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ANO III - NUMERO 37 - DEZEMBRO 78

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ASSOCIAÇÃO

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Redação e Administração:

Rua Marquês de Itu, 70 129 andar — Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724. Telegr.: "ABIGRAF" — CP.7815 01223 — São Paulo, SP, Brasil.

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111‘07 EM REVISTA

Direção Administrativa:

Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente ABIGRAF EM REVISTA Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S.Paulo.

Registrada no 29 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n9 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n9 1.517-P, 209/73.

Consultores Técnicos:

Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação:

Saulo Barros

MTPS n98312

Programação Visual e Composição:

Capa: Criação e Arte-final:

Rettec — Reproduções Gráficas, Traduções e Edições TécnicoCientíficas Ltda. Largo do Paiçandu, 72 — 39 Tels.: 2274311 e 227-9085.

Fotolitos: alunos da Escola SENAI "Theobaldo de Nigris"

Walter de Paula

Impressão:

Gráfica Cinelândia Ltda. Rua Vitoria, 85 — Tel.: 221-1261 São Paulo — SP.

Sumário Editorial

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Cartas

4

SIGESP firma convênio médico-hospitalar com a Rede lguatemi

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Noticiário ABTG

14

Papel para Impressão

16

A formação tecnológica profissional é o primeiro mandamento

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Atualidades ABIGRAF/SIGESP —

,BIGRAF EM REVISTA

Desenvolveu-se com pleno êxito a Reunião Técnica da CONLATINGRAF

21

FIESP/CIESP em Notícias

24

Noticiário SENAI

28

Flashes

30

Bolsa de Máquinas

34

Nossa Impressão

36

Setor Jurídico

37

Delegados no Estado de São Paulo

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A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECANICOS

Equipamentos Fotomecânicos Industriais Ltda Av. Tomaz Edison, n° 448 • CEP 01140 • SP Dept° Comercial: leis.: 853-8043 e 881-2166 Telex: (11) 21822 (GRIC) Representantes Regionais: Rio de Janeiro • Porto Alegre • Curitiba Florianópolis • Belo Horizonte • Brasilia • Salvador • Recife • Fortaleza.

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathkniel Coube Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognesi Pereira V Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr FrioIli 29 Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Aydon Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto José Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis SINDICATO DAS INDÚSTRIAS

GRÁFICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira V ice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 29 Secretário: José Aidar Filho Tesoureiro: Irineu Thomaz 29 Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drausio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy José Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto José Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à F IESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 As 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretário Geral: Elias Valentir Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Junior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesá dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cfveis e criminais.

ABIGRAF EM REVISTA

MENSAGEM AOS LEITORES

ABIGRAF EM REVISTA, neste crepúsculo de ano, aproveita o ensejo para apresentar um pequeno balanço de suas atividades editoriais levadas a efeito neste ano de 1978. E nos sentimos bastante recompensados por tudo o que conseguimos fazer de positivo até o presente momento, principalmente no sentido de promover cada vez mais as entidades de classe que respaldam esta publicação. Considerando o efetivo e incansável desempenho destas entidades em prol do setor gráfico, não é necessária uma análise profunda para aquilatar o quanto esteve presente ABIGRAF EM REVISTA, no sentido de cumprir todos os desígnios a que se propõs, nesta árdua luta de informar e levar a tecnologia a todos aqueles que propugnam pela melhoria qualitativa de sua produção. Agradecemos, ainda, as colaborações recebidas da Escola de Artes Gráficas "Theobaldo de Nigris", da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, e Organizações Internacionais diretamente ligadas a esta entidade e que muito têm enriquecido o contexto editorial desta publicação. Apesar desta euforia pela consciên-

cia tranqüila do dever cumprido, ainda

perduram algumas restrições quanto a participação da Indústria Gráfica nacional em alguns eventos de suma importância, como por exemplo na 64 STAG, recentemente ocorrida nesta Capital, na Escola SENAI "Theobaldo de Nigris". Foi notória a ausência do empresariado gráfico de nosso País, enquanto, por outro lado, tivemos a participação maciça de empresários e técnicos gráficos do Exterior, que puderam constatar o alto padrão tecnológico desse evento. Conclamamos desde •-já a presença dos empresários e técnicos de nosso País na próxima STAG, para que possam usufruir dos grandes benefícios técnicos que a mesma proporciona. Agradecemos, também, a todas as empresas que deram o seu prestígio publicitário a ABIGRAF EM REVISTA, e solicitamos a continuidade deste prestígio, para que possamos continuar mantendo o elevado padrão técnico desta publicação. Concluindo, só nos resta desejar, a todos aqueles que colaboraram para este nosso sucesso, um Feliz Natal e um 1979 bastante próspero e pleno de grandes realizações no seu campo de atividade.

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Cartas Verificando nosso arquivo de clientes notificamos que o nome de sua conceituada firma não consta em nossas relações de compradores. Por esta razão vimos pela presente oferecer-lhes nossos serviços de fabricação de formas para corte e vinco em geral. Esperamos que V. Sas. nos façam uma consulta, assim poderão conhecer melhor a nossa técnica de trabalho como também os nossos preços. Sendo só para o momento, aproveitamos o ensejo para reiterar nosso testemunho de alto apreço e consideração. Atenciosamente. FORMATEC SERVIÇOS DE FACAS LTDA. Rua Padre Oto Maria, 194-A São Paulo — SP.

Agradecemos o convite e ao mesmo tempo levamos ao conhecimento de V. Sas. de que somos uma Entidade de Classe empenhada, com o máximo bom senso e dedicação, na solução de todos os problemas atinentes à Indústria Gráfica, o que quer dizer que não somos compradores desse tipo de serviço. Independentemente, fazemos aqui o registro de sua empresa e, obviamente, poderão surgir unia gama de empresas que poderão demandar os serviços de V. Sas. No entanto, sugerimos a V. Sas. uma promoção publicitária em ABIGRAF EM REVISTA, o que poderá aumentar consideravelmente suas vendas dentro do setor gráfico, uma vez que este veículo atinge diretamente os compradores em potencial de seus serviços. Com data de 25 de julho do corrente ano tivemos o prazer de nos dirigir a V. Sas., enviando-lhes o n9 5 de nossa revista ASIMPRES INFORMA. Nesta oportunidade, enviamos o n9 6 correspondente ao bimestre julho/agosto, posto em circulação recentemente. Qualquer observação que queiram fazer a esta publicação, ou qualquer material que queiram publicar, serão recebidos como uma valiosa cooperação 4

ao cumprimento de nossos objetivos. Sem outro particular, apresentamos

nossas saudações. ASOCIACIÓN DE IMPRESSORES DE CHILE

Canadá, 253-C Santiago — Chile. Acusamos o recebimento das aludidas publicações, que julgamos de grande importância para este setor industrial. Tanto assim, que estamos fazendo uma resenha da mesma na Seção Nossa Impressão desta publicação, a fim de que os interessados em recebê-la possam entrar em contato direto com essa entidade de classe chilena. Temos a satisfação de acusar o recebimento de seu atencioso expediente AR-349/78, de 5 do corrente, capeando um exemplar da publicação "ABIGRAF EM REVISTA", que inseriu em agosto ultimo, notícia de interesse da nossa entidade. Manifestando nossos agradecimentos pela gentileza com que nos distinguiu, valemo-nos do ensejo para apresentarlhes nossos cordiais cumprimentos.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO Sr. Hélio Barb osa Fernandes — Secretário Geral São Paulo — SP.

A Central Hoteleira é uma empresa recém-criada, cuja finalidade básica produzir serviços indispensáveis aos técnicos e executivos responsáveis pela programação de treinamentos, seminários e convenções em hotéis. Embora jovem, nossa organização nasce com a experiência de gente com amplo conhecimento dos problemas inerentes aos setores de desenvolvimento de recursos humanos e hotelaria. É com base nessa experiência, que conseguimos criar uma empresa de prestação de serviços inovadora. Agora os problemas de pesquisa e escolha do melhor local para realização dos eventos de

sua empresa será resolvido por gente especializada que poderá lhe apresentar simultaneamente e com eficiência, o máximo de informações sobre a rede hoteleira nacional, agilizando assim seu pro-

cesso decisório. Além disso, você pode contar conosco para qualquer apoio logístico necessário ao êxito de sua programação, tal como: transporte, tradução de textos técnicos, lazer, etc. Certos de que nossas atividades representam uma economia real para você e sua empresa, sem qualquer custo adicional, aguardamos o momento de poder prestar-lhes maiores informações. Atenciosamente. CENTRAL HOTELEIRA Rua Frei Caneca, 1407 — S/414 São Paulo — SP. Temos o prazer de enviar-lhes, anexo, um exemplar em lingua portuguesa, do Calendário dos Salões Internacionais Franceses a realizarem-se no decorrer do ano de 1979. Estas manifestações técnicas, cada uma dedicada a um setor da indústria ou do comércio, suscitam no mundo inteiro um interesse crescente e são visitados por 2.500.000 profissionais, dos quais 300.000 vindos de fora. Apesar das dificuldades econômicas atuais e do investimento que representa uma viagem a Paris, o número de homens de negócios e • técnicos brasileiros que visitaram os Salões franceses não parou de crescer nesses últimos anos. Por outro lado, salientamos que, ciente do interesse que representa para as exportações brasileiras uma participação como expositor nos Salões Especializados Franceses, o Itamaraty patrocinou em 1978 diversos pavilhões nacionais brasileiros nos salões franceses (Europlastique — Bijorhca e Sial, fora o Salão do Couro, do qual o Brasil participa oficialmente há anos). Para os visitantes, diversas viagens de grupo foram organizadas, em particular no setor do Couro, do Prêt-à-Porter, da Construção e da Informática. ABIGRAF EM REVISTA


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Várias revistas se interessam em promover viagens para seus leitores. Associações Profissionais e grandes companhias também estão interessadas em organizar grupos de visitantes para os Salões de seu setor. A delegação de Promosalons no Brasil foi criada para ajudar-lhes a aproveitar das possibilidades que oferece uma visita a um Salão técnico, podendo facilitar a entrada nos Salões, o encontro com os expositores, a participação a visitas técnicas, colóquios e seminários, e fornecerlhes informações detalhadas sobre cada Salão. Junto com agências de viagem devidamente registradas na Embratur, estudamos planos de viagens a Paris com condições especiais para os visitantes dos Sa-

dagem em suas viagens pelo Brasil. Não exite, portanto, em solicitar seu

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comprovante de reserva de hotel. Ele lhe

dará mais segurança e tranqüilidade em Agradecemos o recebimento do folheto alusivo ao Calendário dos Salões Internacionais Franceses que ocorrerão no ano de 1979. Estes Calendários se encontram nesta Entidade de Classe ã disposição de todos aqueles, do setor gráfico, que tenham interesse em alguns dos eventos. Colocamos ABIGRAF EM REVISTA sempre em aberto a V.Sas. para qualquer comunicado de interesse do setor e que venham de encontro às necessidades de uma melhoria da tecnologia de nossa Indústria Gráfica.

lões franceses.

tuadas. 2 — As reservas de hotéis serão cobradas à razão das tarifas vigentes de telefone/telex/telegrama, excepto aquelas que forem efetuadas através de representações locais ou centrais de reservas (cadeia OTHO, HORSA....). Cordialmente.

Não hesite em contatar-nos por carta, chamar-nos por telefone ou visitar-nos.

