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Boletim da Indústria Gráfica

BIG 06/75

Ano XX VII-6-1975 Distribuido pela Associa0o Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF

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Parabéns, ABIGRAF. Não é todo mundo que consegue realizar tanta coisa boa com apenas 10 anos de idade.


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE 2.0 Vice-Presidente: PERT BOmEisEL

Boletim da Indústria Gráfica

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FILII0 Tesoureiro: ANTÓNIO BOLOGNES1 PEREIRA 2.° Tesoureiro: WALDYR PRIOLL1 Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOITI JOsg BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTÁCIO GODO?

Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica Registrado no 1.. °flea, de Registros de Titulos e Documentos de São Paulo • SP sob n.. de ordem 969, no livro B, n.. 2 de Matriculas ao Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais.

ANO XXVII

6/1975

Redação e Administração: Rua Marques de Ito, 70, 12." Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C.P. 7815 01223 Sao Paulo, SP Brasil Diretor responslivel: Jost ToLtno I,AzzAR' Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S/A Rua do Bosque, 1426 (Barra Funda)

O texto desta revista foi impresso com I intas Renner.

Nossa capa: DO CATALOGO DE CORES (AMARELO + MAGENTA + 50% DE AWL) E HOT-STAMPING, GENTILMENTE CEDIDOS PELA LABORGRAF DETALHE

Das 8 as 11,30 e das 13 às 17,30 horas Aos sábados não há expediente Secretaria Geral: Distribuição de guias pare recolhimento do Imposto sindical Distribuição de publicacões periódicas e informativas - - Orientação para pedidos de isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI Departanriento Juridico: ANTONIO FAKHA NY JR . ANTONIO URBINO PERNA J R. EDUARDO BACHIR ABDALLA Defesa dos associados oat Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, dye's e eriminais

Conselho Fiscal: 110MERO V ILLELA DE ANDRADE irro Jost CIASCA JOSE RACHEL FIRMINO TIACCI suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI Jost AIDAR FILHO SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria:

Sumário Editorial

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Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Noticiário do

Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

SINDICATO

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Noticiário da ABIGRAF

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Secretário: SIDNEY FERN ANDES 2.0 Secretário: ,h)st, AIDAR FILHO Tesoureiro: IRINEU THOMAZ 50

Capa: GRÁFICOS BRUNNER Impressa em papel Coucittcart, 180 g

Secretaria:

Tesoureiro: WALDYR PR IOLLI Diretor Relações Públicas: PERT BOlVIEISEL Suplentes: JOsg BIGNARDI NETO ISMAS SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JOAO A NAST ÁCIO OODOY DRAUSI 0 BASILE WIDAR ASBAIIR Conselho Fiscal: JOSE RAPHAEL FIRMIN 0 TIACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FII, / VITTO JOSE CIASCA Suplentes: IR1NEU FRANCISCO 1200go A TETO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SIN ATRO Delegados Representantes Junto à FIESP: THEOBALDO DE MGM'S HOMERO VI LLELA DE ANDRADE Suplentes: JOSE RIGNAR DI NETO WALDYR PRIOLLI

Noticiário TÉCNICO

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Noticiário da FIESP-CIESP

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Várias

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Setor Jurídico

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Regionais da

ABIGRAF

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Guia da IND. GRÁFICA

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\ Editorial ,L\ Em 1965, quando se projetava fundar a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, conhecida hoje em todo o País pela sigla ABIGRAF, enorme já era a soma de realizações e conquistas do setor, obtidas pela forgot e inventiva dos extraordinários homens de empresa da época.

