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ANO II - NÚMERO 17 • ABRIL 77

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ASSOCIACAO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

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EM REVISTA

REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO

PROBLEMAS ADMINISTRATIVOS NA INDEISTRIA GRÁFICA ADIADA A PADRONIZAÇÃO DE ENVELOPES NOVAS GUILHOTINAS PARA PRODUÇÃO DE ETIQUETAS


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nova geração de fotocompositoras para reduzir radicalmente seus custos de composição

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Rua Conselheiro islébias, 1111 - PABX: 221-9244 Caixa Postal 30.650 - CEP 01000 Sao Paulo

RIO DE JANEIRO (021) 254-2218 BELO HORIZONTE (0312) 22-3489 SALVADOR (0712) 6-0844 RECIFE (0812) 21-5742 CURITIBA (0412) 22-3900 PORTO ALEGRE (0512) 42-4862


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FAMÍLIA GRÁFICA GINÁSIO DO TARUMA -25 DE JUNHO DE 1.977 CHURRASCO - BEBI DAS FUTEBOL DE SALÃO: MASCULINO E FEMININO SHOW - DISTRIBUIÇÃO DE BRINDES GIN KANA PATROCINIO:

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRAFICAS DO ESTADO DO PARANÁ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA - ABIGRAF - PARANA SINDICATO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS DE CURITIBA


Expediente

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ABIGRAF EM REVISTA

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Órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Estado de S. Paulo.

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EM REVISTA

Registrada no 2.° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro B, n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P. 209/73.

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Neste número de abril de 77, temos: 7

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Redação e Administração:

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Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269 e 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - GP 7815 01223 - São Paulo, SP, Brasil

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Problemas administrativos na indúst ria gráfica

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Direção Administrativa:

Adiada a padronização de envelopes

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Rubens Amat Ferreira Diretor-Presidente

J. Moreira Jr.

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Diretor Executivo

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Direção Jornalística:

Neide Ricosti

Atualidades ABIGRAF/SIGESP

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Aparas

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FIESP/CIESP em notícias

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Programação Visual:

Tercio Gmeiner (MT57) Propcenter - Centro de Propaganda S/C Ltda.

Publicidade:

Propcenter - Centro de Propaganda S/C Ltda. Tel. 266-6087 Composição:

Cooperadora Gráfica Ltda. Impressão:

Laborgraf Artes Gráficas S.A.

Nossa impressão

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Janeiro repete a tendência inflacionista do início do ano

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Novas guilhotinas para produção de etiquetas

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Nossa capa: '

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Setor jurídico

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ABIGRAF — Regionais e Delegados no Estado de São Paulo

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Guia da indústria gráfica

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Representantes Regionals: Rio de Janeiro Porto Alegre Curitiba Brasilia Belo Horizonte Salvador Recife e Fortaleza. -

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Diretoria: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira

EDITORIAL

Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube 2.. Vice•Presidente:

Sidney Fernandes Secretário:

Antonio Bolognesi Pereira 2.. Secretário:

Drausio Basile Tesoureiro:

Waldyr Priolli 2.. Tesoureiro:

Jose Aidar Filho Suplentes: Jose Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelli Isaias Spina Arthur Andreottl Ayrton Perycles Conde Orestes Roma! Conselho Fiscal: Homero Villela de Andrade Vitto Jose Ciasca Jose Raphael Firmino Tiacci Suplentes: Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidente:

Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente:

Henrique Nathaniel Coube Secretario:

Sidney Fernandes 2.. Secretário:

JoSe Aidar Filho Tesoureiro:

Irineu Thomaz 2.. Tesoureiro:

Waldyr Priolli Diretor Relações Públicas: Pery Bomeisel Suplentes:

Jose Bignardi Neto Isolas Spina Sylvia Fonseca Sergio Bignardi João Anastácio Godoy Drausio Basile Widar Asbahr Conselho Fiscal: , Jose Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto Jose Ciasca Suplentes:

lrineu Francisco Rocco Ayrto Alberto Schvan Bernardo Sinatro Delegados representantes junto It FIESP: Theobaido De Nigris Homero Villela de Andrade Suplentes:

Jose Bignardi Neto Waldyr Prioili Secretaria: das 8 as 11,30 e das 13 as 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretaria Geral: Dra. Rose Maria FrioIli Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical, distribuição de publicações periódicas e Informativas; orientação para pedidos de isenção junto ao Setor Gráfico da CDI. Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. J. Moreira Jr. Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais. civeis e criminais

PRODUTO CULTURAL BRUTO O cidadão comum que lê seu jornal na época de hoje, é um homem confuso, principalmente se alcançou a II Guerra Mundial e suas sequelas, a Guerra Fria nos anos 50, e a Quente, no Vietnã, dos 60. Naquela época as coisas eram simples: primeiro, paises do Eixo contra Aliados; depois, Democráticos contra Comunistas. Trocavam-se tiros, bombardelos, foguetes, morriam milhares de pessoas, mas, pelo menos, todo mundo entendia o que se passava. • Hoje em dia a coisa é bem mais complexa. Com a inauguração das guerras econômicas, a munição trocou de espécie, e o noticiário, ao invés de avanços, recuos e estratégias de tropas, fala de estatísticas, extrapolações, fórmulas. Não se mencionam mais generais ou marechais: os comandantes agora têm nomes como Milton Friedman, John Kenneth Galbraith, Alexander K. Swoboda. Não mais se atacam V2 contra foguetes, mas sim petróleo contra chuchu. Nesse panorama alienado, o jovem de hoje discute teorias e démarches economisticas com a mesma desenvoltura com que seus pais, há 30 anos, comentavam o Cerco de Leningrado ou a Batalha das Ardenas. Felizmente o mundo não pára e continuam a surgir safras de idealistas e pessoas realmente interessadas no progresso do ser humano. É o caso dos dirigentes do SENA!, e mais especificamente das duas escolas de Artes Gráficas, a "Felido Lanzara", que ha décadas vem prestando relevantes serviços ao nosso setor; e a "Theobaldo De Nigris", que completa a primeira. Fundada há pouco menos de 10 anos, o "Colégio de Artes Gráficas" — como se denominava na sua fundação — alcançou uma posição hoje, invejável no contexto do ensino profissionalizante na América Latina. E um paradigma que — este sim — mereceria ser copiado "ad infinitum " pelos poises em desenvolvimento. Porque não é só pelo PNB e pelo balanço de pagamentos que se mede o potencial de uma Nação, mas sim, e, principalmente, pela cultura e capacidade profissional de seu povo. A prova disso, temô-la na História: nos dois séculos do Renascimento — XV e XVI — alguns povos enveredaram pelo colonialismo, posteriormente derivado para o Mercantilismo, e outros trilharam as ciências e as Artes. Decorridos 500 anos, os primeiros geraram os !di Amin de hoje, mas os segundos deixaram um legado cultural que nem todos os iconoclastas e economistas do mundo conseguirão destruir ou minimizar, porque é uma herança eterna do espirito humano. As corporações de artesãos da Idade Média — fechadas e secretas — cederam lugar às escolas profissionais, democráticas e abertas. E o Colégio da rua Bresser, além de formar ¡ovens profissionais, vem de inaugurar cursos noturnos, gratuitos, para reciclar o trabalhador gráfico já atuante, que não teve condições de frequentar um curso especializado. O alcance desta medida é incalculável. Em primeiro lugar, possibilita a atualização de colhecimentos do trabalhador, no seu próprio ramo, coisa nem sempre possível no dia a dia profissional. Ern segundo, propicia-lhe, caso queira, especializar-se numa função diversa da sua. E. principalmente, é maneira eficaz de acabar com a discriminação etária, fenômeno social que vem marginalizando trabalhadores de certa faixa de idade, pois soma o conhecimento das modernas técnicas, à longa pratica nas máquinas. Usar o sovado chavão jornalístico de que "merece encômios essa iniciativa", é dizer muito pouco. Merece, sim, repercussão nacional; merece mais espaço nos noticiários . Mc) ocupados com discussões, afinal de contas infrutif eras, sobre mais ou menos 1% no Produto Interno Bruto. Mas precisa vitalmente do apoio do industrial gráfico. Ele sera o principal beneficiado. Máquinas, papel e tinta compram-se com dinheiro. Este poderá estar escasso ou abundante, dependendo da conjuntura. O conhecimento humano, porém, não tem preço, porque podem-se comprar máquinas, mas elas de nada valerão se não houver o operário competente a manejá-la. A euforia universitária teve sua época. É certamente importante, mas a forma como foi conduzida sua politico revelou mais brilharecos de efeito imediatista, que pouco proveito trouxe ao pals. Cuidemos agora das verdadeiras bases: do ensino profissionalizante sério, aberto, bem conduzido. Cuidemos um pouco menos do Produto Nacional Bruto, e muito mais do Produto Cultural Bruto, porque este, não há petróleo ou chuchus que corroam.

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Os homens em geral têm modos diferentes de agir e não se pode afirmar qual o certo ou errado. O certo não é imitar e muito menos copiar outros exemplos, mas sim encontrar uma forma peculiar de resolver os problemas e procurar, baseado num senso critico, o que realmente é importante nas situações. R exatamente sobre isso que fala Peter Rat, neste artigo que foi motivo de palestra do I Simpósio de Integração das Indústrias de Papel, Gráfica e Embalagem, realizada na escola SENAI — "Theobaldo De Nigris"

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PROBLEMAS ADMINISTRATIVOS NA INDUSTRIA GRÁFICA

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"Novos conhecimentos e o desenvolvimento provocam mudanças': "Pode-se trabalhar em O setor Editorial e Gráfico não pode ser considerado um dos mais dinâmicos da economia brasileira. De 33 setores pesquisados conseguiu no exercício passado, passar do 27. 0 ao 30.0 lugar, em termos de crescimento de venda, com 7 %, do 13. 0 ao 26. 0 lugar, em termos de rentabilidade sobre o patrimônio, com 14,4% e do 25.° ao 28.° lugar, em termos de rentabilidade sobre as vendas, com 3,9%. Ao contrário, em termos de liquidez manteve o 22. 0 lugar com 1,1 pontos, o endividamento total aumentou, passando do 20. 0 para o 12. 0 lugar com 62,0 pontos e conseguiu melhorar um pouco o endividamento a longo prazo, passando do 6. 0 para o 10.0 lugar com 23,9

uma melhora nas vendas de 7% contra 5,9% no exercício

anterior, no entanto, reduzindo a rentabilidade sobre o patrimônio de 24,4 para 14,4% e a rentabilidade sobre as vendas de 5,9 para 3,9%, isso é, a lucratividade do setor, que já não era dos melhores, conseguiu piorar mais. Em épocas fáceis não é difícil ser bom. Os bons se destacam vencendo as dificuldades. Assim, não trará nenhum benefício positivo, querer procurar a culpa do mau desempenho na conjuntura em geral. evidente que ela influi, como também influi quando está favorável, só, que em tal situação não costuma ser lembrada com tanta veemência. A história do mundo é clara. Só sobrevive quem sabe adaptar-se. Os meios não se perpetuam, mas mudam constantemente. Os acidentes fazem parte da vida. As eras glaciais fizeram desaparecer muitas espécies, transplantando-se aquelas que souberam mudar ern face às novas necessidades. Dessa forma, a maneira correta de trabalhar é, melhorar as coisas de dentro para fora. O termo conjuntura só deve existir no sentido analítico, isso é, o que ela reserva a nós em termos de oportunidades empresariais. Não pode-

pontos. Certamente, a situação econômica geral está difícil. O aumento do custo dos insumos foi elevado. A inflação não se recuperou ainda, (e uma série de outras desculpas partindo da conjuntura) . No entanto, tais problemas não são sentidos apenas pelo setor Editorial e Gráfico. Os outros se confrontam com dificuldades iguais ou piores. O fato é, que dentro de uma conjuntura desfavorável o setor Editorial e Gráfico pertence aos piores. Um dado, que realmente deve preocupar é, que em termos reais houve

mos cruzar os braços reclamando da política econômica ou esperando que as medidas governamentais surtam efeitos. O primeiro passo deve ser um aprimoramento interno. E um princípio moral que não devemos exigir coisas, as quais nós mesmo não observamos. Existem, de certo, ainda inúmeras possibilidades de melhoras internas: aprimoramento organizacional, aumento de produtividade, r edug ão de custos em geral, revisão de produtos, estudos mercadológicos, etc. Para isso, evidentemente precisa-se de desempenho, imaginação, vitalidade e coragem para mudanças, quando forem necessárias. Não devemos mudar por mudar, mas tão pouco devemos ser conservadores por comodismo ou outras razões. Cada situação exige sua solução peculiar, suas atenções específicas. Em épocas de alta o comportamento é diferente das épocas de baixa. Com isso queremos dizer que a solução não é vacilar entre otimismo e pessimismo, mas encontrar uma maneira digna de sobreviver às dificuldades. A procura de soluções deparamo-nos com um fato preocupante. A própria administração está em crise. Isso, realmente, tem raízes bastante profundas e causas, cuja aná-

POSIÇÃO DO SETOR EDITORIAL E GRÁFICO NA ECONOMIA BRASILEIRA. COMPARADO A 33 SETORES PESQUISADOS

Exercicio

Crescimento das vendas sobre o exercício anterior (descontada a Inflação) Posição

%

Rentabilidade sobre o patrimônio (lucro líquido sobre o patri-

Rentabilidade sobre as vendas (lucro líquido sobre as vendas

mõnio líquido)

líquidas)

