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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

I° ANO IV

- NÚMERO 41 -ABRIL 79

EM REVISTA

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REDAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar - Cx. Postal 7815 Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 CEP 01223 - São Paulo, SP - Brasil

Editorial

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EM REVISTA

A PUJANÇA E O SUCESSO DA INDÚSTRIA GRÁFICA REUNIDOS NA 8. a FIEPAG!

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Nesta achsio reportagem complete sabre • REPAG19

Capa: Vista parcial dos estandes das empresas participantes da 8. FIEPAG, realizada de 16 a 25 de março, no Anhembi. Fotolitos: Lanzara

Sumário Cartas à Redação

5

Uma exploração das qualidades na Indústria Gráfica Estúdios de

6 Fotolito e seus problemas de

instalação

8

ABIGRAF-SIGESP — Feira Internacional da Indústria Gráfica em Milão 12 ABTG — Sistema de correções em cilindros = Qualidade na impressão

16

FIESP-CIESP — FIESP cria uma Comissão para estudar problema energético

18

FIEPAG'79 — Exit° absoluto da Indústria Gráfica Nacional!

20

FLASHES — Heidelberg: Mudanças no mercado de impressão na Finlândia

26

Nossa Impressão

30

Noticiário SENAI — Dicionário de Ocupações Qualificadas

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Bolsa de Máquinas

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Setor Jurídico

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Regionais da ABIGRAF

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Delegados no Estado de São Paulo

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ABIGRAF EM REVISTA ANO IV — N.° 41 — abril de 1979 Publicação mensal gráficos do Brasil 4/1979

distribuída

aos

empresários

A 8. a FIEPAG, realizada no Anhembi, de 16 a 25 de março do corrente ano, refletiu, além do grande potencial tecnológico da Indústria Gráfica nacional, o enorme interesse desse setor na participação em eventos bem organizados e de caráter tão expressivo. Esse feliz acontecimento, de âmbito nacional e internacional, deslumbrou a todos os convidados, tanto pela magnitude dos stands com suas mais modernas conquistas técnicas em termos de maquinarias e equipamentos, como pela presença de empresários do mais alto nível e importantes autoridades governamentais, tais como, Oswald° Palma, Secretário da Indústria, Comércio e Tecnologia do Estado de São Paulo, e Af fonso Celso Pastore, Secretário da Fazenda Estadual. Em palestra mantida com representantes da ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica, o Sr. Alfonso Celso Pastore mostrou-se bastante impressionado com o desenvolvimento dos diversos setores industriais presentes. E informado acerca dos diversos problemas que afetam seriamente a Indústria Gráfica, S. Exa., imbuído da maior boa vontade, proneteu estudar atentamente o assunto, uma vez que a Secretaria da Fazenda não está alheia aos problemas. Para tanto, será designada futuramente uma reunião do Setor Jurídico da ABIGRAF com S. Exa. o Secretário da Fazenda, a fim de juntos encontrarem um denominador comum que leve a uma solução plausível do problema. Todos os problemas expostos, assim como, estatização e verticalização do setor e tributação excessiva, tiveram grande receptividade por parte do Secretário da Fazenda que mostrou muita preocupação e empenho na solução dos mesmos. A ABIGRAF I SIGESP se sentem enormemente gratificados pelo incomensurável sucesso alcançado pela 8.° FIEPAG, principalmente por ter sido o carro-chefe no patrocínio da mesma e parabeniza a todos os empresários e indústrias que solicitamente atenderam ao chamamento, e aos demais patrocinadores que pari-passu e incansavelmente participaram como co-responsáveis do grande êxito conseguido. Conclamamos, apenas, que persista sempre esta perfeita coesão entre todos os Industriais Gráficos para que eventos desse quilate tenham maior frequência em nosso País. E, assim, poderemos competir e demonstrar a pujança sempre crescente da Indústria Gráfica nacional e mostrar o nosso pleito de admiração pela elevada tecnologia internacional. 3


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CARTAS À REDAÇÃO Senhor Presidente, A pesquisa sobre o Empresário Nacional da Indústria de Transformação do Setor Privado é, em termos de recursos mobilizados, o maior projeto de pesquisa até hoje desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais, sob o patrocínio do Banco do Brasil S/A e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico. Em linhas gerais os objetivos desta pesquisa são: delinear o perfil sóciodemográfico e econômico-financeiro do Empresário; conhecer sistematicamente suas opiniões e atitudes com relação à economia brasileira e suas perspectivas; estudar estas opiniões e atitudes com respeito a problemas específicos da economia; estudar seu nível de informação e conhecimento e de decisões com relação ao sistema financeiro; aferir atitudes e motivações referentes ao Mercado de Capitais; e identificar características diferenciais entre os vários tipos de Empresário. Após um longo processo de análise, discussões internas e externas e inúmeras revisões, elaboramos o questionário padronizado a ser utilizado nas entrevistas com os Empresários, o qual já foi submetido a um pré-teste junto a empresários do Rio de Janeiro e São Paulo. Até o momento encontram-se definidos os critérios amostrais, selecionada a amostra, feitos todos os levantamentos de nomes e endereços e planejada a pesquisa de campo. Estamos atualmente iniciando a fase de entrevistas na qual serão entrevistados aproximadamente 422 empresários de grandes empresas e 198 de médias e pequenas empresas, os quais estão sendo contatados por carta, conforme modelo que fazemos anexar. Entendemos ser de extrema importância para consecução desta pesquisa contarmos com o efetivo apoio desta Associação. Para tanto, solicitamos a gentileza de divulgar entre seus associados os propósitos desse Instituto no sentido de melhor identificar a importância do papel do Empresário no contexto sócio-econômico brasileiro. Muito apreciaríamos, também, contar com a colaboração de V. Sa. no transcorrer da pesquisa de campo caso enfrentemos alguma dificuldade para entrevis4/1979

tar Empresários ligados a esta Associação. Colocando-nos a seu inteiro dispor para informações adicionais que V. Sa. julgar necessárias, e na expectativa de contarmos com o firme apoio desta Associação, subscrevemo-nos, Atenciosamente, IBMEC - INSTITUTO BRASILEIRO DE MERCADO DE CAPITAIS Rio de Janeiro - RJ Publicamos nesta edição a carta de V. Sas, para que nossos associados tomem conhecimento dessa importante pesquisa para o setor empresarial e colaborem ativamente com esse Instituto, possibilitando a consecução da entrevista. E nos colocamos sempre ao inteiro dispor para todo e qualquer comunicado de importância para o setor empresarial. Prezados Senhores: Pela presente vimos solicitar a V. Sas. que nos forneçam uma relação das Feiras (exposições) do ramo Gráfico que acontecerão durante 1979 na Europa e nos Estados Unidos. A relação deverá conter data, local (cidade e país) da feira. Sem mais para o momento, subscrevemo-nos antecipadamente gratos, AUGE MATERIAIS SERIGRAFICOS LTDA. Pça. Júlio Mesquita, 68 - Loja 23 São Paulo - SP A Secretaria desta Entidade já está providenciando a aludida relação, a qual brevemente será enviada a V. Sas. Prezados Senhores: REF.: DOAÇÃO

O Centro de Integração EmpresaEscola - CIEE, Entidade de Fins Filantrópicos, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada por Educadores e Empresários e prestigiada pelo Poder Público, sendo reconhecida de utilidade pública em âmbito Federal, Estadual e Municipal. Este CIEE tem como escopo o desenvolvimento de atividades de cunho cultural-técnico-educacional, voltadas

para a consecução de meta-chave de contribuir para a efetivação do processo de INTEGRAÇÃO EMPRESAESCOLA, em prol do Desenvolvimento Sócio-Econômico-Cultural do nosso país. Assim sendo, vimos solicitar que nos seja enviado periodicamente, a título de doação, o Boletim de divulgação dessa Entidade. Sentir-nos-íamos sumamente honrados se o acervo de nossa Biblioteca Banco de Dados sobre Cursos e Profissões, consultado por estudantes (2.° 3. 0 graus), funcionários, empresários educadores, fosse enriquecido com a presença dessa publicação. Nossos melhores agradecimentos e nossas cordiais saudações. Atenciosamente, CENTRO DE INTEGRAÇÃO EMPRESA-ESCOLA - CIEE Rua General Jardim, 65 São Paulo - SP E com grande prazer que fazemos a doação de uma assinatura gratuita a essa Instituição que tão nobre trabalho vem executando em prol da INTEGRAÇÃO EMPRESA-ESCOLA, em benefício do desenvolvimento sócio-econômico de nosso País. Assim sendo, o nosso Departamento de Circulação, a partir deste número, passará a enviar regularmente esta publicação a V. Sas. Prezados Senhores Estamos recebendo regularmente e gratuitamente sua publicação ABIGRAF EM REVISTA. Tendo em vista sua importância para os nossos usuários. E gostaríamos de saber se poderemos contar com seu recebimento, nos mesmos termos, durante este ano. Atenciosamente. BIBLIOTECA CENTRAL Campus Universitário UFJF Juiz de Fora - MG Informamos a V. Sas. que ABIGRAF EM REVISTA continuará sendo enviada normalmente a essa Biblioteca durante este ano de 1979, uma vez que a mesma se reveste de grande interesse para os usuários da mesma. E nos colocamos sempre ã disposição de V. Sas. 5


Uma exploração das qualidades da Indústria Gráfica

Objetos artísticos e épocas determinadas retratados no álbum "Escultura Sacra do Brasil Colonial", com abalizadas opiniões críticas, imagens e texto

nossas imagens e nos surpreendemos com a sua extraordinária beleza. E o caso deste álbum Escultura Sacra do Brasil Colonial (textos introdutório e analítico de Pietro Maria Bardi, fotos de Rómulo Fialdini, textos em português, inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, árabe e japonês, 12

As imagens deste album foram selecionadas a partir da exposição "Artistas e Artifices do Brasil" (MASP), são dos séculos XVI e XVII e, na sua maioria, de figuras femininas. Este álbum vem de encontro à escassez documental sobre o assunto e ajuda a romper preconceitos sobre a nossa realidade visual e cultural. Ainda que a cultura não se restrinja à produção de imagens, é inegável que elas podem se constituir em claros e dramáticos exemplos do universo visual onde existimos. Assim é com estas imagens, pouquíssimas identificadas (frei Agostinho de Jesus e Mestre de Piranga) finamente realizadas e destinadas a

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Autor: Jacob Klintowitz Imagens barrocas publicadas no album.

As possibilidades da moderna indústria gráfica são tão formidáveis que, no futuro, haverá dificuldades para distinguir o que era a verdadeira qualidade da produção artística original e o que era mérito da produção gráfica. Aí, talvez, se perceba que a produção gráfica tornara-se ela mesma uma produção artística. Muitas das imagens que nos parecem formidáveis à distância devem um pouco de seu prestígio qualidade de um fotolito a seis cores, um papel especial e uma impressão de alta precisão. A idéia de que o Brasil é pobre visualmente — este gravíssimo engano! — se deve ao histórico atraso de nossa gráfica e a displicência da Nação em relação aos seus tesouros, uma consequência do desprezo que as colônias têm em relação a si mesma e a sua criatividade. Hoje o nosso atraso gráfico começa a desaparecer e iniciamos o encontro com as 6

pranchas a cores, tamanho 31 x 44 cm, editora Mecanálise) que é capaz de mostrar algumas poucas esculturas coloniais magnificamente tratadas e registradas, abrindo um ligeiro véu do que é possível fazer neste território quase virgem do registro de nossas imagens. A organização do Album é simples e eficaz. Há um texto introdutório, justificativa do assunto e da produção. Depois, seguem-se as 12 pranchas e, no verso de cada uma, a descrição crítica. Esta descrição aponta para as características da imagem, sua fabricação, a semelhança ou dissemelhança com a produção da época, nome do autor, técnica e nome do colecionador. Com este procedimento, o album oferece a raridade de opiniões críticas "concretizadas", imagem e texto e, portanto, a liberdade para o leitor julgar da justeza do que lhe é relatado. E ainda resta o mérito didático, pois permite, de maneira clara, que o estudante observe como é feita uma descrição, registro e opinião sobre objetos e épocas determinadas.

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"Escultura Sacra do Brasil Colonial"

satisfazer as necessidades místicas da comunidade. Agora estas imagens, cedidas por colecionadores, voltaram ao seu silêncio e isolamento, mas restou este registro ricamente elaborado e â disposição do público. Transcrito do "JORNAL DA TARDE" de 15/01/1979. ABIGRAF EM REVISTA


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ESTÚDIOS DE FOTOLITO -e seus problemas de instalação A estrutura dos "Estúdios de Fotolito" no Brasil, mesmo sendo empresas individuais, agregadas a grandes gráficas, ou simplesmente seções de algum complexo industrial gráfico, apresenta normas quanto à sua construção, fluidez de trabalho e ambiente Autor: MÁRIO CARRAMILLO NETO

Poucas são as empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, que possuindo seções ou departamentos para confecção de fotolitos, dispensem a real importância e necessidade de terem seus estúdios montados dentro de normas e padrões, visto que, no plano econômico, se faz necessário que o local onde o filme — que é matéria-prima sensível e cara, seja manipulado e tratado com os devidos cuidados, razão pela qual estranhamos a atitude de menos importância dada A montagem de um laboratório. Diante destas afirmativas, apresentaremos três esquemas, os quais consideramos dentro da atual conjuntura econômica do País, próprios para definir e qualificar os Estúdios de Fotolitos do Brasil.

