedor do concurso lançado na sede da Confederação Nacional da Indústria, no Rio de Janeiro, dia 3 de abril deste ano. Os vencedores fizeram jus ao prêmio de cem mil cruzeiros, tendo o seu trabalho concorrido com outros 1.130. A proclamação oficial, segundo o Regulamento do Concurso, deu-se às 16 horas do dia 3 de agosto, em sessão pública, no auditório do 33.° andar do Edifício De Paoli, b Rua Nilo Peçanha, 50, no Rio de Janeiro. Uma Comissão Julgadora, designada pelo diretor-geral do Departamento Nacional do SENAI, examinou e avaliou todos os trabalhos concorrentes, sob o duplo aspecto de realização em termos gráficos e de conceito sobre o SENAI, reconhecendo no desenho vencedor

as necessárias qualidades de originalidade, mensagem e facilidade de reprodução através de várias técnicas e processos. Conforme parecer da referida Comissão, a relação homem-máquina ficou patente no trabalho vencedor, "que possui certa dose de lirismo, muito raro em marcas e logotipos". Representando respectivamente a Confederação Nacional da Indústria e o Departamento Nacional do SENAI, participaram da Comissão Julgadora o Dr. Albano do Prado Franco 111111 e o Prof. Vicente de Paulo Umbelino de Souza; os outros integrantes foram: o diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Aloísio Magalhães; Ana Luíza Escorei, da diretoria da Associação de Profissionais de Desenho Industrial de Nível Superior (APDINS); o diretor da Associação Brasileira de Desenho Industrial (ABDI — Rio de Janeiro), Mário Evertow Fernandes; Rosa Maria Melo da Matta, chefe de Programação Visual da Fundação Nacional de Arte (Funarte), e Carlos Milton Pedroso, presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro.

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Reunião Mista de Empresários Brasil-Paraguai

as escolas do SENAI, ou de coordenadores por eles designados, que terão assessores indicados pela UNICAMP para acompanhar o andamento do estágio e auxiliar no desenvolvimento dos trabalhos.

Realizou-se, no auditório do Departamento Regional do SENAI em São Paulo (Avenida Paulista, 750), Reunião Mista de Empresários Brasil/Paraguai. Promovida pela Secretaria dos Negócios da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, a iniciativa decorreu da recente visita que o Governador Paulo Maluf fez ao Paraguai. Com a participação de aproximadamente quarenta pessoas, entre empresários paraguaios e brasileiros, presidentes de Associações, dirigentes de órgãos Públicos e das Federações da Indústria e do Comércio do Estado de São Paulo, destacou-se, da pauta dos trabalhos, a aprovação dos estatutos da Comissão Permanente Empresarial, eleição de seus membros e a definição do primeiro programa conjunto de trabalho. Foi efetuada por técnicos do SENAI, exposição sobre suas atividades e formas de possível colaboração para a educação profissionalizante no Paraguai. No que diz respeito à formação profissional, o Sistema SENAI representa uma das melhores opções do empresariado para a qualificação profissional, ressaltando-se ainda, ser uma instituição mantida e administrada pela própria indústria. Na visita L Escola SENAI "Roberto Simonsen" a delegação paraguaia teve oportunidade de verificar, na prática, a aplicação dos métodos e técnicas empregados pelo SENAI no desenvolvimento de recursos humanos. Finalizando a programação estabelecida, a delegação foi recebida pelo Governador do Estado, no Palácio dos Bandeirantes.

Programa

Alunos da UNICAMP farão estágio O Departamento Regional do SENAI de São Paulo, representado pelo Presidente de seu Conselho Regional, Sr. Theobaldo De Nigris, e por seu Diretor Regional, Prof. Paulo Ernesto Tolle, firmou Termo de Colaboração com a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), representada, naquele ato, pelo seu Reitor, Prof. Dr. Plinio Alves de Moraes. Em virtude desse Termo de Colaboração, os alunos da Faculdade de Engenharia e dos Colégios Técnicos Industriais da UNICAMP poderão realizar estágio nas oficinas das Escolas SENAI de Campinas e de Limeira.

Supervisão A supervisão do estagio ficará sob a responsabilidade dos diretores de ambas 10/1979

Os programas e a duração dos estágios serão estabelecidos de comum acordo pelo coordenador e pelo assessor; além dos trabalhos práticos, os programas incluirão também informações tecnológicas adequadas.

Normas disciplinares Durante o estágio, os alunos estarão sujeitos as normas disciplinares das Escolas SENAI acima citadas, que lhes atribuirão notas com base nos trabalhos executados nas diferentes áreas, bem como, no seu final, fornecerão "Certificados" em função da freqüência e das notas obtidas.

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Municípios doam terreno Dois municípios paulistas — Americana

e Piracicaba — fizeram doação de terrenos

ao Departamento Regional do SENAI em São Paulo, para a construção de unidade escolar que atenda à formação profissional de jovens aprendizes e trabalhadores adultos.

Lei 1.643 Por força da lei 1.643, de 23 de março/79 sancionada e promulgada pelo prefeito municipal de Americana, Dr. Waldemar Tebaldi, aquele município doou ao SENAI paulista um terreno localizado no Parque Residencial Nardini, medindo 15.007,44 m 2 , no valor de Cr$ 920.406,29. Por sua vez, o SENAI se obriga a, no prazo de um ano da assinatura do termo de doação, iniciar a construção de um Centro de Formação Profissional para as ocupações qualificadas da Indústria.

