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ANO IV - NÚMERO 45 - AGOSTO 79

EM REVISTA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


Apresentamos para apreciação de V. Sa. a nossa linha exclusiva de máquinas impressoras OFFSET com todos os recursos para serviços de artes gráficas de alto nível.

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e Chapas


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Expediente

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EM

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Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos. Publicação registrada no Departamento de Policia Federal — Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Diretor Responsável:

Capa: Criação e Arte-final: Daisy Taeko Sakuno

Fotolitos: Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Sumário

Rubens Amat Ferreira Diretor Editor:

Rose Maria Priolli Produtor:

Maria Lirio Sampaio Jornalista Responsável:

Editorial — Finalmente, menor carga tributária para a Indústria Gráfica!

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Cartas

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Do original ao impresso: por que não racionalizar?

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René Santini Filho MTPS 1203

ABIGRAF/SIGESP — Vega S.A. Corretores de Valores: oferece o máximo de segurança e um mínimo de clientes!

Diagramador: Natal B. Pepe

FIESP/CIESP — China quer experiência do desenvolvimento

Consultores Técnicos:

SENAI — SENAI debate Sistema Modular para Formação Profissional

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Duas máquinas "Catu" para cada gráfica brasileira!

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Drausio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary

brasileiro

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Colaboradores:

Nossa Impressão

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Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss SENAI - ABTG - FIESP

ABTG — Criação, arte final e originais para a reprodução

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Circulação:

FLASHES — Offset Adast Dominant 724

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Benedicto Lopes dos Santos Composição Gráfica:

Cortes do IBDF nos plantios ameaçam Programa Nacional de Papel e Celulose

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JURÍDICO — Algumas considerações sobre admissão e desligamento de empregados

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Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Priolli & Cia. Ltda.

Regionais da ABIGRAF Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 e 37-0724 End. Teleg.: "ABIGRAF" - CP 7815

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Delegados no Estado de São Paulo

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ABIGRAF EM REVISTA — ANO IV — N.° 45 — agosto de 1979 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos e afins 3


A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECÁNICOS

Equipamentos Fotomecânicos Industriais Ltda Av. Tomaz Edison, n° 448 • CEP 01140 • SP Dept° Comercial: leis.: 853-8043 e 881-2166 Telex: (11) 21822 (GRIC) Representantes Regionais: Rio de Janeiro • Porto Alegre • Curitiba Florianópolis • Belo Horizonte • Brasilia • Salvador • Recife • Fortaleza.


editorial

Finalmente, menor carga tributária para a Indústria Gráfica Finalmente, a incansável luta empreendida pela ABIGRAF se viu coroada de pleno êxito, após brilhante e consentânea resolução dos órgãos governamentais, tendo b frente S. Exa. o Ministro da Fazenda, Sr. Karlos Richbieter, que houveram por bem minimizer a carga tributária, inerente ao IPI, incidente sobre a Indústria Gráfica privada. Medida esta bastante louvável, e que de há muito ¡á era esperada pelo setor, vindo beneficiar aproximadamente 5.300 empresas sensivelmente abaladas em sua estrutura pela, então, excessiva carga de impostos que arcavam sobre seus ombros. Além dessa pesada carga de impostos, as Indústrias Gráficas privadas têm que fazer frente, ainda, b grande concorrência levada a efeito pelas empresas estatais, verticalizadas e de benemerência, que imunes de uma série de encargos e beneficiadas na aquisição de maquinarias da mais elevada tecnologia, concorrem paralelamente com as aludidas empresas com grandes vantagens, subtraindo uma parcela considerável de serviços gráficos antes efetuados por aquelas. E essa criteriosa ameniza cão de impostos, se não traduz uma solução global, pelo menos traz um grande alívio e a possibilidade de um maior equilíbrio por parte das empresas privadas, a fim de compensarem a defasagem ocasionada pela desleal concorrência acima aludida. Este se configura em mais uma vitória desta Entidade de Classe, sempre alerta e incansável na luta pelos direitos do setor, orientando, sempre que possível, com fatos concretos os poderes constituídos do Pais na busca de soluções que evitem entravar o desenvolvimento tecnológico e econômico desse importante ramo empresarial, que contribui, de forma decisiva, na formação de nosso Produto Interno Bruto. Reiteramos, aqui, os nossos mais profundos agradecimentos, em nome da Indústria Gráfica, ao Sr. Ministro da Fazenda, Karlos Richbie ter, ao ilustre Secretário da Receita Federal, Dr. Francisco Dornelles e ao Coordenador do Sistema de Tributação, Dr. Jimir S. Doniak, pela dedicação e solicitude com que trataram o problema do IPI, e outros ainda pendentes, mas ¡á em fase de estudos e apreciação, numa demonstração consciente do importante papel que a Indústria Gráfica representa no atual estágio de desenvolvimento educacional e econômico da Nação.

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cartas Senhor Presidente: Em virtude de termos tido conhecimento da existência dessa maravilhosa Associação, a qual através de seus impressos traz-nos informações por demais proveitosas no campo gráfico, vimos por meio desta solicitar de V. Sa. que se for possível mandenos informações precisas sobre a assinatura anual desta proveitosa revista. De antemão queremos parabenizá-los por essa maravilhosa Associação e salientamos que estamos iniciando uma pequena tipografia em nossa cidade e para isso temos que estar bem informados sobre coisas diversas, tais como: Fábricas de papéis, de tintas, cartões de casamento, etc. Com os nossos mais sinceros agradecimentos, subscrevemo-nos muito Atenciosamente GRÁFICA PARILON LTDA. Rua J. J. Seabra, 133 — Coaraci - BA Informamos-lhe que a assinatura anual da Revista perfaz o valor de Cr$ 480,00. Aproveitamos a oportunidade e agradecemos as palavras gentis a nós dirigidas, e nos colocamos ao seu inteiro dispor. Prezados senhores: Vimos através deste solicitar a Vossas Senhorias, a gentileza de nos enviar a Nova Tabela de Custos para Empresas Gráficas. Queremos, com isto, aprimorar nossos métodos de cálculos de Custos de Produção, que nem sempre nos dão uma visão exata da realidade dos processos produtivos. Certos de podermos contar com sua especial colaboração, solicitamos ainda o obséquio de remeter para: Litografia Serrana S.A. — Rua Irmãos Gressler, 55 — 98700 — Ijuí - RS. No aguardo de sua providências, antecipamos agradecimentos e subscrevemo-nos

Prezados senhores:

Prezados Senhores: Considerando que na moderna Administração, a racionalização do Sistema de Informações (Arquivo) representa fator importantíssimo, tanto do ponto de vista administrativo (menores custos operacionais) quanto do ponto de vista de velocidade e segurança operacional, a nossa empresa criou e aperfeiçoou um novo conceito em Arquivamento de Pastas (Pastas comuns e suspensas). Este novo conceito é representado basicamente por módulos móveis que deslizam sobre trilhos transferindo automaticamente o espaço de consulta entre os mesmos. Desta forma, conseguiu-se com a utilização do Sistema Deslizante, uma grande redução de custos operacionais, visto que o custo aquisitivo se equivale ao sistema convencional (gabinetes de gavetas) e a economia de Area é superior a 70% (setenta por cento). Além disso, o sistema oferece maior velocidade operacional, maior segurança e melhor estética. Seu posicionamento de arquivamento é lateral. O projeto de viabilidade de instalação (Plantas e análises operacionais comparativas) é feito pela nossa equipe de técnicos especializados e não representará nenhum ônus para V. Sas., portanto, caso desejem, podemos apresentar, sem qualquer compromisso, trabalho que permitirá avaliação das vantagens do Sistema em seu Arquivo. Sendo o que se nos apresenta para o momento firmamo-nos, Atenciosamente NG — São Paulo — Sistemas de Arquivamento Ltda. Rua Afonso Celso, 1.359 São Paulo - SP

Atenciosamente LITOGRAFIA SERRANA S.A. Rua Irmãos Gressler, 55 — 98700 Ijuí - RS

Prezados senhores:

A Diretoria da Associação Brasileira da Indústria Gráfica At. Sr. Presidente Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar São Paulo - SP (01223) Recebam as nossas melhores felicitações pela gloriosa campanha isenção IPI, ratificada 26 p.p., representando resultado do trabalho profícuo e tenaz desta Associação em prol dos empresários gráficos brasileiros. Continuem esta campanha em defesa dos interesses de todos aqueles que vos prestigiam e lhes dedicam o maior apreço e respeito corporativo.

Recebemos a ABIGRAF n. ° 38, mês de janeiro 79 e lemos no seu editorial a respeito da intenção de padronização de custos, uma nobre intenção. Seria muito importante que os nossos colegas novos e veteranos alcançassem a intenção que tiveram os Sindicatos de São Paulo e do Paraná. Infelizmente nem todos que exploram o ramo gráfico e similares, são associados ou recebem a nossa revista. Acreditamos que todos os Sindicatos devam ter um jornalzinho, como o nosso Sigebe publica o jornal Impressão. Esta tabela deveria ser publicada. Aproveitando a oportunidade gostaríamos de receber uma tabela desta, o que ficaríamos gratos e certos de sermos atendidos, subscrevemos atenciosamente.

INDÚSTRIAS SPINOLA LTDA. Diretoria Rua José Bento, 106/116 — Cambuci - SP

Sr. Balbino Ribeiro Filho Gerente da INDÚSTRIA GRÁFICA IRMÃOS RIBEIRO LTDA.

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Leitores, que somos desta conceituada e empreendedora Revista da ABIGRAF, é que tomamos a liberdade em nos incluir, com sua permissão, no rol dos assinantes, desta esplêndida publicação gráfica brasileira. Trabalhando, neste espinhoso ramo gráfico, muitas vezes fomos encontrar soluções e sugestões técnicas neste órgão informativo. Embora, de porte modesto, nossa empresa deseja estar a par do constante desenvolvimento tecnológico gráfico, bem como as informações gerais, que são ali veiculadas. Esperando, sermos atendidos neste empreendimento nos colocamos a disposição em todos os valores financeiros que venham a incidir. Desde A, jubilosos e esperançosos, agradecemos a ‘acolhida, enquanto nos colocamos ao inteiro dispor de V. Sa. Atenciosamente, Sr. Tadeu Jair Pereira — Dep. Técnico GRÁFICA AUXILIAR de Oto Miguel Pereira Rua Tubalcain Faraco, 45 — 88700 Tubarão — Santa Catarina Agradecemos sua gentil carta. Continuaremos contando com o prestigio de V. Sas., pois, só assim nos sentimos incentivados para prosseguirmos, nesta caminhada. Prezado Senhor: Temos a satisfação de acusar o recebimento de sua carta AR-12/79, de 19 do corrente, capeando um exemplar da publicação "Abigraf em Revista", que inseriu, em dezembro último, matéria de interesse da nossa entidade. Consignando agradecimentos pela gentileza com que nos distinguiu, valemo-nos do ensejo para apresentar-lhe nossos cordiais cumprimentos. Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Hélio Barbosa Fernandes - Sec. Geral Prezados Senhores: Mensalmente, recebo ABIGRAF EM REVISTA, e por considerá-la de grande importância para nosso ramo, solicito de V. Sas. a possibilidade do envio de 2 exemplares da mesma, a partir do mês de janeiro. Agradeço antecipadamente. Atenciosamente ABRIL S/A CULTURAL E INDUSTRIAL André Raccah - Diretoria de Papel Comunico a V. Sas. de que todas as providências já foram tomadas junto ao Departamento de Circulação de ABIGRAF EM REVISTA para que esta solicitação seja atendida. Sem outro particular, continuamos sempre it inteira disposição dessa conceituada empresa. ABIGRAF EM REVISTA

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Papel Simão. Fidelidade acima de qualquer suspeita. Não se deixe enganar pelas imagine também o tipo de papel ideal. aparências. Na linha de papéis Simão muito triste ter uma idéia E. maravilhosa e ser traído no você pode confiar. Ela tem várias maneiras resultado final. Por isso, na hora de criar para mostrar que 6. fiel às suas um encarte, um folheto ou idéias. material de ponto-de-venda, Desde o apergaminhado

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Do original ao impresso: por que não racionalizar? Palestra elaborada por Ronald Persichetti, Antonio M. Ortiguela e Célio Emerique, tendo sido proferida na 6.° Semana Tecnológica de Artes Gráficas, realizada pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", de 16 a 20 de outubro de 1978

Ao entendermos racionalização como "um princípio para tornar mais eficientes os processos de trabalho industrial, agrícola, etc.", segundo consta no Dicionário Aurélio, compete a nós compreender que um original, a ser reproduzido pela Indústria Gráfica, já deve conter os fundamentos básicos para que este obtenha um resultado final coerente, e estes fundamentos já são a racionalização do mesmo, ou melhor, já devem conter antecipadamente as informações para serem bem reproduzidos. Da mesma forma, entendemos por racionalização, sob o ponto de vista gráfico, a utilização correta de equipamentos, materiais, mão-de-obra, processos, etc. Os detalhes de cada programa de racionalização devem ser elaborados de forma a satisfazer às necessidades individuais de cada firma, seja esta de pequeno, médio ou grande porte. Visto isto, passemos às etapas que norteiam os fundamentos básicos para uma racionalização adequada, e conseqüentemente começaremos pelo original a ser reproduzido. Quando uma empresa se dispõe a confeccionar um produto impresso, a idéia da verba que vai ser utilizada é de primordial importância, já que daqui se tirarão conclusões como: quanto ao processo a ser utilizado, se este é viável para a tiragem de que se necessita; ou se a qualidade que o 8

processo escolhido nos proporcionará, está de acordo com a pretendida. Nesta avaliação, devemos levar em conta o suporte a ser utilizado, pois este nos limitará sensivelmente o processo a seguir. Devemos prever também detalhes como: formatos, texturas, cortes de papel, possibilidades de melhores entradas em máquina, tanto na fase de impressão, quanto na fase de acabamento. Fundamentalmente, temos dois tipos de originais: preto e branco e em cores. Estes, por sua vez, se subdividem em: traços, tom continuo ou meio tom, artes e cromos. Faremos algumas considerações em volta destes tipos de originais, começando pelos de preto e branco a traço e de tom continuo. Nos originais a traço, devemos ter sempre em mente a medida final de reprodução, pois, se este apresenta traços finos, estaremos pondo em risco a boa nitidez destes, caso a arte deva sofrer redução. Da mesma forma serão afetadas as retículas ou vinhetas que por acaso sejam colocadas na mesma. Quando devam ser aplicadas retículas nos filmes, as porcentagens devem ser muito bem calculadas, mormente quando se trata de combinação de cores, sendo preferível indicar estas através de amostras e deixar as porcentagens a critério de quem for reproduzir.