O trabalho que se fazia então, em benefício da classe, isolado, pouco representava em termos de agrupamento de problemas ou soluções que, enfeixados, acarretariam, fatalmente, equações num plano mais geral e mais desejável para. atender aos interesses de um maior número de empresários. Muitos dos objetivos da categoria empresarial foram, desta forma, tolhidos e até distorcidos se vistos do ângulo de uma coletividade mais expressiva como a representativa dos gráficos, fossem tais anseios apreciados sob quaisquer prismas, técnico, social ou econômico. A integração da indústria gráfica nacional, através das lideranças empresariais ligadas ao ramo, se fazia inadiável e indispensável, a. fim de que as necessidades do setor se unificassem numa só reivindicação, possibilitando um atendimento de forma mais consentânea com o desejo de desenvolvimento que já se adivinhava para esse tipo de atividade, reconhecida, atualmente, como fator preponderante da comunicação grafada. Foi nessa ordem de idéias que as mais importantes figuras do mundo gráfico brasileiro, reunidas em certame nacional na aprazível estância de Águas de Lindóia, decidiram, há dez anos, criar a ABIGRAF, entidade de transcendental relevância para o desenvolvimento seguro da indústria gráfica, hoje com uma técnica definida e que rivaliza com os mais adiantados centros industriais do globo, em estreita consonância com as exigências do País na complexa e atual arte da comunicação. Os dez anos da ABIGRAF, que ora se comemoram, constituem uma data de extraordinária validade para o mundo gráfico, pois caracterizam o alto.índice de evolução do empreendedor brasileiro que passou a ver na união uma força descomunal e construtiva em termos empresariais. Boletim da Ind. Grafica

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PRESIDENTE DA ABIGRAF EM PORTO ALEGRE

Noticiário do Sindicato

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PREMIO -ROBERTO SIMONSENO Instituto «Roberto Simonsen» — IRS, entidade de promoções culturais da indústria paulista, dentro de sua programação para este ano, comunica a abertura das inscrições ac, Prêmio «Roberto Simonsen» — 1975, destinado a profissionais de grau universitário e a estudantes de nivel superior. Os candidatos deverão apresentar monografias inéditas de interesse industrial, podendo abranger as mais diversas áreas, tais como: temas técnico-financeiros; econômico-financeiros; recursos humanos; projetos de produto, máquinas ou equipamentos; sistemas de organização administrativa, etc.

O valor dos prêmios a serem distribuidos é o seguinte: Categoria Profissional o 1. colocado receberá Cr$ 20.000,00, e o 2." colocado, Cr$ 10.000,00; Categoria Estudante -- 1." colocado, Cr$ 10.000,00, 2." colocado, Cr$ 5.000,00. Ambas as categorias receberão diploma alusivo ao evento. As inscrições serão encerradas no dia 11 de agosto deste ano, e maiores informações poderão ser obtidas junto ao Setor de Prêmios do IRS, Viaduto Dona Paulina. 80 — andar, sala 410, no horário comercial.

Esteve na capital gaucho, no último dia 25 de abril, o Sr. Rubens Amat Ferreira, Presidente da ABIGRAF, acompanhado dos Srs. Henrique Natanael Coube e Dr. Antonio Urbino Perna Jr., onde. a convite da Regional ABIGRAF - RS, proferiu palestra a um grande número de empresários gráficos gauchos, sob o tema: «Perspectivas da Indústria Gráfica Nacional». Na oportunidade, foram discutidos diversos aspectos relativos à programação do IV Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica para maio de 1976. realizar-se em Caxias do Sul. Publicaremos maiores detalhes sobre a palestra proferida e sobre as decisões a respeito do IV Congresso, ern nossas próximas edições.

A DAFFERNER LTDA. AUMENTA SEU CAPITAL E AGRADECE A ABIGRAF A Dafferner Ltda., fabricante das conhecidas máquinas gráficas «CATU», aumentou recentemente o seu capital social de Cr$ 13.200.000,00 para Cr$ 32.000.000,00, e o seu Diretor, Sr. Walter Dafferner, enviou ao Presidente da ABIGRAF, Sr. Rubens Amat Ferreira, uma carta comunicando tal fato e agradecendo a colaboração e o prestigio do nosso órgão àquela empresa. Eis o teor da missiva: São Paulo, 23/abril/1975 Ilmo. Sr. RUBENS AMAT FERREIRA DD. Presidente da

