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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA ANO III - NUMERO 36 - NOVEMBRO 78

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EM REVISTA

Expediente ABIGRAF EM REVISTA

Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S.Paulo. Registrada no 29 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n9 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n9 1.517-P, 209/73.

A.

Redação e Administração: Rua Marquês de ltu, 70 129 andar — Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724. Telegr.: "ABIGRAF" — CP.7815 01223 — São Paulo, SP, Brasil.

EM REVISTA

Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente Consultores Técnicos: Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação: Saulo Barros

MTPS n98312

Programação Visual, Composição e Impressão: Rettec — Reproduções Gráficas, Traduções e Edições TécnicoCientíficas Ltda. Largo do Paiçandu, 72 — 39 Tels.: 227-4311 e 227-9085.

Capa: Criação e Arte-final:

Antonio Fuentes Y Jaén Fotolftos: alunos da Escola SENAI "Theobaldo de Nigris"

Sumário Editorial

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Cartas

4

Normas de Segurança para Oficina Gráfica

5

Aumento da Produtividade nas Máquinas Offset

8

A fotografia no desenho técnico

13

FIESP/CIESP em Notícias

14

Atualidades ABIGRAF/SIGESP

18

Noticiário ABTG

20

Hotmelts: possibilidades e limites — ABTG

22

Flashes

26

Bolsa de Máquinas

32

Noticiário SENAI

33

Nossa Impressão

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Setor Jurídico

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Delegados no Estado de São Paulo

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A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECÁNICOS

Equipamentos Fotomecânicos Industrials Ltda Av. Tomaz Edison, n° 448 • CEP 01140 • SP Dept° Comercial: Tels.: 853-8043 e 881-2166 Telex: (11) 21822 (GRIC) Representantes Regionais: Rio de Janeiro • Porto Alegre • Curitiba i razniate.Bmallia!P e Pr • Recife • Fortaleza.

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Diretoria

Editorial

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA

INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 29 Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognesi Pereira 29 Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr Priolli 29 Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitt° José Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 29 Secretário: José Aidar Filho Tesoureiro: Irineu Thomaz 29 Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Borne isel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drausio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy José Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto José Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 as 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretário Geral: Elias Valentir Departamento Jurldico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesá dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cfveis e criminais.

ARTES GRÁFICAS: SEMANA TECNOLÓGICA APROXIMOU EMPRESAS E ESCOLAS Todos os esforços para a realização da 64 STAG (Semana Tecnológica de Artes Gráficas) foram compensados, diante do objetivo maior atingido: a crescente integração de técnicos, empresários e estudiosos do setor, através de intercâmbio de informações e conhecimentos, em nível nacional e internacional, com a participação de representantes de vários países da América Latina e de conferencistas, especialmente convidados, da Europa e dos Estados Unidos. Foram estas as impressões gerais colhidas junto aos membros integrantes da Comissão Organizadora da Sexta Semana Tecnológica de Artes Gráficas, realizada, de 16 a 20 de outubro p.p., na Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", nesta Capital (Mooca). Encerramento da &I STAG A solene sessão de encerramento foi presidida pelo prof. Arnaldo Laurindo — que representou, no ato, o diretor regional do SENAI em São Paulo, prof. Paulo Ernesto Tolle — que se congratulou com a Comissão Organizadora pelo êxito de mais uma Semana Tecnológica de Artes Gráficas, tendo agradecido ainda a presença e apoio emprestado ao acontecimento por todos os participantes — em número aproximado, foram cerca de 400 as pessoas inscritas nesta 64 STAG,

lotando todos os dias o auditório da Escola do SENAI. Alguns integrantes da mesa que presidiram â sessão de encerramento dirigiram ainda breves palavras ao plenário, ressaltando, todos eles, o êxito e os bons resultados da 64 STAG e agradecendo ao SENAI, â ABIGRAF e a todas as Associações de classe o apoio a mais esta importante realização cultural em favor da Indústria Gráfica neste Estado, no País e na América Latina. As palavras finais couberam ao atual diretor da Escola de Artes Gráficas do SENAI, prof. Jurandyr de Carvalho, que depois de pedir desculpas pelas possíveis falhas na execução de um programa tão vasto quanto complexo, agradeceu a todos os que, de algum modo, contribuíram para o êxito da 64 STAG. Em particular, expressou seus agradecimentos à Diretoria Regional do SENAI em São Paulo; à ABIGRAF e outras Associações e Entidades de classe; â Comissão Organizadora da 64 STAG; à Assessoria de Comunicação Social (ACS) do SENAI em São Paulo e â equipe de professores, instrut ores, auxiliares administrativos e alunos da Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". Antes de terminar, conclamou todos os presentes à participação, em 1980, da 74 Semana Tecnológica de Artes Gráficas.


Cartas

Você, que sempre nos prestigiou, é um dos responsáveis pela nossa mudança, por isso fazemos questão da sua visita, para um bom café, um bate-papo e para conhecer a nova casa, maior, porque maior é o nosso desejo de atendê-lo cada vez melhor. GRÁFICA DUSO Av. Júlio de Castilhos, 1978 Caxias do Sul — RS

Pela presente informamos a V.Sas. que o nosso endereço foi mudado para: Rua Líbero Badaró, 425 — 259 andar. 01009 — São Paulo — SP. Atenciosamente, PAPAEL E CELULOSE CATARINENSE Armando Mesnik São Paulo — SP.

Já anotamos a mudança de endereço dessa conceituada empresa, cientificando que o Departamento de Circulação de ABIGRAF EM REVISTA e os demais Departamentos da ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica, já estão a par da mudança. Submetemos à apreciação de V.Sas. um texto com foto referente ao artigo supra, à guisa de press-release. Havendo mais artigos que julguemos sejam de interesse do mundo gráfico, voltaremos a nos contatar com V.Sas. Atenciosamente. GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda. Rua Conselheiro Nébias, 1111 São Paulo — SP. Agradecemos o envio desse tão importante material, o qual será publicado oportunamente. Pois, tudo o que vem da GUTENBERG é de interesse do mundo gráfico, e contribui decisivamente para o desenvolvimento técnico do setor. ABIGRAF EM REVISTA manterá sempre suas páginas em aberto para publicações desse porte para o setor gráfico. Estamos muito contentes com as nossas novas instalações na Avenida Júlio de Castilhos, 2126 (ao lado do Bamerindus — Fundos). Nosso telefone continua o mesmo para chamadas e encomendas: (054) 221-3366.

Agradecemos o comunicado da mudança dessa firma para novas instalações, augurando à mesma votos de bastante sucesso comercial nessa nova casa. ABIGRAF EM REVISTA aproveita a oportunidade para colocar sempre disposição de V.Sas. suas páginas para todos os comunicados dessa empresa que se fizerem necessários. A SOCIEC, que há 17 anos vem ministrando curso de Inglês em suas Escolas, reunindo experiências adquiridas, após um aprimoramento didático em seu método, iniciou um sistema revolucionário no ensino da lingua Inglesa, única que lhe permite manter um curso de Inglês dentro das Empresas num nível tão elevado quanto nas Escolas. Foi visando os fatores: tempo, interesse das Empresas em contar com mãode-obra técnica, culturalmente qualificada e maior possibilidade de aprendizado por parte do aluno, que a SOCIEC criou o sistema EN1C — Ensino Integrado de Conversação, através do método "0 Professor Eletrônico". O Dept) Didático da SOCIEC coloca disposição de V.Sas. sua equipe de pra fessores, para uma Aula "Prática Demonstrativa" na hora e local que melhor lhes convier, que poderão ser solicitadas p/ tels.: 34-0274; 35-7595 e 36-5005 ou diretamente na Escola Matriz, na Rua Barão de Itapetininga, 255 — 139 andar — Conjs. 1301/1310. Antecipadamente gratos. Cordialmente. SOCIEC R. Barão de Itapetininga, 255 — 139 — Conjs. 1301/1310. São Paulo — SP.

Tomamos a liberdade de dirigir-nos a V.Sas., a fim de transmitir-lhes, bem como, às empresas fil iadas a esse Sindicato e que even tualrnente estejam estudando a possibilidade de relocalização, o nosso convite para conhecerem antes de tomarem uma decisão, a "Cidade Industrial de Curitiba — CC" . A "CIC" foi planejada para ser muito mais do que um núcleo fabril; é um par-

que com indústrias, que possui personalidade própria, recursos próprios de infra-estrutura, recreação e serviços. Seus núcleos residenciais já implantados asseguram a presença de mão-deobra no local, e são tão aprazíveis quanto os de qualquer outra área. A "CIC" está localizada a oeste de Curitiba, a uma distfincia média de 10 km do centro, nas adjacências do Rio Barigui em área delimitada em consonância com o zoneamento urbano da Capital e com uma superfície da ordem de 4.300 hectares. A área apresenta vantagens locacionais em especial pela topografia adequada, disponibilidade de água, facilidade de drenagem e posição em relação aos ventos dominantes. Além desses fatores de ordem física, ela é favorecida pela proximidade de uma cidade planejada e equipada, como é o caso de Curitiba, tradição e estabilidade da mão-de-obra, disponibilidade de mercados locais, existência de setores de serviços, bem como, ponto de confluência rodoviária, ferroviária e rápido acesso ao Porto de Paranaguá. A existência da refinaria da Petrobrás nas proximidades da "Cidade Industrial de Curitiba", é outro fator importante para localização de indústrias complementares. A área já dispõe de infra-estrutura básica de suporte, com rede de distribuição de água, energia elétrica, telecomunicações, transporte e saneamento. Além de infra-estrutura completa e do apoio financeiro das instituições governamentais, as indústrias que se instalam na "Cidade Industrial de Curitiba" adquirem terreno a preços subsidiados, incluindo a terraplenagem das áreas a serem construídas. Foi pensando em tudo isto que virias indústrias acreditaram e já estão se implantando na "CC" . Colocando-nos â disposição de V.Sas. para quaisquer esclarecimentos adicionais, subscrevemo-nos, Atenciosamente. CIA. DE URBANIZAÇÃO DE CURITIBA — URBS Rua Comendador Araújo, 802 Curitiba — PR.

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Normas de Segurança para Oficina Gráfica

Riscos Mecânicos Os riscos mecânicos são responsáveis na maior parte das lesões físicas graves na litografia. Estes riscos são controlados com 4 medidas básicas: Defesas nas máquinas;

Proteção Individual; Dispositivos de bloqueio ou fechamento; d)Procedimentos

pela manipulação

de materiais. Defesa nas Máquinas

Os riscos, as defesas ou guardas nas máquinas, e os elementos de proteção ( 1 )-

Este trabalho descreve os riscos a que correntemente estão expostos os trabalhadores em oficinas litográficas. Além de identi fi cá-los, mostra de que forma podem ser protegidos os trabalhadores, combinando, adequadamente, técnicas de engenharia (como a colocação de defesas nas máquinas), elementos de proteção pessoal (luvas, por exemplo) e procedimentos de trabalho (como desconectar as máquinas antes de começar a trabalhar nelas). Trata também de certas regras que o empresário pode estabelecer para limitar o tempo que o trabalhador está exposto a certos riscos, como o ruído, ou as emanações de problemas químicos. Dada a grande diversidade de operações que compreende a indústria litográfica, nenhuma publicação poderia por si mesma contemplar todos os casos possíveis sem necessidade de alguma adaptação às particulares condições de trabalho de cada situação. Observe-se que neste guia mencionamse alguns requisitos para proteger contra riscos o trabalhador, que são a responsabilidade do patrão, tais como ventilação, guardas nas máquinas e o controle de concentração de produtos químicos no ar. Se estes requisitos não se cumprem, as medidas que se tomam individualmente, como a proteção das mãos e olhos, não serão suficientes para assegurar a total proteção do trabalhador. (1) Este trabalho é uma adaptação do folheto "Employee Healthand and Safety in the Lithographic Printing Industry" publicado para o Departamento de Salubridad Pública, Educação e Beneficência, pelo Governo dos Estados Unidos.

A colocação de defesas é necessária sempre que estes componentes de riscos de máquinas estejam ao alcance dos operários, em qualquer posição de trabalho. Por exemplo: em correias, correntes, volantes, cortadoras, polias, rodas dentadas, eixos, seguradores, punções, transportadores, grampos, luvas, engrenagens, roletes, cilindros, prensas, partes com movimento alternativo e outros pontos de trabalho. As defesas das máquinas protegem contra cortes, apertos, partículas despreendidas e outras lesões físicas. Estas defesas são: grades, controles remotos, defesas removíveis, defesas físicas, sensores de proximidade, sensores luminosos, travas elétricas e mecânicas, barras de segurança sensitivas, comando de acionamento com ambas as mãos, dispositivos para puxar e dispositivos para separar. A maioria das máquinas que se utilizam na litografia necessitam de guardas. Por exemplo: em encadernadoras, cortadoras, emparelhadoras, empacotadoras, torniquetes, pregadoras, prensadoras, guilhotinas, alceadoras, costuradoras, estampadoras, copiadoras, fotocomponedoras, troqueladoras, processadoras de películas,

e outras. As defesas especiais para prensas litográficas compreendem: 1 — Uma defesa que responde a pressão no ponto de "pega" entre a prancha e a marcha. 2 — Nas guilhotinas, comandos que devem ser acionados com ambas as mãos simultaneamente, seguros nos comandos a pedal, duplo comando da pressão e fotocélula de segurança. 3 — Uma defesa com interruptor de marcha sobre as barras de saída. Pontos de "Pega" entre a Prancha e a Marcha.

As operações que normalmente se realizam perto deste ponto são:

Desprender crostas (tintas ou pedaços de papel) mas não em plena marcha. A máquina, ainda que com freios eletromagnéticos, não pode deter-se com a rapidez necessária para garantir a segu-

rança da pessoa que despregue crostas à velocidade de produção.

Trocar as pranchas e as malhas. Geralmente, o ponto de "pega" entre os cilindros porta-pranchas e porta-malhas estão protegidos, com uma barra acionada por pressão, colocada justa no limite da zona de perigo. Um objeto não pode entrar nesta zona sem mover a barra, o que provoca o corte da corrente elétrica e a rápida parada.

Este ponto de "pega" também pode ser protegido com uma defesa móvel que quando se levanta ou retira, desliga a corrente • (mas não é efetiva quando se avançam, pulsando os cilindros, para lavar as pranchas ou trocar as malhas).

Defesas Específicas: Guilhotinas O material não pode ser cortado até: 1 — Não esteja colocado o grampo de pressão (o pedal ou disparador não deve ter uma defesa). 2 — O raio luminoso do dispositivo óptico de segurança não esteja interrompido pelas mãos ou qualquer objeto (quando a máquina está equipada com esta proteção). 3 — As mãos do operador(es) não estejam sobre os comandos de segurança para dois (ou quatro) mãos. 4 — As mãos não tenham sido retiradas dos comandos de segurança depois do corte anterior (impossibilidade de repetição). Deve-se ter em conta que para prevenir sérios acidentes quando se tiram as facas para afiar, requerem-se medidas de precaução especiais. Embora o manual de manutenção do fabricante da guilhotina ser a melhor fonte de informação sobre o correto modo de manipular as facas, a maioria das instruções estabelecem o uso de cabos ou punhos para tirar as facas, ou para seu transporte, assim como para trabalhar com ajudante quando se trocam as facas nas guilhotinas maiores. "E' muito impor-

tante recordar que nunca se deve afiar a faca estando ainda colocada na Barras de Entrega

Para impedir que um operário trate de tirar papéis enrascados com a prensa em funcionamento deve se colocar uma defesa transparente sobre as barras de entrega e sobre o mecanismo de alimentação.

Levantando a guarda, corta-se a corrente elétrica e a máquina é freada. Mas isto não quer dizer que se possa confiar totalmente neste interruptor quando tenham que tirar as folhas dobradas. Uti-


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liza-se sempre os botões de segurança ou freios, quando se realiza esta operação. Defesas que Não Funcionam As leis de segurança do trabalho obri-

gam o patrão a colocar defesas nas máquinas. Se tem uma área protegida deve-se efetuar ajustes repetidamente, faz falta colocar defesas giratórias (desmontáveis) com interruptores automáticos de corrente.

Proteção por barra de pressão: Correntemente, se coloca uma barra na área de "pega" entre a prensa e a malha. Acionada por pressão produzida por qualquer objeto que se introduza entre ela e o cilindro, automaticamente, detém a prensa.

Deverá ter-se em conta que não há nenhum dispositivo de proteção que-não possa ser anulado, e que nenhuma das feridas que se possa produzir quando as defesas faltam, estão estragadas, foram anuladas, ou estão fora de ponto, justificam que os operários corram riscos. Se uma prensa ou outra máquina seja pequena, não quer dizer que o trabalho que realiza não seja capaz de ferir um operário. Uma guarda de plástico instalada sobre roldanas, molhadores de tinta de uma prensa pequena pode evitar que a roupa do operário seja facilmente rasgada ou suja, ou uma mão atraída à área de perigo.

Medidas Pessoais de Segurança

Ademais, verificar que as defesas estejam colocadas e funcionem corretamente, há um conjunto de regras bem deft nidas que os trabalhadores podem seguir para prevenir os acidentes. Fig. 2 — Exemplos de pontos de perigos em mecanismos em funcionamento (pontos de "pega").

