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A ANO III III - NUMERO 35 OUTUBRO 78

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EM REVISTA

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRAFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


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Apresentamos para apreciação de V. Sa. a nossa linha exclusiva de máquinas impressoras OFFSET com todos os recursos para serviços de artes gráficas de alto nível.

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Filial em RECIFE — PE Av. Dantas Barreto. 1087

fone: 234-0775

Rua Capitão Sampaio. 66 — Del Castilho Cone: 281-2116 RIO DE JANEIRO — RJ Filial em BELO HORIZONTE — MG Av. dos Andradas, 298

fone: 226-3636 Filial em BRASÍLIA — DF CRS Avenida W3. Quadra 513. Bloco B. loja 67

fone: 242-5644

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Expediente ABIGRAF EM REVISTA

Órgão oficial da Associação Brasileira da

Indústria Gráfica Regional do Estado de S.Paulo.

Registrada no 29 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n9 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n9 1.517-P, 209/73.

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EM REVISTA

A.

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 129 andar — Telefones: 32-4694,

A-7411 NPAFff EM REVISTA

34-8269, 35-8788 e 37-0724. Telegr.: "ABIGRAF" — CP.7815 01223 — São Paulo, SP, Brasil. Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira

Diretor-Presidente Consultores Técnicos:

Dráusio Basile Jose Ferrari Thomas Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação:

Saulo Barros

MTPS n98312

Programação Visual, Composição e Impressão:

Rettec — Reproduções Gráficas, Traduções e Edições Técnico-

Capa: Criação e Arte-final: Célio Hirorni Ito Fotolitos: Alunos da Escola SEVAI "Theobaldo De Nigris"

Científicas Ltda. Largo do Pa içandu, 72 — 39 Tels.: 227-4311 e 227-9085.

Sumário 3 4

Editorial Cartas Padronização de Envelopes: um

grande passo da Empresa Brasileira

de Correios e Telégrafos! Impressora Paranaense comemora seu 909 aniversário

o 18

Noticiário SENAI Nossa Impressão Setor Jurídico

20 24 25 28 31 32 38 40 44 45 47 49

Delegados no Estado de São Paulo

51

Estratégias de Marketing XVII CONPAT — Congresso Nacional de PreVenção de Acidentes do Trabalho

FIESP/CIESP em Notícias Flashes

O Original a Cores — ABTG

Impressão Hoje e Amanhã — ABTG No Brasil é diferente — ABTG Atualidades ABIGRAF/SIGESP

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A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECÂNICOS

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Diretoria

Editorial

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de Sio Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira

Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 29 Vice-Presidente: Sidney Fernandes 11Pr

Secretário: Antonio Bolognesi Pereira 2 9 Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr FrioIli 29 Tesoureiro: Jose Aidar Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli

Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira

Vice -Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 29 Secretário: Jose Alder Filho Tesoureiro: I rineu Thomaz 29 Tesoureiro: Waldyr FrioIli Diretor Relações Públ icas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drausio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy Jose Bignardi Neto Renato Foroni

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I.

Conselho Fiscal: Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatra Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes:

Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria:

das 8 as 11,30 e das 13 às 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretário Geral: Elias Valentir

Departamento Juridic° : Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cfveis e criminais.

SOLICITADO O FIM DA LEI DE SIMILAR IDADE Considerando que oitenta e dois por cento das importações brasileiras não satisfizeram, no ano passado, o total de impostos previstos, em vista de terem recebido benefícios fiscais e creditícios, o Diretor-geral da Cacex — Carteira do Comércio Exterior do Banco do Brasil — Sr. Benedito Moreira, voltou a defender, em Conferência na Associação dos Jornalistas de Economia e Finanças do Rio de Janeiro, o fim da lei do similar. Esta lei permite, segundo ele, tais vantagens para o esquema de importação que no final prejudicam a empresa de capital nacional. No entender do Diretor-geral da Cacex, a ociosidade de parte da indústria nacional de bens de capital — o que levou o Ministro do Planejamento, Reis Velloso, a levantar a hipótese de um "minidesaquecimento" do setor — será um problema resolvido no momento em que todas as importações forem taxadas, enquanto a produção desses bens, no Brasil, ficar isenta do IPI e ICM. Assim, segundo o Sr. Benedito Moreira, a legislação "variada" sobre similaridade, depois que o Brasil passou a fabricar 80% dos equipamentos de bens de capital de que necessita, "perdeu completamente o sentido". Dessa forma, uma inversão na lei, alterando todo o sistema, ao invés de deixar a indústria nacional ao dispor das empresas transnacionais, estará beneficiando nosso setor industrial. Como informou o Diretor-geral da Cacex, somente 82% das importações não pagaram tributo porque eram isentos, ou pagaram, apenas, uma parcela dos tributos previstos. E nesse quadro é necessário mencionar as grandes empresas esta-

tais que obtêm até decretos-leis para importarem com isenção de impostos. Com essa evidente mudança nas regras do jogo e o fato de que a indústria nacional de bens de capital evoluiu a ponto de atender à quase totalidade das necessidades brasileiras, o Diretor-geral da Cacex voltou a afirmar que sua produção que deve ser isenta de tributos — IPI e 1CM — enquanto a estrangeira é que deve ser taxada dos encargos da importação, sem qualquer exceção. Entende o Diretor-geral da Cacex que as reações is suas declarações iniciais contra a legislação que regulamenta a importação de similar deveu-se a meros preconceitos. Na ocasião, ninguém teria atentado para seus argumentos, com o grupo da indústria de bens de capital reagindo por simples temor à mudança proposta das regras do jogo. Mas, atualmente, estas proposições já estão sendo olhadas de modo diferente, como a quebra de um hábito que beneficiará justamente aqueles que achavam que a sugestão poderia prejudicá-los. g bem provável que esta proposta de mudança de esquema passe a ser aceita até mesmo pelos mais radicais no setor, pois contra números não há argumentos. O Diretor-geral da Cacex condenou duramente a burocracia que domina o aparelho estatal brasileiro, referindo-se, principalmente, à sua área de atuação, considerando que as medidas sobre similaridade passariam a ser desnecessárias, na medida em que o governo, para o bem da indústria nacional de bens de capital, taxasse simplesmente todas as importações, desconsiderando qualquer tipo de privilégio.


Cartas

Lendo na apreciada Revista AB1GRAF n9 30, vimos, dentre muitas, várias máquinas impressoras modernas. Como subsídio para eventual publicidade, nós temos aqui em Senhor do Bonfim a nossa modesta oficina que conta com uma guilhotina e uma picotadeira ainda importadas da Alemanha, funcionando perfeitamente e adquiridas em 1934; somente para ilustrar: quando se faz a limpeza e lubrificação, ambas estão com as peças bem esquadrejadas, e até o momento só foi substituída uma bucha do aperto vertical. PAPELARIA E TIPOGRAFIA BONFIM Pça. Augusto Sena Gomes, 36 Senhor do Bonfim — Estado da Bahia 8 com muita satisfação que acusamos o recebimento da carta de V.Sa. e ao mesmo tempo apresentamos os nossos agradecimentos pelo grande interesse que ABIGRAF EM REVISTA desperta nessa firma. O bom funcionamento e o grande desempenho das máquinas citadas por V.Sa., apesar de muito antigas, demonstram a grande preocupação dessa empresa no setor de manutenção. Mas deixamos bem claro que atualmente o avanço tecnológico é bastante surpreendente, apresentando maquinarias altamente funcionais e sofisticadas, reduzindo ao mínimo o trabalho, aumentando satisfatoriamente a produção e a qualidade do trabalho impresso. Mas quanto a durabilidade dessas maquinarias só o tempo o dirá.

Pela presente temos o prazer de comunicar-lhes que em nossa última reunião deliberou-se considerar extinta a AIGRAF — Associação de Industriais Gráficos, unindo-nos a essa entidade. Acreditamos que com nosso entusiasmo e ânimo aliado ao de V.Sas. iremos atingir os objetivos colimados. Queremos informar-lhes que ficou eleito como Delegado, aqui em Bauru, o Sr. Alcides Bonora, que irá, com mais dois colegas, participar da reunião semanal de 17 do corrente, para troca de idéias e conhecê-los pessoalmente. Pedimos o obsequio de nos enviar, através do Sr. Bonora, material para correspondência, relação dos sócios de nossa região, relação de cursos possíveis de serem ministrados em nossa cidade e outros que V.Sas. considerarem necessários. Sem mais, apresentamos nossas saudações. AIGRAF — ASSOCIAÇÃO DE INDUSTRIAIS GRÁFICOS Bauru — SP

Traduz-se em motivo de muito júbilo para nós esta entidade ter decidido em reunião unir-se à nossa entidade de classe. Isto vem de encontro à nossa política de maior aproximação da categoria para um fortalecimento cada vez mais efetivo em benefício de todo o setor. E todas as informações e materiais necessários para o bom funcionamento dessa Delegacia serão colocados à disposição de V.Sas.

Com o envio de correspondência no dia 17 de abril de 1978, tive o prazer de dirigir-me a V.Sas., apresentando o n9 4 de nossa revista "ASIMPRES INFORMA". Nesta oportunidade estamos enviando o n9 5, correspondente ao bimestre maio-junho, colocado neste momento em circulação. Qualquer observação que V.Sas. desejarem fazer a respeito desta publicação ou outras sugestões que queiram submeter a nossa consideração, será especialmente bem recebida como valioso subsídio para o cumprimento de nossos objetivos. Sem outro particular, apresentamos nossas saudações. ASOCIACION DE IMPRESORES DE CHILE Canadá 253-C — Santiago Acusamos o recebimento das citadas publicações, as quais achamos bastante interessantes para o setor gráfico, pelo

tipo de informações tecnológicas contidas em seu interior. Tomamos, inclusive, a liberdade de publicar uma pequena resenha da citada publicação em ABIGRAF EM REVISTA, informando aos nossos leitores corno entrar em contato com "ASIMPRES INFORMA" Temos o grazer de comunicar aos nossos clientes e amigos que no dia 19 de setembro de 1978 passamos a atender em novo endereço: SERVART PUBLICIDADE LTDA. R. Rui Barbosa, 311 — Campo Belo Telefone: 240-0022 — CEP 04614 São Paulo — SP Contamos com sua colaboração e prestígio. SERVART PUBLICIDADE LTDA. Rua Rui Barbosa, 311 São Paulo — SP. Anotamos o endereço acima para uma maior difusão entre seus clientes e amigos, colocando-nos sempre à inteira disposição de V.Sas. para ,todo e qualquer comunicado de interesse para o setor.

Devido à redução de nossas atividades estamos colocando à venda nosso equipamento de fotocomposição marca Monophoto, constituído de 4 teclados, 2 monofotos e 4 mesas de montagem. Muito apreciaríamos caso V.Sas. pudessem divulgar essa informação entre os associados da ABIGRAF. Agradecendo antecipadamente a V.Sas subscrevemo-nos atenciosamente. EDITORA EDGARD BLUCHER LTDA. R. Pedroso Alvarenga, 1245 - 29 - Cj. 22 São Paulo — SP. Publicamos a carta acima, ressaltando aos nossos leitores que a monofoto uma máquina de fotocomposição com amplos recursos técnicos, apresentando um teclado eficiente que assegura maior rapidez ao trabalho desenvolvido, apresentando, ainda, uma série infindável de possibilidades dentro do campo de composição gráfica, dada a sua versatilidade. Maiores informações aos interessados poderão ser prestadas na redação de ABIGRAF EM REVISTA, que mantém um amplo e explicativo folheto alusivo à esta máquina de fotocomposição.

Encaminhamos em anexo para conhecimento dessa Diretoria, correspondência recebida da Associação de Impressores do Uruguai, na qual agradece curso ministrado pelo Sr. Walter Gunter Thoma,


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Instrutor-chefe de Offset desta Escola, em seu período de férias. Atenciosamente, JURANDYR DE CARVALHO Diretor da Escola SENAI "THEOBALDO DE NIGRIS" São Paulo — SP Acusamos o recebimento da xerox da missiva enviada pela Asociacion de Impresores del Uruguay, agradecendo o esforço desenvolvido por essa conceituada Escola para levar conhecimentos tecnológicos, na área de artes gráficas, a esse importante país da America Latina. Louvamos, também, o esforço do Professor Walter Gunther Thoma, sacrificando suas ferias em benefício da indústria gráfica uruguaia. E podemos constatar, ainda, nessa carta o grande êxito alcançado pelo Professor Walter Gunther Thoma na direção desse curso, que teve a duração de uma semana e ministrado a 90 participantes. A saúde dos empregados, é bastante importante para o bom rendimento de sua empresa. Para isso convênios médicos apenas não bastam, é necessário também que o

ambiente de trabalho seja limpo e isento dos insetos e demais elementos nocivos à essa saúde. já uma verdade incontestável que pessoas trabalhando em locais assim produzem muito mais do que produziriam em situação diferente. Somos urna empresa pioneira em dedetização, desratização, limpeza e conservação no Brasil; atualmente contando com mais de 4.000 funcionários e laboratórios próprios onde estudamos formulações eficazes para o extermínio dos insetos em geral. Portanto, prontos a lhe oferecer toda a assistência necessária para garantir a saúde de sua Empresa, assim como fazemos para a Companhia do Metropolitano de São Paulo e diversas outras Empresas. O processo Brasanitas abrange: indústrias, escritórios, hospitais, sítios, fazendas, residências e todos os meios de trans-

porte . A aplicação de nossos produtos, garante proteção ao ambiente durante vários meses, impedindo a proliferação de in-

setos. Tem as vantagens de: não alterar a rotina dos ambientes, não ser tóxico, não causar manchas ou estragos. Brasanitas oferece garantia e assistên-

cia técnica durante seis meses. Consulte-nos pelos telefones:

280-7311 — 280-4492 — 881-0610 — 853-9911. BRASANITAS São Paulo — SP. Gostaríamos de fazer uma assinatura da revista ABIGRAF. Ficaríamos satisfeitos em receber instruções como fazer a assinatura e quanto iríamos pagar por ano. Somos associados ao Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado da Bahia. Sem outro assunto para o momento, subscrevemo-nos atenciosamente. INDÚSTRIA GRÁFICA IRMÃOS RIBEIRO LTDA. Rua Marechal Deodoro, 801 Barreiras — Bahia Para efetuar a assinatura de ABIGRAF EM REVISTA basta enviar um cheque ou vale postal no valor de Cr$ 360,00, enviando uma solicitação com todas as qualificações da empresa, tais como, Razão social, endereço legível, se possível caixa postal, etc. E, automaticamente, ABIG RAF EM REVISTA será enviada regularmente a V.Sas.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO R. Marquês de I tu, 70 — 129 — Tels.: 32-4694 - 35-8788 - 34-8269 — C. Postal 7815 — Telegr.:"ABIGRAF" — 01223 — São Paulo — SP.

Sócios

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica leva ao conhecimento dos interessados que estão a venda na sede da entidade as seguintes publicações de grande interesse do setor, não esquecendo o leitor, de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal à entidade no valor correspondente.

Não Sócios

Livros Classificação e Avaliação de Funções na Indústria Gráfica

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75,00

Cr$ 110,00

Custos na Indústria Gráfica

Cr$

70,00

Cr$ 100,00

Tecnologia de Papel com Ensaios de Laboratório

Cr$

56,00

Cr$

91,00

Aumento da Produtividade

Cr$

56,00

Cr$

91,00

Métodos de Ensaios nas Indústrias de Celulose e Papel

Cr$ 322,00

Cr$ 378,00

La Direccion en La Indústria Gráfica

Cr$ 182,00

Cr$ 238,00


Padronização de Envelopes: um grande passo da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos!

A padronização de envelopes foi implantada desde 19 de março de 1978, através de um documento básico oficial que não sofreu nenhuma alteração com referência a datas de implantação de envelopes padronizados dentro da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. O acima exposto não significa que o computador já esteja funcionando. Em Brasília já está montado e em fase de ajustes, o que demanda tempo face à complexidade que o mesmo apresenta. Em São Paulo, a máquina já chegou e está em fase de montagem na Agência Central, e, posteriormente, virão mais duas, sendo que existe um estudo para a implantação de uma no novo Centro de Triagem do Jaguaré — nude() operacional que apresenta uma área coberta maior que a do Anhembi. Essas máquinas são fabricadas pela NEC — conceituada e tradicional indústria japonesa, responsável por uma série de renomados equipamentos eletrônicos. Tudo faz crer que a máquina do Correio Central entrará em funcionamento

no início do ano de 1979, e as demais no final desse ano. Características da Máquina

Esta máquina possui um primeiro módulo que se constitui de uma separadora obliteradora, cuja função é a preparação das correspondências entradas, separando automaticamente a correspondência padronizada da não padronizada. Faceia a correspondência pela fosforescência do selo, fazendo com que a mesma fique na posição correta de leitura, e a seguir um carimbo automático efetua a obliteração, a fim de evitar que selo seja reutilizado. Depois a correspondência cai no módulo estocador que se encarrega da racionalização do fluxo para o equipamento de leitura óptica, qual 18 o CEP manuscrito ou impresso nos cinco dígitos numéricos, empregando a técnica da leitura óptica, e uma fotoelétrica faz o reconhecimento do CEP manuscrito, comparando-o com o paterno da memória, dando uma de finição para o CEP. Após isso, imprime em cada carta o código de barra fluorescente correspondente ao CEP, indo a correspondência para outro estocador deste para uma separadora intermediária que faz a triagem, utilizando os dois ou três primeiros dígitos, o que se constitui numa pré-separação. Depois, esta separadora é ativada novamente com outro programa para efetuar leituras com maiores detalhes do CEP, executando 300 separações diferentes, a ponto de separar Fiara o carteiro, que irá receber a correspondência prontinha e amarradinha para a entrega final. Essa máquina atinge uma capacidade de produção espantosa, ou seja, 30 mil cartas por hora, considerando-se que um excelente manipulador manual opera somente 2.500 a 3.000 por hora, com grandes possibilidades de erro, o que não acontece com a máquina. Envelopes Até o presente momento não existe nenhuma contra-orientação no sentido de não aceitarem os demais envelopes. Todos os tipos de envelopes serão aceitos, havendo apenas uma única restrição, ou seja, os envelopes não padronizados não terão a mesma celeridade no encaminhamento, portanto, serão mais lentos que os envelopes padronizados, mas isto só ocorrerá quando a máquina entrar em operação. A correspondência padronizada, mesmo extra-equipamento, se torma muito mais fácil de ser trabalhada tanto pelo manipulante manual como pelo carteiro, tomando, assim, mais rápida pela facilidade de seu manuseio.