Nos originais de meio tom ou tom continuo, devem ser levados em consideração o contraste e harmonia dos tons desejados, assim como a melhor seqüência de detalhes possível, a fim de compensar as perdas naturais inerentes à reprodução. Nos originais a cores, temos as artes que, considerando as tintas utilizadas para a confecção das mesmas, e dependendo do seu tipo, geram problemas na fidelidade de reprodução, por vezes de difícil resolução; a solução ideal seria transformar estas artes em cromos, mantendo, assim, uma padronização oportuna no que se refere â reprodução. Logicamente a reprodução de um cromo está sempre mais perto dos parâmetros de padronização, tanto das fábricas de filmes e materiais sensíveis, quanto das empresas que efetuam serviços de reprodução para uso próprio ou para fornecer a terceiros, desde que se mantenham os "standards" estabelecidos no que se refere a escalas de tinta, equilíbrio .cromático, etc.; assuntos de que nos ocuparemos adiante. De qualquer maneira, é de vital importância, para a boa reprodução de um cromo, observar alguns fatores como: foco, granulação, tremulação, invasão de cores, contrastes excessivos ou deficientes e defeitos decorrentes de manuseio inconveniente, assim como — e aqui devemos enfatizar este ABIGRAF EM REVISTA


item — quantas vezes será ampliado

. o cromo ou a imagem nele contida. — 4 Nunca devemos fazê-lo mais de dez vezes. Finalidade da Padronização

Faremos, a seguir, algumas considerações em torno da padronização. Ora, sabemos que a tendência natural de qualquer cliente, seja este de publicações, folhetos, embalagens ou outros materiais impressos, é diversificar de uma maneira eficaz, A primp.- meira vista, os seus produtos, para poder cobrir melhor um mercado cada vez mais exigente e seletivo. Nem sempre é feito isto de uma forma racional, provocando, evidentemente, um aumento de custos de fabricação destes produtos. Queremos crer que o caminho lógico, a seguir, seria estabelecer uma série de padrões onde todos os produtos, ou pelo menos uma grande parte, poderiam se encaixar sem prejudicar a diversificação pelo lado do cliente, como também sem alterar os sistemas de fabricação, custo e qualidade, pelo lado da Indústria Gráfica. Portanto, entendemos que a padronização de produtos impressos, em princípio, parte de uma linha direta e da maneira mais coerente possível, entre cliente e indústria. Embora não seja obrigatória, sob o ponto de vista de criação de um produto, devido As vantagens que desta podem surgir, é bastante desejável. Da mesma forma, pelo lado industrial, a padronização plausível de alterações, desde que estas se tornem necessárias, seja para obter uma maior produtivididade, como para ganhar algum ponto no conceito geral de qualidade final do produto. Dito isto, e deixando um pouco A margem a racionalização de originais, assunto dos mais heterogêneos, entraremos no campo industrial e abordaremos alguns problemas com os quais nos defrontamos cotidianamente de uma maneira mais ou menos freqüente. MN,

Racionalização na Produção

Sob o ponto de vista gráfico, a racionalização pode ser procurada em diversos pontos; os três que reconhecemos, porém, como os mais importantes são: equipamentos, matérias8/1979

primas e mão-de-obra. A seguir, discorremos sobre alguns aspectos que achamos de importante significação. Composição

Nesta fase da execução de um produto, podemos apontar a fotocomposição como o processo que reúne as melhores características de racionalização, dada a diversificação de equipamentos que o mercado eferece na atualidade, equipamentos estes, que atendem às necessidades de todas as indústrias gráficas, não importando o tamanho destas. Existem equipamentos que podem ser julgados pequenos, pelo seu baixo índice de produção: são fotocompositoras pequenas de entrada direta. Existem as de porte médio, que são fotocompositoras acionadas por fita perfurada, com teclados justificantes ou não, e as grandes, que são sistemas com computador central e terminais de vídeo. • Finalmente, temos as fotocompositoras "on line". Todos esses equipamentos oferecem opções de troca de corpos, famílias, largura de linha e entrelinhamento, que permitem atender A maior parte, por que não dizer, a todos os trabalhos com que nos defrontamos no dia a dia. Naturalmente, neste passo do processo de fabricação, devem-se seguir normas adequadas no que se refere A apresentação de laudas, pré-past-ups, etc., pois estes instrumentos são fundamentais para a elaboração racional do trabalho. Infelizmente ainda não temos normas oficiais para a confecção deste tipo de "ferramentas", normas estas que deveriam visar uma padronização total, já que, no momento, cada firma utiliza aquelas que julga mais convenientes. Foto-reprodução

Sabemos que os sistemas de reprodução são os mais sofisticados dentro da indústria gráfica, e conseqüentemente os meios de racionalização nes-

te campo deveriam ser os mais corretos. Entretanto, existem longos caminhos a percorrer antes de chegarmos a uma situação ideal, sem com isto esquecermos que muitas empresas estão lutando para atingir este grau. Lobel e Dubois definiram a sensitometria, como a ciência que estuda a ação fotoquímica da luz sobre as emulsões sensíveis; fornece os meios para medir esta ação e pode determinar a relação existente entre a quantidade de luz recebida por uma emulsão sensível e a quantidade de sal de prata que se reduzirá por enegrecimento direto, ou por efeito da revelacão ulterior. Em outras palavras, diríamos que o controle existente, entre a ação da luz sobre a emulsão e o enegrecimento resultante, se denomina sensitometria. Uma das "ferramentas" de trabalho na foto-reprodução, para obter uma padronização adequada, é esta; porém em nada nos auxiliaria, se paralelamente não observássemos regras rigorosas quanto a fontes de luz, sistemas óticos, processos de revelação, materiais sensíveis, normas básicas para o tratamento destes e, fundamentalmente, uma mão-de-obra capaz de assimilar a tecnologia que os processos requerem, assim como resolver a contento os problemas que podem vir A luz, durante sua execução. Atualmente temos fontes de luz das mais diversas, desde lâmpadas incandescentes até flashes eletrônicos, passando por uma extensa gama de naturezas diferentes com relação ao espectro: lâmpadas supervoltadas, fluorescentes de vapor de mercúrio a alta pressão, de arco, de xenon, etc. cada uma destas diferentes fontes de luz nos proporcionam indices de racionalização específicos, dando oportunidade de adotar aquela que mais se identifica com nosso tipo de serviço e com a qualidade de reprodução que estamos dispostos a oferecer. Os processos de revelação, nos tempos atuais são, a nosso ver, os responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico dos sistemas de reprodução, pois, com o advento da revelação automática, foi possível estabelecer padrões específicos na utilização do précálculo (programação), em todos os passos de foto-reprodução, desde a execução da seleção de cores, até os positivos reticulados. Permite também uma maior produtividade na obtenção de traços, máscaras e contatos para os 9


setores de pré-montagem, ou seja, para a montagem de negativos. Apesar do custo relativamente elevado, para pequenos volumes de serviço, o uso das processadoras automáticas (máquinas de revelar) — estamos certos — é o passo mais importante, tendo em vista a racionalização. Nesta análise, que ora nos está ocupando, não poderíamos deixar de dizer algumas palavras a respeito de retículas e da mão-de-obra necessária, para poder levar a bom termo um trabalho de reprodução. Há quem diga que o fotógrafo de reprodução de hoje, com a ajuda de densitômetros, calculadoras de exposições, máquinas de revelar automáticas, máquinas de reproduzir as mais sofisticadas, etc. .. está perdendo o valor como artesão que ostentava algum tempo atrás; podemos assegurar que não há nada mais errado do que esta opinião. Pelo contrário, este precisa ser mais hábil quando utiliza equipamentos e materiais fotossensíveis sumamente especializados. Daremos, a título de exemplo, a escolha de uma retícula de contato, que é a indicada para aqueles que visam uma racionalização nos processos de reprodução. O fotógrafo deve ter a mais absoluta certeza da retícula que vai escolher, entre os diversos tipos existentes. Tem que saber qual é a que deve usar, por que e como. Temos retículas com características diversas, desde a "linhatura" das mesmas, até a forma de ponto que estas vão produzir: normal, com ponto quadrado ou redondo, elíptico, respi, etc. Ademais, devemos levar em conta a escala de contraste da retícula que vamos utilizar, pois esta varia de acordo com o fabricante, tipo e idade, isto é, tempo de uso. Além dos fatores inerentes A retícula, temos outros que podem afetar a escala, como: o equipamento, as objetivas, fontes de luz, tipo de revelação, assim como, tempo e temperatura e, finalmente, o material fotossensível. No que se refere ao material fotosensível, podemos dizer que a escolha minuciosa do tipo adequado a cada processo é outro aspecto importante para uma boa racionalização, assim como a adoção de formatos adequados ao trabalho médio que a empresa produz e o uso de guilhotinas de boa qualidade. Isto nos ajudará a contornar o problema de desperdício deste material, por demais oneroso, minimizando, assim, os custos de reprodução. 10

8 um traço generalizado que os bens de conhecimento estão em constante evolução, e esse desenvolvimento leva as sociedades ao progresso. Assim, quem quiser sobreviver deve progredir, pois o progresso faz parte de um conjunto que está sempre em constante evolução. Torna-se fácil prever o que ocorre Aqueles que não conseguem se adaptar aos novos conhecimentos. Existe sempre alguma forma melhor, e em seu conjunto mais simples, de executar uma tarefa com finalidade determinada. Assim, há sempre alguém estudando possibilidades de melhorar os processos existentes, surgindo então, novas idéias que posteriormente se tornam de conhecimento geral. Podemos dizer que existem três grupos principais que fornecem constantemente subsídios para este desenvolvimento: as empresas por si, que se preocupam em melhorar os seus produtos; os fornecedores de equipamentos e matérias-primas, preocupados em alcançar produtos economicamente mais fortes; e as entidades especializadas de pesquisa, procurando atender da melhor maneira possível, tanto empresas quanto fornecedores. Compreendendo as novas idéias, deve-se compreender também as necessidades da empresa com relação a estas. Entendemos que não se devem aplicar as idéias a uma empresa pelo fato de que estas são novas, e sim porque estas reúnem condições para uma racionalização adequada dos seus produtos. Assim, o conhecimento da idéia e o conhecimento das necessidadds da empresa serão os tópicos determinantes da aplicação das novas idéias; entretanto, estas podem ser ignoradas temporariamente ou aplicadas com adaptações adequadas As necessidades do momento. O ambiente para a criação ou implantação de novas técnicas e equipamentos deve ser o mais propício possível, pois todos sabemos das resistências naturais As novidades e As mudanças que ocorrem em cada meio. Continuando com a nossa análise a respeito da racionalização, o faremos de uma forma abrangente As diversas áreas envolvidas nos processos gráficos. Quando pretendemos imprimir ilustrações pelo sistema mais popular, ou seja, o Offset, estamos na verdade imprimindo pontos. Portanto, deve ser

do maior interesse possível, tanto do impressor quanto do copiador de chapas e fotógrafo de reprodução, saber exatamente como e de que maneira estes pontos influenciam seu trabalho. Como comentamos anteriormente, nos últimos tempos aumentou consideravelmente a oferta de vários tipos de retículas com composição de pontos definidos, visando primordialmente que estes sigam um comportamento específico durante o processo de impressão, que é o objetivo primordial, quando se pretende confeccionar um produto impresso. Os pontos tradicionais de retícula têm uma característica comum: quando estes se ligam nos quatro cantos, ocorre uma modificação desproporcional na tonalidade impressa. Todos estes pontos se diferenciam apenas nos diversos valores porcentuais que os mesmos apresentam. Se adotamos pontos modulados, como, por exemplo, de forma elíptica, observamos que tais efeitos são minimizados consideravelmente, quando estes se ligam. Por outro lado, quando estas duas etapas da formação do ponto encontramse suficientemente distanciadas, tanto na impressão quanto na reprodução, notamos uma serie de vantagens. O uso desses pontos dão ensejo a estudos comparativos sobre as propriedades de reprodução e de impressão dos diversos tipos de retícula hoje disposição, que apresentam características e estruturas de ponto completamente diversas entre si. Estes estudos levaram à conclusão de que não se devem misturar diversos tipos de retícula numa mesma folha, já que cada uma delas apresentam comportamentos distintos na impressão freqüentemente difíceis de conciliar na máquina impressora e em relação direta com o papel utilizado. O conhecimento do comportamento em máquina da reprodução, quando existe uma racionalização no processo offset, pode trazer uma melhora sensível de qualidade nos produtos impressos a quatro cores. Estamos cientes de que deve existir uma interligação por demais estreita, desde a foto-reprodução até o produto impresso. Podemos afirmar, a grosso ABIGRAF EM REVISTA

4.0.1


modo, que existem três grupos coligados de produção: a reprodução, a cópia de chapas (formas de impressão), e a impressão. Entretanto, se existem defeitos físicos ou técnicos na impressão, que provocam distorções no produto final, tais efeitos deveriam ser pré-compensados nos grupos anteriores. Para que isto seja possível, evidentemente, deve existir uma racionalização, de forma que os efeitos na impressão possam ser expressos em valores que sejam plausíveis de serem considerados, nos setores de cópia e foto-reprodução. Um dos conhecimentos importantes, na impressão offset, é o comportamento mecânico e a influência sobre a impressão da blanqueta (borracha). Uma das suas propriedades características é a compressibilidade. A compressibilidade é medida pela dureza da borracha; esta dureza é medida através de um durômetro em "shore", partindo da resistência à penetração de uma agulha. Deixando de lado, que este resultado de medição por si já é problemático, os valores em "shore" não correspondem exatamente à resistência da borracha, identificados na prática. E de interesse, porém, a compressão da borracha nas diversas pressões exercidas durante a impressão. Assim, podemos dizer hoje que a dureza da borracha, quanto mais esticada se encontrar e quanto mais pressão estiver sofrendo, mais aumentará. Com estes conhecimentos, possível determinar um comportamento coerente da compressibilidade da borracha. Além do comportamento básico destas, devem pesquisar os ditipos de borracha e a sua in, versos fluência sobre o ponto impresso, composição e estrutura da mesma. Sabemos que a estrutura de uma blanqueta convencional, basicamente, consiste em três camadas de tecido de algodão de fibra longa, calandradas em conjunto com um aglutinante especial, com uma das faces revestida com um composto de borracha. A espessura desta película de borracha varia de acordo com o fabricante, porém a exatidão da medida não 6 importante. Entretanto é primordial que cada pp, blanqueta tenha a sua espessura uniforme. 8/1979

Além das blanquetas convencionais, existem as compressíveis, as quais nos oferecem vantagens significativas em confronto com as anteriores. A característica predominante deste tipo de blanquetas é que, enquanto as convencionais não se comprimem na área de pressão, ocasionando com isto um leve deslocamento no sentido dos lados da zona de contato, enquanto a característica principal das blanquetas compressíveis 6 a recuperação instantânea devido As molas especiais que a mesma contém, ou às bolhas de ar, dependendo do tipo de fabricação, pois estas se comprimem no sentido radial sem deformar-se na zona submetida a pressão. Portanto, diremos que estes tipos de blanquetas não se deformam, comprimindo-se. Conseqüentemente, recebem e transmitem a imagem sem deformações. Entretanto, devemos considerar, para uma boa racionalização, alguns aspectos determinantes, na transferência para a base a imprimir, dos tons reproduzidos. Nos últimos anos, através de estudos e experiências, chegou-se à conclusão de que a gradação das cores na impressão é o ponto básico na confecção dos filmes e formas de impressão. Mesmo assim, devemos ressaltar vários pontos nesta afirmativa, já que a foto-reprodução não pode trabalhar, tomando apenas como referência os valores de reflexão das cores básicas da escala de tinta e, conseqüentemente, o aumento de densidades na impressão. Sabemos que a fidelidade de impressão, com respeito A prova de ensaio, é um problema tão velho quanto o processo que ora nos ocupa. Entretanto, devido à grande variedade de chapas e de sistemas de cópia de que hoje dispomos, os quais são adaptáveis a toda classe de trabalhos e exigências, o tema merece uma especial atenção. Podemos dividir as causas da diferença ou variação dimensional do ponto, com respeito As provas de ensaio, em dois grupos: as que se produzem na cópia da chapa; e as que se produzem durante a impressão. Os fotolitos (filmes reticulados), para a impressão em offset, devem sofrer três transportes: a reprodução na chapa, o transporte para a blanqueta e a impressão na base. Podemos assegurar que estas transferências não melhoram a imagem, pelo contrário, quase sempre ficarão pior, ou, em últi-