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Boletim da

Ind,

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Associação Brasileira

da Indústria Gráfica São Paulo Prezado Senhor: Como conseqüência natural no processo de expansão e desenvolvimento da nossa empresa, o nosso capital social, que era de Cr$ 13.200.000,00, foi aumentado para Cr$ 32 milhões, conforme alteração do cc,ntrato social de 14 do corrente. Este comunicado, que se destina ao nosso cadastro na ABIGRAF, não seria completo se a ele não juntássemos, alto e bom som, a expressão do

nosso melhor agradecimento pela eficiente colaboração e decidido apoio que esse representativo órgão sempre deu A. nossa firma, no decurso de longos anos de atividades. Comungando com as mais altas aspirações que nortearam os nossos esforços, em todos esses anos, a ABIGRAF foi e continua sendo um baluarte defensor dos legitimo» interesses da classe a que pertencemos, com orgulho. E, reconhecidamente, se chegamos ao lugar de destaque hoje ocupado por nossa empresa no setor de máquinas gráficas, justo é as-


sinalar em nossa vitoriosa posição a sempre atuante e presença da desassombrada ABIGRAF. com V. Congratulamo-nos Sa. e bem assim com os de-

mais membros diretores dessa prestigiosa Associação, a todos cumprimentando com as nossas mais cordiais Saudações DAFFERNER LTDA.

SENAI ESCLARECE INTERESSADOS SOBRE SEUS CUSTOS Em decorrência de convenio assinado entre o Departamento Regional do SENAI e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, a partir de julho de 1972 os Cursos de Aprendizagem Industrial ministrados pelas Escolas SENAI, como rede de ensino particular, são cursos supletivos ern nível de 1.° grau, e passaram a ter equivalência de currículo, podendo ser ministrados com maior ou menor duração, de acordo com as <Modalidades OU Pianos de Corso» aprovados pelo Conselho Estadual de Educação. Esta Escola, no momento, mantém dois tipos de modalidades ou pianos para os Cursos de Aprendizagem que ministra: modalidade 3, com menor; e modalidade 1, maior duração. Acontece, entretanto, que a maioria das indústrias gráficas, por desConhecerem as atuais diretrizes de ensino, têm encaminhado a Escola , para matrícula, candidatos a prendizagem com apenas a 4.' série completa (antigo grupo escolar), com possibilidade única para a modalidade 1, curso de maior duração. Num esforço para conscientizar os interessados, divulgando as vantagens que teriam as indústrias se os candidatos à aprendizagem tivessem melhor escolaridade (cursando o ginásio A noite 7. 4

série), a Escola anexou ou as Notificações para Matricula uma Circular, esclarecendo que a escola mantém dois tipos de Cursos de Aprendizagem: modalidade 1 e modalidade 3; as condições para a inscrição em cada modalidade; como se processa a selecão dos candidatos a aprendizes; correlação da equivalência entre os cursos da rede das Escolas Oficiais do Estado e dos supletivos da rede das Escolas SENAI em nível de 1.0 grau, e as vantagens para as indústrias o os aprendizes oferecidas pela modalidade 3 ao Curso de Aprendizagem Industrial. Eis a íntegra da Circular: A Escola SENAI de Artes Gráficas «Felício Lanzara» mantém dois tipos de Cursos Aprendizagem Industrial: Modalidade 1 Duração: 4 semestres letivos (2 anos). Idade: de 14 a 15 anos e meio. 4.4 Escolaridade: série completa (antigo grupo escolar). Documentos: comprovante de escolaridade, certidão de idade P 2 fotos 3 x 4. Modalidade 3 semestres Duração: 3 letivos (1 ano e meio). Idade: de 14 a 16 anos e meio. Escolaridade: cursando a 7.' ou 89 séries (ginasial noturno).

Documentos: comprovante da escola ern que está matriculado, certidão de idade e 2 fotos 3 x 4. Forma de Seleção: 1 -- Os candidatos passam por uma sessão de orientação onde têm oportunidade de conhecer a Escola e os vários ofícios que poderão aprender. 2 Prova de seleção de nível primário (Matemática e Português) e prova de Aptidões Gerais, cujos resultados determinarão os ofícios que (i menor poderá escolher. Equivalência: Cada semestre letivo cursado corresponderá a 1 ano do Curso de 1.0 grau (ginasial). Recomenda-se preferência pela Modalidade 3, cujas vantagens benéficas para a indústria e os aprendizes são as seguintes: Curso de menor duração. Retorno mais rápido do aprendiz a indústria. C) Dispensadas aulas de Cultura Geral de Educação Moral e Cívica e Estudos Sociais. Aumento do número de aulas de matemática, ciências r desenho, como reforço de cultura técnica para a aprendizagem do oficio. Freqüência simultanea de duas escolas: Ginásio à noite e SENAI de dia (intercomplementariedade). Melhoria do nível de cultura geral do aprendiz — Futuro profissional gráfico. Formação de maior número de profissionais para a indústria: aceleração do curso versus duração do custo, com maior aproveitamento da capacidade das oficinas escolares.