Os contatos iniciais com os fabricantes de envelopes foram feitos em Brasilia a nível da administração central dos Correios. Agora, em contatos com fabricantes o Correio obteve informações que tal medida ajudou a racionalizar a produção de envelopes, sanando problemas de faca, considerando-se que cada pedido era solicitado num determinado formato, obrigando essas indústrias a utilizarem-se de várias facas. Sendo que, agora, a padronização reduziu os custos de fabricação de envelopes, além de racionalizar o trabalho. Agilização A padronização de envelopes se caracteriza num fator importantíssimo para a modernização do sistema postal brasileiro em benefício da melhoria dos serviços postais. O volume de corresponddrfcia, atualmente, é gigantesco, e as empresas que tinham entrega própria acabaram com este tipo de serviço, passando o mesmo para o Correio, e a população passou a escrever mais, conscientizandose que é a maneira mais econômica de se comunicar. E para fazer face a este crescimento seria necessário ao governo, encontrar uma solução de fôlego, pois o simples aumento do quadro funcional dos Correios para enfrentar esse crescimento seria inexequível, e a qualidade do serviço cairia sensivelmente. E a automatização do tratamento da correspondência foi o melhor caminho encontrado, não havendo nenhuma interferência manual na carta padronizada até chegar As mãos do carteiro. Portanto, esse equipamento vai eliminar o erro humano e acelerar a velocidade de entrega da correspondência. E nas localidades menores, onde não existirá computador, o fato da correspondência ser padronizada aumentará ern um terço a produtividade do manipulante, pois este, hoje, trabalha com envelopes de formatos diversos, acarretando problemas de colocação no escaninho e no separador, não cabendo is vezes, o que acarreta desperdício de tempo para improvisacão de soluções. Ao passo que trabalhando com apenas cinco formatos de correspondência o trabalho é direto, aumentando enormemente a eficiência do manipulante, e o carteiro poderá transportar maior quantidade de correspondência, trabalhando com limite de peso, o que proporcionará maior facilidade de entrega das cartas, desde que o CEP esteja inscrito corretamente em todas elas. Os formatos padronizados acarretarão ainda uma grande economia de papel, favorecendo uma diminuição gradativa -AN da quantidade de aparas, pois a norma


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da ABNT é muito mais ampla do que as necessidades do Correio, não só padroniza os envelopes como também papéis de carta, dando uma uniformização de cortes de papel, eliminando, como foi citado, perdas no corte. MODELOS RPC Envelopes — Especificações Tipos Comum — com janela e sem janela. Especial. Envelopes RPC são apenas os do tipo annurn, com ou sem janelas, de formato padronizado e com as características de-

(RECOMENDADOS PELOS CORREIOS)

AS MEDIDAS SAO DETERMINADAS PELA ABNT

ANVERSO o

25

terminadas pela ABNT.

Os modelos de envelopes RPC são os constantes das ilustrações a seguir. 1 — Ë dispensada a indicação no verso dos envelopes dos dizeres: "REMETENTE" . . "ENDEREÇO" . . "CEP" . . . . e desenho dos 5 retângulos, desde que haja identificação do remetente, bem como o seu endereço e o respectivo código de endereçamento postal. 2 7- No caso de envelopes endereçados por meios mecanizados ou de etiquetas gomadas, ficam tais envelopes, bem como os envelopes com janela, dispensados da impressão no seu anverso, dos 5 retângulos em cor vermelha, destinados aos algarismos do código de endereçamento postal do destinatário, desde que o endereço, bem como as etiquetas gomadas, fiquem localizados na área destinada ao endereçamento. 3 — O papel de confecção deverá atender As especificações constantes do anexo 1. Sao designados por seu FORMATO, TIPO e CLASSE.

SE LO

AREA DESTINADA AO

ENDEREÇAMENTO z11, 5

VER ANEXO

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ENVELOPE COM UM ( 114 x 162 VERSO

OBS.: COT AS EM MILÍMETROS

-

SEM ESCALA

Formatos São PADRONIZADOS para uso nos serviços postais os formatos abaixo: N9 1 — 114mm x162mm para papéis A4 dobrados em quatro e A5 dobrados em dois no sentido de largura. NO 2 — 114mmx229mm para papéis A4 dobrados em três, no sentido da largura. N9 3 — 110mm x 229mm para papéis A4 dobrados em três, no sentido de largura. N9 4 — 110nrunx198mm para formulários de Bancos, casas comerciais, etc. N9 5 — 100mmx 190mm para formulários de Bancos, casas comerciais, etc. TOLERÂNCIA: As dimensões acima podem variar ate 2mm para mais ou para menos.

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osso papel na\ comunicação

A linguagem escrita é o instrumento mais antigo e eficiente do Homem para comunicar-se com o mundo. Desde 1953, nossa principal preocupação tem sido atender à constante necessidade de aperfeiçoamento na comunicação escrita Off-set Villa Rica Italcópia Cheque Papel para correspondência E mais: Papel para autocopiativo quimic (Carbonless Chemical Paper) Papel base para laminados decorativos Papel para heliográfico Papel base para "couche Solicite nosso catálogo. grupo

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Classe Os envelopes padronizados pertencem às seguintes classes: Ordinários — designado pela letra O — apresenta o anverso inteiriço. De janela — designado pela letra J — apresenta no anverso uma área transparente de forma retangular através da qual podem ser lidos o nome e o endereço do destinatário. Os envelopes comuns corn janela deverão apresentar os seguintes requisitos: A janela deverá ser retangular com o lado da maior dimensão no mesmo sentido do lado maior do envelope, de tal forma que o nome e o endereço do destinatário apareçam também nesse sentido; A janela deverá ser disposta no anverso do envelope e posicionada na área destinada ao endereço do destinatário delimitada de acordo com os desenhos anexos; A janela poderá apresentar as bordas delimitadas por molduras de 1 (urn) milímetro de altura, nas cores vermelha, verde, azul e sepia tonalidades claras — -Drop out color"; O conteúdo deverá ser dobrado de tal maneira que, mesmo que haja deslizamento no interior do envelope, o nome e o endereço do destinatário permaneçam totalmente visíveis através do papel transparente; somente o nome e o endereço do destinatário e dados que não afetem o sigilo da correspondência, poderão aparecer através da janela; 0 não poderá haver mais de uma janela no envelope. CEP — Código de Endereçamento Postal Quanto ao novo equipamento o fundamental é o CEP, tornando-se importantíssima a colocação adequada do CEP na área destinada ao endereçamento da correspondência, e sem isso nada funciona em termos de computador. Deve ser colocado, quando se tratar de endereçamento manuscrito, nos cinco retângulos de cor vermelha, estando a máquina programada inicialmente para procurar estes algarismos dentro desses cinco retângulos. Isso força a pessoa que estiver subscritando o envelope a caprichar na caligrafia, aumentando, assim, o índice de legibilidade do computador para manuscritos. Os quadradinhos para colocação do CEP têm que ser impressos na cor vermelha, pois qualquer outra cor ocasionará rejeição da correspondência e a mesma cairá no manual. O quadradinho

ANEXO NIP 1 ESPECIFICAÇÃO DO PAPEL DE ENVELOPES TIPO COMUM

CARACTERISTICAS

COR

TOLERANCIA

Branca ou de tonalidade clara RECO

GRAMATURA MENDADA g/m

114 mm x 162 mm 114 mm x 229 mm

2

110 mm x 229 mm 110 mm x 198 mm

100 mm x

MINIMO

190 mm

60

OPACIDADE RELA 00 CONTRASTE (PHOTOVOLT)

Deve ser no minima de 90% ou dada pela impressão de fundo no interi or do envelope de modo a impedir a leitura através.

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-ABSORÇÃO D'AGUA (TESTE DE COBB) g/m 2 /min.

COMPOSIÇÃO DA MASSA DO PAPEL

MAXIMO

30

Permitido at

20% de pasta

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LISURA BENDTSEN

PARA DUAS FACES

300

+ 50

ml/min.

ANEXO

NP 2

ESPECIFICAÇÃO DO PAPEL DE ENVELOPES TIPO ESPECIAL

CARACTERISTICAS

COR

TOLERANCIA

Branca ou de tonalidade clara.

-

.GRAMATURA MENDADA gim

RECO

2

OPACIDADE RELA ÇAO DE CONTRASTE.

(PHOTOVOLT) COMPOSIÇÃO DA MASSA DO PAPEL

114 mm x 162 mm 110 mm x 229 mm 114 mm x 229 mm 110 mm x 198 mm 100 mm x 190 mm 45 Deve ser no minima 90% ou dada pe la impressão de fundo no interior do envelope de modo a impedir a leitura atravis. Permitida at

20% de pasta mecini

MINIM°

-

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ca.

ABSORÇÃO D'AGUA (TESTE DE COBB)

g/m 2 /min.

30

MAXIMO


do selo, também, é obrigatório, constituindo-se, apenas, em exceção única às empresas que possuam máquina própria de franquear, fora isso o mesmo deve ser enquadrado com linhas pontilhadas impressas a palavra SELO. Deve vir impresso, ainda, o retângulo RPC, que funciona como uma espécie de selo de garantia, propagando aos Correios que cliente usa envelopes padronizados. As correspondências endereçadas por meio mecânico não precisam ter os cinco retângulos de cor vermelha, porém, têm que respeitar os seguintes detalhes: número do CEP deve constar como primeiro elemento da última linha do bloco de endereçamento, sendo esse fator fundamental para o computador. Em hipótese alguma deve ser gravada a palavra CEP antes do número, pois, isto provocará rejeição por parte do computador, o qual só lê números e poderá confundir essa palavra com número. Essa última linha sempre deve estar a 5mm de distância da linha imediatamente superior, portanto, num espaço um pouco maior que as correspondências normais para facilitar a leitura pela máquina. E após o último dígito do CEP deve ser obedecida a distancia de 15mrn para se começar a escrever qualquer outra coisa. Os Correios recomendam, também, a postagem das correspondências sempre antes das 17:00 horas, após este horário haverá a concorrência das grandes empresas e o acúmulo das correspondências será bastante grande. Na subscrição dos envelopes os usuários deverão fazê-lo em preto ou azul, nunca em vermelho, pois a máquina não lê a cor vermelha, retardando o envio da correspondência em virtude da rejeição. Envelope Especial Este envelope funciona exclusivamente para o Exterior, não devendo ter uma salda tão significativa, e não sofrerá tratamento pelo computador. É recomendável até utilizar-se mais o envelope comum. A máquina não está programada para o Exterior, pois existem muitos países que não têm CEP, e quando têm não obedece nossos cinco dígitos. Conclusão Com relação à padronização de envelopes o Brasil desponta como pioneiro na América Latina, sendo já apontado como um ponto de referência positiva inclusive pela União Postal Universal. Já estamos exportando "know-how" para a América Latina e agora, também, para a Africa. Como pudemos observar os Correios lançam mão dos meios mais

N9 3

ANEXO

ESPECIFICAÇÃO DO PAPEL PARA ESCRITA

CARACTERÍSTICAS

P/ CORRESPONDÊNCIA

P/ CORRESPONDÊNCIA

AEREA

COR

TOLERÂNCIA

COMUM

-

Branca ou de tonalidade clara

GRAMATURA MENDADA

RECO 30

- At

75

4. 5%

,g /m 2 ABSORÇA0 D'AGUA

(TESTE DE COBB)

30

MAXIMO

30

2

g/m /min.

ANEXO

N9 4

ESPECIFICAÇÃO DO PAPEL TRANSPARENTE PARA JANELA DE ENVELOPES

CARACTERÍSTICAS

TIPO

TOLERÂNCIA

CRISTAL OU SIMILAR

COR OPACIDADE - RELA ÇA0 DE CONTRASTE (PHOTO VOLT) GRAMATURA

RECO

BRANCA

-

40%

MAXIMO

30

MÍNIMO

60

MAXIMO

MEN DADA (g/m 2 )

modernos para assegurar a boa qualidade do encaminhamento da correspondência. Por outro lado, é necessário que os usuários participem desse processo de desenvolvimento atendendo às diversas regras e solicitações efetuadas pelos Correios, pois só assim as remessas postais poderão ser tratadas mecanicamente e serem encaminhadas rapidamente ao seu destino. Quanto às Indústrias Gráficas a resposta à padronização tem sido bastante positiva, apesar destas não trabalharem com estoques muito altos. Normalmente, compram dos fabricantes e estão efetuando os serviços de impressão de envelopes padronizados para os clientes perfeitamente de acordo com as normas exigidas, encontrando-se, portanto, perfeitamente enquadradas dentro das exigências dos Correios. A Empresa Brasileira de Correios e

Telégrafos coloca à inteira disposição dos usuários uma equipe altamente especializada, constituída de técnicos de comercialização, de nível superior, e que se ocupam tão-somente da padronização de envelopes. De acordo com declarações do Sr. Pedro Atílio Magri, encarregado da Seção de Vendas — Diretoria Regional de São Paulo — Gerência Comercial, "o Correio está, realmente, à disposição dos usuários, pois o interesse de nossa parte é muito grande em poder prestar todas as informações que se fizerem necessárias para dirimir todas as dúvidas que possam, ainda, persistir, e se continuarmos a ter a colaboração da Indústria Gráfica e das demais empresas, como já tivemos até agora, nos sentiremos satisfeitos e recompensados de todo o elevado investimento feito na padronização de envelopes e a melhoria dos serviços será sentida por todos nós".


Impressora Paranaense

comemora seu 90 aniversário

Antigas instalações da Impressora Paranaense nos idos de 1906, localizadas na Rua Riachuelo, esquina com a Rua Carlos Cavalean&

Foram prestigiadíssimas as comemorações do 90? aniversário da Impressora Paranaense, durante as quais foram inauguradas as modernas instalações da sua nova unidade industrial em Curitiba. Altas autoridades do executivo, legislativo e da justiça estavam presentes. Importantes clientes da empresa, bem como os grandes fornecedores, deslocaram-se a Curitiba, vindos dos mais diversos centros do país. Amigos e acionistas contribuíram para lotar as amplas instalações da IP à margem da BR 116. Mesmo o governo do vizinho Estado de Sta. Catarina compareceu na pessoa do seu vicegovernador. O alto mundo empresarial e das finanças lá estava para levar os seus abraços h. empresa em festas. As solenidades foram iniciadas com uma saudação aos presentes proferida pelo Presidente da empresa anfitriã, sr. Oscar Schrappe Sobr. que, bastante comovido, historiou os principais fatos da existência nonagenária da Impressora cujos destinos dirige há 50 anos. Como lídimos representantes da ABIGRAF, estiveram presentes ao acontecimento seu vice-presidente, Sr. Sidney Fernandes e o Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, assessor jurídico desta entidade. Eis a íntegra do Discurso proferido pelo Sr. Sidney Fernandes, represen tando o Sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF: "Ilustríssimo Senhor Governador do Estado do Parana Ilustríssimo Senhor Presidente da Impressora Paranaense Autoridades presentes Companheiros da Indústria Gráfica Minhas Senhoras e Meus Senhores. 90 anos — sim noventa anos se passaram desde que um velho equipamento, composto de uma prancha manual, uma pequena mesa de ferro sobre a qual deslizava o rolo de impressão, além da neces-

sária caixa de tipos, provindos do Jornal "Dezenove de Dezembro" que integrara a luta pela emancipação política do Estado do Parana e que desde 1853 servira à publicação dos atos oficiais, era entregue As mãos hábeis de um simples e modesto tipógrafo — João Luiz Pereira — que trabalha há mais de 50 anos na empresa. Assim, já há tantos e tantos anos, com extraordinária visão, um equipamento utilizado pelo governo era entregue para a empresa privada — surgindo assim a então pequenina Impressora Paranaense; instalando mais e mais equipamentos, construindo novos e novos prédios, ultrapassando as fronteiras estaduais para instalar unidades fabris em Santa Catarina e São Paulo, lutando contra mil e uma adversidades, inclusive duas grandes Guerras Mundiais, sobranceira e altiva chega ao seu nonagésimo aniversário. Meus senhores e minhas senhoras — é uma grande vitória — vitória não só do grupo de tão valorosos companheiros que abraçaram um setor industrial importante — importantíssimo, pois serve à comunicação escrita entre nós e que é fator preponderante na educação, no desenvolvimento, nas artes e letras, — mas sobretudo uma vitória inconteste da iniciativa privada. Não fora a entrega de tão preciosa maquinaria As abençoadas mãos de empresários que aliando o alto tino comercial ao trabalho incansável e diuturno, ao estudo, à pesquisa, ao desenvolvimento de novos produtos e novos mercados — vieram demonstrar não só a nós gráficos, mas sobretudo ao governo que aquela maquinaria havia sido entregue a mãos abençoadas e certas. A empresa cresceu e ao grupo inicial que a constituíra juntou-se outro grupo — o da família Schrappe — que engrossando a fileira inicial de trabalhadores, hoje abriga mais de mil funcionários —

tendo sempre à frente os seus incansáveis e batalh adores proprietários. Assim, num mercado estreitado cada vez mais por uma concorrência por vezes desleal e injusta, pela luta cada vez mais acirrada na disputa de mercados, ultrapassando todos os percalços, um a um, a Impressora Paranaense foi-se destacando, sendo hoje um patrimônio não só da tão progressista terra das araucárias, mas também de todo o Brasil. As milhares de indústrias paralelas, quer estatais ou das empresas verticalizadas, de economia mista ou de benemerência, jamais conseguiram atemorizar tão homogênio grupo de empresários que só envaidece e cobre de orgulho a nossa categoria econômica. No dia-a-dia dos muitos anos, muitas gráficas surgiram e desapareceram. Muitas não suportaram a luta, porém, a Impressora Paranaense não; foi se agigantando, num trabalho incansável cuja prova hoje temos ao vermos que unidades fabris que estão até neste momento em plena atividade, porém aqui devidamente representadas; não só se agigantou, mas se firmou definitivamente no mercado brasileiro através de uma alta tecnologia, um trabalho permanente e uma visão comercial de extraordinário valor que confirmadas pela retidão da conduta de seus dirigentes, aliada à operosidade incontestável legaram-nos este patrimônio que ora vislumb ramos. Todo o gráfico comete erros ao compor as palavras. Errar é humano — o erro na terminologia gráfica é um gato. Corrigindo-se os gatos fazemos os mais primorosos trabalhos. A ABIGRAF instituiu um prêmio especial, especialíssimo, pois só a pouquíssimas pessoas foi outorgado — o Gato de Ouro — cuja grande honra temos de fazer a entrega ao presidente da Impressora Paranaense, sr. Oscar Schrappe.


A foto mostra da esquerda para a direita o Sr. Oscar Schrappe Sobrinho, diretor-presidente da Impressora Paranaense; Sr. Luiz Gonzaga Pinto, Secretário da Indústria e Comércio do Paraná; o Presidente da Federação das Indústrias do Paraná; Sr. Sidney Fernandes, Vice-Presidente da ABIGRAF; e o governador eleito do Estado do Paraná, Sr. Ney Aminthas de Barros Braga.

No simbolismo dessa entrega aceitem não só os diretores, os funcionários, os colaboradores, fornecedores e amigos da Impressora Paranaense, os nossos parabéns — aceitem sim os parabéns, o voto de que este empreendimento quase secular chegue às metas e ideais traçados vitoriosamente como até agora. Conseguindo formar novas gerações para a continuidade de tão grandioso trabalho, compartilhando com toda a indústria gráfica nas vitórias e derrotas e mesmo até empunhando a bandeira da ABIGRAF Nacional — o Sr. Oscar Schrappe — digníssimo presidente da Impressora Paranaense — tem prestado muito serviço a nós gráficos. Receba pois, este troféu e saiba que, compartilhando com a Impressora Paranaense estão todos os gráficos do Brasil, pois se sentem orgulhosos e felizes da vitória do setor gráfico — vitória do Parana — vitória do Brasil." Representando as classes produtoras do Estado o Sr. Altavir Zaniolo, Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, assinalou que a IMPRESSORA Paranaense era uma empresa sui-generis: antiga e nova ao mesmo tempo. Antiga e sólida e nova por estar sempre na linha de frente do desenvolvimento.

Em nome do governador Jayme Canet falou ern brilhante improviso o Secretário da Indústria e Comércio, Luiz Gonzaga Pinto enaltecendo este dia de festa para a indústria do Paraná. Ressaltou que a IP era um exemplo de uma idéia nascida há noventa anos, mas, que não desgastou-se com o tempo e, sim, rejuvenesce constantemente, como demonstram as novas instalações que ali eram inauguradas. Falou dos efeitos sociais evidentes da industrialização, que é uma necessidade imperiosa. Finalizou com as palavras: "Abraço o meu amigo Oscar Schrappe e lhe digo que continue, — daqui a pouco teremos um século de Impressora Paranaense". Por último, muito aplaudido, o governo eleito, Ney Braga, dissertou sobre a importância da atividade grá fica: "A verdade é que a palavra impressa criou uma nova dimensão para que se afirmasse o potencial do intelecto humano." Afirmou que as raízes da Impressora Paranaense mergulham fundo na nossa história e ressaltou o espírito inovador da família Schrappe. Finalizou dizendo: "Essa empresa é um orgulho para todos nós." Dando prosseguimento à solenidade, foi decerrada uma placa de bronze ofertada pela Associação dos Funcionários da IP à diretoria da empresa.