ma análise, igual — o que é bastante difícil. — As variações, na cópia da chapa, podem decorrer do processo de cópia utilizado, ou do estado superficial da mesma, isto é da grana que esta contém. Com os sistemas revelados a ácido, se obtém uma cópia mais suave, ou seja, de bastante fidelidade no tamanho do ponto, embora sempre com tendência a deixá-lo mais grosso. No sistema revelado a água, se obtém uma cópia fiel ou, na maioria das vezes, com o ponto um pouco menor e recortado, o qual resulta útil para compensar as variações que se produzem depois na impressão. As chapas mais comuns, conhecidas hoje no mercado, são: as granuladas, ou seja, chapas comuns de alumínio; as não granuladas, que são as chamadas polimetálicas; e as anodizadas ou escovadas, as quais, na sua generalidade, são pré-sensibilizadas. Nas primeiras, isto 6, nas chapas de alumínio com grana, os pontos de retícula ficam quebrados nos cantos, em maior ou menor proporção, segundo a rugosidade da grana. Por outro lado, os fotolitos, durante a cópia, ficam em contato com uma superfície irregular. Nas segundas, as polimetálicas, pelo fato de carecer de grana, a reprodução é fiel ao positivo; contudo, durante a operação de gravação, estas chapas podem deixar facilmente o ponto de retícula mais grosso. Nas terceiras, anodizadas, a característica peculiar é que a grana microscópica é bastante regular, desde que é obtida eletroliticamente, e nestas a reprodução é bastante fiel ao fotolito. Contudo, devemos ter presente em todo tipo de chapas, que as variações de exposição ou revelação são determinantes no que se refere à maior ou menor fidelidade de reprodução da imagem. As variações do ponto de retícula, próprias da cópia e da grana da chapa, devemos acrescentar as que se produzem na impressão. Se trabalhamos com borrachas convencionais (não compressíveis), normalmente aumentaremos o ponto de retícula numa proporção de aproximadamente 1/5 até 1/8, com respeito ao tamanho do ponto na chapa. Dificilmente obteremos um ponto do mesmo tamanho que a chapa, e nunca menor na impressão. Como já foi dito, este aumento é variável e depende de mui11


tos fatores, tais como: pressão, tinta, blanqueta, água da fonte molhadora, relação água-tinta, pH, seqüência de cores, etc. Por tudo isto, para se obter um resultado de impressão não muito diferente da prova aprovada pelo cliente, á aconselhável que estas sejam impressas com a maior fidelidade possível aos fotolitos. Sendo possível, ainda, com um ligeiro aumento do tamanho do ponto, além de serem feitas com o mesmo papel e tinta e ainda com a carga desta, correspondente àquela que será utilizada na impressão. Porém o mais seguro ainda é imprimir as provas progressivas na máquina de produção, conforme já vêm fazendo algumas empresas, as quais trabalham com um grau de qualidade acima da média. Entretanto, estudos recentes nos fornecem parâmetros para controlar estas diferenças de ponto de retícula, iniciando o controle na reprodução. Normalmente, os valores de reflexão nunca se equivalem, de um densitômetro para outro. Assim sendo, não podemos dizer que os valores tomados sejam garantia para a confecção dos filmes, dos quais posteriormente faremos a impressão. Por outro lado, os valores porcentuais do aumento de densidades que se observam no impresso com relação ao filme, normalmente se referem só a determinados valores na porcentagem de retícula, cuja curva certa nem sempre é conhecida. Quais, então, seriam as referências que a foto-reprodução precisa conhecer para elaborar filmes dos quais se obtenha o resultado previsto? Primeiro, a impressão deve enviar reprodução uma folha-teste extraída de uma tiragem normal, e esta deve representar, estatisticamente, a media de valores qualitativos .entre todas as máquinas de que a impressão disponha, já que, como sabemos, existem variantes, por vezes dignas de ser consideradas, de uma máquina para outra. Baseado nessa folha-teste o setor de reprodução, pode medir os valores de reflexão com seus densitômetros, e assim confeccionar as curvas para poder realizar os filmes dentro destes valores. Evidentemente, junto com os valores encontrados, deverão ser observados todos os parâmetros de tolerância para a confecção das provas. No caso de que a prova seja impressa com tintas que costumam apresentar pequenas variações, deve-se tentar 12

acertar visualmente as tintas, de acordo com a folha-teste. Na folha-teste, deve-se imprimir, além dos chapados com as cores básicas combinadas, ou seja, vermelho (amarelo e magenta) verde (amarelo e cian), e azul (magenta e cian), as porcentagens de tonalidades que contenham pontos de retícula compreendidos entre mais ou menos, 75, 50 e 25 por cento. Nessas tonalidades de retícula, comparadas com os tons chapados, a reprodução pode determinar o aumento de tonalidades que se verifica na folha impressa, em confronto com os filmes. Ele é determinado pela diferença que se verifica no fechamento dos pontos no processo de impressão. Veremos, a seguir, rapidamente, através dos gráficos, e naturalmente de uma maneira um pouco subjetiva, as variantes que se verificam entre o filme e o resultado impresso através dele. Devem-se controlar os valores de reflexão durante o processo de impressão (Vi), comparando-os aos mesmos valores nos positivos reticulados (Vp). O aumento das tonalidades, dependendo do positivo, podemos ressaltar bastante, quando comparamos a uma linha de 45°.

A

mente, correções manuais se farão necessárias. Por outro lado, se o aumento das tonalidades passa dos valores programados, podem-se utilizar retículas diferentes e, se o trabalho é feito através de Scanner, podemos modificar a regulagem deste. Diferenças extremas, entretanto, podem nos levar à conclusão de que foi utilizada uma retícula muito fina, isto é, de maior linhatura. A informação sobre qual é a correcão manual que se torna necessária, obtém-se verificando qual é a redução tonal que devemos processar no positivo, para chegar à linha de impressão, tomando como princípio a distância mais longa entre as linhas do gráfico Vi, que corresponde aproximadamente a 15%. Esta variante, entre filmes e cópia impressa, é um pouco subjetiva; porém, bem próxima dos valores reais, os quais podem ser testados, e naturalmente se transformam de acordo com a escala de tinta utilizada. Assim sendo, podemos obter curva como: V.I

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10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

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Pela grandeza do aumento nas tonalidades que aqui verificamos, o fotógrafo de reprodução poderá fazer a avaliação para qualquer alteração a ser efetuada nos fotolitos. Naturalmente, seria engano do fotógrafo acreditar que, a partir da curva estabelecida, possa equilibrar totalmente o aumento das tonalidades. Está claro que uma certa diferença é inerente ao sistema autotípico com que os positivos são confeccionados e, obvia-

MG II I EMU II • • 11,M11 H NM III •

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O curso, praticamente simétrico destas figuras, pressupõe que temos uma impressão com coloração normal, ou seja, com um balanceamento correto, e assim verificamos a diferença que se provoca nos valores de 75, 50 e 25 por cento; conseqüentemente, ra podemos proceder à correção ago pertinente. Com aumento de coloração, isto é, maior carga, teremos uma mudança ABIGRAF EM REVISTA

1.-01


Vi % A 100 90

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10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

V. p %

na linha de impressão. Quanto maior seja este aumento de coloração, maior será a mudança, especialmente na área de 75%. Então a curva deverá tornar-se assimétrica, como vemos no gráfico acima. Neste caso, as diferenças que se observam, somente podem ser corrigidas por processos manuais. Para efeito demonstrativo, estamos dando os valores em porcentagem, porém muito mais correto é fazer isto com valores densitométricos, pois assim teremos números mais exatos. Outra informação importante que a reprodução deve conhecer, é a determinação dos valores de reflexão dos pontos de retícula de 25, 50 e 75 por cento, pois desta forma pode-se obter uma perfeita escala de gris, determinando assim um melhor balanceamento. A determinação de intensidade de cor e balanceamento cromático, a partir de amostras impressas, é importantíssima, para que tanto o trabalho de reprodução, quanto as provas impressas que deverão servir de modelo de impressão, sigam um determinado critério, equivalente às amostras fornecidas pelo departamento de impressão. Além disto, a estandardização de controles é importantíssima: elementos de medição; geometria para a execução de gráficos estatísticos para o controle destas medições; extensão de campo; linearidade, etc. Fontes de luz estandardizada para controle, tanto de originais, quanto 8/1979

das provas impressas, são de vital im- continua, porém muito mais fina. As portância, pois desta forma todos po- cavidades têm um diâmetro muito pederemos observar estes materiais com queno e representam os "microporos". os mesmos valores tonais ou, em Os de diâmetro maior constituem os outras palavras, com os mesmos "macroporos". As características superficiais da micro e macroporosidade "olhos". Tratando-se de racionalização, não de um papel (número, forma, dimenpoderíamos deixar de fazer algumas são dos poros mais próximos à superconsiderações em torno do papel a ser fície) condicionam a penetração da impresso, desde o tamanho da folha e tinta no papel. gramatura desta, até as condições em Nos papéis de uma macroporosidaque o papel foi estocado. Estas con- de extrema, a penetração é rápida, nos dições nos podem dar fatores de umi- instantes seguintes à impressão, e a dade variáveis, o que representa um esta se deve a fixação e estabilização grave problema, pois nem todas as em- também rápida da tinta; pelo contrápresas gráficas têm condições de esto- rio, nos papéis de elevada microporocar grandes quantidades de papel, e sidade, como ocorre normalmente nos este deve ser adquirido, por vezes, "cotes", se produz uma decomposição das mais variadas procedências. física, ou seja, a filtração seletiva da Com papéis de baixa gramatura, tinta, com a conseqüente penetração ocorre que algumas folhas esticam da fase liquida do veículo nos micromais do que outras, provocando dife- poros, ficando na superfície o pigmenrenças de registro, o que 6 um pro- to coberto dos óleos secantes, resinas, blema bastante difícil de resolver, pois etc. que, devido a seu maior tamanho geralmente este defeito provém da não podem penetrar nos microporos, própria fábrica de papel, já que as formando-se na superfície do papel folhas são cortadas de diversas bobi- uma película aparentemente seca. Ponas e nem sempre estas possuem as rém qualquer atrito pode removê-la. mesmas características. Nestes casos, impressor pode recorrer a alguns Filosofia da Tecnologia artifícios na máquina, porém, na maiona Racionalização ria das ocasiões, a melhor solução é trocar de papel e este, utilizá-lo em Quando o método elegido de racioimpressões de uma cor. nalização é aplicado à produção, e Podemos também citar as variantes todos os pontos duvidosos estão perque temos em impressões de frente e feitamente verificados, não deixando verso, onde o impressor é obrigado a nada ao azar, estamos na presença de enfrentar uma propriedade inerente um sistema normalizado, onde qualdo papel, que é o lado deste. Normal- quer aperfeiçoamento é possível. As mente, são chamados de lado da tela melhorias feitas devem refletir na prolado do feltro. Claro está que as dutividade: na qualidade; na produimpressões feitas em um ou outro cão; nos gastos de consumo, ou em lado, apresentam pequenas diferenças, vários destes fatores.. . porém a avaem confronto com a guia de cor, que liação dos custos de produção é um é impressa somente de um lado, nor- bom indicio do grau de perfeição malmente do lado liso da folha, ou atingido. seja, o lado da tela. Se queremos ter uma imagem dinâOutra característica do papel que mica dos resultados obtidos com a deve ser levada em consideração, num exploração de um sistema, devemos programa de racionalização, é o fenô- dispor de dados estatísticos que nos meno da filtração seletiva, onde assu- mostrem os resultados de dois anos me um papel importante a porosidade aproximadamente. Destas bases estada superfície do papel. tísticas, poderemos deduzir o custo Foi demonstrado que os papéis na- da base média mensal móvel sobre turais, isto 6, sem camada, são mate- um ano de uma unidade produzida. riais extremamente porosos constituí- Assim, estabeleceremos um gráfico dos por agregados de fibras de celu- que permitirá julgar a respeito da evolose, separadas por cavidades, as quais lução deste custo, em função das mepossuem um diâmetro correspondente, lhorias aportadas ao sistema, como, aproximadamente, ao dos elementos por exemplo, a adoção de uma nova fibrosos constituintes do papel. Nos matéria-prima ou de uma nova mápapéis com camada, se superpõe a quina, etc. esta estrutura heterogênea uma capa Quando os custos por original, ou superficial com estrutura também des- por superfície impressa num determi13


nado sistema são elevados, devemos buscar as causas. 8 possível tratar-se de uma razão particular ligada as circunstâncias ou constatar uma carência técnica que até então era apenas aparente, e assim atingiremos paulatinamente os aperfeiçoamentos dos detalhes, que dão a um sistema de producão todo o seu valor. Analisamos, nesta palestra, de uma maneira geral, alguns fatores técnicos econômicos que interferem na elaboração de um sistema de racionalização. Falaremos algo a respeito de dificuldades de outra ordem também, e por vezes bastante difíceis de resolver; nos referimos à forma de abordar os problemas e de organizar o conjunto de forma que os estudos tecnológicos e a realização destes se processem da melhor forma possível. Esta atitude, cujo exame pertence mais à filosofia, é primordial, já que desta depende de um modo definitivo êxito da operação. Não sabemos se existe no Brasil algum nome que corresponde exatamente à atividade que consiste em estudar, organizar, introduzir um determinado sistema, embora o termo "tecnólogo" é empregado, as vezes, com este objetivo. Na Europa, este termo é adotado cada vez mais, para designar a posição funcional de uma pessoa, isto 6, a atitude desta com relação produção, designando o termo "tecnologia" ao estudo dos sistemas e sua introdução. Há muitos problemas que requerem um trabalho tecnológico suficientemente importante, para que se confie seu estudo a um responsável que, conhecendo inteiramente a matéria ou mesmo parcialmente, e as suas dificuldades na produção, poderá se dedicar a esta tarefa. Podemos indicar alguns problemas, a título de exemplo, que apenas o bom senso não é suficiente para resolver. Não se reproduzem igual 1.000 seleções de cor, como se reproduzem 10. Devemos organizar e mecanizar, e quando se mecaniza é preciso investigar, fazer provas. . . em resumo, existe um risco. Produzir com segurança, de forma contínua e previsível, é outro exemplo digno de menção. Ver de uma forma nítida no arsenal das possibilidades atuais, e ter ciência de que o sistema aplicado ou previsto é o mais apropriado em qualidade e custo. 14

Quando numa máquina é resolvido um problema, devemos resolver todos os demais em função da máquina. Em qualquer máquina, embora esta seja a mais aperfeiçoada, encontram-se, de modo geral, os mesmos problemas fundamentais. Este tipo de problemas interessa aos estudos tecnológicos, pois sempre ocorrem inconvenientes, mesmo depois de ter sido tudo pensado e resolvido. Quem deve fazer os estudos tecnológicos é uma pessoa, ocupando tun tempo parcial ou completo; ou ainda um grupo de pessoas, segundo seja a importância ou tamanho da empresa. Qualquer que seja o sistema adotado, poderemos constatar que os melhores resultados são obtidos, quando a qualidade da formação científica 6 dirigida a separar os problemas e a tratar um de cada vez, procurando a representação gráfica dos fenômenos. Por outro lado, o profissional ou técnico, pela sua experiência, permite dar os últimos retoques aos estudos de verificações, assegurando com isto, que está sendo bem encaminhado, a fim de conseguir o objetivo previsto. O tecnólogo, enfim, deve resolver tarefas que não são revolucionárias, porém que são rentáveis. Isto equivale a dizer que a introdução de novas técnicas deve-se fazer lentamente, levando em conta todos os detalhes, e também que qualquer modificação ou proposição deve ser feita sobre uma base econômica. Deve-se ao mesmo tempo, empurrar e frear, o que dá a impressão de se fazer um trabalho que não tem fim. Por vezes, o seu papel, na produção, força-lhe, antes de propor soluções, a descobrir problemas que outros não estão vendo, por deveres impostos pela produção. Esta ação conduz também os responsáveis pela produção a pedir soluções, o que f avorece grandemente a introdução de idéias novas. Lamentavelmente, o fato de induzir as pessoas a descobrir os problemas não se faz sem dificuldades, pois deve ser eliminada um pouco da tranqüilidade de cada pessoa, e por em dúvida a experiência individual em que cada profissional se apóia com maior ou menor veemência.

