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ANO III - NÚMERO 25 DEZEMBRO 7.7

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ASSOCIAÇAO BRASILEIRA - • 1E.= .

EM REVISTA

G DA INDÚSTRIA

REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO


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Expediente ABIGRAF EM REVISTA órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S. Paulo. Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, Republica Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P. 209/73. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70- 12. 0 andar Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 Telegr.: "ABIGRAF" - CP 7815 01223 - São Paulo, SP, Brasil Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira

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EM REVISTA

EM REVISTA

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Diretor-Presidente

Consultores Técnicos: Dráusio Basile Jose Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Redação: Saulo Barros - MTPS n.° 8312 Diagramação e Produção: Brainstorm Programação Visual Gráfica Ltda. Tel.: 278-7331 Composição: Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão: Laborgraf Artes Gráficas S.A.

Capa criada pela equipe de programação visual da GRAFIC — Gráficas Expressas Ltda., alusiva ao Natal.

Sumário Editorial

5

Cartas

6

Formulários Continuos Atualidades ABIGRAF-SIGESP

14

Estudo sobre a potência das máquinas de corte e vinco

17

Gravura:

Quatro técnicas fundamentais

FIESP-CIESP em notícias

21 24

Bolsa de máquinas

27

SENAI

28

Flashes

30

Retraem-se as vendas industriais de máquinas gráficas

32

Bobst continua sua "Baby 20"

34

Ricall: 14 anos de grandes realizações tecnológicas

36

Nossa Impressão

40

Setor Jurídico

43


A

nova geração de fotocompositoras para reduzir radicalmente seus custos de composição

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Diretoria:

EDITORIAL

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de Sio Paulo DIRETORIA Presidents: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.* Vice-Presidents: -Sidney Fernandes Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.• Secretário:

Drausio Basile Tesoureiro:

Waldyr Prioill 2.. Tesoureiro:

Jose Aidar Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romitl Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitt° Jose Ciasca Jose Raphael Flrmino Tiaccl Suplentes:

Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Forniells

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.• Secretário:

Jose Alder Filho Tesoureiro:

lrineu Thomez 2.. Tesoureiro:

Waidyr Priol I i Diretor Relações Públicas:

Pery Bomeisel Suplentes: Antonio Bolognesi Pereira Arlindo Spina Drausio Basile Homero Villela de Andrade João Anastácio Godoy Jose Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitt° Jose Ciasca Suplentes:

Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes Junto h FIESP: Theobaido De Muds Homero Villela de Andrade Suplentes:

Sidney Fernandes Drausio Basile Secretaria: das 8 tis 11,30 e das 13 às 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretaria Geral:

Dra. Rose Maria Priolli Distribuição de gulas para recolhimento do imposto sindical, distribuição de publicações periódicas e informativas; orientação para pedidos de isenção junto ao Setor Gráfico da CDI. Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. J. Moreira Jr. Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminals

1977 — UM ANO DE GRANDES REALIZAÇÕES Neste ano de 1977 foi cumprida mais uma etapa de grandes realizações, em que configurou a participação efetiva da AB1GRAF junto aos órgãos federais na luta contra a estatização de gráficas. Destacamos, também, sua marcante presença nos vários eventos internacionais em que participou, elevando, cada vez mais, o nome da indústria gráfica de nosso país. No setor de divulgação técnica, pontificamos os vários cursos ministrados em sua sede social e que se estenderam a outras grandes capitais e importantes cidades brasileiras, despontando sempre com bastante êxito, em vista do total aprimoramento dos mesmos. Dentre estes cursos destacamos os seguintes: Custos na Indústria Gráfica; Compras de Produtos Gráficos; Aumento da Produtividade na Indústria Gráfica; 1mplantação e Controle de Custos; e Tintas de Impressão no Processo Gráfico. Na área aconômica a ABIGRAF obteve total sucesso, conseguindo fazer com que baixassem as alíquotas de vários produtos semimanuf aturados ligados b indústria gráfica, o que trouxe sensíveis benefícios a uma grande parcela do setor. E, sem a menor sombra de dúvida, um trabalho estafante, mas ao mesmo tempo gratificante para esta entidade na colheita positiva dos frutos em prol dessa influente camada industrial, que colabora decisivamente para o equilíbrio financeiro de nossa balança comercial. AB1GRAF EM REVISTA também demonstrou sua pequena contribuição, noticiando todos os fatos de relevo e os principais avanços tecnológicos ocorridos nos últimos tempos, e divulgando sempre os mais importantes eventos realizado no campo internacional, com o objetivo primordial de manter todos os seus filiados a par de todos os assuntos inerentes ao setor. Houve uma total dinamização de seu Departamento Jurídico e um verdadeiro desdobramento no sentido de atender a todas as solicitações dos associados na resolução de seus eventuais problemas fiscais e trabalhistas. Fizemos o suficiente, envidando os maiores esforços na luta por dias melhores. E para que tenhamos um ano de 1978 cheio de grandes conquistas e realizações 6. necessário que haja um perfeito espírito comunitário entre os empresários do setor, acercando-se mais de sua entidade de classe, a fim de torná-la cada vez mais coesa na intrépida luta que teremos pela frente.

5


Nos dirigimos a V. Sa. ratif cando nossa solicitação de 29 de junho de 1977. Reiteramos aqui nossa inquietude de que as Associações afiliadas ci Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica, remetam material para publicar em sucessivos números de nossa revista Latingráfica, órgão oficial da Confederação. Fica ci revelia de V. Sa. o conteúdo técnico e o nível informativo que permita um melhor conhecimento e relacionamento entre os associados dos distintos países. O intercâmbio de idéias, de objetivos, nos levará a um resultado: comunicar-nos em essência apresentando ao homem gráfico em sua dimensão local e em sua projeção internacional. Por nossa parte já começamos: a 7.a Feira Internacional, DRUPA 77 celebrada na Alemanha, contou com nossa colaboração e o êxito alcançado nos faz seguir mantendo viva esta comunicação. Sendo Latingráfica de circulação bimestral, as informações e noticias serão incluídas no primeiro número seguinte recepção do material. LATINGRAFICA Salta 419 Buenos Aires - Republica Argentina ABIGRAF EM REVISTA reiteradas vezes já teve a oportunidade de fazer a aludida solicitação aos técnicos e artistas gráficos deste país. Aguardamos, então, ratificando as solicitações já efetuadas em edições anteriores que sejam enviados materiais a fim de que sejam publicados nesse periódico da Latingráfica. Temos o prazer de enviarlhes um exemplar em lingua portuguesa do Calendário dos Salões Internacionais Franceses a realizarem-se no decorrer do ano de 1978. Estas manifestações técnicas, cada uma dedicada a um setor da indústria ou do comércio, suscitam no mundo inteiro um interesse cada vez maior e são visitados por 2.500.000 profissionais, dos quais 300.000 vindos de fora. 6

SALÕES ESPECIALIZADOS NA FRANÇA Rua Avanhandava, 616 São Paulo - SP

com estas iniciativas que proporcionam ao nosso país um maior intercâmbio comercial e, paralelamente, tecnológico. A direção desta publicação por intermédio de seu coordenador editorial, Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, procurará manter um constante contato com essa empresa, dando total cobertura a todas as iniciativas comuns ao setor gráfico. Com o intuito de poder apresentar um trabalho especifico sobre as indústrias gráficas, venho através da presente solicitar-lhes que me seja fornecido um exemplar do "Anuário Brasileiro de Artes Gráficas" para complementação do mesmo. Face it urgência deste material, solicito que o mesmo seja entregue ao portador desta, pelo qual fico-lhes muito grato. Câmara dos Deputados Deputado Herbert Levy São Paulo - SP Salientamos que o único Anuário publicado até hoje sobre a Indústria Gráfica foi coordenado e editado pela FACE Comércio de Livros, Representações e Publicidades Face Ltda., tendo sido supervisionado pelo Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss, responsável atualmente pela edição desta publicação, órgão oficial da ABIGRAF regional de São Paulo. Considerando a necessidade de V. Sa. o mesmo lhe será encaminhado com a maxima presteza. Tem a presente a finalidade de solicitar-lhes as seguintes informações: a ) Possibilidade de filiação, em virtude deste Estado não possuir regional; Participação dos cursos,' seminários de custos; Recebimento (Assinatura) da Revista ABIGRAF EM REVISTA; Outras informações que V. Sas. julgarem necessárias. Artes Gráficas Primavera Rua Milton Modesto Nova Andradina - MT

ABIGRAF EM REVISTA tem dado ampla cobertura a todos estes eventos, congratulando-se

Todas as informações solicitadas serão fornecidas pela Secretaria da ABIGRAF.

Em relação ao ano de 1972, ano em que nosso escritório iniciou suas atividades de promoção no Brasil, o número de homens de negócios brasileiros que visitaram os Salões Franceses cresceu em 500'/. Diversas viagens de grupo já foram organizadas, em particular no setor do Couro, do Prêt-à-Porter, da Construção e da Eletrônica. Várias revistas técnicas se interessam ern promover viagens para seus leitores. As Associações Profissionais também estão interessadas em organizar grupos de visitantes para os Salões de seu setor. As Escolas de Engenharia, as grandes companhias, podem reunir grupos de técnicos para viajar a Paris por ocasião de um Salão. Estamos aqui para ajudarlhes a aproveitar as possibilidades que oferece uma visita a um Salão técnico, podendo facilitar a entrada nos Salões, o encontro com os expositores, a participação a visitas técnicas, colóquios e seminários, e fornecer-lhes informações detalhadas sobre cada salão. Ainda mais, a yang estudou um plano de viagens a Paris com condições especiais para os visitantes aos Salões Franceses. Este plano pode ser encontrado em qualquer Estado do Brasil, nas Agências da yang.

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-

Porto Alegre _

-

Curi-


FORMULÁRIOS CONTÍNUOS Palestra ministrada pelo Dr. Ernani Parise no VI Congresso da Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica — CONLATINGRAF. O conferencista participou da Comissão da ABIGRAF que lá esteve presente e representou condignamente a ABRAFORM — Associação Brasileira de Formulários Continuos, nesse evento que teve por local Lima, no Peru, nos dias 17, 18 e 19 de novembro do corrente ano.

ÍNDICE 1 - HISTÓRICO

2- MERCADO 2.1 - MERCADO ATUAL 2.1.1 - Mercado Consumidor 2.1.2- Mercado Fornecedor 2.1.3 - Intermediários 8

2.1.4 - Volumes 2.2 - PERSPECTIVA

DE MERCADO 2.2.1 - Mercado Consumidor 2.2.2 - Mercador Fornecedor 2.2.3 - Intermediários 2.2.4 - Volumes 2.3 - MERCADO DE VALORES

3

-

ADMINISTRAÇÃO 3.1 - Administração Mercadológica 3.2 - Administração da Produção

4- TECNOLOGIA 5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS


de vendas, tenta-se deslocar para produção em equipamentos de formulários continuos. Cerca de 1000 clientes no Brasil, sem equipamento de processamento eletrônico de dados, compram notas fiscais para uso em máquina de escrever ou manuscrito, talões de pedidos, rótulos, papéis de carta, cartões de ponto, envelopes de pagamento etc. Sem contar produtos como carnês e cheques onde competem gráficas de formulários continuos e planos. Este mercado tem merecido especial atenção dos homens de marketing por permitir uma razoável ocupação de sua capacidade ociosa de produção e ser mais maleável em termos de opções técnicas e prazos de entregas. Como fatores negativos tem o fato de competir com o setor de gráficas planas, também ocioso e representar um custo de vendas, proporcionalmente, muito maior do que o do mercado forçada

-

2.1.2 - Mercador Fornecedor Quanto ao mercado fornecedor existem hoje cerca de 30 fabricantes de formulários continuos no Brasil dos quais 5 com mais de 10 impressoras, 6 com 6 ou mais impressbras e 19 com menos de 6 impressoras. Há perfeita convivência entre as empresas nacionais, que predominam no mercado, e estrangeiras, entre as quais a MOORE e o GRUPO BONNIER. Registre-se ainda a perspectiva da entrada da BURROUGHS o que parece ser questão apenas de tempo. Capre Jul/76

ANEXO I

DISTRIBUICAO DO PORTE DOS COMPUTADORES POR SETOR E RAMO DE ATIVIDADE rr

M. Grande RAMO

O

%

Grande

Médio

O

O

%

%

Pequeno

O

%

Subtotal

O

%

Mini

O

Total %

O

% 6.9 11.2

6

8.3

6

6.1

16

4.7

53

4.1

81

4.5

273

8.3

354

Empresa Pública

24

33.3

34

34.3

64

19.0

221

16.9

343

18.8

232

7.0

575

Ensino/Pesquisa

9

12.5

5

5.1

8

2.3

131

10.0

153

8.4

57

1.7

210

4.1

Subtotal

39

54.1

45

45.5

88

26.0

405

31.0

577

31.7

562

17.0

1139

22.2

Indústria

16

22.2

21

21.2

108

32.0

445

34.0

590

32.5

1310

39.5

1900

37.0

Governo PÚBLICO

2 - MERCADO 2.1 - MERCADO ATUAL 2.1.1 - Mercador Consumidor Divide-se basicamente em: Clientes de consumo forçado, os quais usam formulários continuos imperativamente em decorrência de seus equipamentos de computação eletrônica. Clientes de consumo espontâneo ou seja, os que usam formulários continuos por opção. a - CLIENTES DE CONSUMO FORÇADO As estatísticas mais atualizadas completas do Parque Computacional brasileiro são de equipamentos efetivamente instalados em julho/1976. Acusam um total de 5.131 equipamentos distribuídos em aproximadamente 3.500 clientes. Conceitualmente, dividindo-se mercado em Setor Público e Setor Privado, tem-se o seguinte composto: (VER ANEXO I) Um dos aspectos mais importantes na análise do mercado computacional brasileiro é sua dimensão continental e sua pulverização. (VER ANEXO II) Divide-se o Brasil em 5 (cinco) grandes regiões geo-econômicas :

Na região norte 6 cidades possuem 115 equipamentos instalados. Na região nordeste 18 cidades possuem 378 equipamentos. Na- região centro oeste 7 cidades possuem 156 equipamentos. Na região sul 56 cidades possuem 706 equipamentos. E, finalmente, na região sudeste 113 cidades possuem . 3.776 equipamentos despontando as do Rio de Janeiro e São Paulo com 1.133 e 1.611 equipamentos, respectivamente. Para se ter uma idéia das distâncias, por via rodoviária, tem-se: Porto Alegre a São Luiz - 4478 km, Rio de Janeiro a Cuiabá - 2026 km. Este fato, apesar da unidade linguística, apresenta diferenças imensas entre as regiões em termos econômicos e sociais exigindo, p o r consequência, adequações regionais no composto mercadológieo. (VER ANEXO III) b CLIENTES DE CONSUMO ESPONTÂNEO Quanto ao mercado de consumo espontâneo, pode-se af irmar que '6 estimulado por dois fatores principais: A busca de melhores lucros pelo fornecedor devido a possibilidade de gerar desconfronto de produto e não sofrer concorrência direta com a mesma intensidade e frequência do mercado forçado. A ociosidade dos fabricantes que os obriga a buscar novos mercados. um mercado suprido prioritariamente por gráficas planas tradicionais, e que, por ação

P RI VADO

1 - HISTÓRICO Data de 1937 o início da producão de formulários no Brasil para uso em equipamentos mecanizados. Somente 21 anos depois seria instalada a segunda indústria do setor. E em menos de 18 anos mais de 28 empresas surgiram representando hoje um investimento global da ordem de US$ 35.000.000,00 com cerca de 4.000 empregos diretos. Em 1971, com o objetivo de integrar os diversos fabricantes promovendo levantamentos de mercado, consolidação de uma política mercadológica, técnica financeira para o setor, ações conjuntas junto ao governo, fornecedores, etc., foi criada a ABRAFORM - Associação Brasileira de Fabricantes de Formulários Continuos, a qual congrega, presentemente, 15 associados representando mais de 90 (/, da capacidade instalada de produção.

