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ig J ANO IV - NÚMERO 46 - SETEMBRO 79

EM REVISTA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO

Ano Internacional da Criança 1979


Parabelis ! 1879: há cem anos, nascia Albert Einstein

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I (4) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA GRÁFICA

1959: I-1,vinte anos, nascia a kssociação Brasileira de Tecnologia Gnifica -• RUA SERGIPE 787, CEP 01243, TEL. 257-4232 e 256-5401, SAO PAULO, BRASIL


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EM REVISTA

Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2." Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B. n." 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal — Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável:

Capa: Criação e cromo: Priolli & Cia. Ltda. Fotolito: Gama Fotolito Ltda.

Sumário

Rubens Amat Ferreira Diretor Editor:

Rose Maria Priolli Produtor:

Maria Lirio Sampaio

Editorial — Ano Internacional da Criança

5

Cartas

6

ABTG — Marketing na Indústria Gráfica

8

Goebel expõe nova máquina

18

Delegação de impressores japoneses visita a Empresa BüttnerDatendrucke (Alemanha)

19

Diretrizes Básicas do INPI

20

Linoterm — Uma oficina completa de fotocorriposição

21

30 anos de Priolli & Cia. Ltda.

22

Nossa Impressão

26

ABIGRAF/SIGESP — Calendário de eventos

28

SENAI — Congresso e Concurso de Jovens Cientistas

30

FIESP/CIESP — Concurso Confederação Nacional da Indústria

32

Bolsa de Máquinas

34

Benedicto Lopes dos Santos

FLASHES — Fermat A 180 — Afiadora e retifica automática

36

Composição Gráfica:

JURÍDICO — Trabalhista — Pedido de demissão: Induzimento se equipara b despedida injusta

39

JURÍDICO — Fiscal — Imposto sobre Serviços: Taxa de Licença para Localização, Funcionamento e Instalação

40

Regionais da ABIGRAF

41

Delegados no Estado de São Paulo

42

Jornalista Responsável:

Rene Santini Filho MTPS 1203 Diagramador:

Natal B. Pepe Consultores Técnicos: Drausio Basile Thomaz Frank Caspary Colaboradores:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP Circulação:

Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Priolli & Cia. Ltda. Redação e Administração:

Rua Marques de Itu, 70 - 12. 0 andar Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 e 37-0724 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

9/1979

ABIGRAF EM REVISTA — ANO IV — N.° 46 — setembro de 1979 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECANICOS 4

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Equipamentos Fotomecânicos Industriais Ltda Av. Tomaz Edison, n°. 448 • CEP 01140 • SP Dept° Comercial: Tels.: 853-8043 e 881-2166 Telex: (11) 21822 (GRIC) Representantes Regionais: Rio de Janeiro • Porto Alegre • Curitiba Florianópolis • Belo Horizonte • Brasilia • Salvador • Recife • Fortaleza.


editorial

ANO INTERNACIONAL DA CRIANÇA de grande importância, na vida de cada um, fazer uma criança sorrir. Temos a obrigação de proteger os seres que amanhã serão o que somos hoje, GENTE!... Mas. . . o amanhã deles dependerá do apoio, do carinho, do amor que dermos a eles. Tão pequeninos! Tão indefesos! Tão maravilhosos! A criançal. Dê uma palavra de atenção, um afago ligeiro, dê um beijinho afetuoso; um amparo seguro. Dê à CRIANÇA a alegria de viver, fazendo-a tomar conhecimento, de que, bem perto de nós, há o horizonte, não o horizonte perdido, e sim aquele que, irmanados, pretendemos proporcionar a partir do ANO INTERNACIONAL DA CRIANÇA. Ano feliz. Ano esplendoroso. Ano de fé. Pois, juntos, quase que em forma de promessa, faremos alguma coisa que oriente, que ajude, que incentive a todas as crianças, para que estas sejam sadias, e possam continuar a transmitir a inocência que é a essência do seu ser. Ah! a Criança. . . Ah! a Esperança. . . Como o botão contém a flor, assim a criança contém o homem de amanhã. ABIGRAF EM REVISTA, participa junto àqueles que idealizaram e parabeniza e colocaram em pauta o ANO INTERNACIONAL DA CRIANÇA a tantos quantos cooperaram para que, neste ano, se concretize o objetivo primordial: FAZER UMA CRIANÇA SORRIR

9/1979

5


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Prezados Senhores, Ainda não faz muito, estive aí nesse Sindicato em busca de informações sobre a situação dos impostos de Circulação de Mercadorias e Produtos Industrializados e naquela oportunidade fiz algumas observações sobre a Revista "ABIGRAF", que vinha se apresentando de maneira nada recomendável para um Sindicato desse porte, que congrega elementos da classe gráfica espalhados por todo o Estado de São Paulo. Na mesma oportunidade fui informado de que providências já estavam sendo tomadas para a melhoria da referida publicação. Pois bem. Hoje é com imensa satisfação que volto, ao mesmo assunto, para tecer rasgados elogios à nova feitura da Revista Abigraf. Agora, sim, pode-se dizer que o nosso Sindicato tem UMA REVISTA que pode se equiparar com as melhores do país, em sua categoria. Deixo aqui os parabéns à Direção e à Edição, pelo excelente trabalho apresentado. Queria aproveitar esta oportunidade para solicitar a esse Sindicato, se possível, envio de mais seis (6) exemplares da Tabela de Preços de impressos, já qúe as gráficas locais pretendem seguir à risca aquela tabela. Sem mais, antecipo agradecimentos pela atenção que a esta dispensar, renovo meus votos de crescente sucesso a esse Sindicato subscrevo-me Cordialmente Augusto Gimenes A. Gimenes e Cia. Rua Bahia, 209 Catanduva - SP Agradecemos sensibilizados suas palavras de incentivo e cortesia, na esperança de podermos continuar merecendo seu apoio consideração.

Senhor Diretor: Tenho a grata satisfação de me dirigir a V. Sa. para solicitar seu empenho no sentido de que seja remetido a esta Editora, graciosamente, um exemplar da obra Offset — Princípios Básicos de Impressão, de Charles Latham, referida no n. 36/78 de ABIGRAF EM REVISTA. Esclareço-lhe que a Editora da URGS . não dispõe de verba específica para a aquisição de livros, circunstância que impossibilita a obtenção no mercado, deste livro tão importante para equacionamento dos problemas com que via de regra se defrontam as casas editoras. Confiando no especial interesse de V. Sa., manifesto-lhe desde já meus agradecimentos e os protestos da mais distinta consideração. Ministério da Educação e Cultura Universidade Federal do Rio Grande do Sul Diretor: BLASIO H. HICICMANN

Prezados Senhores, Comunicamos à V. Sas., que recebemos dessa entidade, a Tabela de Preços Minimos para impressos. Passamos a nos orientar por ela e pudemos nos certificar, através de seus cálculos justos e precisos, da atual realidade no ramo gráfico. Se todas as empresas tipográficas passassem também à usá-las, seríamos, de fato, mais honestos perante os clientes e mais fortes no seio dos companheiros. Pelo fato de a termos recebido no mês de maio, sendo ela referente a fevereiro, pedimos o especial obséquio de nos comunicar, ou enviar-nos à cada atualização. Contamos com o apoio e qualquer esclarecimento que V. Sas. possam fornecer-nos de ora em diante. Limitados ao exposto, reiteramos nossos elevados protestos de estima e consideração. Atenciosamente. Nelson Zucchi Predolim — Artes Gráficas Ltda. Rua Domingos Robert, 871 I bitinga - SP Estamos tomando as devidas providências quanto it sua solicitação. Prezados Senhores, Recebemos a revista ABIGRAF, número 36. Solicitamos-lhes se possível enviar-nos pelo reembolso postal o livro "Manual Técnico de Artes Gráficas" n.° 3 — OFFSET Princípios Básicos de Impressão, citado na página 35. Desde já contamos com sua atenção e subscrevemo-nos atenciosamente, Ubergral Uberlândia Gráfica Ltda. Rua Rodrigues da Cunha, 490 38400 — Uberlândia - MG Prezado Senhor, Pela presente solicitamos a gentileza de V. Sa., enviar-nos durante o ano de 1979, exemplares da "ABIGRAF EM REVISTA". Estes exemplares poderão ser enviados h: INDUSTRIAS DE PAPEL SIMAO S/A A/C Superintendência Industrial Rua do Manifesto, 931, Ipiranga Caixa Postal 172 SAO PAULO - SP Agradecemos antecipadamente a gentileza de sua atenção, sem outro particular subscrevemo-nos Atenciosamente, Indústrias de Papel Simão S/A Superintendência Industrial Rua do Manifesto, 931 São Paulo - SP

Prezado Senhor, Tenho a honra de mandar a V. Sa. uma fotocópia da carta da revista "La France Graphique" que está interessada por um intercâmbio de assinaturas com a sua revista. Sem mais, aproveito o ensejo para apresentar-lhe os protestos de minha distinta consideração. Guy LOMBARD Conselheiro Comercial P. p.o. Pierre CREMIEU-ALCAN Adido Comercial Adjunto Consulat Général de France

Sendo a Revista Abigraf de grande interesse para nossa agência, solicitamos à V. Sas., o recebimento da revista, para nossos Diretores, Srs. Gesner Sciano e Rosenthal Siano, e nosso Produtor Gráfico, Sr. Júlio Glasser. Sem mais, agredecemos antecipadamente Depto. Mídia. Publisian Propaganda Ltda. Rua Joaquim Távora, 1265 Informamos-lhe que estamos atendendo a solicitação de V. Sas.

Prezados Senhores: Temos acompanhado o desenvolvimento da sua revista de algum tempo para cá. Com extrema satisfação verificamos uma preocupação constante no seu aprimoramento, de fato, que hoje temos realmente uma revista digna para representar a indústria gráfica brasileira. Com os nossos melhores desejos de sucesso e os parabéns pela excelente revista, subscrevemo-nos, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TECNOLOGIA GRÁFICA

Prezado senhor diretor: Com grande satisfação temos recebido normalmente ABIGRAF EM REVISTA, cujas informações tem sido de grande utilidade para nossa empresa. Enviamos nossos cumprimentos pelo constante aprimoramento desta revista. Aproveitamos a oportunidade para solicitar a remessa de Tabelas de Cálculos e Custos na Indústria Gráfica. Certos de contarmos com a sua preciosa atenção, aproveitamos a oportunidade para apresentar nossas cordiais saudações. GRÁFICA LENÇÓIS LTDA. ABIGRAF EM REVIdTA


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Marketing na Indústria Gráfica p.

Introdução Ao apresentar um trabalho sobre marketing ou qualquer outro trabalho, sempre há um ponto incerto: o que o público realmente espera receber? Podemos definir que, descobrir isso, é uma questão de marketing. No entanto, não estamos aqui para vender nada, nem persuadir ninguém em comprar uma imagem. Assim, é importante definir o que pretendemos. Aceitando uma incumbência como essa, devemos nos certificar que existem dois motivos básicos em elaborar tais tipos de trabalho: satisfazer a curiosidade do público e satisfazer a própria curiosidade. Nós estamos no segundo grupo. Tem sido a nossa filosofia procurar trabalhos que satisfizessem a nossa própria curiosidade. Dessa forma estamos dispendendo poucos esforços em que o público realmente procura saber. Ao contrário, teremos a garantia de uma análise sincera, objetiva e simples sobre •a problemática real do marketing. Muitos devem estar esperando que daremos formulações mágicas para uma atuação eficiente na Area de marketing. Outros, mais céticos, talvez já se têm defrontado com as idéias que o mundo está em crise, que os mercados estão em crise e, em conseqüência, o marketing também. Fundamentalmente não acreditamos em crises. As crises s existem quando, em situações difíceis, não se busquem novas soluções. O restante são apenas tempos incertos e de readaptações a novas realidades. Nos períodos de fartura, todo mundo acredita que o crescimento é alguma coisa natural e espontânea. Infelizmente, cada desses períodos é seguido por outro, que se passa a acreditar que o mundo vai acabar, que o crescimento vai acabar, pois os negócios parecem estar estagnados. A Economia se define como ciência que procura distribuir recursos escassos. Como essa ciência se preocupa praticamente com todos os tipos de bens, podemos reconcluir que problemas de escassez são os fatores mais normais no nosso planeta. Portanto, quando há certos deslocamentos de forças de produção ou alocação de bens em geral, passaremos por uma fase de readaptação para encontrar novos equilíbrios. Nessas épocas costuma ter uma nítida redução na intensidade do crescimento ou, até, dos negócios. No entanto, a pergunta fundamental é outra: Que mudanças básicas já se podem ver claramente? Sim, pois sempre há mudanças e a intensidade dos problemas cau8

sados é proporcional ao despreparo em prevê-las. Não existe uma única maneira certa de um dirigente encaminhar os problemas de marketing. O que existe, são maneiras corretas de executar determinadas tarefas em certas empresas, em condições específicas, por dirigentes de temperamentos e modos de agir próprios. Naturalmente, existem conceitos que todos deveriam dominar, no entanto, esses costumam variar pela amplitude e a natureza dos negócios. Enfrentamos hoje uma consciência acentuada, dentro do ramo gráfico, que os negócios poderiam ser ampliados consideravelmente com uma maior atuação no marketing. No entanto, a época atual é uma das mais controvertidas sobre a sua atuação genérica, tanto em qualidade, quantidade e interligação com outras Areas. Assim, ao fato de cada dirigente dever encontrar caminhos peculiares a sua maneira de agir e os problemas específicos da empresa, devemos acrescentar uma certa incerteza no rumo do próprio marketing. Procuraremos transmitir algumas idéias básicas dentro de uma infinidade de conceitos diferentes. Não pretendemos ensinar. Pelo fato que formas estáticas de conhecimento humano, abordadas aqui, necessariamente devem ser transformadas em conhecimento dinâmico de cada pessoa, isto é, estimulando a criatividade individual, a partir da vivência própria, pretendemos apenas, que consigamos fazer refletir sobre os problemas apresentados. Alertamos que uma pessoa pode sair de um seminário bem mais ciente de seu comportamento, conscientizados dos diversos modos de agir e funcionar de modo diferente. Mas, não há qualquer prova que, por causa disso, possa ou tenha conseguido mudar seu comportamento básico.

