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= ANO III - NÚMERO 28 - MARÇO 78

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EM REVISTA

interpack 78 Düsseldorf 8.-14.6.1978

ASSOCIAÇA0 BRASILEIRA DA INDOSTRIA GRÁFICA REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


MULTILITH 1850 A SOLUÇÃO DEFINITIVA PARA OS SEUS PROBLEMAS Resolva totalmente seus problemas de ordem economica, de espaço, de produção e de qualidade com a nova Multilith 1850. Multilith 1850, é tudo o que você espera de uma máquina off-set. Venha ver de perto uma Multilith 1850 e conhecer todas as vantagens de se possuir a primeira máquina semi-industrial brasileira. Em duas versões 1850-ST, standard ou 1850-CD, com entrega do papel por correntes.

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EM REVISTA

Expediente ABIGRAF EM REVISTA Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S.Paulo. Registrada no 29 Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de S. Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n°02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n9 1.517-P, 209/73.

A.

Redação e Administração: Rua Marquês de Itú, 70 129 andar — Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724. Telegr.: "AB IG RAF" — CP.7815 01223 — São Paulo, SP, Brasil.

EM REVISTA ztr-V -

Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente Consultores Técnicos: Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação: Saulo Barros

MTPS n98312

Programação Visual, Composição e Impressão: Rettec — Reproduções Gráficas, Traduções e Edições TécnicoCientificas Ltda. Largo do Paiçandu, 72 — 39 Tels.: 227-4311 e 227-9085.

I lustração que simboliza a capa do folheto referente INTERPACK'78 — E0 Feira Internacional de Máquinas de Embalagem, Materiais de Embalagem e Máquinas de Confeitaria, programada para 8a 14 de junho de 1978, em Dusseldorf. Alemanha.

Sumário Editorial

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Cartas

6

Mesa Redonda: A Nova Tecnologia de Artes Gráficas

8

Divulgação e técnica do emprego dos densitômetros

14

Perspectivas Futuras das Artes Gráficas

17

Flashes

18

Atualidades AB IG RAF/SIGESP

21

Noticiário SENAI

22

Bolsa de Máquinas

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Nossa Impressão

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Setor Jurídico

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Delegados Estaduais e Regionais

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(GUTENBERG)

computador que podem trabalhar isolados ou conectados a um sistema de fotocomposiçâo. O sistema 2200 permite compor na tela do video um anúncio completo, com linhas verticals e horizontais. Por simples aperto de tecla os elementos do anúncio podem ser remanejados de qualquer forma. Sõmente quando o anúncio está completo na tela e em defi nitivo, um comando inicia a perfuração da fita devida ou então o armazenamento de todos os comandos no computador central. O operador não se precisa preocupar em definir distâncias, corpos, entrelinhamentos etc, pois pode compor todo o anúncio de forma visual. O computador calcula ele mesmo todos os parâmetros de composição. As fotocompositoras FOTOTRONIC - Há dois modelos de fotocompositoras convencionais (fotográficas com discos de tipos) no programa HARRIS: o modelo FOTOTRONIC TXT

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que mistura 10 fontes em 12 corpos e compõe ate 42 paicas e o modelo FOTOTRONIC 4000 que mistura 15 fontes em 24 corpos e compõe ate 54 paicas. Há também a série FOTOTRONIC 7000 que corresponde a fotocompositoras CRT ( tubo de raio catódico) onde as fontes não são matrizesfotográficas, mas sim programações eletrônicas para o tubo de raios catódicas. Há o modelo FOTOTRONIC 7400 para linhas de 68 paicas e o modelo 7600 para 100 paicas. Linha computype- Porfim, o programa de fotocompositoras HARRIS ainda compreende a linha de produtos computype. Nesta linha se destacam as terminais de edição e composição Compu Edit com tela de video, de baixissimo custo e compativeis com todos os sistemas de fotocomposiçã'o no código ITS. Também merece destaque a unidade de processamento MicroStor com uma base de memória de 600 KB formada por um disco magnético (floppy disc) de densidade dupla. O MicroStor permite a conexão direta de 6 terminais compuEdit, podendo funcionar isoladamente, isto é, acoplada diretamente a uma fotocompositora, ou então, em conjunto com um sistema de fotocomposição amplo, onde tem a função de aumentar a capacidade. O sistema CompuEdit com MicroStor também pode ser utilizado para a composição comercial. Assistência técnica e garantia HARRIS - A HARRIS fornece com cada sistema de fotocomposição toda a "software" (programação) para a utilização prática e racional do sistema. Os programas da HARRIS são todos amplamente testados e se encontram em uso nos maiores jornais de todo o mundo. A HARRIS garante também a assistência técnica de todos os seus equipamentos por técnicos especializados. No Brasil os equipamentos de fotocomposição HARRIS são representados pela firma GUTENBERG - Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., sita à Rua Conselheiro Nebias, Sao Paulo; e com filiais no Rio de Janeiro, recife, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, e que possui técnicos treinados na própria fábrica HARRIS para garantir a assistência técnica, No Brasil, muitos jornais e editora de grande porte trabalham com sistemas de fotocompositora s HARRIS.

Sistemas de fotocomposicão para jornais - A HARRIS tem

desenvolvido nos últimos anos uma série de sistemas de fotocomposição para jornais, adequados para jornais de grande, médio e pequeno porte. O lançamento mais recente neste setor, corresponde à série HARRIS 2530, o modelo 2531, menor, corresponde a um computador de controle com capacidade de 128K, uma reserva "fria" de igual capacidade, 4 terminais de controle com visor (HARRIS 1700) para a composição de textos e classificados, duas bases de dados com 66 megabytes cada. O modelo HARRIS 2532 já comporta 8 terminais HARRIS 1700, possuindo computador de controle de 128K e uma reserva "quente" de 128k, 2 entradas para OCR e o sistema de "lay-out" (composição de página inteira) HARRIS 2200. Os modelos HARRIS 2533 e 2534 permitem cada um deles uma produção cada vez maior, incluindo terminais remotos para repórteres (a informação chega ao computador por telefone). Além desta série nova, 2530, ha ainda os sistemas de fotocomposição para jornais da HARRIS já consagrados há algum tempo, que culminam com o modelo 2570 para jornais de grandíssimo porte. Sistema de fotocomposição lay-out: HARRIS 2200 - O sistema HARRIS 2200 compreende um terminal de video e um

Escritório Central:

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Setor Industrial:

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Filiais: RECIFE SALVADOR BELO HORIZONTE RIO DE JANEIRO


Diretoria: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira V ice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 29 Vice-Presidente: Sidney Fernandes Secretário: Antonio Bolognesi Pereira 29 Secretário: Dráusio Basile Tesoureiro: Waldyr Priolli 29 Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vino Jose Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário: Sidney Fernandes 29 Secretário: José Aidar Filho Tesoureiro: Irineu Thomaz 29 Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Püblicas: Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Dráusio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy José Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto José Ciasca Suplentes: Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatra Delegados representantes junto b FIESP: Theobaldo De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Dráusio Basile Secretaria: das 8 às 11,30 e das 13 às 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretário Geral: E lias Valent ir Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Dra. Rose Maria Priolli Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais, cfveis e criminais.

EDITORIAL

IMPRENSAS OFICIAIS E SUAS IMPLICAÇÕES

concorrência imposta, estas gráficas contam com grandes facilidades para efetuar importações onerosas de maquinaria com total isenção, o que não acontece ao empresário gráfico comum, o qual tem de se sujeitar aos depósitos e outras exigências estatais.

Por todo o oafs, principalmente por força da necessidade de comunicação dos atos dos poderes executivo e legislativo, foram implantadas as imprensas oficiais. Atualmente, qualquer prefeitura Estas, em princípio, deveriam do Interior, a primeira coisa que faz apenas se constituir num suporte e num 6 implantar uma gráfica, qualquer meio de comunicação direta de todos repartição Federal ou Estadual também os atos do governo, mas com o passar possuem a sua gráfica, e assim do tempo estes objetivos foram ultimamente vão penetrando ativamente no mercado gráfico nacional, em prejuízo desvirtuados e têm se derivado muito dos cofres públicos e das empresas de seus propósitos e da primordial privadas. O Estado de Minas Gerais, intenção que, por certo, teve o governo através do Governador Aureliano Chaves, ao instituí-las. sentindo a gravidade do problema, Em todos os quadrantes do pa ís prudentemente criou uma comissão de não só as imprensas oficiais, mas, estudos com o objetivo de sentir o também, uma enorme quantidade de parque gráfico mineiro. E segundo empresas estatais têm feito uma informações recebidas dos companheiros concorrência direta ao parque gráfico nacional. Umas em forma de Sociedades de Minas Gerais o governo desse Estado Anônimas, outras diretamente. deverá nos próximos dias firmar através de algum ato normativo a progressiva Ë importante frisar que jamais desmobilização da Indústria Gráfica a direção da ABIG RAF assumiria qualquer atitude contrária às imprensas oficiais se as mesmas seguissem rigorosamente os seus objetivos. Pois, em muitos Estados as imprensas oficiais gradativamente vêm penetrando no mercado das Indústrias Gráficas, elaborando uma séria concorrência às mesmas, quer confeccionando impressos e ate mesmo vendendo papel. Tais gráficas além de subtraírem das gráficas privadas esse mercado tradicionalmente responsável pela subsistência das mesmas, ainda acarretam um grande desequilíbrio em termos de preços e de condições de trabalho, levando-se em consideração que a incidência de impostos sobre tais imprensas oficiais é quase inexistente, o que não acontece com as gráficas privadas, as quais estão sujeitas ao ICM, IPI, INPS, etc. A ABIGRAF tem procurado por todos os meios legais coibir estes atos das imprensas oficiais, tendo já levado ao conhecimento do Presidente da República este problema, solicitando providências urgente, uma vez que cada dia que passa novas gráficas vão surgindo, e segundo informações extra-oficiais já existem operando no mercado aproximadamente 1.200 gráficas estatais. E além da

Estatal, ficando com a imprensa oficial encarregada, explicitamente, de dar publicação aos atos do governo, do poder judiciário, do executivo e das repartições públicas, principalmente para a confecção de impressos de urgência, e os impressos que não se enquadrarem nesta última circunstância deverão ser destinados às empresas privadas, as quais, por motivo dessa concorrência, se encontram com capacidade ociosa. Com a criação do GEIPAG foi propiciado um grande incentivo à modernização do parque gráfico nacional, tendo as empresas investido bastante com integral apoio do governo. Ora, depois que receberam toda essa moderna maquinaria e que se encontram agora disposição com capacidade totalmente ociosa, não seria justo que as empresas estatais, paralelamente, fossem se equiparando, e depois passassem, como está acontecendo, a fazer concorrência direta a elas. Reiteramos, então, aos poderes governamentais uma solução plausível no sentido de devolver às pequenas e médias empresas esse importante mercado de trabalho, a fim de que as mesmas sejam revitalizadas cada vez mais e possam assim participar das grandes realizações econômicas do país.


Cartas Vimos, por meio desta, solicitar a V.Sa. a gentileza, se possível, de fornecer-nos para efeito de consultas, os números da Revista ABIGRAF de 01 ao 15, em vista dos mesmos terem sido extraviados por ocasião de nossa mudança. CANTON — COM. IND. GRÁFICA LTDA Rua Lopes Coutinho, 164 São Paulo — SP Já passamos esta sua carta para nosso departamento de circulação, a fim de que o mesmo, dentro do possível, providencie o envio urgente dos números solicitados de ABIGRAF EM REVISTA.

Estamos encaminhando a V.Sas. um exemplar da publicação "Plano Específico de Defesa Civil para Prevenção, Socorro, Assistência e Recuperação", da Secretaria Executiva da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, da Casa Militar do Governo do Estado de São Paulo, estabelecendo diretrizes coordenadoras para o planejamento, em todos os níveis, de medidas relativas à Defesa Civil para prevenção, socorro, assistência e recuperação, face a eventos desastrosos que possam ocorrer no Estado de São Paulo, durante os meses de verão. FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO. Hélio Barbosa Fernandes Secretário Geral Agradecemos o envio da aludida publicação, e, desde já, colocamos a mesma como fonte de consultas à disposição de todos os associados e não associados da ABIGRAF, ern nossa sede na Rua Marques de Itu, 70— 129 andar.

Solicitamos que nos informem nomes e endereços de fabricantes de máquinas para confecção de guardanapos tipo 16 x 16, 24 x 24, 34 x 34 cm, o tipo de lancheria e outros tipos que possa haver. Estamos interessados em montar fábrica de guardanapos e esperamos não necessitar recorrer à importação (Alemanha). LUMA COMERCIO DE METAIS E REPRESENTAÇÕES LTDA. R. Pinheiro Machado, 877 — 19 — Cj. 1 95.100 — Caxias do Sul — RS Estamos fazendo um levantamento dentro do setor, a fim de especificar os fabricantes desse tipo de maquinaria e logo em seguida entraremos em contato com V.Sas. E solicitamos aos senhores fabricantes dessas máquinas que entrem de imediato ern contato com essa empresa interessada.

Solicitamos a V.Sa. a especial gentileza de enviar, se possível, para o Sr. Waldemar Lichtenfels — Diretor de Mídia da DPZ — Duailibi, Petit, Zaragoza Propaganda S/A, os exemplares de ABIGRAF EM REVISTA, de janeiro a dezembro de 1977. DUAILIBI, PETIT, ZARAGOZA PROPAGANDA S/A. Avenida Cidade Jardim, 280 São Paulo — SP Já encaminhamos esta carta de V.Sas. para nosso Dept'? de Circulação, o qual atenderá, o mais rápido possível, a solicitação dessa conceituada Agência de Publicidade.

Gostaria de saber como poderei adquirir a Revista "ABIGRAF". E necessário fazer assinatura ou a revista é cedida a sócios e amigos? Trabalho no Dept 9 de Produção da Dogma Propaganda Ltda. (Chefe de Arte) e para mim será de grande utilidade. RUBENS FRANCO ALMEIDA COSTA Dogma Propaganda Ltda. Rua Barão do Bananal, 947 São Paulo — SP Sendo ABIGRAF EM REVISTA de grande interesse para V.Sa., já providenciamos, imediatamente, a inclusão de seu nome no Deptq de Circulação da mesma.