Comércio

4

5.6

14

14.1

93

27.5

358

27.3

469

25.8

1190

35.9

1659

32.3

Finanças

10

13.9

18

18.2

45

13.3

70

5.3

143

7.9

214

6.5

357

7.0

3

4.2

1

1.0

4

1.2

31

2.4

39

2.1

37

1.1

76

1.5

33

45.9

54

54.5

250

74.0

904

69.0 1241

68.3

2751

83.0

3992

77.8

72

100

99

100

338

100

1309

100 1818

100

3313

100

5131

100

Ensino/pesquisa Subtotal Total

9


Como os clientes, há também uma correspondente regionalização no mercado produtor. (VER ANEXO IV) Quanto aos equipamentos possuem uma vida média de 5 anos e são basicamente de procedência americana. Estima-se em cerca de 160 impressoras e 75 alceadeiras com uma capacidade de produção de aproximadamente 2.300.000 km /ano. 2.1.3 - Intermediários Não existe no mercado brasileiro a figura do intermediário. Cada empresa possui sua própria força de vendas que efetua o trabalho de comercialização

diretamente junto ao cliente. 2.1.4 - Volumes Estima-se o mercado brasileiro para o ano de 1977 em: Cr$ 1.120.000.000,00 (US$ 74.000.000,00) 1.400.000 km 28.000.000 kg de papel 5.600.000 kg de carbono

ou seja: Cr$ km Cr$ 800,00 . . US$, km 53,00 Cr$ kg papel — Cr$ 40,00 . . US$ kg papel 2,64 Kg papel/ km — 20 Kg carbono km — 4 Observa-se portanto, uma ociosidade no parque gráfico de formulários continuos de 40'4 cujas razões básicas são: A entrada de inúmeros novos pequenos fabricantes sem um estudo prévio de mercado motivados por certas facilidades de importação na época concedidas. A compra de novos equipamentos pela maioria dos grandes e médios fabricantes, muitas vezes sem um estudo prévio de mercado e motivados ainda

ANEXO III

-

-

0

43

1,55

91

-

lo

115

DE MERCADO 2.2.1 - Mercado Consumidor Entre os vários fatores que influirão na evolução do mercado consumidor pode-se citar:

tes equipamentos ampliando-se

horizontalmente o mercado com o surgimento de novos pequenos e médios usuários. Esta tendência, que já se pode notar da análise do mapa de distribuição dos computadores por porte, deve-se acentuar mais ainda a partir de 1977. (VER ANEXO V) Isto exigirá portanto, que os fornecedores preparem-se para maior quantidade de obra, com valor médio menor e a um custo de vendas maior. Sem

Restrições A. importação de novos equipamentos de processamento de dados, visando otimizar os recursos instalados pelo aperfeiçoamento de seu uso e racionalizar os investimentos em busca do equilíbrio na balança de pagamentos. Criação de uma indústria nacional de computação voltada para a produção inicialmente de micro e minicomputadores

0

201

0/0

7,25

45%

2,40

26%

76 JUL

2.2 - PERSPECTIVA

NOR DESTE %

112%

75 JUL

os quais já estão sendo fabricados no país. Em decorrência destes dois fatores prevê-se uma evolução muito pequena de equipamentos que não os minicomputadores e, ao contrário, um incremento cada vez maior des-

DISTRIBUIÇÃO POR REGIÃO GEO-ECON6MICA NORTE

74 JUL

pela excelente perspectiva de crescimento que a economia brasileira vinha apresentando.

292 378

0

%

93

3,36

16%

7,70

108

7,37

156

SUDESTE

SUL CI

282

%

10,17

62%

2,85

44 0/0

29%

2,24

CENTRO-ESTE

457 706

2153

0/0

77,67

32%

12,05

54%

3,04

O

TOTAL

2845 3776

%

2772

100

37%

75,00

3793

100

3 5%

33%

13,76

0

73,59

5131

100


passando obras para os pequenos que tendem 5, especialização. ANEXO IV

10

2.2.4 - Volumes A evolução do mercado está condicionada A, política governamental de liberação das importações de equipamentos de processamento de dados, ao desenvolvimento da indústria nacional de computadores e b. criatividade dos fabricantes de formulários continuos na busca de alternativas para ocupação do parque gráfico. São variáveis difíceis de prever. Agregue-se ainda as variáveis de fornecimento de matériaprima e de inflação. Projetando os últimos anos arriscaríamos como previsão de Cr$ e km para os anos de 1977 e 1978: (VER ANEXO VI) (VER ANEXO VII)

BE

RECIFE

4111111

()MONIES

IOMINAS AMPIBAURU NAS 0. ° 11b

R. JANEIRO

CURITIBA

contar as variáveis regionais de hábitos e concorrências. 2.2.2 - Mercado Fornecedor Em decorrência da ociosidade existente a perspectiva de rentabilidade não é das mais promissoras. Espera-se para 1980, se mantida a atual capacidade de oferta, o equilíbrio com a demanda. O que parece pouco provável de ser atingido se concretizado os estudos de implantação de fábrica nacional para produzir equipamento de formulários continuos. Como sobreviver e ter lucro é um bom desafio para os empresários do setor. A alternativa de exportação não parece, no momento, a solução pois todos os estudos realizados indicam que nossos

-

-

Cautelas de Ações, Letras de

Câmbio, Debêntures, Certificados de Depósito Bancário, etc. Cheques e Carnês. Diplomas e Certificados. Documentos de Identidade.

Outros. Predomina a Casa da Moeda do Brasil com equipamentos moderníssimos e cuja nova sede terá 90.000 m 2 de area construida em terreno de 500.000

2.2.3 - Intermediários

Devido aos crescentes custos de comercialização e ao fato de somente 4 empresas poderem apresentar uma cobertura, ainda que as vezes falha, do mercado ern toda a sua extensão geográfica e gama de produtos, a expectativa a médio prazo é a criação de conglomerados de pequenos fabricantes para ação comercial conjunta ou a ação dos grandes como "dealers" re-

m2 .

Atuam, ainda, cerca de outras 10 empresas com um bom padrão de qualidade e sofisticação. São usados, principalmente, os processos de impressão offset

talho doce.

O

%

42

1,51

72

2,60

61

14%

1,61

72

82 99

297

%

10,71

2,16

332

8,75

338

773

%

27,89

1052

6,59

1309

0

1588

%

57,29

27,74

2266

59,74

3313

%

2272

100

3793

100

35%

46 0/0

25,51

Q

37%

43%

24%

2%

1,93

O

36%

12%

21%

1,40

(3

TOTAL

MINI

PEQUENO

MEDIO

GRANDE

%

18% 76-JUL

2.3 - MERCADO DE VALORES , Chamado mercado de impressão de segurança é composto basicamente de :

preços regulam com os do mercado internacional. Além dos aspectos politicos pois quem pode, quer exportar. uma alternativa que todos buscam. No nosso caso parece que o talento deve se voltar para buscar soluções dentro de casa.

0

42%

75 JUL

ALEGRE

DISTRIBUIÇÃO DOS COMPUTADORES POR PORTE M. GRANDE

74 JUL

GERAIS

SAO PAULO

WPORTO

ANEXO V

CLAROS

64,57

5131

100 11


ANEXO VI EVOLUCAO DO MERCADO EM MILHARES DE OUILOMETROS 1460

1405 I 73%)

947 845 1 -10 , 0

1974 PAEVISAO

1975

1976

1977

1072

Não há maiores dados que permitam uma quantificação mercadológica do setor, sendo certo que não há problemas no seu abastecimento. 3 - ADMINISTRAÇÃO 3.1 - ADMINISTRAÇÃO MERCADOLOGICA

conceito de "Marketing Oriented" tem norteado a filosofia de administração do negócio. E, com raras exceções, todos, independentemente de porte e capacidade de produção, têm tentado atender o mercado em todas as suas necessidades. Isto tem retardado a acomodação natural em grandes, médios e pequenos produtores cabendo aos últimos, por princípio, atuações regionais e especializadas. Tal fato tem gerado, por consequência, um comportamento instável dos preços, pois, via de regra, na ânsia de pegar o pedido, cria-se uma guerra predatória de preços. A consciência do fato parece, gradativamente, estar mudando o comportamento. Por enquanto, ainda é uma realidade. O

ANEXO 51 EVOLLICAO DO MERCADO ETA MILH ÕES DE CRUZEIREM 1450 1*11151

1190 ( TS12.1

720 1.109,1 595

1974 • MATEO°

12

1.9

1978

1.7

19711

A força de vendas tém sido reservado um papel de prestação de serviços, exigindo, portanto, homens qualificados e razoavelmente bem remunerados. Os sistemas e níveis de ganho variam em função do tipo de produto, dos clientes, da região e, principalmente, é lógico, dos resultados. A maioria recebe salário fixo, ajuda de custo e comissões. 3.2 - ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO A baixa rentabilidade do setor e a forte concorrência têm exigido das áreas industriais um esforço de redução de custos não só minimizando-se as perdas como aumentando-se a produtividade graças ao trabalho de planejamento e controle da produção — PCP. O uso de computadores no custeio e programação de produção é hoje prática frequente nos grandes fabricantes. O padrão de qualidade impõe um pessoal bem preparado e geralmente formado pelas próprias empresas.

tos para que se atinja a serenidade de quem comanda um bom navio na rota do porto seguro. Nosso país empreende um esforgo de todos os brasileiros, governantes e governados, empresários e empregados, no sentido de um desenvolvimento social e econômico com bases sólidos e duradouras. E neste esforgo muitos caminhos são tentados e muita experiência acumulada. Muito sacrifício é feito hoje, na certeza de um amanhã compensador. E como parte integrante deste esforço também lutamos. Com a certeza de que um setor econômico, como uma nação, somente se forja no planejamento criterioso e na execução vibrante e responsável. Mas acima de tudo, na capacidade do homem de aceitar o desafio e de lutar com todas as suas forças na busca do seu ideal.

TECNOLOGIA Não se pode caracterizar ainda uma tecnologia nacional para o setor. A toda dependente e decorrente do equipamento que, por sua vez, é importado. A assimilação, no entanto, é perfeita existindo fabricantes que têm produzido suas próprias máquinas. Adaptações também são feitas forçadas, geralmente, pela criatividade da linha de produtos que implica em novos recursos de produção. O trabalho de pesquisa e desenvolvimento, normalmente, é provocado por necessidades levantadas no mercado. CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao final gostaríamos de deixar neste VI Congresso da Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica a nossa palavra de confiança. Não a confiança irresponsável do inconsequente, mas a confiança de quem tem a consciência de sua realidade, dos enormes desafios que precisam ser transpos-

ERNANI PARISE é advogado, dirigente de empresa e Gerente de Contas Nacionais de Formulários Continuos de AGGS. Pronunciou inúmeras conferências em Universidades, Faculdades e Empresas Públicas e Privadas sobre Formulários Continuos. Ë membro da Associação Brasileira de Marketing. Representou a ABRAFORM — Associacão Brasileira de Fabricantes de Formulários Continuos no VI Congresso Latinoamericano da Indústria Gráfica realizado em Lima, Peru, em 1977. Ë Coordenador da Comissão de FCGECIE — da CONLATINGRAF — Confederação Latinoamericana da Indústria Gráfica e representante do Brasil na Comissão de Formulários Comerciais.


UMA NOVA IMPRESSA0 IMPRESSORA 41 0

PRIMEIRA IMPRESSORA OFF-SET GENUINAMENTE NACIONAL a."

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FORMATO: 480 x 660 mm A medida ideal para a Indústria Gráfica Nacional CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS: 480x 660 rrun Formato maximo do papel: 2101<297 mm Formato minimo do papal: Area maxima de impressão: 470 x 650 min Altura da pilha: na entrada: 1010 mm na saida: 430 mm Peso: 3.300 quilos Potëncia instalada: 6,5 HP Rolos entintadores da chapa 4 Bateria total de rolos: 25 Velocidade: 10.000 fls. p/h

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GUILHOTINAS - SS-80 e H-80 As guilhotinas "CATU" obedecem a rigoroso critério de fabricação. sendo que todos seus elementos móveis são protegidos por capas de blindagem e o corte se faz pelo acionamento simultâneo de dois botões que tem a função de sistema de segurança. No modelo H-80 o aperto do balancim é hidráulico com pressão regulável de 800 a 3.000 kg. Possue ainda "indicador ótico de corte" dispositivo que projeta uma linha de luz sobre o material a ser cortado. Corte ate 80 cm. - Largura min , da última tira 23 mm.

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ABIGRAF — REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO PROMOVE JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

Encerrando as atividades sociais do presente ano, a ABIGRAF realizou no dia 25 p.p. seu tradicional Jantar de Confraternização, com a presença marcante do empresariado gráfico de nosso Estado. Teve por local o Salão Térreo do Buffet "Erico", na Avenida dos Bandeirantes, 1.051. Na oportunidade o presidente Rubens Amat Ferreira teceu considerações sobre a participacão do Brasil no recente Congresso Latino-Americano da Indústria Gráfica, realizado em Lima, no Peru, tendo o mesmo sido relator do tema: "Papel,

14

produção, abastecimento, consumo até 1980". Nesse festivo jantar foi, também, prestada uma significativa homenagem ao Sr. Ernani Parisi, o qual brilhantemente coordenou, em Lima, a mesaredonda sobre "Formulários Continuos e Valores" a cargo da comissão brasileira. Durante o jantar o presidente da ABIGRAF aproveitou o ensejo para conclamar o empresariado gráfico a se unir, cada vez mais, em torno dessa Associação, para juntos encontrarem mais facilmente a solucão adequada para todos os problemas inerentes â classe. O encerramento das festividades esteve a cargo do animado conjunto "Atlântico Show".