Liquidez (dispo-

nível mais o realizável, incluindo o a longo prazo sobre o exigível)

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Posição

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Posição

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Dados: Melhores e Maiores. Exame Setembro 1975 e Setembro 1976, Abril-Tec, São Paulo

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Endividamento a longo prazo (exigive l a longo prazo sobre o ativo total) Posição

Pontos


cima de uma melhora de produtividade':

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use nos levaria longe demais no nosso assunto mais específico. No entanto, não é de estranhar que tais problemas estejam surgindo em épocas de uma conjuntura mundial desfavorável. Os conceitos de então foram estabelecidos para situações diferentes das de hoje. Os negócios estão se tornando cada vez mais diversificados e complexos. Isso necessita de novos princípios e de uma adaptação dos esquemas organizacionais. A preocupação atual já não se limita mais, pura e simplesmente ao funcionamento da organização como objeto em sí, mas está evoluindo para metas mais altas de atividade humana. Para tanto os princípios administrativos devem se voltar para uma análise mais a fundo, no sentido social, e, até, filosófico. Durante gerações as organizações se mantiveram, na sua estrutura básica, quase que imutáveis. Nos últimos tempos, porém a reorganização está se tornando uma constante nas empresas. Isso, evidentemente, leva a duvidar dos critérios aplicados. E muito comum se mudar em base de exemplos positivos ou negativos, sem analisar a fundo se os antecedentes são aplicáveis à própria empresa. Existem vários motivos de tais incertezas administrativas. Os avanços tecnológicos e científicos progrediram sempre mais rápidos. Em contraposição, a administração não se adaptou gradualmente às inovações, mas, deixou aparecer um hiato organizacional. Tal fato está provocando um distanciamento da realidade, que faz os administradores correrem atrás dos problemas em vez de planejarem adequadamente o futuro. As mudanças tecnológicas e científicas, os novos conhecimentos e o desenvolvimento econômico, provocam mudan-

ças e até crises sociais. A sociedade, como regra, se adapta às inovações com alguma lentidão e, nem sempre, de maneira harmoniosa. As empresas têm um papel importante e preponderante em servir de mediador. No entanto, preocupamo-nos muito mais com uma nova máquina do que com os colaboradores em sí, esquecendo que são os homens que dão à empresa uma maior ou menor flexibilidade administrativa, como elementos básicos de um rápido crescimento. Não basta ao homem apenas conhecer o trabalho, mas sim, ter conhecimentos para crescer por iniciativa própria. E necessário saber se adaptar e, principalmente, saber criar. Os homens e não as máquinas são a garantia da dinâmica da organização. O ramo da administração nos oferece, hoje em dia, uma literatura de extensão vastíssima. No entanto, poucas vezes temos verificado que foi capaz de indicar a solução para um determinado problema. O fato é que a teoria e a prática da organização ainda se encontram à procura de uma única resposta final, em termos genéricos ou específicos. Em determinados negócios ou instituições, retrata bem uma parte da atual crise administrativa. Infelizmente, tais respostas não existem, pelo menos não as conhecemos. Não há uma solução ideal a ser aplicada à organização. Cada caso é um problema por si. As relações dentro da administração são extremamente complicadas. Aqui se pesquisam fenômenos que tratam das ações humanas e seus efeitos. O objeto de pesquisa, de maneira geral é tão diferenciado e impenetrável, com respeito à qualidade e quantidade de eventos, que se torna muito difícil obter uma visão descritiva de sua totalidade. A pesquisa crítica, analítica e sintética deve-se limitar à demonstração

de traços importantes e típicos, que procurem oferecer alguma base para o melhor entendimento desses eventos. Está, portanto, na natureza das coisas, que uma compreensão racional, nesses assuntos de difícil acesso, não se efetua como, por exemplo, nas ciências exatas. Isso requer, naturalmente, que as pesquisas não se satisfaçam com uma coletânea sem critérios de observações, exigindo que sejam seletivas, separando o secundário do importante e dirigindo a atenção para os fatos realmente relevantes. A atividade organizacional não é uma finalidade empresarial, mas sim um meio para o fim. Os números fazem parte da nossa linguagem, que podem expressar alguma coisa, mas não contém as verdades em si. O desinteresse, a desmotivaçã,o, a mediocridade humana são impecílios para o progresso das nossas empresas. Ao contrário, o crescimento pessoal dos colaboradores é capaz de impor uma maior dinâmica à organização. Exibimos o nosso maquinário e nossas instalações, como um cidadão o seu carro do último modelo. Investimos nos equipamentos mais modernos possíveis. Concordamos que deva existir um orgulho pessoal ou empresarial. Porém, quando se atém demasiadamente às aparências, não passa de exibicionismo, perdendo seu valor moral. O investimento em equipamentos novos e mais modernos deve ter finalidades bastante específicas. Não devemos apenas nos estruturar para produzir mais, mas sim, para aumentar a produtividade. As nossas máquinas devem ser próprias para os produtos que produzimos. Não podemos colocar equipamento sem ter a matéria prima próprias à disposição. Máquinas mais modernas necessitam, freqüentemente, de operadores

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ensino de administração é necessário, mas seu valor é relativo': . "0 que realmente a estatística expressa com conhecimentos específicos para manejá-las. Novos processos necessitam de um treinamento adequado do pessoal. Mudanças no equipamento podem provocar reorganizações. O dimensionamento da empresa deve ser cuidadosamente planejado para uma otimizacão dos resultados econômicos. As máquinas bonitas não nos salvam de falências, mas sim o lucro que obtemos no final do exercício. Para tanto devemos nos conscientizar que não adiantam equipamentos mais modernos, sem uma estrutura organizacional adequada. Um exemplo genérico e bastante típico é o computador. O sonho é possuir um centro de processamento de dados. Mas, olhando em volta vemos as empresas utilizarem os computadores como máquinas de cálculo mais sofisticadas. Como não se planeja adequadamente seu uso, também não são programados de maneira racional, desperdiçando sua capacidade total por falta de programas integrados. Assim, onde uma máquina venceria o trabalho, são empregadas duas ou três. Onde dizemos processamento de dados deveríamos dizer fornecimento de dados. Isto é, a análise de dados fornecidos demanda tanto ou mais tempo que o manejo dos dados de maneira convencional. Além disso, a utilização de computador pressupõe algumas premissas. As mais importantes são, que existem quantidades suficientes de dados a processar, uma certa complexidade de informações gerenciais e a necessidade de uma maior velocidade na tomada de decisões, com dados mais precisos. Portanto, existem dentro de uma empresa uma série de atividades que seriam anti-econômicas quando processadas em computador, embora perfeitamente programáveis. Além disso, devemos tomar cuidado para que o processamento de da12

dos não nos dificulte o acesso a uma série de dados que continuam a ser analisados de maneira convencional, devido a uma codificação de difícil compreensão geral, destinada apenas ao computador. A modernização tecnológica de uma empresa surte efeitos proporcionais à qualidade da sua organização. Um computador sem um fornecimento perfeito de dados não tem ,condições de dar respostas precisas, e dados errados tornariam as respostas mais erradas ainda. Em tais casos é preferível tomar decisões baseadas no bom senso, que tem mais possibilidade de acerto. Máquinas mais modernas pressupõem uma certa infra-estrutura em termos de treinamento, adaptação de fluxos de producão e, freqüentemente, um trabalho de conscientização junto aos colaboradores, pois nem sempre as alterações são vistas com bons olhos. Portanto, a primeira análise sempre deve ser sobre a qualidade da organização. Ela contém em si possibilidades de melhoras que, muitas vezes podem dispensar investimentos. As vezes, investimentos menores podem resolver os problemas, ou uma mudança de processo, pois, tratase apenas de eliminar um funil de produção. Pode-se trabalhar em cima de uma melhora de produtividade. Certos funis temporários poderiam ser eliminados, contratando serviços de terceiros, para não ficar a metade do tempo com máquinas improdutivas. A mesma coisa é válida para processos intermediários não regulares. Existem, naturalmente, ainda uma série de outras considerações. No entanto, baseado naquilo que foi levantado até agora, perguntamos sobre o desempenho da indústria gráfica editorial de maneira geral. Encontramo-nos diante de uma situação não muito satisfatória. Sustentamo-nos ern orga-

nizações fracas. Trabalhamos a uma produtividade baixa. A qualidade raras vezes passa do razoável. Sobretudo, o resultado econômico é ridículo, pois, existe um potencial para sobreviver conjunturas piores do que a atual. A falta de capacidade empresarial dos dirigentes costuma ser uma variável importante no mau desempenho da economia nacional, principalmente em épocas de crise. Assim, ressalta b. vista a necessidade de uma melhor formação dos nossos dirigentes. Muitos, aparentemente, já perceberam a necessidade e estão acumulando conhecimentos e diplomas por iniciativa própria. Várias empresas levam a sério a incumbência de fornecer maiores subsídios por cursos, estágios e seminários. No entanto, a validade de tais providências é bastante duvidosa, desde que não sejam reconhecidas as implicações entre estudo, conhecimento e aplicação na realidade. Freqüentemente, essas atitudes não se diferenciam muito do pai de família, que enche os filhos de presentes para compensar a falta de dedicação. Não existe uma única maneira certa de um dirigente de empresa agir e se conduzir. O que existe, são maneiras corretas de executar determinadas tarefas em certas empresas, em condições específicas, por dirigentes de temperamentos e modos de agir próprios. Evidentemente, existem certas coisas que todo administrador deve executar bem, no entanto, essas costumam variar, pela amplitude e natureza dos negócios. Encontramos algumas habilidades básicas que devemos esperar de um administrador eficiente, assim que existam conhecimentos técnicos inerentes ao nível de trabalho e ao nível da empresa, liderança (mais importantes nos níveis menores) e capacidade de rela-

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em termos absolutos e relativos?': cionamento com outros grupos (nos níveis mais altos) . O ponto de vista administrativo geral relevante. E importante que o administrador diferencie claramente importância e prioridade relativas entre objetivos e critérios divergentes e se familiarize com as tendências relatiyas e com as probabilidades, em vez de trabalhar com certezas. Deve entender a correlação e padrões imprecisos entre os eventos, em detrimento de um suposto relacionamento exato de causa e efeito. O ensino de administração é necessário, porém, seu valor é relativo a uma série de fatores. Podemos ensinar como se administra, mas não podemos ensinar administração em si. Ensinamos o que os administradores fazem, mas, não capacitamos ninguém, através desse ensino, em fazer a mesma coisa. Os alunos aprendem como administrar uma empresa, mas, nem por isso saem com os conhecimentos necessários de administrarem uma em-

presa.

Isso é, além das próprias contradições dentro da administração, os conhecimentos adquiridos devem ser entendidos em seus valores absolutos e relativos, adaptados 6, personalidade própria, interligados a todo o universo do saber humano, passar da forma estática para a dinâmica, estimulando a criatividade individual. Dessa forma, um administrador pode sair de um seminário bem mais ciente de seu comportamento, conscientizado dos diversos modos de agir e funcionar de modo diferente. Mas, não há qualquer prova que, por causa disso, possa ou tenha conseguido mudar seu comportamento bá-

sico.

Os homens em geral tem modos diferentes de agir e não se pode afirmar de nenhum deles que seja propriamente errado, no máximo inadequado para uma determinada situação. _0

certo não é imitar e muito menos copiar outros exemplos, mas, encontrar uma forma peculiar de resolver os problemas procurar as oportunidades, baseado num senso crítico sobre o que realmente é importante nas situações diversas. Se administrador seguisse todos os conselhos dificilmente, faria a mesma coisa duas vezes num só dia ou da mesma maneira e, sem dúvida, não seria nada efi-

ciente. A tônica, ainda hoje em dia, vacila entre os, 6, procura do caminho pelo bom senso e outros, pelo método científico. Isso, evidentemente, caracteriza a falta de preparo. As soluções pelo bom senso ou pelo método cientifico são consequência das necessidades de determinadas situações e não padrões para a solução. O fato é, que tais opiniões são fortemente influenciadas pela formação dos administradores. Quando não se tem uma instrução específica, defende-se, normalmente, a solução de bom senso, quando existem os conhecimentos necessários, mais cômodo não ter que usar bom senso. No nosso meio, especificamente, vivemos esses problemas de maneira bastante dramática. Os engenheiros estão procura de soluções por modelos matemáticos, etc. Quando se aprofundam nos estudos administrativos, muitas vezes procuram fazer da administração um cúmplice de sua formação. Os administradores rejeitam a necessidade do conhecimento dos problemas técnicos os técnicos tem raiva de todos que não sabem os problemas de produção a fundo ou procuram inovações em termos teóricos. O conflito de formação é grave, não existe harmonia e falta o reconhecimento mútuo sobre a necessidade do conhecimento de cada um. Além disso, encontramos o administrador no lugar do engenheiro, o técnico no

lugar do administrador e o engenheiro no lugar do técnico. Com tudo isso, o grande perdedor é a empresa em geral. Devido aos fatos levantados, há uma certa neurose de acumular conhecimentos. Para a crise de definição dentro da administração em geral e em específico no nosso ramo de atividade, devemos formar um conceito claro sobre a educa-

ção. Igual b. instrução, a educagão tem como efeito uma elevação dos valores pessoais. mister esclarecer as diferenças entre educação e instrução. Ambas se dirigem integralmente ao homem, a instrução mais formação moral e ao caráter pessoal e a educação mais 6. formação estética e as capacidades intelectuais. A instrução sucede, em primeira linha, pelo contato direto entre professor e aluno, a educação mais por absorção e compreensão de valores culturais. Educação e instrução necessitam, dessa maneira, devido a uma constan-

te ampliação, diferenciação e apuramento da cultura, sempre mais pessoas capacitadas e instituições adequadas, como intermediárias entre os bens culturais e o homem em for-

mação.

