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ANO III

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NÚMERO 31

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JUNHO 78

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EIVI REVISTA

ASSOCIACAO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRAFICA R D EEGSI A OO NAPA L UDLOOESTADO


CM A -

UMA NOVA IMPRESSA0 IMPRESSORA r

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Velocidade-

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As impressoras automáticas "CATU" são equipadas com um sistema central de lubrificação o qual garante seu perfeito funcionamento, assegurando uma produção permanente e ininterrupta. Com um perfeito sistema de tintagem, elas proporcionam a confecção de impressos da mais alta qualidade. CATU 380 - FORMATO: 280 x 380 • VELOCIDADE: 4.500 F/s. ph. - PESO:

1.050 Kg.

CATU - 500 • FORMATO: 340 x550 • VELOCIDADE, 4 200 Fls. ph. • PESO:

1.700 Kg.

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I .1 IFIT:ill- 111111111 -

No modelo H-80 o aperto do balancim é hidráulico com pressão regulável de BOO a 3.000 kg. Possue ainda "indicador ótico de corte" dispositivo que projeta uma linha de luz sobre o material a ser cortado. Corte até 80 cm. - Largura mm, da última tira 23 mm.

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EM REVISTA

Expediente ABIGRAF EM REVISTA Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S.Paulo. Registrada no 29 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n9 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n9 1.517-P, 209/73.

A.

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 129 andar — Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724. Telegr.: "ABIGRAF" — CP.7815 01223 — São Paulo, SP, Brasil.

D ireção Administrativa:

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EM REVISTA

Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente Consultores Técnicos: Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação: Saulo Barros — MTPS n9 8312 Programação Visual, Composição e Impressão: Rettec — Reproduções Gráficas, Traduções e Edições TécnicoCientíficas Ltda. Largo do Pa içandu, 72 — 39 Te Is.: 227-4311 e 227-9085.

Capa: lvonete Silva Tones - aluna da Escola SENAI de Artes Gráficas "Theobaldo de Nigris".

Sumário Editorial

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Cartas

6

Embalagem: Planejamento e Execução

8

As características que o impressor deseja de um papel

18

VI Reunião Setorial da ALALC

20

Alemanha Ocidental possui doze mil Máquinas Polar

2 .)

Atualidades ABIGRAF/SIGESP

23

Flashes

23

Bolsa de Máquinas

27

Noticiário SENAI

28

Nossa Impressão

29

Setor Jurídico

31

Delegados Estaduais e Regionais

3")

3


A LINHA COMPLETA DE EQUIPAMENTOS FOTOMECÁNICOS

Equipamentos Fotomecânicos Industrials Ltda Av. Tomaz Edison, n°.448 • CEP 01140 • SP Dept° Comercial: leis.: 853 18043 e 881-2166 Telex: (11) 21822 (GRIC) Representantes Regionais: Rio de Janeiro • Porto Alegre • Curitiba Florianópolis • Belo Horizonte • Brasilia • Salvador • Recife • Fortaleza.


Diretoria

Editorial

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 29 Vice-Presidente: Sidney Fernandes

Secretário: Antonio Bolognesi Pereira 29 Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr Priolli 29 Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto José Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis SINDICATO DAS INDÚSTRIAS

GRÁFICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 29 Secretário : José Aidar Filho Tesoureiro: Irineu Thomaz 29 Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drausio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy José Bignardi Neto Renato Foroni

Conselho Fiscal: José Raphael Firm mo Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jost Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 às 17 horas. Aos sábados não ha expediente. Secretário Geral: Elias Valentir Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justice do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cíveis e criminais.

REVITALIZAÇA0 DO MERCADO DE PAPEL NO BRASIL Aparentemente, o mês de maio próximo passado marcou o início da revitalização do mercado de papel no

CACEX, que registram a seguinte evolução:

Brasil, principalmente nas categorias de "papéis para imprimir, escrever e cartões". Após um longo período de quase três anos em que os níveis ofertados superaram nitidamente os níveis demandados, nota-se um certo equilíbrio entre a produção e o consumo de papéis para escrever, imprimir e cartões. Quais as causas de tal revitalização? Dois fatores podem ser apontados como as principais causas da inversão da tendência:

transtornou inicialmente o mercado de pasta mecânica, face à paralisação de inúmeras fábricas dessa matéria-prima fibrosa, por falta de água e de energia elétrica (consequência também da falta de água). Posteriormente inúmeras fábricas de cartões no Sul do Brasil reduziram seus níveis de produção, sendo

recuperação do mercado de celulose e papel nos Estados Unidos e Europa; e diminuição da oferta de papéis, cartões e pasta mecânica pelas empresas situadas no Extremo Sul do País, face a severa seca que assola a região. Os últimos dados chegados dos Estados Unidos revelam que a produção efetiva do setor de celulose e papel atingiu em maio de 1978, o índice de 93% em relação a capacidade instalada, maior nível alcançado nos últimos 32 meses. Paralelamente, têm sido constantes e significativas as solicitações de ofertas recebidas pelos fabricantes brasileiros de papéis e cartões, em sua maioria provenientes de países europeus e do

Japão. Tal situação já começa a ser refletida nas exportações de celulose, papéis e cartões autorizadas pela

ITENS:

Quanto à seca do Sul do País,

conhecidas algumas unidades que foram obrigadas a paralisar totalmente suas

atividades. Diante de tais fatos, nota-se uma certa expectativa dos fabricantes de papel, revendedores, gráficas e fabricantes de artefatos em detectar como evoluirá a situação. Parece inevitável uma reação dos preços de comercialização dos papéis e cartões, que se situaram nos primeiros meses de 1978 muito abaixo dos níveis autorizados pelo C.I.P. Mas esta talvez não seja a maior preocupação do momento. Afligem-se fabricantes e consumidores de papel com uma eventual reação violenta dos níveis da demanda, para a formação de estoques nos postos de consumo, hoje em níveis inexpressivos. Se ocorrer tal reação violenta, os fabricantes de papel terão condições de atender ao consumo interno e, paralelamente, honrar seus compromissos de exportação? 8 o que veremos nos próximos meses. Voltaremos em breve ao assunto.

JAN a MAI/77

JAN a MAI/78

JAN a DEZ /77

Celulose fibras curtas

3.052t

47.951 t

Papéis de escrever e imprimir. Cartões e cartolinas

12.626 t

26.069t 3.442t

30.082 t 32.420 t 3.149 r

699t

FONTE: APFPC — Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose

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Cartas

Por ocasião da próxima realização do 11 0 Seminário sobre participação em Feiras e Exposições no Exterior, temos o prazer de enviar-lhes o catálogo dos Salões Especializados Internacionais a realizarem-se na França no decorrer do ano de 1978 e o catálogo geral das Feiras Francesas ate 1980. Colocamo-nos a seu dispor para fornecer-lhes, por ocasião de cada Salão, maiores informações a respeito (condições de participação, materiais expostos, países representados, etc.). PROMOSALONS — SALÕES ESPECIALIZADOS NA FRANÇA Rua Araquan, 63 São Paulo — SP Acusamos o recebimento do mencionado catálogo, colocando-nos à inteira disposição de V.Sas. para toda e qualquer publicação promocional que se fizer necessária. Aproveitamos o ensejo para agradecer o oferecimento de V.Sas. com relação a informações sobre todos os Salões Especializados e logo entraremos em contato com V.Sas. a fim de darmos informações mais precisas sobre estes eventos. Tendo em vista a recente reestnnuração da área de treinamento deste Instituto, vimos pela presente solicitar-lhe nos sejam comunicadas as realizações, por essa entidade, de cursos, seminários, congressos etc., nas áreas de Indústrias Gráficas. Solicitamos enviar a correspondência aos cuidados de: Eduardo Mello da Costa Cruz — Assessoria da Presidência. Desde já, somos-lhes muito gratos e aproveitamos para apresentar-lhes os nossos protestos de estima e consideração. INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DE MINAS GERAIS Avenida Prudente de Morais, 1641 Belo Horizonte — MG A solicitação de V.Sas. já foi encaminhada à Secretaria desta Associação, para que todos os informes sejam fornecidos com a máxima brevidade. Colocamos "ABIGRAF EM RtVISTA" à disposicão de V.Sas. para a divulgação de todos os atos importantes desse conceituado instituto. 6

Solicitamos tabela de preps para publicarmos anúncios de nossos produtos em sua conceituada REVISTA. Fabricamos prensas a vácuo para indústrias gráficas, máquinas de encadernar com garras em espiral plásticas. Sem mais e no aguardo, subscrevemonos atenciosamente. LOGIKA S/A. COM . E IND. DE EQUIPAMENTOS MECANOGRÁFICOS Rua Brigadeiro Franco, 1900 Curitiba — PR

Informamos que as tabelas de preços demais informações já foram prontamente enviadas a V.Sas. Agradecemos prestígio publicitário que nos for dispensado e aguardamos, também, noticiário e informativo técnico alusivo às maquinarias fabricadas por essa empresa, os quais publicaremos com muita satisfação em "ABIGRAF EM REVISTA". Agradecemos o envio de sua revista pedimos que anotem o nosso novo endereço: Avenida Senador Queiroz, 96 _90 andar — Sala 913. Sem outro particular para o momento, firmamo-nos mui atenciosamente. INTERTEC EQUIPAMENTOS LTDA. Av. Senador Queiroz, 96 — 99 — q. 913 São Paulo — SP Já determinamos ao Dept9 de Circulacão de "ABIGRAF EM REVISTA" que efetuasse a alteração do endereço dessa empresa, a fim de que o envio desta publicação não sofra solução de continuidade. Esperamos contar com o prestígio de V.Sas. tanto no campo editorial como no campo publicitário. Em resposta a sua circular sobre convênio "SENAI—ESCOLA—FABRICANTES" temos a informar-lhes que há necessidade desse convênio em todas as áreas do ramo gráfico, principalmente no Interior onde não temos um SENAI equipado para isso. Qualquer que seja o apoio is gráficas de nossa região será de grande valia, pelo que agradecemos. Sem mais, reiteramos nossos aplausos pelo brilhante trabalho dos dirigentes da ABIGRAF. INDÚSTRIA GRÁFICA DE ITU LTDA. Rua Gildo Guarnieri, 283 Itu — SP Agradecemos a acolhida de V.Sas. por esta nossa iniciativa que visa principalmente estender às cidades interioranas a moderna tecnologia e princípios básicos de administração, sabedores que somos da carência de recursos e das dificuldades

existentes para—a—corrse-cwao:cresse—cmJe=---tivo em locais longínquos. E necessário, portanto, que haja unia co-participação de todas as empresas interessadas nesse projeto para que possamos evidenciar este nosso nobre propósito, tão importante para a elevação do nível técnico e consequente desenvolvimento dessas empresas. Anexamos à presente um texto referente à produção, vendas e colaboração da Fábrica Heidelberg para os aprendizes técnicos industriais, à guisa de pressrelease para ABIGRAF EM REVISTA. Continuaremos pesquisando novos assuntos e assim que tivermos mais alguns que acreditamos de interesse dos leitores da ABIGRAF, manteremos novo contato com V.Sas. GUTENBERG MÁQUINAS E MATERIAIS GRÁFICOS LTDA. Rua Conselheiro Nébias, 1.111 São Paulo — SP Somente nos resta agradecer a V.Sas. por essas constantes colaborações que sobejamente enriquecem o conteúdo editorial de ABIGRAF EM REVISTA e, ao mesmo tempo, levam ao parque gráfico informações técnicas de alto nível. Continuamos com nossas páginas em aberto para todas as informações e noticiários de V.Sas. e apresentamos os nossos mais sinceros agradecimentos pelo incansável apoio que essa empresa tem dado a ABIGRAF EM REVISTA. Tendo havido engano na publicação da palestra por mim proferida no I Congresso de Embalagem, sob o título: "A Embalagem de Papel .e seu Futuro", solicito suas providências para que seja feita a devida correção, como segue: Capítulo 39 — "A Embalagem de Papel e a sua biodegradação" 49 parágrafo — "Para ser transportada tal quantidade de lixo plástico, seriam necessários 100.000 caminhões de 25 toneladas cada um", e não 100 caminhões, como foi impresso. JOSE. CARLOS DE CASTRO RIOS Rua Formosa, 367 — 189 andar São Paulo — SP Apresentamos nossas escusas pelo ocorrido, pois normalmente todos os erros são impingidos à revisão, mas este realmente foi uma falha da revisão. Fica aqui anotada a correção a todos os leitores de ABIGRAF EM REVISTA. E estamos à inteira disposição de V.Sa. para toda e qualquer colaboração que venha enriquecer o conteúdo editorial desta publicação.


Menos caras do clue parecem! r-IR

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Embalagem: Planejamento e Execução Transcrição do eirgão Informativo Técnico do C.C.E. — Escola SENAI "Theobaldo de Nigris". E muito grande a demanda dos vários tipos de embalagem que se encontram em nosso mundo. As mais comuns são as seguintes: cartuchos, rótulos, sacos e caixas. Se juntarmos à estas tuna boa apresentação estética, e cores adequadas ao produto para fazer o seu comércio, obteremos um grande passo para que o consumidor adquira o produto.

