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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRAFICA

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ANO II - NUMERO 20 - JULHO 77

EM REVISTA

DIRETOR SETORIAL DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS GRÁFICOS ENTREVISTADO POR ABIGRAF EM REVISTA "REALIDADE NA INDÚSTRIA GRÁFICA" FOI TEMA DE CONFERÊNCIA DO II FORUM DE ANÁLISE DE MERCADO ABIGRAF PRESENTE NA V REUNIÃO SETORIAL PADRONIZAÇÃO DE ENVELOPES TEM PRAZO ADIADO PARA 1978

REGIONAL DO ESTADO

DE SAO PAULO


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CAIU EM EXPANSÃO A DAFFERNER caminha a passos largos para a concretização de seus objetivos. A cada ano novas metas vão sendo conquistadas e consolidadas, sempre com o intuito de melhor atender ao "Parque Gráfico Nacional", no que se refere a máquinas, equipamentos gráficos e serviços especializados de assistência e orientação técnica a todos os produtos oferecidos. A opinião geral dos clientes da DAFFERNER é que esta deveria ampliar sobremaneira a sua linha de produtos, pois a eficiência técnica administrativa da Empresa está definitivamente comprovada e acreditada por todos aqueles que direta ou indiretamente a conhecem. Decidiu-se, portanto, criar uma Divisão de Representações de Vendas para máquinas e equipamentos gráficos para complementar a sua atual linha de fabricação. A idéia foi bem aceita, não só pelos clientes, bem como por vários fabricantes estrangeiros que se interessaram em entregar à DAFFERNER todos os seus produtos para a possível representação. A opção da DAFFERNER, todavia, foi dada às máquinas POLYGRAPH de procedência alemã (DDR), sobejamente conhecida no Brasil. A POLYGRAPH EXPORT é uma Empresa que concentra a atividade de vendas de várias fábricas da DOR e, portanto, a que oferece a mais variada linha de produtos para o Par-

que Gráfico Mundial.

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Expediente ABIGRAF EM REVISTA Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S. Paulo.

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EM REVISTA

Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de $ão Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Policia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P. 209/73.

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DIRETOR SETORIAL DE MAQUINAS E TOUIPAMENTOS GRALFICOS ••EREVISIADO POR AIRCRAT to REVISTA RIALIDADE NA INDUSIRIA GRAFICA" FCEX TEMA DE CONFERENCIA DO II FORUM DE ANALISE DE MERCADO

PADRONIZAÇA0 D4 ENVELOPES TEM PRAZO APEADO PARA ITT!

Redação e Administração:

Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 Telegr.: "ABIGRAF" - CP 7815 01223 - São Paulo, SP, Brasil Direção Administrativa:

Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente

Consultares Técnicos:

Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial:

Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Direção Jornalística:

Saulo Barros - MTPS Diagramação e Produção: Lorenzo Baer Flavio H. Drabik Mugnani Rubens Roque da Silva Ferreira Sergio Natal Bruni - Tel.: 278-7331 Composição:

Cooperadora Gráfica Ltda.

Na hora que os egípcios utilizavam o papiro e os romanos, tábuas de argila e pergaminho, os chineses produziam os mais variados tipos de papel para cartas, papel de embrulho, papel de parede e ate papel prateado. A nossa capa mostra os simples instrumentos utilizados pelos chineses, bem como japoneses, nesta fabricação, tendo como base uma massa aquosa, composta de fibras vegetais e ate trapos de seda, filtrada através de uma peneira de tiras de bambu ate formar uma folha sucessivamente secada ao sol.

Impressão:

Laborgraf Artes Gráficas S.A.

Sumário Cartas

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Editorial

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Panorama da Indústria Gráfica

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Realidade na Indústria Gráfica

11

Atualidades Eríi Montevideu ABIGRAF participa da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica

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ETC adia padronização de envelopes para 1978

21

FIESP/CIESP em notícias

27

Noticiário SENAI

31

Flashes

33

Seção Impressão

35

Setor Jurídico

37

Guia da Indústria Gráfica

40 5


Escusando-me pelo atraso em comunicar-me com V. Sas., quero expressar, em nome do Grupo Suzano Feller, o nosso agradecimento pelo esplêndido tratamento gráfico e destaque dados ao artigo referente et homenagem aos clientes Suzano Feller do Ano, na Convenção Nacional de Vendas em 1977. RAPHAEL RIOS GRUPO SUZANO FEFFER SAO PAULO - CAPITAL Agradecemos elogiosas referências que muito nos honra e nos motiva bastante no sentido de um melhor aprimoramento desta publicação. Estamos b. inteira disposição desse conceituado grupo empresarial, contando, também, com o irrestrito apoio de V. Sas. para que possamos continuar divulgando tudo o que ocorre dentro do setor gráfico. Acusamos o recebimento da carta do Sr. Edson Luiz Bugs, o qual oferece seus préstimos para representar algum de nossos associados ligados et fabricação de papel, papelão, cartão duplex, cartolinas, consumidores em cartonagem, embalagens, caixas, livrarias, papelarias, gráficas, etc. O mesmo já se encontra estabelecido há longos anos como representante autônomo, contando com bastante experiência e conceito firmado dentro dos Estados do Paraná e Rio Grande do Sul. Serão fornecidas todas as referências aos eventuais interessados. Mais informações dirijamse ao endereço abaixo. EDSON LUIZ BUGS Rua Cel. Bordini, 77 - cj. 802 Fone 22-0523 - Cx. Postal 3061 PORTO ALEGRE -RS Lemos com satisfação e apreciamos deveras a matéria publicada em "ABIGRAF EM REVISTA" (Ano II - n.0 14- janeiro/77 - págs. 30-33), intitulada: "SENAI: MAIS TÉCNICOS PARA AS ARTES GRÁFICAS". Agradecemos a atenção dispensada et nossa Instituição, colocandonos ao inteiro dispor de V. Sas. para ulteriores informações e fornecimento de matérias e fotos para novas publicações sobre o SENAI. PAULO ERNESTO TOLLE SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL SAO PAULO-CAPITAL Salientamos que todo o material inserido nesta publicação, alusivo as diversas atividades do SENAI dentro do setor gráfico, somente contribui para o enriquecimento do conteúdo editorial da mesma. Portanto, esperamos contar, sempre, com o apoio dessa conceituada Instituição referente ao envio de material técnico e informativo das atividades da mesma. Agradecemos as referências, colocando nossas páginas b. disposição de V. Sas. Peço gentilmente colocar nossa empresa na lista de circulação des6

CARTAS

sa excelente Revista. Nosso departamento de gráfica e impressão pode colher informações importantíssimas, além de conhecer os anúncios de fornecedores do ramo. Gostaríamos, também, se houver em disponibilidade, de receber os números atrasados, a fim de que constem de nosso arquivo. Salientamos que o artigo! "Conscientização da Qualidade", de autoria de Walter dos Santos, do IFI, foi serograf ado e distribuído entre os dirigentes da FNS — Fábrica Nacional de Semicondutores Ltda. Essa equipe está de parabéns pela apresentação e conteúdo de ABIGRAF EM REVISTA. AUGUSTIN L. WOELZ FABRICA NACIONAL DE SEMICONDUTORES LTDA. SAO JOSS DOS CAMPOS - SP Há anos atrás, não me recordo em qual revista, foi publicada uma poesia intitulada: "Oração da Arvore". Li, gostei e mandei colocar em um quadro, tendo o mesmo desaparecido ocasionalmente. Escrevo-lhes, caso seja possível, publicarem novamente a mencionada poesia, a fim de que eu possa dispor, novamente, da mesma. Para orientação de V. Sas. saliento que essa poesia foi impressa sobre um fundo contendo uma árvore em cor verde. ARTES GRÁFICAS GARANTIA LIMITADA RUA HENRIQUE SERTORIO, 182 SAO PAULO-CAPITAL Cientificamos V. Sa. de que temos por norma não republicar material já inserido em números anteriores. Mas já estamos elaborando uma busca, a fim de que possamos atendê-lo o mais breve possível, enviando-lhe a referida poesia. No mais, aguardando a atençã'o de V. Sas. como leitor assíduo desta publicação, colocamo-nos sempre b. disposição. Recebemos correspondência do Sr. Aléssio Mantovani Filho, oferecendo seus préstimos com referência ex execução de serviços avulsos relacionados ao ramo gráfico, tais como, colagem em geral, montagens e acabamento gráfico. Para maiores informações os interessados deve-

rão se dirigir ao seguinte endereço: ALÉSSIO MANTOVANI FILHO RUA CARLOS M. STEMBERG, 500 CEP 03669 - VILA RÉ SAO PAULO -CAPITAL Tivemos a oportunidade de ter em mãos um exemplar da Revista ABIGRAF, que nos causou grande. interesse no recebimento constante dessa publicação. Nosso objetivo em recebê-la se prende em nos mantermos atualizados na atividade que estamos exercendo, e na necessidade de um aprimoramento técnico para futuras expansões. Portanto, solicitamos nossa inclusão como recebedores da revista acima epigrafada. EDITORA CHACARAS & QUINTAIS LTDA. AVENIDA FAGUNDES FILHO, 343 SAO PAULO-CAPITAL Informamos essa conceituada Indústria Gráfica de que esta publicação sera enviada regularmente a V. Sas., tendo o nome dessa empresa sido incluído na relação para recebimento normal. Na qualidade de técnico de impressão offset venho solicitar a V. Sas. me enviem a partir deste mês a Revista ABIGRAF. Como todo assunto inserido na mesma está intimamente relacionado com minha especialização, receber essa publicação é de muito interesse para mim. Caso tenha a honra em ser distinguido com uma assinatura, solicito enviar para o seguinte endereço: ARLINDO PENTEADO DE OLIVEIRA RUA JOSÉ PEDRINE, 56 MOJI-GUAÇU - SP Respondendo, informamos que esta publicação lhe sera enviada regularmente, sem nenhuma despesa, considerando a utilidade deste veiculo dentro de seu setor de trabalho. Solicitamos a V. Sas. informações detalhadas sobre fabricantes e representantes de máquinas tipográficas automáticas, guilhotinas e máquinas diversas de acabamento gráfico, pois estamos pretendendo instalar uma indústria gráfica de pequeno porte nesta Capital, e antes de qualquer contato com os fornecedores aguardaremos o pronunciamento de V. Sas. CIPRO - CIA. DE PRODUÇÃO E REVISÃO ORTOGRÁFICA RUA SANTO AMARO, 540 - Cj. 9 SAO PAULO -CAPITAL Agradecemos a confiança depositada nesta publicação para a coleta de informações de que V. Sas. necessitam. Brevemente estaremos enviando uma completa relação de fornecedores e fabricantes dos equipamentos de que V. Sas. solicitaram. Sem outro particular, colocamo-nos b. inteira disposição para outras informações dentro do setor a que nos propusemos colaborar.


Diretoria: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA

EDITORIAL

Regional do Estado de São Paulo DIRETOR IA Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube

PROIBIÇÃO DE FOLHETOS PREOCUPA INDUSTRIA GRÁFICA

2.° Vice-Presidente:

Sidney Fernandes Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.° Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: Waldyr FrioIli 2.° Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli

Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde z, Orestes Romiti Conselho Fiscal:

Homero Villela de Andrade Vitto José Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.. Secretário: José Aidar Filho Tesoureiro: I rineu Thomas 2.° Tesoureiro: Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes: José Bignardi Neto

Isaias Spina Sylvio Fonseca Sérgio Bignardi Joao Anastácio Godoy Drausio Basile Widar Asbahr Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto José Ciasca Suplentes: Irineu Francisco Rocco Ayrto Alberto Schvan Bernardo Sinatro Delegados representantes junto à FIESP: Theobaldo De Nigris

Homero Villela de Andrade Suplentes: José Bignardi Neto Waldyr FrioIII Secretaria:

das 13 as 11.30 e das 13 as 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretaria Geral:

Dra. Rose Maria Prial Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical, distribuição de publicações periódicas e informativas; orientação para pedidos de isenção junto ao Setor Gráfico da COI. Departamento Jurídico:

Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. J. Moreira Jr. Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais. civeis e criminais

Não obstante a queda de vendas do ramo gráfico, o mesmo se vê seriamente ameaçado por fatores indiretos que poderão causar uma defasagem maior com relação b rentabilidade desse setor. Decisão tomada pelo Secretário das Administrações Rev) nais, Celso Hahne, de intensificar a fiscalização no sentido de coibir a distribuição de folhetos publicitários nas ruas de São Paulo, poderá influir, decisivamente, na economia da lndústri ? Gráfica, com a possibilidade de gerar, também, um acréscim. , no percentual de desemprego já existente. Como se pode obsevar, tal atitude implicará na diminuição do volume de trabalh , , das Gráficas, provocando ociosidade operacional das maquinarias, pois o tipo de prestação de serviços acima menciona: o consiste de impressão constituída por grandes tiragens de lolhetos oriundos de campanhas promocionais de tradicionat: Imobiliárias de São Paulo. Alega o Secretário das Administrações Regionais que a d. tribuição de tais folhetos causa transtornos ao trânsito, co: en do as garotas-propaganda, responsáveis pela distribuição, sérios riscos de acidentes, e ao serem atirados às ruas podem car o entupimento de bueiros e galerias pluviais, agravando problemas das inundações. Quanto aos riscos que correm as garotas-propaganda, no. , discordamos, inteiramente, pois as mesmas somente dão ir , ci ao seu trabalho quando o semáforo possibilita sua locom,N...át, livremente entre os veículos, encerrando cada etapa de di:.tribuição dos folhetos promocionais bem antes da aber'ura do sinal, dirigindo-se para local seguro, ou seja, nos passi.1): públicos. Proibir esse tipo de atividade motivado por consequênc6. ainda, improváveis não nos parece justificável, e poderia nos levar a deduções bastante ilógicas, tais como, a proibição da comercialização de cigarros motivada, principalmente, pelo fato de seus usuários atirarem suas embalagens às ruas e calçadas, e uma série de outros produtos, pelo mesmo fato, deveram ser colocados fora de circulação. Fiscalização mais rígida deveria, isto sim, ser exercida sobre os vendedores ambulantes nas ruas da cidade, pois esses, além da excessiva falta de h'giene, causam imagem deprimente cercada de grande acúmulo de detritos ao redor. Infelizmente, a simples proibição do produto não se constitui em solução, mas sim em danos materiais que poderão abalar a estrutura de pequenas e médias empresas. A solução, menos rigida, consistiria na elaboração de campanhas educativas bem orientadas, conscientizando os cidadãos a respeitarem o seu "habitat", preservando-o da melhor maneira possível, e, nesse sentido, milhares e milhares de folhetos deveriam ser impressos para a consecução dessa campanha institucional.