Como função direta da cultura mais ou menos desenvolvida de certas regiões e épocas, a educação e a instrução são conceitos relativos ao tempo e espaço e se encontram em constante modificação. A situação atual, devido a um constante aumento de disciplinas e novos conhecimentos, se caracteriza por uma tendência para a intelectualização e a falta de definições claras e uniformes. A subvalorização de uma educação pura, enriquecendo o homem individual, contrapõe-se à sobrestimação da educação escolar, que levam a anacronismos como a educação aparente, formando 13


71 folk de normas dentro

do Rosso ramo é grave': pessoas com conhecimentos vagos, soltos, sem interligação, mais baseado em decorar fatos do que compreendê-los. A educação verdadeira exige um espaço vital que vai além do limite da utilidade e formação profissional. Ela necessita de conhecimentos variados, interligados pelo pensamento e pela compreensão, formando um todo, capaz de crescer de dentro para fora. A educação somente pode ser entendida como uma faculdade dinâmica, não é simplesmente o "ter" ou "ser", mas um constante "vir-a-ser" e, portanto, nunca está fechada em si mesma. Assim, a educação se forma se mantém pela absorção de valores espirituais, ern forma de conhecimentos (educação material) , pelo exercício das faculdades mentais (educação formal e pela inclusão do novo saber no organismo espiritual do homem em formação. O valor da educação de um homem não deve ser avaliado pelo conteúdo e, menos ainda, pela quantidade de conhecimentos, porém, pela profundidade do saber, concluindo para um todo, a faculdade de diferenciar importante do secundário e a capacidade de saber utilizar os conhecimentos. Uma das provas da educação é o relacionamento do homem com a lingua, principalmente com a lingua materna. A educação verdadeira proporciona uma boa capacidade de expressão e respeito pela lingua falada. A educação aparente tem, freqüentemente, como conseqüência uma capacidade baixa de expressão e leva à despreocupação na utilização da lingua e ã fácil absorção de modismos no linguajar. A maneira e o grau de educação dependem tanto mais da vontade do indivíduo, da capacidade de separar o importante do secundário, das faculdades mentais e do entender dos valores interiores, quanto mais

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longe está colocada a sua meta. No entanto, tal esforço pessoal não deve levar a um entendimento subjetivo e unilateral da educação pessoal (elevação dos conhecimentos próprios como fonte do saber), desconsiderando a educação como saber universal e sobre-pessoal. De outro lado, a educação objetiva (educação tem aquele que sabe certas coisas) se apóia principalmente no valor estático do conhecimento adquirido (a situação atual da cultura é o ponto onde devemos chegar, subestima a experiência pessoal, leva facilmente a dogmas ou a posições definitivas a respeito de um assunto e não há evolução) e subestima, portanto, o significado da capacidade de absorgão de valores espirituais e in tenores. Levando em conta estas considerações, chegamos conclusão, que a didática se deve preocupar em conciliar o valor objetivo e subjetivo dos bens de educação, negando o domínio absoluto de uma das duas tendências em separado. A instrução normalmente é subordinada a. educação e, em sentido mais lato, entende a totalidade dos esforços de instrução e educação organizadas. Para tal, a instrução se baseia em normas éticas, morais e conhecimentos correspondentes ao espaço e ao tempo. Conforme as metas estabelecidas podem coexistir idéias diferentes a serem transmitidas para as mesmas pessoas, sem uma excluir a outra. Enquanto a educação se ref ere ao global e a um constante esforço de renovação e progresso, a instrução especifica em aquilo que existe, até dado momento, em valores culturais e conhecimentos a transferir. O sucesso da instrução se baseia na utilização racional dos meios de ensino. Ressaltamos, desta maneira, a importância qualitativa das instituições educacionais, dos seus meios e do pessoal, embora os

problemas quantitativos não podem ser ignorados. No en tanto, advertimos quanto aos conceitos, que não enxergam nada mais na educação do que simples idéias quantitativas e qualitativas de instrução. Chamamos a atenção para o valor profundo que a educação adquire em nível individual e social, que vai muito além de escolas, professores e livros. Enquanto isso, ficamos manejando e remanej ando as organizações. O fator motivacional assume relativa importância, pois, percebemos que os nossos colaboradores poderiam dar uma contribuição melhor. No entanto, para muitos dirigentes motivação e manipulação significam uma única coisa, diferença que os colaboradores distinguem instintivamente. Freqüentemente, a empresa como um todo não apresenta nenhum objetivo claro, além de obter lucro, que é apenas um meio. Em consequência cria-se um clima idêntico entre o pessoal. A ambição indiscriminada toma lugar da satisfação profissional. Quem trabalha por valores superiores considerado um pobre coitado. Para melhorar toma-se uma série de decisões, sem uma análise profunda sobre os seus proveitos e suas conseqüências. Uma das soluções são as reorganizações cujos efeitos costumam ter proveitos apenas a curto prazo. Enquanto um dirigente assume uma posição diferente procura desempenhar seu novo papel de maneira satisfatória, até se cansar ante as barreiras conceituais. Novos esquemas administrativos pretendem melhorar o ambiente de trabalho. Concede-se aumentos salariais, salários extras, melhoras nos horários de trabalho, procura-se integrar melhor os colaboradores, etc. Nada disso traz efeitos, quando o trabalho em si não traz satisfação pessoal. Em reconheci-


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mento ao desempenho de certos funcionários, ou à necessidade de seu trabalho, dá-se atribuições de maiores responsabilidades a certos cargos, no entanto, sem deixar os ocupantes influir nas decisões, freqüentemente, complicando o sistema hierárquico, ate distanciando-os mais ainda. As condições de certos dirigentes são lamentáveis. Existe uma certa incapacidade de traduzir as idéias em providências práticas. Rejeita-se providências por achar as teorias simplistas demais para a complexidade do fenômeno orgânico. Ressalta-se a necessidade de obter fatos mensuráveis, apenas pela formação escolar, pois, sabem manejar números, mas não tratar com pessoas. A tudo isso se juntam as pessoas com complexos de poder e medo. Muitas decisões são tomadas pelo medo de perder o controle, novas teorias são rejeitadas porque são sentidas como ameaças. A medo de perder o comando junta-se o fato de um número grande de executivos ser caracteristicamente insensível à emoções. Para alg um as pessoas, por exemplo a carreira executiva é uma continua caça ao poder ., como objetivo exclusivo, cegando-as para as emoções. Finalmente, o objetivo não organizar as nossas empresas para chegar a uma estrutura hierárquica, mas, estruturá-la para as tarefas que deve cumprir. Para tanto, porém, precisa-se de objetivos e, para colocar os objetivos em realidade precisa-se ter objetividade diante dos fatos. Devemos ter cuidado de não comprometer a liberdade do nosso raciocínio, devido a um compromisso diante de uma conclusão a que chegamos. Se uma pessoa está realmente comprometida, ela tende a por fora de cogitação o que podemos chamar de possibilidades pré-esvaziadora, a qttal poderia

forçá-lo a abandonar a posição assumida. Todo o problema é um desvio de algum padrão ou desempenho desejado, e não administramos para evitar, mas sim, para enfrentar os problemas. E toda a decisão deve ser uma escolha do melhor meio de corrigir a causa de um problema. Para os níveis inferiores devemos ter o cuidado de integrar os colaboradores nos objetivos empresariais. Devemos proporcionar a eles possibilidades de satisfação pessoal no trabalho e de evasão da criatividade. Toda a empresa que nega a função de planejamento do trabalho aos níveis inferiores de administração ganha o que merece, falta de motivação e funcionários que, quando promovidos, não são capazes de planejar. O pensamento humano é fortemente influenciado no seu momento construtivo e na maneira de compreensão, por sua formação ideológica e teórica. Portanto, cada afirmação tem pelo menos um valor subjetivo. Desde que acreditamos no homem, temos de aceitar tais afirmações e procurar transformar os seus valores em utilidade para a empresa. Isso, evidentemente tem seus limites, conforme a formação e a estruturação da empresa. No entanto, o grande perigo é que as convicções empresariais são, normalmente, bastante mais inflexíveis que as pessoais. E necessário que se tenha conhecimento e sensibilidade diante desses fatores, quando se emite juizos pessoais e julga as idéias e o comportamento alheio. Temos que dar tbda a nossa atenção ao momento construtivo da mentalização, evitando inibi-lo, pois é o verdadeiro responsável pelo progresso da em presa. A objetividade é apenas uma meta, mas, tal meta não está sendo seguida com a devida atenção, enquanto impomos li-

mites teóricos ou ideológicos ao nosso pensamento. Um dos conceitos mágicos a que nós nos dedicamos quase que incondicionalmente é o f aturamento. Porém, é assustador com que facilidade nós nos esquecemos que a produção tem seu custo e, o que é mais importante, que tal custo varia sensivelmente conforme o produto e a ocupação. Mas, para que fazemos orçamentos, transferindo o custo ao cliente, ainda com algum lucro? E difícil encontrar uma empresa que possa afirmar de sã consciência, que no seu cálculo de custo haja uma alocação perfeita dos custos reais sobre cada produto. Quando melhor organizada se calculam custos médios. Se a rentabilidade sobre o patrimônio cai, estamos diante de um sinal: que nosso equipamento está sendo mal aproveitado. Se a rentabilidade sobre a venda reduz, é porque os produtos lançados podem não ser ideais para nossa empresa. Queremos alertar que devemos ter cuidado em querer vender apenas. Temos que vender com critério. Cada empresa tem uma estrutura própria e, baseado em tal estrutura existem produtos mais ou menos rentáveis, isso é, produtos que produzimos a custos menores, com menos esforços. E importante que seja encrementado o esforço de venda sobre aquilo que é mais rentável para nós, em termos de produção. Para identificar isso, no entanto, precisamos de um sistema de custos industriais mais apurado, principalmente em termos de custos indiretos, que são mais difíceis de alocar. Além disso, produtos não rentáveis para nossa produção não somente reduzem o lucro diretamente pelos maiores custos, mas também indiretamente, ocupando as máquinas para uma produção mais rentável. E típico vermos certos pro17


"Conforme as metas estabelecidas podem coexistir idéias diferentes': "Cada empresa dutos, de faturamento relativamente pequeno, ficar atravessado na garganta de toda a administração, por simples falta de preparo da produção. importante sabermos quais seriam tais produtos e como eliminá-los. Já que a indústria gráfica padece de qualquer normalização, temos de fazer valer alguns padrões empresariais. Não é indicado aceitar todo tipo de trabalho, pois, nosso pessoal não pode estar especializado em tudo. Saber imprimir não significa saber imprimir isso e aquilo. preferível rejeitar um trabalho do que comprometer o nome da empresa em termos qualitativos ou observação de prazos e, por cima de tudo, ainda sair perdendo dinheiro. Em aceitar serviços inadequados não estamos só prejudicando o concorrente, mas também a nós mesmos, além de que não devemos falar de concorrente, no sentido restrito, desde que ele faça produtos não adequados A, nossa linha. Um outro problema pode ser que estejamos mal estruturados para atender às necessidades de mercado, um caso já bastante mais grave. Uma certa dose de racionalização não faz mal nenhum. Em certas situações de mercado é preferível abrirmos uma segunda empresa para atender a uma nova linha. Conforme o caso poderia-se procurar uma associação com outros. Temos de achar uma solução de compromisso entre a necessidade de nos especializarmos, para reduzirmos os custos e as exigências de mercado em termos de uma certa flexibilidade. Portanto, para o melhor desempenho é importante que melhoremos nossos sistemas financeiros e de custo industrial, para identificarmos nossos custos reais. Precisamos aprimorar o uso dos nossos equipamentos e da nossa estrutura organizacional. Se a indústria 18

gráfica, editorial e de papel não se atém a normas, temos de achar os nossos próprios padrões. A falta de normas dentro do nosso ramo é grave. A criatividade artística em termos de papéis diferentes é inversamente proporcional A. qualidade que se costuma imprimir em cima deles. Na situação atual, o que mais deve preocupar é a reducão de custos. Em tomadas de preços este fato se torna relevante. Varia-se a vontade. O cliente realmente não tem idéia de que forma pedir um produto mais econômico. Mas, tal ignorância parte da nossa própria inatividade. Até hoje ainda não entendemos a infinidade de papéis diferentes de que a indústria gráfica necessita e que é produzido pelas fábricas, além, naturalmente, de aumentar o custo do produto final. Além de procurar adaptar os nossos produtos à nossas empresas, temos de procurar adaptar as nossas empresas ao mercado, isto é, dirigir a produção ao consumidor. Temos de identificar os produtos fortes, tanto em termos de produção como em termos mercadológicos para otimizar os resultados econômicos. No entanto, para realmente sabermos o que o consumidor enseja (não o que compra por força do hábito ou porque é empurrado a ele pela propaganda ou porque não existem substitutos melhores) temos que desenvolver as atividades de marketing. É importante saber as reais predileções do consumidor e integrar toda a empresa no esforço de satisf azer tais desejos de maneira mais adequada, ou melhor, sabendo o que devemos vender, temos de encontrar uma maneira de produzir os produtos a custos adequados, com a qualidade necessária, a prazos desejados, etc., chegando a uma situação de marketing integrado na empresa.