Atenciosamente. SALÕES ESPECIALIZADOS NA FRANÇA

Como prestadora de serviços, a CASA FARO, entre as suas várias atividades, mantém um setor de reserva de Hotéis, para seus melhores correntistas, com o objetivo de garantir a obtenção de hospe-

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA REGIONAL DO R

suas viagens. A fim de melhor disciplinar esse serviço, pedimos a gentileza de anotar que: 1 — Cupons emitidos com direito ao débito das despesas em conta corrente, terão um acréscimo de 10%, por ocasião de nossa cobrança. Este percentual incidirá somente sobre as despesas extra-efe-

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(REPORTAGEM)

SIGESP firma convênio médico - hospitalar com a Rede Hospitalar lguatemi

Preservar a saúde dos dirigentes e funcionários das empresas é um fator preponderante para o desenvolvimento e maior índice de produtividade das mesmas. Primando por este objetivo, foi que o Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo efetivou recentemente um contrato de prestação de serviços médico-hospitalares com a Rede Hospitalar Iguatemi. Após intensa pesquisa e acurados estudos das diversas organizações médicas existentes no mercado, o SIGESP houve por bem optar pelo Iguatemi, em razão

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do ineditismo de seus planos de atendimento, que satisfazem plenamente às exigências de toda e qualquer empresa e seus executivos. O que é o Instituto Iguatemi Trata-se de uma Organização Médica com larga experiência em convénio médico-hospitalar com empresas e pessoas físicas, sediada na Avenida 9 de Julho, 3.134, nesta Capital. Essa Organização tem por respaldo a tradição e o conceito do Hospital Iguatemi, que conta em seu quadro clínico com renomados especia-

listas capazes de proporcionar o mais elevado padrão de atendimento. O Instituto Iguatemi desenvolve seus trabalhos nesta Capital e na Grande São Paulo, onde mantém descentralizados diversos Postos de Atendimento para maior facilidade de contatos com os convenentes, contando, ainda, com quase todas as especialidades centralizadas no Hospital Iguatemi. Para maior eficiência de atendimento e uma definitiva consolidação na área da saúde, o Instituto Iguatemi inaugurará parcialmente em março de 1979 seu

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novo hospital localizado na Avenida Francisco Morato, 719, Capital, nas proximidades do Jóquei Clube. Esse nosocômio contará com aproximadamente 300 leitos, com banheiros privativos nas enfermarias, o que evitará o trânsito de enfermos pelos corredores. Pianos de assistência Dentre os diversos planos de assistência médico-hospitalar destacamos os seguintes:

Fachada do Hospital Iguatemi.

Planos Individuais STD. Plano Executivo — Trata-se do plano mais sofisticado, com direito a uma série de vantagens, tais como: Atendimento nível executivo; Sem carência; — Sem exame médico; — Sem limite de idade; Exames laboratoriais; Consultas com hora marcada; — Radiografia; Serviços auxiliares.

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OBRAS

111, DO NOVO HOSPITAL I DO PRONTO SOCORRO IGUATEM

P

Plano Mini-Convênio: Ressaltamos que todos estes pianos são bastante acessíveis, apesar do nível elevado de atendimento. Os Planos Individuals STD possibilitam ao contratante a seguinte assistência médico-hospitalar:

Obras do novo Hospital.

Consultas com médico do corpo clínico do emitente. Consultas, sempre que possível, com hora marcada, abrangendo todas as especialidades. Atendimento ambulatorial, tais como: suturas, drenagens, pequenas intervenções cirúrgicas, curativos, aparelhos gessados, etc. Operações, partos e internações cinirgicas, em quartos para até 3 internados. Internações de casos clínicos a critério do corpo médico do emitente pelo prazo de 8 dias. Recepção do Hospital Iguatemi. 10

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Departamento de Fisioterapia. • Unidade de Terapia Intensiva — Plantões de 24 horas. Além destes tipos de atendimentos, existem, ainda, inúmeros outros resguardados no contrato assinado por ambas as partes. O Plano Mini Convênio, absolutamente inédito, atende as empresas que possuam um mínimo de 10 até 50 funcionários, que estavam, até então, totalmente desprovidas de qualquer atendimento, a não ser do INPS. Esse plano se divide em Plano Executivo e Plano Standard, sendo totalmente isento de carência, a qual prevalece apenas em casos de obstetrícia, onde será respeitada a carência de 10 meses. -

Todos os assóciados terão direito a atendimento médico extensivo aos seus familiares, sem qualquer despesa, a cargo de excelente corpo clínico que dispõe de modernos equipamentos, que atendem a todos os exames que se fizerem necessários h complementação do diagnóstico. O Instituto Iguatemi mantém, ainda, um Pronto Socorro para atendimento durante 24 horas ininterruptas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. E em casos de necessidade de internação, os associados serão atendidos pelo Hospital Iguatemi e rede credenciada, não havendo nenhuma despesa com cirurgiões e assistentes, bem como taxas de anestesias, sala de cirurgia, medicamentos, oxigênio, exames laboratoriais, serviços gerais de

Um dos tipos de Apartamento. 12

Laboratório de Análises. enfermagem e demais serviços de Assistência Médico-Hospitalar. Para maior elucidação, ressaltamos que o Plano Standard oferece consultas médicas em ambulatório, e intemações em enfermaria de até 4 leitos. E o Plano Executivo goza de todos os direitos do Plano Comum, acrescido das seguintes vantagens: Consultas de clínica geral com hora marcada. Consultas de clínica especializada com hora marcada, em consultórios. Internação ern quarto com banheiro privativo, telefone e acompanhante. Os beneficiados deste Plano receberão cédulas de identidade diferentes dos demais.

Sala cirúrgica. ABIGRAF EM REVISTA


A Contratante fornecerá uma relação com o nome dos funcionários que farão parte do Plano Executivo. Posteriormente, só poderão ser incluídos nesta relação funcionários que sejam admitidos pela Contratante como executivos e aqueles promovidos a essa função, em folha confidencial, dentro da empresa. Os funcionários incluídos neste Plano, em caso de cirurgia, poderão ser atendidos por cirurgiões próprios, as suas expensas, podendo, no entanto, utilizar-se das instalações do Instituto Iguatemi.

Secretaria do Hospital Iguatemi.

Principais vantagens Enumeraremos a seguir as principais vantagens propiciadas pelo Convênio Médico-Hospitalar: Aumento considerável de produtividade nas empresas. Menor rotatividade dos funcionários em razão da tranquilidade e segurança com que se sentem em relação h. sua sede e à de seus familiares. Diminuição do absenteísmo. Benefícios decorrentes da Portaria n9 41, de 11/02/1974, do Ministério da Fazenda. Conclusão O Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo sugere a todos os seus associados este Convênio MédicoHospitalar com o Instituto Iguatemi, dado o empenho com que o mesmo se dedica a este tipo de atendimento. A Intermed Assessoria e Planejamento S/C. Ltda., com sede na Rua Conselheiro Crispiniano, 344 — 69 andar — Cjs. 603/604, nesta Capital, sob a direção dos Srs. Jesus Avino, Sônia Maria Bapheschi Dr. Jorge Ateyeh, é a empresa responsável pelo assessoramento comercial do Instituto Iguateini. Essa mesma empresa está autorizada pela ABIGRAF/SIGESP a angariar associados para estas entidades de classe e, concomitantemente, mostrar as vantagens que as Indústrias Gráficas terão em se filiar ao Convênio Médico-Hospitalar da Iguatemi. Maiores informações poderão ser solicitadas pelos telefones: 36-5900 e 66-8665. AB1GRAF EM REVISTA

D. Sônia Maria Bacheschi, diretora responsável pelo Dept() de Convênios da lntermed junto às Indústrias Gráficas.

Sr. Jesus Avino t diretor-presidente da Intermed. Firma responsável pela Assessoria Comercial da Iguatemi junto às empresas gráficas. 13


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ASSCCIACAO ERAIEPA CE TEO N.OLOGA GRAF°,

NOTICIÁRIO 1.Dados Gerais Primeiro cabe A. nossa

entidade expressar os agradecimentos a esta revista pela colaboração dada A. Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica e esta reiterando a sua vontade de contribuí-la de melhor forma possível.

A ABTG comunica a mudança do seu endereço: Rua Sergipe, 787 São Paulo (Pacaembú) - SP CEP: 01243 Tels: 257-4232 e 256-5401 Foram distribuidas malas diretas para as principais empresas gráficas e afins, associações relacionadas com o ramo gráfico e todas as regionais da ABIGRAF, explicando as mudanças ocorridas e a nova filosofia de trabalho, já com indicação de uma série de atividades. Foram denunciados, por lado da ABTG, os entendimentos mantidos com a revista Remag, de esta funcionar como "Orgão Oficial da ABTG". Este fato se deve decisão de a ABTG ter achado por bem, não manter mais um "Orgão Oficial". Em compensação colaboraremos com todas as revistas do ramo gráfico e afins para contribuir efetivamente com a 14

meu ona s nossas comunicações técnicas. 2.Cursos A ABTG decidiu ministrar cursos dirigidos, visando a melhoria técnica e teórica dos nossos colaboradores. Está sendo dispendida toda a atenção de elaborar cursos de alto gabarito, no nível superior do mercado. Cursos prontos: Seminário Intensivo de Princípios de Supervisão, Seminário Intensivo de Dinâmica Administrativa, Seminario Intensivo de Secretárias, Curso sobre Fotoreprodução Programada, Curso sobre Tecnologia de Papel e Cartolina.

rvros Está à disposição na ABTG o livro "Ofsset - Problemas de Impressão". Este livro apresenta um conteúdo prático e bastante acessível e é editado com licença da GATF. Existem planos, junto com

uma editora, publicar livros técnicos abrangentes aos diversos ramos da indústria gráfica. 6.Novidades ABTG A ABTG devera iniciar, em breve, a venda de

com OU as entidades, nas quais devemos ressaltar a AB I GRAF de São Paulo, a APP, a Escola Senai e ANA VE e contatos iniciais encaminhados com a ABI GRAF de Minas, Clube dos Produtores Gráficos, ABRIMEG, ABRE e ABCP. Outros contatos, inclusive corn entidades estrangeiras como GATF, FOGRA, I GT, UGRA, etc., já estão sendo iniciados ou aprofundados. Todas estas atividades visam um maior campo de ação, trocas de idéias e serviços mútuos.

assinaturas anuais de um boletim técnico, sobre os assuntos atuais do ramo gráfico, dentro e fora do Brasil. Tal boletim baseará 10.0bservação Final Existe na ABTG a seu argumento de venda na intensão nítida e clara de qualidade de informação. Cursos em elaboração: trabalhar efetivamente. O Tintas e Vernizes, 7.Padrões ABTG objetivo maior é, Impressão Offset, No sentido de uma melhor conseguir dar subsídios Impressão Rotogravura, racionalização na indústria para uma melhoria, do Controle de Qualidade, gráfica, a ABTG está ponto de vista técnico e Produção Visual, criando comissões especiais, administrativo, nas Acabamento, Scanner. com colaboração de indústrias gráficas e Cursos em estudo: Texto industriais e técnicos de indústrias afins. (Composição), renome, para estudo de Neste sentido calculamos Embalagem, Contabilidade normas industriais do ramo com a colaboração de Aplicada, Finanças gráfico, inicialmente todos, via sugestões, Aplicadas A' Indústria orientativas. críticas ou consultas. Gráfica, Estatística Já foram constituidas Evidentemente, muita Prática, Segurança comissões sobre os seguintes coisa ainda tem que se Industrial. clarear e definir melhor, assuntos: Padrão de originais e no entanto, estamos 3.Palestras produção de texto para a abrindo o leque de composição; Está confirmada a palestra atividades em todos os Padrão de sistemas de do Sr. Harvey F. George, sentidos, pois, estamos iluminação para originais e da Gravure Research convictos que aquele que Institute, Inc., para o dia impressos; não quer muito, ganha Padrão da escala 22/02/79, em colaboração pouco. E para poucos densitométrica; com a Abril S/A Cultural e resultados não estamos Padrão da escala Industrial, versando sobre disposto de sacrificar o os assuntos: a) Aspectos Europa. nosso tempo de lazer e, 'As Econômicos da Impressão Outros assuntos seguirão vezes, ate a nossa vida e b) Desenvolvimento como consequência familiar. normal. Tecnológico e Tendências Sabemos que Futuras da Indústria necessitamos do apóio 8.E,studo sobre as Gráfica. direto de todos os Organizações industriais e técnicos para Estão sendo desenvolvidos podermos progredir e dar 4.Biblioteca estudos para o sistema subsídios ao ramo gráfico Está sendo encaminhada e afins. Finalmente informativo das indústrias uma sugestão, para que as Gráficas. Como resultado expressamos a nossa grandes associações e preliminar está sendo opinião que, dentro da sindicatos de indústrias, previsto um projeto de disposição atual da ligados ao ramo gráfico, grande impacto, que deverá ABTG, o nosso sucesso embalagem, editorial, e, com isso, o sucesso da chegar a ser publicado em publicidade e papel se breve. indústria gráfica, será unam, para formação de diretamente proporcional uma biblioteca técnica, 9.Relações com outras consciência e as bastante enriquecida e a entidades atividades dos nossos custos relativamente A ABTG está estreitando industriais e técnicos. baixos.