Servimo-nos da presente para passar às mãos de V.Sas. um texto e uma foto que se referem a uma nova máquina de aplicar folhas de guarda em blocos de livros à guisa de press-release em ABIGRAF EM REVISTA. Continuaremos a pesquisar os artigos que nos chegam a respeito de variedades gráficas que forem surgindo e, tão logo nos depararmos com algum que a nosso ver seja de interesse dos leitores de sua revista, mandaremos para serem publicados. GUTENBERG — MÁQUINAS E MATERIAIS GRÁFICOS LTDA. Rua Conselheiro Nébias, 1.111 São Paulo — SP Agradecemos a atenção de V.Sas. por esta preciosa colaboração no campo tec-

nológico, que enriquece sobremaneira o teor editorial desta publicação. E nossas páginas estarão sempre à disposição dessa conceituada empresa para publicações de todo e qualquer press-release de interesse do setor editorial.

Acusamos o recebimento do vosso especial favor, em resposta ao nosso apelo, de 17/10/77, de promoção de uma campanha, junto às Indústrias Gráficas do Estado de São Paulo, em benefício da aquisição de um motor Volkswagen para o veículo do Serviço de atendimento Medico-Social desta Instituição caritativa e filantrópica. Somos gratos pelo vosso esforço e solicitamos a Revista, na qual será publicado nosso apelo, para que posteriormente possamos oferecer nosso especial agradecimento e remeter a cada indústria contribuinte um recibo válido para abatimento no Imposto de Renda. CONGREGAÇÃO APOSTÓLICA DA SS. TRINDADE Avenida Luiz Pereira Júnior, s/n9 55.360 — Caetés — PE Transcrevemos aqui o apelo de V.Sa. em prol dessa nobre e filantrópica Instituição que não poupa esforços para minorar o sofrimento dos menos favorecidos. Deixamos consignado o endereço da mesma para que todos os industriais do setor possam encaminhar suas doações e solicitamos à Volkswagen do Brasil, diretamente ou por intermédio de sua Agência de Publicidade, o atendimento da premente solicitação de V.Sa.


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Mesa Redonda: A Nova Tecnologia de Artes Gráficas Importante tema abordado no United States Trade Center de São Paulo, no dia 19 de outubro de 1977, por ocasião da Exposição de Equipamentos de Artes Gráficas e Impressão. Contou com a participação dos Srs. Peter Rohl, Antônio Ortiguela e Ignaz Sessler, da Abril S/A; Tom Smith, Macbeth; George Hall, Autográfica; José Luiz Pereira, Linotipo do Brasil; Stewart Rush, National Printing Plate. E participara como moderador o Engenheiro Gráfico Thomaz Caspary, representante da Associação Brasileira da Indústria Gráfica, Regional do Estado de São Paulo.

Seminário de Artes Gráficas Stewart Rush — National Printing Plates: O nosso produto esta na categoria de impressão de "flexografia". A impressão flexográfica foi desenvolvida na Alemanha há mais ou menos cem anos. A impressão flexográfica é simplesmente a impressão com uma chapa flexível usando um corante de anilina A base de água. A impressão flexográfica é usada porque é uma maneira prática para a impressão sobre materiais como cartão, papel pesado, embalagens, e filmes de plástico e de metais. A tecnologia da flexografia não tinha se desenvolvido a um rítmo suficientemente acelerado para poder oferecer uma qualidade igual ao "offset" "gravure". A grande vantagem da impressão flexográfica é naturalmente o baixo custo da chapa. Não obstante, nos últimos cinco anos a tecnologia melhorou muito, a flexograf ia, tornou-se mu ito popular. O desenvolvimento das chapas flexográficas resultou em uma qualidade de impressão comparável ao offset. O uso de novas químicas materiais, tais como, chapas de magnésio em vez de zinco e os pollmeros, materiais plásticos que, ao serem introduzidos a luz e depois curados, tornam-se chapas verdadeiras. Outro desenvolvimento é o novo processo "fotoflex", da nossa firma, que é o processo de fazer moldes colocando folhas sucessivas de material fotoquímico sobre uma chapa de alumínio. Este processo constitui um molde com bordas de 90 graus, que permite formar uma chapa de borracha que não perde sua qualidade enquanto se desgasta durante a impressão, permitindo assim um número muito alto de impressões de ótima qualidade com a mesma chapa. Esta nova tecnologia tem renovado muito o interesse em flexografia, sobretudo se tomamos em conta que o custo das chapas de borracha são muito mais baratas de que as chapas de offset. Tom Smith — Macbeth: A minha firma fabrica aparelhos para o controle de qualidade de reprodução de cores. Eu gostaria de discutir dois aspectos do controle

de qualidade. Primeiro gostaria de falar sobre o que se costuma chamar de "controle yisual", isto é, a padronização da iluminação para a fiscalização de cores. Um dos acontecimentos mais significativos na indústria norte-americana foi o fato dela ter adotado o que se chama "inspecionamento num ambiente padronizado". Um dos problemas relacionados a reprodução de cores é que pessoas diferentes inspecionam cores sob iluminação diferente, e, por causa disso, a cor que sai da máquina impressora pode ser bem diferente da cor escolhida pelo cliente num outro local com luz distinta. Por exemplo, uma agência de publicidade escolhe, em seu escritório, as cores para um anúncio de uma revista. O gerente de produção também olha as cores em sua sala. As tintas são misturadas e o gerente de produção ao ver a prova, aceita as cores e da instruções ao operador para rodar o trabalho. Quando o material é entregue ao cliente, o cliente não aceita o trabalho porque as cores não são aquelas que pediu. Que é que aconteceu? Foi um problema de "iluminação não padronizada". O cliente escolheu as cores sob luzes florescentes, o gerente de produção examinou sob luz natural, e o operador misturou as tintas na fábrica sob luz escura e indireta. Quando o trabalho foi levado de volta a sala do cliente as cores já não eram iguais porque as inspeções foram feitas em "ambientes" diferentes. A indústria gráfica norteamericana está adotando a padronização de iluminação porque todo mundo reconhece que esta padronização tem um efeito muito positivo quanto a qualidade, satisfação do cliente, e portanto lucros. O segundo aspecto do controle de qualidade que gostaria de mencionar é a fiscalização constante enquanto a máquina impressora está rodando, o que chamamos o controle "on-line". Anteriormente, o método de controle sempre era "off-line", isso quer dizer que para inspecionar o material impresso, o operador tinha que tomar uma mostra da máquina, levá-la para um aparelho de análises a um lugar de iluminação padronizada, enquanto a


máquina continuava rodando, imprimindo cores que possivelmente fossem inaceitáveis. Um objetivo da nossa firma durante os últimos dez anos foi desenvolver um analisador de cores que funciona continuamente na linha de produção para medir a qualidade de cores enquanto estão sendo impressas. Esse objetivo foi alcançado este ano, graças ao desenvolvimento dos microprocessadores, computadores minúsculos que permitem a análise instantânea efetuada por um aparelho muito compacto. Estes microprocessadores podem indicar constantemente se as cores que estão sendo impressas variam das cores selecionadas anteriormente pelo cliente, e podem indicar também até que grau as cores estão variando do padrão escolhido pelo cliente. Estes microprocessadores podem ser programados para ativar um alarme ou até parar a máquina quando as cores saem fora de certos limites de tolerância. Estes sistemas de fiscalização estão melhorando a eficiência, a produtividade, e a qualidade da produção de gráficas, e estamos orgulhosos de poder participar nestes avanços.

e neste sentido o equipamento produzido por uma companhia sediada na Califórnia, de nome IOCOM tem permitido a suplantação da fotomecânica na produção das chapas para impressoras tanto em jornais como em gráficas e trabalhando com diversas qualidades pode-se passar diretamente do paste-up b chapa offset de diferentes tipos, ou diretamente do filme se assim o preferir. Para então fazer chapas em questão de 60 a 90 segundos, eliminando assim totalmente a alteração da foto mecânica como é conhecida nos dias de hoje, tirar o negativo, revelar, secar, retocar, e queimar a chapa. E esse é um dos setores também que, inclusive com o desenvolvimento da ciência nesse aspecto, poderá eliminar outro setor que estamos promovendo hoje, a fotocomposição propriamente. Pois permite passar diretamente do. computador ao laser na chapa, eliminando no futuro mais um setor além da fotomecânica, a fotocomposição. As perspectivas desse tipo de aplicação são dependentes não da tecnologia somente, mas o dinheiro que as fábricas decidam investir nesse setor. Hoje temos duas fábricas além da IOCOM que estão George Hall — Autográfica: se preparando para lançar sistemas Nossa especialidade é assessoria que concorrerão no futuro e farão em sistemas de composição e peri- com que todos nós tenhamos meféricos. Conseguimos um grande lhor aproveitamento com a concoravanço em nosso setor, da indústria rência da tecnologia nesse aspecto. gráfica que talvez seja o maior que A eliminação da fotocomposição já se teve em um número tão peque- sera mais limitada e será só naqueno de anos. les aspectos cujos grandes volumes Nosso interesse é apresentar, du- justifiquem a implantação de comrante a discussão que poderemos putadores com suficiente lógica e ter logo, a demonstração dos equi- memória não só para reter a inforpamentos, alguns como a utilização mação e eventualmente processar dos microprocessadores e avanços por pontos as fotografias, mas tamem outros setores da indústria grá- bém para a colocação direta na chafica. pa não tendo necessidade de enuSomos todos atingidos direta- merar os parâmetros diretivos para mente pelo avanço da composição muitas memórias do computador, e o que isto significa é rapidez, ba- e também tempo de programação. rateamento e melhor utilização do Já se tem feito experiências desse setor humano, assim como no setor tipo e podemos, talvez, contribuir de máquinas. O uso do raio laser com algumas informações suplena indústria gráfica é um dos fato- mentares. O desenvolvimento do res que pertencem mais ao futuro laser tem permitido um desenvole o presente do que ao passado. vimento paralelo de outro setor da Este setor da ciência utiliza várias indústria, que é o da chapa offset. formas, mas o que deseja enfatizar As substâncias com que se recoé que temos o prazer de sermos pio- bre estas chapas para permitir "laneiros em vários países do mundo sers" de menor tamanho, maior du-

rabilidade e menor custo total, podem ser aproveitados. Na verdade os primeiros fregueses desse sistema têm sido das fábricas de chapas, como Western Litho, a Kodak, Hoechst na Alemanha, e várias outras. A fábrica em referência, a IOCOM, diz que os maiores fabricantes de chapas do mundo, como é o caso da Kodak e Hoechst, se dedicam ou pensam dedicar-se ao desenvolvimento desse setor, que é muito importante ciência de laser e sua aplicação nas artes gráficas.

José Luís Pereira — Linotypo do Brasil: Nós representamos a Mergenthaler Linotypo Cp., companhia especializada em produção de equipamento de fotocomposição, e anteriormente a empresa lançou, desde 1886, as máquinas de compor a chumbo, o linotipo. Na qualidade de empresa mais antiga do ramo de composição tenho certeza de que é sobejamente conhecida de todos os presentes. Atualmente os avanços da tecnologia na area de equipamentos de composição notadamente com recursos da eletrônica têm possibilitado um avanço enorme em termos de performance e versatilidade desses equipamentos. Com muito prazer estarei b disposição de todos para contribuir com algum esclarecimento a respeito do assunto.

Peter Rohl — Abril S/A. Minha primeira pergunta seria a respeito de controles originais. Um dos problemas que nós encontramos é o de controlar diapositivos de pequenas dimensões: os cromos. Gostaria de saber se existe a previsão de um densitômetro que tivesse uma abertura permitindo uma avaliação precisa de densidade de transmissão em diapositivos. Sei que existe microdensitômetros, mas o nosso problema é justamente entre uma coisa e outra, estou falando de uma abertura da ordem de 02 a 03 MM.

Tom Smith — Macbeth: A minha resposta tem duas partes: nossa firma produz produtos conforme o padrão da indústria — Macbeth mesmo não estabelece padrão. Nós procuramos saber quais são os problemas da indústria e depois solucioná-los fabricando me-


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11] Pfl I Equipamentos

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Fotomecânicos Industriais Ltda.

Rua Tabapua, 809- São Paulo - CEP 04533- Tels.: 853-7453 - 853-8043 - Telex (011)21822

Representantes Regionals: Rio de Janeiro - Porto Alegre - Curi-


lhores produtos. O problema de cromos pequenos existe. Temos visores para cromos de tamanho 4 x 5, 5 x 7 e 8 x 10. Os cromos pequenos de 35 mm sempre têm sido um problema. A razão é que o olho do ser humano não percebe de maneira igual um cromo pequeno e um cromo maior. Há 3 ou 4 anos conversamos com as indústrias gráficas na cidade de Nova Iorque para saber o que precisavam. Projetamos um visor que chamamos de VI-35, o qual foi desenhado especificamente para permitir a examinação de um cromo projetado para receber informações ex atas sobre a qualidade das cores do cromo. Estes aparelhos reproduzem o cromo na tela com a mesma temperatura de cores que o original, e permite a fiscalização visual bastante precisa. Então, posso responder que sim, temos um aparelho para examinar cromos pequenos. Para cromos menores de 1 mm no campo da "microdensitrometria", o problema de medição é o seguinte: uma area tão pequena não é representativa do cromo total. Por isso, a abertura de 1 mm que é o padrão para densitômetros é a menor que existe porque ainda dá informações representativas. Usando uma abertura tão pequena daria informações erradas ou, ainda pior, enganadas.

Peter Rohl: Qual é a previsão do prazo q i e a gente poderá ter a partir dessa tledida em tempo real? Uma ação corretiva também em tempo real? Medição instantânea, ou medição "on-line", tem sido tentada antes. A dificuldade tem sido a necessidade dos aparelhos de medição terem que fazer contato com o papel. Em nossa pesquisa temos desenvolvido um aparelho que utiliza o que chamamos uma fonte de luz "pulse zenon" que é de alta intensidade e dura só 35 microssegundos. Esse método nos permite medir as cores impressas sem contato físico com o papel. Não importa a velocidade da máquina impressora porque a fonte de luz congela o movimento do papel. Além deste avanço, a introdução dos microprocessadores também nos permite usar as informa;

coes obtidas e instantaneamente dar instruções à máquina para corrigir quaisquer defeitos observados. Já temos um densitômetro "on-line"

que mede, indica ao operador qual a qualidade das cores relativas ao padrão, e com limites de tolerância anteriormente escolhidos, pode ativar um alarme. Ortiguela: Eu vou fazer um pergunta quanto a fotocomposição. Em revisões durante o processo, perguntaria: qual o sistema mais correto para controlar firme o papel em possíveis repetições de linhas de textos no que se refere a densidade de linha mais fina ou mais grossa, enfim engrossamento ou afinação desta linha.

original, reproduzi-lo de forma tal, engrossando ou afinando os traços até que seja irreconhecível pela pessoa que o desenhou. Ortiguela: Contesto em parte, porque o que eu estou me referindo é o problema de repetição possível de linhas, ou seja, numa edição já impressa nós temos de corrigir alguma linha ou modificar. Então, teríamos que recompor esta linha, e temos que fazer os traços exatamente iguais aos anteriores.