Entretanto, com todas estas dificuldades, o tecnólogo deve trabalhar sempre visando o êxito, e qualquer ação deve ser minuciosamente estudada, assim como toda sugestão técnica deve ser verificada, antes de ser aplicada produção. A terceira etapa do profissional que nos ocupa, é especialmente orientada â economia, desde que os conhecimentos da tecnologia dos sistemas somente servem como ponto de partida para as avaliações. E justamente sobre a apreciação econômica que se efetuará qualquer modificação, e serão propostas novas investigações. Os estudos econômicos, efetuados pelo tecnólogo e propostos por ele, podem representar um papel muito importante, porém devem ser sempre simples e não sobrepassar o domínio das exigências técnicas, já que as exigências econômicas são de domínio dos financeiros. Também não devemos confundir as conclusões econômicas do tecnólogo, que são e devem resultar comparativas, com os preços de custo, que são absolutos e pertencem a um domínio mais complicado. Por tudo isto, a ação de um tecnólogo 6 limitada a assegurar a estabilidade dos sistemas adotados, especialmente no controle dos aparelhos de produção. Não modificar, se não feito com pleno conhecimento de causa, para, desta forma, poder assegurar o pleno êxito da empresa.

BIOGRAFIAS Ronald Persichetti Produtor de Artes Gráficas; Sócio-Diretor da DPZ — DuailibiPetit-Zarangoza Propaganda S.A.; Membro da A.P.P., da International Advertising Association (IAA); Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica; Clube de Criação de São Paulo (CCSP); Clube dos Produtores Gráficos de S. Paulo (CPGSP).

Antonio M. Ortiguela Técnico Gráfico formado em Madrid (Espanha em 1948); Chefe Geral do Controle de Qualidade da Abril S.A. - Cultural e Industrial.

Célio Emerique Engenheiro Mecânico formado pelo ITA em 1966; Gerente Geral do Departamento de Preparação da Abril S.A. - Cultural e Industrial. ABIGRAF EM REVISTA

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balho. A sua capacidade técnica, a VEGA alia à independência de interesses tão necessária a uma corretora cujo lema é dar o máximo de segurança e orientação aos seus clientes.

(CDB) e de sociedades de crédito, financiamento e investimento (Letras de Câmbio).

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Correspondente em São Paulo

A VEGA S/A CORRETORES DE VALORES, está sediada no Rio de Janeiro, na Rua do Carmo, 8 - 6.° andar - Tels.: 231-2055, 231-4050 e 231-4072. E em São Paulo, é representada pela Valbrás S/A Corretora de Câmbio e Valores, membro n.° 39 da BOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo). ABIGRAF EM REVISTA

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Para o conselheiro da Associação Comercial de Porto Alegre para o parque gráfico, Arthur Alfredo Pietzsch, a situação das empresas do setor está na mesma situação de outras: a descapitalização é uma constante e "os recursos disponíveis para a aquisição de novos equipamentos são escassos. E bem verdade que em razão das facilidades que foram concedidas para a importação de equipamentos sem similar nacional — facilidades hoje ex.., tintas — ao longo dos últimos dez anos, as gráficas brasileiras tiveram grande desenvolvimento. Porém as' pequenas e médias empresas não podem acompanhar a evolução tecnológica. Geralmente adquirem equipamentos usados e desativados por empresas maiores, pois os preços que atingem as máquinas importadas são proibitivos". Ressalta Arthur Alfredo que esta situação poderá mudar, a curto prazo,

Descapitalização ronda parque gráfico gaúcho

graças ao avano tecnológico nacional das máquinas para o parque gráfico. O empresário aponta no setor duas distorções: a ineficiência do sistema arrecadador de impostos, agravada recentemente pela controvérsia judicial quanto à exata conceituação fiscal dos produtos gráficos, e a desmedida, descabida e onerosíssimo para o poder público, presença das gráficas estatais. Revelou o empresário que hoje não existe mais uma crise de papel. O

problema existente é que o papel é vendido ao preço do dia da chegada da encomenda, e é estabelecido pelo CIP. Isto acarreta bastante insegurança aos gráficos que propõem aos seus clientes entregas de produtos programados a prazos mais longos, ou cuja execução demanda mais tempo. São exemplos típicos as embalagens e os livros. Se a situação perdurar, talvez tenha que ser usada uma cláusula prevendo um reajuste de preços, junto ao cliente. Concluiu dizendo para o Boletim Semanal da ACPA que o setor não tem dados para avaliar o crescimento do setor nos últimos anos. "Podemos garantir que sendo uma indústria prestadora de serviços, seu crescimento está diretamente ligado ao crescimento geral dos negócios. A indústria gráfica é uma espécie de termômetro da economia, em especial dos setores secundário e terciário". único

Convênio Médico- Hospitalar JÁ EM PLENO VIGOR O CONVÊNIO MÉDICO-HOSPITALAR FIRMADO ENTRE A

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O principal objetivo deste convênio é a preservação da saúde dos executivos, familiares, funcionários destas entidades de classe e empresas associadas.

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fiesp/ciesp

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CHINA QUER EXPERIÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO Em reunião presidida pelo Sr. Theobaldo De

Nigris, os empresários paulistas, dos mais variados

setores, receberam, na sede da FIESP-CI ESP, a Missão Oficial da Republica Popular da China, chefiada pelo vice-primeiro ministro

Kang Shien

Em recente visita realizada pela Missão Oficial da Republica Popular da China à sede da FIESP-CIESP, a comitiva foi recepcionada pelo presidente das entidades da indústria de nosso Estado que, na oportunidade, saudou os visitantes, manifestando a grande satisfação da Casa em proporcionar aquela oportunidade ao estudo de melhor relacionamento comercial entre as duas nações. A seguir, o diretor-adjunto do Departamento de Comércio Exterior 1B

(DECEX), das entidades, Laerte Setubal fez uma exposição sobre o comércio exterior brasileiro, procedendo a um histórico sintético. Disse Setubal, inicialmente, que "o crescimento, da balança brasileira de comércio, que atingiu a US$ 26,3 bilhões no ano passado, foi uma conseqüência de nossa evolução industrial".

9.° Mercado

Mundial Após alinhar as fases de nossa história econômica, o diretor-adjunto do DECEX analisando a situação presente, informou aos membros da Missão que o Brasil, com seus 120 milhões de habitantes, já representa o 9.° mercado mundial. "0 quadro indicador da tendência do nosso crescimento revela que o valor da nossa balança comercial, importação mais exportação, deverá evoluir para 27,8 bilhões de dólares neste ano de 1979, 31,1 bilhões em 1980; 36,6 bilhões em 81; 42,4 bilhões em 1982 e ,mantendo essa proporção, atingirá a 64,3 bilhões de dólares em 1985, com índices de superavit da balança, mas significando importações da ordem de 30 bilhões de dólares", destacou o empresário brasileiro.

Volume de exportações Comentando a preocupação do Governo e do Empresariado em diversi-

ficar os mercados externos, Setúbal lembrou, por exemplo, que o principal parceiro, os Estados Unidos, cedeu lugar á• Comunidade Econômica Européia, a partir de 1969, quando esta passou a ser responsável pela importação media de 30% do nosso volume de exportações. "A partir daquele ano nossas vendas aos Estados Unidos, que correspondiam a 28%, cairam para a media anual de 18 a 20%, acentuou.

Perspectivas "Cremos ter muito a oferecer para participar do crescimento econômico chinês", afirmou Setubal em seu pronunciamento, assinalando que, complementando na prática os acordos firmados entre Brasilia e Pequim, muito interessa ao Brasil a ampliação do nosso comércio bilateral, "pois também alimentamos o desejo do progresso e do desenvolvimento próximo". Ao final, o empresário brasileiro informou, também como presidente da Associação de exportadores Brasileiros, que esta entidade está organizando a ida, entre outubro e novembro próximos, de missão empresarial ã Republica Popular da China.

Indústria Elétrica e Eletrônica O Sr. Pio Correa, 2.° vice-presidente da ABINEE — Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, hisABIGRAF EM REVISTA

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fiespiciesp toriou o desenvolvimento do setor no Pais. O setor, declarou, empregando mais de 210 mil pessoas, fabricando equipamentos altamente sofisticados (como os geradores hidrelétricos de Itaipú, considerados os maiores do mundo), tem um faturamento global que representa 3% do PIB — Produ-

to Interno Bruto. A capacidade de produção de hidrogeradores dos quatro principais fabricantes do País atinge de 12 a 15 mil anuais. Citando outros exemplos da evolucão do setor no Brasil, assegurou que poderemos, dentro de três anos oferecer ao mercado externo vários equipamentos do gênero, em condições competitivas.

Evolução

O Sr. Marcos Vidigal Xavier da Silveira, da ABDIB — Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Indústria de Base, relatando a evolução do setor, afirmou que a participação da indústria de bens de capital na infra-estrutura brasileira, em 1969 era de 44%; em 1977, evoluiu para 68%; e, em 1980, deverá atingir 80%, isto decorrentes dos elevados investimentos realizados. Após outros informes, assinalou que já fabricamos 90% do equipamento para refinação de petróleo e de 70 a 75% para exploração de petróleo; os estaleiros nacionais já alcançaram a segunda posição no mundo, em fornecimento de navios. Disse que a indústria de bens de capital elevou o valor de sua produgão no País, passando de US$ 260 milhões em 1969, para US$ 3 bilhões em 1978. A participaão do setor no PIB foi: em 1974, 1%; em 1978, 1,6%; devendo atingir 2,4% em 1982. Encerrou ponderando que as empresas do setor em nosso País, as mais novas, justamente por serem

UM LEITOR ESPECIFICO

mais atuais, são bem mais modernas em equipamentos do que as encontradas no EE.UU. e em países da Europa.

a reunião lhe causara viva impressão, particularmente no que se refere às informações sobre equipamentos próprios à energia hidroelétrica. Nesse sentido, lembrou que seu vice-ministro de Energia já mantivera contato com setores específicos em São Paulo, ontem mesmo pela manhã. E foi enfático: "Ao terminar, quero afirmar que, como amigos, vamos incrementar, efetivamente, nosso intercâmbio".

Intercâmbio

O vice-primeiro Ministro Kang Shien, agradeceu ao Sr. Theobaldo De Nigris a oportunidade daquele diálogo de tão alta importância para o

relacionamento comercial dos dois países. Disse que a exemplo do Brasil, que registra alta velocidade em seu desenvolvimento, já com experiência marcante, a China também está procedendo o seu desenvolvimento, demizando sua agricultura, indústria, ciência e tecnologia. Pretente introduzir, portanto, em seus programas, técnicas avançadas de outros países, mas adaptadas a realidade da China. Qualificou útil a experiência brasileira que muito interessa ao seu país, dizendo existirem áreas amplas para maior cooperação entre as duas nações, notadamente no campo da energia e indústria de base. Referiu-se as enormes possibilidades que se abrem para ambos os mercados, tendo em vista suas populações, em conjunto, passarem de 1 bilhão de habitantes. Afirmou que atualmente como pequeno parceiro comercial do Brasil, a China tem o maior interesse em incrementar esse intercâmbio. Energia hidroelétrica

Ao encerrar sua fala, o vice-primeiro ministro Kang Shien reiterou que

Primeiros passos

No fecho do encontro — a reunião teve a duração de duas horas e meia — o presidente Theobaldo De Nigris ressaltou que, naquele diálogo, podia-se antever uma efetiva colaboracão mútua, especialmente no tocante ao intercâmbio comercial. "0 fato de a China e o Brasil serem parceiros comerciais, embora ainda de forma não representativa diante do potencial existente, já nos autoriza a acreditar numa mudança substancial, especialmente diante da disposição de ambos os países", acentuou De Nigris. Frisou o presidente da FIESPCIESP o tratamento dado àquele encontro — um diálogo aberto, franco e objetivo — muito próprio dos empresários, pondo em relevo que esse tipo de relacionamento pode ser mantido através de novas reuniões e o envio de missões, como está previsto. Agradecendo a presença da ilustre Missão da FIESP, De Nigris augurou sucesso às tratativas entre ambos os países, pedindo, ao final, que os visitantes levassem a verdadeira imagem do Brasil, que 6 a de uma nação jovem que se esforça no sentido de um desenvolvimento efetivo em todas as áreas da atividade humana.

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senai

SENAI debate Sistema Modular para Formação Profissional Os diretores dos Departamentos Regionais do SENAI estiveram reunidos nesta Capital, para estudar e debater na sua 22.a Reunião Nacional, a problemática da Formação Profissional ministrada pela Entidade em todo o País, bem como outros assuntos de ordem técnica e administrativo. O presidente da FIESP-CIESP e do Conselho Regional do SENAI, Theobaldo De Nigris, proferiu o discurso de boas-vindas aos participantes, entre os quais o diretor-geral do Departamento Nacional do SENAI, Saulo Diniz Swerts, com seus assessores mais imediatos; o sub-diretor geral do SENAC, Robert Danneman, bem como os Diretores dos Departamentos Regionais do SENAI em todo o País, um dos quais, Gerson dos Santos Peres é também vice-governador do Estado do Pará. Sistema Modular Entre outros tópicos — I Plano Trienal Integrado, Cálculo de custos dos cursos do SENAI, Cooperação Técnica Internacional, Cursos Técnicos especiais, Legislação e Estágios — foi debatido e aprovado, por unanimidade, para ser inicialmente aplicado na Area de Eletricidade, o "Sistema Modular na Formação Profissional". Em vigor há alguns anos em vários países, com resultados positivos, o Sistema Modular tem na flexibilidade a sua principal característica, estruturado como "currículo modulado, entendido como constante de módulos ou

frações de conhecimentos, habilidades e atitudes oriundas da decomposição ocupacional, que levem o indivíduo ao desempenho de uma atividade recomendada em níveis ocupacionais existentes no mercado de trabalho". Visita à Volkswagen do Brasil Da programação geral da 22•a Reunião Nacional de Direitos Regionais do SENAI constou também uma visita à Volkswagen do Brasil, onde os Diretores Regionais do SENAI ouvi-

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23: Reunião Nacional

A sede da próxima Reunião Nacional de Diretores Regionais do SENAI será a cidade de Porto Alegre, tendo um de seus representantes recebido, no término da reunião, a bandeira do SENAI das mãos do diretor regional anfitrião, Paulo Ernesto Tolle, da Regional do SENAI em São Paulo.

Cooperação internacional na área tecnológica Visitou recentemente o Departamento Regional do SENAI em São Paulo o Dr. Krishan Srivastava, codiretor no Brasil dos Programas de Ajuda da CIDA (Canadian International Development Agency) e atualmente em atividades docentes no Centro de Ciências e Tecnologia de Campina Grande, na Paraíba, onde a CIDA está patrocinando um importante projeto de desenvolvimento social. E a primeira vez que visita o SENAI paulista, tendo examinado as instalações, equipamento de material didático da Escola "Roberto Simonsen" e do Centro de Treinamento de Vila Mangalot, com especial atenção aos aspectos ligados à Eletricidade e

Material gráfico para o SENAI Convidados pelo diretor da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", na Mooca, nesta Capital, dois representantes da 3 M do Brasil Ltda. — Roberto Marchiori, diretor geral de venda para o Brasil, e C. A. Monteiro de Araújo, gerente de marketing — quiseram conhecer de perto o programa de ensino técnico e prático ministrado naquela unidade do SENAI, dedicada à formação de Técnicos Industriais em Artes Gráficas. Foram recebidos pelo diretor daquela unidade, professor Jurandyr de

ram palestras sobre as origens e atuais realizações daquela Empresa no Brasil, visitando ainda algumas de suas oficinas, a linha de montagem final e o Centro de Treinamento Volkswagen-SENAI, inaugurado em 1973 e hoje "a maior unidade do gênero existente na Organização Mundial Volkswagen".