A atividade de marketing, principalmente o que tange a estudos de mercado, preferências, etc., porém costuma apresentar dados bastante relativos. Não é o suficiente saber estabelecer distribuições e regressões estatísticas e outros cálculos matemáticos. As relações, normalmente são bastante mais

complicadas.

A de suma importância aplicar amplamente conhecimentos gerais. Temos de saber analisar fatos históricos e emplicações do comportamento social e psicológico. O desenvolvimento econômico tem influências enormes no comportamento do consumidor, assim temos de entender as implicações básicas do desenvolvimento (a educação, a expansão demográfica, suas interligações e adaptação aos novos meios, os fatores ecológicos, a agropecuária, a industrialização e as comunicações). Em resumo, a resposta da estatística econômica, científica ou social leva a conclusões correspondentes ao conhecimento geral e específico aplicado a pesquisa. O número como parte integrante de relativa importância da nossa linguagem, confirma apenas a tendência humana para a abstração simbólica de suas observações. A estatística, neste sentido, é uma ferramenta importante. A administracão enfrenta problemas estatísticos, tanto em questões internas (controle de qualidade, funções de produção etc.) , quanto em questões externas (principalmente quando se tratar de dados econômicos e sociais). A estatística tem dois problemas básicos a serem observados com bastante critério, para que ela se torne representativa, pelo menos aproximadamente: a escolha dos eventos e a análise dos dados obtidos. O primeiro caso depende fundamentalmente do pesquisador, das suas predisposições e convicções e dos seus conheci-

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rem que resolver seus problems...". mentos, em resumo, da sua imparcialidade diante e sua familiaridade com o assunto. O segundo caso é particularmente importante quando encontramos distribuições não normais, portanto, com desvios grandes da média. Para analisar tais desvios deve existir um prof undo conhecimento das causas da distribuição não normal e, em todos os casos, quais os eventos e quais as variáveis que não foram incluídas no levantamento estatístico e sua importância relativa. Outro caso na análise estatística é a pergunta crítica sobre o que realmente a estatística expressa em termos absolutos e relativos. Assim, em termos absolutos podemos chegar A. conclusão que, com uma distribuição percentual qualquer nos diversos veículos, a influência da propaganda sobre a venda se comportam dentro de uma certa função, de maneira que "x" cruzeiros aplicados implicam em "y" produtos mais vendidos. Em termos relativos resta a pergunta se o aumento da venda não podia ter sido influenciado por outras variáveis (mudanças nas preferências, aumento da venda de um produto do qual o produto analisado é complementar, o desaparecimento de um produto substituto, mudança de hábitos por força maior, etc.). Outrossim, uma curva elástica de demanda de um produto (isso é, sensível a variações de pregos) pode se tornar por uma série de fatores inelástica e, quando cessarem as influências específicas, voltar a ser elástica. Portanto, é extremamente importante saber se o levantamento não foi feito numa época de exceção ou de eventos reagindo de maneira anormal, para avaliar uma eventual regressão. Levantamos que não devemos utilizar os métodos da estatística, sem conhecimento profundo do assunto e sem cri-

tério. Isso não significa que a estatística não tenha alguma validade nos problemas a levantar. Pela natureza de uma grande parte dos nossos dados, que não permitem experiências científicas, enfrentamos o problema da identificação das relações. Dessa maneira lançamos mão de métodos paramétricos, de cálculo para provas dos limites de confiança, de provas de segurança, de provas de hipóteses e assim por diante. O cálculo estatístico pode ser levado a um grau de complexidade bastante elevado. No entanto, o nosso intuito sempre deve ser, determinar as relações de certas grandezas e não o cálculo estatístico mais com plicado. Cada caso merece a sua atenção adequada, a determinação do objetivo e um consequente cálculo estatístico, ao nível adequado. Vai aqui, portanto, um alerta sobre a verdadeira complexidade das análises mercadológicas especificamente e de outras de maneira geral. O número expressa muito mais do que "x" unidades, motivo pelo qual devemos conhecer mais do que simplesmente saber manejar formulas matemáticas e estatísticas. Também, embora tratado de maneira específica e parcial, temos de nos conscientizar da importância do marketing integrado nas nossas empresas e não produzir alegremente o que cai nas mãos. Pelo enfoque dado até aqui evidencia-se que não estamos pretendendo colocar verdades administrativas, mas, simplesmente levantar uma série de conceitos, que poderiam ser levados em conta no raciocínio sobre problemas específicos. Ademais estamos nos mostrando um pouco apreensivos a respeito da situação do nosso ramo, muito mais do que da conjuntura econômica em geral. Atribuindo a ela influências consideráveis sobre o desempenho dos diversos ramos de

atividade, ela não deve ser motivo de pessimismo, para sermos inoperantes diante uma situação estabelecida ou de desculpas das nossas falhas. Já que acreditamos que existe ainda um certo potencial a desenvolver, a conjuntura tem que ser fator de análise das oportunidades empresariais. A nossa análise, em muitos pontos pode ter sido um tanto filosófica, no entanto, diante uma crise genérica de definição dentro da administração, acreditamos ser a forma correta de voltar às raízes de uma série de conceitos, fato que nos permite sermos de certa maneira mais específicos e menos teóricos do que na apresentação de assuntos considerados mais concretos, que, de maneira geral não são mesmo transferíveis de empresa para empresa. Desta forma não nos atemos b. assuntos específicos do nosso ramo, já que os problemas administrativos costumam ser muito mais específicos de empresa para empresa do que de atividade para atividade. Isso é, cada empresa tem que resolver seus problemas de uma maneira peculiar, podendo se ater apenas a alguns conceitos básicos. Evidentemente existem casos específicos a analisar no nosso ramo, assim uma ausência quase total de normas industriais. Mas, isso é muito mais uma falta de conceito e de integração entre as empresas, do que um problema administrativo específico em si. Fundamentalmente, a nossa tendência foi demonstrar alguns traços da relatividade dos conceitos administrativos, embora tal análise, para chegarmos a toda a profundidade da problemática, demandaria um estudo muito mais particularizado, criterioso e extenso que nos é possível desenvolver no momento. Enquanto as ciências exatas se preocupam, há muito tempo, com a relatividade, na adminis-

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"Saber imprimir mio significa imprimir isso ou aquilo': tração, tal preocupação não passa de um vago "depende disso ou depende daquilo". Estamos preocupados apenas numa procura indefinida de causa-efeito, que por definição é uma cadeia sem fim. De qualquer maneira, a representação e a análise das afirmações nas ciências exatas e na administração especificamente devem-se fazer de uma maneira distinta. Os problemas administrativos não suportam uma representação numérica com tanta facilidade, quanto fenômenos, por exemplo, da física e da química. No entanto, enquanto nas ciências exatas já se conhece ou, pelo

menos, se admite o valor relativo dos números, dando a eles um campo sempre mais diferenciado, na administração estão encontrando uma verdadeira euforia de aplicação. Teríamos nos afastado bastante do nosso intuito básico, se nossas afirmações fossem absorvidas passivamente. Elas são tão passíveis a críticas como nós podemos ter criticado Apenas colocamos diversos assuntos para contribuir com idéias para seu próprio senso crítico. Pois, só existe uma maneira de desenvolver os conceitos: a dúvida diante as coisas. O resto apenas é transformação.

PETER RbIIL. Economista duplomacio pela Faculdade de Economia de São Paulo, da Fundação Escola de Comércio Alvares Penteado; frequentou a Escola de Artes Gráficas na Alemanha. Trabalhando ern gráfica desde aos 14 anos, iniciouse como tipógrafo. Veio para o Brasil, em 1961, passando pelo Depto. de Propaganda da Robert Bosch do Brasil e o Depto. Gráfico da Souza Cruz. Atualmente trabalha na Abril S/A. - Cultural e Industrial, onde preencheu várias funções de Planejamento e Coordenação, Gerente de Organização e Métodos e: atualmente, Gerente da Engenharia de Produto.

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ADIADA A PADRONIZAÇÃO DE ENVELOPES A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos adiou para 1." de março de 1978, o uso obrigatório de envelopes padronizados nas remessas postais, o que permitirá a triagem, por máquinas. A decisão foi tomada após constatar que os fabricantes têm em estoque cerca de 1 bilhão 500 milhões de envelopes de diversos tipos e tamanhos, através do memorial que a ABIGRAF enviou ao presidente da ECT. Reportagem de NANETE E. VOLTOLINI

A medida adotada pela ECT visa permitir aos correios, a instalação de Centros de Triagem Eletrônica, com leitura óptica e postos de codificação para os endereçamentos incorretos. Além de reduzir os custos operacionais, pela facilidade de manipulação, os novos envelopes são os únicos aceitos pelos equipamentos a serem instalados em Brasilia (no próximo ano) e em São Paulo e Rio de Janeiro (em 1979). Para o engenheiro Adwaldo Cardoso Botto de Barros, presidente da ECT, o programa é a modernização do sistema postal brasileiro. — A padronização foi decidida em maio de 1975, mas demos um prazo de um ano a todos os empresários e fabricantes de envelopes para consumo popular para o enquadramento nas novas normas. Nesse tempo, poderiam dar vasão aos estoques e partir para a fabricação dos novos. 21


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gramatura minima de 45 g, m2 , COMO SERÃO OS ENVELOPES? Os padrões para os novos envelopes e cartões postais foram fixados pela ABNT — Associação Brasileira de Normas Técnicas — no ano passado. São dois os tipos: os envelopes comuns com ou sem janela, e os especiais destinados a correspondência internacional

aérea. Os envelopes comuns deverão ser confeccionados ern papel de gramatura minima de 60 g/m2, em cor branca ou tonalidade clara (verde, amarelo, azul, rosa) , obedecendo as seguintes dimensões: 114 mm x 162 mm; 114 mm x 229 mm; 110 mm x 229 mm; 110 mm x 198 mm ou 100 mm x 190 mm. Os papéis para correspondência internacional deverão ser confeccionados em papel de 22

nas mesmas dimensões dos envelopes comuns. Uma restrição: Em nenhuma hipótese os envelopes poderão ser confeccio-

desagradáveis. Além disso, os novos envelopes deverão conter algumas impressões obrigatórias. Em primeiro lugar, no canto superior direito deverá haver um quadrado de linhas pontilhadas com a palavra SELO impressa. Serão impressos, com traços de cor vermelha, cinco retângulos ligados um ao outro, destinados aos algarismos correspondentes do Código de Endereçamento Postal do destinatário. No caso dos envelopes endereçados por meios mecanizados ou de etiqueta gomada, e mesmo nos envelopes com janela, dispensa-se essa impressão, desde que o endereço bem como as etiquetas gomadas fiquem localizadas na area destinada ao endereça-

mento. No verso do envelope, no ângulo inferior esquerdo, os dizeres: Remetente, Endereço e


CEP Essas informações são dispensadas quando já houver a identificação do remetente em caso de envelopes personalizados. Os envelopes especiais de correspondência aérea, além das impressões obrigatórias, deverão conter um retângulo azul, no lado superior esquerdo do lado da frente, em cujo interior são escritas as indicações "Via Aérea" e "Par Avion", uma acima da outra.

E OS POSTAIS? Os cartões postais que são vendidos em todo o país serão agora também padronizados. Eles só poderão ser confeccionados em folha de cartolina de 180 g, m2 no mínimo, nas di-

mensões de 105 mm x 148 mm, apresentando o verso ilustrado com fotografias, desenhos ou alegorias. A parte da frente deverá ser branca, dividida ao meio em dois campos. O da direita, reservado ao nome e endereço do destinatário, e o da esquerda, b. mensagem.

VANTAGENS PARA A POPULAÇÃO Segundo o presidente da EBTC, a medida atinge principalmente o setor empresarial, responsável por 85(/; do tráfego postal brasileiro. As pessoas físicas remetem 15`/‘ do total do movimento dos Correios. — A padronização, por esse motivo, não prejudicará os usuários. Pelo contrário, trará

enormes vantagens para o desenvolvimento postal do Brasil, com os novos equipamentos podendo, cada um, manipular cerca de 40 mil cartas por hora. A Empresa não vai recusar os envelopes ou cartões que não estiverem dentro das normas, dando porém, prioridade aos padronizados. Para o Dr. Oyama Olinto de Almeida, diretor da ECT em São Paulo o objetivo de se aplicar já as novas normas — mesmo sabendo-se que o novo equipamento só sera instalado daqui há dois anos —, é educar a população para que ela não seja apanhada de surpresa. — Mais de 70r/( das indústrias já padronizaram seus envelopes. Por isso acreditamos que para a população, a manipulação sera fácil.

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23


Notas Fiscais preocupa ABIGRAF A ABIGRAF enviou, em margo Ultimo, um memorial a Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP, solicitando a cooperação dessa entidade, quanto "as exigências da Secretaria da Fazenda para a impressão de notas fiscais. Aqui, na integra, o documento assinado por Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF.

Senhor Presidente: Temos a honra de nos dirigir a V. Sa. para expor e, afinal, solicitar a valiosa cooperação dessa prestigiosa entidade para o encaminhamento e solução do problema a seguir focalizado, que vem gerando dificuldades de conseqüências imprevisíveis para a nossa categoria econômica.