A benção das instalações foi procedida pelo Mensenhor Vicente Vittola, representando S. Exma. Reverendíssima, Arcebispo Metropolitano Dom Pedro Fedalto. Chegara o momento esperado por todos: A sra. Oscar Schrappe e o governador eleito, sr. Ney Aminthas de Barros Braga, desataram a fita simbólica. Irromperam os acordes da banda da Polícia Militar do Estado, dispararam as sirenes da indústria e passou-se a ouvir o ruído de dezenas de máquinas produzindo para nosso progresso. Foi um momento que emocionou a todos. Em detalhada visitação os convidados tiveram oportunidade então de conhecer de perto a atividade de uma moderna indústria gráfica. O coquetel servido a seguir foi motivo de congraçamento geral. Durante o mesmo ocorreu ainda a entrega de uma placa de prata pelo Sindicato da Indústria Gráfica, representada pelo seu Presidente, Cristóvan Linero e outros diretores, aos dirigentes da Impressora Paranaense. Foi assim que transcorreu condignamente um dia em que se festejou uma expressiva data para um empreendimento que envaidece a todos nós e em que parque industrial do Parana foi enriquecido de mais um modelar estabelecimento.


Estratégias de Marketing Dr. Ernani Parise Representante da ABRAFORM — Associação Brasileira de Fabricantes de Formulários Contínuos — na VI Reunião Setorial da ALALC, realizada em abril de 1978, em Montevidéu.

Tema exposto no Seminário de Marketing'78, abordando as variáveis de custo, preço e valor no "Marketing" dos Formulários Comerciais Latino-Americanos.

2 — O Ambiente de Marketing Dentro deste ambiente em que os principais elementos interagem gravitando em tomo do cliente, influenciando-o e sendo por ele influenciados, é que precisamos definir a nossa estratégia mereadológica. 1 — O Conceito de Estratégia Mercadológica Estratégia, segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, é a "arte de aplicar os meios disponíveis ou explorar condições favoráveis com vista a obje-

tivos específicos". Arte, segundo o mesmo autor, é a "capacidade que tem o homem de, dominando a matéria, pôr em prática uma idéia". O objetivo empresarial, como sabemos, só é correta e seguramente atingido, desde que satisfeitas as reais necessidades dos consumidores. Sabemos ainda que para identificar estas reais necessidades, como atendêlas e quais os fatores que influenciam o todo, temos o instrumento da pesquisa. Se temos, portanto, definido o objetivo empresarial, as condições para satisfazê-lo e os recursos necessários, no domínio e manipulação destes elementos consiste a arte da estratégia de marketing ou estratégia mercadológica.

3 — A Necessidade do Cliente O que realmente necessita o cliente? Objetivamente: PRODUTOS ou SERVIÇOS. O grau de eficiência com que satisfazemos estas necessidades é que os leva a decidir por um determinado for-

necedor. E é precisamente nossa estratégia mercadológica que determina o grau de eficiência. A habilidade com que acionamos e aproveitamos os componentes do ambiente é que fazem a diferença entre os competidores. Esta habilidade está retratada na proposta que fazemos ao cliente. No entanto, como ponto básico, precisamos identificar o tipo de necessidade do cliente, que pode ser: BÁSICA (impressos necessários sua sobrevivência como empresa). SEGURANÇA (instrumentos de gestão). SOCIAL (uso externo, imagem, "status"). ESPECIFICA (satisfação pessoal de quem decide).

O que Propomos A base de decisão do cliente repousa em condições de:

4

PREÇO PRAZO QUALIDADE com que nos propomos a satisfazer suas necessidades, satisfação esta, representada por um produto ou serviço. PREÇO: retribuição pecuniária a ser paga pelo cliente em troca do produto ou serviço oferecido. PRAZO: espaço de tempo no qual se compromete o proponente a entregar o produto ou prestar o serviço. QUALIDADE: propriedade ou atributo intrínseco ou extrínseco ao produto ou serviço e que o distingue dos demais. 5 — Como o Cliente Decide Se o objetivo do cliente é satisfazer sua necessidade, a primeira pergunta que ele, cliente, faz a si próprio 6: g este o produto ou serviço que preciso? Há produtos ou serviços alternativos? Qual a relação entre a qualidade dos produtos alternativos e seu preço? Atendem o prazo? A partir do momento em que relacionou os produtos ou serviços que satisfazem suas necessidades é que pode o cliente tomar uma decisão considerando


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fatores objetivos de preço e prazo. E entre as alternativas que satisfazem suas exigências de qualidade e prazo decide pelo melhor preço. Quando o cliente age para comprar, o faz movido por: RACIONALIZAÇÃO POR IMPULSO A forma de fazê-lo, no entanto, pode variar de acordo com a: CON'VEMËNCIA POSSIBILIDADE DE COMPARAR ESPECIALIZAÇÃO A consciência de como o cliente decide, o que o faz agir e como, influem diretamente na definição das estratégias de marketing. 6

Estratégias de Marketing

Para cada um dos componentes do "marketing-mix", devemos definir uma estratégia específica. A somatória destas estratégias constitui a Estratégia de Marketing da empresa. Podemos, conforme conceito dos quatro "P", decompor o "marketing-mix" em Produto, Preço, Propaganda e Publicidade e Ponto de Venda, ou, mais propriamente, Canais de Distribuição. Na definição de cada estratégia, os elementos que compõem o ambiente de Marketing devem ser apreciados e identificado o grau de influência que tem ou pode ter cada elemento na estratégia em apreço. Não há como estabelecer uma estratégia padrão, que sirva a todos os casos, pois os elementos que compõem ambiente, além de serem específicos de cada produto, são variáveis em função de época, local, dimensão e complexidade de cada negócio. Considere-se ainda que nem todas as variáveis são controláveis e algumas delas aid de tendência imprevisível. No entanto, na fixação das estratégias, alguns fatores tern prioridade e sobressaem a outros em grau de importância na definição final. Podemos considerar por exemplo que, no marketing dos impressos comerciais, os principais fatores de cada estratégia são:

6.1

Estratégia de Produto

— Mercado Necessidade dos consumidores Expectativa dos consumidores Concorrência Direta Indireta Dimensionamento Quantidade de consumidores Taxa de crescimento Fatores de influência Hábitos Correlações de consumo

Isolado ou vinculado Ciclo de Vida Disponibilidade Financeira Tecnologia Legislação Consumo Forçado ou Espontâneo Matéria-Prima Embalagem Transporte Armazenamento Utilidade Praticidade 6.2 — Estratégia de Preços Custo

Mercado Expectativa Concorrência Direta Indireta Elástico — Inelástico — Demanda Inversa Sazonalidade Oferta x Demanda Conjuntura Econômica Conceito da Empresa Marca Segurança Especialização Intermediários Publicidade e Promoção O prego psicológico Embalagem Legislação Estoque Hábito Validade da Proposta Prazo de Entrega Prazo de Pagamento Investimento Tecnologia Lucro Matéria-Prima Ciclo de Vida do Produto 6.3

Estratégia de Canais

Linha de Produtos Volume de Produção Mercado Quantidade de consumidores Localização Volume unitário de compra Hábitos Concorrência Direta Indireta Sazonalidade Periodicidade de Compra Ciclo de Vida do Produto Estocagem Recursos Financeiros Crédito Especialização Publicidade, Propaganda, Promoção Garantia. Assistência Técnica Produto Isolado ou Vinculado Tecnologia

6.4 — Estratégia de Propaganda, Promoção e Publicidade

Linha de Produtos Garantias. Assistência Técnica Volume de Produção Mercado Quantidade de consumidores Localização Volume unitário de compra Hábitos Concorrência Direta Indireta Canais de Distribuição. Propaganda Conjunta Sazonalidade Ciclo de Vida do Produto Recursos Financeiros Mídia Disponível Timing Global Conceito da Empresa Marca Preço Segurança Especialização


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XVII CONPAT Congresso Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho

Teve lugar em São Paulo a partir de 19 a 4 de outubro, no Palácio das Convenções no Anhembi, o XVII CONPAT, promovido pelo Ministério do Trabalho, através da Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho. O XVII CONPAT integra a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho, instituída, em caráter permanente, pelo Decreto n9 68.255/71, regulamentado pela Portaria Ministerial n9 3.233/71. O XVII CONPAT contou com a colaboração do Ministério da Previdência e Assistência Social, da Delegacia Regional do Trabalho do Estado de São Paulo (DRT/SP), da Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho (Fundacentro) e de outras entidades, públicas e privadas, dedicadas à prevenção de acidentes do trabalho. Finalidade A finalidade do XVII CONPAT foi a de proporcionar o intercâmbio de experiência e de conhecimentos dos técnicos e especialistas nos diferentes aspectos da prevenção de acidentes, segurança, higiene e medicina do Trabalho. Os CONPATs podem ser interpretados como um reflexo do desenvolvimento das atividades de segurança, higiene e medicina do trabalho, ao mesmo tempo em que são tidos como um instrumento de maior eficácia a que essas atividades ganhem em intensidade e amplitude. Ternário Temas Oficiais 1 — A Prevenção da Fadiga no Trabalho: O tema enfocou a fadiga no trabalho urbano e rural. A análise de suas causas poderá trazer preciosos subsídios à solução de problemas que se vinculam matéria. 2 — A Prevenção dos Riscos Profissionais no Trabalho Portuário:

Está o governo da União vivamente empenhado na implantação de técnicas prevencionistas nos portos nacionais. A extensa gama de riscos ocupacionais e os numerosos grupos profissionais na orla portuária provocou preciosas contribuições dos senhores congressistas. 3 — A Importância da CIPA nas Empresas de Pequeno e Médio Porte: A recente legislação obrigando as empresas com mais de cinquenta empregados a constituir CIPA mostrou a importância de se debater este tema. 4 — A ação Interprofissional na Prevenção dos Acidentes do Trabalho (Médico, Engenheiro, Supervisor, Advogado, Assistente Social, Psicólogo, etc.): A não existência de um profissional, capaz de dominar na sua totalidade os diversos aspectos prevencionistas dos infortúnios laborais, fundamenta a atuação de uma equipe multidisciplinar que permita o controle dos acidentes do trabalho. Este, é um desafio, que deve ser abordado por todos aqueles que direta ou indiretamente possam contribuir a minimizar este flagelo. 5 — Reabilitação Profissional do Acidentado O tema se revestiu de grande importância se atentarmos no expressivo número de acidentados, que somente através da reabilitação profissional poderão voltar a produzir, reduzindo o número de incapacitados para o trabalho. Temis Livres Apresentação de Trabalho Foram apresentados trabalhos de dois tipos: _ Contribuições aos Temas Oficiais; Temas Livres. Em ambos os casos, a menção do tipo de trabalho foi especificada. Ex.: "Contribuição ao Tema Oficial n9 . . ou Tema Livre", seguindo-se os seguintes dados: Título do trabalho; Nome do autor ou dos autores, acrescentando: qualificação, função, empresa e endereço para correspondência (incluindo o código de endereçamento postal). Os trabalhos tiveram as seguintes características: máximo de 20 (vinte) páginas datilografas, em espaço duplo; apresentação da via original e 5 (cineo) cópias claras e legíveis; gráficos, ilustrações, desenhos, fotografias, etc. necessariamente claras para impressão tipográfica. Todos os trabalhos foram acompanhados, em folha à parte, de um resumo

contido, no máximo, em uma lauda datilografada em espaço duplo. Os trabalhos foram selecionados pela Comissão Técnica, cuja resolução foi comunicada incontinenti ao interessado. O autor do Trabalho selecionado foi instruído quanto ao dia e hora em que deveria apresentá-lo. Recebendo, no mesmo ato, a declaração comprobatória para efeito curricular. No caso de utilização de recursos audiovisuais, para a ilustração dos trabalhos, houve a especificação do equipamento necessário (projetor de filmes e de slides, retroprojetor). Atividades do Congresso Constituíram atividades do XVII CONPAT: Sessões solenes de instalação e de encerramento. Sessões técnico-científicas de apresentação dos Temas Oficiais e de Contribuições aos Temas Oficiais. De cada sessão foram extraídos os elementos necessários â elaboração final pela Comissão Técnica, do Relatório Geral do XVII CONPAT, cuja distribuição foi feita quando da sessão plenária de encerramento. Sessões técnico-científicas, de apresentação de Temas Livres. Palestras e Demonstrações Práticas sobre EPI — Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva. Exposição de Equipamentos de Proteção Individual e de Serviços Internos em Saúde Ocupacional em Empresas e Instituições. Sessões de projeção de filmes e diapositivos. Inscrições Especiais Esta categoria abrangeu: universitários em geral, trabalhadores urbanos e rurais, sindicalizados, como também dirigentes de sindicatos, federações e confederações de trabalhadores urbanos e rurais. Foi necessária a apresentação de identificação comprovando pertencer a uma das categorias citadas. Sendo excluídos desta categoria, os profissionais liberais (médicos, engenheiros, advogados, etc.). Serviços Adicionais A Turismo BRADESCO foi credenciada pela Comissão Executiva a oferecer serviços adicionais com o objetivo de facilitar a viagem dos Congressistas a São Paulo. Esses serviços — foram desenvolvidos diretamente entre o Congressista e a empresa de turismo credenciada —, não implicando em qualquer responsabilidade da Comissão Executiva.


FIESP CIESP em noticias Seminário ern Bruxelas: Indices da Economia Brasileira Impressionam Nos últimos 30 anos, a média de crescimento do Produto Interno Bruto foi de 7% no Brasil. A rentabilidade média das empresas industriais de ponta, em duas décadas, girou em tomo de 15% a.a. Estas informações foram prestadas pelo vice-presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sr. Oswaldo Palma, a 58 empresários estrangeiros que participaram em julho, na cidade de Bruxelas, de um seminário sobre a economia brasileira e para o qual fora especialmente convidado, juntamente com mais dois brasileiros. Oswaldo Palma, que é diretor do Departamento de Economia (DECON) da FIESP-CIESP, disse — ao relatar aspectos do seminário em recente reunião plenária das diretorias destas entidades — que o interesse por nossa economia persiste no exterior, apesar de campanhas dirigidas e notícias distorcidas. Observou que os indices registrados em nosso País, no que tange a crescimento e rentabilidade, causam impacto junto a empresários europeus e de outros cantos do mundo, acostumados a resultados mais moderados. Nesse sentido, lembrou, por exemplo, a reação favorável dos empresários estrangeiros ao fato de que o Brasil é um dos poucos países que publica em seus boletins oficiais a sua dívida externa total. "Quando eu disse que a metade da dívida externa brasileira era do poder público ea outra

metade cabia ao setor privado e que o Brasil terminaria o ano com 8 bilhões de dólares de reserva, o plenário (1 nodeamericano, 3 árabes e europeus ocidentais) passou a ser, ainda mais, receptivo." O industrial explicou que, durante o encontro que se desenrolou nos dias 12, 13 e 14 do mês passado, a par dos temas eminentemente econômicos, ele teve de enfocar aspectos ligados a problemas trabalhistas, em decorrência de notícias a respeito em jornais europeu. "Tive de fazer considerações sobre o emprego no Brasil, reconhecendo a ocorrência de subemprego", observou Palma, lembrando problemas mais sérios em várias partes do mundo. Segundo enquete do "Le Figaro" e "Le Monde", a França conta, hoje, com 1,2 milhão de desempregados; a Inglaterra, 1,6 milhão; a Alemanha Ocidental, 960 mil. Brasil e o Mundo Oswaldo Palma frisou que nosso País continua sendo uma região fantástica, em termos de investimento de qualquer espécie, apesar dos problemas enfrentados. Sobre o aspecto social, lembrou que o operário politizado da Europa e dos EUA almeja cada dia menos horas de trabalho e maiores salários, "encarecendo terrivelmente o produto, impedindo ou procurando impedir a capacidade de exportação e de consumo interno". E alertou, vendo o que ocorre lá fora: "Se o empresário e a classe obreira no Brasil não se unirem em termos de deveres humanos, nós,. dentro de pouco tempo, nos ombrearemos com a Europa, que levou cerca de 200 anos para chegar ao ponto em que está, de total declínio". Palma fez questão de observar que, antes de se discutir sobre os direitos humanos (algo que se encontra em moda), deve-se atentar para os deveres e responsabilidades das partes. Dentro dessa linha de pensamento, lembrou que, apesar do índice de desemprego, os operários

europeus estão batalhando por maiores salários e menos horas de trabalho, não se preocupando com as conseqüências que poderão advir.

de 70% em equipamentos (tal fato, reduziu a importação e, dessa forma, os custos).

A Reunião Falando a numerosos empresários no salão nobre "Roberto Simonsen" do Palácio Maud', sede da Federação e Centro das Resolução 14: Calmon Indústrias do Estado, em Admite Rever Lista reunião presidida pelo sr. A revisão de alguns Theobaldo De Nigris, o dispositivos da Resolução 14, ministro respondeu a uma do CDE (que prevê a série de indagações formuladas descentralização industrial pelos diretores dos através da não concessão de Departamentos Técnicos das incentivos a determinados entidades. setores para instalação de Após ter sido saudado por indústrias na Grande São De Nigris, Calmon ouviu do Paulo), foi admitida pelo vice-presidente e diretor do ministro da Indústria e do Departamento de Comércio Comércio, Angelo Calmon Exterior, José Mindlin, de Sá, durante reunião pergunta sobre a posição das mantida esta semana com nossas negociações no GATT empresários paulistas, na sede (Acordo Geral de Tarifas e da FIESP-CIESP. Calmon Comércio). Calmon observou justificou a Resolução, que a preocupação brasileira observando que ela veio no GATT está centrada em ratificar um movimento alguns pontos, como o código natural de descentralização de subsídios (defmição de iniciado pelas próprias quais os incentivos permitidos indústrias, em razão de uma ou não); cláusula de dano série de condicionantes, entre (os EUA não aceitam regras os quais a da qualidade de vida. sujeitas a júri internacional). Reconheceu, no entanto, que, Especificamente sobre o em função da própria prática código, a nossa posição é a no trato de problema, o de que os países em Governo admite um desenvolvimento devem ter redimensionamento no que direitos à concessão de tange à proibição de subsídios que os desenvolvidos localização de novas unidades não devem gozar. na Região Metropolitana da Informou, ainda, o ministro GSP e, em especial, uma que têm surgido propostas no revisão da lista de setores sentido de que qualquer impossibilitados de instalar ou subsídio não pode ser retirado, expandir fábricas com abruptamente, mas sim de incentivos do CDI. Nesse forma gradual. Admitiu que, sentido, solicitou ao presidente embora o Governo entenda que da FIESP-CIESP, sr. Theobaldo devam ser mantidos os De Nigris, e aos demais incentivos, é possível que diretores, que as entidades alguns setores os percam em encaminhassem um documento benefício de outros. ao MIC, ponderando sobre as mudanças que devam ser feitas INPI na listagem. Da parte da Assessoria O ministro destacou que, Jurídica e pela palavra do dr. no seu entender, a não Alcides Jorge Costa, o ministro concessão de incentivos não recebeu indagações sobre impede a execução de projetos agilização de assuntos na GSP. Isso em razão da pendentes no Instituto maior participação nacional Nacional de Propriedade nos projetos aprovados pelo Industrial, nos setores de Conselho de Desenvolvimento marcas e patentes, a par de Industrial. Em 1973, essa perguntas sobre aspectos participação era de 34% para ligados à transferência de alcançar, ano passado, cerca 16


tecnologia, bem como a respeito de prazo sobre validade de patentes. A pedido de Calmon, o sr. Ubirajara Cabral, do [NP!, procedeu a uma série de esclarecimentos, assinalando que o Instituto vem passando por um processo de fortalecimento de sua estrutura, com vistas a atender ao elevado número de pedidos de marcas (o Brasil é um dos recordistas, com 35 mil pedidos/ano). Adiantou que o INPI vai entregar, até novembro, 70 mil certificados de marcas. Outra informação, que visa a acelerar os atendimentos: para saber se o pedido é viável ou não, o interessado terá de esperar apenas 3 semanas. Sobre patentes, Ubirajara Cabral explicou que os pedidos atingem um total de 12 mil por ano e que, até o ano que vem, o INPI contará com 110 engenheiros para examiná-los (o Instituto só contava com 23).