Estes passos ou medidas de proteção podem definir-se como segue: 1 — Não usar aventais, mangas largas, (salvo os bem ajustados), suéteres frouxos, artigos de fantasia, medalhões, colares, gravatas, relógios de pulso, anéis, pulseiras ou qualquer enfeite solto quart-

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do se trabalha perto de uma máquina em funcionamento. 2 — Mantenha os cabelos, quando longos, debaixo de uma rede ou gorro para prevenir o enroscamento entre as peças móveis. 3 — Regula-se os papéis, limpa-se a máquina unicamente quando parada e freada. 4 — Quando for inevitável limpar a máquina em movimento, utiliza-se sempre a pulsadora, ou os botões de marcha intermitente, não o comando de marcha. Nunca se enrola ao redor da mão o trapo ou pano de limpeza. Se assim se faz, pode a mão também ser colhida e arrastada pela máquina. Se alguma vez o trapo é enroscado, deixa-se ir. No caso em que o dedo, a mão e braço for apanhado em alguma zona entre os cilindros ou roldanas, tira-se a pressão do cilindro ou roldana até que todo o membro fique livre da pressão. Se não pode tirar-se a pressão, desmonta-se a unidade e faça uma alavanca sobre os cilindros ou roldanas ate que o membro possa sair livremente da máquina. 'Nunca se dá marcha-a-re por-

que o membro está preso sob pressão entre as roldanas ou cilindros". 4 — Desconecta-se as máquinas quando se efetuam trabalhos de manutenção ou retiram papéis empastados (esta regra não é aplicável às operações de limpezas que requerem energia). 5 — Se, desde o posto de trabalho não se está seguro de que todos fiquem afastados da máquina, dé uma volta em redor da mesa para assegurar-se de que todas as mãos estejam afastadas antes de põ-la em marcha. Ademais deste reparo, pode lograr-se uma margem de proteção adicional utilizando sinais luminosos intermitentes, tímpanos e campainhas.

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Defesa de Segurança: Protege as roldanas entintadoras e molhadoras entrada da prensa. Se a defesa pode ser retirada ou levantada, deve contar com um interruptor que corte a corrente elétrica.

Exemplos de fontes de perigo de mecanismos em funcionamento.

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Aumento da Produtividade nas Máquinas Offset Autor: Eugênio Navarini

Engenheiro Civil, formado pela Escola Politécnica de São Paulo, Gerente de Impressão Offset da Abril SIA. Cultural e Industrial.

A Produtividade é de importância vital na Empresa Moderna e utilizada como um dos medidores da sua eficiência. Consiste, de um modo geral, no quociente da produção pelas horas de trabalho realizadas. Observa-se que, para obter melhor Produtividade, as Empresas deverão maximizar a produção e minimizar as horas trabalhadas, isto significa que é obrigatório o mais perfeito e econômico aproveitamento dos fatores de produção, utilizando-os racionalmente e, deste modo, conseguir o máximo de rendimento com o mínimo dispêndio de capital e trabalho. Assim, as Empresas estabelecem metas, com o intuito de alcançarem produtividade ótima, em curto prazo de tempo. É importante mencionar que os funcionários também estejam interessados em obter excelente Produtividade. Observese que a solução do problema "obter melhor Produtividade" possui bases solidas na parte relativa ao pessoal, talvez a mais difícil de enfrentar. Cabe à Empresa providenciar os recursos necessários e despertar o desafio latente, que existe nos funcionários. A Empresa também deve estar ciente, em sua corrida pela sobrevivência, de que, além da Produtividade, é necessário conseguir Qualidade e Custo. Este trim:5mi° deve estar solidamente interligado, pois progressos em um ou dois deles, principalmente no ramo gráfico, não significam desfrutar posição estável e tranqüila.

mercado atual exige, cada vez mais, qualidade ótima, custos tnfimos e prazos irrisórios (produtividade). Para enfrentar estes desafios, a Empresa deve estar ciente de que os resultados e progressos obtidos devem ser definidos e totais. Resultados e progressos temporários, esparsos, parciais e conseguidos através de ações heróicas, por parte da Empresa ou de seus funcionários, são enganosos, prejudiciais e podem criar situações calamitosas de instabilidade, descontentamento e desunião. Por outro lado, resultados e progressos definitivos fornecem à. Empresa os recursos necessários à sua sobrevivência, crescimento, desenvolvimento tecnológico e satisfazem, em parte, is necessidades fisiológicas, de segurança e auto-realização dos funcionários. F bastante elevado o número de fatores influentes na obtenção da Produtividade e vamos discorrer sobre alguns, que podem propiciar resultados satisfatórios, a curto prazo.

Planejamento planejamento é de suma importância. Quando bem elaborado e executado, abrevia sensivelmente os prazos, utiliza somente os recursos estabelecidos, e a Produtividade desejada é alcançada. Com planos bem estudados e reais, define-se objetivo final tangível, relacionado com objetivos intermediários. São estabelecidos: recursos disponíveis e a providenciar; novos métodos e normas de trabalho; novas matérias-primas e equipamentos; aprimoramento técnico do pessoal em todos os níveis; prazos. planejamento deve ser global e estabelecer prioridades na execução, de modo a atacar inicialmente os fatores com influência acentuada, cujos recursos necessários estejam disponíveis. Geralmente, esses fatores apresentam respostas rápidas e positivas aos "remédios" aplicados: aumentando o potencial dos recursos disponíveis; e abreviando os prazos estabelecidos dos a providenciar. Os planos aprovados, na sua execução, devem ser controlados, analisados, comparados, em todas as suas fases, com os objetivos estabelecidos. Esse comportamento deverá ser feito pelos funcionários de níveis alto e médio, e os resultados obtidos, levados ao conhecimento dos níveis inferiores. Devem ser suficientemente flexíveis e dinâmicos às alterações que se fizerem necessárias, durante sua execução. Em casos extremos, desprezados ou substituídos por outros mais condizentes com a realidade da Empresa. • Quando possível, os planos, ao serem elaborados, devem dar condições para

participação do maior número de

funcio-

nários, que nele estarão envolvidos. Deste modo, os planos não serão vistos como

"tarefas a executar por decisão da Diretoria", e sim como um "desafio" que os funcionários ajudaram a estabelecer. Havendo este sentimento, a inércia inicial, na execução dos planos estabelecidos, será vencida com facilidade e a continuidade não deverá sofrer grandes transtornos. Esta resistência, quando ocorre, geralmente é passiva e com grande poder de destruição, fazendo parecer os planos mais brilhantes. Algumas vezes ela se dá na Gerência ou Supervisão — pior caso — então a Empresa deve estar apta a tomar medidas drásticas e urgentes. Ao decidir por um plano, a Empresa deve verificar se sua Política interna não ficará sujeita a sofrer danos irreparáveis estar alerta com a possibilidade de os funcionários, na ânsia de conseguirem Produtividade, esquecerem a Qualidade e aumentarem os Custos.

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Pessoal Conforme mencionado, os funcionários estão muito interessados em aumentar sua Produtividade, pois desta maneira terão melhores condições de estabilidade, promoções e prestígio. Deste modo, a Empresa fica obrigada a ir de encontro a eles, tornando-os mais aptos técnica e psicologicamente. Isto pode ser conseguido através da otimização de vários fatores, que apresentam resultados satisfatórios em relação à Produtividade. Apresentamos, em seguida, alguns fatores que não exigem investimentos elevados: a) Cursos Técnicos A formação de nossos profissionais é essencialmente prática, e foi adquirida através da observação de métodos de trabalho de profissionais mais antigos. Estes, por sua vez, também aprenderam de modo idêntico. g normal utilizarem soluções que resolvem alguns problemas, mas, por outro lado, podem ocasionar dificuldades maiores. São as "mágicas ou macetes" tão difundidos em nossas gráficas, e em grande parte das vezes, segredos dos mais antigos. Com a tecnologia moderna, imprimir pelo processo Offset deixou de ser Arte de alguns privilegiados, para transformarse em Ciência ao alcance de todos. As novas técnicas exigem profissionais atualizados teoricamente e profundamente integrados com os equipamentos utilizados. A Empresa Moderna fica obrigada a proporcionar cursos de nível médio, pois, deste modo, irá capacitar seus funcionários para obterem melhor Produ-

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tividade. Com os cursos, o método de trabalho artesanal, que existe em muitas de nossas gráficas, transformar-se-á em industrial, com as regalias de Produtividade que podem ser alcançadas. Em conjunto com os cursos teóricos, os funcionários deverão fazer estágio prático nas máquinas. O estágio solidificará os ensinamentes teóricos recebidos, e demonstrará que o conhecimento minucioso do equipamento retribuirá com melhor Produtividade e menor carga de trabalho. Os cursos propiciarão, além do aumento da Produtividade, outras vantagens Empresa, tais como: melhores condições de promoção e estabilidade, formação de pessoal tecnicamente hábil em conjunto com o desenvolvimento da Empresa, menor "turnover", funcionários educados ao recebimento de novas técnicas, ambiente de trabalho sadio. Conscientização

É o esclarecimento das Normas e Políticas adotadas pela Empresa, em relação aos funcionários e métodos de trabalho. Consiste em ensiná-los como proceder, para, em futuro próximo, obterem: melhorias nas condições salariais, prêmios, promoções, bom conceito dentro da Empresa e com os colegas. Definir as responsabilidades de cada função, as tarefas a executar e o instante em que devem ser executadas. Provar que a Empresa está interessada no progresso financeiro de seus funcionários, mas, para que isso aconteça, é necessário o empenho dos mesmos. Esclarecer a diferença existente entre a Produtividade com trabalho em equipe e trabalho isolado. Promover reuniões com a finalidade de apresentar, discutir e aceitar sugestões para novos métodos de trabalho. Tomar o funcionário consciente de que suas atitudes devem ser coerentes com as Normas e Política da Empresa, pois, assim procedendo, ele será beneficiado. Dar conhecimento quanto ao custo elevado das matériasprimas e equipamentos. Mostrar a importância da qualidade e do cumprimento dos prazos. Enfim, provar aos funcionários que as deciões adotadas pela Diretoria ou Gerência da Empresa, também vão de encontro aos seus interesses. Pode-se afirmar que o funcionário conscientizado, isto é, ciente dos seus direitos, das suas tarefas, das suas obrigações, irá produzir com o máximo de sua capacidade, e a Empresa será beneficiada com o aumento da Produtividade. Motivação 8 um fator de potencial elevado, pois os funcionários motivados conseguem 10

obter elevada Produtividade durante algum tempo, mesmo em organizações falhas. O Homem possui força interna que impele a agir em busca de metas determinadas. Cabe à Empresa estabelecer objetivos e desafios tangíveis e comuns a ela e aos funcionários. Os objetivos criados devem ser levados ao conhecimento dos funcionários, e também os prêmios regalias a que terão direito, após os resultados positivos. Alcançados os resultados estabelecidos, a motivação tende a crescer, desde que a Empresa mostre seu reconhecimento. O emprego da força da motivação deve ser explorado com precaução, pois pode transformarse em indignação e apatia. Alguns itens que ajudam a manter a motivação em alto nível são: tipo de trabalho, responsabilidade, possibilidade de criar, bom relacionamento com a chefia, algum contato direto com a Gerência, possibilidade de progresso e auto-realização, possibilidade de formação técnica, prémios por produtividade, reconhecimento por trabalhos bem executados. Existem reservas quanto a considerar salário como fator de motivação, mas nos níveis inferiores pode ser considerado como tal. Aumentos salariais e promoções Devem ser estabelecidas normas, relacionadas com avaliação pessoal, produtividade, qualidade produzida, isto é, fatores que dependem essencialmente das ações e atitudes do funcionário. Em tempo bastante curto, todos estarão interessados em melhores resultados, pois a obtenção de aumentos salariais, promoções, prêmios, será automática, não dependendo da Supervisão ou Gerência. O descontentamento quanto a aumentos, comparações salariais, promoções, irá decrescer, e o sentido de equipe tornar-se-1 mais sólido, com os melhores censurando os piores. Serão minimizadas as injustiças, onde é premiado aquele que utiliza argumentos mais eficientes, ou consiga ser agradável à Supervisão. A Produtividade deverá melhorar sensivelmente e a Qualidade não será desprezada.

Segurança no Trabalho O número de acidentes em nossas indústrias é elevado, e os transtornos por eles causados na vida das Empresas, são graves. Aumentam os custos, prejudicam sensivelmente a produtividade, aumentam "turnover", forçam o trabalho extraordinário ou a existência de funcionários reservas. Analisando os seus métodos de trabalho, a Empresa deve criar Normas Preventivas, procurando erradicar os acidentes. Com as Normas estabelecidas, faz-se ne-

cessário demonstrar aos funcionários, que na ocorrência de acidentes, eles serão duramente atingidos financeiramente, suas avaliações prejudicadas e interrompidas, prestígio ficará abalado e até enfrentarão a possibilidade de perder o emprego. Elucidar também que atitudes negligentes podem ocasionar quebras e paralisações demoradas do equipamento (importar peças) e nestes casos os funcionários não são necessários. Outro agente saneador que pode ser utilizado, é estabelecer prêmios aos elementos não acidentados. 0 Gerência e Supervisão

Tem grande influência na Produtividade com suas atitudes, ações, e devem estabelecer ambiente de trabalho cordial, saudável, sem mentiras e protecionismos. Também é obrigatório que sejam eficientes e dinâmicos, pois desta forma obterão respeito e confiança dos funcionários. Deverão, quando possível delegar responsabilidades e serem flexíveis As idéias que podem facilitar e melhorar métodos de trabalho ou provocar modificações, em normas que envolvam os funcionários. Estabelecer diálogos francos, deixando claro o que a Empresa espera receber, o que pode devolver, como irá devolver. Manifestar confiança nos funcionários, mas, quando necessário, agir rápida e energicamente. Promover reuniões onde os erros e problemas serão discutidos com os envolvidos, e determinar soluções, se possível, em consenso. Esclarecer aos funcionários os direitos obrigações deles, da Empresa, e as regalias que podem receber, se agirem corretamente. Devem respeitar os funcionários e tratá-los como seres humanos. Setores Fornecedores

É comum encontrarmos, nas Empresas, uma "Pequena Guerra" entre os vários departamentos ou setores, onde os objetivos finais de Produtividade são relegados a segundo plano. A Diretoria as Gerências, quando isto ocorre, devem enfrentar esse desacerto com seriedade, pois as conseqüências causam graves danos. Esse desencontro pode se dar em qualquer nível e deve ser eliminado com rapidez. Nestes casos, os setores ou departamentos recebedores serão os maiores sacrificados. A Produtividade final da Empresa sera prejudicada e haverá clima de insatisfação. Quando isto acontece, os setores ou departamentos tornam-se estanques, e procuram aprimorar a sua produtividade, sem analisar os problemas que podem estar criando à linha de produção. O ideal é mantê-los estreitamente interligados e dirigidos em busca do objetivo comum, que 6. a produtividade final da Empresa. Deste modo, erros, falta

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de informações, falta de material, material trocado, etc., acontecimentos que 1101.‘ entravam a produção, serão menos constantes. Outro fator que influencia negativamente, é a falta de qualidade no material processado, nas várias fases de execução. Uma solução razoável, e que produz bons resultados, é examinar todo o material antes de liberá-lo, evitando o contrafluxo e as interrupções prolongadas das máquinas impressoras. Esse con111010 trole deve ser executado por pessoal apto, e, em curto espaço de tempo, a Empresa se certificará que o seu custo insignificante em relação as horas produtivas não desperdiçadas.

executadas por mecânicos eficientes, pois a substituição ou não de peças, diretamente ligadas com a qualidade produzida, podem tornar inútil o serviço realizado, elevar os custos previstos e prolongar o retomo da máquina. Grande é a importância das equipes de máquina, na observação, conservação limpeza das mesmas. Esses itens, quando bem realizados, evitam manutenções custosas e perdas significativas na produtividade. g primordial a conscientização das equipes, responsabilizando-as pelos cuidados que os equipamentos necessitam, para se manterem em ótimas condições de funcionamento. Esses cuidados podem ser realizados com:

Manutenção e Cuidados As máquinas de impressão são complexas e relativamente frágeis ao desgaste. g necessário que exista um plano de Manutenção e Lubrificação, com a finalidade de mantê-las em ótimas condições. Máquinas cujas condições não são ideais, aumentam o estrago de papel, causam problemas de qualidade, reduzem a Produtividade, desgastam o pessoal. O plano deve prever lubrificações, de acordo com o estipulado pelo fabricante e as manutenções, de preferência, deverão ser preventivas e programadas. Geralmente as lubrificações são diárias, semanais, mensais, e a não execução ocasiona problemas de desgaste e ate bloqueio da máquina. O desgaste nas máquinas gráficas grave, poii, além de prejudicar sensivelmente a qualidade e a produtividade, a sua solução exige peças novas, geralmente importadas, ou então o recondicionamento, que pode ocasionar outros problemas. A manutenção preventiva, na maior parte das vezes, é feita em poucas horas evita interrupções, devido a quebras mau funcionamento. Essas interrupções ocasionam perda de produtividade e, nos consertos, geralmente são feitas adaptações rápidas, que podem provocar outros danos. O ideal, em manutenção preventiva, é programá-las para os fins de semana, evitando a perda de horas úteis. A programação deve abranger períodos de 6 ate 12 meses e facilitará a execução dos serviços preparatórios e necessários à manutenção preventiva. Essa preparação abrevia o tempo das preventivas e evita as adaptações. As reformas prolongadas também devem ser programadas, de preferência, nos períodos em que a carga de serviço é fraca. A coordenação nas reformas é de grande importância e evita pequenas perdas de tempo que, no total, atrasam o retorno da máquina. Essas reformas devem ser

a) Observação As equipes conhecem profundamente suas máquinas e "sentem" quando o funcionamento não é normal. Devem ficar atentas ao aparecimento de ruídos estranhos, cheiros diferentes, regulagens que não se mantêm, comandos que não são obedecidos corretamente, máquina pesada ou com bloqueios parciais, peças soltas, parafusos caídos sob a máquina, etc. Ë obrigação das equipes levar, com urgência, ao conhecimento da chefia qualquer anormalidade observada. A decisão de interromper ou não a produção, deve ser da alçada da chefia e nunca das equipes. Geralmente, postergar manutenções breves obriga a paradas prolongadas posteriori, e cabe à che fia levar em conta esse fato. b) Conservação