As novas realidades do ESTADO INDUSTRIAL O marketing é algo encaixado num contexto bastante mais amplo, que é o ESTADO INDUSTRIAL. Portanto é de suma importância de certificar-nos sobre os rumos que este ESTADO INDUSTRIAL está descrevendo, para podermos inferir algo mais válido e duradouro em termos de marketing. Existe, hoje em dia, a nítida impressão, em alguns círculos, que as grandes empresas, principalmente dos países industriali-

zados, estão fora de controle. Certamente, tais idéias receberam uma forte influencia pelo "NOVO ESTADO INDUSTRIAL" de I. K. Galberaith que descreveu a indústria moderna como um conjuntb de colossos inflexíveis e que satisfaçam, apenas, a si próprios. Desta forma ele indicou que a evolução das grandes companhias é desfavorável ao bem-estar público e não hesitou a propor medidas drásticas de nacionalização e de controle de preços, baseado em duas premissas fundamentais: A estratégia da companhia não se subordina mais its forças de mercado. Em contrapartida, a indústria tende agora a dominar, manipular e controlar, com êxito, os seus mercados. A companhia não tenta mais, como razão principal da sua existência, maximizar seus ganhos econômicos. Ao contrário, a direção procura algum nível aceitável de desempenho econômico, suficiente para satisfazer as necessidades de sua estrutura. Além disso, baseado no fato que os honoririos não variam na proporção dos lucros, não existem incentivos diretos em maximizar os lucros. Com a perda de controle dos acionistas sobre as empresas, a independência das forças de mercado, cristaliza-se, conforme Galbraith, um poder autônomo, que está influenciando o governo e a política para com o público, muito mais do que o próprio público. Assim, em vez de se tornarem servidores da sociedade, passam a controlar e dominá-lo. O outro argumento de apoio é, que os mercados crescentes e o avanço continuo da tecnologia permitem que as economias de escala cresçam continuamente. Assim, a empresa de grande escala se caracteriza pela crescente subdivisão de tarefas, especialização da mão de obra e um trabalho de administração sempre mais complexo de integração das várias subdivisões especializadas. A grande verdade é, que esta configuração podemos verificar ainda, de alguma forma em algumas empresas altamente especializadas como a automobilística, aeronáutica, petróleo ou indústria pesada. No entanto, a evolução dos últimos vinte anos tem demonstrado, mesmo nas grandes empresas, uma constante diverisificação dos produtos, inclusive em linhas não tradicionais ou substitutas, procurando uma maior estabilidade pela diversificação dos mercados e um atendimento melhor e mais amplo do público. ABIGRAF EM REVISTA

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Desconsiderou Galbraith alguns fatores importantes no desenvolvimento industrial, não só houve a melhoria tecnológica de produção, mas, o desenvolvimento constante de novos produtos, os quais, se antigamente eram centenas, hoje são milhares. Outro, a especialização está ocorrendo, como já há muito tempo, em níveis inferiores e não superiores e, mesmo nestes níveis, com conseqüências negativas, quando confrontados como novas técnicas. Além disso, foi feita uma análise extremamente estática e elitizante, exatamente com configurações iguais às pretendidas. Desta forma, baseado em pesquisas feitas durante mais de dez anos pela Harvard Business School, podemos afirmar que a tendência geral tem sido para a diversificação e urna estrutura divisional conforme produto/mercado. As empresas tradicionais, as mesmas que Galbraith usou para exemplificar suas proposições, pelo menos, já eram empresas enormes antes da Segunda Guerra Mundial, muitas já desde os anos 20. Assim, baseado num trabalho de Alfred D. Chandler, "Strategy and Structure", numa análise de cerca de setenta grandes empresas, Bruce R. Scott subdividiu as empresas em três estágios de desenvolvimento; em estratégia e estrutura: Estágio I — Produto único ou linha única, um canal ou conjuntos de canais de distribuição: as opções estratégicas se baseiam nas necessidades do proprietário versus as necessidades da empresa. Estágio H — Linha de Produto única, um conjunto de canais de distribuição; as opções estratégicas se baseiam no grau de integração, objetivo de participação-mercado e amplitude de linha-produto. Estágio HI — Linhas múltiplas de produto, canais múltiplos de distribuição; as opções estratégicas se baseiam na entrada saída de indústrias, partilha de recursos por indústria e ritmo de crescimento. Uma analise rápida revela que as indústrias descritas por Galbraith se adaptam perfeitamente ao "estágio II", enquanto não tem relacionamento com as do "estágio III", com funcionamento diversificado, centros de lucro e compensação variável baseada no desempenho. Da mesma forma, a transição do "estágio II" para o "estágio III" não se ajusta A sua análise de maneira como as indústrias crescem, pois, a variável crítica não é a continuação do crescimento em tamanho, mas uma mudança na estratégia, ou seja, de uma estratégia baseada na posição do mercado em uma dústria para uma estratégia baseada em oportunidades de mercado em várias indústrias. Chegamos à conclusão, portanto, que os três estágios de evolução da companhia não são pequeno, médio e grande, como Galbraith sugere, mas, pequeno, integrado e diversificado, como as classificou Chandler. As pesquisas tem demonstrado que a grande parte das empresas se encontra hoje no "estágio III" e que houve, desde 1950, um desenvolvimento acentuado do "estágio H" para o "III". Desta forma, as empresas descritas por Galbraith, passam a perder gradativamente a sua influência sobre conjunto. De maneira geral são bastante menos rentáveis que as outras empresas mais modernas. Assim, podemos definir que o "ESTADO NOVO" pretendido por Galbraith, na ver9/1979

dade constitui o "ESTADO VELHO". As empresas estão partindo para rumos ligados diretamente aos problemas de mercado. As grandes empresas petrolíferas, automobilísticas e de indústria pesada, ainda no esquema velho, não aceitam os novos desafios por pura incapacidade e correm o risco de encontrar um fim semelhante , as grandes indústrias de carvão. Portanto, ao contrário que muitos estadistas defendem, uma sempre maior centralização dos poderes em volta do governo, este mesmo deveria se preocupar em tirar as empresas ainda neste estágio, para proporcionar h economia e ao mercado as possibilidades de um melhor confronto, sem as consecutivas e questionáveis interferências governamentais. Certamente, a grande preocupação empresarial em volta do marketing, é um sinal, ao contrário que Galbraith preconizava, que as empresas estão procurando o mercado.

dade e de instrumentos, a fim de alcançar um objetivo empresarial, sem desperdiçar recursos. Fundamentalmente são dois os elementos cruciais de uma preocupação mercadológica: a) vender mais ou, satisfazer uma demanda existente ou provocada; b) manter baixos ou reduzir os custos de distribuição por unidade vendida. Trabalhar apenas em um dos dois sentidos pode revelar um bom técnico, porém, ignora os problemas mercadológicos. Um aumento de vendas é apenas uma ilusão, se isso não provoca maior lucratividade ou, pelo menos, maior participação no mercado. O processo mercadológico consiste na tentativa de equilibrar duas forças freqüentemente conflitantes: as forças internas, sob controle direto do empresário, como investimentos, processos produtivos e a escolha de colaboradores, e as forças externas do próprio mercado, que a empresa procura influenciar, mas, sobre as quais mantém nenhum ou um controle limitado. Assim, é regra básica que o mercadólogo procure ficar sempre atento • sobre o que o mercado deseja, procurando adaptar a empresa a essas constatações. Atribuimos ao marketing quatro funções básicas: análise, adaptação, ativação e avaliação. Na prática, cada uma das quatro funções pode ser confiada, parcial ou integralmente, a especialistas, no entanto, existe uma função que deve sempre estar centralizada, a de integrar os instrumentos. A Análise consiste no contato constante com o mercado, para prever as mudanças medir as potencialidades do mesmo seja por meios informais ou, em casos mais importantes, por pesquisas de mercado. Pela Adaptação procuramos dar ao produto aspecto principal requerido pelo público, em termos de qualidade, preço, aparência serviços. A Ativação determina a forma de relacionamento da empresa com o público, por promoções, publicidade, venda distribuição. Na Avaliação analisamos os retornos constantes a respeito de um pra duto, em termos de mercado e seus resultados na empresa, comparados as metas propostas. De certa forma, o esquema cita-

Conceitos básicos de marketing Afinal de contas, o que realmente podemos entender sobre o conceito de marketing?- Se perguntarmos a alguns iniciados receberemos respostas como segue: Marketing é um conjunto de métodos para aumentar as vendas de uma empresa. O marketing ensina como gerar mais lucros através da publicidade. Marketing é aquela forma de administrar uma empresa que parte da pesquisa de mercado. Marketing é uma invenção americana que nos faz comprar mais do que realmente precisamos. Através do marketing a empresa aprende a usar seu corpo de vendedores com mais eficácia. O marketing é uma espécie de filosofia dirigida A ação administrativa que se inspira no mercado. Certamente, se nós tomamos todos estes conceitos, individualmente, teremos idéias Esquoma de In te,;r...,. ,,,T:c er -

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bastante distorcidas do marketing, no entanto, tomando-os como atividades complementares de um único conceito mais amplo, chegamos perto de uma definição razoavelmente exata. O fascínio e todo o desafio, mas, também, toda a dificuldade está nesta característica predominante, de conjugar uma multiplicidade de oportuni-

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do, com alguns ajustes, se adapta a qualquer empresa voltada para uma filosofia de marketing de integração, não importando seu tamanho e o ramo de atividades. No entanto, isso não significa que os conceitos são de fácil aplicação. Para melhor explicação damos, em segunda, três casos de análise. 9


Tabela I A Função Integrada - Confronto de 3 casos

1. 1

Caracterização Que tipo de bem?

1 .2

valor

Serviços

Bens de Consumo Semiduráveis

Bem industrial de unitário elevado

Que mercado potencial?

Classe A e B

Empresas Industriais

Classe A + até C

1.3

Quem compra normalmente?

Sobretudo donas de casa

Gerentes de Compra

Adultos de ambos os sexos

1 .4

Que estratégia adotar?

Segmentativo

Seletivo

Agregativo

2. 1

Função Análise Que tipos?

2.2

"Store audit" Participação

Questionários semi-estruturados

Tendências de mercado Motivacional

Que freqüência?

Mensal Semestral

Esporadicamente

Trimestral Anual

2.3

Através de quem?

Agência X Agência Y

Direto através de engenheiros de venda

Setor análise (interno) Consultor (externo)

3. 1

Função Adaptação Desenho Industrial?

3.2

Marca?

33

Embalagem?

3.4

Não tem

N

Frisar distinção

A

Manter durante ciclo de vida

B

Inovar freqüentemente

A

Institucional Produto

M

Grande ênfase na qualidade tecnológica

A

Mudanças gradativas para estender ciclo de vida

M

Só para proteção de motor no transporte

B

Não tem

N

Preço?

Observar de perto. Mudar com custo e concorrência

A

Manter margem de lucro unitária alta

M

Há pouca flexibilidade

B

3.5

Garantia?

Não tem

N

Total, durante dez anos

A

Proteção do cliente deve ser destacada

M

4.1

Função Ativação Distribuição? Cobertura?

Nacional, urbana

e serviço

A

Certas Indústrias, SP, RJ, MG Não tem Frotistas, direto

M

Distribuidores Frota própria, depósitos

Vias? Transporte e armazenagem?

Só no Estado de São Paulo Agências próprias Insignificante

M

4.2

Venda pessoal?

Vendedores próprios

A

Equipes de técnicos treinados

A

Não tem

N

4.3

Propaganda?

Agência: Campanhas freqüentes

A

Só de sustentação de marca

B

Institucional e sóbria

M

4,4

Promoção?

Agência em apoio A propaganda, sobretudo aos postos de venda

M

Folhetos refletindo alto padrão técnico em apoio A venda pessoal

M

Intensa e diversificada, em apoio As agências

A

5. 1

Função Avaliação Que bases?

5 .2

Que tipos?

5.3

Que freqüência?

Abreviaturas: Sigla: Importância: 10

CASO C

CASO B

CASO A

VARIAVEIS

ITEM

N Nula

Orçamento Previsão de Vendas Cotas por segmento

Orçamento Previsão de Vendas Cotas por ramo de atividade

Resultados por segmento, por linha, por cliente, por vendedor e por zona

Resultado por equipe, por cliente (antigo e novo), por tipo de produto

Anual Mensal, semestral, anual Mensal, semestral, anual

B Baixa

M Média

Anual Trimestral, mensal Trimestral, mensal

Orçamento Previsões Metas de vendas Resultados por agência e fechamento de contrato Semestral Mensal, semestral Mensal, semestral

A Alta ABIGRAF EM REVISTA


No entanto, as funções do marketing não se refletem apenas em preocupações técnicas, mas envolvem grande dosagem de análise subjetivas e conhecimentos gerais, bastante além do próprio ramo de atuação da empresa. 8 de fundamental interesse que as empresas se conscientizem que não estão fabricando algum tipo de bem, mas, que eles se encontram dentro de uma faixa de mercado muito mais ampla. Recusar tal análise, pode levar a uma ruína inesperada. Assim, as Ferrovias não estão em dificuldades financeiras porque o interesse pelo transporte de carga e de passageiros reduziu. Ao contrário, aumentou. Mas sim, porque não foi atendido pelas próprias estradas de ferro, isto é, as ferrovias não se deram conta que, em primeira linha, eram empresas de transporte. Da mesma forma, a crise do setor cinematográfico não foi provocada pela televisão, mas pela preocupação básica de apenas fazer filmes e não fornecer entretenimento. Os setores automobilístico de petróleo ainda representam o mesmo tipo de pensamento. Em toda a crise de petróleo, com perspectivas não animadoras, procuram manter suas linhas tradicionais e, todo o tipo de diversificação são basicamente atividades de fora desses setores, sem participação direta. Ora, uma empresa petrolífera, em primeira linha, fornece energia e a indústria automobilística, transporte, portanto conforme o desenvolvimento e, sem o envolvimento direto dessas empresas, as mesmas, amanhã, podem estar fadadas ao fracasso. Dessa forma, é de importância capital a compreensão por todos os empresários de que um setor de atividade represents um processo de atendimento do cliente e não de produção de bens. Obviamente, a companhia precisa fazer o que exige a necessidade de sobrevivência. Precisa adaptar-se ãs exigências de mercado o mais cedo que puder, mesmo mudando sua linha básica de produtos. Entretanto, muitas indústrias hoje em dia, estão conscientes da importância do marketing nas suas atividades, porém, poucas delas se consideram realmente satisfeitas com os resultados alcançados, como aquele industrial que considerou as suas atividades de marketing um fracasso, reclamando que ganhou apenas uma equipe dispendiosa de técnicos, que gasta quantidades enormes em publicidade, sem que haja um efeito positivo no aumento de venda. Existe uma difundida falha entre os empresários, em não saber separar o essencial do acessório. Assim, em geral citam providências como as seguintes: g) Declarações de apoio de altos dirigentes, como palestras e relatórios anuais. A criação de um setor de marketing. Gerentes de Produto ou de Mercado pesquisas de mercado, e assistência técnica'

d) Redistribuiçã'o das equipes de venda fortalecimento da publicidade. Adoção de novos mecanismos administrativos. Aumento das despesas de marketing. Isso não significa que esse tipo de pra vidências é inútil, mas, que por si só não representam nenhuma garantia de êxito 9/1979

nas atividades do marketing. O importante é, que todos mudam seu pensamento, dirigindo-o para o marketing, que haja uma mudança de atitude geral, pois, as providências anteriormente citadas não passam de simples acessórios dentro da atividade de um marketing integrado. No mundo industrial, marketing é antes uma filosofia empresarial total que visa a melhoria do desempenho em termos de lucros, por meio de identificação das necessidades de cada grupo chave de clientes subseqüente idealização e produção de um conjunto de produtos e serviços que permita à companhia atender a grupos selecionados mais eficientemente do que os seus concorrentes.