A partir do momento em que o produto passa a existir, tem-se a necessidade de embalá-lo, para protegê-lo e mostrar as suas qualidades antes que seja adquirido pelo consumidor, e deste momento em diante a embalagem entra em ação, fazendo que o consumidor adquira o produto independentemente do custo, mas sim pela aparência da embalagem (bonita, vistosa, prática, diferente aos olhos). Mas, uma boa embalagem deve possuir um bom produto; caso a embalagem seja boa e o produto não, o choque visual que o consumidor tem sobre a embalagem, desaparecerá após a primeira compra. No que diz respeito à finalidade das embalagens, que é ajudar a conter e proteger os produtos, existem as que apresentam-se luxuosamente e com boa aparência. Um exemplo que temos da relação produto/embalagem, é no caso de uma compra de cigarro, onde este se apresentasse em papel comum e embrulhado na hora da compra. um exemplo um tanto quanto estranho, mas é um fato que nos causa má impressão do produto. Desta necessidade, surgiram variados estudos sobre embalagem até se chegar a uma estrutura ideal para as mesmas. Os problemas relacionados à conservação dos produtos, evitando a penetração da umidade, dos gases, das gorduras, da saída de aromas provenientes deles, e outros agentes físicos e químicos, fez com que várias pesquisas tivessem que ser realizadas para se conseguir estruturas e materiais de construção para embalagens capazes de acabar com quase todos os problemas e com isto, desenvolveu-se matérias-primas para sua confecção. Temos hoje em dia uma vasta quantidade de suportes para as embalagens: papel, cartão, alumínio, celofane, polietileno, poliester, polipropileno, nylon, sendo estes materiais destinados às embalagens flexíveis e semi-rígidas. Quanto às embalagens rígidas temos os metais, a madeira, o vidro e os plásticos que são muito usados atualmente. Tentaremos neste Informativo, dar uma visão do que seja a embalagem nos dias atuais, sua funcionalidade, sua força de atração e a vendagem conseguida pelo fabricante do produto.

Histórico das Embalagens Desde os tempos mais remotos as embalagens já se faziam presentes, pois os produtos (alimentícios principalmente), tinham como máquina embaladora a natureza, e esta protegia e conservava os 8

seus pros utos, que é uma • as unções primordiais das embalagens até os nossos dias. A casca do ovo, a casca da noz, são embalagens feitas pela natureza, onde existe uma infinidade destas. Deu-se início a era dos produtos industrializados, como por exemplo um simples doce caseiro era colocado no mercado, sem mesmo sequer ter uma embalagem, uma marca e propaganda, pois a demanda era menor que a procura. Durante a revolução industrial, é que se começou a produção em massa de produtos em geral, e a distribuição destes deixou de ser local e passou a ser regional e até nacional. Os produtores precisavam de alguma forma de destacar os seus produtos de outros fabricantes. Daí surgiu a idéia de se fazer embalagens, mas não era suficiente se colocar um papel em volta dos produtos, e surgiram as embalagens impressas com a marca (nome do proprietário), para identificar o produto. A partir daquele momento as embalagens foram se sofisticando e passaram a ser mais protegidas, no que diz respeito a deteriorização e choques mecânicos por causa do transporte e manuseio indevido. A oferta passou a ser maior que a procura. Atualmente os hábitos de consumo modificaram-se bastante, pois as funções das embalagens também se modificam. A embalagem além de proteger, identificar, conter, deve principalmente, vender o produto. Iniciou-se a era de sofisticação das embalagens, onde as cores têm uma função importantíssima: textura e elementos decorativos (logotipo, emblema, slogan) também têm importante função nas embalagens. Hoje em dia temos embalagens tão sofisticadas e complexas, como é o caso dos aeros5 is. Para melhor compreensão das embalagens, elas são subdivididas em três categorias: 1— Flexíveis: bobinas, sacos, rótulos, etc. As bobinas de embalagem são dirigidas a clientes que possuem sistemas de transformação das embalagens, estas máquinas enchem, formam e fecham as embalagens. Os rótulos são destinados à rotulagem (como o próprio nome já diz) de embalagens como: garrafas (plástico e vidro), frascos. As vezes o próprio rótulo é a embalagem, como por exemplo, as caixas de cigarros. 2 — Semi-rígidas: cartuchos, caixas de papelão, bisnagas, frascos, plásticos. As embalagens semi-rígidas são destinadas geralmente ao acondicionamento, pois raramente um cartucho irá proteger alimentos, por exemplo, contra deterioração, umidade, e outros fenômenos.


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3 — Rígidas: latas, vidros, aerosóis. Este último tipo de embalagem foi introduzido no mercado recentemente e com uma grande aceitação. Mas as embalagens não pararam de evoluir e a cada dia que passa, tomam várias formas e se inter-relacionam ao produto, não podendo existir um sem o outro. O que é Embalagem Para que o consumidor receba um produto em condições satisfatórias, o fornecedor usa como meio a embalagem. Comercialmente falando, uma embalagem funcional deve possuir três características: conter o produto; proteger o produto; vender o produto. Juntando-se os três itens, as embalagens devem obedecer a uma série de prescrições legais que se tornam mais exigentes a cada dia. Temos vários tipos de embalagem como: envelopes, pouches, sacos, cartuchos, caixas, garrafas, jarros, barris, tambores, ampolas, cartelas-blister, latas, envoltórios, e outros. Normalmente os produtos de consumo são acondicionados em embalagens unitárias com tamanho adequado para uso prático do conteúdo. Em geral são agrupadas e distribuídas em algum tipo de envoltório externo, que por sua vez são transportados e acondicionados em recipientes volumosos: caixas, barris, tambores, botijões ou tanques. Materiais de embalagem: os materiais de embalagem tiveram origem no último século, podendo ainda possuir dois ou mais materiais: papel: um dos materiais de embalagem mais econômicos e versáteis que apareceu. E produzido de madeira ou de outros materiais fibrosos; couro: usado principalmente para produtos duráveis. Tripas naturais são usadas para a salsicharia; cerâmica: usada unicamente para produtos especiais; vidro: material econômico e de muita aceitação; — tecidos: usados para o transporte de farinha, cereais e outros produtos vegetais; metal: principalmente alumínio e ferro, usados em latas e tampas, e em formas de folhas flexíveis; celofane: produzidos com tratamento químico de fibras de madeira, são usadas como revestimento de embalagens e de produtos; — plásticos: usado em forma de folhas

para embalagens exíveis como artefatos moldados por compressão; injeção, sopro ou calor, como tampas, cápsulas, vasilhames rígidos ou semi-rígidos; adesivos, revestimentos, ceras: aditivos importantes para os materiais básicos, usados para fins funcionais e decorativos; tinta: sua importância como aditivo no suporte de embalagem cresce, dia a dia. A tecnologia de preparo e aplicação de tintas se desenvolve constantemente.

funcionalidade •a emba agem: ser fácil de abrir, fechar e ser recuperável; não deve haver mudança na sua apresentação; deve ser padronizada; Planejamento da Embalagem

a) conter o'produto: a embalagem deve ser projetada fisicamente de modo a ser facilmente moldada e alimentada na máquina de enchimento e selada adequadamente; empacotamento: para facilitá-lo as embalagens transportadas em acondicionadores externos são dimensionadas sendo posteriormente enchidas e seladas; resistência a 'pressão: resistência is diversas pressões, como vácuo, pressão interna (aerosóis e produtos enlatados) e pressões externas. b) proteger o produto: as embalagens devem ter resistência A. umidade, estabilidade dimensional, e devem ser bem fechadas para resistirem ao calor. Os problemas de distribuição do produto subdividem-se em: pressão excessiva no empilhamento; impactos e quedas durante o carregamento e transporte nos veículos; falta de cuidado ou proteção adequada nos depósitos. Evita-se estes problemas com um planejamento correto na estrutura da embalagem; para isso é preciso que haja material auxiliar no acondicionamento (calços ou suportes para transporte e empilhamento). Uma observação importante que devemos levar em conta é que os materiais utilizados nas embalagens não devem prejudicar o produto. c) vender o produto: identificação do produto (quanto maior o poder de identificação do produto, maior eficiência técnica terá sob o ponto de vista de vendas), baseando-se na apresentação gráfica temos:

No planejamento da embalagem devemos ter uma idéia global do produto final. Portanto deve-se primeiro fazer um fluxograma. O fluxograma nos permite verificar todos os parâmetros que poderão influir no produto. O fluxograma apresenta: — fonte do projeto; conceito e organização; coleta de dados; — tabulação e análise destes dados; — criação de soluções alternativas (protótipos); avaliação das alternativas; recomendações e decisões finais. A primeira medida que deve ser levada em consideração no projeto é a coleta dos fatos e dos componentes necessários e relativos ao desenvolvimento da mesma. Abrange o marketing, condicionamentos de ordem, análise técnica das características básicas da embalagem e do produto, viabilidade de fabricação e produção, dados sobre pedidos e programação fornecidos pelo departamento de compras e pelo fornecedor, dados sobre as necessidades e exigências do revendedor e consumidor. Em seguida a esta coleta de dados essenciais, os básicos serão tabulados e analisados, partindo-se daí para o desenvolvimento de várias alternativas que poderão ou não revisar o projeto. Isto fica a cargo do setor de planejamento, isto é, as recomendações e especificações serão verificadas por ele ou conforme o caso por uma consultoria de embalagens, que pode dar alternativas mais funcionais e criativas. O marketing tem importante função, pois ele analisa características do produto e define o conceito adequado. Portanto, ele estuda o mercado e suas condições, checando todas as informações a respeito da embalagem, sendo atendido em primeiro lugar o interesse do consumidor.

— descrição concisa do produto; valorização da marca, logotipo e nome do fabricante; — conteúdo líquido: peso, volume, ou número de unidades; instrução de uso; ilustração do produto; espaço para o preço; pesquisa de mercado (aceitação, tamanho e número de unidades adequadas);

Para que o marketing obtenha sucesso, é preciso que este desenvolva uma série de testes para verificar a reação do revendedor, por conseguinte, do consumidor. Daí surge o sucesso do produto e também da embalagem. Outra função importante do marketing, são as pesquisas técnicas. Ele desenvolve estudo, para fornecer dados relativos sobre:

Requisitos da Embalagem

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— prOtega0 CIO prO011t0;

compatibilidade do produto com os materiais utilizados nas embalagens; comportamento da embalagem e produto em diversas condições como choques térmicos, variações de temperatura, pressão atmosférica; — efeitos da luz; — calor; congelamento; bactérias; mofo; corrosão; umidade e variações da atmosfera; condições ambientais; selagem, abertura e refechamento; — uso funcional e abusivo do produto; furtos. O consumidor aparece em momentos diferentes no fluxograma da embalagem, pois na comercialização dos produtos o produtor e o distribuidor aparecem intimamente ligados. Após todo o processo de pesquisa e planejamento, com todos os dados já estipulados parte-se para a produção da embalagem (fabricação e estocagem). Efetua-se o acondicionamento do produto na embalagem e em seguida, o fechamento da embalagem. Estoca-se o produto já embalado (para transporte ou não). Despacho do produto através de expedição, que distribui e coordena as operações necessárias no transporte utilizado e também estocagem no local que será efetuada a venda. Ocorre a venda, onde nestes locais se faz um remanejamento das embalagens de transporte, também se faz um rearranjo das embalagens de consumo conforme as necessidades do tipo de venda. Finalmente acontece o consumo, ou seja, compra do produto embalado, onde o consumidor utiliza a embalagem durante o tempo de uso do produto. O consumidor pode ou não livrar-se da embalagem, isto é, ou ele joga a embalagem fora ou utiliza esta para outro fim. A embalagem quando é terminada, passa por uma série de testes, para poder verificar-se se ela é compatível, isto é, se ela protegerá e conservará o produto. Os testes são: resistência ao choque (impacto); resistência à queda; resistência à compressão (empilhamento); resistência ao tombamento; resistência à vibração. Nos materiais utilizados para as embalagens são efetuados alguns testes, entre eles: tração e alongamento;

— estouro; ensáios climáticos (resistência ao frio, calor e vácuo); envelhecimento acelerado através de raios Ultra Violetas; resistência ao nevoeiro salino; permeabilidade ao vapor d'água; permeabilidade aos gases; permeabilidade aos raios UV. planejamento de uma embalagem é a parte mais importante em um projeto, pois dele depende o sucesso no consumo, venda e lucro da empresa produtora. A concepção estética de uma embalagem não é apenas devido à criatividade, pois ela deve se adaptar ao meio e se impor perante o consumidor que julgará a viabilidade de sua compra. As embalagens, atualmente, têm variadas formas físicas e vários materiais. O projetista com seus conhecimentos técnicos deve atualmente adicionar outros itens, como conhecimento de pesquisa de mercado, saber o comportamento do consumidor, marketing, psicologia, sociologia, cores. projetista de embalagem deve conciliar as exigências técnicas, os aspectos atraentes e o custo. Além disso, exige uma certa habilidade para unir os departamentos técnicos e comerciais aliado a um talento todo especial. Existem alguns fatores que dão uma forma para as embalagens que são influenciadas por vários fatores que darão um desenvolvimento lógico para as embalagens. São os seguintes fatores: função; proteção; aparência; — custo; disponibilidade.

Tipos de Embalagem Desenvolvimento da embalagem: para os projetos, prepara-se uma lista de controle das atividades, programando a data de finalização para cada componente do projeto. Na regra geral temos três aspectos: conceito; — desenvolvimento; — avaliação. conceito é o estágio de idealização, quando são terminados os planos de pesquisa. desenvolvimento é a pesquisa técnica, preparação do plano de marketing, análise de custo. A avaliação faz os testes de verificação dos resultados: testes de transporte e armazenagem; pesquisa junto ao consumidor, etc.

