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ANO IV - NUMERO 40 - MARÇO 79

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BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


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11 11 REDAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO: Rua Marquês de I tu, 70 - 12.° andar Cx. Postal 7815 Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 CEP 01223 São Paulo, SP - Brasil

11 -EM REVISTA

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Editorial

Estendendo as mãos

Capa: Criação e Arte-final: Mauricio Meleiro Domiciano Fotolitos: Alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris"

Sumário Cartas a Redação

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Fotocomposigão — Um problema de escolha 6 O Acabamento na Indústria Gráfica

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Informações capacitativas sobre as máquinas offset a folha 10 ABIGRAF-SIGESP — Atividades desenvolvidas no ano de 1978 12 Noticiário SENAI — Convênio SENAI-CIESP beneficia indústria

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ABTG — Análise da Relatividade nos Problemas Administrativos 16 FIESP-CIESP em Notícias — A Economia Brasileira em 1978 20 FLASHES — Prensa de Hot-Stamping

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Jantar de confraternização da CATU

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Nossa Impressão

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Bolsa de Máquinas

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Setor Jurídico

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Regionais da ABIGRAF

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Delegados no Estado de São Paulo

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ABIGRAF EM REVISTA ANO IV — N.' 40 — março de 1979 Publicação mensal distribuída aos empresários gráficos do Brasil 3/1979

Há mais de 10 anos esta Associação iniciou um trabalho persistente e estafante, alertando as autoridades, nos quatro âmbitos, sobre o crescente inchamento que os escalões inferiores estariam perpetrando nos orçamentos federais, autárquicos, estaduais e municipais, pela compra ern escala cada vez maior, de sofisticados equipamentos gráficos de uso supostamente próprio. Enquanto as empresas particulares, perfeitamente equipadas, viam esvair-se, primeiro seus fornecimentos aos órgãos públicos, depois de clientes que passaram a ser servidos por aquelas gráficas estatais, a balança de pagamentos do país onerava-se com essas importações oficiais — perfeitamente dispensáveis — de enormes parques gráficos. E internamente, a captacão de tributos pelo Tesouro era prejudicada pela prestação de serviços a particulares, pois as gráficas oficiais podiam dispensar o gravame de impostos nos seus faturamentos. Em editoriais desta Revista e junto as Federações de Comércio e órgãos governamentais, manifestava-se esta Associação contra a estatização do setor, numa postura corajosae até arrojadapara a conjuntura então vigente. Ern suas manifestações, apoiou-se sempre a ABIGRAF em dados disponíveis ao próprio governo e, na argumentação, defendeu não apenas o setor econômico de sua abrangência — o que, de resto, era seu dever específico — como ainda auxiliou as autoridades no' aperfeiçoamento de sua política de economia dirigida, demonstrando de "motu próprio" quais os segmentos de serviços que deveriam ser estatizados, por questões de segurança nacional, e aqueles que não poderiam, na defesa da economia do país — o que, enfim, era seu dever genérico de entidade de classe de empresas brasileiras ou aqui radicadas. No pronunciamento do então candidato er Presidência da República, General João Batista Figueiredo, feito por ocasião de almoço de quatro mil talheres no Clube Pinheiros, S. Exa. colocou como uma das metas de seu programa de governo, o firme propósito de desestatizar tudo o que fosse possível. Imediatamente em seguida, esta Associação oficiou ao escritório do Sr. General, em Brasilia, colocando-o a par desta campanha de 10 anos e reafirmando a disposição de auxiliá-lo no que pudesse. Porque o setor gráfico é um daqueles mais premente e facilmente desestatizáveis. E dentre as inúmeras sugestões já apresentadas para facilitar a desativação das impressoras oficiais, relembramos sua compra por empresas privadas, mediante talvez um plano de incentivos: ou na colocação desse novo ativo fixo com isenção do imposto de renda sobre as reavaliações; ou num urgente reposicionarnento do BNDE frente à atividade gráfica, incluindo-a no rol das passíveis de obterem seus financiamentos. Porque até nisto temos sido marginalizados: o BNDE não nos enquadra em seu campo de ação. Numa linguagem puramente conjuntural, o fato é que alguns milhões de barris de petróleo tiveram as divisas necessárias it sua importação, aplicadas — digamos assim — na compra de maquinaria gráfica oficial. Alguns milhões de cruzeiros de impostos, não importa se IPI, ICM ou ISS — direta ou indiretamente gerados pela nossa produção — deixaram de sê-lo em face do estreitamento aplicadas — digamos assim — na compra de maquinaria gráfica estatais, e sua falta talvez seja um dos fatores do maior gravame imposto aos rendimentos assalariados. Em sua posse, o Presidente Figueiredo reafirmou o seu estender as mãos para que, em conjunto com .o governo, a sociedade brasileira, como um todo, enfrentasse os desafios destes tempos. Pois nós, que já de muitos anos vimos alertando e sugerindo medidas, num esforço conjunto, mantemos as nossas estendidas. DRAUSIO BASILE 3


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Cartas à Redação A ABIGRAF EM REVISTA A finalidade desta é informá-lo sobre a existência da Bolsa de Empregos deste Sindicato. Desde maio de 1975, vimos cadastrando profissionais que estão oferecendo seus serviços e encaminhando-os às empresas que nos solicitam jornalistas. Estão inscritos em nossa Bolsa de Empregos jornalistas aptos a desempenharem as funções reconhecidas pelo Decreto-lei 972, de 17 de outubro de 1969, que regulamenta a prof i ssão. O Artigo 6.° deste Decreto especifica quais são essas funções: redator, noticiarista, repórter, repórter de setor, rádio-repórter, arquivista-pesquisador, revisor, ilustrador, repórterfotográfico, repórter-cinematográfico e diagramador. As funções de editor, secretário, subsecretário, chefe de reportagem e chefe de revisão também são privativas de jornalistas profissionais. Tratando-se de mais um serviço que este Sindicato presta aos jornalistas de São Paulo, estamos certos de que ele será também de grande utliidade para as empresas, sempre que elas tiverem necessidade de profissionais de imprensa. Qualquer informação poderá ser obtida pelos telefones 256-7191 e 257-1633, com Eloísa Marques. Atenciosamente SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DE SAO PAULO Rua Rêgo Freitas, 530 Sobreloja São Paulo - SP ■•■•

Agradecemos a informação e ao mesmo tempo cientificamos V. Sas. de que esta Entidade de Classe já tinha conhecimento dessa exigência. E sempre que necessitarmos de um profissional de imprensa consultaremos a Bolsa de Empregos desse Sindicato. Esperamos apenas que a fiscalização para coibir abusos por parte das Editoras, Empresas Jornalísticas e Empresas em geral seja bastante eficiente, a fim de melhor preservar os direitos da categoria.

Prezado Senhor Vimos pela presente encaminhar a V. Sas. a documentação referente a alteração contratual transformando a HENRIQUE GUEDES DE MELLO CORRETORA DE CAMBIO E VALORES LTDA., para VEGA S/A CORRETORES DE VALORES, aumento de capital de Cr$ 3.000.000,00 para Cr$ 20.000.000,00 e habilitação pelo Banco Central do Brasil para realização de "operações e preços fixos" na forma do artigo 7.° do Regulamento anexo à Resolução n.° 366 de 09.04.76, além do perfil de nossa empresa. Aproveitamos o ensejo para comunicar que iniciamos nossas operações em todas as faixas do mercado e colocamos desde já nossos serviços a sua inteira disposição. Na certeza de contar com o seu apoio no início de nossas atividades, subscrevemo-nos, Atenciosamente, Henrique Guedes de Mello Corretora de Câmbio e Valores Ltda. Rua do Carmo, 8 - 6.° andar Rio de Janeiro - RJ Agradecemos o oferecimento dos serviços dessa empresa e fazemos publicar esta carta para que os nossos associados e o setor gráfico em geral possa usufruir dos préstimos de V. Sa. E, desde já, colocamos "ABIGRAF EM REVISTA" ã inteira disposição dessa empresa para todo comunicado que possa suscitar o interesse do ramo gráfico.

PARA ANUNCIAR EM

ABIGRAF EM REVISTA basta telefonar para 35-8788 - 32-4694 e 34-8269

Editora Métodos responde ao relatório da Diretoria da ABTG, publicado em "ABIGRAF EM REVISTA" (Novembro - 1978). Antes de sermos Orgão de Divulgação da ABTG, já existia a REMAG, praticamente com os mesmos anunciantes de hoje em dia e nunca nos utilizamos do nome da ABTG para mantê-los ou conseguir novos. Não víamos, nem vemos, vantagem nisso. Tampouco fizemos veementes apelos para que os associados deixassem de anunciar em revistas concorrentes. Era a REMAG que divulgava a ABTG; era a Editora Métodos que enviava grátis a revista (e pagava o selo postal) aos associados. Os artigos técnicos feitos exclusivamente para serem publicados na REMAG se contam com os dedos de uma só mão. O número de julho de 1978 foi o último em que apareceu o nome da ABTG, a pedido da mesma. A REMAG é uma publicação técnica que durante anos trata de colaborar em forma construtiva, com a Indústria Gráfica e não tem espaço para publicar conceitos como os que constam do mencionado relatório: falar mal de um ex-diretor-presidente, de alguns associados e considerar a Indústria Gráfica transformada "num dos ramos de pior configuração no Pais". Nosso diploma de Sócio Benemérito da ABTG está ao inteiro dispor da atual Diretoria da ABTG (cujo último endereço desconhecemos) e solicitamos nos considerem mais urn ex-associado. Não temos interesse em oficializar a tal "volta de entendimentos" com a referida ABTG; se antigamente não nos oferecia benefício, hoje só nos causaria prejuízo sua atual forma de proceder. Com os esclarecimentos que estamos prestando aos dignos leitores de "ABIGRAF EM REVISTA", esperamos fique encerrado este desagradável incidente que não provocamos. EDITORA METODOS LTDA. J. M. López Barreto Conforme noticiário já amplamente ventilado pela ABTG — Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, esta considera a situação com a Editora Métodos totalmente normalizada, dispensando comentários alusivos ã carta acima publicada.

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FOTOCOMPOSIÇÃO um problema de escolha Palestra proferida quando da realização da 6.a STAG realizada nesta Capital, de 16 a 20 de outubro de 1978, pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris" Autor: Rainer Kurt Erich Ladewig

Nunca a tecnologia gráfica evoluiu tanto como nesta década, especificamente nos últimos três anos. Máquinas e equipamentos eletrônicos passaram a ser fabricados com características mais avançadas permitindo ao mercado das artes gráficas uma evolução incomum. No ramo da fotocomposição, contamos hoje com uma mudança espantosa dos equipamentos, dos sistemas e da nova tecnologia eletrônica, bem como das matérias-primas, dos papéis e filmes fotográficos.

Por outro lado, o parque eletrônico está muito mais adiantado que supera o ritmo da química e da mecânica, no preparo de novas técnicas de obtenção de textos. No Brasil, estamos no inicio da fotocomposição, a qual não tem aquela tradição da tipografia, nem os problemas de bruscas mudanças do processo. Precisamos, portanto, acompanhar essa evolução para que os nossos técnicos possam segui-la, a exemplo dos países mais industrializados.

Para exemplificar, a publicidade brasileira ainda hoje, não mostra seus trabalhos para o exterior, deixando de ganhar muitos prêmios, pois a apresentação dos impressos, independentemente da criatividade, deixa a desejar em qualidade, comparados com os impressos apresentados por gráficos

do exterior. Por este motivo, as artes gráficas, principalmente a fotocomposição, podem ser consideradas atrasadas em relação a outros países. Como resultado, advém a necessidade do aprimoramento dos nossos processos. Não com a aquisição de equipamentos sofisticados, até caríssimos, que muitas vezes não são utilizados da melhor forma, mas, sim, através da escolha daquilo que possa nos oferecer um produto de melhor qualidade e lucratividade. A Tipografia e a Fotocomposição

Deparamos em nossos dias com duas "concorrentes" fortíssimas: a tipografia e a fotocomposição. A primeira ainda sobreviverá por muito tempo, pois dela sempre dependerá a produção dos impressos fiscais, sociais, de apresentação e até mesmo os impressos chamados "administrativos" e etc... A segunda, pretende mudar os valores conceituais do mercado gráfico através dos 6

recursos muito mais amplos, mais econômicos e rápidos, conseguidos com máquinas e equipamentos já colocados no mercado por vários fabricantes e fornecedores. Escolha dos Equipamentos E importante analisar, antes de comprar:

o que a empresa pretende produzir; as condições financeiras da empresa; as informações gerais dos equipamentos existentes no mercado, suas características de aplicação e respectivas utilizações; a sobrevivência do equipamento em relação A sua utilização dentro de um prazo de uso pré-calculado. A mudança dos processos, dos sistemas e dos equipamentos, praticamente se verifica a cada ano que passa, o que nos conduz a estas análises para eliminar problemas futuros de instalações obsoletas e que não conseguem acompanhar o ritmo produtivo dos novos lançamentos no mercado. 8 preciso considerar, também, a inexistência em nosso país, de um "sistema informativo" que nos indique quais equipamentos estão ou não atualizados e por quanto tempo perdurará essa "funcionalidade".

Muitas gráficas adquirem equipamentos sem ter a informação sobre o "pacote" e se este será útil nos próximos anos. Consideram apenas a substituição de algumas peças. Outro aspecto é o da compra antecipada do equipamento para posterior contratação de pessoal técnico. Isto, muitas vezes ocorre por falha administrativa. Pode-se chegar a conclusões de que o equipamento comprado não corresponde As reais necessidades da gráfica. O ideal seria que o vendedor procurasse saber o que a diretoria da empresa pretende realizar nos próximos quatro ou cinco anos, para poder oferecer várias opções de escolha dos equipamentos e propiciar a instalação correta. A melhor forma de escolha para uma empresa pequena, bem estruturada, é contratar um técnico, (caso essa empresa não conte com pessoal especializado no assunto) e mandá-lo pesquisar sobre tudo o que existe atualmente no mercado gráfico em fotocomposição e em várias representações e fabricantes, para posteriormente junto ã diretoria da empresa, fazer um planejamen-

to embasado nas possibilidades e necessidades. 8 preciso evitar a compra de urn sistema ou simplesmente de alguns equipamentos

que dentro de um curto prazo não ofereçam condições de ampliação, ou ainda, que a própria empresa não possa investir em novos módulos complementares. Na verdade, uma aquisição errada ou não satisfatória traz sérios transtornos para os técnicos no tocante à execução dos trabalhos, prejudicando sensivelmente a produtividade e a lucratividade.

Equipamentos Existentes no Mercado

O mercado gráfico conta hoje com quatro grupos distintos de equipamentos. primeiro grupo é constituído por aparelhos de comando direto, que produzem textos e tabelas, já em filme limpo ou papel fotográfico, sem a utilização de fitas de papel ou outro processo similar de "input". segundo agrupamento consiste em equipamentos que funcionam com fitas perfuradas. Os teclados perfuradores são independentes das fotocomponedoras. Atualmente a fotocomposição está sendo dirigida para o terceiro grupo de equipamentos, ou seja, máquinas que utilizam discos magnéticos, que substituem a fita de papel. Os equipamentos do terceiro grupo exigem mão-de-obra especializada. O tecladista-perfurador já não tem condições de comandar estes aparelhos visto que há necessidade de raciocínio, conhecimento dos processos, regras de tipologia e técnicas de composição. Uma datilógrafa, não pode simplesmente "ser treinada" para trabalhar nestes equipamentos. último grupo existente, e que aos poucos vai tendo acesso ao mercado, é constituído de matrizes abstratas, armazenadas em núcleos magnéticos e com CRT (tubo de raio catódico). São máquinas extremamente velozes, o que caracteriza, também, este agrupamento. A tendência atual é fazer desaparecer os dois primeiros grupos, a exemplo do que ocorre nos países mais industrializados que já não os utilizam e passam a utilizar os equipamentos de terceiro e quarto grupos, sendo que as máquinas ultravelozes, comandadas por fita magnética, disco ou laser, dominarão o processo dentro de um futuro próximo. ABIGRAF EM REVISTA


Fotocomposição... Aquisição do Equipamento

O interesse na aquisição de equipamentos de fotocomposição deve ser dirigido a empresas que se especializem na produção de textos no mercado gráfico. O investimento é caríssimo e, se não houver estrutura para tal, não será aconselhável a iniciação neste setor. Para gráficas que contam com todos os processos produtivos: fotomecânica, offset, rotogravura, impressão tipográfica e acabamento, a escolha torna-se mais simplificada. Uma simples máquina Pow.... a comando direto, juntamente com os equipamentos auxiliares, pode chegar a resolver os problemas de composição. Para quem quer comprar, hoje no Brasil, equipamentos de fotocomposição, se faz necessária a análise de alguns pontos básicos: equipamento a ser usado; características do processo de fotocomposição a ser escolhido; capacidade comercial para abastecer o equipamento; pessoal técnico especializado. A formação técnica do pessoal é, sem dúvida, o item mais importante a ser considerado, visto que a produtividade está estritamente relacionada h capacidade de produção e à qualidade que o pessoal possa render. A tipografia nunca deve ser considerada em segundo plano. O êxito de toda empresa que conta com o processo de fotocomposição, está comprometido se não houver um critério minucioso de escolha de caracteres que venham suprir todas as necessidades e variedades de composição. Não basta somente a aquisição de cinco ou seis fontes e simplesmente deixar de atender ãs solicitações dos clientes. O importante, principalmente em publicidade é justamente a escolha dos caracteres. Um anúncio ou cartaz só atinge seus objetivos desde que os caracteres utilizados transmitam a mensagem de forma convincente. Os anúncios são valorizados pela escolha adequada dos caracteres usados sem a necessidade da impressão a três, quatro ou mais cores. Portanto, convém lembrar que as fontes devem ser renovadas e atualizadas freqüentemente. Os catálogos devem estar sempre atualizados para que o cliente possa ter opções de escolha. A criatividade está seriamente comprometida se não houver diversificação de caracteres para serem adequadamente usados nos impressos. Racionalização do Processo Preparação dos originais