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'Pancizama ?a ,OnNstzia qz46ica Alational Em entrevista concedida a esta Revista, Dr. Luiz Carlos Delben Leite, Diretor do Departamento Setorial de Mรกquinas e Equipamentos Grรกficos da SIMESP, traรงa um perfil bem delineado desse importante setor em nosso pais.

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Pergunta — Quando foi fundado o Sindicato? Nome do fundador e nomes dos atuais dirigentes? Resposta — A primeira reunião, congregando os fabricantes de máquinas e acessórios têxteis, deu-se em 28-01-1937, na Rua Quintino Bocaiúva, n.o 4 - 2.0 andar. Os trabalhos foram presididos pelo Sr. Luiz Jorge Ribeiro, fazendo parte da mesa os Srs. Alfio Bandieri e Manoel Teixeira da Silva, instalando-se naquela oportunidade o Sindicato dos Construtores de Máquinas e Acessórios Têxteis de São Paulo. De acordo com os estatutos discutidos e votados, artigo por artigo, naquela reunião, foi realizada a eleição para a indicação da Diretoria, com vigência ate 01-01-1939. A Diretoria então eleita e que a seguir foi empossada estava formada pelos Srs. Luiz Jorge Teixeira no cargo de Presidente; Alfio Bandieri como Secretário e Manoel Teixeira da Silva, Tesoureiro. O Conselho Fiscal estava constituído pelos Srs. Aurelio Coltro, Arsenio Moschetta e Paulo Andrighetti. Posteriormente, em 9 de Outubro de 1940, realizouse uma Assembléia Extraordinária; com a presença do representante do Departamento Estadual do Trabalho, para promover a adaptação do Sindicato A, organização sindical instituída pelo Decreto-Lei n.o 1402, de Julho de 1939, alterando-se a denominação da entidade para Sindicato da Indústria de Máquinas do Estado de São Paulo. Essa Assembléia representava o primeiro passo para a organização definitiva da categoria econômica da indústria de máquinas, segundo os dispositivos legais que regulamentaram o preceito da Carta Constitucional de 10 de Novembro de 1937, a qual deu aos sindicatos uma posição de alto valor econômico e de justa expressão social, de acordo com o sentido das realidades políticas, sociais e econômicas do Brasil. Desde essa data ate os dias atuais, tem o Sindicato procurado defender os interesses do grupo econômico de sua representatividade, e de acordo com os mais altos interesses do

Aspecto da entrevista, vendo-se o Diretor do Departamento Setorial de Máquinas e Equipamentos Gráficos, ladeado pelos empresários gráficos.

país. A atual Diretoria, recentemente eleita, está constituída pelos Srs. Einar Alberto Kok — Presidente; Waldyr Antonio Giannette — Secretário e Hans Werner Schmuziger — Tesoureiro. É de bom alvitre que se esclareça que o Sindicato é formado por 12 Departamentos, cada um deles tratando de setores específicos, onde os diretores são eleitos pelos membros respectivos, para presidir o Departamento e ainda participar da Diretoria do Sindicato. Assim é que nós presidimos o Departamento Setorial de Máquinas e Equipamentos Gráficos. Pergunta — Com relação Exportação, qual o estágio atual da Indústria de Máquinas e Equipamentos Gráficos? Existem alguns problemas de entraves burocráticos governamentais, tanto com relação Exportação, quanto à Importação? Resposta — Nosso setor depende muito pouco de Importações, tendo em vista que os equipamentos fabricados pelo setor tem todos os seus componentes, com raríssimas exceções, totalmente fabricados e/ou comprados no Mercado Interno. As poucas exceções que se verificam são alguns componentes para máquinas impressoras Off-Set, cuja fabricação no Brasil foi iniciada recentemente e também para guilhotinas eletrônicas programadas, cujos componentes importados são pouquíssimos. Quanto As Exportações devemos informar que somente em 1972 estabeleceu-se um pro-

grama visando atingir o mercado externo, pois ate então as iniciativas haviam sido esporádicas. No entanto, naquele ano conseguiu-se formar um "pool" das Empresas do setor com a montagem de um escritório para centralizar as nossas Exportações, organizando pesquisas, viagens, participação em Exposições Internacionais, etc. Desde então, passamos a exportar nossos produtos com freqüência e acreditamos ter alcançado algum sucesso, não obstante, estamos certos de que ate agora, face os gastos realizados e os esforços despendidos, ainda não alcançamos os resultados almejados. É evidente que diversos fatores concorrem para que o sucesso no campo das exportações não seja o almejado, dentre os quais destacaríamos alguns julgados mais importantes: em primeiro lugar é necessário reconhecer que o nosso Pais ainda não tem imagem ou tradição de país exportador de máquinas e equipamentos gráficos ou não, e ainda que, nós, fabricantes e exportadores, concorremos no exterior com países de larga tradição neste setor, tais como a Alemanha, Itália e Estados Unidos. Assim sendo, nosso maior esforço vem sendo empregado no sentido de mostrar lá fora que o Brasil tem, ef etivamente, produtos com qualidade perfeitamente compatível com os oriundos de outras localidades. Outro fator que nos cabe destacar, é que os órgãos governamentais encarregados dos trâmites burocráticos das exportações ainda não se en9


contram devidamente preparados para atender a todas as necessidades, com o seu pessoal ainda se ressentindo da falta de conhecimentos suficientes para tornar a tramitação dos documentos suficientemente rápida, de tal forma a respaldar a velocidade necessária das transações comerciais. Pergunta — Como se apresenta o Mercado Interno com referência à demanda de maquinarias e equipamentos de fabricação nacional?

Resposta — O Mercado Intel no, no primeiro semestre deste ano, não foi promissor como seria razoável se esperar, tendo em vista a política econômica adotada pelo Governo Federal que visa o combate â infla 5o, como ponto de maior importância. Para o segundo semestre, e voltando nossa atenção para outros aspectos da economia, tais como, as grandes safras agrícolas que obrigam o governo a permitir uma maior liberdade com relação aos meios financeiros, o pagamento do 14. 0 salario, a devolução do Imposto de Renda, e, especificamente, no nosso setor, a necessidade das Gráficas se prepararem para enfrentar as encomendas de fim de ano, nos permite prever substancial melhoria de vendas. Pergunta — A tecnologia empregada no fabrico de nossas máquinas apresenta alguma similitude à empregada pela indústria internacional?

Resposta — Eu responderia simplesmente o seguinte: sem

nenhum excesso de brasileirismo, de patriotismo, sem nenhum excesso de nacionalismo absurdo, eu diria que a Indústria Nacional hoje, naquelas máquinas e equipamentos que já são tradicionalmente aqui fabricados, anda ombro a ombro com a indústria estrangeira. Apresentando para os nossos compradores, para o mercado da indústria gráfica em geral, uma grande vantagem que é uma assistência técnica permanente, e que existe efetivamente. É imediata. Este é urn aspecto fundamental que se deve apresentar e que não se pode deixar de lado, de forma alguma. A qualidade do produto brasileiro hoje, dentro do setor de máquinas e equipamentos, tranqüilamente se equipara ao produto estrangeiro, Pergunta — Que desenvolvimento apresentamos no setor de Off-Set?

Resposta — Contamos hoje com uma fábrica que se dedica somente à fabricação de impressoras off-set, de melhor qualidade e ainda outras Empresas que irão fabricar esse tipo de máquina. Pergunta — Quais as perspectivas da Indústria de Máquinas e Equipamentos Gráficos Nacional para este ano de 1978?

Resposta — Gostaríamos de responder a pergunta de forma um pouco mais ampla, abrangendo não só o período de 1978, mas também os próximos. Assim é que se analisarmos a estrutura da indústria gráfica nacional, que é o mercado

onde atuamos, vamos notar a sua grande maioria formada por micro e pequenas Empresas, com uma pequena participação de empresas de médio porte e um número quase insignificante de grandes Empresas. Vamos notar então que a grande maioria delas tem uma estrutura de capital deficiente, quer seja no tocante a capital para ativo fixo quer seja para giro, e pouca eficiência gerencial, tendo, portanto, muita dificuldade para a obtenção de financiamentos, a custos normais de mercado, fato esse que aliado a pesada carga tributária contribui grandemente para o enfraquecimento do setor. Outro fator deficiente é a mão-de-obra, que apesar dos grandes esforços realizados pela Escola Senai Theobaldo de Nigris, que vem realizando um trabalho de muita eficiência no setor, ainda apresenta, no geral, urn nível ainda aquém das reais necessidades da indústria gráfica. Dentro desse panorama, acreditamos que as perspectivas para o nosso setor serão excelentes para os próximos períodos se, o Governo Federal, voltando sua atenção para esse segmento de mercado, crie todo um programa específico de financiamentos e assistência gerencial, vinculados ou não vinculados, reduza também substancialmente a carga tributária e ainda incentive efetivamente, através do próprio SENAI, a formação intensiva de mão-de-obra especializada.

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. REALIDADE NA INDÚSTRIA GRÁFICA •

"REALIDADE NA INDUSTRIA GRÁFICA" foi o tema da Conferência proferida pelo Sr. Drausio Basile, diretor do Depto. de Economia da ABlGRAF, no II Forum de Análise de Mercado de Celulose, Papel e Artes Gráficas. Após a palestra, o tema foi franqueado a debates, formulando o plenário diversas questões, respondidas pelo Sr. Rubens Amat Ferreira, Presidente da ABIGRAF. Desenvolvido nos dias 25, 26 e 27 de maio no auditório da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, o simpósio foi organizado pela ANAVE — Associação Nacional dos Homens de Venda de Celulose, Papel e Derivados, sob a presidência do Sr. Armando Mellagi, e debateu temas ligados et previsão e análise dos diversos segmentos do mercado interno e externo do setor.

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Iwo.

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Realidade na Indústria Gráfica O desenvolvimento do tema de nossa palestra, obriga-nos a tratar de diversos setores de nossa economia, isoladamente, para chegar a conclusões pertinentes às várias atividades englobadas na Indústria Gráfica. Inicialmente, devemos dividir a Indústria Gráfica em três grandes grupos: 1.0 — Fornecedora de produtos para indústrias de transformação. O impresso sera incorporado a um outro produto; este, distribuído à rede vendedora, e daí ao consumidor. E o caso das embalagens e rótulos. 2.0 — Produtora de bens já terminados, distribuídos a rede vendedora e desta ao consumidor. E o caso de materiais escolares, livros, artefatos de papel e similares. 3. 0 prestadora de serviços. Este, subdivididos em: impressos à indústria e comércio, para uso destes ramos. E o caso dos impressos fiscais, administrativos, publicitários, Serviços ou produtos de transformação, que podem ser fornecidos ou a outras gráficas, ou a outro tipo de indústrias: são os fornecedores de fotolitos, chapas, acabamento de impressos, etc. Feita esta divisão básica, devemos deixar claro que a superposição de dois, ou mesmo dos três grandes ramos é bastante freqüente ainda, embora com tendência de acabar. O maior problema causado pela superposição é que cada um dos ramos exige uma técnica de vendas completamente diferente do outro, visto que os tipos de compradores também são diversos. Passemos, agora, a analisar cada grupo, procurando colocá-lo num contexto geral de situação de mercado, dificuldades, perspectivas e, ao final, numa síntese de tudo. 12

1. 0 Grupo — Fornecedores para indústrias

de transformação Este setor sofre reflexos de problemas enfrentados pelos artigos e/ou empresas para quem fornece seus produtos. A relação de causa e efeito é perfeitamente percebida, qualquer que seja o setor. Dois exemplos bastante recentes: a safra de gado para corte de 7/74 foi prejudicada pela seca que, como se recordam, se refletiu também no fornecimento do leite. Para não prejudicar demais o mercado interno, foram impostas algumas restrições a exportação de carnes enlatadas. Os frigoríficos não sofreram grandes prejuízos, bastandolhes reduzir a produção de enlatados para concentrar a distribuição de carne verde. Para as gráficas que forneciam os rótulos para as latas, porém, ocorreu repentinamente uma menor demanda, gerando ociosidade de equipamento e menor consumo de matéria-prima. Outro exemplo, este bastante atual: a indústria de confecções têxteis vem sofrendo uma crise pronunciada nos últimos meses, como sabemos. Um dos resultados dessa situação foi a redução de compras de embalagens impressas, consubstanciadas principalmente por cartuchos e sacolas. Duas serão as repercussões nos nossos setores: as gráficas terão menos encomendas desses produtos; e os senhores terão vendas menores de cartolinas. Desde logo, portanto, se impõe uma conclusão: As gráficas do primeiro setor sofrem reflexos das influências que os fatores chamados "incontrolaveis" exercem sobre os produtos aos quais agrega sua produção; e, sendo basicamente uma indústria produtora sob encomenda, não lhe é muito fácil reciclar seu esforço de

vendas, dirigindo-o para novos setores. Sucedendo-se alterações conjunturais nos setores básicos de alimentação e vestuário, as gráficas são compelidas na busca de novos mercados. Mas estes já estão divididos por outras gráficas — e gera-se, assim, uma agitação de mercado, uma concorrência acentuada. Caso não ocorressem novos fatores incontroláveis, a situaOD, passado pouco tempo, se acomodaria. A pequena substituição de gráficas fornecedoras seria compensada pelo lento, mas inexorável, aumento de consumo. O fatiamento do mercado seria suficiente para todos. Não é, entretanto, o que acorre. De um lado, as crises dos mercados institucionais se repetem, ciclicamente, seja por fenômenos naturais, seja pelo baixo volume de recursos financeiros com que conta o país. Este último fator influi poderosamente na instabilidade dos mercados pelo seguinte motivo: a política econômica brasileira é dirigida pelo Estado, nas linhas mestras. Como os setores privados não contam com recursos próprios em volume suficiente, compete ao Estado, supri-los. Compete ao Estado, também, definir quais os setores prioritários a receberem os "pacotes" de recursos. Não havendo, entretanto, uma política mestra perfeitamente definida, ocorrem modificações de prioridades paralelamente a cada modificação dos quadros governantes. Isto significa que cada governante, cada Ministro de Estado, tem a sua noção de metas, muitas vezes conflitantes. Assim, a cada período governamental, há alterações de prioridades. Os esforços, dessa forma, se dispersam. Há um giro constante de recursos, sem decorrer o tempo necessário para seu retorno e para a con-