Ë manter a máquina bem regulada, sem sobrecarregar suas peças com esforços desnecessários. As equipes devem conhecer a máquina, estarem aptas a executar todas as regulagens indicadas pelo fabricante, e constantemente fazer verificações. g essencial que os equipamentos de segurança estejam perfeitos, pois evitarão perdas de produção, qualidade aumento nos custos. A retirada de peças que ficam jogadas, são danificadas e, por fim, não retornam à máquina, prejudicando o seu bom funcionamento. Cuidar para que ferramentas e objetos metálicos não caiam dentro do corpo da máquina, ocasionando danos de difícil solução, como: quebra de dentes de engrenagem, entortar eixos, marcas na superfície dos cilindros, danificação nos sistemas de transporte, etc. Fazer verificações nas partes da máquina que exigem lubrificações em períodos curtos, nos níveis das caixas que contêm óleo, na lubrificação forçada e ver se a bomba está funcionando corretamente. Equipes conscientes da impor-

tância da conservação, aumentam sensivelmente a vida útil do equipamento (de custo elevadíssimo) e obtêm, como retorno, produtividade e qualidade excelentes. c) Limpeza A chefia direta dos funcionários deve exigir que as máquinas e seu espaço, ao redor, sejam limpos diariamente. Assim procedendo, o problema dos mutirões de limpeza passam a ser de conservação, o que é bem mais simples, e necessitam de menos horas de máquina parada. Com a máquina limpa: as regulagens serão fáceis de executar; as partes responsáveis pelo registro das folhas funcionarão perfeitamente; não serão criados esforços desnecessários; as chapas, borrachas e rolarias terão sua vida prolongada. Outro cuidado a tomar, é não deixar escorrer para o miolo da máquina líquidos necessários ao trabalho, tais como: solução de molhagem, ácidos, tintas, gasolina, querosene, álcool, goma, etc. Observar também que os bicos de lubrificação não fiquem entupidos por goma ou pó antimaculante. Com isto, temos certeza que a produtividade será melhorada. Matéria-Prima

Deve possuir qualidade ótima, pois evitará interrupções desnecessárias, que prejudicam em grande escala a Produtividade. Geralmente, essas interrupções são causadas por dificuldades não resolvíveis pdas equipes de máquina e também ocasionam perdas sensíveis na qualidade, nos custos e dilatam prazos de entrega. Quando isto acontece, a Supervisão e a Gerência participam ativamente, na tentativa de eliminar a dificiência e, na maior parte das vezes, as medidas adotadas têm eficácia parcial. A qualidade ótima, mencionada anteriormente, infelizmente não é comparável aos padrões americanos ou europeus. Deste modo, a Empresa deve conhecer profundamente os materiais disponíveis, selecioná-los e, quando necessário, adaptá-los ao serviço a executar. Poderão ser estabelecidos alguns testes rápidos que necessitam de aparelhos simples e de custo ínfimo, ou ate mesmo testes práticos que fornecem elementos úteis. Com os resultados obtidos, muitos transtornos poderão ser previstos e evitados, recorrendo a soluções simples, eficazes e de custo irrisório. A quantidade de dificuldades decorrentes da utilização de matéria-prima de qualidade inferior é enorme, e o número de soluções possíveis de serem adotadas também, sendo difícil encontrar aquela que não ocasione outros problemas.

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Essa busca da solução ideal é demorada, consome recursos apreciáveis, desgasta o pessoal e frequentemente é mal sucedida. Tentando evitar esses acontecimentos, muitas Empresas padronizam a matéria-prima utilizada, por longos períodos de tempo. g a política mais cômoda e confortável, mas a longo prazo não é correta, pois não estará acompanhando o progresso da tecnologia. Assim procedendo, a Empresa estará sujeita a surpresas desagradáveis, como a de ser obrigada a utilizar novas matérias-primas, sem possuir os conhecimentos técnicos necessários. Pode acontecer, também, que as novas matérias-primas exijam novos equipamentos e pessoal tecnicamente hábil nos novos processos. Quando isto aeontece, as dificuldades a enfrentar serão enormes, e a atualização tecnológica irá consumir recursos financeiros elevados em curto período de tempo. Será obrigatório o treinamento do pessoal existente, nas novas técnicas, ou então a sua substituição. Esse "turnover", quando necessário, poderá alimentar a instabilidade nos funcionários, que usarão, como defesa, desacreditar as novas matériasprimas, os novos equipamentos, os novos processos. As tarefas serão executadas com imprecisão (consciente ou inconscientemente) pelos funcionários antigos; as tarefas dos novos funcionários poderão ser dificultadas; as informações solicitadas serão fornecidas incompletas ou incorretas. Esses acontecimentos poderão ser evitados facilmente, desde que a Empresa adote política de pesquisa tecnológica constante. Essa pesquisa deve ser programada, e não exigirá sacrifícios financeiros. Sendo constante, o pessoal ficará educado e aberto para receber novas matérias-primas, novas técnicas e informações para proceder corretamente na execução das novas tarefas. Assim procedendo, a Empresa obterá sensíveis progressos em Produtividade, Qualidade e Custos. Equipamentos As máquinas modernas possuem recursos que facilitam sensivelmente a obtenção de boa produtividade; em compensação, deve-se levar em conta o alto custo dos mesmos, que exigem investimentos vultosos na sua aquisição e podem criar situações fmanceiras críticas. Em nossas gráficas, apesar de os equipamentos não serem modernos, é necessário que se façam análises criteriosas do seu aproveitamento, antes da sua substituição, pois, na maior parte das vezes, deixa a desejar. Apesar de não serem modernos, esses equipamentos possuem re12

cursos que, quando bem aproveitados, abreviam a sua utilização. Esse ganho de produtividade pode ser obtido através da minimização dos tempos mortos com a utilização dos recursos existentes; em produção empregar velocidade máxima admissível e racionalização do trabalho. Vejamos alguns itens que podem auxiliar e facilitar a obtenção da produtividade almejada:

Pré-registro A maioria das máquinas possuem, com pinos ou marcas no cilindro, e quando não, podem ser projetados e construídos com pequenos investimentos. O pré-registro encurta o tempo no registro das chapas, diminui o número de paradas para deslocamento das chapas, e se tiver precisão, as chapas serão acertadas, utilizando-se somente os recursos de deslocamento dos cilindros. O acerto das cores poderá ser iniciado em conjunto com o dos registros, pois as imagens no início estarão praticamente superpostas. Observa-se, também, que a equipe terá menos tarefas a cumprir, consumo menor de papel branco, diminuição no número de chapas estragadas por tratamento inadequado nas paradas, possibilidade de utilizar pessoal com alguma deficiência técnica. Solução de molhagem Utilizar uma única solução, que se adapte aos tipos de serviços e papéis normalmente utilizados. Fazer verificações constantes do pH, evitando problemas de secagem de tinta, que ocasionarão consumo maior de papel e atraso no término. Máquinas fixas Estabelecer máquinas que utilizem sempre o mesmo tipo de papel, executem serviços semelhantes, formatos fixos. Deste modo, serão evitadas regulagens constantes, em virtude de variações evitáveis. Equipes fixes Após algum tempo, conhecerão a máquina profundamente e obterão o máximo rendimento da mesma. Borrachas e Calços Deverão ser adequados aos tipos de serviços e papéis utilizados, evitando-se problemas de impressão que prejudicam a qualidade, aumentam o desperdício de papel, consomem recursos, provocam perdas de horas de produção. E necessário que estejam pré-preparados, para evitar demora nas substituições.

O Chapas Ë necessário que sejam otimizadas em relação às tiragens, tipos de papel, tipos de serviço. Com esse procedimento, são evitadas repetições nas quais a máquina fica parada, perda no padrão de qualidade. g) Alimentação O pré-refile do papel deve ser preciso, evitando problemas de posicionamento da imagem. As pilhas de papel branco devem ser preparadas com antecedência sem irregularidades, evitando-se com isso perda de tempo. O papel deve receber o tratamento necessário, com relação à umidade, antes de entrar em máquina, impedindo-se, deste modo, interrupções prolongadas. h). Non-stop de entrada e saída A maioria das máquinas possuem, mas não são utilizados por infinitas razões não convincentes. O uso do Non-stop evita paradas nas trocas de pilha, diminui a carga de trabalho, evita desperdício de papel, evita tratamento inadequado das chapas, aumenta a produção. Velocidade máxima No final do acerto, a Supervisão e o Impressor devem estabelecer a velocidade máxima para produção do serviço, sem prejuízo da qualidade. Seqüência de tintas Escolher, com antecedência, qual utilizar, em função do tipo de serviço e máquina. Qualidade Serviços de alta qualidade devem ser produzidos nas melhores máquinas e com as melhores equipes. 1) Tiragem Ter controle preciso, evitando quebras necessidade de retornar com o serviço em máquina, perdendo horas de produção. m) Regulagem da máquina Deve ser exeCutada com precisão, pois evitará inúmeros problemas, às vezes de solução difícil e demorada. Para obter boa regulagem nos sistemas de molhagem tintagem, é necessário que os rolos sejam verificados com relação à conicidade; diâmetro, pontas tortas, superfície do revestimento, dureza. Os dispositivos de segurança devem estar perfeitos pois evitarão problemas de qualidade, trocas de chapas e borrachas, perda de papel.

no.


A Fotografia no Desenho Técnico Presente nas principais atividades humanas, a fotografia exerce, também, participação especial no campo do desenho técnico, trazendo novas soluções para velhos problemas. Atua quando da necessidade de incluir ou eliminar detalhes em desenhos de engenharia, mapas e originais a traço ou similares, reduzindo custos e tempo de trabalho, além de manter a mesma qualidade do original.

Esse método, denominado Kodagraph, utiliza uma variedade de filmes e papéis fotográficos especialmente desenvolvidos para atender as necessidades do desenho técnico, com variada gama de aplicações. No caso de alteração de detalhes, por exemplo, não há necessidade de refazerse o desenho inteiro. Basta fazer uma reprodução — em papel ou filme — recortando-se o detalhe que não será usado. Para juntar as partes restantes a uma cópia em filme, com o novo formato do desenho, deve ser utilizada fita adesiva transparente, fazendo-se então um segundo original a partir desta composição, juntando-se as revisões. Além da aplicação, o Método Kodagraph também pode ser usado na obtencão de novos originais, reforçando traços, limpando manchas e removendo fundos amarelados dos velhos originais anteriores. Da mesma forma, cópias azuis, heliográficas, podem transformar-se em originais de alta definição, que por sua vez podem dar origem a novas cópias heliográficas 'de superior qualidade. Com um negativo reduzido do desenho original, todos os detalhes indese-

jáveis podem ser retirados, obtèndo-se depois um original limpo e bem definido. Por outro lado, a redução fotográfica em filmes Kodagraph poupa espaço de arquivo e reduz os custos de disseminação. No campo da cartografia, o Método Kodagraph auxilia a reprodução e atualização de mapas, pois sua translucidez toma mais rápido o desenho de mapas sobrepostos e a reprodução de mapas compostos. Também no caso de desenho de circuitos impressos — tanto no caso de cópias como modificações — o trabalho torna-se mais fácil. Cópias podem ser obtidas com um positivo de contato do trabalho original, e detalhes podem ser apagados com corretivo líquido e refeitos com fita adesiva ou tinta. Na arquitetura, a necessidade de reproduzir o detalhe de planta baixa em cada um dos desenhos, foi solucionada com o Método Kodagraph; basta produzir vários formatos do desenho com a planta baixa em fantasma, para acrescentar apenas os dados adicionais.

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FIESP CIESP em notícias

Exportação: Criação da Cia. Brasileira de Seguro de Crédito é Imperativa "0 que interessa ao País, ao IRB e ao bom exportador é o ingresso de divisas, pois estamos mandando, embutido no produto exportado, tudo o que é nosso e, às vezes, em razão de sinistro, não há o retorno esperado. É óbvio que nós podemos pagar, como temos pago, no entanto, o que importa é o retorno do esforço da produção, através de divisas". O comentário é de D. Judith Monteiro da Silva Constanza, chefe do Departamento de Seguro de Crédito à Exportação, do Instituto de Resseguros do Brasil, durante sua palestra Seguro de Crédito a Exportação proferida esta semana, na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, para cerca de duas centenas de empresários exportadores e técnicos. D. Judith, que milita no setor de seguros há 39 anos, dos quais, 16 ligados ao seguro de crédito à exportação, diz ser "um imperativo a criação da Cia. Brasileira de Crédito à Exportação, que virá agilizar a aprovação das coberturas e a fixação dos limites de crédito", a par de atender as necessidades de outros Estados, que se encontram desprotegidos nessa área, com exceção de São Paulo e Rio de Janeiro.

Informou, ainda, que o IRB vem, paulatinamente, ampliando o seguro de crédito exportação, cobrindo já os itens semi-acabados e primários, desde que não sejam perecíveis. A reunião, organizada pela FIESP/CIESP, através de seu Departamento de Comércio Exterior (DECEX), foi coordenada pelo Sr. Benedito de Sanctis Pires de Almeida, chefe deste Departamento. Contou, também, com a presença do presidente da Sociedade de Ciência de Seguros, sr. J. Francisco de Miranda Fontana, que, ao ensejo do encontro, entregou conferencista a Medalha de Jubileu de Prata comemorativa dos 25 anos de fundação da entidade.

A Palestra Falando sobre o Seguro de Crédito à Exportação, D. Judith analisou as circunstancias econômicas que conduziram à sua criação, além de discorrer sobre os esquemas e mecanismos específicos das modalidades empregadas. Lembrou, basicamente, que o Seguro de Crédito proporciona uma cobertura aos industriais e comerciantes, contra as perdas sofridas por insolvência, falta de pagamento prolongada dos compradores. Após historiar esse tipo de seguro, surgido em fins do século XIX, D. Judith assinalou que muitos esquemas foram instituídos antes da II Guerra, durante os anos de depressão econômica e após o término desta, mas que são continuadamente adaptados As mutações que sofrem as economias, valendo notar que os riscos cobertos são de 2 espécies: comerciais e não comerciais. Estes últimos compreendem os riscos politicos e os riscos extraordinários. Os riscos comerciais cobrem a insolvência do devedor, enquanto os políticos e extraordinários cobrem todos os riscos que derivam de ação governamental, de circunstancias econômicas ou catastróficas. Os chamados

riscos políticos incluem riscos como cancelamento de licença de importação, dificuldade na transferência de divisas, moratória, guerra e revolução. "A falha no pagamento ou insolvência de entidades governamentais 6 considerada como risco político. Portanto, somente entidades governamentais, ou companhias que tenham delegação do governo, podem assumir esses riscos", explicitou a chefe do Departamento de Seguro e Crédito a Exportação do IRB, informando que as porcentagens cobertas, devidas aos riscos políticos, são, de uma forma geral, mais altas do que as cobertas nos riscos comerciais. Elas se situam entre 85 a 95%. Já nos riscos comerciais a cobertura se situa entre 75 e 85%. Segundo a conferencista, o volume das exportações garantidas depende em muito do esquema de seguro adotado e da estrutura do País exportador. Na França, atinge a 20% das exportações; na Alemanha e Suíça, 10%; na Inglaterra, 25%; e no Brasil, cerca de 15% da exportação de manufaturados.

No Brasil "Somente pela Lei n9 4678, de 16 de junho de 1965, regulada pelo Decreto n9 57.286, o Seguro de Crédito Exportação tomou-se realidade no País, após a autorização do Conselho Monetário Nacional para que as operações fossem efetuadas em moeda estrangeira", afirmou, acrescentando que dessa forma o exportador se encontra automaticamente coberto contra os riscos de desvalorização da moeda, isto é, riscos de oscilação cambial. "Mesmo assim, somente em abril de 1968, o seguro começou a ser operado e se transformou em peça fundamental na infra-estrutura financeira do comércio brasileiro, como mais um incentivo à exportação", explicou. O esquema brasileiro prevê as duas coberturas básicas:

riscos políticos e extraordinários e riscos comerciais. Os primeiros, assumidos, integralmente, pelo IRB, em nome e por conta do Governo Federal. Os riscos comerciais são aceitos pelas sociedades de seguros de ramos elementares autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados a operar no ramo. "A experiência brasileira porque se faz com a cooperação direta de um grande número de seguradores, agindo o IRB como ressegurador e orientador das aceitações e atos consequentes, por meio de normas gerais, por ele estabelecidas, e pelo exame particular dos casos apresentados. A unidade de critério é mantida pela atuação do IRB", adiantou D. Judith. Entende ela que tal situação possibilita maior contato com os segurados, facultando-lhes, inclusive, operar com a seguradora de sua escolha, mas tem exigido, sempre, a emissão de dois e, algumas vezes, três documentos, para completar a cobertura dos riscos comerciais e políticos e extraordinários, o que vem complicar o mecanismo do Seguro. "Portanto, reiterou, é um imperativo a criação da Cia. Brasileira de Crédito Exportação e que foi anunciada pelo presidente Geisel no 49 Encontro Nacional dos Exportadores Brasileiros".