A racionalização do sistema de serviços de fotocomposição começa na preparação dos originais. Os clientes devem enviar às gráficas, originais preparados, para que os mesmos não encareçam o preço final da composição. A maioria dos clientes envia às gráficas originais sem condições de serem programados e distribuídos aos respectivos depar3/1979

tamentos de composição. Sempre há a necessidade do estudo desses originais no sentido de prepará-los com todas as marcações que orientarão a composição. Esta pré-fase encarece o produto em torno de 30% e isto é do desconhecimento dos clientes. O fluxograma e controle de execução O fluxograma do trabalho e o controle de execução também são fatores de racionalização. Estas funções devem ser de incumbência do técnico especializado em fotocomposição, que prepara e distribui as tarefas, controlando-as durante as fases de execução. Estes encargos não podem ser de responsabilidade do supervisor geral das áreas de composição e impressão porque suas atividades são administrativas, burocráticas, de compras, de pessoal, problemas técnicos etc. Os resultados podem ser bem mais satisfatórios quando houver a presença de técnico especializado no setor. Outro item a ser considerado e que provoca sérios transtornos, principalmente no tocante à qualidade, é o referente ao local de instalação dos equipamentos. E preciso que haja um local apropriado para as instalações e que o ambiente seja precedentemente dotado de ar condicionado. Preparação da Mão-de-Obra Especializada em Fotocomposição

Devido ã diversificação dos equipamentos existentes no mercado e das características intrínsecas de funcionamento, é quase impossível preparar mão-de-obra especializada no setor. As empresas admitem funcionários e os treina no próprio local de trabalho, o que provoca um treinamento simplesmente prático, sem a formação técnica e tecnológica tão necessárias it execução dos trabalhos de preparação de textos. A especialização em fotocomposição necessita de pessoal que tenha conhecimentos práticos e teóricos sobre o processo, e isso só será possível com um treinamento de longa duração acompanhado de aulas teóricas específicas sobre o assunto. Na Europa e outros países existe uma profissão muito importante no papel da preparação de mão-de-obra especializada. Trata-se do "mestre", que atua diretamente no treinamento de aprendizes na própria empresa. No Brasil deveria existir pessoal especializado em fotocomposição, e até mesmo em outras áreas, para esta qualificação dentro das próprias empresai, como ocorre, a exemplo, na indústria automobilística, onde o "mestre" ensina os aprendizes em equipamentos para esse fim. As empresas, o SENAI e o Sindicato das Indústrias Gráficas deveriam incentivar a preparação de "mestres" em fotocomposição e em outras áreas distintas: offset, rotogravura etc. Isto faria com que a mãode-obra pudesse ser treinada nas próprias empresas, suprindo a médio prazo suas deficiências.

Conclusões

Os interessados em ingressar no ramo da fotocomposição terão que analisar estes pontos básicos: possibilidades futuras; condições financeiras da empresa para poder investir no processo; perspectivas de ampliações; arranjo físico que possibilite ampliações. A fotocomposição s6 pode ser considerada como um bom investimento a média longo prazo considerando-se a implantação, as técnicas adotadas, o pessoal contratado, o cronograma de atividades da empresa e principalmente qual o campo de atuação que os equipamentos poderão explorar (publicidade, editoração-jornalística etc.). E preciso, também, saber do posicionamento no mercado mundial do equipamento a ser comprado. Saber o que pode ser modificado, ou mesmo ampliado nos próximos anos. Para as empresas jornalísticas o problema é bem mais complexo. A rapidez necessária na preparação dos textos exige uma escolha criteriosa de sistemas sofisticados de fotocomposição. Esta escolha só terá êxito quando a equipe que trabalhará com esses equipamentos estiver preparada para poder utilizar com eficiência as possibilidades que a tecnologia mais avançada em fotocomposição pode oferecer. Texto redigido por Valdir Dalberto Responsável pelo setor de Fotocomposição da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris".

BIOGRAFIA Rainer Kurt Erich Ladewig

Nascido em 29/06/46, começou a trabalhar no ramo de Artes Gráficas em 1961 em Berlim, Alemanha, como Fotógrafo de Fotolito. Após concluir o curso de Mestre de Fotolito, formou-se, sempre em Berlim, na Grafische Akademie fuer Druck und Werbung como Engenheiro de Artes Gráficas. Chegou no Brasil em 1972 contratado pela firma Gráficos Brunner Ltda., na função de Diretor Técnico, onde trabalhou até 1974. Desde 1975 até 1977 exerceu o cargo de Diretor Técnico na firma Altype Artes Gráficas S/A. Em 13/03/78 fundou a própria empresa Rainer Artes Gráficas Ltda. 7


O Acabamento na Indústria Gráfica Palestra proferida por ocasião da realização da 6. STAG, pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", nesta Capital Autor: Hans Adolf Wolfgang Beckmann

Exemplo para o aparelhamento técnico de uma oficina de encadernação de uma indústria de vários estágios

Em muitas gráficas a encadernação representa uma área de trabalho que tem sido tratada com uma certa indiferença, no que se refere às condições de espaço, ao aparelhamento técnico, bem como à estruturação da mão-de-obra. Obrigatoriamente chegou-se ao reconhecimento de que a encadernação deve ser integrada no contexto geral da indústria, e que é compensador dispensar a esta área de trabalho a mesma atenção que à composição e à impressão. Como deve ser planejada esta encadernação, dentro de uma gráfica? Tomemos por base uma encadernadora modelo, da ordem de grandeza de 50 a 60 funcionários, cuja atividade principal está situada na área de impressos comerciais. Trata-se aqui de produtos que em substância são cortados, dobrados e grampeados. Fazem parte ainda do programa de producão brochuras encadernadas por colagem, em tiragens de até aproximadamente 20.000 exemplares. Antes de nos ocuparmos individualmente de cada máquina investida, seria oportuno lembrar de um modo geral, que em todas as aquisições deve-se levar em consideração as múltiplas exigências formuladas a um acabamento gráfico. Justamente para uma gráfica-encadernadora onde se elabora principalmente volantes comerciais, são mais importantes as máquinas variáveis que as de formato único, as quais em muitos casos só raramente podem ser aproveitadas integralmente. A guilhotina com programação

A aquisição desta máquina deve ser orientada pelos formatos das máquinas impressoras existentes. Em primeiro lugar deve ser cortado papel para a impressão. Suponhamos que o formato máximo de impressão seja da ordem de 72x102 cm. Deveria se ter a possibilidade de efetuar um corte angular neste formato, antes da impressão. Este corte por exemplo impresso com pinça tombada. Também no caso de brochuras grampeadas, com imagens sangradas ocorrem sabidamente problemas, quando os papéis não estão cortados de modo exato. 8

Mesa vibratória com saída it direita à esquerda

Para a alimentação da guilhotina, uma mesa vibratória deslocável, para o cortador de papel, seria certamente um auxílio valioso. Recomendam-se mesas vibratórias que possam ser alteradas com saída à direita e esquerda, a fim de que possam ser trabalhadas sem virar folhas de impressão com marcas de esquadro diversas. Esta mesa vibratória deveria ser deslocável, e estar colocada diretamente ao lado da guilhotina. Quando o cortador de papel desliga o movimento vibratório da máquina, ele puxa o vibrador para a frente da mesa de corte, e nesta posição alimenta a guilhotina diretamente. Os fabricantes de máquinas oferecem soluções razoáveis para este problema. No volume de trabalho mencionado, provavelmente ainda não é rentável a admissão de um funcionário a mais, para esquadrejar as folhas e fornecê-las ao cortador. Portanto manejo deste equipamento, por um só funcionário, deveria ser suficiente. Em casos excepcionais, porém, como por exemplo sobrecarga da capacidade produtiva, podese trabalhar também com um segundo funcionário, para essa operação. Elevadores de pilhas oferecem uma boa ajuda

Um outro auxilio, que economiza forças, em última análise também aumenta o rendimento, é oferecido ao cortador de papel por um elevador de pilhas. E preferível um elevador de pilhas com uma plataforma, ao invés de um modelo com dois braços elevadores. Pensemos nas inúmeras construções diversificadas de "palettes" principalmente de via única, que recebemos diariamente no trabalho. Máquinas dobradeiras

Em nosso exemplo recomenda-se uma máquina combinada, com alimentação a pilha baixa possibilitando 3 dobras. Basicamente, teremos uma série de formatos e tiragens pequenas, que devem ser dobradas. Neste tipo de trabalho, uma dobradeira com margeador Rotary, por exemplo, não seria muito conveniente, porque os formatos pequenos, ao serem transportados da mesa de alimentação para a margeadora, sofrem deslocamento em função dos cadarços transportadores no tombamento da folha.

Com o margeador de pilha baixa, o tempo de acerto seria menor. Em virtude do formato de impressão existente, o formato da máquina dobradeira poderia ser de aproximadamente 70 cm de largura, possibilitando dobrar uma folha de 16 páginas no formato final de 21 x 29,7 cm, ou seja, 61 x 86 cm aberto. Além disto existe também a possibilidade, por exemplo, de manufaturar 1/4 de folha de 21 x 29,7 cm para produção dupla com corte de separação duplo ou triplo. Equipamento Técnico

A aquisição de uma dobradeira com mais de 2 bolsas superiores e 2 inferiores é condicionada ao tipo de trabalho que a mesma deverá realizar. Em indústrias onde só eventualmente ocorrem dobras especiais, a requisição de auxílio de terceiros seria a solução menos dispendiosa. Dispositivos especiais para dobradeiras

Para complementar o equipamento, não podemos esquecer o dispositivo para corte de separação duplo ou triplo, bem como a colagem de dorso. Em relação ao dispositivo de colagem de dorso, apresentamos a seguinte sugestão: Em função dos rolos com áreas rebaixadas, existe tendência à formação de rugas no primeiro estágio de dobra, nos trabalhos que não exigem colagem de dorso e há a necessidade de alta velocidade. Isto ocorre principalmente em papéis f nos e de pouca resistência. Para evitar isto, recomenda-se preencher o espaço vazio destes cilindros com um anel de borracha colado, de tamanho exato, que pode ser retirado novamente em caso de necessidade. O preço de instalação da colagem de dorso, incluindo 2 cilindros dobradores fresados, é de aproximadamente Cr$ 70.000,00. Via de regra, os prospectos, após a dobra, são embalados diretamente na máquina bradeira. Aqui é de grande valia um dispositivo eletrônico de contagem, com regulagem de pré-seleção, que hoje em dia não deveria faltar em uma encadernadora. A fim de contar os lotes, o contador eletrônico, como se sabe, interrompe o fluxo de saída ao atingir a quantidade pré-selecionada; desta forma obteremos um pequeno intervalo na saída em escamas, possibilitando à embaladora a retirada da quantidade selecionada. O preço deste equipamento eletrônico de contagem é de aproximadamente Cr$ 90.000,00. Não podemos deixar de chamar a atenção para o dispositivo de dobra a janela. Pela experiência, sabemos que este tipo de dobra não é totalmente isento de problemas. Aqui são oferecidas várias soluções pelos fabricantes de máquinas. Pertence a uma das melhores soluções, um dispositivo de dobra desenvolvido especialmente para este trabalho, que torna desnecessário um cilindro dobrador fresado. Geralmente é exigido que as duas partes da folha, dobradas para dentro, fiquem a uma distância aproximada de 3 a 4 mm da dobra central, para atingir deste modo um bom resultado. Com um formato de 21 x 29,7 cm, pode ser alcançado, conforme a qualidade do papel, um rendimento de 2.000 a 4.000 exemplares por hora. O preço de aquisição deste equipamento está entre Cr$ 75.000,00 e Cr$ 115.000,00, conforme o fabricante. ABIGRAF EM REVISTA

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O Acabamento na Indústria

Gráfica

A embalagem

O planejamento

Via de regra, se usa na saída da intercaladora, materiais de embalagem como papel Kraft, por exemplo. Uma máquina que proporciona o envolvimento do pacote com fio de poliester, de forma cruzada, muitas vezes é suficiente. Além da economia em termos de material, este sistema proporciona uma notável redução de mão-de-obra.

Quando V. Sa. se decidir pela instalação de uma encadernadora, ou quando V. Sa. adquire uma nova máquina, a qual altera a seqüência de trabalho que havia até então, V. Sa. deverá determinar a seqüência exata de produção com o auxílio de um fluxograma em escala 1:50. Seguramente vale a pena investir algum tempo para a elaboração deste esquema, bem como para uma análise precisa das seqüências de trabalho. A estruturação organizada da seqüência de trabalho é sempre importante em qualquer área de produção, mas especialmente em uma Area onde é movimentado muito material. Aqui é essencial reduzir percursos de transporte ao mínimo, e eliminar percursos de trabalho desnecessários. Deve-se cuidar de possibilidades de armazenamento intermediário dependentes da produção. A encadernadora deveria situarse o mais próximo possível da expedição, melhor ainda seria juntá-las em uma só dependência. Tais medidas de organização são importantes não só para grandes encadernadoras, mas também em igual escala para encadernadoras na ordem de grandeza mencionada.

Alceamento

Grampeacilo (Ponto metálico)

Para a confecção de brochuras grampeadas, existem diversos estágios que complementam a grampeadora-intercaladora. O modelo mais simples seria com alimentação manual e posterior refile na guilhotina trilateral. A segunda possibilidade seria a aquisição de uma intercaladora com 2 ou 3 margeadores automáticos utilizando ainda a guilhotina trilateral como complemento. A quantidade de margeadores será ajustada em relacão à linha de produção. Como terceira opção é oferecida a intercaladora totalmente automática com acoplamento de vários estágios: grampeadora, guilhotina trilateral e dispositivo de controle de folhas duplas. Para a nossa encadernadora-exemplo, devem ser mencionados alguns equipamentos especiais para esta máquina. Para as condições de trabalho mencionadas, poderia ser vantajosa a utilização de produção dupla. Seria recomendável uma largura de corte intermediário de 6 mm no total. Assim ficam 3 mm para o corte da cabeça do caderno inferior e para o corte do pé do superior, também 3 mm. Não se deve ir abaixo de 6 mm, porque deve haver uma certa folga para a montagem das páginas. A manutenção constante da largura de corte intermediário traz também vantagens desde a preparação do trabalho. O total de investimento necessário para este agregado adicional é de aproximadamente Cr$ 180.000,00. Poderia ser mencionado, como dispositivo especial, um furador duplo, para intervalo de 8 cm, acoplado it trilateral. Este furador 6. utilizável para os formatos de 10,5 x 29 cm e 30 x 47 cm, com uma espessura máxima de brochura de 6 mm. Esta aquisição depende novamente da incidência de utilização e da tiragem a fim de justificar um valor de aquisição de aproximadamente Cr$ 21.000,00. Na saída da intercaladora, o sistema de escamas deu bons resultados na prática em comparação com uma saída de cadernos em pé, principalmente em produtos volumosos, os quais se abrem de novo, entrelaçando-se uns nos outros. O valor de investimento adicional é de aproximadamente Cr$ 120.000,00. 3/1979

A máquina alceadora deveria ser construída de tal modo que os trabalhos existentes, como a compilação de folhas dobradas, listas de preços em edição de folha individual etc., pudessem ser realizados. Uma estação de alceamento manual para completar, no caso de uma segunda passagem pela máquina, seria de grande utilidade. Um acoplamento com a máquina de colar não entraria neste caso em cogitação, tendo em vista o volume da tiragem bem como a grande variedade de trabalhos de alceamento que aparecem. Esta máquina será utilizada principalmente como máquina individual. A seguir, mais alguns exemplos de como pode ser aumentada a eficácia da máquina de alcear em função dos recursos opcionais da mesma: Alimentação contínua da máquina, principalmente com papel de volume excessivo, segurança na colocação posterior no rebaixo correto, mediante correspondente disposição do local de trabalho, isto é, mesas de trabalho especiais, com cantoneiras margeadoras, numeração dos rebaixos, suspensão das folhas sobre a máquina, melhoria na saída, por exemplo "cris-cross", saída bilateral não esquecendo empilhadeiras de "palettes", e que a saída, geralmente, determina a velocidade operacional e com isto os custos reais desta importante operação. Em todas as alceadoras individuais, a saída contribui para uma redução considerável da velocidade efetivamente possível.

Resumo

O resumo de toda a instalação de máquinas, incluindo todos os equipamentos especiais mencionados, bem como outras pequenas máquinas auxiliares, como furadeira de mesa, máquina de perfurar e serrilhar, carro transportador etc., resulta em um valor total de investimento necessário, da ordem de aproximadamente Cr$ 10.000.000,00. Investimentos desta amplitude devem ser muito bem pensados. Por isso, cada aquisicão deve ser examinada do ponto de vista da rentabilidade de trabalho. Em muitos casos a requisição de ajuda de terceiros é menos dispendiosa e mais racional que a criação de capacidades não utilizadas com todas as suas conseqüências fatídicas!