Expressivo número de indústrias gráficas paulistas dedicase à impressão de Notas Fiscais, constituindo esse serviço a base da sua produção mensal. Tornou-se uma tradição, nesse mercado a transformação do empresário gráfico em autêntico despachante do seu cliente, pois que àquele compete obter da Secretaria da Fazenda todas as autorizações indispensáveis à impressão dos talonários fiscais. Vinham, então, os gráficos, mercê do sacrifício da perda de horas de trabalho em suas empresas ( a maioria das quais de grande utilidade mas de pouca expressão econômicofinanceira) cumprindo a missão de atender aos interesses dos clientes de um lado e do Estado de outro, atuando junto às autoridades fazendárias para obtenção da necessária autorização para imprimir notas fiscais. Deliberou, agora, a Secretaria da Fazenda do Estado, inopinadamente, acrescentar novas exigências aquelas já existentes e destinadas a permitir a impressão dos documentos fiscais acima referidos. Tais exigências, no entanto, data

venia, vão muito além dos limites de sujeição suportáveis pelo empresariado gráfico. Das imposições constantes de um impresso distribuído pelo órgão fazendário, determina, uma delas que o postulante da autorização para impressão da nota

fiscal apresente "comprovante de entrega das "GIAS" relativas aos 12 ( doze ) meses anteriores àquele em que está sendo processado o pedido, para os estabelecimentos em regime normal de pagamento elo imposto". Traduzindo: a Secretaria da Fazenda exige a apresentação dos recibos de recolhimento do ICM dos últimos doze meses ( do cliente que encomenda a nota fiscal) e não aceita "xerox", mas apenas o original. Além desta, há todo um elenco de outras exigências cujo atendimento, dado o indiscutível envolvimento, a imensa responsabilidade ern jogo — a eventual perda ou extravio, por exemplo, de um original — se torna impossível. Para melhor elucidar transcrevemos, abaixo, na íntegra, o rol de exigências ora fixadas pelas autoridades do setor fazendário e destinadas à simples autorização para impressão de notas fiscais: "1.1 — Quanto ao Estabelecimento Gráfico 1.1.1 — A Guia de Informação e Apuração do ICM ( GI A )

relativa ao segundo mês anterior àquele em que está sendo apresentado o formulário, exceto se o estabelecimento gráfico estiver incluído no CEC. 1.2 — Quanto ao Estabelecimento usuário 1.2.1 — Comprovante de entrega das "GIAS" relativas aos 12 ( doze ) meses anteriores àquele em que está sendo apresentado o pedido, para os estabelecimentos em regime nor-

mal de pagamento do imposto. 1.1.2 — Comprovante de entrega da última "GIA" com prazo de apresentação vencido it data do pedido para os estabelecimentos enquadrados no regime de estimativa. 1.2.3 — Prova de recolhimento ou protocolo de pedido de parcelamento dos débitos declarados ou das parcelas de estimativa, vencidos nos 2.°, 3 •0 e

4.° meses anteriores ao da apresentação do formulário. 1.2.4 — No caso de o estabelecimento usuário estar localizado fora da área de atuação da DRT-1, em substituição aos documentos indicados nos subitens 1.2.1 a 1.2.3, poderá o interessado exibir Certidão Negativa de Débito expedida para quaisquer fins, a menos de 90 ( noventa ) dias. 1.2.5 — Ficam dispensados da apresentação dos documentos previstos nos subitens 1.2.1, 1.2.3 e 1.2.4, os estabelecimentos usuários integrantes do CEC".

Senhor Presidente: V. Sa. tradicional empresário que tanto honra o setor gráfico, bem pode avaliar os embaraços, os entraves e os perigosos reflexos que advirão dessa arbitrária decisão. Pedimos-lhe, pois, o obséquio de, em nome da indústria paulista e, especialmente, do setor gráfico, postular a revogação imediata da medida que tanto desassossego está trazendo e cuja vigência acarretará, a curtíssimo prazo, conseqüências danosas para os gráficos, para a indústria e comércio em geral e para o próprio Governo. Antecipando agradecimentos pela acolhida ao apelo ora formulado, aproveitamos o ensejo para reiterar-lhe os protestos da nossa mais elevada consideração.


Comportamento

do mercado O Sindicato da Indústria de Artefatos de Papel, Papelão e Cortiça de São Paulo, em seu levantamento bimestral (jan. fev, deste ano) , aponta os seguintes indicadores: MatériaPrima: há uma certa tranqüilidade, com leve aumento de preços; Nível de Emprego: a medida acusou certa estabilidade, havendo oferta de empregos, inclusive; Liquidez do mercado consumidor: relativamente abalada, verificando-se uma certa dilatação de prazo para pagamentos; Demanda de Produtos: na retração de mercado, com indícios de recuperação; Faturamento: mantém o mesmo nível do ultimo ano, em elevação; Índices de Produtividade: Normal; Produção: com ligeira queda; Tecnologia: continua absorção de novas técnicas; Capital em giro: há um certo achatamento motivado pela anormalidade de liquidez no mercado consumidor; Crédito junto cis instituições financeiras: boa oferta; Exportação e importação: segundo o levantamento, que não cita dados específicos, as pequenas e médias empresas estão despertando no sentido de exportar; quanto a importação, a situacão não difere da de outros setores. Os entraves existem e foram criados no sentido da redução do déficit da balança comercial.

Coordenadores do Livro Didático A Camara Brasileira do Livro enviou a ABIGRAF a relação de nomes e endereços dos Coordenadores do Livro Didático das Unidades Federais, que transcrevemos abaixo: AC — UMBERTINA SOARES BINO - Rua Rui Barbosa, 188 -

Centro - Tels.: 2829 - 2029 69900 - Rio Branco - AC. AL — MAR/LIA FERREIRA SILVA - SEC - Rua Barão de Alagoas, 141 - Tels. : 3-4133 3-4759 - 3-5660 - 57000 - Maceió - AL. AP — EURICO DUARTE DE ALMEIDA - Biblioteca Pública - Praga Veiga Cabral, 5 / fl. Tel.: 2799 - 68900 - Macapá AR AM — LÚCIA MARIA DE SIQUEIRA CAVALCANTE - Rua Ramos Ferreira, s/n. - Tel. : 34-1466 - Setor de Biblioteca 69000 - Manaus - AM. BA — MARIA NEIDE SILVA CRUZ - Biblioteca Central do Estado - Rua General Labatut, 27 - 3. 0 andar - Barris - Tels.: 3-2849 - 3-2848 - 40000 - Salvador - BA. CE — MARIA SOCORRO BEZERRA - Rua Barão de Aracati, 786 - Bairro Aldeota - Tel. : 21-7965 - 60000 - Fortaleza - CE. DF — MARIA DE LOURDES FREIRE DE ANDRADE WEITZEL - Escola Normal de Brasilia - Sala 148 - Quadra 907 SUL - Tels. : 42-1422 - 42-1906 Ramal 4 - 70000 - Brasilia - DF. ES — JOSE AQUINO OLIVEIRA - Edifício Portugal - 2. 0 andar - Sala 203 - Tel.: 3-1957 - 29000 - Vitória - ES. FN — NADJA MARIA FERNANDES DOS ANJOS - Departamento de Educação e Cultura do Território de Fernando de Noronha - Avenida Agamenon Magalhães, 300 - Espinheiro - Tels. : 126 - 150 - 50000 Recife - PE. GO — ELISENE BONACH DE CASTRO - Rua 22, n.o 54 Centro - Tels.: 6-2821 - 3-2094 74000 - Goiania - GO. MA — VERA MARIA CASTRO CARVALHO - Rua Arquínio Lopes, 292 - Edifício Emilio Murad - 3. 0 andar - Tels.: 222-2853 - 222-0697 - 65000 São Luís - MA. MG — JACY FELICIO REGO - Instituto de Educação Salas 118/119 - Tel.: 222-7011 Rua Pernambuco, s/n - 30000 Belo Horizonte - MG. MT — MARIA CONCEIÇÃO DE PAULA DA SILVA - Rua Régis Bittencourt, s/n - Bloco "B" - Sala 02 - Tels.: 5196 4410 - 78000 - Cuiabá - MT. PA — ANA MARIA BITTEN-

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EQUIPA MENTO PARA CELULOSE SERA FABRICADO EM CURITIBA A Kamyr do Brasil — Técnica de Celulose Ltda., vai implantar, na Cidade Industrial de Curitiba, uma fábrica de equipamentos para transformação de madeira em celulose. O empreendimento criará, numa primeira etapa, 200 empregos diretos e fatumento de 100 milhões de cruzeiros. A fábrica cujo início de operação está previsto para primeiro de agosto, fabricará basicamente unidades contínuas de cozinhamento, lavagem e branqueamento da madeira, substituindo gradativamente equipamentos importados.

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PROBLEMAS DE UM SETOR "Acho que o nosso setor saiu do artesanato e cresceu muito rapidamente. Hoje o nosso crescimento é até descontrolado." Esta afirmação do presidente do Sindicato dos Fabricantes de Papel do Rio de Janeiro, Luiz Chaloub encerra uma das razões porque os f abricantes de papel e celulose sentem-se indecisos com relação ao futuro. A frase foi dita em uma mesa redonda promovida pelo jornal Gazeta Mercantil. Em contrapartida, Horácio Cherkasky, presidente da Associação Paulista de Fabricantes de Papel e Celulose 26

(APFPC), caracterizou como o grande problema do setor a falta de incentivos para a exportação de celulose de fibra curta. Como se sabe, somente a entrada de operação da Aracruz e da Cenibra proporcionará um aumento na producão brasileira da ordem de 50%. 0 presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose, Samuel Klabin, apesar de considerar várias ordens de dificuldades no setor, enfatizou a necessidade de o CIP — Conselho Interministerial de Preços — reajustar os preços com critérios mais reais. Kurd Riecken, da Simão, criticou duramente os princípios seguidos pelo órgão federal. "Eles consideram constantes as despesas financeiras — disse ele. — Isto poderia ser verdadeiro há dois anos atrás. Hoje não." Marcello Pillar, diretor da APFPC, denunciou, inclusive, manobras desleais da concorrência estrangeira. "Quando o mercado deles está mal, eles vendem seus produtos no Brasil a preços de "dumping". Com relação a 1977, não houve consenso entre os empresários. Quase sempre os temores, de qualquer forma, se referiam ao que se qualificou como "política" oscilante do Governo.

EMPRESÁRIO QUALIFICA CIP Revoltado com a atuação do CIP, Kurd Riecken, procurador da Papel Simão, diz que "o que acontece, no caso, é o mesmo que ocorreria se déssemos um

instrumento de alta precisão a um orangotango. Como ele não tem estrutura mental para mais do que isso, vai usar o instrumento para dar marteladas".

CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL A recém-criada Divisão Internacional da Losango, empresa brasileira de exportação e importação, está participando de concorrência aberta pelo Governo de Marrocos para a venda de embalagens Aquele país. A Losango espera exportar cerca de um milhão de embalagens de papel Kraft, destinadas à indústria açucareira, desse País. A concorrência, da qual participam diversos países, como a Suécia, deverá trazer para o país cerca de 200 mil dólares.

PRODUÇÃO DE PAPEL E CELULOSE AUMENTOU A produção brasileira de papéis ern 1976 foi da ordem de 2.008 mil toneladas, registrando um acréscimo de 29,81% em relação a 1975, quando se obteve uma produção global de 1.688 mil toneladas. A categoria de papéis industriais e outros registrou a maior evolução com um crescimento de 33, 19%, seguindo-se a de embalagem com 25,78%, cartões e car-


por numerosas companhias na Escandinávia, Europa E.E.U.U., desde a sua introdução no ano passado. Outro sistema popular de reprodução de cores, Magnacolor, estará em exposição incorporando algumas características pela primeira vez. A linha de cameras LGS será representada pelo tipo 255 Camera horizontal Reprospeed "S", um modelo simplificado construído especialmente para branco e preto e reprodução de jornais. Esta pode ser vista com outra unidade econômica, a câmara auto vertical tipo 300 (também introduzida no ano passado) que pode ser empregada tanto em clicherias como em fotolitos. Com as câmeras

tolinas com 23,66% e imprimir escrever com 8,397.. Segundo Horácio Cherkasky, presidente da Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose, entidade responsável pela estatística, os papéis de linha branca apresentaram crescimentos compatíveis com a taxa do PNB, enquanto os das demais categorias representam, em grande parte, a recuperação do decréscimo apresentado na produção do ano anterior. O acréscimo no cosumo próprio e nas vendas foi da ordem de 30 15% respectivamente.

PAPEL ESTA MAIS CARO Por solicitação do Sindicato da Indústria de Papel, Celulose Pasta de Madeira do Estado de São Paulo, o CIP reajustou em 5,87% o preço do papel Kraft.