Eliminação de produtos fracos e pesquisas de mercado Como já devemos ter percebido até aqui, raciocínio básico do marketing se baseia sempre em maior produtividade e lucratividade e, nunca em aumento de venda por si. Assim, impõe-se um superlativo importante como ferramenta de avaliação das reais melhorias da empresa: uma análise de custos exatos por produto, para que se possa avaliar sua real rentabilidade. A maior parte das indústrias enfrenta problemas, conscientemente ou não, de linhas de fabricação ou produtos fracos ou obsoletos, produtos esses com baixa aceitacão pelo mercado ou geradores de custos indiretos. De qualquer maneira parece que, enquanto se aumenta os produtos e as linhas de fabricação em progressão aritmética, a quantidade dos problemas comeqüentes aumenta em progressão geométrica. Este fato deve ser encarado como bastante natural, pois, além das dificuldades que um produto pode gerar, surgem as interferências de produto para produto, aumentando rapidamente com a quantidade. Um fator bastante relevante constitui a subdivisão necessária, por um maior número de produtos, dos recursos aplicados em finanças, marketing, estudo de produtos, vendas, controle de qualidade, planejamento e administração. A previsão de vendas e a cotação de preços são extremamente dificultadas pelas crescentes interferências recíprocas entre os produtos. Em conseqüência, o planejamento de produção, planejamento financeiro, o cálculo de custos, a compra de equipamentos e de matéria prima são prejudicados. Funções como controle de qualidade e de produção, apontadoria de produção e contabilidade têm seus trabalhos aumentados e desdobradas as suas atenções. Além do mais, surgem dificuldades, enfrentadas pela direção, de destinar recursos e traçar objetivos e políticas adequadas. Portanto, é de suma importância de as empresas se preocuparem em eliminar os

produtos atingidos pelo mercado ou, com altos custos comparados à pequena receita. Mas, não basta acordar de um belo sonho para cair na realidade. 8 necessário rever os produtos periodicamente, para não levar prejuízos em mantê-los ou em ter que encerrá-los abruptamente. As providencias devem ser tomadas antes de enfrentar uma crise. De maneira geral, um produto normal atravessa quatro fases, com duração indefinida: introdução, ascenção, maturidade e declínio. Desta feita pode-se afirmar que sempre tem uma vida limitada e, é fácil inferir, que os lucros produzidos tendem a seguir um curso previsível, outrossim, os programas diferentes de marketing, produção e finanças. No entanto, alertamos que um produto entra no declínio, baseado na obsolescência do mesmo, isto é, o declínio deve se verificar entre todos concorrentes. Quando isso não é o fato, devemos desconfiar muito mais do nosso produto em si e do seu marketing do que taxá-lo simplesmente como produto em declínio. Os produtos fracos, isto é, produtos que dão pouca lucratividade devido a seu processo de fabricação, tendem a consumir uma grande parte do tempo dos administradores e exigem freqüentes reajustes de preços e estoques. Além disso, com preparativos proporcionalmente longos e caros, apresentam curtos períodos de produção tomam tempo e atenção de vendas, publicidade e outros setores. Os produtos fracos têm como inconveniente natural, que tendem a piorar no futuro e, não sendo retirados na hora certa, além dos problemas correntes, dificultam a introdução de substitutos sadios. As pesquisas de mercado se processam de formas mais variadas possíveis, a partir de análises subjetivas até análises altamente científicas. A primeira prática é o acompanhamento puro e simples dos produtos colocados no mercado e a comparação com a configuração dos concorrentes. Além disso, o mercadólogo deve ser uma pessoa muito bem informada sobre tudo o que ocorre no mundo. 8 medida básica para conhecer as variáveis a serem analisadas nas pesquisas, prever possíveis modificações no mercado e compreender melhor comportamento humano e suas variações. Um ponto fundamental é a delimitação da área de atuação da empresa, em termos de atendimento de mercado, possíveis interligações para outras áreas e a análise das flutuações dentro dessas áreas como energia, transporte, alimentação, entretenimento, comunicações, etc., e a transformação geral de novas descobertas, novos pra cessos de produção, novas matérias primas, que podem influenciar o setor por fora, fornecendo substitutos inesperados ao público. As pesquisas de mercado são de técnicas mais variadas possíveis e, são usadas conforme mercado, produto e tipo de distribuição. A pesquisa mais temida pelo público é a pesquisa de mercado, medindo a participação possível de público. O "store audit" é um levantamento junto aos varejistas e, conforme o produto, junto aos distribuidores. As pesquisas motivacionais tentam determinar a receptividade do público a certos 11


apelos de produtos. Quando temos estruturas de mercado mais definidas, podemos lançar mão de questionários. Caso exista um grau acentuado de incerteza, usamos lançamentos simulados, em segmentos setoriais ou regionais. Um fator preponderante é, que as pesquisas de mercado se apoiam, freqüentemente, em dados estatísticos. E importante, na análise estatística, a pergunta crítica sobre o que, realmente, os números expressam em termos absolutos e relativos. Vai aqui um alerta sobre a verdadeira complexidade das análises mercadológicas: O número express amuito mais do que "x" unidades, motivo pelo qual devemos conhecer mais do que simplesmente saber manejar fórmulas matemáticas e estatísticas. Portanto, muito mais importante é a escolha correta das variáveis a serem analisadas.

Introdução de novos produtos Quando introduzimos algum produto novo, deve haver algum tipo de análise feito do mercado. No entanto, o teste de mercado sempre é um compromisso entre a coleta de maiores informações, a um custo direto e indireto elevado, com o objetivo de reduzir as dúvidas e introduzir produto imediatamente, para produzir lucro. Assim, propõe-se três perguntas estratégicas que devem ser respondidas pelo empresário que decide lançar um novo produto: Quando conduzir um teste de mercado? O que se pode aprender de um teste de mercado? De que forma usar as informações obtidas? evidente que não se devem efetuar testes de mercado sobre coisas que já se sabem. Assim, passa-se primeiro para uma identificação das oportunidades sobre exigências que não são atendidas de forma adequada pelos produtos já existentes, baseado, geralmente, em entrevistas de grupo. Conforme tais tipos de análise deve-se elaborar os conceitos básicos do produto novo. A fixação inicial desses conceitos, em termos quantitativos depende das disponibilidades da empresa. O fator importante é encontrar um equilíbrio entre os custos de pesquisa e os custos posteriores de propaganda e promoção. O próximo passo para a evolução ideal do produto novo é a elaboração preliminar de um plano de lucros que estima o prazo de retorno. A mesma análise, ands, deve ser enriquecida por mais três informações: desenvolvimento do produto, da estratégia e da comunicação. A disponibilidade prevista de um produto determina, em parte, os métodos para testá-lo. Fundamentalmente, nesta fase, a estratégia do marketing exige o estabelecimento de metas, estratégia de preços estratégia de distribuição para novo produto. Os testes de mercado, basicamente têm de nos informar as reações do consumidor àqueles elementos que foram pré-testados: produto, o preço e o plano de comunicação. Além disso deve ser analisada a acei12

tack- do produto no comércio e todos os outros pontos definidos pela estratégia. Os resultados dessas análises sempre nos devem levar a uma decisão de seguir ou parar. Os resultados finais devem ser usados para análises definitivas, como simulações de mercado ou matemáticos, comparação com outras informações, avaliação dos planos e cálculos definitivos sobre a rentabilidade, isto é, a decisão final sobre a introdução ou não do novo produto. Um dos tipos importantes de novos produtos se baseia na diversificação de uma empresa e, merece uma atenção especial, pois, são atividades freqüentemente coroadas pela fracasso. As empresas se encontram diante de um dilema, não compreendendo o insucesso do empreendimento, tendo como suporte toda a infra-estrutura da empresa em termos de recursos, talentos e dinheiro. Considerando que a empresa realmente se dirigiu para um ramo de atividade propenso, é importante certificar-se que novos empreendimentos devem ser dirigidos como empresas pequenas, com um grupo reduzido, um único responsável e pouco dispêndio em funções diversificadas, com estilo operacional flexível e uni rápido cash-flow. Além disso, a grande empresa não é o "habitat" natural de elementos criativos e, muitas yens até desconhece esses elementos dentro de seu quadro de funcionários. Nas seguintes situações encontramos grandes riscos para produtos novos, que podem levar ao fracasso: A concorrência desenfreada, procurando fornecer ao público vantagens sucessivamente alternadas entre os concorrentes. Tal situação facilmente leva ao descontrole financeiro do custo de produção, sem um aumento considerável do público. Os modismos, atualmente, são fatores reais e passageiros. Pode-se aproveitar tal situação quando no seu estágio inicial, e sempre com um "pay-back" rápido. Objetivos petrificados, obrigando um grupo a certa quantidade de lançamentos, em detrimento da qualidade. Falta de ousadia, por insegurança pessoal, procurando sempre a cobertura superior ou a responsabilidade ern grupo. O interesse próprio em ver uma idéia pessoal realizada. A arrogância própria das empresas com outras marcas ou produtos de sucesso, pensando que a nova iniciativa não seria rejeitada pelo mercado. Absorção durante o processo de pesquisa e introdução, tirando as disponibilidades necessárias para manter o produto posteriormente. No entanto, os executivos de marketing freqüentemente são otimistas quando vendem suas idéias h alta administração, ao mesmo tempo que tendem a subestimar os

riscos envolvidos. Isso é igualmente imprevidentes e contraproducente. Cuidadosa análise dos riscos pode evitar erros de preços elevados, por falta de julgamento e, ate, abrir Areas novas e inesperadas fontes para proveitosa aceitação dos riscos. Finalmente, é necessário fixar os preços dos novos produtos a serem lançados. Toda essa mecânica é razoavelmente complicada e fundamental para o sucesso financeiro do lançamento. Os preços são as expressões finais do equilíbrio que conseguimos entre os desejos do público, a qualidade do produto, os custos de produção os retornos dos investimentos, promoção e publicidade e a lucratividade do emprendimento em si. Dentro da introdução de novos produtos existem, evidentemente, as atividades de promoção e publicidade. Promoção e publicidade, embora não se confundem, são extremamente interligadas, com processos técnicos próprios e fora do alcance do marketing em si. Fundamentalmente devemos subdividir essas atividades em três fases: pré-lançamento, lançamento e sustentação do produto.

Marketing integrado Os conceitos de marketing têm se modificado nos últimos tempos e, realmente, as preocupações sobre as reais finalidades do marketing estão desempenhando maior parte dos técnicos e teóricos do que os problemas práticos propriamente ditos. Afirmações que nada prove que o melhor produto vende bem, que nada prove que produto mais barato vende bem e que nada prove, também, que o melhor produto pelo menor preço vende bem, já tiraram muitos mercadólogos do sério. Os tempos são de readaptação e de redefinições, mas, não acreditamos que houve uma queda generalizada nas vendas. As vendas de papel, por exemplo, não caíram. No entanto, existem queda de vendas em determinadas áreas, e em muitas delas não temos nada a fazer para enfrentar tal situação, nem com o melhor envolvimento de marketing. O mais importante é identificar onde está o problems e prever as mudanças onde possível, embora, a única certeza em termos de previsões é a quantidade de jovens em idade de consumidor que teremos daqui ate vinte anos . Empresários e administradores precisam ter um controle absoluto sobre as empresas para se precaverem de dificuldades. Se, conforme Peter F. Drucker, um menino de doze anos cresce 10 cm no ano, isso é saudável. Mas, se ern um ano engorda 10 quilos, ele não está crescendo, apenas engordando. Nos tempos de opulência todo o mundo engorda. Agora é preciso controlar o apetite. Engordar é muito fácil, difícil depois é emagrecer. Toda empresa precisa ABIGRAF EM REVISTA


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ter uma política de crescimento baseada no aumento da produtividade. A geografia econômica do mundo mudou e estamos vivendo pela primeira vez, desde o século XVI, uma inflação mundial. Isso significa alguns sacrifícios, mas, a produtividade ainda é o recurso chave do crescimento. A falta de recursos financeiros, portanto, não é tão alarmante. O mercado nunca tem o dinheiro suficiente, mas, isso não o faz parar. Como sempre acontece, a composição, as espectativas e os valores da população estão mudando. Dizer, por isso, que o comprador é irracional, é imperdoável. Ele é perfeitamente racional. Quem é irracional é a empresa que não detecta as razões do comprador. O que precisamos, neste século, é uma economia genuinamente mundial. Assim, as multinacionais podem ser importantes para países em desenvolvimento, pois, tecnologia, capacidade gerencial e capital pode se comprar de muitas formas ou até criar internamente, mas, não o acesso aos mercados internacionais. O importante é, que os empresários se compenetrem de sua responsabilidade social, pois, nada mais são do que depositários dos recursos econômicos da sociedade. Ainda subsistem perguntas se o marketing deve ser dirigido à oferta ou h procura. Tais perguntas são irrelevantes pois se prendem a condicionantes específicos e não são regras de comportamento. Devido a problemas de matéria-prima, sim, o marketing terá de se preocupar em convencer o consumidor a aceitar produtos de menor qualidade ou mais simples, outrossim, aceitar maiores exigências de higiene. Assim definimos que o marketing deve: Atender As necessidades gerais do consumidor; Contribuir para o bem-estar da comunidade; Usar a gerência de produto como fator importante na administração da empresa: planejamento do produto em interação com os outros departamentos financeiros, engenharia, etc. e com outros fornecedores; Dar ênfase maior em serviços e vantagens comparativas; e) Instruir melhor os vendedores em problemas técnicos e de mercado. A nossa intenção é chegar à real importância do marketing, isto é, conhecer as reais necessidades do público e as responsabilidades da empresa, em vez de perder nossos esforços em vender produtos qu5 pouco interessam. Estamos preocupados em apontar que teremos de deixar de sermos perfeitos "Dom Quixotes" da mercadologia, glorificando o cavalheirismo após a invenção da pólvora. Falando em marketing, não queremos relevar mais um de tantos modismos que já tomaram posse da vida administrativa. Não estamos dando uma solução mágica para salvar as empresas, mas sim uma ferra9/1979