Similaridade e Álcool Respondendo ao vicepresidente e diretor do Departamento de Economia (DECON), Sr. Oswaldo Palma, o ministro disse que está pronto a debater com o empresariado industrial as possíveis alternativas da Lei do Similar Nacional. Observou que a idéia do Governo não a de suprimir a proteção indústria nacional, mas sim

ajustá-la b. realidade. "0 empresário nacional precisa se dar conta da necessidade de conviver, em alguns casos, com proteção menor", afirmou Calmon, ressaltando que a indústria do País teve seu nível de proteção levado ao máximo, em decorrência de uma conjuntura internacional desfavorável (problemas de balanço de pagamentos). "Na medida em que o Balanço se ajusta, a preocupação maior é a inflação", adiantou o titular do MIC, ajuntando que se a indústria quer que a economia brasileira seja mais forte, preponderante, ela tem de trabalhar sem a reserva absoluta de mercado. Ninguém pretende suspender bruscamente a proteção, além do mais temos pela consciência de que o problema é de nível de proteção. Reconhecemos, ainda, que alguns setores têm uma proteção excessiva, incompatível com o regime de concorrência. O que se pretende é evitar o monopólio que viria em detrimento da própria indústria. Sobre o Programa do Álcool, Calmon censurou aqueles que criticam o plano governamental, alinhando alguns números que mostram estar o Pró-Álcool dentro do cronograma previsto e até mesmo adiantado. No período 78/79,0 Brasil vai produzir 2,5 bilhões de litros, para atingir em 1980/81 um total de 3 bilhões de litros.

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Diálogo Franco e Aberto Comentou, ainda, que os 700 veículos que rodam no País "Empresários e Governo com seus motores modificados sempre guiaram-se por para consumir apenas álcool já caminhos diferentes a bem da rodaram cerca de 6 milhões coletividade, daí a certeza de de quilômetros, provando a que outras maravilhosas e viabilidade do projeto esclarecedoras reuniões como brasileiro. Informou, também, esta se repetirão em futuro que o MIC começará bem próximo, nesta Casa da a discutir a 24 fase do Indústria Paulista." — disse o Pró-Álcool, que é a utilização Sr. Theobaldo De Nigris ao do produto em larga escala e encerrar os trabalhos. sem mistura com a gasolina. O presidente da FIESPAcrescentou que a idéia CIESP considerou, igualmente, brasileira está sendo utilizada altamente significativo o na Polônia e, nos mesmos encontro para acelerar o moldes, já existe um projeto de processo de desenvolvimento lei nos EUA. "Muito em breve, sócio-econômico do País. dentro da área de substituição Ressaltou que ali se de petróleo, teremos algumas estabelecera um diálogo franco novidades para anunciar", e aberto, necessário ao disse ele. entrosamento das partes, o que A respeito da Usina de contribui e contribuirá para a Tubarão, Calmon de Sá união de esforços em prol do bem comum. reiterou a sua viabilidade, destacando que o Governo tinha boas fontes de referência para avaliação de custos, a preços locais. Voltou a afirmar que o financiamento externo não está atrelado à compra de equipamentos e que a política visa a beneficiar as empresas de construção civil e de equipamentos nacionais. O ministro, que respondeu a outras tantas indagações feitas pelos empresários e diretores da FIESP-CIESP, compareceu a' reunião, acompanhado do secretário geral do CDI, Guilherme Hatab, e do presidente da Siderbrás, Brandão Cavalcanti.


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BOBST Intensifica suas Atividades no Mercado Gráfico Nacional Apesar das dificuldades do mercado brasileiro, a BOBST MÁQUINAS GRÁFICAS LTDA. continua e intensifica seus esforços na venda e serviços das mundialmente conhecidas Máquinas de Embalagens BOBST. Durante o mês de outubro essa empresa contará com o apoio do Sr. Jacques Schluchter, diretor da matriz na Suíça, que virá especialmente ao Brasil com essa finalidade. XI Congresso Anual da ABCP A Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel, realizará seu XI CONGRESSO ANUAL — SEMANA DO PAPEL — de 22 a 25 de novembro deste ano, no Palácio de Convenções Anhembi, em São Paulo. Area Técnica Esse Congresso, como nos anos anteriores, reunirá mais de 1.000 participantes, incluindo técnicos e especialistas em celulose e papel de todo o Brasil e do Exterior. Serão desenvolvidos cerca de sessenta trabalhos, abordando desde a obtenção de matéria-prima até a utilização de equipamentos. As sessões técnicas ocorrerão em dois períodos (matutino e vespertino), com a apresentação de quatro a cinco trabalhos em cada sessão.

I Congresso sobre Qualidade da Madeira Juntamente coin o XI CONGRESSO, será desenvolvido o I Congresso Brasileiro sobre Qualidade da Madeira, uma das atividades programadas pelo IPEF (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais), para comemorar seus 10 anos de existência. Serão sessões especiais abordando assuntos que visam equacionar a qualidade da madeira e procurar um consenso geral sobre os principais parâmetros a serem focados dentro da realidade brasileira, visando a melhoria dessa mesma qualidade. O objetivo desse encontro será tornar mais estreita e efetiva a integração floresta-indústria. Os contatos com o IPEF para a organização desse evento estão sendo realizados através de Luiz Ernesto G. Barrichelo, professor assistente do Departamento de Silvicultura ESALQ-USP e responsável pela Seção de Química, Celulose e Papel. Prémios Além dos tradicionais prêmios oferecidos pela ABCP e APFPC (Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose) aos melhores trabalhos do Congresso, esse ano foi instituído o prêmio João CavaIlari Sobrinho, com o patrocínio da Indústria Mecânica Cavallari. Com esse prêmio a Indústria Mecânica Cavallari e a ABCP prestam homenagem a João Cavallari Sobrinho, um dos pioneiros na fabricação nacional de equipamentos para o setor papeleiro. XI Exposição Como acontece em todos os anos, paralelamente 6. realização do Congresso, é apresentada uma exposição técnica, com as novidades em equipamentos, produtos e técnicas do setor papeleiro. Para este ano já estão confirmadas as presenças de: Beloit Industrial Ltda.; Sunds

Comércio e Indústria Ltda.; SF do Brasil Técnica de Ar Ltda.; Jaakko Ptiyry Engenharia S/A.; Voith S/A. Máquinas e Equipamentos; Companhia Federal de Fundição; Stowe-Woodward Elastõmeros Ltda.; MF FBO Engenharia S/A.; Indústria Monsanto S/A. — Divisão Fisher Controls; Pilão S/A. — Máquinas e Equipamentos; TVW Pilão S/A.; Albany Indústria e Comércio Ltd a.; Indústria Mecânica Cavallari; Indústria e Comércio de Telas S/A. — Nortelas; Indústria de Artefatos de Borracha "1001"; Itelpa S/A. Indústria e Comércio; Unitrade — Com. Exterior, Representações Ltda.; CBC Indústrias Pesadas S/A.; Inox Indústria e Comércio de Aço S/A.; Masoneilan International Equipamentos de Controle Ltda.; Huyck do Brasil Indústria e Comércio Ltda.; Ibrave — Inds. Brasileiras de Válvulas e Equipamentos Ltda.; Gotaverken Indústria e Comércio Ltda.

Atividades Sociais O Congresso não se prende somente à área técnica, serão realizadas atividades sociais, tanto para os congressistas como para suas esposas. Para esse campo a programação já está definida: Dia 22111 — Abertura solene, seguida de coquetel no Palácio de Convenções — Parque Anhembi, 20:00 horas. Dia 23111 — Passeio — Visita ao Museu e Antiquários da cidade de Liu. Saida prevista para as 9:30 horas. Dia 24111 — Concerto com a Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal. Regente — maestro Simon Blech. Solista — pianista Gilberto Tinetti, 19:00 horas. Dia 25111 — Jantar de encerramento no Clube Paineiras do Moiumbi, com Orquestra de Osmar Milani e Show, 21:00 horas. Maiores detalhes sobre essa realização poderão ser obtidos junto a ABCP, na Rua Tubarana, 89 — fone 70-6196, São Paulo.

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Mecânica, R. Pico Negro 207, 03346, São Paulo, SP. Argentina vai Fabricar Papel-Imprensa

Esses profissionais estão sendo treinados nas áreas de pesquisa, assistência técnica, etc., sendo que no momento 4 desses alunos estagiam flat gerência de marketing do

A Argentina inaugurou sua primeira fábrica de papel de imprensa, com o objetivo de atender a demanda de todos os jornais impressos no país, que consomem atualmente mais de cem mil toneladas anuais deste material. A fábrica, localizada perto da cidade de San Pedro, a 150 quilômetros de Buenos Aires, pertence a três jornais — La Nación, Clarin e La Razón — que possuem 65 por cento das ações, ao Estado (25 por cento) e a três mil acionistas particulares. Clarin informou que a principal máquina, importada da Finlândia, produzirá uma faixa de papel de 7,40 metros de largura, velocidade de 40 quilômetros por hora. A fábrica empregará 500 pessoas, entre profissionais, técnicos e

conglomerado.

operários.

Treinamento A Suzano-Feffer está aproveitando em algumas empresas do conglomerado, os alunos que terminaram o curso de artes gráficas mantidos em São Paulo pelo

Senai.

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A empresa pretende iniciar o abastecimento do mercado interno em setembro. Calcula-se que a Argentina poderá economizar uni milhão de dólares anuais, se deixar de importar papel de imprensa.

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O Original a Cores Antônio M Ortiguela

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Quando se examina um original a cores, se considera de um lado um fenônemo de visão, o qual é uma sensação e por outra parte a matéria da qual é composto um determinado objeto observado, a qual modula esta sensação. No que se refere 6. visão, sabemos a dificuldade que existe em estarem de acordo vários observadores a respeito das cores, já que isto é feito por comparação ou por simples apreciação, segundo a sensibilidade de cada um dos observadores. Quanto ao objetivo, sabemos que a cor do mesmo depende exclusivamente do estado superficial deste, o qual provoca os fenômenos de reflexão. Assim sendo, se observarmos duas amostras de papel impressos diferentes, porém, que apresentem para o observador as mesmas cores, estas amostras poderão ter curvas espectrofotométricas diversas, e da mesma forma duas amostras com as mesmas curvas poderão parecer ao observador como duas cores diferentes. De fato, a finalidade da reprodução das cores é conservar a sensação de cor original, ainda que troquemos a base ou matéria da qual estas deverão refletir e influindo também fatores COMO, formato, iluminação, bom gosto, etc. Um original que apresenta exatamente as cores do objeto fotografado, pode perfeitamente ter uma curva fotométrica completamente diferente a este; da mesma forma que duas cores iguais

no objeto podem apresentar-se diferentes no material fotográfico, que servirá como original para a reprodução. A isto devemos somar, que duas cores que seriam idénticas num tipo de material fotográfico, poderão parecer diferentes em outro, isto devido ao fato que todos os materiais sensíveis não possuem a mesma sensibilidade em todas as regiões do espectro. Assim poderemos chegar conclusão, de que os originais fornecidos para a reprodução fotomecânica, não representam a melhor solução para obter uma qualidade e custo coerentes e sim, uma forma fácil de proceder à eleição deste. Por outro lado, os fotógrafos poderão ser artistas, ou especialistas em um determinado tipo de reportagem, como seja, esporte, moda, interiores, etc. e além disto, trabalham sobre a pressão do Diretor de Arte ou cliente que compra a sua produção fotográfica. Os conhecimentos técnicos destes profissionais, são a respeito de tomada de vistas, iluminação e tratamento dos materiais sensíveis, porém raramente de técnicas de reprodução. Por estes motivos os originais na sua generalidade são escolhidos para diversas finalidades porém dificilmente escolheremos algum que tenha todas as características reais para obter uma boa reprodução. Normalmente deparamos que a maioria dos originais fornecidos para reproduzir são cromos de 35mm e, assim, estamos na

presença de um material fabricado para a projeção e não para a reprodução, mormente, se levamos em conta o grau de ampliação que estes deverão sofrer. As diferenças que se observam mais claramente entre as fotografias de cores realizadas normalmente e as que seriam escolhidas como originais ideals para a reprodução, residem principalmente na gradação, densidade dos tons mínimos e nitidez dos cantos ou recorte das figuras. De fato, o que encontramos em uma fotografia normal, é uma gradação mais contrastada nas sombras do que nos tons claros, e o que desejamos na reprodução, é justamente o contrário, as zonas claras mais contrastadas do que as sombras. Na realidade o que gostaríamos de ter é um original que a gradação deste fosse retilínea, já que em fotomecanica ajustar uma gradação deste tipo vai ao encontro de qualquer exigência da reprodução. No que se refere densidade minima de um original, pode-se dizer, que a medida que este apresenta os detalhes desejados nas zonas claras, mais transparente a imagem, mais luminosa e, consequentemente, mais agradável sera à vista. Esta tendência conduz de fato a uma redução do contraste dos detalhes nos claros, a qual é muito difícil de alcançar depois da reprodução. Procurou-se resolver o problema dos originals para reprodução, efetuando

duplicatas especialmente ajustadas, com vistas reprodução fotomecanica. O que é desejado neste caso, é dispor de um original, o qual não seria o ideal, porém seria um documento que reproduziríamos tal como o vemos: isto é, colocaríamos ém produção industrial um original no qual teríamos eventuais montagens, poderiam-se fazer retoques no dorso do mesmo, caso fosse preciso, com as anilinas existentes para tal fim e poderíamos fazer correções dos tons dominantes e de possíveis desequilíbrios. De preferência, efetuam-se as duplicatas na escala definitiva de forma que a seleção de cores e consequentemente os positivos da mesma, possam ser confeccionados por contato, simplificando assim o trabalho e aumentando a produção. Existem certas vantagens na utilização de duplicatas, que também poderiam ser obtidas partindo de um negativo a cores para a seleção, se as condições o permitissem. Partindo destas considerações, diremos que o original é o ponto de partida para uma boa qualidade de reprodução, influindo diretamente na eleição dos métodos para a correção deste e, consequentemente, para o êxito da impressão posterior. Os originais a serem reproduzidos, podemos dividi-los em três categorias de acordo com as suas características: Os originais que pelas suas condições inerentes podem ser reproduzidos sem maiores


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problemas, e denominaremos como "originais bons". Os que apresentam algumas dificuldades de reprodução, e deve-se intervir de alguma maneira particular, que chamaremos de "originais difíceis". Os originais que deverão ser modificados, e os quais chamaremos de "maus originais" A primeira categoria agrupa os originais que permitem a aplicação de um método de reprodução sistemática, isto 6, com a minima intervenção

manual e através de métodos ajustados e normalizados. A segunda categoria, isto 6, a de originals "difíceis", não permite a intervenção sistemática segundo um sistema rígido. Como neste tipo de originais, cada um apresenta dificuldades particulares seleção de cores dos mesmos, torna-se em cada caso um protótipo. Ern outras palavras cada original deste gênero uma nova aventura que se inicia na câmara de reprodução. Desde o ponto de vista técnico, estas "aventuras"

não oferecem um controle coerente e por esta razão nunca permitem constituir sistemas normalizados e plausíveis de aperfeiçoar. A terceira categoria de originais, ou seja os "maus originals", são os que tornam necessárias modificações, tanto para constituir grupos homogêneos de imagens depois da reprodução, quanto porque devemos alcançar um determinado fim, como seja, por exemplo, satisfazer desejos do cliente modificando ou alterando o mesmo.

De qualquer maneira, os sistemas de correção por mascaras ou por métodos eletrônicos nos permitem obter seleções de cor dentro de padrões de qualidade absolutos, mesmo que por vezes a obtenção desta qualidade nos faça fugir de alguma maneira aos princípios econômicos estabelecidos para cada seleção de cores.

Direitos autorais reservados ABTG. Reprodução total ou parcial proibida.

Impressão Hoje e Amanhã W. P. Jaspert e G. Gianoli Material base da conferência do Sr. G. Gianoli, proferida para a ABTG, em colaboração com a Abril S/A. Cultural e Industrial, 1978.