Hall:

Se o Sr. está usando o que hoje se conhece como papel RC que é um papel não estabilizador, o Sr. não terá nenhum problema em manter a densidade, porque quando Hall: o papel RC não é processado é auQuando o senhor se refere a en- tomaticamente fixado. E ao colar a grossamento ou afinamento de li- nova linha sobre a anterior, o Sr. nha está falando de texto ou de ca- eliminou um problema que se exisracteres de linhas propriamente em tia ou existe quando o Sr. utiliza termos de formatos? papel "S" estabilizador com apenas horas, dias ou semanas, depois da Ortiguela: revelação original, esse papel muda Não há caracteres. Se o senhor e continua mudando-se até que seja vai trocar a característica básica do impossível utilizar as densidades. caracter, levando em conta que den- Qualquer correção sera automaticatro.da tecnologia moderna estamos mente de uma densidade diferente, representando o caracter como foi mesmo quando o Sr. o tiver fixado, originalmente desenhado pelo artis- secado imediatamente logo após ta, está afetando toda a tipografia produzir. Estamos tomando por baque dentro do setor da indústria se de que dentro da tecnologia moconsideramos muito importante e derna todas as máquinas têm uma básico para a representação final do certa qualidade independente da que a gente está buscando. Talvez marca de origem, e de fato a máo sentido de sua pergunta não seja quina processará o novo material exatamente este. Hoje na tecnologia nas mesmas condições que o origiserve-se CRT (Tubos de Raios Cata- nal. Se não tomamos isto como balíticos), e o Sr. pode trocar à vonta- se, a discussão muda totalmente, de dentro de alguns tipos de má- mas tomando que todas as máquiquinas, especificamente as que nós nas farão a correção um dia, uma vendemos desse tipo, a de tipo car- semana ou um mas depois com a retel se assim o quiser. Quer dizer mesma qualidade original que protomando como imagem original o cessaram o material inicial. A chave desenho da reprodução fiel do ca- da tecnologia moderna que utiliza racter desenhado dentro da família discos de diferentes tipos ou "prindesejado por quem seja. O Sr. pode ters" de alta velocidade é que o Sr. fazer uma variação totalmente con- pode fazer as correções no "hardtrolada usando eletrônica sem pris- copy", no "printer", no "printmas, lentes ou espelhos de qualquer out" e pedir à terminal ou a unidatipo. No Brasil há mais de uma dú- de que tenha o disco ou o compuzia dessas máquinas que permitem tador se o Sr. tem se equipado. Esse fazer isso automática e totalmente. material é demonstrado na tela, fazTenho que dizer que o Sr. poderia se a correção, manda a correção tomando o original, um caracter novamente para o computador ou

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disco, processa-o novamente pelo "printer", aprova-se a cópia e só neste momento passa à fotocomposição, poupando possivelmente mu ito material fotográfico que não nada econômico. Ortiguela: No controle de impressão existe o problema de controlar as cores na folha fresca, isto é, quando sai da máquina e posteriormente quando esta está seca. Além dos círculos polarizadores, que métodos são os mais eficientes para este tipo de controle?

Smith: O Sr. está destacando um problema que existe na indústria já há muito tempo. As deficiências entre as tintas, as características e absorção do papel, a umidade, a temperatura, todas estas cópias determinam a secagem das tintas. Um filtro de polarização não é uma má idéia, mas nós estamos convencidos que só um operador experimentado, que conhece os papéis e as tintas, pode assegurar que as mesmas seguem como desejado. Agora falando de medição e controle de densidades de cores, eu gostaria de salientar o problema dos usuários de densitômetros, acreditarem que as medições são absolutas. Mas na verdade não são. Todos os densitômetros medem preto e branco conforme o padrão, mas quando se mede outras cores, o densitômetro de diferentes fabricantes dão valores diferentes. Os valores são só relativos e não absolutos. Só os valores para preto e branco, os extremos do espectro. Ortiguela: Em termos de tiragem, ate que ponto a flexografia 6. competitiva com a flexo-fotopolímero ou com a I itogravura? A pergunta é quantas impressões pode fazer-se com uma chapa "fotoflex" em comparação com uma chapa de fotopolímeros. Não sei se posso responder completamente. Nos quatro anos em que já existe o processo fotoflex, fizemos só um estudo profundo: este foi feito pela Pure-Pack Division durante um período de três anos.

Eles imprimiram 30 milhões de caixas de cartão para embalagens de um litro de leite. O desgaste da chapa foi de 15 milímetros, mas com borda de 90 graus a qualidade depois deste desgaste foi quase igual qualidade inicial. A maior quantidade que foi rodada com chapas feitas por outros métodos, que conheço, foi de cinco ate seis milhões.

Peter Rohl: Quando se trata de altíssima qualidade, entendo perfeitamente porque o "laser" é um avanço magnífico. Mas no caso de um jornal por exemplo, o custo de instalação laser não seria pouco vantajoso em relação ao sistema tradicional de telefoto.

sição anteriores ou a empresas menores. Em segundo lugar, quando realmente estamos atingindo uma vantagem econômica para se tornar razoável os sistemas mais avançados, aos quais foram dado uma certa ênfase.

Pereira: Não há dúvida de que estamos todos de acordo que a comercialização de um sistema só se torna viável quando oferece aos usuários vantaoperacionais, notadamente gens vantagens econômicas. Toda a tecnologia de diferentes produtores de fotocomposição tem como escopo essa meta, de oferecer algo ao usuário em benefício de seus custos de produção.

Peter Rohl: Hall: A partir das primeiras semanas do próximo mês, o Brasil será o segundo país depois dos E.U.A. a ter uma instalação desse tipo. O jornal "0 Globo", do Rio de Janeiro, vai instalar esse sistema. E para iniciar vai começar a trabalhar em filme. A aplicação específica lá e log ística se quiser, dois prédios, dois lados da rua, composição de um lado e impressão do outro. Levar "paste-ups" durante muito tempo de um lado da rua a outro, não é realmente muito prático. A transmissão rápida, o filme primeiro e logo a chapa se quiser, do "paste-up" sem nenhuma movimentação física de um prédio para outro equivale para ele uma poupança enorme de tempo e dinheiro. Quem sabe essa seria uma das aplicações, mas tem várias.

Peter Rohl: Quando debatemos o ponto sobre fotocomposigão foi dada ênfase a tipos de fotocomposição que teoricamente requeriam a existência de alta quantidade de composição para podermos trabalhar com discos, etiquetas, etc. Foi dada uma certa ênfase no processo mais moderno. A finalidade de uma empresa não é o processo mais moderno, mas um processo mais econômico. Como nós nos situamos em termos qualitativos e vantagens operacionais econômicas, com um sistema de fotocomposição menos sofisticado, adequado a quantidade de compo-

Como nos situamos em termos qualitativos e vantagens econômicas e operacionais em sistemas de fotocomposição menos sofisticado, adequado a empresas menores?

Pereira: Haverá sempre uma produtividade media, tolerável para que a empresa se mantenha no mercado. A empresa que não conseguir níveis de produtividade dentro dessa faixa, que poderia representar a tecnologia atual, estaria condenada a não ter condições de sobrevivência. Então há necessidade de modificar o seu sistema de produção, seus recursos, seus equipamentos. A produção ainda dentro dos equipamentos disponíveis no mercado brasileiro, produção de composição gráfica é viável desde a composição de caixa tipográfica. Os exemplos estão aí. Em termos de recursos, de au mento de produtividade, de integração, de etapas da produção, os equipamentos modernos estão oferecendo realmente vantagens consideráveis e já não estamos mais naquela posição de que a sofisticação tecnológica seja um privilégio das grandes empresas. Um privilégio do cliente de grande porte que possui computadores e equipamentos de processamento de dados sofisticados. Hoje em dia já temos equipamentos pequenos com o recurso de armazenamento em discos, com recursos de total flexibilidade de correção e de gravações em vídeo. E um mo-


mento muito feliz no que diz respeito a evolução desse segmento de composição na indústria gráfica. justamente nesse momento que estamos trazendo a tecnologia sofisticada em termos de equipamento de baixo custo.

Peter Rohl: Pelo que entendi, foi confirmado, nesse caso existe hoje em dia equipamentos no mercado que podem oferecer inclusive redução de custo, não somente aumento de produtividade.

Pereira: O aumento de produtividade liberaria recursos de produção que poderiam ser desviados para outros setores ou suprimidos em benefício, ou reduzindo a despesa geral ou aumentando a receita.

Peter Rohl: Quando atingimos ou sob que condições atingimos uma posição em que se torna vantajoso aplicar o sistema mais avançado de fotocomposição em termos de discos, disquetes com armazenamento de informações e assim por diante? Os senhores estão entrando na área na qual nós, distribuidores, fabricantes, representantes de equipamentos, temos uma grande responsabilidade. E essa responsabilidade se divide em duas partes: 1 — Assessoramento aos nossos possíveis clientes, e 2 — Não permitir que a tecnologia condicione os usuários do equipamento, a ponto de que se vejam obrigados a trocar equipamento somente para manter-se dentro de um nível tecnológico mesmo quando o raciocínio lógico indica que o equipamento que ele tem pode fazer frente As necessidades de sua empresa. O desenvolvimento dentro da tecnologia, jamais se tem visto aplicado tão rapidamente com uma sequência tão difícil de seguir de perto para o usuário normal como em certas gráficas como é o setor de composição. Todos os elementos que a indústria de computação, as indústrias de comunicação, as indústrias aeronáuticas, etc., aplicam com muito mais demora em suas próprias operações de fabricação,

nós temos visto aplicada em poucos anos em uma radical mudança de um sistema que durou 70, 80 anos, a um sistema em que todos os anos, equipamentos podem ser obsoletos dentro de certa mentalidade, então nós, representantes, fabricantes, etc. temos uma grande responsabilidade de não abandonar o cliente que utilize equipamento que aparentemente pode tornar-se obsoleto tecnologicamente, que não obstante pode ser aproveitado perfeitamente por ele ou por outras indústrias que crescem com menor desenvolvimento. Nesse aspecto acho que os fabricantes e os repre-. sentantes dos países, especificamente nos países latino-americanos, têm muito mais responsabilidade que em outros setores do mundo. E acho que no Brasil, isso tem seguido muito de perto e se tem um nível profissional mu ito avançado e muito correto. Isso tem que ser evidente quando se percorre diferentes países e se vê o que está sucedendo. Aqui há assistência, inclusive em equipamentos que faz alguns anos nem foram ainda fabricados sendo de um nível muito elevado e deverá ser assim por um período de tempo. A utilização da sofisticação não indica necessariamente que em todos os níveis as empresas devam ser impactadas por essa sofisticação em grau total. Deveríamos continuar com uma troca gradual de equipamento de utilização daqueles equipamentos que podem combinar-se ern forma modular com algumas das novas, novos sistemas, novas tecnologias que permitem um aproveitamento melhor.

cuta esse tipo de trabalho com satisfatória qualidade e custo. Público: Gostaria de perguntar se existe algum estudo para a leitura, composição, paginação e gravação da chapa diretamente de um original datilografado, seja pelo sistema laser ou outro sistema.

Hall:

A pergunta está feita abrangendo uma quantidade de elementos e a resposta qualitativa poderia ser visando uma página datilografada se poderia entrar numa leitura ótica, que alimenta um computador e ao qual se lhe dá nos parâmetros necessários para que automaticamente gere os caracteres da informação em sua memória e utilizando então como saída o equipamento laser, preencher as páginas já em forma, cobrindo certa quantidade, certo corpo, certa medida, mas estamos longe para poder fazer tudo em uma operação, estamos bem longe. Cada página deveria ter um número, uma sequência, mas há regras de bom-gosto que unicamente até agora o homem, o artista, o gráfico de diferentes níveis, podem avaliar, aceitar ou não, e não há máquina ainda que possa fazer tudo. Há uma série de máquinas que utilizando a habilidade humana, podem fazer uma série dessas operações de forma praticamente automática, mas não uma que faça tudo, então vemos assim tão perto o dia em que isso suceda. Poderia interessar em termos gerais à platéia, um outro sistema de impressão, combinação, impressão e composição com que se está experimentando especificaDo Público: mente nos EUA e brevemente aqui Gostaria de saber se existe algu- se elimina partes do sistema que fama linha de equipamento de com- lei agora e se poderia ir diretamenposição com especialização em pu- te do original ao computador e do blicação científica. computador à rotativa e com pequenos jatos de tinta imprimir caPereira: racteres no papel à velocidade norSem dúvida, inúmeros fabrican- mal da rotativa, e isso já se está fates possuem equipamentos especia- zendo, mas a qualidade não é aceilizados na composição de textos tável em termos de jornal, livros, científicos. Linguagem matemática mas sim formulários, propaganda; por exemplo, não há dificuldade várias companhias, as maiores, nos nenhuma hoje de se fotocompor em EUA têm apresentado equipamento textos matemáticos por mais com- baseado nesse princípio, e de certa plexos que sejam, mesmo fórmulas. forma cumpriria a missão da perJá existe este equipamento que exe- gunta em questão. •


Divulgação e técnica do emprego dos densitômetros Transcrição do órgão Informativo Técnico do CCE — Escola Senai Theobaldo de Nigris.

pressam em cifras e, graças ao densitômetro, é possível registrá-las. A sua significação é a mesma para todos e pode-se agrupá-las sobre quadros ou levá-las a uma gráfica para mostrar sua correlação com os tempos de exposição e revelação, as densidades das tintas e as dimensões dos pontos da retícula, tanto das provas como das chapas de tiragem. Graças a ele podem seguir-se todas as fases do trabalho e, com o tempo, acumula-se uma documentação preciosa, permitindo: Normalizar as operações; Fixar com certeza o conjunto das melhores condições de execução de um trabalho que representa fielmente as combinações tonais desejadas; Saber que leituras densitométricas é preciso obter sobre negativos, positivos ou jogos de filmes nas diferentes condições práticas operatórias.

Ë sabido que a densidade de transmissão ou a densidade de reflexão tem um grande papel no aspecto de uma imagem e, portanto, que sua medida é muito importante.