Indústria Reverencia Memória de Jorge Duprat Figueiredo A figura de Jorge Duprat Figueiredo — o cidadão, o empresário e um dos líderes da indústria paulista e brasileira — foi alvo de tocante homenagem, durante reunião plenária das diretorias da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Falecido recentemente, aos 60 anos, Jorge Duprat Figueiredo ocupava posição de destaque em empresas e entidades ligadas a produção, serviços e a atividades dos setores trabalhistas. Diretorpresidente da Nadir Figueiredo


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Indústria e Comércio S/A., Jorge Duprat Figueiredo, paulista da capital, nascido aos 4 de julho de 1918, era engenheiro civil e ocupava, entre outros cargos, a 24 vice-presidência da FIESP/CIESP; a vicepresidência da Confederação Nacional da Indústria; e a presidência da Fundação Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO).

"As suas preocupações revelavam sempre o seu profundo respeito pela pessoa humana. Nas nossas lides, por vezes, duras lides no campo das relações de trabalho, pudemos testemunhar a firmeza com que Jorge postulava os interesses do empresariado, mas com profundo respeito e admiração pelo espírito com que porfiavam os representantes dos trabalhadores, na busca de um equilíbrio que expressasse justiça social".

Homenagem Póstuma "Parece incrível, há apenas Outro diretor, o Sr. José 15 dias, neste mesmo salão, Wilson Saraiva, assinalou que prestávamos homenagem a seu Jorge Duprat Figueiredo genitor, Nadir Dias de certamente trazia as virtudes Figueiredo, solenidade na qual evangélicas da humildade, já a CNI outorgava a seu pai a que tratava maiores e menores Medalha de "Ordem do Mérito com a mesma tranquilidade Industrial". CA estamos outra e com a mesma atenção, com vez, desta feita para reverenciar as virtudes da mansidão, a memória de nosso inolvidável porque raramente se via Jorge companheiro. g um choque exaltar-se. "Nunca o vi e, duríssimo e a verdade é que talvez, nossos companheiros nós não nos conformamos pelo nunca o tivessem visto na inopinável do acontecido". prática da soberba. As Assim, o presidente da virtudes que ornavam o líder, FIESP/CIESP, sr. Theobaldo mas que enalteciam e De Nigris, abriu a reunião sobrelevavam o homem, fazem plenária semanal das entidades de Jorge Duprat Figueiredo presentes, diretores e não só o companheiro de empresários, entre os quais, trabalho e de luta desta Casa, os srs. José Ermírio de Moraes mas, sobretudo, fazem sentir Filho, Humberto Reis Costa a ausência do homem íntegro e Raphael Noschese, que foi, companheiro lhano presidentes Eméritos; e que soube ser". Francisco da Silva Vilella, Wilson de Souza Campos 19 vice-presidente. Batalha, também diretor, Emocionado, De Nigris destacou passagens da vida do concedeu a palavra aos saudoso empresário e da sua companheiros, tendo o Sr. convivência com ele: Mário Toledo de Moraes, "Passava tardes e noites em vice-presidente, expressado mesas redondas, em audiências palavras de carinho e conciliatórias e a sua palavra admiração pela figura de de tranquilidade, de paz e Jorge Duprat Figueiredo: harmonia, fazia-se sentir. "Em verdade, ele era um Era ouvido e respeitado, não líder do empresariado. só pelos companheiros, seus Um líder forte e natural, pares, mas também pelas de irresistível carisma". lideranças sindicais dos Em outro trecho de sua trabalhadores que viam nele manifestação, o sr. Mário a figura moderna do lídimo Toledo de Moraes lembrou que as preocupações de caráter dirigente industrial, que sabe que ser industrial não é apenas público de Jorge Duprat Figueiredo de hi muito tinham dirigir a maquinaria de equipamentos para a produção já transposto os limites de lucros, mas, acima de tudo, representativos do dirigir comunidades, ser empresariado de Sao Paulo e responsável por famílias e ele surgia no cenário nacional famílias de trabalhadores, a como "uma forte e promissora par de trabalhar em favor da esperança". E acrescentou: 16

manutenção da estabilidade social, pela manutenção de nossa conjuntura, do nosso estilo de vida, mantendo os princípios de nossa civilização cristã". Por sua vez, o sr. Luiz Eulálio Bueno Vidigal Filho, vice-presidente, assinalou que, a seu ver, as principais qualidades do homem e do empresário Jorge Duprat Figueiredo eram a coragem e a coerência. Exatamente por isso, ele era admirado principalmente por aqueles que eram, não seus adversários, mas seus debatedores, postulantes de posições diferentes., Esses sabiam respeitá-lo." Falando em nome dos presidentes eméritos presentes, o sr. José Ermírio de Moraes Filho observou que "Jorge Duprat foi o seguidor da obra de seu pai. Homem voltado para o binômio FamíliaTrabalho, tinha, para mim, uma qualidade primordial: a lealdade. Homem que sempre procurou servir, sem nada pedir, este foi Jorge Duprat, acima de tudo um amigo na acepção da palavra". O diretor Manoel da Costa Santos lembrou que o extinto, conselheiro da Associação Brasileira da Indústria EletroEletrônica, era um cidadão prestante da sua terra, da sua Pátria. "Todos sentíamos a maneira desassombrada com que tomava atitudes, com que aceitava, sem discutir, as mais penosas tarefas, com imensos sacrifícios pessoais, não recusando viagens, missões as mais duras e as mais desgastantes, não evitando encargos que lhe trariam, como trouxeram, desgaste físico. Sentíamos nessa faceta de sua personalidade o homem público, o cidadão prestante, aquele que quer fazer, que quer. lutar em benefício de sua Pátria", reiterou. Também o vice-presidente do C1ESP, Waldemar Verdi, e o diretor Felipe José Vicente de Azevedo Franceschini, manifestaram a sua palavra de apreço em reverência memória do empresário. Aquele afirmou que em

verdade toda a indústria estava enlutada e que a perda representa, para o País, uma lacuna difícil de ser preenchida. Franceschini pôs em destaque, igualmente, as qualidades de liderança de Jorge Duprat, desde a época de estudante, quando já então se manifestava potencial e forte, sob uma face de lhanura, modéstia e amizade. Ao final, o presidente Theobaldo De Nigris ressaltou a singeleza e profunda sinceridade das manifestações dos companheiros, encerrando-se a reunião com um minuto de silêncio, numa prece de saudade.


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Atualidades ABIGRAF SIGESP

Relatório da Reunião Extraordinária da ABIGRAF Nacional, Realizada em São Paulo, no dia 30 de Setembro de 1978 Tão logo abertos os trabalhos pelo Presidente, Rubens Amat Ferreira, o qual deu votos de Boas-Vindas a todos os presentes, fazendo no ato a apresentação dos dirigentes do Amazonas e Mato Grosso que, pela primeira vez, compareciam a uma reunião da ABIGRAF Nacional. Iniciados os trabalhos, o Dr. Luiz Carlos Weiss procedeu à leitura do Documento Final da Reunião de Salvador, sendo que, para conhecimento dos presentes às associações e sindicatos passaram a historiar a posição em cada uma das unidades da federação, do andamento das ações sobre o problema ICM, IPI e ISS, a saber: 19 — Rio de Janeiro: O Sindicato promoveu uma

Ação Declaratória encabeçada por vários associados, discutindo o problema ICM. Quanto ao IPI não tocaram no assunto deixando-o para uma segunda fase. Condenaram veemente a ação da Orintur.

— Bahia: O Sr. Curvelo confirma que a Ação Declaratória já interposta deu ganho de causa

às Gráficas; estão pagando entretanto o IPI. Foi feita uma carta consulta à Prefeitura. Aguardam decisão da Declaratória que subiu para o Tribunal.

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39 — Rio Grande do Sul: O Sindicato colocou à disposição dos Associados o Departamento Jurídico que, em grupos, intentou a Ação Declaratória que está em andamento. Consultas à Prefeitura, Estado e Receita confirmam que o Tributo 6 devido. Reclamou da Orintur, que anda se degladiando com o Sindicato, baseado em consultas à Prefeitura de Porto Alegre. Foi oficiado à OAB sobre a ação nociva de certos escritórios. Ninguém está pagando o ISS.

49 — Pernambuco: Algumas firmas que entraram com Mandado de Segurança, não concedida a liminar, apelada a sentença o tribunal houve por bem decidir em favor das gráficas. Deverão entrar com Ação Declaratória e vieram buscar elementos julgados, etc. Ninguém está querendo pagar tributo algum o que está gerando uma grande confusão.

59 — Parani: Não muita alteração na

panorâmica desde a última Reunião — cerca de 12 firmas estão com Ação Declaratória em tramitação. Alguns entraram pela Orintur. A orientação do Sindicato é a mesma de São Paulo, isto 6, que devem continuar pagando ICM até a solução fmal. Concitam a união de todos para a solução maior e apontam para o desequilíbrio, pois, muitos, nada estão pagando. 69 — Mato Grosso: Não estão pagando ICM nem ISS — só WI, estão com uma ação pronta mas não deflagrada.

79 — Ceará: Trabalho feito nas 2 esferas sendo que às consultas, a resposta foi de que o imposto é devido (cada uma o seu). 89 — Amazonas: O Sr. Lucena diz que estão isentos de ISS e IPI. Que quanto ao ICM entraram com mandado de segurança cuja liminar não foi conseguida pela razão fática e por demandar perícia para saber

se a empresa trabalha só por encomenda ou não. Vão entrar com declaratória e vieram buscar elementos aqui. 99 — Santa Catarina: Concita também à solução nacional que, segundo o ponto de vista do Sr. Jorge Schmidt, deveria ter vindo já há uns quatro anos. As prefeituras estão aceitando ISS e a Orintur está entrando para confundir as firmas. Que a ABIGRAF deve interferir para solução do problema. 109 — Brasffia: Não entrando também com

Ação Declaratória, não têm ainda solução, pois, no caso deles o Estado e Prefeitura se confundem havendo somente diferença de alíquotas. As gráficas em geral não estão pagando ICM nem ISS. 119 — Goiás: Não se fez presente. 129 — São Paulo: O Dr. Weiss traçou uma panorâmica da situação em todo o Brasil, onde, de um modo geral, as ações têm sido ganhas pelas gráficas; enfatizou a necessidade do trabalho conjunto sendo apresentadas

várias proposições. As várias propostas foram no finarenglobadas, decidindo-se por unanimidade que o trabalho a ser desenvolvido deveria englobar todos os itens acima.

Convencionou-se ainda, a pedido do Presidente Rubens Amat Ferreira, de que, deveriam os Sindicatos tentar enquadrar as Copiadoras como contribuintes da Categoria Econômica. O sr. Fauze acha ainda que a ABIGRAF deveria alertar às gráficas sobre a atividade nociva dos ditos escritórios de assessoria, cabendo então a responsabilidade para os proprietários das firmas que vieram a tomar rumos diferentes daqueles a que temos proposto. Finalmente, o sr. Henry fez um veemente apelo aos companheiros Diretores da Federação da Indústria, que deveriam encampar a luta e

conclamando mesmo os companheiros a que não mais votem naqueles que se esquecem até dos seus sindicatos que os elegeram e conferiram delegação de representação junto às Federações, reclamando veementemente da Federação das Indústrias de São Paulo que não tem dado o devido apoio à causa. Os srs. Diretores presentes receberam então a visita do industrial sr. Walter Daffemer, que pronunciou brilhante

oração. Em seguida, foi encerrada a sessão e os participantes almoçaram no restaurante Dinho's Place, sob o patrocínio da firma Dafferner

S/A. Máquinas Gráficas (Catii). A sessão continuou na parte da tarde no Hotel Normandie, dado à falta de luz no prédio, sede da ABIGRAF. Colocada em discussão a votação da verba de Cr$ 300.000,00 a Cr$ 500.000,00 que seria gasta com pareceres e outros trabalhos, decidiram colaborar:

São Paulo. . . .CrS 50.000,00 Cr$ 50.000,00 Parana Sta. Catarina. CrS 30.000,00 Brasilia Cr$ 30.000,00 Cr$ 20.000,00 Bahia Cr$ 180.000,00 Soma Alguns Estados ficaram de

çonsultar os demais associados sendo que os demais escusaram-se em não poder participar das despesas. O Presidente disse que, de qualquer forma, vamos dar andamento ao trabalho iniciado e que, contava com a confiança dos demais companheiros, prontificando-se inclusive a uma prestação de contas especiais sobre averba em questão. Iniciados os debates sobre Estatização, o Presidente Rubens Amat Ferreira fez um apanhado sucinto da luta permanente que a ABIGRAF tem desenvolvido, quer através de pronunciamentos, quer através de publicações nos jornais. Os aparteantes sugerem que a ABIGRAF entre com uma aftio para que no âmbito jurídico seja julgada


inconstitucional a presença de firmas estatais e para-estatais. O Ceará em brilhante e bem aparteada exposição descreveu toda luta que tem mantido com a Imprensa Oficial. O Sr. Fauze propôs que fosse incluído ao parecer do Prof. Ruy Barbosa Nogueira, um quesito sobre a legalidade de tais gráficas. O Presidente Rubens Amat Ferreira teceu longos comentários sobre as gráficas do Estado, especialmente a do Senado e a da Prefeitura de São Paulo. Finalizaram todos acordes em que a luta deve continuar incessantemente e que todos os esforços têm que ser envidados para acabar com este mal que é a estatização e que mais profunda e diretamente atinge a indústria gráfica. Finalmente, foi abordado pela Bahia o assunto V CONGRESSO DA INDÚSTRIA GRÁFICA que deverá ser realizado em 1979 na Bahia, quando o Sr. Fauze pediu a palavra para fazer referência à inexistência jurídica da ABIGRAF-Bahia que é quem deveria realizar o evento. A partir deste momento, tornaram-se muito acalorados os debates, com reminiscências e lembranças de fatos diversos ocorridos há anos, sendo que o Sindicato do Rio de Janeiro explicou que já há muito lutava por uma modificação dos Estatutos da ABIGRAFNacional. Foi então incumbido o assessor jurídico do referido Sindicato, dr. Jairo para que, em 30 dias, apresente um pré-projeto de reformas de estatutos que, com as alterações a serem propostas será levado a plenário no final do presente ano, quando será marcada a data definitiva do Congresso. Foi então, dado ao adiantado da hora, encerrada a sessão.

São Paulo, 30 de setembro de 1978.

Rubens Amat Ferreira Presidente

Gráficos têm Nova Diretoria em Cruzeiro A Associação dos Amigos Gráficos de Cruzeiro, entidade que congrega todos os que trabalham nas empresas gráficas do município, elegeu sua nova diretoria, cuja posse aconteceu no dia 29 de setembro nas dependências da Novagraf — Artes Gráficas Ltda., onde, is 19 horas, o atual presidente Noé Ribeiro Vieira, transferiu os cargos aos novos dirigentes eleitos. Conhecida pelas suas promoções e pela organização administrativa, a Associação dos Amigos Gráficos de Cruzeiro tem marcado de maneira efetiva sua participação na vida comunitária e, a partir de 29 do corrente, contará com a seguinte diretoria: Presidente: Antônio Carlos Machado ; Vice-presidente: Nelson Magina; 19 Secretário: Antônio Carlos Martins; 29 Secretário: Sérgio Paim Seabra; 19 Tesoureiro: José Augusto Filho; 29 Tesoureiro: Aloísio Costa; Diretores Esportivos: Délio Alves Pinto e Reinaldo Elisei; Diretor Jurídico: sr. Paulo César Faria; Relações Públicas: Noé Ribeiro Vieira. Nova Diretoria Levamos ao conhecimento dos países-membros os nomes dos diretores que regerão os destinos da Associação de Impressores do Uruguai, no período 1978/1979: Presidente: Enrique W. Silvera; Vice-presidente: José Maria Cabrera; Secretário: Adolfo Volterra; Tesoureiro: Alberto Dama Soria; Vogais: Antônio Carpín, Kurt Hirschlaff, Leandro Mendaro, Lorenzo Chiga, Jorge De Arteaga. XI Congresso A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel realizará seu XI CONGRESSO ANUAL — SEMANA DO PAPEL — de 22 a 25 de novembro deste ano, no Palácio de Convenções Anhembi, em São Paulo.