Ambiente e Poluição As políticas ambientais dos governos se desenvolvem no sentido de uma redução da poluição, chegando a afetar diretamente processos de impressão. A impressão de rotogravura, em primeira linha no campo da embalagem, está se aproximando gradualmente do ponto de utilizar tintas baseadas em água, sem os riscos da poluição atmosférica dos solventes e chegam a serem usadas em larga escala por companhias importantes como a Toppan no Japão e nos Estados Unidos. Gráficas com impressoras rotativas offset, principalmente, quando trabalham com uma ou duas máquinas heatset (secagem a calor) embaixo do mesmo teto, em algumas áreas enfrentam problemas em determinar processos mais econômicos para queimar

solventes de tintas ou encontrar substitutos para o uso do gás: queimadores acoplados após as unidades da impressão para secagem constituem um caminho, um outro é a recirculação de calor gerado na secagem da impressão para centrais de aquecimento. A Suécia e a Grã-Bretanha são líderes nesses processos. Em Estocolmo, por exemplo, uma gráfica offset e rotogravura, com localização central, transfere o calor gerado durante a secagem, por intermédio de tubos, para o outro lado da rua, a um grande hospital. Numa gráfica em Londres, sistemas de intercâmbio de calor têm reduzido a geração de calor ambiental para um terço. Não é exatamente o fato que as legislações ambientais sobre fumaças de solventes

suficiente para satisfazer alguns devem levar a maiores controles. O importante é que inspetores. Assim, a tendência neste período intermediário, fábricas de equipamentos e muitas gráficas ainda não até estarem definidos os estão levando em conta as regulamentos, é de separar novas leis de proteção ao fisicamente as impressoras e ambiente, que começam a se dobradeiras das mesas de impor contra qualquer controle e das equipes das argumento econômico da máquinas. Paredes de vidro indústria gráfica. A indústria separam as salas de impressão e as equipes chegam perto das de papel tem experimentado recentemente toda a força da partes barulhentas das legislação antipoluição: as máquinas só em casos essenciais e só usando gráficas deverão encará-la em protetores de ouvidos. seguida. Fábricas para As pesquisas estão se equipamentos de impressão e desenvolvendo, também, na acabamento, além dos segurança química, na compressores de ar das revelação de filmes, na máquinas, os equipamentos gravação de cilindros e chapas mecânicos mais barulhentos multimetilicas e em algumas na indústria gráfica deram operações de chapas galvánicas. largos passos no sentido do Atualmente, as pequenas controle de ruído, reduzindo empresas que costumam jogar o barulho das dobradeiras para 84-86 decibéis. Realmente simplesmente seus detritos industriais na canalização um belo avanço, mas, não o

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pública, apenas fizeram modestas tentativas em captar e neutralizar os detritos químicos. Certamente, os legisladores devem se opor brevemente a tal situação. Deverá custar à indústria gráfica bastante dinheiro até conseguir,realmente, tornar-se limpa e livre de poluição. Transportes Editores de revistas e catálogos estão demandando papéis de baixa gramagem para reduzir os custos de fretes e de correio. Em alguns países, nos últimos seis anos, as taxas de correio para produtos impressos têm se multiplicado seis vezes. Ao mesmo tempo os consumidores demandam produtos com cargas de tintas mais pesadas e cores mais cheias, em papéis mais finos. Isso constitui um desafio, não só para o produtor de papel, mas, também, para o engenheiro de impressão, o controle e o produtor de tintas. Os custos de correio mudaram a posição sólida do National Geographic Magazine, de passar da impressão letterpress a quatro cores para a impressão rotogravura, procurando obter uma densa saturação de cor em papéis de baixa gramagem. O Readers Digest e outras revistas acompanharam a mesma tendência, tomando como base a excepcional qualidade das revistas alemãs impressas em rotogravura. Em meados da próxima dezena, vinte por cento dos impressos confeccionados nos Estados Unidos devem ser de rotogravura. As Gráficas dos Estados Unidos colocaram pedidos de impressoras rotogravuras com fábricas da Alemanha e da Itália, primeiramente, devido h. disponibilidade de dobradeira

de formatos variáveis e de alta velocidade, um campo ainda muito negligenciado pelas fábricas americanas. Não antes dos primeiros anos da próxima década, as fábricas americanas estarão em condições de dispor de dobradeiras com sofisticação tecnológica avançada das fábricas européias, oferecendo medidas variadas e trocas rápidas. Impressos de Vida Curta Periódicos e literatura de

propaganda As impressoras pelo mundo inteiro estão entrando em bons negócios. Raras vezes elas são criativas. Algumas estão continuando a luta no sentido da tendência ascendente para a especialização. As lições aprendidas pelas então lucrativas atividades de pequenas empresas se perderam nas empresas de serviços rápidos e nos in-plant printer (gráficas dentro de outras empresas), mas não se perderam na indústria. Editores e as grandes empresas industriais estão começando a absorver todas as operações de preparação antes da impressão. Existe a tendência em algumas editoras de considerar a fotocomposição nas próprias oficinas, usando um staff especial, onde são feitos os trabalhos até past-ups completos das páginas, entregues posteriormente as impressoras onde os impressos passam a especialistas de acabamento e transporte. Os setores de composição, exatamente, nas grandes empresas estão reduzindo de tamanho, devido ao fato de as máquinas de fotocomposição se tornarem sempre mais compactas e de uma produção sempre mais alta.

Editores de revistas estão apreciando a possibilidade que as edições de alta tiragem não mais constituem uma alternativa saudável: elas são facilmente afetadas por uma crise econômica e a perda de propaganda pode, rapidamente, acabar com uma revista de larga circulação, enquanto a publicação de vários títulos menores significa que uma ou outra revista venha a ser afetada, que não prejudica os negócios gerais com tanto impacto. Bastante interessante é o fato, enquanto a tendência mundial é de unidades menores, a indústria gráfica alemã continua tendo firmas gigantes que continuam crescendo, especialmente na impressão de revistas e, até, jornais. Em outros lugares, unidades gráficas enormes estão sendo subdivididas e distribuídas em vários locais pelo mesmo país. Os jornais eletrônicos alcançam o público via televisão e devem afetar certos serviços especiais dos jornais escritos, mas os impactos para os próximos anos devem se ater apenas a tais aspectos de notícias gravadas, faladas ou visualizadas. Existem hoje mais títulos na editoração de revistas que dez anos atrás. O público está mostrando uma preferência para uma grande variedade de assuntos para leitura, enquanto as tiragens têm reduzido. Impressos de Vida Longa Livros O maior desenvolvimento no campo da produção de livros são as impressoras rotativas in-line (acopladas) ao acabamento, que imprimem livros completos. As impressoras em linha, imprimindo e colecionando livros completos, só encontraram um mercado limitado, devido aos altos custos de Auisição: apenas

vinte dessas máquinas estão trabalhando no mundo inteiro. Mais simples e baratas são as máquinas britânicas com chapas de borracha, as quais até hoje atendem ao grosso dos livros impressos nos Estados Unidos. O desenvolvimento recente é constituído por uma gama de impressoras européias e americanas, baseadas em desenhos econômicos, que permitem impressão e dobra de livros com baixa tiragem, fornecendo cadernos prontos para o acabamento. Tais máquinas são econômicas em termos de espaço e preço. Em máquinas planas, a impressão offset tem-se sobreposto quase totalmente à impressão letterpress. Verdade é, que ainda existe um bom número de máquinas letterpress pelo mundo. Em termos de saídas de folhas, essas máquinas não dominam mais o mercado impressor. Poucos fabricantes continuam a construir tais máquinas, destinadas, hoje em dia, principalmente para pequenas empresas e outras especializadas em impressões adicionais ou tiragens pequenas. As novas gerações de máquinas offset chegam a imprimir 10.000 folhas por hora, mesmo em formatos grandes, de forma que se tornaram atrativas especialmente nas indústrias de transformação e de embalagem. Com poucas exceções, a indústria de impressoras sobrepôs-se recessão e está obtendo boas vendas no mundo inteiro. A tendência de passar de máquinas alimentadas com folhas para máquinas rotativas se efetua sempre onde temos produtos padronizados que demandam acabamento posterior, serviços mais adaptados às máquinas rotativas. Mesmo assirn, as impressoras offset de folhas estão aqui ainda por muito

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tempo e, se deve enfatizar bastante, que as empresas americanas decidiram passar para essas máquinas visando a concorrência de empresas européias e japonesas de tecnologia avançada e de alta eficiência. Como mencionado anteriormente as tiragens de revistas e livros se reduziram. Particularmente no mundo dos livros, isso foi provocado por pequenas reimpressões frequentes em curto espaço de tempo pelo editores, para evitar empatar capital em livros estocados e não pagos. Tais necessidades dos editores explicam o desenvolvimento das novas máquinas, com produção eficiente de baixas tiragens e reduzindo tempo de troca de serviços. Toma-se mais barato acertar uma máquina do que estocar o papel correspondente para tiragens mais altas. A muitas vezes aventada ameaça aos impressores pela mídia eletrônica, não mais deve ser encarada como ameaça real. Os métodos de ensino audiovisuais têm perdido terreno. Eles são caros demais em épocas, nas quais as autoridades de ensino têm que lutar contra orçamentos sempre mais magros e a oposição ruidosa contra os gastos pelos eleitores e os pagadores de impostos: apenas no campo industrial o treinamento audiovisual ainda é vantajoso.

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Impressos para Propaganda Catálogos e brochuras Se não fosse a necessidade da propaganda de oferecer suas mercadorias na mais linda e excitante apresentação a cores, a tecnologia gráfica não teria avançado tão rapidamente. A impressão a cores se expandiu de maneira tão vasta, pois, os publicitários desejavam cores nas revistas e nos catálogos.. , são as cores que impressionam e cativam e

representam o ápice da qualidade. Os publicitários impuseram standards exatos sobre a qualidade de impressão, numa extensão que poderia ser considerada antieconômica em muitos serviços normais. Catálogos e literatura de propaganda são feitos com orçamentos que provocam inveja em qualquer publicitário. Papéis dispendiosos podem ser usados e generosas reproduções a cores baseadas em desenhos so fi sticados e cópias fotográficas formam a base para as promoções publicitárias e de vendas. A televisão a cores, enquanto ainda não chega à qualidade da cor impressa, provocou um aumento de demanda por impressos coloridos. Isso, porque os publicitários desejam as cores de seus produtos iguais em qualquer revista ou catálogos Is mercadorias verdadeiras e, porque os produtores de embalagens precisam de produtos que apresentem cores idênticas nas prateleiras dos supermercados, portanto, o controle de qualidade das cores hoje é essencial. Em impressos publicitários a mala direta é um aspecto positivo. Usa-se brochuras e textos personalizados por computadores, na base de "ink jet printing" de mensagens individuais, semelhantes às cartas promocionais para revistas como Newsweek ou Readers Digest. O aumento de sofisticação nos sistemas de personalização permitirá ao publicitário criar catálogos inteiros para compilação de dados que devem apelar ao rol particular de necessidades do consumidor. Igualmente, essas personalizações permitem às revistas alcançar os indivíduos, a partir da assinatura, na própria casa. A personalização, certamente, não é a única forma de propaganda por

mala direta. Catálogos despachados por ordem postal estão numa fase de crescimento na Europa e nos Estados Unidos. A despeito dos custos ascendentes de produção e distribuição, a quantidade de páginas dos catálogos está aumentando e as tiragens estão crescendo. Como é conhecido nas grandes impressoras de rotogravura, os catálogos de ordem postal formam o maior pacote de pedidos de impressão no mundo ocidental. A demanda é tão grande, que poucas impressoras podem absorver catálogos inteiros, acima de mil páginas, fato que leva à subdivisão não só entre algumas impressoras, mas, entre impressoras de diversos países. A despeito dos altos custos de papel e da distribuição, poucas empresas de catálogos olham para o dinheiro na produção de seus volumes grandiosos. A experiência demonstrou que a mudança para a produção desses catálogos leva a compradores em potencial. Um dos aspectos da propaganda que ainda não foi visualizado pelo grande público são catálogos de peças sobressalentes e manuais técnicos. Esses são preparados, sempre mais, via computador e fotocomposição e permitem uma atualização muito mais rápida do que listas telefônicas.

de custos mais elevados do que o líquido destilado.

No entanto, embalagem não é apenas proteção, mas também, promoção dos bens e assim continuará e, possivelmente, algumas tendências devem influenciar os materiais da embalagem. A capacidade de prensas para decoração de metais e a falta de matérias-primas devem forçar a volta para etiquetas. A elevação de preços em produtos de papel podem levar a avaliações na substituição de papel em manufatura de caixas. Plásticos contráteis e embalagens em pallets podem reduzir a necessidade por caixas de papelão ondulado. Embalagens especiais para bens delicados, podem reduzir a necessidade por papel e cartolina na embalagem. Algumas operações de impressão podem cair fora, no entanto, a impressão de embalagens está crescendo, mesmo que está possa estar mudando de embalagens rígidas para flexíveis, de metal para vidro, e assim por diante. Aumento de Eficiência e Economia na Impressão

Estas observações devem listar justamente alguns dos desenvolvimentos atuais. São comentários seletivos e, em alguns casos, reflexos de comentários feitos anteriormente, ou apontando Impressão de Embalagens novos enfoques da impressão. De tempo em tempo os Estão se desenvolvendo advogados dos consumidores mudanças nos processos de clamam por uma redução dos impressão. Encontramo-nos custos de embalagem, eles diante a segunda grande reclamam que a embalagem mudança depois da Segunda se tomou muito dispendiosa Guerra Mundial. e algo mais do que uma Primeiro o letterpress foi simples proteção para os despojado pelo offset e, agora, produtos contidos nela. Em offset rotativa está entrando certos campos, notadamente, no campo de offset planas, no de cosméticos e perfumes os enquanto a offset plana tende custos das embalagens a estagnar e se firmar nas realmente são de estarrecer. tiragens pequenas e médias. E de conhecimento que, hoje Essas tiragens, abaixo de 5 a em dia, a cartonagem e o 10.000 cópias, ainda engarrafamento do whisky são constituem a base para a


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indústria gráfica do mundo ocidental industrializado e, no terceiro mundo, tiragens muito mais baixas ainda, exceto jornais e revistas, são comuns. Máquinas planas offset são adequadas, enquanto os formatos dos produtos, de maneira geral, ainda não estão padronizados. As máquinas rotativas offset sofrem as consequências de cortes fixos, a característica de todos os sistemas offset rotativa, com poucas perspectivas de expansão. A chegada das futuras mini-rotativas na impressão offset, está levando a mudar algumas máquinas planas para rotativas, mas, não deve haver um maior impacto sobre a venda de máquinas planas. A configuração de vendas das firmas alemãs, italianas, suecas e japonesas, produzindo essas impressoras em formatos pequenos e médios é promissor e contradiz os temores da recessão. Um degrau mais elevado de automação em máquinas planas ou rotativas faz-se aparente a toda hora. Dispositivos automáticos para controle da temperatura da tinta para manter a cor, trocas rápidas de serviço e tempos de acertos melhorados, controles sequenciais de impressão e controles computarizados da impressão a cores, são fatores do desenvolvimento das máquinas offset. Alguns desenvolvimentos sobre a rotogravura já foram mencionados. O processo é capaz de imprimir qualidade excelente sobre papéis de baixa gramagem. Enquanto não há falta de papéis couché no presente momento, muitos consumidores de grandes quantidades de papéis não couche estão pensando na possibilidade de encarar os preços mais elevados do papel couch& Em caso de mudanças de preços, a rotogravura chegaria a melhorar a sua configuração. As velocidades

das máquinas offset e rotogravura têm alcançado os seus limites econômicos: a impressão em máquinas planas além de 10.000 folhas por hora, do ponto de vista técnico, seria perfeitamente viável, no entanto, os custos adicionais, em termos de controle de registros, refinamentos no transporte das folhas, etc., são elevados. As folhas de papel se adaptariam com dificuldade a velocidades maiores, especialmente quando se quer imprimir em papéis de gramagem inferior, com menos resistência. Ern máquinas rotativas, as velocidades de 40.000 rotações de cilindros podem ser considerados, no momento, como satisfatórios em termos de limite superior. Velocidades maiores são possíveis, mas, para praticá-las no dia-a-dia, envolveria-se custos muito elevados em instrumentação de controle. No entretempo, os desenhistas das máquinas tentam melhorar mudanças de velocidades e tempos de acertos. Bastante interessante são os novos sistemas de controle de impressão, que não só controlam totalmente os sistemas de tintas ou a passagem automática do papel e semelhantes. Os últimos sistemas de controle desenvolvidos na Alemanha (Siemens, Prodata) permitem uma descrição completa de todas as operações de impressão escritas para referência e avaliação, sem que alguém necessite checar as operações. Esse sistema de controle de produção 6. baseado em microcomputadores que trabalham como monitores, da dobradeira até qualquer parte importante da máquina, comparam e ajustam para avaliação dos dados e providências, fornecendo um. print-out de problemas e das causas dos problemas.

Isso leva também a uma argumentação mais sólida junto aos fabricantes sobre os problemas de papel, baseando-se nos dados do print-out, dando quantidades de quebras, rasgos, estouros, etc., como resultados das bobinas especí fi cas com os quais sucederam quaisquer problemas. O que esses controles de produção significam na prática é que a impressão se desenvolve de maneira inabalável do sentido de arte para uma indústria. A produção "in-line" (acoplado) combinando a impressão e operações de acabamento, praticada há anos pela indústria de embalagens e formas comerciais de indústrias, só agora está chegando à indústria gráfica, em geral. Dobradeiras para máquinas planas ou alimentadores especiais juntando dobradeiras com grampeadeiras estão sendo avaliadas por firmas especialistas como complemento de máquinas de impressão. Na impressão rotativa, as dobradeiras são acopladas a "stackers" e linhas de acabamento, ou rotativas pequenas ligadas a máquinas para colagem de lombadas, produzindo livros inteiros em um só passo. A tendência está-se afastando das impressoras muito grandes, especialmente em offset, que são de custos de aquisição eleyados e bastante flexíveis diante um mercado, cujas mudanças econômicas e de vida são constantes. A rotogravura está fincando o pé: Nos Estados Unidos ela já responde por um mercado de sete bilhões de dólares, sem contar materiais e tintas. Impressão "heat transfer", imprimindo papel e transferindo a imagem para os têxteis também esta-se

tomando um grande negócio. Muitos observadores sentem que as máquinas rotogravura extralargos de 2,50m não devem desenvolver muito mercado, exceto das já encomendadas pelas gigantes editoras alemãs. Tais máquinas demandam grandes circulações e paginação pesada de revistas a cores, com porções incomuns de cores. Somente a União Soviética e a China poderiam oferecer tais condições, no entanto, ambos os países têm problemas bem maiores de papel que os países industrializados do Ocidente, em obter papéis certos e tintas para conseguir imprimir com bobinas extralargas. Como aparte das considerações consideramos, que esses dois países devem ter revistas com circulações enormes, mas, a paginação menor indicaria máquinas mais simples, que têm maior flexibilidade e permitem ser adaptadas as mudanças econômicas e sociais, mudanças na atitude do público, exigências e preferências dos publicitários. Finalmente, uma palavra a respeito dos processos em si. Offset continua crescendo. Rotogravura nas produções maiores deve aumentar seus pedidos, principalmente em países onde não teve muita penetração. Técnicas melhoradas na produção de cilindros devem simplificar e promover mais esses trabalhos misteriosos. Existem excelentes chances para o crescimento em setores específicos de embalagem, revistas, heat-transfer e papel de parede, etc. As fábricas de máquinas na Alemanha e Italia estão abertas para esses fatores e estão estudando as bases de manufatura em vários países. Letterpress, como flexografia, continuam seu caminho para chapas baratas ou redondas. Chapas. fotopolimerizadas provaram sua qualidade, mas, ainda são


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.4 6 all J muito caras comparadas a chapas offset. Em geral, como offset demanda papéis superiores, pode-se encontrar um ponto de equilíbrio a partir do qual letterpress seria mais econômico, ou onde, igual litografia direta, o uso de chapas adequadas em máquinas letterpress existentes, possibilitam uma vida maior da impressora, assim evitando investimentos maciços. Aspectos Gerais comum em todos os desenhos novos das impressoras, dispositivos que permitem uma rápida troca de serviços. Sendo uma tendência geral a redução das tiragens, tais fatores exigem um rápido início de impressão, envolvendo o mínimo de perdas, com as impressoras equipadas de controles sequenciais. Os países altamente industrializados prevêem um

crescimento real pequeno para produtos impressos, sejam estes publicitários, embalagem ou impressos comerciais em geral, mas, prevê-se mudanças importantes de demanda. Fascinante é a quantidade de chapas censurnida na Europa. em metros quadrados, onde a Escandinávia mantém o maior consumo (6,5 milhões) seguida pela Inglaterra (4 milhões). As tiragens realmente se reduziram como demonstram os comportamentos de vendas de tintas: as fábricas de tintas da Alemanha, em 1975, venderam três por cento a menos, enquanto as fábricas francesas são responsáveis por uma redução de quinze por cento no volume de sua produção. A indústria gráfica, em si, não deverá mudar muito nos próximos cinco anos. A tendência para especialização continua. Unidades produtivas muito grandes deverão ser

necessidades por papéis mais econômicos, impressão heat-transfer, produtos para a casa e embalagem. A indústria de papel está saindo de uma situação de papéis estocados e os consumidores estão temendo um acréscimo nos preços. A tendência do papel é para gramagens inferiores, papéis As velocidades maiores das não couchés, pasta mecânica. impressoras aumentará as maior uso de papéis exigências sobre maior precisão relacionados e em alguns casos, na manufatura de papel, a substituição de folhas por especialmente papéis de baixa bobinas. A reciclagem aborrece gramagem, solicitados para muita gente, principalmente equilibrar os custos de frete pelo fato, que as fábricas de e correio. papel, não necessariamente, são equipadas para absorver papéis Os impressores podem reciclados. Países como chegar a pedir o papel por Inglaterra e Italia ressalvam comprimento e área, não por a importância na balança de peso. As altas velocidades das pagamentos, se não precisassem máquinas planas exigirão importar celulose. Assim a papéis em esquadro, com inspeção de qualidade antes do reciclagem está-se tomando mais importante. Impressão, despacho para o impressor. realmente, está-se tornando Adicional a esses uma indústria fascinante... requerimentos devem surgir

divididas em empresas menores, empregando não mais que mil pessoas. Está trabalhando menos pessoal na impressão dos países industrializados e a tendência continua. Especialmente em jornais, novas técnicas devem reduzir drasticamente a necessidade de pessoal.