Lei 2.395 Com idêntico compromisso, o SENAI recebeu da Prefeitura Municipal de Piracicaba, pela lei n.° 2.395, de 27 de junho/79 assinada pelo prefeito municipal, Dr. João Herrmann Neto, duas áreas de terreno, uma com 14.514,50 m2 e outra com 3.287,25 m2 , destinadas à construção de Escola, cujo início deverá dar-se até 31 de dezembro de 1980. A assinatura dos termos de doação foi realizada nas sedes de ambas as Prefeituras Municipais, assinando, pelo SENAI, o Presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Theobaldo De Nigris, e o Prof. Paulo Ernesto Tolle, Diretor do Departamento Regional do SENAI em São Paulo.

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senai FORMAÇÃO DE TÉCNICOS EM ARTES GRÁFICAS Em nível de 2.° grau, este curso tem a duração de quatro anos — três de estudos na Escola e um de estágio supervisionado em empresa do ramo gráfico O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — SENAI — Departamento Regional de São Paulo — está promovendo um curso para formação de Técnicos em Artes Gráficas, destinado a quem já tenha concluído o ensino de 1. 0 grau ou realizado estudos equivalentes. A conclusão da 3.a série dá direito ao aluno de prestar exame vestibular para ingresso em curso do ensino superior. poca de inscrição ao exame de seleção

A inscrição ao exame de seleção — que consta de um teste de nível mental e de provas de Lingua Portuguesa, Matemática e Ciências — é feita durante o mês de novembro e 1.a quinzena de dezembro, na Secretaria da Escola. Os candidatos deverão comprovar conclusão do ensino de 1.° grau ou de realização de estudos equivalentes ou de que estão freqüentando a 8.a série desse grau de ensino. Período letivo e condições para matrícula

O período letivo realizar-se-á de 1. 0 de fevereiro a 30 de dezembro. Para efetuar a matrícula os candidatos devem apresentar os seguintes requisitos: Aprovação no exame de seleção. Apresentação de 6 (seis) fotografias recentes 3x4 e dos seguintes documentos: Certidão de Nascimento (fotocópia autenticada) Histórico Escolar de 1. 0 grau (duas fotocópias autenticadas) Certificado de Conclusão de Ensino de 1. 0 grau (fotocópia autenticada) CURRÍCULO DO CURSO Disciplinas de Educação Geral

— Lingua Portuguesa e Literatura Brasileira 38

Na foto, vista geral da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris".

Inglês Educação Física Educação Artística História Geografia Organização Social e Política do Brasil Educação Moral e Cívica Matemática Física Química Biologia Programas de Saúde Disciplinas de Formação Especial

Desenho Técnico História da Arfe Rotogravura Fotomecânica Composição e Impressão Tipográfica Impressão Offset Produção Visual Gráfica Acabamento Desenho Aplicado às Artes Gráficas

Organização e Normas , Tecnologia Gráfica Ensaios Tecnológicos Física Aplicada Química Aplicada Observações e Inscrições

BOLSAS DE ESTUDO — Os alunos poderão candidatar-se a bolsas de estudo oferecidas pelo PEBE — Serviço Especial de Bolsas de Estudo, do Ministério do Trabalho, pelo Instituto "Roberto Simonsen" e pelo Departamento Regional do SENAI, desde que atendam às condições estipuladas por esses órgãos. As inscrições podem ser feitas de 5 a 30 de novembro do corrente ano.

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O Serviço Social da Indústria — SESI (instituição criada, mantida e administrada pela Indústria) coloca à disposição de seus beneficiários s (trabalhadores em empresas industriais, de transportes, comunicação e pesca e respectivos dependentes), através da Divisão de Esportes, uma série de atividades ligadas a duas áreas básicas

A — Educação Mica Geral: 1) ginástica infantil; 2) ginástica para adolescentes; 3) ginástica para adultos. B — Desporto Utilitário: 1) Atletismo; 2) Bola ao Cesto; 3) Bocha e Malha; 4) Futebol de campo; 5 Futebol de salão; 6) Ginástica Olímpica; 7) Handbol; 8) Natação; 9) Voleibol; 10) Tênis de campo; 11) Xadrez. Aos sábados, domingos, feriados e épocas de férias escolares, é desenvolvida uma terceira área de atividade (com a mesma supervisão de professores, cabendo ao beneficiário a escolha de participação, compreendendo: C — Atividades Complementares: 1) Torneios e Competições; 2) Jogos de salão; 3) Jogos silenciosos; 4) Férias dirigidas; 5) Manhãs de recreio; 6) Gincanas; 7) Demonstrações de Ginástica; 8) Cursos para Aprendizado de Natação; 9) Prática Desportiva Voluntária. Há, ainda, anualmente, com abertura a 1.° de Maio — Dia do Trabalho — os Jogos Esportivos Operários, que se desenvolvem em todo o Estado, através das Delegacias Regionais do SESI. Abrangem várias modalidades, destacando-se: Atletismo, Bocha, Bola ao Cesto, Dama, Dominó, Futebol de Campo, Futebol de salão, Malha, Natação, Tênis de mesa, Voleibol e Xadrez. Para inscrição em quaisquer das atividades, basta apresentar a Carteira Profissional (que comprove a condição de beneficiário ou dependente), preencher formulário e entregar três fotos 2x2. No caso de menores de 14 anos, não há necessidade de comprovação de beneficiário ou dependente. Depois, é só efetuar o pagamento de Cr$ 30,00 (trinta cruzeiros) por trimestre (o equivalente a Cr$ 10,00 por mês), para ter h disposição completas instalações esportivas (verdadeiros clubes). Devem ser procurados, para inscrição, os seguintes endereços: DR DE ARARAQUARA