Esse Congresso, como nos anos anteriores, reunirá mais de 1000 participantes, incluindo técnicos e especialistas em celulose e papel de todo o Brasil e do Exterior. Serão desenvolvidos cerca de sessenta trabalhos, abordando desde a obtenção de matéria-prima até a utilização de equipamentos. As sessões técnicas ocorrerão em dois períodos (matutino e vespertino), com a apresentação de quatro a cinco trabalhos em cada sessão. Maiores detalhes sobre essa realização poderão ser obtidos junto à ABCP, na Rua Tubarana, 89 — fone: 70-6196 — São Paulo — SP. Aparistas de Papel Têm Sede em Brasilia Com a presença de mais de 120 sócios representando a maioria das capitais brasileiras, foi inaugurada a sede da ABRAP — Associação Brasileira dos Aparistas de Papel, no Conjunto Nacional Brasilia. Originariamente fundada no Rio de Janeiro, a ABRAP instala-se definitivamente na Capital Federal com o objetivo de atender com maior rapidez aos interessados da classe. Na oportunidade, a atual Diretoria, tendo à frente José Gomes, também diretor-gerente da Novo Rio Papéis, destacou que "a cada dia as autoridades tomam consciência da necessidade de manter o equilíbrio entre o homem e a natureza. Neste equilíbrio, os aparistas de papel assumem uma grande importância em defesa da ecologia. A cada apara de papel aproveitada é uma árvore que permanece viva através da reciclagem do papel já em circulação." Após a reunião foi servido um coquetel de congraçamento. Os aparistas têm novo encontro em Brasília no próximo mês de dezembro.

Estado no mercado tem sido responsável pelo fechamento de empresas no setor — 16 do ano passado para cá — segundo pequenos e médios proprietários, que acusam a Empresa Gráfica da Bahia, do governo estadual, de "exercer urna concorrência absolutamente desleal, porque, além de ser subsidiada, não paga impostos." Entre as quatro gráficas tradicionais recentemente fechadas está a "Mensageiro da Fé", da Arquidiocese de Salvador, que vinha acumulando prejuízos há vários anos, e desde novembro passado estava com as atividades paralisadas. O semanário da Arquidiocese, com o mesmo nome da editora, está sendo impresso em outras gráficas da cidade. O diretor da gráfica e jornal "IC", José Morais, estranha a ingerência "desonesta da empresa estadual, pois enquanto órgãos oficiais ainda se utilizam de empresas particulares para seus serviços, a Gráfica da Bahia, que tem condições de absorver todo o material do Estado, entra no mercado privado, com todas as subvenções e ainda com capital de giro de órgãos públicos." José Morais aponta, ainda, como fator importante na crise do setor gráfico, a cobrança excessiva de impostos, "já que pagamos o LPI, a cobrança do ICM e dos impostos de serviços, fatalmente, levará à liquidação total das pequenas e médias empresas".

Concorrência de Estatais Fecha Gráficas na Bahia A presença de gráficas do

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AMC:14050 ITA9.132A DE TEOVOLOGA C4?4■FON

NOTICIÁRIO Relatório da Diretoria da ABTG, apresentado na V Reunião do Conselho Diretor. Senhores Conselheiros Temos hoje a nítida impressão que a ABTG nos seus novos moldes é viável. As dificuldades são grandes, mas, não intransponíveis. Com o esforço de poucas pessoas temos conseguido um avanço significativo. O ramo industrial gráfico é algo de peculiar, tanto a partir das suas estruturas, a composição do seu quadro de técnicos, como a consciência de seus industriais. Alguns estão enxergando a necessidade de aperfeiçoamentos e de melhorias, de bases mais sólidas, etc., aceitando e procurando um maior intercâmbio de idéias, conhecimentos técnicos e esforços associativos. No entanto, a maioria ainda se esconde atrás de segredos redículos, os quais, se os realmente quisessemos descobrir, não seria dificil e, para os quais, na maioria dos casos, teríamos soluções superiores. As nossas dificuldades fmanceiras, atualmente, são extremamente grandes, tendo em vista dívidas que herdamos da antiga ABTG, fato que nos tem impossibilitado, ate o presente momento, de fornecer aos associados materiais mais significativos, de termos aperfeiçoado a nossa Secretaria e de termos promovido a ABTG de forma mais adequada. Alguns associados tem desistido, exatamente aqueles que estão esperando (por uma contribuição ainda redícula) retornos, mas não fornecem nenhuma contribuição técnica efetiva. Em contraposição, temos tido confluências muito gratificantes, de pessoas jurídicas e fisicas, cujo primeiro intuito é colaborar. 20

o querermos minis rar cursos, pudemos verificar, que o ramo gráfico não precisa disso. O que mais se escuta são evazivas e que mais se vê são rostos enjoados, de gente muito superior às nossas atividades, aqueles que conseguiram transformar o ramo das indústrias gráficas, num dos ramos industriais de pior configuração no país, que compram equipamentos de fotocomposição sofisticados para aumentar seus custos industriais, que colocam Scanner de seleção eletrônica nas suas empresas, para servirem de cartão de visita, que cometem constantemente barbaridades em termos técnicos, tecnológicos e administrativos, aqueles que nunca visualizaram sua empresa além do faturamento, pois, nem uma unálise decente de custos sabem fazer. Assim, colocamos o primeiro curso na base de contatos .individuais dos nossos diretores, expondo-nos a todas essas evazivas e tendo, um dos nossos diretores, de ouvir a descrença diante a A BTG de certa pessoa, a mesma, em cuja gestão como Diretor-Presidente, a ABTG conseguiu seu maior declínio em termos gerais. Mesmo a convites de interesse mais direto, como a consulta sobre a participação na comissão para padronização da escala cromática de tintas, são muitas as empresas grá ficas que não se dignam nem a dar uma resposta e outras, empresas de rename, após posterior contato telefônico, deixam claro que isso a eles não interessa. Existem ainda aqueles que, possivelmente, vêem na ABTG uma ameaça direta, um esvaziamento das suas posições pessoas, os quais, para se associarem à ABTG estão na retaguarda, analisando as transformações, muito preocupados com a remuneração dos professores dos nossos cursos, etc., e, ao mandarmos o nosso representante para inscrição de pessoas da sua empresa, na qual trabalham, no nosso curso, apenas tentam convencer o nosso representante a vender cursos para eles. Muito mais poderia ser dito, mas, fizemos esta introdução apenas para demonstrar certas dificuldades. No entanto, afirmamos categoricamente, que a esta altura, não existe mais dificuldade que nos possa reter em avançarmos nos nossos objetivos e outra, estamos suficientemente comprometidos, para termos de levar a ABTG para frente. 1. Contatos estabelecidos 1.01. ABIGRAF de São Paulo As bases para um melhor intercâmbio de atividades foram estabelecidos: - Estamos fornecendo, mensalmente, artigos técnicos para a "Abigraf em Revista", em troca de uma página de Noticiário da ABTG. - A ABTG comprará uma quantidade da "Abigraf em Revista"

para ri uiçao gra ui a aos associados. - Foi aventada a possibilidade, de a ABTG se unir futuramente, numa mesma sede com a Abigraf. - Foi colocado à Abigraf a possibilidade de a ABTG participar da próxima Feira da Indústria Gráfica, em março, organizando seminários, idéia que foi acolhida de. maneira positiva, propondo a Participação da ABTG, na próxima reunião da Comissão Organizadora. - Foi colocado à Abigraf de a ABTG participar ativamente, possivelmente, com um tema sobre normas industriais no ramo gráfico, no proximo congresso das indústrias gráficas na Bahia.

1.09. Câmara Brasileira do Livro Problema idêntico ao item anterior. 1.10. ABRIMEG/SIMESP Já participamos de uma reunião informativa com a Diretoria desta vntidade, para assegurarmos intercâmbios possíveis.

1.11. Revista Briefing Temos contatos com esta revista nova no mercado, abrangendo áreas como Propaganda, Merchandising, Produção Gráfica, etc., com muito sucesso e bastante profissionalismo, para forneciinento de artigos técnicos, em troca de informações sobre a 1.02. AlfiGRAF em outros Es- ABTG. tados Foram mantidos contatos infor- 1.12. ABNT mais via correspondências com to- Mantivemos contatos pessoais das as filiais estaduais da ABI- com o Delegado Regional de Sao GRAF, sendo que, com represen- Paulo, para apoio às nossas ativitantes de Minas e Bahia também dades de normas. Apoio que, inoficialmente, foi colocado à disposimantivemos contatos pessoais. ção e já foi reforçado por um oficio oficial por lado da ABTG. 1.03. ANAVE Os contatos cordiais já existentes há algum tempo estão sendo apro- 1.13. IPT fundados, tendo sido estabelecido Tivemos uma entrevista com o Dique a ABTG tem acesso à revista retor Superintendente do IPT, que da ANAVE para colocação de no- resultou em primeiros contatos ticiário, estando em aberto, por bastante frutíferos com as áreas de lado da ABTG, todo o tipo de co- Celulose, Papel, Tinta e Vernizes. Todos esses contatos estabelecidos laboração. serão reforçados, constantemente, com material informativo sobre a 1.04. ABCP Já mantivemos contatos bastante ABTG. frutíferos com os departamentos de cursos e de normas para apro- 2. Cursos fundarmos intercâmbios de cursos 2.01. Temos ministrado o primeiro e de normas, sendo a idéia da curso, com absoluto sucesso em ABTG, de pedir todas as normas termos de aceitação pelos particida ABCP, para, após uma rea- pantes. curso, financeiramente, não nálise, oficializá-las para o ramo apresentou resultado positivo, no gráfico. Esperamos participar em breve da entanto, valeu como investimento. Os industriais que destacaram ftmreunião da Diretoria. cionários para participarem do curso, estão pedindo repetir o 1.05. APP Os contatos já datam de algum mesmo curso com urgência. curso ministrado foi o Semitempo para cá, mas, ainda não foram aproveitados para um melhor nário Princípios de Supervisão. As notas dadas pelos participantes, a intercâmbio. partir de questionários confidenciais obtiveram as seguintes mé1.06. Clube dos Produtores. Esperamos aprofundar os contatos dias: 1. Nota geral sobre o semicom este clube renascido, o mais nário (0 a 10, sendo que notas breve possível, para o proveito das acima de 8 e abaixo de 5 deveriam ser comentadas) - 9,71; 2. Nota do duas organizações. professor (idem de O a 10) - 9,86; 3. seminário proporcionou subsí1.07. ABRE Foi mantido um contato pessoal dios práticos imediatos? (sim) bastante cordial com o presidente 93%; 4. 0 Seminário proporcionou subsídios teóricos? (sim) desta organização. Em breve devemos manter uma 100%; 5. Recomendaria o mesmo reunião informativa com toda Di- Seminário para seus amigos? (sim) 100%; 6. Deveriam existir outros retoria da ABRE. Seminários deste tipo? (sim) 1.08. Sindicato dos Proprietários 100%. de Jornais e Revistas de São 2.02. Outros cursos estão prontos Paulo. Estamos procurando enthir em como: Seminário Intensivo sobre contato com este sindicato com ur- Dinâmica Administrativa, Fotoregência, pois, é uma das poucas produção Programada, Tecnoloáreas importantes, ainda não es- gia de Cartolina e Papel (conheciclarecidas com as nossas ativida- mento básicos para o impressor) e

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mais cursos estao senao terminados ou estão em elaboração. 2.03. O princípio básico dos cursos da ABTG está sendo a qualidade, inclusive, com revisão didática, para garantir uma transmissão otimizada aos participantes, qualidade superior a qualquer atividade já desenvolvida neste sentido no ramo grá fico. 3. Publicações 3.01. A ABTG, por enquanto, não manterá nenhuma publicação própria, no entanto, colaborará com toda a revista do ramo e afim que solicite o nosso apoio. 3.02. Com a "Abigraf em Revista" temos estabelecidos contatos especiais. 3 .03.Com a revista da ANAVE e Briefing existem entendimentos de intercâmbio. 3.04. A tônica básica na cessão dos antigos pela ABTG é reservar todos os direitos de publicação, sendo o mesmo válido para qualquer atividade desenvolvida pela ABTG. Os motivos básicos são: Presenciamos casos nos quais certos artigos, conferências, etc., são publicados fora de época, às vezes, alguns anos após sua elaboração, portanto, alguns desatualizados, sendo que não houve consultas ao autor. Não correremos mais risco que isso aconteça com a ABTG ou com colaboradores da ABTG. O fato que qualquer um copia qualquer coisa desestimula a criatividade e estamos preocupados com isso, pois muita coisa ainda tem que ser criada dentro do nosso ramo industrial. 3.05. Denunciámos os entendimentos com a revista Remag, de esta funcionar como órgão oficial da A BTG. Resolvemos que não manteremos mais orgão oficial. Esta decisão tem sido comunicada à Editora Métodos por carta oficial, foi comunicado pessoalmente representante de São Paulo, entregando cópia desta carta e foi reforçada por uma segunda carta oficial. Temos oferecido à Editora Métodos paleativos mais que razoáveis, em termos de melhoria de suas publicações e, ate, representações comerciais. No entanto, todos os nossos esforços têm sido em vão. A Editôra Métodos continua colocando o nosso nome (Associação Brasileira de Técnicos Gráficosrrado) no expediente da revista Remag, ignorando os nossos pedidos, continuando a vender a publicidade como órgão oficial da ABTG, não aceitando a nossa proposta em colaborar numa melhora de suas revistas. Nesses termos fica explícita a exi-

gencia veemente da ABTG, que nenhum associado nosso deve colaborar com esta Editora, enquanto não oficializamos a volta de entendimentos com a Editora referida.

Loester Fioravanti (Bosatelli), Luiz do Prado (Bosatelli), Paulo Panossian (Estúdio 5), Peter Rohl (ABTG), Reinaldo Guerreiro (Lastri), Ricardo Salamon (ABTG), Ademar (Repro), Kazuo (Grafcolor), Luiz Armando (Estú3.06. Livros dio 5), Oswaldir (Lastri). Estamos com planos de publicar Consultas: às firmas Phillips, Oslivros técnicos, próprios ou tradu- ram, GE e Sylvania, consultando a zidos, em conjunto com uma edi- existência de lâmpadas 50009K ou tora, para suprir falhas por lacu- possibilidade de fabricá-las e connas grandes, existentes na litera- viciando para participar em termos tura técnica em português. especiais, para esclarecimentos, técnicos das mesmas empresas. 3.07. Boletins Técnicos e Sociais. A ABTG deverá começar a vender 5.03. Comissão IT a partir do ano que vem, assinatu- Assunto: padronização da Escala ras de boletins técnicos e sociais, Cromática de Tintas. abrangentes a todos os problemas Estamos ainda mantendo contatos do ramo gráfico, com a temática e já confirmaram a sua presença bastante profunda em termos téc- as seguintes empresas: Lorilleux, nicos e tecnológicos. Cromos, Supercor, Renner, ConTal boletim, também, deve ser lan- centra, Melhoramentos, EFI, çado em conjunto com um editora, Gloria Ind. Gráficas, AGGS, Edisendo que estão previstos um mí- tora Vecchi. nimo de 20 edições a pelo menos Obs.: A Abril S.A. garantiu o inteoito páginas por ano. resse de chegar a participar em toIniciaremos a venda destes bole- das as comissões. tins, quando tivermos material para pelo menos dois anos de asOutros suntos básicos em mãos e prepa- 6.01. Mesas redondas, palesras, serados. minários, promoções, artigos, etc., a respeito das normas estabeleci3.08. Fichas Bibliográficas. das pela ABTG. Foi sugerido e deEm tempo hábil, ainda a ser defi- verá ser colocado em prática, uma nido, deveremos lançar fichas bi- movimentação geral a respeito das bliográficas. normas da ABTG, para garantir a sua introdução. Material bibliográfico. A ABTG deve criar fundos e doa- 6.02. Assistência técnica is nordores para aquisição de livros e re- mas. vistas técnicas. Foi sugerido e deverá ser colocado em prática, que a ABTG possa dar Normas, Padrões e Recomenda- assistência técnica na implantação ções industriais. das suas normas. Para isso foram instituidas comissões especiais. 6.03. Seminário patrocinado pela Abril S.A. 5.01. Comissão IC A Abril S.A. colocou à disposição Assunto: Padrão de Originais e o Sr. Harvery F. George, da GraProdução de Textos na Composi- vure Research Inc., que deverá ção. manter no dia 22/02/79, de maParticipantes: Antônio M. Orti- nhã e a tarde, um seminário verguella (ABTG), Flávio Afonso sando sobre os assuntos: a) AspecSantos (S.R.S.), João A. Affonso tos Econômicos da Impressão e b) (A.M.Produções), Jorge Ronda Desenvolvimento Tecnológico e (A.M.Produções), Peter Rohl Tendências I. uturas da Indústria (ABTG), Rubens Germinazi Gráfica. (Unida), Winston Churchill (Reprocomp), Bruno Cialone (EFI), Necessidades Imediatas. Jorge Chaves (Unida), Richard 7.01. Maior representatividade da Strimber (S.R.S.), Roberto Fer- ABTG, nas suas atividades, de tonandes Moreira (Unida), Sérgio dos os associados, em particular, Sievers (S.R.S.). Consultas: Todos conselheiros, Diretores e Particios importadores de equipamentos pantes das Comissões. de fotocomposição receberam consultas sobre a disponibilidade 7.02. Estabelecer fundos, para que dos equipamentos em diversas me- a ABTG possa trabalhar de forma didas, sendo que deve ser oficiali- mais tranqüila em termos financeizada uma única medida (didot, ros e saldar algumas dívidas ainda métrico ou paicas) para o Brasil. existentes. 5.02. Comissão IF Assunto: Padrões de Fontes Iluminantes e Leituras Densitométricas. Participantes: Antônio M. Ortiguella (ABTG), Bruno Cialone (EFI), Dante Aldrighi (Kromia), Ernesto Mina (Glória Ind. Gráf.),

7.03. Incrementar a secretaria.

7.06. Definir uma representação comercial e promocional da ABTG. 7.07. Admitir um secretário executivo e um acessor técnico em tempo integral. 7.08. Campanhas promocionais da A BTG e do ramo gráfico em geral. Atividades propostas A ABTG, em prol do ramo gráfico defende uma série de atividades que estão sendo colocadas apreciação das diversas associações: 8.01. Apoio i instrução Estamos preocupados com a instrução de técnicos dentro do ramo gráfico, pelo fato de uma radical alteração das técnicas e dos equipamentos, fatos que devem levar de volta à preocupação por uma faculdade de artes gráficas e, que necessita de um apoio direto e efetivo a escolas de nível médio, para possibilitar uma adaptação mais rápida às novas técnicas. 8.02. Centre de Treinamento Seria de grande vantagem criar um Centro de treinamento, em conjunto com indústrias de máquinas, equipamentos e materiais nacionais, importadores, indústrias gráficas, escolas, associações, etc. Tal centro deve ter apoio geral e ser administrado por uma diretoria, escolhida por um conselho formado pelos interessados. 8.03. Biblioteca Todas as associações gráficas e em volta do ramo gráfico, fazem seus esforços para criar uma pequena biblioteca. Portanto, nossa sugestão é que se unam todos esses esforços para uma biblioteca realmente signifi-

cativa.