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dustriais, e se estruturando cada vez melhor nas áreas de marketing e administrativa — um ponto muito positivo, digase de passagem. Com esse posicioriamento, paulatinamente as gráficas estão se transformando em indústrias de embalagens, com diferentes técnicas, utilizando maior gama de produtos. Como as empresas compradoras de embalagens gráficas estão se voltando para o mercado exterior, a decorrência altamente favorável é a de que impressos brasileiros, utilizando papéis nacionais, são exportados para mercados altamente sofisticados — e têm aprovado.

das empresas que aceitarem a proposta de desenvolvimento. Então, setores favorecidos numa época, são relegados em favor de outros: e é um suceder constante de crises, ora aqui, ora ali, ora acolá. Há pouco tempo atrás, presolidação

conizavam-se e incentivavamse as fusões, formação de aglomerados, instalação de empresas, principalmente na área de

produção de bens. Aparentemente, ocorreu uma alteração nesse conceito, e a área hoje favorecida é a de prestação de serviços — mormente bancários. Como decorrência, estamos

vendo os conglomerados se desfazerem, e as áreas produtoras de bens — a indústria em geral — ou aumentando seu grau de endividamento, ou não

2.° Grupo — Produtor de bens destinados ao consumo direto

aguentando a situação, serem vendidas a grupos estrangeiros. E nesse contexto agitado e confuso que a Indústria Gráfica tem que sobreviver. Os fabricantes de celulose, papel e derivados sofrem remotamente, e minimizados, os efeitos do quadro que acima descreve-

mos. Tratando-se de um tipo de indústria que demanda grandes investimentos iniciais, não há divisão de esforços. Em outras palavras, o "turn-over" de indústrias papeleiras quase não ocorre: não se instalam cinco indústrias papeleiras por mês, contra o encerramento de outras cinco. Além disso, o tipo de produto que fabricam tem uso generalizado, o que não ocorre com os impressos. Mas o fator principal é que o setor papeleiro, graças b. sua própria extrema tecnicidade e enorme volume de investimentos que demanda para se instalar, não sofre das duas principais doenças que vêm acometendo a área gráfica: estatizacão e verticalização. Falare-

mos de ambos ao final. Concluindo: a Realidade no

1. 0 grupo de Indústrias Gráficas, pode ser assim resumida: A sucessão e instabilidade das sucessivas políticas econômicas, aliada a alguns fenômenos naturais, geram convulsões cíclicas nos mercados de

diversos produtos que utilizam compontes gráficos; As gráficas, ao sofrerem

os reflexos dessas convulsões, para evitar a ociosidade de máquinas, procuram novos mercados, criando situações anômalas, cujo principal efeito é a concorrência acirrada que todos conhecemos. Quando a nova situação de mercado tendia a estabilizar-se, como ocorreu em 69, 70 e 71, surgiram novos fatores: criação de gráficas estatais em todos os níveis, e verticalização de empresas com criação de parques gráficos próprios. Visando melhorar os produtos que oferece às indústrias de transformação, as gráficas do primeiro grupo estão desenvolvendo novas técnicas in-

Este setor, ao contrário do primeiro, sofre diretamente as alterações de mercado, principalmente as decorrentes de mudanças sócio/culturais e, em menor escala, as tecnológicas, econômicas, e do fator moda. Devemos nos deter a estudar um pouco, aqui, as contingências globais de mercado, para depois vermos o caso brasileiro e tirar algumas conclusões. Há quarenta anos atrás, o desdobramento químico do petróleo criou uma revolução no mercado de matérias-primas. Surgiam os diversos plásticos e derivados, cujo uso, com o tempo, foi de tal forma intensivo que muitas matérias-primas naturais — entre elas a madeira e seus derivados, os tecidos, e até mesmo o aço —

foram colocados em segundo plano. Assim é que muitos artefatos de papel foram substituídos por similares de plástico. Mas se a madeira é praticamente inesgotável — desde que se tenha, evidentemente, o cuidado de replantá-la — não o 13


é o petróleo. Não falemos do petróleo: o assunto é extenso e pegajoso. Então há agora uma retomada de posição favorável madeira e seus derivados. O problema maior é, que com o abandono da atividade reflorestadora, escassearam ou ficaram remotas as fontes fornecedoras da madeira. O papel, hoje, é um artigo caro. Para colocá-lo no mercado sob a forma de artefatos, a pregos compatíveis, é necessário recorrer A tecnologia importada, o que demanda recursos em máquinas. Requer-se também uma estratégia toda especial junto ao consumidor, principalmente o brasileiro, já acostumado ao plástico. 0 .problema, portanto, de indústrias de artefatos de papel, tem duas facetas: uma estritamente mercadológica, e outra financeira. Mas o momento ainda é de indefinição. São completamente diferentes os problemas enfrentados pelo setor mais importante desse grupo, o de materiais escolares. Livros e cadernos sempre serão de papel, e o mercado consumidor, como sabemos, cresce de ano para ano. Mas a alta do preço da matéria-pritna, somada à sazonabilidade do artigo, cria problemas de difícil solução para os caderneiros, como é o caso do estoque de papéis de baixa gramatura. Consta-nos existirem problemas técnicos que dificultam a produção desse material. Pela dificuldade em obtê-lo, o fabricante de cadernos vai estocando o que aparece — e esse estoque somente será consumido no fim do ano, para abastecimento das lojas em janeiro, fevereiro e março. A sazonabilidade dessa venda é difícil de evitar. E verdade que existe a reposição durante o ano, mas em escala bem menor. Portanto, a saída é diversificar a produção, mas persiste o problema dos papéis finos. Geram-se, assim, custos indiretos pela progressiva imobilização de estoques, a serem consumidos praticamente de uma vez. 14

Surge, agora, iniciativa da Associação Brasileira de Normas Técnicas, padronizando formatos e espessuras de cadernos. Realmente necessária, ela somente surtirá pleno efeito se ocorrer uma normalização do abastecimento de papéis finos. E o assunto tem alcance mais social que econômiff). Limitado a esse âmbito, o problema seria facilmente solucionado. Mas, também, aqui vem despontando a ação estatizante, com organismos Federais produzindo o material escolar. E este é um problema complexo demais para ser aflorado aqui. Quanto ao outro grande setor desse segundo grupo, o livreiro e editorial, sofreu o impacto de uma modificação de hábito gerada pela indústria de cursinhos, estes derivados do estreitamento dos exames vestibulares. O assunto tem sido fartamente discutido nos jornais, e aqui só vamos constatar que os cursinhos criaram o hábito das apostilas. A apostila é hoje uma instituição nacional, e se ela tem, aparentemente, a vantagem de baratear o estudo, de outro diminuiu drasticamente a preferência pelos livros. Pode-se pensar que estamos aqui a defender a classe dos livreiros, mas a verdade é que a cultura está horizontalizada. Convenientemente utilizada, a apostila é um ótimo instrumento auxiliar do aluno. Mas seu uso hoje é abusado, e certamente uma das causas do baixo nível cultural dos universitários de hoje. Talvez mais culpada que a televisão. Hoje, chega-se ao cúmulo de apostilar livros, isto é, analisar •a obra, transcrever-lhe trechos principais, condensá-lo e entregar, assim, ao estudante, um exercício já feito. Ora, o estudo é principalmente análise, raciocínio e prática. A apostila retira essa qualidade do ensino, massificando conhecimentos genéricos. Quanto ao livro-lazer, aparentemente está ocorrendo outra modificação de hábitos. Não cabe a nós comentá-la, mas apenas constatá-la e antever

saídas mercadológicas, como mudança de canais de distribuição, que já vem ocorrendo, e até mesmo alteração da estrutura da obra, adaptando-a para quadrinhos, que 6. uma forma de transmissão de imagens não eletrônicas. A defesa institucional do livro não é tarefa do setor privado, mas — esta sim — uma atividade de todo o interesse do Estado. Vejamos agora a sinopse da Realidade do 2.° Grupo Gráfico: Sofre, mais do que qualquer outro, as alterações impostas por mudanças culturais. Exige, portanto, agilização constante do setor em busca de novos mercados junto ao consumidor. C) Enfrenta, também, a concorrência estatal. Dependendo do artigo que prdouz, passa a ser uma indústria de produção em linha, mas de outro lado pode enfrentar problemas de sazonabilidade. São razoavelmente boas as perspectivas de retomada dos mercados que os artefatos de papel perderam para os plásticos. Pelo que a ABIGRAF tem constatado, as empresas estão reagindo de forma bastante positiva, procurando novas estratégias na sua política de comercialização, e novos produtos por novos canais de venda. 3.° Grupo — Gráficas prestadoras de serviço Embora se possa dizer que toda a gráfica é prestadora de serviços, vimos que, pelo contrário, as do primeiro grupo; trabalhando embora sob encomenda, na verdade aplicam e transformam matérias-primas; as do segundo grupo também o fazem e distribuem o material ao consumidor. Todavia, o conceito de prestadoras de serviço, aplicado ao terceiro grupo, deve-se ao fato de que, se imprimem impressos fiscais, administrativos ou publicitários, tais serviços são,


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na verdade, complemento de uma prestação de serviço; não são os impressos agregados a nenhum outro produto, como os rótulos, nem são consumidos como produto acabado, como ocorre com os livros e artefatos de papel. As empresas deste tipo, em geral de porte pequeno, são especializadas num determinado serviço. Não têm grandes problemas de imobilizações financeiras em estoques, embora dependam da mão-de-obra ou de máquinas. Sofrem, também, evidentemente, dos problemas causados pela recessão econômica, mas lhes é muito mais fácil adaptarem-se a um mercado menor, do que empresas de maior porte. A tendência para o mercado de impressos fiscais é aumentar cada vez mais, à medida que se sofistica a política tributária, de modo que, embora a quantidade de gráficas prestadoras de serviços seja bastante grande, a demanda não é inferior b. oferta de horas-máquina disponíveis.

O grande problema que este tipo de empresa enfrenta é uma quase inexistente previsão de compras de seus clientes, gerando pedidos urgentes para entrega em cima da hora. Sucede, entretanto, que a falta de planejamento ou sua excessiva rigidez, são tópicos de economias "em desenvolvimento", como a nossa, sujeita, como constatamos atrás, a injunções oligárquicas internas ou externas, ou ambas. Não se pode, pretender, portanto, que repentinamente passe todo mundo a orçar, planejar e prever. Mas o próprio defeito dos clientes das gráficas prestadoras de serviços — pressa gerada pela falta de previsão — veio criar a grande concorrência que sofre esse ramo, concorrência desleal porque não onerada pelos impostos e taxas que a gráfica estabelecida paga, promovida pelas chamadas "copiadoras" espalhadas, hoje, nas grandes cidades do Brasil. Vejam bem os senhores, não somos em absoluto contra o progresso de novos sistemas, e 16

de modo algum reclamariamos contra uma concorrência, se leal. Embora não pareça, o mundo só pode ir A, frente, e tolo é quem reclama contra o progresso. O que se pleitea, aquilo por que vimos pugnando é igualdade de tratamento tributário. Pois se compete hoje ao Estado o papel de norteador da economia, compete-lhe o dever da equanimidade: não pode prejudicar uns em benefício de outros. Deve estabelecer igualdade e sancionar a vitória do mais apto. Resumindo a posição do 3.° grupo, temos: Situação relativamente tranquila no mercado. Produz serviços e/ou artigos de consumo praticamente obrigatório. Sofre de grandes variações de utilização de equipamento, em virtude de encaixe de pedidos formulados sem previsão. As gráficas lutam ora contra excesso de ociosidade, ora contra carga excessiva. C) Finalmente, o setor trabalha com alguma folga, a não ser quando coincide um período muito grande de ociosidade. d) Estas gráficas vêm sofrendo concorrência desleal de copiadoras, gráficas internas, e também — pesa-nos afirmar — gráficas estatais. Toda esta concorrência tem um ponto comum: não é onerada pelos impostos que o setor 6. normalmente obrigado a recolher. Conclusões Finais — Resumo da realidade Esta palestra deve ter parecido aos senhores um tanto didática. Mas foi a melhor forma que encontramos — em que pese a nossa inépcia — em tentar detectar os problemas

do nosso setor, ordenando-o por lógica, segundo os modernos conceitos de marketing, e diagnosticando as situações para encontrar denominadores comuns.

Resultaram daí algumas con-

clusões ::

PRIMEIRA — Por causas que variam segundo os grupos,

o setor em geral vem enfrentando — como todo mundo — os efeitos de mais uma alteragão na politica econômica do país, não importa se por motivos internos ou externos. SEGUNDA — Sob um ponto de vista amplo, a resposta mercadológica da Indústria Gráfica tem sido, nestes doze meses, bastante positiva, procurando soluções mercadológicas e não

• miraculosas. TERCEIRA — Impedida de importar maquinaria, o setor tem procurado otimizar a utilização de seu jovem parque gráfico, e aparentemente tem conseguido reduzir o índice de ociosidade, que chegava a mais de 4070. QUARTA — Todovia, a própria política de praticar novas aberturas no mercado e pesquisar e desenvolver novos produtos, obriga a investimentos em maquinaria e equipamentos.

QUINTA — Vista globalmente, continua exacerbada a competição das hoje inumeráveis gráficas estatais, em todos os níveis, que além de estreitarem o mercado de fornecimento ao governo, estão entrando decididamente no ramo de serviços particulares, com duas grandes vantagens: não há

amortização a calcular sobre a maquinaria, porque este foi comprado com os dinheiros públicos; não há preocupação de custos, pelo mesmo motivo; e não há tributação, que onera apenas os particulares. SEXTA — As gráficas verticalizadas, ou internas, também forçam a concorrência. Motivo: o empresário é iludido — num processo de venda que no mínimo é altamente duvidoso — por perspectivas de "redução de custo dos próprios impressos". Compra um parque de máquinas caríssimo, e após as primeiras triunfais tiragens, fica com tudo aquilo parado, gerando ociosidade. Então investe também no mercado das gráficas comerciais, para "reduzir custos". SÉTIMA — Quanto aos papéis, afora algumas rusgas — de namorados — tudo vai bem, com exceção do artigo de baixa gramatura.