Centro Esportivo n.° 17 — Avenida Otaviano de Arruda Campos, s/n.° — Vila Xavier — Araraquara (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica, de recreação e infantil), Quadras externas (Voleibol, Bola ao cesto e Handebol), Poli-Esportivas; Quadras de Tênis de campo — Paredão; Canchas de Malha e Bocha; Mini-pista de Atletismo.

DR DE CAMPINAS

Centro Esportivo n.° 03 — Rua São Jorge, 33 — Bairro São Manoel — Americana. Instalações: Quadra Poli-Esportiva. Centro Esportivo n.° 09 — Avenida das Amoreiras, 450 — Campinas (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica e infantil), Canchas de Bocha (2) e Malha (1) e Quadra Poli-Esportiva externa (1). Centro Esportivo n.° 13 — Avenida Major Levi Sobrinho, s/n.° — Limeira (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica e infantil), 4 Quadras Externas; 2 Quadras de Tênis; 2 Canchas de Bocha e 2 de Malha; Campo de futebol e Pista de atletismo. DR DE JUNDIAI

Centro Esportivo n.° 14 — Avenida Antonio Segre, 695 — Jundiai (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semiolímpica e infantil), 4 Quadras Externas; 2 Quadras de Tênis; 2 Canchas de Bocha 2 de Malha; Campo de futebol e pista de atletismo. DR DE MOGI DAS CRUZES

Rua Presidente Rodrigues Alves, 355 — Mogi das Cruzes.

Obs.: Acha-se em fase final de acabamento ,o Conjunto Educacional, Assistencial Esportivo (Rua Guterman com rua Marchantes, ruas 9 e 6), que disporá de completas instalações esportivas. DR DE PRESIDENTE PRUDENTE Rua Barão de Rio Branco, 890 — Presidente Prudente.

Obs.: Acha-se em construção o Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo (Avenida Ibrahim Nobre — Bairro Parque Furquim), que disporá de completas instalações esportivas. DR DE RIBEIRÃO PRETO

DR DE BAURU

Rua Visconde de Inhauma, 490 — 2.° andar — Ribeirao Preto. Obs.: Acha-se em fase final de acabamento o Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo (Rua D. Luiz do Amaral Mousinho, 3465), que disporá de completas instalações esportivas.

Centro Esportivo n.° 06 — Rua Rubens Arruda, quadra n.° 8-50 — Bauru (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica e infantil) e Canchas de Bochas (2).

Praça Armando de Arruda Pereira, s/n.° — Parada Prefeito Saladino — Santo André (Conjunto Educacional, Assistencial e Es-

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portivo "Theobaldo De Nigris"). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semiolímpica e infantil), Quadras Poli-Esportivas; Canchas de Bocha e Malha; Campo de futebol e Pista de atletismo. Centro Esportivo n.° 07 — Avenida Carlos Gomes, defronte ao número 1180 da Rua Visconde de Inhauma — São Caetano do Sul (Conjunto Educacional, Assistencial Esportivo "Presidente Eurico Gaspar Dutra"). Instalações: Ginásio de Esportes e Piscinas (semi-olímpica e infantil). DR DE SANTOS

Rua João Pessoa, 16 — 1. 0 andar — Santos. DR DE SAO CARLOS

Centro Esportivo n.° 11 — Rua Cel. Júlio de Oliveira Salles, 1325 — São Carlos (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo "Ernesto Pereira Lopes Filho"). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica infantil), 4 Quadras Externas, 2 Quadras de Tênis; 2 Canchas de Bocha e 1 de Malha; Campo de futebol e Pista de atletismo. DR DE SOROCABA

Centro Esportivo n.° 05 — Rua Duque de Caxias, 494 — Sorocaba (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo "Senador José Ermírio de Moraes"). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica infantil), 1 Quadra Externa e 2 Canchas de Malha. DR DE TAUBATA

Centro Esportivo n.° 15 — Rua Voluntário Benedito Sérgio, s/n.° — Taubaté (Conjunto Educacional, Assistencial e Esportivo). Instalações: Ginásio de Esportes, Piscinas (semi-olímpica e infantil), 4 Quadras Externas; 2 Quadras de Tênis, 2 Canchas de Bocha e 2 de Malha; Campo de futebol e Pista de atletismo. SAO PAULO — CAPITAL

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O automatismo e os controles eletrônicos haviam tomado conta das máquinas impressoras offset, assim como vinha ocorrendo com os bens de consumo aos quais se está acostu-

mado. Inovações As máquinas Speedmaster trouxeram uma série de inovações, como o painel de controle a partir da saída, limpeza de blanqueta automaticamente pela máquina, balanço tinta/água sincronizado automaticamente com a velocidade de impressão, utilização de uma chapa microgranulada de fácil substituição nos cilindros de contrapressão após a reversão da folha, etc. Há dois anos as máquinas Speedmaster receberam ainda um importante opcional, representado pelo sistema CPC, que se constitui num computador acoplado à máquina pelo qual é feita a regulagem da tinta e água em cada unidade impressora. O sistema pode ser acoplado diretamente 42