8.04. Pesquisas administrativas, financeiras e técnicas sobre as estruturas organizacionais das empresas. Estamos propondo um estudo para implantação de um sistema uniformizado de informações administrativas, financeiras e técnicas para as indústrias gráficas, o qual deve ser desenvolvido até o uso de computadores. Colocamos este relatório à sua disposição para que decidam, opinem, apoiem e ajam para o crescimento do ramo gráfico e da nossa entidade.

7.04. Colocar máquina de cópia. 7.05. Defmir as empresas que pos- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA sam prestar serviços de composi- DE TECNOLOGIA GRÁFICA ção, fotoreprodução, impressão e acabamento à ABTG. A Diretoria


Hotmelts: possibilidades e limites Antônio M. Ortigiiela

I Hotmelts estão, desde há muitos anos, inseridas na produção de brochuras e quase exclusivamente na fabric i de catálogos. Porém, a referência a estes dois grupos de artigos, mostra que se trata de produtos de durabilidade relativamente curta. Nenhum fabricante de cola de esmalte se atreveria a fornecer uma garantia para a durabilidade da cola.

quanto à flexibilidade e largura de aplicação da hotmelt.

Hoje, a indústria de adesivos nos países industrializados, já oferece uma série de hotmelts para diferentes campos de aplicação. Elas proporcionam is gráficas a possibilidade de escolher o adesivo de esmalte correto e adequado para o emprego nos respectivos produtos. Com essa ampliação de possibilidades Influências exógenas pela oferta, eleva-se provindas do ambiente, como naturalmente, também a temperatura e poluição, não responsabilidade, bem como foram consideradas pelos a necessidade de fabricantes da cola, bem como conhecimentos sobre os pelos consumidores. Além diferentes tipos de aplicação. disso, hotmelts estão sendo Testes de colas antes do empregadas, há cerca de quinze fornecimento, e uma estreita anos na indústria cooperação entre técnicos manufatureira, devido dos fornecedores de cola e especialmente ao continuo usuários, constituiriam os desenvolvimento da colagem métodos mais seguros para uma com esmaltes, ainda é difícil satisfatória. qualidade chegar a conclusões Os assuntos a seguir, foram expressivas. intitulados conscientemente Há aproximadamente três pelas expressões anos, vem sendo também "possibilidades e limites", aplicada a técnica do uso de hotmelts para livros costurados. pois, nem para todos os papéis, Esta técnica tem como objetivo nem para todos os livros e brochuras, pode-se pensar no suprimir o processo de emprego de hotmelt. Cada secagem, que é uma encadernador responsável se desvantagem no uso da cola por dispersão (cola fria) e manterá atualizado sobre estes chegar, assim, a uma fabricação dois conceitos referentes ao campo atual de contínua e em série. Uma concepção mecânica deste desenvolvimento. processo, é desde então Sob a palavra hotmelt, empregada nas mais diversas entende-se o mesmo que sob fábricas. as expressões, cola ou adesivo Naturalmente, as fronteiras de esmalte. Outros nomes do uso de hotmelt em livros como por exemplo, cola de costurados terão um esmalte a quente, cola quente estabelecimento muito mais ou cola térmica, são utilizados reduzido, do que para para essa classe de produto. As catálogos e brochuras. Os diversas qualidades do adesivo de esmalte, distinguem-se próximos anos mostrarão principalmente, pelo tempo quais as evoluções ainda de secagem, pela qualidade da possíveis particularmente,

película e pela cor. O tempo de secagem deve estar adaptado as respectivas condições de aplicação. Um novo campo abriu-se na fabricação racional de artigos de grande consumo, através do desenvolvimento deste tipo de cola.

Constituição do Adesivo de Esmalte O adesivo de esmalte consiste em uma mistura de diferentes materiais sintético-ténnicos, os quais têm um determinado comportamento comum de fusibilidade. Em comparação com a colagem por dispersão, uma hotmelt consiste em 100% de corpos sólidos, de maneira que não é possível o inchaço da fibra do papel. Como o calor pode ser retirado com muito mais facilidade que solventes e água, o processo de colagem caminha com mais celeridade. A parte principal de matéria-prima na cola de esmalte, que é utilizada na encadernação sem costura, é formada por acetato de vinilo e co-polimerizadas, um material flexível e elástico. Estas colas de esmalte, são compostas dos seguintes elementos principais: EVA (etileno, acetato de vinilo, co-polímeros): Estas partes ressaltam as propriedades de adesão (aderência), flexibilidade e um bom ponto máximo de elasticidade (resistência) na composição da matéria colante.

RESINAS: Proporcionam a aderência, servem para o acerto

da viscosidade e têm também boa qualidade adesiva. CERAS: Servem para a regularização do comportamento de fluidez e do tempo de secagem. MATERIAIS ADITIVOS: Agente protetor contra a oxidação para a estabilização dos esmaltes e da película; pigmentos para tingir (de branco) os esmaltes amarelo-claros.

Formação da Película nas Colas de Esmalte Em temperatura normal, a cola de esmalte apresentase no estado sólido. 8 transformada em estado líquido através do aquecedor com 160 a 1800 e aplicada por dois rolos de cola na lombada do livro. Imediatamente depois da capa, o esmalte quente começa a resfriar e endurecer. A película da cola de esmalte, vai-se tornando sólida, através do resfriamento e adaptação crescente a temperatura ambiente.

A colagem de uma cola de esmalte, se efetua, portanto, quando o adesivo quente aplicado em forma líquida, se resfria e consequentemente se transforma em uma película sólida.

Devido à solidificação rápida, a cola esmalte é essencialmente mais sensível a um tratamento inapropriado

da lombada, do que a cola de dispersão, normalmente com solventes de água. Deve-se ter o máximo de cuidado em tomar ásperos os papéis lisos e ter uma fresagem perfeita de maneira geral.


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Características Importantes dos Adesivos A cola esmalte mostra

ADESXO DA

nitidamente uma adesão menor na borda da folha do papel, comparado com os adesivos convencionais de dispersão na base de resinas plásticas. Através do endurecimento brusco do esmalte quente sobre a lombada, pode-se esperar a formação de uma película fina. Em todo caso, existe um rápido aumento da viscosidade, que é igualmente impeditivo a uma penetração mais profunda nas bordas das folhas. Baseado nisso, também deve ser observado o comportamento exato da temperatura durante a aplicação (vide figura 1).

-49/LI)4

INFLUENCIA DA TEMPERATURA DE APLICAÇXO NAS COLAS DE ESMALTE SOBRE A RESISTÊN-

FOLHA :

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...

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CIA nAs LOMBADAS COLADAS

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aplicação. Em regra, a temperatura de pré-aquecimento fica 20 a 400 abaixo da temperatura de aplicação. Em caso de superaquecimento, começa a redução dos esmaltes, que se faz notar através de um nítido aumento da fluidez, assim como por uma cor mais escura. Isso tem simultaneamente como consequência, uma diminuição de aderência da folha e alteração da

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estabilidade.

Comportamento da Temperatura

Aqui deve-se distinguir o comportamento entre o esmalte quente e a película sólida. Para cada película de cola esmalte, existe um limite de temperatura: a inferior (-50 a mais 50C) e a superior (mais 600 a mais 700C). Em regra, começa um endurecimento da película por volta de 00C; algumas qualidades mantêm as propriedades em baixas temperaturas a

aproximadamente —15 0C. Naturalmente, exemplares encadernados e após climatizados na temperatura ambiente, depois de um armazenamento frio, se tornam novamente perfeitos. Através de temperaturas acima do normal (2000C para mais), o esmalte líquido pode ser queimado rapidamente. Do mesmo modo, uma cola esmalte não continua termoestável por tempo ilimitado na temperatura de aplicação (mais ou menos 1800C); portanto, deve-se observar que o adesivo não é aquecido durante um maior espaço desnecessário de tempo

e sem consumo. Somente em grandes consumos, a temperatura de pré-aquecimento pode ser igual a temperatura de

Processo de Aderência

COMPORTAMENTO DA VISCOSIDAIF . I

71- VISCOSIMETRO EPPMCHT COPO 12 VELOCIDADE 11.

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:

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Thlit-EBATITRA

O adesivo de esmalte se liga rapidamente. Depois da camada de cola, a capa deve ser prensada dentro do tempo de exposição ao ar livre. Este varia geralmente entre dois a vinte e cinco segundos. Ultrapassando o tempo a cola começa a umedecer a capa de maneira deficiente. O tipo de adesivo deve ser adaptado as respectivas condições de uso (sequência de operações). O tempo de exposição ao ar livre, é influenciado pelos seguintes fatores: composiçãó do adesivo, temperatura de aplicação, quantidade de aplicação, temperatura do ambiente, temperatura do produto, O condutibilidade calorífica do material. Infelizmente, uma vez que não há um método uniforme para a determinação do tempo de exposição ao ar livre, as especificações dos diferentes fabricantes não podem ser confrontadas em segundos. Com isso, podem apresentar-se diferenças consideráveis, conforme a experiência ensina.


loam-

Comportamento da Fluidez A viscosidade depende sobremaneira da temperatura. Quanto mais alta a temperatura, mais baixa é a viscosidade do esmalte (vide figura 2, comportamento da viscosidade). Na hora do uso, devem ser observadas as instruções do fabricante. A temperatura, deve ser medida com um termômetro apropriado sobre o rolo da cola.

COMPORTAMENTO DA LOMBADA ABERTA

EM BROCHURAS COLADA FATORES DE INFUSSX0

RIE

Filme da cola

A

COM1TaMIDA

Profundidade dos sul cos Material da Capa

Qualidade da Película Até há pouco tempo atrás, utilizavam-se exclusivamente qualidades de pouca elasticidade. Estes tipos de adesivo têm em regra, como resultado um grande efeito de compressão sobre a

lombada. Ultimamente existe um certo "trend" para fórmulas mais maleáveis (elásticas). Neste contexto são aplicadas expressões inglesas como "lay flat" e "easy opening" (vide figura 3). Neste sentido os fabricantes de adesivos nos países industrializados, alcançaram grande sucesso no desenvolvimento de colas, as quais significam, em determinados campos de aplicação, progressos

garantidos. Infelizmente, nesses casos um produto aceito frequentemente apenas por ser novo, sem senso crítico. Foi levado em conta que se renunciou ao efeito de compressão sobre a lombada, praticando ate agora, e principal responsável por uma certa aderência com cola esmalte. Também através de propriedades de adesão aperfeiçoadas nos tipos chamados "lay flat", não recomendado o uso de papéis lisos, duros e coated (por exemplo 150 g/m 2 de Krome-Kote). Aqui deveria ser obtida, como de costume,

Aplicação da cola

Massa do papel LAY FLAT

Largura da lombada

uma boa compressão sobre a lombada, através das

impressão parcial e incômoda com papéis brancos, é

precauções correspondentes (tipo de adesivo, filme de cola, fresa, etc.). Ë justificado o uso de um tipo de cola esmalte mais maleável, para papéis naturais não coated, como por exemplo para revistas e livros de bolso. Um bom resultado de aderência também aqui depende de diferentes fatores, que até agora só foram indicados. Exemplo: qualidade do papel, tamanho, largura da lombada e o destino final do produto.

oferecido um segundo sortimento.

Cores São feitas as seguintes especificações técnicas pelos fabricantes para as cores dos granulados, ou seja películas dos adesivos. a) Para adesivos não pigmentados: amarelados, amarelo-claros, âmbar, cores âmbares e naturais. Nas lombadas isso ressalta ao mesmo tempo em tiras mais ou menos escuras na superfície da borda da brochura. Para evitar esta

Para adesivos pigmentados: branco, branco pigmentado ou só pigmentado. Simultaneamente entrou uma terceira variante no mercado, com os novos desenvolvimentos maleáveis.

O filme seco, entre capa e lombada de uma cola de dispersão, na base de resina plástica, resulta com observação precisa em uma tonalidade mais escura. Tal efeito entretanto, não se sobrepõe visualmente devido a uma aplicação com pouca espessura.

Para adesivos incolores: transparente, incolor, branco leitoso. Baseado em resinas muito claras e incolores, alcançam-se nas receitas dos adesivos, um aspecto semelhante A. cola de dispersão (cola fria) no fi lme da cola esmalte. Nesses tipos, não são acrescentados pigmentos coloridos (por exemplo: dióxidos de titano). Entretanto, nem todas as qualidades oferecem o efeito esperado. Através de um escurecimento posterior da cola, muitas vezes o resultado final não se diferencia dos tipos descritos em "a". Somente esmaltes incolores e termoestáveis, em camadas grossas, servem para películas branco-leitosas.

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O Menor dos Continentes é um dos Principais Mercados de Impressoras Original Heidelberg

e cinco cores, para impressões em frente, digo, formatos de 53x72 e 71x102 cm, cambiáveis para a impressão em frente-e-verso, chegaram Austrália em 1976, onde obtiveram grande êxito de vendas. Até agora, 70 unidades deste tipo de impressora foram vendidas nesse país. Vale citar, como exemplo, uma impressora 102-FP que foi vendida A' James Ferguson Colour Printers, de Brisbane, na Costa Oriental do Continente. Esta máquina, a

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Em 1977, a Austrália ocupou o sexto lugar na relação dos países que importam impressoras "Original Heidelberg". As 2500 gráficas australianas adquiriram até hoje aproximadamente 7000 destas impressoras, o que representa uma média de três unidades por gráfica. As impressoras Heidelberg Speedmaster a duas, quatro


Inn

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cinco cores, foi fornecida a essa gráfica este ano e é a que mais agrada a seus proprietários. O Sr. James Ferguson, proprietário dessa empresa, aprecia sobremodo a flexibilidade da máquina, equipada com dois dispositivos de impressão. A 102-FP imprime 10.000 folhas por hora, na seqüência de cores 5/0, 4/1, 3/2 ou 2/2, conforme se deseja, numa passagem, atendendo com ótimo rendimento a todos os pedidos. A Ferguson utiliza essa impressora principalmente em trabalhos artísticos de alta qualidade, cartazes, prospéctos, etiquetas e caixas dobráveis. Os sistemas auxiliares incorporados na máquina, tais como a instalação para a lavagem rápida das blanquetas e das garras, assim como um comando central bem prático que reduzem em muito os trabalhos de parada e entintagem. O proprietário da Ferguson qualificou a aquisição dessa Heidelberg Seepdmaster 102-FP de autêntico marco na história de sua empresa. Disse: em oito dias estava totalmente instalada e pronta para produzir. E em algumas semanas depois, já tinha imprimido em várias cores um milhão de impressos. As impressoras Heidelberg são representadas no Brasil pela Gutenberg — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo, e filiais no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Recife.

Máxima Tensão para Fitas Não Metálicas com Tensor Lawco Fornecendo alta segurança para cargas pesadas, o novo Lawco LBT 20 é o tensor manual para "os trabalhos mais pesados existentes no mercado para fitas não metálicas.". Com esta ferramenta é possível agora usar fitas não metálicas em tensões acima de 250 kg logo na primeira vez. Desenhada

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para dar uma tensão extremamente alta a caixas fechadas com fitas, caixas de embalagem resistentes para exportação, canos de drenagem e embalagens rígidas o LBT20 é particularmente indicado para "paletização" e outras aplicações onde a alta tensão é vital para manter os conteúdos sem escorregar ou impedir que a própria embalagem caia. Um molinete tensor com uma alavanca e um cortador embutido, o LBT 20 apresenta uma "pinça flutinante" que dá uma melhor sustentação na fita. Qualquer tipo de fita não metálica-propileno estrudido, poliester ou naylon bem como cordas de poliester e rayon — em tamanhos de 9,5m por 0,5m até 16mm por 0,75mm podem ser usadas com esse tensor de fabricação britânica. Maiores detalhes são fornecidos pelo stand da Lawco Limited na B1E, na cidade do México ou diretamente em 60 Vauxhall Road, Liverpool L693AU, England.

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Fichários e Capas de Qualidade da OFREX A extensa gama de arquivos Ofrex e capas em exposição na BIE, Cidade do México, inclui capas de plástico duro Duralon, transparentes para visibilidade do conteúdo; fichários executivo com barra compressora, compartimento em diagonal na parte interna

da capa, e compartimento externo para etiquetas informativas para a gerência e os fregueses importantes; e capas transparentes com barra compressora. Todos estão à disposição com uma grande variedade de cores para a fácil identificação dentro dos sistemas de arquivamento.