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PAPEL PARA IMPRESSÃO Autor: Clayrton Sanchez

Na fabricação de papel, uma das preocupações mais importantes é que este tenha uma formação uniforme. Por for-

mação uniforme de um papel entendese o grau de dispersão das fibras e dos demais elementos que o compõem. Os fatores que influem na boa formação de um papel são inúmeros, destacando-se os seguintes, como mais importantes: Qualidade da água empregada na fabricação; Qualidade da celulose; Qualidade das cargas (caulim, algamatolito); Qualidade das resinas; Qualidade dos aditivos; Grau de refino da massa, de tanque para tanque (variação do mesmo ao longo da fabricação); Nível de conservação dos componentes da máquina de papel (tela, feltros, cilindros, bombas, caixa' de entrada,

desaguadores, prensas); Velocidade da máquina; Qualidade e Nível de Atenção dos operadores, além de outros fatores igualmente importantes. A formação uniforme do papel exerce influência, por sua vez, sobre diversas propriedades, tais como: resistência a tração, a rasgo, a ruptura, expansão/contração, dois lados, etc. Em conseqüência do exposto anteriormente, observa-se que a boa formação é importante para todos os tipos de papel, particularmente para papéis de impressão. Em se tratando de papéis finos, como, por exemplo, seda, cópia, essa boa formação é de importância fundamental. Durante o processo de fabricação do papel numa máquina plana (conhecida também como máquina de mesa plana ou Fourdrinier), a mistura de celulose, água, cargas, colas e outros aditivos é drenada continuamente. Na parte infe16

nor que está sendo formada, há um pequeno arrasto das fibras pequenas e cargas, além de outros componentes de peso específico maior, provocando, em maior ou menor intensidade, uma diferença entre as duas faces do papel. O contato dessa lâmina que está sendo formada com a tela formadora/drenadora também acarreta uma diferença de tratamento dos dois lados. O reticulado da tela utilizado é de fundamental importância na fabricação de papel, e para cada qualidade de papel sendo fabricado deve-se utilizar telas com número de fios por unidade de área ade-

quados. A tabela abaixo mostra a relação de fios e papéis típicos que podem ser pro-

duzidos: Malha 55 60 65 70 75 80

Fios

Papel

55x38

jornal, embrulho jornal, embrulho qualidade média qualidade média livros livros

60x40

65x44 70 x 52

75x56 80x60

Após passar pela tela formadora, o papel vai, a seguir, sofrer compactação nas prensas, as quais têm uma função muito importante na formação, pois elas podem afetar o per fil de espessura, a regularidade da umidade, etc. Já nos cilindros secadores, o perfeito controle das temperaturas dos cilindros, a ausência de marcas ou sujeiras, o paralelismo das faces, o estado de conservacão dos feltros, irão complementar a série de cuidados anteriormente tomados. Há certas máquinas com um equipamento adicional, localizado quase no final da zona de secagem. Esse equipamento, conhecido como prensa de colagem

(size press), tem por finalidades principais melhorar a colagem superficial e as características de impressão. Esse equipamento pode aplicar tanto uma simples solução contendo amido. como tintas pigmentadas, algo mais elaboradas. Alguns fabricantes, erroneamente, chamam de couché de máquina um papel que recebeu um tratamento na prensa de colagem (pigmentado ou não). Para nós, o termo papel couch& só se aplica a papéis que tenham recebido uma cobertura igual ou superior a 10 g/m2 de tinta, o que não ocorre na prensa de colagem, que pode chegar a 6-7 g/m2 de revestimento por face do papel. Após a prensa de colagem, o papel atravessa mais uma bateria de secadores, passando, posteriormente, para uma calandra da máquina que proporcionará um acabamento melhorado A. superfície do papel, em termos de lisura, porosidade, espessura, etc. Depois da calandragem, o papel poderá ser rebobinado ou, então, sofrer uma operação de corte e escolha, dependendo da venda, em bobinas ou em formato. Quando se fabrica papel para impressão, deve-se conhecer algumas características do processo de impressão e os problemas típicos envolvidos em sua utili-

zação. A impressão é um fenômeno coloidal complexo. Ë a aplicação de um material líquido ou plástico (a tinta) a uma membrana fibrosa coloidal, sob determinadas condições, com o objetivo de produzir certos efeitos óticos no papel impresso. Pequenas variações na tinta de finpressão, papel ou condições de impressão, podem desbalancear o sistema. O papel não pode ter suas características mudadas na gráfica, restando, portanto, ao gráfico mudar a tinta ou as condições de impressão. Da mesma forma que o fabricante de AB1GRAF EM REVISTA


papel deve possuir alguns conhecimentos sobre técnicas de impressão, deve o gráfico possuir alguns conhecimentos sobre as propriedades do papel. Impressão Offset Neste processo, a tinta de impressão é transportada praticamente no mesmo nível da chapa e não em alto relevo (tipografia) ou baixo relevo (rotogravura). Certas áreas (as de impressão) são receptivas e outras areas são repelentes. O processo de impressão Offset é empregado para os mais variados fins, destacando-se, dentre eles, rótulos, livros, displays, folhetos de propaganda, calendários, cartuchos, etc. Os papeis mais comumente usados são o apergaminhado, o ilustração, as cartolinas, o acetinado, o monolúcido, offset, papéis couche (um e dois lados), etc. Algumas propriedades do papel são decisivas para a boa qualidade do impresso, destacando-se, dentre elas:

Lisura Nos primórdios do processo de impressão offset, quando se usavam pedras para imprimir, a lisura constituía ponto Crítico para a obtenção de boa impressão. Com a introdução de cilindros revestidos com borracha, usados para transferir a tinta ao papel, tornou-se possível a impressão em papéis relativamente ásperos. Evidentemente, se se imprimir dois papéis com as mesmas características, com diferença apenas na lisura, o papel mais liso provavelmente dará um melhor ressultado na impressão. A lisura está relacionada com o tratamento que se dá ao papel na calandra ou supercalandra. Comumente se confunde lisura com brilho. Queremos esclarecer que se trata de duas propriedades que não são necessariamente correlatas. O brilho obtido através de calandra de escovas não beneficia com intensidade a lisura do papel. Instabilidade dimensional

Um dos pontos vitais em impressão offset. O papel é higroscópico (ávido por água) e muda de dimensões com variações na umidade. Essas variações depenABIGRAF EM REVISTA

dem de uma série de variáveis, tais como moagem, qualidade das fibras, tratamento a que o papel é submetido na máquina de papel, história da secagem, tracionamento, etc. Estas mudanças são menores no sentido da fibra (direção de fabricação) do que contra a fibra. Papéis e cartões variam no seu equilíbrio com relação ao teor de umidade. dependendo do tipo de fibra, equipamento utilizado na moagem, grau de moagem, etc., em função da variação da UR do ambiente, vide tabela abaixo:

Papel

43% UR

65% UR

82% UR

Sulfato Sulfito Livre de madeira Glassine Vegetal

7,46 8,06 8,00 8,76 7,95

9,44 9,36 9,75 10.5 9,67

12,3 12,5 12,7 13,5 12,5

Os problemas de instabilidade dimensional são minimizados com a observação dos seguintes fatos: 1 — Maior uniformidade de formação, teor de umidade, colagem, distribuição de cargas; 2 — Diminuição ao máximo da hidratação de celulose (moer em menor intensidade); 3 - Aumento da gramatura do papel; 4 — Aumento da espessura do corpo, com a conseqüente redução da calandragem.

Resistência superficial Normalmente, as tintas utilizadas em impressão offset são de alta pegajosidade (alto Tack) exigindo do papel elevada resistência superficial para suportar os esforços de impressão. O grau de fixação da superfície do papel pode ser determinado através do uso de bastões resinosos (lacres) com diferentes graus de pega. Existem no inercado bastões denominados Dennison, que possibilitam essa medida. Geralmente, um papel que resista ao esforço de um bastão n9 10 não dará problemas na máquina impressora.

Esse método não é aplicável a papéis revestidos (couché), porque o ensaio é efetuado a temperaturas elevadas, o que mascararia o resultado, visto que os papéis revestidos contem geralmente substâncias termoplásticas. Nesse caso, existe a possibilidade do emprego de mini-impressoras de laboratório, das quais o IGT é um tipo bastante conhecido.

Exigências Químicas papel deve estar. livre de partículas abrasivas e de .impurezas, pois estas podem se desprender do papel e estragar a chapa da máquina, provocando espuma e fazendo com que a tinta seja atraída para as áreas de contra-grafismo. pH da água deverá ser de 3,8, pois nesse pH a chapa é mantida limpa e a película de goma arábica das áreas não impressas mantém-se estável. Por outro lado, a presença de produtos solúveis em água (álcali livre, ácidos, alumem, cloretos) provoca espuma por ataque químico à chapa. papel deve estar livre de agentes tenso-ativos, pois estes tendem a se misturar na solução de água da máquina offset, causando, conseqüentemente, modificações das tintas. Os papéis não devem ser muito alcalinos, visto que os álcalis tendem a neutralizar o ácido da água, fazendo com que o pH desta aumente ate o ponto em que ocorrem problemas. A grande maioria dos papéis não recobertos tem um pH em tomo de 5, o que não causa problemas. Papéis couché contend o pigmentos alcalinos (CaCO3, branco lustroso) são as causas mais freqüentes de reclamações. Normalmente, o pH mais elevado faz com que se acelere o processo de secagem das tintas de impressão.

Bibliografia

CASEY —Pulp and paper, s.i. SANCHEZ, Clayrton — Tecnologia de papel com ensaios de laboratório, s.i. HIGHAM, Robert R.A. — A Handbook of paper making, s.i. 17


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A formação tecnológica profissional é o primeiro mandamento Autor: S. Dueiias Blasco. Publicado na Revista "ARTES GRÁFICAS USA" — Junho/Julho 1978. Tradução: Prof Jurandyr de Carvalho — Diretor da Escola Técnica de Artes Gráficas SENAI "THEOBALDO DE NIGRIS".