Carvalho, e "seu assistente técnico, prof. Francesco Guglielmetti, que mostraram aos visitantes todas as dependências, oficinas e salas de aula, detendo-se mais longamente nos laboratórios gráficos. Além de um benéfico estreitamento de relações entre ambas as partes, aquela unidade do SENAI foi contemplada com um gesto de cooperacão por parte dos visitantes, que ofereceram filmes fotográficos para uso dos alunos em seus trabalhos práticos de Fotomecânica e outros.

Eletrônica, áreas de sua especialização. Reunião técnica

Em complementação a essas visitas, o prof. Srivastava participou também de reunião técnica com um grupo de servidores do SENAI, sob a presidência do prof. João Batista Salles da Silva, coordenador do Ensino e Treinamento, externando, na oportunidade, suas impressões e sugestões quanto às atividades de ensino teórico e prático desenvolvidas pelo SENAI paulista, sobretudo nas Areas de Eletricidade e Eletrônica. Considerou de boa qualidade o material didático em uso pelos Centros de Formação Profissional do SENAI, inclusive aquele, já em fase final de elaboração, referente aos Programas de Treinamento para Eletricistas Montadores de Média e Alta Tensão. Debateu ainda com os técnicos do SENAI, entre outros problemas, os relacionados com Unidades Móveis de Treinamento, Ensino a Distância, Cursos Técnicos de Eletricidade e Eletrônica, Prevenção de Acidentes do Trabalho nessas duas áreas, Estágios no Canadá (nesse país, afirmou, a presença feminina na Area da Eletrônica é da ordem de 50%), bem como a conveniência de se incrementar a preparação da mão-de-obra para o setor da Instrumentação. ABIGRAF EM REVISTA


or

senai SENAI inicia Treinamento Industrial em Itatiba Teve início no dia 2 de julho, o primeiro Programa de Treinamento do SENAI a ser desenvolvido em Itatiba é o de Preparação Básica — Ocupações da Mecânica Geral, que abrange Desenho Técnico Mecânico, Tecnologia Mecânica e Cálculo Técnico Mecânico. Exigido como pré-requisito para a inscrição nos demais programas da Mecânica Geral, este primeiro treinamento é ministrado nos três períodos, nos seguintes horários: pela manhã, das 7h30 as 11h45; a tarde, das 13h30 as 17h45, e, à noite, das 19 as 22 horas. Ao todo são 140 vagas: 35 de manhã, 35 à tarde e 70 à noite. Mais informações sobre esses Programas de Treinamento poderão ser obtidas junto à Secretaria do Centro de Treinamento SENAI de Itatiba, Rua Alfredo Massaretti, 191, telefone 435-1479, no Parque Ferraz Costa.

Têxtil, Mobiliário e Mecânica A partir do dia 1. 0 do corrente mês,

começaram a ser ministrados no Centro de Treinamento SENAI de Itatiba vários programas de treinamento industrial, todos gratuitos, nas Areas Têxtil, do Mobiliário e da Mecânica. Na área Têxtil, haverá treinamento para urdideira, espuladeira, remetina e tecelão (tear mecânico e automático). Para o setor do Mobiliário, o Centro de Treinamento do SENAI de Itatiba — cuja região é conhecida por seu comércio de móveis e artefatos de madeira — treinará mão-de-obra específica para as ocupações de Montador de Móveis e Operador de Máquinas de Madeira (respigadeira, tupia, lixadeira, torno, etc.). Quanto à Mecânica, serão ensinadas as ocupações de Mecânica Geral e Controlador de Medidas.

Construção Civil tem

Comissão Técnico-Consultiva Através de recente Portaria de n.° 66, o Presidente do Conselho Regional do SENAI em São Paulo, Theobaldo De Nigris, atendendo à exposição de motivos apresentada pelo Diretor Regional da Entidade, prof. Paulo Ernesto Tolle, acaba de criar a Comissão Técnico-Consultiva da Construção Civil. O novo grupo de trabalho terá por finalidade específica "assessorar o SENAI no equacionamento e solução de problemas referentes à formação, aperfeiçoamento e especialização da mão-de-obra para o setor industrial da Construção Civil". Para presidir a Comissão foi nomeado o Coordenador de Ensino e Treinamento do SENAI em São Paulo, prof. João Baptista Sal les da Silva, que terá como suplente o prof. Ophir Corrêa de Toledo, Diretor da Formação Profissional da mesma Entidade. 8/1979

Os outros membros da Comissão, titulares e suplentes, em número de oito, foram escolhidos dentre alguns Sindicatos e Associações do ramo no Estado de São Paulo. São eles: Gerson de Campos Kerr e Francisco Virgílio Crestana, do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas, do Estado de São Paulo; Alvaro Bovolenta e Brasilio Rinaldi, do Sindicato da Indústria da Construcão Civil de Pequenas Estruturas, do Estado de São Paulo; Georges Hegedus e Moisés Pilnik, do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis de São Paulo, e Victor H. Foroni e Hugo V. S. Marques da Rosa, da Associação Paulista de Empreiteiros de Obras Públicas. Assinada pelo Presidente do Conselho Regional do SENAI em São Paulo, a referida Portaria entrou em vigor em 12 de fevereiro, revogando as disposições em contrário.

Condições para a inscrição

Programados para os três períodos — pela manhã, das 7h30 As 11h45; tarde, das 13h30 As 17h45, e, noite, das 19 as 22 horas — esses Programas de Treinamento exigem que os candidatos sejam maiores de 14 anos, para o período diurno, e maiores de 16 anos, para o período noturno. Os maiores de 18 anos devem apresentar também a Carteira de Trabalho e o Título de Eleitor, sendo exigida, ainda, de todos os candidatos, a conclusão da quarta série do 1. 0 Grau (Primário) ou de estudos equivalentes. Instalações

Depois de alguns anos de estudos preparatórios, planejamentos e trabalhos, o Centro de Treinamento SENAI de Itatiba inicia agora as suas atividades no Parque Ferraz Costa, em terreno de 14.550 m2, com aproximadamente 9.000 m2 de jardins e 5.550 m2 de área construída, incluindo-se as áreas externas pavimentadas. Compõem a área construída dois pavilhões: um térreo — com previsão para ampliação em mais 1.202 m2 — onde se acham a Administração, o Almoxarifado e a Oficina de Mecânica Geral. O segundo pavilhão tem dois pavimentos, dispondo, o andar superior, de salas de aula e oficina de Eletricidade para cursos rotativos, e o andar inferior, de oficinas de Marcenaria e de Tecelagem.

Ike ABIGRAF

EM REVISTA PUBLICAÇÃO MENSAL DISTRIBUÍDA AOS EMPRESÁRIOS GRÁFICOS DO BRASIL 21


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vista da linha FOrliiirern "--11Catu Set 060, em Sorod Na

Duas mรกquinas Catu para cada grรกfica brasileira! 22

ASIGRAF EM REVISTA


411.1

O Presidente da "Dafferner S.A. - Máquinas Gráficas", Sr. Walter Dafferner, recebeu em sua indústria, no Alto da Bela Vista, em Sorocaba, cerca de 180 estudantes da Escola SENAI de Artes Gráficas "Theobaldo De Nigris", da Capital. A visita fez parte das comemorações do "Dia da Indústria"

Ern recente visita realizada à Indústria Dafferner S.A. — Máquinas Gráficas, cerca de 180 alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", foram recepcionados pelo Sr. Walter Dafferner que, na oportunidade, destacou todo o desenvolvimento de sua indústria na conquista do mercado interno e externo, anunciando, inclusive, o lançamento de uma nova máquina impressora offset. O industrial aproveitou o ensejo e manifestou seu desgosto com a invasão das multinacionais no mercado interno, analisando inclusive a política econômica nacional que incentiva as empresas de outros países e provoca, com isto, a desnacionalização de produtos verde-amarelos. O desabafo do industrial provocou longo silêncio das mais de duzentas pessoas presentes. A visita

A visita dos estudantes começou às dez horas, nas instalações fabris da Dafferner S.A. onde são produzidas as máquinas gráficas "Catu". As 12 horas, no Clube de Campo Sorocaba, a indústria ofereceu um almoço aos convidados, mais as autoridades que compuseram a mesa: Prof. Walter Gunter Toma, representante do prof. Jurandyr de Carvalho, Diretor da Escola SENAI, Sr. Luiz Carlos Weiss, Sr. Waldyr Priolli, Dra. Rose Maria Priolli, Eng.° Dietmar Dafferner, Sra. Mônica Daffemer, Sra. Maria Evangelina Ramos, Prof. Francisco Ramos de Andrade Filho, Laelso Rodrigues e executivos da Indústria Dafferner S.A. 8/1979

de Sorocaba, a fim de lhes proporcionar um contato, ainda que rápido, com suas máquinas gráficas e de modo geA "Dafferner" prestou homenagem ral com o seu parque de máquinas Laelso Rodrigues, que também operatrizes, em comemoração ao "DIA responsável pela direção do jornal DA INDÚSTRIA NACIONAL". "Cruzeiro do Sul" e foi presidente da Sempre que recebemos visitas de Comissão de Desenvolvimento Indus- estudantes do setor gráfico, julgamos trial de Sorocaba. necessário acrescentar um resumo hisComo amigo da indústria, Laelso tó rico das nossas atividades, a comeRodrigues agradeceu, lembrando que çar com informações sobre a origem industrial Dafferner havia prometi- desta empresa. Trazendo da Alemanha, sua terra do que instalaria em Sorocaba uma fábrica que seria a principal da Amé- natal e terra de Gutenberg, o inventor rica Latina. Lembrou que Dafferner, da imprensa, uma boa experiência no entretanto, não fez somente isto. Ele ramo gráfico, atividade tradicional da se destacou como amigo de Sorocaba, família, os Dafferner chegaram ao Bramarcando também o pioneirismo na sil em 1921, reiniciando aqui as ativiutilização de mão-de-obra feminina na dades que desenvolviam em seu pais empresa mecânica e tornando-se amigo de origem e, como tradicionais conheda cidade e de suas coisas, merecendo cedores do ramo, uma vez vencidas as por isto honrosos títulos como o de primeiras dificuldades de adaptação, "Cidadão Sorocabano", oferecido por foram estabelecendo gradualmente no unanimidade de votos pela Câmara mercado brasileiro um sólido prestígio Municipal e "Industrial do Ano", de qualidade e, hoje, estamos com duas grandes fábricas de máquinas conferido pelo SESI. Comprovando-se esta amizade de gráficas, sendo uma em São Paulo, Daffemer para Sorocaba, estava pre- com 4.000 m 2 e a outra aqui em Sorosente a Corporação Musical "Carlos caba, com 60.000 m 2, já estando em Gomes", que fora incentivada com construção a terceira fábrica, no Municontribuições da empresa e ali pres- cípio de Boituva, com 315.000 m2, tava homenagens à diretoria. "Temos próximo de Sorocaba. A nossa empresa já vendeu no merque preservar a arte e os costumes de brasileiro 20.000 máquinas grácado uma comunidade", comentaria depois ficas, em média DUAS MÁQUINAS industrial. "CATU" PARA CADA GRÁFICA Finalizando, o Sr. Dafferner expres- BRASILEIRA, o que representa uma sou o seu desabafo-denúncia, o qual razoável economia de divisas para o transcrevemos: Brasil, no valor de dois bilhões e setecentos milhões de cruzeiros, além de Em meu nome e também pela firma milhares de empregos de mão-de-obra "Catu" agradeço de todo o coração a nacional, já exportando centenas de sua visita. máquinas Catu "made in Brazil" para A Dafferner S.A. Máquinas Gráfi- a América Latina, como Venezuela, cas está abrindo a vocês as portas da Equador, Peru, Bolivia, Paraguai, Chisua Fábrica II, nesta dinâmica cidade le, Honduras e México.

Homenagem it Lae Iso Rodrigues

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Aos meus caros jovens estudantes devo informar que a marca "Catu" possui, na genuína lingua brasileira — tupi-guarani, o correspondente signif cado de "bom", sendo, atualmente, a segunda maior indústria fabricante de impressoras tipográficas do mundo. E uma empresa de capital e tecnologia 100% nacional, composta por uma equipe de 1.000 brasileiros trabalhando com a camisa "verde-amarela", produzindo mensalmente 250 máquinas gráficas e que lançou, em 1977, a primeira offset, impressora genuinamente nacional, denominada Catu Set 660, para meia folha, colocando o Brasil entre os poucos países produtores de tais máquinas no mundo e, em 1980, será lançada a offset Catu Set 1020, para folha inteira. O anúncio de lançamento desse novo modelo de offset para o ano que vem, nós o fazemos com algum receio, pois fortes ventos contrários estão soprando e ameaçando nossas estruturas no que diz respeito ex posição que ocupamos no mercado, posição esta que conquistamos a duras penas, ao longo destes quarenta anos de nossa existência. A ameaça a que me refiro é representada pela grande facilidade com que estão se instalando entre nós as poderosas empresas multinacionais. Entram no país com capital irrisório, obtendo incentivos do nosso governo 24

...uma empresa de capital e tecnologia 100% nacional composta por uma equipe de 1000 brasileiros trabalhando com a camisa verde-amarela... para importar os seus conjuntos mecânicos, além de conseguirem também entrar na FIN AME, através de cujos financiamentos estão procurando tirar o mercado das indústrias nacionais, que já trabalham com capacidade ociosa, obrigando-nos ainda a pedir ao governo, muito a contra-gosto, a desnacionalização do nosso produto, a fim de podermos ficar em igualdade de condições com elas, as multinacionais. Devemos informar, a bem da verdade, que os conjuntos por elas importados ficam em 80% mais baratos que os produzidos pela indústria nacional. Para a grande maioria, que está distante dos problemas que enfrentamos, a desnacionalização chega a parecer surpreendente. Mas o fato é facilmente justificado ante a brutal diferença da taxa de juros que a in&Istria nacional paga pelos empréstimos para capital de giro. Vejam bem:

para o fabricante nacional esses juros alcançam 80%, explicando-se — 60% anuais, ou 5% mensais, mais 20% de despesa do saldo médio que fica depositado no Banco onde se conseguiu o empréstimo — quando o empréstimo é conseguido — e tudo isso ainda se a empresa gozar de um bom conceito bancário. Então, enquanto para o nacional os juros são de 80%, para o industrial europeu, como, por exemplo, na Alemanha, os juros são da ordem de 7% ao ano para suas despesas financeiras, e, podem estar certos, se a indústria nacional não conseguir proteção suficiente e necessária para cobrir o depósito prévio a ser extinguido em pouco tempo, as multinacionais tomarão conta de todo o mercado e aí pretenderão importar as máquinas, deixando obviamente de fabricar o produto nacional, uma vez que na importação terão muito melhores resultados. As firmas nacionais, principalmente do nosso setor gráfico, com mais de quarenta anos de atividades, durante 4 os primeiros vinte anos não tiveram apoio governamental, tendo produzido milhares de máquinas gráficas, com grande economia de divisas para o pais, e, como prêmio pelo esforço para chegar a uma nacionalização de 100% estão se vendo agora na iminência de desnacionalizar o seu produto, com sérios prejuízos para a Nação, princi- —4 palmente quanto ao emprego da mãoABIGRAF EM REVISTA