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Noticiário da ABIGRAF

DEZ ANOS DE ABIGRAF

Razões de sua origem e seus objetivos Muito antes da realização do I Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica em Aguas de Lindóia, no ano de 1965, já se vivia o clima de excitação do certame que estava prestes a se reunir. Do seu ternário, por sua importância coesiva, entre tópicos relevantes, sobressaia a criação da Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF — que foi levada a bom termo, assentando, de vez, as equações da classe numa só balança. sem Despretensiosamente, falsos elogios ou vitupérios, mas mal disfarçando o orgulho próprio que exalta as grandes realizações, poderíamos dividir a indústria gráfica em duas fases distintas: a anterior e a posterior h. criação do órgão nacional dos empresários gráficos, a exemplo das grandes cisões históricas como a do ante e do pós-colombiano, episódio que proporcionou ao mundo novos continentes, abertos a toda espécie de empreendimentos e explorações. A fundação da Associação Brasileira da Indústria Gráfica, ocorrida há 10 anos, du-

rante o certame empresarial da classe, foi resultado de um paulatino e continuo movimento de união das mais representativas figuras ligadas ao setor. Até então os problemas eram individuais ou de pequenos grupos, e as soluções eram buscadas e achadas tendo em vista uma minoria, sem se viso lumbrar, concretamente, enorme beneficio de uma ação coletiva que proporcionasse uma satisfação geral. Por outro lado, a indústria gráfica sofria as oscilações do mercado no tocante à matéria-prima, à mão-de-obra, precisando, urgentemente, de novos e maiores recursos técnicos, a fim de atender à maior demanda em qualidade, tempo de produção e preço. Maior começou, também, a mostrar-se a concorrência e as dificuldades de um aprimoramento técnico se fazia mister, a fim de permitir o aceleramento dos trabalhos gráficos em novos e mais requintados níveis. Necessitava-se, então, de novos materiais e maquinaria mais moderna, tudo isso a indicar que somente uma reação uniforme e uma ação conjunta

permanente e centralizada — e aqui consubstancia-se a ABIGRAF — poderiam conduzir o setor ao êxito, senão fácil, pelo menos em perfeita sintonia com o progresso que já despontava para esse campo de atividade. A comunicação entre os homens, empresas e entidades prestadoras de serviços logo ganharia ares superiores, com cursos até de âmbito universitário, incluindo-se aqui, ainda, os de publicidade e artes visuais, inovando-se os trabalhos gráficos de forma quase revolucionária em poucos anos, até chegar aos dias de hoje, momento em que todos têm algo a dizer a alguém, fazendo-o, freqüentemente, da maneira mais sofisticada possível. Determinava-se, assim, nos vários • anos que antecederam e sucederam 1965, um desabrochante estilismo nas mensagens faladas, televisadas e nas padronizadas mas já envolventes artes gráficas daqueles idos. As alterações técnicas 'nos trabalhos gráficos, ao mesmo tempo em que diversificavam sua forma e estilo, abrangiam ramos de atividades que se mostravam apáticos ou

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NOTICIARIO OA ABIGRAF

POUCO desenvolvidos, tais coma o de embalagens, revistas, folhetos ilustrados e publicaOes I'm geral, hoje lançados Pm cores ou branco-e-preto ao grande público, em notáveis trabalhos de arte e bom-gosto. Assim, pode-se dizer que a indústria gráfica brasileira, graças à criação da ABIGRAF, ombreou-se e até em muito auxiliou a corrida para o aperfeiçoamento no qual se embrenhou airosamente a arte da comunicação,