No Brasil é diferente Peter Rohl

O maior inimigo, no caminho da realização de projetos, efetivamente significativos, é a oposição velada, que se apresenta em uma série de subterfúgios, para convencer da inutilidade das idéias apresentadas. Tal atitude, em absoluto, não inesperada e se baseia, geralmente, em insegurança, incerteza ou, apenas, falta de boa vontade e motivos semelhantes, diante de uma situação nova. Isso é tão previsível, que chegamos a tabelar, talvez para satirizar essas atitudes, as objeções

possíveis contra os projetos apresentados, em cinquenta itens, que deveriam cobrir mais de 90% dos argumentos utilizados contra aquilo que pretendemos realizar, uma oposição destrutiva sem nenhuma contribuição para a melhoria das nossas atividades. São os seguintes os itens tabelados: 1. Jamais foi feito desse jeito; 2. Ninguém jamais fez assim; 3. Isso nunca foi experimentado; 4. Já o experimentamos; 5. Já tentaram isso alhures; 6. Não é esse o nosso caso; 7.

Trabalhamos assim há tempo; Isso não dará certo em empresas de nosso porte; Não se faz isso em nenhuma empresa; 10. Para que mudar? 11. Vai tudo tão bem; 11. Ninguém vai concordar com isso; 12. Isso exige novo exame; 13.E muito complicado mudar; 14. Certo grupo diz que não se pode fazer assim; 15. Certo grupo não gostará disso; 16. Fulano de tal é contra isso; 17. Meu superior é de opinião contrária; Isso não é possível; Não temos recursos financeiros; 20. Não temos

pessoal; 21. Não temos material; 22. Ë muito enleado e teórico; 23. Isso não será eficiente aqui; 24. Isso me causa medo; 25. 8. impossível; Isso não é novidade; Já conhecemos esses problemas; 28. Ë mudança muito radical; 29. Não podemos assumir tal responsabilidade; 30. Não da nossa competência; 31. Isso tornará obsoleto os nossos métodos atuais; 32. Não temos tempo para isso; 33. Ë contra aquilo que costumamos fazer; 34. Isso aumentará as despesas gerais; 35. Jamais o pessoal


aceitará; 36. Não gosto disso; 37. Essas coisas nunca deram certo; 38. Vocês têm razão, mas...; 39. Está muito bem feito; 40. Não estamos preparados para isso; 41. Voltaremos a falar sobre isso com mais calma; 42. 0 caso merece reflexão; 43. Não devemos correr esse risco; 44. Já se perdeu dinheiro nisso; 45. Não é rentável; 46. 0 que fazemos vai muito bem assim; 47. É preciso nomear uma comissão; 48. Precisamos fazem um estudo econômico; 49. Ocaso demanda madura reflexão; 50. É muito difícil explicar. Realmente, estávamos preparados para toda essa gama

de objeções possíveis e que não mudam muito em conteúdo, de país para país. No entanto, no Brasil é diferente e, portanto, surgiu uma quinquagésima primeira objeção que não tínhamos previsto: "Não se esqueça que aqui estamos no Brasil". Estamos dispostos em nos sobrepor a muitas dificuldades, sejam essas de cunho técnico ou administrativo, no entanto, não aceitamos, em qualquer situação, tal tipo de argumentação, pois, exatamente por não nos esquecermos que aqui estamos no Brasil, que estamos desenvolvendo as nossas atividades em uma série de

sentidos, para incrementar o setor gráfico. No Brasil é diferente, pois, os nossos técnicos e industriais, em grande parte, carecem de uma formação básica para enfrentar uma série de problemas, a indústria fornecedora de máquinas gráficas nacionais ainda não está suprindo o mercado com as máquinas certas e as máquinas importadas, frequentemente, foram criadas para um mercado de consumo em escala e não especi ficamente para o Brasil, faltando, frequentemente, até matéria prima adequada, assistência técnica razoável e técnicos preparados.

O industrial hesita entre equipamento nacional, muitas vezes de concepção obsoleta e equipamento importado que não foi desenvolvido para um mercado de consumo mediano, com técnicos, industriais e, até clientes despreparados em tirar os proveitos reais, que esses equipamentos oferecem. E é exatamente esse o motivo das nossas atividades, porque não nos esquecemos que aqui estamos no Brasil e, aqui, muita coisa deve ser encarada de forma peculiar e adaptada às nossas necessidades reais.

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Atualidades ABIGRAF SIGESP CONLATINGRAF Realiza Seminário em Assunção — Paraguai

A CONLATINGRAF realizou em Assunção — Paraguai —de 18 a 20 de agosto de 1978, o Seminário dos Empresários Gráficos. Estiveram presentes neste Seminário os seguintes componentes da Delegação Brasileira que representaram a Associação Brasileira da Indústria Gráfica: Srs. Rubens Amat Ferreira, Antônio Bolognesi Pereira, Waldyr Priolli, Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, Sidney Fernandes, Ireneu Thomaz, Dráusio Basile, Dra. Rose Maria Priolli. ,A Delegação Brasileira atendendo à solicitação dos companheiros paraguaios foi gentilmente recebida pelo Presidente da Associação local, Sr. Carlos Daumas Dalouce, e pelo Secretário, Sr. Raul Gonzales Galeano, os quais não mediram esforços no sentido de transmitir aospresentes todo afeto e afabilidade peculiar hospitalidade guarani. A Delegação foi recebida pelo Ministro da Indústria e Comércio, Sr. Delfim Ugarte Centurion, na sede da Union de Industriales Paraguayos, que nesta oportunidade, em breve alocução, definiu muito bem a importância do setor gráfico na comunicação em geral e dos relevantes serviços prestados comunidade. Referiu-se, ainda, as dificuldades sofridas pela Indústria Grafica, geralmente constituída por um grupo de pessoas que vive e supera todas as dificuldades de ontem na esperança sempre de um melhor amanhã. Disse, ainda, que o gráfico ao compor os tipos, ao imprimir palavras, coloca sempre algo de si, vivendo profundamente o que faz, com muito carinho, apesar

Flagrantes colhidos durante a participação da ABIGRAF no Seminário da CONLATINGRAF, em Assunção, no Paraguai. das grandes dificuldades que encontram pela frente. No dia 19 de agosto, iniciou-se o Seminário com a presença maciça dos industriais guaranis. Ao dar início aos trabalhos, o Presidente da CONLATINGRAF, Sr. Jorge Newton Benda, prestou uma significativa homenagem ao companheiro Luiz Roberto Macri, da Argentina, recentemente falecido. O Seminário foi alvo de acalorados debates, tendo o Presidente da ABIGRAF, Sr. Rubens Amat Ferreira, feito uma série de providenciais apartes, aplaudidos pelos presentes, tecendo considerações sobre a permanência no mercado de

maquinarias obsoletas vendidas aos próprios empregados das empresas, que não tendo condições técnico-financeiras geram uma concorrência danosa para o setor, com consequências negativas inclusive para esses empregados, desprovidos da minima infra-estrutura para levar avante uma indústria privada. Paralelamente ao Seminário, ocorreram várias outras reuniões referentes à ALALC e CONLATINGRAF, ficando estabelecido que a Assembléia da CONLATINGRAF terá lugar aqui em São Paulo, de 14 a 15 de outubro de 1978, durante a realização da STAG — Semana Tecnológica de

Artes Gráficas. Nessa Assembléia estarão presentes as Delegações da Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Paraguai, Equador, Colômbia, Venezuela, Mexico e Brasil. Semana do Papel — XI Congresso Anual de Celulose e Papel A ABCP — Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel fará realizar, no Palácio das Convenções do Anhembi, de 22 a 25 de novembro de 1978,o XI Congresso Anual referente â Semana do Papel. Trabalhos Técnicos A Divisão Técnica da ABCP já começou a receber


lhau.

os resumos dos primeiros trabalhos que serão apresentados por ocasião do XI Congresso Anual. Para aqueles que acompanham o andamento dos preparativos para a Semana do Papel, relacionamos os títulos de alguns trabalhos: Controle de umidade dos fardos de celulose por computador de processo comparação de 2 métodos. Viabilidade do controle por computador de processo de unidades de uma fábrica de celulose. Nivaldo Elias Murad Minas Gerais - Sym - concept aplicação à fabricação de papel para impressão. Arnaldo Flacks Finmaq - Eucaliptos tropicais na produção de celulose kraft - I parte. - Eucaliptos tropicais na produção de celulose kraft - II parte. Seqüências exóticas para se branquear celulose kraft de eucalipto. Influência das dimensões nas toras de madeira de eucalipto na qualidade de celulose kraft. Celso E. B. Foelkel e equipe Cenib ra - Celulose Nipo-Brasileira Trabalho sobre reciclagem - aparas. Jose Maurício P. dos Santos Novo Rio - Papéis Brasilia Manchas, pintas e defeitos no papel. Maria Cristina Rossana Tanferri Cia. Fabricadora de Papel Utilização de dri-press (furos cegos) em prensas inferiores, comparativamente a prensas ran huradas. Stowe-Woodward - SP - Estudos de laboratório e planta piloto sobre o branqueamento por oxigênio em polpa de média consistência. Lars Naesman Sunds Ltda. Celulose de misturas de madeiras duras tropicais. George Henrique de Almeida Barbosa Champion Papel e Cel. A aplicação de sistemas

de controle de processo no controle de perfil de umidade e gramatura Charles M. Worthley Measurex - EUA

de impressão, composição e depósitos e outras exigências encadernação, que para estatais. manterem um excelente padrão Gráficos necessitam do controle de qualidade dos insumos e O Sindicato dos quantidades regulares para Trabalhadores nas Indústrias o suprimento dos Gráficas da Cidade de Salvador Para aqueles que ainda não estabelecimentos gráficos. empossou a sua nova diretoria enviaram seus trabalhos ou que vai dirigir a entidade por que desejarem maiores Sindicato Aponta 3 anos. A diretoria tem como informações sobre a Concorrência das membros efetivos: Carlos programação técnica do Imprensas Oficiais Moreira da Silva, Geraldo XI Congresso, a Divisão Fernandes de Almeida, Luiz O Sindicato das Indústrias Técnica poderá fornecer Ivo da Costa; suplentes: Gráficas da Bahia distribuiu instruções e auxiliar no envio Ivani Mesquita Pitombo, nota oficial assinada pelo seu dos artigos. Jandir Pereira Reis e presidente, Arquimedes A distribuição dos stands Nivalda Aurora dos Santos; Curvelo de Almeida, para a XI Exposição já está Conselho Fiscal - efetivos: denunciando que a Imprensa definida. Alguns já foram Washington Luiz Rissuti, Oficial, criada por força da vendidos e para os demais Isaltino Ferreira Oliveira e necessidade de comunicação interessados, a secretaria da Deraldo Francisco dos Santos; dos atos dos Poderes Executivo ABCP poderá fornecer detalhes suplentes: Deraldo Barnabé e Legislativo, vem quanto a preços e formas de dos Santos, Waldemiro Miguel ostensivamente penetrando no pagamento. França e Almir Lisboa da mercado das empresas gráficas Cada local reservado para Silva. Delegados representantes a exposição contém 12 metros privadas, representando séria - efetivos: Carlos Moreira da quadrados, com 4 por 3 metros. concorrência. Na nota oficial, o presidente Silva e Geraldo Fernandes de Almeida; suplentes: Fortunato do Sindicato das Indústrias Moreira da Silva Filho e Gráficas acrescenta que tal Gráficas discutem Custos Josenor Nascimento Cerqueira. atitude, além de subtrair uma Encerrou-se no dia 15 de parcela considerável do A ABIGRAF é Contra agosto, no auditório do Sesi, mercado das gráficas privadas, Gráfica do Correio a mesa-redonda sobre tem como respaldo, entre Administração de Material e outros, o privilégio da quase O presidente da Implantação de Sistemas de inexistência de impostos sobre Abigraf-MG, Sidney Morais, Custos nas Indústrias Gráficas, as imprensas oficiais. descartou, de forma incisiva, uma promoção do Balcão de O presidente do SIGEB diz, a possibilidade da Empresa Consultas da Federação das também, que em todo o Brasil Brasileira de Correios e Indústrias de Pernambuco existe um movimento liderado Telégrafos vir a fabricar (Fiep) e com exposições de pela Associação Brasileira das envelopes padronizados em técnicos do Departamento de Indústrias Gráficas, com suas gráficas. Para o presidente, Assistência A Pequena e Média integral apoio dos sindicatos esta não é a função dos Indústria (Dampi). das indústrias gráficas, Correios e representaria, Participaram dos trabalhos procurando, por todos os em última instância, mais uma cerca de 40 empresários meios legais, coibir essa ingerência das empresas estatais gráficos locais, que debateram interferência das imprensas na área das empresas privadas por dois dias as modernas oficiais no mercado privado, do país.. técnicas de elaboração dos tendo levado o problema ao Sidney Morais explicou que custos nas indústrias presidente da República, a Empresa Brasileira de tipográficas, que vinham se Correios e Telégrafos, ao solicitando providências ressentindo de tal orientação, adotar a nova padronização urgentes, uma vez que é fator que no momento influi crescente o número de novas dos envelopes, deveria também no valor do produto final, determinar um certo tempo, gráficas oficiais, calculando-se apesar da atual tecnologia "necessário para que as que 1.200 dessas estão empregada no parque gráfico operando no Brasil. indústrias gráficas possam do Estado. Segundo a nota do se ajustar As novas exigências". Na parte referente Sindicato das Indústrias Por ultimo, o presidente da Administração de Material, Gráficas da Bahia, as imprensas Abigraf declarou que, se os os técnicos do Dampi, órgão oficiais, além de outras Correios levarem adiante esta da Confederação Nacional vantagens, contam com grandes idéia, "a nossa entidade fará da Indústria, demonstraram facilidades para efetuar uma representação junto a necessidade de uma melhor importações onerosas de àquela empresa estatal no racionalização no controle dos maquinaria com total isenção, sentido de que ela reconheça estoques de matérias-primas, o que não acontece com o que este setor é de exclusiva que a cada dia se diversificam empresário gráfico privado, atuação das empresas devido aos modernos processos o qual tem de se sujeitar aos privadas".


I EXPOGRAF REUNIU INDÚSTRIAS GRÁFICAS EM BRASÍLIA Realizou-se em Brasília de 13 a 16 de setembro de 1978 a 1 EXPOGRAF — Exposição Nacional de Máquinas, Equipamentos e Papéis Gráficos. Esse evento teve por local o H. P. Center, onde também funcionou o I CONGRAF — Congresso das Indústrias Gráficas de Brasilia. A solenidade de abertura desse Congresso contou com a presença de autoridades do Distrito Federal, empresários de vários Estados e representantes do setor gráfico. O objetivo primordial desse acontecimento baseou-se na necessidade de se debater os inúmeros problemas que os empresários do Distrito Federal tam enfrentado para o desenvolvimento do setor, de acordo com informações fornecidas pelo dinâmico Presidente das Indústrias Gráficas de Brasília, Hilton Pinheiro Mendes, durante a abertura do Congresso. O dirigente dessa entidade destacou como relevantes a evasão dos trabalhos gráficos do Distrito Federal para outros Estados, criação de linhas de crédito específicas para a Indústria Gráfica e a estatização, problemas estes que entravam o desenvolvimento da Indústria Gráfica de Brasília. O governador do Distrito Federal, Elmo Serejo Farias, presidindo a solenidade de abertura, destacou a importância de se traçar diretrizes e normas administrativas para uma melhor localização das indústrias gráficas. Hilton Pinheiro Mendes enfatizou a importância da realização dos dois eventos que além da discussão dos problemas relacionados com a indústria grá fica e a exposição dos equipamentos e matériasprimas, demonstra a seu ver a capacidade produtiva e criativa para o engrandecimento do setor e da sociedade. Dirigindo-se ao governador Elmo Setejo, o dirigente sindical de Brasília lembrou a importância da instalação do Setor das Indústrias Gráficas. Destacou que a redemarcação do setor, já com grande progresso na parte de urbanização, propiciará aos empresários melhor conforto em suas instalações, maior confiança no trabalho e novas possibilidades operacionais. Em palestra proferida no I CONGRESSO, Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF — Associação Brasileira das Indústrias Gráficas, declarou que "as altas taxas tributárias, o extorsivo preço do dinheiro e a desleal concorrência das gráficas oficiais estão sufocando as indústrias gráficas do país". Fazendo uma retrospectiva histórica do desenvolvimento da indústria gráfica no Brasil, Rubens Amat, discorreu sobre os problemas enfrentados pelo setnr grá-

fico brasileiro, concitando a classe .a se unir em torno da associação, na busca de soluções para os graves problemas que a indústria gráfica do país está vivendo no presente momento, motivados principalmente pela concorrência estatal. Máquinas Paradas Segundo o presidente da Abigraf, as quase 5 mil gráficas paralelas, do governo, das empresas de economia mista e das universidades estão fazendo com que cerca de 60 por cento das máquinas do setor privado fiquem paradas, causando ociosidade e desemprego na indústria nacional. Demonstrando com números e fatos o que vem ocorrendo devido à nefasta presença de tais empresas na economia de mercado, disse Rubens Amat: "Há pouco tempo, o governo abasteciase quase totalmente no setor, constituindo ern 58% de suas vendas. Hoje, esse mercado se acha reduzido a 8%, com ameaças de chegar a zero, tudo isso sem se referir à concorrência desleal que essas mesmas empresas começam a fazer com a iniciativa privada, levando algumas indústrias, como aconteceu recentemente na Bahia, a fecharem suas portas". — Não só o governo tem desviado verbas importantes para a montagem de gráficas, mas também os grandes bancos, a indústria automobilística e os laboratórios têm concorrido para o empobrecimento da indústria gráfica nacional" — disse o presidente da Abigraf. A crescente intervenção estatal que se observa ho campo das atividades gráficas brasileiras contraria os fundamentos básicos da filosofia do II PND, que definiram a posição e a ação do governo em favor do fortalecimento da empress privada nacional. A criação de gráficas paralelas tem causado problemas não só de ordem econômica para o setor, como também gle estagnação tecnológica, criando obstáculos para o trabalho criativo de difusão da cultura, do pensamento, das ciências e das artes — prosseguiu o conferen cista. Concorrência — Não raro se vê muitos órgãos públicos aproveitando-se dos incentivos destinados ao setor privado, para equiparem suas gráficas, avolumando ainda mais a concorrência desleal que fazem com a indústria privada. O fortalecimento indiscriminado desse setor já começa a apresentar seus primeiros resultados com as imprensas oficiais fazendo congresso, como o de Fortaleza, onde chegaram a prometer uma associação ou sindicato. — Por tudo issso, "conclamamos os companheiros a que insistam na desativação, na eliminação e na não instalação de tão perniciosas gráficas estatais" —