menta de grande utilidade quando convenientemente aplicada. Os administradores já procuraram a solução na programação linear, no controle estatístico de qualidade, na pesquisa operacional e no planejamento a longo prazo, na diversificação, na administração por objetivos, na pesquisa motivacional e, tão pouco, a mentalidade de marketing vai surtir efeito esperado, se não aplicada de maneira certa e dentro dos limites adequados. As ferramentas administrativas que surgiram, estão surgindo e vão surgir, não devem ser encaradas como as modas passageiras da confecção feminina, pois, não maléficas em si, podem custar muito dinheiro. O marketing, antes de Mais nada, não apenas mais um departamento, mas sim, um estado de espírito dirigido ao consumidor, dentro de toda a empresa: é o "marketing integrado". Não apresenta ele fórmulas de êxito pré-fabricadas, mas, pressupõe que suas funções estejam integradas a um espírito coordenado em todas as Areas da empresa: produção, pessoal, finanças e outros setores importantes. Portanto, as funções de marketing não terão sucesso sem a colaboração consciente de todos e, não só de um departamento estanque. Requerem, além do mais, habilidades profissionais e administrativas de alta categoria, dirigidas para um lucro otimizado a longo prazo, conforme planos bem estabelecidos. Dizer que a empresa está .voltada para o freguês, está longe de significar marketing. Deve se evitar incorrer em simplificações exageradas e, não reconhecer as implicações básicas do funcionamento de uma mentalidade do marketing total. Entrar, simplesmente, em mais uma onda pode trazer exageros, que fazem perder as reais oportunidades e, até, piorar a situacão da empresa. Existe, no entanto, uma série de dificuldades com que as empresas se confrontam. A mais grave, de certo, provém dos próprios dirigentes, cuja maioria vem da produção, e tem dificuldade de entender os conceitos amplos aplicados ao marketing. Assim rejeitam gastos necessários em publicidade, promoções de venda, acordos comerciais, etc. Chegam a definir o montante a ser gasto em promoções pelas vendas realizadas e, não, pelas vendas que poderiam ser realizadas. Os serviços prestados aos consumidores são fracos e não existem perspectivas de serem melhorados. A empresa parece existir para produzir e não satisfazer as necessidades do público. Além disso, temos as promoções internas de pessoal, normalmente subjetivas, existindo uma certa dose de favoritismo ou, até, receio por se sentir dependente do serviço de certos colaboradores. Dessa forma enconttamos os tão freqüentes "homens certos nos lugares errados" e, em decorrência, as inseguranças evidentes. Um bom gerente de publicidade, de venda ou de produto, não .necessariamente, é um bom gerente de marketing. Não raro confrontamo-nos com os dirigentes autocratas, que não devem ser con-

fundidos com dirigentes decididos. Tal atitude autocrata prejudica muito a harmonia da empresa, principalmente, a integracão entre os diversos departamentos. Numa empresa moderna não podemos aceitar o culto à personalidade, seja ele no nível que for. O que deve prevalecer numa empresa é a equipe. Assim, um departamento de marketing não integrado com setores como vendas, publicidade, estudo de mercado, produto, planejamento e produção, não vai assinalar os efeitos desejados. Em outros casos chegamos a encontrar situações, que todos fazem realmente o melhor que lhes compete e, mesmo assim, não se chega ao resultado esperado. E que não se faz o melhor ao mesmo tempo: falta integração coordenação entre os diversos departamentos, portanto, uma boa parte dos esforços é desperdiçado. Outros pontos são a má diversificação, correndo atrás de fatias insignificantes do mercado, fundindo-se com empresas fracas, adquirindo empresas vendáveis com bons ganhos no passado e, incorporando linhas de produção, incompatíveis com o ponto de vista do marketing. Podemos enumerar, suscintamente quatro pontos que levam a fracasso do marketing: a) a falta de compreensão das funções altamente profissionais de marketing, exigidas pelo mercado competitivo de hoje; b) a má estruturação organizacional da empresa, que impossibilita uma integração e coordenação adequada dos diversos departamentos; c) a falta de capacidade dos dirigentes máximos, sem visão mercadológica, autocratos ou preocupados em vaidades pessoais; d) o excesso de preocupação com a valorização profissional, promoções erradas inseguranças pessoais. Para equilibrar tais tendências negativas, a empresa deve rever todo o seu processo organizacional e de produção, para criar um espírito interno favorável as perspectivas do mercado. g fundamental entender, desde os dirigentes máximos até os mais simples colaboradores, que a empresa não é um mundo isolado, com a finalidade de enriquecer os proprietários e, quiçá, proporcionar bons salários aos colaboradores, mas, uma peça importante dentro de toda a sociedade. Assim, deve existir um objetivo global dirigido para a sociedade, pois, consumidor e o público em geral, esperam contribuições efetivas dessas empresas é trabalho do marketing a integração da empresa com os ensejos do público, dentro de um estado de espírito e uma organização adequados da empresa, um equilíbrio das habilidades profissionais e o aperfeiçoamento de controles diretos e indiretos.

A Gerência de Produto As exigências colocadas ao marketing têm desenvolvidas algumas funções, anteriormente pouco comentados. A principal certamente é o "gerente de produto". Em certos níveis discute-se a existência de um "gerente de mercado" ou alguma função híbrida, conforme o tipo de atividade da indústria. No entanto, baseado na grande maioria das indústrias, com produtos múltiplos e uma diversificação de mercado restrita, falaremos apenas da gerência de produto. 13


A rigor, o gerente de produto ou chefe de produto ou gerente de marcas, como é também conhecido em algumas empresas, é o centro dinâmico da atividade mercadológica de empresas de bens de consumo. Mesmo no caso de bens industriais e de serviços o conceito da gerência de produto ou de serviço é cada vez mais aceito. A origem dos departamentos ou divisões de marketing, como são conhecidos hoje, bastante recente. Isso reflete, de certa forma, a própria evolução do marketing ou, mercadologia, como função empresarial. A existência de especialistas responsáveis pelos vários setores mercadológicos veio facilitar a identificação dos problemas e as necessidades dos consumidores, sistematizando tanto o lançamento de novos produtos, que passou a se realizar de forma muito mais objetiva, quanto o aperfeiçoamento constante dos produtos já existentes. Com a melhor aceitação e compreensão do papel de marketing dentro da empresa, baseado na orientação voltada ao consumidor, o departamento ou divisão de marketing começou a participar de forma mais ativa no planejamento dos lucros e outros objetivos que não apenas de vendas. Surgiu assim a necessidade de integrar, na área de marketing, funções não exclusivamente mercadológicas e mais características da administração geral. O gerente de produto permite a criação de um centro de informações único, que acumula e interpreta todos os dados relativos a um produto, tornando possível o planejamento, coordenação, controle e orientação de todas atividades indispensáveis para seu sucesso no marketing. Nas outras áreas funcionais, o papel básico do gerente de produto é o de auditor, planejador e coordenador, sem nenhuma autoridade de linha. E importante destacar que a sua posição não é apenas de assessoria, pois, apesar de não ter a autoridade de linha, ele tem responsabilidade pelo desempenho global de um produto ou um grupo de produtos. O mais importante ins-

trumento, neste sentido, é o Plano Anual de Marketing, abrangente não somente em aspectos mercadológicos, mas, também os termos financeiros e de produção. São as seguintes as funções básicas do gerente de produto: a) Recomendação da estratégia e fixação de objetivos mercadológicos para seu produto; b) Elaboração do Plano Anual de Marketing; c) Elaboração de orçamento e previsões; d) Coordenação de todas atividades da empresa, relativas ao seu produto; e) Orientação e acompanhamento ao trabalho da força de venda; f) Planejamento e coordenação das atividades de pesquisa de mercado; g) Administração da propaganda; h) Adrninistração da promoção de vendas; i) Administração da embalagem; j) Acompanhamento dos estoques. E interessante observar que, no caso de produtos industriais, os gerentes de produto tem um envolvimento muito maior na Area de administração de vendas, permanecendo uma parte relativamente grande de seu tempo útil em contato com a equipe de vendas e com os principais clientes. Além disso, seu entrosamento com o pessoal de laboratório e engenharia é muito mais profundo e continuo do que no caso dos gerentes de produto de consumo, e a ênfase nas áreas de propaganda e promoção de vendas é menor. Uma das maiores fraquezas da organização de gerente de produto é a tendência que o gerente freqüentemente tem para assumir excessiva responsabilidade. O gerente de produto pode hesitar em delegar certas tarefas pelo temor de não controlar o pro-

duto. Gerentes de produto são com freqüência criticados também por seu isolamento do mercado. Acredita-se que a muitos deles falta perícia em algumas das Areas sensíveis que afetam o produto. Além disso, a responsabilidade do gerente normalmente não é proporcional à sua autoridade. Independente de sua fraqueza, este tipo de organização parece destinado a continuar sendo, em futuro previsível, a forma predominante de organização de marketing. No entanto, o trabalho do gerente de produto mudará, assim como mudarão as aptidões exigidas. Parece altamente provável que ele venha a fazer crescente uso da tecnologia de informação, incluindo modelos de decisão. Na maioria dos casos também passará a contar cada vez mais com a tecnologia de cibernética e tudo quanto isso implica referente a processamento de informações. Assim, será forçado a adquirir as aptidões necessárias para aproveitar-se dos especialistas do grupo de operações-pesquisa da empresa.

Marketing na Indústria Gráfica Não se pode dizer que a indústria gráfica, atualmente, está voltada para o marketing, mas, é fácil afirmar que passa por uma série de contratempo. Empenhamo-nos, mutuamente, numa concorrência sagaz, procurando obter uma fatia maior do bolo, em vez de fazer crescer o bolo.

O organograma antes

DIRETOR DE MARKETING

PROPAGANDA

PROMOÇÕES DE VENDAS

REGIÃO ou FILIAL A

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VENDAS

REGIÃO ou FILIAL B

PESQUISA DE MERCADO

REGIÃO ou FILIAL C

DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS

REGIÃO ou FILIAL D

ABIGRAF EM REVISTA


Temos de esperar épocas críticas para enxergar e reclamar das empresas verticalizadas, fazendo uma concorrência supostamente injusta. Tais gráficas estão sendo instaladas e funcionam, em parte, há algum tempo. A pergunta é: "0 que foi feito para evitar tal tendência? Qual foi o trabalho diante essas empresas, mostrando as vantagens de utilizar o parque gráfico já existente? O que foi feito no sentido de desenvolver produtos dos quais essas empresas estavam precisando? Quais foram as condições reais, na época, de o parque gráfico poder atender a custos e prazos satisfatórios?" Existe hoje um interesse maior no marketing na indústria gráfica. As empresas, certamente, estão percebendo algumas falhas fundamentais no passado e, outrossim, estão sendo confrontadas com as experiências de outros ramos industriais. No entanto, a caminhada não será tão fácil. O primeiro ponto que devemos ter em mente, é a afirmação anteriormente expressa, sobre a complexidade do marketing, além das funções puramente técnicas de mercado. Temos de investir nas estruturas organizacionais das nossas empresas, para criarmos uma base sadia para o marketing: custos reais por produto, finanças sobre controle e uma produção consciente. Somente numa empresa, satisfazendo esses e mais alguns requisitos podemos ter certeza que uma função de marketing possa ser exercida de forma satisfatória. Não nos deixaremos iludir por lucros que são apenas os nossos custos inflacionados e estoques supervalorizados.

O Brasil ainda é um país pobre e não se pode dar ao luxo de perder produtividade. Na verdade, qualquer empresa que quer competir num mercado sadio, não se pode dar o luxo de perder produtividade. Assim, sempre estamos vendendo produtividade, isso é, eficiência empresarial. O ramo gráfico ainda tem que andar muito para tirar dos equipamentos e da mão de obra uma produção condizente a um nível adequado. A realidade é, que estamos nos confrontando com equipamentos mais modernos e conseguindo com eles aumentar os nossos custos operacionais, sem podermos afirmar que aumentamos sensivelmente a qualidade. Isso, realmente, é um dos problemas mais importantes que as empresas gráficas tem de solucionar, porque, o equipamento é mais moderno por oferecer um custo operacional mais baixo. Outro fato que deve alertar-nos é a realidade dos nossos clientes. A grande parte deles não sabe nem se dirigir a uma gráfica para encomendar um produto. Muitas vezes, nem sabe o que pedir. Está na hora de deixarmos de ser artes gráficas e nos tornar indústrias gráficas ou, deixar de fazer segredos ridículos em volta da nossa própria incapacidade. E fundamental, em termos promocionais de vendas, termos um setor de assistência ao consumidor, mesmo que isso não traga necessariamente novo serviço. O nosso cliente, freqüentemente, nem sabe quando apelar para serviços gráficos, normalmente não tem nenhuma orientação sobre os custos dos produtos e as possíveis opções para um produto mais rentável. Existe grande faixa de mercado que poderia ser conquistado desta

forma, mesmo que, em algum caso, por exemplo, deva-se aconselhar ao cliente em confeccionar um determinado display em madeira compensada e não ern cartolina. O produto final que não corresponde As espectativas finais do cliente, pode nos fazer perder futuros pedidos. Não é nenhuma ingerência ter um setor que pesquise junto ao público suas reais necessidades e as tente dirigir para as possibilidades de produção de empresa gráfica. Certamente, se nós nos tivéssemos aprofundados um pouco mais nas necessidades do público, teríamos verificado que um dos grandes motivos das gráficas verticalizadas é o medo de um fornecimento a prazos relativamente longos de produtos, que são básicos no processamento de fabricação. Porque não fornecer a essas empresas um serviço de estoque intermediário, para uma garantia absoluta dos suprimentos? No entanto, a pergunta que os gráficos devem fazer a si, em primeira linha, é: Por que essas empresas se afugentaram da indústria gráfica? comum ver entrar pedidos que pouco se adaptam ao nosso maquinário. Os clientes demonstram, como já dito, conhecer quase nada sobre gráfica. O pessoal da produção fica desesperado, mas, os produtos são feitos como o cliente os pede. Outra vez, por uma série de motivos, aproveitamos mal as nossas máquinas, seja por problemas de papel, seja por falhas técnicas ou administrativas. Cada produto é um acerto complicado de máquina de impressão, pois, cada qual tem suas preferências de tipos de papel, impressão, cores, etc. A quantidade de tipos de papel lançada pelas fábricas e consumidos pelas gráficas é algo de fabuloso, tanto em qualidade como em gramagens. Isso é antieconômico para as fábricas de papel, é antieconômico para as gráficas e antieconômico para os nossos próprios clientes. Por que não existem estudos sobre tipos e qualidades de