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ATUALIDADES ABIGRAF-SIGESP

EM MONTEVIDÉU, ABIGRAF PARTICIPA DA V REUNIÃO SETORIAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA Novamente a alta direção da ABIGRAF se fez presente nesse importante evento realizado em Montevidéu, ratificando o seu propósito de melhor informar aos seus associados e, ao mesmo tempo, mantê-los em constante contato com empresários latino-americanos, a fim de facilitar a abertura de novas frentes de mercado. Dando, assim, uma visão ampla e satisfatória de seu exuberante trabalho em prol do empresariado gráfico de nosso peas.

Tomada parcial das delegações participantes da V Reunião Setorial da indústria Gráfica. Ladeando o sr. Rubens Amat Ferreira vemos à esquerda o sr. Rodolfo Salon, Secretário Geral da Conlatingraf, e à sua direita temos os srs. Sidney Fernandes e Henrique Nathaniel Coube.

Teve lugar em Montevidéu, em cumprimento às resoluções da Conferência das Partes Contratantes, entre os dias 2 e 4 de maio do corrente ano, confor-

me convocação feita pela Associação Latino-Americana da Indústria Gráfica, a V REUNIÃO SETORIAL, presidida pelo Sr. Roberto Gramuglia, en-

carregado do Setor de Assuntos Empresariais. Em pauta, vários assuntos de suma importância foram levados a debates pelas delega17


ções presentes ao evento e, paralelamente, inúmeras sugestões foram apresentadas pelos lídimos representantes dos países participantes, a fim de minorarem os diversos entraves que dificultam o acesso às metas a serem atingidas. Mais uma vez, se fizeram presentes a essa reunião os Dirigentes da ABIGRAF Regional de São Paulo, Srs. Rubens Amat Ferreira, Henrique Natafiel Coube, Coube, Sidney Fernandes, Homero Villela de Andrade, Pery Bomeisel, numa demonstração inequívoca de que os direitos e reivindicações dos empresários gráficos de nosso país estão sendo totalmente resguardados por essa atuante entidade de classe. Destacamos, também, a presença dos seguintes países-membros: Argentina, Chile, México, Paraguai, Uruguai e da CONLATINGRAF como entidade observadora.

SESSÃO INAUGURAL Sob a presidência do Sr. Roberto Gramuglia, os trabalhos tiveram seu início às 9,30 h do dia 2 de maio, sendo anunciada a agenda programada para a V Setorial, subordinada aos seguintes itens: Exposição do Coordenador acerca dos objetivos da Reunião, dos mecanismos à disposição dos empresários e das metas que poderiam alcançar; Informações transmitidas pelos participantes sobre produção e posição dos mercados dos produtos do setor; Análise das observações formuladas pelo Setor Nomenclatura para alguns produtos incluídos no documento ALALC/SI. IG/V/di 2; Acordo da Comissão Assessora de Nomenclatura (documento de referência ALALC/ SI. IG/V/di 4) ; Exame das possibilidades de incluir produtos nas listas nacionais e listas de vantagens extensivas; Exame das possibilidades de celebrar acordos de complementação e, Outros assuntos. Após a enumeração da aludida pauta, o Sr. Roberto Gramu18

glia, ern suas palavras de abertura da V Setorial, enalteceu a importância do evento, dando ênfase à responsabilidade da ALALC de promover, pelos meios postos à disposição dos eMpresários e governos, a integração dos países Latino-Americanos. Reconheceu ser imprescindível que os empresários entendessem determinadas posições de alguns países, os quais, dadas as circunstâncias, se mostraram pouco favoráveis ao incremento das negociações em termos de acordo de complementação. Não obstante, esclareceu que naquela eventualidade os compromissos permaneceriam circunscritos aos interesses dos entendimentos empresariais, não envolvendo qualquer compromisso de ordem oficial, pois essa etapa estava reservada, por força do próprio acordo de Montevidéu, para a reunião dos embaixadores a realizar-se no final deste ano. POSIÇÃO DO BRASIL

O Sr. Rubens Amat Ferreira, em companhia de toda a delegação, ern visita protocolar à Embaixada do Brasil, acreditada junto à ALALC, manteve cordial palestra com o Conselheiro Marcus de Vicenzo, deixando clara a posição da delegação brasileira ao conclave. Salientou que razões de ordem superior e perfeitamente justificadas impossibilitavam aos empresários brasileiros promoverem, naquela oportunidade, e em caráter apenas circunstancial, negociações de novos produtos, pois estes estariam sujeitos ao deposito prévio de 100%, além da eventual cobrança de sobretaxas aduaneiras. "Este fato" — esclareceu — "que evidentemente é ocasional, provavelmente impedirá que nós outros do Brasil possamos participar de qualquer acordo de complementação. Restaria, pois, a hipótese de se estudar acordos bilaterais não extensivos. De qualquer forma, estaremos acompanhando atentamente as exposições e propostas que nos forem apresentadas, pois, a qualquer momento

poderemos reiniciar negociações." POSIÇÃO DO CHILE E URUGUAI As delegações do Chile e do Uruguai cientificaram aos participantes da V Setorial de que as fronteiras de seus países se encontravam abertas para quaisquer negociações, uma vez que os respectivos governos eliminaram consideravelmente os entraves que causavam graves dificuldades para as importações de produtos gráficos. Salientou, o Sr. Calderon, delegado do Chile, que seu governo está proporcionando amplas facilidades para a aquisição de bens de produção, referindo-se, inclusive, à importação de maquinaria usada, destinada ao reequipamento da Indústria Gráfica. POSIÇÃO DA ARGENTINA Na palavra de seu representante, Sr. Luiz Roberto Macri, a delegação da Argentina teceu considerações acerca do comportamento da ALALC nos úllimos anos. Salvaguardando os aspectos positivos dessa instituição, salientou não encontrar muitas razões para demonstrar otimismo com referência aos resultados , a serem alcançados naquele encontro, dadas as divergências de posições de determinados países-membros participantes, os quais adotavam critérios inflexíveis para o encaminhamento das negociações, gerando empecilhos, quase sempre invulneráveis para a articulação de acordos ou outras composições. DESENVOLVIMENTO DA AGENDA Declaração da Delegação

Argentina A Delegação empresarial Argentina, participante da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica, considerando que na primeira recomendação que figura no informe final da IV Reunião do Setor sugeriu a redução dos gravames relativamente à posição adotada pelos demais países que participaram


de sua formulação; que levando em conta a influência da sobretaxa por "plano florestal" (10%) que resultaria da aplicação aos produtos incluídos na negociação a nível empresarial, a mencionada redução deveria compensar diferenças de concessões outorgadas pelas demais delegações nas taxas alfandegárias; que os produtos incluídos na lista em geral mantêm semelhança e constituem, definitivamente, elementos finais da Indústria Gráfica; que dentro das diferentes posições alfandegárias vigentes na República Argentina, existem

tratamentos diferenciados com respeito à referida sobretaxa; que seria coerente que todos os produtos do mesmo setor fossem objeto de igual tratamento; e que isso constitui uma aspiração da delegação da Argentina, declara: 1.0 — Que solicitará às autoridades competentes de seu país a eliminação da sobretaxa por "plano florestal" (10%) para os produtos incluídos na primeira recomendação que figura no informe final da IV Reunião do Setor, em razão dos considerandos anterores. 2.0 — Que acordada a extensão a que se refere o ponto anterior, ela dará a correlata recomposição dos gravames contidos na mencionada recomendação, que incrementará com os mencionados 10% dos direitos aduaneiros sobre o valor CIF que figura na coluna 8 das planilhas. Declaração das delegações Empresariais do Chile e Uruguai

As delegações empresariais do Chile e Uruguai, participantes da V Reunião Setorial declaram: que desejam constar na presente reunião contatos tendentes à aprovação de um projeto de acordo de complementação sobre produtos do setor da Indústria Gráfica, com base no projeto elaborado pelas delegações empresariais do Brasil e Uruguai na I Reunião Setorial; que darão prosseguimento aos entendimentos para lograr a finalidade objetivada, em cuja oportunidade apresen-

tarão o problema ao Comitê Permanente da Secretaria da ALALC.

Primeira declaração da Delegação empresarial do México

A Delegação empresarial do México, participante da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica, declara: que se compromete a remeter à Secretaria da ALALC, antes de 15-06-77, as informações solicitadas no item 2 da agenda.

Segunda declaração da Delegação empresarial do México

A delegação empresarial do México, participante da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica, declara: que manifestou, na presente Reunião, o interesse de realizar negociações tendentes a obter concessões em listas nacionais para o produto 48.07.0.99 (papel desenhado para laminados plásticos), tendo iniciado seus contatos prévios com outras delegações empresariais participantes. E seu propósito prosseguir tais contatos a fim de atingir a finalidade que vem perseguindo desde o Décimo Período das Sessões Ordinárias da Conferência. NOTA EXPLICATIVA: Essa proposta apresentada pela Delegação Mexicana não foi aprovada, porquanto o produto em referência contém rip % de papel importado de área extraALALC. Cumpre assinalar que essa revelação se deu em razão de interpelações feitas pelos representantes brasileiros, os quais esclareceram, no decorrer dos debates, que o mencionado papel já é produzido no Brasil, fato que liberaria o México das importações que faz para a fabricação do citado produto. Aduziu, a Delegação Argentina, que seu país também produz esse tipo de papel. ACORDOS Acordo n. 0 1

As delegações empresariais participantes da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica, em face das observações formula-

das pelo Setor de Nomenclatura da Secretaria no documento ALALC/SI. IG/V/di 2/Rev. 1, acordam: comprometer-se a enviar à Secretaria da ALALC, antes do dia 10-06-77, amostras em quantidade que possibilite a correta classificação dos produtos observados na "lista de produtos a tratar" contida no referido documento. NOTA EXPLICATIVA: As empresas que estão lançando produtos novos e que desejam vê-los incluídos nas "listas de produtos a tratar" (como é o caso da Fasson, Letraset, etc., deverão obedecer ao critério acima referido) . Acordo n.0 2

As delegações empresariais participantes da V Reunião Setorial da Indústria Gráfica, considerando que no Capítulo 48 da NABALAC figuram produtos que são de produção da Indústria Gráfica, considerando que esta Indústria Gráfica adquiriu, por sua especialização, uma importância notável e participa ativamente da economia dos países extrazona, e que em conseqüência chegou o

momento de definir claramente o campo de ação da Indústria Gráfica em relação aos demais setores de produção, acordam: recomendar à Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica que com base nas informações que as delegações empresariais lhe enviarem, promova gestões junto à Secretaria da ALALC para que esta faça uma solicitação ao Conselho de Cooperação Aduaneira no sentido de enquadrar todos os produtos que a indústria produza no capítulo 49 "artigos de Livraria e Produtos de Artes Gráficas". ENCERRAMENTO DOS

TRABALHOS

Os trabalhos de encerramento da V Reunião Setorial da ALALC se processaram às 17,00 h do dia 4 de maio de 1977. A abertura dos trabalhos, pelo Coordenador, deu ensejo a que as delegações dos paísesmembros usassem da palavra a fim de se manifestarem sobre o evento. 19


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ETC ADIA PADRONIZAÇAO DE ENVELOPES PARA 1978 A, padronização de envelopes no Brasil se constitui numa necessidade fundamental para o aperfeiçoamento postal do país. Essa medida permitirá ao Correio brasileiro entrar na era da mecanização, no ano vindouro, quando, então, serão instaladas as primeiras máquinas importadas do Japão.

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do remetente, seu endereço e CEP correspondente. b) As Firmas e os Bancos que utilizam máquinas de franquear próprias ou alugadas f cam dispensados de colocarem quadrado pontilhado com a palavra selo na área destinada ao franqueamento. Com exceção da autorizacão dada aos envelopes da "Mala direta", é proibida a inserção de propaganda no verso ou anverso do envelope. O tamanho da janela, nos envelopes desse tipo, deverá ser compatível com os dizeres do endereçamento e serão posicionados dentro da área reservada para esse fim. Não confundir o tamanho da janela com o tamanho da área reservada para seu posicionamento. Quando a janela ficar localizada na área reservada ao remetente o logotipo e o endereço do remetente serão posicionados dentro da área reservada ao destinatário ou no verso do envelope. Neste tipo de envelopes a área reservada normalmente ao endereçamento do destinatário não poderá conter nenhuma informação. Os envelopes tipo "formulários continuos" também obedecem a presente padronização.

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos processou o adiamento de 10 de maio do corrente ano para 1.° de março de 1978 do uso compulsório de

envelopes padronizados nas remessas postais. Tal decisão foi tomada pelo presidente da empresa, Eng.° Adwaldo Cardoso Botto de Barros, esclarecendo que essa medida tem por finalidade proteger os meios empresariais, os quais estão com seus estoques superdimensionados e não poderão ter prejuízos.

Pesquisa efetuada pelos técnicos da ECT constatou a existência, atualmente no país, de cerca de 800 milhões de enve-

lopes fora das novas normas. E o prazo de dez meses dado pela ECT é considerado suficiente para que os estoques se esgotem. A ECT, parelamente à decisão de se adiar o prazo para o uso obrigatório de envelopes padronizados, já entrou em contato com os fabricantes do ramo para a produção mensal de 40 milhões de peças para imediata colocação no mercado consumidor, objetivando com isso criar nos usuários o hábito de endereçamento correto dentro das especificações baixadas pelo órgão. Esta produção será gradativamente aumentada até março do proximo ano, quando se expira o novo prazo dado pela ECT. MECANIZAÇÃO:

UMA NECESSIDADE Modernas maquinarias importadas do Japão permitirão a triagem de 40.000 cartas por hora através de leitura ótica. O primeiro centro de triagem eletrônico será instalado em Bra-

silia, onde a Empresa está construindo um prédio de grandes dimensões. Posteriormente mais dois outros centros serão construídos em São Paulo e Rio de Janeiro, com previsão de inauguração para 1979. Revelou o presidente da ECT que incomensurável variedade de envelopes existentes se constitui num grave entrave ao desenvolvimento do Correio brasileiro, sendo que esta diversificação de formatos de envelopes 22

NORMAS DA PADRONIZAÇÃO

acarreta um aumento considerável do custo operacional da Empresa, prejudicando o fluxo do tráfego postal. As máquinas importadas somente aceitam envelopes para a triagem dentro dos seguintes padrões 114 x 162; 114 x 229; 110 x 229; 110 x 198 e 100 x 190.