GRÁFICOS PARTICIPARAM DE CURSO

Realizou-se na sede social da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de São Paulo e Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo, o curso sobre "Cores e Tintas no Processo Gráfico". Ministrado pelo dr. Carlos Bernardo Schulz, o curso teve seu encerramento no dia 25 de novembro. Os temas abordados durante o curso foram os seguintes: Tintas e sua Composição Básica; Tipos de Tintas; Relação Tinta-Papel; Escolha da Tinta em Função do Trabalho Final; A Cor em Si. GRÁFICOS

O grupo de trabalho constituído pelo governador Aureliano Chaves para examinar as atividades gráficas no âmbito da administração pública direta e indireta ouviu representantes do empresariado gráfico mineiro durante três horas. Os empresários representaram o Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de Minas Gerais — Sigemg — e Associação Brasileira da Indústria Gráfica — Abigraf — Regional de Minas Gerais e estavam liderados pelo industrial Sidney de Morais, que preside as duas entidades representativas da categoria econômica. O grupo de trabalho é composto de cinco ele-

mentos da Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral, da Fazenda, Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo, Secretaria de Administração e Imprensa Oficial. PAPEL E PAPELÃO: NOVA DIRETORIA TOMOU POSSE

No Salão Geral do Hilton Hotel, realizou-se o almoço de posse da nova diretoria do Sindicato do Comércio Atacadista de Papel e Papelão de São Paulo, eleita a 19 de setembro. Além de grande número de associados e convidados especiais, estiveram presentes ao ato representantes da Associacão Comercial de São Paulo e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, bem como dirigentes de outras entidades de classe. Após transmitir aos presentes os motivos da festa de congraçamento, no início dos trabalhos, o secretário-executivo da entidade, sr. Paulo Chaves, procedeu à apresentação dos componentes da mesa principal, constituída pelos srs. Nelson Rubino de Oliveira, presidente do Sindicato do Comércio Atacadista de Papel e Papelão de São Paulo; Horácio Cherckassky, presidente da Associação Paulista de Fabricantes de Papel; Jamil Nicolau Aum, presidente do Sindicato da Indústria de Papel do Estado de São Paulo; Rubens Amat Ferreira, presidente da

ABIGRAF; Fernando Camargo representante do sr. Samuel Klabin, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose; Guilherme Afif Domingos, diretor da Associação Comercial de São Paulo e superintendente do "Diário do Comércio"; Armando Mellagi, presidente da ANAV; Américo Pereira da Silva, presidente da Associação Técnica Brasileira de Celulose e Papel; e Alberto Pinho, representante do sr. José Papa Jr., presidente da Federação do Comércio do Estadó de São Paulo. Usaram da palavra, na ocasião, os srs. Jamil Nicolau Aum, Horácio Cherckassky, Ayalon Orion Cardoso e o presidente empossado do Sindicato do Comércio Atacadista de Papel e Papelão de São Paulo, Nelson Rubino de Oliveira. A nova diretoria da entidade tem a seguinte composição: presidente, Nelson Rubino de Oliveira; secretário, Sérgio Madi; tesoureiro, Ciro Torcinelli de Toledo. Suplentes: Domingos Buonano, João Montenegro e Oscar Petlik. Conselho Fiscal — Miguel Maluhy Neto, Emilio Attilio Marino e Waldemar Escobar, efetivos; Nicomedes Colferai, Nicola Labate e Caibar de Oliveira Palma, suplentes. Representantes junto b. Federacão do Comércio — Nelson Rubino de Oliveira e Ciro Torcinelli de Toledo, efetivos; Sérgio Madi e Miguel Maluhy Neto, suplentes.

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15


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ESTUDO SOBRE A POTÊNCIA DAS MÁQUINAS DE CORTE E VINCO As máquinas para corte e vinco requerem uma construção extremamente robusta, pois seus funcionamento baseia-se no impacto do padrão sobre o qual é mar geada a folha contra o corpo da máquina, onde estão montadas as facas e os vincos dentro da rama para a execução do trabalho. A cada impacto, um esforço elevadíssimo é exigido, de acordo com a espessura, disposição das fibras, dureza do material a ser cortado; a quantidade, precisão na altura, estado das facas e dos vincos.

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Este esforço solicitado atua das mais diversas formas sobre as pegas da máquina, exigindo que cada uma seja convenientemente dimensionada, levandose em conta as propriedades dos diversos tipos de material empregado. As máquinas são projetadas para resistirem a uma determinada pressão de impacto. A pressão exigida para executar o serviço, deve estar distribuída na maior área possível, evitando sobrecarregar-se um ou outro lado da máquina e principalmente, mais a parte superior ou inferior do padrão. A colocação de quantidade maior de facas e vincos na parte superior ou inferior, poderá acarretar a quebra dos trilhos, dos parafusos de fixação dos calços de guia, da parte do prelo onde são fixados os calços de guia, da curva de comando, etc. Um desequilíbrio na distribuição das facas na parte superior ou inferior, poderá ser corrigido montando-se na rama, na parte onde há menor número de facas e no qual a folha é cortada com menos pressão, uma régua, cuja altura é um pouco menor a das facas e dos vincos, e que é calçada com tiras de papel ate o

ponto em que pressione contra o padrão, igualando a pressão. Para verificar-se a igualdade de pressão na parte superior e inferior, observa-se o corte produzido na folha pelas facas, que deve com o minima de pressão, ser o mais uniforme possível. Devemos observar para ser ->->R, = R2

Sendo R, R1 , igualar os valores com o uso da régua. CALCULO APROXIMADO DA PRESSÃO Nas experiências feitas com vários tipos de cartão, foram obtidos resultados que podem ser considerados para uma

orientação do usuário da máquina, porém como há variações na qualidade do cartão de acordo com o fabricante e apenas este poderá fornecer detalhes exatos sobre seu produto, os dados obtidos variam de acordo com a resistência das fibras. Consideremos os seguintes fatores: 1 — A pressão requerida varia de acordo com o tipo da faca e vinco utilizado. 2 — O sentido da fibra em relação ao corte e ao vinco também influi, sendo exigido um esforço maior quando o corte ou vinco é efetuado transversalmente ao sentido da fibra. 3 — A compressão da borracha que funciona como extrator da folha exige igualmente uma pressão elevada para poder funcionar adequadamente. 4 — O número de facas colocadas numa determinada área também é fator importante, assim se considerarmos a área da máquina a ser utilizada 60x80 ou 40x60, e nestas áreas aplicamos o mesmo número de facas, que requerem uma pressão de 70 toneladas, teremos no primeiro caso: 60x80 = 4.800 cm 2 e no segundo 40x60 = 2.400 cm2 4.800 cm 2 70.000 kg

ESFORÇO MÍNIMO REQUERIDO EM KG/CM Facas Facas Vincos nos sentidos Va zad or es de corte de corte longitudinal Valor aproximado longitudinal transversal ou transversal dependendo o diâmetro CARTÃO DUPLEX 250 g/m 2

26

CARTÃO DUPLEX 300 g/m2

a 33

28,5 a 36

41

a 41,5

48

28,5 a 36,5

30,5 a 38,5

45

a 45,5

49,5 a 52

CARTÃO DUPLEX 400 g/m2

30

35

a 44

53

a 54,5

39,5 a 53

CARTÃO DUPLEX 450 g/m2

30,5 a 37,5

36

a 44

60,5 a 61,5

40

a 51,5

PAPELÃO PARDO 1,1 mm

49

a 55,5

53

a 59

45,5

60

a 62

PAPELÃO PARDO 1,2 mm

53

a 58

56

a 61

49

73,5

PAPELÃO PARDO 1,8 mm

60

a 64,5

63

a 68

70

120

PAPELÃO FIBRA 1,6 mm

72

a 73,5

75

a 77

78

140

a 38

a 53

1 — Estes valores foram obtidos com facas novas e absolutamente paralelas. 2 — No caso do material ser calandrado e ressecado, os valores aumentam, devendo neste caso serem multiplicados x 2. 3 — A aplicação de tinta e principalmente verniz, altera os valores acima. 4 — O estado das facas, que com o uso vão perdendo o corte e a precisão no acerto dos vincos, também altera os valores. 18


15 kg/cm2 70.000 kg 2.400 cm 2 = 30 kg/cm2 Verifica-se facilmente que no segundo caso há necessidade de um esforço muito maior em relação a área. 5 — Para um cálculo aproximado, usamos a tabela anexa, observando a espessura do material e o sentido das fibras. Ao resultado obtido acrescentamos 25% correspondentes â pressão exigida pelas borrachas extratoras. No caso de serviço envernizado ou plastificado, temos de acrescentar um valor, que não podemos aqui estabelecer, pois varia de caso para caso. Nos casos de material calandrado, para aumentar a sua resistência, ressecado e ainda envernizado, recomenda-se multiplicar os valores da tabela por 2 (dois). Os valores obtidos aplicam-se para facas novas e paralelas. Conforme o gume da faca vai se desgastando, a pressão necessária para o corte do material vai aumentando. As-

sim sendo, recomenda-se trabalhar com uma margem de tolerância apreciável, para evitar a quebra da máquina. O operador deverá periodicamente examinar o estado das facas, providenciando a substituição daquelas cujo corte não está mais em condições perfeitas. Como no cartão a quantidade de partículas abrasivas varia, não podemos fornecer dados sobre a durabilidade das facas, apenas recomendar o máximo de cuidado na observação quanto ao estado das facas. 6— Para um controle quanto aos valores máximos de pressão admitidos, estes nunca devem ultrapassar a 30 kg/cm 2 , no caso de muitas facas e vincos em uma área reduzida ou 200 toneladas no total da pressão exigida. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Como os valores da tabela são resultantes de testes em

condições ideais, ou seja, facas novas e bem paralelas, cartão de boa qualidade, e canaletas de vinco bem ajustadas, recomendamos que o operador da máquina com a necessária prática analisando os diversos fatores adversos, verifique se a máquina está ou não sendo sobrecarregada. RECOMENDAÇÕES PARA CORTES EM MATERIAIS MAIS ESPESSOS: Lembramos aqueles que cortam materiais mais espessos, o cuidado de verificarem a madeira na qual são montadas as facas. Utilizando facas com altura de 23,8 mm a madeira deverá estar relacionada â espessura do material a ser cortado, assim sendo: material de até 1,5 mm: espessura da madeira 18 mm; material de 1,5 até 4 mm: espessura da madeira 15 mm; material de 4 a 6 mm: espessura da madeira 12 mm.

19


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GRAVURA quatro técnicas fundamentais Neste artigo, Paulo Menten nos dá uma idéia suscinta de técnicas fundamentais que contribuem profundamente para o aprimoramento do estilo no campo artístico da gravura.

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Todas as técnicas de gravura, em princípio, são muito fáceis. Tornam-se complexas pelas várias possibilidades de utilização e mesclagem das mesmas. A gravura, como técnica Cie incisar uma superfície, remonta à gênese da consciência humana e acompanha o homem desde os confins de suas on-

gens, pois gravar é toda maneira de se usar uma ferramenta qualquer para marcar em alto e baixo relevo uma superfície. Entretanto, a gravura como multiplicação de imagens a partir de uma matriz, demorou algum- tempo para se desenvolver. Nasceu com os chineses e caminhou junto com a

evolução da imprensa, da fotografia, da indústria em série, da estampagem do tecido, do cliché e de todos os métodos de impressão atuais. Foi-se firmando a cada nova descoberta técnica, beneficiando-se do aparecimento de tintas, papéis e florando como um veículo de manifestação artística importante. 21


Toda indústria gráfica com todo o aperfeiçoamento técnico, inclusive os processos fotomecânicos, não invalida o trabalho criativo do artista gravador. O gravador, trabalhando com processos praticamente primitivos, cria imagens de rara beleza, utilizando-se não só do trabalho executado, mas também modulando de uma maneira hábil o uso de prensa, dos rolos, das tintas e das máscaras. Enquanto todo processo técnico de impressão apenas reproduz a imagem criada pelo homem, o gravador, desde a matriz ate a impressão, se utiliza de todo um processo criativo, dando margem a várias possibilidades a partir de uma mesma imagem. Existe quatro técnicas fundamentais de gravura, das quais se originaram todas as outras: a xilogravura — gravura em madeira; a gravura em metal, que se subdivide em outras técnicas: a pauta seca, buril, água-forte, água-tinta, vernizmole e maneira negra; a litografia — gravura em pedra; e a serigrafia ou "silk-screen" — gravura em seda ou nailon. XILOGRAVURA A xilogravura teve sua origem na China e foi usada primeiramente para a estampagem de tecidos. Para se fazer a reprodução de uma matriz impressa não bastava somente a execução de matriz, era necessário o papel e a tinta apropriados. Os chineses chegaram a isso mais ou menos no século V d.C. e aí começou o desenvolvimento da xilogravura. Na Europa, a xilogravura foi introduzida depois do século XII é também foi utilizada no início para a estampagem de tecidos. A técnica foi lévada pelos árabes, quando da invasão do norte da Africa. Nessa época foi implantada a 1.a fábrica de papéis na Espanha e depois na Itália. Estava criado o suporte ideal para a impressão e divulgação da gravura. Nos seus primórdios, a gravura não era feita por artistas e sim por artesões que faziam apenas a reprodução de desenhos de artistas. Na Idade Mé22

Série: Série ecológica — 1974 — Agua Forte — 49,0 x 49,0

dia, quem primeiramente começou a fazer xilogravura foram os padres que gravavam estampas de santos. Nessa época, era difícil a casa ou choupana que não tivesse uma estampa em xilogravura. No começo da Renascença, os artistas começaram a valorizar a técnica da xilogravura, e, utilizando-se da madeira, transformaram-na numa categoria artística autônoma. Daí por diante a gravura expandiu ate chegar à qualidade de Diirer. No início, a madeira era trabalhada com formões e goivas, sendo que a gravação era feita apenas no sentido do fio do lenho. O século XIX trouxe novas possibilidades b. gravura, com a descoberta de um inglês, de se trabalhar com a madeira no sentido transversal do lenho e da utilização do buril. Passado para a França, esse processo se desenvolveu muito, mas novamente â maneira artesanal. O artista passou a não participar novamente. O processo de gravar em madeira de todo foi muito usado pela im-

prensa para ilustrações de livros, jornais e revistas. A gravura só voltou a ter expressão com características próprias enquanto arte com os impressionistas e expressionistas, principalmente nórdicos e alemães. GRAVURA EM METAL O aparecimento da gravura em metal já é bem mais tardio, pois ao contrário da xilogravura que pode ser impressa manualmente, ela precisa de uma pressão de mais ou menos 2.300 quilos, sendo pois necessária a utilização de uma prensa. Tudo indica que a primeira pessoa a fazer gravura em metal foi o italiano Tomaso Finiguerra em 1452. Antes disso, já haviam sido feitas gravações em metais nas armas de Damasco dos árabes. Quando essa técnica chegou Itália despertou muito interesse, sendo que a primeira chapa gravada foi trabalhada diretamente na placa. Não se usava ate então o método de águaforte. Da Itália passou para a Alemanha e foi trabalhada por