Encadernação por colagem Para esta encadernadora-exemplo, é adequada uma máquina de alimentação manual para a colagem da capa. Máquinas desta ordem de grandeza geralmente são equipadas sem estação de gaze. Na aquisição da máquina deve ser verificado se ela foi programada para trabalhos de colagem a frio ou a quente. A fresagem das brochuras, necessária na colagem a frio, é totalmente indispensável para um rendimento da coladora de aproximadamente 1.200 a 1.500 exemplares por hora. Pode-se também contornar este processo de trabalho, apoiando as brochuras sobre o lombo. Após 4 a 6 horas de tempo de secagem, ficam então it disposição, brochuras prontas para o refile. No processo de colagem a quente, pode-se cortar diretamente. A fim de evitar um armazenamento intermediário sobre "palettes", as brochuras podem ser levadas para a guilhotona trilateral, por meio de uma esteira transportadora. Uma guilhotina trilateral semi-automática dá conta dos trabalhos existentes em nossa encadernadora-exemplo.

BIOGRAFIA Hans Adolf Wolfgang Beckmann

Nascido em 1938, na Alemanha, iniciou sua vida profissional como Tipógrafo, após ter concluído o respectivo Curso de Aprendizagem (em 3 anos). Prosseguiu os estudos de Indústria Gráfica, especializando-se em alguns de seus ramos: Impressão Tipográfica e Litografia, Acabamento e Fotocomposição, incluindo ainda os setores de Planejamento, Orçamento e Contabilidade. Aplicou esses conhecimentos trabalhando, durante 4 anos, na função de Produtor Editorial, tendo-se ainda diplomado na Escola de Engenharia TécnicoAdministrativa para a Indústria Gráfica, em Stuttgart. Em 1970 veio para o Brasil, iniciando suas atividades na Companhia Melhoramentos de São Paulo, na função de assistente técnico, ocupando atualmente o cargo de Gerente Técnico.


Informações capacitativas sobre as máquinas offset à folha Apresentamos as considerações sobre três tipos de capacidade de impressão, sendo que a mais efetiva parece ser a mais importante, e a imagem econômica completa da impressora, só é obtida quando incluimos seu grau de utilização.

Seguindo este raciocínio devemos fornecer todos informes ligados a folhas impressas em forma de capacidade impressora: folhas/hora. Definição da capacidade (produtiva) de impressão:

Como é do conhecimento de todo profissional envolvido, seja na impressora ou na programação, existem vários tipos de. capacidade de impressão e que se dividem da seguinte maneira: 1 — a capacidade máxima das máquinas sob as condições mais favoráveis possíveis. Isto deverá constar como a capacidade máxima de impressão. 2 — a capacidade na qual o impressor, utilizando a máquina e dependendo do suporte, da chapa, da tinta e de outros fatores conjugados a realização do trabalho, poderá realizá-lo. Aqui figuram como agravantes a serem respeitados; a condição climática da gráfica, a dificuldade de realização do trabalho e as condições da matériaprima fornecida. A capacidade de impressão atingida sobre estas condições deverá ser denominada .= capacidade variada (oscilante) de impressão. 3 — as folhas realmente impressas e divididas pelo tempo da impressão empregada. Neste caso são respeitadas todas as interrupções necessárias h realização da impressão como por exemplo: lavagem do cauchu, troca das pilhas de papel, paradas provocadas pelo fluxo instável do papel e outros. Utilização na prática da impressão

Usuários e compradores deste tipo de máquinas gostariam obviamente de obter todos os dados de capacidade produtiva possíveis deste ou daquele equipamento. Discussões não desejáveis têm a sua fonte, muitas vezes, em mal-entendidos oriundos da falta de definições substanciais que provocam uma perda de tempo e cria ânimos não-produtivos. Em conseqüência disto, é do interesse de todos envolvidos, tanto gráficas como clientes e fabricantes de máquinas, achar e utilizar uma linguagem que identifica claramente as definições capacitativas. Velocidade ou capacidade? No sentido técnico é a velocidade = caminho por unidade de tempo. Existe a tendência de instituições como a FOGRA por exemplo de usar com relação h impressora a folha, este termo na definição da velocidade periférica somente. Exemplificando: velocidade periférica do, cilindro = 3 m/seg. Se por outro lado a referência deve indicar uma determinada quantidade de folhas impressas recomenda-se o uso da definição "capacidade", o que é compreensível já que a definição técnica pura de capacidade é: trabalho por unidade de tempo. Encontra-se portanto bem próximo. 10

Na prática o exposto teria o seguinte aspecto: Uma impressora é fornecida por um fabricante com a capacidade máxima de impressão de, digamos, 10.000 folhas/hora. Esta capacidade poderá ser atingida quando todos os fatores envolvidos se apresentarem como ótimos. Como as condições ideais nem sempre se fazem presente, fica o impressor na ausência delas, sem poder contar com a capacidade máxima durante a execução deste trabalho. Em uma tiragem de 27.000 folhas, incluso a maculatura, com um papel de qualidade inferior e com um trabalho de média dificuldade, ele atingirá 7.500 folhas/hora. Isto identifica a capacidade variada (oscilante) de impressão. Quando este trabalho (sem o tempo de acerto) é impresso em 4 horas e 30 min. serão necessários alguns descontos no tempo, em virtude das interrupções para efeito de lavagem do cauchu, da troca das pilhas e outras operações. O resultado deste exemplo invocado será a capacidade efetiva de impressão. No nosso exemplo: 27.000 folhas 4h3Omin. = 6.000 folhas/hora. Em função disto se expressa a capacidade da impressora por três valores distintos.

1 — capacidade máxima de impressão — 10.000 folhas/hora. 2 — capacidade variada (oscilante) de impressão =-. 7.500 folhas/hora. 3 — capacidade efetiva de impressão = 6.000 folhas/hora. O primeiro valor se refere a impressora e para ela ele é constante. Os outros dois valores são comandados pelo tipo de trabalho a ser impresso nesta máquina. Este mesmo trabalho realizado em outra impressora poderá sem dúvida apresentar outro resultado na avaliação. Entre os itens supracitados temos valores pendentes que são influenciados pelo tipo e a qualidade do trabalho, dos materiais utilizáveis, da facilidade de manejo (operacional) da impressora mas também de condições locais específicas como: aclimatação, pessoal, organização do trabalho entre outros fatores.

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Metas do aprimoramento da capacidade de impressão

A meta de todas as gráficas, como também dos fabricantes, é de manter os desníveis entre os três valores em uma oscilação minima e de manter a linha nivelada o mais perto possível it capacidade máxima. A fixação da largura da faixa entre o primeiro e segundo valor depende antes de mais nada, dos fatores individuais de cada trabalho e em seguida da forma projetada da impressora. Como exemplo podemos citar: a alimentação com o papel, o caminho percorrido pela folha através a impressora, a quantidade de passagens no sistema das pinças e o tira-folhas, como também o equipamento opcional como: ionização do papel, controle de tempéries do tinteiro, disco de tira-folha A ar quente podem fazer com que a capacidade de impressão se aproxime mais do valor ideal. A diferença entre os valores no 2 e 3 é fixado pelas interrupções durante a impressão. Ela sempre aumentará quando houver necessidade de mais tempos na lavagem do cauchu, troca das pilhas etc. Poderá ser diminuída pela instalação de dispositivos de lavagem automática do cauchu, da alimentação continua para a mesa de emissão e recepção. Visto isso, torna-se evidente a influência de equipamentos opcionais, sobre a capacidade variada (oscilante) da impressão. Após as considerações sobre os três tipos da capacidade de impressão dentro das quais a efetiva parece ser a mais importante, não se deve esquecer que a imagem econômica completa da impressora só obtida quarido incluímos o grau de utilização. Futuramente teremos em desenvolvimento colateral a melhoria da capacidade de impressão, a abreviação dos tempos de acerto e aviamento dando-lhe maior ênfase. Extraído da revista "Der Polygraph" n.° 3, 1977 traduzido e transcrito por Walter G. Thoma novembro/78. ABIGRAF EM REVISTA

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ABIGRAF/SIGESP

Atividades desenvolvidas no ano de 1978 No ano de 1978 a ABIGRAF/SIGESP desenvolveram um trabalho com reflexos altamente positivos, beneficiando, sobremaneira, o setor gráfico em geral Destacamos o apoio integral dos senhores diretores destas entidades de classe e a incansável colaboração e dedicação do quadro de funcionários, o que tornou possível

a consecução efetiva de nosso trabalho. Relacionamos abaixo um pequeno balanço de nossas realizações no ano de 1978: Revistas ABIGRAF expedidas: 39.000 exemplares; Circulares de Cursos diversos: 41.400; Resenhas diversas: 3.000; Circulares de cobrança associativa (Interior): 200; Guias de Imposto Sindical e Assistencial: 10.000; Circulares acerca do Imposto Sindical e Assistencial: 5.000; Circulares acerca de cobranças atrasadas (Assistencial): 1.200; Circulares acerca de Jantares de Confraternização: 1.200; Circulares Assuntos SIGESP: 10.000; Tabelas de Cálculo Imposto Sindical: 3.000; Cartas recebidas registradas: 1.463; Cartas recebidas não registradas: aproximadamente 500; Cartas expedidas SIGESP: 494; Cartas expedidas AB1GRAF Nacional: 602; Cartas expedidas ABIGRAF Regional: 439; Consultas

registradas por telefone: (3 Advogados): 300; Consultas não registradas por telefone: aproximadamente 1.500; Audiências atendidas (Questões trabalhistas): 113; Casos cotidianos atendidos pela Secretaria: 12.500; Doc. Caixa processados SI GESP: 981; Doc. Caixa processados ABIGRAF Regional: 1.284; Doc. Caixa processados ABIGRAF Nacional: 12; Recibos emitidos SIGESP/ ABIGRAF - cont. associativa: 2.400; Faturas emitidas - ref. anúncios ABIGRAF EM REVISTA: 150; Ligações telefônicas feitas e registradas pela telefonista: 3.750; Ligações telefônicas feitas diretamente (Equipe): 1.250; Ligações telefônicas recebidas: 18.750; Fichas Kardex incluídas no exercício: 1.000; Lançado em Fichas Kardex ref. Imposto Sindical 1976/1977/ 1978: 9.000; Lançado em Fichas Kardex ref. Cont. Assistencial 1976/1977/1978: 9.000; Lançado em Fichas Kardex ref. Cont. Associativa: 1.200; Circulares expedidas (Campanha de Associados): 1.400; Tabelas expedidas (Campanha de Associados):

Cursos ABIGRAF/SIGESP

1.400; Cópias de atas expedidas (Ref. Reuniões Diretoria): 600; Cursos realizados (Programados: 18): 9; Novos sócios: 18; Reuniões da Diretoria: 50; Reuniões de

Fabricantes de cadernos (Atendimento pelo SIGESP): 6; Reuniões de Fabricantes de Envelopes (Atendimento pelo SIGESP): 1; Reuniões SIGESP e Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Gráfica (Dissídio): 10; Circulares sobre Dissídio: 2.000; Esclarecimentos sobre dissídio: 500. As informações acima foram prestadas pelo Secretário Geral da ABIGRAF/ SIGESP, Sr. Elias Valentir, em 10/01/1979.

CURSO PARA OPERADORES DE MÁQUINAS DE PAPEL OBJETIVO:

Informar e aperfeiçoar os participantes, nos assuntos sobre a operação de máquinas de papel, através de conceitos e instrumentos técnicos essenciais, visando a melhoria do desempenho no trabalho. DESTINA-SE:

Dentro do programa de atividades do corrente ano, o Departamento Técnico da ABIGRAF/SIGESP realizou nos dias 26 a 29 de março, curso sobre "RACIONALIZAÇÃO DE TRABALHO NA INDOSTRIA GRÁFICA E CONSEQUENTE AUMENTO DA PRODUTIVIDADE", para o qual contou com o apoio e participação de conceituadas empresas. O curso foi ministrado pelo Eng.° Thomaz Frank Caspary, formado pela Escola de Engenharia Técnico-Administrativa para a Indústria Gráfica de Stuttgart (Alemanha), e obedeceu ao seguinte ternário: OBJETIVO:

DESTINADO:

Diretores, Gerentes de todas as Areas da indústria gráfica, Chefes de Seção e A todos aqueles que se preocupam com a melhoria da produtividade e do trabalho. PROGRAMA:

1 - Introdução.

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de Pedidos; Custos; Contabilidade. 4 - Racionalização do Trabalho - Métodos de Racionalização; Fluxograma de Produção; Transporte Interno; Cronogramas. 5 - Racionalização Orgânica - Compras; Almoxarifado - Estoque; Planejamento e Controle da Produção; Introdução ao CQ na Indústria Gráfica; (CQ na Producão); Formulários. 6 - Planejamento e Preparo Técnico da

Produção.

Esclarecer o gráfico sobre as possibilidades irrestritas dentro de seu campo de atuação, no sentido de facilitar o seu trabalho, aumentando o rendimento da produção e reduzindo o desgaste pessoal e operacional.

2 - Racionalização Técnica nário; Instrução; Manutenção.

3 - Racionalização Administração Organograma; Fluxograma de Informações; Problemas de Pessoal; Análise de Estrutura

Maqui-

6.1 - Análise Técnica do Pedido. 6.2 - A Guia ou Ordem de Serviço. 6.3 - Formulários Auxiliares. 6.4 - Planejamento Orgânico para o

Andamento do Serviço. 6.5 - Análise de originais, filmes, chapas, cilindros, cliches, etc. 6.6 - Planejamento dos Métodos a serem empregados. Planejamento do Maquinário e 6.7 mão-de-obra. 6.8 - Planejamento do Serviço de Terceiros. 6.9 - Preparo Final e Controle.

A técnicos em operação de máquinas de papel e a outros profissionais da Area. PROGRAMA:

Histórico do Papel; Situação da Indústria Brasileira; Fibra de Celulose e Aparas; Pasta Mecânica e Pasta Química; Sistema

de Dosagem de Aditivos; Unidades de Medidas; pH e suas Influências; Circuitos da Preparação da Massa; Máquina de Forma Redonda; Descrição Sumária da Máquina de Papel; Descrição de Cargos de Operadores de Máquinas de Papel; Sistema de Água e Recuperação de Fibras; Mesa Plana e seus Detalhes Operacionais; Telas; Prensas e Size Press; Acionamento de Máquinas de Papel; Secagem; Calandras e Acabamento; Controle de Qualidade e Testes no Papel; Automação; Lubrificação; Transportes; Soluções de Problemas; Manutenção Industrial. INFORMAÇÕES GERAIS:

Época de realização: de 01-03- a 26-04-79. Horários: As 5.'s feiras, das 8:30 hs. As 12:30 hs. e das 14:00 hs. às 16:00 hs. Local: Sede da ABCP - R. Tubarana, 89. Taxa de inscrição: Cr$ 4.800,00 (sócio) e Cr$ 6.000,00 (não sócio). N.° de registro da ABCP junto ao CFMO: 0103. Nossos telefones para outras informações: 70-6196 e 70-3809. ABIGRAF EM REVISTA


Curso de Custos na Indústria Gráfica Como mais uma promoção da ABI GRAF/ SI GESP realizou-se com grande êxito mais um Curso de Custos na Indústria Gráfica, ministrado pelo Prof. José Ferrari. ,

Presentes 37 participantes dos mais diversos setores industriais gráficos, que se beneficiaram grandemente corn mais essa iniciativa da ABIGRAF/SIGESP. Esse curso teve seu início tic dia 5 de fevereiro de 1979 e set. término no dia 9 do mesmo mês.

Na foto, vista parcial da sala de aula onde foi ministrado o Curso de Custos na Indústria Gráfica, vendo-se em primeiro plano o Prof. Jose Ferrari.

Flagrante de entrega do Certificado de Conclusão a um dos participantes pelo Prof. José Ferrari. 3/1979

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Convenio

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CIESP mantém Núcleo de Desenho Industrial com a finalidade de preparar profissionais para a indústria brasileira O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) acabam de firmar convênio de cooperação, objetivando a organização e desenvolvimento de Cursos de complementação profissional e de Programas de promoção de atividades no setor do Desenho Industrial. Por força desse convênio, tanto o CIESP — através de seus dois órgãos: o Departamento de Produtividade (DEPROV) e o Núcleo de Desenho Industrial (NDI) — quanto o SENAI, se comprometem a organizar e desenvolver cursos de atualização profissional para pessoal de nível médio e

superior, nas áreas de legislação fiscal e trabalhista, produtividade industrial, contabilidade, exportação e outras, solicitadas pelas empresas, assim como promover, divulgar e intensificar as atividades do Desenho Industrial e da Engenharia de Produto. Para estas duas últimas modalidades de atividades, o CIESP mantém o Núcleo de Desenho Industrial, destinado à preparação de "designers" para a indústria e de criadores de "modelos brasileiros", área que se inclui entre as previstas nos objetivos do SENAI. Com vigência de dois anos, a partir de 1. 0 de janeiro deste ano, o presente acordo foi assinado por Theobaldo De

CURSOS TÉCNICOS DO SENAI: QUASE 3.700 MATRÍCULAS EM 79 As previsões de matrículas nos Cursos Técnicos mantidos pelo Departamento Regional do SENA I em São Paulo apontam um total de 3.642 candidatos, para este ano letivo de 1979. Para os sete Curso Técnicos Regulares — chamados também de Habilitação Profissional (HP), com a duração de quatro anos, incluindo-se o período de estágio obrigatório e remunerado em empresa do ramo — estão previstas as seguintes matrículas: Mecânica, 549; Mecânica de Precisão, 479; Artes Gráficas, 348; Têxteis, 473; Metalurgia, 362; Cerâmica, 254 e Plásticos, 248, num total de 2.173 candidatos. Para os sete Cursos Técnicos Intensivos — denominados também Cursos de Qualificação Profissional IV (COP IV), com a duração de dois anos, inclusive estágio — estão sendo previstas, também, para este ano letivo de 79, 929 matrículas, assim distribuídas: Mecânica, 470; Artes Gráficas, 113; Têxteis, 58; Metalurgia, 145; Cerâmica, 71; Plásticos, 72, aos quais se somam ainda os 128 candidatos ao Curso Técnico Intensivo de Instrumentação, ministrado na Escola SENAI "Antônio Souza Noschese", na cidade de Santos.