ESCLARECIMENTOS NECESSÁRIOS

Para dirimir dúvidas existentes e fornecer correta orientação às Firmas e Bancos com referência k padronização de envelopes a ECT presta os seguintes esclarecimentos: a) Havendo a identificação, do remetente no anverso do envelope fica dispensada a indicação, no verso do envelope,

A ECT aceita nos seus serviços envelopes entre os limites mínimos de 90mm x 140mm e máximo de 900mm na soma do comprimento, largura e espessura, sendo que a maior dimensão não pode ultrapassar a 600mm. Com a modernização dos serviços postais e conseqüente mecanização da triagem de cartas, são considerados formatos mecanizáveis os envelopes compreendidos entre o mínimo de 90mm x 140mm e o máximo de 120mm x 235mm, e 5mm de espessura no máximo. A padronização de envelopes PB-530, aprovada pela ABNT

— Associação Brasileira de Normas Técnicas, teve por objetivo, como já frisamos anteriormente, reduzir a diversificação dos tipos de envelopes existentes e


enquadrá-los dentro da faixa dos formatos mecanizáveis. Foram aprovados os seguintes formatos mecanizáveis: N.0 1 — 114mm x 162mm N.0 2 — 114mm x 229mm N.0 3 — 110mm x 229mm N. 0 4 — 110mm x 198mm N.0 5 — 100mm x 190mm A partir de 1-03-1978, os envelopes não padronizados, mas que possuam as especificações dos formatos mecanizáveis,

serão recebidos sob condições especiais a serem estabelecidas posteriormente.

ENVELOPE COMUM ESPECIAL (FRENTE)

11••••

AREA

BRAILA COMM

AREA PARA IMPRESSÃO OE (ACMES 00 CLIENTE

I

amelles comNes • mom aa nos.

I71,04

SELO

AREA DESTINADA AO ENDEREÇAMENTO DA AO NDSICIONAMENTO DA JANE.

CAROMS M /AEA am A.

n-

KO ...I • NI 1 ta X13 .• ,10,1.

AREA DESTINADA

Os envelopes que ultrapassarem o "formato mecanizável" (120mm x 235mm) até o limite máximo fixado na tarifa — 900mm na soma do comprimento, largura e espessura, sendo que a maior dimensão não poderá ultrapassar a 600mm continuarão a ser aceitos normalmente. 11 ABNT — P — PB — 530

A INODUCAO

46/L MIA OP

ESPECIFICAÇÕES DO PAPEL COMUM • (RPC)

PARA ENVELOPES

ESPECIAL

60 GIM'

GRAMATURA MINIMA

45 G/M 2

BRANCA OU TONALIDADES CLARAS

COR

BRANCA OU TONALIDADES CLARAS MÍNIMO 90% OU IMPRESSÃO

MÍNIMO 90% OU IMPRESSÃO

DO FUNDO DO INTERIOR DO ENVELOPE P/ IMPEDIR LEITURA ATRAVÉS

OPACIDADE (PHOTO VOLT) RELAÇÃO CONTRASTE

DO FUNDO DO INTERIOR DO ENVELOPE P/ IMPEDIR LEITURA ATRAVÉS

30 G/M 2/MINUTO

ABSORÇÃO D'ÁGUA "TESTE COBB"

30 G/M 2/MINUTO

PERMITIDO ATÉ 20% PASTA MECANICA

COMPOSIÇÃO MASSA DO PAPEL

PERMITIDO ATE 20% PASTA MECÂNICA

300 ML/MINUTO

LISURA BENDTSEN PARA DUAS FACES PARA JANELA ENVELOPES

BRANCA

COR

BRANCA

40%

OPACIDADE (PHOTO VOLT) RELAÇÃO CONTRASTE

40%

CRISTAL OU SIMILAR

TIPO

CRISTAL OU SIMILAR

MÍNIMO: 30 G/M2 MÁXIMO: 60 G/M 2

GRAMATURA RECOMENDADA

MÍNIMO: 30 G/M 2 MÁXIMO: 60 G/M 2

COMUM

PARA ESCRITA

AÉREA

BRANCA OU TONALIDADES CLARAS

COR

BRANCA OU TONALIDADES CLARAS

GRAMATURA RECOMENDADA

30 G/M2

30 G/M2/MINUTO

ABSORÇÃO D'ÁGUA "TESTE COBB"

30 G/M 2/MINUTO

OBS.: TONALIDADES CLARAS - VERDE-CLARO; AZUL-CLARO; ROSA-CLARO; ETC.

23


Tolerância dimensões -I- 2mm Dispensa Impressão Anverso: Retângulos CEP, quando do endereçamento completo mecânico ou etiqueta adesiva aposta, area de endereçamento. Verso: Remetente etc., quando houver identificação completa dos dizeres do cliente. Envelopes janela — emoldurados somente nas cores: verde — azul — vermelha — sépia em tonalidades claras (drup out color).

ENVELOPE ESPECIAL

A • AfAMPAIMIM

(IT

mom...Am 2/nol WACO SSOLO110.4. •

VIA AMA PM AVIAN

I

V MAC

II

SELO COW. VCROgrOASto

AITMOULO 111024 APPAKAO COMW O7OSOO

NM'

AV-M1r-

ADESIVOS (COLA) Elevado teor de aderência. Ser reativável à água. Não higroscápica a 9O2 umidade relativa do ar. Não canter descolorante. Não conter substâncias tóxicas. Não possuir sabor desagradável. Ser usada em camada fina e consistente. Não conter ondulações ou distorções partes coladas.

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1,11104 ilerAl•OAOAS

PADRONIZAÇÃO DE ENVELOPES ENVELOPES

CLASSIFICAÇÃO

TIPO

FORMATO

DIMENSÕES

N.°

N. 2

N: 3

_

-•-•-•-

ex

A4

CO MUM

ESPECIAL

CORRESPONDENCIA COMUM

CORRESPONDENCIA INT. AEREO

RECOMENDADO PELOS CORREIOS RPC

NÃO SAO RECOMENDADOS PELOS CORREIOS

JANELA

N.5

x

BANCÁRIO

ORDINARIO

O 11

ANVERSO INTEIRIÇO

ABERTURA RETANGULAR (ANVERSO) JANELA P/ LEITURA ATRAVES

COLADO INTERNAMENTE

A5

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ORDINÁRIO

Cl

JANELA

Li I

ORDINÁRIO

C/ JANELA

PROCESSO OUIMICO


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FIESP- CIESP em notícias

WEIL REITERA NA FIESP QUE GOVERNO CARTER NÃO DEFENDE FILOSOFIA PROTECIONISTA Para explicar aos empresários paulistas, dos mais diversos setores, os objetivos, funcionamento e prestação de serviços do Centro Comercial dos Estados Unidos, inaugurado recentemente em nossa Capital, esteve na sede da Federação e do Centro das Industrias do Estado de São Paulo, sob a chefia do ministro Frank A. Weil, subsecretário de Comércio Assistente para os Negócios Domésticos e Internacionais, do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, um grupo representativo do governo norteamericano para assuntos comerciais. Na reunião com os empresários paulistas tomaram assento A. mesa diretora dos trabalhos, sob a presidência do Sr. José E. Mindlin, vice-presidente da FIESP-CIESP e diretor do seu DECEX — Departamento de Comércio Exterior, os srs. Embaixador norte-americano no Brasil John Hugh Crimmins; o subsecretário Frank A. Weil; Martin G. Hflin, diretor do Trade Center de São Paulo; Jack Smith, e Clause Ruser, conselheiros da Embaixada para Assuntos Econômicos e Comerciais; Rivhard Garnitz,

diretor do Escritório de Marketing Internacional, do Departamento de Comércio dos EUA; e Frederic L. Chapin, consul geral dos Estados Unidos em Sao Paulo. Os visitantes foram saudados pelo Sr. José E. Mindlin, que transmitiu a satisfação da Casa da Indústria paulista em receber tão ilustres personalidades do mundo diplomático e econômico dos Estados Unidos. Informou que ali se encontravam empresários os mais representativos dos diversos setores fabris paulistas. Ressaltou sua confiança na franqueza do diálogo que, na ocasião, seria travado com os representantes norte-americanos, do qual muitos benefícios poderia surgir para ambas as partes. Agradeceu a presença do grupo norteamericano e dos empresários de nosso Estado. Usando da palavra, o subsecretário Frank A. Weil também destacou sua satisfação em estar reunido com empresários paulistas na sede das entidades máximas de nosso parque manufatureiro. Disse, ainda, sentir-se satisfeito por saber que ali haveria um diálogo franco e informal. Teceu considerações elogiosas ao nosso País, citando Rio de Janeiro e São Paulo, pelo grande desenvolvimento observado. Agradeceu as palavras do Sr. José E. Mmdim, explicando explicando encontrar-se em nosso Estado com a finalidade de tomar parte na inauguração do Trade Center dos Estados Unidos. Assinalou estar interessado em ouvir os comen-

tários dos empresários paulistas, no que se refere ã ajuda que o nosso País necessita para que tenham maior participação no comércio internacional. Esclareceu que o Trade Center norte-americano em São Paulo objetiva, entre outras coisas, mostrar produtos que as empresas norte-americanas gostariam de oferecer aos brasileiros. Para que o projeto seja completo, serão oferecidas três utilidades: os últimos e os mais modernos produtos de capital dos EUA, que possibilitarão as indústrias brasileiras a incrementar suas exportações; as empresas norte-americanas oferecerão, assim, produtos que possam contribuir para maior sofisticação de nossos artigos; e serviços de informações e assistência aos empresários, pela Seção Comercial do Consulado Geral em São Paulo, que se mudou para o prédio do Trade Center norte-americano. Também, os homens de negócios dos EUA que venham ao Brasil conseguirão, inclusive, informes sobre possibilidades de investimentos em nosso País. O Trade Center terá atividade regional, sendo o único do gênero na América do Sul, o que contribuirá para vinda, também, de empresários desses países ao Brasil. Os produtos a serem expostos, no local, obedecerão a uma pesquisa feita por especialistas sobre aqueles que tenham maior aceitação em nosso mercado. Sugeriu que os empresários comunicassem ao pessoal da Seçfso Comercial do Consulado sobre o oferecimento, pelo

Aspecto do encontro do subsecretário Well na FIESP. 27


Trade Center, de produtos que realmente estamos necessitando. Há, ainda, o fator tecnológico, que será um item freqüente no Trade Center, principalmente de máquinas-ferramenta de alta sofisticação. Quanto ao problema da similaridade, explicou que o empreendimento vai operar dentro da estrutura legal existente. Não haverá, portanto, concorrência com os produtos locais. Fornecerá, também Know-how, mas essa exportação para o Brasil sera, feita através de acordo de licenciamento. O Trade Center procurará possibilitar a realização desse processo de licenciamento. Além de exposição permanente no Trade Center, haverá serviços completos de informação e realização de Seminários para debates de problemas nessa área. O Sr. Frank A. Weil lembrou que cerca de 500 empresas norte-americanas operam no Brasil atualmente, manifestou sua confiança no crescimento desse número. Explicou que muitas inovações que serão apresentadas no Trade Center são provenientes de pequenas empresas de seu país, que têm dificuldades de manter escritório no exterior. Assim, o Trade Center funcionará inais para essas empresas, facilitando transferência de sua tecnologia para o Brasil, pois as grandes companhias norteamericanas estão mais que capacitadas a operar nesse campo por si mesmas. Os pequenos empresários norte-americanos conseguiram convencer o Governo de seu país, de sua capacidade para exportar tecnologia para países como o Brasil. Respondendo indagações, o Sr. Frank A. Weil ressaltou a necessidade de o Brasil importar determinados produtos para que possa se tornar competitivo no comércio exterior. O subsecretário assinalou que, inegavelmente, ainda perduram problemas para expansão do comércio internacional, em face do preço do petróleo, da flutuação das taxas de câmbio e da recessão ocorrida na Europa e nos EUA. Fez ver aos empresários brasileiros que a mecânica adotada pelo Gover28

no Carter, no campo do comércio, será submetida a "teste" nos próximos anos, quando deverão advir os resultados mais expressivos dessa política. Respondendo, de forma geral, as apreensões manifestadas pelo Brasil com relação a medidas protecionistas adotadas pela nação norte-americana, Frank A. Weil frisou que tem havido uma preocupação exagerada sobre medidas adotadas que possam configurar proteção, especialmente, diante de exportações de determinados produtos brasileiros. "Nós sabemos que para exportar devemos manter nossas compras externas", assinalou, citando, a nível de governo, a tomada de decisão do presidente Carter no que respeita à manutenção de importações de calçados, por exemplo, de todos os países tradicionalmente fornecedores, indo de encontro à recomendação de Comissão especialmente constituída para tratar de relevante assunto. Observou, ainda, a disposição dos EUA de manterem as importações do Brasil. "Semelhantemente, o mesmo ocorre com relação ao açúcar. Nós entendemos que o país exportador tem necessidade de obter divisas, para seu desenvolvimento", acrescentou o subsecretário. O embaixador John Hugh Crimmins, ao assinalar aspectos do relacionamento bilateral, lembrou que a política norteamericana no tocante As importações não é severa, já que, considerando o nível de proteção de urna forma geral, o adotado pelos EUA fica abaixo. Ressaltou dois pontos positivos com vistas a uma ordem mais equânime no mercado internacional: a reunião de cúpula de Londres, com vistas a reduzir a níveis compatíveis o protecionismo, e o diálogo Norte-Sul, altamente encoraj adores, no seu entender. Mais adiante, reconheceu que seu país, obviamente, tem de levar em conta a preocupacão existente com relação A. concorrência provocada pela importação, mas que o Governo está decidido, dentro do possível, a fazer tudo para conter