Dtirer e outros gravadores que elevaram muito esse processo e suas possibilidades artísticas. As técnicas de gravura em metal foram sendo descobertas aos poucos. No início, por exemplo, a gravura era criticada porque não oferecia nuances como a pintura. Era baseada somente em traços. Isso foi superado com a descoberta da águatinta, que possibilitou ao artista dar várias tonalidades b. gravura. Com a evolução desse processo passou-se a fazer gravuras em cor e, com a descoberta do verniz mole foi possível também transferir para o metal diversas texturas. SERIGRAFIA A serigrafia também é originária da China e, diz uma lenda oriental, que a primeira serigrafia foi feita numa tela trançada com cabelos de chineses. Mas sua história, é claro, é muito diferente: durante a Guerra, os americanos começaram a pesquisar uma técnica de imprimir que pudesse ser ensinada rapidamente e que tivesse um esquema de impressão simples. Descobriram então que o ideal seria a serigrafia. Daí em diante, entrando por vias comerciais, a técnica começou a ser muito utilizada e mais tarde tornou-se uma forma extraordinária de expressão artística. LITOGRAFIA A litografia surgiu numa época de grande desenvolvimento gráfico e sua difusão e desenvolvimento deve-se muito ao incansável trabalho de seu inventor, Alois Senefelder. Sua descoberta eni 1797 foi puramente acidental: como editasse peças teatrais que ele próprio escrevia, gravava-as nas chapas de cobre que depois raspava, para serem de novo utilizadas. Tendo de fazer a lista de roupa para lavar e não havendo papel a mão, Senefelder resolveu escrever numa pedra calcária, com tinta. Verificava, depois, que é possível tirar cópia de seu escrito. A técnica da litografia penetrou rapidamente na imprensa e, comercialmente, substituiu a

xilogravura de topo completamente, até que por sua vez também a litografia foi desbancada pelo cliché foto-mecânico. Gavarni, Daumier e Géricault elevaram a litografia a uma categoria altamente artística. Toulouse-Lautrec deu uma dimensão completamente nova a partir de suas experiências e seus trabalhos. Em qualquer resumo técnico da gravura é indispensável que se ressalte a contribuição inestimável de Picasso na linóleogravura e na gravura em metal. BIOGRAFIA Natural de S. Paulo (1927), nos anos de 1950/51 Paulo Menten frequentou o Curso Livre de Desenho do Museu de Arte de S. Paulo e, em 1960 fez o curso de gravura com Livio Abramo. A partir daí organizou exposições pedagógicas sobre gravura e proferiu palestras em museus e faculdades sobre a técnica do gravador. Durante os anos de 1970/71 foi professor de Xilo-

gravura e Serigrafia no Nugrasp, tendo editado nessa época o livro "Notas Para a História da Gravura", que teve suas duas edições esgotadas (a última foi em 1972). Foi um dos artistas selecionados para o 3.° Panorama da Arte Atual no Brasil, promovido pelo Museu de Arte de S. Paulo, e que durante dois anos percorreu as principais cidades das Américas. Designado pelo Itamaraty, representou o Brasil na Trienal de Xilogravura Di Carpi, Itália. Tendo estado seu ateliê instalado por vários anos no Edifício da Bienal, onde ensina técnica de gravura, hoje, seu ateliê fica num espaçoso 3.° andar na rua BarraIdi, em São Caetano do Sul. Em 1974, foi designado como coordenador e responsável pelo "Atelier Vivo" que funcionou paralelamente ã Bienal Nacional. Participou de mais de 20 exposições individuais em S. Paulo, e quase o mesmo número de mostras em outras capitais brasileiras. Suas obras também estiveram presentes em mais de uma centena de exposições coletivas. No exterior participou de mostras, salões e exposições nos principais centros artísticos do mundo, nos Estados Unidos, França, Itália, Iugoslávia, Israel e Alemanha e em todas as principais capitais da América do Sul.

Moenda — 1971 — Serigrafia — 47,0 x 37,5 23


CADASTRO DE EMPRESAS QUE PARTICIPAM DE EXPOSIÇÕES

O Ministério das Relações Exteriores está procedendo atualização do Cadastro de Empresas Brasileiras especializadas em executar projetos ref erentes à promoção comercial do Brasil no Exterior por meio de Feiras e Exposições Comerciais e Industriais. Essas providências estão sendo dadas a conhecer aos empresários paulistas pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, através do seu DECEX - Departamento de Comércio Exterior. Quanto às condições de participação, as empresas poderão habilitar-se individualmente ou integrando um único consórcio, identificando-se, no último caso, a empresa líder. A implementação desses projetos implica, em princípio, na execução, das seguintes tarefas básicas: I elaboração do programa completo da participação do Brasil na mostra, abrangendo: a) arregimentação de expositores de todos os Estados brasileiros, segundo condições estabelecidas pelo Ministério das Relações Exteriores e pela CACEX - Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil; b) projeto, construção, montagem e decoração do pavilhão ou estande dentro de concepção artística elevada, ajustada a, imagem do Brasil no País em que se realiza a feira ou exposição e obedecendo as características de funcionalidade necessária para desenvolvimento de negociações; c) coordenação da coleta e da remessa, ern tempo útil e pelo meio de transporte mais adequado : (i) do material que comporá a estrutura de estande ao pavilhão, quando couber; (ii) dos produtos a serem expostos na respectiva feira ou exposição; (iii) do material de publicidade; d) impressão, em inglês, francês, espanhol, alemão ou árabe, de folhetos e de material gráfico em geral, referentes à participação brasileira na mostra; e) coordenação de atividades de promoção e relações públicas, no exterior, antes e durante a realização da —

24

mostra; f) recepção, secretariado e administração do pavilhão ou estande, com pessoal altamente qualificado e experiente; g) desmontagem e embalagem do pavilhão ou estande e remessa do material embalado para o destino determinado pelo Itamaraty; e h) coordenação das providências necessárias em relação às amostras dos expositores, quanto sua distribuição a importadores estrangeiros interessados, internamente no país onde se realiza a mostra ou, então, seu retorno ao Brasil. II — Preparação do expositor para participação na mostra, habilitando-se apresentar. (i) listas de preços CIF e FOB em dólares ou em moeda exigida, assim como o registro das condições de pagamento da mercadoria, prazo de entrega, etc.; (ii) romaneio, ern qualquer uma das cinco línguas citadas na letra d do item I, do parágrafo 2 das mercadorias que vão ser expostas; (iii) informações, na mesma lingua, sobre a própria empresa, segundo um roteiro básico fornecido pela CACEX; e (iv) um cronograma de atividades sobre a participação de cada empresa na mostra escolhida; III Familiarização com as condições de produção e comercialização de cada empresa expositora, a fim de transmiti-las, adequadamente, aos importadores interessados. As empresas brasileiras (i) habilitadas a efetuar as tarefas descritas acima e interessadas em se inscreverem ou atualizarem a inscrição no referido cadastro, para uma eventual participação em tais projetos, poderão apresentar seu curriculum, obedecendo os seguintes requisitos, considerados essenciais para o objetivo em vista: I — experiência da empresa, na organização de feiras e exposições no Brasil e no exterior, atestado por Repartições Federais, empresas brasileiras de alto conceito e/ou entidades ou governos estrangeiros; II — experiência da empresa ern arregimentação de expositores para participação idoneidade em mostras; III técnica e capacidade criadora —


devidamente comprovadas; IV — posição bancária, com indicação do capital social e conceito emitido por, no mínimo, três bancos, sendo um deles o Banco do Brasil; V — curriculum vitae das pessoas que irão prestar serviços no exterior, o qual deverá incluir, necessariamente, os seguintes dados: a) nome completo; b) apelidos (quando houver) ; c) filiação; d) data e lugar de nascimento; e) profissão; f) estado civil (quando casado deverão ser indicados os dados das letras a, c, d, e e g relativos ao cônjuge); g) identidade (mencionar número do registro, autoridade e Estado expedidor) e CPF; h) passaporte (principalmente quando estrangeiro) ; i) residência (anterior e atual); j) domicílio; k) outros sinais que possibilitam identificação. Ainda para efeitos de inscrição, torna-se necessária a apresentação dos seguintes documentos : I — prova de inscrição no Cadastro Geral de Contribuição do Ministério da Fazenda; II — prova de registro no Cadastro de Exportadores da CACEX; III — prova de inscrição no Cadastro Nacional de Promotores de Feiras e Exposições do Ministério da Indústria e Comércio; IV — prova de personalidade jurídica: a) para firma individual declaração de firma e registro comercial na repartição competente; b) para Sociedade Comercial em Geral — o contrato social, com as alterações subsequentes e os respectivos arquivamentos na repartição competente; c) para sociedades anânimas publicação, no órgão oficial, das atas das assembleias que aprovaram os estatutos e suas alterações e da que elegeu a diretoria, bem como as respectivas certidões de arquivamento na repartição competente; V — certificado da lei dos 2/3; VI — prova de registro da empresa no CREA, assim como nome do responsável técnico; VII — prova de quitação dos diretores com o serviço militar e, se estrangeiros, carteira modelo 19 ou Carteira de Estrangeiro Permanen-

te (fotocópia autenticada) ; VIII prova de quitação com o imposto sobre serviços (ISS) certidão negativa; IX — prova de quitação com o imposto de renda; X — prova de recolhimento do imposto sindical da empresa e de seus empregados; XI — certificado de regularidade de situação expedido pelo Instituto Nacional de Previdência Social (INPS); XII prova de que realizou os seguros obrigatórios (seguro de acidentes de trabalho para os empregados e da própria empresa); XIII — certidão negativa dos ofícios de registro de distribuição, aos quais compete a distribuição dos títulos destinados a protestos, num período de cinco anos; XIV — prova de comprimento dos dispositivos do Decreto n.° 5.551/ 1965 (salário educação) — para empresas que se enquadram neste decreto. Esses documentos não poderão ser substituídos por protocolos de entrada de requerimentos, nem por declaração de caráter provisório. Toda correspondência a respeito deverá ser entregue, ate trinta dias após a data da publicação do edital do MRE (4-10-77 - D.O.J.), no seguinte endereço: Ministério das Relações Exteriores - Departamento de Promoção Comercial - DIVISÃO DE FEIRAS E TURISMO - Palácio do Itamaraty 70.000 - Brasília-DF. A documentação apresentada pelos interessados dentro do prazo acima será examinada por Comissão Jugadora a ser constituída oportunamente no Itamaraty, a qual decidirá quais as empresas consideradas inscritas no cadastro da Divisão de Feiras e Turismo para o ano de 1978. Mais informações a respeito, os interessados poderão obter na Seção de Exportação do DECEX da FIESP-CIESP, Viaduto D. Paulina, 80 - 5.° andar. CREDITO: MEDIDAS VÃO DIMINUIR A TAXA DE EXPANSÃO DOS PREÇOS

"Tratam-se de medidas de caráter monetário que visam reduzir ainda mais o nível de

liquidez da economia, com vistas a diminuir a taxa de expansão dos preços" — explicou o vice-presidente da FIESP/ CIESP e diretor do DECON (Departamento de Economia) ao tecer breves comentários a propósito das novas medidas anunciadas pelo Governo para o controle, da expansão do crédito e dos meios de pagamento, durante a última reuplenária das diretorias das entidades da indústria paulista, presidida pet() presidente em exercício Francisco da Silva Villela. Frisou que tais medidas "partiram da constatação de que a execução do orçamento monetário, nestes filtimos meses, estava com seus limites já ultrapassados, dif cultando, dessa forma, a condução da politics. antiinflacionária". EFEITOS Em seguida, o diretor do DECON afirmou que, em princípio, não restam dúvidas de que em alguma medida o setor privado será atingido. "A suspensão de novas operações de desconto de promissórias e o congelamento dos limites do crédito rotativo e fixo de desconto de duplicatas, pelo Banco do Brasil, à indústria e ao comércio, deverão trazer novos sacrifícios às empresas privadas nacionais, principalmente". Prosseguiu: "Embora não se conheçam os quantitativos envolvidos nessa nova onda de restrições monetárias, é claro que seus efeitos se farão sentir com maior intensidade nas pequenas e médias empresas nacionais". ESPECTATIVA Segundo parecer do vicepresidente da FIESP/CIESP, Oswaldo Palma, devido a uma maior dificuldade para a obtenção de crédito para capital de giro, mesmo a taxas de juros mais elevadas, como resultado daquelas medidas governamentais deve-se esperar que "as empresas reduzam ainda mais o seu ritmo de atividade pela impossibilidade de financiar o processo da produção". Acrescentou que essa redução da produção aliada aos com25


promissos financeiros já assumidos, e a inflexibilidade de se reduzir certos tipos de custo, a curto prazo, "poderão acarretar dificuldades para honrar os compromissos assumidos". Encerrando, ponderou: E claro que a exata magnitude dos problemas que as empresas deverão emprestar, estará ligada aos limites que serão estabelecidos na próxima reunião do Conselho Monetário". ALERTA A propósito dos efeitos das novas medidas do Governo com relação ao controle da expansão do crédito e dos meios de pagamento, o diretor Ary Fernandes, falando na ocasião, alertou a todos sobre a possibilidade do surgimento de uma crise econômica no setor da indústria farmacêutica nacional, através da limitação do crédito rotativo. Lembrou que além das pequenas farmácias, a indústria farmacêutica financia a própria produção e comercialização, razão por que, estabilizando-se o crédito, haverá uma desaceleração forçada com

a consequente diminuição dos negócios. OEA RECONHECE PAPEL COMO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO NA POSSE DE SAMUEL KLABIN

Uma mensagem do secretário geral da Organização dos Americanos, Alejandro Orfila e a posse do empresário brasileiro Samuel Klabin na presidência do organismo setorial, marcaram o encerramento da assembléia geral ordinária da Cicepla — Confederação da Indústria de Celulose e Papel Latino-americana, na cidade argentina de Bariloche. A investidura de Samuel Klabin foi saudada pela unanimidade dos países-membros através do argentino Jorge Aceiro que lhe transmitiu o cargo. Klabin destacou que em virtude das condições ecológicas f avoráveis ao rápido incremento da matéria-prima florestal "nenhuma outra região poderá cumprir, como a America Latina, o importante papel de assegurar ao mundo o suprimento de suas necessidades crescentes de celulose" Segundo

afirmou, "deixar de cumprir essa tarefa irreversível, através dos excedentes de produção que estarão disponíveis no Brasil e nos demais países integrantes da Cicepla, seria frustrar a grande expectativa que domina os consumidores mundiais a médio e longo prazos". DESENVOLVIMENTO Alejandro Orfila, secretário gejai. da OEA, destacou em sua mensagem aos diretores da Cicepla que "o sistema econômico reconhece a impbrtância desse setor, razão pela qual definiu como índice de desenvolvimento o consumo per capita de papel. Estamos conscientes — afirma — da imensa contribuição do setor ao Produto Interno Bruto de alguns países da região, do elevado valor agregado da produção, das oportunidades de emprego que gera e dos efeitos multiplicadores que refletem em outros setores da economia. Por esta razão a OEA continuará apoiando a grande indústria de celulose e papel, contribuindo para o seu desenvolvimento".