A estimativa visual dos valores dos tons é suficiente para um artista criador que deseje somente umas combinações que satisfaçam tão-só a seu gosto art ístico. Mas esta apreciação está sujeita a erros quando se trata de reproduzir um original. Um fotógrafo, mais experiente, pode cometer erros. E deles surgem um excesso de trabalho para o retocador e outras vezes a necessidade de repetir alguns negativos e positivos. Por outro lado também é possível que sejam notados sobre as provas do trabalho ou sobre as chapas de tiragem alguns valores inconvenientes. Para eliminar as variações de juízo humano (sensações), que não são as mesmas em todos os momentos nem para diferentes pessoas, houve a necessidade de criar um aparelho de precisão útil para verificar esta medida (valores de tons), o densitômetro. Com a sensitômetria, as leituras não mudam de um dia para outro. Ademais, este aparelho não é afetado pelo domínio de tons contrastantes. As densidades se ex-

Densitômetros Os densitômetros não são fotômetros (o fotômetro é um instrumento que mede a intensidade luminosa de uma fonte de luz). São conhecidos para medir as densidades por transmissão ou transparência, seja para a medida das densidades de reflexão ou para as duas. Os densitômetros por transparência devem cobrir uma escala de O a 3.0, dando leituras corretas e de modo uniforme em toda a escala. Os densitômetros por reflexão devem cobrir uma gama de O a 2.0 nas mesmas condições.

Funcionamento Os densitômetros são de dois tipos: visual e fotoelétrico. No primeiro um sistema de lentes e espelhos comparam o tom a medir com um "marco", por um controle visual o operador procede os ajustes que aumentam ou diminuem a densidade do "marco" até poder decidir por estimativa visual que os dois tons estão ajustados. Ele lê, então, a densidade correspondente sobre uma escala. Os "densitômetros do tipo visual" dão leituras de boa precisão convenientemente calibrados, exce-

tuando-se nas mãos de operadores pouco experientes. No entanto apresentam dois inconvenientes: Em certos casos fatigam a vista depois de vinte ou trinta leituras sucessivas. Para maior precisão nas leituras é preciso operar num local devidamente iluminado. A vista do operador precisa de um prazo de adaptação de cinco a dez minutos nesta iluminação antes de proceder a leitura. Por estas duas razões estes aparelhos são menos utilizados. Os aparelhos fotoelétricos estão, ao contrário, isentos destes inconvenientes. Não fatigam a vista do operador e não exigem câmaras semi-escuras, exceto para trabalhos de precisão. Apenas dependem da apreciação individual. Nos casos onde se trata de ajustar várias leituras sucessivas, apresentam certa superioridade sobre os instrumentos do tipo visual. Existem vários tipos que são os seguintes: Um que opera exatamente como um aparelho visual, com a exceção de que uma ou várias células fotoelétricas (a célula fotoelétrica é um aparelho que produz corrente elétrice quando recebe luz) substituem o olho humano para igualar o tom médio ao tom "marco". A leitura sobre estes instrumentos exige mais tempo que sobre outros modelos fotoelétricos, mas os resultados são muito precisos. Outro modelo está provido de uma fotocélula semelhante a empregada em fotografia para medir os valores de exposição. A leitura das densidades se fazem diretamente sobre um quadrante. E neste modelo que se obtêm as leituras mais rápidas, se bem que acima da densidade 2.0 a sua precisão possa ser menor. Finalmente o terceiro destes modelos atua com um fotomultiplica'dor e um circuito eletrônico mais complexo que, no entanto, bem calibrado proporciona leituras rápidas e precisas ate a densidade de 3.0.

Funcionamento de um Densitômetro A região "vista" por um densitômetro não deve ser nem mu ito gran-


de nem muito pequena. A leitura não significará nada se o tom do diapositivo ou a impressão explorada não é uniforme em toda esta zona. Se o densitômetro estiver projetado para explorar uma zona mu ito grande, este corre o risco de não coincidir num diapositivo ou numa impressão, com uma superfície tão grande de todo uniforme. Se, ao contrário, o densitômetro cobre uma região muito pequena, o instrumento produzirá leitura imprecisa e irregular para fototipos reticulados com retículas de baixa lineatura. Há interesse em poder medir o centro da amostra e não somente próximo das faixas. Um modelo que cubra uma região circular de dois milímetros de diâmetro é o que parece responder a maioria das exigências práticas.

Reticulado Em certos instrumentos visuais o operador vê uma imagem nítida da região tonal medida (esta imagem é frequentemente aumentada). Em fototipos com retícula, este sistema permite ver a estrutura reticulada da região tonal e o operador tem dificuldades para comparar tal imagem descontínua com o tom contínuo "marco". Outros densitômetros do tipo visual difundem o reticulado da região explorada, o que produz um efeito de tons contínuos. E, no caso, isto representa uma nítida vantagem. Não se terá em conta este fator nos aparelhos fotoelétricos. Contrariamente ao olho humano, o fotomultiplicador não é afetado por uma imagem descontínua.

Iluminação da Região Tonal Os melhores densitômetros por transparência projetam uma luz difusa sobre o diapositivo submetido a exploração. A difusão da luz se obtém por meio de um vidro opal ino em contato com o diapositivo que se encontra muito próximo da sua superfície. Estas condições da iluminação são as observadas corretamente para fazer a cópia por contato partindo do diapositivo. Em consequência, as leituras feitas sobre o densitômetro se aplicam a

todo problema de valor tonal, interessando a reprodução por contato a partir do diapositivo. Não se pode contar na precisão destas leituras em condições de iluminação diferentes. Um exemplo nos oferece o caso de um aparelho com ampliador "condensador". Aqui a luz incidindo sobre o negativo não se difunde. A densidade aparente de uma região tonal assim iluminada difere da leitura obtida através de um vidro opalino em contato com o negativo. E possível corrigir experimentalmente as leituras de densidade, mas isto é raramente necessário. Um densitômetro por transparência, provido de uma fonte de iluminação e de um vidro opalino basta para todas as exigências. Quando se trata de um densitômetro por reflexão, a iluminação do original deve adaptar-se 'a seguinte regra: a luz deve tocar a superfície do original num ângulo de 45 0 , e o densitômetro não deve receber, para efetuar suas medidas, mais que a luz refletida a 900 com relação à superfície.

Precisão A precisão de um densitômetro — fator de extrema importância — é difícil de apreciar, por isso a reputação do construtor é, até agora, a melhor garantia. Um bom densitômetro deve ser ajustado a 0.01, aproximadamente, em toda sua escala, se bem que praticamente a precisão a 0.02 é suficiente na maioria dos casos. Os melhores densitômetros devem ter uma escala uniforme, apresentando divisões iguais ao longo da mesma. Estas diferenças representam as mesmas diferenças de densidade, qualquer que seja o ponto da escala. No entanto o fato de que a escala de um densitômetro possa registrar diferenças de densidade da ordem de 0.01 não prova que seja um instrumento preciso. As leituras repetidas de uma região tonal revelam às vezes as imprecisões de um instrumento. A mesma região deve obter sempre exatamente os mesmos valores, exame após exame, independente do intervalo das leituras. Podem ser consideradas como excelentes as lei-

turas repetidas, acusando diferença de 0.01. Uma diferença de 0.02 é o máximo admissível. Já se conhece um densitõmetro notoriamente preciso, será bom comparar suas leituras sobre diferentes regiões tonais com as leituras obtidas sobre as mesmas regiões nos instrumentos que se pretende adquirir. Por mais preciso que pareça um instrumento ao princípio, sempre chega um momento em que suas leituras perdem em precisão, por causa do "envelhecimento" ou "desgaste" dos seus componentes. O prazo depende do instrumento e dos cuidados que são prestados em seu manejo. Um instrumento med íocre pode desajustar-se seriamente ao cabo de alguns meses. Um bom aparelho resistirá a um uso prolongado, durante um ano ou dois, e às vezes mais. Para estimar o desajuste do instrumento velho usado, mede-se de vez em quando uma série de tons normalizados. As leituras deverão ser sempre idênticas. Igualmente pode se comparar as leituras com as obtidas sobre um instrumento exato. Caso apareça um erro superior a 0.02 convém recalibrar o instrumento. As vezes o usuário deverá comprovar, ele mesmo, segundo indicações dadas pelo construtor. Outras vezes o fará o fabricante.

Custo de um Densitômetro E de supor que o primeiro gasto não seja o único. E possível que tenha de se trocar peças, sobretudo nos aparelhos fotoelétricos. O comprador deve fazer uma idéia da frequência provável de tais consertos e de seus custos eventuais. O tempo necessário para as leituras deverá • contar bastante julgamento.


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• Perspectivas

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Futuras das Artes Gráficas Thomaz Caspary

Todas as previsões sobre o desenvolvimento das artes gráficas que serão abordadas a seguir levam em conta a necessidade da racionalização para alcançar a maior rentabilidade no campo técnico. Isto envolve processos relativamente simplificados que serão abordados no decorrer deste tema. Como futuro gostaria de limitar o tempo para os próximos vinte anos. Devemos abordar primeiramente os seguintes pontos importantes: 1 Como serão os produtos impressos no futuro? 2 — Quais serão os processos de im—

pressão? 3 — Como sera o desenvolvimento de máquinas e processos? Será que no ano 2000 os produtos gráficos ainda serão como os de hoje, ou por causa dos sistemas de comunicação já terão desaparecido? Podemos responder a estas perguntas, se analisarmos as tarefas que devem ser cumpridas pelos produtos gráficos junto ao consumidor. Basicamente podemos dividi-las em duas: 1 — Se prestam à divulgação de not ícias e informação (revistas, jornais, livros, catálogos, folhetos e propaganda em geral). 2 — Se são usados como material de embalagem. Não é difícil predizermos que também no futuro será necessário o uso de material de embalagem impresso, se bem que não é de primordial importância o suporte ser de papel natural, sintético, material plástico ou outro. Os impressos de caráter informativo ou promocional têm características próprias que os fazem diferentes dos outros meios de informação (o rádio, a TV e os computadores), como por exemplo: 1 Oferecem ao usuário rápida consulta, como a visão de uma página e um desenho técnico, o rápido folhear de um livro, isto não é possível com fitas ou —

discos magnéticos ou ainda com microfilmes. 2 — Os impressos (seja texto ou imagem) têm a seu favor a fixação das imagens por muito mais tempo do que um filme ou slide de TV, Rádio e TV, que podem ser desligados. Um cartaz não. 3 — Os produtos gráficos são facilmente transportáveis para qualquer lugar. Seria difícil (não impossível) nos imaginarmos carregando a nossa máquina de "ler microfilmes" ou mesmo a TV de bolso para todos os lugares. Vários trabalhos e estudos feitos ate hoje neste sentido mostram que dificilmente irá terminar o produto gráfico da forma em que hoje se apresenta. A necessidade de maior rentabilidade cria processos mais rápidos e por vezes mais simples. Para se entender a estrutura de futuros sistemas é necessário que se analise a atual. Sistemas de impressão funcionam analogamente a uma televisão, onde, entre o estúdio e o aparelho receptor de TV, existe uma série de aparelhos retransmissores. Assim na impressão é necessário passar o original por uma chapa fotográfica, uma matriz de impressão e uma máquina para se obter a reprodução desejada. Estas divisões do processo gráfico de todos conhecidas é esquematizada a seguir. Em cada um dos elementos acima, existe certa perda de informação se bem que mínima, fazendo com que esta não seja 100% idêntica à original. Pode-se dizer que quanto menor for a cadeia de processos intermediários, menor sera também a perda de informações do original para a reprodução. O processo deverá ser racionalizado de tal maneira que se economizem tempo e processos, dando à reprodução maior fidelidade. Como exemplo para demonstrar tal racionalização, temos hoje chapas que são sensibilizadas com imagens, dispensandose o filme intermediário, Ainda no campo da rotogravura, a gravação de cilindros por via eletrônica e eletromecânica já se torna realidade. Uma cadeia de processos extremamente curta é demonstrada hoje pelos sistemas Polaroid, onde é usado o suporte presensibilizado com cores em forma latente. Este processo é, no entanto, bastante oneroso quando se trata de reproduções em grandes quantidades. Os suportes que não tenham cores em forma latente continuarão, por motivos de custo, a ser usados também no futuro. Ao lado dos processos de impressão temos também a cópia direta, também conhecida como xerografia. Esta deverá ser desenvolvida ainda mais, entrando no campo da xerografia colorida que, no entanto, para grandes tiragens, sera igualmente um processo caro.

Baseado nos elementos anteriormente citados, pode-se chegar as seguintes conclusões: 1 — Suportes para impressão em geral não deverão ser pré-sensibilizados por motivos de custo. 2 — Suportes não sensibilizados necessitam portanto de um intermediário entre o original e a reprodução — a matriz. Quais serão as matrizes de impressão no futuro? Peguemos um filme como matriz e joguemos um feixe de luz sobre o mesmo (holograma). Este feixe é recebido pelo filme e transmitido ao suporte. O suporte neste momento já passou por uma fase anterior, onde foi tratado com uma camada de tinta especial (toner). A luz refletida sobre o suporte faria com que as partes a serem impressas endurecessem o toner. Num proximo estágio, o toner não endurecido seria sugado por um exaustor; seguir-se-ia outro estágio que se incumbiria da secagem final. Por ser um processo ainda bastante complexo no que diz respeito à manutenção de perfeito registro (Laser — holograma — toner), não é de se esperar que venha a suplantar os processos convencionais, Pode-se, portanto, esperar para as próximas duas décadas a continuidade e evolução dos processos já existentes. Serão melhorados os processos de regulagem das máquinas no que diz respeito ao balanceamento da tintagem. Minicomputadores farão com que a impressora se mantenha regulada, conforme indicadores pre-estabelecidos pelo impressor. Os suportes para impressão deverão ser cada vez mais aperfeiçoados no que diz respeito à qualidade, à estabilidade dimensional e à redução das tolerâncias de variação (brancura, espessura, etc.). Novos tipos de tinta vêm surgindo, para que cada vez mais se imprima melhor e mais rápido. Tintas com secagem ultravioleta e infravermelho começam a surgir no mercado. Pensa-se já em secagem ultrase:mica. Certo é que a mão-de-obra deverá se especializar ainda mais. O técnico de hoje deverá certamente sentar novamente no banco escolar. O volume de informações já não é suficiente. Perspectivas futuras nas artes gráficas? Não haverá revolução. Haverá sim crescente desenvolvimento em todos os setores. Televisão de bolso, máquina de ler? Uma coisa é certa: enquanto trabalho e pensamento forem valorizados, haverá lugar para a palavra escrita; se fracassar uma informação a culpa não cabe ao leitor e sim à mensagem que não era correta.