Não cremos que haja hoje, na altura do desenvolvimento tecnológico gráfico, nos países industrializados quem duvide ou possa negar a verdade imperativa desta afirmação. A formação tecnológica profissional é o primeiro mandamento que há de cumprir nossa indústria. O mesmo ocorre nos países em desenvolvimento. Tudo o que esteja a serviço de producão — e aqui se incluem empresas industriais e comerciais ou atividade econômica que arrisque um capital ou um posto de trabalho vital para a subsistência — todo o colaborador da mesma se há de cercar de conhecimentos que lhe permitam dominar a matéria de sua competência, ramo ou especialidade. Saber explicar o porquê e para que se executa determinado trabalho. Não só a manipulação de materiais, instrumentos manuais ou mecânicos que intervêm na elaboração dos produtos — mas também os conhecimentos e meios mais adequados para se alcançar mais segura e rapidamente os resultados desejados. A capacidade tecnológica não só incrementa, mas aperfeiçoa o ritmo de produção, assegurando basicamente com seu trabalho, no mínimo de tempo, o aperfeiçoamento do processo do cálculo comercial e do custo de venda. O produto para que seja rentável tem que ser obtido através de normas matemáticas precisas, em seu mais amplo sentido. Fatores incertos ou casuais são sempre ruinosos e inadequados para competir economicamente com os demais. ABIGRAF EM REVISTA

Assim, a formação tecnológica é sempre o elemento fundamental da indústria para se atingir produtos bons e rentáveis, o que permite competir melhor no mercado.

seus futuros clientes que suas investigações o capacitam a informar a fabricacão de uma máquina posterior, de raios laser muito mais aperfeiçoada que será capaz de produzir não somente sobre papel uma página inteira, mas inclusive O progresso tecnológico possibilita diretamente sobre uma chapa offset com a conquista de mercado texto, títulos e ilustrações. Hoje, mais do que nunca, a mão-deRecordemos assim mesmo, que tamobra, por melhor que seja, enfrenta o • bém a leitora automática eletrônica de risco de ser superada pelo desenvolvioriginais progride de maneira espantosa. mento tecnológico, pela automação meDe 200.000 a 400.000 sinais por hora cânica e eletrônica. chega a ser seu rendimento. Com isso se Não há nenhum setor da atividade grá- facilita a produção de composição autofica industrial, convencional ou não, que mática do progresso tecnológico atual. não haja sido afetado tecnologicamente E um golpe de morte definitivo no pelo progresso contemporâneo, em todas linotipista e no compositor tipográfico, as suas ramificações: a composição tipopor mais hábil que possa ser. gráfica manual e mecânica de outrora, a A carência de uma infra-estrutura impressão tipográfica, a litografia direta e indireta, a rotogravura, a fotografia, a profissional competente encadernação e demais ramos afins de Não há dúvida que o progresso tecnoorigem mais ou menos recente. lógico moderno na indústria gráfica tem A composição tipográfica 6 talvez o caminhado mais depressa que a formação setor mais profundamente atingido pelo profissional em geral. progresso mecânico eletrônico moderno. Este fato tem surpreendido e prejudiA forma de imprimir, de tipos soltos cado indevidamente a todos. Isto porque, fundidos, é a que mais tende a desapaperde todo o sentido e eficácia produtora recer ou transformar-se. falta de infra-estrutura pro fi ssional. Na última DRUPA em Dusseldorf, E atualmente não há suficiente pessoal todo entendido pode admirar a Anima capacitado e adequado b. nova tecnolopalavra em fotocomposição eletrônica, gia. Inclusive, nota-se um certo retraicom sistema de raio laser. Referimo-nos mento humano, ou seja, uma determinaa Lasercomp e à Dymo DC 1000. da limitação de pessoal novo, tão necesUma página inteira de um periódico sário à renovação de profissionais de se pode compor com esses equipamentos artes gráficas. num espantoso ritmo de alguns milhões Em alguns países europeus se anuncia de sinais por hora. a existência de postos livres de trabalho Um fabricante chegou a advertir a que não podem ser preenchidos por não 19


haver pessoal capacitado para o trabalho. E isso apesar de haver desempregados na indústria. A Alemanha, apesar de sua grande tradição gráfica docente e industrial, publica estatísticas que nos revelam uma retração geral de aprendizes nas escolas profissionais. Parece que se perde a confiança no futuro ou na sua própria eficácia. Damos abaixo alguns dados acerca do problema na Alemanha de alunos matriculados nas escolas gráficas.

1968 163 Compositores 85 Impressores 18 Fotolitógrafos 8 Estereotipadores

1973 133 67 22

1976 93 37 10

Na França, um órgão profissional parisiense escreve: "o que não se encontra mais são tipógrafos... daqueles que saibam compor, que é coisa bem distinta do saber teclar. Quem irá substituir os que sabem? E como? Não há mais caminho viável na Escola... Mas não para reaprender o que é antigo. E para aprender o que em verdade

significa escrever e ajustar páginas, o que seria aprender a paginar, a diagramar." Um profissional suíço, analisando o que foi apresentado na DRUPA/77 pela Linotype, advertia: "Na Linotric, somente um tipógrafo capacitado poderá estar em condições de assegurar um rendimento manual a esse equipamento". Conclusões importantes para a indústria g,rafica Resumindo tudo o que foi exposto até aqui, se pode chegar às seguintes conclusões: A capacidade profissional adequada continua sendo uma lei primordial para toda indústria gráfica em geral. Quem não adquire essa capacitação não pode se considerar gráfico capaz. Por isso, está exposto a perder seu posto de trabalho a qualquer momento; O progresso tecnológico exige uma formação básica clássica, no estilo dos grandes impressores do passado (na Europa) completada com uma readaptação técnico-prática às novas tecnologias surgidas; A eficiência industrial contemporânea somente será garantida se se puder dispor de profissionais que dominam tecnologicamente o sistema de produção;

Na atualidade, há carência de suficiente pessoal gráfico capacitado e apto a desenvolver suas atividades dentro das modernas técnicas existentes. E necessário impor-se uma campanha de readaptação do pessoal existente; As Escolas Gráficas são as instituições mais adequadas a realizar a formacão básica clássica e a moderna readaptação tecnológica; O Estado e os organismos oficiais existentes são os centros mais aptos a realizar e controlar a formação profissional e a readaptação tecnológica. Sem dúvida, a indústria gráfica precisa dispor dos meios existentes, se não quiser soçobrar na concorrência e na incapacidade futura; A. criação de bolsas de estudo para a formação ou readaptação profissional necessária e se destinarão a estimular, aperfeiçoar e consolidar as possibilidades dos mais aptos e estudiosos das artes gráficas. Com essas bolsas se deverá facilitar a assistência a cursos especiais nacionais ou estrangeiros. Sera estimulado o amparo aos estudiosos das artes gráficas, em favor de um melhor desenvolvimento e prosperidade da formação profissional e da indústria gráfica em geral.

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20

ABIGRAF EM REVISTA


Prof. Jurandyr de Carvalho — Diretor da Escola SENAI -Theobaldo de Nigris", dirigindo a palavra aos participantes da CONLATINGRAF.

Desenvolveu - se com pleno êxito a Reunião Técnica da CONLATINGRAF

Antecipando a realização da 64 STAG — SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS, teve lugar nos dias 14 e 15 do mês de outubro p.p.,. revestida de enorme sucesso em todas as decisões, a Reunião Técnica da ConlatingráfIca. O ponto culminante dessa Reunião, além do desenrolar de muitas outras decisões de suma importância, foi a palestra que teve por tema: Produção

e Comercialização de Livros e Revistas, sob a supervisão dos engenheiros Ramon Carlos Solanes e Jayme Lewin, AB1GRAF EM REVISTA

da Argentina; Juan Manuel Colombo, Presidente da Associação Argentina da Indústria Gráfica. Ë necessário frisar a atividade dinâmica que a Conlatingraf, sob a direção do Sr. Jorge Newton Bezada, do Peru, vem desenvolvendo ern prol do aprimoramento tecnológico e social da Indústria Gráfica dos Países Membros da America Latina. Processou-se, também, a reunião do Comae Jurídico da Conlatingraf na América Latina, com as presenças do Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, nomeado coordenador jurídico dessa

entidade na America Latina; do Dr. Roberto Avalos Z., assessor jurídico do Peru; Sr. Juan Manuel Colombo e Jose Maria Rivas, da Argentina. Este úl timo encontro visou o assessoramento e consolidação da estrutura desse organismo internacional junto aos Países membros. Ressaltamos prazerosamente a presença neste evento como representante dessa entidade o Sr. Rodolfo Salom, secretário executivo, acompanhado de sua eficiente secretária D. Angelica Larrobla. 21


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A linguagem escrita éo instrumento mais antigo e eficiente do Homem para comunicar-se com o mundo. Desde 1953, nossa principal preocupação tem sido atender á constante necessidade de aperfeiçoamento na comunicação escrita Off-set Villa Rica Italcópia Cheque Papel para correspondência E mais: Papel para autocopiativo químic (Carbonless Chemical Paper) Papel base para laminados decorativos Papel para heliográfico Papel base para "couché:' Solicite nosso catálogo. grupo industrial

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Países participantes e respectivos representantes Como participantes do Brasil, destacamos os senhores Rubens Amat Ferreira, Presidente da ABIGRAF; Sidney Fernandes; Ernani Parise; Adelino Gameiro Ferreira; Waldyr Friolli; Irineu Thomaz; Dráusio Basile; Elias Valentir; Jacques G. Oppenhein; José Ferrari; Antônio Bolognesi Pereira e Dr. Luiz Carlos *Cunha Vieira Weiss. Da Argentina, destacamos os senhores Juan Manuel Colombo; Ratnom Carlos Solanes; Francisco Lorenzo; José Maria Rivas; Jayme Lewin e Claudio Mejia. Do Uruguai, contamos corn a presença dos senhores Enrique W. Silvera; Rodolfo Salom e Angelica Larrobla. Paraguai: Sr. Raul Gonzales Galeano; Raul Bernal e Rolando Femandes. Peru: Srs. Jorge Newton Bezada; Carlos Astome Lobaton; Roberto Avalos Z.; Andrés Carbones e Adolfo Nufies R. Do México: Sr. J. A. Alducin. Após o encerramento dessa importante Reunião, a maioria dos participantes permaneceu em nosso país, prestigiando, com suas presenças, a realização da 64 STAG — Semana Tecnológica de Artes Gráficas, que se configurou, pelo seu estrondoso êxito, num dos mais significativos acontecimentos este ano dentro do setor gráfico.

Srs. Rubens Amat Ferreira — Presidente da ABIGRAF, e Juan Manuel Colombo, da Argentina.

Sm. Jorge Newton Bezada, do Peru; Carlos Astome Lobaton — Presidente da CONLATINGRAF; e Rodolfo Salom — Secretário Geral da CONLATINGRAF.

Da esquerda para a direita vemos os Srs. J. A. Alducin, do México; Raul Gonzales Galeano e Dr. Rolando Femandes, Paraguai; e Enrique W. Silvera. ABIGRAF EM REVISTA

A esquerda temos o Sr. J. A. Alducin, México, e Sr. Francisco Lorenzo, Argentina. 23


ÍFIESP CIESP em

notícias TÉCNICOS EM COMÉRCIO EXTERIOR ORIENTAM NOSSOS EXPORTADORES Em mesa-redonda promovida na sede da FIESP/CIESP, técnicos que participaram do I Ciclo de Treinamento de Especialistas em Promoção Comercial — CITRE, do Ministério das Relações Exteriores (ID, julho de 1978, pág. 36), prestaram vários esclarecimentos sobre nossas possibilidades e dificuldades no comércio exterior. Dois fatores foram apontados, por todos eles, como os principais obstáculos ao incremento de nossas vendas externas: desconhecimento quase total, por parte da maioria dos exportadores, das condições de comercialização no exterior, e grande desinformação dos importadores estrangeiros sobre o potencial brasileiro de fornecimento. Como exemplo citaram os EUA. Apesar desse pairs ser o principal comprador dos produtos brasileiros, nossa participação nas importações da costa Oeste americana é de apenas 0,45%. Excluindo-se o café do total, o índice desce a 0,01%, ou praticamente zero. Acrescentaram que são os seguintes os fatores de sucesso de vendas nessa região: preço, aparência de qualidade (nem tanto a qualidade), condições de entrega e escolha dos intermediários. Ali há boas chances de colocação de calçados, roupas, confecções esportivas, infantis, 24