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BALCÃO DE RECURSOS COMUNITÁRIOS PROMOVE PROFISSIONALIZAÇÃO

Iniciado dia 15 pp. no Parque da Agua Branca, nesta Capital, e coordenado pelo Fundo de Assistência Social do Palacio do Governo (FASPG), encerrar-se-á no próximo domingo o X Seminário de Participação Comunitária. Além da serie de debates e estudos comunitários com projeções de audiovisuais programados para o Seminário, foram montados e expostos à visitação pública dois módulos de oito faces cada um, com painéis centrados no tema básico — a Profissionalização como fator de Desenvolvimento. Mais especificamente, foram apresentados fotos e textos sobre os setores Primário, Secundário e Terciário da Economia, com informações complementares sobre Cursos Prof issionalizantes de Habilitação Profissional (ensino regular de 2.° grau para capacitação de alunos em profissões técnicas, com possibilidade de prosseguimento de estudos em nível superior), Cursos de Qualificacão Profissional (ensino supletivo, preparando para o exercício completo de ocupações bem definidas no mercado de trabalho) e Programas de Treinamento (para Iniciação e Readaptação Profissional). órgão dos Governos Federal, Estadual e Municipal (PIPMO, Secretaria do Trabalho e Coordenadoria do Bem Estar-Social da Prefeitura de São Paulo) e outras Entidades (SENAI, SESI, SENAC, SESC, SENAR, LBA, e MOBRAL) colaboram com o FASPG no esforço conjunto de atender e prestar informações, inclusive através de folhetos e farto material impresso, ao grande numero de visitantes — grupos de alunos, entidades de classe, pais e professores, bem como autoridades e o público em geral. Entre outras autoridades, visitaram ate o momento o Balcão de Recursos Comunitários o Governador Paulo Egydio Martins e senhora, o Prefeito municipal de São Paulo, vá28

rios Secretários de Estado e do Município, representantes do Ensino e do Trabalho, da Indústria e Comércio, bem como líderes de comunidades do interior do Estado. NO SENAI, ABERTAS AS INSCRIÇÕES AOS CURSOS DE 2.° GRAU

De 7 de novembro a 9 de dezembro estarão abertas as inscrições aos sete Cursos Profissionalizantes de 2.° Grau na rede escolar do SENAI, na Grande São Paulo, para a formação de Técnicos Industriais em Mecânica, Artes Gráficas, Têxtil, Metalurgia, Plástico, Cerâmica e Mecânica de Precisão. As inscrições para as Provas de Seleção poderão ser feitas de 2.a a 6.a feira, das 8 its 11 e das 13 as 18 horas, nas respectivas Escolas de 2.° Grau do SENAI, devendo os candidatos apresentar documento de identidade, três fotografias 3x4 e comprovante de conclusão do Curso de 1.° Grau ou de estudos equivalentes. Ministrados em período integral (manhã e tarde), estes Cursos são inteiramente gratuitos, havendo ainda disponibilidade de bolsa de estudo a alunos carentes de recursos, para cobrir despesas com alimentação, alojamento e transporte. Outras informações poderão ser obtidas junto ao Departamento Regional do SENAI, na Alameda Barão de Limeira, 539, ou pelo telefone 220-9822, ramais 10 e 80. ORIENTAÇÃO E SELEÇÃO DE CANDIDATOS

Em conformidade com o Plano Geral para Orientação e Seleção de Candidatos aos Cursos de 2.° Grau, elaborado pela Divisão de Ensino daquela Entidade, já estão sendo treinados, pela Divisão de Psicologia Aplicada, os encarregados da seleção nas Escolas, orientadoras educacionais e aplicadores de testes. A mesma Divisão de Psicologia Aplicada está também elaborando todo o material de . seleção (provas, testes, reda-


cão), bem como distribuindo funções e preparando os locais para a aplicação dos testes — que ocorrerá simultaneamente em todas as Escolas de 2.° Grau do SENAI na manhã do dia 7 de dezembro. De 20 a 23 de dezembro será divulgada a lista geral dos candidatos aprovados, que, a partir do dia 15 de janeiro de 1978, deverão providenciar sua matrícula na respectiva Escola. CEE VISITA ESCOLA DO SENAI

O Conselho Estadual de Educação (CEE) de São Paulo, com seu presidente e vice-presidente, respectivamente dr. Moacir Expedito M. Vaz Guimarães e prof. dr. Renato Alberto Teodoro Di Dio, visitaram a Escola SENAI "Suíço-Brasileira", em Santo Amaro, destinada â formação de Técnicos Industriais em Mecânica de Precisão. Os visitantes foram recepcionados pelo diretor regional do SENAI em São Paulo, Paulo Ernesto Tolle; pelo coordenador da Administração, José Augusto Bezana; pelo superintendente da Administração Escolar, Edmur Monteiro, e pelo diretor da Escola SENAI "Suíço-Brasileira", Wálter Gonçalves. No sagão de entrada daquele estabelecimento, examinaram a maqueta das instalações oficinas, bem como o mostruário das "séries metódicas" outras pegas de Mecânica de Precisão usinadas pelos alunos daquela unidade escolar de 2.° Grau do SENAI. Percorreram em seguida as salas de aula e amplas oficinas, inteirando-se dos programas curriculares tanto para a Educação Geral quanto para a Formação Especial. Além dos Escritórios de Desenho e Projetos, Planejamento de Produção, visitaram também a Oficina Principal, onde os alunos operam equipamentos e máquinas agrupadas de acordo com as várias séries curriculares. As últimas seções a serem vistas foram as instalações do

Laboratório de Metrologia, Óptica, Instrumentos Mecânicos, Eletrotécnica e Eletrônica, e as oficinas reservadas à Solda, Tratamento Térmico e Eletrodeposição, Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos. A ESCOLA SENAI "SUÍÇO-BRASILEIRA" Criada ern 1973, em virtude de convênio firmado entre o SENAI e a Swissocontact — Fundação Suíça de Assistência ao Desenvolvimento — esta Escola, única na América Latina, prepara o profissional técnico de 2.° Grau para as indústrias ligadas à Mecânica de Precisão. Dispõe de amplas oficinas e laboratórios montados com modemos equipamentos, sendo seus alunos imediatamente absorvidos pelo mercado de trabalho após o término do Curso. CURSOS DE 2.° GRAU NO SENAI Além da Escola de Mecânica de Precisão, o SENAI de São Paulo mantém outras seis Escolas de 2.° Grau, destinadas formação profissional de Técnicos Industriais em Cerâmica, Mecânica, Metalurgia, Têxtil, Plástico e Artes Gráficas, todas situadas na Grande São Paulo. As inscrições para as Provas de seleção a estes sete Cursos de 2.° Grau do SENAI estarão abertas de 7 de novembro a 11 de dezembro. COSTURA INDUSTRIAL: TREINAMENTO PARA MENORES E ADULTOS

Com a colaboração da Pfaff do Brasil S.A. Indústria e Comércio, o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) instalará Unidades Móveis com o objetivo de proporcionar treinamento a adultos e menores de 14 a 18 anos, com preferência aos que já se acham trabalhando em Indústrias de Vestuário, Calçados e Artefatos de Couro. Tais Unidades Móveis, destinadas à qualificação profissional em costura industrial e pesponto de calçados, terão seu número, modalidades e diversi-

ficação de equipamentos estabelecidos de comum acordo pelas partes signatárias do Convênio, e ficarão subordinadas tecnicamente ao SENAI, através da sua Divisão de Assistência as Empresas (DAE) — área responsável pelos Centros de Treinamento e Unidades Móveis, cujo chefe representará aquela Entidade junto A. Pfaff. Por força deste Convênio — com vigência de um ano, mas renovável automática e sucessivamente por igual período — o SENAI colocará à disposição das Unidades Móveis a serem implantadas todo o pessoal docente necessário, exercendo, em plenitude, as funções e responsabilidades de entidade empregadora; elaborará programas de estudo; supervisionará e avaliará o aprendizado e, no fim do período de treinamento, expedirá os Certificados de Conclusão. A Pfaff caberá fornecer às novas Unidades Móveis 50% dos equipamentos e ferramental necessários, colaborando também na preparação do material didático, assistência técnica, reparação e substituição de máquinas, bem como na indicação de localidades e empresas a serem beneficiadas pelo treinamento. UNIDADES MÓVEIS O Departamento Regional do SENAI em São Paulo man. têm, no momento, 14 Unidades Móveis, com programas de treinamento nos seguintes setores: Mecânica Diesel, Eletricidade, Solda Elétrica, Montador de Rede Hidráulica, Costura Industrial e Pesponto de Calçados. Objetivo dessas Unidades Móveis é ministrar treinamentos a curto prazo, visando b. rápida preparação básica e maior qualificação profissional. O SENAI as instala aqui e acolá, atendendo as solicitações de Entidades e grupos interessados, desenvolvendo as atividades de treinamento quer nos próprios locais de trabalho, quer em regiões mais distantes, desprovidas de recursos adequados à formação profissional. 29


FLAS FIES

41% 0 AUMENTO SALARIAL DOS GRÁFICOS

Os gráficos de jornais de todo o Estado de São Paulo firmaram acordo com seus empregadores, no Tribunal Regional do Trabalho, estabelecendo um reajuste salarial de 41 por cento. Pelo mesmo acordo, a data-base da categoria profissional (isto 6, o dia em que as novas condições salariais são válidas) passou de sete de outubro para primeiro de outubro. Com a mudança da database, os gráficos de mais de 400 jornais e revistas paulistas foram beneficiados com uma antecipação de aumento correspondente a uma semana: por outro lado, isso facilitou a confecção das folhas de pagamento nas empresas. Os trabalhadores que atualmente recebem o salário-mínimo regional, de 1.106,80 cruzeiros, foram beneficiados com um adicional de 220 cruzeiros; dessa forma, o menor salário na categoria passa a ser de 1.326,80 cruzeiros. EMBALAGENS 'FEW ALÍOUOTA DO IPI REDUZIDA PARA 8%

O presidente Geisel assinou o Decreto n.° 80.699, de 9-11-77 (DOU do dia 10) , fixando em 8% a alíquota do IPI para diversos artigos de embalagem, classificados nos códigos da Tipi. As mercadorias (embalagens) que tiveram a alíquota do IPI reduzida para 8 '7( são as seguintes: 30

Código 39.07.03.00 — artigos de embalagem (embalagens e recipientes para produtos farmacêuticos, alimentares, de perfumaria e toucador e para cosméticos; bisnagas e embalagens semelhantes, para líquidos, cremes e pastas; rolhas, tampas e semelhantes; carretéis, bobinas, espulas e suportes semelhantes, para a indústria têxtil; frasco e garrafa; saco, e, "qualquer outro"). A allquota do IPI dessas mercadorias era de 12 V, , com exceção do item "qualquer outro" (subposição 39.07.03.99) que era de 16%. Código 40.14.07.00 — reservatórios ("containers") flexíveis. A alíquota do IPI desses reservatórios era de 18%.

Código 48.16.01.00 — sacos protetores próprios para embalagem antichoque e antitérmica e código 48.16.99.00 — "outros". A alíquota do IPI para essas mercadorias era de 12%. Código 48.21.13.00 — embalagens para ovos e outros produtos alimentares. A alíquota do IPI dessas embalagens era de 15%. De acordo com o artigo 2.° do Decreto n.° 90.699/77, a fixação da alíquota do IPI em não implica em redução das alíquotas adotadas para fins de cálculo do crédito presumido de exportação, previsto no artigo 1. 0 do Decreto n.o 64.833, de 17-7-69, com a nova redação dada pela Decreto n.o 78.986, de 21-12-76.

SUPER VINCO FEVA 3000

contratação pelas empresas, principalmente se se considerar o tipo de serviço que devem executar. Observando estes aspectos aliado ao fato de que no momento atual, a maioria das indústrias gráficas não podem despender elevadas somas para adquirir máquina de maior produtividade, para torná-las aptas e concorrer no mercado, MAQUINAS FERDINAND VADERS S/A., tradicional fabricante de máquinas para corte e vinco, em quatro (4) formatos desde 60x80 cm até 100x140 cm, e da máquina de corte e vinco plana para formatos de 130x300 cm, decidiu fabricar um modelo de máquina de corte e vinco automática, designada "SUPER VINCO FEVA 3000", que atendesse aos vários problemas do industrial gráfi-

Nos tempos atuais a producão das máquinas é fator importante nas indústrias gráficas, devido a grande concorrência. Somente aquelas que forem racionalmente equipadas conseguirão um resultado positivo. A maioria das indústrias gráficas lutam com o problema de falta de espaço e verifica-se que, nos grandes centros industriais, cada metro quadrado representa um custo bastante elevado. Outro ponto importante o custo da mão-de-obra, que se torna cada vez mais elevado e técnicos altamente especializados necessários para trabalharem em máquinas altamente sofisticadas, além das dificuldades de serem encontrados, recebem salários tão elevados que se torna impossível sua


co brasileiro. Sendo uma máquina compacta, ocupa um espaço muito menor do que as máquinas tradicionalmente importadas. Sua produção média equivale â produção de três máquinas com margeação manual, não requerendo, por outro lado, operadores altamente especializados. Custando muito menos que as máquinas importadas, pode ser adquirida financiada através do FINAME, evitando-se com isto a descapitalização da empresa que ne-

cessita de seu capital de giro para operar, não podendo darse ao luxo de pagar juros elevados para adquirir qualquer equipamento, mesmo que necessário para aumentar a competitividade de sua empresa. O sucesso na venda das máquinas "SUPER VINCO FEVA 3000" demonstra o acerto na escolha do modelo por parte de MÁQUINAS FERDINAND VADERS S/A., continuando assim na liderança no setor de fabricação de máquinas para corte e vinco.

FURADEIRA ELÉTRICA DE PAPEL

des de papel com perfeição e muita facilidade, com leve pressão da alavanca. Perfura até 50 mm de altura em um segundo. Limpeza automática das brocas, coletor de aparas evita que as mesmas se espalhem.

Equipada com mesa grande

e quatro esquadros margeadores. Este modelo é apropriado para furar grandes quantida-

Trabalha com brocas desde 2,5 mm até 10 mm de diâmetro. Exempla de como usar os esquadros margeadores no caso de vários furos: Coloque o esquadro margeador de acordo com o furo desejado. Desloque os papéis na extensão e em frente da escala graduada conforme se vê acima.

Especificações Voltagem: 110v — 115v — 220v e 240v. NOVA GERAÇÃO DE IMPRESSORAS

A partir das máquinas Colorman, Lithoman e Rotoman, a M.A.M., integrante do grupo GHH e fabricante de veículos utilitários, motores diesel, máquinas e instalações de fábricas, apresentou durante a realização da Feira Internacional de Máquinas de Impressão, realizada em Düsseldorf, na Alemanha Ocidental, uma nova impressora para jornais, revistas,

Força : 110 Watts Polos: 2 Ciclos: 50/60 Velocidade: 2850/3450 rpm Dimensões: comprimento — 610 mm; largura 430 mm; altura 600 mm Tamanho da mesa de trabalho: comprimento — 540 mm; largura — 285 mm Comprimento do fio: 3 m Peso: 30 kg Produto distribuído pela Imporgraf Comercial- e Importadora Ltda.