O organograma depois

DIRETOR DE MARKETING

VENDAS REGIÃO A

PESQUISAS DE MERCADO

PROPAGANDA

GERENTE DE PRODUTO I

REGIÃO B

II

REGIÃO C REGIÃO D

IV

Exame, Dezembro 1973, As vantagens da Gerência de Produto, Eduardo Buarque de Almeida, pág. 89. S/1979

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papel necessários e suficientes para o mercado brasileiro e, principalmente, aplicado aos produtos? Por que não existem standards de produtos em formatos, tipos de impressão e acabamento? Por que não existem estudos econômicos sobre a maneira mais adequada de produzir produtos gráficos? E de suma importância que todos os pedidos que entram numa gráfica sejam adequadamente estudados, em termos técnicos e econômicos. As vezes, alteração de alguns milímetros pode baixar os pedidos que entram, deveri ase preoveriam ser contra-ofertadas ao cliente. Estamos falando da função de estudo de produto que, além das preocupações com os pedidos que entram, deveria se preocupar em padronizar os produtos internamente, dentro do conceito de maior economia. Tal padronização deve servir como guia para a produção, permitindo manter estoques de papel e outras matérias-primas a nível mínimo mas suficiente, preços e prazos melhores aos clientes e maiores lucros. Produtos fora desses padrões, automaticamente, significariam custos e prazos adicionais. Assim, o próprio preço e, com certeza, o prazo levarão os clientes, na maior parte, a aceitar esses padrões estabelecidos. A indústria gráfica, se souber se comportar de forma decidida diante as realidades do mercado brasileiro, ainda tem um enorme potencial de mercado a conquistar. Enquanto, na média, nos países desenvolvidos, a indústria gráfica é o décimo maior ramo industrial em faturamento e, nos Estados Unidos, especificamente, o sétimo, no Brasil está além do vigésimo-quinto lugar. Tal posição, realmente, reflete algumas peculiaridades do nosso estágio de desenvolvimento, no entanto, com um marketing mais agressivo poderia ser melhorado sensivelmente, além, que uma melhor distribuição de renda deva ser bastante favorável ao ramo. Nem por isso devemos nos consumir no otimismo, a situação política-econômica mundial e nacional continua difícil e, mais, não desistir de reivindicações justas diante a comunidade. O importante é demonstrar que a indústria gráfica aceitou o desafio, com toda responsabilidade social, de servir ao consumidor brasileiro. Finalmente alguma coisa sobre a já mencionada miopia em marketing. A indústria gráfica se encaixa no setor de comunicação e, com alguma sobreposição, com o de entretenimento. Assim advertimos sobre uma série de atividades que estão sendo desenvolvidas, baseadas principalmente na cibernética, que amanhã podem alterar nossos processos produtivos ou tornar obsoletos nossos produtos, citando, entre outros, livros técnicos, listas telefônicas, formulários continuos, notas fiscais, etc. Não queremos apavorar ninguém, apenas alertar para não subestimar o homem e sua capacidade de criação. Queremos advertir para não dormir em cima de um bom negócio que, amanhã, de repente pertence 'a história. E de suma importância acompanharmos o desenrolar de novas descobertas e tendências do mercado, não só estritamente no ramo gráfico, mas sim, em tudo que pode, de uma ou outra forma, influenciar os nossos negócios e, antecipar-nos com decisões corajosas e precisas, para depois não termos de culpar a conjuntura por nosso fracasso. 16

O grande erro em que não podemos incorrer, é considerar as nossas atividades sobre o prisma restrito de indústria gráfica, mas sim, como pertencentes a setores de comunicação e entretenimento. Ora, pode reduzir ou cessar a necessidade por certos tipos de impressos, mas é difícil cessar a necessidade por comunicação ou entretenimento. O que nos falta é a coragem e a flexibilidade de admitir isso. Se, por exemplo, o tipo de educação muda, dispensando uma série de livros didáticos, por que não entrar num negócio que produza os produtos novos para esse ramo? Melhor, por que não nos antecipamos e tornamo-nos líderes na fabricação desses produtos? Ou, até, não deveríamos ser os responsáveis por tal mudança, uma vez detectado o desejo de um novo tipo de instrução no nosso público?

Realmente, não podemos dizer que estamos salvos, se apenas estamos dispostos a imprimir. Devemos tomar cuidado em não estar apenas preocupados em vender os nossos produtos de hoje. perigoso acreditar que o futuro está garantido, por pertencer a um setor de rápida expansão. Na verdade, o que se impõe são empresas bem organizadas, dirigidas de forma para aproveitar as oportunidades de mercado. Não podemos nos dar ao luxo de pensar, que a simples expansão demográfica garanta uma demanda crescente. Assim, se hoje não existe substituto e, não nos precavemos que ele poderá surgir, podemos incorrer num erro fatal para a empresa. Também não constitui solução, aperfeiçoar os produtos em termos técnicos e científicos, sem conhecer as reais preferências do mercado.

BIBLIOGRAFIA Exame, Dezembro 1973, Editors Abril, São Paulo. Exame, Maio 1974, Editora Abril, São Paulo. Exame, Junho 1974, Editora Abril, São Paulo. Exame, Agosto 1975, Abril-Tec Editora Ltda., São Paulo Biblioteca Harvard de Administração de Empresa, Volume I, Abril-Tec Editora Ltda., São Paulo, 1975: a) Miopia em Marketing, Theodore Levitt; b) Como Fazer Funcionar o Conceito de Marketing, Arthur P. Felton; c) O Essencial e o Acessório em Marketing Industrial, B. Charles Ames; d) Obtenha Mais da Sua Gerência de Produto. Biblioteca Harvard, Volume II, São Paulo, 1976: Gerência de Produto ou Mercado, eis o Dilema, B. Charles Ames; Aproveita ao máximo sua força de venda, Derek A. Newton; C) Reorganize sua empresa conforme as exigências de seus mercados, Mack Hanan; d) Como Administrar a Distribuição, John F. Stolle; e) Como Administrar a força de Vendas, Porter Henry. Biblioteca Harvard, Volume III, São Paulo, 1977: Como Racionalizar os Riscos de Marketing, Mark R. Greene; Ponha Força de Marketing em sua Venda Industrial, Charles Ames; Distribuição de Produtos: O Novo Conceito de Serviços Compartilhados, Walter F. Friedman; O Comportamento Humano nas Vendas de Produtos Industriais, Joseph W. Thampson e William W. Evans; Esqueça o Conceito do Ciclo de Vida do Produto, Nariman K. Dhalla e Soni Yaspeh; O Caso dos Produtos Improdutivos, Stephen A. Greyser. Biblioteca Harvard, Volume IV, São Paulo, 1977: O Estado Industrial — Velhos Mitos e Novas Realidades, Bruce R. Scott; Políticas para Fixação de Preços de Produtos Novos, Joel Dean; O Planejamento Estratégico de uma Empresa Diversificada, Richard F. Vancil e Peter Lorange; O que Faz um Bom Vendedor, David Mayer e Herbert M. Greenberg; A Moralidade (?) da Publicidade, Theodore Levitt; Estratégia de Empresas com Alta Participação no Mercado, Paul M. Bloom e Philip Kotler; Fazendo a Grande Venda, Ronald S. Posner; Prepare sua Empresa para a Inflação, Bernard A. Lietaer; Melhore a Distribuição com seu Mix Promocional, Benson P. Shapiro; Troque o Marketing de Marca pelo Marketing de Linhas de Produtos, Joseph A. Morein; Proteja Sua Imagem Pública com o Desempenho, Joseph Nolan. Biblioteca Harvard, Volume V, São Paulo, 1978: Você é um Bom Cliente, Antony Jay; Diversificação: Pense Pequeno para Continuar Forte, Mack Hanam; C) Adapte Produtos e Canais de Distribuição a seus Mercados, Robert E. Weigand; Como Testar o Mercado para Lançar um Produto Novo, Jay E. K.lompnaker, G. David Hughes e Russd I. Haley; Publicidade: Ataques e Contra-ataques, Stephen A. Greyser; Por que Fracassam as Marcas Novas de Produtos de Consumo, J. Hugh Davidson.

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GOEBEL EXPÕE NOVA MÁQUINA A fábrica de Máquinas Goebel GmbH, Darmstadt, Alemanha, deu oportunidade a 140 visitantes de toda a Europa e U.S.A. para verem uma Goebel Varicolor imprimindo A máquina GOEBEL OPTIFORMA rotativa de formulários continuos possui agora o novo sistema de Impressão de Blanqueta/blanqueta. Com esse grupo impressor duplo e com secagem após a impressão de boa qualidade, como é necessária para a impressão de catálogos. Para isto os grupos impressores Blanqueta/blanqueta são variáveis no formato. A primeira máquina deste tipo foi entregue há alguns meses a um cliente que, logo após os testes com a máquina, passou a produzir com toda a capacidade e sem qualquer problema. Partindo deste bom resultado, a Goebel resolveu fazer mais uma demonstração em público da máquina GOEBEL VARICOLOR. A GOEBEL VARICOLOR não é só apropriada para impressores de formulários continuos, mas também para impressores que trabalham de bobinas para folhas. As vantagens principais desta máquina são justamente estas

Grupos impressores de offset úmido Blanqueta/Blanqueta da máquina Varicolor na firma MAUL & CO. GmbH, Nurenberg.

combinações de impressão em bobinas e a variabilidade de formato, que proporcionam ao cliente uma grande flexibilidade. Os grupos impressores duplos de offset-úmido são apropriados para serem montados em encaixes de formato entre 20" a 28" em escala de 1/3 na largura de trabalho de 520 mm e em escala de 1/4 na largura de trabalho de 840 mm. Estes encaixes são substituíveis do lado do operador, com grande facilidade. Na construção desta máquina levou-se em consideracão o tempo de ajuste e preparação das máquinas. A molha é feita com auxílio de um aplicador de molha marca WEKO, com funcionamento sincronizado quanto a quantidade de molha, em relação à velocidade da máquina, com possibilidade de ajuste automático através do painel de comando. A Goebel construiu para a OPTIFORMA e para a VARICOLOR um novo cortador transversal de folhas com produção de até 250 folhas/min. que já está sendo incluido no novo programa de fornecimento da GOEBEL.

Visão geral da GOEBEL VARICOLOR, máquina com o novo grupo impressor Blanqueta/Blanqueta na firma MAUL & CO. GmbH, Nurenberg. 18

No Brasil, as máquinas Goebel são representadas pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com Matriz em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife. ABIGRAF EM REVISTA


Delegação de impressores japoneses visita a Empresa Büttner-Datendrucke (Alemanha)

Na foto, grupo de especialistas japoneses de impressão e a vista da firma Biittner-Datendrucke.

Profissionais de várias firmas impressoras japonesas tomaram conhecimento na cidade de Darmstadt, sobre as técnicas mais avançadas na confecção de Formulários Continuos. Os visitantes estiveram na firma BÜTTNER-DATENDRUCKE, que é um dos maiores impressores de formulários continuos no Estado de HESSEN, na Alemanha. Nesta Empresa, despertou grande interesse nos visitantes, a atenção especial que esta tem com seus clientes,

300 MÁQUINAS GOEBEL OPTIFORMA HYDRAULIK A fábrica de máquinas GOEBEL GmbH, da cidade de Darmstadt, Alemanha, possui uma grande variedade de modelos de máquinas cortadeiras e rebobinadeiras em seu programa de fabricação. De alguns modelos já foram vendidas milhares de máquinas. A Goebel considera um passo muito importante a produção destas 300 máquinas OPTIFORMA HYDRAULIK, por serem os primeiros modelos de máquinas, nas quais foram modificados os acionamentos que até então eram elétricos, para acionamentos modernos hidráulicos. Após este tipo de acionamento ter mostrado as suas vantagens, como fácil regulagem, preço acessível, e espaço necessário menor e sendo ainda a evolução continua desta nova técnica de acionamento, a Goebel vem montando este tipo de acionamento em outros modelos de máquinas. O resultado deste acionamento em pequenas máquinas cortadeiras e rebobinadeiras foi tão eficiente, que a Goebel já vem à alguns anos instalando-o em máquinas cortadeiras, mesmo sendo as máquinas do tipo GOEBEL EW, com acionamento individual em cada estação de rebobinamento. 9/1979

desde o planejamento até o estoque ou a entrega direta. A grande capacidade de produção desta firma é devido ao moderno equipamento da GOEBEL de máquinas rotativas para confecção de formulários continuos, que ela possui. Os especialistas japoneses de impressão ainda visitaram a Fábrica GOEBEL, onde puderam ver máquinas como a GOEBEL OPTIFORMA e a GOEBEL VARICOLOR.

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Diretrizes Básicas do INPI Considerando a questão tecnológica como fator primordial para o desenvolvimento do País, o Presidente do INPI, Arthur Carlos Bandeira, disse que a política a ser seguida à frente do órgão colocará em primeiro plano o progresso tecnológico como fator de desenvolvimento da economia brasileira

Lembrando a importância da propriedade industrial na política de desenvolvimento tecnológico adotada pelos países industrializados, o Presidente do INPI, Arthur Carlos Bandeira, frisou que são cinco os pontos fundamentais da orientação a ser seguida em sua administração: Aprimoramento e dinamização do sistema nacional da propriedade industrial; fomento a projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial e o fortalecimento do poder de negociacão das empresas nacionais e a seleção, através de ação conjunta com a indústria, jamais impositiva, são as diretrizes básicas adotadas pelo Presidente do INPI em seu programa de ação frente aquele órgão. Baseando-se na ação integrada dos diversos órgãos governamentais ligados ao progresso industrial, seu objetivo é viabilizar um maior desenvolvimento econômico do país. Para Bandeira, é preciso esclarecer o primeiro ponto, objeto de freqüentes mal entendidos. Segundo ele, no caso brasi-

leiro, infelizmente, só em poucos momentos do passado tentou-se dar ã propriedade industrial a sua devida importância. Para o Presidente do INPI, uma das razões deste engano tem sido imaginar-se a tecnologia como um bem livre, isto é, disponível a todo aquele que "sabe como fazer". Na verdade, lembra Arthur Bandeira, "antes de sabermos como fazer as coisas, devemos nos preocupar em ter a propriedade". No Brasil, pensando exclusivamente em termos tecnológicos, acrescenta o Presidente do INPI, existe uma gama infinda de técnicos capacitados a empreender inúmeros desenvolvimentos tecnológicos. Não são poucos os brasileiros que se formaram e fizeram os mesmos cursos universitários no exterior, freqüentados por inventores estrangeiros. Para Bandeira, o que precisamos, além de melhor organizar e orientar as nossas pesquisas, "é inventar e obter a propriedade deste nosso esforço.

necessário obter-se o reconhecimento internacional da propriedade do nosso desenvolvimento tecnológico". Tecnologia implícita

Pronunciando-se a respeito dos valores referentes ao que muitos chamam de importação de tecnologia implicita, diz o Presidente do INPI: "Estes números são muito mais elevados do que as remessas efetivas, tendendo a enfatizar a dependência tecnológica nacional. Aqui encontramos uma complicação séria: como é feito o cálculo do valor da tecnologia implícita? Se por estimativa, de acordo com a lógica, será válida a sua metodologia?" Para ele, se retirarmos dos produtos importados o valor da tecnologia, o resultado seria uma diminuição no nosso déficit do Balanço Comercial. Ainda assim, resta saber o que seria preferível: um déficit maior na Balança de Serviços ou na Balança Comercial? O mesmo ocorre no que se refere ãs exportações tecnológicas. Assim, o Presidente do INPI, chama a atenção para a necessidade de estabelecermos uma metodologia precisa para avaliarmos o comportamento do nosso Balanço Tecnológico. Mas, segundo Bandeira, "acreditamos que o maior conhecimento adquirido pelos órgãos governamentais, especialmente o Banco Central e o INPI, levará, muito em breve, a uma solução desses impasses".