Flashes Consumo brasileiro cresceu 10%: Papel Crescendo de dez por cento sobre 1976, o consumo brasileiro de papel elevou-se a 22 kg/habitante no ano passado, refletindo um acelerado incremento da indústria brasileira de papel que, atingindo 2,2 milhões de toneladas, superou de 8% (162 mil t ) os resultados de 76. Para esse índice de demanda contribuiu a importação de aproximadamente 283 mil toneladas, principalmente de papéis para imprensa, livros e revistas, representando 12% do consumo e dispêndio de divisas da ordem de USS139 milhões (FOB). Expandindo sua capacidade dentro de um programa de elevado desenvolvimento tecnológico, o Brasil já está começando a impor sua produção no exterior, com 41 mil toneladas vendidas em 77, representando um ingresso de divisas de US$21 milhões. A produção brasileira de celulose, no mesmo período, evoluiu de 17%, passando a aproximadamente 1,5 milhão de toneladas. Ainda tivemos que importar 65 mil toneladas do produto, sobretudo da celulose de fibra longa (menos

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4% que em 76) mas, exportamos 73 mil toneladas. PROJEÇÕES Os dados divulgados pela Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose revelam, segundo explicou seu presidente, Horácio Cherkassky, que "comparado às metas preconizadas pelo Programa Nacional de Papel e Celulose o desempenho do setor pode ser mensurado pela realização de 98% no que tange produção e de 121% em relação â capacidade instalada de papel". Para a celulbse os resultados não foram tão satisfatórios ficando, respectivamente, em 68% e 93%, "mas quanto projeção da demanda — explica Cherkassky — tanto para papel quanto para celulose, atingimos 91% do previsto do PNPC, o que representa excelente resultado". Reconhecendo que o mercado mundial ainda não se recuperou da recessão decorrente da crise do petróleo e por isso retardou a maior penetração dos produtos brasileiros, o presidente da APFPC considerou que, não obstante, a conjuntura atual "permite-nos crer que, a curto prazo, a expansão econômica situada ao redor de 6% refletirá numa demanda de papel, em 78, da ordem de 2,8 milhões de toneladas e, em 1980, de

3 milhões t; a de celulose devera evoluir de 1,6 milhão t em 78 para 1,9 milhão em 80", no mercado doméstico. "0 nível de oferta, além da demanda prevista — acentuou Cherkassky — deverá situar-se em função da absorção pelo mercado internacional".

pela autoridade policial todo impresso que, por qualquer meio, circular ou for exibido em público sem estampar o nome do autor e editor, bem como a indicação da oficina onde foi impresso, sede da mesma e data da impressão". As entidades da indústria

gráfica enviaram circular As

Papel para a Indústria Gráfica A SÃO VITO INDÚSTRIA

E COMÉRCIO DE PAPÉIS LTDA. tem à disposição da Indústria Gráfica ern geral, uma grande variedade de papéis para impressão. E dentre estes destacamos o Chambril, Champion bond, offset, Westerprint, couch& sulfite, florpost, Duplex, cartões e cartolinas. Os interessados deverão dirigir-se ao seguinte endereço: Rua Sampaio Moreira, 200 — Tel.: PBX 229-4477 — São Paulo — SP.

Lei de Imprensa Toda e qualquer empresa gráfica está obrigada, por dispositivo de lei, a por nas publicações executadas o nome do autor e editor, bem como o nome da oficina impressora. A lei em apreço é a de número 5.250 de 9 de Fevereiro de 1967, que no seu artigo 79, parágrafo 2, diz: "Ficará sujeito à apreensão

empresas lembrando deste dispositivo, face a uma recente solicitação do Ministério da Guerra sobre este citado artigo da Lei de Imprensa.

Sindicato dos Gráficos de Bauru terá sua sede O prefeito de Bauru, Osvaldo Sbeghen, fez a entrega de um termo de autorização de posse, de um terreno situado na rua Constituição ao Sindicato dos Trabalhadores nas Industries Gráficas desta cidade, para que a entidade construa sua sede própria. Receberam o documento o presidente do sindicato, Waldomiro Moro, e o secretário Luiz Basquarelli.

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Foto da Wun-Up "S" de impressão. Estas unidades estão montadas em sistema de torres, possibilitando a impressão a quatro cores com apenas duas torres. Imprime tanto em offset como pelo sistema a seco — nylonprint. É compacta, rápida, alcançando uma velocidade média de 200 a 300 m/minuto.

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Fábrica de Ludwing fará papel imprensa O presidente da Associação Paulista de Fabricantes de Papel e Celulose, Horácio Cherkassky, disse ontem que a fábrica de celulose que está sendo transportada do Japão para o Brasil, e que pertence ao milionário norte-americano Daniel Ludwig, poderá também produzir papel imprensa, o que diminuirá a importação dessa matériaprima. Cherkassky considerou que a fábrica de Daniel Ludwig é excepcional, e segundo divulgou à revista européia "Paper", tem condições de produzir papel imprensa. Não prejudicará as indústrias aqui instaladas, pois estará voltada inteiramente para exportação. Isso sera benéfico ao oafs. O último número da revista "Paper" faz uma análise da situação de produção de papel e celulose no Brasil.


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Atualidade Se

ABIGRAF SIGESP

Asociacion de Industriales de Artes Gráficas tem nova diretoria Foi eleita, na Assembléia Geral Ordinária realizada em 26/01/78, a nova diretoria que regerá os destinos dessa Associação durante o período 1978/1979, constituída da seguinte maneira: Presidente: Carlos Bayo F.; Primeiro Vicepresidente: Felix Cuevas H.; Segundo Vice-presidente: Benco Beracha; Tesoureiro: Raul Bazo D.; Secretário Geral: José Giannelli S. Diretores: Víctor Porres; Leonid Rozental; Charles Dubois; Carlos Ram Ires M.; Luiz Vidal; Oscar M. Castro; Giovanni Pioli;José Maria Verdes. Suplentes: Pedro Quintero; David Lapscher; David Schonfeld.

Indústria Gráfica condena a concorrência do Estado A Federação das Indústrias de Minas Gerais voltou a manifestar-se favorável ao movimento que as gráficas privadas realizam contra "a presença competitiva oficial, no parque gráfico de Belo Horizonte", ao tomar conhecimento do fato de que ficou pronto o estudo que o governador Aureliano Chaves determinou que se fizesse sobre o problema. Segundo a Fiemg, a notícia de que o dossiê do grupo de trabalho do governo do Estado já se encontra em poder do professor Vicente de Paula

, Mendes, chefe da Assessoria Técnica Consultiva, teve boa repercussão no parque gráfico de BH.

Setor gráfico privado Acrescenta a Fiemg que os gráficos enviaram telex ao governador Aureliano Chaves cumprimentando-o pelo estudo e conclusões do grupo de trabalho e, ao mesmo tempo, manifestando sua confiança numa ação disciplinadora que o assunto requer. A entidade esclarece que o grupo de trabalho examinou todos os aspectos da atividade gráfica no âmbito da administração estadual e que o problema provocou a visita, por duas vezes, dos industriais do setor ao Palácio dos Despachos. A Federação das Indústrias lembra que "as representações da ABIG RAF e do Sindicato das Indústrias Gráficas de Minas Gerais consideram que o setor gráfico em Minas constitui-se.ainda como de pequeno porte, desde que é formado por empresas quase que familiares, com menos de 50 empregados". "Além desse aspecto — continua, a presença de departamentos gráficos em estrutura oficial pouco acrescenta em sentido de conquista tecnológica e mesmo de recolhimento de impostos. Os estudos promovidos pela ABIGRAF demonstraram, pelo contrário, a viabilidade de sobrecarga no processo normal da administração pública, já por demais sobrecarregada no desenvolvimento de seu trabalho perante as comunidades". Os gráficos belo-horizontinos, externaram a sua satisfação pela sensibilidade demonstrada pelo governador Aureliano Chaves para a antiga questão.

Todos os setores A Fiemg informa que

"o grupo de trabalho do goviernador do Estado, no assunto do maior interesse dos gráficos mineiros, contou com

a participação de representantes de várias áreas administrativase-se revelaram dispostos, conforme as determinações do Sr. Aureliano Chaves, a encontrar uma solução de equilíbrio e sem prejuízo para as atividades do Estado e da iniciativa privada". Segundo a Fiemg, gráficos belo-horizontinos estão certos de que a reivindicação será atendida pelo poder público, gratificando-se, assim, o esforço das entidades e graças, sobretudo, à visão demonstrada pelo governador do Estado nos dois encontros, após o que tomará a atitude prática que os industriais esperam depois de análise do dossiê em poder da Assessoria Técnica Consultiva".

Problemas técnicos na transformação do papel Dentro do programa de atividades elaborado para o corrente ano, o Departamento Técnico da ABIGRAF-SIGESP realizou, de 13 á 16 de março, curso sobre "PROBLEMAS

TÉCNICOS NA TRANSFORMAÇÁO DO PAPEL", contando com o apoio e participação de conceituadas empresas.

O curso foi ministrado pelo Engenheiro Thomaz Frank Caspary, formado pela Escola de Engenharia TécnicoAdministrativa para a indústria gráfica de Stuttgart (Alemanha) e obedeceu ao seguinte temário: OBJETIVO: Prestar esclarecimentos a todos que militám no ramo papeleiro e de transformação de papel sobre os problemas técnicos existentes e como encontrar possíveis soluções para os mesmos. DESTINADO: Compradores e Técnicos da Indústria Gráfica, Gerentes de Produção, Vendedores de Papel, Técnicos em Papel que direta ou indiretamente contactam a Indústria Gráfica.

PROGRAMA: Os principais processos de impressão, características técnicas e utilização para os produtos gráficos. TIPOS DE PAPEL: Principais qualidades, características, composição, formas de comercialização, formatos e pesos habituais. O que se deve saber sobre a fabricação de papel. Termos técnicos de Papel

e Celulose. A TINTA DE IMPRESSÃO: Principais tipos, características, composição e formas de comercialização.

CONTROLE DE QUALIDADE DE PAPEL NA GRÁFICA: Importância, Defeitos, Características , O Controle de Qualidade subjetivo. O Controle de Qualidade na prática. Influência de determinadas características do papel na transformação e no produto final. O PH e sua influência no processo offset. A colagem superficial do papel. O coating (couché). A estabilidade dimensional do papel. A direção da fibra do papel e seus problemas técnicos.

e

QUAL O PROBLEMA? Papel? Tinta? Matrizes de Impressão? Originais? Maquinaria? Operador? PROBLEMAS DA COMERCIALIZAÇÃO: A especificação no pedido de papel. A Compra do revendedor. A compra do fabricante. O curso foi ilustrado por transparências e exemplos práticos e foi feito um exercício de comercialização. Próximos Cursos: 8à 11 de Maio; 10 a 13 de Julho.


Noticiário SENAI

Artes Gráficas Formatura de Técnicos, no SENAI Foram diplomados no dia 15 de dezembro p.p., na ESCOLA SENAI "THEOBALDO DE NIGRIS" (Rua Bresser, 2.315, Moóca, nesta Capital), 51 Técnicos Industriais em Artes Gráficas. VICTOR CIVITA, editor e diretor da Editora Abril S/A., foi Patrono da nova turma de formandos, que teve por Paraninfo ILDUARO GOMES E SILVA, Professor de Química Aplicada naquela Escola do SENAI. Encerrou as solenidades da Formatura um coquetel de congraçamento entre alunos e familiares e autoridades convidados. Compuseram a mesa que dirigiu os trabalhos as seguintes autoridades: Dr. PAULO ERNESTO TOLLE — Diretor Regional do SENAI. Sr. HOMERO VILLELA — Representando a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Sr. VICTOR CIVITA — Presidente do Grupo Abril — Patrono da Turma. Sr. RUBENS AMAT PEREIRA—Presidente da ABIGRAF. Sr. HORÁCIO CH E R KASSKY — Presidente da APFPC. Sr. AMËRICO PEREIRA DA SILVA — Presidente da ABCP.

— Sr. DANTE GIOSA — Presidente da ABTG. Sra. IGNAZ J. SESSLER — Representante do Conselho Técnico Consultivo da Escola. — Sr. JORGE AZEVEDO PIRES — Representante da ABPO. Dr. LUIZ CARLOS LEITE — Presidente do Grupo Setorial de Máquinas Gráficas do SIMESP. Prof. JURANDYR DE CARVALHO — Diretor da Escola. Prof. I LDUARO GOMES E SILVA — Paraninfo da Turma. — Sr. ALFREDO SANSONE — Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Gráfica do Estado de São Paulo. Participaram, ainda os seguintes representantes de Indústrias:

— Sr. MIGUEL RODRIGUES' JR. — Elenco do Brasil. — Sr. JOSË ANTONIO RODRIGUES — Elenco do Brasil. — Sr. RICHARD STRIMBER —SRS. Sr. WALTER CARVALHO DAFFERNER — Dafferner S/A. — Sr. PERY BOMEISEL — Asbahr. Sr. JURGEN ECKNER — Intergráfica. Sr.ROBERTO ULLMANN Impressora Ipsis S/A. Sr. LUIZ METZLER — Gutenberg. •— Sr. JOSEF BRUNNER — Gráficas Brunner Ltda. Sr. PAULO PANOSSIAN — Estúdio 5 Fotolito. — Sr. THOMAZ CASPARY — Laborgraf.

Cursos de Artes Gráficas no SENAI A Escola SENAI "THEOBALDO DE NIGRIS" destina-se à formação profissional da mão-de-obra necessária as Indústrias Gráficas, ministrando no período diurno Habilitação Profissional e Qualificação

(em nível de 29 Grau) para Técnicos de Artes Gráficas.

embalagens, rótulos e logotipos.

À noite, são dados o Curso de Qualificação Profissional (em nível de 19 Grau) para as ocupações de Traçador, montador, Copiadores, Retocador de Fotolito, Impressor Tipográfico (Maquinas automáticas) e de Offset, Diagramador e Fotoreprodutor Gráfico (am branco e preto), e o Curso de Especialização Profissional, para Foto-Compositor, FotoReprodutor Gráfico e Retocador de Fotolitos (em cores).

Segundo Jose Carlos Quinta, um dos professores responsáveis pela iniciativa, exposições como esta são importantes, não só porque ensejam aos alunos a oportunidade de mostrar seus trabalhos, mas também porque significam uma tomada de consciência do valor da Programação Visual Gráfica. "Se este setor se acha ainda pouco evoluído no Brasil, esclarece, certamente não o é por falta de criatividade, como se pode ver por estes trabalhos".