O último lançamento nessa série de produtos são as fitas adesivas Ofrahide que são ideais para uso em escritórios, escolas. Ofrahide foi desenvolvida cientificamente a partir de resinas químicas para assegurar resistência e durabilidade e depois modernizada e transformada em fitas adesivas com um apelo executivo. Quando outros colantes estão rachando, ou rasgando e ficando imprestáveis, o Ofrahide Binder ainda estará em boas condições e permanecerá assim por muitos anos. As fitas Ofrahide estão no mercado em 4 cores — vermelha, azul, preta e verde e em duas espessuras — padrão e super. Seis diferentes mecanismos são oferecidos, incluindo um fichário com 2 anéis de 1" (25,4mm) ou com 2 ou 4 anéis de 1 1/2" (38mm) com uma barra compressora deslizante, e uma fita adesiva de computador universal especialmente desenhada com um puxador de nylon e um mecanismo com gancho

corrediço. As fitas adesivas Ofrahide podem ser personalisadas através de impressão de marca de acordo com as especificações do freguês.

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(38mmx 51 nun) e 9"x14" (23 cm x36 cm). Na essência o Consul fornece um sistema de duplicação confiável com um custo extremamente baixo para cópia, para tiragens de 4 a 400 cópias. Maiores detalhes: Ofirex House, Stephen Street, London W1A1EA — England.

Correio já utiliza Sistema

Fonopostal

O fonopostal, sistema que permitirá a remessa de gravações em fita cassete para qualquer ponto do território nacional ou até mesmo para o Exterior, é o novo serviço que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos acaba de colocar à disposição do

público. O presidente da ECT, Botto de Barros, informou que a correspondência rotineira ganhará nova dimensão, uma vez que permitirá aos usuários encaminhar mensagens gravadas para outras pessoas. O sistema fonopostal terá tratamento semelhante ao que as cartas comuns recebem, e, para maior segurança, a embalagem sera fechada com


lacre. Botto de Barros explicou que uma pesquisa feita em diferentes pontos do País — Rio, São Paulo, Brasilia, Belo Horizonte, Porto Alegre e Manaus - provou que o novo serviço terá grande aceitação, uma vez que a maioria dos intrevistados considerou a medida como das mais acertadas. O presidente da ECT disse ainda, que o Correio somente aceitará o encaminhamento postal de fitas cassetes quando

elas estiverem acondicionadas em embalagens adequadas, que já se encontram â venda no comércio. As dimensões das embalagens deverão acompanhar as medidas estabelecidas pela ECT e, quanto á postagem, encaminhamento e entrega, receberão o mesmo tratamento dispensado às cartas comuns. As gravações devem trazer etiquetas na frente e no verso, nas dimensões mínimas de 70mmx100nun, de forma que o espaço possa ser preenchido com nome, endereço e CEP do destinatário e do remetente. A Empresa de Correios e Telégrafos, também aceitará o encaminhamento da fita cassete através do serviço de "registrados", com AR (aviso de recebimento). Os fabricantes de embalagens que desejarem entrar no mercado poderão obter as normas.de fabricação junto à ECT (essas normas já estão â. disposição dos dirigentes industriais nas gerências comerciais da empresa, em todo o País). Botto de Barros explicou, finalmente, que o Correio não se responsabilizará pela finalidade da mensagem ou por qualquer dano que venha a ocorrer na gravação das fitas. Orr.

00"

Ordenador Giratório

de uso Geral Regime Contínuo de Ordenamento

Uma firma britânica desenhou e construfu um ordenador de 25 compartimentos, controlado eletronicamente, capaz de

funcionar com papel revestido ou não, de diferentes tamanhos e larguras, numa só operação sem necessidade de ajustar individualmente os compartimentos. O ordenador, Watkiss

WA/25, incorpora um sistema de sopro de ar para separar individualmente as folhas. Isto torna-o o único ordenador que separa as folhas por fricção, o qual é capaz de aplicar este sistema a papel revestido de acordo com os fabricantes. O sistema de avanço por ar também amplia a quantidade de material que pode ser utilizado — desde papel de 35 a 240 g/m2 , incluindo papel duplicador para uso individual, coberturas delgadas, papel dobrado de pouco peso, cartões e papel revestido para cópia, ate capas de cartolina de 4 folhas.

O funcionamento giratório/ horizontal da máquina, proporciona uma ordenação mais rápida, quando comparada com as máquinas convencionais, pois permite a cada uma das duas cabeças de seleção passar em movimento sequencial continuo sobre os compartimentos, recomeçando num novo grupo de folhas, assim que o anterior estiver completo e depositado no tabuleiro de recepção. Contrariamente, os sistemas de reconhecimento da maioria das máquinas convencionais (que estão dispostos em linha reta) só permite que um grupo de papéis seja ordenado em cada ciclo de passagem da máquina. O WA/25 pode ordenar 45.000 folhas de papel por hora, ou 1.800 grupos de 25 folhas por hora, num

máximo de 15 rot/min. Cada

compartimento tem uma capacidade para cargas ate 38mm de altura, podendo o tamanho das folhas variar entre 180mm x 75 mm e 350mm x225 mm.

Em redor de toda a circunferência da máquina,

está instalado urn interruptor de pressão que permite ao operador parar e recomeçar o andamento da máquina de qualquer posição em que esta se encontre. À medida que as cabeças de seleção passam por cima de compartimento, um sopro de ar separa a folha inicial do resto da carga no compartimento.

Simultaneamente, uma leve almofada elevadora (cuja ação, como a do sopro de ar, está sincronizada com a passagem das cabeças de seleção) emerge da base do compartimento, 29


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entrando em contato com a parte debaixo da folha, , elevando-se até a por em contato com a cabeça de seleção. A almofada, então, retrai-se para o fundo do compartimento e espera a próxima passagem da cabeça de seleção seguinte. Folhas ordenadas acumulam-se debaixo da cabeça de seleção; quando todas as folhas estiverem retiradas ela deposita o grupo inteiro no tabuleiro de recepção. O grupo é então sacudido para o alinhamento das folhas por meio de placas laterais oscilantes, que trabalham conjuntamente com um sopro de ar, sendo transferido, por meio de uma cama de ar, para um compilador de grupos que os coloca escalonadamente, a fi m de ficarem facilmente acessíveis para o operador. E possível incorporar na área de recepção equipamento de acabamento, incluindo um

agrafador. Os compartimentos são do tipo aberto, sendo facilmente

carregáveis, recarregáveis, esvaziados, ou retirados de ordem, mesmo quando a máquina se encontra em movimento. Além disso, como os compartimentos podem ser rodados, eles podem ser carregados ou de outra forma manipulados pelo operador, se necessário, qualquer que seja a sua posição. As folhas nem

precisam ser preparadas (separadas e ordenadas) antes de serem introduzidas nos

compartimentos. Qualquer compartimento pode ser desligado automaticamente da operação, simplesmente puxando a almofada elevadora para a posição de recepção nula. A força do sopro de ar para os compartimentos pode variar conforme o tipo de papel que se está a utilizar. Se houver problemas com a eletricidade estática, pode ser instalado no sistema de ar um cartucho ionizante. Dispositivos sensíveis nas cabeças de seleção asseguram que a máquina parará automaticamente se um comportamento for inadvertidamente deixado vazio, ou se a almofada elevadora não estiver a funcionar devidamente. A manutenção é fácil, estando todos os controles situados numa seção central, facilmente acessível, que pode ser destampada por um simples fecho de abertura. A máquina utiliza corrente elétrica de 110 ou 240V, monofásica, de SO ou 60 ciclos. Pesa 70 kg, tem 1m de altura e necessita somente de 1,45mx 1,20m de espaço. Satisfará as necessidades de uma vasta camada de utentes, desde pequenas e médias tipografias, a organizações de negócios, escolas, bancos,

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313853.

embalagem e nos chamados papéis culturais. O conglomerado Klabin produziu 367.575 toneladas, ou seja, 16,4% do total, vindo em seguida as empresas Suzano-Feffer, com 174.526 toneladas (7,8%); a Simão, 131.687 (5,9%); Champion, 129.400(5,8%); Ripasa,

99.857 (4,5%); Olinkraft, 82.341 (3,7%); Rigesa, 72.271 (3,2%); e Pirahy, 46.197 (2,1%). Os oito grupos acima, com suas 21 empresas, contribuíram com 1.103.854 toneladas, o que corresponde a quase a metade do total

A Nossa Produção de Papel em 1977 A produção brasileira de papel, segundo dados do Anuário da Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose, que circulará brevemente, alcançou no ano passado 2.234.625 toneladas. Essa é a produção das 165 empresas do ramo existentes no país. O conglomerado Klabin, que utiliza predominantemente fibra longa de pinus, para papéis de embalagem, sacos multifolhados, caixas de papelão ondulado e papel jornal, lidera a produção total. Mas pertence à Suzano-Feffer o primeiro lugar entre as empresas do seu setor, que utilizam fibras curtas, empregadas nos cartões de

(49,4%). E importante destacar ainda que 84,7% da produção total, 1.892.452 toneladas, coube is empresas brasileiras (159), enquanto as de capital estrangeiro (6) fi caram com 342.173 toneladas, 15,3%.

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Noticiário SENAI

Artes Gráficas: Semana Tecnológica no SENAI Realizou-se a 64 Semana Tecnológica de Artes Gráficas — STAG, no período de 16 a 20 de outubro de 1978, QOM palestras pela manhã (a partir das 8 horas) e à tarde (com início às 14 horas), na Escola SENAI "Theobaldo De Nigris", localizada na Rua Bresser, 2315, no bairro da Moóca, nesta Capital. O eventou, que se repete pela sexta vez, teve como finalidade o intercâmbio, em âmbito nacional e internacional, de conhecimentos técnicos, através de discussões e debates, abordando os mais importantes problemas de planejamento, produção, pesquisa, inovações tecnológicas e formação de mão-de-obra para a Indústria Gráfica. Temas A 64 STAG compreendeu uma série de palestras e debates, abordando, entre outros, os seguintes temas: "A Estrutura Empresarial Gráfica sob o ponto de vista técnico e administrativo"; "Suprimento — Tecnologia e Racionalização"; "Painel das matérias-primas — Tintas, Papel e outros suportes"; "Aumento da Produção nas máquinas Offset"; "Fotografia em Artes Gráficas — Qual a direção?"; "0 Controle e Recebimento para Offset"; "0 Acabamento na Indústria Gráfica"; "Racionalização da Foto-reprodução convencional e Fotoeletrônica (Scanner) — Experiências,

comparações, previsões"; "Escalas e Sistemas de controle na Fotolitografia — Offset"; "Comunicação Visual — Arte ou Técnica?"; "Sistema para correção de Cores e Paginação"; "Possibilidades do sistema autotípico na Rotogravura"; "Fotocomposição — Um problema de escolha"; "A embalagem — Da criação ao consumidor"; "Do Original ao Impresso — Por que não racionalizar?" e "0 futuro da Indústria Gráfica". Programa A abertura solene da 64 STAG, às 10 horas do dia 16, foi feita pelo diretor do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S/A., Alberto Pereira de Castro. Especialistas do Brasil, Estados Unidos, França, Itália, República Federal da Alemanha e de outros países proferiram palestras .e participaram dos debates. 294 Alunos do SENAI Desfilaram em Homenagem ao 7 de Setembro

Como ocorre todos os anos, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

(SENAI), Departamento Regional de São Paulo, participou da parada

cívico-militar, organizada pelo Comando do II Exército, em comemoração ao dia da Independência do Brasil, 7 de Setembro. De acordo com a solicitação dos organizadores do des file, o SENAI compôs o grupamento "Trabalhador — Ensino", com um total de

294 alunos. Procurando inserir-se dentro do espírito geral da comemoração, cujo tema era "Brasil Hoje", o SENAI apresentou a Unidade Móvel — Diesel, que é uma das suas modernas formas de ensino profissionalizante. As Unidades Móveis são escolas — oficinas volantes, que se locomovem até às regiões mais distantes, a fim de ministrar treinamento

de mão-de-obra onde ele se

e realização desse trabalho

fizer necessário.

decorre do fato de a proposta para a criação desse curso ter tido sua origem nesse Departamento, em articulações com a ABCEM — Associação Brasileira das Construtoras de Estruturas Metálicas e o Sindicato da Construção Civil de Grandes Estruturas, do Estado de São Paulo. No prazo de 45 dias, trabalhando em regime de horário integral, a referida equipe deverá traçar o perfil ocupacional do Desenhista de Estruturas Metálicas, e elaborar o material didático correspondente. Como estratégia de trabalho, o grupo se propôs a elaborar o material para a formação profissional de Desenhistas de Estruturas Metálicas e treinamento operacional para a Construção Civil. Assim sendo, o material didático deverá ser constituído em forma modular, dele retirando-se o que for necessário para a terrninalidade desejável, obedecendo-se para esse fim tanto às exigências da legislação escolar quanto às da formação profissional na empresa.

Desfile Os alunos do SENAI saíram para o des fi le na seguinte ordem de composição: um aluno fez a abertura, carregando uma tabuleta identificadora do grupamento, onde se lia: FEESP/CIESP. A seguir, o primeiro pelotão, com 91 alunas; depois, o pelotão Guarda-Bandeira, com 14 alunos; a fanfarra da Escola SENAI "Roberto Simonsen", com 91 integrantes, e a Unidade Móvel — Diesel, com seis componentes. Faixas e Cartazes As faixas colocadas na Unidade Móvel — Diesel sintetizaram alguns dados históricos sobre o SENAI: "A Indústria: formando, treinando e aperfeiçoando o trabalhador"; "SENAI — 36 anos de Formação Profissional" e "SESI — 32 anos de Assistência Social". Além de um programa específico de atividades cívico-culturais em comemoração à Semana da Pátria, desenvolvido em todas as unidades escolares da Capital e interior do Estado, o SENAI, em colaboração com o SESI, contribuiu ainda com a impressão e distribuição de 25 mil cartazes, 20 mil selos, 20 mil adesivos e 50 mil distintivos alusivos à data da

Independência. "Desenho de Estruturas Metálicas": Novo Curso

no SENAI

Com a incumbência de elaborar material didático para a formação de "Desenhista de Estruturas Metálicas", mão-de-obra essencial para o ramo da Construção Civil, encontra-se em São Paulo um grupo de técnicos instituídos pelo Departamento Nacional do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). A escolha do Departamento Regional do SENAI em São Paulo para a reunião do grupo

Mercado de Trabalho A formação desses profissionais objetiva atender adequadamente às necessidades da mão-de-obra requerida pelo mercado de trabalho. Nesse sentido, o SENAI está examinando pesquisas já realizadas, em âmbito nacional, sobre a demanda de Desenhistas Projetistas e Detalhistas. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os Estados ande se verificou maior carência desse profissional. Composição da Equipe

O grupo está formado por representantes do Departamento Nacional do SENAI (Rio de Janeiro); dos Departamentos Regionais de São Paulo e Minas Gerais, e da Companhia Brasileira de Construção Fichet, empresa que, além de designar um técnico para colaborar no


trabalho, colocou à disposição do SENAI a equipe de peritos do seu Departamento de Projetos de Estruturas Metálicas.

As Causas

Acidentes por Queimaduras: Palestra no SENAI Com uma palestra sobre "Prevenção de Acidentes por Queimaduras", o Departamento Regional do SENAI de São Paulo deu prosseguimento à Campanha de Prevenção de Acidentes no Lar, dentro do Programa de Prevenção do Acidente Infantil em Casa organizado pela Secretaria de Higiene e Saúde do Município de São Paulo. A palestra contou com a participação do dr. Roberto Militão de Oliveira, médicoassistente do Serviço de Queimados do Hospital das Clínicas e do Hospital Municipal do Tatuapé, que falou sobre as causas, efeitos e prevenções de queimaduras.

Conforme esclareceu o dr. Roberto Militão, que também faz parte da Comissão de Prevenção do Acidente Infantil em Casa, da Secretaria de Higiene e Saúde do Município de São Paulo, o local dentro do lar onde há o maior número de acidentes com queimaduras é a cozinha, envolvendo, em primeiro lugar, as crianças (mais de 50% dos casos); em segundo, as mulheres, e, por fim, os homens. Os acidentes ocorrem, na maior parte, com alimentos aquecidos, com o próprio fogo e com a eletricidade.

O baixo nível econômico também influi na ocorrência de acidentes, pois ocasiona a escassez de recursos necessários e seguros para as atividades do dia-a-dia caseiro. Finalmente, a utilização de materiais inadequados, imperfeitos ou desgastados — por exemplo, panelas com cabos soltos — provocam não poucos acidentes. Para demonstrar os efeitos provocados pelas queimaduras, o dr. Roberto apoiou sua palestra em uma serie de "slides" com vítimas, cujo impacto visual completou de forma definitiva a realidade desse tipo de acidente.

As causas mais freqüentes de acidentes estão relacionadas com os seguintes fatores: humano (80% dos casos), econômico e material. Como fator humano, explicou o medico, entende-se a falta de precauções e a inobservância dos conceitos mais primários de prevenção.