A PRIMEIRA DIRETORIA Muitas personalidades do mundo politico, econômico e social brasileiro, ligadas ou não ao empresariado gráfico, manifestaram-se, logo após o Congresso de Lindóia. não so sobre o certame em si, coma também em torno dos auspiciosos resultados-ali alcançados, fruto fruto de uma necessidade imperativa da época. Os representantes da indús-

tria gráfica brasileira perceberam a importância de se criar um orgão central da categoria empresarial. E foi assin) pensando que por ocasião da última reunião plenária do Congresso de Lindoia, em 1965,

qual viria atender a uma aspiração palpável de se estabelecer contato entre as indústrias do ramo em todo o território nacional. Nos termos da tese, o órgão que ali se fundava, seria um organismo de

algumas figuras exponenciais do setor, reunidas em comissão, elaboraram e apresentaram uma tese para a criação de um órgão centralizador da classe. No documento foram salientados os elementos determinantes desse novo ideal,

estudo, defesa e coordenação dos legítimos interesses da categoria, com previsão para o técnico, seu aprimoramento

destacando-se o agrupamento das classes empresariais com vista ao estudo e A defesa dos comuns, fazendo interesses face, assim, aos múltiplos fatores de progresso geral do País, naquele instante recémsaldo da fase nebulosa que antecedeu 1964, e A evolução já então visualizada dos trabalhos gráficos. Objetivava-se, na ocasião, urna entidade civil setorial, de âmbito nacional, a

criar

aumento da produtividade e, inclusive, melhoria da condição social da classe. Destacouse, a seguir, que a novel entidade, por sua própria maneira de ser, poderia atuar coma um orgão de defesa da categoria econômica, em setores e esferas onde entidades sindicais não poderiam atuar, dado existir uma legislação especial que lhes limita a ação. No certame de Aguas de Lindoia se encontravam notáveis representantes da indústria gráfica cuja visão lhes apontava o caminho certo e único a seguir corn vista A

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Bo I etim da Ind. Gráfica--6/7:5


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NOTICIÁRIO DA ABIGRAF

coesão da classe. Desses representantes que vislumbra-

dústria e do comércio, para es-

ram e elaboraram a tese de fundação da entidade, debatendo-a minuciosamente, alguns — os que constaram de uma relação apresentada no final dessa sessão plenária — foram efusivamente aclamados para compor a direção da As-

relacionados com os interesses da indústria gráfica. No mesmo sentido, intensa colaboração se fez tecnicamente com órgãos do poder público. Em síntese, a ABIGRAF colaborou com o Diagnóstico Preliminar da Indústria Editorial e Gráfica, documento que foi apresentado, no final, ao Ministério do Planejamento; participou da coordenação dos trabalhos de que resultou a criação do Grupo Executivo das Indústrias do Papel e das Artes Gráficas — GEIPAG; estimulou sempre a publicação da revista BIG — Boletim da

sociação recém-criada. Elegeu-

se, assim, a primeira diretoria da Associação Brasileira da Indústria Gráfica — ABIGRAF — constituida como segue: Theobaldo De Nigris, de São Paulo, presidente; Antonio Carlos Muller Franceschini, do Rio de Janeiro, 1. 0 vice-presidente; Luiz Carlos Ribeiro, de Minas Gerais, 2.° vice-presidente; Pery Bomeisel, de São Paulo, 1.° secretário; Henry Saatkamp, do Rio Grande do Sul, 2.° secretário; Damiro de Oliveira Volpe, de São Paulo, 1.° tesoureiro; Rubens Ferreira, de São Paulo, 2.° tesoureiro; constituindo o Conselho Fiscal os srs. Jose Cândido Cordeiro, de Pernambuco; Oscar Schrapper Sobrinho, do Parana; e Zózirno Silva, do Estado do Rio de Janeiro.

OBJETIVOS DA ABIGRAF

tudo e solução dos problemas

Indústria Gráfica dandolhes revividas características

ao longo dos vários anos de vida, a fim de ganhar novos leitores e bem informar a cat egoria; vem patrocinando, desde 1967, a realização de Feiras e Salões de Artes Gráficas;

e realizou, paralelamente, em várias ocasiões, reuniões e jantares de confraternização entre os industriais gráficos. A participação múltipla da ABIGRAF em beneficio da classe que representa, impossível de se registrar neste simples relato, foi ativa e incansável.