pressões domésticas, no sentido de que se trabalhe num regime de "mercado expandido". Voltando a falar, o subsecretário fez um comentário politico: "Devemos sempre ter cuidado, e ambas as partes, com a "cacofonia de sons", frisando, desta forma, que tanto os Governos quanto os empresários não devem endossar certas críticas no campo do protecionismo. Encerrando a reunião, o vicepresidente da FIESP-CIESP, José E. Mindlin, destacou que, sem dúvida, há problemas, mas que estes são solúveis, como mostra a própria história das relações entre as duas nações irmãs. Destacou, igualmente, o decidido apoio da nação norteamericana ao nosso desenvolvimento, através da introdução de tecnologia, de investimentos diretos e de "joint-venture". Ao final augurou pleno sucesso ao "Trade Center". ALMOÇO A visita do subsecretário Frank A. Weil, do embaixador John Hugh Crimmins e do consultor Frederic L. Chapin e comitiva à FIESP-CIESP encerrou-se com um almoço de congraçamento, no 17.° andar do Palácio Maud. Na oportunidade, o presidente em exercício das entidades da indústria paulista, sr. Francisco da Silva Villela, pronunciou o seguinte discurso de saudação aos visitantes : A Casa da Indústria Paulista se sente sumamente honrada ern receber visitas tão ilustres, cuja presença em São Paulo representa testemunho inequívoco de empenho e aval que o Governo Norte-Americano confere As suas mais recentes iniciativas em prol do estreitamento das relações entre os nossos dois países. Conhecendo a posição destacada que o Departamento de Comércio ocupa na dinâmica da vida interna e exterior dos Estados Unidos, bem podemos avaliar a relevante missão que traz o ministro Frank A. Weil ate nós. E mais, ainda, ligamos sua viagem â histórica visita que nos fez, em 1972, o presidente Jimmy Car-


ter, quando governador da Geórgia. Naquela oportunidade pudemos, a par de sua simpatia pessoal, conhecer seu pensamento relativamente à América Latina e, especialmente, ao Brasil, como parceiros predestinados a uma ação comum em favor do desenvolvimento do mundo ocidental e da integracão das Américas. Dentro desse contexto pontifica, sem dúvida, a concretização de um dos mais importantes empreendimentos norte-americanos em nosso País, que é o U.S. Trade Center, cuja mostra inaugural reúne um grupo das americanas mais renomadas que funcionam no Brasil. Esta demonstração de atenção do presidente Carter se configura no envio, em missão que diríamos especial, do secretário assistente do Departamento de Comércio do seu Governo. Temos, pois, a satisfação de, em nome da indústria paulista, e na qualidade de presidente em exercício de suas entidades representativas, apresentar nossas cordiais saudações, na oportunidade em que damos as boas vindas a suas excelências srs. ministro Frank A. Weil, embaixador John Hugh Crimmins, consul Frederic L. Chapin e seus ilustres acompanhantes. Ao expressar a honra que sua presença confere à Federação e ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, bem assim a do embaixador John Crimmins, do cônsul Geral Frederic L. Chapin e demais integrantes de sua comitiva, apresentamos nossos votos de que sua permanência em São Paulo seja pródiga e feliz, na consecução dos objetivos maiores de sua viagem. Muito Obrigado". VISITA DE CARTER Well agradeceu a hospitalidade, acentuando, sobremaneira, a sua satisfação pela lembrança da passagem do presidente Carter, então governador da Geórgia, pelo Brasil, e especialmente pela própria FIESPCIESP, em 1972. Ajuntou que, sem embargo, o presidente escolhera com bastante carinho a equipe de representantes que ora visita o Brasil, acrescentan-

do, ainda, que uma viagem do chefe do Estado norte-americano, no momento, seria, praticamente impossível dado o volume de trabalho de sua administração. MISSÃO COMERCIAL ALEMÃ ANALISA MERCADO NA FIESP Chefiando missão comercial de seu país, o senador alemão do Estado de Bremenn, Oswald Bringmann, esteve em visita â FIESP-CIESP, tendo sido recebido por Jorge Duprat Figueiredo, 2.° vice-presidente, José Wilson Saraiva, diretor-adj unto do DECON, e assessores técnicos das entidades da indústria paulista. Na oportunidade, o senador alemão mostrou-se satisfeito com os contatos estabelecidos no Brasil, no sentido de incrementar as relações já tradicionais entre os dois países, acentuando que de modo algum poderia deixar escapar a oportunidade de, naquela Casa da Indústria, analisar aspectos realmente positivos da possibilidade de serem aviadas transferências de tecnologia ou produtos carentes das partes. Sua preocupação foi também fazer sentir entre os empresários paulistas a importância do Porto (livre) de Bremenn para o mercado internacional e para os países que necessitem de um centro europeu, de local estratégico, como entreposto comercial. A seguir, alinhou uma série de fatores industriais que poderiam ser objetos de exames por parte das firmas brasileiras eventualmente interessadas. Dentre eles, os da indústria naval, da pesca, dos equipamentos de combate b. poluição e eletrônicos, além de aeronáutica e espacial. Duprat Figueiredo, por sua assessoria técnica, explicou ser a Federação das Indústrias um órgão basicamente de consultoria para o nosso Governo e que a participação brasileira dentro do mercado internacional deveria aqui obedecer aos trâmites legais vigentes. Para a efetivação de acordos diretos com o empresariado paulista,

solicitou do senador Oswald Bringmann posterior encaminhamento de uma súmula contendo os quesitos básicos no sentido de uma eventual colaboração que se faria através dos sindicatos filiados. Ao encerrar a visita, o senador alemão ofereceu em nome do Governo de seu Estado uma baixela de prata, contendo dizeres alusivos A. passagem, A, presidência da Casa, ali representada por Jorge Duprat Figueiredo, tendo este agradecido pela grande honra de recebê-la. Além do senador, integraram a Missão: Udo Kapust, subsecretário da Economia e Comércio Exterior; Friedrich C. Busse, Cônsul e vice-presidente da Câmara de Comércio de Bremerhaven (Porto de Bremenn) ; Rolf Fasteneau, diretor da Sociedade Operadora do Porto (Cia. Docas) ; Friedrich Rebers, diretor da Caixa Econômica de Bremenn; Christian Specht, empresário de Bremenn; Friedo Berninghasen, vice-presidente da .Câmara de Comércio; e Wilheln Krdutlein, tradutor.

EMPRESÁRIO DESTACA NECESSIDADE DE MAIOR APOIO A EMPRESA NACIONAL Durante reunião plenária das diretorias da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, o sr. Robert Schoueri, delegado do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral, no Estado de São Paulo, junto h. FIESP, teceu considerações sobre a filosofia de apoio â pequena e média empresas nacionais. Aquele empresário chamou a atenção do plenário para a necessidade de ser implementada uma mecânica que permita indústria brasileira, de pequeno e médio portes, suportar os custos do dinheiro tomado em financiamento, com o decidido aporte oficial. Incentivos de Imposto de Renda para as empresas que pretendem reinvestir na compra de maquinaria do ativo fixo produtivo e empréstimos a juros plausíveis seriam duas formas sugeridas por Schoueri, com aquela finalidade. 29


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Da conjugação de esforços entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e várias empresas petrolíferas, petroquímicas e siderúrgicas da Baixada Santista, surgiu recentemente o Curso de Qualificação Profissional em Instrumentação em nível de 2. 0 Grau, pioneiro no País e provavelmente ainda único em toda a América Latina. Instalado na Escola SENAI "Antônio Souza Noschese" (em Santos, SF), o novo curso proporciona Habilitação Plena para técnicos em Instrumentação, em acordo ao que dispõe o artigo 13, alínea "d", parágrafos 2.° e 3.0 da Deliberação n.o 14/73 do Conselho Estadual de Educação. Destinado a maiores de 18 anos, exige a conclusão do ensino de 2.° grau e não inclui disciplinas de Educação Geral. Sua duração é de dois semestres letivos de aulas, seguidos de estágio de 1.440 horas em indústrias do ramo, para, fins de _complementação profissional. OUTRAS MODALIDADES Além deste Curso de Qualificação Profissional em Instrumentação em nível de 2.° Grau, a Escola SENAI "Antônio Souza Noschese" mantém ainda as seguintes modalidades de Cursos na área de Instrumen-

De acordo com a Classificacão Internacional Uniforme de Ocupações (CIUO) e com o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), o Técnico em Instrumentação, entre outras atividades, poderá colaborar no planejamento e estudos para a instalação, montagem, operação, reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos e hidráulico-pneumáticos; estará apto também a supervisionar as várias atividades do setor, executar desenhos técnicos e preparar orçamentos de custos e cronogramas referentes h. fabricação e/ou instalação de equipamentos de instrumentação. MERCADO DE TRABALHO Intimamente ligada b. Cibernética e Automação, a Instrumentação consubstancia um dos mais importantes capítulos da moderna tecnologia. Seu campo operacional é relativamente recente no País e, apesar de bons salários, nem sempre é fácil encontrar mãode-obra qualificada, sujeita também ao "turn-over". FEIRA DE AMOSTRAS INDUSTRIAIS

Em comemoração ao Dia da Indústria — 25 de maio — e ao 35. 0 aniversário da instalagão do Departamento Regional do SENAI ern São Paulo, realizou-se, no Pavilhão Social da Escola SENAI "Almirante Tamandaré", em São Bernardo do Campo, a III Feira de Amostras Industriais.

Ao ato de abertura — precedido de marcha batida pela Fanfarra da Escola SENAI "Roberto Simonsen", hasteamento da Bandeira e canto do Hino Nacional — dicursaram brevemente o diretor da Escola Almirante Tamandaré — Luiz Gonzaga de Sá Pinto — saudando as autoridades presentes, e o prefeito municipal de São Bernardo do Campo — Antônio Tito Costa — ressaltando o acontecimento como fator de empenho e dedicação pela juventude, pela integração de Empresas, Escolas e Comunidades e pelo desenvolvimento industrial do País. Após o corte da fita inaugural, autoridades e público presentes iniciaram a visita aos 25 estandes montados pelas Indústrias, expondo Séries Metódicas de oficinas — trabalho de alunos do SENAI — bem como uma variada amostragem de produtos de estabelecimentos industriais da região, abrangendo desde os setores ligados a autoveículos e autopeças, motores e máquinas agrícolas, até produtos para indústria da pesca, comandos elétricos, móveis, bombas hidráulicas e outros. Cerca de três mil pessoas, entre alunos e professores, representantes de indústrias e escolas, autoridades civis e militares compareceram à inauguração, destacando-se as presenças do delegado regional do CIESP — Waldemár Franchini; do delegado regional do SESI — Cláudio Rego Fontão, bem como do diretor regional e do diretor adjunto do SENAI em São Paulo, Paulo Ernesto Tolle e Jair de Moraes Neves. SENAI: 1,5 MILHÃO DE BOLSAS DE ESTUDO EM 76

Beneficiando alunos de 139 municípios paulistas, o SENAISP (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - Departamento Regional de São Paulo) concedeu, no exercício de 1976, 1.263 Bolsas de Estudo, ou seja, 49 a mais que em 1975, num "surplus" de 10,4%. O montante aplicado nestas Bolsas foi de Cr$ 1.518.567,98, assim distribuído: 31


BOLSA "AAA" — AuxílioAlimentação (limite mensal de ate 35í valor do salário mínimo vigente no município-sede da unidade escolar freqüentada) : 129 Bolsas, somando Cr$ 35.075,20. BOLSA "AT" — AuxílioTransporte (despesas de locomoção, do município da residência ao da unidade escolar freqüentada e vice-versa) : 534 Balsas, somando Cr$ 277.132,96. BOLSA "AAT" — AuxílioAlimentação-Transporte: 313 Bolsas, somando Cr$ 488.971,70. — BOLSA "AAA" — AuxílioAlimentação-Alojamento (limite mensal de ate 75 r/, do valor do salário mínimo vigente no município-sede da unidade escolar freqüentada) : 287 Balsas, somando Cr$ 717.388,12. O Programa de Bolsas de Estudo desenvolvido pelo SENAISP já se acha em seu nono ano de existência, tendo beneficiado milhares de jovens estudantes e trabalhadores, sobretudo aqueles residentes em localidades mais afastadas dos grandes centros industriais.

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ABIGRAF EM REVISTA comunica aos seus leitores que na próxima edição dará completa cobertura deste jantar de confraternização em ampla reportagem ilustrada.

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RICALL NA DRUPA/77

JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO COMEMORATIVO AO 12.° ANIVERSÁRIO DA ABIGRAF

A ABIGRAF comemorou no dia 24-06-1977, às 20,00 horas, no Buffet Castelo Nobre, o jantar de confraternização do empresariado gráfico paulista comemorativo à passagem do 12.° aniversário da ABIGRAF. E o abrilhantamento dessa f estividade esteve a cargo do conjunto musical ATLÂNTICO SHOW. As festividades contaram com a presença marcante das empresas gráficas, as quais ofereceram, também, brindes promocionais que foram sorteados no decorrer dos festejos. Além das comemorações alusivas ao 12.° aniversário da ABIGRAF, aproveitou-se o ensejo para estender as homenagens aos trabalhadores eleitos em suas empresas como os "MELHORES COMPANHEIROS", através dos quais tiveram a oportunidade de prestar significativa homenagem ao trabalhador gráfico em geral, o qual se constitui na mola mestra do desenvolvimento do nosso setor industrial. No decorrer do jantar, além da distribuição de brindes aos presentes, foi sorteado um televisor portátil oferecido gentilmente pela TILIBRA S.A. COMÉRCIO E INDÚSTRIA GRÁFICA.