KODAK INSTITUI PRÊMIO PARA ARTES GRÁFICAS A Kodak Brasileira Comércio e Indústria Ltda. acaba de instituir um prêmio ao melhor aluno do curso de Artes Gráficas da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". O referido prêmio é composto de uma câmara Kodak Instamatic, um flash e um filme e será entregue anualmente, no final do curso, ao aluno que obtiver melhor rendimento escolar. Fornecimento de material fotográfico a preço de custo, oportunidade de estágios aos técnicos e alunos da Escola SENAI são outras gentilezas oferecidas pela Kodak. Esta cooperação da Indústria ao ensino técnico é cada vez maior e outras colaborações importantes têm sido registradas, como por exemplo, as doações recentes das firmas Du Pont do Brasil S/A e a Elenco do Brasil S/A que ofertaram, respectivamente, equipamentos para chapas fotopolimétricas e ampliação de fotolitos. 14

Nigris, presidente do CIESP — entidade civil representativa das indústrias paulistas, que congrega no seu quadro associativo cerca de oito mil empresas — e pelo diretor Regional do SENAI em São Paulo, Paulo Ernesto Tolle. A contribuição do SENAI para o desenvolvimento dos cursos e demais atividades previstas no presente convênio será de 1,2 milhão de cruzeiros anuais, tendo sido constituída uma Comissão Coordenadora, integrada por um Titular e um Suplente de cada uma das partes, para a supervisão das atividades e cumprimento das disposições estabelecidas nas nove cláusulas do presente acordo.

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Automatização hidráulica: Treinamento em unidade móvel O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e a Racine Hidráulica Ltda. firmaram convênio visando ã instalação e funcionamento de uma Unidade Móvel de Automatização Hidráulica. A nova Unidade Móvel terá a denominação de "UM-Automatização Hidráulica (Convênio SENAI RACINE)" e proporcionará treinamento, aperfeiçoamento e especialização profissional em automatização hidráulica a menores, na faixa etária de 16 a 18 anos, e a adultos. Entre outras obrigações previstas na Cláusula Terceira desse convênio, competirá ao SENAI: designar o pessoal docente; elaborar currículos e programas de treinamento, conjuntamente com a Racine; prestar assistência e orientação didática; fornecer o material necessário e expedir certificados de conclusão, mencionando a participação da Racine. Por sua vez, além de outros encargos, esta Empresa obriga-se a ceder todos os equipamentos e acessórios de automatização hidráulica, necessários operação da UM; fornecer ao SENAI os materiais de reposição que se fizerem necessários à manutenção dos equipamentos e acessórios da UM, e colaborar com o SENAI na elaboração do material didático, currículos e programas de treinamento, convocando técnicos e proporcionando os subsídios que se fizerem necessários. Assinado pelo presidente do Conselho Regional do SENAI e pelo seu diretor regional — respectivamente Theobaldo De Nigris e Paulo Ernesto Tolle, e pelo gerente geral da Racine Hidráulica Ltda. — Francisco Ettore Giannico Júnior, o presente convênio terá a vigência de dois anos, considerando-se automática e sucessivamente renovado por igual período se não houver manifestação contrária das partes. 3/1979

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Análise da Relatividade nos Problemas Administrativos Enquanto as Ciências Exatas se preocupam profundamente com o "princípio da relatividade", na Administração não conseguimos passar de um vago "depende disso ou depende daquilo" que, por definição, 6. uma cadeia sem fim. A Lógica e a Matemática Moderna enfrentam os números, hoje em dia, com muito menos misticismo, dando a eles campos sempre mais diferenciados e procurando atribuir-lhes valores, num quadro de realidades diversas Administração, onde estes mesmos números são aplicados com a maior euforia, sendo quase endeusados como verdades absolutas. Autor: Peter R13111 1. Introdução O princípio da relatividade não tem nada a ver com o senso comum de relatividade no sentido: tudo é relativo. Este princípio só quer expressar, que não forma sentido estudar as coisas a partir de um sistema estático de relações, pelo fato que, por experiências, só podem ser constatados movimentos relativos ao ponto de observação. Se existisse tal sistema estático, então, as leis da natureza conhecidas por nós, não teriam mais validade geral, mas sim, se apresentariam neste sistema privilegiado de forma bastante mais simplificadas. Assim se chegou por experiências eletrodinâmicas e éticas ao seguinte resultado: Observando a totalidade de um grupo de homens, os quais, um ao outro, se movimentam com a mesma velocidade, então, são válidos, para cada um como observador, as mesmas leis básicas da eletrodinâmica, de forma idêntica. Portanto, não existe um sistema de relação privilegiado (absoluto), caracterizado pela estática em relação ao éter (pelo fato de não existirem formas de determinar o movimento relativo ao éter). Desta forma chegamos ao princípio da relatividade: "Em dois sistemas de relação que se movimentam, mutuamente, na mesma velocidade e na mesma direção, as leis físicas da natureza se apresentam de forma idêntica". Isso significaria, em termo de equações básicas da eletrodinâmica, que no sistema S, entre a intensidade dos campos E,H, a intensidade da corrente i, as coordenadas x, y, z, o tempo t, etc., existe a mesma relação do sistema S', com movimento idêntico, entre a intensidade dos campos E', H', a intensidade da corrente i', as coordenadas x', y', z', o tempo t', etc. As relações, por16

tanto, ficam as mesmas entre as equações do sistema S e S', isso é, as equações não sofrem transformações de relação no sentido S— S'. Este princípio de relatividade é, atualmente, bastante mais ampliado nos diversos ramos da ciência. Assim, observando o princípio da constância da velocidade da luz, Albert Einstein chegou a sua "teoria da relatividade", a qual, com a "transformação de Lorentz", os "sistemas de inércia", o "paradoxo dos relógios" e, finalmente, a "teoria geral da relatividade" de Einstein (o atributo "geral" faz referência que a relatividade também observada em movimentos genéricos, portanto, não lineares) chegaram a transformar profundamente diversos ramos das Ciências Exatas, em especial, naturalmente, a Física. Surge a este ponto uma indagação natural: "0 que, afinal, a administração tem a ver com tais leis das Ciências Exatas, especialmente da Física?" Sugerimos três respostas básicas: I. 0 limite da Administração é o homem, portanto, todo o desenvolvimento humano, seja em que ciência for, implica diretamente nos conceitos da Administração. A ciência que procura resolver e estudar a sua problemática, fechada nos seus conceitos restritos, é igual a um homem que procura se instruir sem livros e escolas. Isso 6. , devemos procurar adotar e transformar na nossa temática, tudo que de bom foi desenvolvido em outras ciências. 0 princípio e a teoria da relatividade são conceitos, cujo raciocínio básico se aplica a outras ciências, com a mesma validade da Física, mas, que na Administração são simplesmente ignorados ou, pelo menos, não conhecem nenhuma fundamentação teórica.

2. Subjetividade, Objetividade e Intersubjetividade

A objetividade é o modo de representação específico, que tenta pesquisar a essência e as relações das coisas, sem influência de valores e interesses subjetivos (pessoais). E o ideal da lógica, matemática e das ciências naturais. Na teoria do conhecimento, ser objetivo significa adquirir conhecimento através do pensamento crítico sobre um objeto (real ou ideal) e transformá-lo em conceito e juízo. O conhecimento não pode estar influenciado pelo sujeito psicológico e deve ser conceituado, excluindo pensamentos de valores, apenas seguindo uma seqüência lógica. O problema central da subjetividade é o sujeito, como reconhecedor das funções e formas de conhecimento, baseados nas suas reações pessoais. Fundamentalmente, temos de estar cientes que todo o conhecimento contém em si seus traços subjetivos, mais ou menos acentuados. E, portanto, relevante levantar o que acontece entre a percepção e a mentalização de um objeto. Pelo processo natural de abstração e eliminacão de traços e qualidades considerados irrelevantes, cada pessoa mentaliza o objeto de forma diferente. Mas, também é condicionado por um momento construtivo ou produtivo. O último fato, geralmente, encontra pouca atenção na descrição da criação dos conceitos. Normalmente, releva-se a abstração de maneira unilateral, enquanto a sua tendência complementar, básica para o processo de idealização, é pouca lembrada. No entanto, exatamente este último momento faz progredir o pensamento e, nisso se baseia a força produtiva própria dos conceitos e das idéias. Quando alguém elabora uma teoria, seu valor é subjetivo, enquanto sua afirmação se baseia em experiências pessoais, pois não pode ter certeza que os outros indivíduos compreendem as relações da mesma maneira. Seu ponto de vista ganha em objetividade, quando compartilhado por outros, que novamente se baseiam em observações pessoais. Dessa maneira, podemos definir a objetividade apenas como uma meta e ABIGRAF EM REVISTA

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Análise da Relatividade øi

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não como um fato consumado sobre certas afirmações. Assim, mesmo que a afirmação subjetiva e a experiência pessoal possam chegar a assumir validade social ou mundial, ainda não po-

demos falar de objetividade. Se fosse assim o então conhecimento sobre o universo deveria ser considerado objetivo enquanto a nova teoria de um Galileu seria apenas subjetiva. A expressão intersubjetividade representa melhor a situação do conhecimento humano.

O pensamento humano é fortemente influenciado, no seu momento construtivo e na maneira de compreensão, por sua formação ideológica e teórica. Portanto, cada afirmação tem pelo menos um valor subjetivo. Desde que acreditamos no homem, temos de aceitar tais afirmações e procurar transformar os seus valores em utilidade social. Isso, evidentemente, tem seus limites, conforme a formação da sociedade. No entanto, o grande perigo é, que as convicções sociais são, normalmente, bastante mais inflexíveis que as pessoas. E necessário que se tenha conhecimento e sensibilidade diante desses fatores quando se emite juízos pessoais e julga as idéias e o comportamento alheio. Temos que dar toda a nossa atenção ao momento construtivo da mentalização, evitando de inibi-lo, pois é o responsável pelo progresso humano. A objetividade é apenas uma meta e, tal meta não está sendo perseguida com a devida atenção, enquanto impomos limites teóricos ou ideológicos ao nosso pensamento. 3. Sofisma ou Falácia

Se concordamos que a lógica chega a ser influenciada pela subjetividade do seu próprio pesquisador, existem no entanto algumas regras básicas de reconclusão sobre as relações, das quais não nos podemos afastar de sã consciência. O pensamento lógico um fator importante em qualquer ação humana. No entanto, se hoje em - dia nós nos aprofundarmos no estudo da lógica, somos confrontados com uma série de conceitos complicados. Isso se deve, provavelmente ao fato, que os estudiosos entendem muito da lógica, mas não sabem aplicá-la. A lógica não pode ser complicada. Quanto mais simples os conceitos, tanto mais clara se torna a lógica. Algo complicado não é lógico, ou seja, os seus 3/1979

conceitos não foram ainda reconhecidos com clareza. O homem apresenta uma tendência de ridicularizar aquilo que não entende, procurar soluções difíceis para problemas, cujas relações lhe são obscuros ou inferir respostas erradas a questões sobre as quais não meditou com a profundidade necessária. Tais reconclusões são bastante comuns, pois as coisas não sempre são o que parecem ser. O sofisma ou a falácia é toda a inferência incorreta ou não válida que desobedece às regras básicas da lógica. Esses erros podem ser classificados conforme suas causas básicas, como os exemplos a seguir: Sofisma por oposição — O aumento da produção não depende da quantidade da mão-de-obra. Assim a quantidade de mão-de-obra não prejudica a produtividade. Sofisma por conversão — Todos os bons dirigentes têm uma aprimorada sensibilidade administrativa, portanto, todos os homens de aprimorada sensibilidade administrativa são bons dirigentes. Sofisma do termo médio — Pela

lei da oferta e procura sabemos que a procura depende do preço e a oferta também. Assim inferimos que a oferta depende da procura. Sofisma do quarto termo — Os bons colaboradores de uma empresa se sentem, de uma ou de outra forma, motivados pelo trabalho que executam. A motivação, no entanto, necessita de uma vigilância eterna da empresa. Dessa forma sabemos, que os bons colaboradores necessitam de uma vigilância eterna da empresa. Sofisma do circulo vicioso — Um bom resultado financeiro faz a

empresa melhorar a sua situação econômica e, uma melhor situação econômica traz bons resultados financeiros. Sofisma do acidente — A situação atual de desenvolvimento tecnológico e mercadológico necessita de tomadas de decisões rápidas e precisas. O computador é uma ferramenta, capaz de fornecer dados com rapidez e precisão. Assim sendo, o uso de um computador melhora as tomadas de decisão no sentido qualitativo e quantitativo, com a rapidez necessária. Sofisma por ignorância do assunto — A receita desse exercício está

muito além do previsto. Isso nos possibilita afrouxar a austeridade econômica imposta à empresa.

Sofisma por enumeração imperfeita — O produto nosso tem uma

qualidade razoável, é barato e apresenta uma ótima aceitação no mercado. Produtos idênticos da concorrência estão na mesma situação. Portanto, produtos da mesma linha e em condições iguais, serão bem aceitos pelo mercado. Sofisma por falsa casualidade — A intensificação publicitária tinha elevado bastante a venda deste produto. Dessa maneira, para voltarmos as vendas anteriores, ou mais elevadas até, devemos voltar a investir em publicidade. Sofisma por falsa analogia — A maior renda per capita influi num

aumento da procura. Devido ao au-

mento continuo da renda e uma previsão favorável para o futuro, devemos esperar um aumento gradativo da venda dos nossos produtos. Parece um jogo inofensivo e interessante, transformar a definição filosófica dos sofismas em exemplos administrativos. No entanto, todos os casos retrocitados têm um fator importante em comum. Trata-se de afirmações, nas quais, Aquilo que é verdadeiro apenas parcialmente, é inferida uma validade para o todo. Tais exemplos não são difíceis de encontrar e são, infelizmente, freqüente no raciocínio dos administradores, para não

dizer, do homem em geral. 4. Os Números

O número como parte integrante de relativa importância da nossa linguagem, confirma apenas a tendência humana para a abstração simbólica de suas observações. Além disso, conforme nível de instrução, conhecimentos estáticos e dinâmicos, inteligência e capacidades de inter-relacionamento dos conceitos acumulados, cada homem cria uma série de adjetivos a estas formas abstratas dos seus conceitos. Obs.: O número como forma abstrata da nossa linguagem invoca em

todo o homem, conceitos diferentes sobre o seu valor real, conforme conhecimento subjetivo dos diversos adjetivos experimentados.

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Análise da Relatividade

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Voltamos ao princípio da relatividade: Analisando cada homem com um conjunto H, podemos afirmar que H' = H' = H' . -= H'. Portanto o valor do número em cada conjunto é diferente; temos conjuntos que se movimentam em velocidades e direções distintas. Assim, as relações equacionais não são as mesmas. No entanto, considerando fixo um salário de Cr$ 10.000,00 + um aumento de 10%, para todos de mesma forma, não chegamos a uma relação universal Cr$ 10.000 x 1,1 = Cr$ 11.000? 0 problema é que o número não muda, mas, ele assume valores finais distintos em cada homem. Dessa forma, transformando os números reais poderíamos escrever, por exemplo: Meu Meu Meu Meu Meu Meu Meu

salário salário salário salário salário salário salário

atual atual atual atual atual atual atual

+ um aumento de + um aumento de + um aumento de + um aumento de + um aumento de + um aumento de + um aumento de

10% = 10% = 10% = 10% = 10% = 10% = 10% =

Maior prestígio Pagamento das dívidas Escola para as crianças Mais imposto de renda Aumento da inflação Realização profissional Viagem ao exterior

Passamos a um outro exemplo: Uma empresa toma como objetivo atingir uma lucratividade de 20% sobre o patrimônio, contra 16 e 15% dos exercícios anteriores. Com todo o sacrifício a diretoria alcança alguma coisa em volta de 14%. Como tal situação estava prolongando já no terceiro ano, optou-se por uma troca radical da diretoria. O novo pessoal, no exercício seguinte atingiu 28%. Evidentemente, os méritos desta diretoria foram destacados com ênfase. Esqueceu-se, no entanto, de analisar os conjuntos paralelos, as Empresas En , e os conjuntos diE', E2, E3 , . ferentes de Mercado nos quatro anos MI N42 N43 =

dos aos conjuntos iguais e diferentes, para que, dentro do princípio da relatividade, possam representar seus valores exatos. Assim 2+2 = 4 é uma verdade matemática, mas, não representa, ern si, nenhuma verdade absoluta, isso 6, apenas está representando de forma abstrata, uma forma de linguagem para expressar os inúmeros conceitos contidos nela. Nenhum número, nenhuma equação representa um valor real, sem ter um relacionamento definido com algum conjunto ern movimento.