Cartuchos montados e vincados: a definição do termo cartucho refere-se às embalagens em forma de caixas de pequenas dimensões, feitas de algum tipo de cartão. cartão dobrado: são cortados e vincados na cartonagem e são montados na linha de empacotamento do cliente; cartão montado: caixas rígidas produzidas em cartonagem e despachadas para o cliente pronta para ser enchida. Função de um cartucho: agir como recipiente para conter e proteger o produto até o seu consumo; servir como meio de identificação do produto pelo consumidor; servir como elemento de custo, permitir a sua venda a um preço razoável. Caixas montadas: (duas finalidades): transporte barato do produto em bruto; embalagens caras e de alta qualidade. A produção de caixas (processo): as folhas de cartão são cortadas e vincadas; os cantos são removidos numa cortadeira de cantos; os lados da caixa são dobrados em ângulos retos em relação à base; um adesivo de apoio é colocado aos quatro cantos; as caixas são recobertas: cobertura solta ou firme. As coberturas soltas levam adesivos somente nas extremidades, enquanto as cobertas firmes levam uma aplicação completa do adesivo. Cartuchos dobrados: são produzidos em máquinas de alta velocidade e geralmente enchidos e selados em máquinas automáticas. Os cartuchos dobrados são feitos da seguinte maneira: folhas de cartão dobrável (flexível), de boa qualidade e são impressos; o cartão impresso é cortado e vincado em forma. Podem ser utilizados moldes formados por facas de aço em bloco (jigger) ou discos rotativos de aço; o refugo é retirado automaticamente na máquina de corte e vinco, ou fora da máquina por ventilação ou exaustão; as caixas podem ser transportadas, planas ou coladas na lateral, para serem utilizadas no equipamento do cliente; operações auxiliares como aplicação de janela, revestimento, invólucros internos, podem ser executados antes da colagem lateral. A velocidade das máquinas chegam aid 100.000 cartuchos por hora, sendo que a maioria deles são retangulares e elaborados conforme as seguintes regras: borda lateral colada, extremidades

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coladas. Ex.: cartuchos para cereal, detergente. extremidade dobrada e extremidade encaixada. Obs.: tais cartuchos não são a prova de vazamento.

fig. 2

fig.1

O cartucho sobre o ponto de vista comercial — quanto à estrutura gráfica, deve ter apresentação boa sobre o consumidor nos locais de venda, tendo em vista que a propaganda nesses locais, geralmente supermercados, é dificultada pela visualização. Portanto, a aquisição do produto é feita de última hora pelo consumidor. Obs.: os cartuchos devem obedecer a certas condições sanitárias como por exemplo: não devem de maneira nenhuma possuir qualquer tipo de substância nociva ao produto. Sacos de Papel Tipos de Saco: 1 — SOS (self opening style): fundo quadrado e próprio para mantimentos, fertilizantes, biscoitos e café. O saco é de fácil abertura e mantém-se em pé para um fácil enchimento; tem também um custo baixo, e são feitos com alto rendimento por hora máquina; (fig. 1) 2 — Sacola (fundo chato): são sacos comuns de compras, sendo estes utilizados para embalar a granel, farinha, fertilizantes e alimentos. Apresentam uma maior resistência em relação ao SOS, e tem uma produção menor de sacos/hora máquina; (fig. 2) 3 — Tipo chato (saco plano): usado para miudezas. 8 colocado dos dois lados e no fundo, tendo uma produção muito elevada de sacos/hora; (fig. 3) 4 — Sacos sanfonados: é o saco plano sanfonado em ambos os lados. São geralmente utilizados em produtos como: rosca, pão, sapatos, e outros produtos volumosos. A produção de sacos sanfonados atinge por hora a 35.000 sacos; (fig. 4) 5 — Sacos pouche: são feitos através de selagem a calor; podendo também ter colagens laterais planas ou laterais sanfonadas; 12

fig.3

fig.4

6 — Sacos holweg: são aqueles que possuem um fecho central, ou seja, em sentido longitudinal com sanfonas laterais (se necessário), e fecho horizontal no fundo. Características dos sacos: a prova de vazamento; usados também para conter pós finos; — embalagens para boil in bag. Obs.: são feitos de polivinil ou goma solúvel, (dissolvem-se em água fervente). Sacos Especiais: 1 — Sacos forrados: proporcionando proteção do produto e retenção do produto. 2 — Flavourtainers: para manter o sabor, possuindo uma camada de pliofilme, com o objetivo de manter o aroma. Ex.: café. Sistemas de Impressão: Basicamente os sacos são impressos em tipografia, rotogravura e flexografia, devendo-se controlar: cor, claridade, limpeza, registro e um correto posicionamento.

Impressão flexográfica: é utilizada quando as embalagens requerem uma secagem rápida e uma media qualidade. É de baixo custo (as formas) é utilizada principalmente para impressão de papel e polietileno; Impressão tipográfica: para tiragens médias e de alta qualidade, é de custo razoável, consumindo um grande tempo na preparação das formas; Impressão rotográfica: é o processo mais utilizado nas embalagens que necessitam de uma boa qualidade e infinitas tiragens. Obs.: a forma possui alto custo, sendo válido somente nas altas tiragens. A ro-

togravura é ideal para a impressão em superfície de alumínio. Adesivos: Os adesivos utilizados para o fechamento dos sacos são de dois tipos: — vegetal; sintético. No fundo dos sacos são utilizados colas espessas e de rápida secagem, obtendo uma vedação lisa e plana. Os fechos: são vários os tipos de fechos dos sacos, o que é de grande importância no setor de embalagens. O fechamento pode ser: costurado; colado com fitas gomadas; fitas metálicas; vedação a calor. No que diz respeito ao revestimento das embalagens, é feito para aumentar sua resistência â umidade, gorduras e oleos. Os materiais utilizados no revestimento são: — nitrato de celulose; acetato de polivinil; polietileno; — cera. Obs.: os processos de laminação são também usados como revestimento e é feito com a junção de papel e alumínio (papel laminado). As Latas As embalagens feitas de metal são geralmente construídas em formatos cilíndricos e retangulares (latas de óleo de cozinha, latas de óleo para automóveis, latas de cerveja, e outras), sendo a tampa e o fundo soldados às laterais da lata. As latas são encontradas em diversos tamanhos e formas. As latas tradicionais apareceram no século XIX. Daí desenvolveram-se bastante e apareceram as tampas para as latas do tipo easy open que é parcial para os produtos líquidos como a cerLatas de alta e de baixa pressão


veja, e tampas totais para as embalagens de sólidos como pasta de carne e latas de duas peças. As embalagens metálicas são herméticas, pois não devem apresentar vazamentos de qualquer espécie (principalmente nos líquidos). A impressão das latas é feita geralmente em offset (metalografia), podendo-se aplicar rótulos autoadesivos ou mesmo tiras de papel impressas coladas em suas extremidades, em equipamentos auxi-

liares. Bisnagas Metálicas Ë o tipo ideal para pastas de carnes, pois apresentam, a seu favor, características de permitir a colocação da quantia desejada de produto no lugar certo. As bisnagas de alumínio são as mais utilizadas, pois têm custo baixo e são feitas pelo processo de extrusão-impacto, mas são muito frágeis e se amassam com facilidade. São impermeáveis, não deixando que elementos da tinta de impressão passem para o produto.

IMO

11111111,

O Vidro Os vidros como o polietileno são também bastante utilizados no ramo de embalagens. Garrafas, frascos, potes, podem ser feitos de vidro (granulado ou transparente). Os vidros para embalagem têm custo baixo e são usados na linha de acondicionamento em altas velocidades. Os vidros não deformam e têm muita resistência a pressões internas e a cargas verticais. Os vidros têm baixa resistência a choques e as desvantagens que os vidros

apresentam são no que diz respeito ao seu peso, que é elevado, e também por serem muito frágeis. A fabricação do vidro é muito complicada e é necessário saber muito sobre ele para se fazer uma boa embalagem. Não é fácil se conseguir uma embalagem leve de vidro, devido a não uniformidade de suas paredes sendo necessário para isto se fazer uma reciclagem (retorno). O Polietileno No ramo de embalagens o polietileno é muito utilizado, pois tem a seu favor característica atóxica, ou seja, não é tóxico; e também possui boas qualidades. O polietileno é mais usado nas embalagens alimentícias, em pequenos frascos, garrafas e produtos farmacêuticos, como por exemplo, os frascos nebulizadores flexíveis, produtos químicos, produtos domésticos e de entretenimento. O polietileno é usado também na fabricação de tampas (cápsulas e encaixes) ou acessórios diversos. Nos sacos e sachet o polietileno é muito usado acondicionando os mais diversificados produtos. Nas coberturas de proteção de máquina e materiais, o polietileno também amplamente usado. O polietileno pode ser usado em vários tipos de transformação: injeção: flexível ou extrusão flexível, para corpos ocos, pequenos frascos ou vasilhas e até estojos; moldagem sob prensa a injeção: latas, caixas, cápsulas, encaixes, rolhas; acoplagem: laminação para obter com um outro material (papel, têxtil, alumínio) de complexos variados. A impressão do polietileno é alvo de muita preocupação, devido este necessitar de tratamento superficial para que a tinta de impressão fique bem fixada no polietileno. Embalagens ocas (garrafas de álcool, detergentes, e outros) silo irnpressas geralmente em serigrafia e offset enquanto que os filmes de polietileno são impressos em rotogravura e flexografia (sendo este último bem apropriado para se imprimir sobre o polietileno).

presas que necessitavam de caixas para o transporte de seus produtos utilizavam as caixas de madeira, o que por sua vez era de alto custo e acarretava muitos problemas. As caixas de papelão ondulado são leves e práticas, são montadas com grande facilidade, economizam espaço no estoque, e seu campo de utilização não encontra barreiras, devido este tipo de embalagem ter grande aceitação no mercado e ter várias especificações. As caixas de papelão ondulado são fabricadas em função dos produtos que vão embalar, com múltiplas características (resistência umidade, sol, choques ou até atender As peculiaridades do produto). Reduz corretamente, custos e fretes e principalmente serve como meio de propaganda, e por ser a embalagem de papelão ondulado muito usada por suas vantagens, ela aparece nos mercados do mundo inteiro. As caixas de papelão ondulado recebem uma terminologia toda especial para os seus componentes. Este tipo de terminologia, mostra a definição dos termos técnicos utilizados na indústria de papelão ondulado e também nas caixas de papelão ondulado. Na terminologia são adotados os seguintes termos: papelão ondulado: é uma estrutura formada de um ou mais elementos, ou seja, os miolos que são acoplados a um ou mais elementos planos, ou seja, as faces, que são colados no tope das ondas. chapa: é a folha de papelão ondulado plana dada em duas medidas, largura e comprimento, sendo que as ondas ficam perpendiculares ao comprimento; espessura da chapa: é dada pela medida das faces externas em milímetros; caixa de papelão ondulado: é a embalagem rígida formada por uma ou mais chapas de papelão ondulado, cortadas e

vincadas; onda: é a configuração geométrica que o miolo possui; miolo: é o elemento ondulado do

papelão; capa ou face: é o suporte do miolo; CAPA (OU FACE) COMPRIMENTO

Caixas de Pape lão Ondulado As caixas de papelão ondulado acondicionam os mais diversos produtos e estas caixas quando são usadas adequadamente dão ao produto uma segurança contra danos, avarias, protegem o produto no manuseio e no transporte. Com o desenvolvimento nesta área de embalagem, o papelão ondulado está cada dia mais perfeito e versátil, pois antes do aparecimento do papelão ondulado as em-

CAPA (OU FACE)

MIOLO

(ONDA)

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painel.- é qualquer uma das faces da caixa, exceto tampa e fundo. Os dois painéis maiores são denominados lateral e testeiras; abas: são as partes que se dobram para formarem as faces correspondentes à tampa e ao fundo. As abas que primeiramente se dobram são as laterais (internas), e as abas das laterais externas ficam sobre as abas das testeiras.

ABAS EXTERNAS

AVAVAVAWAVAVAL IOWALVÁVAVAVA AVAVAVA iVAI WAY& an WAWAEVAVÁVK

ABAS INTERNAS

GOMADO GRAMPE A DO

ALTURA

PAINEL LATERAL

PAINEL TESTEIRA/

COMPRIMENTO

LARGURA

ORELHA

Tipos de Papelão Ondulado 1 — papelão ondulado face simples: que é uma estrutura formada por um elemento ondulado (miolo) colado a um elemento plano (face);

2 — papelão ondulado de parede simples: é uma estrutura formada por apenas um elemento ondulado (miolo) colado em ambos os lados, a elementos planos (faces);

.1=1=71= 3 — papelão ondulado de parede dupla: é uma estrutura formada por três elementos ondulados (miolos), intercalados;

AIWAVAIVÁVAIWAVA AVAVA IVAIN %V& 4 — papelão ondulado de parede tripla: é uma estrutura formada por quatro elementos planos (faces) colados a três elementos ondulados (miolos), intercalados;

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AvxmorAvAltav. AvAirAvÁvAvAvA 14

5 — papelão ondulado de parede múltipla: é uma estrutura formada por cinco ou mais elementos planos (faces), colados a quatro ou mais elementos ondulados (miolos), intercalados.

Existem caixas que necessitam de acessórios internos, para fazerem um reforço, protegendo ou separando os produtos. As embalagens de papelão ondulado são usadas para transportarem outras embalagens ou mesmo produtos sem embalagens, como é o caso dos produtos hortifrutigranjeiros (maçãs, laranjas e outros produtos). A impressão das caixas de papelão ondulado é feita em máquinas flexográficas com estrutura em linha, podendo-se fazer, mantendo o baixo custo, ate duas cores. Os vincos verticais são feitos ao mesmo tempo, junto com a impressão, e os vincos horizontais devem fi car longe das áreas de impressão, pois o papelão ondulado sofre um amassamento e prejudica a disposição de tinta nestas áreas (os vincos horizontais ficam perpendiculares às ondas). Obs.: a espessura das paredes das caixas são dadas de acordo com a necessidade de proteção dos produtos.

são formados por uma correia simples que leva a embalagem sobre um ombro que se forma ao lado de um tubo cõncavo. São usados alguns tipos de máquinas verticais de enchimento para a formação do enchimento-vedação conforme as características do produto (sólido ou líquido). Horizontal: as máquinas de enchimento horizontal tiram uma correia de um cilindro, dobrando ao meio. As vedações são feitas verticalmente enquanto que a correia dobrada corre horizontalmente não vedando o topo da embalagem. A embalagem é aberta, enchida e fechada em embalagens individuais que em seguida são cortadas e descarregadas. As máquinas horizontais atingem altas velocidades.

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Embalagem Industrial São todos os recipientes que geralmente não são entregues ao consumidor dos produtos que as embalagens transportam. Geralmente a embalagem industrial leva a mercadoria já embalada para ser em seguida entregue ao consumidor, ou mesmo, certos produtos serão entregues em embalagem: — engradados de madeira; caixas de madeira; algumas caixas de papelão ondulado; tambores.