Visando inteirar-se dos últimos acontecimentos tecnológicos referentes às máquinas e equipamentos gráficos, Rica 11 Indústria e Comércio de Máquinas Industriais Ltda. estará participando da DRUPA/77, a realizar-se de 10 a 16 de junho, na cidade de Dusseldorf - Alemanha. Para tanto, designado pela direção da empresa, lá estará presente seu Diretor Técnico, Sr. Ovídio Cavatão, com o objetivo de visitar esta grande exposição de artes gráficas. Será levado um filme sobre o funcionamento de todas as máquinas fabricadas pela Rica 11, o qual deverá ser exibido em local a ser escolhido oportunamente, talvez Dusseldorf. Essa se constitui em mais uma grande promoção da Ricall, a qual aproveita todos os eventos nacionais e internacionais para demonstrar e, ao mesmo tempo, aprimorar o avanço tecnológico de suas máquinas e equipamentos gráficos. RICALL ESTARÁ RECEBENDO JA. EM SEU NOVO ESCRITÓRIO RICALL, tradicional fabricante do ramo gráfico, está enviando a todos os seus clientes e amigos um convite permanente para visitarem as novas instalações de seu novo escritório localizado na rua Ana Nery, 702, no Cambuci. A direção de ABIGRAF EM REVISTA agradece o convite e augura a essa empresa muita prosperidade na consecução de seus entendimentos comercais nas novas instalações. X CONGRESSO ANUAL DA ABCP Esse congresso será realizado em São Paulo, entre os dias 21

a 25 de novembro do corrente ano. PROGRAMA TÉCNICO programa preliminar compreenderá o I CONGRESSO BRASILEIRO DE CELULOSE E PAPEL DE EUCALIPTO, SIMPÓSIO DE ASSUNTOS ENERGÉTICOS NA INDÚSTRIA DE CELULOSE E PAPEL e SESSÕES TÉCNICAS simultâneas com os seguintes temas: Reflorestamento Matérias-Primas Fabricação de Celulose e Papel Recuperação Controle de Poluição Engenharia Conversão e outros assuntos As conferências terão por local o "Palácio das Convenções do Anhembi". E o idioma oficial será o Português, mas, no entanto, haverá um esquema de tradução simultânea Português/Inglês e Inglês/Português. No local das conferências será apresentada a X Exposição Industrial, com mostras de produtos relacionados com o setor de Papel e Celulose, tais como, as últimas novidades do mercado nacional e internacional. programa social será bem mais intenso, constando das seguintes atividades: Coquetel inaugural com show Passeio das damas ao Guaruj Coquetéis diários ao final das conferências Concerto de Música Popular Brasileira no Teatro Municipal de São Paulo Jantar de encerramento com baile e show banco oficial, este ano, será o Banorte, o qual proporcionará as seguintes vantagens: Recebimento das inscrições antecipadas e ou no local Financiamento ao congressista da passagem aérea ou terrestre, hotel, inscrição e turismo pelo Brasil, após o Congresso. 33


As reservas de hotéis deverão ser efetuadas através da Agência Banorte Turismo ou diretamente na ABCP. Maiores informações poderão ser obtidas na sede da ABCP, pelo tel. 70-6196 ou em qualquer agência \Twig do Brasil ou Exterior.

por objetivos a exposição de fatos atuais ligados ao relacionamento dos mesmos. Estiveram presentes a essa Reunião 25 participantes, aproximadamente, representando as seguintes empresas: Estúdio 5 Fotolito, Lastri S.A. Ind. de Artes Gráficas, Nacional Studlito - Reproduções Gráficas Ind. e Com. Ltda., Unida S.A. - Ind. de Artes Gráficas, Repro S.A. Estúdio Gráfico, Graf color Reproduções Gráficas Ltda., Cromia Fotolito Ltda., Stúdio Ribeiro Ltda. S/C., Retok's Fotolito Ltda., Key Fotolito Ltda., Atelier Gráfico Vip Ltda., Aquários Fotolito Ltda., FotoLine Ltda. A Reunião transcorreu normalmente, tendo sido alcançados os objetivos propostos.

GRÁFICOS PROTESTAM CONTRA DESEMPREGO Aproximadamente 70 gráficos ocuparam, no dia 1 de junho do corrente ano, o telhado do prédio da Prefeitura de Paris, enquanto 200 realizavam um ato de protesto, na praça defronte ao edifício público. Duas horas depois, sem maiores problemas, os gráficos se retiraram, após seus representantes terem sido recebidos por um assessor do prefeito Jacques Chirac. A maioria desses insurrectos faz parte dos 500 empregados do "Parisien Liberé", despedidos há mais de dois anos.

EXPORTAÇÃO DE CHAPAS IMPRESSORAS Em prosseguimento à sua política de incremento às exportações, a Hoechst do Brasil está colocando mais um de seus produtos no mercado internacional: as chapas de alumínio pré-sensibilizadas Ozazol, utilizadas para impressão em offset. Duas exportações experimentais dessas chapas — de di-

REUNIÃO DE FOTOLITOS Coordenada pelo Estúdio 5 Fotolito, realizou-se no dia 25 de maio do corrente ano a Reunião de Fotolitos, a qual teve ASSOCIAÇÃO

versos formatos e tamanhos — já foram realizadas, em junho e agosto de 1976, para a Química Hoechst do México S.A., acompanhadas de diversos produtos químicos utilizados para a sua aplicação. Ainda como parte dessa politico, de conquista de novos mercados internacionais, a Hoechst do Brasil participou, na Cidade do México, da "Mexprint" — Feira Internacional da Industria Gráfica, com um estande onde foram apresentadas as chapas Ozazol e suas diversas formas de aplicação. Para orientar esse trabalho e fornecer maiores explicações aos industriais mexicanos, viajaram para a capital asteca os srs. Walter Keil e Hans P. Flueckiger. Até o segundo semestre de 1975 (quando entrou em operação a unidade de produção de Ozazol em Suzano) , essas chapas eram importadas da Kalle Niederlassung AG, da Alemanha, uma das subsidiárias da Hoechst AG. A tecnologia utilizada foi importada da Kalle, sendo que, para absorvê-la, a Hoechst do Brasil enviou alguns técnicos Alemanha, onde fizeram estágios de dois a quatro anos.

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Sócios A Associação Brasileira da Indústria Gráfica leva ao conhecimento dos interessados que estão a venda na sede da entidade as seguintes publicações de grande interesse ao setor, não esquecendo o Sr. leitor, de que os pedidos deverão ser acompanhados de cheque nominal à entidade no valor correspondente. 34

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ESTAGIÁRIO — Se após o período do "contrato de estágio" outro volta a ser assinado, após o término do curso, a partir daí já se caracteriza relação de emprego, posto que o estágio se restringe aos estudantes. Em recurso, a que o Tribunal deu provimento parcial, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Estagiário: inexistência de vínculo empregatício e quando é de reconhecer-se contrato laboral. E de admitir-se, em princípio, a prestação de serviços de estagiário, mediante "bolsa de estudo", como complementação escolar. Tal formula tem mesmo contribuído em diversos órgãos da Administração para que os estagiários possam manter-se nos estudos se aperfeiçoem na profissão que escolheram. Entretanto, se após o período de "contrato de estágio" outro volta a ser assinado após o término do curso, a partir daí já se caracteriza relação de emprego, posto que o estágio era restrito apenas aos estudantes. Não pode ser acolhida a justificativa de que ignorava o reclamado o términcr do curso, se não procurou obter qualquer informação a respeito do órgão que encaminhara o estagiário e o estágio fora por prazo certo, e nem mesmo consta ter sido o reclamante indagado a respeito." — Acórdão de 12-5-76, da 3.° Turma do TFR, no RO 2.096, do Rio de Janeiro (Aldir Guimarães Passarinho, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 28-4-77, pág. 2.710. DESÍDIA — Pequena diminuição da produção, por parte do empregado que nunca sofrera nenhuma punição, não caracteriza a desídia sem outras provas que elucidem o caráter doloso da redução das atividades. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Embora o recite, houvesse declarado "que pode acontecer de haver caído a produção do recite., nos últimos tempos do contrato laboral porque estava trabalhando em duas máquinas e que antes disso o depte. trabalhava com uma única máquina", a desídia não ficou provada. O recite, afirmou que a diminuição foi pequena e a reclda. se desinteressou pela prova. No mesmo período a reclda. dispensou 217 empregados, como reconhece no depoimento de fls. Cada reclamação deve ser examinada com os elementos que contém. Algumas despedidas foram justas. Outras não. Entre as últimas se enquadra a espécie dos autos. Pequena diminuição da produção, por parte de empregado que nunca sofrera qualquer punição, não caracteriza a desídia, sem outras provas que elucidem o caráter doloso da redução das atividades." Diz a ementa: "Pequena diminuição da produção, por parte de empregado que nunca sofrera qualquer punição, não caracteriza a desídia, sem outras provas que elucidem o cará-

Acórdão 11.609, de 11-10-76, da 3.° Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-6.693/76, de São Paulo (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; R Wilson de Souza Campos Batalha,

ter doloso da redução das atividades." Acórdão 11.915, de 25-10-76, da 3.° Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-4.579/76, de São Carlos (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; Wilson de Souza Campos Batalha, Rel.). TELEFONISTA DE MESA — aplicável à telefonista de mesa de empresa que não explora o serviço de telefonia o disposto no art. 227 seus parágrafos, da CLT (PREJULGADO 59/77, do TST). "A aplicável b. telefonista de mesa de empresa que não explore o serviço de telefonia o disposto no art. 227 e seus parágrafos, da CLT." Prejulgado 59/77, do Tribunal Superior do Trabalho, aprovado pela Resolução Administrativa n.° 12, de 7-2-77. — DJU de 11-2-77, págs. 741/2. AVISO-PRÉVIO — Não faz jus a aviso-prévio o empregado que, ciente da despedida, solicita dispensa do cumprimento do aviso para ir trabalhar alhures. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A reclda. confessou haver despedido o recite. Entretanto, pelo documento de fls., este solicitou dispensa do aviso-prévio e pelo documento de fls. deu quitação dos seus direitos a título de salários, ferias 13.0 salário proporcional. Não faz jus a aviso-prévio empregado que, ciente da despedida, solicita dispensa do prazo de aviso-prévio para ir trabalhar alhures. A concessão de aviso-prévio pelo empregador envolve para o empregado a obrigação de prestar serviços no período respectivo. Empregado que se desliga, pedindo dispensa de avisoprévio, não faz jus ao pagamento respectivo."

AVISO-PRÉVIO — PAGAMENTO DE 60 HORAS — É ilegal, por prejudicial ao empregado, o acordo visando ao pagamento de 60 horas ao invés das 240 que seriam devidas no caso de cumprimento do aviso-prévio. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "...como bem afirmado na r. decisão recorrida, a legislação exige que a parte que pretende romper o vínculo conceda b. outra aviso-prévio. Assim, tendo a reclamada rompido o vínculo, obrigatoriamente deveria ter concedido o aviso-prévio, obrigando os reclamantes a cumpri-lo. Diga-se que este não foi o proceder da empresa, mas, ao contrário, celebrou "acordo" sobre o pré-aviso, consistente em pagar sessenta horas aos reclamantes, ficando estes desobrigados de cumprir as 240 horas legais. Todavia, referido "acordo" é prejudicial aos recorridos, eis que têm eles direito de haver, caso lhes seja obstado o trabalho no período de aviso-prévio, a remuneração referente às 240 horas, já que mensalistas. Nesta conformidade, ilegal a transação havida, no sentido de receberem 60 horas, ao invés das 240 devidas, motivo por que, correta a r. decisão que condenou a recorrente no pagamento do aviso-prévio, compensadas as quantias já recebidas." Acórdão 11.192, de 4-10-76, da 1.° Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-5.451/76, de São Paulo (Rubens Ferrari, Pres.; Marcos Manus, Rel.) . DIVISÃO ENTRE HERDEIROS — Não incide o tributo quando ocorre mera divisão do acervo hereditário entre os herdeiros, sem nenhuma reposição. Em recurso, de que não conheceu, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Seu processamento permitiu-me concluir, através da leitura integral da divisão operada entre os condôminos, que não houve transmissão de bens, por qualquer de suas formas, ainda menos permuta. O que sucedeu, apenas, foi a fixação de cada herdeiro em sua parte certa e determinada, através da divisão. Permuta haveria se algum deles passasse a outrem o que tinha e recebesse o que não tinha. E assim mesmo, para originar o tributo mister se impunha que os valores fossem diversos, justificando a tributação apenas sobre a diferença. Nada disso sucedeu, como se re dos instrumentos trazidos aos autos, bem compreendidos pelo decisório. Refletem eles o que o art. 631 do C. Civ. dispõe, nada mais." Diz a ementa: "Transmissão imobiliária inter vivos (sisa). Não incide o tri37


buto se não ocorreu transmissão, mas mera divisão do acervo hereditário entre os herdeiros, sem qualquer reposição." Acórdão de 3-6-75, da 2.a Turma do STF, no RE 80.663, de São Paulo (Thompson Flores, Pres. e Rel.) . — RTJ 77, págs. 548/551. DECADÊNCIA — PRAZO — As notificações válidas feitas aos contribuintes são, em relação a eles, marco inicial do prazo de decadência do direito de a Fazenda dar por concluído o lançamento fiscal. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Imposto de Renda. — Lançamento suplementar — Decadência. As notificações válidas feitas aos contribuintes são, em relação a eles, marco inicial do prazo de decadência do direito da Fazenda Nacional dar por concluído o seu lançamento fiscal. Incoerência de negativa de vigência do art. 173, I, do CTN." Acórdão de 2-8-76, da 3.a Turma do TFR, na AMS 76.186, de São Paulo (Otto Rocha, Rd.). — Ementa publicada no DJU de 10-12-76, pág. 10.656. REPETIÇÃO DE INDÉBITO — CORREÇÃO MONETÁRIA — A correção monetária, em repetição de indébito, faz-se em conseqtiência da interpretação analógica de preceitos legais relativos ao assunto. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, denidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: "Quanto à pretendida ofensa ao princípio constitucional da isonomia (CF, art. 153, § 1.°), não se acha ela configurada, pois que o reconhecimento, por decisões judiciárias, do direito à correção monetária, no caso a que se referem os autos, se tem feito com base não na violação desse preceito, mas na interpretação analógica dos textos legais relativos b. matéria. No que toca ao dissídio jurisprudencial, cumpria que os arestos desta Corte, a que alude, tivessem sido indicados no recurso extraordinário, coisa que se não verificou. As demais decisões, como observa a ProcuradoriaGeral da Republica, ou são do mesmo Tribunal ou de Tribunal de outra Unidade da Federação, tendo, neste caso, embasamento legal diferente para a matéria." Acórdão de 9-3-76, da 2..' Turma do STF, no AI 64.196, de São Paulo (Thompson Flores, Pres.; Leitão de Abreu, Rel.) . — RTJ 77, págs. 456/457.