Assim a empresa se situava entre todas as empresas do ramo da seguinte forma: — Ano 1 = 16% = 25.° lugar — Ano 2 = 15% = 23.° lugar — Ano 3 = 14% = 19.° lugar — Ano 4 = 28% = 24.° lugar Nos primeiros três anos, caracterizados por uma crescente retração de mercado, a empresa conseguiu, em níveis relativos, melhorar constantemente sua situação entre as empresas, enquanto, no quarto ano, numa ascensão repentina de mercado, a nova diretoria perdeu bastante do terreno conquistado anteriormente, em não saber se aproveitar da situação favorável. Obs.: Quando os níveis lucrativos são altos, a empresa tende à ineficácia, pois atingem-se resultados satisfatórios sem grandes esforços. Resumindo: Todos os valores numéricos obtidos devem ser compara-

Apresentamos os números como uma forma abstrata de linguagem. No entanto, existem outras formas e, queremos analisar a linguagem falada e escrita (excluindo formas matemáticas). A linguagem é um meio necessário na interação social, portanto, básica para todo relacionamento administrativo. Porém, embora conhecido tal fato, temos as maiores dificuldades em nos comunicar adequadamente. a) Substantivos materiais — A memorização desses substantivos se efetua de forma bastante abstrata. E tendência normal do homem eliminar tudo que considera secundário, antes de arquivar os conceitos na memória. A diferença subjetiva é, que não tudo que para um é secundário, para o outro também é. Ex.: Um chefe de oficina mandou puxar uma divisória, num remanejamento de lay-out, entre a seção A e B.

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5. A Linguagem

Foi projetada uma parede de meio tijolo, acompanhando o conceito básico da construção. O mesmo chefe ficou indignado com o desperdício de dinheiro, pois, uma simples divisória de Eucatex seria o suficiente. A diferença consiste em que o chefe visualizou uma divisão simples para delimitar duas áreas, enquanto o projetor se preocupou em dividir as duas seções por uma parede para isolar as duas seções. O raciocínio dos dois estava certo, no entanto, nenhum deles estava ciente que puxar uma divisória poderia significar uma parede, ou uma divisória de Eucatex, ou uma simples faixa amarela pelo chão, etc. b) Substantivos abstratos — O substantivo abstrato se apresenta, de indivíduo para indivíduo, de forma bastante subjetiva, no seu conceito global. Ex.: Numa reunião com seus diretores, um dono de empresa enfatizou, de maneira bastante clara, que considerava objetivo principal que todos os colaboradores atingissem plena satisfação profissional, pedindo as devidas providências em todas as áreas. Após um check-up periódico, o mesmo industrial constatou uma crescente insatisfação entre os colabora-

dores. Baseado nisso constatou que: o diretor financeiro traduziu "satisfação profissional" como maior participação efetiva do pessoal na problemática da empresa, por sugestões diretas e maior acesso às informações e colaboração nos objetivos setoriais; o diretor administrativo, duvidando da capacidade media do seu pessoal, elaborou vastos planos de

treinamento; o diretor industrial começou a melhorar o nível médio dos salários, inclusive, incentivando, qualquer participação efetiva na problemática geral com prêmios e aumentos salariais. Não estamos discutindo a validade das providências nem as suas implicações, mas, providências diversas, devido a análises subjetivas do termo "satisfação profissional". Além disso, ninguém, nem mesmo o industrial es-

ABTG ABIGRAF EM REVISTA

vox."'


Análise da Relatividade tavam preocupados em harmonizar os diversos conjuntos "satisfação profissional", colocá-lo em paridade entre os interessados, para proporcionar uma compreensão uniforme do conceito. c) Adjetivos e advérbios — Os adjetivos e advérbios sofrem o mesmo problema de análise e interpretação subjetivas como os substantivos abstratos. Ex.: Um gerente industrial apresentou um produto, de um cliente importante, da seguinte forma ao seu pessoal: "Este produto deve ter boa qualidade e ser entregue rapidamente." O pessoal ficou realmente convencido de ser merecedor de todos os louvores por lado do gerente industrial: a qualidade do produto foi excepcional e a entrega foi efetivada bastante tempo antes do prazo estipulado. O problema apenas foi, que o produto saiu pelo menos ao dobro do preço de um produto normal deste tipo. 6. A Estatística

A estatística, melhor do que muitas outras ferramentas utilizadas na administração, demonstra a falta de critério, em termos da teoria de relatividade, a que o homem está sujeito. Basicamente ela tem dois problemas importantes a serem observados, para que se torne representativa, pelo menos aproximadamente: a escolha dos eventos e a análise dos dados obtidos. O primeiro caso depende fundamentalmente do pesquisador, das suas predisposições e convicções e dos seus conhecimentos, em resumo, da sua imparcialidade diante a sua familiaridade com o assunto. O segundo caso é particularmente importante quando encontramos distribuições não normais, portanto, com desvios grandes PO. da média. Para analisar tais desvios deve existir um profundo conhecimento das causas da distribuição não normal e, em todos os casos, quais os eventos e quais as variáveis que não foram incluídos no levantamento estatístico e sua importância relativa. Outro caso na análise estatística a pergunta crítica sobre o que realmente a estatística expressa em termos absolutos e relativos. Assim pom._ demos chegar à conclusão que, com uma distribuição percentual qualquer 3/1979

nos diversos veículos, a influência da propaganda sobre a venda se comporta dentro de uma certa função, de maneira que "x" cruzeiros aplicados implicam em "y" produtos mais vendidos. Em termos relativos resta a pergunta se o aumento da venda não podia ter sido influenciado por outras variáveis (mudanças nas preferências, aumento de venda de um produto do qual o produto analisado é complementar, o desaparecimento de um produto substituto, mudanças de hábitos por força maior, etc.). Outrossim, uma curva elástica de demanda de um produto (isso é, sensível a variações de preços) pode se tornar, por uma série de fatores, inelástica e, quando cessarem as influências, voltar a ser elástica. Portanto, é extremamente importante saber, se o levantamento não foi feito numa época de exceção ou de eventos reagindo de maneira anormal, para avaliar uma eventual regressão. Alertamos que não devemos utilizar os métodos da estatística sem critério e sem conhecimento profundo do assunto. Isso não significa que a estatística não tenha alguma validade nos problemas a levantar. Pela natureza de uma grande parte dos nossos dados, que não permitem experiências científicas, enfrentamos o problema da identificação das relações. Dessa maneira lançamos mão de métodos paramétricos, de cálculo para provas dos limites de confiança, de provas de segurança, de provas de hipóteses e assim por diante. O cálculo estatístico pode ser levado a um grau de complexidade bastante elevado. No entanto, o nosso intuito sempre deve ser determinar a relação de certas grandezas e não o cálculo estatístico mais perfeito em si. Cada caso merece a sua atenção específica, a determinação do objetivo e um conseqüente cálculo estatístico, ao nível adequado. Vai aqui, portanto, um alerta sobre a verdadeira complexidade das análises estatísticas de maneira geral. O número expressa muito mais do "x" unidades, motivo pelo qual devemos conhecer mais do que simplesmente, saber manejar fórmulas matemáticas e estatísticas. Outrossim, a validade das relações obtidas se limita apenas aos conjuntos idênticos, sendo de suma importância a identificação do conjunto a que pertencem.

7. Conclusão O universo, em tempo e extensão, não tem limites conhecidos aos homens, portanto, todas as ciências, inclusive a Administração, têm campo para se desenvolverem em todos os sentidos. E de suma importância analisar, no entanto, que o homem tende a enquadrar o mundo dentro das suas limitações individuais ou sociais. Não há nada de mal neste comportamento, desde que ele esteja ciente de suas limitações. Os adjetivos certo, errado, bom, mal, bonito, feio, etc., são valores pessoais, normalmente influenciados pela sociedade e, sobretudo, valores estáticos, isso é, representam uma validade restrita e momentânea e, nada representam em termos globais e duradouros. Uma coisa é boa, enquanto não se conhece coisa melhor. As decisões são tomadas dentro de um conjunto definido e chamado personalidade, necessariamente diferentes de homem para homem. Podem sim, homens diferentes chegar a uma mesma conclusão, no entanto, as razões implícitas sempre apresentarão razões diferentes. A Administração é conseqüência desta interação de personalidades e tem como fim lidar com elas, colocando-as sob um objetivo global e duradouro. O grande desafio é, no entanto, que tal objetivo tende a uma

progressão constante, muito mais rá-

pido, aliás, que os homens tendem a adaptar a sua personalidade às novas realidades. Não conhecemos um ponto de referência que nos indique o certo, o correto, portanto, temos de procurar a realidade junto aos conjuntos em movimento.

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A ECONOMIA BRASILEIRA LM 1978

Nos últimos anos, a política econômica do País vem-se orientando no sentido de atingir dois objetivos, considerados essenciais para uma vigorosa retomada do ritmo de desenvolvimento: a contenção da taxa de inflação e o controle da divida externa. Avaliados dentro dessa perspectiva, os resultados apresentados pela economia brasileira, em 1978, revelam que tais objetivos estão longe ainda de serem alcançados.

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Na realidade, em confronto com os dados de 1977, a taxa de inflação sofreu uma visível aceleração (ao redor de 41%), a dívida líquida externa continuou a crescer (de US$ 24,7 para US$ 29,0 bilhões) e a evolução do Produto Nacional não foi suficiente para absorver a força de trabalho existente na economia. A observação desses resultados negativos tem levado à indagação acerca das suas possíveis causas. Nesse sentido, o fraco desemprego do setor agrícola, motivado principalmente por problemas de ordem climática, tem merecido um lugar de destaque nos diversos diagnósticos realizados. A par da repercussão sobre a taxa de crescimento do PIB, a deficiência de oferta de produtos agrícolas frustrou as esperanças de se alcançar um maior volume de exportações e contribui para a sensível elevação do custo da alimentação, parcela ponderável na composição do índice do custo de vida das classes trabalhadoras. A visão de que fatores fora do controle das autoridades econômicas teriam sido os principais responsáveis pelo fraco desempenho da economia, possui um forte conteúdo de verdade, embora nos pareça ainda incompleta. Não há como negar que, além dos efeitos causados pelo clima, a produção agrícola, as exportações de produtos primários e a aceleração de taxa de inflação foram afetadas por outras causas, entre as quais a condução da política econômica desempenhou, sem dúvida, um papel importante. O crescimento negativo da produção agrícola (-3%), além dos problemas derivados da seca, resultou do comportamento indesejável de alguns fatores que impediram que a área cultivada e a produtividade se expandissem conforme se esperava. As indefinições quanto às condições de suprimento do crédito agrícola, a fixação de preços mínimos, muitas vezes, desestimulante, os problemas com o financiamento à aquisição de máquinas e implementos agrícolas, são alguns dos fatores responsáveis pela fraca performance ao setor. No que se refere às exportações de produtos primários, que apresentaram uma queda com relação a 1977, deve-

se ressaltar que além da quantidade, os preços dos produtos agrícolas Brasileiros no mercado internacional, estiveram em queda durante o ano, como é o caso do café e da soja. Quanto 'a inflação, 41% contra 37,8% em 1977, não é possível deixar de apontar a expansão monetária (em torno de 40%) derivada, basicamente, da entrada maciça de recursos externos, como um fator importante na evolução dos preços. Na realidade, os resultados colhidos em 1978, derivam do comportamento de um conjunto de variáveis, algumas, fora do controle das autoridades governamentais, outras, apenas aparentemente sob seu controle. De fato, o combate ã inflação foi bastante prejudicada pela incapacidade do Governo em manter sob estreito controle a expansão dos meios de pagamento, originada principalmente pelo excessivo ingresso de recurso externos no país. Na realidade, as altas taxas de juros vigentes internamente, conjugadas a ambiciosos planos de investimentos, implementados principalmente pelas empresas governamentais conduzirem, muitas vezes, a uma captação de recursos no exterior, acima das reais necessidades ditadas pelo financiamento dos investimentos e de capital de giro e, sobretudo, da necessidade de recursos para a cobertura do déficit do balanço de pagamento. Em decorrência, o volume de reservas, atualmente situado em torno de 10 bilhões de dólares, acusam um acréscimo de 50% em relação ao final de 1977. A entrada de um substancial volume de recursos externos, levou a uma desenfreada emissão de títulos da dívida pública, com vencimentos a curto prazo, objetivando absorver os meios de pagamento criados para atender a monetização desses recursos. Em decorrência, a dívida pública interna, atingiu cerca de 11% do PIB e o perfil da dívida deteriorou-se drasticamente, através de redução do prazo médio de seu vencimento. Dessa forma, tornou-se cada vez mais necessária a emissão de títulos para "rolar" a dívida, e, neste processo as taxas de juros oferecidas pelos títulos públicos se elevaram sensivelmente e condicionaram toda a estrutura das taxas de juros do mercado financeiro. ABIGRAF EM REVISTA

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Se do ponto de vista da liquidez não icorreu excessiva dificuldade para Cbtenção de financiamentos de capitr.1 de giro, por outro lado, a elevação ias taxas de juros incorporou press .s adicionais sobre os preços. Cabe ainda ressaltar que a concessão de aumentos salariais acima das taxas oficiais de reajuste, em função de fortes reivindicações dos trabalhadores, colaborou para elevar os custos e causou dificuldades para as empresas industriais, na medida em que estas não puderam repassar ao preço dos seus produtos a parcela acima da taxa de reajuste oficial. No que diz respeito ao comércio exterior, os resultados revelaram um sensível retrocesso com relação ao ano passado, quando ocorreu um pequeno superávit na balança de mercadorias. Estimativas preliminares nos dão conta de um déficit de 1,0 bilhão de dólares, oriundo de um acréscimo no valor das importações, basicamente devido ao aumento dos preços, e de urna negligível evolução das exportações, em função da queda dos preços das quantidades exportadas dos produtos primários. Deve-se ressaltar excelente comportamento das exportações de produtos manufaturados, cujo crescimento de 39% com relação a 1977, (*) impediu que se registrasse um déficit mais acentuado. Adicionando o déficit da balança de mercadorias ao resultado tradicionalmente negativo da balança de serviços, obteve-se um déficit em conta corrente da ordem de US$ 5,5 bilhões. Conseqüentemente a dívida líquida sofreu um novo avanço (cerca de 17%) situando-se em torno de US$ 29,0 bilhões, correspondendo aproximadamente a cerca de 2,35 das exportações, contra 2,04 no ano passado. O somatório de todos esses eventos se traduziu numa elevação do PIB (cerca de 5%), a taxas semelhantes aquelas registradas em 1977, com o produto industrial acusando uma elevação de 7 a 8%. Com isso, registrouse urn, aumento de carga de 4% no nível de emprego em relação a 1977. Vale a pena registrar que, contrariamente ao ocorrido no ano anterior, quando a taxa de crescimento da indústria deveu-se à evolução dos setores de insumos básicos e bens de capital, neste ano, o setor de bens de consumo duráveis comandou o crescimento do produto industrial. Nesse sentido, a indústria automobilística e (*) Janeiro/Outubro de 1978 sobre igual período do ano anterior. 3/1979

A Economia Brasileira... a indústria de material plástico acusaram as maiores taxas de crescimento. PERSPECTIVAS PARA 1979

Existe grande expectativa sobre o comportamento da economia brasileira em 1979. Se de um lado, alguns dos resultados a serem alcançados serão, de certa forma, determinados por decisões tomadas ainda no ano de 1978, é também verdade que possíveis mudanças de orientação na política econômica a partir de março, poderão exercer sensível influência nos números finais a serem estabelecidos. De qualquer forma, porém, não será possível escapar da dura realidade de estabilizar o crescimento da nossa dívida externa e de combater a inflação, perseguindo tais objetivos com o menor impacto possível sobre o crescimento do Produto Nacional. As perspectivas com relação às contas externas parecem ser mais animadoras do que os resultados alcançados em 1978, pelo menos no que se refere às exportações de produtos primários. Na medida em que os prognósticos de uma maior produção agrícola se efetivem, não só conseguiremos nos livrar do ônus da importação desses produtos, como será possível também, gerar um apreciável excedente, que poderá se destinar à exportação. No que se refere aos produtos industrializados dificilmente poderemos esperar que as vendas externas repitam o extraordinário crescimento registrado em 1978 não só pela expressiva taxa obtida, como também pelo surgimento de algumas dificuldades na colocação desses produtos no exterior, em função do menor dinamismo das economias dos países industrializados e da escalada protecionista que esses países estão adotando. Espera-se, contudo, uma taxa de incremento no valor total das exportações superior àquela verificada no último ano.