PONE

Mas estamos felizes, pois, ao final da longa e dura jornada, se ainda não podemos dormir sobre os louros da vitória, temos o conforto de saber que não fomos derrotados. de-obra nacional, que ficará desativada com essa desnacionalização, elevando ainda mais o déficit da nossa balança de pagamentos no exterior. Que me perdoem os prezados visitantes por estas considerações, pelas quais enveredei ao anunciar o lançamento, para 1980, do novo modelo da offset Catu Set 1020. Além de impressoras tipográficas e offset, das quais produzimos atualmente seis tipos diferentes, temos ainda em nossa linha, dentro do ramo, o tira-provas offset, máquinas corte e vinco, grampeadores e guilhotinas de 80 cm de corte, isto sem pagar um centavo de "royalties". E recentemente lançamos a primeira guilhotina hidráulica Catu H-120, de 1.200 mm de corte, também com 100% de "knowhow" próprio. O capital social da Dafferner S.A. Máquinas Gráficas-Catu, que era de Cr$ 45.920.000,00 passou para . . . . Cr$ 110.000.000,00 em 31-12-78, representando evolução de 139% com uma reserva de Cr$ 80.000.000,00, que dá à firma a possibilidade de ampliar a sua capacidade de produção de máquinas frente a uma demanda crescente do mercado brasileiro e latino-americano, e que permite aumentar as suas exportações para outras divas consumidoras do mercado mundial, dando ainda a oportunidade de expor na DRUPA-1982, em Dusseldorf, na Alemanha e lançar a sua Catu Set 660 na maior exposição mundial de máquinas gráficas. Esse elevado capital social e reservas deve-se ao esforço da Dafferner no reinvestimento de lucros dos longos anos de sua existência e à cooperação dos órgãos governamentais como EMBRAMEC, FINEP, BNDEIBADESP, C.D.I. e FINAME. A Dafferner iniciou suas atividades com um capital de Cr$ 10,00 ou 10 contos de réis, com cinco empregados, enfrentando enormes dificuldades, chegando quase a sucumbir, quando a máquina nacional não tinha conceito e nem tradição e poucos recursos haviam para levar avante, desde o prin8/1979

cípio, grandes planos de montagem e fabricação. Mas, entusiasmo e "know-how" não faltaram e a pequena equipe Dafferner trabalhou sem medir esforços para lançar a primeira impressora brasileira Catu. Essa primeira montagem não obedeceu, como se pode imaginar, aos moldes clássicos de uma sofisticada tecnologia, tal como se conhece hoje. Foi um trabalho artesanal. Na verdade, as primeiras impressoras projetadas, fabricadas e montadas com os parcos recursos daquela época somente poderiam ter sido feitos por mãos de artistas, os quais foram gradualmente industrializando a empresa, acompanhando atentamente a evolução tecnológica e formando técnicos especializados em máquinas gráficas, treinando, preparando e enviando esses técnicos à Alemanha, para grandes firmas produtoras de máquinas gráficas, para estágios de aperfeiçoamento e atualização, ao mesmo tempo equipando a indústria com as melhores máquinas ferramentas e criando finalmente a

mais moderna linha de máquinas gráficas do país e da América Latina, e quiçá do mundo. Eram as informações que me cabia transmitir - lhes nesta oportunidade. Através delas vocês sairão daqui sabendo que as grandes fábricas de hoje, quase sem exceção, começaram pequenas, e se fizeram com muito esforço, trabalho, muitas dificuldades vencidas e, posso dizer sem exagero, algumas vezes até com lágrimas. Só os que viveram com a gente sabem que isso uma verdade. Mas estamos felizes, pois, ao final da longa e dura jornada, se ainda não podemos dormir sobre os louros da vitória, temos o conforto de saber que não fomos derrotados. E esta é a mensagem que damos a vocês, moços que nos alegram com sua presença: que estudem e que trabalhem, pois no estudo e no trabalho sério, esforçado, está o remédio para todos os males desta vida. A todos vocês, o meu melhor agradecimento por sua bondosa atenção.

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nossa impressão

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Revista de Fotografia . Cinema e Som é uma publicação mensal da Editora Iris Ltda. — Redação, Administração, Publicidade e Correspondência à Rua Jacuaim, 67, Brooklin Paulista — Caixa Postal 1.704 — Fone: 61-0190.

Suplemento do Anuário das Indústrias é um veículo de tiragem mensal, que realiza total cobertura sobre qualquer acontecimento relacionado com a área industrial.

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Revista mensal do Ministério da Economia que tem circulação na Argentina e no exterior a bancos, entidades empresariais, universidades, órgãos internacionais, embaixadas, consulados e outras representações da Argentina no exterior e nos demais países, em Buenos Aires. Qualquer pessoa interessada em receber esta publicação, poderá solicitá-la ao Ministério da Economia, Hipolito Yrigoyen, 250 — Piso 6.° — Oficina 625, Capital Federal — República Argentina.

Revista de informação e tecnologia da borracha, publicação bimestral de EXPERT, EDITORA TECNICA LTDA. — Redação, Administração e Publicidade — Avenida Dr. Lino de Moraes Leme, 158 — Casa 2 - 04360 — São Paulo.

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eme§crita é o instrumento mais 'eficiente do Homem para comunicar-se com o mundo. Há mais de 25 anos nossa principal preocupação tem sido atender 6' constante necessidade de aperfeiçoamento na comunicação esiri 1 I M itt

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Criação, arte final e originais para a reprodução Material base da palestra apresentada na 1.a SETAG, Brasília, 1979

Antônio Morcillo OrtigLiela

Entendemos como criação e arte final, um conjunto de valores filosóficos, econômicos e artísticos que unidos entre si nos proporcionarão o produto que a nossa imaginação criou. Quando uma empresa se dispõe a confeccionar um produto impresso, a idéia da verba a ser utilizada é de primordial importância, já que daqui se tirarão conclusões como, o processo a ser utilizado, se este é viável para a tiragem que se necessita e, se a qualidade que o processo escolhido nos proporcionará, está de acordo com a pretendida. Ne'sta avaliação devemos levar em conta o suporte a ser utilizado, pois, este nos limitará sensivelmente o processo a seguir. Devemos prever também detalhes como, formatos, texturas, cortes de papel, possibilidades de melhores entradas em máquina, tanto na fase de impressão, quanto na fase de acabamento. Assim sendo, faremos inicialmente algumas considerações em torno dos originais, que devemos fornecer para obter destes uma reprodução racional e efetiva. Quando examinamos um original, mormente, se este é a cores, estamos considerando de um lado um fenômeno de visão, o qual *6 uma sensação e, de outro, a matéria da qual é composto determinado objeto observado, a qual modula esta sensação. No que se refere A visão, sabemos a dificuldade que existe em estarem de acordo vários observadores a respeito das cores, já que isto é feito por 28

comparação ou por simples apreciação, segundo a sensibilidade de cada um dos observadores. Quanto ao objetivo, sabemos que a cor do mesmo, depende exclusivamente do estado superficial deste, o qual provoca os fenômenos de reflexão. Assim sendo, se observarmos duas amostras de papel impressos diferentes, porém, que apresentem ao observador as mesmas cores, estas amostras poderão ter curvas espectrofotométricas diferentes, e da mesma forma duas amostras com as mesmas curvas, poderão parecer ao observador como sendo de cores diversas. Um original que apresenta exatamente as cores do objeto fotografado pode perfeitamente ter uma curva fotométrica completamente diferente a este, da mesma forma que duas cores iguais no objeto, podem apresentar-se diferentes no material fotográfico que servirá como original para a reprodução. A isto devemos somar, que duas cores que seriam idênticas num tipo de material fotográfico, poderão parecer diferentes em outro, isto devido ao fato, que todos os materiais sensíveis não possuem a mesma sensibilidade em todas as regiões do espectro. Assim podemos chegar A conclusão, de que os originais que fornecemos para a reprodução fotomecânica, não

representam a melhor solução para obter uma qualidade coerente e sim, uma forma de proceder A eleição deste. Por outro lado, os fotógrafos poderão ser artistas ou especialistas em determinados tipos de reportagens, como seja esporte, modas, interiores, etc. e ainda trabalham sobre sugestões e opiniões filosóficas do diretor de arte ou cliente que compra a sua produção fotográfica. Os conhecimentos técnicos destes profissionais, são a respeito de tomada de vistas, iluminação e tratamento dos materiais sensíveis, porém raramente de técnicas de reprodução. Normalmente reparamos que a maioria dos originais fornecidos são de 35 mm e, assim, estamos na presença de um material que, se levarmos em conta o grau de ampliação que deverá sofrer, estamos levantando a primeira característica negativa para a reprodução, inerente do próprio material original. As diferenças que se observam mais claramente entre as fotografias de cores realizadas normalmente, e as que seriam escolhidas como originais ideais para reprodução, residem principalmente na gradação, densidade dos tons mínimos e nitidez dos cantos ou recorte das figuras. De fato o que encontramos em uma fotografia normal, é uma gradação mais contrastada nas sombras do que nos tons claros, e o que se deseja na reprodução, é justamente o contrário; as zonas claras mais contrastadas do que as sombras. Na realidade o que gostaABIGRAF EM REVISTA


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ríamos de ter, C. um original com gradação que fosse retilínea, já que em fotomecânica ajustar uma gradação deste tipo, vai ao encontro de qualquer exigência da reprodução. No que se refere à densidade minima de um original, pode-se dizer, que a medida que este apresenta os detalhes desejados nas zonas claras, mais transparente é a imagem, mais luminosa, e conseqüentemente mais agradável será à vista. Esta tendência conduz de fato a uma redução do contraste dos detalhes nas zonas claras, a qual é muito difícil de ser alcançada na reprodução. Partindo destas considerações, diremos que o riginal é o ponto de partida para uma boa qualidade de reprodução, e conseqüentemente para obter a qualidade pretendida no produto final, que seria o impresso, influindo diretamente na eleição dos métodos para a correção deste, no processo de seleção de cores. Faremos agora algumas considerações a respeito de luz e cor, já que a cor é o elemento sugestivo e indispensável que cobre a natureza e os objetos criados pelo homem, e dá a imagem completa da realidade. A luz é o efeito das radiações visíveis que formam parte do espectro eletromagnético. Este está formado pelo conjunto de todas as ondas conhecidas que se estendem pelo universo. Estas ondas são medidas segundo o seu comprimento, que pode equivaler a alguns milionésimos de milímetro, como é a unidade "X" nas radiações de origem cósmica, ou a vários milhares de quilômetros, como ocorre em certas correntes elétricas de uso industrial. A unidade de medida geralmente utilizada para determinar o comprimento de onda das radiações luminosas, é o milimicrom, equivalente a um milionésimo de milímetro, denominado também em alguns lugares mane)metro. Se usa também o Angstrom, que é a décima parte do milimicrom. De todo este bastíssimo espectro, somente as ondas compreendidas no setor que vai de 400 a 700 milimicrons, possuem a propriedade de estimular a nossa retina, provocando o fenômeno chamado, sensação luminosa, ou seja a luz. Quando todas as ondas eletromagnéticas ópticas estimulam simultaneamente a retina, nossos olhos percebem a luz branca. Porém quando os olhos recebem somente uma parte de tais radiações, estes vêem uma cor. Cada uma das 8/1979

cores se caracteriza pelo respectivo comprimento de onda. A demonstração clássica de que a luz branca pode ser descomposta em várias cores, devemos a Isaac Newton, que a realizou no ano de 1666. De tudo isto podemos deduzir a razão pela qual, um corpo que não possua luz própria, parece-nos de uma determinada cor. As superfícies dos corpos, podem refletir ou absorver luz, exercendo uma ação seletiva, parcial ou total, das radiações luminosas que os atingem. Se a superfície de um corpo reflete todas as radiações luminosas, qualquer que seja o seu comprimento de onda, estamos vendo um corpo branco. Porém, se a superfície de um corpo tem a propriedade de absorver uma parte do comprimento de ondas que compõem a luz branca incidente, refletirá entre elas uma ou algumas. Esta última ou últimas, desde que são precisamente as que chegam aos nossos olhos, nos indicarão que aquele corpo possue uma determinada cor. Entretanto, se a superfície de um corpo absorve todas as longitudes de onda da luz branca incidente, e conseqüentemente não reflete nenhuma delas, não chega aos nossos olhos nenhuma radiação, e então diremos que este corpo é preto. Um capítulo fundamental na ciência das cores, é o que trata das suas sínteses ou mesclas. Reúne duas séries de fenômenos denominados de síntese aditiva e mescla substrativa. Podemos dizer que na síntese aditiva são somadas entre si, radiações de diversas longitudes de onda. As zonas onde os feixes luminosos se superpõem, são percebidas pela nossa visão como uma cor mais branca, quando projetamos simultaneamente numa tela algumas longitudes de onda de forma a que se superponham em parte. Portanto, com diversos comprimentos de onda, ou com a soma de dois teremos a sensação de uma cor, que se aproximará mais do branco, quanto maior seja o número de radiações emitidas. Na mescla substrativa, combinamos entre si pigmentos coloridos que atuam como seletores ou filtros de luz. Cada superposição de pigmento determina uma ulterior substração de luzes re-

fletidas, até conseguir a ausência absoluta de toda e qualquer radiação refletida, isto é, a sensação de preto, finalidade da mescla substrativa. Está experimentalmente provado, que diversas substâncias químicas possuem um poder específico de absorção sobre as radiações de que está composta a luz branca, quando são atingidas por esta. Estas substâncias são denominadas de pigmentos. Este poder seletivo é explicado como substração de radiações luminosas. Cada tipo de pigmento, tem um poder seletivo próprio, ou seja, absorve uma ou várias radiações luminosas, resultando, portanto, que unindo dois pigmentos de caráter seletivo diverso, obtemos uma substração de radiações maior e, ern certas combinações chegamos até a absorção total, correspondente à ausência de radiações. Resumindo, podemos dizer que os pigmentos ou substâncias coloridas contidos nas tintas óleo, guache, aquarela ou mesmo nas tintas de imprimir, tem poder seletivo de todas ou parte das radiações luminosas que as atingem, as quais provocam a visão da cor nos seus múltiplos aspectos. Na prática artística e, sobretudo, na impressão, onde se exige simplificação no trabalho, são utilizados pigmentos; e portanto, a cor aparece por substração de radiações. Os diversos aspectos da modulação de uma cor, são indicados normalmente com os termos correspondentes As três constantes de todas nossas sensações de cor. Estes são tom, saturacão e luminosidade. O tom é a variação qualitativa da cor. Nos sólidos dos diversos sistemas cromáticos, determinaram-se vários tons base. Ostwald dividiu o círculo do seu sólido de cores, em 24 tons base. Munsell em 10 partes subdivididas por sua vez em outras 10. Hichethie no seu hexaedro, colocou 100 tons e 1000 gradações, e no triângulo ou cunha da CIE estabeleceram-se 24 tons base. Quando uma cor possui a sua força máxima e pureza, isto é, quando corresponde à própria longitude de onda determinada no espectro eletromagnético, e carece absolutamente de branco e de preto, dizemos então que possue a máxima saturação. A saturação varia em relação com a quantidade de branco acrescentada ao tom. Por isto, no terreno das artes e no campo gráfico é possível variar a saturação de um pigmento colorido misturando branco ao tom. Tal efeito 29