autopeças, móveis, ferragens, tradicionais da Europa área de atuação da SUDENE. artigos de couro e materiais Ocidental têm conexões e O trabalho, lido pelo esportivos (principalmente contatos que podem facilitar a diretor do Departamento bolas de futebol e chuteiras, penetração de nossos produtos Jurídico da FIESP/CIESP, pois esse esporte está ganhando em países da Africa, Oriente Wilson de Souza Campos adeptos). Médio e outras áreas da Asia. Batalha, durante reunião Outras informações dos Às vezes, há pormenores plenária destas entidades, foi técnicos: entregue ao diretor do curiosos entravando as vendas Escritório daquela A penetração no mercado (é preciso conhecer costumes Superintendência em e hábitos de determinados inglês deve ser feita através de São Paulo, Sr. Lyncoln Pereira povos). agentes importadores de Araújo, após a palestra do As feiras internacionais — especializados, pois os representante da SUDENE acrescentam eles — são o empresários de lá não lidam sobre a sistemática de instrumento promocional diretamente com os aplicação do Fundo de mais eficaz. Entretanto seu exportadores. A Inglaterra Investrmentos do Nordeste resultado depende muito do pode ser ponta-de-lança para o (FINOR), no Palácio Maui expositor. Um exemplo: Oriente Médio e a Africa, por Nesse parecer, a indústria de catálogos e listas de preços ter grande influência nessas SP manifesta posição contrária devem ser escritos no idioma regiões. ao projeto de lei de autoria de o do país onde se realiza A França apresenta Genival Tourinho, porque, empresários evento. Muito.s possibilidades de incremento entre outras razões, "sob o chegam a Paris com material nas compras de abacate e pretexto de regular ou de promoção em português, abacaxi in natura, sucos disciplinar a manutenção de castelhano ou inglês, tropicais, móveis, calçados, empreendimentos na área da esquecendo-se que na França confecções e pescados. SUDENE, o projeto de lei, em fala-se francês. No Japão a qualidade realidade está cuidando de quase uma obsessão. Nesse matéria financeira, pois pals há oportunidades para pretende negar ou retirar a FIESP ENCAMINHA produtos primários, isenção do imposto de renda manufaturados leves PARECER E FAZ a empresas que estão gozando SUGESTÃO À SUDENE (enlatados, massa de tomate, desse benefício por haverem palmito, geléias), aves e A Federação e Centro das cumprido as condições legais camarões congelados, móveis Indústrias do Estado de São fixadas na legislação vigente". (pequenos, pois as casas Entende o parecer, que o japonesas têm cerca de 20 m 2 ), Paulo, encaminharam 5. SUDENE, através do referido projeto "ofende, de roupas, toalhas e artigos de Escritório desta autarquia na início, o parágrafo 39 do artigo couro. capital paulista, parecer de sua 153 da Constituição Federal, Na América Latina Assessoria Jurídica, elaborado que não permite que a lei existem oportunidades para pelo jurista Luiz Mélega, sobre prejudique o direito adquirido, serviços, bens de capital, projeto de lei federal o o ato jurídico perfeito ou a material de transporte e que estabelece n9 2.823/76 coisa julgada", acrescentando máquinas e implementos condições para a manutenção que a vantagem que as agrícolas. empresas itisadas hoje Reunindo suas vivências nas de empreendimentos industriais ou agrícolas na desfrutam, em razão de diferentes regiões onde estagiaram, os especialistas chegaram a um conjunto comum de recomendações, a serem feitas aos exportadores, para o bom desempenho no exterior. Contato pessoal com o importador é importante, mas só após a necessária preparação, com razoável antecedência e orientação da missão diplomática brasileira local. O intermediário deve ser escolhido com cuidado, pois de sua atuação depende o sucesso do empreendimento. Com grande experiência Diretor da SUDENE fala aos empresários. internacional os comerciantes ABIGRAF EM REVISTA


haverem atendido condições e exigências constantes de legislação específica, não podem ser alteradas porque já incorporadas ao patrimônio como um direito que adquiriram em troca de compromissos assumidos e cumpridos. O projeto de lei, que tramita no Congresso, estabelece que as pessoas jurídicas ou firmas individuais que mantenham ou venham a manter empreendimentos industriais ou agrícolas na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, beneficiando-se de incentivos fiscais, deverão, obrigatoriamente, instalar escritórios de administração, contabilidade e comercialização, assim como quaisquer outras atividades que exerçam direta ou indiretamente, no mesmo município em que for sediado o empreendimento industrial ou agrícola. Segundo, ainda, o projeto de lei, as pessoas jurídicas ou firmas individuais, cujos empreendimentos estejam em fase de implantação ou sejam já considerados implantados pela SUDENE, terão prazo de seis meses, contados a partir da vigência da lei (se lograr êxito o projeto), para o atendimento da exigência. A proposição prevê que as empresas que inobservarem as exigências mencionadas não poderão gozar de quaisquer benefícios fiscais, ficando impedidas de transacionar com os estabelecimentos oficiais de crédito, até o cumprimento das aludidas exigências. O estudo da F1ESP/CIESP foi recebido pelo sr. Lyncoln Pereiia de Araújo, que prometeu encaminhá-lo Superintendência, no sentido de ficar consignado o ponto de vista da indústria paulista.

Maior Fundo da AL Após ter sido saudado pelo presidente da F1ESP/CIESP, Sr. Theobaldo De Nigris, ABIGRAF EM REVISTA

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Pereira de Araújo discorreu sobre a mecânica do FINOR, especialmente sobre os leilões em bolsas de valores de ações de empresas investidoras daquele Fundo (periodicamente o Bando do Nordeste e a SUDENE escolhem 30 empresas e levam os títulos destas firmas â bolsa. Nesse leilão, as pessoas jurídicas podem trocar seus Cis por ações, cujo valor nominal é inferior a 1 cruzeiro). Segundo o diretor da SUDENE, feita a troca, as empresas poderão procurar as corretoras, os bancos de investimento ou as financeiras para recebimento efetivo das ações, num prazo que gira em torno de 40 dias. Em seguida, Pereira de Araújo informou aos

empresários que o FINOR, criado em 1974, movimenta uma carteira de 14 milhões de cruzeiros ern ações, o maior fundo que existe no País e na AL, agregando, atualmente, perto de 930 empresas. "0 orçamento do FINOR para este ano tem uma previsão de 7,3 bilhões de cruzeiros", afirmou o diretor da autarquia, lembrando que este total se eleva a 10 bilhões, contado o empréstimo da ordem de ISO milhões de dólares (perto de 3 bilhões de cruzeiros) junto a um consórcio de bancos japoneses. Aquele total seria composto, então de 5 milhões provenientes de pessoas jurídicas, 2 bilhões subscritos pelo próprio Governo Federal e mais os citados 3 bilhões do empréstimo, com aval o ficial.

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No sentido de tornar conhecido em pormenores, o FINOR junto ao empresariado industrial, o diretor da SUDENE fez a sugestão de uma publicação, com o patrocínio da FIESP/CIESP, que circulasse amplamente no parque fabril. Por sua vez, o presidente Theobaldo De Nigris acolheu com interesse a sugestão, em face da própria participação de São Paulo nesse processo, reflexo de sua preocupação para com a agilização da economia nordestina, de seu mercado e, conseqüentemente, com o País mais equilibrado social e economicamente. O vice-presidente e diretor do Departamento de Economia da FIESP/CIESP, Oswaldo Palma, fez uma série de

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Noticiário SENAI Empresa Gráfica: Tecnologia Aplicada Versus Estruturas Organizacionais Técnico gráfico formado pela Escola de Artes Gráficas de Essen, na Alemanha, e, atualmente, gerente de produto da Abril S/A. e diretor da ABTG (Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica), Peter Rohl foi um dos conferencistas da 64 "STAG" (Semana Tecnológica de Artes Gráficas), realizada pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", nesta Capital (Mooca). Desenvolvendo o tema "A estrutura empresarial gráfica sob o ponto de vista técnico e administrativo", inicialmente fundamentou sua palestra discorrendo sobre os conceitos de Desenvolvimento, Estruturas Organizacionais, Planejamento, Organização e Programação, abordando ainda outros aspectos relacionados com Tecnologia Aplicada e Estruturas Organizacionais, Situações de Mercado e Marketing e Análise de Investimentos, sugerindo aos ouvintes elementos para uma análise mais aprofundada de vários fatores em jogo quanto à gerência de urna empresa gráfica. Antes de concluir sua palestra, ressaltando que "a tecnologia não tem fim por si própria, mas se acha interligada a fatores sociais mais complexos", e que "certamente, o fator mais importante é o treinamento e a conscientização do pessoal", Peter Rohl alerta para o conflito entre a Tecnologia Aplicada e as Estruturas Organizacionais: "Assim, analisando esses problemas de maneira mais ampla ou mais restrita, tropeçamos constantemente em empresas, 28

cujo orgulho, sobre os modernos equipamentos, é contrariado pelas estruturas organizacionais existentes, fator que leva a um mau aproveitamento, às vezes, pelo menos em termos de custo, pior do que certas máquinas mais velhas. Portanto, o primeiro passo, ao pensar em investimentos, é melhorar a estrutura organizacional da empresa".

Engenheirandos do Mackenzie Estagiarão no SENAI Os alunos de Engenharia da Universidade Mackenzie farão estágio nas Escolas SENAI "Nadir Dias de Figueiredo", em Osasco, e "Orlando Laviero Ferraiuolo" e "Roberto Símonsen", nesta capital. O estágio é decorrente do Termo de Colaboração firmado entre o Departamento Regional do SENAI de São Paulo e a Universidade Mackenzie, representados na ocasião por Theobaldo De Nigris e Paulo Ernesto Tolle, respectivamente presidente do Conselho Regional e diretor Regional do SENAI, e pelo rev. Boanerges Ribeiro e dr. Paulo Breda. Filho, respectivamente presidente e reitor do Instituto Mackenzie. Oferecendo aos engenheirandos a oportunidade de uma complementação prática nas oficinas das unidades da rede .escolar do SENAI, o estágio sera desenvolvido aos sábados, com a supervisão do diretor das respectivas escolas ou do coordenador por ele designado, e de um assessor do Mackenzie, que se encarregarão de acompanhar o andamento das atividades e auxiliar no desenvolvimento dos programas, enriquecendo os trabalhos práticos com informações tecnológicas adequadas.

Mecânica Fina: uma Tecnologia a Incrementar Fortalecer a tecnologia nacional através da preparação de técnicos e da promoção de pesquisas e estudos mais adequados as necessidades do País foi o princípio orientador da 1 Semana Tecnológica de Mecânica de Precisão, que o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial fez realizar no período de 6 a 10 de novembro, no auditório da Escola SENAI "SuíçoBrasileira", na rua Bento Branco de Andrade Filho, 379, em Santo Amaro, nesta Capital. Referida promoção constou de 17 conferências, que foram apresentadas em uma média de quatro por dia, e de uma exposição de produtos industriais de 17 empresas do setor e outros 28 projetos elaborados e executados por alunos daquela unidade escolar, sob a coordenação de seus professores.

Balanço A I Semana Tecnológica deixa como saldo positivo a convicção de que é possível, a médio prazo, superar a dependência tecnológica ainda existente nessa área. Esse ponto de vista, defendido na abertura da I STEMP por José Dion de Mello Teles, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, foi retomado por outros conferencistas durante a Semana. Um deles, o engenheiro Karlheinz Blutaumiiller, começou sua palestra sobre os "Aspectos Gerais da Mecânica Fina — Situação geral no Brasil", colocando em evidência o mundo da micromecânica que nos cerca e do qual poucos têm percepção clara: — "A Mecânica Fina nos

vem de encontro o dia inteiro. Estamos envolvidos por esta parafernália eletromecânica, sem a qual nada funciona: radios, relógios, calculadoras, impressoras, copiadoras, computadores, registradores, cimaras fotográficas, filmadoras, reveladores e projetores, em cuja tecnologia podemos encontrar maior ou menor refinamento mecânico, ou seja, mecânica fina." Em seguida, apresentou algumas razões da dependência nesse setor: — "Pode-se compreender facilmente a importância da Mecânica Fina, por se tratar de "mecânica de objetos pequenos", onde a maior parte do custo incide na mão-de-obra e não na matéria-prima; no conteúdo tecnológico e não no peso (como no caso da mecânica tradicional), e onde, podemos dizer, há ainda ponderável dependência da tecnologia exterior".