FOTOLITO MÉDIO

O esquema apresentado na página seguinte, destina-se a um estúdio de fotolitos médio que emprega, aproximadamente, entre 15 e 20 pessoas. Observamos, de início, uma máquina fotográfica (1) horizontal, com laboratório anexo (A). Esta máquina permite a feitura de gigan tograf ias. A seu lado, uma segunda câmara (2), também completa, onde poderá abrigar um ampliador. Neste caso, haverá uma mesa luminosa, para acerto dos negativos ou originais transparentes a cores. Os filmes desta câmara são processados no laboratório anexo (B) evitando com isso a umidade no ampliador.

Para trabalhos em contatos, a câmara (C) juntamente com uma processadora (D) que irá despejar seus filmes na seção de retoque. A seção de montagens (E) encontramos duas mesas de registro com iluminação e dois armários gaveteiros para as montagens, mais um armário comprido com uma guilhotina para corte de filme. Uma pequena seção com tanque, luminoso de parede e um desintômetro (F) para trabalhos auxiliares de retoque e montagem. Finalmente a seção de cópia de chapas (G). Aqui observamos uma reveladora automática de chapas, uma insuladora, mesa para revelação, uma estufa, armário com gavetas para montagens, mais pequenas mesas auxiliares.

FOTOLITO PEQUENO

O esquema que apresentamos ao lado caracteriza bem os pequenos fotolitos do Brasil. Em geral um só ambiente, mal ventilado e todas as seções numa só area. Lamentavelmente, muitas empresas grandes, assim procedem, também com suas seções de fotolitos, montagem e cópia de chapas. O primeiro detalhe que nos chama atenção é a máquina fotográfica horizontal (1). Para economia de espaço e custo, aconselhamos uma vertical ou auto-vertical. Porém, as máquinas auto-verticais ainda não são fabricadas no Brasil, logo as máquinas horizontais e verticais suprem a totalidade dos trabalhos em fotomecânica. Na câmara escura (2) encontramos um tanque para processamento dos filmes (3). Uma mesa para trabalhos (A); uma prensa de contatos (4). A porta de entrada ã esquerda da máquina fotográfica, com pcqueno corredor e cortina preta. Desaconselhamos o uso de cortinas, por se tornarem com o tempo úmidas e malcheirosas, bem como, impregnadas de químicos. Na área externa, encontramos um secador de filmes (10), um armário (C) e um gaveteiro para montagens e trabalhos (B). Uma mesa de montagens (A) e uma insuladora (8) para cópia de chapas. Um torniquete (5) e tanques para lavagem e revelação (6 e 7) completam a área de uma seção de fotolitos (provisória em qualquer situação empresarial) que apresenta a metragem de 8x8 metros. Este esquema serve como referência para o aproveitamento de pequeno espaço, em um Estúdio ou Gráfica que precise de um fotolito. Todavia aconselhamos maior espaço, conforme os esquemas que se seguem. 8

Na foto, esquema que caracteriza bem os pequenos fotolitos do Brasil. ABIGRAF EM REVISTA


Estúdios de Fotolito... Este estabelecimento, que pode ser muito dos fotolitos médios do Brasil, com boa disposição dos equipamentos, móveis, etc., pode apresentar um ambiente bem agradável de trabalho. Aconselha-se o uso de portas de correr para economia de espaço e facilidade para abrir e fechar. Piso revestido, para melhor limpeza, de preferência com algum escoamento. Se, no caso, de empresa com possibilidade financeira indicamos a instalação de ar condicionado central em todos os locais de trabalho, com exceção da seção de cópia de chapas onde a temperatura, oscilando entre 20° a 25° são mais indicadas na preparação de chapas. Estas instalações auxiliam sobremaneira a não entrada de poeira. Nas seções de retoque e montagem, no caso de não existirem janelas, a pintura de cores claras e suaves são as mais propicias ao trabalho introspectivo e de certa maneira estático, dos retocadores e montadores. Alguns estádios estão introduzindo música com frequência modulada, para aliviar, um pouco, a tensão provocada, principalmente em dias agitados, como fechamento de campanhas publicitárias, ou jornadas com pessoal do período noturno. FOTOLITO GRANDE

O esquema apresentado na página seguinte é indicado para um estabelecimento com 30 a 50 funcionários. Em geral o trabalho, neste caso, já está bastante padronizado. Não mencionaremos processos ou equipamentos sofisticados, como exemplo: Scaners e Programadores eletrônicos. Limitar-nos-emos em afirmar ser este esquema para um estúdio de fotolitos normal, mas empregando sistemas econômicos e produtivos. Primeiro destaque — para as máquinas fotográficas horizontais, colocadas no hall principal (A) onde observamos dois densitômetros, mesa dupla luminosa e armário para arquivo ou estoque de filmes.

A primeira máquina horizontal (F) destina-se a trabalhos de seleção de originais opacos a cores e outros trabalhos onde se torna indispensável este tipo de máquina. Os filmes aqui expostos são processados na câmara contígua (3), que também poderá auxiliar a câmara de contatos (K). A segunda máquina horizontal (L) está acoplada a uma processadora. Logo, um conjunto de altíssima produção, na confecção de reticulados diretos, traços em quantidade, como exemplo, páginas de revistas ou livros e outros. Ainda na mesma câmara (L) um tanque de reserva para qualquer necessidade e na Area externa outro tanque para exame dos filmes e um secador de reserva. Desse complexo fotográfico (L) os filmes produzidos já estão na seção de montagem (M.1) para revisão e acabamento. Completando, diríamos que as seções apresentadas (L e M.1) formam um conjunto para trabalhos de produção, onde não envolvem aplicações e montagens muito complexas, e onde os fotolitos se apresentam em negativos. Passemos A seção de cores. Na amara (E) observamos um ampliador, o qual seria utilizado para trabalhos de seleção de cores reticuladas diretamente ou seleções convencionais. A seção (D) para seleção de cores, por contato. Os filmes expostos no ampliador (E) e na seção de contatos de cores (D) seriam, conforme o caso, revelados em processadora a gás (I) ou automático (J). FOTOLITO GRANDE

Todas estas seções interligadas por um corredor (S) com iluminação de segurança, para maior facilidade de locomoção com caixas de filme. Tanto o laboratório (3) como o (L) e o (G) possuem banheiras de fixador com tampa removível, encaixados na parede, tendo acesso tanto A camara escura como h parte externa. Todos os três tanques possuem em conjugados outros tanques para lavagens de fil.

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Nesta outra foto, apresentamos o esquema de um estúdio de fotolito médio que emprega, aproximadamente, 15 a 20 pessoas. 4/1979

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mes e Negatoscópio para exame dos mesmos. Armários secadores para auxiliarem os retocadores e montadores nas seções M.2 N. Na seção de montagem (N) quatro mesas luminosas e duas guilhotinas para filmes sobre um armário que pode ser gaveteiro para montagens. Na seção de retoque (M.2) seis mesas luminosas e uma pequena mesa para um densitômetro, para controle dos filmes, tanto os processados (K J I G) como os de retoque. A seção de cópia de chapas (0) com duas insuladoras e um torniquete horizontal ou uma processadora de chapas. Mesas para revelação e armários gaveteiros para as montagens. Finalmente, a seção de provas (P) com dois prelos automáticos, tinteiro sobre a mesa, para melhor homogeneidade das tintas e também, um densitômetro portátil (X). Armários para estoque de papel (U) um pequeno aclimatador de papel para trabalhos especiais (T). Quanto As condições de ambiente, os mesmos descritos nos laboratórios médios, sempre nas devidas proporções de tamanho, área e número de empregados, mas nunca esquecendo que as condições de ambiente, calma e tranquilidade são fatores preponderantes no trabalho de fotomecAnica, que "ainda" não podem ser encarados como indústria de produção, em especial nos trabalhos de seleção de cores e montagens com várias aplicações, onde a concentração psico-emocional de um profissional é muito grande. ESTRUTURA INTRINSECA DOS ESTÜDIOS DE FOTOLITO

Ao analisarmos o trabalho de fotomeclinica em suas várias fases, podemos afirmar que 50% desse trabalho é desenvolvido dentro de um laboratório. O Laboratório Fotomeanico ou a "Câmara Escura" e outro termo, também, popular o "Quarto Escuro" é a área mais importante de um estúdio de fotolitos. Infelizmente, no Brasil é a parte que menos ...

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Estúdios de Fotolito atenção recebe daqueles que começam ou remodelam suas instalações fotomecânicas. E comum observarmos nos laboratórios, a vedação ineficiente, infiltrando-se a luz intrusa pelas frestas existentes ou, então, janelas com adaptações de obscurecimentos. Daremos a seguir, sugestões e observações para a instalação de um bom laboratório. ESPAÇO ADEQUADO

Ao proceder a instalação de uma Câmara Escura, convém, sobretudo, assegurar a disposição racional dos equipamentos, baseando-se na ordem de sucessão das operações na referida câmara. Dado que a maioria dos casos a ordbm das câmaras escuras estarem sujeitas aos locais e condições disponíveis, logo, é de pouca utilidade realizar esquemas e regras fixas para a sua instalação. 8 evidente que deve reinar uma absoluta limpeza e que deve estar isenta de p6. Em geral, dentro do laboratório prevalece uma atmosfera muito úmida, portanto, convém isolar os equipamentos e condutos elétricos das áreas reservadas ao processamento químico das emulsões. comum observarmos ampliadores e máquinas fotográficas instaladas junto aos tanques de revelação e após algum tempo, foles completamente embolorados, objetivas tomadas pelos fungos e metais expostos enferrujados. MOVEIS, TANQUES E A SUA CONSTITUIÇÃO

Devem, de preferência, ter 1 (um) metro de altura, para melhor mobilidade dos operadores, em especial As pessoas de pequena estatura. Em suas partes inferiores, aconselha-se alguma distância em relação ao chão, para facilidade na limpeza. Se os móveis forem de madeira, na parte superior deverá ser revestida de fórmica, a fim de serem protegidos contra os ácidos.

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Tanques de madeira com revestimento em plástico ou tinta plástica, não são recomendados porque apresentam inconvenientes, com o decorrer do tempo. Os mais indicados são os moldados em fibra de vrdro, aço inoxidável ou tanques inteiros, com temperatura controlada. INSTALAÇÃO DA AQUA

A água em um laboratório é tão importante quanto o filme. Nos Estados do Norte, Centro e Oeste do Brasil, ela chega A temperatura de 29° C, enquanto que no Sul do Brasil, em algumas temporadas, chega a 4° C. Qualquer que seja a oscilação, esfriando ou esquentando, a temperatura ideal é de 20° C, tornando-se indispensável o controle da temperatura, condição imprescindível da boa qualidade. Nos laboratórios pequenos, sem possibilidade de aquisição de complexos para tratamento de água, indicamos, aquecedores a gás para aumentar a temperatura, a algum aparelho doméstico de refrigeração para diminuí-la. Os canos e tubos podem ser instalados economicamente, tanto em metal como plástico, sendo que os canos de metal devem ser substituídos com o correr do tempo, devido â ação dos químicos. Em alguns casos, o fixador recebe um escoamento especial para recuperação da prata. Como foi mencionado anteriormente, em locais com temperatura alta, recomenda-se cobrir os canos com material isolante, a fim de manter constante a temperatura da água. A água, normalmente distribuída para fins industriais não é pura, contendo sempre substâncias em diluição ou em forma de partículas sólidas, finíssimas. Quando uma receita fotográ fica menciona "água destilada", significa que alguns produtos podem provocar algumas reações devido As substâncias presentes na água, alterando a composição dos reveladores e seus resultados.

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Água estagnada, sobretudo a de poço, contém, As vezes, substâncias de origem vegetal, que produzem certa coloração na água. Se a utilizarmos na lavagem de papéis fotográficos, ou mesmo, algum tipo especial de filme, as partes brancas da imagem podem sofrer a influência desta água. Quase todos os reveladores apresentam um antisséptico especial que impede a formação de micro-organismos, bactérias, que se desenvolveriam bastante, em contato com a gelatina das emulsões. Em caso de desmineralização da água, a instalação de um deionizador resolve quase todos esses problemas. Consiste em um tubo cheio de grãos de resina, os quais retêm todos os ions contidos na água. A composição da água, também, é da maior importância, tanto para a preparação dos banhos, como para a lavagem dos filmes e papéis. E um problema que somente agora começa a ser observado fora das grandes cidades. Uma das principais características de uma água, é o seu "grau de dureza". Um grau de dureza, demasiadamente alto ou baixo, pode trazer numerosos inconvenientes, provocados pela presença de sais de cálcio de magnésio em maior ou menor quantidade na água. Um dos fenômenos conhecidos, como conseqüência da dureza da água é a formação de um depósito calcário no fundo das banheiras. Pode ocorrer o contrário: uma água muito "mole" ou com poucos sais de cálcio e magnésio, torna-se impossível lavar ou enxaguar, tanto filmes como utensílios; uma água demasiadamente mole, torna a gelatina muito sensível, inchando-se mais do que o normal, aumentando a grans, e em casos mais críticos, o desprendimento da emulsão do suporte, conseqüentemente, a secagem do filme por conter mais água demandará em mais tempo. Para indicar o grau de dureza, adotaram-se algumas medidas que não são iguais

1111 I111 I

991 O esquema aqui apresentado é de um estúdio de fotolito grande, indicado para um

estabelecimento com 30 a 50 funcionários. 10

ABIGRAF EM REVISTA


Me,

Estúdios de Fotolito...

em todos os países. Os franceses denominam 1°F para a água que contém 10 mg de carbonato de cálcio por litro, ou uma quantidade equivalente de outros sais de cálcio ou de magnésio. Assim expressadas em números e denominações, estas correspondem aos seguintes graus: Muito Mole menos de 3°F Mole entre 3°F e 150°F Dura entre 15°F e 30°F Muito Dura mais de 30°F difícil de traçar o limite de dureza admissive]. Os graus mais favoráveis estão entre I5°F a 20°F. Se a água é mais mole, não é um inconveniente para a prep.... paração dos banhos, porém o é na lavagem dos filmes e papéis, sendo muito arriscado a elevação de sua temperatura. Nestes casos abrevia-se o tempo de lavagem procedendo-se a um endurecimento especial durante a fixagem. Se ao contrário, a água for muito dura poderá ocasionar uma precipitação nos banhos que contenham carbonato de sódio. Esta precipitação, formada por um véu calcário de carbonato de cálcio torna-se insolúvel na água, fixando-se sobre a camada da emulsão, não se eliminando com a lavagem normal. As vezes a água muito dura pode ser a causa de imperfeições no esmalte do papel fotográfico, fenômeno este muito comum em jornais e revistas de pequenas capitais de outros Estados e de cidades do interior. Para informações sobre a determinação do grau de dureza da água, o mais indicado será consultar a Repartição de Distribuição de Aguas. Piso Os laboratórios de fotomecânica ou para qualquer outro fim, devem possuir pisos impermeáveis, pois evitará o acúmulo de químicos no chão, em especial o Hipossulfito de Sódio que possui alto poder destrutivo, dessa forma é desaconselhfivel pisos de cimento ou assoalhos de madeira. Como o trabalho do fotógrafo é realizado, em grande parte ao lado do tanque, e para se evitar que o mesmo tenha seus pés constantemente molhados e frios, o uso de estrados de madeira é uma ótima opção, pois não são dispendiosos e após algum tempo de uso, podem ser trocados.