pode-se obter nas Artes Gráficas variando a força, ou modificando a superfície do ponto da retícula. Todo pigmento, esteja ele saturado ou não, possui uma determinada capacidade de refletir a luz branca que incide nele. Esta capacidade denominamos de luminosidade de um tom. Tanto nas artes pictóricas quanto nas Artes Gráficas, podemos variar a luminosidade, acrescentando negro a um tom, pois efetivamente tira luz da cor. Em pintura, ao preto pode-se acrescentar simultaneamente branco, o que equivale a dizer que estamos colocando gris a um tom. Porém, a adição do gris influe particularmente no tom produzindo sempre cores sujas, ou seja, sem luminosidade e, variando em alguns casos até o próprio tom, como no caso do amarelo que acrescentando gris ou preto, este torna-se esverdeado, o vermelho torna-se marrom etc. Portanto, a saturação varia em razão da quantidade de branco contida no gris, e a luminosidade em razão do preto contido neste. A cor exerce nas pessoas que observam esta, um poder triplo. O poder de impressionar, isto é, quando o pigmento é visto, este impressiona ao observador chamando a atenção deste. O poder de expressão, porque cada pigmento quando este se manifesta, expressa um significado e conseqüentemente provoca uma emoção. Finalmente o poder de construção, pois que, desde que qualquer cor possuindo um significado próprio, adquire valor de símbolo, capaz portanto, de construir por si mesmo a linguagem comunicativa de uma idéia. Podemos utilizar este poder triplo, de expressão da cor, valendo-nos de duas formas compositivas: uma, que chamaremos de harmonia e outra, que chamaremos de contraste. São usados estes dois termos, harmonia e contraste, para indicar todo o campo operativo das cores. A primeira vista, estes termos têm um sentido oposto, porém na prática são duas formas diversas de uma mesma base de ação. Colocando juntos diversos tons da mesma gama, ou de um mesmo setor do círculo de cores, conseguiremos com certeza a mais simples das harmonias. Contudo, não satisfaz plenamente à vista, pois falta o sentido de viveza e de interesse, que somente pode despertar a intervenção de tons de outra gama. Pode-se pois dizer, que o contraste é a base de todo bom resultado. Daqui a conveniência de re30

correr a diversos tons próximos na posição do espectro, porém não sempre imediatamente consecutivos, se queremos obter harmonias discretas e conseqüentemente agradáveis. Os valores de harmonia e de contraste, são fatores que comprometem todas as faculdades operativas humanas e o resultado satisfatório de uma composição são sempre a síntese de cada um dos poderes de comunicação do homem. O calor de um tom, não depende da diferença efetiva de radiações e, sim, da relação de sensações observadas pelo homem na visão destas mesmas cores. Podemos explicar, pelo fato que estamos acostumados a considerar como quentes, as cores associadas idéia do sol, fogo, etc. Enquanto que a cor verde-azul da Agua nos dá a sensação de frio. Por outro lado, o calor de um tom é relativo. O magenta por exemplo, parece frio em comparação a um laranja, enquanto que nos parece quente em comparação a um azul. Chamamos de cores quentes, as que resultam das misturas de amarelo e vermelho. E chamamos de cores frias as que resultam das misturas do verde e azul. As cores quentes têm uma capacidade de expressão e uma força diferente das cores frias. Para obter um equilíbrio justo entre umas e outras, especialmente se são usadas em grandes extensões, devemos ter presente sua diversidade tanto como significado, quanto como superfície. necessário, também, equilibrar as sensações suscitadas de cada uma das cores, adequando a cada uma o espaço que deve ocupar. Menos espaço para as cores quentes, pois estas têm maior facilidade de expansão e possuem mais força e vida e, mais espaço para as cores frias. A exata determinação das proporções que devem ser observadas na distribuição do espaço que tem de ser assinalado a cada cor, foi estudada por Newton. Baseando-se na luminosidade de cada tom, assinalou expoentes de proporcionalidade, dando para o amarelo valor 9, vermelho 8, magenta 6, lilás 3, ciano 8, verde 6 e a estas corresponde um expoente de superfície inversamente proporcional.

Estas proporções obviamente, devem ser trocadas quando variamos a modulação do tom. Os tons quentes dão sensação de luminosidade, de alegria, enquanto que os tons frios produzem uma sensação de gravidade, de melancolia. Entretanto, não podemos deduzir disto, que as luzes devem ser sempre tratadas com tons cálidos, e as sombras com tons frios, pois, não devemos esquecer que cada tinta sofre a influência dos tons que a rodeiam. Uma sombra, por exemplo, pode ser quente quando sofre o reflexo da terra ou de uma superfície fortemente iluminada. Assim uma letra, uma palavra, uma massa de cor fria pode adquirir um tom agradável, ao aproximar-se a outro elemento quente e expressivo. As vezes, pelo contrário, o resultado agradável de uma composição artística ou gráfica, reside justamente na mútua compensação e na simultânea compenetração de cada uma das sensações individuais em uma única força de composição. Está comprovado experimentalmente, que as cores dão também a sensacão de movimento, e a isto chamamos de dinâmica das cores. O amarelo é excêntrico, isto é, possui uma tendência a expandir-se e invadir o espaço que o rodeia, enquanto que o vermelho é estático e fixo, possui tendência a equilibrar-se em si mesmo, e o ciano é concêntrico, fechado em si mesmo, produz vazio e conseqüentemente, indica profundidade e afastamento. Uma escala da dinâmica das cores, situaria a cor laranja como sendo a cor mais próxima, depois o vermelho, amarelo, verde e finalmente o ciano. Somente o verde e lilás revelam uma dinâmica escassa mantendo uma posição média entre as cores quentes e as frias. O fenômeno é particularmente evidente, se utilizarmos tonalidades de igual força e tintas planas, pois possui sua base mais profunda no diferente poder de compenetração dos raios de luz colorida, e daqui depende o efeito de perspectiva cromática. Naturalmente, para criar o efeito de perspectiva, é necessária a comparação com outras cores. Desta comparação depende a possibilidade de inverter a afirmativa feita anteriormente: um ABIGRAF EM REVISTA


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azul forte e puro pode produzir um efeito de aproximação maior do que um amarelo opaco, ou de um vermelho modulado com branco, com preto ou com gris. No fenômeno do movimento das cores no espaço, participa também uma ação de movimento interno das sensações de cada uma das tonalidades, isto é, o influxo simultâneo que as diversas cores utilizadas numa composição podem provocar reciprocamente, quando são usadas ao mesmo tempo. O fenômeno adquire uma importância particular no campo gráfico, porque dele depende a solução dos problemas referentes à visibilidade e legibilidade das cores. Este á o caso do contraste simultâneo das cores, pelo qual o olho humano que vê sempre por síntese aditiva, requer a complementar da tonalidade que observa, e a gera espontâneamente se esta não está presente. Uma cor ao lado da sua complementar, parece mais acentuada, brilhante e bonita porém, ambas as tonalidades dão pouquíssima legibilidade provocando inclusive uma sensação de tremor. Este desagradável fenômeno possível corrigir, fazendo que uma das cores seja muito mais clara, ou misturando uma pequena porção de uma na outra. Contornando uma tonalidade com preto, esta parece mais acentuada e brilhante, pelo contrário, se esta é demarcada com branco torna-se desbotada e menos evidente, pois, fica muito mais iluminada e dispersa seu tom pelas radiações que reflete o suporte branco. No que se refere A memória ou lembrança das cores ou das formas expressadas por meio destas, parece que depende principalmente do contraste de iluminação, isto é, quanto maior a iluminação da cor corresponde uma lembrança mais viva daquilo que vemos. Assim sendo, a cor amarela é aguela que mais viva lembrança nos deixa como cor, entretanto garante-nos uma imagem minima das formas que está representando. Já o azul oferece-nos uma boa imagem quanto As formas, e escassa visibilidade para a cor, embora as suas 8/1979

radiações possuam o máximo campo de visibilidade na nossa retina. Assim sendo, cremos que a moderação no uso das cores é aconselhável, pois, se numa página impressa abusamos na colocação de cores, assim como, de excesso de ilustrações a cor nas páginas de um livro, por exemplo, estas nos dificultarão a leitura, limitarão o equilíbrio visual devido aos fenômenos de persuação cromática que provocam. Além disso, nossos olhos vagariam por todo o impresso sem ser atraídos particularmente por nenhuma parte concreta deste. Os psicólogos demonstram que todos possuímos uma escala de cores própria e, com esta podemos expressar nosso estado de ânimo, nosso temperamento, imaginação e até os nossos sentimentos. Está demonstrado também, que o homem é influenciado pelas cores em todo o seu ser. Entretanto, devemos observar que por muito importantes que sejam as relações entre sensação e cor, estas resultam muito pessoais e subjetivas. O vermelho por exemplo, é uma cor adequada para expressar alegria entusiasta e comunicativa. 8 a mais excitante das cores, e pode significar paixão, emoção, agressividade, perigo etc. Enquanto o azul, é uma cor reservada e que parece que se afasta, podendo expressar confiança, reserva, harmonia, afeto, amizade, fidelidade e inclusive amor. A cor verde é reservada e esplendorosa; é o resultado entre o céu azul e o sol ardente. E a cor da esperança e pode expressar, natureza, juventude, equilíbrio, descanso etc. O branco é a luz que se infiltra na cor. Expressa a idéia de inocência, paz, infância, estabilidade absoluta, calma etc, e, quando associada a idéias orientais, geralmente é a cor que indica a morte. O preto é o oposto à luz, concentra tudo em si mesmo, é a cor da dissolução, da separação, da tristeza. . . Pode determinar tudo o que está escondido, velado. Indica morte, ansiedade, noite etc. Se o preto expressa alguma sensação positiva esta se encontra na seriedade que provoca, na nobreza, pesar etc. Falamos até agora em métrica, dinâmica, psicologia etc. das cores e

passaremos a discorrer sobre a aplicação destes nas Artes Gráficas. Lembraremos algumas noções não propriamente técnicas As quais fizemos alusão no início do nosso trabalho, e As quais deve-se prestar particular atenção ao prepararmos a impressão de imagens a cores. As causas que podem influir graficamente ao elemento cor, são diversas, como por exemplo, o gosto do cliente, conteúdo do impresso, o suporte, a resistência da cor-pigmento, o processo de impressão a luz ambiente etc. Ao cliente que encomenda um produto para ser impresso, através de determinado sistema, pode ocorrer que não esteja suficientemente informado ou preparado ao dispor os elementos necessários para o que está preocupado apenas com o fator econômico. Não devemos crer ou fazer crer, que o êxito de um trabalho depende do custo do material a ser utilizado. O elemento fundamental para uma boa execução é sempre o bom gosto e, neste ponto, sempre devemos informar ao cliente que o necessite. conteúdo de um trabalho impresso é tudo aquilo que pretendemos comunicar por meio deste. suporte do trabalho impresso, é todo o material no qual podemos imprimir um elemento qualquer. Geralmente consiste em papel ou cartolina, porém atualmente se imprime também em laminados plásticos ou metálicos, madeira, cristal, tela etc. Se o suporte é colorido a tonalidade da sua cor, poderá facilmente influir na tonalidade da tinta a ser depositada neste, especialmente se esta é transparente o resultado por vezes, poderia ser desagradável. indispensável a este respeito, a prática da gráfica, isto é, dos seus técnicos para experimentar realmente os êxitos ou fracassos que pode originar a associação suporte-tinta. A resistência de uma cor-pigmento, é a capacidade que deve ter, para superar as exigências práticas do impresso. As tintas de pouca resistência A luz, por exemplo, não devem ser utilizadas em impressos destinados a expor ao ar livre, ou em vitrines. As tintas de resistência média, não são indicadas para a preparação de tintas rebaixadas, pois, uma vez feita esta operação, terão uma resistência menor A luz. Para embalagens e cartazes deverão empregar-se tintas da maior resistência possível. Quando estamos em presença de embalagens que deverão conter sa31


bões, detergentes etc., deverão ser utilizadas tintas com bastante poder de resistência aos álcalis, pois, de outra forma decomporiam-se rapidamente. Por outro lado, sabemos que as cores e a sua resistência nas tintas ções a cores as mais corretas possível. de imprimir tem certas limitações. Entretanto, o amarelo e algumas tonaEntretanto continuamente as fábricas lidades de azul claro, podem apresenfazem esforços para conseguir que es- tar algumas dificuldades de reprotas tintas atinjam uma capacidade dução. O grau de reproducibilidade de um expressiva, relacionada com o material a imprimir, e com a textura da original, depende da sua nitidez, e da exatidão e precisão que queremos impressão. Os processos de impressão mais obter na impressão do mesmo. Se queremos imprimir, por exemplo, freqüentemente utilizados são a tipografia ou impressão em alto relevo, o em offset um trabalho que não seja offset, ou impressão planigráfica e a necessária uma precisão de registro, rotogravura ou impressão em baixo poderão ser executados os originais relevo, entretanto, a serigrafia está diretamente em papel vegetal ou filme atingindo também uma posição de re- e desta forma teremos já a matriz conlevo dentro dos processos mais utili- feccionada. zados. Se desejamos criar para ser reproA luz ambiente ou a fonte lumínica duzido algum tema que exija a máxicom a qual a cor é examinada, tem ma perfeição, devemos ter sempre fundamental importância no exame de presente que tanto melhor será a reum impresso e conseqüentemente na produção, quanto maior seja a arte, aprovação ou não deste. Existem pois reduzindo esta pelo menos 50%, cores que podem variar sensivelmente, se consegue fazer desaparecer defeitos de acordo com a luz a qual são exa- que porventura podem ocorrer durante a sua execução. Para as ilustrações minadas. Devemos sempre que possível, ob- a traço é suficiente que sejam executaservar os trabalhos impressos em con- das ao mesmo tamanho que serão redições de iluminação ideais, e desde produzidas. Os pigmentos coloridos utilizados que a luz natural varia de acordo com a situação do ambiente, devemos nos na fabricação de tintas, geralmente precaver no sentido de utilizar fontes são substâncias químicas inorgânicas, estão quase todos compostos por de luz nos locais onde devem ser examinadas provas, ou folhas impressas, óxidos e hidróxidos de metais, em secom uma temperatura de cor de parado ou misturados com terras 5.000° K e uma intensidade de 2.000 argilosas. A maioria destes pigmentos encontra-se em estado natural, em formais ou menos 500 lux. Ao ser realizado um original para ma de terras, porém, na atualidade a reprodução a cores, devemos obser- quase todos são fabricados artificialvar algumas particularidades técnicas mente. que melhoram sensivelmente o trabaAs cores químicas artificiais, são lho e facilitam a execução técnica do mais puras que as terras naturais, isto 6, ficam mais próximas as correspontema. Quando vamos reproduzir uma dentes longitudes de onda do espectro, ainda alguns podem aproximar-se arte a uma cor, devemos executar o original em preto opaco ou fosco, muito da sua saturação absoluta emdesde que, o preto é a cor mais fácil bora sem chegar a atingi-la complede ser reproduzida fotomecanica- tamente. mente. Entretanto, é aconselhável sempre Quando a arte é a duas cores, suge- que desejamos fazer um trabalho cuja rimos executar esta a cor, porém uma reprodução seja a mais próxima posciano e a outra magenta quaisquer sível ao original e defronte its dúvidas que sejam as cores a serem emprega- que podem suscitar as tintas utilizadas na impressão posterior, pois estas das na confecção da arte, fazer um duas cores possuem uma particular cromo ou diapositiva da mesma e, facilidade para serem selecionadas na assim, estaremos de posse de um mareprodução fotomecânica. Contudo, terial completamente apto a ser reproos médicos de reprodução fotomed- duzido. Esta afirmativa se deve a que nica, que estão hoje a disposição de possíveis terras utilizadas na fabricagráficos, possuem suficiente sensibili- ção destas tintas podem provocar dade para permitir realizar reprodu- manchas ou traços desagradáveis, 32

quando vistas através do filtro complementar colocado na objetiva da máquina, por ocasião da seleção de cores. Faremos finalmente algumas considerações generalizadas com respeito confecção de originais para a reprodução. Todos os originais em preto, isto é, fotografias, artes, past-ups etc., deverão ir acompanhados de todas as instruções necessárias. E. preferível que o original seja único, de forma a obtermos com dois negativos a reprodução completa, ou seja, um negativo de traço, e um de tom continuo. Através da combinação destes, teremos um único positivo. Por vezes o original consta de várias fotos e de uma parte sólida que pode ser texto ou desenhos a traço. Neste caso as fotos deverão guardar uma boa relação quanto a contraste densidade de tons, já que, de outra forma o fotógrafo de reprodução teria que fazer uma foto de cada vez e neste caso o original como um todo, poderia perder suas características de suavidade ou de contraste. Nos past-ups, devem-se inserir cópias fotográficas ou heliográficas das diversas ilustrações, com a posição proporções exatas. Se não for possível isto, será suficiente que se faça no past-up o desenho exato (prismagem) das diferentes ilustrações que se devem inserir. Devemos evitar textos em negativo que sejam inferiores ao corpo de 12 pontos. Além disso, os textos em negativo devem ter caracteres grossos e lineares, ou então em negrito. Devemos evitar o tipo serifado ou fino, já que na impressão teremos problemas graves de invasão e inclusive de legibilidade. Quando queremos inSerir um texto numa fotografia ou em qualquer outro lugar da composição original, devemos colar este na proteção transparente que cobre o original, coincidindo com o lugar que se deseja que apareça o texto. Devemos evitar, portanto, colar no original textos em negativo obtidos com papel fotográfico. Devemos evitar de forma absoluta, raspar luzes e superfícies do original. E preferível sem dúvida alguma, indicar os locais onde desejamos que seja feito um retoque complementar. Finalmente, devemos evitar o uso de fotografias a cores em papel fotográfico, mormente quando estas são confeccionadas em • papel seda. Nas fotos a cores, os tons suaves são sem-

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Mendoza 19/22 Setiembre 79' A realização da XVI Convenção Argentina da Indústria Gráfica e Afins, terá por sede este ano a cidade de Mendoza, e se fará realizar de 19 a 22 de setembro. O evento anual que reúne a grande família gráfica permitirá mais uma vez com a promoção de diálogos obter sólida união de objetivos e interesses. Será o encontro de vontades para o mesmo fim.