Auto-Suficiência Tecnológica — "Para se caminhar aceleradamente em direção à desejada auto-suficiência nesta area tecnológica — continua aquele conferencista — qualquer atividade de natureza produtiva terá que ser precedida de formação de pesquisadores, engenheiros, técnicos e operários, através de atividade de ensino, pesquisa e treinamento artesanal. "A implantação de cursos de Mecânica Fina em Universidades e Escolas Técnicas, permitirá preparar o terreno para a instalação de atividades industriais do setor. Urge desenvolver a Mecânica Fina, para atender as outras tecnologias que dela tanto necessitam, e iniciar pela formação de pessoal, seguindo este belo exemplo, que é o SENAI". ABIGRAF EM REVISTA


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Flashes CONSANI COMEMORA SEU 409 ANIVERSARIO

Máquinas Consani Ltda. comemorou, dia 23 de setembro de 1978 o seu 409 ano de exiVência dentro do setor gráfico. Fundada em 23/09/1938, essa empresa se dedicou sempre à fabricação de máquinas e equipamentos gráficos para o setor tipográfico de boa qualidade técnica e de grande durabilidade. Seus diretores, Srs. Eugênio Consani e Otto Consani, aproveitaram o ensejo da data para homenagearem o seu amigo e revendedor de

máquinas, Sr. Paschoal De Simone, pelos grandes serviços prestados a Máquinas Consani Ltda., no setor de vendas de suas máquinas, e pela sua criatividade e colaboração no mais recente lançamento da Consani, ou seja, um modelo de Impressora Tipográfica de 1/4 — Standard, com todas as características técnicas da mesma impressora de linha, mas oferecida ao mercado gráfico a um preço bastante acessível. ABIGRAF EM REVISTA parabeniza Máquinas Consani Ltda., pelo seu 409 aniversário, desejando muito êxito na comercialização desse seu mais recente lançamento.

A foto mostra o Sr. Rudy Cervi, da firma representante-POLAR, a Sears Ltd., entregando a POLAR n9 1000 ao diretor-presidente da Coast Trade Bindery Ltd., o Sr. Gordon Nex, à esquerda. Trata-se de um empresa que se tomou uma das maiores em encadernação do Oeste A Coast Trade Bindery Ltd., canadense, pois que acompanhou devidamente a é uma encadernadora do Oeste do Canadá e nela a nova evolução da indústria gráfica do Condado de British POLAR 115 CE opera com Columbia com equipamentos uma outra, de 112 cm, isto é, uma POLAR 112 ELTROMAT. modernos. êxito na venda desses produtos nesse país.

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Notamos a presença de vários empresários da Indústria Gráfica nacional. GUILHOTINA PARA PAPÉIS, POLAR n9 1000, FORNEC ID A PARA O CANADA Recentemente, foi vendida para a Coast Trade Bindery Ltd., uma encadernadora da cidade de Vancouver (Britsh Columbia), no Canadá, uma guilhotina para papéis, POLAR, modelo 115 CE, que 6. a segunda máquina de cortar papéis dessa empresa e a milésima fornecida para o Canadá. 30

Não é somente nesse país que a POLAR é a guilhotina mais vendida, mas também em todo continente americano a marca POLAR se faz presente em guilhotinas de papel, e conta com mais de 50.000 unidades instaladas em todo mundo, o que faz dela a guilhotina de maior renome. E foi devido ao alto padrão de qualidade e técnica das mais avançadas que a Sears Ltd., representante das guilhotinas POLAR para o Canadá, conseguiu grande

Este forno tem a finalidade de cozer a camada de certos tipos de chapas pré-sensibilizadas. As chapas queimadas têm a sua capacidade de impressão

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é dos mais promissores do mundo, além do país se constituir também, por seus recursos madeireiros e Dentro de dois anos estará condições de clima, em funcionando, em Campinas, excelente base de operações São Paulo, a primeira indústria para novos empreendimentos. brasileira de equipamentos para Outro fator seria a nítida fábricas de papel. Contrato preocupação com o nesse sentido foi assinado na saturamento dos mercados capital da Finlândia, Helsinque, tradicionais, como a Europa entre o Brasilinvest e o Grupo (por eles controlado) e os Pilão, pelo lado brasileiro, e o Estados Unidos (sob influência Grupo TVW, um conglomerado canadense). de empresas finlandesas, Atualmente, o Grupo formado a partir da fusão de TVW, que controla com certa interesses entre a Tampella, tranquilidade a grande maioria Valmet e WR e Warisila. da produção e exportação A empresa a suigir, no finlandesa de papel, já mantém esquema de joint-venture, acordos semelhantes ao que terá capital inicial de cerca de acaba de ser concretizado com USS 8 milhões, ficando os os brasileiros, com empresas do brasileiro com 52% das ações; Japão, Alemanha e França. aos finlandeses caberá além dos O presidente da Brasilinvest, 48% restantes do capital, o Mário Garnero, que assinou o fornecimento de tecnologia e contrato pelo lado brasileiro, treinamento de pessoal disse que este é apenas um especializado nas áreas técnicas primeiro passo para os bons e de comercialização. negócios que os empresários Os finlandeses acreditam que finlandeses e brasileiros estão o mercado brasileiro de papel prontos a concretizar.

MÁQUINAS PARA CELULOSE VIRÃO DE CAMPINAS

SIGB LANÇA A PEDRA DE SUA SEDE PRÓPRIA Em cerimônia simples, os empresários da indústria gráfica de Brasilia lançaram a pedra fundamental da futura sede de seu,sindicato, no Setor de Indústrias Gráficas — Bloco C — Lote 87. 0 lançamento fez parte da programação do 19 Congresso das Indústrias Gráficas de Brasilia, encerrado ontem à noite no HP — Center, situado na 102 Norte. Cerca de 30 pessoas estiveram presentes â solenidade, entre as quais o presidente da Federação das Indústrias de Brasília 7. FIBRA — Francisco Leocádio Araújo Pinto; Hilton Pinheiro Mendes,

presidente do Sindicato das indústrias Gráficas de Brasília; Rubens Amat Ferreira, presidente da Associação Biasileira das Indústrias Gráficas; empresários e convidados. Na ocasião, o secretário do congresso leu a ata de lançamento da pedra fundamental, enquanto era preparado o local da cerimônia. Em seguida, os presentes assinaram a ata, que foi colocada em uma pasta e enterrada no local onde será construída a sede do sindicato.

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Flashes APLICAÇÕES GRÁFICAS

tarifários para coletivos intermunicipais, foram

O Instituto de Engenharia rejeitados. e a Sucesu promoveram, dias Como último reajuste, 23 e 24 de novembro, o I o plenário de ministros do Simpósio sobre Aplicações CIP determinou a majoração Gráficas por Computador, na das tarifas de transporte sede do I.E., viaduto Dona' coletivo urbano das cidades Paulina, 80, 89 andar. Estas de Volta Redonda (Cr$ 2,50) Aplicações são programas e São José do Rio Preto, e metodologia para tratamento porém indeferiu as de Jacareí. e representação gráfica de informações, com o auxilio do computador, plotter, O GRÁFICO digitalizador e terminais de AMADOR AGUIAR vídeo. Podem ser utilizados na Engenharia (representação O banqueiro Amador de estruturas, preparação de Aguiar, que começou sua vida plantas topográficas e desenhos como tipógrafo, preparando-se de circuitos), na Geografia para entrar, decisivamente, na área da indústria gráfica. (preparação de mapas), no Até janeiro do próximo ano, planejamento urbano ele pretende abrir escritórios (preparação de mapas com para vendas a terceiros da densidades, zoneamento, Gráfica Bradesco nos Estados redes de transporte), na de Santa Catarina, Rio Grande Arquitetura (preparação de do Sul, Minas Gerais e em croquis e plantas) e na alguns Estados do Nordeste. Administração (gráficos e De acordo com a edição histegramas). "Maiores e Melhores", da Exame, a Gráfica Bradesco foi considerada a "Empresa CIP DA AUMENTO do Ano". A avaliação foi feita AO PAPEL com base nas vendas O Conselho Interministerial (crescimento e rentabilidade), de Preços, concedeu novo rentabilidade do patrimônio, aumento para o papel "Kraft" capitalização e liquidez geral. Esta segunda majoração foi A concorrência está de de 2,05%, em atenção ao nariz torcido. Sindicato da Indústria de Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel do Estado A CORÉIA CONTINUA de São Paulo. A COMPRAR NOSSA Os outros reajustes CELULOSE atingiram os potenciômetros em 7,77%; os motores elétricos, Um segundo carregamento em 4,8% e os produtos de de celulose bianqueada de artefatos de poliester, fibra eucalipto, dessa vez de seis de vidro em 4,85%. Além mil toneladas, acaba de ser disso, o CEP elevou os despachado pela Suzano-Feffer coeficientes tarifários dos para o porto de Inchun, transportes intermunicipais na Col-6a do Sul. O primeiro, da Bahia em: tipo I (com enviado na segunda quinzena de agosto, foi de três mil pavimentação) 7,6% e tipo toneladas. II (sem pavimentação) 8,3%. Além da Coréia do Sul, No entanto, para o Espírito foram efetuadas vendas, em Santo os pedidos de reajustes

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1978, para mais quatorze países: Argentina, Equador, Uruguai, Colômbia, Chile,

de 572.520 toneladas, das quais a Suzano-Feffer (Cia. Suzano de Papel e Celulose) Peru, Venezuela, Guatemala, participou com 19,5%, ou seja, 111.514 toneladas, volume que Estados Unidos, França, confirma a sua liderança nesse Alemanha, Japão, Nigéria e setor. Os dados foram Angola. divulgados pela Associação As exportações de celulose Paulista, dos Fabricantes de branqueada de eucalipto pela Papel e Celulose. Suzano-Feffer poderão atingir 30 mil toneladas este ano, ou Da produção brasileira de seja, seis vezes mais do que papéis de imprimir e escrever, as de 1976. 221.742 toneladas neste primeiro semestre, a SuzanoFeffer participou com 37.635 PRODUÇÃO DE PAPEL toneladas, ou 17%. E da produção total brasileira de De acordo com o anuário papéis, no mesmo período da Associação Paulista dos (que inclui jornal e Fabricantes de Papel e embalagens), de 1.172.698 Celulose, a produção brasileira toneladas, a Suzano-Feffer de papel em 1977 foi de 2 contribuiu com 7,2%. milhões 235 mil toneladas. Existem 165 empresas neste Na exportação brasileira de ramo operando no Brasil. celulose branqueada de fibra O conglomerado Klabin, curta, de 71.074 toneladas, as que utiliza predominantemente suas empresas tiveram uma fibra longa de pinus para papéis participação de 16,7% e na de e embalagens, sacos papéis de imprimir, escrever multifolhados, caixas de e cartões, que atingiu no global papelão ondulado e papel brasileiro 41.543 toneladas, jornal, lidera a produção total. a Suzano-Feffer liberou Entre as empresas que exportações de 2.954 toneladas, utilizam fibras curtas, o ou seja, 7,1%. primeiro lugar é da SuzanoEm termos de oferta Feffer, que emprega tais fibras Suzano-Feffer, a exportação de nos cartões de embalagens e papéis e cartões representa nos chamados papéis culturais. apenas 3,5% de sua produção, É esta a posição das ficando os demais 96,5% para empresas percentualmente: atendimento da demanda

Klabin, 16,4%; Suzano-Feffer, nacional. 7,8%; Simão, 5,9%; Champion, A partir de maio de 1979, 5,8%; Ripasa, 4,9% Olinkraft, começa a operar o seu quando 3,7%; Rigesa, 3,2%; Pirahy, novo conjunto produtor 2,1%. Os oito grupos acima B7/MP2, a oferta Suzanocontribuilam, com suas 21 Feffer ao mercado local e. empresas, com 49,4% da internacional terá um produção total. acréscimo de 6.000 toneladas SUZANO-FEFFER MANTÉM A LIDERANÇA NA PRODUÇÃO DE CELULOSE A produção brasileira de celulose de fibra curta, no primeiro semestre de 1978, foi

de capacidade mensal, em papel de imprimir e escrever de baixa para média gramaturas, entre couch& e papéis não revestidos que ajudarão inclusive a reduzir a importação de papéis hojë não fabricados no País. ABIGRAF EM REVISTA


Flashes de matéria-prima até a utilização de equipamentos. As sessões técnicas ocorreram em dois períodos (matutino e vespertino), com a apresentação de quatro a cinco trabalhos em cada sessão.