Na foto, vista geral da nova ala de montagem das máquinas Speedmaster.

com um conjunto de desintômetros, que calculam a tintagem adequada. Hoje em dia, a grande maioria das

máquinas Speedmaster são fornecidas com o sistema de comando por computador, CPC. Demanda Nos últimos dois anos a demanda de máquinas Speedmaster em todos os seus modelos, foi tão grande, que a fábrica Heidelberg se viu obrigada, para não dilatar por demais seus prazos de fornecimento, a construir em sua fábrica uma nova ala de montagem só para os modelos Speedmaster, que dão mostra de grandiosidade da fábrica Heidelberg, bem como demonstram a fé nesta nova geração de

máquinas. Também no Brasil as máquinas Speedmaster tomaram conta do merca-

do de offset de qualidade, e hoje já há mais de 10 máquinas Speedmaster instaladas e produzindo impressão de alta qualidade e numa velocidade de 10.000 por hora. Os gráficos brasileiros reconhecem que, para poderem produzir qualidade e preço vantajoso, necessitam de uma maquinaria de qualidade internacional, de alta velocidade e que devido a seu automatismo permita um acerto rápido, diminuindo ao máximo os tempos de parada. Representante No Brasil as máquinas Heidelberg são representadas com exclusividade pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. ABIGRAF EM REVISTA

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flashes AUMENTA PRODUÇÃO BRASILEIRA DE CELULOSE E PAPEL A produção brasileira de papel evoluiu para 1.175.929 toneladas entre janeiro e maio (1.039 em igual período de 1978) e a de celulose atingiu a 953.479 toneladas, com predominância para o produto de eucalipto (fibra curta), contra 704.509 nos primeiros cinco meses do ano passado. Os dados levantados pela Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose indicam expansão em todas as categorias, sendo a mais expressiva a de papéis para embalagem, cuja produção de 543.352 toneladas representou acréscimo de 75.240 toneladas sobre o período janeiro a maio do ano passado. Os papéis para impressão registram o segundo maior crescimento, seguindo-se, pela ordem, os papéis industriais, cartões e para escrever. A produção de celulose de fibra longa evoluiu para 258.025 toneladas no período e a de fibra curta para 695.454 As exportações brasileiras de papel praticamente mantiveram o mesmo ritmo da média do ano anterior ao atingir, no primeiro semestre de 1979, um total de 56.694 toneladas, o que se atribui, segundo Horácio Cherkassky, presidente da entidade, "ao atendimento natural do crescimento da demanda doméstica". O grande salto da penetração brasileira no comércio externo ocorreu com a celulose, principalmente a oriunda do eucalipto: 272.851 toneladas no semestre, quantidade medida através das guias de embarque, contra as 266.085 toneladas exportadas, segundo a CACEX, em todo o ano passado. "Uma situação — explica Horácio Cherkassky — que atende a prioridade de buscar divisas para o necessário equilíbrio da balança de comércio e que, no segundo semestre, deverá ser mantida apesar do ligeiro declínio determinado pela necessidade do atendimento, pelas empresas exportadoras, da complementação do abastecimento interno do produto conjunturalmente carente para a produção de papel pelas indústrias não integradas". As necessidades complementares de celulose neste segundo semestre, para atendimento da produção de papel, revelou Cherkassky, "serão atendidas concomitantemente pelas grandes exportadoras — Jan, Aracruz e Cenibra — nos termos de acordo firmado em reunião com o diretor da CACEX, Benedicto Moreira" ,

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JORNAL DIÁRIO PARA CEGOS Um diário de Gotemburgo, o Goteborgs Posten, vem oferecendo desde o verão, uma de suas partes publicada pelo método Braille, um trabalho pioneiro no ramo jornalís-

tico. O semanário Ny Teknik analisou a experiência, informando que os cegos recebem seus jornais a domicílio, através de um terminal Braille, ligado à uma rede telefônica comum. O terminal contém uma placa com pinos de metais para formar as letras em Braille. Ao lado desse terminal fica ligada uma fita para gravar a informação do jornal recebida através da rede telefônica. Cada letra em Braille consiste de seis posições e cada linha tem 48 letras. As fitas cassetes usadas contém até dois jornais, de 64 páginas, e um jornal em Braille leva aproximadamente 90 minutos para ser composto, embora esse tempo possa ser reduzido mais tarde.

0.41i

EXPOSIÇÃO DE ARTES GRÁFICAS NO TRADE-CENTER De 3 a 7-12-1979 será realizada, em São Paulo, mais uma exposição de Artes Gráficas, no Trade-Center. A PAKO estará presente neste evento expondo seus últimos lançamentos em processadoras automáticas para fotocomposição RC, Rápido Acesso e Lith.

A TECMO ABRE SEU ESCRITÓRIO NA AMÉRICA LATINA A TECMO — Técnica Moderna SPA, de Volpiani, acaba de instalar seu próprio escritório para a América Latina, com sede em Buenos Aires, Argentina, onde contará com os préstimos do Sr. Daniel Lusa. No Brasil a linha de máquinas de impressão rotogravura, laminadoras e extrusoras será representada pela SRS Equipamentos Gráficos Ltda.