LITTLEJOHN NA DRUPA 77 Littlejohn Graphic Systems, maior fabricante de equipamentos gráficos da Inglaterra estará exibindo uma linha considerável de equipamentos no stand 5046, prédio 5, na Drupa 77, para realçar sua qualidade em três áreas principais: 1) Cameras econômicas de fácil

operação para branco e preto e produção de jornais; 2) Equipamentos especiais de rápida paginação para a indústria jornalística; 3) Sistema de reprodução a cores, para a produção rápida e econômica de separação de cores e duplicatas transparentes. Muitas outras novidades serão expostas na feira, enquanto o centro das atenções será o novo Sistema Duplicolor tipo 456. O Sistema Duplicolor completo, incluindo unidade de processadora e unidade "contact colour" será exposto de maneira apropriada numa área adequada para demonstrar controle de duplicação de cores. Clientes em potencial terão a máxima facilidade para analisar este sistema especializado e de sucesso, que já foi instalado navera também a apresentação de outros equipamentos auxiliares para preparo de chapas. Equipamentos especiais de rápida paginação para a indústria jornalística serão representados pelo tipo 328 Pagemaster, e a câmera Ultravert tipo 324. Este equipamento pode ser utilizado no preparo de chapas fotopolímeras ou para sistemas offset rotativo, e '6 inteiramente automático, incluindo transportadores de filmes e processadora. No Brasil a LGS é representada pela SRS, Rua Augusta, 899, São Paulo (SP). 27


derão se inscrever, através de sua indústria, na secretaria do

Instituto, no Viaduto Dona Paulina, 80 - 4. 0 andar.

ESTÁVEL O NÍVEL DE EMPREGO

VEM AÍ MAIS UM "HORÁCIO LAFER" DE PRODUTIVIDADE Está aberto até 31 de maio o prazo para inscrição ao Prêmio "Horá.cio Later" de Produtividade. Poderá concorrer a ele qualquer operário de indústria filiada ao CIESP. O Prêmio — 50 bibliotecas de ate 100 obras técnicas — será outorgado ao

melhor trabalho que propondo e introduzindo modificações nos métodos de trabalho, vise a redução de custos. Aos três primeiros colocados serão ainda atribuídos prêmios em dinheiro, a serem fixados pela Diretoria do Instituto "Roberto Simonsen". Os interessados po-

O nível de emprego industrial na Grande São Paulo manteve-se estável, nos meses janeiro-fevereiro do corrente ano, tendo em vista a elevação em 10 dos 19 setores examinados pela FIESP/CIESP, através do seu Departamento de Documentação, Estatística, Cadastro e Informações Industriais — DECAD. Tomando por base dezembro de 1970, o estudo analisa a situação no período - de julho de 1976 a fevereiro ultimo. Os setores que apresentaram variação, para mais, foram: Minerais não metálicos (141,3 para 141,4) , 0,1/; Mecânica (183,8 para 186,7) ; 1.6( 4 ; Química (171 para 173,0) , 0,8(/( ; Produtos Farmacêuticos e Medicinais (140,4 para 141,8) , 1,0%; Produtos de Perfumaria, Sabões e Velas (114,2 para 118,1), 3,4(/ ; Vestuário, Calça, Artefatos de Tecidos (96,9 para 98,3) , 1,4 (/( ; Produtos Alimentares e Bebidas (126,6 para 133,6) , 5,5V( ; EDITORIA E GRÁFICA (111,9 para 112,7) ,

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0,7Ç e Diversos (134,5 para 136,2) , 1,3V( 0 total, em janeiro e fevereiro deste ano registrou 145,1, mantendo, portanto, estável o nível de emprego industrial.

TRABALHOS PARA ORIENTAR OS INVESTIDORES A FIESP/CIESP, através do seu Departamento de Economia — DECON, reuniram 18 trabalhos especiais para orientação dos investidores nacionais e estrangeiros, no País. As cópias se encontram ã disposicão dos interessados no 7 • 0 andar do Palácio "Maud" - Viaduto D. Paulina, 80.

ABIQUIM COM NOVA DIRETORIA A Associação Brasileira da Indústria de Produtos Químicos e Derivados — ABIQUIM — elegeu nova Diretoria. A Chapa eleita, integrada por representantes dos Estados de São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Rio de Janeiro, vai responder pela Associação, durante o biênio 1977/79 e tem como presidente Edgardo de Azevedo Soares Junior.

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Janeiro repete a tendência inflacionista do início do ano Da mesma forma que em São Paulo, o custo de vida do Rio de Janeiro também refletiu as altas ciciclas verificadas em inicio de ano, abrindo 1977, com um acrésci,no de 5,1% nos preços ao consumidor. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, esse resultado teria sido um dos maiores indices para um 8(5 mês, nos últimos oito anos.

32


Resultado dos sistemáticos reajustamentos de preços ocorridos em inúmeros bens de consumo, no mês de janeiro, o aumento do índice de custo de vida em nossa Capital, atingiu a taxa de 3,6% relativa aos trinta dias do ano em curso, segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP. Como no mês anterior (dezembro '76) a alta havia sido de cerca de 2,5%, reafirmouse a tendência inflacionista já prevista para todo início de cada ano. De acordo com a FIFE, os itens que mais contribuíram para a taxa global registrada foram: Despesas Pessoais com 8,01% de acréscimo - devido principalmente aos aumentos de preço de cigarros e bebidas - e Educação com 16,2% de acréscimo. Da mesma forma que em São Paulo, o custo de vida do Rio de Janeiro também refletiu as altas cíclicas verificadas ao início do ano, abrindo o exercício de 1977, com um acréscimo de 5,1% nos preços ao consumidor. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, esse resultado teria sido "um dos maiores indices aferidos em um só mês nos últimos 8 anos, somente ultrapassado pelo de fevereiro do ano passado que foi de 5,2% . Comparado com janeiro de

1975 (4,1% ) e dezembro último (2,7 % ) , o resultado de janeiro último demonstra a forte elevação de preços ocorrida nessa temporada". Segundo a mesma fonte, a Alimentação, com uma alta de 6,3% em janeiro foi um dos principais responsáveis pela surpreendente elevação de preços ao consumidor nesse mês. Subiram também acima da media geral do custo de vida, os itens "Serviços Pessoais (6,6% )", por causa principalmente do aumento dos cigarros e "Serviços Públicos (5,7% )", em conseqüência dos reajustamentos das tarifas de luz, gás encanado e água. Refletindo essa evolução de preços, a taxa inflacionária revelou um incremento da ordem de 3,7% em janeiro/77 superando os resultados verificados em janeiro e dezembro de 1976, que foram de 3,1% e 2,3% respectivamente. Em termos de futuro imediato, técnicos do Ministério da Fazenda esperam já em fevereiro uma queda da taxa de inflação que poderá cair ainda mais em março e abril de modo a atingir o final do primeiro semestre com uma taxa media mensal ao redor dos 2,0% como pretende o Governo. Para tanto deverão ser enfrentadas algumas dificuldades sendo uma delas o próprio

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS NO MÊS DE JANEIRO DE 1977 (Base: dezembro '1976 = 100) percentual no mês de Janeiro em relação ao mês anterior

Variação ESPECIFICAÇAO

Número Índice

Jan/77

1977

1976

Custo de Vida em São Paulo

103.62

3,62

3,15

Custo de Vida no Rio de Janeiro

105,04

5,1

4,2

indice geral de preços / disponibilidade interno (inflação)

103,66

3,7

3,2

Meio Circulante (*)

96,1

- 3,9

- 5,7

Concordatas deferidas

87,5

- 12,5

66,7

Felências decretadas

80,6

- 19,4

62,2

93,1

- 6,9

- 1,3

Consumo de energia elétrica comercial e industrial, na Capital e ABC

FONTES: FIFE, FGV, APEC, ASSOCIAAÇO COMERCIAL, LIGHT. OBS.: ( 5 ) Dado sujeito a retificação.

componente psicológico da elevada taxa de janeiro, que envolve o perigo da criação de expectativas inflacionárias, exigindo uma atitude firme das autoridades monetárias no sentido de fazerem compreender que estão decididas a reduzir substancialmente já em 1977, a taxa de inflação. Ainda em Janeiro o meio circulante fechou o mês com um saldo inferior a dezembro do ano passado devido ao recolhimento de cerca de Cr$ 2.000 milhões, correspondentes a uma redução de 3,9%, abrindo o exercício com um saldo líquido de Cr$ 49.050 milhões. Os primeiros meses do ano, tradicionalmente caracterizam-se por essa retração, o que não chega a criar tensões maiores nas atividades bancárias, uma vez que paralelamente ocorre ao mesmo período uma retracão sazonal das atividades econômicas, o que de certa forma equilibra o sistema. Apesar dos resultados divulgados ao início do ano e de uma política caracterizada pela diminuição do crédito, de um modo geral a situação de liquidez das empresas não foi desfavorável, segundo indicam os dados de falências e concordatas no Estado de São Paulo, quando comparados com janeiro de 1976. No que se refere às falências decretadas, houve decréscimo da ordem de 19,4% em janeiro/77, relativamente ao mês anterior, contra a expansão de 62,27 de idêntico período de 1976. A mesma tendência verificou-se quanto às concordatas, com a diminuição de 12,5% (jan./77 sobre dezembro/76) , resultado bem mais promissor que a do ano passado (66,7% - jan./76 sobre dez./75). Refletindo ainda a desacelerag d- o da economia, sempre sentida ao início do ano, o consumo de energia elétrica comercial e industrial na Capital e ABC, registrou um decréscimo da ordem de 6,9% em janeiro, relativamente a dezembro. Em valores absolutos, no entanto, foram consumidos 790.546 Mw/h em janeiro/77, contra o consumo de 772.828 Mw/h verificado no mesmo mês do ano anterior. 33


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NOVAS GUILHOTINAS PARA A PRODUÇÃO DE ETIQUETAS A firma alemã Polar-Mohr — representada no Brasil pela Gutenberg — lança novas guilhotinas rápidas para a produção de etiquetas, equipadas com o comando para o avanço da unidade de programação Eltrotact P. Além de sua utilização original, o dispositivo serve para os trabalhos de corte de medidas iguais, como, por exemplo, na feitura de bandeirinhas, calendários, cartões postais ou tiras. 34


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A POLAR-MOHR oferece nas larguras de corte 115 a 155 cm, guilhotinas rápidas que servem especialmente para a fabricação de etiquetas. Estas guilhotinas estão equipadas com o novo comando para o avanço da unidade de programação ELTROTACT P. A unidade ELTROTACT P, não racionaliza somente o desenvolvimento do corte, mas também a programação. Este dispositivo pode ser empregado para a manipulação de etiquetas, assim como, para todos os demais trabalhos de corte, com um alto rendimento. Ë usada vantajosamente para todos os trabalhos onde devem ser efetuados cortes de medidas iguais, com ou sem cortes intermediários, no mesmo ciclo de trabalho (para bandeirinhas, calendários, cartões postais ou tiras). A POLAR ELTROTACT P não é somente um comando para o avanço construido pelo sistema IC, mas é ao mesmo tempo uma calculadora de programas para a transmissão de medidas de corte para a fita magnética. A transmissão é feita com o esquadro traseiro

em movimento e por isto se evitam as diferenças que possam aparecer durante os ajustes individuais com o esquadro parado. Com isto, as guilhotinas POLAR garantem maior possibilidades de exatidão nas programações e em consequência a mesma exatidão no corte.

Diferenças ocasionadas pela dilatação do papel, inexatidão

das montagens, podem ser corrigidas mediante um ajuste do

seletor de medição com seu ajuste de 1 100 mm. Quanto maior o número de medidas de cortes iguais que seguem em série, mais tempo de programação se economiza, devido a que se pode prescindir da adição de medidas. Também folhas muito difíceis se programa muito mais rápido e se evita de antemão cortes em falso que podem aparecer devido a um erro na adição. Desenvolvimento do trabalho: Em dois seletores de medição, cada um com cinco dígitos, pode-se introduzir medidas de avanço do esquadro a partir de uma medida de 1,5 mm e com uma exatidão de 1 100 mm. Estas medidas podem percorrer desde cada posição de s aída, uma atrás da outra ou também intercambiando. Os seletores do percurso permitem a pré-seleção, ,

quantas vezes tenham que repetir-se os valores ajustados. Depois do desenvolvimento do ciclo de avanço se desliga o esquadro traseiro automaticamente e se efetua a mudança ao segundo ciclo de avanço. Como medida suplementar pode-se pré-selecionar mediante o seletor total de percursos número total de avanços e do esquadro traseiro da guilhotina segundo ajuste e posicão de ambos os seletores de medição e percurso. O ELETROTACT P está disposto na parte esquerda do quadro de comando ELTROMAT. Todos os elementos de comando estão como no ELTROMAT, a vista do operador providos de luzes de controle. Exemplos de trabalhos:

Exempla 1: Cortar tiras. Tiras na largura desejada, podem introduzir-se suas medidas rio seletor de medição pode-se assim cortar uma quantidade ou número desejado bem como repetir segundo a necessidade. Exemplo 2: Cortar etiquetas. Corte longitudinal e trans-

versal sem corte intermediário. Exemplo 3: Medidas de etiquetas variando o corte de múltiplos combinados com corte intermediário. Exemplo 3: Medidas de etiquetas variando o corte de múltiplos combinados com corte intermediário. Exemplo 4: Cortes variáveis e cortes intermediários segun-

do grupos de etiquetas. Exemplo 5: Etiquetas de medidas diferentes com cortes intermediários variáveis. Tem que se observar que um corte intermediário variável não pode ser pré-programado, por este motivo interrompe-se o ciclo automático no momento

determinado, se ajusta o corte intermediário manualmente e se dispara o mesmo, nisto o segundo ciclo de corte pode ser efetuado outra vez automaticamente, até o proximo corte intermediário.