Medalha Pedro Alvares Cabral A Sociedade Geográfica Brasileira conferiu a Medalha Pedro Alvares Cabral ao Sr. Rubens Amat Ferreira, em 31 de maio do ano em curso. Na foto, ao centro, o Sr. Rubens Amat Ferreira e Sra. A sua esquerda, o Prof. Bernardo Ribeiro de Moraes e Sra., Dra. Rose Maria Priolli e José' Carlos Ferreira. A direita, Sr. Henrique Nataniel Coubé e Sra. 20

ABIGRAF EM REVISTA

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LINOTERM - Uma oficina completa de fotocomposição O LINOTERM combina todo o poder de entrada de texto e edição do nosso sistema MVP com uma unidade de gravação e leitura de textos em discos magnéticos e com o Sistema Ótico de Fotocomposição de alta qualidade e confiabilidade da nossa LINOCOMP II. Ele é um completo sistema de composição, com mais recursos do que qualquer outro produto similar. Principalmente porque sem microprocessador interno pode ser facilmente reprogramado por disquete, o LINOTERM pode mudar ã medida que as necessidades do serviço mudem e incorporar avanços de programação (software) que venham a ser desenvolvidos no futuro.

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Teclado semelhante ao da máquina de escrever. Versão "HIGH SPEED" (50 Ipm). Mais de 1000 famílias de tipos disponíveis, incluindo fontes no sistema de 54 unidades e todas as famílias de tipos patenteados pela International Typeface Corporation (ITC). Programa para indentações (entradas) automáticas e tabulação até 20 colunas.

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Todo esse tempo a principal preocupação da Litográfica Comercial Priolli & Cia. Ltda tem sido atender ao constante aperfeiçoamento da Empresa para melhor servir Você Priolli e Cia. Ltda. comemora este ano o seu trigésimo aniversário. A solenidade foi marcada por um coquetel de confraternização entre Diretores e Funcionários da firma. Fundada em 18 de março de 1949, esta empresa está sediada atualmente na Rua Backer, 73, Cambuci. Trata-se de uma empresa de porte médio, cuidadosamente estruturada e que atende com alta qualidade aos seguintes tipos de serviços: cartazes, catálogos, folhetos promocionais e materiais de propaganda. A empresa é dirigida pelos Srs. Walter Priolli, Waldyr Priolli e Da. Rosa Priolli, os quais em uníssono, primam sempre por um excelente

atendimento aos clientes, presteza e essencialmente qualidade. Essa filosofia, resulta em clientes como Laborterápica Bristol S.A., Refinações de Milho Brasil, SAAB SCANIA do Brasil S.A., Produtos Geléia Real Ltda., Ideal Standard, Mobil Oil do Brasil, Coei Controles Elétricos Ltda., Estofados Esplêndidos S.A., entre outros.

Pequeno histórico Pode-se considerar a Priolli e Cia. Ltda., um prolongamento da empresa fundada em 1921 pelo Sr. Luiz Priolli, genitor dos atuais Diretores, denomi-

Fachada da sede de Priolli & Cia. Ltda., situada it Rua Backer, 73.

No flagrante, vista parcial do setor industrial da Litográfica Comercial Priolli & Cia. Ltda. 22

nada Tipografia Seleta, que funcionava na Rua 11 de Agosto. Mais tarde transfere-se para a Rua Dr. Falcão, onde permanece ate 1940, explorando, paralelamente, a tipografia e papelaria. Logo a seguir, o Sr. Luiz Priolli, entra para o ramo de compra e venda de máquinas gráficas, inclusive importação. Em 1946, o eminente empresário monta uma nova gráfica, que a partir de 1949 passa a ser administrada pelo seu filho Walter Priolli. Em 1960, seu irmão, Waldyr Priolli, também, entrou para a firma, em regime de sociedade, ativando o funcionamento dos setores tipográfico e offset. Com o tempo, após pesquisas do mercado consumidor, optaram pelo sistema de impressão offset.

Na foto, Srs. Waldyr Priolli e Walter Priolli. ABIGRAF EM REVISTA

9/1979

Apesar do profundo conhecimento que os Diretores possuíam de tipografia, havia certa dificuldade em se levar duas modalidades, paralelamente. E, em 1964 a firma passa a funcionar somente com offset.

Priolli & Cia. Ltda atualmente... Hoje, Priolli e Cia. Ltda., configura-se dentre as empresas mais organizadas. Dotada de modernas máquinas offset monocolores e bicolores, esta empresa está altamente capacitada em atender, com qualidade os mais sofisticados trabalhos gráficos. Sua área de 680 m2 em prédio próprio que sa23


30 anos de perfeição, pontualidade e qualidade

tisfaz totalmente sua capacidade instalada. No momento, não há motivos para sua expansão, mas se houver necessidade, esta será cumprida sem a menor sombra de dúvidas. Priolli e Cia. Ltda. esteve sempre um passo a frente, devido a sua organizada diretoria, alto padrão dos seus funcionários e, principalmente, na coerência de sua formação.

Mantendo excelente quadro de funcionários especializados, criados dentro da própria empresa, atendem com

esmero aos clientes mais exigentes. Os funcionários recebem total cobertura desta firma, que tem como principal meta a humanização, e futuramente serão beneficiados também, com os Planos de Assistência MédicoHospitalar do Instituto Iguatemi, conforme convênio já estabelecido entre

No flagrante, vista parcial dos escritórios, vendo-se ao fundo, it direita, o Sr. Luiz Priolli, genitor dos atuais diretores, Sr. Wilson Priolli e a funcionária Srta. Dora Missue Azuma.

essa organização médica e a ABIGRAF/SIGESP. Dando assim, exemplo de consciência e atenção aos seus colaboradores, por parte da diretoria que vem provar a importância do bem-estar de seus funcionários, parte do nervo central de uma empresa bem situada comercialmente.

Em ambiente harmonioso e confiante é que se fixa a Priolli e Cia. Ltda. Abigraf em Revista solidária aos trinta anos de existência da Priolli e Cia. Ltda., parabeniza-a pela perfeita integração no ramo gráfico de nosso Estado, visualizando constante êxito comercial à mesma.

Vv.

Na foto, outro flagrante do setor industrial da Litográfica Comercial Priolli & Cia. Ltda. 24

ABIGRAF EM REVISTA


I Os dias de dúvidas já passaram. Quem não possui fotocomposicão tem que partir para ela. Quem já tem, precisará de equipamento mais sofisticado para uma maior e melhor producão. ...ammem"k

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sistema de fotocomposição: pode ser alimentado através de seu teclado direto, ou por fita de papel, ou por discos magnéticos. Tem um poderoso sub-sistema de Correção, com um Video que pode mostrar em sua tela até 1.920 caracteres (em 24 linhas de 80 caracteres, ou 48 de 40 caracteres, ou até mesmo dois diferentes textos). Os textos, depois de corrigidos e editados, podem ser arquivados em discos magnéticos para futura utilização; até dois discos podem ser operados ao mesmo tempo, pois o Linoterm, pela sua avançada tecnologia, permite que se execute dois trabalhos diferentes simultaneamente (por exemplo: correção de um texto, enquanto outro

texto já corrigido, editado e armazenado em disco esteja sendo fotocomposto). A unidade de fotocomposição pode ter duas diferentes configurações: a do Linoterm-Standard, que é exatamente igual h já conhecida Linocomp II (17 linhas por minuto) e a do Linoterm-High Speed (50 linhas por minuto e justificação com hifenacão automática igual à da VIP). Ambas podem trabalhar com programa de unidades de largura de 1/54 do "M", com 4 fontes individuais de tipos, além de inúmeras outras revolucionárias características destinadas a facilitar e dinamizar as operações de composição gráfica!

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É o órgão oficial das empresas distribuidoras de gip, editada e publicada pela Assessoria de Comunicação do Sindigás — Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo. Circulação mensal. Redação e Administracão — Avenida Paulista, 1009, 16.° andar — São Paulo - SP.

Revista industrial e financeira, tiragem mensal, reserva-se os direitos, inclusive os de tradução, em todos os países signatários da Cone da venção Pan-Americana Convenção Internacional sobre Direitos Autorais. Produzida e impressa nas oficinas da EDITORA BANAS S.A. — Av. Presidente Castelo Branco, 6241 — São Paulo - SP.

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Calendário de eventos A Associação Brasileira de Embalagens comunica-nos os eventos que se farão realizar de outubro a dezembro do ano em curso.

Outubro 08 a 11 DFI-79 — Distribution for Industry Exhibition 09 a 10 a 14 a 15 a 19 a 22 a 22 a 22 a 30 a

National Exhibition Centre. Local: Birminghom 12 - Feira da Alimentação. Local: Malmoe - Suécia 17 - 8.a Mostra Internacional de Plástico e Borracha K 79 — Local: Dusseldorf 19 Taropack — International Packaging and Materials Handling Exhibition. Local: Poznan/Polônia 17 - Pack Ex 79 Exp. Nacional Canadense de Embalagem — Ind. Building, Exhibition Place, Toronto, Ont., Can. 24 Feira da Indústria Alimentícia e Hotelaria. Local: Munique - Alemanha 25 IFDEX — International Food and Drink Exhibition — Local: Dublin/Ireland 25 Memat — Middle East Materials Handling and Transport Show — Local: Bahrain 26 Pack Info 79 e Semana Internacional de Embalagem. Local: Mayflower Hotel, Washington DC USA 04/11 - Scampack — International Packaging Exhibition — Local: Gothenburg/Sweden

Novembro 05 a 09 - PRINTPAX ASIA — International Exhibition

of Printing and Packaging Equipment and Technology — Local: Singapura - Asia 07 a 15 - INVIA — International Materials Handling Exhibition — Local: Utrect - Netherlands 13 a 17 - Materials Handling, Storage and Packaging Exhibition — Local: Oslo - Noruega 20 a 23 - FIE-FOODPAK — International Food Industries Exhibition — Local: London/U.K.

Dezembro 07 a 16 - Exposição de Bebidas

Local: New York 14 a 19 - Taropak 79 — Exposição Internacional de Embalagens, Máquinas, Equipamentos, Transporte e Estocagem — Local: Poznan Não definida - 6.° Congresso Asiático del Packaging Local: Bombay - India Qualquer dúvida ou maiores informações favor dirigir-se à Avenida Paulista, 688, 15.° andar, conjuntos 152/4 — CEP 01310— São Paulo - SP 28

Produção de papéis especiais Presidente do grupo alemão MD Karl Heinz Nicolaus, anunciou, no Rio de Janeiro, durante o encontro com empresários da indústria de papel e do setor gráfico, que a MD Nicolaus Indústrias de Papéis Ltda. Fábrica Melhorpel, realizará, nos próximos anos, consideráveis investimentos destinados a aumentar a produção de papéis especiais para substituir as importações.

Tais investimentos contribuirão, ainda, para ampliar as exportações que estão sendo feitas para o mercado latino-americano e para concretização de projetos de substituição do consumo de derivados do petróleo por biomassa. Instalado há mais de um século nos arredores de Munique, o Grupo MD participa com cerca de 20% de sua produção nas exportações de papel realizadas pela Alemanha.

Scan Grafia 79 Ministério das Relações Exteriores nos informou que sera realizada em Copenhague, Dinamarca, SCAN GRAFIA 79, de 23 a 27 de outubro vindouro.

Muito embora, o citado evento, não esteja incluido no calendário de amostras do Itamaraty, para este ano, exportadores brasileiros interessados poderão participar do referido evento por sua própria conta.

Projeto de reflorestamento consul do Japão para a região Nordeste, Kikuo Wada, anunciou a possibilidade da Companhia Florestal Nipo-Brasileira (FLONIBRA), que atua em Minas Gerais e no Espirito Santo, estender ã Bahia seu projeto de reflorestamento e implantação de indústria de celulose.

Custos na Indústria Gráfica Os empresários gráficos de São Leopoldo e Novo Hamburgo realizaram em julho p. findo, nas dependências da Ki-Painel um encontro de confraternização. Na ocasião houve o encerramento do curso de Custos na Indústria Gráfica patrocinado pela Abigraf e Singrar, sendo as aulas administradas pelo Prof. José Ferrari. Na oportunidade foram debatidos vários assuntos pertinentes à classe, inclusive definido um encontro periódico marcado para a última sexta-feira de cada mês tentando dar maior integração e fortalecimento ao setor. ABIGRAF EM REVISTA


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Phr

abigraf/sigesp

PRODUTORES DO IBDF ENCONTRAM SOLUÇÃO

Reuniões

O setor de celulose e papel assegura condições mínimas de plantio para suprir as necessidades de matéria-prima

Após uma série de entrevistas mantidas em Brasilia com o Ministro Delfim Netto e com os Diretores do IBDF, o setor de celulose e papel assegurou "dentro das possibilidades dos recursos disponíveis" condições mínimas de plantio para suprir as necessidades de matéria-prima florestal destinada ao suprimento interno e à continuidade do programa de exportações. Memorial

Um memorial entregue pelo Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose, Horácio Cherkassky, ao Presidente do IBDF, Carlos Neves Galluf, demonstrou que o setor tido como de interesse nacional, mantém a taxa anual média de

ASSOCIAÇÃO

crescimento em torno dos 13% e que graças aos estímulos oferecidos, para o reflorestamento elevou a produção de celulose de eucalipto e de coníferas de 567 mil toneladas em 1969 para 1853 mil toneladas em 1978. Reflorestamento

Cherkassky defendeu a ampliação do reflorestamento do Nordeste como forma de atender o sentido social de geração de empregos em regiões de maior carência social, mas preconizou fossem assegurados os recursos destinados ao suprimento de madeira industrial "para que o país possa manter mercados externos para seus produtos celulósicos papeleiros".