[ FIESP-CIESP

O equilíbrio da balança comercial não deverá contar com uma contribuição importante por parte das importações. Embora estas tenham sofrido um reduzido aumento em 1978, não é lícito supor que se possa, restringir ainda mais as importações, sem enfrentar conseqüências indesejáveis sobre o nível de produção interna de bens e serviços. Ao contrário, a elevação do preço do petróleo, anunciada para o início do ano, poderá acionar novas pressões sobre o déficit da conta de mercadorias. De qualquer forma, entretanto, mesmo com uma menor taxa de crescimento das exportações de produtos industrializados, será possível obter excedentes na conta mercadorias, desde que as safras agrícolas não sofram qualquer interferência inesperada. E a geração deste superávit é imprescindível para se reduzir o déficit em conta corrente que, em 1979, deverá ser pressionado pela balança de serviços, diante da expectativa de uma elevação das taxas de juros no mercado internacional, com conseqüente aumento dos encargos da dívida externa. Este panorama mostra, portanto, que o desenvolvimento econômico do País não só em 1979, como também nos próximos anos, estará condicionado, em grande parte, à capacidade de expandir as nossas exportações. E isto somente será conseguido com alterações significativas no nosso sistema de incentivos fiscais, na reformulação da política tarifária e, principalmente, através da retirada das penalidades que hoje são impostas à agricultura brasileira. O combate à inflação deverá, no entanto, se constituir na pedra de toque da política econômica em 1979. Não há como negar que a manutenção das taxas inflacionárias em torno de 40%, por longo período de tempo, desorganiza a economia, provoca tensões sociais e, impede, sobretudo alcançar os demais objetivos econômicos perseguidos pelo País. Apesar de já ter acionado, perto dos limites permitidos, os instrumentos de política monetária à sua disposição (os depósitos compulsórios dos bancos, a taxa de redesconto e a política de open market) o Governo não logrou obter sucesso em reduzir a

EM NOTÍCIAS 21


A Economia Brasileira... taxa de inflação nos últimos anos. Essa constatação, é importante na medida em que põe a descoberto outras pressões inflacionárias que precisarão ser melhor controladas caso o Governo se disponha realmente a reduzir os índices inflacionários. E preciso ter clara consciência de que o Governo não pode ganhar além de seus recursos e de que a moeda não pode ser arbitrariamente criada pelas autoridades para acomodar desajustes provocados por outros segmentos da economia. Nesse sentido, é imprescindível uma melhor programação dos investimentos, um reordenamento das prioridades, e principalmente, um maior controle sobre as atividades das empresas governamentais. Nesse aspecto, a contenção dos investimentos públicos prevista no "pacote" de novembro deverá contribuir para reduzir o ex cesso de dispêndio sobre o produtc, doméstico. De outro lado, o Governo deverá, também, proceder a uma avaliação do volume de crédito subsidiado e restringir a ajuda às empresas de setor financeiro, e assim demandar menores volumes de recursos no mercado através do aumento da dívida interna. O que se tem verificado é que os recursos que são emprestados a juros subsidiados são recursos que o Tesouro capta através de endividamento no mercado financeiro, a juros elevados, com conseqüente pressão sobre a taxa de inflação. Nessa mesma ordem de idéias será preciso atuar, de forma mais rigorosa sobre a evolução do orçamento monetário. Com este objetivo será necessá-

rio reduzir a entrada de capital estrangeiro sob pena de tornar praticamente impossível o controle da moeda. Na medida em que ocorra um razoável controle dos gastos do governo, sobretudo das empresas governamentais e que se obtenha algum superávit na conta "mercadorias", será possível restringir a tomada de empréstimos externos, reduzindo-se, ao mesmo tempo, as pressões sobre as taxas de juros, as quais têm se constituído em importante componente do processo inflacionário. Além disso, através da utilização de parte do volume de reservas internacionais, as quais se elevaram substancialmente em 1978, será possível neutralizar os efeitos da forte expansão monetária que será provocada pela libertação dos créditos externos atualmente congelados. Nessa perspectiva, será possível obter alguns pontos percentuais na luta contra a inflação, apesar da permanência de taxas de inflação em torno de 40%, já ter de certa forma, criado as expectativas sobre a evolução da taxa para o ano de 1979. Acredita-se, no entanto, que o anúncio de uma política coerente, poderá propiciar o início de uma reversão de expectativas quanto a evolução da inflação. Essa expectativa poderá ainda ser ratificada, na medida em que os resultados da safra agrícola passarem a contribuir para reduzir o crescimen-

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to dos preços dos produtos ligados à agricultura. Diante das medidas restritivas que terão que ser acionadas para atacar o problema da inflação e do balanço de pagamento, não se pode aguardar um crescimento do PIB superior ao ocorrido em 1978. Mais uma vez não se deve esperar uma expansão dos investimentos privados, urna vez que a política de combate à inflação, através de restrições de crédito e redução de investimentos públicos, deverá colocar inúmeras incertezas quanto à rentabilidade dos investimentos industriais. Particularmente, os setores industriais ligados de forma mais acentuada às atividades governamentais poderão sofrer o maior impacto. Dessa forma, as maiores possibilidades de crescimento ficarão concentrados no setor agrícola, cujas primeiras estimativas parecem indicar que a safra 1978/1979, deverá apresentar resultados bem mais favoráveis que os verificados no ano anterior. Para cinco produtos agrícolas importantes (arroz, feijão, milho, soja e trigo) espera-se um crescimento em torno de 30%, desempenho este que, se efetivado, representará um importante fator de contenção inflacionária, além de permitir, através de uma situação mais favorável da balança comercial, um maior número de graus de liberdade na condução da política econômica.

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Levamos ao conhecimento dos países membros da CONLATINGRAF que segundo nota chegada recentemente da Associação de Industriais Gráficos do Paraguai, a Diretoria dessa entidade ficou assim constituída: Presidente Honorário: Dr. Delfín Ugarte Centurión; Presidente: Sr. Heradio Zamphirópolos; Vice-Presidente: Sr. Alejandro CasteII Lamarque; Secretário: Sr. Raúl González Galeano; Tesoureiro: Sr. Esteban Alderete Urbieta; Vogais Titulares: Sr. Carlos Daumas Ladouce; Dr. Luís Bernal; Sr. Enrique Velilla; Vogais Suplentes: Sr. Cristino Olmedo, Sr. Gumercindo Zarza; Síndico: Lic. Néstor Méndez Nuries. DAFFERNER E PHOENIX

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A velocidade de subida e descida do cabeçote, assim como a velocidade do avanço da fita gasta são controladas por meio de ajustes microméticos de fácil acesso. Estes recursos permitem usar uma grande variedade de fitas para gravação, mesmo as de transferência lenta, sem ter que avançar a fita manualmente ou reduzir o ritmo da gravação. A HS 5 permite gravar sobre peças plásticas, papel, madeira, couro, tecido e metal pintado.

FLASHES JARI QUER FABRICAR PAPEL DE IMPRENSA

A jari Florestal pretende investir 300 milhões de dólares na construção de uma fábrica de papel-jornal com capacidade para produzir até 200 mil t/ano, no seu complexo industrial na Região Amazônica. O projeto deverá ser aprovado no início do próximo Governo, com a fábrica entrando em operação em 1982. A informação é da Associação Brasileira de Exportadores de Celulose. A maior parte da produção será para o mercado interno, estando prevista uma pequena parcela para exportação a países da América do Sul. O projeto deverá incluir uma linha de pasta termomecânica com pinus das Caraíbas e uma usina hidrelétrica no rio Jan. Segundo ainda informações da Abecel, a fábrica terá duas máquinas e será construída sob plataformas flutuantes, no exterior, como a fábrica de celulose, de forma a ser rebocada até o local. Para concretizar o projeto, a Jani já teria definido o esquema de financiamento, cabendo a maior parte a bancos japoneses, americanos e europeus.

Tecnologia Gráfica Aplicada Ltda. Rua Brigadeiro Galvão, 933 01151 São Paulo-SP - Tel.: 66-6365 Para mais informações contatar Sr. Albert. EMPRESA JORNALISTICA COMERCIO & INDÚSTRIA INAUGURA PARQUE GRÁFICO

Com a presença de várias autoridades foi inaugurado o novo prédio, e o parque gráfico da Empresa Jornalística Comércio & Indústria, situado na rua Dr. Almeida Lima, 1308. 0 diretor presidente da empresa, Waldemar dos Santos, e os outros dois diretores Nelson Bastos dos Santos e Adel Naufal, entre outras autoridades, como Olavo Egídio Setúbal, Cláudio Lembo, e o futuro governador do Estado, Paulo Salim Maluf, que inclusive foi quem acionou o botão da rotativa, dando assim por inaugurado o novo equipamento da empresa. O Diário Comércio & Indústria existe há 45 anos, e o seu primeiro número foi um boletim de informações comerciais, realizado pelo seu fundador José dos Santos Júnior, que com um mimeógrafo, rodou esse número. Esse tipo de trabalho durou até 1944, quando passou a ser um jornal diário, e mais ainda, o primeiro jornal de economia impresso na América Latina. Com o passar do tempo, a empresa foi crescendo, e ontem na sua inauguração, assim que o futuro governador acionou o botão, os presentes já obtinham números do jornal do dia, que acabavam de ser rodados. A nova maquinaria Harris, recém-adquirida, vai possibilitar a execução de um processo de impressão offset, de alta qualidade, e de maior rapidez, sendo possível imprimir 50 mil jornais por hora. ABIGRAF EM REVISTA


PAPEL E CELULOSE

Brasil quer consolidar Exportação Anunciando que o setor de celulose e papel já suplantou a substituição de importações e conquistou em mais de 30 países, ampliando de 110% os valores exportados em 77 e em 130% as divisas recolhidas, o empresário Jamil Nicolau Aun, presidente do Sindicato da Indústria de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel no Estado de São Paulo afirmou que as metas alcançadas decorrem de "um programa de objetivos iniciado desde 1972". Falando em nome das entidades setoriais, no tradicional almoço anual da classe, Nicolau Aun preconizou a participação efetiva dos empresários junto ao Governo "na solução dos problemas do setor", e advertiu que a área de papel e celulose "não comporta mais reformulações em seus planos primitivos ou qualquer mudança nas regras anteriormente estabelecidas pelo próprio Governo, pois todas as suas metas já foram definitivamente superadas com sucesso e seria catastrófica qualquer alteração". APOIO TARDIO

Jamil Nicolau Aun criticou o CIP, "que não vem atendendo nossos pleitos na medida justa das reais necessidades" e defendeu o indispensável apoio do Governo, "já bastante tardio", no sentido da criação de uma infra-estrutura que implique em uma política mais adequada de

fretes e de praças em navios de linhas regulares, na garantia de remuneração condigna para os vultosos investimentos setoriais afetados por elevado custo financeiro e em estímulos 'a exportação que pudessem anular "uma pesada carga tributária", para viabilizar o programa brasileiro de exportação de celulose e papel. AUTO-SUFICIENCIA O presidente do Sindicato da Indústria de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel destacou que o setor foi uma das poucas indústrias de base a se aproximar das metas estabelecidas no II PND e que com a conclusão de projetos de expansão industrial, aliada à entrada em funcionamento de novas grandes indústrias, "pode-se prever o total atendimento da demanda brasileira e disponibilidades superiores a 500 mil toneladas anuais de celulose de eucalipto para exportação". Enfatizando a participação dos empresários das decisões governamentais quanto b. política setorial, Jamil Aun concluiu dizendo ser muito importante "deixarmos de ser meros espectadores dos acontecimentos que influenciam o nosso setor e assumirmos inteira responsabilidade pelo nosso próprio destino, principalmente quando o objetivo final for o bem comum, no melhor sentido. E á somente isto que pretendemos".

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Transportador Economiza Custos de Processamento de Dados Mais de 100 fitas podem ser recarregadas em um transportador que pode ser usado com a maioria dos sistemas processadores de palavras e impressoras de caracteres. Comparado com os cassetes convencionais, o transportador segundo seus fabricantes britânicos corta os custos das fitas pela metade, bem como melhora a qualidade da impressão. As fitas têm 8 mm de largura e mais ou menos 90 m de comprimento. Recarregar o transportador leva menos de meio minuto. Fitas negras padrão estão à venda em forma "mutistrike". A primeira, ideal para reprodução de textos de alta qualidade, pode imprimir mais ou menos 175.000 caracteres por fita. As fitas "singlestrike" são recomendadas para pequenas chapas de offset e permitem mais ou menos 36.000 caracteres por fita. Outras cores além de preto são for3/1979

necidas sob encomenda. O transportador não requer virtualmente nenhuma manutenção exceto manter seu mecanismo de direção limpo e a tensão da fita constante. (Wessex Print Supplies Ltd., Wessex House, Oxford Road, Newbury, Berkshire RG13 IPA, England). Sugestões de uso: Impressão, Computação, Contabilidade, Bancos e qualquer outra organização comercial de grande escala. Este transportador de fita recarregável diminui os custos de fitas e melhora a qualidade da impressão comparada com os cassetes substituíveis convencionais. O transportador pode ser usado com a maioria dos sistemas processadores de palavras e impressores de caracteres. Recebe fitas de 8 mm de largura por 90 mm de comprimento do tipo "multi-strike" e não requer quase nenhuma manutenção.

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CONTAGEM EXATA DE PAPEL

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Uma máquina compacta que reduz despesas em tipografias

Contagem incorreta de folhas de papel em branco ou de páginas impressas pode resultar em despesa desnecessária e inconveniência para tipografias ou para os seus clientes se as entregas não correspondem às quantidades encomendadas. Agora, até mesmo tipografias com produção modesta de cópias a imprimir pode tirar vantagem de um dispositivo mecânico de contagem exata que elimina "estimativas" desperdiçantes para se obterem quantidades desejadas. Desenvolvida por uma firma britânica, a Selectomar IA é uma máquina compacta para montagem em bancada, de funcionamento a eletricidade, que conta automaticamente qualquer número pré-selecionado de folhas entre duas e 500 a partir do topo de uma pilha e a uma velocidade de 14 folhas por segundo. A sua dimensão na base não é superior à de uma máquina de escrever comercial e, portanto, ajusta-se com facilidade a qualquer sistema de produção e pode ser transferida de um local de trabalho para outro com a maior das facilidades. Ao contrário das máquinas conCÂMARA FOTOGRÁFICA VERTICAL

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vencionais que inserem tiras de papel a marcar a pilha, esta máquina de preço comparativamente baixo conta o número de folhas marcado de antemão, pára e separa as folhas contadas, permitindo que o operador faça a sua remoção do tipo da pilha. Começa a contar o lote seguinte logo que seja premido o botão de reposição em marcha. Porque o processo de contagem afeta apenas um canto da pilha, a máquina pode acomodar praticamente folhas de qualquer medida, começando

com a dimensão minima de 100 mm x 70 mm. A máquina pode aceitar papéis com gamas de peso entre 40 a 140 g/m2 . A capacidade máxima de carga é de 125 mm ou aproximadamente 1.000 folhas. Funciona com corrente elétrica de 230 V ou de 110 V e mede 380 mm de largura x 445 mm de profundidade x 445 mm de altura e tem um peso líquido de 38 kg. Fabricantes: Vacuumatic Ltd., Harwich, Essex C012 4LP, Inglaterra. CELULOSE PARA A BÉLGICA

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Sete mil toneladas de celulose serão embarcadas pela Aracruz Celulose S/A em Vitória, empresa recentemente inaugurada pelo Presidente Geisel. O embarque marca a entrada em operação do porto especializado de Barra do Riacho (PORTOCEL), integrante do complexo paraquímico. O produto será embarcado no navio "Leo Tornado", com destino à Bélgica, sendo ali distribuído para mais 6 países da Europa. GUATAPARA. S.A. - INDUSTRIA DE PAPEL É A NOVA RAZÃO SOCIAL DA REFINADORA PAULISTA S.A. - CELULOSE E PAPEL

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Jantar de confraternização da CATU

Jantar oferecido pela DAFFERNER S/A MÁQUINAS GRÁFICAS aos seus representantes no Exterior, no Restaurante Franciscano, dia 16 de março de 1979. Contou com a presença dos srs. Emilio Reynal, Presidente do GIMEG; Scholz, Gerente da Filial do Recife; Dr. Juan Crichigno, Diretor da Gráfica Impressos S/A, do

Paraguai; Guilherme Correia, do G1MEG; Alfonso Diano, ttepresentante da CATU no Paraguai; Otoniel Magdaleno Izaguirre, Representante no México; Ralf Dafferner, Diretor de Vendas da CATU em São Paulo e Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, do Departamento Jurídico da ABIGRAF.

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Publicação técnica da ABCP — Associação Brasileira de Celulose e Papel. Possui um conteúdo editorial de grande profundidade técnica, além de um amplo e bem elaborado noticiário nacional e internacional referente ao setor. Trata-se de um órgão técnico de circulação nas Indústrias de Celulose e Papel em toda a América Latina, Indústrias Gráficas, Manufaturados e Distribuidores de Papel. E uma divulgação recomendada a todos direta ou indiretamente ligados 'As Indústrias de Papel. Para maiores informações os interessados deverão dirigir-se *6 ABCP — Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel — Rua Tubarana, 89 CEP 04113 - Tel.: 70-6196 - São Paulo - SP.

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Incêndio Florestal: problema de conscientizaçao Publicação bimestral editada pela Sociedade Brasileira de Silvicultura, entidade de utilidade pública, fundada em 21 de setembro de 1955, independente e apolítica. Sua apresentação gráfica é bastante moderna, atendendo aos conceitos atuais de qualidade gráfica. Conta com uma bem elaborada seção intitulada "ATUALIDADES", que mostra os mais importantes acontecimentos dentro do setor florestal, além de uma série de artigos prevenindo sobre a preservação da ecologia.

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INSTRUÇÃO NORMATIVA DASP N° 83 — ABRIL DE 1978 Importante publicação que fixa o formato fundamental para papéis de expediente de uso no Serviço Público Federal e dá outras providências. Esta Instrução Normativa tem a finalidade de padronizar os papéis para uso no Serviço Público Federal, fixar os símbolos para identificação do formato, estabelecer a uniforme composição dos timbres, indicar o nível de qualidade dos diversos papéis, cartolinas e

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NOSSA IMPRESSÃO CLASSIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DE FUNÇÕES NA INDÚSTRIA GRÁFICA

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O presente trabalho é resultado de acordo firmado entre a Associação Brasileira da Indústria Gráfica - Regional do Estado de São Paulo, Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo e Empresa de Administração de São Paulo, visando a classificar as funções existentes na Indústria Gráfica. Foram desenvolvidas várias etapas até se alcançar o resultado apresentado nessa obra.

Publicação da SNEL — Sindicato Nacional dos Editores de Livros. A presente obra pretende preencher uma lacuna há muito sentida pelos profissionais do livro, informando sobre as empresas Editoras brasileiras.

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Esse guia foi elaborado, basicamente, a partir de respostas a um questionário enviado a todas as Editoras, cujos nomes e endereços já eram do conhecimento do Sindicato. As Editoras foram grupadas por Estado, alfabeticamente. O leitor encontrará uma Chave de Assuntos numerados, em português, inglês e francês, correspondente aos números que se seguem ao termo Linha Editorial de cada empresa. No final há um índice de Empresas e outro de Assuntos, ambos remetendo ao número do verbete.