Instalação Elétrica

As tomadas e chaves elétricas para os aparelhos na câmara serão melhor instalados nas paredes, na parte posterior dos referidos aparelhos e a uma boa altura do piso. Evitando-se curto-circuitos quando houver água, bem como, extensão de fios pelo chão. Os interruptores para as lâmpadas de iluminação (branca e de segurança) devem ser instaladas próximos da porta, a 1,40 m de altura para a luz de segurança e 1,85 para a luz branca. As lâmpadas de segurança são colocadas h razão de uma para cada metro e meio linear de área de trabalho e, a não menos de 1 (um) metro de distância do filme. Se o porta-original estiver dentro da câmara escura, a lâmpada deve ter circuito elétrico separado, para não influir sobre a temperatura de cor do lampadário da máquina. Os filtros das luminárias de segurança devem ser examinados cada seis meses, pois os mesmos perdem sua cor ou racham-se, deixando passar nesgas de luz branca. A melhor iluminação geral da câmara sera com as lâmpadas incandescentes, porém não aconselhamos as lâmpadas fluorescentes, porque mesmo depois de apagadas emitem irradiações. Pintura das Paredes

O interior das câmaras deve ser pintado de branco mate ou cinza claro. Para os que desejarem outra cor, a alternativa será um creme claro, que é facilmente absorvido pela luz vermelha. Mas não o tétrico preto. Está provado que a cor influi no rendimento operacional, principalmente nos fotógrafos, que permanecem muito tempo dentro das câmaras. Na parte externa, onde houver máquina fotográfica, o mais indicado é o gris mate, por provocar menos reflexos. Tinta fluorescente deve ser aplicada somente como segurança, em chaves ou tomadas. A fluorescência quando próxima do filme, provoca um pequeno véu. Em torno dos tanques de processamento é interessante a aplicação de azulejos, por mais apropriado A limpeza e não serem sujeitos à ação corrosiva dos produtos químicos, em especial o hipossulfito de Sódio.

Entradas e Saídas das Câmaras

Nas câmaras onde os operadores precisam se movimentar sem a interrupção do trabalho, são necessárias portas ou entradas, sem que se permita a passagem da luz. Isto pode ser feito com uma passagem em labirinto, e quando o espaço for pequeno, pode-se fazer a entrada com portas duplas. Se o espaço for muito exíguo, as mesmas podem abrir-se para fora ou instalar-se tubulações giratórias com uma fenda. No caso de entradas em labirinto, que não sejam muito profundos, deve-se construir uma parede perpendicular A parede de entrada, para se evitar a entrada de luz. As paredes do labirinto devem ser pintadas de negro-mate. A melhor regra para se construir um Ia..* birinto é: a profundidade total deve ser igual a tits vezes a largura de cada passagem. 4/1979

Ventilação e Controle de Temperatura

Com referência à câmara escura, esta deve receber sempre, uma renovação constante de ar limpo e fresco. Porém esta renovação implica na entrada de pó. O ideal será um sistema central de ar condicionado, com prévia instalação de filtros de ar. Não havendo essa possibilidade, a simples instalação de um aparelho doméstico de ar condicionado, também apresentará bons resultados. Se, nem esta alternativa for possível, então, um sistema de ventiladores é aconselhável. Na instalação de ventiladores, deve ser observado que o ar deve vir de uma parte seca e ser dirigido sobre a Area úmida da câmara escura, ou melhor, diretamente sobre os químicos, e a sua saída, de preferência sobre o fixador, de modo que gases provenientes das ba-

nheiras com químicos, não permaneçam e contaminem o ambiente local. Consideram-se como normas recomendáveis, uma temperatura constante de 20° e umidade relativa do ar de 50%. A mudança de ar deve ser em torno de 6 a 10 vezes por hora e, se a proporção for superior, provocar a corrente de ar 6* contra-indicado, devido à alteração da temperatura e entrada de poeira. Alguns estúdios mantêm secadores de f ii mes dentro da câmara escura, o que se constitui um erro, pois estes emitem calor e aumentam o índice de umidade relativa do ar. Finalmente, queremos reafirmar que estas observações técnicas estão dirigidas, principalmente aos empresários e profissionais que começam ou remodelam suas instalações de Fotomecânica. E bem verdade que a introdução de processadoras automáticas funcionando com um só banho para todos os tipos de emulsão, reduziu sensivelmente todos estes problemas, trazendo como conseqüência o aumento de produtividade e uma nova conceituação no trabalho de reprodução. O fotógrafo que antes era um artesão, manipulando química e fisicamente seus filmes, chapas e papéis é hoje o profissional operador de equipamentos, com valores pré. determinados e produção dentro de projeções de custo e rentabilidade. Contudo, são conceitos para grandes empresas de reprodução. Não se aplicam aos empresários que possuam seções de foto-reprodução para suas necessidades mais imediatas, e é para estes, tanto empresários como profissionais, que sofrem toda a sorte de vicissitudes, sejam elas, calor, frio, umidade, água, queda de voltagem, materiais defeituosos, trabalhos que não dão certo, clientes que queriam para ontem, máquinas quebradas, técnicos que não dão assistência e outros problemas que não merecem ser mencionados, que dedicamos e oferecemos este ma desto trabalho. -

Palestra proferida durante a realização da 6.• STAG — Realização da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". BIOGRAFIA Mário Carramillo Neto

Com larga experiência profissional, adquirida no trabalho e contatos com firmas especializadas nos vários setores da Indústria Gráfica, estagiou na Alemanha, Bélgica e Itália, tendo participado, como programador e docente, de cursos técnicos realizados em vários Estados brasileiros, bem como de congressos e seminários sobre temas especializados na área de Artes Gráficas. autor de vários trabalhos publicados: apostilas de Cursos, artigos e estudos em revistas técnicas e manuais de seminários e cursos sobre aspectos específicos relacionados com as Artes Gráficas. Atualmente, é Gerente Regional de Vendas de Linotypo do Brasil Indústria e Comércio Ltda., cargo que vem desempenhando desde maio de 1978. 11


GEC79

FEIRA INTERNACIONAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA EM MILÃO A GEC é uma Feira Internacional presente no calendário estabelecido pela EUMAPRINT (Comitê Europeu de Construtores de Máquinas Gráficas e de Embalagem). Este Comitê fixou, desde 1967, um calendário das manifestações internacionais européias que prevê a realização de quatro feiras, nos países colocados entre os maiores produtores europeus de máquinas e equipamentos gráficos

São as seguintes estas feiras internacionais programadas para os próximos anos: DRUPA — Dusseldorf TPG — Paris GEC — Milão IPEX — Londres — Birmighan O calendário aprovado até 1987 é o seguinte: 1969 1971 1972 1974 1977

— CEG — IPEX — DRUPA — TPG — DRUPA

1979 1980 1982 1984 1987

— GEC — IPEX — DRUPA — TPG — DRUPA

Como se pode notar a periocidade de cada feira é diferente (ex. DRUPA de 5 em 5 anos, outras entre 9/10 anos), levando-se em conta a capacidade produtiva de cada país. Além dessas exposições reconhecidas pela EUMAPRINT, temos outra grande manifestação do setor, a PRINT, patrocinada pela Associação dos Construtores Americanos. Esta mostra realizada de seis em seis anos, observou o seguinte calendário: 19681974 e a próxima está marcada para 1980 em Chicago. Os Estados Unidos ocupam o 2.° lugar entre os produtores de equipamentos gráficos, e a Italia e Grã-Bretanha ocupam o 3.° lugar.

c) Paralelamente â GEC-79, sera' realizada no Lago de Como, a convenção da IMPA (Associação Internacional dos Grandes Impressores) realizada de 4 em 4 anos e que devido a importância dos problemas debatidos durante o evento, representa um compromisso de primeiro plano para os técnicos do setor. Deste congresso participarão cerca de 700 pessoas. EXPOSITORES DA GEC-79

Diante de tais premissas prevê-se a participação de cerca de 800 empresas provenientes do mundo todo, que exporão seus produtos nos dez pavilhões com uma superfície de 120.000 m2. Desde já podemos considerar que 50% dos expositores serão estrangeiros, em consideração também a importância do mercado italiano para a exportação dos países estrangeiros. A Itália possui 15 mil empresas do setor empregando 210.000 mil pessoas e com um giro de negócios estimado em 12.000 bilhões de liras. Na GEC-79 estarão presentes, além de outros, os seguintes países: Alemanha Federal, Suíça, Grã-Bretanha, Estados Unidos, França, Países Nórdicos, Suécia, Alemanha Oriental e Tcheco-eslováquia.

A GEC-79 Mostra Internacional da Indústria Gráfica, Editorial, Papeleira e de Transformação que será realizada em Milão entre 19 e 27 de maio de 79, no "Quartiere Della Fiera", fará de Milão o centro do mercado internacional do setor. A importância desta feira, que durante o ano de 79, sera o único evento de porte mundial, prevê um afluxo de mais de 200 mil visitantes, a metade dos quais vindos do Exterior. Para atender a tão grande número de pessoas, seus organizadores, através da Agência Oficial da GEC-79 — "Tool Jet" estão procurando obter a máxima disponibilidade no setor hoteleiro de Milão e cidades vizinhas. O sucesso de uma mostra depende também de uma boa infraestrutura de acomodações no local onde é realizada, e neste ponto de vista, os organizadores da GEC-79 estão preocupados em garantir aos expositores e visitantes, uma qualificada e pontual assistência. A Agência Tool Jet com a colaboração da Alitalia, companhia aérea estatal italiana, através de suas agências espalhadas pelo mundo, vai contribuir para a racionalização do fluxo de visitantes da GEC-79. Para isso já foram organizados esquemas para favorecer a afluência dos visitantes de acordo com programas planificados, enquanto está sendo elaborado um estudo do potencial de vôos de e para Milão.

GEC-79

A GEC-79 será realizada em Milão de 19 a 27 de maio de 1979, no Pavilhão de Feiras do ENTE Autonomo de Feiras Internacionais de Milão, que organiza esta feira corn a colaboração técnica da CEU: Via Monte Rosa 21 — 20149 Milão e a colaboração do C.P.A. (Centro Promocional da ACIMGA) sob o patricínio da AC1MGA (Associação dos Construtores Italianos de Máquinas Gráficas e Afins). Esta mostra nasce, sob os mais favoráveis auspícios, pelos seguintes motivos: O grande sucesso da DRUPA 77 mostrou um notável recrudescimento de investimentos no setor, propensão esta que deverá permanecer durante 1979, de acordo com o parecer de "experts" em economia. Sendo realizada dois anos após a DRUPA e sendo a única manifestação internacional do setor em 79, pode-se prever que a GEC despertará a máxima atenção dos técnicos do setor e apresentará para os produtores oportunidade única para apresentação de suas mais recentes inovações tecnológicas. Deste ponto de vista podemos prever o relançamento de novas técnicas já apresentadas na DRUPA, especialmente no que se refere a sistemas eletrônicos para o controle da qualidade de impressão, na fotocomposição e na transmissão das informações escritas a distância. 12

m2 . Maquete do local onde será realizada a GEC'79, com uma área total de 55.000 ABIGRAF EM REVISTA


PRESENÇA DE JUAN MANUEL COLOMBO NA 6.a STAG

Juan Manuel Colombo, Presidente da FA1G — FEDERAÇÃO ARGENTINA DA INDÚSTRIA GRÁFICA, foi alvo de todas as atenções em todas as reuniões em que participou por ocasião da 6.* STAG, principalmente pela sua marcante personalidade e simpatia. No flagrante acima, vemos it direita o Sr. Juan Manuel Colombo em animada palestra com os demais congressistas.