finalizou o presidente da Abigraf. Expograf Uma seleta frequência movimentou os quatro dias em que a I Exposição Nacional de Máquinas, Equipamentos e Papéis Gráficos funcionou no H. P. Center, levando ao local grande contingente de empresários do setor gráfico do Distrito Federal e autoridades. As mais modermas máquinas gráficas produzidas no país foram mostradas na exposição, destacando-se entre elas a "Catu Set 660"; guilhotina para papel totalmente automática com programação eletrônica e célula fotoelétrica para proteção do operador, todas de São Paulo, desenvolvidas com know-how cem por cento nacional. Todo tipo de equipamento gráfico, máquinas de impressão e fotocomposição, copiadoras e papéis gráficos foram mostrados nos stands da Petrograph, Prograf, Ortemaq, Oficina de Comunicação Encadernadora Brasil e da T. Janér. A Federação das Indústrias de Brasilia e seus órgãos filiados, SESI, SENAI e os cinco sindicatos das indústrias, também participaram da mostra com um stand onde foram apresentados os trabalhos desenvolvidos pelo SENAI para o aperfeiçoamento de mão-de-obra para o setor, os equipamentos de segurança empregados pelo SESI, além de uma unidade do serviço medico daquele departamento, que fazia a medição da pressão dos visitantes, contribuindo, assim, com a campanha contra a hipertensão. A ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica, também, se fez presente no 19 Congresso das Indústrias Gráficas e na 14 Expograf, representado pelos senhores Rubens Amat Ferreira, presidente; Antônio Bolognesi Pereira, secretário; Thomaz Caspary; Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, assessor jurídico, prestigiando ao máximo os eventos. 64 STAG — PLENO ËXITO NA CONSECUÇÃO DE SEUS OBJETIVOS! Revestiu-se de enorme êxito o desenrolar nesta Capital da 64 STAG — Semana Tecnológica de Artes Gráficas, realizada de 16 a 20 do corrente mês, na Escola SENAI "Theobaldo de Nigris". Esse importante evento, de repercussão internacional, foi organizado pelo SENAI — Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial em colaboração com as seguintes entidades: ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica; ABTG — Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica; ABPO — Associação Brasileira de Papelão Ondulado; ABRE —

owl


Associação Brasileira de Embalagem; APP — Associação Paulista de Publicidade e Propaganda; ANAVE — Associação Nacional dos Homens de Vendas de Celulose, Papel e Derivados; ABIMEG/ SIMESP — Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos Gráficos e Sindicato das Indústrias de Máquinas do Estado de São Paulo; e APFPC — Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose. A 64 STAG teve por objetivo a reunião de técnicos e empresários interessados na troca de informações técnicas, discussões e debates, abordando os mais importantes problemas de planejamento, produção, pesquisa, novas tecnologias e formação de mão-de-obra para a indústria gráfica. A direção dos trabalhos da 64 STAG esteve a cargo do Sr. Theobaldo de Nigris, Presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo e Presidente do Conselho Regional do SENAI. Ternário A 6? STAG compreendeu uma série de palestras que foram pronunciadas por convidados especiais, abordando os seguintes temas: A estrutura empresarial gráfica sob o ponto de vista técnico e administrativo. Suprimento — Tecnologia e racionalização. Painel das matérias-primas — Tintas, papel e outros suportes. Aumento da produtividade nas máquinas Offset. Fotografia em Artes Gráficas Qual a direção? O O controle e recebimento dos papéis para Offset. O acabamento na Indústria Gráfica. Racionalização da Foto-reprodução convencional e fotoeletrônica (Scanner) — Experiências, comparações, previsões. Escalas e Sistemas de controle da Fotolitografia — Offset. Comunicação Visual — Arte ou Técnica? Comissão Organizadora Participaram da comissão organizadora os seguintes membros: Presidente: Theobaldo de Nigris, Presidente da FIESP e do Conselho Regional do SENAI; Coordenadores: Jurandyr de Carvalho e Francisco A. Guglielmetti; Assessoria de Comunicação Social: Maria Bernadete Ferrari; Representante da ABIGRAF: Thomaz F. Caspary; Representante da ABRE: Pery Bomeisel; Representante da ABTG: Peter Rohl; Representante da ABPO: Jorge Azevedo Pires; Representante da APFPC: Hugo P. Lacerda;

Representanre da ABCP: Leônidas Levitinas; Representante da ANAVE: Silvio Gonçalves; Representante da SIMESP/ ABIMEG: Miguel Rodrigues Júnior; e Antônio M. Ortiguela, Carlos B. Schulz, Dante Giosa, Ignaz J. Sessler na qualidade de representantes da Indústria. Programa A 6? STAG demonstrou mais uma vez os grandes benefícios que carreia para o aprimoramento tecnológico do setor gráfico. E para tanto foi desenvolvido um extenso e bem elaborado programa que enumeramos a seguir: Dia 16/10/78 — 24 feira: 10 h — Abertura solene da 64 STAG Alberto Pereira de Castro Diretor Superintendente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S/A. 14 h — Peter Rohl "A estrutura empresarial gráfica sob o ponto de vista técnico e administrativo." Moderador: Pery Bomeisel. 16h — Thomaz F. Caspary "Suprimento — Tecnologia e racionalização". Moderador: Rubens Amat Ferreira. Dia 17/10/78 — 34 feira: 8h — Carlos Bernardo Schulz Clayrton Sanches Victorio Murer "Painel das matérias-primas — Tintas, papel e outros suportes". Moderador: Marcelo L. Pillar. 14h — Eugênio Navarini "Aumento da produtividade nas máquinas Offset". Moderador: Sidney Fernandes. 16h — Phil Ordofio — USA. "Fotografia em Artes Gráficas — Qual a direção?" Moderador: Pedro Pincirolli. Dia 18/10/78 — 44 feira: 8h — Maurice Carbonnier — França "0 controle e recebimento dos papéis para Offset". Moderador: Luiz Alberto Pereira das Neves Franco. 10h — Mário Carramillo Neto "Estúdios de Fotolito e seus problemas de instalação". Moderador: Leo. ,nidas Levitinas.

fotolitografia — Offset". Paulo Panossian.

Moderador:

Dia 19/10/78 — 5? feira: 8 h — Olaf Leu — República Federal da Alemanha. "Comunicação Visual — Arte ou Técnica?" Moderador: Thomaz F. Caspary. 10 h — Paul Buck — República Federal da Alemanha. "Sistema para correção de cores e paginação". Moderador: Peter Rohl. 14h —Hans Wolfgang Beckmann. "0 acabamento na Indústria Gráfica". Moderador: Ignaz J. Sessler. 16 h — Rainer Kurt Erich Ladewig Jose Luiz Pereira Júnior

Jose Vasco Simões Eng9 Luiz Carlos Baralle Rubens Germiasi "Fotoc,omposição — Um problema de escolha". Moderador: Hélio Furmankiewicz. Dia 20/10/78 — 64 feira: 8h —Lincoln Seragini "A embalagem — Da criação ao consumidor". Moderador: Roberto Sanches. fo h — Ronald Persichetti Antonio M. Ortiguela Celio Emerique Painel — "Do original ao impresso — Por que não racionalizar?" Moderador: Silvio Gonçalves. 14 h — Richard Civita "0 futuro da Indústria Gráfica". Moderador: SENAI. 16 h — Encerramento. ABIGRAF EM REVISTA congratulase com os organizadores da 6? STAG, parabenizando-os pela realização desse importante evento pela eficiência da organização tanto no campo tecnológico como no social e pelos reflexos positivos que esse acontecimento trará em prol da evolução da indústria gráfica de nosso país. E temos a destacar o incansável trabalho desenvolvido pelo Prof. Jurandyr de Carvalho, Diretor da Escola de Artes Gráficas "Theobaldo de Nigris", na organização do evento, possibilitando que o mesmo transcorresse dentro da maior harmonia e normalidade possível.

14 h — Pietro Chasseur — Itália "Racionalização da foto-reprodução convencional e fotoeletrônica (Scanner) — Experiências, comparações, previsões". Moderador: Sérgio Vay. 16 h —Mario Molinari — Italia. "Escalas e sistemas de controle na Al


Bolsa de Máquinas ABIGRAF EM REVISTA cria mais esta seção com o objetivo de prestar mais um serviços as indústrias gráficas e revendedores de máquinas novas e usadas. Se constituirá, portanto, num elo constante de comercialização voltada diretamente àqueles que têm interesse na aquisição de determinados produtos. Para anúncios nesta seção basta entrar em contato com o Depto. Comercial de ABIGRAF EM REVISTA, e todas as informações que se fizerem necessárias serão

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com mais de 500 empregados. Essa escolha se justifica não só porque essas empresas contribuem financeiramente com uma taxa adicional, destinada ao desenvolvimento de recursos humanos, mas também porque constituem um grupo que concentra, num mesmo local de trabalho, considerável número de trabalhadores.

Noticiário

SENAI

O diretor regional do SENAI, Paulo Ernesto Tolle, assina o documento de doação do terreno, ladeado pelo presidente da FIESP/CIESP, Theobaldo De Nigris (it sua direita), e pelo 19 secretário da Diretoria da FIESP/CIESP, Roberto Ferraiuolo.

Prefeitura de São Caetano do Sul Doa Terreno para Escola do SENAI Um terreno de 18.000m 2 , . situado na rua Santo Andre, • em São Caetano do Sul, foi doado de finitivamente pela Prefeitura daquele município para o SENAI, em solenidade que contou com a presença do presidente da FIESP/CIESP e do Conselho Regional do SENAI, Theobaldo De Nigris; do prefeito de São Caetano, Raimundo da Cunha Leite; do diretor regional do SENAI-SP, Paulo Ernesto Tolle, e de outras autoridades. No terreno doado funciona, pm_ desde julho de 1970, a Escola SENAI "Carlos Pasquale", corn uma área construída de 5.200m 2 , com salas de aulas teóricas, oficinas, laboratórios, dependências administrativas, areas de esporte e de lazer. Na oportunidade, o prefeito , de São Caetano declarou que "tudo o que a prefeitura tem feito em relação ao SENAI, 01°' é com a intenção de retribuir a grande colaboração que essa

Entidade tem prestado ao município." O presidente da FIESP/CIESP, Theobaldo De Nigris, agradecendo ao prefeito Raimundo C. Leite a importante doação, disse que "o SENAI cumprirá da melhor forma possível, como tem feito até o momento, com as suas obrigações". Acrescentou ainda que "atos como este ora concretizado nos dão o ensejo de continuar sempre em nossa caminhada". A Escola A Escola SENAI "Carlos Pasquale", com início de atividades em 1970 e inaugurada oficialmente em 16 de agosto de 1972, ministra cursos de Aprendizagem Industrial, Qualificação, Especialização e Aperfeiçoamento Profissional, além dos Programas de Treinamento realizados nas próprias indústrias da região de São Caetano do Sul. Entre outros cursos ministrados naquela Escola estão os de Ajustador Mecânico, Fresador, Mecânico Geral, Torneiro Mecânico, Ferramenteiro, Desenhista Mecânico e Retificador Mecânico. Ensino à Distância: SENAI Promove Encontro Lembrando que a promoção social do trabalhador pode realizar-se também em decorrência de seus progressos

como profissional, o prof. Saulo Diniz Swerts, diretor do Departamento Nacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e coordenador geral do Encontro, deu início primeira reunião do seminário sobre "Ensino à Distâncial, que foi promovido pelo Departamento Regional do SENAI em São Paulo, na Avenida Paulista, 750. O encontro, encerrado no dia 30/08/78, reuniu especialistas do Brasil e do Exterior, para um intercâmbio de informações sobre Ensino Distância, em suas várias modalidades: correspondência, rádio, televisão e unidades móveis. Teleducação Saulo Diniz Swerts esclareceu que as conclusões práticas desse Encontro serão aproveitadas pela equipe da Divisão de Tecnologia Educacional (DTE) do SENAI paulista, responsável pelo recente lançamento do Telecurso "Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecanico", em convênio com a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura — Canal 2), inicialmente para as Escolas do SENAI e, depois, para Empresas. Como se trata de uma transmissão dirigida a uma clientela pré-determinada, serão escolhidas, prioritariamente, as empresas

Entidades Participantes Participaram do Encontro técnicos e especialistas em ensino e educação, representando as seguintes Entidades: SENAC, PRONTEL, FEPLAM, MEC (projeto Minerva), CETEB, IBAM, EMBRATEL, Ministério do Trabalho, Fundação Padre Anchieta, CENP, PETROBRÁS e SENAI. Do Exterior, participaram os professores Sérgio Elliot, do Chile, e Arturo Banegas, da Universidad Nacional Abierta (UNA), da Venezuela, que falou sobre Cursos por correspondência. Treinamento de Industriários em São Bernardo e Diadema Nos próximos 24 meses, os trabalhadores nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico de São Bernardo do Campo e Diadema poderão participar dos programas de treinamento de mão-de-obra a serem desenvolvidos pelo SENAI, em decorrência do convênio firmado por esta Entidade de ensino pro fissionalizante e pelo Sindicato de classe daquela região. Beneficiando trabalhadores sindicalizados, tais Programas proporcionarão o preparo de mão-de-obra qualificada para os setores e ocupações mais carentes, abrangidos por aquele Sindicato. Além de selecionar candidatos, preparar material didático e designar instrutores, competirá ao SENAI ministrar orientação técnicodidática ao pessoal docente, supervisionar os treinamentos e expedir os certificados de conclusão.


Já o Sindicato, de acordo com o estabelecido em convênio, fará o recrutamento dos participantes, encaminhando-os para os programas de treinamento mais relacionados com as ocupações que exercem; providenciará e manterá em condições adequadas os locais para o desenvolvimento desses programas e, ainda, manterá um sistema de acompanhamento dos treinandos, para uma posterior avaliação dos resultados obtidos.

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SENAI Estende Beneficio de Bolsas aos Alunos dos Centros de Treinamento

Os alunos dos Centros de Treinamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — SENAI, em São Paulo, passarão a ser beneficiados com Bolsas de Estudo do tipo "Auxílio para a Freqüência — A.F.", calculadas na base mensal de ate 35% do "Valor de Referência" vigente. Instituído e regulamentado pela Portaria n9 516, de 14 de agosto, do diretor regional da entidade, esse tipo de bolsa de estudo visa auxiliar os alunos dos Centros de Treinamento do SENAI na solução de seus problemas econômicos, mediante a prestação de um auxílio financeiro mensal, pago ao aluno desde o início do período letivo até o término do treinamento. As bolsas serão concedidas pelos respectivos diretores dos Centros de Treinarnento aos alunos que solicitarem esse auxílio, mediante comprovação de carência de recursos, aferida pelo "Índice Econômico da Família — I.E.F.", constante do "Questionário", que deverão preencher ao formular o pedido. A classificação dos candidatos As bolsas será efetuada dentro do primeiro mês de aula de cada período, obedecida a ordem da maior para a menor carência de seus recursos, segundo os indices citados.

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iniciando-se com os supervisores de primeira linha; passando-se para os técnicos industriais de nível médio, finalizando-se com os executivos. Há, também, uma detalhada exposição sobre custos de treinamento. Por fim, para permitir a eficaz compreensão das tarefas e das práticas de treinamento, esta obra oferece três características inéditas: uma precisa definição da terminologia relacionada com o treinamento, farto material ilustrativo e modelar aplicável Ls diversas fases de treinamento e uma compilação comentada dos diversos tipos de reuniões cujo emprego ocorre com maior freqüência. Publicação da Editora Atlas S/A. — Rua Helvetia, 574/57-8— Tel.:(011) 221-9144 — CEP 01215 — São Paulo — SP. ISS — Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza Autores: Leila Nader A. O. Goulart e Esta obra foi organizada para atender Aqueles que, diuturnamente, se obrigam ao manuseio da legislação do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Os textos que ora vêm a público, antes de desenvolver hermenêutica tributária, tem a preocupação básica de esclarecer as dúvidas emanentes das consultas sobre ISS. Assim sendo, podemos dizer que este volume foi organizado objetivando esclarecer o assunto ISS, sua base constitucional e seu caminho histórico, pretendendo ser mais um passo no sentido de elucidar a evolução dos aspectos tributários e sua vasta jurisprudência, no ajustamento da economia tributária municipal face ao Código Tributário Nacional (CTN). Finalmente, é nossa esperança que este trabalho seja útil, e auxilie a encontrar o caminho melhor na longa trajetória do Direito Tributário Brasileiro. É uma publicação da EDITORA ATLAS S/A. —

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Manual de Segurança do Trabalho Publicação de cunho altamente preventivo, editada pela Editora Rideel Ltda., dirigida a quase todos os setores industriais. Todas as suas páginas são ilustradas por significativos desenhos de Nelson Coletti, exemplificando uma série de deslizes rotineiros que podem ser evitados, desde que se tomem os devidos cuidados. Esse manual é recomendado a todas as empresas que primam por uma maior rentabilidade e pelo bem estar de seus funcionários.

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O Papel Órgão oficial da ABCP — Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel. Excelente publicação técnica informativa do setor editada pela Editora Orientador Ltda. Nesta edição de julho de 1978 vamos encontrar como destaques nacionais, os últimos acontecimentos da Braskraft, em São Paulo; Riocell, no Rio Grande do Sul; Pirahi, no Rio de Janeiro. No campo internacional a Itália e a Suécia são notícia, além de um roteiro dos próximos acontecimentos no exterior. E apar de todo esse noticiário vamos encontrar uma série de artigos técnicos de profundo interesse do setor.