MENORES — Nada impede que menores, com capita! integralizado e sem poderes de gerência e administração, sejam cotistas da sociedade. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: - No caso, os menores ingressaram numa sociedade da qual participam pessoas de sua família, 38

com o capital já integralizado. Como bem pondera CARLOS FULGENCIO DA CUNHA PEIXOTO, invocado pelo órgão do Ministério Público, necessário se torna o exame prévio da situação do menor e, da espécie de contribuição; conclui o referido autor que "Podem, pois, os pais dispor de bens móveis como entenderem e, conseqüentemente, nada impede que eles subscrevam, em nome dos filhos, cotas de sociedade de responsabilidade limitada" ("Das Sociedades por Quotas de Responsabilidade Limitada", 1. 0 volume, pág. 233, edição Forense) . Assim, nas sociedades de responsabilidade limitada, as cotas podem ser cedidas e transferidas a menores, só que estes não podem ocupar nenhum cargo eletivo (cf. DE PLACID() E SILVA, "Noções Práticas de Direito Comercial", pág. 202, Edição Guaíra);; também assim entende JOÃO EUNAPIO BORGES, invocado pelo referido autor que assim se expressa: "As mesmas razões que permitem ao menor tornar-se acionista de uma sociedade anônima, autorizam-no, igualmente, a ser cotista de uma sociedade por cotas, ou comanditário, desde que, naquela esteja integralizado o capital e nesta, não assuma ele a gerência e não figure na firma social o seu nome" (ob. e loc. cit., pág. 204) ." — Acórdão de 8-10-74, da 1. a Câm. Civ. do 1.0 TASP, na Ap. 205.224, de São Paulo (Nogueira Garcez, Pres.; Bourroul Ribeiro, Rel.) . — Julg. dos TASP, vol. 55 (pub. interna) , págs. 145/150. EXECUÇÃO CAMBIAL — AVAL — Nada impede que o credor, habilitado em concordata, cobre do avalista o montante do título avalizado. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Conforme teve oportunidade de acentuar a Egrégia Quinta Câmara deste Tribunal, em venerando acórdão unânime, relatado pelo eminente Juiz TOLEDO PIZA, "mesmo que haja habilitação da exeqüente na concordata preventiva, que haja aceitado os setis termos, isso não impede a cobrança contra avalistas" (v. "Pipia, Del Fallimento, 161") (conforme "Julgados dos Tribunais de Alçada Civil", edição interna, volume 48. página 199) . Anteriormente, a mesma Câmara já deixara expresso, em venerando aresto da lavra do nobre Juiz JOÃO MENDES: "A circunstância de estar em concordata preventiva a emitente das notas promissórias ajuizadas não afasta a procedência do pedido contra os avalistas desses títulos, pois está expresso no artigo 148 da Lei de Falências que a concordata "não desonera os co-obrigados do devedor" ("Julgados", cits., edição interna, volume 14, página 210; "Revista dos Tribunais", volume 407, página 225) . No mesmo sentido há acórdão unânime da Colenda Terceira Camara relatado pelo eminente Juiz FRANCISCO NEGRISOLLO (con-

forme "Julgados", cits., edição, volume 24, página 367) ." — Acórdão de 24-8-76, da 6.a Câm. Civ. do 1.° TASP, na Ap. 225.388, de Piratininga (Macedo Costa, Pres.; Alves Barbosa, Rel.) . — Julg. dos TASP, vol. 55 (pub. interna) , págs. 115 /117.

PENHORA — BENS PARTICULARES DE SÓCIO — E inviável a penhora de bens particulares de sócio quando o capital social se encontra integralizado. Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Cuida-se de embargos de terceiro, objetivando excluir da constrição judicial bem penhorado a sócio em execução fiscal contra sociedade por quotas de responsabilidade limitada. Tal penhora se apresenta como inviável, no caso, pois, o Capital social se encontrava integralizado. Assim, pela dívida da sociedade por quotas de responsabilidade limitada não responde o bem particular do sócio, como ponderou o magistrado, com insof ismável acerto, sendo despiciendas outras considerações a respeito, pois "estando o capital social totalmente integralizado o patrimônio do sócio estará livre, porque a responsabilidade de cada um está perfeita e acabada, por limitar-se às cotas subscritas. Nada mais devem quer b. sociedade, quer aos credores destas" (GERSON DE OLIVEIRA, "Responsabilidade de Sócios nas Várias Formas de Sociedades Comerciais", "in" "Revista dos Tribunais Informa", n.0 155, 15 de junho de 1976, páginas 5/8) ". Acórdão de 24-8-76, da 6. a Câm. Cív. do 1. 0 TASP, na Ap. 222.149, de Birigüi (Macedo Costa, Pres.; Alvaro Lazzarini, Rel.) . — Julg. dos TASP, vol. 55 (pub. interna) , págs. 222/7. FÉRIAS INDENIZADAS — As férias pagas por motivo de rescisão do contrato de trabalho, tendo carater indenizatório, não se sujeitam ea contribuições previdenciárias. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "Previdência Social — Salário de contribuição — Ferias pagas em dinheiro — Nas importâncias recebidas a qualquer título, pelo segurado, em retribuição de serviços prestados, que o art. 69, inciso V, § 1.0 , da LOPS, define como salário de contribuição, não se compreende pagamento feito pelo empregador relativo a ferias não gozadas, porque de caráter indenizatório." Acórdão de 7-6-76, da 3.a Turma do TFR, na AMS 76.838, de São Paulo (Armando Rolemberg, Rel.) — Ementa publicada no DJU de 28-4-77, pág. 2.707. COMPENSAÇÃO COM FALTA DE AVISO-PRÉVIO — É incompensável a remuneração de férias com a faculdade capitulada no art. 487, § 2.0, da CLT. Em recurso, a que deu provimen-


tr.

to parcial, por maioria, decidiu o Tribunal: "Incompensável a remuneração a título de férias com a faculdade capitulada no art. 487, § 2.° CLT. Legítima apenas a compensação com verbas salariais típicas (não as atípicas, v.g. remuneração a título de férias), e até o valor correspondente a. duração do aviso-prévio frustrado. Incompensável, também, o salário-família,

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL — Portaria 3.259, de 29-4-77, do Min. do Trabalho, que atualiza os valores das tabelas expedidas pela Portaria 623, de 10-12-76, para o cálculo da contribuição sindical das categorias indicadas. (Vide em 3-30-999 — SINDICATOS CONTRIBUIÇÃO SINDICAL, o Boletim ÍNCOLA B-52-1.769/76-22.) PORTARIA N.° 3.259, DE 29 DE ABRIL DE 1977 O Ministro de Estado do Trabalho, no uso de suas atribuições e tendo em vista a expedição do Decreto n.° 79.611, de 28 de abril de 1977, que fixa o coeficiente de atua-

de natureza jurídica previdencial. Dou provimento parcial ao recurso para assegurar ao reclamante a percepção das férias vencidas e do salário-família correspondente ao mês de janeiro." — Acórdão 630, de 17-1-77, da 1. a Turma do TRT da 2. Região, no Proc. TRT/SP-9.723/76, de São Paulo (Antônio Lamarca, Pres.; Bento Pupo Pesce, Rel.).

lização monetária a que se refere o art. 2.° e parágrafo único da Lei n.°,6.205, de 29 de abril de 1975, aplicável sobre os valores-padrão vigentes em 1.° de maio de 1976 e

estabelece os novos valores de referência a serem adotados em cada região, resolve: I — Atualizar, na forma dos anexos que acompanham a presente Portaria, os valores das tabelas expedidas pela Portaria Mtb n.° 623, de 10 de dezembro de 1976, para cálculo da contribuição sindical das categorias indicadas. II — Os efeitos desta Portaria vigoram a partir de 1.° de maio de 1977.

Arnaldo Prieto

TABELAS PREPARADAS PARA CALCULO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL ANEXAS A PORTARIA Nub N.° 3.259, DE 29 DE ABRIL DE 1977 TABELA I

PARA OS AGENTES OU TRABALHADORES AUTÓNOMOS, INCLUSIVE DO SETOR RURAL, E PARA OS PROFISSIONAIS LIBERAIS (ITEM II DO ART. 580 DA CLT, E § 3 • 0 DO ART. 4. 0 DO DECRETO-LEI N. 0 1.166/71, COM ARREDONDAMENTO DA FRAÇÃO DE CRUZEIRO) :

132,00

15% x 877,70

donde: 5 39 . 587,00 x

= 197,94

1.000

III — parcela a adicionar: não existe; IV — contribuição devida: Cr$ 197,94 2.°) CAPITAL SOCIAL DE CR$

489.248,00

I — classe de enquadramento: 52480.000,01 526.800.000,00 (5. a linha) II — alíquota correspondente linha: 0,1% ou

1 1.000

donde: 1

489 . 249,00 x

.= 489,25

1.000

III — parcela a adicionar: Cr$ 210,72; IV — contribuição devida: 489,25 + 210,72 = 699,97 3.°) CAPITAL SOCIAL DE CR$

19.148.325,00 I — classe de enquadramento: 1.053.600,01-52.680.000,00 (4. 3 linha) : II — alíquota correspondente a. linha: 5 0,05% ou 10.000 5

PARA OS 'EMPREGADORES, INCLUSIVE DO SETOR RURAL, AGENTES OU TRABALHADORES AUTÓNOMOS E PROFISSIONAIS LIBERAIS ORGANIZADOS EM FIRMA OU EMPRESA E PARA AS ENTIDADES OU INSTITUIÇÕES COM CAPITAL ARBITRADO (ITEM III E §§ 4. 0 E 6 • 0 DO ART. 580 DA CLT E § 1. 0 DO ART, 4.0 DO DECRETO-LEI N. 0 1.166/71:

CLASSES DE CAPITAL

Alklu°ta

PARCELA A ADICIONAR

-

1 2 3 4 5

35.120,01 52.680,00 (2. a linha) ; II — alíquota correspondente linha: 5 0,5% ou 1.000

donde:

TABELA II

Linha

I — classe de enquadramento:

35.120,00 1,00 até de 52 . 680,00 35.120,01 até de 1 . 053 . 600,00 52 . 680,01 até de de 1 . 053 . 600,01 até 52 . 680 . 000,00 de 52 . 680 . 000,01 até 256 . 800 . 000,00

contrib. única de 175,60 0,50% 0,10% 0,05%

0,01%

— 210,72 737,52 21 . 809,52

19.148.325,00 X

= 9.574,16 10.000

III — parcela a adicionar: 737,52 IV — contribuição devida: 9.574,16 + 737,52 = 10.311,68 4.°) CAPITAL SOCIAL DE CR$

130.974.602,00

I — classe de enquadramento: 52.680.000,01 526.800.000,00 (5. a linha) ; II — alíquota correspondente linha: 1

0.01% ou

10.000 donde:

base:

Cr5 878,00

NOTAS: 1 — As firmas ou empresas e as entidades ou instituições, cujo capital social seja igual ou inferior a Cr$ 35.120,00, estão

obrigadas ao recolhimento da contribuição sindical minima de Cr$ 175,60 (cento e setenta e cinco *cruzeiros e sessenta centavos), em conformidade com o disposto no § 3 •0 do art. 580 da CLT. 2 — As firmas ou empresas com capital social superior a Cr$ 526.800.000,00 recolherão a contribuição maxima de Cr$ 74.489,52 (setenta e quatro mil quatrocentos e oitenta e nove cruzeiros e cinqüenta e dois centavos), na forma do disposto no § 3.°, do art. 580 da CLT.

MODO DE CALCULAR

130.974.602,00 x

1

.= 13.097,46

10.000

III- parcela a adicionar: 21.809,52 IV - contribuição devida:

I — Enquadre o capital social na "classe de capital" correspondente; II — multiplique o capital social pela alíquota relativa b. linha onde for enquadrado o capital; III — adicione ao resultado encontrado o valor constante da coluna "Parcela a Adicionar", relativo A. linha de enquadramento do capital.

Cr$ 175,60 (contribuição minima), posto que o capital está situado abaixo do limite mínimo (35.120,01) ,

EXEMPLOS PRÁTICOS DE CALCULO

Cr$ 74.489,52 (contribuição máxima) , visto que o capital está situado acima do limite máximo (526.800.000,00), da quarta classe

1.0 ) CAPITAL SOCIAL DE CR$ 39.587,00

13.097,46 + 21.809,52 = 34.906,98 5.°) CAPITAL DE CR$ 500,00

A contribuição devida sera de

da primeira classe de capital. 6.°)

CAPITAL SOCIAL DE

CR$

850.700.000,00 A contribuição devida sera de

de capital. (DOU-I de 16-5-77, págs. 5.855/6.) 39


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Regionais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 5-1834 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua Jose Lourenço, 816 — Fone: 24-1426

Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 26-9433 — 26-9443 — 21-1069 — 21-1522 (0852) CEP 60.000 — Fortaleza — CE ABIGRAF — Regional de Goiás Presidente: Mario Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO ABIGRAF — Regional de Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 — s/ 701 — Fones: 222-6081 — 224-0402 (031) Presidente: Carlos A. Rangel Proença Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 — Fone: 335-1014 Belo Horizonte, MG Empresa: Editora Alterosa S/A. Rua Dez, 2700 — Fone: 333-3555 (031) CEP 32.000 — Contagem, MG ABIGRAF — Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Avenida Getúlio Vargas, 137 — Fone: 2-661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A Praça Antônio Rabelo, 12 — Fones: 4-286 — 4-355 (0832) CEP 58.000 — João Pessoa — PB ABIGRAF — Regional do Paraná Av. Cândido de Abreu, 200 — 6. 0 — s/616 Fone: (0412) 24-9414 — ramal 005 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR ABIGRAF — Regional de Pernambuco Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1. 0 Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF — Regional do Rio Grande do Sul Secretaria: Travessa Francisco L. Truda, 40 — 19.0 Fone: (0512) 25-2566 — ramal 30 Presidente: Henry Victor Saatkamp Residência: Rua Riachuelo, 785 — 1. 0 — Fone: (0512) 25-1675 Empresa: Ind. Gráfica de Embalagens S/A Avenida dos Gaúchos, 443 — Cx. Postal 2.981 — Fone: (0512) 41-2402 CEP 90.000 — Porto Alegre — RS ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — Jaraguá do Sul — SC

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A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de Itu, 70 — 12.° — CEP 01223 Fones: 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Dr. Campos, 659 CEP 18520 — Cerquilho — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 São Paulo — SP

ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — RJ

Delegados no Estado de Sao Paulo ADAMANTINA, SP Irmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valetim Brandini ARARAQUARA, SP Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1134/66 — Fones: 22-0252 — 22-4888 (0162) Diretor: Juvenil Rodrigues de Souza BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 — 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51.7187 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 — Fones: 22-3013 — 22-3553 (0167) Diretor: Elvio Pucci ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-0789 — 482-111 Diretor: Gild° Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 — 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Cx. Postal 153 — Fones: 2-650 — 3-344 Diretor: João Alves da Costa SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 — 443-3444 Diretor: Mário de Camargo TAUBATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido

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AOS LEITORES: AGUARDEM PARA EDIÇÃO DE SETEMBRO NESTA REVISTA UMA NOVA SEÇÃO:

BOLSA DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS GRÁFICOS •


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Quem lida com as sutilezas da cor, com seus requintes, sua graça, sua delicadeza, sua sensibilidade, sabe que a primeira impressão é causar uma boa impressão.

Rua dos Italianos, 757- Fonas: 221-6516 220-1733 - 220-1711

Fotolito Estudio Um estúdio que respeita a cor.

Revista Abigraf 020