Curso Técnico Com quatro anos de duração, o Curso Técnico de Artes Gráficas é ministrado em período integral, abrangendo as áreas de Fotomecânica, Tipografia, Offset, Rotogravura e Produção usual Gráfica. Constam do currículo, alem das disciplinas de caráter geral prescritas para o ensino de 29 Grau, as seguintes matérias específicas: Foto mecânica, Composição e Impressão Tipográfica, Impressão Offset, Rotogravura, Produção Visual Gráfica, Acabamento, Desenho Aplicado às Artes Gráficas, Desenho Técnico de Máquinas, História da Arte, Organização e Normas, Tecnologia Gráfica, Ensaios Tecnológicos, Física e Química Aplicada.

Exposição de Desenhos Gráficos Permanecerá aberta à visitação pública ate o proximo dia nove, na Escola SENAI "Theobaldo De Nigris" (Rua Bresser, 2.315, Moóca, nesta Capital), uma Exposição de Trabalhos de Desenho Gráfico, de autoria dos alunos dos cursos de Artes Gráficas ministrados naquela Escola. A Exposição mostra a arte e a técnica de 43 alunos do

SENAI, em seus diversos trabalhos de desenhos, capas de livros, cartazes, marcas,

Orientação Técnico-Artística Os trabalhos apresentados nesta Exposição foram realizados como parte prática do programa curricular, sob a orientação dos professores de Programação Visual Gráfica, Desenho Aplicado, Educação Artística e Diagramação, respectivamente: Jaime Prieto Gaete, Jose Carlos Quinta, Lorenzo Baer, Kazuyo Yamada e Jovair Don Salgado.

Cursos Técnicos de Artes Gráficas A Escola SENAI "Theobaldo De Nigris" ministra cursos destinados formação de Técnicos Industriais nos setores de Fotomecãnica, Tipografia, Offset, Rotogravura e Programação Visual Gráfica. Os cursos, em nível de segundo grau, são ministrados gratuitamente e desenvolvidos em período integral (manhã e tarde), com três anos na Escola e um na Indústria, sob a forma de estágio remunerado. As inscrições para as provas de seleção de candidatos para esses cursos estarão abertas ate o proximo dia nove. No ato da inscrição, os candidatos devem apresentar documento de identidade, foto recente 3 x 4 e comprovante de conclusão do Ensino de 19 grau ou de estudos equivalentes.


Nova Ocupação, pelo SENAI: Reparador de Circuitos Eletrônicos O emergente avanço das Ciências Eletrônicas, suas inúmeras aplicações na indústria moderna e a crescente demanda da mão-de-obra especial izada para o setor vêm incrementando no SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de São Paulo o empenho pelo ensino profissionalizante e a consequente capacitação profissional em atividades relacionadas com a moderna Tecnologia Eletrõnica. Entre outras medidas concretas neste sentido, já programadas pelo SENAI para 1978, está o novo Curso de Reparador de Circuitos Eletrônicos, a ser ministrado na Escola SENAI "Hermenegildo Campos de Almeida", no município de Guarulhos, na Grande São Paulo, destinado a formar mão-de-obra especializada e com possibilidades de imediato aproveitamento no respectivo mercado de trabalho. Propiciando conhecimentos básicos em Eletrônica, Transístores, Circuitos integrados, lógicos, lineares e outros de caráter mais específico, o novo Curso de Reparador de Circuitos Eletrônicos pretende desenvolver uma dinâmica de aprendizagem orientada para a Indústria Eletrônica, visando à transformação do aluno em profissional capacitado, conhecedor dos fenômenos eletrônicos, seus componentes, causas e efeitos.

Opções e Condições de Matrícula Em sua programação diurna, o novo curso terá a duração de um ano e sera frequentado por jovens com até 17 anos incompletos, desde que estejam cursando, pelo menos, a sétima série do Ensino de primeiro grau. Depois desse período inicial de aprendizagem, o aluno fará um segundo curso em nível de Especialização, optando então entre a Eletrônica Industrial, com duração de um ano, e

Radio e Televisão (em cores e em branco e preto), com duração de um ano e meio. À noite, a referida Escola do SENAI em Guarulhos receberá os jovens que trabalham nas indústrias durante o dia, ministrando-lhes, nos cinco primeiros meses, uma Preparação Básica para as Ocupações de Eletrônica. Em seguida, por mais dez meses, sera desenvolvido o aprendizado em Reparação de Circuitos Eletrônicos, considerado como um Curso de Qualificação Profissional em nível de primeiro grau. Ainda b noite, como última etapa de sua qualificação profissional pelo SENAI, o aluno pderá optar pela Eletrônica Industrial, em dois anos, ou pelo Radio e Televisão (em cores e em branco e preto), com dois anos e meio de duração.

Certificado Ao concluir o Curso de Reparador de Circuitos Eletrônicos, o aluno receberá um Certificado, emitido pelo SENAI, juntamente com o devido registro em sua Carteira de Trabalho.

Empresariado brasileiro apóia atividades do SENAI A afirmação é do diretor do Departamento Regional do SENAI em São Paulo, prof. Paulo Ernesto Tolle, por ocasião das recentes solenidades da formatura de Técnicos Industriais em Artes Gráficas, pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris". Depois de declarar que "a presença de Victor Civita, como patrono dos formandos, representa uma amostra do grande apoio que o empresariado brasileiro da às atividades do SENAI", o prof. Tolle salientou ainda ser aquela "uma Escola que combina técnica e humanismo, duas coisas que nunca foram opostas, como querem alguns tecnocratas".

Coincidentemente, como que confirmando este depoimento, constaram também da programação daquela solenidade de formatura, além da entrega dos diplomas, dois números musicais, um dos quais vencedor do Festival Interno de Música recentemente promovido por aquela unidade escolar do SENAI.

Formandos, Patrono

e Paraninfo Foram 51 os Técnicos Industriais em Artes Gráficas diplomados em 1977 pelo SENAI, integrando-se eles agora profissionalmente aos cerca de 60 mil gráficos em atividade no País, 40 mil dos quais radicados em São Paulo. Esses novos técnicos gráficos — salientou o patrono V íctor Civita, presidente do Grupo Abril — "levarão às comunidades sua inteligência e juventude, e ganharão experiência e maturidade... E aquilo que aprenderam na Escola servirá de base para continuar e evoluir". Paraninfo da turma e professor de Química Aplicada na mesma Escola de Artes Gráficas do SENAI, Ilduaro Gomes e Silva augurou aos seus afilhados "uma brilhante carreira, como recompensa pela dedicação demonstrada no decorrer do curso". Foi orador dos formandos o aluno do setor de Offset, José Carlos Ferreira de Souza, tendo-se encerrado aquela solenidade com coquetel de congraçamento entre representantes sindicais e de indústrias gráficas, dirigentes e professores, alunos e familiares.

SENAI profissionaliza mão-de-obra Comentando o acontecimento, o diretor da Escola Técnica de Artes Gráficas do SENAI, prof. Jurandyr de Carvalho, declarou que a entrega ao mercado de trabalho de mais uma turma de 51 Técnicos Gráficos — a quarta diplomada em sua

Escola — "representa o honroso cumprimento do objeto principal do SENAI, que é preparar mão-de-obra especializada para a indústria. — "Nossa Escola, prosseguiu, forma Técnicos em Artes Gráficas, em nível de 2g Grau, com disciplinas técnicas e gerais equivalentes ao currículo de ensino médio. São três anos de estudo e pesquisas na Escola e um ano na indústria, em estágio supervisionado".

Prêmio para os melhores alunos Em cada uma das cinco áreas específicas do ensino técnico ministrado pela Escola SENAI "Theobaldo De Nigris" — Tipografia, Offset, Rotogravura, Fotomeanica e Programação Visual Gráfica — foram escolhidos os melhores alunos da turma de formandos, de acordo com os critérios estabelecidos pela Escola — assiduidade, desempenho escolar e desenvolvimento no estágio prático. A eles foram concedidos diversos prêmios, oferecidos por entidades e empresas ligadas ao setor industrial gráfico: jogos de canetas, livros técnicos, calculadoras eletrônicas, caixa de ferramentas e uma viagem ao Rio de Janeiro com estada paga.

Presidente do CNPq Paraninfa alunos

do SENAI A Escola SENA I "SurçoBrasileira", em Santo Amaro, nesta capital, pioneira na América Latina na formação profissional de Técnicos Industriais em Mecânica de Precisão, diplomou no dia 9/12/77 sua segunda turma de alunos, num total de 47 formandos. Funcionando desde 1972 e inaugurada oficialmente em 1975 pelo atual Ministro do Trabalho — Arnaldo da Costa Prieto, a Escola está aparelhada com modernos


laboratórios, equipamentos e amplas oficinas, tendo diplomado em 1976 sua primeira turma de 45 Técnicos em Mecânica de Precisão, paraninfados naquela oportunidade, pelo Engq Ozires Silva, diretorsuperintendente da

EMBRAER.

Paraninfo Para esse ano de 1977, os novos Técnicos Industriais tiveram como paraninfo o Dr. Jose Dion de Mello Teles, atual Presidente do CNPq — Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Formado em Engenharia Eletrônica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica, em São Jose dos Campos (SP), fez extensão universitária em Cálculo Avançado na Universidade de Stanford e estagiou no Departamento do Tesouro nos Estados

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Organizou ainda o Centro de Cálculo Numérico da USP e assessorou a Secretaria da Fazenda de São Paulo no campo da computação eletrônica, tendo sido nomeado em 1976 diretorsuperintendente e, três anos

depois, diretor-presidente do SE RPRO — Serviço Federal de Processamento de Dados. Em 1974, deixou o SE RPRO para assumir a presidência do CNPq, que, a partir de 1975, acumula com o cargo de presidente da

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Revista SENAI Acusamos o recebimento da excelente publicação "Revista Senai", referente aos meses julho/setembro/77. Trata-se de uma publicação editada e administrada pelo

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Autor: Ian Faux Traduzido por Angel Sanchez Górnez através da Divisão de Relações Públicas, constituindo-se, ainda, no órgão oficial de divulgação institucional do SENAI. Em seu conteúdo editorial vamos encontrar uma série de informações industriais, além de um perfil sucinto destes 35 anos de SENAI voltados inteiramente para o desenvolvimento

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Tintas &Vernizes Publicação técnica dirigida ao setor de tintas e vernizes e que vem prestando irrestrita colaboração a este importante ramo de atividade industrial. Além de farto e objetivo noticiário sobre o setor, publicando uma gama de artigos técnicos que trazem grandes subsídios às Indústrias de Tintas e Vernizes no que diz

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Este estudo é o resultado do profundo interesse do autor em relação aos problemas da Distribuição da Renda. Começou a trabalhar neste assunto em 1969, quando do in ício de seus estudos de pós-graduação na Universidade de Vanderbilt. Desde então tem estado em contato com os problemas da Distribuição da Renda e por isso decidiu escrever sua dissertação de Doutorado sobre este tema. E uma publicação da Secretaria de Planejamento da Previdência da Republica — Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.


bp Setor Jurídico

it.

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TRABALHISTA REGULAMENTO DO REGIME DE PREVIDÊNCIA SOCIAL — Decreto 80.595, de 21/10/77, que altera a redação do art. 68 do Decreto 72.771, de 06/09/73 (RAPS). DECRETO N9 80.595 — DE 21 DE OUTUBRO DE 1977. Altera a redação do art. 68 do Regulamento do Regime de Previdência Social aprovado pelo Decreto ng 72.771, de 6 de setembro de 1973. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o item II I do art. 81 da Constituinte, decreta: Art. 19 — O art. 68 do Regulamento do Regime de Previdência Social aprovado pelo Decreto n972.771, de 6 de setembro de 1973, passa a ter a seguinte redação: "Art. 68 — O per íodo de filiação facultativa previsto no item Ill do art. 79 será computado como tempo de serviço em função das contribuições efetivamente recolhidas, observado o disposto no § 19 do art. 66." Art. 29 — Este Decreto entra em vigor na data de sua

publicação. Art. 39 — Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 21 de outubro de 1977 — 1569 da Independência e 899 da República. Ernesto Geisel.

ADICIONAL NOTURNO — Ê devido o adicional noturno sobre a oitava hora decorrente

do cômputo da hora noturna como de 52 minutos e 30 segundos. Em Recurso, a que deu provimento parcial, por — maioria, decidiu o Tribunal: "Ao que se vê do acima exposto, a partir de maio de 1976 o Rte. passou a perceber 7 horas noturnas reduzidas com o adicional respectivo, 1 hora noturna reduzida sem o adicional noturno, 1 hora extra (das 5 às 6 horas) com o ad icional-extra.

Consequentemente, no que diz respeito a esse per íodo, o Rte. fez jus apenas ao adicional noturno relativo a uma hora noturna reduzida. Dita hora não é ficção legal porém efetivamente trabalhada, de vez que não se cria mais uma hora hipotética, porém se reduz a hora de 60 minutos para a hora de 52 minutos e meio. Das 22 horas às 6 horas o empregado trabalha, efetivamente 8 horas de 52 minutos e meio e, no caso dos autos, o Rte., depois de maio de 1976, não recebia o adicional noturno da oitava hora." Diz a ementa: "È devido o adicional noturno sobre a oitava hora decorrente do cômputo da hora noturna de 52,30 minutos. Acórdão 4.631, de 23/05/77 da 10 Turma do TRT da 20 Região, no Proc.TRT/SP-93/77 de São Paulo (Antônio Lamarca, Pres. Aloysio Mendonça Sampaio, Rel.).

colega apontado como

paradigma, e depois pelo próprio reclannente, não é mais possível que se instaure processo de equiparação de salários, cujo objeto seria a correção de salários de contrato já extinto. Liquidado e extinto o contrato de trabalho, por ambas as partes interessadas, não mais se admite a equiparação salarial." Acórdão 7.177, de 27/06/77 da 20Turma do TRT da 20 Região, no Proo,TRT/SP-64/76 de São Paulo (Bento Pupo Pesce, Pres. Roberto Barreto Prado, Rel.).

139 SA LÁR 10 —

PRESCRIÇÃO — O prazo prescricional para reclamar diferenças de 139 salário começa a fluir no dia 20 de dezembro de cada ano, mesmo em relação a parcela paga anteriormente, porque mera antecipação de pagamento. Em Recurso, a que deu provimento parcial, unicamente, decidiu o Tribunal: "Sem dúvida, como bem acentuou a sentença recorrida, "a reclamatória foi distribuída em 11/09/75, estando prescritas as diferenças anteriores a 11/09/73. Não, porém, as posteriores nem mesmo em relação ao 139 salário daquele ano, pois a parcela anteriormente paga somente o foi por adiantamento, devendo ser

devidamente complementada em dezembro de 1973.