COPYMAT NP APARELHO ESPECIAL PARA COPIAR CHAPAS E CLICHES NYLOPRINT

Construção em metal e acrílico. Refletor com lâmpadas fluorescentes especiais de luz "ultra-violeta" e lâmpada amarela de segurança que se apaga automaticamente com o fechamento do aparelho. Película de difusão especial. "Copymat NP" garante a cópia de clichês e chapas de Nyloprint de todos os tipos com a melhor qualidade. O tempo de exposição varia com o tipo de chapa Nyloprint de 4 a 8 minutos. "Copymat NP" permite também a cópia de chapas offset metálica pré-sensibilizadas. "Copymat NP" é apresentado em dois formatos: Pequeno 55x65 cm. Grande: 80x100 cm. formato pequeno é especialmente indicado para a confecção de clichés, enquanto que o formato grande é indicado para a confecção de chapas nyloprint para offset seco (letterset) e clichés. Com ventiladores para resfriamento das lâmpadas fluorescentes. Bomba de vácuo rotativa. Relógio para marcar o tempo de exposição. Todas as funções comandadas por teclas. Montado em gabinete com prateleiras. Ajuste para abertura e fechamento suave do tampo, sem riscos de golpe ou queda, por sistema de contrapeso na parte posterior do tampo. Fabricada pela Gutenberg Máquinas e Materiais Gráficos Ltda.

livros de bolso, comics e outros impressos, de tiragem pequena ou média. Com a UNIMAN, a nova impressora, a M.A.M. tentará reduzir os custos no offset de cilindros. Ela imprime 36.000 jornais de 4 páginas por hora, com uma altura de 578 mm e largura de 965 mm. Essas máquinas podem ser adaptadas posteriormente para impressão a quatro cores e permite elevar o número de cilindros de modo a aumentar sua capacidade. 31


RETRAEM-SE AS VENDAS INDUSTRIAIS DE MÁQUINAS GRÁFICAS O parque fabril brasileiro de máquinas gráficas mostrou no primeiro semestre, do corrente exercício, um comportamento desfavorável em relação ao desempenho observado em idêntico período de 1976.

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De acordo com a análise dos indices conjunturais construídos pela Divisão de Economia e Estatística da ABIMAQSIMESP em convênio com a Assessoria de Política Econômica de Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, é verificado que o faturamento real do segmento econômico enfocado se reduziu de 4,2% no interregno em exame, refeInd. Nacional de Máquinas Gráficas Variação do Indicador do Faturamento Real 1. 0 Semestre - 1975/77 ■■■•

76/75 + 14,1%

77/76 — 4,2% Fonte: DEE/ABIMAO

1

rência feita ao mesmo lapso de tempo do ano passado (v. Quadros 1.1 e 2.1). Nota-se, por outro lado, que o cotejo entre os resultados médios concernentes aos seis primeiros meses de 1975 e de 1976, indica um incremento no valor deflacionado da mercantilizaçã,o, da ordem de 14%, o qual se afasta significativamente dos 4,2% negativos, acima referidos tangentes a 1977. O menor movimento comercial levou naturalmente as empresas a ajustarem seus programas de fabricação b. realidade do mercado. Em consequência diminuiu o ritmo de crescimento das horas trabalhadas na produção. Contra o aumento de 9,8% experimentado pelo indicador médio dessa variável, no primeiro semestre de 1976 (base: primeiro semestre de 1975) constatou-se para janeiro/junho de 1977 (base: janeiro/junho de 1976) um incremento de 6,7%, identificando, portanto, uma diferença negativa igual a 3,1 pontos (v. Quadros 1.2 e 2.2).

QUADRO 1 Indústria Nacional de Máquinas Gráficas Indicadores Médios Conjunturais — 1. 0 Semestre 1975/77 (base: janeiro 1975 = 100) Especificação

1975

1976

1977

92,0 101,2 105,7

105,0 111,1 121,6

100,6 118,5 133,5

Ind. Nacional de Máquinas

Gráficas Variação do Indicador de Horas Trabalhadas na Produção 1. 0 semestre 1975/77 76/75 9,8%

77/76 6,7%

Fonte: DEE/ABIMAO

A adequação operacional por parte das empresas industriais, às determinantes conjunturais influiu negativamente na variação do nível de emprego. A força de trabalho setorial apresentou nos seis meses iniciais de 1977, menor expansão do que no primeiro semestre do exercício imediatamente anterior. Os aumentos então verificados igualaram, na mesma ordem, a 9,8% e a 15,0% (v. Quadros 1.3 e 2.3). Ind. Nacional de Máquinas Gráficas Variação do Indicador do Emprego Total 0 1. semestre 1975/77 41■=11/

76/75

Faturamento Real Horas Trabalhadas na Produção Emprego Total

15,0%

............ 77/76 9,8%

Fonte: DEE/ABIMAO-APE/SF

QUADRO 2 Indústria Nacional de Máquinas Gráficas

Fonte: DEE/ABIMAO

Variações Percentuais dos Indicadores Médios Conjunturais 1.° Semestre 1975/77 Especificação Faturamento Real Horas Trabalhadas na Produção Emprego Total Fonte: DEE/ABIMAO

1976/76

1977/76

+ 14,1% + 9,8% + 15,0 °/0

— 4,2% + 6,7% + 9,B °/o

Ao que tudo indica, por conseguinte, a indústria nacional de máquinas gráficas está sendo desaquecida, devido à retração observada em seu mercado consumidor, representado, principalmente, pelas editoras, pelas tipografias e pelas fábricas de sacos de papel e de material plástico. 33


continua sua

O êxito alcançado com a série inicial de 12 unidades justifica a produção da e série desta dobradeira-coladeira nacional

34


As primeiras 12 dobradeirascoladeiras BOST BABY 20 já foram instaladas em firmas de destaque do ramo. A continua demanda pronunciada, em todo o território nacional e estrangeiro, justifica a produção de uma segunda série desta máquina prática e econômica. A "BABY 20" dobra e cola as embalagens clássicas com 4 vincos longitudinais entre 2 e aproximadamente 10 cm de largura (caixa dobrada). Pode realizar também a leitura de código das embalagens de produtos farmacêuticos, durante a produção. Isso tudo numa velocidade de 125 m/min. Mesmo sendo pequena, a máquina aguenta bem uma comparação com suas irmãs maiores com respeito A, mecânica e ao seu equipamento standard, • pois tem as seguintes vantagens: Dispositivo de alimentação • com regulagem de velocidade

sem escala e alimentador de pilha com vibrador. Pré-dobradores, esquerdo e direito, deslocáveis lateralmente. Coleiro inferior esquerdo, deslocável, com banho de cola de 0,6 litro, alimentado por garrafa de 3 litros, com acessórios para faixa de cola de 2 mm. Dispositivos de dobragem, esquerdo e direito, reguláveis lateralmente. Dispositivos de prensar e acelerar, esquerdo e direito, ligados aos dispositivos de dobragem, inclusive um par de rolos, movimentados por correia, e um sistema de prensar, ajustável durante a produção. Expulsor combinado, ajustável em qualquer direção, para controlar o fluxo de caixas.

Saída de 3 velocidades, longitudinal, fixa, com tapete transportador de 160 mm de largura, com dispositivo esticador do tapete. Contador eletrônico. Acionamento mediante um motor de corrente alternada e um grupo variador-redutor; velocidade regulável de O a 125 m/min. Caixas de tamanho pequeno exigem grande registro. Tomando esta exigência em conta, a Bobst equipou esta máquina, do ponto de vista de construção e qualidade, com todas suas características em acionamento e precisão. A Bobst Máquinas Gráficas Ltda. atende na rua Cadineus, 40, Moema, 04087 São Paulo, SP. Tels.: 543-9818 e 240-4334. Telex 1124514 BOBS BR. Telegramas: EMBRABOBS. 35


RICALL: 14 ANOS DE GRANDES REALIZAÇÕES TECNOLÓGICAS Ao nos defrontarmos com mais um ano de nossa caminhada, agradecemos aos nossos clientes e amigos, funcionários e fornecedores, o apoio, o estímulo e a ajuda que nos possibilitaram chegar até aqui. Com esta mesma eficiente colaboração estamos certos de que venceremos novas etapas.

Fundada em 11 de outubro de 1963, a RICALL — INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MAQUINAS INDUSTRIAIS LTDA. comemorou dia 11 de outubro do corrente seu 14.° ano de existência, tendo contribuído decisivamente, durante este período, para o progresso e enriquecimento de nosso parque gráfico. RICALL se constitui, no momento, na grande marca brasileira que significa tecnologia - a serviço da Indústria gráfica. Retrata uma indústria moderna que utiliza as mais avançadas técnicas para a produção de suas máquinas, além de contar com todos os recursos humanos e materiais para conseguir o mais alto padrão de qualidade. Tendo por fundadores os Srs. Armando Pastrelli, Renato Pastrelli e Armando Logullo, essa empresa passou por duas fases de transição, a primeira, com a saída do Sr. Armando Logullo e 'a segunda, com a retirada do Sr. Renato Pastrelli. Atualmente, a RICALL terva por dirigentes os Srs. Comehdador Armando Pastrelli, remanescente das direções anteriores, Ovídio Cavatão e Sra. Neide Pastrelli Kamada, respectivamente, Gerente Administrativo, Gerente Industrial e Gerente Comercial. Essa empresa possui um Departamento de Vendas modernamente estruturado, tendo b. sua frente o Sr. Jacques F. G. Oppenheim, Gerente de Vendas, o qual tem 36

Fachada do novo escritório da Ricall


Sra. Neide Pastrelli

proporcionado um trabalho altamente dinâmico, condizente com as mais modernas técnicas de Marketing. A RICALL inicialmente teve por sede uma pequena oficina de apenas 200 m2 , na Rua Vinte Oito de Setembro, 1.099, no Bairro do Ipiranga; posteriormente, mudou-se para uma Area de 700 m 2, empregando em suas atividades mais de 40 operários especializados, e atualmente essa empresa mantém suas instalações numa Area de 2.150 m2 , localizada na Rua D. Ana Nery, 697, Cambuci - possuindo mais de 100 funcionários, incluindo operários especializados e funcionários do setor administrativo. LINHA DE FABRICAÇÃO

Suas máquinas possuem características antes só encontradas em similares importadas. Além do elevado prestígio que gozam no mercado gráfico nacional, as máquinas RICALL já estão sendo exportadas para quase todos os países da América-Latina e até mesmo para os EUA. Em sua linha de fabricação destacamos: RICALMAC — máquina destinada à dobra e colagem de caixas de cartolina para embalagens simples, abas duplas fundo automático. Montada em sólida estrutura de ferro fundido e todas as suas partes sujeitas a oxidação são croma-

das ou niqueladas. Seu funcionamento é bastante suave, pois funciona com todos os eixos montados sobre rolamentos, e sua velocidade normal de operação chega até a 200 metros por minuto. VERN1CAL — envernizadora de papel ou cartolina em folhas. Equipada com estufa para secagem. VERNIBRILL — Máquina para envernizar papel ou cartolina em folhas. RICALL-TRI — Guilhotina trilateral (três facas) para cortes de livros, revistas, jornais, cadernos, livros em branco, folhetos, talões de cheques, etc. Esta máquina representa uma forte opção para aumentar a produção da empresa gráfica, sem alteração do quadro funcional. LAVATOR — Máquina utilizada na lavagem de rolos molhadores de Offset. Lava três rolos simultaneamente, em apenas 15 minutos. Enxágua e enxuga um rolo por vez, comprimindo-o entre dois cilindros enxugadores. TUNAM — Ambientador de papel ou cartolina. Corrige as ondulações, dilatações e contrações do papel ou cartolina. Limpa, eliminando os resíduos do papel ou cartolina. Condiciona o papel ou cartolina A densidade higrométrica do ambiente de trabalho. RICALL-RAPID — Máquina para dobrar e colar cartuchos, caixas simples, de abas duplas e de fundo automático. Fabricada em dois modelos diferentes. CELOCORTE — Bobinadeira para cortar celofane. Corta e rebobina. RECORT — Máquina para cortar e refilar bobinas de plástico. Equipada com serra circular para o corte e faca circular para o refile. SIMPLEX — Máquina para plastificar papel, cartolina, tecido, etc., em folhas ou bobinas, pelo processo rotativo, com filme de polietileno sem adesivo. PLASTBRILL — Máquina para plastificar e calandrar pa-

Kazumi Kamaaa pel ou cartolina em folhas ou bobinas pelo processo rotativo. Plastifica papel, cartolina, tecido, etc., sem adesivo, com filme de polietileno. RICALL-MATIC — Equipamento automático para alimentação e descarga de papel ou cartolina em folhas, podendo ser adaptado As máquinas para envernizar, calandrar, plastificar, pautar e outras. Salientamos, também, que a RICALL adquiriu os direitos de fabricação de Miguel Darners de uma máquina envernizadora e de Nelson Barchi foi adquirido o "know-how" de fabricação de uma prensa, equipamentos estes que já fazem parte da linha de fabricação dessa empresa.

Sr.

Apesar das dificuldades do comércio exterior, geradas pela crise do petróleo, e de um ano bastante difícil para todos, a RICALL soube controlar e ultrapassar com certo brilho todas estas dificuldades. Seus diretores não se cansam de exaltar o grande esforço despendido pelas nossas autoridades governamentais com o objetivo de atender As reivindicações de nossos setores industriais, e assim possibilitar um maior progresso tecnológico. A RICALL participa ativamente dentro do mercado nacional, pois em casos de determinadas máquinas, tais como, máquinas de plastificar, má37


quinas de parafinar, máquinas de envernizar e Guilhotina trilateral, é a única fabricante, porém não tiram proveito deste privilégio, mantendo, sempre, preços equitativos e à altura das possibilidades de nosso parque gráfico. NOVAS ATIVIDADES Dentre as últimas atividades devemos ressaltar a criação pela RICALL da Divisão RICALL-SELLING, que visa a prestação de serviços ao setor gráfico, orientando e informando o interessado onde encontrar tudo sobre máquinas e equipamentos gráficos. Para tanto, mantém um bem atualizado fichário de empresas do ramo, onde consta o correto endereço e a relação de produtos fabricados e, também, uma grande quantidade de catálogos dessas empresas fabricantes. E dentro dessa Divisão todas as consultas, por carta ou telefone, são atendidas com a máxima solicitude.