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Uma unidade marcadora de baixo custo e versátil, tano para superfícies porosas quanto não porosas, o Lawco RolaStencil tem um largo uso na indústria, para todos os tipos de operações de reprodução. Oferece considerável economia de tempo e trabalho, permitindo marcação rápida e sem esforço em embalagens como caixas de madeira e papelão, e sacos de papel. Ë igualmente adequado para marcar tambores de metal, folhas de metal, laminados plásticos e folhas de PVC e amianto. O Lawco Rola-Stencil incorpora um cabeçote e um mecanismo de rolo entintado e apresenta um recipiente de tinta ajustável. Esta característica do desenho, reduz o tempo e toma as operações mais claras, reduzindo a necessidade de recarregar um tinteiro maior. CONGRESSO ANUAL

DA ABCP A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel realizou seu XI CONGRESSO ANUAL — SEMANA DO PAPEL — de 22 a 25 de novembro deste ano, no Palácio de Convenções do Anhembi, em São Paulo. ABIGRAF EM REVISTA

O cartucho simplesmente atarrachado dentro do cabeçote de tinta, é dobrável para o manuseio da unidade. Uma válvula especial alimentada eficientemente permite que a correta quantidade de tinta seja alimentada para o rolo aplicador, por isso permitindo um trabalho limpo. Em adição ao rolo de Neoprene, o Rola-Stencil pode ser ajustado com um aplicador especial de escova dura para marcar sobre madeira áspera — ambos os cabeçotes simplesmente se atarracham na posição, e são prontamente intercambiáveis. Leve no peso e fácil de usar em qualquer posição, o RolaStencil utiliza tintas especiais de secagem rápida à disposição em uma série de cores — o que dá uma marca permanente que é resistente tanto ao tempo quanto ao uso. Maiores detalhes: 60 Vauxhall Road, Liverpool L69 3AU, England. Area Técnica Esse Congresso, como nos anos enteriores reuniu mais de 1000 participantes, incluindo técnicos e especialistas em celulose e papel de todo o Brasil e do exterior. Foram desenvolvidos cerca de sessenta trabalhos, abordando desde a obtenção

técnica, com as novidades em equipamentos, produtos e técnicas do setor papeleiro. Este ano estiveram presentes: Beloit Industrial Ltda. Sunds Comércio e Indústria Ltda. — SF do Brasil Técnica de I Congresso sobre Qualidade Ar Ltda. da Madeira — Jaakko Poyry Engenharia Juntamente com o XI S/A. Congresso, foi desenvolvido — Voith S/A. Máquinas e o I Congresso Brasileiro sobre Equipamentos Qualidade da Madeira, uma das — Companhia Federal de atividades programadas pelo Fundição. IPEF (Instituto de Pesquisas — Stowe-Woodward e Estudos Florestais), para Elastõmeros Ltda. comemorar seus 10 anos de — MF FBD Engenharia existência. S/A. Foram sessões especiais Indústria Monsanto S/A. abordando assuntos que visam — Divisão Fisher Controls. equacionar a qualidade da Pilão S/A. — Máquinas madeira e procurar um e Equipamentos consenso geral sobre os TVW Pilão S/A. principais parâmetros a serem Albany Indústria e focados dentro da realidade Comércio Ltd a. brasileira, visando a melhoria — Indústria Mecânica dessa mesma qualidade. Cavallari O objetivo desse encontro — Indústria e Comércio foi tornar mais estreita e de Telas S/A. — Nortelas efetiva a integração florestaIndústria de Artefatos de indústria. Borracha "1001" Itelpa S/A. Indústria e Comércio — Unitrade — Com. Exterior, Prêmios Representações Ltda. Além dos tradicionais CBC Indústrias Pesadas prêmios oferecidos pela ABCP S/A. e APFPC (Associação Paulista Inox Indústria e dos Fabricantes de Papel e Comércio de Aço S/A. Celulose) aos melhores — Masoneilan International trabalhos do Congresso, esse Equipamentos de Controle ano foram instituídos os Ltda. prêmios João Cavallari Huyck do Brasil Indústria Sobrinho, com o patrocínio e Comércio Ltda. da Indústria Mecânica Cavallari [brave — Inds. Brasileiras Com esse prêmio a Ind. de Válvulas e Equipamentos Mecânica Cavallari e a ABCP Ltda. prestaram homenagem a João — Gotaverken Indústria e Cavallari Sobrinho, um dos Comércio Ltd a. pioneiros na fabricação nacional de equipamentos para o setor papeleiro. Como acontece em todos os anos, paralelamente realização do Congresso, foi apresentada uma exposição 33


14olsa de Vláquinas ABIGRAF EM REVISTA cria mais esta seção com o objetivo de prestar mais um serviço às indústrias gráficas e revendedores de máquinas novas e usadas. Se constituirá, portanto, num elo constante de comercialização voltada diretamente aqueles que têm interesse na aquisição de determinados produtos. Para anúncios nesta seção basta entrar em contato com o Depto. Comercial de AB1GRAF EM REVISTA, e todas as informações que se fizerem necessárias serão fornecidas prontamente.

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Setor Jurídico ESTATUTOS DA CON LATINGRAF

(-AprruLo Nome, natureza, sede e duração — Objetivos. Artigo 19 — A Confederação Latinoamericana da Indústria Gráfica e Afins é uma Associação Civil, sem fins lucrativos, que agrupa e representa as Entidades dos Industriais Gráficos dos diferentes Países Membros. Poderá utilizar a denominação da abreviatura "CONLATINGRAF" Terá sede no País onde se encontra ins talada a sua Secretaria Executiva, por designação da Assembléia Geral. CONLATINGRAF terá um prazo de duração indeterminado. Parágrafo único — A Confederação terá uma subsede regional localizada na Capital de um Pais Membro situado na Região Norte da América Latina, cuja indicação será de competência da Assembléia Geral. Objetivos: Artigo 29 — Constituem seus objetivos: Promover a difusão da cultura por intermédio do impresso, fomentando, para tanto, o desenvolvimento da tecnologia gráfica. Manter seus membros informados sobre todos os acontecimentos que envolvam a indústria gráfica Latino-Americana e cuja repercussão signifique a conquista de experiências e conhecimentos úteis para a indústria gráfica. Prestar assessoramento técnico a todos os organismos internacionais, especificamente no que se relacione com a Indústria Gráfica. Promover amplo intercâmbio técnico, científico e social entre os confederados. Defender os interesses da indústria gráfica Latino-Americana nas questões que ela venha a postular, buscando eliminar os problemas de caráter geral que se constituam em óbice ao seu desenvolvimento e comercialização dos seus produtos. Para a consecução desses fins poderá, a CONLAT1NGRAF, solicitar a colaboração da ALALC, de seus organismos assessores ou de qualquer outra entidade ou

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instituto cuja atuação possa ser útil à conquista dos objetivos perseguidos. Fomentar a formação e aperfeiçoamento de mão-de-obra especializada. Divulgar a literatura técnica e a referente à produção de equipamentos destinados â indústria gráfica, bem como manter um serviço capaz de oferecer amplas informações que permitam aos empresários igualdade de possibilidades tanto no âmbito internacional como no nacional. Pesquisar e recomendar a aplicação uniforme dos meios de assistência, segurança e demais benefícios sociais dos industriais e empresários gráficos. I) Informar sobre as políticas aduaneiras, trabalhistas e competitivas que eventualmente existam entre os Países membros. Preservar todos os interesses dos confederados no mercado Latino-Americano, inclusive contra eventuais repercussões de agrupamentos econômicos integrados par elementos extrazona. Promover a racionalização das estruturas dos sistemas de custo, com vistas à obtenção de maior integração Latino-Americana. 1) Defender, a pedido de qualquer de seus membros, os interesSes comuns que os unem. m) A Confederação não intervirá, em questões de natureza política ou religiosa de qualquer ordem. CAPITULO II

Dos membros, Admissão, Deveres, e Direitos: Artigo 39— São Membros da CONLATINGRAF: As Câmaras, Associações, Organizações ou outras entidades representativas dos industriais gráficos dos diferentes Países Membros. Poderão, igualmente, associar-se à Confederação, na categoria de Sócios Cooperadores, empresas e empresários de indústrias gráficas ou de produtos afins, bem como técnicos de reconhecido saber. I — Os associados desta categoria não poderão, em nenhuma hipótese, votar e ser votados. Seu ingresso na Confederação somente se dará mediante indicação da Câmara,

Associação, Federação ou outra entidade que tendo voto na CON LATINGRAF subscreva a respectiva proposta. II — O sócio cooperador pagará uma quota anual cujo valor será fixado pela Assembléia Geral. c) No caso de se apresentarem duas ou mais Instituições legalmente constituídas no Pais que desejem integrar CONLATINGRAF, se designará uma comissão para analisar cada uma das propostas, devendo tom ar em con ta os seguintes parâmetros: a — Maior quantidade de empresários; b — Maior variedade de especializações; c — Maior quantidade de mão-de-obra ocupada; d — Maior antiguidade como Instituição. d) Representará a CONLATINGRAF, o Presidente da entidade afiliada ou a pessoa que venha a ser oficialmente indicada para esse mister. e) Em nenhuma hipótese será admitido o voto por procuração de um Pals Membro para outro. Artigo 49 --A admissão de sócios será homologada pelo Presidente da Confederação prévia consulta e aprovação da maioria dos membros integrantes da CONLATINGRAF. Artigo 59 — São deveres dos membros da Confederação: Prestar à Confederação todos os serviços que esta lhe solicite, bem como transmitir-lhe as informações técnicas ou comerciais que resultem em benefício comum a todos os associados. Cumprir as obrigações estatutárias e demais resoluções aprovadas pela Assembléia Geral. Efetuar, pontualmente, os pagamentos das quotas que lhes correspondam. Assistir as reuniões das Assembléias Gerais. Comunicar qualquer alteração que eventualmente ocorra nos quadros diretivos de suas respectivas entidades. Artigo 69 — São direitos dos membros da Confederação: a) Tomar parte nas discussões e votações das Assembléias Gerais. b) Gozar de todos os benefícios que a Confederação proporcione, visando o cumprimento de sua finalidade social.

cAprru Lo m Da Assembléia Geral, da Presidência, do Conselho Consultivo, das Assembléias Regionais e da Secretaria Executiva. Artigo 79 — São Órgãos da Confederação: a) A Assembléia Geral; b) A Presidência; c) O Conselho Consultivo; d) As Assembléias Regionais. Da Assembléia Geral: Artigo 89— A Assembléia Geral