Máquinas de Embalagem Atualmente há um gama enorme de equipamentos para embalagens, desde máquinas manuais até máquinas de operações sofisticadas. Há atualmente no mercado dois tipos de equipamentos para embalagens que são: equipamento de enchimento; equipamentos de formação da embalagem e manuseio. Equipamento de enchimento: estes equipamentos são subdivididos de acordo com os produtos que podem ser: sólidos, líquidos e gasosos. Utiliza-se hoje em dia quatro tipos de enchimento: — vácuo; gravidade; pressão; pressão/vácuo. Equipamento de formação da embalagem e manuseio: podem ser vertical ou horizontal. Vertical: são máquinas que formam embalagens de tipo de saco holweg que

Sistemas de Impressão Utilizados nas Embalagens Os sistemas são utilizados como um meio de reprodução e multiplicação dos originais por meio de transferência de tinta, através de matrizes entintadas e pressionadas sobre um suporte qualquer. Os processos utilizados são: rotogravura; flexografia, — serigrafia; offset; tipografia.


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Os fatores qualitativos e econômicos caracterizam a utilização dos processos já citados. Os processos de impressão necessitam de meios fotomecinicos para a transferência dos originais as suas respectivas matrizes. A obtenção das embalagens requer vários tipos de unidades impressoras, e ao lado dessas, são coligados outros equipamentos, como por exemplo, perfuradores, dispositivos de corte e vinco, e outros. O resultado final em termos de qualidade visual pode ser modificado por vários fatores. Exemplo: uma seleção de cores é um fator, pois, sendo esta malfeita, pode influir nos resultados finais: gravação da matriz, entintagem excessiva, etc.

Tipografia A vantagem da tipografia na confecção da embalagem é dar a esta maiores detalhes na reprodução do original, apresentando também uma tinta com maior brilho. A tipografia nos possibilita o feitio de embalagens de papel, etiquetas, rótulos, invólucros, encerados, sacos de papel kraft, etc. ou seja, material que apresenta superfície porosa, pois os materiais lisos, (não absorventes), necessitam de técnicas especiais. As características do material impresso são: detalhes nítidos, retícula de tons uniformes, meio tom nítido, trabalhos a traço de boa qualidade. A tipografia alcança uma boa tiragem com matrizes originais e milhões em matrizes nylonprint. Offset Nas embalagens a cores o sistema offset é o que oferece melhores resultados, sendo econômico e atingindo ótimas tiragens. Temos vários suportes para impressão offset: papéis, cartolinas, cartões, folhas de flandres. Devido a maleabilidade do sistema, este apresenta bons resultados em superfícies diversas, dando cores brilhantes e médias tiragens, tendo uma fácil confecção das chapas. Serigrafia A serigrafia na produção de embalagem oferece a multiplicidade de possibilidades no ramo de impressão, pois suas tintas são variadas, permitindo a sua utilização em vários tipos de materiais, imprimindo também em suportes flexíveis

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não absorventes, como por exemplo o plástico, o vidro. A serigrafia nos seus resultados de impressão consegue um pequeno relevo ou inteiramente liso. A serigrafia imprime vários tipos de embalagens como: garrafas, recipientes de plástico, displays, papelão e latas. A serigrafia é adequada a vários materiais com tamanhos e formas diferentes, cores brilhantes ou opacas, em relevo ou não.

Flexografia A flexografia tem como característica principal a simplicidade e economia de seu equipamento. Usa tinta de rápida secagem, oferece uma variedade enorme de cores e reproduções brilhosas. As embalagens que apresentam motivos chapados, linhas ou retículas grossas, oferecem melhores resultados neste sistema. Os sacos de papel e de plástico, papelão ondulado, polietileno, cartão, papel metalizado e vegetal, nylon, celofane, acetato, são suportes que podem ser impressos em flexografia. A flexografia dá ao impresso superfície brilhante, meio tom reticulado ou por sobreposição de tintas transparentes.

Rotogravura Devido is tintas de rotogravura serem líquidas e secarem rapidamente, permitem várias impressões em grandes velocidades. A rotogravura tem grande praticidade para impressão nos mais variados suportes para embalagens: papéis laminados, plásticos, polietileno, celofane, alumínio, papel. A característica do material impresso é a qualidade, e a retícula não é muito visível na superfície impressa. As embalagens são impressas com grandes velocidades e a tiragem é bem elevada, se a forma for bem cuidada.

Processos Especiais Outros processos são também usados em embalagens quando se necessita de efeitos especiais, e são feitos com operações simples e em equipamentos manuais automáticos de uma linha de produção de pequenas ou grandes tiragens de impressoras sofisticadas. Rótulos de bebidas, perfumaria, cosméticos, embalagens luxuosas podem ser feitos em: hot stamping (douração); — roll leaf; a relevo (macho e fêmea).

Função das Cores nas Embalagens A cor em uma embalagem é de grande ajuda, pois é um dos fatores que auxiliam na venda de qualquer embalagem. Isto é facilmente explicado, pois as cores têm efeitos psicológicos sobre as pessoas. Goethe, em 1810, na sua teoria das cores dizia: as cores agitam-se sobre

a alma, elas podem excitar as sensações, aflorar as emoções e as idéias, que nos surgem, ou movimentam, provocando a tristeza ou alegria. Normalmente nas embalagens são usadas mais de duas cores e o homem não olha isoladamente para cada cor, mas sim a junção das mesmas. As cores acham-se intimamente ligadas a certos pontos como: idade, cultura, clima, estação do ano, habitação, rendimento. Os produtos apresentados ao consumidor são cada vez mais parecidos na sua qualidade, e a aquisição dos produtos estão sendo decididos por impulso; por este motivo, a embalagem é o que está vendendo o produto e foi apelidada de vendedor silencioso, fazendo também que a compra seja renovada e que o consumidor fique fiel à sua marca. Mas a preferência por um determinado produto não depende exclusivamente da cor, mas sim, também da: qualidade do produto; imagem da marca e de seu fabricante; embalagem e seu efeito; publicidade e promoção de vendas; do preço; dos esforços da concorrência; — situação econômica; distribuição. Normalmente a compra dos produtos processa-se pelo choque visual que nós temos sobre uma embalagem e raramente por aquelas determinadas. A exemplo de uma pesquisa vemos que um comprador fica 27 minutos no interior de um supermercado e no decorrer deste tempo ele vê em sua frente aproximadamente 3.000 produtos, mas destes 3.000 produtos ele compra somente 15, sendo que 8 produtos ele compra por impulso, isto é, sem antes ter pensado na sua compra. Está mais do que provado que a embalagem vende o produto e as suas cores são os pontos decisivos para que isto aconteça, pois as cores dão ao consumidor uma idéia agradável sobre o produto. Com isso, a cor para vender deve possuir algumas funções como: chamar a atenção do comprador; — deixar a embalagem visível na loja; facilitar a memorização; — tornar as inscrições bem legíveis;

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comunicar o produto contido; dar lugar às associações positivas; evocar apelos emocionais; inspirar confiança; — convencer.

A atração que nós temos por uma embalagem não é somente, porque ela apresenta cores vistosas, mas também pelo uso de contrastes, de intensidades diferentes, posição de cores suplementares. Uma observação importante que deve ser levada em conta é que as cores devem ser utilizadas conforme os produtos, portanto, não é o bastante que as cores sejam vistas, mas que o consumidor aceite estas cores. Quanto à visibilidade de uma embalagem, é necessário que haja uma perfeita memorização para que o consumidor através das cores identifique o produto, não precisando para isto saber o nome do produto a partir da segunda compra. Para se identificar um produto pela cor é preciso que: as cores se distingam de maneira marcante das da concorrência; as cores sejam excêntricas e ricas em contrastes; tenham recurso de formas coloridas; tenham cores que tendam a produzir as associações agradáveis em relação ao produto. As cores nas embalagens nos transmitem variadas sensações como: frio, calor, gosto, peso, odor e outras sensações fazendo com que o comprador associe estas sensações ao produto. A motivação pela compra de qualquer produto mostra que a embalagem dá uma certa personalidade ao produto, se bem que o produto é o ponto principal, mesmo porque o consumidor não compra uma embalagem e sim o produto. A embalagem influencia bastante, com suas cores, a aceitação de um produto. Conclusão Como vemos, a embalagem é uma necessidade da vida, onde nós perguntamos o que é mais importante: o produto ou a embalagem? É claro que é o produto, mas os consumidores não admitem um produto sem embalagem, pois sem embalagens os produtos não poderiam ser protegidos, conservados e distribuídos nos mercados consumidores, obedecendo às suas funções na sociedade. O mundo em que nós vivemos é de produtos embalados. A nossa economia é muito complexa, e as embalagens têm fundamental importância dentro da eco-

nomia, onde elas estão ficando cada vez mais significativas, pois contribuem para a diminuição das perdas de produtos importantes (alimentos). As embalagens preservam e distribuem os produtos industrializados. A embalagem é essencial para a manutenção do padrão de vida da sociedade moderna. Pode-se até dizer que sem embalagens a sociedade dos homens voltaria à era primitiva, portanto, a embalagem passou a ser uma necessidade da vida, começando pela mãe natureza que nos dá vários exemplos. As variadas formas, modelo e materiais apresentados em embalagens, são como partes integrantes de nossa vida diária de diversas maneiras, sendo que algumas das embalagens são reconhecidas concientemente e outras de influências bem sutis. Todas as embalagens apresentadas a nós justificam a sua existência, pois nos proporcionam benefícios.

mia ter tomado um grande impuls•e a nossa produção ter aumentado, ocorrendo assim uma estandardização dos processos, o que as tirou de vez do mercado. Estas embalagens foram substituídas por embalagens sofisticadas com formas variadas. Nos nossos dias as embalagens estão sujeitas a mudanças constantes; o público consumidor exige novidades, pois o que vale para ele é a propaganda, o custo, o impacto, a surpresa e a mudança. As embalagens refletem a própria existência e simbolizam o universo de que os homens procuram se rodear. Universo este que escraviza o homem ao mercado de consumo e às embalagens. nosso mundo mudou muito desde o seu aparecimento e chegou a um grau de sofisticação muito grande. se o nosso mundo chegou a este grau de sofisticação: — como serão as embalagens no futuro?

Antigamente as funções primordiais das embalagens eram de envolver/conter, levar e dispensar (servir/ministrar), com o decorrer do tempo foram acrescidas as funções de conservar, medir, comunicar e expor, hoje estamos na era em que a embalagem deve motivar, promover, fascinar e às vezes até enaltecer ou disfarçar, o produto nela contido. Quando se cria uma embalagem nós devemos olhar para o seu exterior, a partir do interior, de baixo, do alto, de longe e através, pois para se fazer um projeto de embalagem é como meditar sobre os pros e os contras de uma aventura a que vamos nos lançar. As embalagens plásticas trouxeram bastantes vantagens e ao mesmo tempo desvantagens como, a do lixo. Do lixo porque o plástico não é degradável, mas para se evitar a poluição já se estuda um meio de se fabricar embalagens plásticas biodegradáveis. Mas não são somente as embalagens plásticas que poluem, mas a maioria das embalagens encontradas em nosso mundo, e para resolver este problema agravante dos nossos dias foram inventadas algumas embalagens comestíveis. Estas embalagens comestíveis são constituídas por três camadas. A camada central que é mais grossa é feita do mesmo tipo de celulose que dá consistência aos cremes sintéticos. E as camadas de dentro e de fora são feitas de plástico fino muito resistente a choques, rasgos, amassaduras, são impermeáveis. Hoje em dia já não temos mais embalagens artesanais, devido nossa econo-

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As

características que o impressor deseja de um papel

Generalidades: Segundo o aspecto da superfície, um papel pode ser: Não liso: O papel se apresenta rugoso, com fortes ranhuras na superfície tal como sai da máquina; Liso: a superfície é mais regular, com ranhuras menos acentuadas, porém visíveis (lupa biocular). O papel após sua saída de máquina passa por uma calandra onde receberá o polimento final; Acetinado ou calandrado: As ranhuras desaparecem apresentando am-

bas as faces bem lisas e com mais brilho quanto mais enérgico for o calandrado. Couché: as ranhuras desaparecem apresentando ambas as faces lisas e preenchidas por gesso. Métodos de ensaio Os diversos procedimentos possíveis para a determinação da lisura consistem em um aparelho que comprime uma folha de papel sobre uma placa de vidro que deixa passar uma certa quantidade de ar durante um certo tempo, nas ranhuras da superfície do papel.

Autor: Omir Segovia Spadini Técnico em Artes Gráficas formado pela Escola SENAI "Theobaldo de Nigris". Exerce atualmente as funções de Técnico Industrial Assistente do Laboratório de Ensaios Tecnológicos da mencionada Escola.

1 — Definição de Printabffidade (imprimabilidade) A printabilidade de um papel é um conjunto complexo de características que fazem com que este esteja pronto para receber, de forma correta, a tinta de impressão. Conclui-se pois que a printabilidade depende da forma que a tinta é depositada na superfície do papel. Podemos também fazer uma distinção, considerando a natureza do papel, já que as características deste depende: de sua composição fibrosa, de sua fabricação, de seu tratamento superficial, etc. Características de printabffidade Estas características podem ser dassificadas em 6 (seis) categorias, vinculadas a: 2.1 — ao estado de superfície 2.2 — à solidez de superfície 2.3 — à absorção e porosidade 2.4 — ao p1-1, potencial Hidrogeniõnico 2.5 — h. estabilidade dimensional 2.6 — às propriedades ópticas

2

Papel acetinado ligeiro — 21 — 90 segundos — Papel acetinado normal —91 — 400 segundos Papel acetinado forte — > — 400 segundos Alguns dados obtidos por BRECHT e STADEL, são os seguintes:

O primeiro aparelho que apareceu para este ensaio foi denominado BEKK, que serve também para determinação da permeabilidade ao ar. Segundo KEIM, os resultados obtidos com este aparelho são: — Papel liso — O — 20 segundos

2.1 — O estado da superfície de um papel se caracteriza pela lisura oposta da rugosidade, assim como sua flexibilidade. A lisura é uma propriedade geométrica da superfície. A "rugosidade" será a falta de lisura ou um grau de lisura muito baixo. 18

Gramatura

g/m2

alisado

Acetinado

Couche

Espessura (mm)

Segundos

sulfite

86

0,22

2,5

Offset

103

0,16

13,0

imprensa

80

0,12

20,0

revista

80

0,07

900,0

imprensa

70

0,06

820,0

ilustração

100

0,08

1.560,0

135

0,12

1.480,0


Dos meus trabalhos referentes às características dos papéis nacionais, tenho

as seguintes conclusões de correlação para este ensaio de lisura:

segundos

Densidade aparente g/cm 3

GURLEY

A prova ao arranque tem especial interesse nos papéis para imprimir, pois devem resistir aos efeitos de pressão sobre a superfície no momento de retirálo da prensa. Quanto mais viscosa for a tinta e mais rápida a velocidade de impressão, maiores são estas forças; consequentemente deverão ser mais elevadas à resistência ao arranque.

cm ' /min.