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REGIONAL DO

ESTADO

Nesse sentido o IBDF e diretores da ANFPC manterão reuniões mensais para encaminhar conjuntamente as soluções futuras, considerando as crescentes necessidades de madeira industrial para a produção de celulose. A decisão intermediária do IBDF, que devido a carência de recursos não pode completar todas as intenções de plantio do setor, levou em conta também a média da produtividade das florestas administradas pelas indústrias de celulose e papel, "comprovadamente superior em pelo menos duas vezes a média brasileira". Diá logo Segundo Cherkassky o diálogo regular acertado com o IBDF permitirá encontrar soluções para a necessidade dos empreendimentos industriais programarem sua expansão "face a falta prevista de celulose a partir de 1980, o que implica na manutenção do programa de plantios florestais para não prejudicar a futura oferta de celulose no mercado nacional e assegurar a continuidade da participação brasileira no mercado internacional".

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A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (ABIGRAF) leva ao conhecimento dos interessados que estão a venda na sede da entidade as seguintes publicações de grande interesse do setor, não esquecendo o leitor, de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal ã entidade no valor correspondente.

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CONGRESSO E CONCURSO DE JOVENS CIENTISTAS "Considerações sobre o comportamento dilatométrico de uma argila caulínica sob os efeitos da adição de quartzo em quantidades crescentes" foi apresentado A banca examinadora do XXII Concurso Cientistas de Amanhã, na capital cearense, por Cristina Muriano, aluna da Escola SENAI "Armando de Arruda Pereira". Além do custeio de sua viagem e estada em Fortaleza, acompanhada por uma professora do SENAI, Cristina recebeu outros prêmios: do Instituto "Roberto Simonsen" — que patrocinou o Concurso — uma bolsa de estudo para curso em escola de nível superior; do IBECC — que organizou o Concurso — e da FUNBEC, livros e o Diploma de Honra ao Mérito e Distinção; e da Sociedade Brasileira de Química, além de cinco mil cruzeiros, uma assinatura da revista "Química Nova".

Estudantes de 1. 0 ou 2.° grau de todo o País participaram do XIV Congresso Jovens Cientistas, patrocinado pela Fundação de Amparo A Pesquisa de São Paulo (FAPESP) e organizado e realizado pelo Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (IBECC/UNESCO-São Paulo). Dos 55 trabalhos elaborados em equipe e apreciados por uma Comissão de Professores Universitários, 17 foram classificados, cinco dos quais, da área de Química, são de autoria de alunos das Escolas SENAI "Francisco Matarazzo" (Têxtil) e "Armando de Arruda Pereira" (Cerâmica). Acompanhados de seus professoresorientadores, alguns alunos, representando as respectivas equipes, fizeram pública apresentação dos trabalhos classificados, na Casa do Japão, no recinto da Universidade de São Paulo

(USP), em cujo campus ficaram alojados, desenvolvendo intensa programação cultural, que incluiu palestras, visitas de observação e contatos com professores daquela Universidade, entre os quais o magnífico reitor, prof. Waldir Muniz Oliva, e o diretor científico da FAPESP, prof. William Saad.

Treinamento para motoristas de empresas do ramo gráfico

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TREINAMENTO ATRAVÉS IMAGEM

Atento As necessidades de qualificação e aperfeiçoamento da mão-deobra destinada A indústria, o Departamento Regional do SENAI em São Paulo ministrou, através da sua Divisão de Assistência As Empresas (DAE), mais um Programa de Treinamento em Direção Defensiva para motoristas de empresas do ramo gráO referido programa visou ao aperfeiçoamento profissional de motoristas habilitados, profissionais ou amadores, fornecendo-lhes adequadas informações sobre as causas dos acidentes de trânsito e os meios de evitá-los. Entre outros temas, o programa abordou os seguintes pontos: O que é um Acidente de trânsito? O que é Direção Defensiva? Distância de Reação, Freagem, Parada e Seguimento; Método básico de Prevenção de Acidentes; Os cinco elementos da Direção Defensiva; Defesas para as seis posições de colisão de dois veículos; Outros tipos comuns de colisões; Colisões adversas e suas defesas; Cintos de segurança; Direito preferencial e Cruzamentos; Análise de Acidentes (pelos participantes) e Análise de

tornando-os, em pouco tempo, mais produtivos. Encerrada a exposição do prof. Les Cowie, o coordenador do Ensino e Treinamento do SENAI, prof. João Baptista Salles da Silva, agradeceu o conferencista, ressaltando terem sido suas explicações de real interesse para SENAI, que está procurando e experimentando novas metodologias de ensino à distância. "A Aplicação da Metodologia "Iconotrain" (treinamento pela imagem) no Desenvolvimento de Recursos Humanos" foi o tema da conferencia recentemente proferida pelo professor Les Cowie, da Africa do Sul, na sede do Departamento Regional do SENAI em São Paulo. A transmissão de conhecimentos tecnológicos pelo método audiovisual, enfatizou o conferencista, é um sistema que aumenta a eficiência e a produtividade do aprendiz, enriquecendo sua memória mediante o fornecimento de fontes e de outros elementos apresentados nos programas audiovisuais. A utilização do estímulo visual é mais apta a suscitar no treinando uma

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Concurso Cientistas de Amanhã

Sete dos melhores trabalhos desse Congresso foram em seguida apresentados no XXII Concurso Cientistas de Amanhã, realizado de 11 a 18 de julho p.p. em Fortaleza, Ceará, que foi local escolhido para a Reunião, este ano, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Apenas dois trabalhos foram premiados nesse Concurso, um dos quais

resposta imediata, sendo particularmente eficaz para o aprendizado de pessoas de pouca ou nenhuma alfabetização, bem como para grandes grupos de alunos. Demonstrações

Após as explicações básicas sobre a metodologia do novo sistema de treinamento audiovisual, o prof. Les Cowie mostrou num video, alguns dos programas de treinamento produzidos pela Iconotrain para algumas empresas de mineração e de automóveis na Africa do Sul: Como dirigir um veículo pesado; Como retirar o tanque de gasolina de um carro; Treinamento para vendedores de carros e Operações básicas na mecânica de veículos. Filmando as operações "in loco" e acoplando tecnicamente sons e imagens, a Iconotrain monta para as empresas interessadas um ou mais "kit" para treinamento a curto prazo, capacitando os treinandos para as operações desejadas e solução de problemas, ABIGRAF EM REVISTA

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senai ALUNOS DE ENGENHARIA ESTAGIAM NO SENAI informações tecnológicas adequadas — será realizado aos sábados, de manhã e à tarde, sempre de acordo com as disponibilidades das referidas Escolas e dentro dos limites da capacidade de suas oficinas. O SENAI cede o uso das máquinas, ferramental e equipamentos necessários ao estágio, cabendo à UNIMEP, entre outras obrigações, o pagamento do pessoal do SENAI colocado à disposição dos estagiários e o fornecimento da matéria-prima para a execução dos trabalhos práticos.

Em virtude de convênio firmado em primeiro de fevereiro de 1979, substituindo acordo anterior, o Departamento Regional do SENAI em São Paulo facultou à Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP) realizar o estágio de seus alunos dos Cursos de Engenharia de Produção Mecânica, Engenharia Industrial Mecânica e de Formação de Tecnólogos nas oficinas das Escolas SENAI "Mário Dedini", em Piracicaba, e "Fundação Romi - SENAI", em Santa Bárbara D'Oeste.

Os alunos, durante o estágio, estarão sujeitos às normas disciplinares das Escolas SENAI acima referidas, que lhes atribuirão notas ou qualificações de acordo com as tarefas executadas nas diferentes áreas, e fornecerão, no final do estágio, os certificados de aproveitamento, em função da freqüência e das notas obtidas. O programa geral — que inclui também, além dos trabalhos práticos,

Supervisão

Prevenção de Acidentes do Trabalho

A supervisão do estágio ficará sob a responsabilidade dos diretores de ambas as escolas do SENAI, ou de coordenadores por eles mesmos designados, coadjuvados por assessores indicados pela UNIMEP para acompanhar o andamento do estágio e auxiliar no desenvolvimento dos trabalhos.

Em apoio às campanhas governamentais de esclarecimento ao trabalhador em geral e, sobretudo, visando a incentivar entre seus aprendizes e alunos — futuros trabalhadores da indústria — uma mentalidade voltada para a prevenção de acidentes do trabalho, todas as Escolas da rede-SENA!

Certificados de Aproveitamento

estarão promovendo Semanas de Prevenção de Acidentes do Trabalho, através de palestras, trabalhos escritos e gráficos, projeção de filmes e outras atividades, enfatizando junto aos alunos e servidores da entidade a importância da prevenção de acidentes do trabalho.

Thompson Crown Mark II Excelente impressora offset do Grupo Solna que prima principalmente pela sua robustez e qualidade. Um alimentador contínuo composto de um sistema de sobreposição de folhas permite que cada uma chegue no devido tempo ao registro mesmo em alta velocidade. Possui uma fotocélula de detecção que faz com que a máquina pare instantaneamente quando falta uma folha na baliza frontal e, assim, qualquer problema pode ser corrigido imediatamente. Isto dá confiança ao operador e permite uma alta produção. O sistema de tintagem dessa máquina está bastante aprimorado. Possibilita a impressão de fundos chapados e outros tipos de fundos reticulados sem a mínima mancha. O ponto nos meios tons é limpo e correto. Imprime desde impressos a uma cor até as mais sofisticadas policromias sobre papéis couché.

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CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA Além de incrementar e estimular as atividades nas Areas cultural, econômica e social, este concurso visa homenagear a memória de um dos mais destacados representantes da indústria brasileira — Jorge Duprat Figueiredo

Brasileiro de Economia e do Instituto Roberto Simonsen, de São Paulo.

X — Os autores premiados, assim como também os detentores das menções honrosas, disporão de seus próprios originais, reservando-se a Confederação Nacional da Indústria, quando lhe interessar, o direito de publicação desses mesmos originais, diretamente ou por intermédio de editores da iniciativa privada, em regime de co-edição, assegurando-se, neste caso, os direitos autorais de praxe. XI — Em 1979, ano de sua implantação, o CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA, homenageando a memória de um dos

A Presidência da Confederação Nacional da Indústria, através de sua Assessoria Técnica e do Serviço de Relações Públicas, de acordo com a decisão da Diretoria aprovada na sessão de 27-11-78, objetivando incrementar suas atividades na área cultural, estimular a vocação de estudiosos da problemática econômica e social do País no campo da indústria, assim como difundir mais amplamente as finalidades e realizações da entidade, resolve instituir o CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA mediante as seguintes con-

dições: I — O CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDUSTRIA será promovido, anualmente, em âmbito nacional e a ele poderão concorrer brasileiros natos e naturalizados, na forma da lei. II — Os trabalhos apresentados deverão ter menos o caráter de comunicação ou súmula de informações do que o sentido de ensaios e estudos de natureza interpretativa, histórica e científica. III — Os originais concorrentes deverão ser rigorosamente inéditos e contar com o mínimo de 200 (duzentas) páginas datilografadas em papel tipo ofício, numa só face, espaço 2 (dois) e encaminhados em 5 (cinco) vias, cada uma colocada dentro de uma pasta. IV — Os originais serão assinados com pseudônimo do candidato e remetidos junto de envelope lacrado, o qual conterá, externamente, o pseudô32

nimo e o título da obra, e, no interior, dados de identificação como nome por extenso, nome adotado literariamente, endereço completo, CPF etc. V — O candidato somente poderá concorrer com um original em cada concurso, nada o impedindo, não obstante, de participar de concursos futuros, mesmo já tendo sido laureado. VI — Os temas escolhidos deverão abordar a história da Indústria, as instituições que a representam a biografia de seus vultos notáveis, assim como a análise de aspectos econômicos, financeiros, sociológicos e outros a ela associados, levando os candidatos em conta, além da exatidão científica e terminológica, do valor e originalidade da pesquisa, elementos tais como o tratamento literário, o método expositivo, a perspectiva sócio-econômica e cultural da realidade brasileira. VII — O CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA concederá um prêmio no valor de Cr$ 200.000,00 (duzentos mil cruzeiros) para o livro colocado em primeiro lugar. VIII — Além da premiação em dinheiro, a Comissão Julgadora atribuirá tantas menções honrosas quanto considerar necessárias para distinguir as obras que não tendo alcançado o nível do prêmio, são todavia, merecedoras de destaque e divulgação. IX — A Comissão Julgadora será composta de cinco membros, representantes da CNI, da Academia Brasileira de Letras, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Instituto

mais destacados representantes da indústria e de seus quadros dirigentes, terá a denominação de CONCURSO CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA — PRËMIO JORGE DUPRAT FIGUEIREDO, e o assunto versado se relacionará com a história da criação da CNI, do SESI e do SENAI, ressaltando-se a ação decisiva que nela tiveram Roberto Simonsen, Euvaldo Lodi e Morvan Figueiredo. XII — O prazo de inscrição começará em 2 de maio e terminará em 30 de setembro de 1979, devendo os concorrentes encaminharem seus trabalhos, no horário do expediente, diretamente à Confederação Nacional da Indústria, Serviço de Relações Públicas, Av. Nilo Peçanha, 50 — 34.° andar, Rio de Janeiro, CEP 20044; ou, nos Estados, à Federação das Indústrias. Quando os candidatos residirem no interior, os trabalhos poderão ser remetidos pelo Correio aos locais aqui indicados, prevalecendo, em tal caso, o recibo do registro postal como comprovante da inscrição. XIII — Concluídos os trabalhos da Comissão Julgadora, os resultados serão proclamados no dia 15 de dezembro . de 1979 pela imprensa de todo o Pais, devendo a entrega do prêmio e menções honrosas aos vencedores ser realizada em data a ser escolhida após a proclamação dos vencedores, em ato a ser efetuado na sede da Confederação Nacional da Indústria, no endereço acima referido, na presença de autoridades, membros representativos da indústria, escritores, jornalistas, professores e outras personalidades convidadas. ABIGRAF EM REVISTA


NOVA DIRETORIA DA BOLSIESP .