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4/1979

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PAPEL DE IMPRENSA

Emprego do papel imune na impressão de lições dos Cursos por Correspondência A isenção do imposto de importação, prevista no inciso I, do artigo 15, do Decreto-lei n.° 37, de 18 de novembro de 1966, regulada pelo Decreto n.° 66.125, de 28 de janeiro de 1970, é concedida às empresas jornalísticas e editoras para o material abaixo especificado: aparelhos, máquinas, equipamentos e matérias destinadas à composição, impressão e acabamento de livros, jornais e periódicos; peças avulsas, inclusive sobressalentes dos aparelhos e equipamentos de que trata o inciso anterior, destinadas ao respectivo reparo ou manutenção. Releva notar que a isenção do imposto de importação é restrita à importação realizada diretamente, e a imunidade tributária somente será reconhecida ao papel que contiver em toda a sua largura ou comprimento linhas d'água (vergé), separadas na dimensão de 4 a 6 centímetros. O papel importado com imunidade não poderá ser empregado em catálogos, listas de preços e publicações semelhantes, jornais, revistas e livros de propaganda de sociedades comerciais ou não, bem como em livros em branco, ou simplesmente pautados e riscados, para escrituração de qualquer natureza. As empresas beneficiárias da imunidade do papel com linha d'água, que não observarem os requisitos estabelecidos no Decreto-lei n.° 37, de 18 de novembro de 1966, bem como os do Decreto n.° 66.125,

de 28 de janeiro de 1970, ficam sujeitas a multas, sem prejuízo da ação penal cabível nos seguintes casos: utilização do papel em outro fim que não a produção de livros, jornal ou periódicos; desvio, por qualquer forma, de papel importado, destinado à impressão de livros, jornais e periódicos; transferência a terceiro, a qualquer título, sem prévia autorização fiscal. Com referência à utilização do papel imune na feitura de lições dos chamados cursos por correspondência, caso "sui-generis", não previsto na lei nem no regulamento, a Coordenação do Sistema de Tributação, através do Parecer Informativo n.° 65, de 10 de julho deste ano, inserto no D.O.U. do dia 17 do mesmo mês, resolveu que "desde que cumpridos os requisitos e as condições constantes do Decreto n.° 66.125, de 28 de janeiro de 1970, é permitido o uso do papel imune na impressão de lições a serem remetidas periodicamente aos alunos dos chamados cursos por correspondência, eis que: "a) dos incisos I e II, do artigo 3.° do Decreto n.° 66.125, de 28 de janeiro de 1970, que, além de regular o reconhecimento da isenção do imposto de importacão para os materiais importados por empresas jornalísticas e editoras, disciplina a imunidade tributária para o papel da imprensa, infere-se que o papel imune destina-se ao uso em livro, jornal ou outra

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Do Instituto Jurídico da Associação Comercial de São Paulo

CURSO DE FABRICAÇÃO DE PAPEL E CELULOSE

PARA ANUNCIAR EM

BASTA TELEFONAR PARA:

publicação periódica que não contenha exclusivamente matéria de propaganda; a expressão "publicações periódicas", deve ser entidade de acordo com as Notas Explicativas da Nomenclatura de Bruxelas, que consideram "publicações periódicas" os impressos publicados em série continua, com o mesmo título e a intervalos regulares, datados e numerados; a norma tem origem em dispositivo constitucional que já figura na Carta Magna de 1946, instituindo a imunidade referente a impostos para o papel destinado a impressão de jornais, periódicos e livros e que "ex vi" da Constituição de 1967 e emendas subsequentes passou a abranger não só o papel, mas também o próprio livro, o jornal e os periódicos; não há como se emprestar a simples regras de classificação de mercadorias, o condão de restringir o sentido do preceito constitucional, que além de prevalecer hierárquica e axiologicamente, antecede de muitos anos a criação da Nomenclatura de Mercadorias com base na Nomenclatura de Bruxelas; para efeito da permissibilidade do uso do papel imune, a expressão publicação periódica há de ser entendida "latu sensu", estendendo-se, por tanto, às lições remetidas periodicamente aos alunos dos chamados cursos por correspondência".

OBJETIVO Analisar e discutir cada fase do processo de fabricação de diversos tipos de celulose, capacitando os técnicos na identificação, análise e desenvolvimento de sistemas de fabricação de celulose. DESTINA-SE A profissionais que atuem na área, assim como; supervisores de equipamentos de fabricação de celulose, pessoal de suprimentos e compra de matéria-prima, de controle de qualidade e de produção, bem como técnicos, estudantes e engenheiros da Area, PROGRAMA Histórico do Papel; Situação da Indústria Brasileira; Estrutura e Propriedades Físicas da Madeira; Química da Madeira e da Celulose; Preparação da Madeira para a Pasta; Pasta Sulfito; Fabricação de Pasta Mecânica; Branqueamento da Pasta Mecânica; Produção de Pastas Alcalinas; Sistema de Recuperação de Álcalis; Branqueamento da Pasta Química; Equipamentos Usados na Fabricação de Celulose; Controle de Qualidade; pH — O que é e como Medir; Tratamento das Aguas Afluentes e Efluentes; Instrumentação; Manutenção Industrial. INFORMAÇÕES GERAIS Epoca de realização: de 20.03 a 22.05.79; Horário: às 3.asfeiras, das 8h30 às 12h00 e das 13h30 às 17 h; Local: Sede da ABCP — Rua Tubarana, 89; Taxa de inscrição: Cr$ 8.000,00 (sócio) e Cr$ 10.000,00 (não sócio). N° de registro da ABCP junto ao CFMO: 0103. Nossos telefones para outras informações: 70-6196 e 70-3809. ABIGRAF EM REVISTA


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Sistema de correções

em cilindros = Qualidade

na impressão! Autor: DANIEL GONSALVES SOBRINHO

O procedimento de impressão Rotogravura é, indubitavelmente, o sistema mais adequado para realizar trabalhos nos quais se tenha que empregar papel de baixa qualidade e preço, impressos em grande velocidade. Na realidade, com um jogo de cilindros cromados, pode-se fazer tiragens imensas sem alterar a qualidade da impressão, isto porque a Rotogravura é um processo essencialmente mecânico

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Mas apesar disto, diversos são os itens que contribuem para que se obtenha esta qualidade. Por isso, atualmente dá-se grande importância a uma prova feita previamente dos cilindros, na qual além de se avaliar a qualidade da gravação e verificar possíveis erros, pode-se testar e fazer acertos quanto â mistura adequada de tintas, vernizes e solventes e também definir padrões em relação ao papel que será utilizado durante a impressão, pois o tipo de papel é sem dúvida uma das partes importantes do processo, pois de acordo com suas características (gramagem, lisura, alvura, capacidade de absorção, etc.) é que será definida a profundidade ideal da gravação, a viscosidade da tinta, pressão, etc. Condições de máquina e tipo de papel estando satisfatórias para, o serviço desejado nos resta obter o máximo de qualidade dos cilindros gravados. Como se sabe, o processo de Rotogravura depende quase que exclusivamente da qualidade dos rotofilmes. Como nem sempre é possível obter positivos com um índice máximo de qualidade e homogeneidade, e também, muitas vezes estes positivos não são confeccionados na própria empresa, mas sim fornecidos pelo cliente ou por estúdios, o que torna mais dificultosa a sua correção, recorre-se gravação para tentar possíveis melhorias. Apesar de inúmeras pesquisas realizadas para se tentar obter um processo de gravação eletrônica, que seja plenamente satisfatório, não se chegou ainda a níveis de perfeição. Em virtude disto o resultado da gravação depende quase que exclusivamente da experiência pessoal do gravador, e como todo processo que envolve o elemento humano, é suscetível de falhas. Nesta etapa de preparação do cilindro, essas falhas podem originar-se em qualquer das partes precursoras da gravação e não só nela propriamente. Principia pelo papel pigmento, que é adquirido virgem e sensibilizado na própria empresa, podendo aí haver variações segundo seu uso, e critérios de cada empresa, O papel pigmento exige cuidados especiais de armazenagem e manuseio, sendo, não muito raro, ocorrerem defeitos por falhas provenientes desta etapa, ou durante a reticulagem do papel. A reticulagem constitui fator importantíssimo para uma boa impressão, pois devido grande velocidade das máquinas impressoras, à pressão exercida pelos rolos de borracha contra o papel e ao desgaste provocado pelas "racles" em atrito com a superfície do cilindro gravado, um reticulado muito fino resultaria numa impressão porosa e pouco uniforme ao invés de melhorar a qualidade e nitidez, pelo fato de no decorrer do serviço haver uma destruicão das paredes dos alvéolos, o que con-

sequentemente alteraria a profundidade dos mesmos. Também durante a revelação do cilindro normalmente podem surgir alguns problemas, que geralmente são provenientes da operação efetuada em tempo muito reduzido ou então em excesso, ou ainda pela porcentagem de álcool utilizada durante a secagem do cilindro revelado, o que influi na densidade da gelatina e consequentemente no tempo de penetração do ácido gravador. Por fim, a gravação é a parte do processo de preparação na qual pode ocorrer o maior número de irregularidades, pois exige, para ser bem feita, uma série de requisitos muito importantes para a obtencão de um bom resultado final. Podem ser citadas como condições básicas: temperatura e umidade ambiental, temperatura do cilindro a ser gravado; temperatura e densidade do ácido gravador, habilidade e conhecimento do gravador, além da perfeita execução das fases anteriores citadas. Como podemos concluir, por tudo que já foi exposto, a obtenção de um cilindro com excelente qualidade é muito difícil. Esse é o motivo pelo qual atualmente, aliado â prova dos cilindros, é usado um método de correções dos cilindros gravados, o que além de aprimorar a qualidade dos trabalhos, consegue reduzir sensivelmente a porcentagem de repetições de cilindros, e consequentemente reduzir o custo do processo. Este método de correções exige para ser utilizado uma série de pré-requisitos indispensáveis, dos quais o mais importante é sem dúvida o elemento humano, ou seja o profissional em retoque de cilindros. Este profissional deverá, obrigatoriamente, ter um bom conhecimento de todas as etapas anteriores pelas quais passa o trabalho, desde o processo de fotografia e retoque dos filmes, até a gravação e suas particularidades. Isto porque, ele deverá ter capacidade para julgar de onde surgiu a falha, para poder escolher a maneira mais adequada e perfeita de corrigi-la. Além disto, nos diversos tipos de correções existentes, sera encontrada sempre alguma que envolva algo de etapas anteriores, como galvanoplastia ou gravação. O sistema de correções de cilindros pode ser dividido em três tipos de correções perfeitamente distintas, e que será descrito a seguir: REDUÇÃO DAS PROFUNDIDADES GRAVADAS A redução das profundidades pode ser efetuada por vários métodos, dependendo ABIGRAF EM REVISTA


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Sistema de correções em cilindros... do tipo de serviço e das condições do cilindro, cromado•ou não, é que será apontado este ou aquele como o mais adequado. Em cilindros sem cromo é muito comum uso de lixas e polidores de metal para redução de tonalidade, pois pode dar resultados razoáveis, mas para tanto é necessário que o retocador possua grande sensibilidade manual e aguçada visão para saber instante em que está perfeito o seu serviço. A única desvantagem destas correções é que são irreversíveis o que algumas vezes pode custar uma repetição de cilindro. Já em cilindros cromados todas as correções efetuadas podem normalmente serem removidas ou alteradas sem provocar riscos de perda do cilindro, e as mais comuns são: Lacas: E o sistema de redução de profundidade através da deposição no interior das células, de certas resinas ou vernizes não solúveis na tinta utilizada na impressão. Isto se faz através do uso de uma pequena lâmina, é um trabalho muito rápido e tem resultados aceitáveis, os quais podem melhorar ou piorar dependendo do tipo de laca utilizada. Sua grande desvantagem é a não resistência a grandes tiragens, o fato de provocar uma redução dos contrastes das áreas gravadas. Deposição de metal: O sistema consiste em reduzir as profundidades com a deposição eletrolftica de metais. Para ser efetuado exige uma aparelhagem adequada, da qual as marcas mais comuns são: Selectron, Dalic, Elbo, etc. A execução é feita através de uma fonte de corrente, banhos galvânicos, normalmente cobre e níquel e ânodos também de cobre e níquel. A fonte possui duas saídas, positiva e negativa, A quais são respectivamente ligadas uma ao ânodo a ser utilizado outra ao cilindro, para produzir a deposição. A quantidade de metal a ser depositada é controlada pelo operador, que verificará instante de interromper a operação, baseado em sua experiência, no tipo de aparelhagem utilizada e na dimensão da área trabalhada. Este é um sistema de muita eficiência, pois pode reduzir desde parcelas mínimas de gravação, até eliminá-la totalmente. Além disto, possui grande resistência quanto ao desgaste provocado pelo atrito da "racle" com o cilindro durante a impressão. Quando executado por operadores experientes e capacitados, este tipo de trabalho propicia resultados espetaculares, pois pode, de acordo com seu uso, acentuar o contraste de uma foto, como também suavizá-lo. Pode-se através dele eliminar grafismos ou gravações indesejáveis e no local fazer nova gravação necessária. Ainda, impelido por sua criatividade e necessidades retocador pode descobrir ou criar novos usos para este tipo de trabalho, sempre com grandes chances de obter ótimos resultados. AUMENTO DAS PROFUNDIDADES GRAVADAS