EQUIPARAÇÃO SALARIAL O pedido de equiparação salarial tem natureza constitutiva, não sendo possível após a rescisão contratual, pois o seu objetivo seria a correção de salário de contrato já extinto.

Somente tal oportunidade começaria a fluir o prazo prescricional. De consequencia, provada a habitualidade da prestação de horas extras em 1973, faz jus o recorrente às diferenças de descansos semanais a partir de 11/09/73

Em Recurso, a que deu provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "Equiparação de salário depois de rescindido o contrato de trabalho. O pedido de equiparação de salário tem natureza constitutiva. Antes que o empregado apresente a reinvidicação, sujeitam-se

a 31/12/73, bem como à diferença do 139 salário daquele ano." Diz a ementa: "0 prazo prescricional para reclamar diferenças de 139 salário começa a fluir no d ia 20 de dezembro de cada ano, mesmo em relação à parcela paga anteriormente, porque mera antecipação de pagamento." Acórdão 4.624, de 23/05/77 da 10Turma do TRT da 20

as partes ao salário estipulado no contrato de trabalho. Rescindido o contrato pelo

Região no Proc.TRT/SP-85/77 de São Bernardo do Campo (Antonio Lamarca, Pres. Aluysio Mendonça Sampaio, Rel.).

FALTA GRAVE— PERDÃO TACIT° — Não equivale a perdão tácito o fato de a grande empresa apurar, antes internamente, o fato, para depois usar do seu poder disciplinar, com o que a punição não pode ser imediata. Em embargos, de que não conheceu, unicamente, decidiu o Tribunal: "Não equivale a perdão tácito o fato de a grande empresa apurar, antes, internamente o fato, para depois usar do seu poder disciplinar, com o que a punição não pode ser

imediata." — Acórdão 1.191, de 03/08/77 do TST, em sessão plena, nos E-RR-4.448/75 (Coqueijo Costa, Rel.).

VIGIA — Vigia que percebe salário-mínimo tem direito a receber as 10 horas contratadas sem nenhum adicional.

E m recurso, a que deu provimento, unicamente, decidiu o Tribunal: "Vigia que percebe salário-mínimo tem direito a receber as dez horas contratadas sem qualquer adicional." — Acórdão 1.003, de 14/09/77 da 10 Turma do 1ST no RR-165/77 (Hildebrando • Bisaglia, Rel.).

SALÁRIO "IN NATURA" — O valor das prestações "in natura" não pode exceder o do percentual da parcela componente do salário-mínimo o que não quer dizer que o cálculo se faça sobre o mesmo salário-mínimo. Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Interpretação do artigo 458, § 19 da CLT. 0 valor das prestações "in natura" não pode exceder o do percentual da parcela componente do salário-mínimo, o que não quer dizer que o cálculo se

faça sobre o salário-mínimo. — Acórdão 1.299, de 03/08/77 da 30 Turma do TST, no


RR-3.205/76 (Coqueijo Costa, Rel.). AVISO PRÉVIO — As contribuições previdenciárias incidem sobre o aviso-prévio, cujo valor foi pago ao empregado, em dinheiro, por constituir salário e não indenização, como resulta do art. 487, § 1 0 da CL T. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "Contribuições Previdenciárias — Aviso-Prévio. As contribuições previdenciárias incidem sobre o aviso-prévio, cujo valor foi pago ao empregado, em dinheiro, por constituir salário, e não indenização, como resulta do artigo 487, § 19, da CLT." Acórdão de 10/06/77, da 10 Turma do TFR, na Ap. 42.687, de São Paulo (Jorge Lafayette Guimarães, Rel.).

PRESCRIÇÃO — A prescrição da divide previdênciá ria trintenária, não tendo o art. 144 da LOPS sido revogado pelo CTN. Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, unicamente, foi a seguinte a ementa: "Divide previdenciária — Prescrição trintenária — O artigo 144 da LOPS não foi revogado pelo CTN. Execução fiscal procedente" Acórdão de 07/03/77, da 3.? Turma do TFR, na Ap. 44.173, de São Paulo (Armando Rolemberg, Rel.). TRABALHO EM HORÁRIO DE DESCANSO — O trabalho em horário de refeição não

computado para fins de pagamento de salários, ensejando apenas disputa de caráter administrativo. Em recurso, a que negou provimento, unicamente, decidiu o Tribunal: "Confessa o reclamante que tinha meia hora para refeição. O assunto poderia ensejar disputa de caráter administrativo, mas não asseguraria qualquer pagamento ao recite., posto que o descanso dentro da jornada não é computado para fins de pagamento de

salários. A não concessão do descanso nos tempos da lei, não enseja condenação a qualquer pagamento, porque ele não é computado na jornada de trabalho. A sentença já atendeu o recite. naquilo a que tinha direito, não merecendo provimento

o recurso." — Acórdão 4.856, de 02/05 1 77 da PTurma do TRT da 2 ,? Região, no Proc. TRT/SP6.661/76, de Santo Andre (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; Wilson de Souza Campos Batalha, Rel.).

SALARIO-MATERNIDADE

CONTRATO DE EXPERIÉNCIA — Havendo contrato de experiência, indevido o salário-maternidade, ao seu término, quando a gestante se encontra fora do per iodo legal de concessão. Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "A Recite. tinha contrato experimental, por prazo fixo, e 11 dias antes do término do mesmo houve a resiliação contratual com pagamento da indenização indevida. Inaplicável na espécie o Prejulgado 14 do C.TST, já que o despedimento não foi obstativo ao direitb do auxíliomaternidade. Estava a recite. no 59 mês de gestação e os onze dias restantes ao término do contrato experimental em nada alteraria a situação." Acórdão 5.573, de 06/06/77 da 2Turma do TRT da Região no Proc. TRT/SP12.353/76, de São Paulo (Bento Pupo Pesce, Pres.; Plínio Ribeiro de Mendonça, Rel. "ad hoc").

SUSPENSÃO DISCIPLINAR — É legal a suspensão disciplinar por prazo inferior a 30 dias. Em rescisória, que julgou procedente, por maioria, decidiu o Tribunal: "Ação rescisória tempestiva ajuizada por H.B. — O.F.S/A em que figura como Réu P.S.S. Pretende-se a rescisão do julgado de primeira instância que julgou procedente ação objetivando prejuízos por suspensão dita injusta, julgado esse que como razão de decidir

baseou-se apenas em entendimento no sentido de que é ilícito ao empregador

segurado ao serviço medico do INPS quando a incapacidade ultrapassar 15 (quinze) dias."

suspender empregado. Não houve resposta". "Diz a inicial que a sentença rescindenda foi proferida contra literal disposição da lei. E de fato o foi. Diz o artigo 474 da CLT que "a suspensão do empregado por mais de 30 dias consecutivos importa na rescisão injusta do contrato de trabalho." Obviamente a pena aplicada por prazo inferior é admitida por lei. Julgo procedente a ação e rescondo a sentença."

Não estava, pois, obrigada a reclamada receber atestados fornecidos pelo INPS. Por essas razões dou provimento ao recurso para julgar improcedente a reclamatória." - Acórdão 5.254, de 16/05/77 da 2aTurma do TRT da Região, no Proc.TRT/SP-13/77 de São Paulo (Roberto Barreto Prado, Pres.; Nelson Tapajós,

— Acórdão 4.838, de 24/05/77 do TAT da 2 Região no Proc. TRT/SP-5.856/76, de São Paulo (Roberto Mario Rodrigues Martins, Pres.; Octavio Pupo Nogueira Filho,

IMPOSTO DE RENDA

Rel.).

FALTAS POR DOENÇA — ATESTADO MEDICO — A empresa que dispuser de serviço medico próprio ou em convênio terá a seu cargo o

Rel.).

FISCAIS

LEI FEDERAL N9 6.468, DE 14 DE AlOVEMBRO DE 1977. Dispõe sobre o regime de tributação simplificada para as pessoas jurídicas de pequeno porte, estabelece isenção do imposto de renda em favor daquelas que auferem reduzida receita bruta, e dá outras providências.

exame medico e o abono das faltas correspondentes aos primeiros 15 dias não estando obrigada a receber atestados fornecidos pelo INPS.

O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Em recurso, a que deu provimento, por maioria decidiu o Tribunal: "Entendeu a r. decisão recorrida injusta a despedida do reclamente, porquanto a reclamada se recusou a receber atestados fornecidos pelo INPS, com os quais pretendeu justificar as faltas ao serviço, acrescentando, ainda, que a atitude da Empresa infringiu o disposto no § 29 do art. 69 da Lei 605 de 05/01/1949. Contudo, data venha do seu ilustre prolator entendemos que em havendo convênio entre a reclamada e o INPS não é de ser observado o disposto

pelo pagamento do imposto de renda com base no lucro presumido, nos termos desta

no referido diploma legal, porquanto o Decreto 77.077 de 24/01/66 em seu artigo 32, parágrafo único, dispõe expressamente: "A empresa que dispuser de serviço medico próprio ou em convênio terá a seu cargo o exame medico e o abono das faltas correspondentes a este per íodo somente encaminhando o

a seguinte Lei: Art. 19 — As firmas individuais e as sociedades por quotas de responsabilidade limitada ou em nome coletivo, de receita bruta anual não superior a Cr$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oitocentos mil cruzeiros), poderão optar

Lei. Parágrafo único — A forma de tributação de que trata esta Lei, ressalvado o estabelecido no seu art. 10, aplica-se exclusivamente a pessoas jurídicas que se dediquem a atividades comerciais e industriais e cujo capital registrado não exceda a Cr$ 1.000.000,00 (hum milhão de cruzeiros). Art. 29 — As pessoas jurídicas mencionadas no art. 19 pagarão o imposto de renda anual a ai (quota de um e meio por cento da sua receita bruta no ano-base. § 19 — Sobre os

4


Nit

recolhimentos efetuados com base neste artigo não caberá desconto de qualquer espécie a t ítulo de incentivos fiscais. § 29 — Para efeito de apuração da receita bruta anual, para a aplicação do percentual de que trata este artigo, sera sempre considerado o período entre 19de janeiro a 31 de dezembro do ano-base. Art. 39 — No exercício

financeiro em que a receita bruta ultrapassar o limite previsto no artigo 19, a pessoa jurídica que, no exercício anterior, houver optado pela

tributação de que trata o art. 29, poderá excepcionalmente utilizar o regime tributário desta Lei, mediante o pagamento do imposto b razão de três por cento sobre a receita bruta realizada no anobase, qualquer que seja, o seu montante. Art. 40— As pessoas jurídicas que optarem pelo regime tributário previsto nesta Lei estarão desobrigadas, perante o fisco federal, de escrituração contábil, da correção monetária do ativo imobilizado e do cálculo da manutenção do capital do giro próprio. Art. 59 — A pessoa jurídica que se beneficiar do disposto no art. 39 estará obrigada a realizar, no dia 19de janeiro

seguinte ao ano-base em que se verificar o excesso de receita bruta, levantamento patrimonial, a fim de proceder a balanço de abertura e iniciar a escrituração contábil. Art. 69 — Verificando a fiscalização a ocorrência de omissão de receita, deverá considerar como lucro líquido o valor correspondente a cinquenta por cento dos valores omitidos, que ficará sujeito ao pagamento do imposto à razão de trinta por cento acrescido das penalidades cab íveis. Art 79 — As receitas oriundas de transações eventuais serão incluídas no limite de que trata o art. 19,

quando não forem superiores a dez por cento do total da receita bruta operacional.

Parágrafo único — Verificando-se transação

eventual cuja receita bruta supere dez por cento da receita bruta operacional, deverão os resultados dessa

transação ser tributados em separado, pela aplicação das al íquotas normais para cálculo do tributo. Art. 89 — Na declaração de rendimentos de pessoa física de sócio, dirigente, gerente e titular das empresas que optarem pelo regime desta Lei, serão obedecidas as

seguintes normas: I — Será incluído como rendimento pro-labore, na

cédula C da declaração do ano-base correspondente, proporcionalmente participação de cada sócio, no caso de sociedade, ou integralmente, no caso de firma individual, um percentual mínimo de seis por cento da receita bruta do ano-base. II — Será incluído como lucro, na cédula F da declaração do ano-base correspondente, como rendimento automaticamente

distribuído, proporcionalmente participação de cada sócio, no caso de sociedade, ou integralmente, no caso de firma individual, um percentual mínimo de seis por cento da receita bruta no ano-base. Parágrafo único — As quantias mencionadas neste artigo não estão sujeitas a incidência do imposto de renda na fonte.

individuais e sócios das sociedades a que se refere este artigo deverão incluir em suas declarações de pessoas físicas os rendimentos presumidos, calculados em conformidade com os incisos I e II do art. 89. Art. 11 — Ficam revogadas as modalidades de tributação baseadas no lucro presumido a que se referem os arts. 25 da Lei n.4.357, de 16 de julho de 1964, e 39 da Lei n9 2.354, de 29 de novembro de 1954, e o Decreto-Lei n9 1.350, de 24 de outubro de 1974. Art. 12 — O Ministro da Fazenda poderá baixar normas complementares necessaries aplicação do disposto nesta Lei, podendo estabelecer controles especiais para as empresas optantes. Art. 13 — As modificações introduzidas por esta Lei produzirão efeitos a partir do exercício financeiro de 1978, ano-base de 1977. Art. 14 — Esta Lei entrará em vigor na data de sua

publicação. Art. 15 — Revogam-se as disposições em contrario. Bras ília, em 14 de novembro de 1977 — 1569 da Independência e 899 da Republica. ERNESTO GEISEL Mário Henrique Simonsen

Art. 99 — A tributação baseada nas disposições dos artigos anteriores não se

LEI NO 6.458, DE 1 DE NOVEMBRO DE 1977.

aplica às filiais, sucursais, agências ou representações, no País, de empresas com sede no Exterior, que serão sempre

Adapta ao Código de Processo Civil a Lei nç.' 5.474, de 18 de julho de 1968, e dá outras providências.

tributadas com base no lucro real.