Crianças — Vitimas Frequentes Dizendo que as crianças são as grandes vítimas dos acidentes dentro do lar, o médico fez um alerta com relação aos cuidados especiais que se devem ter com as crianças: "a criança, no seu

ASSOCIAÇA0

ímpeto na' ural de aventura, desconhect!ndo o perigo, freqüentemente provoca graves acidentes; E dever dos pais, portanto, não só adotar medidas de segurança dentro do lar, como também transmitir essas noções aos filhos, para que estes já cresçam com uma mentalidade preventiva; mesmo agindo desta forma, não conseguitemos extingui-los définitivamente, mas poderemos diminuir sua incidência".

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seus institutos legais, para a sua realidade fiscal e para as condições organizacionais prevalecentes no meio empresarial. Assim, ao tratar dos critérios técnicos e legais relacionados, por exemplo, contabilização dos custos da mão-de-obra e dos impostos, o texto refere-se explicitamente 5s condições brasileiras, destacando os principais aspectos relacionados aos encargos sociais existentes no país e aos seus dois principais tributos indiretos, o ICM e o IPI. Ademais, foram também consideradas pelo autor as regras implícitas na nova Lei das S/A. relacionadas operacionalização contábil dos custos. Uma segunda característica do texto é a ênfase dedicada ao uso da Contabilidade de Custos como instrumento para fins gerenciais. Ao destacar como pode o administrador analisar os dados dessa área para suprir as informações a fim de poder escolher as diversas alternativas quanto aos

faz-se assim a ligação entre uma área teórica (microeconomia) e os problemas específicos da empresa (pela sua Contabilidade de Custos), dando-se ao empresário e ao administrador ferramentas de uso gerencial de excepcional utilidade. Outra característica a destacar é o enfoque dado utilização da Contabilidade de Custos para as funções de controle, relacionadas ao estabelecimento de padrões, orçamentos e outras formas produtos a produzir, aos preços de previsão, com vistas ao subsequénte acompanhamento a fixar e aos itens a eliminar, e análise das variações propicia o autor visão observadas. Além dos critérios extremamente (ail da usuais dos sistemas de Contabilidade de Custos. E, custo-padrão, o autor ao cuidar de problemas relativos à inflação, seus efeitos desenvolveu modelos para na análise do lucro do produto, fixar padrões de custos bem como do tratamento a ser indiretos por unidade. Finalmente, o texto traz dado no cálculo do juro do capital empregado e na análise uma avaliação crítica da implantação de sistemas de da contribuição marginal com custos. A partir de uma ou sem fatores escassos de abordagem realística, foram produção, consegue uma destacadas as principais conexão entre essa disciplina barreiras e reações is tentativas e a teoria microeconômica;

Contabilidade de Custos

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Nota sobre o Autor Eliseu Martins é professor assistente-doutor do Departamento de Contabilidade da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Ë co-autor de Contabilidade Introdutória, texto de uma equipe de professores da FEA-USP. Aplicação Livro-texto para a disciplina CONTABILIDADE DE CUSTOS dos cursos de Administração e Ciências Contábeis, Leitura de formação e atualização profissional. Obra de referência para cursos especiais. Publicação da Editora Atlas S/A. — Rua Helvetia, 574/578 Tel.: 221-9144 — Caixa Postal 7186 — São Paulo SP.

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Setor Jurídico TRABALHISTA Resolução Administrativa NQ 69/78 CERTIFICO E DOU F8 que o Egrégio Tribunal, em Sessão Plena Extraordinária, hoje realizada, resolveu, aprovar a redação das seguintes Súmulas: 70 — O adicional de periculosidade não incide sobre os triênios pagos pela PETROBRAS. 71 — A alçada é fixada pelo valor dado â causa na data do seu ajuizamento, desde que não impugnado, sendo inalterável no curso do processo. 72 — O prêmio aposentadoria instituído por norma regulamentar da empresa não está condicionado ao disposto no § 39 do art. 17 da Lei n9 5.107/66. 73 — Falta grave, salvo a de abandono de emprego, praticada pelo empregado no decurso do prazo do aviso prévio, dado pelo empregador, retira iquele.qualquer direito a indenização. 74 — Aplica-se a pena de confissão à parte que, expressamente intimada com aquela cominação, não comparecer audiência em prosseguimento, na qual deveria depor. 75 — Ë incompetente a Justiça do Trabalho para conhecer de ação de ferroviário oriundo das empresas Sorocabana, São Paulo, Minas e Araraquarense, que mantém a condição de funcionário público. 76 — O valor das horas suplementares prestadas habitualmente, por mais de 2 anos, ou durante todo o contrato, se suprimidas, integra-se no salário para todos os efeitos legais. 77 — Nula é a punição de empregado se não precedida de inquérito ou sindicância internos a que se obrigou a empresa, por norma regulamentar. 78 — A gratificação periódica contratual integra o salário, pelo seu duodécimo, para todos os efeitos legais, inclusive o cálculo natalina da Lei n9 4090/62. 79 — O adicional de antiguidade, pago pela FEPASA, calcula-se sobre o salário-base. 80 — A eliminação da insalubridade, pelo fornecimento de aparelhos protetores aprovados pelo órgão competente do Poder Executivo, exclui a percepção do adicional respectivo. 81 — Os dias de férias, gozadas após o período legal de concessão, deverão ser remuneradas em dobro. 82 — A intervenção assistencial, simples ou adesiva, só é admissível

se demonstrado o interesse jurídico e não o meramente econômico perante a justiça onde é postulada. 83 — Não cabe ação rescisória por violação literal de lei quando a decisão rescidenda estiver baseada em texto legal de interpretação controvertida nos Tribunais. 84 — O adicional regional, instituído pela PETROBRAS, não contraria o art. 165, item XVII da Constituição. 85 — O não atendimento das exigências legais para adoção do regime de compensação de horário semanal, não implica na repetição do pagamento das horas excedentes, sendo devido, apenas, o adicional respectivo. 86 — Inocorre deserção de recurso da massa falida por falta de pagamento de custas ou do depósito do valor da condenação. 87 — Se o empregado, ou seu beneficiário, já recebeu da instituição previdenciária privada, criada pela empresa, vantagem equivalente, é cabível a dedução do seu valor do benefício a que faz jus por norma regulamentar anterior. 88 — O desrespeito ao intervalo mínimo entre dois turnos de trabalho, sem importar em excesso na jornada efetivamente trabalhada, não dá direito a qualquer ressarcimento ao obreiro, por tratar-se apenas de infração sujeita a penalidade administrativa (art. 71 da CLT). 89— Se as faltas já são justificadas pela lei consideram-se como ausências legais e não serão descontadas para o cálculo do período de férias. 90 — O tempo despendido pelo empregado, em condução fornecida pelo empregador, até o local do trabalho e no seu retorno, é computável na jornada de trabalho. 91 — Nula é a cláusula contratual que fixa determinada importância ou percentagem para atender englobadamente vários direitos legais ou contratuais do trabalhador. 92— 0 direito complementação de aposentadoria, criado pela empresa, com requisitos próprios, não se altera pela instituição de benefício previdenciário por órgão oficial. Sala das Sessões, 19 de setembro de 1978. Hegler Jose Horta Barbosa

Secretário do Tribunal

FISCAL Papel de Imprensa para Cursos por Correspondência Ë permitido o uso de papel imune na impressão de lições a serem remetidas periodicamente aos alunos dos chamados Cursos por Correspondência. No entanto,

para gozar o favor, o papel deve ser importado diretamente ou adquirido das empresas especializadas, cabendo ainda o registro na repartição fiscal e a escrituração do papel imune utilizado. A conclusão é do seguinte Parecer Normativo CST da Secretaria da Receita Federal, publicado no Diário Ofi cial da União de I de 17/07/78. PARECER NORMATIVO CST N965, DE 10/07/78, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL Imposto de Importação. 5.13.19.37.— Isenção e Redução do Imposto — Isenções Diversas — Papel para Impressão de Jornais, Periódicos ou livros. Desde que cumpridos os requisitos e as condições constantes do Decreto 66.125/70, é permitido o uso do papel imune na impressão de lições a serem remetidas periodicamente aos alunos dos chamados cursos por correspondência. Questiona-se em torno da permissibilidade ou não do uso de papel importado com imunidade na publicação de lições remetidas periodicamente aos alunos dos chamados cursos por correspondência. Dos incisos I e II do artigo 39 do Decreto n9 66.125, de 28 de janeiro de 1970, infere-se que o papel imune destina-se ao uso em livro, jornal ou outra publicação periódica que não contenha exclusivamente matéria de

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Entendida a expressão publicações periódicas à luz das No tas Explicativas da Nomenclatura de Bruxelas, consoante as quais, só se consideram como tais os impressos publicados em série contínua, com o mesmo título e a intervalos regulares, datados e numerados, a conclusão teria que ser forçosamente pela negativa. Há que se considerar, todavia, que a citada norma tem origem em dispositivo constitucional que já figurava na Carta Magna de 1946, instituindo a imunidade referente a impostos para o papel

baratear o produto, afim de facilitar sua divulgação e com ela a cultura nacional". S. Como se vê, não há como se emprestar a simples regras de classificação de mercadorias, o condão de restringir o sentido de preceito constitucional que além de prevalecer hierárquica e axiologicamente, antecede de muitos anos a criação da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias com base na Nomenclatura de Bruxelas. 6, Assim, para efeitos de permissibilidade do uso de papel imune, a expressão publicação periódica há de ser entendida latu sensu", estendendo-se portanto is lições remetidas periodicamente aos alunos dos chamados cursos por correspondência.

6.1 — Ressalte-se, todavia, que, ainda "ex vi" do Decreto 66.125/70, para gozar o favor, o papel deverá ser importado diretamente ou adquirido das empresas a que se refere o inciso II do artigo 39 daquele diploma e que o responsável pela exploração da atividade em estudo deverá cumprir os diversos requisitos constantes do citado decreto referentes ao registro na repartição fiscal e â escrituração do papel imune utilizado. CST/Assessoria, em 27 de junho de 1978. Murillo Forfar Mathias

Importação — Papel Imune para Impressão de Jornais, Periódicos e Livros — Sobras — Vendas no Mercado Interno — Documentos Cómprobatórios

PARECER NORMATIVO 18 COORDENAÇÃO DO SISTEMA DE TRIBUTAÇÃO — MF DOU de 21/03/78, p. 4095 5.18.19.37 — Imposto de Importação — Isenções Diversas — Papel para Impressão de Jornais, Periódicos e Livros. A venda de sobras de papel destinado a impressão de jornais, com linha d'água importado ou periódicos e livros e que "ex vi" adquirido no mercado interno da Constituição de 1967 e emendas por empresas jornalísticas ou subsequentes passou a abranger editoras, está sujeita a controles não só o papel, mas também o fiscais estabelecidos na próprio livro, o jornal e os legislação pertinente. periódicos. Trata-se de esclarecer dúvidas 4.1 — Sobre o assunto assim se suscitadas na aplicação do Decreto pronunciou Manoel Gonçalves 66.125, de 28 de janeiro de 1970, Ferreira Filho "in" Comentários que regulamenta o artigo 16 do Constituição Brasileira — 19 Decreto-Lei 37/66 e estabelece, volume — Edição Saraiva — 1972 — para as empresas jornalísticas, página 169: "Dessa forma nenhum editoras e gráficas, a obrigação de imposto pode incidir sobre a escriturar, "em livro especial, impressão e a comercialização de conforme aprovado pela Secretaria livros, jornais e periódicos, da da Receita Federal, o papel imune mesma forma que sobre o papel adquirido ou importado e a destinado à impressão dos mesmos. respectiva destinação". Com isso, procurou o constituinte 0 mencionado regulamento


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faculta ainda à empresa "vender as sobras de papel não impresso e sem possibilidade de utilização nas máquinas impressoras (mantas, aparas e restos de bobina)". Quanto aos instrumentos de controle, além do livro especial, o Decreto 66.125/70 ora se refere a notas de venda ou fatura (art. 79, letra "b"), ora menciona apenas notas de venda (art. 79, letra "d") e a seguir comina penalidades para a hipótese de "venda não faturada". Finalmente, no seu artigo 14, o regulamento sob exame determina que a Secretaria da Receita Federal "baixará instruções complementares deste Decreto, inclusive quanto a modelos de livros, documentário fiscal e forma de escrituração". Os modelos de livros e forma de sua escrituração foram definidos pela Instrução Normativa 17 SRF, de 10/03/70, a qual não se refere a documentário fiscal, mas no livro de controle das sobras de papel não impresso e de papel inutilizado, nas colunas correspondentes a saídas, indica a "Nota Fiscal" como documento a ser emitido e lançado. As dúvidas levantadas dizem respeito à espécie de documento que deve ser emitido para controle das saídas de sobras de papel já que o regulamento alude a notas de venda ou fatura, enquanto a IN se refere a nota fiscal. De outra parte, há empresas jornalísticas que se julgam desobrigadas de emitir notas fi scais ou faturas, porquanto, alegam, sua receita tem como fonte de venda de jornais diretamente ao público. Não procede a alegação de que as empresas jornalísticas não emitem ou estão desobrigadas de emitir nota fiscal e fatura. Note-se, em primeiro lugar, que tal exigência não decorre de atos que disciplinam a venda de jornais, e sim de regulamento que instituiu controles da aquisição e destinação do papel imune. Cabe lembrar, ainda, que as medidas de controle fiscal previstas em norma tributária aplicam-se também "is pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, inclusive is que gozem de imunidade tributária ou isenção de caráter pessoal", segundo prescreve o artigo 194, § 19 do CTN. Em face do exposto, chega-se conclusão de que deve ser aceita, como comprovante das vendas de sobras do papel não impresso e do papel inutilizado, a no ta fiscal ou a fatura, desde que tais documentos se revistam das formalidades legais intrínsecas e extrínsecas. Em outras palavras, para ter validade, para merecer fé, é indispensável que a fatura contenha os requisitos da legislação comercial, principalmente da Lei 5.474, de 18 de julho de 1968. e que a no ta fiscal seja emitida com observância das prescrições constantes do SINIEF e/ou do RIPI. (CST MF -

- PN CST 18, de 15103178).

1.111


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de ltu, 70 — 127 — CEP 01223 Fones. 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 CEP 04508 — São Paulo — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 São Paulo — SP ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil. 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — 11/

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA, SP Irmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valentim Brandini ARARAQUARA, SP Rua Sao Bento, 1134 – Fone: 22-4054 Diretor: José Eduardo Ferrari BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 – Fones: 433-2919 – 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 – Fones : 51-7197 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 – Fones: 22-3013 – 22-3553 (0167) Diretor: Ricardo Pucci ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 – Fones: 482-0789 – 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 – Fones: 6-3582 – 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 – Cx. Postal 153 – Fones: 2-650 – 3-344 Diretor: João Alves da Costa LONDRINA, PR Gráfica Ipê S/A. Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: Alceu Malucelli SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 – Fone: 2049 Diretor: Vicente Francisco Giovinazzi SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da Republica, 20 – Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 – Fones: 443-3449 – 443-3444 Diretor: Mário de Camargo TAUBATÉ, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 – Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido


Regionais

I. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSI'RIA GRÁFICA

ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 7-6814

Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua José Lourenço, 816 — Fone: 24-1426

Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE AB1GRAF — Regional de Goiás

Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO AB1GRAF — Regional de Minas Gerais

Rua Rio de Janeiro, 243 – s/ 701 – Fones: 222-6081 – 224-0402 (031) Presidente: Sidney de Morais Residência: R. Ouro Preto, 1.700 – Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2.062 – Fone: 226-4822 CEP 30.000 – Belo Horizonte – MG ABIGRAF — Regional da Paraiba

Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093

Praça António Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 — 221-4144 (221-3118 — Fábrica) CEP 58.000 — João Pessoa — PB AB1GRAF — Regional do Paraná

Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Tetos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR AB1GRAF — Regional de Pernambuco

Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1.° Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — Olinda — PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF – Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: Av. Julio de Castilhos, 1195 – Apto. 4 – Fone: 221-4577 Caxias do Sul – RG Empresa: Gráfica Mary S/A. Av. Julio de Castilhos, 1195 Caixa Postal 163 – Fones: 221-3646 e 221-1275 (0542) Caxias do Sul – RG AB1GRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empress: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592

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Sistemas de fotocomposição para jornais - A HARRIS tem desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição para jornais, adequados para jornais de grande. médio e pequeno porte. O lançamento mais recente neste setor, corresponde a série HARRIS 2530. o modelo 2531 , menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composieào de textos e classificados , duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700, possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior, incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta série nova, 2530, há ainda os sistemas de fotocomposição para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandissimo porte. Sistema de fotocomposição lay out: HARRIS 2200 0 sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e urn computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposição. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo. com linhas verticais e horizontais. Por simples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Somente quando o anúncio esta completo na tela e em definitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. O operador não se precisa preocupar em definir distancias, corpos, entrelinhamentos etc, pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC Há dois modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT -

que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOTRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizes fotograficas, mas sim programações eletrônicas para o tubo de raios catódicos. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype Por fim, o programa de fotocompositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam os terminais de edição e composição CompuEdit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposição no código US. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB formada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a uma fotocompositora, ou então, em conjunto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a composição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS A HARRIS fornece com cada sistemade fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS são todos amplamente testados e se encontram em uso nos maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Maquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita á Rua Conselheiro Nébias, Sao Paulo: e com filiais no Rio de Janeiro, recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica. No Brasil, muitos jornais eeditora de grande portetrabalhamcom sistemas de fotocompositoras HARRIS. -

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Revista Abigraf 036