REVISÃO DE JORNAIS MAIS RÁPIDA Matriz impressora para ser usada em conjunto com o equipamento eletrônico de composição, principalmente nos jornais, está sendo fabricada pela Facit Data Products, de Estocolmo, e identificada como a "Facit 4540". 0 aparelho tem uma velocidade de impressão de 250 caracteres por segundo, e uma vida útil de mais de 500 milhões de caracteres. A 4540 faz a revisão sob código, possibilitando corrigir e ao mesmo tempo deixar calculado o espaço necessário para imprimir a versão definitiva; fitas bicolores distinguem a correção do texto original. Já existem 80 unidades 4540 em uso, em cerca de 80 jornais em diversos países, sendo que só o mercado europeu em potencial é para 2 mil jornais. A companhia sueca também oferece um terminal de impressão de alta velocidade, descrito como "a solução ideal para serviços de telex". Tratase de um teclado para 20 caracteres, memória temporária maior para até 8.000 sinais, trabalho de correção e listagem corn fita magnética ou transmissão de determinados trechos da memória. A matriz impressora 4540 funciona também como unidade impressora. ABIGRAF EM REVISTA

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Com a instalação em conjunto de 12 S-offset a uma cor do modelo SORD, no formato de 64x91,5 cm, a quantidade de máquinas desta série, instaladas desde 1970, se eleva já a 38. Outras 6 Heidelberg dos modelos K-offset e Speedmaster 102 ZP acompanham a produção. As 3 gráficas da Artes Gráficas Hirakawa Kogyosha, situada na grande área metropolitana de Tóquio, faturaram, em 1978, aproximadamente 1.600 milhões de yens, o que faz jus a sua cifra de vendas que ocupa o 15. 0 posto entre as gráficas japonesas. Os pedidos que esta gráfica recebe são geralmente para a impressão de livros, prospectos, impressões de livros sobre economia e antologias. Só podem ser feitas tiragens em preto e branco e para conseguir a rápida mudança das chapas (utiliza-se aproximadamente 10.000 chapas offset por mês), as 38 S-offset são equipadas com dispositivos para freagem rápida. Por ocasião de sua visita em Heidelberg no dia 17 de maio de 1979, na oportunidade de uma tournée pela Alemanha, o Sr. Katsuji Wada, fundador e proprietário do grupo Hirakawa Kogyosha, foi agraciado com a placa Gutenberg Senefelder. Durante um breve ato festivo, o Sr. Wolfgang Zimmermann, diretor conselheiro da Heidelberg, evidenciou que tal distinção, criada para premiar os mais destacados êxitos de impressão, era concedida pela primeira vez em ouro. Sendo assim, sobressai-se a elevada posição que ocupa no Japão, as empresas gráficas Hirakawa Kogyosha. O fato de que o Sr. Katsuji ter começado a imprimir, em 1965, com uma KORD, caracteriza, de forma exemplar, a rápida ascensão das empresas. Nas gráficas das cidades de Shinjuku, Egota e Koraku trabalham atualmente, 162 pessoas, e, entre elas, figuram 33 viajantes. Em 1981 no mais tardar, abrir-se-á uma filial das Artes Gráficas Hirakawa Kogyosha em Itabashi-ku. Em seu discurso quando do agraciamento, o Sr. Wada proferiu essas palavras: "A ascensão e o êxito deve-se ãs impressoras Heidelberg e a Representação da Heidelberg no Japão".

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A foto mostra o presidente das Artes Gráficas Hirakawa Kogyosha, o Sr. Katsuji Wada, que é o primeiro impressor do mundo a receber a placa Gutenberg Senef elder em ouro. Quem a entrega é o Sr. Dr. Wolfgang Zimmermann, diretor conselheiro da Heidelberg Druckmaschinen Aktiengesellschaft. No Brasil, a Heidelberg é representada com exclusividade pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo e filiais no Rio de --II Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Recife. ABIGRAF EM REVISTA


PAKO 24 ML Nova tecnologia para processadoras Lith para Artes Gráficas Maior economia no consumo de água Maior economia no consumo de energia Maior aproveitamento da regeneração através de seu exclusivo sistema automático de leitura dos negativos Maior aproveitamento da máquina Sua exclusiva fenda de relavagem permite a utilização da processadora para lavar e secar negativos rebaixados. Maior aproveitamento de espaço Construção compacta

A SRS Equipamentos Gráficos Ltda., durante a Feira Americana de Artes Gráfi-

cas a ser realizada de 3 a 7 de dezembro de 1979, no U. S. Trade Center, S. Paulo, fará o lançamento da última palavra em processadoras automáticas

para filmes Lith de Artes Gráficas.