O aumento da profundidade das células pode ser realizado tanto em cilindros cromados como em cilindros sem cromo. O sistema consiste em aprofundar as células 4/1979

através de um processo químico, que é a corrosão do metal. Para cilindros sem cromo o agente corrosivo é o Cloreto Férrico (Fe CL) e para cilindros já cromados usa-se uma solução apropriada que corrói a película de cromo. O trabalho inicia-se com a entintagem do cilindro, que é feita do seguinte modo: espalha-se a tinta de regravação (pasta viscosa e resistente aos ácidos usados) sobre uma superfície plana com o auxílio de um pequeno rolo de borracha e, daí transfere-se essa tinta para a superfície do cilindro. a camada da tinta depositada na superfície servirá para proteger as paredes dos alvéolos evitando 'uma destruição das mesmas, o que provocaria uma impressão porosa e pouco nítida. Além disto esta camada de tinta, dependendo de sua intensidade, provocará uma maior ou menor modelação na área a ser trabalhada, o que influi diretamente no aumento ou redução do contraste da foto. A quantidade ideal de tinta a ser depositada é controlada pelo retocador, o qual se baseia na necessidade de maior ou menor modelação, e também no tempo de corrosão do agente usado. após entintada a Area desejada, o restante do cilindro é protegido com uma tinta a base de asfalto, e então processa-se a corrosão com a solução apropriada. Quando finda a operação o retocador normalmente verifica com a ajuda de uma lente o estado em que estão as paredes das células, para certificar-se que não houve nenhum dano nas mesmas. Apesar de ser um dos tipos mais antigos de correções, este 6. sem dúvida um dos mais eficazes, pois propicia excelentes resultados em qualquer tipo de trabalho, é de execução rápida e de baixo custo. Sua única inconveniência é requerer profissionais realmente capacitados, pois baseados numa prova impressa, ou em medidas de profundidades, deverão obter o resultado desejado. Também existem outros detalhes importantes, que devem sempre ser observados e que são: quando realizado sobre o cromo, este trabalho é de recursos limitados, pois está condicionado a espessura da película de cromo. quando realizado em cilindros sem cromo sua eficiência é ilimitada, porém é irreversível, o que significa que, se for feito por um profissional não apto, corre-se o risco da perda do cilindro. Verifica-se por tudo isto, que realmente o aumento de profundidade é um dos tópicos importantes, quer pela sua praticidade quer por seu baixo custo, exigindo apenas elementos qualificados.

utilizando-se uma pequena barra de estanho, semelhante as usadas para solda). eliminação com deposição de metal (que seria a utilização da deposição eletrolítica já citada anteriormente). Já para o acréscimo de pequenos sinais ou para a complementação de falhas nas áreas gravadas usa-se os seguintes métodos: repetição de todo o processo de gravação, desde o transporte do papel pigmento até a gravação propriamente dita. Buril: O buril é uma pequena ferramenta de aço da qual existem vários modelos, dependendo da necessidade será a escolha do tipo a ser usado. Com o uso do buril e num trabalho realmente artesanal o retocador consegue produzir caracteres inexistentes ou então completar pequenas falhas da gravação. Para isso ele vai com a ferramenta reproduzindo ponto por ponto, até formar a imagem desejada, na profundidade exata. Para uma perfeita execução o burilamento só exige boas ferramentas e elementos pacientes e capacitados. Este é o tipo de trabalho muito usado em empresas de embalagens para confecção de emendas em cilindros totalmente gravados, as quais não devam ser perceptíveis na impressão. Há outros tantos tipos de correções que não foram citados, por se tratarem muitas vezes de uso exclusivo desta ou daquela empresa, mas que não deixam de serem eficientes, lembrando sempre que o sucesso das correções em cilindros depende ainda, quase que exclusivamente, dos profissionais que as executam, pois trata-se de um tipo de trabalho que possui muito de artesanato, que implica diretamente na necessidade do elemento executante possuir grande criatividade, para poder criar novos métodos e desenvolver ao máximo os já existentes. No Brasil poucas são as empresas que empregam sistemas de correções em cilindros, e nem todas que os usam, procuram tirar o máximo proveito. Na maioria das vezes a correção funciona como um pequeno auxílio em situações de emergência, ou como um simples local para remendos em cilindros batidos. Quando utilizada, normalmente, como um complemento da gravação de cilindros, seria de muita importância, não só no que diz respeito à melhoria de qualidade, mas também na economia de repetições de cilindros e na redução do tempo perdido com máquinas paradas. Sem dúvida, a correção de cilindros, se aplicada com interesse e metodização, é a grande e necessária complementação ao processo de Rotogravura, pois aí teremos um processo econômico, de grande rapidez fidelidade na reprodução, e que contará com irrestritos recursos para obter uma excelente qualidade.

ACRÉSCIMOS OU ELIMINAÇÃO DE CARACTERES

Para a eliminação de caracteres indesejáveis e que já estão gravados tem-se normalmente duas saídas: eliminação através do uso de estanho (que consiste em entupir a área gravada, 17


FIESP CRIA UMA COMISSÃO PARA ESTUDAR PROBLEMA ENERGÉTICO A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo resolveram criar uma Comissão Interna para estudar o problema energético. A coordenação desta comissão ficará a cargo do prof. Eduardo Celestino Rodrigues, vice-presidente das entidades, seus integrantes são os srs. Lucas Nogueira Garcez, Alberto Pereira de Castro, Newton Chiaparini, Osvaldo Palma e Eduardo Sabino de Oliveira. A deliberação foi tomada em reunião conjunta da Diretoria da FIESP da Diretoria Executiva do CIESP, foi anunciada pelo presidente em exercício Francisco da Silva Villela, durante reunião plenária.

País. Lembrou o presidente em exercício da FIESP-CIESP que, anteriormente ao debate, o presidente da CESP — Companhia Energética de S. Paulo, Luiz Marcello Moreira de Azevedo, proferira palestra, quando relatara estudos e pesquisas desenvolvidos pela empresa estatal em torno da utilização, em escala industrial, do Metanol, a partir do eucalipto. "Todos os senhores vêm acompanhando a atual situação mundial de fornecimento de petróleo, agravada com a crise política do Irã, que tem forçado inúmeros países, inclusive o

nosso, a adotar e planejar medidas a curto e médio prazos para contornar as dificuldades que já existem e poderão ser maiores. Diante disso é que a Diretoria Executiva aprovou a proposta de criação da Comissão Interna", comentou Vilela. Vários diretores manifestaram-se, no sentido de que essa é uma das preocupações constantes da Casa, tendo o sr. Villela reiterado que as entidades vêm tratando do problema energético, como mostram seguidos trabalhos desenvolvidos no âmbito de seus departamentos técnicos.

RAZOES

TRADING ESTATAL HINDU BUSCA MAIOR COMERCIO COM O BRASIL

Ao informar ao plenário sobre a medida, o sr. Francisco da Silva Villela reportou-se à recente reunião, durante a qual foram longamente debatidas a crise mundial de energia e as alternativas mais viáveis para nosso

Importando do Brasil cerca de 112 milhões de dólares (óleo de soja, algodão, óleo de amendoim e esmeraldas, com predominância do 1. 0 item) e exportando 1,6 milhão (goma laca,

FIESP solicita a Egydio que Projeto sobre Zoneamento no tramite em regime de urgência A propósito de noticiário sobre a remessa de mensagem à Assembléia Legislativa de Projeto de Lei que dispõe sobre o Zoneamento Industrial da GSP, o presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sr. Theobaldo De Nigris, enviou telex ao então governador do Estado, Paulo Egydio Martins, solicitando que o referido projeto não tramite em regime de urgência, "proporcionando oportunidade de conveniente manifestação dos interessados junto ao Legislativo". O texto do telex é o seguinte: "Tomando conhecimento pelos jornais da remessa de mensagem b. egrégia Assembléia Legislativa encaminhando Projeto de Lei que dispõe sobre zoneamento industrial da Região Metropolitana de São Paulo, aprovado pelo CONSULTI, e considerando que a indústria paulista, pelas suas entidades representativas, não teve oportunidade de participar dos estudos e trabalhos elaborados na Emplasa, embora em 5 de julho p. passado, tenha encaminhado memorial ao senhor secretário dos Negócios Metropolitanos a respeito e, considerando ainda mais 18

que importantes municípios da Região não tiveram ensejo de examinar detidamente o anteprojeto, contando-se entre esses municípios o de Santo André, com população de cerca de 700 mil habitantes, o primeiro do Estado depois da Capital, a Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo vem respeitosamente solicitar a V. Exa. seja aquele Projeto retirado do regime de urgência, proporcionando oportunidade de conveniente manifestação dos interessados junto ao Legislativo. Confiantes na compreensão de V. Exa. quanto a esse pedido, dada a extraordinária importância do Projeto, que pretende impor restrições ao parque fabril da Grande São Paulo, responsável por 37% da produção industrial brasileira, esperando que o Projeto venha a ter tramitação normal na Assembléia, fora do regime de urgência, agradecemos antecipadamente a sua atenção e apresentamos a V. Exa. protestos da mais alta estima e consideração. Theobaldo De Nigris, presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo".

partes e peças separadas de motores, insumos químicos e roda livre, pauta dominada pelo primeiro produto — balança de 1977), a India pretende agilizar o comércio bilateral e reduzir, paulatinamente, esse deficit. O objetivo foi expresso no Palácio Maud, pelo chefe da Corporação Estadual de Comércio da India, S. C. Bhaltacharjee, no contrato mantido com os diretores da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Acompanhados do embaixador daquele país asiático no Brasil, H. S. Vahali, os membros da "trading" hindu ressaltaram ao presidente da FIESP-CIESP, sr. Theobaldo De Nigris, e ao diretor José Wilson Saraiva, a possibilidade de "joint venture", a par da colocação em nosso mercado de itens manufaturados, especialmente máquinas de diversos setores. O embaixador Vahali informou que, em novembro próximo, virá ao Brasil nova missão de empresários, representantes da confederação industrial, composta de variada gama de setores.

ABIGRAF EM REVISTA

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ÊXITO ABSOLUTO DA !NW.)

A FIEPAG'79, pela sua excelente organi, mostrou os grandes resultados comerciE condições de um aprimoramento cada vt,v2 desses eventos que tantos benefícios traz

Realizou-se em São Paulo, no Anhembi, de 16 a 25 de março a 8.' FIEPAG — Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas. A afluência de técnicos e executivos colaborou grandemente para o incontestável sucesso alcançado pelo evento, além do incansável trabalho desenvolvido pelos patrocinadores e a magnifica promoção levada a efeito pela Alcantara Machado Comércio e Empreendimentos Ltda. Esta 8." FIEPAG foi uma demonstração da elevada competitividade das maquinarias, equipamentos e matériasprimas nacionais nos setores de embalagem, papéis e artes gráficas num confronto direto com excelentes similares internacionais.

Contou com a presença maciça da Indústria nacional ao lado de aproximadamente 150 participantes internacionais. Apesar deste evento ter sido franqueado apenas aos convidados, expositores, entidades patrocinadoras, empresários e profissionais técnicos do setor pudemos observar um enorme afluxo de pessoas nos diversos stands, tecendo comentários elogiosos a tudo o que observavam em termos de avango tecnológico nas diversas áreas. ABIGRAF EM REVISTA, sempre atuante, constatou in-locum o grande sucesso deste evento e, oportunamente, entrevistou alguns importantes empresários que não se cansaram de elogiar esta 8." FIEPAG pela sua perfeita organização e pelos grandes resultados econômicos obtidos.

Da esquerda para a direita temos os senhores Max Feffer, Dani Feffer e Rubens Amat Ferreira, Presidente da ABIGRAF. 20

PARTICIPAÇÃO NACIONAL Dentre os mais importantes expositores nacionais destacamos a Dafferner S/A Máquinas Gráficas que expôs seu mais recente lançamento a CATUSET 660, inteiramente nacional, em pleno funcionamento, tendo sido uma das grandes atrações da feira. A Solna também participou mostrando os seus mais recentes modelos de impressoras offset de fabricação nacional. Dentre as máquinas de cortar papel destacamos Máquinas Gráficas Guarani — Irmãos De Zorzi Ltda., que expôs sua Guilhotina Automática com pressão hidráulica e programação eletrônica com 24 pistas, célula fotoelétrica, friccão magnética, Modelo Guarani Digimatic, 120 cm de corte. Máquinas Ferdnand Vaders lançou sua nova FEVA 5000, máquina de corte e vinco automática. Ricall nessa oportunidade apresentou uma nova alceadeira com três grupos de alceamento. Foi lançada, também, na FIEPAG uma nova linha nacional de papéis correspondência pela Fase-Feffer, composta de cartões e papéis de carta personalizados — os cartões são impressos em relevo a seco e os papéis monogramados. Além dos acima citados, várias outras maquinarias e equipamentos, tanto do setor gráfico como de embalagem, de empresas internacionais foram mostradas ao grande público presente. Segundo Rubens Ferraz, coordenador do evento, foram desembolsados 500 milhões de cruzeiros em compras efetivadas durante o transcorrer da feira, além da grande perspectiva de fechamento de grandes contratos nos próximos meses. Participaram da FIEPAG 450 empresas representando 12 países: Brasil, ABIGFIAF EM REVISTA


STRIA GRÁFICA NACIONAL! ição e pelo conceito dos patrocinadores, s obtidos pelas empresas e que temos "rnelhor para a realização mais frequente !rn para a Indústria Gráfica de nosso País

República Federal da Alemanha, Estados Unidos, Suíça, Itália, Inglaterra, Japão, Dinamarca, Holanda, França, Espanha, Argentina e Tcheco-eslováquia. Aproximadamente 90 mil visitantes percorreram os 170 stands da FIEPAG. A Indústria Nacional teve um desempenho notável nessa FIEPAG'79, pois em 1975, quando da realização da VII FIEPAG, 80% das empresas participantes eram estrangeiras, mas atualmente a situação praticamente inverteu-se, pois 70% dos expositores são nacionais e o restante estrangeiros. Nessa FIEPAG'79 o Brasil conseguiu conquistar todo um mercado externo, principalmente na América Latina. Houve casos de apenas uma empresa vender 30 milhões de cruzeiros para o Exterior, o que demonstra o dinamismo da Indústria nacional e o reflexo positivo da FIEPAG.

mensal de 2,5 milhões para 6 milhões nos próximos meses. O diretor comercial da Omnipol Brasileira S/A, Sr. João Lemos, declarou a "ABIGRAF EM REVISTA" que o investimento para participação dessa empresa na FIEPAG'79 foi altamente compensador para o setor de vendas, pois seu stand foi muito concorrido. Máquinas Ferdnand Vaders S/A realçou que essa FIEPAG foi realmente um grande sucesso, e que de cada três visitantes aos stands um sempre tinha o poder de decisão sobre compras. Essa empresa acredita muito nos resultados de Feiras bem organizadas, as quais deveriam ser mais frequentes, dado os grandes benefícios comerciais que acarretam às empresas.