BEKK

BENDTSEN

1,000

150

55

65

0,909

100— 15

400 — 550

85— 65

0,769

80 — 100

300 — 400

110— 85

0,500

20

85

315

Correlação entre os diversos índices de lisuras, para papéis alisados e acetinados. ALISADOS GURLEY 130 140 150 160 170 180 190 200 210 220

BEKK 32 35 38 40 43 45 48 51 53 56

230 240 250

59 61 64

BENDTSEN 220 205 185 165

150 140 135 130 125

GURLEY 270 280 290 300 310 320 330 340 350 360 370 380 390

BEIM 69 72 75 78 80 83 86 88 91 94 97 99 102

BENDTSEN

110

90

ACETINADOS GURLEY

400 405 410 415 420 425 430 435 440 445

BEICK 105 106 107 109 110 112 113 114 116 117

2.2 — Solidez de superfície Por solidez de superfície entende-se à resistência oposta oferecida pelo papel na separação das partículas superficiais.

GURLEY

450 455 460 465 470 475 480 485 490 500

a colagem superficial, isto é, quando a colagem for insuficiente a resistência diminui, ocorrendo desprendimento de fibrilas ou camadas do "coating".

BEKK 118 120 121 123 124 125 127 128 129 132

Se estas características não forem boas, teremos o problema do arrancamento. A resistência da superfície do papel ao arranque está ligada diretamente com

2.3 — Absorção e porosidade As propriedades de absorção e porosidade estão ligadas entre si. E. interessante conhecer a velocidade de absorção de um papel, assim como sua capacidade total de absorção. Pode determinar-se a microporosidade, isto é, a existência de pequenas ou grandes cavidades em sua superfície. As propriedades de absorção dependem também da colagem, que é oposta a penetração dos líquidos. 2.4 — 0 potencial Hidrogeniônico da superfície do papel ( p.H.) No que se refere ao pH, são interessantes várias medidas segundo os casos. Para um papel não forrado se pode medir o pH da massa, porém para um papel forrado mede-se o pH da camada. Ë interessante conhecer o pH da superfície e, mais particularmente, seguir e observar a evolução do pH da água posta em contacto com o papel. 2.5 — Estabilidade dimensional A estabilidade dimensional de um papel é a resistência que opõe a influência das variáveis de estudo higrométrico do ar, que tende a modificar suas dimensões. Esta característica se aprecia, geralmente, sobre as folhas de papel, porém é interessante estudá-las também sobre o papel armazenado em pilhas ou fardos. 2.6 — Propriedades ópticas As características ópticas que se consideram ordinariamente são: alvura, brilho e opacidade. Existem aparelhos que permitem medi-las diretamente, como um espectro fotômetro ELREPHO. Bibliografia:

Livro: Relação Tinta-Papel Publicado pelo Instituto Politécnico Barcelona Livro: Ensaios Físicos Mecânicos do Papel Autor: Joaquin Navarro Sagristá

19


VI Reunião Setorial da ALALC

Realizou-se nos dias 3, 4 e 5 de abril do corrente ano a VI Reunião Setorial da ALALC, em Montevidéu, corn importante participação de nosso país, representado pela ABIGRAF. Participaram de nossa comitiva os seguintes elementos: Srs. Rubens Arnat Ferreira, Presidente da entidade; Henrique Nathaniel Coube; Sidney Fernandes; Antônio Bolognesi Pereira; Dráusio Basile; Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss; Jurandyr de Carvalho; e Ernani Parise. O ternário debatido nesta VI Reunião Setorial constou do seguinte: a. Aprovação da ata anterior; 2. Correspondência recebida; 3. Informe da Presidência; 4. Informe da Secretaria; 5. Modificação dos Estatutos (assunto pendente); Informe sobre a LATINGRÁFICA; Informe econômico-financeiro e orçaçamento; 8. Designação de autoridades; 9. Plano de trabalho para o próximo semestre; 10. Sede do VII Congresso; 11. Vários. Paralelamente is reuniões iniciadas, desenvolveu-se na sede da Asociación de Impressores del Uruguay um Seminário de Marketing, a cargo do Dr. Ernani Parise. As reuniões foram presididas pelo Sr. Jorge Newton Bezada, presidente da Conlatingraf, e todos os temas propostos foram abordados em altos níveis. Após acaloradas dikussões, a ata anterior, referente a novembro de 1977, da Reunião realizada em Lima, foi amplamente aprovada, sendo solicitado à Secretaria que oficiasse ao México para que envie o "Relatório das Gestões" efetuadas. 20

el

Flagrante colhido durante a participação da Delegação Brasileira na VI Reunião da ALALC. Com relação à correspondência recebida, a Secretaria foi incumbida de fazer uma nota ao Equador comunicando que esse país terá nova oportunidade de sediar o Congresso. Modificação dos Estatutos Foi digna de nota a participação da Delegação brasileira no que se refere ao presente tópico. Postos sobre a mesa os estatutos originais, as alterações propostas pelos outros países e a alteração proposta pelo Brasil, realçou sobremaneira o trabalho de nossa delegação, tendo convergido para si toda a discussão e suas sugestões foram aprovadas quase que in totum, conseguindo, inclusive, a oficialização da lingua portuguesa, paralelamente ao castelhano, dentro dessa organização internacional.

Informe económico-fmanceiro e orçamento Após minuciosa verificação e com a presença do contador da CONLATINGRAF foram aprovadas as contas e o orçamento apresentados. Plano de trabalho para o próximo semestre O presidente da CONLATINGRAF, Sr. Jorge Newton Bezada, após objetiva explanação, teceu inúmeras considerações sobre o trabalho a ser realizado, dando especial ênfase à necessidade de aumentar a receita da entidade, citando nominalmente a Fábrica de Papel Santa Tereziram, a qual derivará uma pequena parcela de suas vendas no mercado latino-americano como subsídio à CONLATIN-


GRAF. Este apelo foi amplamente apoiado pela delegação brasileira, que se propôs a fazer uma série de contatos com fabricantes e exportadores de máquinas de nosso país com referência ao assunto. No tocante à melhoria substancial das finanças foi sugerido pelo delegado brasileiro, Sr. Sidney Fernandes, que se procure envidar esforços junto aos sócios cooperadores, tendo sido plenamente corroborado pelos presentes. Quanto ao trabalho do Comitê Técnico ficou patenteada a sua grande valia, pois, dentro em breve, surgirá um livro sobre Marketing no setor de formulários contínuos, graças ao trabalho das mesas redondas e dos seminários desenvolvidos. A Presidência recusou a proposta para a formação de um Comitê Jurídico, o que acarretaria muitos encargos e despesas para a entidade, tendo sido aceita a sugestão para a criação de uma ASSESSORIA JURMICA, de caráter permanente. Foi então nomeado o Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, do Brasil, para elaborar o Regulamento da Assessoria Jurídica, a ser apresentado na próxima assembléia.

Na oportunidade o Presidente, também, falou sobre a possibilidade da efetivação de cursos nos diversos países. E o Prof. Jurandyr de Carvalho, aproveitando o ensejo, fez em castelhano mi-

nucioso relato das atividades da Escola SENAI "Theobaldo de Nigris". Todos os representantes dos países participantes se mostraram bastante impressionados com as atividades desenvolvidas por esta conceituada organização de ensino de nosso país. O Presidente da ABIGRAF, Sr. Rubens Amat Ferreira, após parabenizar as delegações do Chile e do Uruguai, realçou a importância da negociação prévia, sugerindo ao engenheiro Colombo o levantamento do parque gráfico de cada país, idêntico ao efetuado na Argentina quando foram pesquisadas 348 indústrias do setor. Foi decidido, ainda, que cada país nomeará um representante para o assunto livro, tendo sido indicado o Sr. Bolognesi Pereira para o Brasil. Estabeleceu-se que o próximo congre-

so, em 1979, terá por local o Uruguai, com plena aquiescência de todos os presentes. Outro assunto muito debatido e encarado de forma controvertida, foi sobre LIVROS fornecidos pela Espanha ao continente americano, com diversos e oportunos apartes de nosso Presidente Sr. Rubens Amat Ferreira. Disse o mesmo, que o mercado Latino-americano que abrange 260 milhões de dólares

anuais, deve gradativamente, sobretudo com as vantagens dos acordos de complementação, ser melhor aproveitado pelas nossas empresas, para fazermos faces às horas ociosas, aprimorar cada vez mais nossa mão-de-obra e darmos maiores oportunidades à indústria gráfica latinoamericana.

Participação brasileira Durante as várias reuniões foi marcante a participação da Delegação brasileira, a qual sempre soube, sob a firme e decidida palavra de seu Presidente, Sr. Rubens Amat Ferreira, expor e melhor situar a posição brasileira, seguindo a orientação de nossa política governamental. O Sr. Rubens Amat Ferreira lembrou aos participantes da mesa e em especial ao Sr. Coordenador, dos grandes programas da indústria de papel e de sua capacidade ociosa. Lembrou enfaticamente a estatização da indústria gráfica e suas desastrosas consequências h. economia privada em todos os países. Falou, ainda, sobre a fibra curta, dizendo que embora houvesse uma pequena melhora dos setores de cadernos e embalagem, a situação da indústria gráfica é de ociosidade parcial. De maneira brilhante foram encerrados o nosso trabalho junto à CONLATINGRAF.

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Alemanha Ocidental possui doze mil Máquinas Polar Um aniversário especial para a POLARMOHR na cidade de Hofheim, na Alemanha Ocidental: a guilhotina POLAR n9 12.000 vendida na República Federal da Alemanha tinha sido entregue à firma "Sellier-Druck GmbH". E isto ocorreu no dia 12 de março passado. Na Alemanha, hoje em dia, existem mais guilhotinas POLAR do que gráficas. E isto é o resultado de uma alteração técnica cada vez mais avançada nos modelos dessas máquinas. Então: os tamanhos dessas máquinas sempre estão aptos a quaisquer formatos de impressão e elas, as guilhotinas, já vão equipadas da mais moderna técnica existente e por preço razoável. Outro fator que contribui para o êxito de vendas da POLAR, é a assistência que se dá ao cliente antes e depois da vendas das guilhotinas, através dos representantes-POLAR espalhados no mundo inteiro. Esta fábrica exporta para 133 países. Até agora, 1978, estão trabalhando 50.000 dessas guilhotinas em todo o mundo. E isto faz com que a POLAR seja a guilhotina mais vendida em todo o globo. A máquina de aniversário é uma POLAR 155 ELTROMAT CE. E sera a máquina básica de um lote de máquinas para o corte do papel existentes na gráfica Sellier. E neste serviço de corte efetuam-

12 000 POLAR

IN DER DEUTSCH LAND SUNDESREPUI3LIK I I I 4 I

LI ! '.i1) 000 po I. At INAILER WE_ ,

6

a Gráfica Sellier; o Sr. Alfred Seller, da SELLIER, ao qual foi entregue a máquina aniversariante, o Sr. Karl Mohr, diretor e coproprietário da POLAR e a Sra. Potempa, também da POLAR.

A foto mostra a entrega da POLAR ng 12.000 na Alemanha Ocidental, na Gráfica Sellier. Da esquerda para direita, vê-se o Sr. Rolf Mohr, co-proprietário da Fábrica POLAR; o Sr. Emil Volke, da representação POLAR para a Bavária, reg-ião da Alemanha onde se

encontra

se trabalhos no formato de até 102x142 cm. A alimentação se processa através de um elevador de pilha, uma mesa vibradora, esteira transportadora e esquadro lateral. Assim se consegue maior rendimento de trabalho, aproveitando muito mais o espaço existente. Em 1957, a Gráflea recebeu a primeira máquina POLAR. Esta máquina era comandada através de uma cinta magnética. E a POLAR ELTROMAT havia sido pouco tempo antes exposta na Feira TPG de Paris, em 1956. E esta máquina exposta foi a primeira a ter o comando direto através de uma cinta magnética para guilhotinas de cortar papel. A Gráfica Sellier celebrou seu 2759 aniversário em 1977. É uma das gráficas

mais antigas. Edita livros científicos, pedagógicos e infantis, bem como magazines em geral. t conhecida em toda a Alemanha e nos países vizinhos onde se fala o alemão. A aquisição de um lote para o corte de papel, completo, POLAR, é devido a constante ampliação por que passa a Gráfica Sellier, que continuará equipando suas oficinas com equipamentos do mais avançado nível técnico. As guilhotinas POLAR são representadas no Brasil pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., com sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Recife e representantes em quase todo o País.