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Fazenda que, diante das diretrizes gerais da política de desenvolvimento econômico adotada pelo Governo, faziam juz ao favor as aquisições de máquinas, aparelhos e equipamentos relacionados em anexo à referida Portaria. Obviamente, desde que destinados à instalação, ampliação ou modernização dos estabelecimentos industriais adquirentes, conforme referido no subitem 2.1, precedente. Parecer Normativo CST n9 43 3.1 — Não háejamais houve Imposto sobre Produtos dúvidas de que podem bene fi ciar-se Industrializados desse crédito os estabelecimentos 4.18.02,00 — Máquinas e industriais que se dedicam á Equipamentos para Uso do indusizialização de produtos Adquirente tributados pelo LPI. 3.1.1 — E de notar-se que não "Produtores que têm direito ao crédito do IPI a que se refere basta haver produção de artigos o artigo 25, § 29, da Lei tributados para se pretender o n9 4.502/64, na redação dada pelo direito ao crédito citado; Decreto-lei n9 1.136/70 (artigo necessário, sobretudo, que exista 36 do RIPI/72). "estabelecimento" a ser instalado, 1 — Indaga-se, nas aquisições ampliado ou modernizado, de máquinas, aparelhos e entendendo-se por equipamentos, nos termos do "estabelecimento industrial", nos § 29 do artigo 25 da Lei termos do artigo 261, § 19, do n9 4.502/64, com redação dada RIPI/71 (artigo 322, § 19, do RIPI/67), o prédio em que são pelo Decreto-Lei n9 1.136/70, há direito ao crédito do IPI por normalmente executadas operações parte: de industrialização. 3.1.2 — g evidente, assim, que dos fabricantes de produtos isentos, de alíquota zero, ou não não fazem juz ao benefício as tributados; empresas prestadoras de serviços das empresas de construção que não possuam estabelecimento civil; e industrial fixo, e que exerçam, dos estabelecimentos que eventualmente, atividades realizam o preparo de produtos industriais no local de prestação alimentares nas condições descritas do serviço, na forma prevista no no artigo 19, § 49, inciso III, do item V do § 19 do artigo 69 do RIPI/72. RIPI/72, eis que, nessa hipótese, 2 — O Decreto-Lei n9 1.136, não existe estabelecimento a ser de 7 de dezembro de 1970, ao dar objeto de instalação, ampliação nova redação ao artigo 25 da Lei ou modernização. n9 4.502, de 30 de novembro de 4 — g de se indagar, todavia, 1964, autorizou o Ministro da se os estabelecirnentos industriais Fazenda a "atribuir aos que industrializem produtos estabelecimentos industriais o isentos, de alíquota zero, ou não direito de crédito do imposto sobre tributados, podem gozar do direito produtos industrializados relativo do crédito. a máquinas, aparelhos e 4.1 — A matéria foi solucionada equipamentos, de produção com o advento da Portaria nacional, inclusive quando Ministerial n9 376-C, de 28 de adquiridos de comerciantes não setembro de 1976 (D.O.U. de 07 contribuintes do referido imposto, de outubro de 1976), que, no uso destinados à sua instalação, de atribuição conferida pelo artigo ampliação ou modernização e que 29 do Decreto-Lei n9 1.426, de 2 integrarem o seu ativo fixo, de de dezembro de 1975, permitiu aos acordo com as diretrizes gerais estabelecimentos industriais o de política de desenvolvimento aproveitamento do crédito, pelas econômico do país" (§ 29 do formas nela estabelecidas, quando citado artigo 25). fosse impossível utilizá-lo para 2.1 — Convém frisar, desde logo, dedução do imposto devido em que a faculdade conferida ao operações tributadas, em razão Ministro da Fazenda ficou de somente industrializarem condicionada à destinação das produtos isentos, não tributados ou máquinas, aparelhos e de alíquota zero. A referida equipamentos, isto é, o crédito Portaria mandou aplicar as só deveria ser concedido nos casos. modalidades de aproveitamento que em que tais produtos fossem instituiu aos créditos constituídos destinados à instalação, ampliação antes da vigência da Portaria ou modernização de n9 665, de 10 de dezembro de estabelecimento industrial, 1974, decorrentes do exercício do conforme diretrizes gerais da direito concedido pela citada política de desenvolvimento Portaria n9 334, de 1970, desde econômico do País. que não prescritos. 3 — Pela Portaria n9 GB-334, 4.2 — Convém, contudo, não também de 7 de dezembro de perder de vista que a norma que 1970, entendeu o Ministro da assegurou o direito ao crédito,

hSetor Jurídico

embora abrangente, está incrustada na legislação específica do IPI e, portanto, não autoriza a concessão do favor a estabelecimentos de produtos sujeitos ao regime de imposto único, que exclui a incidência de outro imposto, como, por exemplo, os minerais, os lubrificantes e os combustíveis líquidos e gasosos e a energia elétrica. Ressalve-se, todavia, que is empresas de mineração assegurado o benefício do crédito, quando titulares de projetos aprovados na forma do Decreto-Lei 1.287, de 18 de outubro de 1973, aos quais haja sido expressamente concedido o estímulo fiscal previsto no item III do artigo 19 do referido diploma legal. 5 — Assim, em face da Portaria Ministerial n9 376-C/76, conclui-se que é permitido o crédito a todo e qualquer estabelecimento industrial cujos produtos estejam no campo de incidência do IPI, tributados ou não, bastando que as máquinas, aparelhos ou equipamentos: sejam destinados à instalação, ampliação ou modernização do estabelecimento e integrem o seu ativo fixo; estejam relacionados nas instruções do Ministro da Faienda. 6 — Acrescente-se que, consoante a Portaria MF n9 665/74, impõe-se, para o gozo do benefício, que os bens adquiridos sejam utilizados exclusivamente no processo industrial. 7 — O destinatário do favor fiscal 6., segundo o diploma legal que o instituiu e os atos normativos complementares que o disciplinaram, o estabelecimento industrial. Este é o definido como tal pelo artigo 39 do atual RIM (Decreto n9 70.162/72): "estabelecimento industrial é o que executa qualquer das operações referidas no § 29 do artigo 19", a saber, transformação, beneficiamento, montagem, acondicionamento ou reacondicionamento, renovação ou recondicionamento. Como não se considera industrialização o preparo de produtos alimentares na residência do preparador ou em restaurantes, bares, sorveterias, confeitarias, padarias, quitandas e semelhantes, desde que se destinem a venda direta a consumidor e não gejam acondicionados em embalagem de apresentação, tais estabelecimentos não são considerados industriais, para os efeitos da legislação do WI, caso somente executem mencionadas operações. Em consequência, eles não se enquadram entre os destinatários do favor fiscal. 8 — Entendemos, portanto, em resumo, que: a) o crédito de IPI, instituído pelo Decreto-Lei n9 1.136/70 e disciplinado pelas Portarias 334/70,

665/74 e 376-C/76, é atribuído ao estabelecimento industrial, como tal definido na legislação do IPI, ainda que o produto industrializado seja de alíquota zero, isento ou não tributado; as empresas prestadoras de serviços que eventualmente exercem atividades industriais no próprio local da prestação do serviço, tais como determinadas empresas de construção civil, não fazem juz ao benefício, por não possuírem estabelecimento industrial a ser instalado, ampliado ou modernizado; somente o estabelecimento industrial, como tal definido no artigo 39 do RIPI/72 (idêntico dispositivo do RIPI/67), aprovado pelo Decreto n9 70.162/72, tem direito ao crédito; os estabelecimentos que somente executam operações não consideradas como de industrialização pelo RIP! (§ 49 do artigo 19) e os que somente produzem bens situados no âmbito de incidência dos impostos únicos não gozam do referido favor porque não são considerados; para fms do WI, estabelecimentos industriais." consideração superior CST/Assessoria, em 28/10/78. Silvio Sergio Nogueres Lima

Fiscal de Tributos Federais De acordo. Publique-se e, a seguir, encaminhem-se cópias ás Superintendências Regionais da Receita Federal para conhecimento e ciência aos demais órgãos subordinados. Antônio Augusto de Mesquita Filho

Coordenador do Sistema de Tributação

FISCAL MULTAS FISCAIS — As multas fiscais não são dedutiveis.

Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "Imposto de Renda. Multas Fiscais. Contabilização, como despesas operacionais, com o fim de excluir a tributação. Discordânciada fazenda e lavradurade 'Auto de Infração", Ação anulatória, proposta pela contribuinte. Improcedência do pedido.

As multas fiscais não são dedutíveis, para o efeito de cálculo do imposto de renda, como dispõe o Regulamento, art. 164, parágrafo 49 . O dispositivo, ao contrário do que sustenta a autora, não está em choque com a Lei n9 4.506/64. Está, no art. 47, considera somente despesas operacionais as despesas não computadas nos custos e necessárias à atividade da empresa e à manutenção da fonte produtora. As despesas admitidas são as usuais ou normais nas atividades do estabelecimento. Por outro lado,


recurso impugnativo da decisão que autorizou o cancelamento de protesto de duplicata. Fundamenta-se o recorrente na Lei 6.268 de 1975, contendo disciplina da averbação do pagamento, com a conseqüente inaplicabilidade da criação pretoriana do cancelamento Não se cuida unicamente da validade de provimento administrativo, mas da própria legitimidade de sedimentada RETIRADAS "PRO LABORE" orientação jurispnidencial. No — só cio AFASTADO FOR teor da lei citada, a averbação do DOENÇA — Cabível o pagamento pagamento não poderá ser recusada, e conseqüente dedução do lucro salvo se existe vício da prova. de "pro labore" pago a sócio Obviamente, se viciada a prova e, afastado, temporariamente, por assim, invalidada a comprovação doença. do pagamento, como está naquele Em recurso, decidiu o Conselho, diploma legal, não poderia ser unanimemente: 'Pro labore averbado o acontecimento pago a sócio afastado, indemonstrado. Não há, todavia, temporariamente, por doença. obstáculo ao cancelamento, se Cabível o seu pagamento e verificados os seus pressupostos. conseqüente dedução do lucro. Se a averbação elimina "a eficácia Impostos pagos, fora do exercício do protesto em relação ao credor", de competência e multas fiscais, e isto apenas na faixa jurídica, o são indedutíveis." cancelamento tem maior projeção, Acórdão 68.420, de 9/12/75, inclusive nulificando os reflexos da 14 Câm. do 19 CC, no Rec. negativos de um ato desvirtuado de 75.799 (Jacinto de Medeiros sua exclusiva finalidade de Calmon, Pres.; Judite de Carvalho formação de prova material da Guerra, Rel.). — DOU - IV de impontualidade." "Não há conflito 06/09/77, pág. 962. e nem restrições, podendo coexistir as duas providências. A interpretação do douto Juiz, em COMERCIAL que pese a razoabilidade do entendimento do recorrente, é mais consentânea com a realidade e com REGISTRO — É deferivel os motivos informativos da solução o registro, embora exista já registrada outra marca graficamente consagrada." — Acórdão de 08/06/77, da semelhante, destinada, porém, a Câm. Cív. do 19 TASP, na distinguir produtos inteiramente Ap. 230.256, de São Paulo diferentes. (Machado Alvim, Pres.; Octávio Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, Stucchi, Rel.). — fulg. dos TASP, vol. 619 (publ. interna), págs. foi a seguinte a ementa: 145/6. "Propriedade Industrial. Registro da marca "Franca", negado, administrativamente, por colidir TRABALHISTA com registro anterior da marca "Franca". E deferível o registro, embora exista já registrada outra Da Diretora da Secretaria Judiciária marca graficamente semelhante, do TRT da 2.4 Região, destinada, porém, a distinguir Ao SIN. DAS IND. GRAFICAS produtos inteiramente diferentes. DO ESTADO DE SÃO PAULO Inexistência de probabilidade de Rua Marquês Ito, 80— 129 andar erro ou confusão entre a cliente, na espécie, pois os artigos de Assunto: Súmula de Julgamento fabricação da impetrante são de De ordem do Exmo. Sr. Juiz "tecelagem", enquanto os Presidente, notifico V.Sas. que, acobertados pela marca "Franca" nos autos do DISSrD10 são de "artefatos de borracha". COLETIVO, Processo TRT/SP Não incide, assim, a proibição do n9 109/78, Ac. 5727/78, art. 65, n9 17, do CPL" originário da Capital—SP, entre Acórdão de 11/02/76, da partes: SINDICATO DOS 34 Turma do TFR, na AMS EMPREGADOS VENDEDORES 77.187, do Rio de Janeiro E VIAJANTES DO COMERCIO (José Néri da Silveira, Rel.). NO ESTADO DE SÃO PAULO, Ementa publicada no DJU como Suscitante, e FEDERAÇÃO de 17/11/77, pág. 8.201. DO COMERCIO DO ESTADO DE SÃO PAULO, e OUTROS PROTESTO — como Suscitados, foi is fls. CANCELAMENTO — Inexistência 152/160, prolatada decisão, cuja de conflito entre o cancelamento súmula é a seguinte: e a disciplina da averbação "ACORDAM os Juízes do (Lei 6.26817.5). Tribunal Regional do Trabalho Em recurso, a que negou da Segunda Região, por provimento, unanimemente, unanimidade de votos, em acolher o decidiu o Tribunal: "E um pedido de exclusão do Sindicato se o imposto, como salienta a União, não foi levado em conta, por haver sido pago fora do exercício, as multas não podem ter tratamento diferente." Acórdão de 11/03/77, da 24 Turma do TFR, na Ap. 40.787, de São Paulo (Amarílio Benjamin, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 22/11/77, págs. 8.347/8.

dos Corretores de Café de São Paulo, do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo, do Sindicato do Comércio Varejista de Automóveis e Acessórios no Estado de São Paulo, do Sindicato da Indústria de Frio do Estado de São Paulo, do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos do Estado de São Paulo e do Sindicato da Indústria de Marcenaria (Móveis de Madeira) de Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo; por unanimidade de votos, em rejeitar as demais preliminares arguídas, no mérito, por unanimidade de votos, em conceder o reajustamento salarial de 38%, calculado sobre os salários percebidos pelos empregados na data-base, ou seja, em 22 de junho de 1977, compensados todos os aumentos concedidos posteriormente, compulsórios e espontâneos, salvos os decorrentes de promoção, transferência, equiparação salarial e término de aprendizagem; por unanimidade de votos, em conceder o reajustamento salarial de 38% aos empregados admitidos após 22 de junho de 1977, sobre o salário de admissão até o limite do salário reajustado do empregado exercente da mesma função admitido até doze meses anteriores à data-base; não havendo paradigma ou em se tratando de Empresa constituída após 22 de junho de 1977, fica assegurado ao empregado, aumento proporcional à razão de 1/12 por mês de serviço; por unanimidade de votos, em conceder o reajustamento salarial de 38% sobre os salários fixos ou partes-fixas do salário, incluindo-se no aumento as ajudas de custo e as diárias, mesmo as que não excedam a 50% do salário contratado, bem como as quantias fixas por unidades vendidas ou duplicatas cobradas e, também, aplicação do reajustamento salarial de 38% sobre a média comissionista garantida nos últimos doze meses, prevista na Lei n9 3.207, de 1957; por unanimidade de votos, em conceder o pagamento a partir de 22 de junho de 1978, com o prazo de duração de um ano; por maioria de votos, em estabelecer o salário normativo correspondente a 1/12 de 38% sobre o salário mínimo vigente época do ajustamento do dissídio, vencidos os Exmos. Srs. Juízes Reginald° Mauger Allen e Caio César Neto, que deixavam de fixar o salário normativo; por unanimidade de votos, em estabelecer o aumento limite normativo correspondente a 38% sobre trinta vezes o salário mínimo vigente, como previsto no parágrafo único, do artigo 39 da Lei n9 6.205, de 29 de abril de 1975.

Custas pelos Suscitados sobre Cr$ 50.000,00. Sio Paulo, 18 de julho de 1978. mill (a) Roberto Mário Rodrigues Martins — Presidente (a) Rubens Ferrari — Relator (a) Paulo Chagas Felisberto — Procurador (Ciente)" Ivone Casali

Diretora da Secretaria Judiciária

HORAS EXTRAS — ACORDO DE COMPENSAÇÃO — Estando d'1101 pagas todas as horas de trabalho, se ilegal a prorrogação, cabe apenas considerar extraordinárias as excedentes de oito horas e pagar apenas o adicional correspondente.

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Jornada de trabalho prorrogada com compensação de folga aos sábados. Estando pagas todas as horas de trabalho, se ilegal a prorrogação cabe apenas considerar extraordinárias as excedentes de oito horas e pagar apenas o adicional correspondente." — Acórdão 1.468, de 14/09/77, da 14 Turma do TST, no RR-5.153/76 (Hildebrand° Bisaglia, Rel.). — DJU de 23/09/77, pág. 6.489. VIGIA — Tem direito b remuneração da nona e décima horas de sua jornada normal, não a titulo de horas extras, porém simplesmente.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Vigia — tem direito à remuneração das nona e décima horas de sua jornada normal, não a título de horas extras, porém simplesmente." — Acórdão 2.289, de 14/12/77, da 24 Turma do TST, no RR-2.403/77 (Solon Vivacqua, Rel.). — DJU de 23/12/77, pág. 9.352. HORAS EXTRAS — SUPRESSÃO — Se con figurada a habitualidade na ma prestação, deve-se assegurar ao obreiro a percepção da retribuição a que se afeiçoara pelo decurso do tempo e com a qual contava regularmente.

Em embargos, que rejeitou, por maioria, decidiu o Tribunal: "Horas extraordinárias — habitualidade — supressão acarretando redução da retribuição do obreiro. Se configurada a habitualidade na prestação de horas extraordinárias, deve-se assegurar ao obreiro a percepção da retribuição a que se afeiçoara pelo decurso do tempo e com a qual contava regularmente." — Acórdão 869, de 24/08/77, do TST, em sessão plena, nos E-RR-3.111/75 (Vieira de Mello, Rel.). — DJU de 02/09/77, pág. 5.985.


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Gráfica Hernandes Ltd a. Fones: 433-2919 – 433-0868 Rua Cel. Teófilo, 1544 – Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Fones: 51-7197 e 51-3887 (0192) Rua Armando Sal les de Oliveira, 650 – de Souza Diretor: Antonio Carlos FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio22-3013 – 22-3553 (0167) Fones: Rua Major Claudiano, 1814 – Diretor: Ricardo Pucci ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Fones: 482-0789 –482-111 Rua Gildo Guarnieri, 283 –

Diretor: Gildo Guarnieri Filho

JUNDIAÍ, SP Cia. Litográfica Araguaia 6-3582 – 6-4963 Rua XV de Novembro, 320/344 – Fones: Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco 151. – Fones: 2-650 – 3-344 Rua Rio Branco, 402 – Cx. Postal Diretor: João Alves da Costa LONDRINA, PR Gráfica Ilk' S/A. Rua Duque de Caxias, 161 Diretor: Alceu Malucelli SÃO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzi Tipografia e Papelaria Ltda. 2049 Rua Prudente de Moraes, 2951 – Fone: Diretor: Vicente Francisco Giovinazzi SANTOS, SP

Gráfica Bandeirantes Ltd a. 34-7417 (0132) Praça da República, 20 – Fone: Diretor: Mona) Franco SÃO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica 443-3449 – 443-3444 Rua Joaquim NabuoD, 351 – Fones: de Camargo Mário Diretor:

TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 – Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido 51


A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

Regionais ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceará

Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua José Lourenço, 816 — Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE AB1GRAF — Regional de Goiás

Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro. n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO AB1GRAF — Regional de Minas Gerais

Rua Rio de Janeiro, 243 – s/ 701 – Fones: 222-6081 – 224-0402 ( 0 3 1 ) Presidente: Sidney de Morais Residência: R. Ouro Preto, 1.700 – Fone: 337-1616 Empresa: Minas Gráfica Editora Rua Timbiras, 2.062 – Fone: 226-4822 CEP 30.000 – Belo Horizonte – MG AB1GRAF — Regional da Paraiba

Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — Fone: 221-2661 (083)

Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antônio Rabelo, 12 — Fones: 221-4355 — 221-4144 (221-3118 — Fábrica) CEP 58.000 — João Pessoa — PB ABIGRAF — Regional do Paraná

Av. Cândido de Abreu, 200 — 6. 0 — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR ABIGRAF — Regional de Pernambuco

Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1. 0 Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — Olinda — PE

Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF – Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: Av. Júlio de Castilhos, 1195 – Apto. 4 – Fone: 221-4577

Caxias do Sul – RG Empresa: Gráfica Mary S/A. Av. Júlio de Castilhos, 1195 Caixa Postal 163 – Fones: 221-3646 e 221-1275 (0542) Caxias do Sul – RG ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118

Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — Jaragug do Sul — SC


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Sistemas de fotocomposicão para jornais - A HARRIS tem desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição para jornais, adequados para jornais de grande, médio e pequeno porte. O lançamento mais recente neste setor, corresponde a série HARRIS 2530,0 modelo 2531. menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composição de textos e classificados, duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700, possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior, incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta série nova, 2530, há ainda os sistemas de fotocomposição para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandissimo porte. Sistema de fotocomposição lay-out: HARRIS 2200 - 0 sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e um computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposição. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo, com linhas verticais e horizontais. Por simples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Sãmente quando o anúncio está completo na tela e em definitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. -0 operador não se precisa preocupar em definir distâncias, corpos, entrelinhamentos etc, pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC - Há dois modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT

que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOTRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT ( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizes fotográficas, mas sim programações eletrônicas parao tubo de raios catódicos. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype - Por fim, o programa de fotocompositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam os terminais de edição e composição CompuEdit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposição no código ITS. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB f ormada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a uma fotocompositora, ou então, em conj unto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a composição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS - A HARRIS fornece com cada sistema de fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS são todos amplamente testados e se encontram em uso nos maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita á Rua Conselheiro Nébias, Sao Paulo; e com filiais no Rio de Janeiro. recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica. No Brasil, muitos jornais e editora de grande porte trabalham com sistemas de fotocompositoras HARRIS.

Escritõrio Central: Rua Conselheiro Nébias, 1111 01203 São Paulo • Caixa Postal 30.650 Telefone: PABX 221-9244

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A Brasilcote tem o orgulho de ser a primeira indústria nacional a produzir papel Couchecote e cartolina Duplexcote de brilho máximo. Isto lhe dá a certeza: Seu produto vai ter a imagem mais brilhante.

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Revista Abigraf 035  
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