A Funtimod S/A, tradicional empresa fornecedora do ramo gráfico achou a participação muito cansativa, porém compensadora, em vista do êxito comercial. Mario Calderon Ruiz de Gamboa, empresário chileno, ficou muito impressionado com a organização da 8•a FIEPAG e os resultados positivos alcançados por quase todas as empresas. Parabenizamos a todos os participantes que atenderam solicitamente ao chamamento dos organizadores e patrocinadores, dando um voto de confiança total aos mesmos, contribuindo, assim, para o brilhantismo desse evento. E os patrocinadores e organizadores se sentem bastante lisonjeados e felizes pelo grande benefício prestado à - Indústria Gráfica de nosso País.

OPINIÕES DE EMPRESÁRIOS Dentre as opiniões de diversos empresários presentes nesse evento des.- tacamos as seguintes: O engenheiro Bruno Cialone, diretor da EFI — Equipamentos Fotomecânicos Industriais, empresa que atualmente responde por 30% do mercado brasileiro de máquinas fotomednicas, mostrou-se bastante satisfeito com os resultados apresentados, conseguindo recuperar todas as despesas de participação na FIEPAG com a venda de um único equipamento no primeiro dia da feira. E o que é ainda mais animador: acumularam pedidos em carteira no valor de 8 milhões de cruzeiros. Deverão ampliar, como conseqüência, seu faturamento médio 4/1979

Representantes do SENAI dialogando com os Srs. Rubens Amat Ferreira — Presidente da ABIGRAF, Osvaldo Palma, Secretário da Indústria e Comércio e Hélio Furmankiewicz, 21


E Da esquerda para a direita temos os senhores Manoel Vieira, Caio Alcântara Machado, Hélio Furmankiewicz, Geraldo Palma — Secretário da Indústria e Comércio, Rubens Amat Ferreira — Presidente da ABIGRAF e Rubens Ferraz — Diretor da FIEPAG.

A G 79 ÊXITO ABSOLUTO DA INDÚSTRIA GRÁFICA NACIONAL! 22

Da esquerda para a direita vemos os srs. Pcry Bomeisel, Sidney Fernandes, Affonso Celso Pastore — Secretário da Fazenda Estadual, Hélio Furmankiewicz, Caio Alcântara Machado e Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss.

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Custos na Indústria Gráfica — Curso ministrado pelo Prof. José Ferrari, na 8.* FIEPAG. ABIGRAF EM REVISTA


500 MILHÕES DE CRUZEIROS EM COMPRAS! D. Fany Feffer, Geraldo Palma — Secretário da Indústria e Comércio, Rubens Amat Ferreira — Presidente da ABIGRAF e Manoel Vieira — da ABRE.

Da esquerda para a direita vemos os srs. Hélio Furmankiewicz, Srs. Affonso Celso Pastore — Secretário da Fazenda Estadual, Affonso Celso Pastore, Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss e Sidney Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, D. Fany Fernandes.

Produtividade na Indústria Gráfica, face aos Equipamentos Modernos — Curso ministrado Sr. João Lemos — Diretor Comercial pelo Engenheiro Thomaz Frank Caspary, na FIEPAG'79. da Omnipol Brasileira. 4/1979

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FIEPAG'79 PRESENÇA MARCANTE DA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS GRÁFICOS rim

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HEIDELBERG: MUDANÇAS NO MERCADO DE IMPRESSÃO NA FINLÂNDIA A firma OY PAPIRUS, representante geral da Heidelberg para a Finlândia, desde 1931, tem sua sede ern Vantaa. No Brasil, a Heidelberg é representada pela GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo, e filiais espalhadas em várias Capitais de Estados do Brasil Desde meados dos anos 70 a tendência â impressão em cores e ao aumento da qualidade determinam -de maneira crescente os investimentos das Artes Gráficas finlandesas. 60% da capacidade de produção das 600 gráficas profissionais concentram-se no triângulo das cidades de HelsinkiTurku-Vaasa, em que também vive a metade da população finlandesa.

Os meios econômicos contam sem qualquer dúvida com a colocação do novo programa conjuntural do governo, que consiste numa série de medidas frente ao fomento do desenvolvimento econômico e a redução da taxa de inflação. Destacam-se entre elas, privilégios fiscais para os investimentos da indústria que, junto com o fomento dos investimentos do setor público, têm contribuído à progressiva diminuição do alto percentual de capitais parados. Três máquinas Heidelberg para cada gráfica finlandesa

Até meados de 1978 haviam sido fornecidas 1764 máquinas Heidelberg para a Finlândia. Em média umas 3 para cada gráfica. Os novos modelos Heidelberg GTO e SPEEDMASTER representam uma porcentagem cada vez maior de vendas. Só no que se refere as GTO uma, duas e quatro cores, formato A3, haviam sido vendidas, até dezembro de 1978, aproxi-

madamente 90 máquinas. No formato 70x100 cm, a primeira SPEEDMASTER cinco cores 102-FP, com unidade de controle e Comando Eletrônico CPC I, se juntará logo às duas cores SORSZ e SPEEDMASTER 102-ZP.

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Ativa Representação Heidelberg plenamente solidificada no mercado

A firma OY PAPYRUS, representante geral da Heidelberg para a Finlândia, desde 1931, tem sua sede em Vantaa, centro industrial situado a 13 km ao Norte de Helsinki. Para vendas, assistência técnica e depósitos, existe um edifício de 4000 rre. A OY PAPYRUS que, além da Heidelberg representa também produtos gráficos de renomadas fábricas da Alemanha, vende papel para a maior parte das gráficas de todo o país, dispondo, para isto, de um moderno parque móvel. A sociedade de Investimentos finlandesa Osakeyhatió Fundus AB é proprietária majoritária da PAPYRUS.

Na foto, o professor Heikki A. Reenpaa, diretor-presidente da Firma Oy Papyrus Ah, por ocasião do 60.° aniversário da Heidelberg na Finlândia.

Embora o desenvolvimento conjuntural esteja alicerçado em outros ramos de atividade nacionais e internacionais, a maioria das gráficas do país tiveram, durante 1978, um volume de trabalho satisfatório ou bem significativo. Contudo, mesmo com a plena atividade das gráficas, 90% das quais empregam menos de dez impressores, os lucros ficaram em nível inferior aos do ano precedente. Além do aumento dos preços das matérias-primas e dos produtos semifaturados, também afetou *as indústrias gráficas finlandesas o alto nível salarial do ramo, superior até em 18% da média geral da indústria. 26

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No flagrante a Representação Heidelberg em Vantaa, proximo a Helsinki. ABIGRAF EM REVISTA


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Heidelberg: Mudanças no mercado de impressão na Finlândia

OY PAPYRUS: em 60 anos a primeira empresa comercial finlandesa de produtos gráficos e acessórios.

Em 13 de setembro de 1978 a firma Oy Papyrus comemorou seu 60.° aniversário. Baseado neste evento, o Dr. Wolfgang Zimmermann, diretor conselheiro da Heidelberg, dirigiu-se a um seleto auditório formado por representantes dos círculos politicos e econômicos finlandeses, e proferiu palestra bem significativa. Agradecimento aos gráficos finlandeses

O Dr. Zimmermann expressou o agradecimento da Heidelberg aos gráficos finlandeses pela grande confiança depositada na empresa e fez a entrega de uma lembrança ao primeiro comprador de uma máquina de imprimir na Finlândia, ou seja, a Gráfica Kainuun Sanomat de Kajaani.

Na foto, h direita, o Dr. Wolfgang Zimmermann, membro do Comitê da Direção da Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft, entrega ao Sr. Bjorn Wecksten, sócio-gerente da firma Oy Papyrus, o presente dado pela direção das Fábricas Heidelberg.

Concessão do premio Heidelberg-Papyrus

Com motivo do 60.° aniversário da firma Papyrus, criou-se o prêmio Heidelberg-Papyrus, que será concedido anualmente a dois estudantes das seções gráficas das Escolas Superiores Técnicas de Otaniemi e Helsinki. O premio consiste em uma estada de uma semana na Alemanha com visita aos centros de produção da Heidelberg Drickmaschinen AG. Tres Dias de "Openhouse" Heidelberg: um pleno êxito

Durante os três dias de "Openhouse" em setembro, mais de 700 espe-

cialistas de toda a Finlândia visitaram o novo salão de exposições de Vantaa. No centro da ampla mostra que abrangia desde a reprografia até a manipulações ulteriores, figuravam os modelos Heidelberg K-offset e SPEEDMASTER. Pela primeira vez exibiu-se na Finlândia todo o programa HeidelbergGTO, desde a GTO a uma cor, passando pela GTO-ZP a duas cores, cambiável, até a GTO a quatro cores. No Brasil, a Heidelberg é representada pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo, e filiais no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Recife.

FLEXOGRAFICA

PAPEL E CELULOSE

Econômica, permite tiragens reduzidas e elevadas, com as trocas rápidas de um serviço para outro. De construção robusta e precisa, assegura excelente registro, durabilidade e pouca necessidade de reposição de peças. A Alina Flex 992 imprime a 4 cores, velocidade de 150 m/min, admitindo comprimentos de impressão de 230 a 900 mm e largura de 65 cm. E equipada com paredes laterais estáveis para a fixação de quatro grupos de impressão, distanciados a 760 mm um do outro. Um dispositivo de um acionamento elétrico individual mantém os rolos de tintagem em rotação quando a máquina pára. Dispõe de insta-

Foi assinado entre a Celulose NipoBrasileira S/A — Cenibra e a Universidade Federal de Viçosa, o convênio que dá continuidade ao anteriormente firmado, em 77, e que criava o primeiro Curso Brasileiro de Pós-Graduagoo, especializado em papel e celulose. O convênio, no valor de 515 mil cruzeiros, firmado pelo presidente da Cenibra, Fernando Henrique da Fonseca, e pelo reitor da Universidade Federal de Viçosa, Paulo Mário Del Giudice, destina-se ao Curso de Mestrado em Ciência Florestal, na área de Tecnologia de Madeira e Produção de Celulose e Papel.

IMPRESSORA

4/1979

lação de secagem entre os grupos de impressão, bem como na ponte, por sopradores especiais e mediante diversos meios de aquecimento; e de cilindro refrigerador com arraste graduável ao final da ponte. Windmëller & Hõlscher do Brasil Ltda., R. Cons. Nebias, 1111, - 01203 São Paulo, SP.

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GUILHOTINA POLAR N.0 1.000 FORNECIDA PARA A BÉLGICA

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Não somente na Bélgica e Luxemburgo a POLAR é a guilhotina mais vendida, mas também na Europa e em todo mundo, com mais de 50.000 máquinas vendidas No dia 16 de novembro de 1978 entregou-se na Fábrica POLAR em Hofheim, Alemanha, a guilhotina POLAR n." 1000 que havia sido vendida na Bélgica e em Luxemburgo, para o Sr. M. Hocquet, diretor geral da Gráfica Graphing S/A., da cidade de Jumet. A Gráfica Graphing S/A. é uma jovem empresa dinâmica. Desde sua fundação em 1961, a gráfica tem se expandido continuamente. Atualmente, a Graphing conta com 70 empregados e é uma das indústrias gráficas mais modernas do Sul da Bélgica, contando com 18 máquinas impressoras offset, instalação completa de reprografia, instalação de fotocomposição e seus serviços administrativos são feitos mediante computador. A Graphing S/A. goza de uma reputação especial como empresa de

qualidade da Europa entre as agências de publicidade, companhias de seguro, bancos, editoriais, ministérios e indústrias farmacêuticas. Razão importante é também um departamento de elaboração bem amplo: aí quatro dobradeiras e duas guilhotinas rápidas POLAR 115 CE, junto com as demais máquinas de encadernação, garantem um atendimento pontual dos pedidos. A máquina de aniversário, uma POLAR 115 CE com elevadores de pilha, foi pedida dois anos depois de ter sido comprada a primeira POLAR CE pela Graphing. Eficácia, alto rendimento e qualidade de trabalho falarão novamente em favor da POLAR.

todo o mundo, com mais de 50.000 máquinas vendidas. Um fator muito importante para este êxito de vendas na Bélgica e Luxemburgo é o trabalho da firma PLANTIN S/A., representante da POLAR há quase 20 anos, com um serviço estabelecido. No Brasil, a POLAR é representada pela GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo e filiais em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.