O GLOBO e o SESI estão em pleno desenvolvimento da campanha do Operário-Padrão. Sua finalidade: consagrar o trabalho anônimo dos que constroem a base do desenvolvimento do Brasil. Talvez, sem que você saiba, o Operário-Padrão do Brasil deste ano trabalhe na sua empresa. Para saber disto, só existe uma possibilidade: participar da campanha, o que é fácil e não exige gastos nem trabalho. Todas as empresas industriais, grandes, médias ou pequenas, podem participar. Basta mobilizar os operários para que escolham, entre si, alguns candidatos. Depois, promova uma eleição para apontar o vencedor, aquele que será o Operário-Padrão da empresa. Preencha a ficha de inscrição fornecida pelo SESI — Av. Paulista, 1313 — 6.° andar - SP — Telefones 289-9671 e 289-9827, e anexe um currículo das atividades profissionais e comunitárias do seu candidato. Homenageie os seus operários participando da campanha.

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Cortes do IBDF nos plantios ameaçam Programa Nacional de Papel e Celulose "Se mantida a decisão do IBDF ela redundará em seríssimos e irrecuperáveis prejuízos ao abastecimento da matéria-prima necessária a suprir os investimentos realizados sob a égide do Programa Nacional de Papel e Celulose, provocando conseqüências imediatas sobre os compromissos de abastecimento interno e de exportacão das indústrias do setor, objetivos básicos da orientação governamental". Critérios utilizados

O protesto contra os cortes nas intenções de plantio efetivados pelo IBDF, ao liberar as cartas-consulta das empresas, considerados "drásticos" foi levado ao dirigente do órgão responsável pela orientação florestal pelas entidades de celulose e papel, através de telex reclamando informações mais precisas sobre os critérios que prevaleceram para a aprovação das cartasconsulta. Os graves prejuízos que advirão para a sustentação do ritmo de produção de celulose e papel, como conseqüência da quebra no fornecimento da matéria-prima em função dos plantios autorizados estarem aquém das necessidades das empresas, são também do conhecimento do Ministro Delfim Netto, da Agricultura, a quem as Associações Nacional e Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose e o Sindicato do setor dirigiram telex. Os empresários do setor de celulose e papel pretendem saber os critérios utilizados pelo IBDF para justificar os cortes em suas intenções de plantio, bem como os volumes autorizados para cada empresa e o tipo de atividade de cada uma, além da localização geográfica do reflorestamento e a destinação da madeira plantada. Divisas ameaçadas O presidente das Associações Nacional e Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose, Horácio Cherkassky, após reunião das entidades para tratar dos cortes efetuados pelo IBDF, informou ser de "grave apreensão" a posição do setor. "Pesados investimentos foram feitos para dar autosuficiência ao Brasil neste importante insumo básico. Sem a matéria-prima 8/1979

programada não teremos condições de cumprir esse objetivo governamental maior e de gerar divisas preciosas com a exportação de celulose", afirmou Cherkassky. Outros empresários presentes it reunião manifestaram estranheza pelo fato de algumas reflorestadoras, com programas indefinidos de aproveitamento da madeira a ser gerada pelos plantios estarem defendendo a medida em detrimento de setotes produtivos capazes de reduzir dispêndios e gerar divisas para a carente balança comercial brasileira, como os de celulose e siderurgia a carvão vegetal. Para Horácio Cherkassky "é salutar o direcionamento da atividade flores-

tal para o Nordeste, cumprindo ranicialmente um importante programa social de geração de empregos e fixação do homem b. terra, mas é também importante para a economia nacional, na atual conjuntura, assegurar a matéria-prima para setores industriais já instalados ou em fase de concretização ao invés de plantios sem destinação definida da madeira". "0 incentivo adequado ao reflorestamento — conclui — tem sido a mola propulsora natural adotada pelos países latinos, no âmbito da CICEPLA, para o desenvolvimento de suas respectivas indústrias de celulose, de características especiais em virtude da longa maturação dos investimentos".

Cilindro fabricado no Brasil elimina mais uma importação A Indústria Mecânica Cavallari S/A produziu a 102.a máquina adquirida pela Indústria e Comércio de Papelão Ibicuí, destinada a fabricação de cartões e cartolinas para embalagens. Em operação desde o início de maio, nesta máquina está instalado o 1. 0 cilindro de Sucção fabricado no Brasil e sendo assim, pode libertar os fabricantes da importação deste equipamento. A Cavallari, empresa nacional, que na fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria de produção de papel, é a única indústria que está produzindo este cilindro de sucção e este conta com as seguintes características: Diâmetros que variam de 500 a 800 milímetros, comprimentos de aé 4.200 milímetros e camisa fundida em bronze pelo processo continuo, usinada interna e externamente e perfurada pela própria Cavallari. Programa

de desenvolvimento Atualmente a Cavallari está construindo para formas de sucção, também em bronze e perfurado, com diâmetros de até 1.500 milímetros, que em breve entrarão em operação. A Empresa iniciou seu programa de desenvolvimento, com a ampliação de

seu Parque Industrial em Engenheiro Goulart que passou a ter uma área construída de 9.000 metros quadrados, implantação de vários equipamentos como, perfuradoras de cilindros de sucção e plaina frezadora com capacidade de 65 toneladas. Recentemente tem fornecido máquinas para o Grupo Suzano, Ibicuí, São Robero, Madereira Miguel Forte, etc., em prazos mínimos. Realizou contrato com a Initrade que com sua equipe de Marqueting Industrial pode proporcionar maior agilização e entendimento com as empresas do setor, na comercialização de equipamentos para a preparação da mesma. Pesquisa tecnológica

A Cavallari vem promovendo o PROPEL — Programa de Incentivo Tecnológico na Indústria de Papel — em colaboração com ABCP — Assa ciação Técnica Brasileira de Celulose e Papel — que surgiu com o objetivo de apoiar a pesquisa Tecnológica no setor, a fim de fomentar o desenvolvimento, incentivar a realização de Trabalhos Técnicos, promover maior integração entre as empresas do ramo através de treinamento de universitários, além do prêmio como incentivo que é dado aos pesquisadores. 37


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jurídico Algumas considerações sobre admissão e desligamento de empregados 5) Recibo de quitação — Preparo, com 11) PIS — Verificar a situação do emA admissão e o desligamento de empregados (quer adultos, quer menores) repre- pregado, para as medidas a serem adotadas os direitos consignados ao empregado, para sentam atos da maior importância nas ativi- quando de sua admissão na nova empresa. fins de homologação (empregados com dades de um Chefe de Pessoal. mais de 1 (hum) ano). 12) EXIGENCIAS DE DOCUMENTOS Para que se possa ter uma idéia da im— Dever-se-á exigir do empregado a ser Preparo da RE — Relação Mensal de portância desses atos, basta examinarmos a admitido os seguintes: Certidão de nasciEmpregados (FGTS). série de medidas que devem ser tomadas mento ou casamento (própria) e certidão pelo Chefe de Pessoal ao admitir um em- de nascimento de filhos menores (até 14 Preenchimento da AM — FGTS, após pregado, ou quando procede ao seu desligaanos, inclusive); Declaração de vida e resisolicitação do extrato da conta vinculada mento da empresa. dência dos filhos menores; Declaração de ao Banco depositário, inclusive para o fim dependentes; Carteira de vacinação dos fiAssim, teremos: de fixação do valor correspondente ao art. lhos menores (até 5 anos). 22 (10%) dos depósitos existentes na conta, o Deve-se observar A) ADMISSÃO — B) DESLIGAMENTO — Observar-se-á o a ser lançado no recibo de quitação. seguinte: seguinte: Eis, em linhas gerais, as medidas a serem CTPS — Carteira de Trabalho e PreProceder à anotação de resilição contomadas pelo Chefe de Pessoal ao admitir vidência Social — anotação em 48 horas tratual na CTPS e no Livro ou Ficha de ou dispensar empregados. contadas da admissão. Registro de Empregados. Vimos, assim, que são inúmeras as meSERVIÇO MILITAR — A partir de Relação de dispensados ao MTb — didas a serem tomadas pelo Chefe de Pessoal no ato de admissão ou desligamento janeiro do ano em que completar 19 anos DRT — no prazo indicado no item 4 das de empregados. Todas elas, entretanto, se até o dia 31 de dezembro do ano em que admissões. desdobram em determinadas outras medicompletar 45, a validade da CTPS dependerá da apresentação, pelo empregado, da Fornecimento do AAS — Atestado de das e cuidados que serão objeto de um Curso que o SIGMuRJ programará para quitação para com o Serviço Militar. Afastamento e Salário. desenvolvimento dos assuntos e de todos Declaração de rendimentos pagos (2 os aspectos de um Departamento de PesEXAME MEDICO — Indispensável soai. vias) com a menção do IRF, se houver. nas admissões (preferentemente antes da contratação), inclusive com a prova de abreugrafia. RELAÇÃO DE EMPREGADOS ADMITIDOS E DISPENSADOS — E indispensável a apresentação à DRT até o 15.° dia do mês seguinte à admissão ou ao desligamento. LIVRO ou FICHA DE REGISTRO DE EMPREGADOS — Seu preenchimento obrigatório. EMPREGADOS COM MAIS DE 60 ANOS, ou APOSENTADOS — Indispensável esse exame, face às anotações que deverão constar na guia do IAPAS. FGTS — Verificar a situação do empregado, não só quanto à sua opção na empresa, mas e principalmente quanto sua situação na empresa anterior, para fins, inclusive, de transferências dos depósitos de sua conta vinculada. PROPORCIONALIDADE DA LEI DE 2/3 — Examinar a situação do empregado a ser admitido no conjunto dos empregados da empresa. CONTRATO — Elaboração do contrato de trabalho que melhor convenha aos interesses da empresa, tendo em vista a função a ser desempenhada pelo novo empregado, examinada a lei. CONTRIBUIÇÃO SINDICAL — Examinar a situação do empregado, para as medidas a serem adotadas quando de sua admissão na nova empresa. 40

AUTARQUIA

ATIVIDADES INSALUBRES

Entidade administrativa de direito público, oriunda e tutelada pelo Estado, que lhe permite ou proporciona recursos patrimoniais próprios e vida autônoma, como auxiliar direta do Serviço Público, embora sujeita à fiscalização ministerial. O INPS é uma autarquia de Previdência Social.

São aquelas que, por sua própria natureza, condições ou método de trabalho, expondo os empregados a agentes físicos, químicos ou biológicos nocivos (além das concentrações toleradas, como especificado) (grifo nosso), possam produzir doenças e constem dos quadros aprovados pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho, do MTb.

AUTO DE INFRAÇÃO Verificada pela Fiscalização do INPS qualquer infração, sera lavrado o competente auto, sendo uma das vias entregues ao infrator, mediante recibo, ou em caso de recusa, remetida dentro de 3 dias por via postal com recibo de volta. O auto de infração será lavrado em caracteres bem legíveis, indicando local, dia e hora de sua lavratura e contendo descrição pormenorizada da infração.

ATO ADMINISTRATIVO Todo aquele que emana de agente competente da Administração Pública, no exercício legítimo de suas funções.

AUXÍLIO-DOENÇA Benefício de prestação continuada devido ao segurado incapacitado para o seu trabalho por mais de 15 dias, por motivo de doença. Carência: 12 contribuições. Mensalidade: 70% do salário de benefício, mais 1% desse salário por ano completo de atividade vinculada a Previdência Social ou de contribuição em dobro ate o máximo de 20%. Inicio: 16.° dia do afastamento do trabalho ou data de entrada do requerimento quando este for apresentado após 30 dias de afastamento, para os segurados empregados. Para os segurados autônomos, domésticos e contribuintes em dobro, o início do benefício corresponderá sempre à data da entrada do requerimento.

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Regionais da ABIGRAF BAHIA - SERGIPE Rua Chile, 22 — Sala 1401 Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° andar — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederico Pontes, 94 — Fones: (0712) 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101 CEP 40000 — SALVADOR - BA CEARA Rua Senador Pompeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Residência: Rua Caramuru, 63 — Fone: 223-6882 Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 — Fone: 226-9056 CEP 60000 — FORTALEZA - CE

GOIÁS

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Presidente: MARIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74000 — GOIÂNIA - GO

MINAS GERAIS Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30000 — BELO HORIZONTE - MG

PARAIBA Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58000 — JOÃO PESSOA - PB

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Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 34-6549 Empresa: Gráfica Vitória Rua André dc Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80000 — CURITIBA - PR

PERNAMBUCO Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1.° andar Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50000 — RECIFE - PE

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RIO GRANDE DO SUL Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19.° andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 221-4577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CEP 95100 — CAXIAS DO SUL - RG

RIO DE JANEIRO Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 2304171 - 2304747 - 391-1748 Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO - RJ SANTA CATARINA Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89250 JARAGUA DO SUL - SC SAO PAULO Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223 Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — Fone: 278-7331 — CEP 01523 — SAO PAULO - SP 8/1979

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Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidents: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.. Vice-Presidente:

Sidney Fernandes

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDIN!

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua Siio Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.. Secretário:

Drausio Basile Tesoureiro:

Waldyr Priolli 2.* Tesoureiro:

Jose Aidar Filho Suplentes:

Jose Bignardl Neto Wilson Siviero Osmar Mataveill Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Rom Iti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiacci

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

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CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

Suplentes:

Basilic) Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

Sindicato das Industries Gráficas no Estado de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice -Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.° Secretário:

Jose Aidar Filho Tesoureiro:

Irineu Thomaz 2.. Tesoureiro: Waldyr Prio Ill Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero \Miele de Andrade Ernani Parise Jose Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: Jose Raphael FirmIn° Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Airton .Conde Wilson Slviero Bernardo Sinatro Delegados representantes Junto & FIESP: Theobaido De Nigris 1-lomero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Dráusio Basile Secretaria: das 8 as 11.30 e das 13 as 17 horas Aos sábados não ha expediente. Secretário Geral

Elias Valentir Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria PiloIli Defesa dos associados na Justice do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscais, civets e criminais.

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ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 6-4963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: JOÃO ALVES DA COSTA

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MARIO DE CAMARGO

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

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aRasit_co-re, Indústria de Papéis Ltda. Caixa Postal N? 30.652 S.P. Fone: 445-1211 PBX

Revista Abigraf 045