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Fiscal Composição gráfica em forma de matrizes

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A composição de escrito, em forma de matrizes, para posterior impressão, por outrem, sujeita-se ao ISS. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A questão é controvertida e, realmente, de difícil solução, merecendo reexame cuidadoso do legislador, para afastar, definitivamente, a insegurança dos contribuintes. A jurisprudência, ainda, não conseguiu superar os problemas." "Acontece, todavia, que na verdade, data venha do Prolator da sentença de primeiro grau, as operações que constituem atividade preponderante da embargante caracterizam o fato gerador do I.C.M." "Na verdade, não é fácil a separação das atividades para discriminação dos fatos geradores. Seria necessário mentalizar as situações. O cliente pode encomendar, apenas, os serviços artísticos ou artesanais da empresa, como uma composição de um escrito, em forma de matrizes para posterior impressão, outrem se encarregando da produção dos impressos fornecendo os demais materiais. Nesta hipótese haveria somente prestação de serviços fato gerador do I.S.S., por parte da encarregada da composição gráfica, zincografia, etc., conforme caso. A encomenda poder-se-ia restringir, também, ao fornecimento dos mesmos serviços fornecendo a própria compradora as matérias complementares para a impressão. Haveria na hipótese, para a prestadora de serviços, a incidência do imposto municipal. Poderia ocorrer, ainda, como alega a embargante, a prestação dos serviços relacionados na lista anexa ao DL 834, fornecendo a mesma empresa o material complementar realizando a impressão."

atividades que constituem fatos geradores do I.C.M., como tudo indica, é o caso da embargante. Ela tem maquinários e aparelhamentos para as atividades relacionadas como fatos geradores do I.S.S. mas, na verdade, não opera, apenas, no atendimento de encomendas de serviços, realizando antes produção para a venda em geral." Acórdão de 15-2-79, da 6.° Câm. Cív. do 1. 0 TASP, na Ap. 252.387, de São Paulo (Paula Bueno, Pres.; Marzagão Barbuto, Rel.).

Prescrição para cobrança de débito fiscal

Acórdão de 15-2-79, da 6.° Câm. Cív. do 1.0 TASP, na Ap. 252.387, de São Paulo (Paula Bueno, Pres.; Marzagão Barbuto, Rel.).

Somente depois de julgados os recursos administrativos começa a correr o prazo de prescrição para cobrança do débito fiscal. Em remessa "ex-officio", a que o Tribunal deu provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Crédito tributário. Não há que cogitar-se de decadência se o lançamento definido ao art. 142 do CTN se consumou dentro do prazo legal, por via de auto de infração e notificação, tendo os recursos manifestados na órbita administrativa o efeito apenas de suspender-lhe a exigibilidade. De sua vez, somente depois de julgados tais recursos começa a correr o prazo de prescrição para cobrança do débito fiscal, não sendo possível admitir que haja ocorrido se a decisão administrativa final foi proferida pelo Segundo Conselho de Contribuintes em setembro de 1972 e a execução ajuizada em dezembro de 1974, sendo o devedor citado em fevereiro de 1975. Sentença reformada para determinar-se a apreciação das demais questões suscitadas na execução fiscal." Acórdão de 18-10-78, da 3.° Turma do TFR, na REO 52.943, de São Paulo (Armando Rolemberg, Re.). Ementa publicada no DJU de 27-6-79, pág. 5.017.

ICM: Gráfica

Composição gráfica

A gráfica que realiza produção para venda em geral está sujeita ao ICM. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A prestação de serviços subentende relacionamento de indivíduo, por meio de contratos específicos. Em outras palavras, é preciso que haja uma encomenda, para que se realize uma atividade artesanal, não importando que, para atendimento do pedido sejam fornecidas mercadorias normalmente sujeitas ao I.C.M., como no caso da impressão tendo como ponto de partida a composição gráfica. O preço do serviço, entretanto, para efeito da incidência do I.S.S., deve incluir o da mercadoria utilizada. De outro modo haveria sonegação, beneficiando-se o contribuinte da isensação do I.C.M., ao invés do município. Pode ocorrer, também, que a empresa, embora se inclua nas suas atividades as relacionadas na lista dos fatos geradores do I.S.S., na verdade exerça

CONSULTA-PROC. N.* 0810-38.694/79 DECISÃO 0804/DT N.° 513/79 Ementa: Ineficaz a consulta quando versar sobre assunto objeto de consulta anterior formulada por entidade representativa de categoria econennica ou profissional. Após discorrer sobre as atividades que executa de fundir ligas metálicas, por encomenda de terceiros, e transformá-las em lingotes (linotipos), corn caracteres escritos (composição gráfica), indaga a consulente: Na saída de linhas de composição gráfica, através de linotipos, com matéria fornecida pela linotipadora, para terceiros, que depois de utilizá-las devolvem o material, há incidência do IPI? Na saída das provas em papel couché e/ou provas em material transparente (poliester) com matéria-prima fornecida pela linotipadora, para terceiros, que depois de

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utilizá-las não devolvem o material, há incidência do IPI? c) Como proceder perante o órgão federal quando envia as "linhas de composição gráfica linotípica para sua clientela e quando as recebe de volta? O assunto foi objeto de minucioso estudo da Coordenação do Sistema de Tributacão a propósito de consulta formulada pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica, representante da classe, conforme Parecer CST (SIPE) n.° 3.161/77, xerox anexo (fls. 21/25), no qual foram tratados os vários problemas que ocorrem no setor (incidência, base de cálculo do IPI, fato gerador), onde a consulente encontrará orientação adequada h solução de suas dúvidas. Nessas condições, declaro a ineficácia da consulta, com fundamento nas disposições dos artigos 51 e 52, inciso IV, do Decreto n.° 70.235/72. Encaminhe-se h Agencia da Receita Federal — Vila Mariana (SP), para ciência. São Paulo, 17 de setembro de 1979. Aryovaldo Carlos Tavanielli Superintendente da Receita Federal

Lançamento O lançamento é ato declaratório de crédito tributário, mas da competência privativa de autoridade administrativa.

Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Vale dizer que o ref erido julgado admitiu, implicitamente, que a Câmara Municipal tem poder para controlar o ato pelo qual o Executivo do Município faz o lançamento de tributo sobre alguém. Sucede que o lançamento é ato declaratório de crédito tributário, mas da competência privativa de autoridade administrativa, como expressa o art. 142 do Código Tributário Nacional e ensinam Aliomar Baleeiro (Direito Tributário Brasileiro, 9.' ed., 1977, págs. 458-460), Amilcar de Araújo Falcão (Fato Gerador da Obrigação Tributária) 4.• ed., 1977, n.° 34, p. 109), Ruy Barbosa Nogueira (Teoria do Lançamento Tributário, 1965, p. 67, n.° 62). Por sua natureza jurídico-administrativa, esse ato não está sujeito ao controle do Legislativo (nas jurisdições federal e estadual) nem das Câmaras de Vereadores (na jurisdição do Município), e sim do Judiciário." "0 acórdão impugnado está em divergência com o aresto que o STF editou para o RE 62.230 e para o RE 62.302, ambos indicados como paradigmas pelo Recorrente. Esses dois acórdãos-padrões questionaram o mesmo tema discutido pelo julgado recorrido e o decidiram em termos diversos. Esclareço que, na Representação 675, de SP, o STF julgou inconstitucional o art. 40, VI, da Lei paulista 1/47, em que se baseou a Lei 37/49, do Município de Monte Azul Paulista (RTJ 39/398)." Acórdão de 14-3-78, da 1.° Turma do STF, no RE 70.690, de São Paulo (Antônio Neder, Pres. e Rel.). RTJ 85, págs. 829/833. 51


jurídico Trabalhista Adicional de insalubridade A redução da insalubridade, através de aparelhos adequados, com resultsdos positivos, constatados por perícia, exonera o empregador do pagamento de adicional. Em embargos, que rejeitou, por maioria, decidiu o Tribunal: "A redução da insalubridade, através de aparelhos adequados, com resultados positivos, constatados por perícia, exonera o empregador do pagamento de adicional." Acórdão 1.187, de 25-10-78, do TST, em sessão plena, nos E-RR-4.595/76 (Nélson Tapajós, Rel.). DJU de 3-11-78, pág. 8.735.

FGTS - Equivalência entre FGTS e indenização trabalhista A paridade dos institutos é jurídica e não econômica. A equivalência de sistema e não de valores. Em recurso, a que deu provimento em parte, por maioria, decidiu o Tribunal: "Quanto ã denominada equivalência do Fundo de Garantia, com a estabilidade, com efeito pecuniário, não procede, pois a paridade dos institutos é jurídica e não econômica. A equivalência é de sistema e não de valores. Dou provimento para excluir a cláusula." Acórdão 397, de 21-3-79, do TST, em sessão plena, no RO-DC432/78 (Marcelo Pimentel, Rel. "ad hoc"). DJU de 8-6-79, pág. 4.556.

Graduação de pena disciplinar Verificada a ocorrência de falta disciplinar, incabível ao Judiciário entrar na intimidade do poder de direcão da empresa para estabelecer graduação de pena de suspensão aplicada ao empregado ou para anulá-la.

Horas extras Acordo de compensação A inobservância de requisitos legais, na implantação do regime de compensação de horário, para a inatividade aos sábados, implica, apenas, no pagamento, pela empresa, do adicional correspondente. Em embargos, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A inobservância de requisitos legais, na implantação do regime de compensação de horário, para a inatividade aos sábados, implica, apenas, no pagamento, pela Empresa, do adicional correspondente". Acórdão 2.591, de 14-3-79, do TST, em sessão plena, nos E-RR-3.713/76 (Nélson Tapajós, Rel.). DIU de 16-3-79, pág. 1.848.

Auxilio-maternidade: Gestante Desconhecimento da gravidez desobriga o pagamento do auxilio-maternidade. Trabalho, Mulher. Maternidade (CLT art. 391). Não havendo prova de o empregador conhecer o estado de gravidez antes da rescisão, falta o pressuposto para presumir-se que a despedida foi obstativa do direito à proteção legal. TFR. RO. 3.720 RS. — unanimidade — Rel. Min. Paulo Távora — Publicado em sessão de 07-06-79 e DJU 13-06-79.

Falta grave - Perdão tácito Não se caracteriza quando o empregado, já punido anteriormente por indisciplina, é dispensado 11 dias após a prática da (*lama falta.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Trabalhista. Pena disciplinar: suspensão. Anotação na carteira profissional. Verificada a ocorrência de falta disciplinar, incabível ao Judiciário entrar na intimidade do poder de direção da empresa para estabelecer graduação de pena de suspensão aplicada ao empregado ou para anulá-la. De cancelar-se a anotação a respeito na carteira profissional, sendo mesmo certo, porém, que com isto concordara o Reclamado."

Ern recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A explanação do reclamante a fls. demonstra empregado indisciplinado. As faltas acusadas — e admitidas — evidenciam que, em maio de 1977, teve o autor duas faltas e uma, pelo menos, em junho. Ora, pela nossa concepção de falta ao serviço (caracterizada como indisciplina), uma só é o bastante para justificar a resolução contratual. Nestas condições — e sempre lembrando, para os que assim pensam, que reclamante fora punido anteriormente — tendo em vista que 11 dias não são suficientes para o perdão tácito (trinta dias, prazo razoável) dou provimento para extirpar da condenação as verbas rescisórias, data venia da douta Procuradoria Regional."