Os exemplos acima mostram algumas possibilidades do programa e do sistema de programar do dispositivo ELTROTACT P. Naturalmente podese executar a programação automática mediante o ELTROTACT P, em combinação. Por exemplo, na folha impressa de etiquetas de determinadas características, pode-se passar o corte do esquadro e o corte ao redor da folha, conjuntamente com o corte de grupos de etiquetas — com um só programa — a fita magnética do ELTROMAT.

Naturalmente queremos mencionar que para a produgão de etiquetas de forma racional e exata, não necessitase somente da guilhotina rápida, mas também a solução ótima da preparação do trabalho (por exemplo o uso de uma mesa vibradora) e o transporte do múltiplos. Nestes casos se oferece uma fabricação fluente — guilhotinas rápidas com batedoras de etiquetas, ou máquinas para pôr faixas. Com os elementos normais do sistema de transporte POLAR pode-se encontrar qualquer solução que se adapte às mais diferentes disposições de espaço. 35


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SETOR JURÍDICO

LEGISLAÇÃO DECLARAÇÃO DE IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS — Instrução Normativa SRF-29, de 7-10-76, que institui a "Declaração de Imposto sobre Produtos Industrializados" (DIPI), que INSTRUÇAO NORMATIVA SRF N.° 29, DE 7 DE OUTUBO DE 1976 O Secretário da Receita Federal, no uso da atribuição que lhe confere o art. 268 do Regulamento do Imposto sobre Produtos Industrializados, aprovado pelo Decreto n.o 70.162, de 18 de fevereiro de 1972, e Considerando a necessidade de racionalizar o processo de coleta e apuração de dados relativos ao Imposto sobre Produtos Industrializados, através do documentário fiscal; Considerando, ainda, a conveniência de simplificação dos formulários para a grande maioria dos contribuintes do IPI, resolve: Instituir a Declaração de Imposto sobre Produtos Industrializados (DIPI) , documento fiscal que substitui a atual Declaração de Informações do IPI, a ser utilizado e preenchido de acordo com as normas constantes deste ato e das 36

instruções complementares que vierem a ser baixadas pelo Centro de Informações Econômico-Fiscais. I — A DIPI compreende o seguinte conjunto de formulários, conforme modelos que são parte integrante deste ato: Formulário Resumo (Modelo I) — formato A14, cor branca, com impressão em sépia — supercor n.o 876 ou similar; margens laterais de 0,5 cm, com tarja de 0,3 cm na margem lateral direita: margem superior de 0,5 cm e inferior de 1,5 cm; Formulário Simplificado (Modelo II) — formato A/8, cor branca, com impressão em sépia — supercor n.° 876 ou similar; margens laterais e superior de 0,5 cm e margem inferior de 0,7 cm; Formulário de Retificação (Modelo III) — formato A/4, cor branca, com impressão em violeta — supercor n.° 710 ou similar; margens laterais de 0,5 cm, com tarja de 0,3 cm na margem lateral direita; margem superior de 0,7 cm inferior de 1,3 cm; . Anexo Complementar ao Resumo (Modelo A) — formato A/4, cor branca, com impressão em sépia — supercor n.° 876 ou similar; margens laterais e superior de 0,5 cm e margem direita de 1,5 cm; Anexo de Retificação (Modelo B) — formato A/4, cor branca, com impressão em violeta — supercor n.° 710 ou similar; margens laterais e superior de 0,5 cm margem inferior de 1,5 cm. 1.1 — Os formulários enunciados neste item serão impressos em papel BB 24 Kg. II — São obrigados a usar e a preencher a DIPI todos os contribuintes do IPI, atendidas, quanto utilização dos formulários, as seguintes normas:

Modelo I — para ser utilizado relativamente aos períodos de apuração do imposto em que tenham sido realizadas operações de entrada ou saída de mercadorias ou em que tenham sido registrados fatos com efeitos fiscais, tais como créditos, débitos e estornos, ressalvado o disposto no subitem 11.2; Modelo II — para ser utilizado quanto aos períodos de apuração do imposto em que não tenham sido realizadas operações de entrada ou saída de mercadorias do Modelo I; C) Modelo III — para retificacão de quaisquer informações prestadas no Modelo I ou Modelo II; d) Modelo A — para ser utilizado por todos os estabelecimentos (contribuintes do IPI) de empresa cuja receita, constante da Declaracão do Imposto de Renda do exercício financeiro de 1975, proveniente de sua produção seja igual ou superior a Cr$ 12.000.000,00 (doze milhões de cruzeiros) , ou, ainda, igual ou superior a Cr$ 3.000.000,00 (três milhões de cruzeiros) em qualquer dos trimestres dos anos de 1975 e/ou 1976. d.1 — O Modelo A será apresentado juntamente com o Modelo I, ressalvado o disposto no subitem III. 1, e destina-se à demonstração .dos registros da escrita fiscal; d.2 — O Centro de Informações Econômico-Fiscais poderá alterar, a seu critério, os limites aqui fixados. e) Modelo B — para retificação de informações prestadas no Modelo A, devendo ser apresentado juntamente com o Modelo III. 11.1 — A "Natureza da Operacão" constante dos Modelos A e B deverá ser indicada de acordo com o seguinte desdobramento:

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a) entradas de mercadorias a qualquer título, assim discriminadas: 1 — Entradas de Mercadorias do Mercado Nacional 1.1 — Insumos 1.2 — Outras mercadorias 2 — Entradas de Mercadorias do Mercado Externo 2.1 — Insumos 2.2 — Outras mercadorias b) saídas de mercadorias a qualquer título, assim discriminadas: 3 — Saídas para o Mercado Nacional 3.1 — Produção do estabelecimento 3.2 — Equiparadas à exportação 3.3 — Outras saídas 4 — Saídas para o Mercado Externo 4.1 — Produção do estabelecimento 4.2 — Outras saídas c) registros referentes a estornos de crédito, na forma da legislação vigente; 5.1 — Estornos de créditos d) registros referentes a estornos de débito, na forma de legislação vigente; 6.1 — Estornos de débitos 11.2 — Não se compreendem entre os registros mencionados na alínea "a" do "caput" deste item, não obrigando, pois, a utilização do Modelo I, os que sejam decorrentes: de entrada de mercadorias para uso e/ou consumo próprio, bem como da eventual transferência dessas mercadorias para outros estabelecimentos da mesma empresa, para uso e/ou consumo destes; de simples transposição de saldo credor para o período seguinte. III — A DIPI será apresentada, em duas vias, ao órgão da Receita Federal com jurisdição, em duas vias, ao órgão da Receita Federal com jurisdição sobre o domicílio fiscal do contribuinte, atendidos os seguintes prazos e condições: a) Modelos I e II e Modelo A: ate o último dia útil da segunda quinzena subseqüente ao término do período de apuração do imposto; h) Modelo III e Modelo B: ate último dia útil da segunda quinzena subseqüente ao término do prazo de apresentação do formulário a que se referir a informação retificada, salvo quanto aos contribuintes referidos no subitem 111.1, que somente poderão apresentar Modelo III se for o caso, ate o último dia útil da primeira quinzena subseqüente ao término do período de apuração do imposto. 111.1 — Relativamente ao pro-

dutos com prazos de recolhimento do imposto previstos para o término da 1.2 ou da 2.2 quinzenas subseqüentes ao encerramento do respectivo período de apuração, o Modelo I ou II (conforme o caso) deverá ser apresentado ate o décimo dia do término do período de apuração; os Modelos A e B, conforme utilização definida nos termos deste ato, serão apresentados nos prazos respectivos. 111.2 — Findo o prazo a que se refere a alínea "h" deste item, só poderão ser apresentados os formulários ali mencionados se as retificações importarem em aumento do saldo devedor do imposto, ou em redução do seu saldo credor que resulte em ocorrência de saldo devedor. 111.3 — Os Delegados da Receita Federal poderão estabelecer escalas para entrega da DIPI, entre primeiro e o último dia das quinzenas fixadas neste item; em se tratando de contribuintes obrigados a apresentarem o Modelo A, durante os três últimos dias do prazo. IV — Não produzirá qualquer efeito legal a DIPI apresentada em formulário diferente do indicado neste ato para cada caso. V — Sem prejuízo das penalidades cabíveis, serão considerados maior saldo devedor, o menor saldo credor e o menor prazo de recolhimento, a partir das informações prestadas pelo contribuinte no Modelo I e/ou Modelo III, sempre que um desses documentos contiver quaisquer das seguintes divergências: divergência entre o valor do saldo indicado no quadro 16 e o que resultar da diferença entre os valores totais (calculados ou indicados) dos quadros 13 e 14; divergências entre o período de apuração e o número de quinzenas indicadas e respectivos vencimentos ou a falta de indicação destes. VI — O Centro de Informações Econômico-Fiscais poderá, a seu critério estabelecer outras unidades de medida diferente da unidade-padrão para o preenchimento dos Modelos A ou B. VII — A DIPI instituída neste ato será adotada em relação às operações e aos registros realizados a partir de 1.° de janeiro de 1977. VII.1 — As operações e os registros anteriores a 1.° de janeiro de 1977 que venham a ser informados posteriormente a L° de fevereiro de 1977 (atraso de informação) deverão ser apresentados na DIPI instituída por este ato,

limitada a utilização do Modelo III ao previsto no subitem 111.2. VII.2 — Os desdobramentos segundo a "Natureza da Operação", especificados no item 11.1 deste ato, serão adotados no preenchimento dos Modelos A e B em relação às operações e aos registros realizados a partir de 1.° de julho de 1977; ate essa data, esses Modelos serão preenchidos utilizado o seguinte desdobramento: 1.0 — Entradas do Mercado Nacional 2.0 — Entradas do Mercado Externo 3.0 — Saídas para o Mercado Nacional 4.0 — Saídas para o Mercado Externo VIII — O Centro de Informações Econômico-Fiscais elaborará manual para preenchimento e recepcão da DIPI e baixará normas complementares que se fizerem necessárias à execução deste ato. DOU-I de 5-11-76, pigs. 14.646/54.)

JURISPRUIANCIA

TRABALISTA TRABALHO

TEMPORÁRIO — O

contrato entre as empresas de trabalho temporário e a tomadora ou cliente, com relação a um mesmo empregado, não poderá exceder de três meses, salvo autorização do Ministério do Trabalho. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu Tribunal: "Afigura-se-nos perfeitamente legítimo o contrato de prazo indeterminado firmado entre a empresa fornecedora de serviços, como ocorre com a reclamada, e seu empregado, o qual entretanto não pode ser compelido para trabalhar para uma mesma firma cliente por período que excede a três meses. O art. 10 da Lei 6.019, de 3-1-74, é categórico a esse res37


SETOR JURÍDICO peito — "0 contrato entre a empresa de trabalho temporário e a empresa tomadora ou cliente, com relação a um mesmo empregado, não poderá exceder de três meses, salvo autorização conferida pelo órgão local do Ministério do Tramalho e Previdência Social, segundo instruções a serem baixadas pelo Departamento Nacional de Mão de Obra". As restrições legais não se referem ao contrato celebrado entre o empregado e a empresa de prestação de serviços temporários, mas não se restringem às relações de trabalho que se formam entre o trabalhador e a empresa tomadora ou cliente. Nada impede, evidentemente, que empregados da reclamada, respeitados os dispositivos legais, trabalhem sucessivamente para diversas firmas cliente. O trabalho temporário é sempre provisório, de duração determinada, destinando-se a atender a situações de emergência. Entretanto, o contrato de trabalho estipulado entre o reclamante e a reclamada (não a relação de trabalho entre o empregado e as firmas clientes) , era de prazo Indeterminado, já que as partes não fixaram prazo de sua duração." Acórdão 8.948, de 5-7-76, da 2.a Turma do TRT da 2.' Região, no Proc. TRT/SP-8.435/75, de São Paulo (Nélson Virgílio do Nascimento, Pres.; Roberto Barrette , Prado, Rel.). PAGAMENTO EM DOBRO — Empregado que goza férias depois de esgotado o período legal de sua concessão, tem direito a recebê-las

em dobro. Em recurso, a que deu provimento parcial, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Esgotado período da concessão das férias, o conseqüente pagamento deve ser em dobro. Se entende o empregador de conceder as férias, acertadamente, se bem que com atraso, nem por isso acha-se desobrigado de pagá-las em dobro, devendo no caso pagar ao empregado a diferença faltante. Foi o que aconteceu no caso dos autos. O reclamante gozou férias com atraso, recebendo o pagamento de modo singelo. Tem direito a receber a diferença que falta, para completar a dobra." Diz a ementa: "Empregado que goza férias depois de esgotado o período legal de sua concessão, tem direito a receber ditas férias em dobro." Acórdão 8.917, de 26-7-76, da 2.' Turma do TRT da 2.a Região, 38

no Proc. TRT/SP-6.385/75, de São Paulo (Octavio Pupo Nogueira Filho, Pres.; Roberto Barretto Prado, Rel.).

— SA— Se houve negação da relação de emprego, a controvérsia estendeu-se também quanto ao valor dos salários. PAGAMENTO EM DOBRO

LÁRIOS INCONTROVERSOS

Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Se houve negação da relação de emprego, a controvérsia estendeu-se também quanto ao valor dos salários." Acórdão 1.301, de 10-11-76, da 1.8 Turma do TST, no RR-4.351/75 (Raymund° de Souza Moura, Rel.). — DJU de 6-12-76, pág. 10.522.