é o órgão soberano da Confederação e sua instalação se dará median te a presença de maioria simples de seus integrantes. Artigo 99 — Compete Assembléia Gera]: Eleger o Presidente e o Vice-Presidente da Confederação. Discutir e votar as moções apresentadas por qualquer de seus membros. C) Discutir evotar o orçamento anual de receita e despesas. d) Conceder autorização para gastos extraordinários desde que devidamente justificados. e) Estabelecer a quota de contribuição de cada membro. I) Apreciar o balanço e as contas apresentados anualmente pela Presidência, formulando, a propósito, as observações que estas merecem. Modificar os estatutos mediante a votação da maioria simples dos membros que integram a Confederação. Constituir comissões especializadas, com caráter permanente ou não, bem como grupos de trabalho cuja colaboração seja considerada indispensável administração geral da Confederação. Homologar ou não as recomendações do Presidente e do Presidente da subsede regional. Artigo 10? — Integrarão a Assembléia Geral os Presidentes das Câmaras, Associações, Organizações ou Entidades filiadas Confederação, ou representantes que estas indiquem especificamente para esse fim. Artigo 119 — Instalada a Assembléia Geral, será ela presidida pelo Presidente da Confederação e, no caso de ausência ou impedimento deste pelo VicePresidente. Na ausência ou 37


impedimento de ambos a Assembléia Geral será presidida por livre indicação dos seus membros. Artigo 129 — A Assembléia Geral se reunirá ordinariamente, cada seis meses, em caráter extraordinário, sempre que convocada pelo Presidente ou mediante requerimento da maioria de seus membros. Parágrafo 19 — As Assembléias Gerais Ordinárias serão convocadas com antecedência de 90 (noventa dias). Parágrafo 29 — As Assembléias Gerais Extraordinárias serão convocadas com uma antecedência de 30 (trinta) dias, mediante edital que indicará o motivo da convocação. Artigo 139 — Cada Assembléia Geral Ordinária designará, obrigatoriamente, a sede e a sede suplente da próxima Assembléia. Artigo 14? — As decisões da Assembléia Geral serão tomadas pela maioria absoluta dos votos dos membros presentes, e seus representantes. Em caso de empate, se fará uma segunda votação logo que se reabrir o debate. Em caso de continuar o empate será resolvido pelo Presidente da Mesa, que terá voto dirimente. Do Presidente: Artigo 159 — A representação legal da Confederação, a administração, bem como todas as funções executivas correspondentes serão exercidas pelo Presidente. Em caso de impedimento, renúncia ou morte do Presidente da Confederação será ele substituído pela pessoa que designe o país que exerce a Presidência. Artigo 169 — Os mandatos do Presidente e do Vice-Presidente serão bienais, não sendo permitida a reeleição. Artigo 179— A Assembléia indicará os países membros que ocuparão os cargos de Presidente e Vice-Presidente da Confederação e os respectivos titulares serão designados pelas Câmaras, Associações ou Federações desses Wises. Panígrafo único — A Presidência e a Vice-Presidência da Assembléia somente poderão ser ocupadas por representantes de paíSes cujo ingresso na CONLATINGRAF tenha ocorrido no mínimo há cinco anos da data da Assembléia em que se realize a eleição. Artigo 189 — O Presidente será encarregado de velar pela 38

correta aplicação das disposições estatutárias e terá, entre outras, as seguintes atribuições: Formalizar as resoluções da Assembléia Geral; Representar a Confederação em Juízo e fora dele. Administrar a Confederação através da organização de uma Secretaria Executiva, subordinando a sua atividade ao disposto nos presentes Estatutos. Elaborar e submeter Assembléia Geral o Regimento In terno da Secretaria através do qual estabelecerá o rol de atividades a ser desenvolvido por esse Departamento da Confederação, que terá um Secretário Executivo como responsável. Encaminhar, anualmente, Assembléia Geral a proposta orçamentária para o exercício seguinte e o balanço do anterior. Assinar contratos, contrair obrigações, autorizar despesas, assinar títulos de crédito, inclusive cheques, fazer endossos, dar e receber quitações e realizar todas as operações financeiras necessárias boa administração da Confederação. Outorgar poder â Secretaria Executiva para seu melhor funcionamento. Constituir procurador para representar a Confederação em Juízo e fora dele. Parágrafo único — Não poderá, a Presidência, sob pretexto algum, assumir compromissos financeiros superiores is possibilidades da Confederação, exceto se for previamente autorizado pela Assembléia Geral. Artigo 199 — O Presidente da Câmara, Associação, Federação ou outra entidade do País-Membro em que se encontra instalada a Secretaria Executiva exercerá as funções de auditor, devendo assinar o balanço antes de sua apresentação à Assembléia Geral. No caso de a Presidência recair nesse País, exercerá a auditoria, o Vice-Presidente do País sede. Artigo 269 — As atas das Assembléias Gerais Ordinárias e Extraordinárias serão reproduzidas e enviadas a todos os membros da Confederação. Artigo 219 — Os cargos de Presidente e Vice-Presidente, inclusive da subsede regional, serão ad-honorem. Artigo 229 — O Conselho Consultivo estará constituído pelos ex-presidentes da CON LATINGRAF. A este

Conselho se submeterão os assuntos que a Assembléia Geral determine e o seu ditame terá caráter deliberativo e não decisivo. Das Assembléias Regionais: Artigo 23? — A Assembléia Regional é o órgão da Confederação que tem, como finalidade precípua a coordenação das relações entre os membros pertencentes â sua respectiva região geográfica. Parágrafo único — As Assembléias Regionais se reunirão semestralmente e sua instalação e funcionamento se processará nos termos dos Artigos 89 (in tini), 109, 119 e Parágrafos 19 e 29 do Artigo 129 destes Estatutos. Artigo 249 — São atribuições das Assembléias Regionais: Indicar a Assembléia Geral o Presidente Regional que a administrará. Discutir e votar as moções apresentadas por qualquer de seus membros. Anotar, no âmbito de suas regiões, as resoluções necessárias para a consecução dos objetivos estatutários. Constituir comissões especiais bem como grupos de trabalho que colaborem nos assuntos de interesse da região. Artigo 259 — O Presidente Regional deverá manter permanentemente informados ao Presidente da CONLATINGRAF e â Secretaria Executiva, de tudo o inerente a sua gestão. Da Secretaria Executiva: Artigo 269 — Os objetivos fixados pela Assembléia Geral, deverão ser atendidos pela Presidência que poderá delegar na Secretaria Executiva a programação e realização dos trabalhos, tendo para si a etapa de controle, que servirá de avaliação do realizado nas Assembléias Gerais. São Funções do Secretário Executivo: Organizar a Secretaria Executiva de forma que seja ágil e eficiente; Obter dos membros o pagamento das quotas sociais; Preparar a proposta orçamentária de receita e despesas e o balanço anual de contas e a Memória das atividades da Confederação. Elaborar uma informação mensal das atividades desenvolvidas pela Secretaria Executiva, a que se

remeterá â Presidência com cópia aos Países-Membros. Realizar todas as gestões necessárias perante os Países não confederados com o fim de obter a sua afiliação â CONLATINGRAF. Elaborar informação das atividades desenvolvidas, para ser apresentada à Assembléia Geral semestral.

cAp rr tmo IV Disposições Gerais: Artigo 279 — O membro da Confederação que deseje retirar-se, deverá apresentar renúncia por escrito com antecipação de 3 (três) meses. Artigo 289— Nenhum membro será excluído da Confederação, a não ser por decisão fundamentada e aprovada em Assembléia Geral por maioria absoluta. Artigo 299 — Perderá o direito a voto o membro da Confederação que deixar de comparecer a 3 (três) Assembléias Ordinárias consecutivas. Esse direito the será restituído na segunda Assembléia que compareça. Em igual situação se encontrará o Pats-Membro que não tiver feito o pagamento de 4 (quatro) quotas. Artigo 3U? — Os membros da Confederação não responderão solidariamente ou subsidiariamente pelas obrigações por ela contraídas. Artigo 319 — O orçamento de receita e despesas será anual. Parágrafo 19 — O exercício financeiro da Confederação é compreendido entre 19 de março e o ultimo dia do mês de fevereiro de cada ano. Parágrafo 29 — Cada PatsMembro deverá cobrir a quota que the foi por Assembléia Geral fixada, na moeda por esta determinada e com pagamento trimestralmente adiantado. Artigo 329 — A Confederação poderá-ser dissolvida por decisão da maioria absoluta de seus membros, reunidos em Assembléia Geral Extraordinária especialmente convocada para esse fim. Parágrafo único — Formalizada a liquidação, os bens resultantes serão doados ã uma instituição técnica ou assistencial a ser indicada pela Assembléia Geral e que se situe no país que ela indicará. Artigo 339 — São línguas oficiais da Confederação LatinoAmericana da Indústria Gráfica o espanhol e o português. ABIGRAF EM REVISTA


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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marques de Itu, 70 — 12." — CEP 01223 Fones. 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 CEP 04508 — São Paulo — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 São Paulo — SP ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil. 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de janeiro — RI

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA, SP

Irmãos Brandini

Av. Rio Branco, 94

Diretor: Valentirn Brandirti ARARAQUARA, SP Rua São Bento, 1134 – Fone: 22-4054 Diretor: José Eduardo Ferrari BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 – Fones: 433-2919 – 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltd a. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 – Fones: 51-7197 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 – Fones: 22-3013 – 22-3553 (0167 Diretor: Ricardo Pucci ITU, SP

Indústria Gráfica Ito Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 – Fones: 482-0789 – 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 – Fones: 6-3582 – 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP

Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 – Cx. Postal 153 – Fones: 2-650 – 3-344 Diretor: João Alves da Costa LONDRINA, PR

Gráfica Ipi S/A. Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: Alceu Malucelli SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 – Fone: 2049 Diretor: Vicente Francisco Giovinazzi SANTOS, SP

Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 – Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco

SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 – Fones: 443-3449 – 443-3444 Diretor: Mário de Camargo

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 – Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido ABIGRAF EM REVISTA

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A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

Regionais AB1GRAF — Regional Bahia-Sergipe

Presidente: Ulisses de Carvalho Graça 0 Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4. and. — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94

Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto

Residência: Rua José Lourenço, 816 — Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE AB1GRAF — Regional de Goiás Presidente: Mario Scartezini

Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO ABIGRAF — Regional de Minas Gerais

Rua Rio de Janeiro, 243 – s/ 701 – Fones: 222-6081 – 224-0402 (031) Presidente: Sidney de Morais Residência: R. Ouro Preto, 1.700 – Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2.062 – Fone: 226-4822 CEP 30.000 – Belo Horizonte – MG AB1GRAF — Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083)

Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praga Antônio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 — 221-4144 (221-3118 — Fábrica) CEP 58.000 — João Pessoa — PB ABIGRAF — Regional do Paraná

Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: 1 orge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empress: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR AB1GRAF — Regional de Pernambuco

Avenida Cruz Cabuga, 84 — Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua Jose Augusto da Silva Braga, 387 — Olinda — PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF – Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 – Apto. 4 – Fone: 221-4577 Caxias do Sul – RG Empresa: Gráfica Mary S/A. Av. Júlio de Castilhos, 1195 Caixa Postal 163 – Fones: 221-3646 e 221-1275 (0542) Caxias do Sul – RG ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner

Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — jaragui do Sul — SC 40


cut)I HARRIS 111

COMMUNICATIONS AND INFORMATION I-LCIAIDUNG

Sistemas de fotocomposição para jornais - A HARRIS tem desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição para jornais, adequados para jornais de grande, médio e pequeno porte. O lançamento mais recente neste setor, corresponde série HARRIS 2530. o modelo 2531, menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composição de textos e classificados, duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700. possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior , incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta série nova, 2530, ha ainda os sistemas de fotocomposição para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandíssimo porte. Sistema de fotocomposição lay-out: HARRIS 2200 - O sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e urn computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposipao. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo, com linhas verticais e horizontais. Por simples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Somente quando o anúncio esta completo na tela e em definitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. O operador não se precisa preocupar em definir distancias, corpos, entrelinhamentos etc. pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC - Há dois modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT

que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOTRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT ( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizes fotográficas, mas sim programações eletrônicas para o tubo de raios catódicos. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype - Porfim, o programa de fotocompositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam os terminais de edição e composição CompuEdit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposição no código US. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB formada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a umafotocompositora, ou então , em conjunto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a composição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS - A HARRIS fornece com cada sistema de fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS são todos amplamente testados e se encontram em uso nos maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita à Rua Conselheiro Nébias, Sao Paulo; e com filiais no Rio de Janeiro, recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica. No Brasil, muitosjornais e editora de grande porte trabalham com sistemas de fotocompositoras HARRIS.

Escritorio Central: Rua Conselheiro Nebias. 1111 01203 Sao Paulo Caixa Postai 30.650 Telefone PAM 221-9244

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End. Telegratico - Gutenberg" Telex n. 1.121.170 GMMG/E3R

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Setor Industrial: Rua Rosa e Silva, 163

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Revista Abigraf 037  
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