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Nova Fabrica no Rio de Janeiro Telefone: 359-2121 Telex: (021)23608 Fábrica em Sao Paulo Telefone: 246-7633 Telex: (011)22469

22


de Manutenção na Atualidades Curso Indústria de Celulose e Papel

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Objetivo:

Demonstrar as modernas técnicas de procedimentos na área da manutenção. Destina-se:

A engenheiros e técnicos que operam nos setores da produção e da manutenção das Indústrias de Celulose e Papel. Programa:

Serviços Técnicos ABIGRAF/SIGESP Se bem que a Indústria Gráfica nesta década tenha se desenvolvido satisfatoriamente em relação anterior, tanto no aparelhamento técnico como no humano, sabe-se que uma grande maioria ainda se utiliza de métodos de trabalho superados, contraproducentes e de pouca rentabilidade. O serviço técnico da SIGESP e ABIGRAF empenhado em sempre colaborar com a classe, envidando o máximo de seus esforços, mantém periódicos cursos versando sobre custos, depreciações, lucros, etc. V.Sa. ou seus assessores enriquecerão seus conhecimentos em beneficio de sua organização. A orientação que receberão de nossos professores especializados, nesses cursos de pouca duração, proporcionar-lhes-á, além de conhecimentos e enriquecimento diretivo, firmeza nas decisões. Os segredos e as técnicas se sucedem. Sempre temos o que aprender; os que se atualizam, sempre se evidenciam. Da administração dependem os resultados. Procurem conhecer nossos cursos pessoalmente, ou destacando seus funcionários executivos; — os que participarem, logo aplicarão o aprendizado e em pouco tempo o resultado aparecerá.

Objetivo da Manutenção e suas Diversas Tarefas; As Diversas Sistemáticas Aplicadas na Manutenção; — Estrutura do Setor de Manutenção; Manutenção Preventiva — O que é e Sua Sistemática; — Codificação dos Equipamentos; Fichários; Ordens de Serviço — solicitação, autorização, emissão, controle; Controle de Mão-de-Obra; Controle de Materiais; Controle de Custos de Serviços Executados; Racionalização de Trabalho na Manutenção; — A Eficiência da Manutenção e Sua Avaliação; Preparação da Parada Geral; — Elaboração do Manual de Manutenção; Dificuldades na Implantação da Manutenção Preventiva. Docente e Qualificação: Eng.? Leiinidas Levitinas —

Engenheiro em Fabricação de Papel, Engenheiro Eletricista, Químico e Engenheiro Consultor Industrial em Produtos, processos e organização. N9 de Turmas: 2 Datas:

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Cores A Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo e o Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo realizaram em sua sede social, do dia 6 a 10, um curso sobre "Cores e Tintas no Processo Gráfico", ministrado pelo Dr. Carlos Bernardo Schulz, versando sobre os temas: Tintas e sua Composição Gráfica; Tipos de tintas; Relação tinta papel; Escolha da tinta em função do trabalho final e A cor em si.

Cresce produção brasileira de Papel e Celulose mas ainda importamos muito A produção brasileira de papel nos primeiros 8 meses do ano registrou aumento de 6,7% em relação a idêntico período de 1976, ao atingir 921.018 toneladas, segundo o Boletim Conjuntural da Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose.

A maior participação nesse total coube à categoria de papel para embalgem, com 351.016 toneladas. As vendas domésticas e externas, somadas ao consumo próprio, evolufram no período de 3,37%, atingindo a 914.627 toneladas. A exportação de papel, entre janeiro e agosto, somou 22.477 toneladas contra 15.088 nos primeiros 8 meses de 76. Maior incremento foi registrado na produção acumulada de celulose que, elevando-se a 852.691 t em agosto último, aumentou de 15% sobre igual mês do ano anterior, com expressiva participação do produto de fibra curta (eucalipto): 585.283 t contra 495.984 t em agosto de 76. As exportações brasileiras de celulose alcançaram 42.773 t das quais apenas 581 t de fibra longa, sofrendo sensível queda (53%) em relação a agosto As estimativas da Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose indicam que o setor deverá registrar no ano em curso um incremento superior a 7% na produção de papel e da ordem de 17% na de celulose. Não obstante o Brasil caminhe para a auto-suficiência nesses insumos básicos ainda tem sido expressivo o dispêndio de divisas com sua importação: US$ 16.971.695 FOB para celulose e US$ 90.548.887 FOB para papel, segundo a relação de importações autorizadas pela CACEX entre janeiro e agosto

Flashes Errata Levamos ao conhecimento dos prezados leitores de ABIGRAF EM REVISTA que no N9 27 — mês de fevereiro de 1978 — o nome do autor ERNANI PARISI saiu publicado indevidamente, por um lapso de diagramação, como autor na página 14 do artigo: "Compugraphic 4600", ao invés de sair publicado na página 16, como responsável pelo trabalho: "Considerações sobre o VI Conlatingrar".

Papel Imprensa A necessidade de se investir aproximadamente Cr$ 40 bilhões em cada projeto e de utilizar tecnologia desenvolvida por empresas estrangeiras, que a entregam somente se forem autorizadas a investir no Brasil, são — segundo o empresário José Gerson Maysonnave, diretorsuperintendente da Companhia Reflorestamento Paraná — os obstáculos que precisam ser vencidos para que o País alcançe sua auto-suficiência na produção de papel imprensa.

Utilização eficaz da Consultoria de Organização Sob o patrocínio da ABCO — Associação Brasileira de Consultores de Organização — realizou-se dia 14 de abril, no Rio de Janeiro, o Seminário sobre Utilização Eficaz da Consultoria de Organização. O evento se revestiu de características totalmente participativas, tendo sido respeitada a seguinte distribuição para cada tema de 90 minutos: — 30 minutos de exposição (dois expositores diferentes apresentaram seus pontos de vista a respeito do mesmo assunto); — 30 minutos de debate (os participantes foram divididos em grupos para discussão e preparação de questões e conclusões sobre o tema em análise); — 30 minutos de apresentação dos resultados das discussões dos grupos de participantes, com relação ao tema em estudo. Foram selecionados os seguintes temas: — Seleção de Consultores Externos de Organização; — Metodologia de Intervenção em Consultoria de Organização; — Relacionamento Consultor/ Cliente no Processo de Mudança Organizacional;

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Custo/Benefício na Utilização de Consultores Externos de Organização; Alternativas de Financiamento para Projetos de Consultoria de Organização. Ao final do Seminário houve uma sessão de debates e conclusões sobre todos os temas apresentados. O Seminário esteve aberto a dirigentes de empresas de consultoria, organizações usuárias de consultoria, órgãos de classe e profissionais ligados direta ou indiretamente ao campo da consultoria de organização.

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Microfilme tem Congresso Latino-Americano em agosto

O estudado desenho da saída permite o acoplamento "a posteriori" de uma unidade para sobreimprimir, numerale perfurar as folhas em qualquer máquina da série. Kovo — Emp. para Comércio Exterior. Tr. Dukelskych Hrdinu 47, raga 7, Checoslováquia.

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Profissionais do Microfilme, planejadores de sistemas e analistas de organização e métodos estarão reunidos em agosto próximo no primeiro Congresso Latino Americano de Micrográfica, que se realizará no Palácio das Convenções do Parque Anhembi, em São Paulo. Reunião regional do IMC — Congresso Internacional de Micrográfica, a reunião está sendo organizada pelo Centro Nacional de Desenvolvimento Micrográfico — (Cenadem) e tem por objetivo novas áreas para a aplicação do microfilme, fomentar o intercâmbio de experiências tecnológicas e sistêmicas tanto entre os profissionais do setor, como entre usuários, fabricantes e empresas de serviços. O Congresso terá como tema principal a "Micrográfica como Sistema", que será discutido por especialistas de renome internacional, em palestras e seminários abertos a todos os participantes. Como eventos complementares, haverá uma exposição sobre a história do microfilme, com peças originais, e uma ampla mostra dos últimos lançamentos da indústria do microfilme. Na opinião do seu Presidente, Sr. Antonio Paulo de Andrade e Silva, "0 primeiro Congresso Latino-Americano de micrográfica será um acontecimento internacional de alto nível, de grande interesse para principiantes, profissionais, diretores e executivos

de empresas e organismos que pretendem implementar o microfilme em suas áreas de atuação".

V Salão de Humor receberá trabalhos a partir de junho O V Salão Internacional de Humor de Piracicaba, que será realizado de 19 de agosto a 04 de setembro do corrente ano, no Teatro Municipal desta cidade, já tem todo o seu esquema de funcionamento montado. Os trabalhos para o V Salão de Humor estarão sendo recebidos a partir do dia 19de junho, até o dia 10 de julho. Os cartunistas deverão enviar seus trabalhos (máximo de três), para a Secretaria do V Salão Internacional de Humor de Piracicaba — Coordenadoria de Ação Cultural — Teatro Municipal — Rua Gomes Carneiro, n9 1212 — Piracicaba (CEP 13400) — São Paulo — Brasil. Os trabalhos deverão ser executados na medida padrão de 30 x 40 cm, montados em papelão e acondicionados em papel lcraft ou similar. Ë proibida a utilização de molduras de qualquer espécie. Na parte externa deverá constar nome completo, endereço, cidade, CEP, Estado e País. Deverá ser enviado, internamente, envelope com as mesmas citações, inclusive telefone e número da carteira de identidade do artista. Os cartunistas profissionais, que estiveram concorrendo ao Prêmio Imprensa de Cartuns, deverão enviar no máximo

um trabalho seu, já publicado em jornais ou revistas, juntamente com o original, para o mesmo endereço acima, acrescentando no envelope "Prêmio Imprensa". Os cartunistas poderão enviar trabalhos para concorrer nas duas categorias de prêmio. A Comissão Organizadora do Salão não aceitará trabalhos que não estiverem de acordo com o exigido acima. Na abertura do V Salão Internacional de Humor de Piracicaba, os visitantes estarão recebendo uma cédula de voto, com a qual integrarão o Júri Popular do Salão, que estará escolhendo o cartum de sua preferência, de acordo com seus critério particulares, não importando quais sejam. As urnas de voto serão abertas no domingo, dia 20 de agosto, na presença do público, is 08:00 h da manhã, na Coordenadoria de Ação Cultural. O cartum mais votado estará recebendo prêmio no mesmo valor dos demais cartuns premiados pelo Júri Oficial do Salão. Também será colocado no hall do Teatro Municipal — local do Salão — um Mural que ficará disposição dos artistas visitantes que desejarem deixar uma lembrança para o acervo do Salão Internacional de Humor. Os artistas, cujos cartuns forem escolhidos, estarão recebendo seus prêmios durante a abertura do Salão, no dia 19 de agosto, em Piracicaba. No dia 20 de agosto, domingo, is 15)90 h., estará acontecendo

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o III Encontro Anual da Agraf Associação dos Artistas Gráficos e Fotógrafos de Imprensa e Publicações Culturais — nascida por ocasião do III Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 76, que estará debatendo assuntos pertinentes à profissão. Para o encontro estão convidados todos os cartunistas e fotógrafos interessados. O encontro terá lugar na Coordenadoria de Ação Cultural Teatro Municipal de Piracicaba. Os prêmios serão aquisitivos para a Prefeitura Municipal de Piracicaba, no valor de . Cr$ 150.000,00, que serão igualmente distribuídos da seguinte maneira: 8 prêmios para trabalhos inéditos, escolhidos pelo Júri Oficial do Salão, no valor de Cr$ 15.000,00 cada um; 1 prêmio para trabalho inéditp, escolhido pelo Júri Popular, no valor de Cr$ 15.000,00; e um prêmio para cartum já publicado — Prêmio Imprensa — no valor de Cr$ 15.000,00.

'Prêmio Fernando Chinaglia" Em 1958, quando da fundação

da "UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES", foi instituído o "PREMIO FERNANDO CHINAGLIA", que começou a ser distribuído a partir de 1960, sem interrupção até hoje. O Regulamento tem sido alterado visando aos campos da literatura menos atendidos em suas possibilidades de edição e divulgação. De 1974 a 1976 houve além do prêmio em dinheiro, a edição dos livros vencedores, que foi feita na época oportuna. A partir de 1977 o Prêmio voltou-se ao campo da poesia, aumentando o valor em dinheiro mas sem o prêmio de edição. Este ano, serão premiados livros de poesia inéditos, sendo o primeiro prêmio de Cr$ 45.000,00, o segundo de Cr$ 12.000,00 e o terceiro de Cr$ 8.000,00. As obras enviadas serão avaliadas por comissão nomeada pela União Brasileira de Escritores, entre seus associados. Para seu conhecimento, damos a seguir a relação dos premiados desde 1960.

RELAÇÃO DOS CONTEMPLADOS AUTOR

ANO 1960 1961 1962 1963 1964 1965 1966 1967 1968 1969 1970

Valdemar Cavalcanti Waldomiro Autran Dourado Carlos Drumond de Andrade Herman Lima Dalton Trevisan Josué Montello Mario Quintana Maria Helena Cardoso Orígenes Lessa Geraldo França de Lima Stella Leonardos

1971 1972 1973 1974

Raymundo Magalhães Jr. Eduardo Portella Octávio de Faria Antonio Carlos Villaça Waldemar José Solha

1975 1976 1977

Aércio Flávio Consolin Sandra Lyon Reynaldo Valinho Alvarez

e

Regulamento 1978 (Para Originais de Poesia) Serão distribuídos três prêmios, nos seguintes valores: 19 Prêmio —Cr$ 45.000,00 29Prêmio —Cr$ 12.000,00 39 Prêmio — Cr$ 8.000,00 Poderão concorrer quaisquer autores, em lingua portuguesa. Os trabalhos concorrentes deverão ser livros de poesias inéditos.