SALÁRIO-MATERNIDADE —Empregada contratada a título de experiência, pelo prazo de 45 dias, não tem direito a postular saláriomaternidade, máxime quando não provado que o estado gravidico fosse ou pudesse ser conhecido do empregador. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "A reclamente foi admitida por contrato de experiência, em 8-8-75, pelo prazo de 45 dias. A rescisão ocorreu em 16-9-75, quatro dias antes do término. Recebeu férias e 13. 0 salário proporcional. A indenização por rescisão contratual foi posta b. disposição da reclamante. Aviso-prévio indevido por se tratar de contrato de experiência. Empregada contratada a título de experiência, pelo prazo de 45 dias, não tem direito a postular salário-maternidade, máxime quando não provado que o estado gravídico fosse ou pudesse ser conhecido do empregador. No caso, a simples observação do atestado médico por doença, constante a fls., não demonstra sequer em que período da gestação se encontrava a reclamante." Acórdão 9.306, de 16-8-76, da 3." Turma de TRT da 2. 8 Região, no Proc. TRT/SP-2.838/76, de São Paulo (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; Wilson de Souza Campos Batalha, Rel.). MOTORISTA DE ÔNIBUS — Não constitui alteração contratual a mudança de sua função para cobrador, em decorrência da cassação de sua Carteira de Habilitacão por envolver-se em infração de

trânsito.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Conforme se verifica das provas dos autos o reclamante, motorista de ônibus da reclamada, envolveu-se em um acidente automobilístico, acarretando a morte de um dos envolvidos, pelo que foi cassada sua Carteira de Habilitação. Assim, impedido de dirigir veículos, passou a ocupar o cargo de cobrador sem prejuízo de seus vencimentos, conforme esclarece em depoimento pessoal. Evidentemente, se houve altdração contratual não ocorreu por culpa da reclamada, que foi condescendente com o reclamante, não lhe causando nenhum prejuízo econômico, e apenas aguardava a liberação da Carteira de Habilitação, para que o reclamante voltasse a exercer suas funções normais. A alteração contratual ocorreu, mas não por culpa da reclamada, mas por uma infração de trânsito que reclamante se envolveu, não havendo suporte jurídico para pleitear a rescisão indireta de seu contrato de trabalho, pois com cassacão de sua Carteira de Habilitacão somente poderia exercer cargo de cobrador." — Acórdão 8.015, de 19-7-76, da 3. a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-9.367/75, de São Bernardo do Campo (Bento Pupo Pesce, Pres.; Antônio Pereira Magaldi, Rel.). EMPREGADO QUE MANDA SEU SUBALTERNO MARCAR SEU CARTA() DE PONTO — Comete falta grave o empregado que, prevalecendo-se de sua posição, faz com que um subalterno marque seu cartão de ponto, contrariando normas da empresa. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Ouvida como ünica testemunha o porteiro O. P., "que foi advertido na recda. por ter batido cartão-ponto da recte.; que bateu cartão-ponto da reclamante várias vezes; que foi a recte. quem lhe pediu para bater o seu cartãoponto; que da primeira vez o depte. disse-lhe que não podia fazê-lo, mas a recte. disse-lhe que não tinha importância e, por ser ela secretária da diretoria o depte. achou que deveria atendê-la; que quando foi chamado para esclarecer os fatos, o depte. disse que não tinha batido os cartões-ponto da reclamante, mas posteriormente, ao insistirem na pergunta e com medo de vir a ser despedido, admitiu ter batido os cartões-ponto a pedido


da recte.". A minúcia e detalhes nos informes da testemunha revelam haver a recorrida se prevalecido do cargo, sem dúvida alguma de projeção, por servir junto à diretoria, para conseguir do porteiro marcasse o cartão de ponto antes de seu efetivo ingresso e, As vezes na saída. O ato atenta contra as boas normas da empresa, ferindo a confiança, elemento basilar para mantença do contrato de trabalho." Acórdão 8.721, de 9-8-76, da 1." Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-1136/76, de São Paulo (Antônio Lamarca, Pres.; Nelson Ferreira de Souza, Rel.).

FGTS — HORAS EXTRAS — Incide o percentual do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sobre a parcela da remuneração correspondente a horas extraordinárias de trabalho. "Incide o percentual do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) sobre a parcela da remuneração correspondente a horas extraordinárias de trabalho. REFERENCIAs Lei 5.107, de 13-9-66, art. 2.° (D. O. 14-9-66) ; Decreto 59.820, de 20-12-66, art. 9 0 (D. O. 27-12-66) ; RE 76.700-SP, Rel. LG, Pleno, em 7-11-73, D. J. 2-1-74, RTJ 68/237; RE 78.687-SP, Rel. XA, Pleno, em 30-5-74, D.J. 28-6-74, RE 78.017-SP, Rel. DF, 1." T, em 31-5-74, D. J. 23-8-74, RTJ 73/222; RE 83.650SF, Rel. CP, 1.9- T, em 12-12-75, D.J. 2-4-76." Enunciado 593, da SÚMULA DA JURISPRUDÊNCIA PREDOMINANTE NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, Adendo 5, de 1512-76. — DJU de 3-1-77, pág. 7. AVISO-PRÉVIO — Incidem as contribuições previdenciárias sobre o aviso-prévio pago na rescisão do contrato de trabalho. Em recurso, a que o Tribunal deu provimento, por maioria, foi a seguinte a ementa: "Previdência. Contribuições. Aviso-prévio pago. O art. 487, § 1.° da CLT, qualifica, expressamente, de salário a remuneração do aviso-prévio pago. Incidem as contribuições." Acórdão de 16-6-76, da 2.a Turma do TFR, na AMS 77.502, de São Paulo (Décio Mirahda, Rei). — Ementa publicada no DJU de 12-11-76, pág. 9.827. FGTS—CERTIFICADO DE QUITAÇÃO — Débito dependente de apuração ou de recurso, na órbita

administrativa, não impede a expedição de certificado de quitação Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: "FGTS — Certificado de quitação. Existência de débito ainda em debate. Expedição de Documento. Débito dependente de apuração ou de recurso, na órbita administrativa, não impede a expedição de certificado de quitação ou de regularidade." — Acórdão de 17-9-76, da 2.a Turma do TFR, na AMS 78.509, de Minas Gerais (Amarillo Benjamin, Rei). — Ementa publicada no DJU de 26-11-76, pág. 10.216.

de 13-9-66, e os artigos 22 e 24, I, do Decreto n. 0 59.820, de 20-12-66. "Aliter", seria acoroçoar possível simulação em prejuízo do Fundo de Garantia! Nulo, pois, de pleno direito, o aparente "pedido de demissão" por chocar-se flagrante e visivelmente contra o ato do empregador expedindo em favor do obreiro a guia AM pelo código 01 da POS n.° 1/71 do BNH. Dou provimento ao recurso para assegurar ao recorrente o aviso-prévio e as diferenças decorrentes a título de ferias e 13.° salário proporcionais." Acórdão 8.427, de 5-7-76, da 3.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP-836/76, de Curitiba (Helder Almeida de Carvalho, Pres.; Bento Pupo Pesce, Rel.).

SÓCIO COTISTA — O sócio de sociedade de responsabilidade limitada, não tendo sido gerente, nem se provando haver participado de irregularidade na vida da empresa, não responde pelas dividas sociais. Em recurso, a que o Tribunal

DESPEDIDA INDIRETA — A sobrecarga de serviços ,imposta unilateralmente pelo empregador, sem nenhuma compensação salarial,

ou de regularidade.

negou provimento, por maioria, foi a seguinte a em!enta:. "INPS. Cobrança de contribuições. Responsabilidade de terceiro. Exclusão. O sócio de sociedade de responsabilidade limitada, não tendo sido gerente, nem se provando haver participado de irregularidade na vida da empresa, não responde pelas dívidas sociais." — Acórdão de 20-8-76, da 2.a Turma do TFR, na Ap. 40.399, de São Paulo (Amarillo Benjamin, Rel.) . Ementa publicada no DJU de 26-11-76, pág. 10.222. FGTS — AM PELO CÓDIGO 01 A entrega da AM, pelo Código 01 da POS n.° 1/71, do BNH, gera presunção "juris et de lure" da dispensa sem justa causa. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: "Sem embargo do pedido de demissão de fls., com dispensa do cumprimento do aviso-prévio, verdade é que a reclamada expediu em favor do empregado a guia de autorização para movimentação da conta bancária vinculada no FGTS pelo código 01 da POS n.° 1/71 do BNH. Salta à evidência o procedimento contraditório da reclamada. Como tenho-me pronunciado, reiteradamente, a expedição da guia A.M. pelo código 01 da POS n.0 1/71, pelo empregador, gera presunção "juris et de jure" da resilição unilateral 'do contrato de trabalho (dispensa sem justa causa) por força do que dispõem os arts. 6.° e 8. 0 , I, da Lei n." 5.107,

atentando contra as condições contratuais, enseja ao empregado a rescisão do contrato de trabalho com fundamento no art. 483, "d", da CLT. Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: "Mas, como esclarece a prova testemunhal, especialmente o depoimento do diretor clínico, embora dedicada e eficiente a reclamante, passou a suportar inequívoca sobrecarga de serviço tanto que uma ou duas vezes por semana deixava o trabalho além do horário normal. Por outro lado, enquanto empregados de menor tempo de serviço tiveram majorações salariais, sem embargo da eficiência e dedicação da recorrente não foi ela equinhoada com equivalente tratamento por parte da recorrida. Ao lado do tratamento discriminatório, no que toca à questão salarial, inequívoco o descumprimento das obrigações do contrato por parte da recorrida, exigindo da reclamante sobrecarga de serviços de forma a dar azo L resolução contratual com fulcro no art. 483, "d", CLT." Diz a ementa: - "A sobrecarga de serviços, imposta unilateralmente pelo empregador, sem qualquer compensação salarial, atentando contra as condições contratuais, enseja ao empregado a resolução do contrato de trabalho com fundamento no art. 483, "d", CLT." Acórdão 8.274, de 21-6-76, da 2.a Turma do TRT da 2. Região, no Proc. TRT/SP-2.573/76, de São Paulo (Nelson Virgílio do Nascimento, Pres.; Bento Pupo Pesce, Rel.). 39


ASSOCIAÇÃOBRA SIL EIRA DAINDUSTRIA GRI‘FICA

Regionais ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4. 0 and. — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceara Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua Jose Lourenço, 816 — Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE ABIGRAF — Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO ABIGRAF — Regional de Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 — s/ 701 — Fones: 222-6081 — 224-0402 (031) Presidente: Carlos A. Rangel Proença Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 — Fone: 335-1014 Belo Horizonte, MG Empresa: Editora Alterosa S/A. Rua Dez, 2700 — Fone: 333-3555 (031) CEP 32.000 — Contagem, MG ABIGRAF — Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — 2-661 (0832) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A Praça Antônio Rabelo, 12 — Fones: 4-355 — 4-144 (4-286 — Fábrica) CEP 58.000 — João Pessoa — PB ABIGRAF — Regional do Parana Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR ABIGRAF — Regional de Pernambuco Avenida Cruz Cabuga, 84 — 1. 0 Presidente: Jose Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua Jose Augusto da Silva Braga. 387 — Olinda — PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF — Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: A. Julio de Castilho, 1195 — Apto. 4 — Fone: 21-4577 Caxias do Sul — RG Empresa: Gráfica Mari S/A. Av. Julio de Castilho, 1195 Caixa Postal 163 — Fones: 21-3646 e 21-1275 (0542) Caxias do Sul — RG ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — Jaraguá do Sul — SC

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ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de l tu, 70 — 12.° — CEP 01223 Fones: 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Dr. Campos, 659 CEP 18520 — Cerquilho — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora RUE Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 Ski Paulo — SP

INDÚSTRIA

ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto, 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — RJ

Delegados no Estado de Sao Paulo ADAMANTINA, SP Irmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valetim Brandini AR,ARAOUARA, SP Artes Gráficas Brasil Ltda. Rue São Bento, 1134/66 — Fones: 22-0252 — 22-4888 (0162) Diretor: Juvenil Rodrigues de Souza BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda.

Rue Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 — 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rue Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7187 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 — Fones: 22-3Q13 — 22-3553 (0167) Diretor: Elvio Pucci ITU SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-0789 — 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 — 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 — Cx. Postal 153 — Fones: 2-650 Diretor: João Alves da Costa

3-344

SAO JOSE DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. RUE Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 — 443-3444 Diretor: Mário de Camargo

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TAU BATE, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rue do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido

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Í GUIA DA INDÚSTRIA GRÁFICA BOLANDEIRAS

GRAMPOS

Funtimod S.A. — Mãqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

CAVALETES E CAIXAS TIPOGRAFICAS

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Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

CILÍNDRICAS, Impressoras

IMPRESSÃO, Máquinas de

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Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226 Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

CLICHERIA E FOTOLITO, Maqs. e Apar. para Elenco do Brasil Ltda. Av. Monteiro Lobato, 1.179 — C. Postal 211 Fones: 209-0366 — 209-2672 CEP 07000 — Guarulhos - SP

COLAS Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

CORTE E VINCO Funtimod S.A. Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

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ENCADERNAÇÃO, Máqs. e equips. para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

FIOS DE LATÃO Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

GRAMPEAR, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. Rua lturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226 Funtimod S.A.

Máqs. e Mats. Gráficos e., Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 \toil

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MÁQUINAS MINERVA Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

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PAUTAÇÃO, Máquinas e Material para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

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Revista Abigraf 017  
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