Não somente na Bélgica e Luxemburgo a POLAR C. a guilhotina mais vendida, mas também na Europa e em

AUTOFEED 3.900 CCC 0951 Máquinas que podem imprimir qualquer coisa em qualquer material, seja metal, plástico, vidro, papel, borracha . .. de formato redondo ou quadrado, espesso ou fino, curto ou comprido. Até mesmo uma máquina que pode imprimir em diamante. Projetada e produzida por uma companhia britânica, a versão que se vê na foto - a Autofeed 3900 - foi especificamente desenhada para manipular substratos, como vidro, silicone, papel ligado a resina ou fibra de vidro, que são muito frágeis ou têm uma superfície irregular e não entram em contato uns com os outros quando processados. (Foto BNS) (D E K Printing Machines Ltd., Granby Industrial Estate, Weymouth, Dorset, DT4 9TH, England.) 28

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JARI afirma que papel de jornal depende de aprovação do governo A Jan i Florestal, através do seu diretor, Francisco Andrade, voltou a negar que esteja já resolvida a implantação de uma fábrica de papel de imprensa na Amazônia. Referindo-se a recente noticiário baseado em relatório distribuído pela Associação Brasileira de Exportadores de Celulose — o qual considera aquele empreendimento decidido pela empresa, que o iria trazer do Exterior em plataforma flutuante —, Francisco Andrade afirmou que, ao contrário do que foi dito, "o projeto ainda depende de aprovação pelas autoridades federais, a fim de que seja possível, posteriormente, montar-se o necessário esquema de financiamento para um investimento de tamanho vulto". Além disso, acrescentou o diretor da Jan i que "uma fábrica de papel de imprensa na Amazônia — cuja produção deverá ser de 600 toneladas diárias — implica numa série de condições técnicas cuja solução anterior é decisiva para que o empreendi0"-- mento possa vir a ser viabilizado". Segundo ele, "ainda não se criaram, até o momento, todas essas condições, pelo que o projeto situa-se, por enquanto, no terreno das intenções da Jan". 4/ 1979

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DICIONÁRIO DE OCUPAÇÕES QUALIFICADAS O crescente número de pedidos de informações sobre ocupações profissionais ligadas ao setor secundário, bem como a necessidade de dar-lhes mais ampla divulgação foram, entre outras, as principais motivações que levaram o Departamento Regional do SENAI a lançar o volume "Dicionário de Ocupações Qualificadas - SENAI de São Paulo" (Série II - Estudos Ocupacionais n.° 01). OBJETIVOS

Entre outros objetivos, o Dicionário de Ocupações se propõe "fornecer subsídios, ainda que preliminares, às atividades de ensino, treinamento e orientação profissional; facilitar e homogeneizar a identificação das ocupações, quando da realização de estudos de mercado de trabalho; desenvolver uma metodologia que permita a constante ampliação e atualização do dicionário, incluindo ou excluindo títulos ocupacionais ou realizando alterações no conteúdo dos já descritos, de acordo com as informações emergentes do mercado de trabalho." METODOLOGIA

A classificação e conseqüente codificação das ocupações dicionarizadas

nesta obra foram calcadas na estrutura da Classificação Internacional do Trabalho (OIT), traduzida e adaptada pelo Grupo Tarefa da Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho. A referida estrutura reúne as ocupações profissionais em Grandes Grupos, tendo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) - publicada pelo Sistema Nacional de Emprego do Ministério do Trabalho em outubro de 1977 - reunidos nos Grupos 7, 8 e 9 os trabalhadores da produção industrial, operadores de máquinas, condutores de veículos e assemelhados, cujas atividades se acham mais estreitamente relacionadas com o ensino profissionalizante ministrado pelo SENAI.

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Baseiam-se principalmente em informações colhidas através de dois tipos de fontes: o levantamento de dados contidos em publicações especificas, e a coleta de informações e de descrições de cargos obtidas nos próprios locais de trabalho, através dos titulares e respectivas chefias. Obedecendo à numeração crescente de seus respectivos códigos, as descrições apresentam o título principal da ocupação, de acordo com o mercado de trabalho; outros títulos, se houver; descrição sumariada das atividades constantes e esporádicas - desenvolvidas pelo respectivo profissional; e, por fim, as fontes de consulta, ou seja, as publicações utilizadas, as descrições fornecidas pelas empresas e as observações feitas "in loco".

INSTITUTO "ROBERTO SIMONSEN" OFERECE BOLSAS DE ESTUDO Em virtude de Termo de Colaboracão recentemente firmado, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) encaminhou ao Instituto "Roberto Simonsen" a importância de Cr$ 728.000,00 (setecentos e vinte e

MAIS DE 70 MIL INSCRIÇÕES NOS CURSOS DO SENAI Para este ano letivo de 1979, está previsto um número aproximado de 70.800 inscrições de alunos - jovens e adultos - nas várias modalidades de Cursos ministrados pelo Departamento Regional do SENAI em São Paulo. Assim, enquanto o Curso de Aprendizagem Industrial - destinado a menores de 14 a 18 anos, que as empresas encaminham através de suas quotas de participação nas Escolas mantidas pelo SENAI - deverá receber neste ano cerca de 23.780 aprendizes, os Cursos de Qualificação, Aperfeiçoamento e Especialização Profissional destinados a adultos e ministrados geralmente à noite - deverão receber respectivamente, cerca de 34.100, 4.600 e 7.700 candidatos. Para o Curso de Qualificação Profissional III - cujo objetivo é formar auxiliares técnicos em nível de 2.°

AS DESCRIÇOES

Grau: Desenhistas Mecânicos e Desenhistas de Arquitetura - estima-se em 636 as inscrições a serem feitas para o presente ano letivo. TREINAMENTO INDUSTRIAL

Além dos cursos de formação Profissional o Departamento Regional do SENAI em São Paulo desenvolve ainda, para a rápida preparação da mão-de-obra para a indústria, várias modalidades de treinamento, cujas inscrições para este ano já tern as seguintes previsões: nos 12 Centros de Treinamento em todo o Estado, 19.578 inscrições; nas 20 Unidades Móveis, 6.345, enquanto que, para o Treinamento da mão-de-obra nos próprios locais de trabalho - denominado Treinamento Industrial - as previsões são de, aproximadamente, 163.400 treinandos em 1979.

oito mil cruzeiros), como contribuição ao programa de Bolsas de Estudo desenvolvido por aquele Instituto. Entidade de promoções culturais mantida pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP-CIESP), o Instituto "Roberto Simonsen" desenvolve também, entre outras atividades, um Programa de Bolsas de Estudo para alunos de cursos médios técnicos e superiores, cuja formação profissional esteja diretamente ligada a atividades manufatureiras. A concessão destas Bolsas obedecerá ao "Regimento de Concessão de Bolsas de Estudo" do referido Instituto, que fica autorizado a aplicar 20% dessa contribuição em serviços de natureza administrativa, devendo ainda reservar uma verba correspondente a 15 Bolsas de Estudo integrais, do tipo B, para atendimento de alunos matriculados em unidades de ensino de 2.° Grau do SENAI.

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Setor Ju rídico Fiscal NOTA FISCAL — OPERAÇÕES EFETUADAS COM CONSUMIDOR — Ainda que o contribuinte emita a Nota Fiscal modelo 1, não está obrigado a destacar o ICM.

Respondendo a consulta, decidiu a Consultoria Tributária: "0 parágrafo 3. 0 do artigo 80 do Regulamento do ICM, aprovado pelo Decreto n.° 47.763/67 (redação hobs.- original), declarava ser "vedada a indicação do valor do imposto devido, nas notas fiscais emitidas relativamente as saídas de mercadorias decorrentes de operações efetuadas com consumidor". Esta norma não constou da legislação, modificada pelo Decreto n.° 52.667/71, que, como se sabe, aprovou o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico-Fiscais (SINIEF), nem do atual Regulamento do ICM, aprovado pelo Decreto n.° 5.410/74. De observar, por outro lado, que nas vendas a vista a consumidores, quando a mercadoria for retirada pelo comprador, o contribuinte pode emitir a Nota Fiscal, modelo 2, que não contém espaço reservado à indicação do destaque do ICM, o quo permitiu a conclusão de que, ainda que o contribuinte emita a Nota Fiscal, modelo 1, não está obrigado a destacar o ICM. Força é convir, portanto, que no caso sob exame, o contribuinte, se destacar o ICM não comete nenhuma infração, porque a vedação não mais existe. Deixando de destacar o ICM, também não pratica nenhuma infração, visto que o destaque, que constitui mera indicacão para fins de controle, objetiva precipuamente facilitar o aproveitamento do imposto pelo destinatário, obviamente, quando ainda não se tenha encerrado o ciclo de comercialização".

Resposta à Consulta 8.936, de .... 21-11-75, da Consultoria Tributária da CAT de São Paulo (Alvares Reis Laranjeira, Consultor Tributário).

BENEFICIAMENTO — PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS — 0 ICM incide apenas sobre o valor das mercadorias fornecidas ou empregadas e não sobre a soma deste com o preço do próprio serviço.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Trata-se de mandado de segurança preventivo, impetrado pelas recorrentes contra autoridade tributária do Estado de São Paulo. Explicaram elas, na inicial, que realizam atividades de beneficiamento em produtos, artefatos ou objetos recebidos de terceiros, consistindo na zincagem, cromeação, anodização e operações similares, devolvendo, muitas vezes em estado de semimanufaturação, a mercadoria antes remetida pelo autor da encomenda". ''Sucedeu, porém, que o referido § 2.°, do art. 8.°, do Decreto-lei n.° 406/68, passou a ter nova redação, por força do art. 3.°, III do Decreto-lei n° 834/69, ficando desde então assim concebido: "§ 2.°. 0 fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não especificados na lista fica sujeito ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias". Parece claro, do cotejo entre a velha e a nova redação do preceito legal, que tributáveis pelos Estados não são mais os serviços cuja prestação envolva o fornecimento de mercadorias, mas, apenas, o

DECRETO-LEI N.° 1.680, DE 28 DE MARÇO DE 1979 — Regula a declaração do imposto sobre produtos industrializados e da outras providências.

O Presidente da República, no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 55, item II, da Constituição, decreta: Art. 1.° — Os estabelecimentos industriais ou equiparados deverão declarar à Secretaria da Receita Federal, periodicamente, o valor do imposto sobre produtos industrializados a pagar, ou o saldo credor a transportar, relativo a cada período de apuração, acompanhado do valor das operações correspondentes regularmente escrituradas nos livros fiscais próprios. § 1.0 — O documento de arrecadação do imposto será preenchido de acordo com os dados constantes de declaração. § 2.° — O Ministro da Fazenda expedirá instruções sobre prazos de apresentação, forma e conteúdo da declaração a que se refere este artigo, podendo determinar a prestação de informações adicionais de interesse da administração tributária. Art. 2.° — Não pago o imposto no prazo estabelecido na legislação, a Secretaria da Receita Federal procederá ao lançamento de ofício com base nos elementos constantes da declaração, sem prejuízo da cobrança de eventual diferença e respectivos acréscimos legais, posteriormente apurados pela fiscalização. Parágrafo único — O contribuinte será notificado a pagar o corrigido monetariamente, acrescido de juros de mora e Po- imposto, da multa de 5% (cinco por cento), calculados sobre o valor originário do imposto, no prazo de trinta (30) dias. 4/1979

fornecimento de mercadorias com prestacão simultânea de serviços. E porque a prestação de serviços, em si mesma, não tributável pelos Estados, sendo-o apenas o fornecimento de mercadorias que ela envolva, parece igualmente claro, que, na base de cálculo do ICM o valor das mercadorias fornecidas ou empregadas não pode ser acrescido do preço dos próprios serviços prestados". Acórdão de 24-10-78, da 1.° Turma do STF, no RE 86.993-0, de S. Paulo (Antônio Neder, Pres.; Xavier de Albuquerque, Rel.). DECRETO N.° 82.790 DE 5-12-78 — Alters o Decreto n.° 66.125, de 28 de janeiro de 1970, que regula o reconhecimento da imunidade tributária para o papel de imprensa.

O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, DECRETA: Art. I.° — Fica acrescido ao artigo 3:1 do Decreto n.° 66.125, de 28 de janeiro de 1970, o seguinte parágrafo: "§ 3.0 — As pessoas a que se refere o inciso I, quando utilizarem, na impressão de livros, jornais e outras publicações periódicas, de terceiros, papel por elas importado ou adquirido no mercado interno, com imunidade, deverão fazer as devidas anotações nos controles fiscais adotados". Art. 2.° — Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Art. 3.0 — O não pagamento do imposto apurado e declarado nos termos do art. I.°, após o decurso do prazo de que trata o artigo anterior, acarretará a imediata inscrição do débito em Dívida Ativa da União. Art. 4.° — Não apresentada a declaração referida no art. I.°, nos prazos estabelecidos, será aplicada ao contribuinte multa de Cr$ 4.000,00 (quatro mil cruzeiros) em relação a cada falta. Parágrafo único — A Secretaria da Receita Federal procederá ao lançamento de ofício, notificando o contribuinte para pagamento da multa no prazo de trinta (30) dias, sob pena de imediata inscrição do débito em Dívida Ativa da União. Art. 5.° — O contribuinte somente poderá impugnar administrativamente o lançamento se provar: no caso do parágrafo único do art. 2.°, o pagamento do imposto no prazo devido, ressalvado o direito de pleitear a restituicão em processo específico; no caso do parágrafo único do art. 4.°, a apresentação da declaração à Secretaria da Receita Federal. Art. 6.° — Este Decreto-lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasilia, em 28 de março de 1979; 158. 0 da Independência e 91.0 da República. JOÃO B. DE FIGUEIREDO Karlos Rischbieter (DOU-I de 29-3-79, pág. 4.617) 35


Setor Ju rídico

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Trabalhista CARGO DE CONFIANÇA — As funções de confiança não compreendem apenas as que implicam amplo poder de representação, mas também aquelas que, em face das necessidades do serviço, assumem relevo no contexto das atividades da empresa e exigem para o seu exercício grau maior de fidúcia.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa:

"Consolidação das Leis do Trabalho, Arts. 62, Letra "C", 468, Parágrafo único, e 499. As funções de confiança não compreendem apenas as que implicam amplo poder de representação, mas também aquelas que, em face das necessidades do serviço, assumem relevo no contexto das atividades da empresa e exigem, para o seu exercício, grau maior de fidúcia. Dispensa do ocupante da função de confiança e suas conseqüências".