Devemos frisar que o objetivo da RICALL-SELLING, além de informar os interessados do setor, é o de possibilitar, ainda, h. empresa um maior contato com fabricantes, a fim de representar com exclusividade seus produtos. Essa nova Divisão conseguiu carrear para a RICALL a representação exclusiva de Máquinas Klein, sediada em Novo Hamburgo - RS, cuja linha compreende: Misturador M-1 — mistura e amacia tintas gráficas; Mesa Vibratoria para Papel — com inclinação regulável; Enfardadeira Hidráulica — Especial para aparas; Retifica para navalhas ANG 175 — Especial para afiação de navalhas da Indústria Gráfica, de papel, celulose e de madeira. PROMOÇÕES NO EXTERIOR Visando manter sua imagem no exterior, a RICALL participou este ano da DRUPA/77, realizada em Dusseldorf, na

Sr. Ovidio Cavatão

Alemanha. Para lá foram enviados os Srs. Jacques F. G. Oppenheim e Ovídio Cavatão, numa demonstração de que essa empresa se mantém sempre atenta aos eventos, no sentido de melhorar, cada vez mais, o aprimoramento tecnológico de suas maquinarias. Participaram, também, do 6.° Congresso Latino-Americano, realizado no mês de novembro em Lima, no Peru. NOVAS INSTALAÇÕES

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A RICALL adquiriu na Rua D. Ana Nery, 702 - São Paulo, sua sede própria administrativa, a fim de proporcionar um bom atendimento aos seus clientes, amigos e fornecedores. Consiste, realmente, de excelentes instalações, dentro de modernos padrões estéticos, e que condizem com o grande conceito dessa empresa em nosso parque gráfico. ABIGRAF EM REVISTA acrescenta suas congratulações a mais este ano de existência da RICALL — INDeSTRIA E COMERCIO DE MAQUINAS INDUSTRIAIS LTDA., desejando que a mesma continue sempre elevando o padrão técnico de nosso parque gráfico, para que possamas nos impor, cada vez mais, no mercado externo.


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máquina, pode-se adaptá-la à respectiva finalidade de emprego. pode-se obter saída em folhas com velocidade de 16.000 impressos por hora. possue funcionamento silencioso em função das engrenagens de alta precisão cuidadosamente ajustadas. Enfim ZIRKON 66/11 é uma máquina indicada para impressão de livros, revistas, catálogos e trabalhos de publicidade e artísticos. Procure conhecer melhor o que esta rotativa poderá fazer para a sua indústria gráfica, e para isto estamos ao seu inteiro dispor.

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LITOGRAFIA MODERNA

Autor: Ian, Faux — Traduzido por Angel Scinchez Gómez

SIMAGRAN órgão oficial do Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos do Estado de São Paulo SIMAGRAN. Publicação de excelente apresentação estética e que contém um material redacional de excelente qualidade. Ë editada pela ADEMOR Publicações e Publicidade Ltda. e vem preencher uma lacuna de há muito tempo existente no setor de Mármores e Granitos, o qual se ressentia da falta de um veículo fidedigno, elaborado por profissionais, e que pudesse atender aos anseios dessa importante indústria de nossa economia. JORNAL DA PREVENÇÃO DE ACIDENTES órgão oficial da Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes — Conselho Regional do Estado de São Paulo. Publicação bastante objetiva e que revela uma grande importância para os diversos setores industriais, dado os artigos e as mais variadas informações inerentes à prevenção de acidentes nos mais variados setores industriais. 40

Este livro foi preparado com o objetivo de facilitar informações necessárias àqueles que se encontram vinculados ao setor de impressão litográfica. Assim, todos os impressores profissionais encontrarão nesta obra um manual para as técnicas de impressão e preparação de chapas. Os textos e ilustrações são frutos de muitos anos dedicados ao ensino da litografia a aprendizes e trabalhadores nos colégios de educação técnica. As matérias estudadas são uma ampliação do material utilizado nas aulas e o estilo utilizado é principalmente didático. Todos os temas se iniciam com um nível elementar, e aqueles que tenham conhecimentos científicos pouco elevados deverão trabalhar cuidadosamente o capítulo de ciência, se desejam aprender as aplicações científicas às técnicas de impressão. Publicação editada pela Editorial Acribia — Zaragoza — Espanha. Poderá ser encontrada na Esfera — Distribuidora de Livros Ltda. — Rua Santa Isabel, 46 — São Paulo - SP. KLABIN Informativo da Divisão de Embalagens de Klabin Irmãos & Cia. Publicação dirigida a revendedores de papel, usuários e a todas as empresas ligadas ao setor. Traz uma série de artigos de suma importância, dando enorme destaque aos problemas ligados à embalagem e à produção de matériaprima para o fabrico de papel. Apresenta, ainda, uma interessante seção sobre o desenvolvimento de novos produtos. uma publicação que colabora, sobremaneira, para o desenvolvimento tecnológico desse setor. TRABALHO E SAVDE NA INDÚSTRIA I Stellman / Daum Os modernos processos industriais introduzem, a toda

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hora, novos riscos para os operários. Mais fáceis de identificar são os riscos que matam ou mutilam rapidamente. Outros levam mais tempo, mas nem por isso deixam de produzir os seus efeitos sinistros. A luta contra os riscos no trabalho requer o interesse e um esforço especial de todos os implicados nos processos de produção. Este livro quer chamar a atenção para os diversos tipos de doenças profissionais e orientar no combate contra estas "assassinas silenciosas". Conteúdo: Tensão, ruídos e vibrações, calor e frio, luz, radiações, riscos químicos, riscos de soldagem, controle da poluição, registros de saúde. Obra publicada pela Editora Pedagógica e Universitária Ltda. Pça. D. Jose Gaspar, 106 - 3. 0 andar - São Paulo - SP. CURSO DE ARTES GRÁFICAS Autor: Germano Rebellato Publicação bastante útil para quem deseja ficar bem informado sobre artes gráficas. Relata de maneira muito prática e facilmente assimilável sobre maquinarias e equipamentos gráficos e técnicas em geral utilizadas no ramo gráfico. Pesquisas feitas e experiências acumuladas neste campo especifico, durante três décadas, são sintetizadas pelo Prof. Germano neste livro. O ALUMINITO Recebemos o número especial do "house-organ" O Aluminito, editado pela Alcan Alumínio do Brasil S.A. Esta publicação retrata o trabalho que vem sendo desenvolvido por essa empresa, voltado para o incremento continuo do mercado de chapas de alumínio no Brasil. Divulga enfaticamente a inauguração da fábrica em Pindamonhangaba, enfocando, também, sua Divisão de Chapas. ORGANIZAÇÃO DE EMPRESAS Organização — o problema de dividir o trabalho entre as

pessoas cujos esforços têm, então, que ser coordenados — assunto de intenso interesse prático para os gerentes de todos os níveis. Os problemas da organização são especialmente críticos em um negócio que se expande. Este livro apresenta uma sinopse dos pensamentos correntes neste campo e um ponto de vista integrado dos três enf oques principais: clássico, relações humanas e sistemas, mostrando que cada um tem seu valor para contribuir e como eles se complementam uns aos outros. Os três enfoques são introduzidos, e questão fundamental de colocar objetivos é discutida. Isto é seguido pela análise crítica do enfoque clássico sob os amplos cabeçalhos dos objetivos, o agrupamento de atividades em unidades administrativas, delegação, responsabilidade, relações e organização de trabalho. enfoque das relações humanas é analisado nos termos do comportamento de grupos de trabalho, do supervisor e das relações entre grupos, e aplicado às áreas do clássico problema mencionado acima. Os sistemas de enfoque concentramse em estabelecer áreas de decisão e necessidade de informações, designando canais de comunicação; o agrupamento de critérios relaciona principalmente para diminuir o peso das comunicações. Após essas questões terem sido examinadas, os problemas clássicos principais são revisados 6, luz dos sistemas de enfoque. O livro termina com um sumário comparativo em forma tabular, um sistema ilustrativo de estudo e um quadro de decisões. autor possui larga experiência em prática de gerência de negócios, como especialista em staff, gerente de vendas e consultor em organização, administração de escritório e Marketing. Desde 1960 é professor em Cranfield. um apublicação da Editora Atlas S.A.

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— Acórdão de 28-10-76, da 3.a Câm. Cív. do TJSP, na Ap. 255.533, de São Paulo (Ferreira de Oliveira, Pres. e Ral.). — Rev. de Jur. do TJSP, vol. 44, pap. 48/50.

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CÉDULA RURAL HIPOTECARIA — Inscrita a cédula rural, tem ela eficácia contra terceiros e compete ao Oficial do Registro negar o registro a qualquer título posterior, considerando-se nulo o ato que infringir essa norma.

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Dúvida não ha de que a recorrente era credora por Cédula rural hipotecária inscrita prioritariamente no Cartório competente e de que o Banco recorrido não tinha crédito anterior, de qualquer natureza, contra o devedor da recorrente, Inscrita a cédula rural, tem ela eficácia contra terceiros — art. 3.° do Dec.-lei n.° 167, de 14-2-1967, e que compete ao Oficial do Registro negar registro a qualquer título posterior, "considerando-se nulo o ato que infringir este dispositivo" — art. 35 do Dec.-lei n.° 167/1967." "Mais ainda, não é possível constituir-se validamente outro direito real sobre bem gravado com cédula de crédito rural inscrita, sem anuência expressa do credor." "Tenho, assim, por nula a garantia dada ao Banco, por dois motivos: primeiro, porque não poderia ter sido constituída validamente sem a prévia anuência da recorrente e, em segundo lugar, porque inscrita ilegal e serodiamente. O ato nulo não pode gerar direitos, de modo a afastar os direitos do credor preexistente, que tem a proteção constitucional do direito adquirido." — Acórdão de 17-8-76, da 2.a Turma do STF, no RE 84.528, do Parand (Thompson Flores, Pres.; Cordeiro Guerra, Rel.). — RTJ 79, págs. 630/636. DE DINHEIRO RESTITUIÇÃO — CONTRATO DE CÂMBIO — O credor pode pedir a restituição das importâncias adiantadas. Desnecessidade de inclusão do crédito no

FISCAL DE NOTA FISCAL EMISSÃO QUE NÃO CORRESPONDE A EFETIVA SAÍDA DE MERCADORIAS — Constitui ilícito punido com a multa de 100% sobre o valor comercial da nota.

quadro geral de credores, corno quirografário.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Realmente, o que se vê do artigo 75 e seus §§ 1. 0 e 2.°, que o contrato de câmbio, desde que protestado regularmente, constitui instrumento bastante para a ação executiva. E na hipótese de falência ou concordata do devedor, dispõe o § 3.° do citado artigo 75 que o credor poderá pedir a restituição das importâncias adiantadas, a que se refere o parágrafo anterior. Não há, pois, a minima dúvida a respeito, não se justificando a inclusão do crédito entre os quirografários da concordata, como quer a apelante. Alias, a hipótese, consoante lembra o parecer da Procuradoria Geral da Justiça, 6 semelhante àquela instituída para os contratos de alienação fiduciária, regidos pelo Decreto-lei n.° 911/69, nos termos do seu artigo 7.°."

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "A emissão, fora dos casos permitidos na legislação de regência, de notas fiscais que não correspondem h efetiva salda dos produtos nelas descritos, do estabelecimento emitente, constitui o ilícito punido com a multa: de 100% sobre o valor comercial dessas notas (Art. 159, inc. II, do Regulamento aprovado pelo Decreto n.° 61.514/67). Obrigação de recolher o imposto lançado nessas notas fiscais. A multa aplicada, em vista da falta de recolhimento do tributo, é a do Artigo 156, inc. II do Dec. n.° 61.514/67, não cabendo a majoração de que trata o Artigo 156 inc. II, do mesmo diploma legal, em face de as circunstâncias qualificativas integrarem o ilícito para o qual existe penalidade específica já aplicada em outro processo." — Acórdão 58.041, de 14-12-76, do 2.° CC, no Rec. 70.096 (Haroldo Braga Lobo, Pres. e Rel). — DOU-IV de 21-7-77, pág. 818. CORREÇÃO MONETÁRIA — PAGAMENTOS PARCIAIS — Inadrnissibilidade da pretensão da Fazenda

de fazer incidir a correção sobre a totalidade do débito, quando houve pagamentos parciais. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Se é certo que o débito merece corrigido mês a mês, segundo os coeficientes trimestrais aplicáveis, não menos curial é reconhecer que, sobrevindo pagamentos parciais, o débito corresponde

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ao saldo devedor, que se atualizará

ate a solução total. Não se sustenta o cômputo da correção sobre o principal e acessórios, quando parte deles está adimplida, por evidente que se está revalorizando o que ja, foi pago, e não apenas o débito tributário, que se circunscreve à mera diferença entre ambas as parcerias. Ora, as contas guerreadas, ao lançar os indices corretivos sobre o principal e con sectários, para, ao depois, deduzir as quantias singelas dos pagamentos parciais, não se limitaram a corrigir o débito fiscal, que é igual a saldo devedor em aberto. Foram além, corrigindo o que já estava pago, sem atualização dos valores dos depósitos, propiciando que a Fazenda se aproveite daquilo que, tendo-lhe sido pago, passou a integrar-lhe o patrimônio. Ë intuitivo que essa forma de cálculo co-honesta se beneficie o Fisco, do valor correspondente à atualização do que, dantes, já recebeu. Se a correção monetária é técnica de recomposição do valor aquisitivo, para reequilíbrio de desencaixe patrimonial, inconcusso que só apanhará o que ainda não entrou para o patrimônio do lesado." — Acórdão de 15-3-77, da 1' Cam. São Paulo (Carlos A. Ortiz, Pres.; Civ. do 1.° TASP, na Ap. 222.869, de Cesar Peluso, Rel.). — Julg. dos TASP, vol. 60.° (pub. interna), págs. 134/7.

ADMINISTRADOR — EXCESSO DE REMUNERAÇÃO — Não se conceitua como administrador, para efeito de tributação do excesso de remuneração, o empregado investido como procurador, de funções de direção.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Interpretação do art. 177 do RIR: não se conceitua como administrador, para efeito de tributação do excesso de remuneração, o empregado investido como procurador, de funções de direção." — Acórdão 68.152, de 25-9-75, da La Cam. do 1." CC, no Rec. 72.844 (Jacinto de Medeiros Calmon, Pres. e Rel.). — DOU-IV de 31-5-77, pág. 664. CORREÇÃO MONETÁRIA — TRIBUTO EXIGIDO INDEVIDAMENTE — Se o contribuinte se sujeita a corre cão monetária em caso de mora, também o Estado deve restituir, com correção monetária, tributo exigido indevidamente.

Em recurso, de que não conheceu, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator "ad hoc": "Com fundamento apenas na letra a e alegando negação de vigência ao art. 167 do CTN, recorre o Estado de São Paulo de acórdão que, mantendo a procedência de ação de repetição de taxa paga indevidamente a Junta Comercial, concedeu, com base no art. 2.' da Lei 9.153, de 1965,

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a correção monetária reclamada pelo contribuinte." "Parece-me que a decisão recorrida limitou-se a interpretação e aplicação da lei local, não havendo negado vigência ao questionado dispositivo da lei federal. Essa, alias, não cogita de correção monetária, seja a favor do Fisco, seja do contribuinte. Se devêssemos entender que, por não cogitar dela, a teria excluído, seríamos levados a concluir, coerentemente, pela impossibilidade de se continuar carregando aos contribuintes a correção monetária dos débitos fiscais, porque a lei que a instituiu a anterior k dita Lei 5.172/ 66 e teria sido por esta revogada." Diz o voto do Min. Bilac Pinto: "Inclino-me acompanhar o voto do Sr. MM. Xavier de Albuquerque, porque acho que é o mais razoável. O contribuinte está sujeito à correção monetária, quando não liquida pontualmente o débito fiscal. Ora, se o Estado exige tributo indevido, tem a mesma obrigação de restituilo com correção monetária. Quer dizer, tratamento equitativo entre ambos reclama que tanto o Estado, ao cobrar a obrigação fiscal, quanto aquele que pagou tributo indevido e obtém judicialmente a restituição, tenham direito it correção monétária." — Acórdão de 14-5-75, da 2. Turma do STF, no RE 75.239, de São Paulo (Thompson Flores, Pres.; Xavier de Albuquerque, Rel. "ad hoc). — RTJ 71, pgs. 121/3.