Acórdão de 18-9-78, da 3. Turma do TFR, no RO 3.490, do Maranhão (Aldir G. Passarinho, Rel.). Ementa publicada no DJU de 8-3-79, pág. 1.515.

Acórdão 12.497, de 11-12-78, da 1.° Turma do TRT da 2? Região, no Proc. TRT/ SP-6.558/78, de São Paulo (Nélson Ferreira de Souza, Pres.; Antônio Lamarca, Rel.).

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Férias coletivas por dez dias Se por ocasião das férias coletivas por dez dias o empregador afasta do serviço empregado com menos de ano de casa, o período deve ser tido como it disposição da empress. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Se, por ocasião de férias coletivas por dez dias, o empregador afasta do serviço empregado com menos de ano de casa, o período deve ser tido como à disposição da empresa, não podendo ser deduzido da indenizacão por férias decorrentes a rescisão imotivada do contrato de trabalho." Acórdão 437, de 27-9-78, da 2? Turma do TST, no RR-4.804/77 (Orlando Coutinho, Rel.). DJU de 6-10-78, pág. 7.824.

Trabalho em horário de descanso A infringência do art. 71 da CLT não gera o direito do empregado ao pagamento, como extraordinário, do trabalho prestado durante o intervalo para repouso e alimentação, quando a jornada não excede o limite legal ou contratual. Em embargos, que recebeu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Ilícito administrativo e hora extra. A infringência, por parte do empregador, do artigo 71 da CLT gera apenas a sanção administrativa nela prevista, e não o direito do empregado ao pagamento, como extraordinário, do trabalho prestado durante o intervalo para repouso e alimentação, assim a jornada não exceda, no seu todo, do limite máximo legal ou contratual. Súmula 88". Acórdão 2.585, de 21-3-79, do TST, em sessão plena, nos E-RR-2.719/76 (Coqueijo Costa, Rel.). DJU de 23-3-79, pág. 2.130.

Falta grave Quem diz ao superior hierárquico que o despeça, se contente não está com o seu trabalho, no mínimo é indisciplinado e legítima a resolução contratual, sem ônus para a empresa. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Quem diz ao superior hierárquico que o despeça, se contente não está com o seu trabalho, no mínimo é indisciplinado e legítima, a meu ver, a resolução do contrato (resolução, na linguagem técnica por excelência, é resolução sem ônus). Desta sorte, entendo comprovada a justa causa, pelo que indevidos ao autor os denominados consectários do alegado despedimento injusto." Acórdão 7.266, de 8-8-78, da 1.° Turma do TRT da 2.' Região, no Proc. TRT/ SP-3.613/78, de Mauá (Nélson Ferreira de Souza, Pres.; Antônio Lamarca, Rel.). ABIGRAF EM REVISTA


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BAHIA - SERGIPE Rua Chile, 22 — Sala 1401 Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° andar — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederica Pontes, 94 — Fones: (0712) 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101 CEP 40000 — SALVADOR - BA CEARA Rua Senador Pompeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Residência: Rua Caramuru, 63 — Fone: 223-6882 Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 — Fone: 226-9056 CEP 60000 — FORTALEZA - CE GOIÁS

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Presidente: MÁRIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74000 — GOIÂNIA - GO MINAS GERAIS

Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30000 — BELO HORIZONTE MG PARAIBA

Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58000 — JOÃO PESSOA - PB

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Rua José Loureiro, 464 — 9.° andar — Conj. 91 — Fone: (041) 223-3705 Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 34-6549 Empresa: Gráfica Vitória Rua André de Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80000 — CURITIBA - PR PERNAMBUCO

Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1. 0 andar Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50000 — RECIFE - PE

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RIO GRANDE DO SUL

Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19. 0 andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 221-4577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CEP 95100 — CAXIAS DO SUL - RG RIO DE JANEIRO

Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 230-4171 - 230-4747 - 391-1748 L-- Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO - RJ SANTA CATARINA

Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89250 JARAGUA DO SUL - SC SAO PAULO

Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223 Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — Fone: 278-7331 — CEP 01523 — SAO PAULO - SP • 10/1979

Basta telefonar: 32-4694 34-8269 35-8788

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Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.° Vice-Presidente:

Sidney Fernandes

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua São Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.° Secretário:

Dráusio Basile Tesoureiro:

Waldyr Prio III 2.° Tesoureiro:

Jose Aidar Filho Suplentes:

Jose Bignardl Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal:

Homero \Miele de Andrade Vitto Jose Ciasca José Raphael Firmino Tiaccl

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

Suplentes:

Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 6-4963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.° Secretário:

Jose Alder Filho Tesoureiro:

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: JOÃO ALVES DA COSTA

lrineu Thomaz 2.. Tesoureiro:

Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Vilela de Andrade Ernani Parise Jose Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal:

Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes:

Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes Junto à FIESP:

Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes:

Sidney Fernandes Dráusio Basile Secretaria: das 8 8s 11,30 e das 13 as 17 horas

Aos sábados não ha expediente. Secretário Geral

Elias Valentlr Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Pr1°111 Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscals , cíveis e criminals.

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LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MÁRIO DE CAMARGO

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: 22-4467 Diretor: ALCIDES BONORA ABIGRAF EM REVISTA


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Revista Abigraf 047