O Presidente da Republica

Art. 10 — Ficam isentas do imposto de renda as pessoas jurídicas, inclusive firmas individuais que explorarem

exclusivamente atividades agrícolas, pastoris, comerciais e industriais, cuja receita bruta

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 19 — O § 29 do art. 79, o Capítulo V (arts. 15 a 18) e o § 49, art. 22 da Lei n9 5.474, de 18 de julho de 1968,

anual, inclusive a decorrente

passam a vigorar com a

de transações eventuais, não seja superior a Cr$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil

seguinte redação: "Art. 79 — § 29— A comunicação de que trata o parágrafo anterior

cruzeiros). .Parágrafo único — Os titulares de empresas

substitui rá, quando necessário, no ato do protesto ou na

execução judicial, a duplicata a que se refere.

CAPÍTULO V Do Processo para Cobrança da Duplicata Art. 15 — A cobrança judicial de duplicata ou triplicate será efetuada de conformidade com o processo aplicável aos títulos executivos extra-judiciais, de que cogita o Livro II do Código de Processo Civil, quando se tratar: I — de duplicata ou triplicata aceita, protestada ou

não; II — de duplicata ou triplicata não aceita, contanto que, cumulativamente: haja sido protestada; esteja acompanhada de documento hábil

comprobatório da entrega e recebimento da mercadoria; e o sacado não tenha, comprovadamente, recusado o aceite, no prazo, nas condições e pelos motivos previstos nos arts. 79 e 89 desta Lei. § 10— Contra o sacador, os endossantes e respectivos avalistas caberá o processo de excecução referido neste art., quaisquer que sejam a forma e as condições do protesto.

§ 29 — Processar-se-à também da mesma maneira a execução de duplicata ou triplicata não aceita e não devolvida, desde que haja sido protestada mediante indicações do credor ou do apresentante do título, nos termos do art. preenchidas as condições do inciso II deste artigo. Art. 16— Aplica-se o

procedimento ordinário previsto no Código de Processo Civil à ação do credor contra o devedor, por duplicata que não preencha os requisitos do art. incisos I e II, e §§ 19 e 29, bem como à ação para iludir as razões invocadas pelo devedor para o não aceite do título, nos casos previstos no art 89. Art. 17 — O foro competente para a cobrança judicial da duplicata ou da triplicata é o da praça de pagamento constante do título, ou outra de domicílio do


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comprador e, no caso de ação regressiva, a dos sacadores, dos endossantes e respectivos avalistas. Art. 18 — A pretensão execução da duplicata prescreve: I — contra o sacado e respectivos avalistas, em (três) anos, contados da data do vencimento do título; II — contra endossante e seus avalistas, em 1 (um) ano, contado da data do protesto; III — de qualquer dos coobrigados contra os demais, em 1 (um) ano, contado da data em que haja sido efetuado o pagamento do título. § 19 — A cobrança judicial poderá ser proposta contra um ou contra todos os coobrigados sem observância da ordem em que figurem no título. § 2q — Os coobrigados da duplicata respondem solidariamente pelo aceite e pelo pagamento. Art. 22 — § 49 — O instrumento do protesto, elaborado com as cautelas do art. 14, discriminando a fatura ou conta original ou a certidão do Cartório de Títulos e Documentos, autorizará o ajuizamento do competente processo de execução na forma prescrita nesta Lei." Art. 2q — Para os efeitos do art. 586 do Código de Processo Civil, considera-se título líquido, certo e exigível

a duplicata ou a triplicate que, nos termos da Lei nq 5.474, de 18 de julho de 1968, com as alterações introduzidas por esta Lei, legitimar o processo de execução Art. 3 0 — Fica acrescentado ao art. 19 do Decreto-Lei nq 7.661, de 21 de junho de 1945, Lei de Falências, o seguinte parágrafo: ''Art. 10 — § 39 — Para os efeitos desta Lei, considera-se obrigação líquida, legitimando o pedido de falência, a constante dos títulos executivos extrajudiciais mencionados no art. 15 da Lei n°5.474, de julho de 1968." Art. 49 — Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 5 0 — Revogam-se as disposições em contrário. Brasilia, em 1 de novembro de 1977 — 156q da Independência e 89q da República. ERNESTO GEISEL Armando Falcão. DECRETO 1V980.699 DE NOVEMBRO DE 1977. Fixa aliquota do Imposto sobre Produtos Industrializados para as mercadorias que menciona. O Presidente da Republica, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, item Ill, da Constituição, e tendo em vista o disposto no artigo 49

do Decreto-Lei n9 1.199, de 27 de dezembro de 1971. Decreta: Art. 19— É fixada em 8% (oito por cento) a al íquota do Imposto sobre Produtos Industrializados incidente sobre as mercadorias classificadas nos códigos 39.07.03.00, 40.14.07.00, 48.16.01.00, 48.16.99.00 e 48.21.13.00 da Tabela aprovada pelo Decreto nq 73.340, de 19 de dezembro de 1973. Art. 2q — O disposto no artigo 19 não implica em redução das al ¡quotas adotadas para fins de cálculo do crédito tributário relativo as exportações dos produtos nele contemplados. Art. 39 — Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

do ponto comercial sofrido pelos locatários, em consequência da desapropriação que atingiu os prédios locados, está visceralmente preso aos contratos de locação. Tal direito tem sua razão de ser no princípio de equidade que impede possa alguém sofrer danos sem que lhe seja conferido o correspondente ressarcimento. A circunstância de não estarem os contratos de locação amparados pela "Lei de Luvas" e inscritos para valor contra terceiros não tem, pois, qualquer significação para impedir se reconheça legitimidade para postular a indenização correspondente. Tais circunstâncias podem influir na apreciação do mérito da causa, para condicionar o "quantum" da reparação, reduzindo-o aos justos limites, e não óbice à condição da ação." — Acórdão de 14/10/76, da Um. Cív. do TJMG, na Ap. 42.820, de Juiz de Fora (Mello Júnior, Pres.; Assis Santiago, Rel.). DJMG de 30/08/77, pág. 1.

Brasilia, 9 de novembro de 1977— 1599 da Independência e 899 da República. ERNESTO GEISEL Mario Henrique Simonsen

FUNDO DE COMÉRCIO indenizável a perda do panto de comércio resultante de ato expropriató rio, mesmo que a locação não esteja amparada pela Lei de Luvas. Em recurso, a que negou provimento, unicamente, decidiu o Tribunal: "0 direito a indenização pelo prejuízo do fundo de comércio e perda

PENHORA — BENS DO CASAL — A mulher, para evitar que sua meação seja atingida, deverá provar que a divida não trouxe benefício ao casal e que o gravame atingiu, efetivamente, sua meação. Em recurso, a que negou provimento, unicamente,

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decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "A lei de proteção à mulher casada não eliminou o regime de comunhão de bens, nem tornou obrigatória a outorga uxória para a concessão de aval, o que condenou foi o ato de liberal idade não justificado, capaz de atingir a meação da mulher. Ora, na espécie o que se verificou foi o que consta do acórdão recorrido, isto é, os avais foram dados pelos maridos das agravantes, para garantia de um financiamento industrial da empresa de que eram diretores e da qual tiravam o sustento próprio e de suas famílias. Não eram assim atos de mera liberal idade fulminados pela lei e pela jurisprudência, por outro lado, considero incensurável o acórdão, quando diz: ". 2. E entendimento predominante desta Câmara, na interpretação do art. 39 da Lei n9 4.121, de 27/08/62, que a mulher, para evitar que a meação seja atingida pela penhora, deverá provar, cumpridamente, dois requisitos essenciais:

a) que a dívida não trouxe benefício ao casal e b) que o gravame atingiu, efetivamente, a sua meação. 3. E, na espécie, os dois apontados requisitos não ficaram suficientemente delineados, — Acórdão de 07/12/76, da PTurma do STF, no Al 69.167, do Parana (Thompson Flores, Pres.; Cordeiro Guerra, Rel.).

PENHORA — COTAS SOCIAIS — Não são penhoráveis as cotas sociais, por dívida particular do sócio. Em recurso, a que negou provimento, unicamente, decidiu o Tribunal: "Com efeito, ao meu entender, não são penhoráveis as cotas sociais de sociedade, quando o contrato possui cláusula expressa, impeditiva de disposição livre das cotas dos sócios, sem o assentimento dos demais, salvo se estes concordarem com a penhora. Não se pode coagir os sócios

a aceitar na sociedade pessoas estranhas. Já se tem dito que a sociedade por cotas de responsabilidade limitada é uma sociedade solidaria, de responsabilidade limitada. Não é sociedade de capitais, como a sociedade anonima e sim de pessoas. O capital, cota dos sócios, entra para a sociedade constituindo patrimônio e distinto do patrimônio dos sócios. Daí, afirma Waldemar Ferreira ser impossível a penhora da cota social, por dívida particular do sócio. Não se pode furtar a regra do art. 292 do Código Comercial, segundo a qual o credor particular do sócio só pode executar os fundos líquidos que esse possa ter na sociedade." - Acórdão de 29/12/76, da '1Cãm. Cív. do TAMG, na Ap. 9.518, de Lavras (Oliveira Leite, Pres., Ottogamiz de Oliveira, Rel.)

EXECUÇÃO CAMBIAL — AVAL —Alterados os vencimentos de duplicatas avalizadas, sem anuência expressa do avalista, desaparece sua condição de coobrigado. Em recurso, a que deu provimento, unicamente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "A ação, como fez ver o relatório, fundada nas duplicatas avalizadas pelo executado, ora recorrente. Alteradas que foram as eras de seu vencimento pelo aceitante, sem que ocorresse anuência expressa do avalista, certo desapareceu sua condição de coobrigado, tal como dispõe o parágrafo único do art. 11 da respectiva lei .. ." "A anuência há de ser expressa do avalista." "Assim, a toda evidência, o aresto denegou vigência não só ao preceito transcrito, mas, ainda, nos arts. 223 do C.Pr.Civ. e 20 do C.Civil. E a lição dos comentadores da primeira das citadas normas, sublinhando sempre a natureza formal da duplicata, como os demais títulos de crédito (Fabio Pena, Da Duplicata, p. 40; Cunha Peixoto,

Comentários á Lei de Duplicatas, n9 105; Lauro Muniz, O Direito Novo da Duplicata, p. 88; e outros)." — Acórdão de 19/09/75, da 2q Turma do STF, do RE 81.988, de São Paulo (Thompson Flores, Pres. e Rel.).

DIVERSAS POR TAR IA Ng 774, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1977. ISS — INUTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS O Secretário das Finanças, no uso de suas atribuições legais e com base na letra 0, do art. 89, do Decreto nc? 1.251,de 15 de janeiro de 1951, resolve: Da Inutilização de Documentos Fiscais: 1 — A partir do dia 19 de janeiro de 1978 não mais poderão ser utilizados pelos contribuintes do ISS os modelos antigos de documentos fiscais, cujo uso até 31 de dezembro de 1977 foi permitido pela Portaria SF 296/77. 2 — Os antigos documentos fiscais serão cancelados pelos próprios contribuintes, que deverão traçar uma linha diagonal em tinta vermelha em todas as vias não preenchidas desses documentos tornando-os, assim inúteis para seu uso específico. Da Lavratura do Termo Especifico de Inutilização: 3 — Dessa ocorrência sera lavrado termo pertinente no livro "Registro de Recebimento de Impressos Fiscais e Termos de Ocorrências" — modelo 57 e no documento fiscal imediatamente seguinte ao último emitido. 3.1 —Do termo de ocorrência lavrado no documento fiscal deverá constar: a quantidade, o Ode origem do primeiro e do ultimo documento fiscal cancelado; a indicação de que o cancelamento dos documentos fiscais é decorrente do disposto nos

arts. 59 e 69 do Decreto n9 14.139/76 e em razão do estabelecido nesta Portaria; c) a data e a assinatura do responsável. 3.2 - Do termo de ocorrência lavrado no livro modelo 57, além do especificado em 3.1 deverá ainda constar: a) tipo do documento fiscal cancelado: Notas Fiscais de Serviços, Faturas de Obras e Serviços Contratados ou Faturas de Locação de Bens Móveis; b) quando for o caso, a respectiva série do documento

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fiscal. 3.3 — Esses documentos deverão ser conservados pelos contribuintes durante o prazo de 5 (cinco) anos conforme o art. 68 do Decreto n9 6.979/67. Da Numeração dos Documentos Fiscais: 4 — Aos novos documentos deverá ser dada continuidade sequência numérica utilizada, incluída a numeração cancelada. Assim, se a última Nota Fiscal de Serviços, Série A (modelo 11) cancelada for a de n°1000, a primeira Nota Fiscal de,Serviços Tributados, Série A (modelo novo) será a de n9 1001. Disposições Gerais: 5 — O disposto nesta Portal ia não se aplica: 5.1 — Aos contribuintes portadores de regime especial nas condições das Portarias SF n9 441/77 e 714/77. 5.2 — Aos profissionais autônomos para os quais o prazo de utilização dos modelos antigos de documentos fiscais fica prorrogado ate 31/03/78. 6 — O item 4 das Instruções Específicas aos Estabelecimentos Gráficos da Portaria SF n9 071/77 passa a vigorar com a seguinte

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redação: "4 — Os requisitos constantes do item 3.1 serão impressos tipograficamente e os do item 3.8 deverão constar apenas da terceira via." 7 — Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.

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A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

AB1GRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de Itu, 70 — 12. 0 — CEP 01223 Fones: 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 CEP 04508 — São Paulo — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 Fone: 278-7331 São Paulo — SP ABIGRAF — Regional do Rio de janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — 111

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA, SP Irmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valentim Brandini ARARAQUARA, SP Aries Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1134/66 — Fones: 22-0252 — 22-4888 (0162) Diretor: Juvenil Rodrigues de Souza BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel, Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 — 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 — Fones: 22-3013 — 22-3553 (0167) Diretor: Elvio Pucci ITU, SP Indústria Gráfica ltu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-0789 — 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro. 320/344 — Fones: 6-3582 — 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Cx. Postal 153 — Fones: 2-650 — 3-344 Diretor: João Alves da Costa SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Lida. Praça da Republica, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 — 443-3444 Diretor: Mário de Camargo TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido


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AB1GRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 7-6814

Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceara Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua José Lourenço, 816 — Fone: 241426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE ABIGRAF — Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO ABIGRAF — Regional de Minas Gerais

Rua Rio de Janeiro, 243 – s/ 701 – Fones: 2.22-6081 – 224-0402 (031) Presidente: Sidney de Morais Residência: R. Ouro Preto, 1.700 – Fone: 337-1616 Empresa: Minas Grá fica Editora Rua Timbiras, 2.062 – Fone: 226-4822 CEP 30.000 – Belo Horizonte – MG AB1GRAF — Regional da Paraiba

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Revista Abigraf 028