Acórdão de 15-3-78, da 2.° Turma do TFR, no RO 2.775, do Rio de Janeiro (Antônio Torreão Braz, Rel.). Ementa publicada no DJU de 15-5-78, pág. 3.278. DESPEDIDA INDIRETA — PUNIÇÕES INJUSTAS — Punições sucessivas e injustas podem revelar, na verdade, por serem sucessivas e injustas, o intuito ou ânimo do empregador de humilhar, de perseguir o obreiro para o fim de obrigá-lo a deixar o emprego, caracterizando a rescisão indireta.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "Trabalho — Despedida Indireta — Rigor Excessivo e Inadimplemento das condições contratuais — CLT, art. 483, alíneas "b" e d". I — O fato de ser imposta uma pena de suspensão ao obreiro considerada desproporcional b. falta praticada, só por si não é causa autorizadora da despedida indireta (CLT art. 483 "b"). Punições sucessivas injustas podem revelar, na verdade

por serem sucessivas e injustas, o intuito ou ânimo do empregador de humilhar, de perseguir o obreiro para o fim de obrigá-lo a deixar o emprego. A caracterização desse animus, todavia, é fundamental para se ter como ocorrente, o "rigor excessivo" que justifica a despedida indireta. II — Se o salário do obreiro não 6 por peça, ou por tarefa, a redução de tais tarefas, por não afetar a importância do salário, não caracteriza a modalidade de despedida indireta inscrita na alínea "g" do art. 483 da CLT". Acórdão de 7-6-78, da 3." Turma do TFR, no RO 3.368, do Maranhao (Carlos Mário Velloso, Rel.). Ementa publicada no DJU de 13-11-78, pág.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento parcial, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Trabalhista. Incontinência de Conduta. Empregado público lotado em pequena localidade, que provoca escândalos, incompatibilizando-se com a sua função, caracterizando a justa causa para a dispensa. O contrato de trabalho pressupõe o bom

procedimento do empregado". Acórdão de 25-8-78, da 4.° Turma do TFR, no RO 3.016, do Rio de Janeiro (Carlos Madeira, Rel.). Ementa publicada no DJU de 2-3-79, pág. 1.334.

INTERVALO PARA CAFE — Dado diariamente pelo empregador, por liberalidade, não pode ser descontado da duração da jornada.

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "0 intervalo dado diariamente, pelo empregador, por liberalidade, para o café, não pode ser descontado da duração da jornada. Só a compensação do horário semanal acorde com a lei consolidada, isto é, pactuada mediante instrumento normativo autônomo, tem o condão de dar eficácia A compensação horária semanal". Acórdão 830, de 16-8-78, da 3." Turma do TST, no RR-5.255/77 (Coqueijo Costa, Rel.). DJU de 18-8-78, pág. 5.955. GRATIFICAÇÕES — Gratificações especiais, eventuais, dadas por liberalidade, sem caráter de habitualidade, não integram o salário-de-benefício, não se confundindo com gratificações de balanço, habituais, que am =liter remuneratorio. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Tributária. Contribuições previ-

denciárias. Gratificações espontâneas. Salario-de-contribuição e salário-de-beneficio. Indo terpretação dos arts. 173, I e 36, § RGPS (Decreto n.° 60.501-67). I — Gratificações especiais, eventuais, dadas por liberalidade pelo empregador, sem caráter de habitualidade, não ajustadas, expressa ou tacitamente, não integram o salário-de-benefício (RGPS, art. 36, § 2.°), pelo que também não integram o salário-de-contribuição (art. 173 do RGPS). II — Gratificações de balanço distribuídas durante anos. Habitualidade demonstrada. Caráter remuneratório delas. Incidência das contribuições". Acórdão de 27-2-78, da 3.° Turma do TFR, na AMS 78.864, de Pernambuco (Carlos Mário Velloso, Rel.). Ementa publicada no DJU de 24-8-78, pág. 6.147.

9.014. MAU PROCEDIMENTO — Empregado público lotado em pequena localidade, que provoca escândalos, incompatibilizando-se com a sua função, dá justa causa para a dispensa. 36

PAGAMENTO EM DOBRO — Mesmo que o empregado tenha gozado as férias, o pagamento dobrado se impõe se concedidas depois do período legal de 12 mesas subseqüentes ao período aquisitivo.

Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Já então entendia a jurisprudência que as

ferias gozadas a destempo deviam ser remuneradas em dobro, nos termos do dispositivo citado: "0 trabalhador que goza as férias fora do período legal de 12 meses subseqüentes h aquisição desse direito pode exigi r o pagamento em dobro dessas ferias tardiamente gozadas" (TST, 2.° T., Relator Russomano, ac. 18-11-69, RR-2.484/69, TST 3.', Relator Barata Silva, ac. 370/72, DOU --.11 23-5-72, "apud" Carrion, "Comentários CLT", SP, RT, edição de 1975). De acordo com o exposto, o Recte. tem direito ao acréscimo de 100% sobre as férias do período de 1.°-8-73 a 31-7-74, gozadas em 1976". Diz a ementa: "FERIAS EM DOBRO GOZADAS A DESTEMPO — Mesmo que tenha gozado efetivamente as ferias depois do período legal de 12 meses subseqüentes ao período aquisitivo, assinando recibos pré-datados, o empregado tem direito A remuneração em dobro das ferias. Aplicação do art. 143 § único da CLT na redação anterior ao Decreto-lei ri.° 1.535, de 13-4-77".

Acórdão 9.903, de 2-10-78, da 2.° Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-1.691/68, de Santos (Júlio de Araújo Franco Filho, Pres.; Floriano Correa Vaz da Silva, Rel.). DESIDIA — Empregado que já sofreu várias punições e que ao ser advertido por sua morosidade no trabalho responde ao superior hierárquico que "trabalhava assim mesmo", justifica sua dispensa por justa causa.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A contradição apontada no recurso não insanável. E muito comum que as pessoas se enganem sobre os horários dos fatos que presenciaram. Assim, é de pouca ou nenhuma relevância a contradição frisada pelo recorrente quanto ao horário dos fatos. O que importa é que os mesmos ficaram devidamente provados nos autos. O próprio reclamante reconheceu, ern seu depoimento, que respondeu ao encarregado Sr. P. "que não podia apressar mais o andamento do serviço, pois encontrava-se adoentado e a produção normal já lhe exigia grande esforço". As testemunhas, por sua vez, confirmam o incidente entre o reclamante e o diretor da empresa, sr. P. V., inclusive a resposta do reclamante quando advertido, que "trabalhava assim mesmo". Em face dos antecedentes do reclamante no emprego, foi justa a despedida". Diz a ementa: "JUSTA CAUSA. Dá justa causa para seu despedimento sumário o empregado que, depois de diversas punições, responde ao superior hierárquico, ao ser advertido de sua morosidade no trabalho, dizendo que "trabalhava assim mesmo"." Acórdão 9.898, de 2-10-78, da 2.° Turma do TRT da 2." Região, no Proc. TRT/SP-1.379/78, de S. Paulo (Júlio de Araújo Franco Filho, Pres.; Floriano Correa Vaz da Silva, Rel.) , ABIGRAF EM REVISTA


Regionais da ABIGRAF

ABIGRAF EM REVISTA Expediente Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica

Regional do Estado de S. Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos.

BAHIA - SERGIPE Rua Chile, 22 — Sala 1401 Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° andar — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederico Pontes, 94 — Fones: (0712) 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101 CEP 40.000 — SALVADOR - BA CEARA Rua Senador Pompeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Residência: Rua Caramuru, 63 — Fone: 223-6882 Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 — Fone: 226-9056 CEP 60.000 — FORTALEZA - CE GOIÁS

Presidente: MARIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74.000 — GOIÂNIA - GO MINAS GERAIS Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30,000 — BELO HORIZONTE - MG

Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal - Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P,

PARAIBA

209/73.

PARANÁ Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° andar — Sala 616 — Fone: (0412) 23-3705 Presidente: CR1STOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 34-6549 Empresa: Gráfica Vitória Rua Andre de Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80.000 — CURITIBA - PR

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 12.° andar — Fones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 Telegr.: "ABIGRAF" - CP 7815 Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira

Diretor-Presidente Supervisão Editorial Comercial: Rose Maria Priolli Coordenação Redacional Gráfica:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Consultores Técnicos: Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Redação: Saulo Barros MTPS N.° 8312 Composição gráfica: Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Priolli & Cia. Ltda.

4/1979

Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58.000 — JOÃO PESSOA - PB

PERNAMBUCO Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1.° andar Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50.000 — RECIFE - PE RIO GRANDE DO SUL Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19.° andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 2214577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CAXIAS DO SUL - RG RIO DE JANEIRO Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 2304171 - 230-4747 - 391-1748 Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO - RJ SANTA CATARINA Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89.250 JARAGUA DO SUL - SC SAO PAULO Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223 Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 — SAO PAULO - SP 37


Diretorias Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.. Vice-Presidente:

Sidney Fernandes

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP Domingos Ferrari & Cia. Ltda. Rua São Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.. Secretário:

Dráusio Basile Tesoureiro:

Waldyr Prloll' 2... Tesoureiro:

Jose Alder Filho Suplentes:

Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelll Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Orestes Romitl Conselho Fiscal:

Homero Villela de Andrade Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tlacci

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Sal les de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

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Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 2.. Secretário:

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ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILDO GUARNIERI FILHO

JUNDIAT, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 6-4963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: JOÃO ALVES DA COSTA

irineu Thomaz 2.* Tesoureiro:

Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Villela de Andrade Ernani Parise Jose Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal:

Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes:

Airton. Conde Wilson SIviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP:

Theobaldo De Nlgris Homero Villela de Andrade Suplentes:

Sidney Fernandes Dráuslo Basile

LONDRINA, PR Gráfica 10' S/A Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO G1OVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MÁRIO DE CAMARGO

Secretaria:

das 8 es 11,30 e das 13 es 17 horas Aos sábados não ha expedlente. Secretário Geral

Elias Valentir Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cíveis e criminals.

38

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: 22-4467 Diretor: ALCIDES BONORA ABIGRAF EM REVISTA


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...a 144 páginas formato standard de jornal

Escritório Central: Rua Conselheiro Nébias. 1111 01203 São Paulo • Caixa Postal 30.650 Telefone PABX 221-9244 End. Telegráfico "Gutenberg" \\44.............,Telex n. 1.121.170 GMMG/BR

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A Melhor Propaganda da América Latina Merecia o RAM Moderno Estúdio de Fotolito. Por Isso, o Estúdio 5 Muclou.

O Estúdio 5 mudou para um prédio de Travimentos, depois de 7 anos de vida. O projeto deste prédio próprio, recém-construído, é o mais moderno da América Latina, em funcionalidade, circulação e distribuição das seções. A construção de sua sede própria era uma das principais metas do Estúdio 5. Uma das principais, repetimos, porque a principal mesmo 6. a de continuar servindo bem a propaganda brasileira, que, sem dúvida alguma, é hoje a melhor da América Latina. Para atender às novas necessidades da publicidade brasileira 6. que o Estúdio 5 mudou. Hoje,a sua sede própria é uma realidade de 6 pavimentos, num total de 2.600 m 2, onde 150 funcionários com uma superaparelhagem em equipamentos podem oferecer As Agências e Clientes um melhor padrão de qualidade na preparação dos seus fotolitos. E com a rapidez que a propaganda brasileira sempre precisou. No novo Estúdio 5 você vai encontrar também um imenso saguão para mostras de arte e trabalhos gráficos, auditório para 33 pessoas, sala de reunião, capela de cunho ecumênico, ambulatório e restaurante. Além do saguão, também o auditório poderá ser usado por clientes e representantes de entidades de classe, ligados ao meio gráfico e publicitário, para palestras e seminários.

Como você vê, há muitas novidades no novo Estúdio 5. A única coisa que não é novidade é a política de atendimento, que continuará sendo a mesma, à base da amizade e dando sempre um jeitinho brasileiro para que seu fotolito fique pronto dentro do prazo e da qualidade que você e o Estúdio 5 querem. Afinal, é graças à confiança dos produtores gráficos, dos amigos, agências, clientes e fornecedores, que mudamos para o novo prédio. E porque a melhor propaganda da América Latina merecia o mais moderno estúdio de fotolito.

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O Estúdio 5 Mudou. Para Um Prédio de 6 Pavimentos. Com Apenas 7Anos de Vida. Rua Reims, 112/118 - fone: 265-9433- Ponte do Limão - SP

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Revista Abigraf 041