Após um ano de atividade, a BOLSIESP — Bolsa de Subcontratação Industrial do Estado de São Paulo, elegeu a nova Diretoria que representará seus associados no período 1979/80. A chapa eleita é a seguinte: Diretor-presidente: Abílio Alfredo Finotti; Diretor vice-presidente: Kornel Hegedus jimior, DiretorTesoureiro: Massamaro Sugawara; Diretor-Tesoureiro: Ronaldo Michal

Eberhardt; Diretores: Silas Botelho Filho, Gabriel Louis Arnulphy e Paulo Cezar Martins Barreto. A entidade tem como objetivo o emprego da plena capacidade instalada de máquinas, equipamentos e mão-de-obra ativando parque industrial ocioso das empresas. A entidade funciona à Av. Bernardino de Campos, 98 — 6.° andar — Telefones: 287-1395, 288-2919 297-9578.

Promoção do Brasil -Exportador A AEB — Associação de exportadores Brasileiros comunicou à FIESPCIESP que a RADIOBRAS — Empresa Brasileira de Radiofusão S/A, do Ministério das Comunicações, colocou em atividades cinco novos transmissores de alta potência (250 Kw cada) para operar em ondas curtas para a América do Sul, América Central, América do Norte, Europa Ocidental, Africa, Países Árabes e India. Promovendo a imagem do País, a Radiobrás pretende elaborar programas

especiais e dirigidos, a serem apresentados nos idiomas dos nossos principais parceiros comerciais, no sentido de promover o incremento de nossas exportações. A AEB solicita, portanto, sugestões das classes exportadoras brasileiras, sobre temas de interesse para os mercados e públicos em sua área de atuação. Mais informes no DECEX das entidades (Viaduto Dona Paulina, 80 — 5.° andar) citando o Processo N.° 200.652.

Embaixador inglês visita FIESP-CIESP Em missão de cortesia e objetivando fortalecimento dos laços de amizade entre sua representação diplomática e a indústria paulista, esteve na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo o embaixador britânico no Brasil, Sr. Norman Statham, que se fez acompanhar do consul geral da Inglaterra em São Paulo, Sr. John Church. Os dois representantes diplomáticos foram recebidos pelos Srs. Theobaldo De Nigris, presidente, e Francisco da Silva Villela, 1.0 vice-presidente das entidades representativas da indústria de São Paulo. Na oportunidade foram apreciados diferentes temas ligados ao relacionamento comercial e cultural entre Brasil e Inglaterra, bem assim apreciados aspectos referentes ao desenvolvimento econômico e industrial dos dois países.

Convênio Médico-Hospitalar JA EM PLENO VIGOR O CONVÊNIO MÉDICO-HOSPITALAR FIRMADO ENTRE A

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O principal objetivo deste convênio é a preservação da saúde dos executivos, familiares, funcionários destas entidades de classe e empresas associadas. A REDE HOSPITALAR IGUATEMI é a única organização que, além de um serviço de atendimento de alto nível, mantém convênios com empresas sem carência e exames médicos preliminares. Para maiores informações, solicite um contato da

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justa causa — não se consideraria coação (art. 100 do Código Civil). Estabilidade da Gestante. Somente é lícito invocá-la se fundada em acordo ou convenção coletiva, ou em sentença normativa. Salário-Maternidade. Gra-

videz verificável ictu occuli. Despedida injusta. Deferimento. Ac. 052/79 — TRT-CE 7." Região (Proc. RO-007/79). Rel.: Juiz Antonio Marques Cavalcante — Publicado em sessão de 22-02-79 e D.J. 14-03-79.

DONO DA OBRA — Responsabilidade subsidiária na inadimplência do empreiteiro A teor do disposto no artigo 455 da CLT, o dono da obra, ainda que não exerça atividades vinculadas à construção civil, tem responsabilidade

Férias - Pagamento se prova mediante recibo especifico

O pagamento de férias como o de salários se comprova com recibo específico. Ac. 2087/79 — TRT-RJ 1." Região (Proc.. RO-5863/78) unanimidade — Rel.: Juiz Laureano Alves Baptista — Publicado em sessão de 09-04-79.

subsidiária, na inadimplência do empreiteiro, não só porque é o beneficiário final do trabalho prestado pelo obreiro, como porque deve responder por culpa in eligendo. O caso é de responsabilidade subjetiva de quem se arrisca a construir, por conta própria, e escolhe empreiteiro, inidôneo profissional e financeiramente, para executar a obra. N.° 2135/78 — TRT-MG 3." Região — MM. Juízo de Alfenas — MG — por maioria — Rel.: Juiz Isis de Almeida — Publicado em sessão de 26-04-79 e no órgão oficial de Minas Gerais em 28-04-79.

Imposto de Renda retido na fonte sobre pagamento de aluguéis Decreto n.° 1.642 de 7 de dezembro de 78. O código a ser colocado no campo n.° 20 Toda pessoa jurídica (Sindicatos, Federações, Associações e demais empresas), ao pagar ou creditar a PESSOA FÍSICA, aluguel superior a seis mil cruzeiros, mensalmente, deverá reter obrigatoriamente na fonte, o IMPOSTO DE RENDA à alíquota de 10% (dez por cento) e efetuar o recolhimento do I.R. dentro do mês seguinte àquele em que se verificar a retenção, de conformidade com os artigos 21, 22 e 23 da Lei n.° 4.506 de 30-11-64, e (vinte) da guia de recolhimento (DARF) é 2049.

Participação nos lucros A participação do empregado nos lucros da empresa tem natureza salarial, ainda que variável e condicionada. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A participação do empregado nos lucros da empresa tem a natureza salarial, ainda que variável e condicionada (Amauri Mascaro Nascimento, José Martins Catharino, Luiz José de Mesquita, Arnaldo Sussekind, Adaucto Fernandes, Délio Maranhao e Francisco de Assis Ferreira). Igualmente a gratificação de balanço, quando percentual sobre os lucros (Gomes-Gottschalk)."

Faltas por doença Se o empregado não prova ter dado conhecimento à firma do seu afastamento por doença, as faltas consideram-se injustificadas. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A Recda. em depoimento disse às fls. que o horário do Recte. era das 7 às 18 horas com uma para refeição e às vezes ele fazia uma ou duas horas extras por dia, sendo exigido trabalhar aos sábados até às 16 horas; que no dia da dispensa o Recte. não apresentou atestado médico pela ausência de 8 a 15 de janeiro. Pelo que depreende dos atestados de fls. o Recte. esteve no INPS para consultar médico, assim como em 8 e 9 de janeiro, 13 e 14; 20, 23, 24 e 27, 28 e 29 de janeiro como consta às fls., estando comprovado o seu afastamento para tratamento no INPS. Não há entretanto prova de ter dado conhecimento à Recda. do seu afastamento por doença, justificando as faltas, de maneira que mantenho a R. sentença, negando provimento ao recurso".

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jurídico IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS

Taxa de Licença para Localização, Funcionamento e Instalação Carnês para pagamento da Taxa e do ISS Recebemos da Prefeitura do Município de São Paulo o ofício n.° 187/79, que nos dá orientação quanto ao pagamento da Taxa de Licença para Localização, Funcionamento e Instalação, o qual transcrevemos na íntegra. Comunicamos aos contribuintes dos tributos mobiliários, inscritos até 31-12-78, que a Prefeitura está efetuando a entrega de carnês, correspondentes ao exercício de 1979, com base na Lei Municipal n.° 8.809, de 31 de outubro de 1978, para pagamento da Taxa de Licença para Localização, Funcionamento e Instalação e do ISS, chamando a atenção para os seguintes aspectos: 1

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QUEM DEVERA RECEBER O CARNE DA TAXA DE LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO, FUNCIONAMENTO E INSTALAÇÃO. Todos os contribuintes cadastrados no CCM (exceto os contribuintes do setor de diversões públicas, enquadrados nos códigos de tipo de estabelecimento: 22500, 22608, 22705, 22802, 22900 ou 23000); QUEM DEVERA RECEBER O CARNE DO ISS Pessoas físicas enquadradas nos códigos de serviço: 1554, 1597, 1678, 1830, 2704, 2747, 2780, 2801, 2984, 3247, 3280, 3328, 3360, 3409, 3441, 3522, 3565, 3603, 3646, 3662, 3689, 3727, 4006, 4804, 5240, 5304, 6300, 7404, 8524, 8729, 8745, 8800, 8940; Sociedades uniprofissionais (definidas pelo Decreto n.° 14.523, de 03-05-77) enquadradas nos códigos de serviço: 1554, 1597, 2704, 2747, 2780, 2801, 3247, 3280, 3328, 3360, 3409, 3522, 3565, 3603, 3689, 3727, 4804. A Prefeitura está entregando os carnes no endereço constante do cadastro, através do correio e do setor especializado da Secretaria de Finanças. - A DATA DE VENCIMENTO DA TAXA E DA 1.a PRESTAÇÃO DO ISS SERA UMA DAS SEGUINTES: 3. 1 - Contribuintes com CEP 01000 ou não identificado na Fl - Ficha de Inscrição:

vencimento 09-05-79; 40

3 .2 - Demais contribuintes com CEP na Fl: CCM 1.000.012-7 até 1.244.138-4 Data final de entrega: 24 - 04 - 79 Vencimento: 22-05-79 CCM 1.244.140-6 até 8.269.038-3 Data final de entrega: 11-05-79 Vencimento: 05-06-72 CCM 8.269.039-1 até 8.450.112-0 Data final de entrega: 25-05-79 Vencimento: 20-06-79 4 - CARNES NÃO ENTREGUES AOS CONTRIBUINTES Os carnes estarão a disposição dos contribuintes não encontrados no endereço cadastrado, durante 60 dias contados da data final de entrega, à Avenida Prestes Maia, 913, 3.° andar. Após esse prazo e efetuada a notificação por edital, serão objeto de cobrança executiva. 5 - QUAISQUER OUTRAS DÚVIDAS PODERÃO SER SANADAS JUNTO AO BALCÃO DE INFORMAÇÕES AO PÚBLICO - Avenida Prestes Maia, 919 - Metrô Luz, das 9 às 17 horas.

Firma individual - Depósitos bancários Em recurso, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "A sentença foi reformada pelo egrégio Tribunal Federal de Recursos, em acórdão que porta a ementa seguinte: "Imposto de Rends, Firma Individual. Titular que como fonte de renda só possui uma, a da sua firma, mas que apresenta conta bancária de certo porte, em desacordo com os seus rendimentos conhecidos. Conclusão de que tais valores decorrem de renda desviada da firma. Sentença que se reforma para julgar procedente o executivo fiscal". "Também não foram violados os arts. 198 e 224, § 1. 0 do Decreto 58.400/66. Vários são os meios de prova e, pelo fato de a autuação ter como base os mencionados dispositivos, não quer dizer que o Fisco, obrigatoriamente, teria de provar ter havido "compras e vendas sem notas" pelos livros da firma. A demonstração ocorreu por outras formas, inclusive pela circunstância de não haver o depositante justificado a origem do dinheiro e ter como única fonte de renda sua firma comercial". Acórdão de 9-11-76, da 1. 8 Turma do STF, no RE 84.626, de São Paulo (Eloy da Rocha, Pres.; Cunha Peixoto, Rel.). RTJ 85, págs. 931/933. ABIGRAF EM REVISTA

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Regionais da ABIGRAF BAHIA SERGIPE Rua Chile, 22 — Sala 1401 Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° andar — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederico Pontes, 94 — Fones: (0712) 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101 CEP 40000 — SALVADOR - BA -

CEARA Rua Senador Pompeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Residência: Rua Caramuru, 63 — Fone: 223-6882 Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 — Fone: 226-9056 CEP 60000 — FORTALEZA - CE

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GOIÁS Presidente: MÁRIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74000 — GOIÂNIA - GO MINAS GERAIS Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30000 — BELO HORIZONTE - MG PARAIBA Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabe lo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58000 — JOÃO PESSOA - PB PARANÁ Rua rosé Loureiro, 464 — 9.° andar — Conj. 91 — Fone: (041) 223-3705 Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 34-6549 Empresa: Gráfica Vitória

Rua Andre de Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80000 — CURITIBA - PR PERNAMBUCO Avenida Cruz Cabuga, 84 — I.° andar Presidente: JOSÉ MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50000 — RECIFE - PE

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RIO GRANDE DO SUL Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19. 0 andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 221-4577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CEP 95100 — CAXIAS DO SUL - RG RIO DE JANEIRO Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 230-4171 - 230-4747 - 391-1748 Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO - RJ SANTA CATARINA Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89250 JARAGUA DO SUL. SC SAO PAULO Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223

Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — Fone: 278-7331 — CEP 01523 — SAO PAULO - SP 9/1979

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Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 2.* Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognesl Pereira 2.0 Secretário:

Dráusio Basile Tesoureiro: Waldyr Priolll

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua São Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

2.. Tesoureiro:

Jose Aidar Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelll Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade VItto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

Sindicato das Indúttrias Gráficas no Estado de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAL SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 64963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.. Secretário:

Jose Aidar Filho Tesoureiro: I rineu Thomaz

Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: /0 A0 ALVES DA COSTA

2.. Tesoureiro: Waldyr Priolli

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A

Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drdusio Basile Homero Villela de Andrade Ernani Parise Jose Bignardl Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Airton.Conde

Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De NIgris Homero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Dráusio Basile Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 as 17 horas Aos sábados não há expediente. Secretário Geral Elias Valentir

Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luis Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria PrIolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cíyels e criminals.

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LINS, SP Gráfica Rio Branco

Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes. 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MARIO DE CAMARGO

TAUBATÉ, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: 22-4467 Diretor: ALCIDES BONORA AB1GRAF EM REVISTA


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que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOTRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT ( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizes fotográficas, mas sim programações eletrônicas para o tubo de raios catódicos. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype Por f im, o programa de fotocompositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam os terminais de edição e composição CompuEdit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposição no código TTS. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB formada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a uma fotocompositora, ou então, em conjunto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a composição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS A HARRIS fornece com cada sistema de fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS ski todos amplamente testados e se encontram em uso rios maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita a Rua Conselheiro Nébias, São Paulo: e com filiais no Rio de Janeiro, recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica. No Brasil, muitos jornaise editora de grande porte trabalhamcomsistemas de fotocompositoras HARRIS.

Sistemas de fotocomposicão para jornais - A HARRIS tem desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição pare jornais, adequados para jornais de grande, médio e pequeno porte. O lançamento mais recente neste setor, corresponde a série HARRIS 2530, o modelo 2531. menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composição de textos e classificados, duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700, possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior, incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta serie nova, 2530, há ainda os sistemas de fotocomposiçâo para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandíssimo porte. Sistema de fotocomposicão lay out: HARRIS 2200 0 sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e um computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposição. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo, com linhas verticais e horizontais. Por simples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Somente quando o anúncio está completo na tela e em definitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. O operador não se precisa preocupar em definir distâncias, corpos, entrelinhamentos etc, pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC Há dais modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT -

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Revista Abigraf 046