0 original deverá ser enviado em 2 (duas) vias e o trabalho deverá ter, no mínimo, 500 versos, ou 30 poemas, datilografados de

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TITULO DO LIVRO — Jornal Literário — Barca dos Vivos — Lição de Coisas — História da Caricatura do Brasil — Cemitério dos Elefantes — Os Degraus do Paraíso -- Antologia — Por Onde Andou Meu Coração — Noites Sem Homem — Jazigo dos Vivos — Cantares na Antemanhã — A Vida Turbulenta de José do Patrocínio — Literatura e Comunicação — O Cavaleiro da Virgem — O Anel — Israel Rêmora ou O Sacrifício das Fêmeas — Fadário — De Corpo Inteiro — Canto em Si um só lado, em espaço 2, e firmemente preso na respectiva pasta, acompanhado de pseudônimo e, à parte, num envelope lacrado, nome e endereço completos do autor. Os trabalhos serão recebidos ate 31 de agosto de 1978, impreterivelmente, no seguinte endereço: "PREMIO FERNANDO CHINAGLIA" A/C. do Escritório Fagundes de Menezes Av. Ataulfo de Paiva, 50 — A.2 — Apt9 402

20.000 — RIO/RI — Leblon —

CDD-72 A União Brasileira de Escritores nomeará uma comissão para o julgamento dos trabalhos concorrentes. Será tornado público o resultado do julgamento a 02 de outubro de 1978 e a entrega do "PREMIO" será a 16 de outubro. Poderão ser concedidas "Menções Honrosas", se a Comissão Julgadora assim o decidir. Os autores ficarão livres para contratação de suas edições, não havendo nenhuma obrigação entre a União Brasileira de Escritores e os premiados em termos de direitos autorais ou edição. Serão irrecorríveis as decisões do jun. 0 envio do original ao concurso significa inteira e completa concordância por parte do concorrente com os termos do presente Regulamento.

Máquina automática para a aplicação das folhas de guarda em blocos de livros — HUNKELER KHM 420. Esta nova máquina para a aplicação das folhas de guarda

em livros, da fabricação da JOS. HUNKELER AG, Suíça, é de grande interesse para todos os fabricantes de livros costurados, agendas, álbuns de fotografias, etc. A aplicação transversal da cola de dispersão cria um livro de extrema resistência, sem diminuir a flexibilidade do dorso. A gaze, o papel do dorso e a fita são cortadas exatamente de bobinas e prensadas contra o dorso. A produção é de aproximadamente 1000 livros por hora. Os formatos que podem ser trabalhados na máquina vão de 80 x 120 mm até 320 x 420 mm. A largura do dorso pode variar entre 10-60 mm, sendo possível trabalhar com livros de dorso curvo ou reto. A máquina KHM pode tanto trabalhar como máquina independente como também ser integrada numa linha automática de produção de livros. A JOS. HUNKELER, Suíça, fabricante da máquina KHM, é representada no Brasil pela GUTENBERG — Máquinas e Materiais Grá ficos Ltda., com matriz em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife.


Riocel estatizada causa ração O Presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Papel, Celulose e Pasta de Madeira, Sr. Jamil Nicolau Aun, disse ontem que "a notícia de que órgãos financeiros governamentais estão assumindo o controle da Riocel , causou profundo impacto nos meios empresariais ligados produção de papel e celulose, provocando reações contrárias à estatização da ex-Borregard". Explicou que "instado pelos associados, está convocando reunião conjunta das entidades setoriais para uma tomada de posição. Dessa reunião sairá uma nota oficial, dando toda a posição da indústria privada a respeito do assunto". Para o Sr. Jamil Aun, "o contribuinte nacional acabou sacrificado, assumindo os prejuízos que lhes serão repassados pelos Poderes Públicos. Nesse episódio o setor privado nacional de celulose e papel, um dos poucos setores básicos ern que a participação da empresa privada brasileira é, ainda, majoritária e que uma vez mais, não participou da decisão, é que acabará por arcar com uma imagem desgastada para a qual não contribuiu.

Lapa, para ampliação do seu parque industrial em São Paulo. A nova área fica em anexo à sua Gráfica, que já ocupa 3.200m 2 , Rua Francisco Luís de Souza, n9 233. A nova construção, que deverá ser inaugurada até dezembro, terá 4 andares que serão ocupados pelos escritórios e departamentos técnicos da empresa. Além de suas filiais e representações nas principais capitais do País, a matriz de JOB ocupa na Capital paulista um edifício de 13 pavimentos na Av. Bernardino de Campos, n9 352, no bairro do Paraíso.

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mais esta seção com o objetivo de prestar mais um serviço às indústrias gráficas e revendedores de máquinas novas e usadas. Se constituirá, portanto, num elo constante de comercialização voltada diretamente àqueles que têm interesse na aquisição de determinados produtos. Para anúncios nesta seção basta entrar em contato com o Depto. Comercial de ABIGRAF EM REVISTA, e todas as informações que se fizerem necessárias serão fornecidas prontamente.

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Noticiário SENAI

HI Festival de Música da Escola SENAI de Osasco A Escola Técnica do SENAI, considerada ideal por vários estudiosos proporciona a seus alunos, além da habilitação profissional, várias formas de expressão individual e de integração social através de competições esportivas, exposições de artes e de trabalhos científicos, etc. E dezembro é um mas especialmente dedicado aos estudantes: — abertura de inscrições para novos alunos, atribuições e prêmios aos que se destacaram entre os formandos e apoio Is atividades extracurriculares de seu corpo discente. Ao realizar no dia 3 de dezembro o III FESTIVAL INTERNO DE MUSICA, promovido pelo Centro Cívico, a Escola SENAI "Nadir Dias Figueiredo", de Osasco, teve a oportunidade de observar um crescimento qualitativo das composições de seus alunos em relação aos festivais anteriores. Sob a coordenação de Marli A. de Almeida Azevedo, orientadora educacional, auxiliada pelos próprios alunos e professores daquela unidade escolar, foram apresentadas 26 composições, reunindo aproximadamente 100 alunos inscritos. A comissão julgadora foi constituída por especialistas em Música, Educação Artística e Comunicação e criteriosamente julgou os trabalhos apresentados atribuindo as três primeiras colocações aos grupos: SAMBALANÇO ("Deixa prá Lá"), SOM DE FRUTAS ("No carnaval que passou"), e RETRATO FALADO ("Contra-tempo"), respectivamente. 28

Mereceram classificação em categorias diferenciadas as seguintes composições: "TUA TERRA", melhor letra (Grupo Sirius); "NA QUARTA QUE FINDOU", melhor melodia (do grupo Som de Frutas); melhor arranjo e a melhor interpretação para as composições "FALSO PROFETA" e "VIDA ATÔMICA", ambas do grupo CASANOVA. A Escola SENAI "Nadir Dias Figueiredo" agradece a colaboração do Sr. Guaçu Pitteri, prefeito de Osasco que forneceu a aparelhagem de som, do ex-aluno Francisco Carlos Motta que apresentou o Festival e o trabalho realizado pela comissão julgadora constituída dos elementos: Wendeslau Nazari Campos, maestro da Orquestra Sinfõnica; Ana M. Leite, do Diário de Osasco; Antonio Brazil Hortz, prof. do GESC de Carapicuiba; Gilberto Giannasi, diretor do núcleo Expressão; Roseli Tereza de Almeida, prof. do SENAI; Toni Gomide, do Jornal "A Região"; profs. M. Elisa Mathias e Cilia Regina Marchini; e M. Bernardete Ferrari, chefe da Assessoria de Comunicação Social do SENAI em São Paulo-

2,6 milhões em Bolsas de Estudo O Departamento Regional do

SENAI — Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — em São Paulo concedeu, em 1977, 1.306 bolsas de estudo, no valor global de Cr$ 2.684.927,54, beneficiando jovens aprendizes, estudantes e trabalhadores de 174 municípios do Estado de São Paulo. Com tais medidas, objetiva o SENAI atingir, sempre mais, novas localidades do Estado, interiorizando seus recursos e compensando, dessa forma, a inexistência de escolas profissionalizantes em regiões mais distantes da Capital. As bolsas patrocinadas em 77 tiveram a duração de um semestre e atenderam is seguintes necessidades: "Auxílio — Alimentação": 19 bolsas, no valor de Cr$ 6.645,44; "Auxílio — Transporte": 502, tota1i7ando Cr$ 415.679,40; "Auxílio — Alimentação — Transporte": 400, somando Cr$ 964.260,76, e "Auxílio — Alimentação — Alojamento": 385, cujo montante foi Cr$ 1.298.341,94. MAIS DE 11 MIL BOLSAS EM 9 ANOS Desde 1969 — quando iniciou seus programas de bolsas de estudo — até 1977,0 Departamento Regional do SENAI em São Paulo já concedeu 11.390 bolsas semestrais, num total geral de Cr$ 8.524.161,90. Além do próprio SENAI, também outras entidades — como o "Instituto Roberto Simonsen",

o PEBE (Programa Especial de Bolsas de Estudo, do Ministério do Trabalho), o Departamento Nacional do SENAI (Rio de Janeiro) e não poucas empresas e indústrias — concederam bolsas de estudo em 1977 aos alunos daquela Instituição. COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL A par de bolsas de estudo, o Departamento Regional do SENAI em São Paulo vem proporcionando também programas de estágio — bolsas de complementação educaional — a estudantes de escolas de 29 e 39 graus. Desenvolvidos na sede da Administração Regional ou em unidades escolares da Instituição, esses programas permitem aos estagiários um contato mais direto com a atual realidade do mercado de trabalho. Em 1977, foram propiciados estágios nas seguintes áreas: Biblioteconomia, 32 bolsistas; Ciências Sociais, 15; Psicologia, 5; Serviço Social, 7; Economia, 2; Comunicações: 2; Metalurgia, 2, e, em diversas outras áreas, mais 6 bolsistas.

de bancada para carpinteiro de formas, construção de formas para pilares, vigas, lajes e tabuado para laje com "madeirit" e construção de andaime e bandeja de proteção. REQUISITOS PARA O ATENDIMENTO Constituem obrigações da empresa beneficiada pelo treinamento: seleção de seus empregados e formação de turmas, fornecimento do material de consumo, providências para o transporte da Unidade Móvel e custeio das despesas de transporte, alimentação e hospedagem do Instrutor designado pelo SENAI. Por sua vez, compete ao SENAI proporcionar assistência técnica e didática e a supervisão dos programas, bem como o pagamento do salário do Instrutor e o fornecimento dos certificados de conclusão.

Unidade Memel para Construção Civil Para atender em curto prazo is necessidades imediatas da indústria da construção civil, o SENAI acaba de instalar a Unidade Memel n9 18, que se destina ao preparo rápido de mão-de-obra nas ocupações de Carpinteiro de Formas e Armador de Ferros. Uma das primeiras fumas a usufruir os serviços da UM-18 é a Badra Engenharia S/A., com treinamento para o seu canteiro de obras na Estrada Velha da Penha — Viaduto Aricanduva. Com estrutura modular desmontável, acondicionada em caixas de pequeno porte e facilmente transportáveis, a UM-18 tem capacidade para treinar 12 pessoas em cada período (manhã, tarde e noite), com 80 horas de duração para cada Programa de Treinamento. ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS Tanto o Armador de Ferros quanta o Carpinteiro de Formas têm um núcleo comum de informações, com noções sobre Tecnologia, Leitura e Interpretação de Plantas e Ferragens, Aços, Geometria e Higiene e Segurança no Trabalho. O programa específico do Armador de Ferros compreende: armação de colunas, vigas simples, alavanca, lialanço, lajes simplds, caixa d'água e conjunto de vigas e lajes. Para o Carpinteiro de Formas, o treinamento programa a execução das seguintes tarefas: construção

4

or


trabalhador. Fornecerá sempre conhecimentos teóricos (princípios, conceitos, etc.) ou práticos (técnicas de execução) que atuam no comportamento dos treinandos. Se, de um lado, um programa de treinamento deve ser avaliado do ponto de vista pedagógico (adequação dos meios utilizados aos fins visados), por outro, deverá sê-lo também em termos de sua utilidade, de sua importância e do alcance de seus resultados, em função dos interesses e objetivos da empresa. E uma publicação da Editora Atlas S/A. — Rua Helvetia, 574/578 — Cx. Postal, 7186 — Tel.: 221-9144 — São Paulo — SP.

Nossa 14Iw impressão

Técnica de Preparação de Originais e Revisão de Provas Tipográficas Autor: Francisco Wlasek Filho Todas as pessoas que de uma forma ou de outra utilizam a palavra escrita em suas atividades profissionais, necessitam de um conhecimento básico das normas que devem pautar o preparo de originais seja para um livro, para um artigo de revista, para uma colaboração em jornais. A todas elas o presente livro de Francisco Wlasek Filho será de utilidade

SEPTIEMBRE, DICIEMBRE 1977. n. 28

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gra icas

V ENEZOLANAS

Gráficas Venezolanas Trata-se de uma publicação de excelente qualidade gráfica, bastante técnica e informativa. E considerada a Revista Gráfica de maior circulação na Venezuela e na América Latina. Sua distribuição é gratuita, atingindo a grande, média e pequena empresas, ou seja, indústrias gráficas, indústria de embalagens e afins de Caracas e Interior da República. Pode ser considerada uma publicação bastante interessante a todos ligados ao setor gráfico. A responsável por essa publicação é a Editorial Guiba, c. a. — Edif. Bidegain (locales A y B) — Avda. Venezuela — Bello Monte — Caracas, 105 — Venezuela.

plenamente essa destinação, a empresa define e fixa seus objetivos e estabelece as metas para alcançá-los. Qualquer atividade que se desenvolve na empresa será sempre orientada para a realização dos objetivos estabelecidos. Por isso que todo curso de treinamento só deverá ser programado em função dos interesses da empresa, quando realmente sua direção pretende utilizá-lo em benefício da estrutura e do funcionamento da organização. Qualquer curso de treinamento semi sempre um modificador do status do elemento humano, do

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Autor: Paulo Pinto Ferreira Nesta segunda edição — revista, atualizada e ampliada — o autor buscou a abrangência de todos os princípios, técnicas, metodologias e práticas de treinamento de pessoal, incluindo o que há de mais moderno e relevante neste campo. Em sua estrutura, a obra preconiza que todo empreendimento se constitui com uma destinação ou finalidade sócioeconômica. Para cumprir

De PEOVO/ 'I- 4009E6f ICElf

Francirco Wlarek Filho

PAULO PINTO FERREIRA

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Treinamento de Pessoal

Técnico De Preparação De Original/ e Revirão

I treinamento de

PeSSOal A 1lC*ice.pEAGOi A DO IIEOWEILT O

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indiscutível, porque estuda de forma bastante prática todos os aspectos que devem ser observados para a realização de um bom trabalho gráfico, desde as normas essenciais que os escritores, jornalistas, radialistas, etc. devem observar no preparo de seus originais, até os cuidados especiais que devem orientar o serviço de revisão, apresentando ainda uma lista completa dos sinais gráficos de revisão, como, também — complemento de grande importância — uma tabela de pesos de papel. Nesta segunda edição, a subdivisão dos símbolos e sinais gráficos de revisão em oito grupos,

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importância, facilita a utilização do livro. Na presente edição está incluída uma seção destinada especificamente à revisão e marcação de originais para composição, incluindo os símbolos mais usados, quando a maioria dos livros trata apenas de revisão de provas tipográficas. Tristão de Athayde, na recomendação que abre o livro, explica sua importância prática, não apenas para os técnicos, mas também para escritores, oradores, professores, publicistas, radialistas, televisionistas, jornalistas, cineastas e a todos os que lidam com matéria impressa. Publicação da Livraria AGIR Editora — Rua Bráulio Gomes, 125 — Cx. Postal 6040 — São Paulo — SP.