E uma publicação importantíssima para definir as diversas funções dentro de uma Indústria Gráfica. Informações mais detalhadas para a obtenção dessa obra na ABIGRAF Associação Brasileira da Indústria Gráfica - Rua Marques de I tu, 70 12.° andar - Tels.: 32-4694 - 34-8269 São Paulo - SP.

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Publicação Oficial da Prefeitura Municipal de Pirassununga. Trata-se de verdadeira obra-prima do setor editorial, considerando-se que o original 32

dessa publicação foi totalmente manuscrito pelo autor, com início em 01-09-1974 e término em 31-09-1975, perfazendo um total de 470 horas de trabalho. Essa obra é uma contribuicão dentro do moderno conceito das Ciências Biológicas e Sociais e constitui um exemplo de Ecologia Humana, mostrando o inter-relacionamento entre seres humanos, a alteração do ambiente, para a permanência e sobrevivência de uma comunidade, visando o conforto, o bem-estar e o progresso das pessoas.

E oportuno esclarecer que a tiragem dessa edição é limitada, visando possibilitar uma breve 2. edição, revista e ampliada. Para isso as correções e solicitações de inclusão devem ser encaminhadas ao Sindicato através de ficha modelo anexa a essa publicação.

Esse livro foi impresso em offset nas Oficinas da Indústria Gráfica LAIR, em Pirassununga, de propriedade de Paulo Antonio Boschim. Os leitores interessados no recebimento dessa obra deverão solicitá-la Biblioteca Pública Municipal de Pirassununga, na Livraria Eldorado ou na própria Indústria Gráfica Jair, ambas situadas na Rua Duque de Caxias, 167 - Fundos.

Para informações queiram dirigir-se ao SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS - Avenida Rio Branco, 37 - 15.° andar - Salas 1503/ e 1510/12 - CEP 20000 - Rio de Janeiro - RJ. ABIGRAF EM REVISTA


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Setor Jurídico

lanço, intermediário ou anual (arts. 46, 47 e 48, § 3.°, do DL 1.598/77)". Diz a ementa: "0 lucro apurado em balanço intermediário ou em balanço anual não pode ser corrigido monetariamente dentro do próprio exercício em que foi produzido".

Fiscal ESCRITURAÇÃO SIMPLIFICADA — Conceito de escrituração simplificada.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer:

"ESCRITURAÇÃO SIMPLIFICADA — A escrituração simplificada é a escrituração

autorizada pela legislação do imposto de renda nos casos em que não se justifica a exigência de escrituração completa de determinadas categorias de contribuintes, seja pelo volume das operações realizadas, seja pela natureza das atividades exercidas. Seu objetivo é registrar as operações de pessoas jurídicas, demonstrar a receita bruta destas em casos de tratamento privilegiado ou proporcionar a constatação da veracidade dos rendimentos, deduções cedulares e abatimentos da pessoa física. Não se trata de escrituração segundo a técnica contábil, mas de escrita rudimentar, feita pelo próprio contribuinte e que, por isso mesmo, pode resumir-se a assentamentos no livro "Caixa". Todavia, é indispensável que os registros sejam feitos com regularidade e que estejam corroborados com documentos comprobatórios, segundo a natureza da atividade desenvolvida". Parecer Normativo C S T -97, de 31-10-78. DOU-! de 8-11-78, págs. 17.993/5.

ESCRITURAÇÃO COMERCIAL — Pessoas sujeitas a escrituração comercial.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "DA ESCRITURAÇÃO COMERCIAL — A escrituração comercial é assim denominada porque originária de obrigações instituídas pelo Código Comercial. Imposta primitivamente aos comerciantes com firma individual e sociedades mercantis em geral, foi estendida pela lei fiscal a todas as pessoas jurídicas obrigadas a apurar o lucro real, inclusive its empresas individuais equiparadas a pessoas jurídicas, consoante dispositivo hoje consolidado no art. 135 do RIR/ 75. E a escrituração completa ou regular, disciplinada pela legislação comercial (Del.-, creto-lei 486/69, regulamentado pelo Decreto 64.567/69) e feita de conformidade com a técnica contábil..." "DAS PESSOAS SUJEITAS A ESCRITURAÇÃO COMERCIAL — A lei fiscal impõe o dever de manter escrituração comercial aos seguintes contribuintes: a) pessoas jurídicas, inclusive por equiparação, obrigadas à apuração do lucro real (RIR, art. 135, combinado com o art. 7.° do DL 1.598/77); b) pessoas físicas equiparadas a empresas individuais pela prática das operações imobiliárias, no caso previsto no art. 3.°, inciso III, do DL 1.381/74 e no "caput" do art. 11 do DL 1.510/76; c) pessoas físicas que obtiverem rendimentos classificáveis na cédula G e que, por força do disposto no art. 54, item III do RIR estiverem obrigadas a 'apurar o resultado da ex3/1979

Parecer Normativo C S T - 95, de 30-10-78. DOU-I de 8-11-78, pág. 17.992.

ploração pela forma "C"; (DL 902/69, art. 2.°); d) sociedades beneficentes, associações, fundações e sindicatos que gozem da isenção do imposto de renda (RIR, art. 110, item 111 e 113, alínea "c")".

Parecer Normativo C S T - 97, de 31-10-78. DOU-! de 8-11-78, págs. 17.993/5. CREDITO FISCAL — CREDITO INDEVIDO — O crédito indevido, por si só, constitui infração de natureza formal; só haverá infração it obrigação principal se dele decorrer falta de recolhimento do imposto.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "IPI — 1) 0 crédito indevido, por si só, constitui infração de natureza formal; só se materializa infração à obrigação principal se quando dele decorrer falta de constituição da escrita fiscal para determinar se da prática da infração resultou ou não, também, infração à obrigação principal. 2) A multa do inc. Ill, do Art. 156, do RIPI/67, a que se refere o item 5, da Instrução Normativa n.° 10/71, só se aplica quando tiver havido falta de veracidade nas declarações pertinentes it utilização de incentivo à exportação ou ao recebimento de ressarcimento correspondente". Acórdão 58.639, de 19-5-78, do 2.° CC, no Rec. 70.866 (Haroldo Braga Lobo, Pres.; Juvenal Antunes Pereira, Rel.). DOU-IV de 31-7-78, pág. 1.025.

COR1EÇA0 MONETÁRIA — LUCRO — O lucro apurado em balanço intermediário ou em balanço anual não pode ser corrigido dentro do próprio exercício em que foi produ-

zido.

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Embora a correção monetária de lucros apurados em balanço intermediário não esteja prevista na sistemática de correção prescrita pela Lei 6.404/76 (art. 185) nem no Decreto-lei n.° 1.598/77 (Seção IV do Capítulo II), que regulamentou as normas de correção monetária da Lei comercial, poderá ocorrer que alguma pessoa jurídica corrija monetariamente os lucros verificados no próprio exercício de sua apuração. Nesse caso, a parcela de correção monetária correspondente aos lucros do próprio período, levada a débito das contas de resultado, deverá ser adicionada ao lucro líquido do exercício, para efeito de determinar o lucro real. Acrescente-se que a adição é obrigatória ainda que os lucros apurados em balanço intermediário venham a ser, no curso do próprio exercício, incorporados ao capital social. Finalmente, é oportuno esclarecer que os ajustes decorrentes da correção monetária somente serão apropriados contabilmente por ocasião de levantamento de ba-

CREDITO FISCAL — IMPORTAÇÃO — Máquinas, aparelhos e equipamentos importados para uso próprio de país signatário do GATT. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "IPI pago sobre máquinas, aparelhos e equipamentos importados de país signatário do GATT por empresa industrial destinados ao seu próprio uso — Crédito, na forma prevista no art. 36 do Decreto n.° 70.162-72 — Sentença concessiva de segurança que se confirma".

Acórdão de 28-11-77, da 3.' Turma do TFR, na AMS 80.240, de S. Paulo (José Dantas, Rel.). Ementa publicada no DJU de 26-10-78, pág. 8.465. CREDITO FISCAL — EXPORTAÇÃO Base de cálculo, para apuração do crédito a título de estímulo it exportação. —

Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Questiona-se em torno da possibilidade das empresas que tenham "Programa Especial de Exportação" nos termos do De.-lei 1.219, de 15-5-72, usarem para efeito de cálculo dos incentivos previstos no art. 1. 0 do Dec.-lei 491, de 5-3-69, as regras constantes dos diversos incisos e alíneas do § 1.0 do artigo 1.° do Decreto 64.833, de 17-7-69, com a redação que lhe foi dada pelo Dec. 78.986, de 21-12-76, consoante as quais o estímulo pode ser calculado com base no valor CIF ou C&F das vendas para exterior quando o transporte das mercadorias exportadas for realizado em embarcação de bandeira do país importador com qual se tenha celebrado acordo intergovernamental que determine a divisão de cargas no tráfego recíproco". "Como se vê, houve por bem o legislador instituir, para efeitos de gozo dos estímulos previstos no Dec.-lei 491/69 referentes a vendas para o exterior enquadradas em Programa Especial de Exportação, regras específicas distintas das de cunho genérico instituídas pelo referido diploma, entre estas, as constantes dos

e 3.° versando respectivamente sobre a base de cálculo e os acréscimos a esta permitidas. E, portanto, em subsunção a estas normas que se hã de efetuar o cálculo do crédito do IPI, previsto no Dec.-lei 491/69 referentes a vendas enquadradas em Programa Especial de Exportação, não se admitindo, conseguintemente, seja o valor FOB da exportação acrescido do preço do frete quando o transporte tenha sido efetuado por embarcação do país importador, ainda que com este mantenha o Brasil acordo de divisão de cargas no tráfego recí§§ 2.°

proco".

Parecer Normativo C S T -91, de 24-10-78. DOU-I de 1.'41-78, págs. 17.598/9. 35


Setor Jurídico Trabalhista FGTS EQUIVALENCIA ENTRE FGTS E INDENIZAÇÃO TRABALHISTA — A equivalência entre os regimes do FGTS e da CLT é de institutos e não de valores. —

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Isto porque sendo o autor optante pelo regime do FGTS, infundada a pretensão em perceber indenização igual à devida pelo regime da CLT. Assim porque a opção pelo regime da Lei 5.107/66 faz com que o contrato de trabalho passe a ser regido pelas normas relativas a tal regime, em detrimento da aplicação do estatuto consolidado referentemente a este aspecto do contrato de trabaIho. Neste sentido, não há falar em equi-

valência entre os dois regimes quanto igualdade dos valores percebidos por dispensa injusta. Isto porque, como já acenado, os regimes não são iguais, mas meramente equivalentes, consoante dispõe a própria Constituição Federal. De outra parte o regime do FGTS não se resume na indenização, mas constitui um fundo de propriedade do empregado, tendo em conta o tempo de serviço prestado, fundo este que será, em caso de aposentadoria ou morte, por exemplo, liberado ao empregado ou familiares deste. Já o regime da CLT contempla o empregado apenas na hipótese de despedida injusta. Assim constata-se a diversidade existente entre os dois sistemas, pois são ambos apenas equivalentes e não

ONDE RECORRER

ACIDENTES DO TRABALHO Normalmente, em caso de acidente do trabalho, tantos os empregadores — responsáveis pelo setor do Pessoal — como os empregados, não sabem onde encaminhar o paciente. E sempre bom lembrar que o acidente do trabalho pode acontecer a todo instante, em qualquer empresa. Por isso, veja onde levar um segurado acidentado. Não se esqueça de preencher a "Comunicação de Acidentes do Trabalho" com muita clareza, em todos os campos. Datar, carimbar e assinar. CENTRO — CASA DE SAL)DE D. PEDRO II — Rua Figueira, 831 Parque D. Pedro II. BRAS — HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO — Rua 21 de Abril, 569. Brás; HOSPITAL SAO CRISTOVÃO — Rua Terenas, 161 Moóca; HOSPITAL ANNA NERY — Rua Camé, 1.016 Moóca; HOSPITAL NOSSA SENHORA DO PARI — Rua Hanemann, 234 Pari; HOSPITAL MONTE SINAI DE SAO PAULO — Rua Hanemann, 263 - Pari; HOSPITAL VILA MARIA — Av. Guilherme Cotching, 928 Vila Maria. SANTANA — HOSPITAL E MATERNIDADE SANTANA Rua Voluntários da Pátria, 2.677 Santana; HOSPITAL SANTA ADELAIDE — Rua Voluntários da Pátria, 908 Santana; HOSPITAL PRESIDENTE — Av. Nova Cantareira, 2.398 Santana; HOSPITAL CASA VERDE — Rua da Relíquia, 761 Casa Verde. PINHEIROS — HOSPITAL MATARAZZO — Alameda Rio Claro, 190 Bela Vista; INSTITUTO PAULISTA DE PRONTO SOCORRO — Rua Itapeva, 636 Bela Vista; HOSPITAL SANTA MADALENA — Rua Bernarda Luís, 340 - Vila Madalena. LAPA — OCLAMPS — PRONTO SOCORRO CLELIA — Rua Faustolo, 1.633 Lapa; HOSPITAL SÃO JOÃO BATISTA — Rua Duarte da Costa, 344 - Lapa; PRONTO SOCORRO DE FRATURAS DA LAPA — Rua Carlos Vicari, 131 V. Pompéia; HOSPITAL MATER DEI S/A — Rua Marcelina, 441 V. Romana; OBRA ASSISTENCIAL NOSSA SENHORA DO O Rua Itaberaba, 525 Freguesia do 0; EMED SERVIÇO MEDICO-HOSPITALAR Rua Prof. Carvalho Pinto, 53 Caieiras. VILA MARIANA — HOSPITAL SANTA CRUZ — Rua Santa Cruz, 398 V. Mariana; SANATÓRIO SAO LUCAS — Rua Pirapitingui, 8 - Liberdade; HOSPITAL DOS DEFEITOS DA FACE — Av. Moreira Guimarães, 699 - Aeroporto. TATUAPE — HOSPITAL CRISTO REI Av. Celso Garcia, 5.118 - Tatuapé; HOSPITAL DO BELÉM — Rua Padre Adelino, 901 - Belém; HOSPITAL ZONA LESTE — Rua Arapoca, 128 - Vila Formosa; HOSPITAL VILA CARRÃO — Av. Conselheiro Carrão, 2.885 Vila Carrão; CASA DE SALIDE VILA MATILDE — Rua Joaquim Marra, 138 Vila Matilde. IPIRANGA — HOSPITAL MONUMENTO — Rua Lima e Silva, 985 Ipiranga; HOSPITAL LEA() XIII — Rua Pouso Alegre, 1 Ipiranga; HOSPITAL VILA PRUDENTE — Rua Dona Ana, 6 Vila Prudente. PENHA — HOSPITAL NOSSA SENHORA DA PENHA — Rua Arnaldo Vallardi Portilbo, 90 - Penha; CASA DE SAÚDE SANTA MARCELINA — Rua Santa Marcelina, 185 - Itaquera; HOSPITAL SAO MIGUEL — Rua Luiz Picollo, 11 São Miguel. SANTO AMARO — SANTA CASA DE SANTO AMARO — Rua Isabel Schimidt, 59 Santo Amaro; HOSPITAL ZONA SUL — Rua Belchior Pontes, 270 Santo Amaro; HOSPITAL MODERNO — Rua Barão do Rio Branco, 481 Santo Amaro; INSTITUTO PAULISTANIA — Av. Jurubatuba, 481 Santo Amaro; SIM — SERV. IBIRAPUERA DE MEDICINA COM ATENDIMENTO NO HOSPITAL SANTA MARTA — Avenida Adolfo Pinheiro, 339 Santo Amaro. -

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iguais, daí porque a pretensão inicial peca pela base, pois pretende sejam igualados os dois regimes, contra o que dispõe a própria Constituição Federal, quando afirma serem ambos apenas equivalentes. Referida equivalência é de institutos e não de valores a serem recebidos". Acórdão 9.276, de 25-9-78, da 1. Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-902/78, de São Paulo (Nélson Ferreira de Souza, Pres.; Marcos Manus, Rel. "ad hoc"). MULTA CONTRA O EMPREGADO — A cláusula que cria multa contra o empregado, por motivo da rescisão com justa causa, não pode prevalecer em face do art. 444 da CLT.

Em revista, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A cláusula do contrato que criou multa contra o empregado, por motivo da rescisão com justa causa, não pode prevalecer, em face do próprio artigo 444, da CLT, invocado na revista, que impede sejam acrescidos outros Onus contra o empregado, além daqueles estabelecidos nos limites da lei". Acórdão 509, de 16-8-78, da 1.° Turma do TST, no RR-4.926/77 (Raymundo de Souza Moura, Rel.). DJU de 18-8-78, pág. 5.943. EMPREGADA GESTANTE ESSe a dispensa da TABILIDADE empregada ocorreu ainda no 4.° mês de gestação, com pagamento do salário-maternidadc, não há que se falar em estabilidade provisória da gestante. —

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Agravo desprovido, porque não demonstrada violação do art. 165, item XI da Constituição Federal, e face ao aresto colacionado não servir ao confronto, por tratar de hipótese diversa, desde que restou comprovado que a dispensa ocorreu ainda no 4.° mês de gestação e que o salário-maternidade foi pago, não cabendo falar-se em estabilidade provisória da gestante". Acórdão 31, de 31-5-78, da 1.° Turma do TST, no Al-3.136/77 (Alves de Almeida, Rel.). DIU de 9-6-78, pág. 4.161.