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ERRO DE CLASSIFICAÇÃO FISCAL — Inadmissível a aplicação da multa do art. 108 do Dec.-lei 37166 em decorrência de erro de classificação fiscal. Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Sobre o mesmo assunto assim dispunha a Lei 3244, de 14 de agosto de 1957, em seus artigos 33 e 34... Comparando-se estas últimas normas com as constantes do art. 108, em análise, vigente desde 1.° de janeiro de 1967, conforme esclarece a Portaria n.° 546, de 14 de dezembro de 1966, verifica-se que diferentemente dos dispositivos revogados o revogante não inclui na tipificação da infração a expressão classificação indevida. Diante disto, dividiram-se as opiniões em torno do problema em análise, entendendo alguns que o objetivo da norma do Decreto-lei 37/66 foi exatamente revogar a penalidade com relação It classificação, contra-argumentando outros no sentido de que a expressão classificação fiscal somente não foi mantida por ser inócua, de vez Pi inserida no conceito de natureza da mercadoria. Cristalizou-se, portanto, nitidamente, uma dúvida quanto a capitulação legal do fato em análise, impondo-se conseguintemente a aplicação it espécie do disposto no artigo 112 da Lei n.° 5.172, de 25 de outubro de 1966 (CTN), que determina "in casu", a interpretação mais favorável ao "acusado". Descabe, portanto, com base na legislação vigente, desde que o importador forneça com exatidão informações de fato sobre a mercadoria (denominação técnica, nome comercial, etc.), a imposição da multa do art. 108 do Decreto-lei 37/66 com fundamento em erro de classificação fiscal." — Parecer Normativo CST-54, de 23-8-77. — DOU-I de 31-8-77, págs. 11.514/5.

TRABALHISTA RECONVENÇA0 — E cabivel a reconvenção no processo trabalhista. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Procede a inconformação da Rda.-recorrente. Isto porque cabível a reconvenção no processo trabalhista. Com efeito, dispõe o art. 142 da Constituição Federal no sentido de que competente é esta Justiça Especializada para conhecer e dirimir os conflitos entre empregados e empregadores, decorrentes da relação de emprego. Não quer isto significar, apenas, que só ao empregado é reconhecido o direito de acionar o empregador na Justiça do Trabalho. Ao contrário, possível é, da mesma forma, o empregador mover ação tra46

balhista contra o empregado. E como exemplos do cabimento, temos a instauração do inquérito para apuração de falta grave de empregado, ação esta ajuizada pelo empregador. Ainda outros tipos de ação há cujo autor pode ser o empregador (rescisória, declaratória, cominatória, etc.). Deste modo, tendo em vista que a reconvenção trata-se de uma ação "dentro de outra", nada há de incomparável com a sistemática do processo trabalhista. Ao contrário, evita-se decisões contrárias, pois no caso o mesmo juizo aprecia a ação e reconvenção." Acárdão 7.327, de 11-7-77, da 1.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-31)06/77, de São Paulo (Júlio de Araújo Franco F.°, Pres.; Marcos Manus, Rel.). AJUDA DE CUSTO — Paga mensalmente a empregado, em caráter permanente e estabelecido em 50% da soma do salário e da gratificacão de produtividade, constitui remuneração-base para os efeitos previdencidrios. Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Previdência Social — Ajuda de custo paga a empregado mensalmente, em caráter permanente, e estabelecida em 50% da soma do salário e da gratificação de produtividade, constitui remuneração-base para o efeito de recolhimento de contribuições previdencidrias e obtenção de benefícios do INPS." Acórdão de 26-5-76, da 3.• Turma do fieR, na Ap. 45.091, de Minas Gerais (Armando Rolemberg, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 28-4-77, pág. 2.714. CORREÇÃO MONETÁRIA — MULTAS E JUROS — Incidência no caso de débito resultante de decisão de instância superior que modificou decisão de primeira instância favorável ao contribuinte. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Nos precedentes indicados — RE 79.072, RE 78.630 e RE 78.257 — foi decidida a mesma matéria desta demands como se vê da ementa do primeiro deles: "Segurança cassada. Multa. Correção monetária e juros. Cassada pela segunda instancia a segurança que suspendeu a cobrança do crédito fiscal, não são exigíveis mina e correção monetária, esta no período anterior ã notificação (Lei 4.862/65, art. 15, § 1.°; Port. Ministério da Fazenda 275-GB, de 1965). Mas, nesse caso, os juros da mora serão cobrados desde o momento em que o crédito seria exigível se não fora a suspensão (Lei 5.421, art. 2.°, CTN, art. 161). 0 prazo para recolhimento será de 30 dias se outro não for estabelecido em lei especial (CTN art. 160)". Sendo idêntica a hipótese dos autos,

reporto-me its razões de decidir daqueles julgados para dar provimento ao recurso." Acórdão de 10-2-76, da 1.• Turma do STF, no RE 82.224, de São Paulo (Bilac Pinto, Pres. e Rel.). — RTJ 77, págs. 622/4. INDENIZAÇÃO — EMPREGADO OPTANTE — O optante não faz jus d indenização quer seja o contrato por prazo indeterminado ou determinado. Em recurso, de que não conheceu, por maioria, decidiu o Tribunal: "0 optante não tem jus it indenização quer seja o contrato por prazo indeterminado ou determinado." Acórdão 1.835, de 1.°42-76, da 3! Turma do TST, no RR-L463/76 (Coqueijo Costa, Rel.). — DJU de 21-12-76, págs. 11.067/8. VENDEDOR PRACISTA — Para que o vendedor pracista tenha direito ao descanso semanal remunerado é de mister esteja sujeito a freqüência integral e controle de horário. Em recurso, a que deu provimento,.por maioria, decidiu o Tribunal: "0 recite, era vendedor pracista. Não alegou na inicial sequer que estivesse sujeito a freqüência, controle de horário ou de produção. Não se interessou por qualquer prova de que estivesse sujeito a freqüência integral. Conformou-se com o encerramento da instrução, concordando em que a matéria em dobate constitui mera matéria de direito. Assim sendo, impossível reconhecer-me o direito ao DSR. Para que o vendedor pracista tenha direito ao DSR é de mister esteja sujeito a freqüência integral e controle de horário. Se os empregados em geral estão subordinados it freqiiência integral para fazerem jus ao DSR, impossível é criar categoria especial de empregados, a que tal exigência fosse estranha. Portanto, não sujeito it freqüência, não faz juz o recite. ao DSR. Acórdão 660, de 31-1-77, da 3.° Turma do TRT da 1' Região, no Proc. TRT/SP-6.038/76, de São Paulo (Reginald° Mauger Allen, Pres.; Wilson de Souza Campos Batalha, Rel.). IMPROBIDADE — Não comete ato de improbidade empregado antigo que retira da empresa material sem valor comercial e que por ela era cedido a terceiros, a titulo gracioso, por ser inaproveitável. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Por defesa, disse a Recda. que o Recte. se apropriou indevidamente de material de sua propriedade, havendo inquérito policial a respeito. Em recurso a Reeds. salienta que o Recte. era "Porteiro" e portanto, detentor de cargo de confiança, encarregado de proteger os seus bens, não podendo cometer o menor deslize em seu cargo, mas o Recte. retirou grande


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quantidade de pedra da sua pedreira. A prova testemunhal indica existir na pedreira da Recda. refugo de pedra, pois, só a calcária era aproveitada, enquanto a "pedra mata" ali permanecia em grande quantidade e segundo a 2.° testemunha do Recte. as fls. seria até um benefício a retirada daquela pedra do local, sendo que era permitido retirá-la gratuitamente com autorização da Recda. Portanto, em se tratando de empregado antigo e o material sem valor comercial que eia dado pela Recda. a quem a solicitasse, não pode ser considerado ato de improbidade a retirada pelo Recte. de um caminhão de pedra e nego provimento ao recurso. Transmitida em julgado deve voltar à Comarca de Barueri para execução." Diz a ementa: "Não comete empregado antigo, ato de improbidade em retirar pedra refugo da pedreira da Recda. e que por esta era cedida a terceiros a título gratuito, por ser inaproveitável." Acórdão 13.472, de 13-12-76, da 3." Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-9.717/76, de São Paulo (Helder Almeida de Carvalho, Pres.; Reginaldo Mauger Allen, Rel.). SALÁRIO-MATERNIDADE — Havendo justa causa, não é devido salário-maternidade à empregada dispensada antes do período legal de afastamento. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A Recte. pleiteou o pagamento de salário-maternidade, tendo a Recda. contestado a ação, alegando ser indevido tal benefício, já que a autora fora despedida por justa causa. Realmente, no decurso do 3." mês de gestação, foi a Recda. despedida, por justa causa, tendo proposto ação trabalhista para ressarcimento das verbas rescisórias, mas sua reclamação foi julgada improcedente, tendo transitado em julgado. Ora, com o despedimento por justa causa da Recte., no 3Y mês de gestação, não fez ela direito ao salário-maternidade." Acórdão 12.029, de 16-11-76, da 2.' Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-5.377/76, de São Paulo (Roberto Barrett° Prado, Pres.; Plinio Ribeiro de 1V1bndonça, Rel.).

dido pelo empregado é impossível, já que somente salário pode ser objeto de desconto, conforme preceitua o § 2." do art. 487 da lei consolidada. Por estes fundamentos, dou provimento parcial ao recurso, para condenar a Recda. a pagar ao Recte. as férias simples pleiteadas, em valor apurável em execução." Acórdão 12.363, de 22-11-76, da 2."Furma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-7.253/76, de São Paulo (Raul Duarte de Azevedo, Pres.; Plinio Ribeiro de Mendonça, Rel.). COMPETENCIA — PIS — Compete a Justiça do Trabalho dirimir reclamação de empregado, visando a obter ern dinheiro a participação que lhe caberia no PIS e que deixou de ter em virtude de omissão do empregador. Em conflito de competência, decidiu o Tribunal, unanimemente: "Conflito de competência. Reclamacão de empregado, visando obter em dinheiro a participação que lhe caberia no PIS e que deixou de ter em virtude de omissão do empregador. Competência da Justiça do Trabalho. Compete 5. Justiça Trabalhista a reclamação exposta, embora envolvendo o PIS. Trata-se de litígio entre particulares — empregado e patrão — sem nenhuma conseqüência para qualquer entidade pública." Acórdão de 4-11-76, do TFR, em sessão plena, no CC 2.851, do Parana (Amarillo Benjamin, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 9-3-77, pág. 1.263. FALTAS POR DOENÇA — A ausência do empregado, por motivo de doença atestada por instituição de previdência social, não pode ser descontada do periodo aquisitivo do direito às ferias. Em embargos, que recebeu, por maioria, decidiu o Tribunal: "Ausência por doença. A ausência do empregado, por motivo de doença atestada por instituição de previdência social, não pode ser descontada do período aquisitivo do direito às ferias (Art. 134 e 473, I, da CLT)." Acórdão 1.883, de 24-11-76, do TST, em sessão plena, nos E-RR-4.854/74 (Ary Campista, Rel.). — DJU de 15-12-76, págs. 10.869/70.

COMPENSAÇÃO C O M A VISOPRÉVIO — Configurado o abandono de emprego, não podem as ferias ser objeto de compensação, que diz respeito ao salário "strictu sensu"

INDISCIPLINA E INSUBORDINAÇÃO — Comete essas faltas o empregado que não acata ordem especifica, desacatando a chefia.

Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A MM. Junta entendeu ter ocorrido abandono de emprego em virtude disto determinou a compensação do aviso-prévio pelas férias deyidas. Ocorreu realmente abandono, já que duas testemunhas assim o afirmam, tendo mesmo sido publicado edital neste sentido. Todavia, a compensação das férias pelo aviso-prévio não conce-

Em recurso, a que se deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Enciumado com a promo. cão de colega de ofício, declarou-lhe o reclamante, à frente de outrem, que the não acataria as ordens, ainda que ficando sob a chefia daquele. O fato está sobejamente demonstrado nos autos. Não acatar uma ordem específica é insubordinação; desacatar uma chefia é sem dúvida alguma manifesta indisciplina. A afirmação do reclamante foi

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comunicada k direção da empress, sendo o reclamante imediatamente despedido. Estas as palavras do superior do reclamante, 0.M., que fora promovido. Registre-se que PP. assistiu ao ato de indisciplina." Acórdão 6.273, de 14-6-76, da 1.° Turma do TRT da 2.° Região, no Proc. TRT/SP-796/76, de São Paulo (Julio Franco, Pres.; Antônio Lamarca, Reli. AVISO-PRÉVIO — FALTA GRAVE — No período de aviso-prévio, o contrato de trabalho permanece íntegro e se o empregado pratica falta grave no seu decurso, não faz jus ?I indenização. Em revista, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "No período de aviso-prévio, o contrato de trabalho permanece integro, e se o empregado pratica falta grave no seu decurso, não faz jus b. indenização." Acórdão 1.751, de 24-11-76, da 3." Turma do TST, no RR-5.039/75 (Lomba Ferraz, Rel.). — DJU de 15-12-76, pág. 10.907. FALTA GRAVE — CAPITULAÇÃO — O fato de a empresa capitular, no documento de rescisão, alta grave de desídia, não a inibe de, na contestação a reclamação, articular todas as faltas graves que tenha a aduzir. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Pela carta de fls. foi comunicada a despedida ao recite. sob invocação de desídia. Na contestação, a reclda. imputou ao recite., além de desídia, faltas no desempenho de suas funções de engenheiro, "atos reprováveis" consistentes em permitir a colaboração de firma empreiteira, da qual era fiscal, o pagamento de suas despesas de refeição. Entendeu a JCJ devidamente comprovada esta última falta, não só pelo citado documento, como também pelas testemunhas da empresa. O recite. efetivamente debitava suas despesas de refeições à firma empreiteira, que ele fiscalizava. Evidentemente, trata-se de prática irregular, ensejando a rescisão. O fato de a empresa, na carta comunicando a despedida do empregado, aludir à falta grave de desídia, não a inibe de, no momento próprio, ou seja, na contestação, articular meticulosamente todas as faltas graves que tenha a aduzir. Apurada plenamente uma dessas faltas, embora não seja a explicitada na comunicação da despedida, não há como considerar injusta a rescisão contratual. Por outro lado, a prova testemunhal revela o tratamento hostil que o recite, dispensava a seus colaboradores." Acórdão 1.010, de 7-2-77, da 3 4 Turma do TRT da 24 Região, no Proc. TRT/SP-7.280/76, de São Paulo (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; Wilson de Souza Campos Batalha, Rei)


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