Custos na indústria Gráfica

publicar esta obra, resultante de trabalho elaborado, por solicitação sua, pelo Instituto de Administração da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS, sob orientação dos professores Rudolf Ornstein e Antônio Carlos Santos Rosa. Os autores baseados no conhecimento prévio das condições em que se encontrava a indústria gráfica e, diga-se de passagem, em que ainda se encontra — conhecimento esse obtido graças a pesquisas que fizeram realizar, deram à obra maior amplitude do que a inicialmente prevista, como denota seu título: Custos na Indústria Gráfica.

resoilo te:nica

do' do abco - associação fecnica brosileira de celulose e papal

Na verdade, esse livro aborda muitos outros aspectos da atividade industrial gráfica, como sejam: Controle de tempos despendidos; Controle de insumos; Fixação de tarifas; Critérios para estabelecer preços de vendas.

Autores: Rudolf Ornstein e Antônio Carlos S. Rosa

Custos na Indústria Gráfica se constitui, assim, em verdadeiro manual de administração de Sensível a uma das mais sentidas empresa gráfica e obra sem similar necessidades da indústria gráfica em lingua nacional. nacional — o conhecimento de seus Publicação da Editora custos — a Seção Regional do Rio Meridional EMMA — Rua Santana, Grande do Sul da Associação 931 — Porto Alegre — RS. I.

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O Papel A Divisão de Divulgação da ABCP, além de outros serviços, dedica-se principalmente promoção de todos os setores da indústria de celulose e papel, bem como das atividades desenvolvidas pela Associação, através do seu órgão oficial, a REVISTA "0 PAPEL". Esta é uma revista mensal, distribuída gratuitamente, não só entre os associados da ABCP, como também aos órgãos, entidades e congêneres tanto do Brasil como do exterior. Nela estão contidos todos os acontecimentos do setor de celulose e papel tanto nacional quanto internacional, incluindo pessoas, empresas, equipamentos, processos e serviços, além dos sempre procurados "trabalhos técnicos". Para dinamizar ainda mais esta área de informação da revista "0 PAPEL", única existente no País, a Divisão de Divulgação da ABCP, entidade que visa primordialmente o aprimoramento da tecnologia de fabricação de celulose e papel nacional, está disposição de todos para a publicação de notícias de interesse do setor. 30

Com isso, os fatos mais importantes e interessantes de suas empresas e entidades poderão ser veiculados em nossa publicação. Aproveite desta oportunidade que a Divisão de Divulgação oferece, escrevendo, telefonando ou solicitando a nossa presença para a elaboração de notícias, e se beneficie dos resultados! Tudo isso permitirá maior aproximação, bem como tornar mais coesa e progressista a nossa classe papeleira. Mantenha contato com nossa coordenadora Deucelia N. dos Santos, Divisão de Divulgação, na Rua Tubarana, 89 — Telefone: 70-6196.


Setor h. Jurídico

natureza trabalhista, restando inaplicável à hipótese do art. 18, da Lei 6.024174, sendo improcedente a suspensão a este titulo pleiteada.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A liquidação extrajudicial não gera restrições quer à ação quer à execução de natureza trabalhista, restando inaplicável á hipótese o art. 18 da Lei n96.024/74, sendo improcedente a suspensão a este título pleiteada." — Acórdão 1.397, de 24/08/77, do TST, em sessão plena, no RO-MS-195177 (Alves de Almeida, Rel.). — DJU de 02/09/77, pág. 5.984. FGTS — BANCO NACIONAL DE HABITAÇÃO — O Banco Nacional de Habitação tem legítimo interesse nas questões de pedido de movimentação dos depósitos do FGTS.

TRABALHISTA TESTEMUNHAS — O fato de não se ouvir testemunha amigo fntimo de uma das partes pode importar em cerceamen to de defesa. A lei impede o compromisso, mas não o depoimento de amigo Mama. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "0 fato de não se ouvir testemunha amigo íntimo de uma das partes pode importar em cerceamento de defesa. A lei impede o compromisso, mas não o depoimento de amigo íntimo." — Acórdão 1.703, de 22/06/77, da 34 Turma do TST, no Al-3.712/76 (Barata Silva, Rel.). — DJU de 29/07/77, pág. 5.132. LIQUIDAÇÃO EXTRAJUDICL4L — A liquidação extrajudicial não gera restrições quer et ação quer à execução de

Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Conheço do recurso, eis que já acolhi o agravo de instrumento. A matéria em debate já é objeto do Prejulgado 57 do Colendo TST. Somente em reclamação individual entre empregado e empregador e após o trânsito em julgado da sentença é que será possível a movimentação de depósitos. Sendo evidente o interesse do recorrente na causa, dou provimento ao recurso para julgar improcedente o pedido." Diz a ementa: "0 B.N.H. tem legítimo interesse nas questões de pedido de movimentação de depósitos no FGTS." — Acórdão 5.463, de 16/05/77, da 34 Turma do TRT da 24 Região, no Proc. TRT/SP-3.107177, de São Bernardo do Campo (Helder Almeida de Carvalho, Pres.; Reginaldo Mauger Allen, Rel.). EXTINÇÃO DA EMPRESA — EMPREGADO EM GOZO DE APOSENTADORIA — INVALIDEZ — Extinto o estabelecimento, extinto também o contrato de trabalho, é devida a indenização, não importando estar o empregado em gozo de aposentadora-invalidez, eis que esta pode ser cancelada. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Extinto o estabelecimento, extinto também o contrato de trabalho e devida a indenização não importando estar o empregado em gozo de aposentadoria-invalidez, eis que esta pode ser cancelada" — Acórdão 2.727, de 22/06/77, da 14 Turma do TST, no RR-2.997/76 (Hildebrand° Bisaglia, Rel.). — DJU de 29/07/77, Pág. 5.124.

FISCAL DESAPROPRIA CÃO DE PONTO DE COMERCIO — Constitui resultado de operação eventual, adicionável ao lucro real, o excesso acaso verificado entre o valor da indenização e o montante das despesas decorrentes da mudança. Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "0 local onde o comerciante ou o industrial instala o seu estabelecimento com o intuito de desenvolver as suas atividades em caráter permanente constitui, no direito comercial, o ponto de negócio ou ponto de comércio, que representa parte integrante dos bens incorpóreos constitutivos do fundo do comércio. Caso o estabelecimento esteja instalado em imóvel arrendado, o direito positivo brasileiro assegura, satisfeitos os pressupostos da lei, o chamado direito de propriedade comercial do locatário, que coexiste com o direito de propriedade do dono do prédio. Evidentemente, o valor da indenização recebida pela empresa, em decorrência de desapropriação de ponto de comércio, tem por finalidade ressarci-la das despesas advindas da mudança de localização, incluindo, pois, entre outras, a demolição de benfeitorias, desmontagem de maquinaria, remoção de materiais, transporte de bens de todos os dispêndios necessários à completa instalação do prédio para o qual se operar a transferência do estabelecimento comercial ou industrial. Ern consequência, caracterizar-se-á como resultado positivo de transação eventual, conforme previsto no art. 151 do RIR/75, o excesso acaso verificado entre o valor da indenização recebida e o montante das perdas e despesas ocorridas com as operações decorrentes da mudança de localização do estabelecimento, devidamente demonstradas pela escrituração da empresa, na forma do artigo 201 do RIR/75." Parecer Normativo CST-60. de 05/09/77. — DOU-I de 15/09/77, págs. 12.280/1.

SALÁRIO-EDUCAÇÃO — Tem natureza de contribuição mi generis, sem caráter tributário. Em recurso, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguinto o voto do Relator: "Rebelaram-se as correntes, em mandado de segurança que as instâncias locais denegaram, contra a exigência,

queies ez o saio • o Grande do Sul, na forma de sua legislação própria, do salárioeducação. Sustentaram, em suma, já contribuírem com tal encargo para a União, juntamente com as contribuições previdenciárias, na forma da Lei n9 4.440/64, estando por isso desobrigadas perante o Estado. Por outro lado, argumentaram ser o salárioeducação autêntico imposto, ou, quando menos, contribuição; num caso como noutro, não poderia instituí-lo senão a União, nunca o Estado." "Retive estes autos por algum tempo, à espera de que o Plenário examinasse a matéria nele versada e sobre ela se pronunciasse. Isso se deu a 19 de setembro passado, quando foi concluído o julgamento do RE 83.662, relatado pelo eminente Ministro Cunha Peixoto. Nesse julgamento, não foi conhecido o recurso extraordinário das empresas, vencidos os eminentes Ministros Relator, Rodrigues Alckmin e Antonio Neder. No entendimento dos votos que predominaram, o salárioeducação não tem caráter tributário, constituindo contribuição sill generis." — Acórdão de 09/11/76, da 24 Turma do STF, no RE 82.480, do Rio Grande do Sul (Thompson Flores, Pres.; Xavier de Albuquerque, Rel.). — RTJ-80, págs. 173/174.

COMERCIAL PROTESTO — Provimento 1, de 24/01/78, do Corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, sobre pagamento de títulos apresentados para protesto. PROVIMENTO N9 1, de 24 de Janeiro de 1978. O Desembargador Humberto de Andrade Junqueira, corregedor Geral da Justiça do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições, Considerando os fatos ocorridos no Terceiro Cartório de Protestos de Letras e Títulos desta Capital, no ano de 1972, objeto de processo criminal ainda em trâmite no foro desta comarca; Considerando os fatos recentemente verificados no Quinto Cartório de Protestos de Letras e Títulos desta Capital, objeto de sindicância em andamento e que justificaram a suspensão do Escrivão e do Oficial Maior; Considerando que o numerário, depositado em cartório para solução de MULOS apresentados para protesto, pertence aos credores e não, ao cartório, não tendo o Serventuário direito a seu uso, sob pretexto algum; Considerando os prejuízos consequentes e a repercussão

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negativa desses escãndalos, no tocante à imagem que o respeitável público deve ter de nossa organização judiciária, e Considerando ainda que é obrigação da Corregedoria Geral tomar as providências adequadas a que tais fatos não mais se repitam, resolve: Art. 19 — Os pagamentos de Títulos apresentados para protesto só poderão ser efetuados através de cheque visado e cruzado, no valor correspondente apenas ao da obrigação, emitido pelo interessado em nome e à ordem do credor ou do apresentante autorizado a receber, e pagável na praça do Cartório, sem prejuízo dos emolumentos devidos, que serão pagos no ato e em apartado. § 19 — Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil, se o vencimento cair em feriado bancário que não o seja também do foro extrajudicial. § 29 — De todas as intimações

deverão constar advertência que transcreva o "caput" e o parágrafo anterior deste artigo. § 39 — O Título quitado será en tregue ao interessado, mediante recibo, apenas a vista de cheque que preencha todos os requisitos do "caput" deste artigo. § 49 — O Escrivão verificará a regularidade formal dos cheques, inclusive em consonância com este Provimento, e reterá o cheque e o título, até que se lhe esclareça a inocorrência, quando suspeitar de irregularidade. Positivada esta, devolverá o cheque ao interessado, salvo se se prefigurar ilícito penal. § 59 — Os cheques serão entregues ao credor ou ao apresentante autorizado a receber, mediante recibo, e no mesmo dia, se um ou outro o exigir. Art. 29 — Quando a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos não devolver os "avisos de

recebimento" (ARs) de intimações, dentro do prazo contratual, o Escrivão expedirá, incontinenti, intimação em mão própria. Parágrafo único — O Escrivão elaborará relação diária das intimações em mão própria, expedidas de conformidade com este dispositivo, e remete-la-á, no fim do expediente diário, ao Juízo Corregedor Permanente, que a arquivará em pasta própria e ordem cronológica. Art. 39 — 0 Escrivão só sustará lavratura de instrumento de protesto, a vista de requerimento escrito do credor ou do apresentante, ou por ordem judicial. Parágrafo único — Em se tratando de requerimento escrito do credor ou do apresentante, o Escrivão devolverá o título no ato de protocolo do requerimento, que será arquivado em pasta própria e

ordem cronológica, anotando a devolução no livro próprio. Permanecerão, em Cartório, disposição do respectivo Juízo, apenas os títulos cujo protesto for sustado por decisão judicial. Art. 49 — Este Provimento entrará em vigor, para todos os Cartório de Protestos de Letras e Títulos do Estado de São Paulo, no dia 19 (primeiro) de fevereiro do corrente, revogadas as disposições em contrário.

Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. São Paulo, 24 de janeiro de 1978. Eu, (a) Ezio Donati, Diretor do Departamento da Corregedoria Geral da Justiça (DEGE), subscrevi. (a) Des. Humberto de Andrade Junqueira, Corregedor Geral da Justiça.

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