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MEDICO — O trabalho médico, pago por unidade de serviço e prestado sem sujeição de horário e subordinação hierárquica, por maior que seja a duração do "credenciamento", não estabelece vínculo empregatício.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "A jurisprudência assentou-se em dizer que o trabalho médico, pago por unidade de serviço e prestado sem sujeição de horário e subordinação hierárquica, por maior que seja a duração do chamado "credenciamento", não estabelece vínculo empregatício".

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Acórdão de 4-8-78, da 4.° Turma do TFR, no RO 3.260, do Rio Grande do Sul (José Dantas, Rel.). Ementa publicada no DJU de 18-10-78, pág. 8.126. ABIGRAF EM REVISTA


ABIGRAF EM REVISTA Expediente Orgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica

Regional do Estado de S. Paulo Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros periódicos.

Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal - Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P, 209/73. Redação e Administração:

Rua Marquês de Itu, 70 12.° andar — Fones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 Telegr.: " ABIGRAF" - CP 7815 Direção Administrativa:

Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente

Regionais da ABIGRAF BAHIA - SERGIPE

Rua Chile, 22 — Sala 1401 Presidente: ULISSES DE CARVALHO GRAÇA Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° andar — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederico Pontes, 94 — Fones: (0712) 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101 CEP 40.000 — SALVADOR - BA CEARA

Rua Senador Pompeu, 754 Presidente: LUIZ CARVALHO FILHO Residência: Rua Caramuru, 63 — Fone: 223-6882 Empresa: Rua Barão do Rio Branco, 1302 — Fone: 226-9056 CEP 60.000 — FORTALEZA - CE GOIÁS

Presidente: MÁRIO SCARTEZINI Rua Quatro, 341 — Fone: (0622) 16-3078 — CEP 74.000 — GOIANIA - GO MINAS GERAIS

Rua Rio de Janeiro, 243 — Sala 701 — Fones: 222-6081 - 224-0402 (031) Presidente: SIDNEY DE MORAIS Residência: Rua Ouro Preto, 1.700 — Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2062 — Fone: 226-4822 — CEP 30.000 — BELO HORIZONTE - MG PARAIBA

Presidente: LOURENÇO MIRANDA FREIRE Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antonio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 - 221-4144 (221-3118 — Fábrica) Caixa Postal 36 — CEP 58.000 — JOÃO PESSOA - PB PARANÁ

Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° andar — Sala 616 — Fone: (0412) 23-3705 Presidente: CRISTOVAM LINERO SOBRINHO Residência: Rua Alcides Munhoz, 947 — Fone: 346549 Empresa: Gráfica Vitória Rua André de Barros, 216 — Fone: 32-4482 — CEP 80.000 — CURITIBA - PR PERNAMBUCO

Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1. 0 andar Presidente: JOSE MARIA RODRIGUES DA SILVA Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — OLINDA - PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Av. Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 — CEP 50.000 — RECIFE - PE RIO GRANDE DO SUL

Supervisão Editorial Comercial:

Rose Maria Priolli Coordenação Redacional Gráfica:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Consultores Técnicos:

Dráusio Basile Jose Ferrari Thomaz Frank Caspary Redação:

Saulo Barros MTPS N.° 8312 Composição gráfica:

Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão:

Priolli & Cia. Ltda.

3/1979

Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 — 19. 0 andar Presidente: PAULO LUIZ NORA Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Apto. 4 — Fone: 221-4577 Empresa: Gráfica Mary S/A Av. Júlio de Castilhos, 1195 — Caixa Postal, 163 — Fones: 221-3646 - 221-1275 (0542) CAXIAS DO SUL - RG RIO DE JANEIRO

Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — Fones: 230-4171 - 230-4747 - 391-1748 Presidente em Exercício: RENATO PACHECO AMERICANO Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 — Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas — RIO DE JANEIRO - RJ SANTA CATARINA

Caixa Postal 182 Presidente: UDO WAGNER Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Av. Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 — CEP 89.250 JARAGUA DO SUL - SC SAO PAULO

Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° andar — CEP 01223 Fones: 32-4694 - 34-8269 - 35-8788 - 37-0724 Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 — SAO PAULO

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SP 37


ABIGRAF

EM REVISTA Diretoria

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 94 Diretor: VALENTIM BRANDINI

ARARAQUARA, SP

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo

Rua São Bento, 1134 — Fone: 22-4054 Diretor: JOSE EDUARDO FERRARI

DIRETORIA:

BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda.

Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.6 Vice-Presidente:

Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 - 433-0868 Diretor: ADARVE HERNANDES ACEDE

Sidney Fernandes Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2. Secretário: Dráusio Basile Tesoureiro:

Waldyr Priolli 2.° Tesoureiro:

Jose Alder Filho Suplentes:

Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade

Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiacci Suplentes:

Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO

DIRETORIA: Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice -Presidente:

Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.* Secretário: Jose Aidar Filho Tesoureiro:

lrineu Thomaz 2.° Tesoureiro:

Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Villeia de Andrade Ernanl Parise Jose BIgnardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal:

Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Airton Conde

Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto it FIESP:

Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes:

Sidney Fernandes Dráuslo Basile Secretaria:

das 8 'es 11,30 e das 13 as 17 horas Aos sábados não ha expediente. Secretário Geral

Elias Valenti'. Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscais, cíveis e criminais.

38

CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 - 51-3887 (0192) Diretor: ANTONIO CARLOS DE SOUZA

FRANCA, SP Ricardo Pucci Ltda. Indústria e Comércio Rua Saldanha Marinho, 1254 — Fone: 722-8700 Diretor: ELVIO PUCCI

ITU, SP Indústria Gráfica flu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-2894 - 482-2944 - 482-2969 Diretor: GILD() GUARNIERI FILHO

JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 - 6-4963 Diretor: RUBENS ROBERTONI

LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Caixa Postal 153 — Fones: 2-650 - 3-344 Diretor: JOÃO ALVES DA COSTA

LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: ALCEU MALUCELLI

SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: VICENTE FRANCISCO GIOVINAZZI

SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: AFONSO FRANCO

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 - 443-3444 Diretor: MARIO DE CAMARGO

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: JOSE AUGUSTO QUERIDO

BAURU, SP Gráfica Bauru Rua Ezequiel Ramos, 1260 — Fone: 22-4467 Diretor: ALCIDES BONORA ABIGRAF EM REVISTA


COMUNICADO Foi aprovado pelo SIGESP/ABIGRAF o convênio com o PRONAN PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇAO para a solução do problema de alimentação dos funcionários das Indústrias Gráficas em geral. -

PRINCIPAIS VANTAGENS Solução imediata para o problema de alimentação, dispensando novos investimentos e criação de estruturas internas acrescidas do fator econômico espaço. Dispensa, por parte da empresa, investimentos com equipamentos, instalações e mão-de-obra especializada. Aumento da rentabilidade da empresa proporcionado por um melhor relacionamento humano dos funcionários. Toda despesa inerente a esse Programa de Alimentação é contabilizada em dobro pelos empresários, graças ao .

Incentivo Fiscal. As empresas mantêm-se enquadradas dentro da Lei, evitando eventuais problemas fiscais com sistemas próprios de fornecimento de refeições.

O PRONAN — PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO é regulamentado pela Lei 6321 Decreto n9 78.676 1 76 do MINISTgRIO DO TRABALHO.

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Maiores informações poderão ser obtidas no STAND do SIGESP/ABIG RAF ou pelos Tels.: 222-5237 e 223-8825 São Paulo - SP.


COMUNICADO CONVÉNIO MÉDICO-HOSPITALAR SIGESP/ABIGRAF-HOSPITAL IGUATEMI Já em pleno vigor o Convênio Médico-Hospitalar firmado entre a ABIGRAF/SIGESP e a REDE HOSPI-

TALAR IGUATEMI. O principal objetivo deste convénio é a preservação da saúde dos executivos, familiares e funcionários destas entidades de classe.

A REDE HOSPITALAR IGUATEMI é a única organização que, além de um serviço de atendimento de alto nível, mantém convênios com empresas sem carência e exames medicos preliminares.

VANTAGENS ATENDIMENTO NÍVEL EXECUTIVO SEM EXAME MÉDICO SEM LIMITE DE IDADE EXAMES LABORATORIAIS CONSULTAS COM HORA MARCADA RADIOGRAFIAS

SERVIÇOS AUXILIARES Informações no STAND do SIGESP/ABIGRAF ou na INTERMED - ASSESSORIA E PLANEJAMENTO S/C LTDA. Rua Conselheiro Crispiniano, 344 - 69 - Cjs. 603/604 Tels.: 223-8825 e 222-5237 - São Paulo — SP


SEXTA, 23 DE MARÇO

17:00 horas "DESENVOLVIMENTO E PERSPECTIVAS DA INDÚSTRIA DE BARRILHA NO BRASIL E SUA INFLUENCIA NA INDÚSTRIA DE EMBALAGEM DE VIDRO" Palestra sob a responsabilidade da Cia. Nacional de Álcalis Promoção: ABRE 18:15 horas "GESTÃO FINANCEIRA E A FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA" Conferencista: Prof. José Guersoni Pascarelli (SENAI) Promoção: SIMESP 22:00 horas

"CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE O COMPORTAMENTO DO PAPEL EM IMPRESSÃO OFF-SET" Conferencista: Sr. Ernesto Mina Promoção: ABIGRAF

SÁBADO, 24 DE MARÇO

18:00 horas "PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA GRÁFICA, FACE AOS EQUIPAMENTOS MODERNOS" Conferencista: Sr. Thomaz Frank Caspari Promoção: ABIGRAF 20:00 horas "PROGRAMA DO INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS (IPT) NA AREA DE EMBALAGEM" Conferencista: Sr. Ernesto Pichler Promoção: ABRE LOCALIZAÇÃO DO AUDITÓRIO: FINAL DA RUA G

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COMPLEMENTANDO SUA FUNÇÃO DE CENTRO DE COMERCIALIZAÇÃO E DIFUSÃO DE TECNOLOGIA APLICADA À EMBALAGEM, AO PAPEL E AS ARTES GRÁFICAS, A F1EPAG ABRIGARÁ EM SEU AUDITÓRIO UMA EXTENSA PROGRAMAÇÃO DE PALESTRAS E PROJEÇÕES, APRESENTADAS POR ESPECIALISTAS EM SEUS SETORES E PROMOVIDAS POR ENTIDADES E EMPRESAS PARTICIPANTES DA MOSTRA. O CALENDÁRIO DESSAS PROMOÇÕES ENCONTRA-SE A SEGUIR, SENDO TODAS ELAS FRANOUEADAS AOS INTERESSADOS E NÃO SENDO NECESSÁRIA INSCRIÇÃO PRÉVIA.

21:30 horas "0 ESTIROPOR COMO EMBALAGEM DE PROTEÇÃO" Conferencista: Sr. Francisco Iglésias Prol

Promoção: ABRE

TERÇA, 20 DE MARÇO

16:30 horas "LUMINOTÉCNICA APLICADA INDÚSTRIA GRÁFICA" Conferencista: Sr. Isaac Roizenblatt Promoção: ABIGRAF

Mesa-redonda com participação de usuários e fabricantes de embalagens e produtos perigusos, transportadores e corpo de bombeiros. Promoção: ABRE 19:15 horas "ANÁLISE DA FORMA PARA IMPRESSÃO ROTOGRÁFICA EM RELAÇÃO A INFLUENCIA NA PRINTABILIDADE" Conferencista: Prof. Sérgio Vay (SENAI) Promoção: SIMESP 21:00 horas

"MARKETING E SEUS PROBLEMAS NA INDÚSTRIA GRÁFICA" Conferencista: Sr. Dráusio Basile Promoção: ABIGRAF

SÁBADO, 17 DE MARÇO

18:00 horas "A EMBALAGEM SHRINK" Conferencista: Sr. Pery Bomeisel Promoção: ABRE 20:00 horas

"CURSOS NA INDÚSTRIA GRÁFICA" Conferencista: Sr. José Ferrari Promoção: ABIGRAF

SEGUNDA, 19 DE MARÇO

18:30 horas "A IMPORTÂNCIA DA MATÉRIA-PRIMA EM RELAÇÃO A PRODUTIVIDADE DAS MÁQUINAS" Conferencista: Prof. Walter Gunther Toma (SENAI) Promoção: SIMESP 20:15 horas "0 IMPACTO DA TECNOLOGIA SOBRE A INDÚSTRIA GRÁFICA" Conferencista: Sr. Alberto Barailay Promoção: ABIGRAF

18:00 horas "TÉCNICAS NA APLICAÇÃO DA DENSITOMETRIA E CONTROLE DE QUALIDADE" Palestra Promoção: SRS Equipamentos Gráficos 20:15 horas

"A EMBALAGEM PARA TRANSPORTE" Teoria e Aplicação Conferencista: Sr. José Geraldo Vantine Promoção: ABRE

21:30 horas "A IMPORTÂNCIA DO FATOR P.S.E. NO PAPEL" Conferencista: Prof. Eurfpedes Trevisan (SENAI) Promoção: SIMESP

QUINTA, 22 DE MARÇO

16:30 horas "SISTEMA EDEÁ DE PALETIZAR SEM FAZER FORÇA" Palestra e Projeção Promoção: EDEÁ Plásticos e Embalagens 18:15 horas "PERSPECTIVAS DE SUPRIMENTO DE FOLHAS METÁLICAS" Conferencista: Sr. Sérgio Alves (CSN) Promoção: ABRE 19:30 horas "EXPORTAR OU IMPORTAR" Conferencista: Sr. Peter Rohl Promoção: ABIGRAF

QUARTA, 21 DE MARÇO 20:45 horas 16:00 horas

"EMBALAGEM, MANUSEIO E TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS"

"VANTAGEM NA UTILIZAÇÃO DO MÉTODO MP II NA REPRODUÇÃO GRÁFICA" Palestra, Projeção e Audiovisual Promoção: KODAK Brasileira


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Sistemas de fotocomposição para jornais - A HARRIS tem desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição para jornais, adequados para jornais de grande, médio e pequeno porte. 0 lançamento mais recente neste setor, corresponde à série HARRIS 2530, o modelo 2531, menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composição de textos e classificados, duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700, possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior, incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta série nova, 2530, há ainda os sistemas de fotocomposição para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandissimo porte. Sistema de fotocomposição lay-out: HARRIS 2200 - 0 sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e um computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposição. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo, com linhas verticais e horizontais. Porsimples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Sõmente quando o anúncio está completo na tela e em definitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. O operador não se precisa preocupar em definir distâncias, corpos, entrelinhamentos etc, pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC - Há dois modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT

End. Telegráfico "Gutenberg"

COMMUNICATIONS AND INFORIVIA110N HANDLING

que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOIRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT ( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizes fotográficas, mas sim programações eletrônicas para o tubo de raios catódicos. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype - Por fim, o programa de fotoconnpositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam os terminais de edição e composição CompuEdit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposição no código US. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB f ormada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a umafotocompositora, ou então, em conjunto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a compor sição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS - A HARRIS fornece com cadasistema de fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS são todos amplamente testados e se encontram em uso nos maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita à Rua Conselheiro Nébias, São Paulo; e com filiais no Rio de Janeiro, recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica. No Brasil, muitosjornais e editora de grande porte trabalham com sistemas de fotocompositora s HARRIS.

Escritório Central: Rua Conselheiro Néblas, 1111 01203 Sic Paulo - Caixa Postal 30.650 Telefone: PABX 221-9244

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Setor Industrial:

Filiais: RECIFE SALVADOR BELO HORIZONTE RIC DE JANEIRO CURITIBA


A Melhor Propaganda da América -Latiria-Mereciaolllaist? Moderno Estúdio de Fotollto. Por Issoso Estúdio 5 Mudou.

O Estúdio 5 mudou para um prédio de 6 pavimentos, depois de 7 anos de vida. O projeto deste prédio próprio, recém-construido, é o mais moderno da America Latina, em funcionalidade, circulação e distribuição das seções. A construção de sua sede própria era uma das principais metas do Estúdio 5. Uma das principais, repetimos, porque a principal mesmo é a de continuar servindo bem a propaganda brasileira, que, sem dúvida alguma, é hoje a melhor da America Latina. Para atender às novas necessidades da publicidade brasileira é que o Estúdio 5 mudou. Hoje,a sua sede própria é uma realidade de 6 pavimentos, num total de 2.600 m 2, onde 150 funcionários com uma superaparelhagem em equipamentos podem oferecer às Agências e Clientes um melhor padrão de qualidade na preparação dos seus fotolitos. E com a rapidez que a propaganda brasileira sempre precisou. No novo Estúdio 5 você vai encontrar também um imenso saguão para mostras de arte e trabalhos gráficos, auditório para 33 pessoas, sala de reunião, capela de cunho ecumênico, ambulatório e restaurante. Além do saguão, também o auditório poderá ser usado por clientes e representantes de entidades de classe, ligados ao meio gráfico e publicitário, para palestras e seminários.

Como você vê, há muitas novidades no novo Estúdio 5. A única coisa que não é novidade é a política de atendimento, que continuará sendo a mesma, à base da amizade e dando sempre um jeitinho brasileiro para que seu fotolito fique pronto dentro do prazo e da qualidade que você e o Estúdio 5 querem. Afinal, é graças à confiança dos produtores gráficos, dos amigos, agências, clientes e fornecedores, que mudamos para o novo prédio. E porque a melhor propaganda da America Latina merecia o mais moderno estúdio de fotolito.

O Estúdio 5 Mudou. Para Um Prédio de 6 Pavimentos. Com Apenas 7Anos de Vida. Rua Reims, 112/118 - fone: 265-9433 - Ponte do Limão - SP

Revista Abigraf 040