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica, em seus dez anos de atividades, foi muito além das expectativas, suplantando seus objetivos iniciais graças ao trabalho incansável dos representantes da categoria, amalgamados num só ideal de atender as necessidades primordiais da indústria. Foi assim que variado número de delegacias regionais da entidade foram instaladas em muitos Estados, favorecendo um intercâmbio benéfico das empresas, promovendo a cooperação com as várias entidades representativas da in10

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Uma de suas participações mais preeminentes foi junto ao GEIPAG, delas resultando decretos de real importância para as atividades gráficas em todo o território nacional. Um dos atos governamentais isentou de taxas e impostos aduaneiros, durante 4 anos, a importação de máquinas com acessórios gráficos que não tinham similares no Brasil. Outro dispôs sobre a concessão de estímulos as indústrias do papel e gráficas, concedendo, ainda, tratamento favorável importação de matéria-prima e permitindo o aval ou garan-

tia de financiamento nos termos da lei 5.000/66. DIRIGENTES DE HOJE No decorrer dos trabalhos da ABIGRAF durante o decênio que agora se comemora — evocativo do dia 18 de junho de 1965, data da fundação da entidade no Congresso de Lindóia — muito trabalho e esforgo, intelectual e físico, foi desenvolvido por líderes da indústria, que nortearam suas atividades do dia-a-dia no progresso e bem-estar da coletividade gráfica.

Por esse diapasão da abnegada obra que projetou a ABIGRAF aos píncaros de hoje, pode-se pautar a ativia-a-de hercúlea dos homens que atualmente dirigem a entidade associativa. Sem jamais descurar dos objetivos finais da entidade, já amplamente delineados, temos hoje dirigentes capazes e plenos de idealismo, que ocupam com elevado descortinio seus cargos de direção na ABIGRAF. São eles os srs. Rubens Amat Ferreira, presidente; Henrique Nathaniel Coube, vice-presidente; Pery Bomeisel, 1. 0 vice-presidente; Sidney Fernandes, secretário; Francisco Teodoro Mendes Filho, 2.° secretário; Antonio Bolognesi Pereira, tesoureiro; e Waldyr Priolli, 2.° tesoureiro. Ocupam a suplência diretiva os srs. Isaias Spina, Orestes Romiti, Bernardo Cinatro, Arthur Andreotti, Jose Bignardi Neto, Piero Papini e João Anastácio Godoy. No Conselho Fiscal, por sua vez, figuram os srs. Homero Villela de Andrade, Vitt° Jose Ciasca e Jose Raphael Firmino Tiacci, sendo suplentes os srs. Joseph Brunner, Renato Foroni e Jose Aidar Filho.


Lembro-me bem, quando no dia 17 de maio de 1965, o meio gráfico brasileiro se reuniu na cidade de Lindóia, em São Paulo. Era um acontecimento de destaque na época, pois se tratava do primeiro grande encontro dos gráficos do País. Todos estavam muito contentes e, entre sorrisos, o evento transcorria pontilhado de muita alegria. Eu estava lá, juntamente com meu sócio, o Sr. Rudolf Conradt Fuerst, participando também do alegre congraçamento. Era um tempo em que se via o limiar de progresso da indústria gráfica em nosso Pais e todos os que participavam daquela reunião tinham um intento único: promover a indústria gráfica brasileira para que esta tivesse o destaque que sempre merecera. Foi nesta mesma reunião que o incansável, batalhador e inesquecível Damiro de Oliveira Volpe anunciou a fundação da Associação Brasileira da Indústria Gráfica, que teria, o fim de auxiliar o meio gráfico do País e promover planos fecundos para um maior progresso em nosso ramo. Lembro-me bem de tudo isto, como me lembro também que sent', naquele exato momento, que algo novo, incentivador, estava brotando no ramo gráfico de nosso País, o qual iria alcançar, pelos ideais nobres a que se propunha o Damiro, metas bastante promissoras para todos nós. Eu e meu sócio, o Sr. Rudolf, sentíamos que, daquele momento em diante, teríamos melhores condições de trabalho e que poderíamos partil para uma nova tecnologia gráfica a fim de que o mercado brasileiro pudesse desfrutar também o que outros países já tinham conseguido. Pois é, dez anos se passaram. E nestes dez anos eu pude ver e sentir de perto o que tem sido a ABIGRAF para o Brasil. E um ponto básico para onde convergem todos os assuntos ligados ao ramo gráfico brasileiro, desde o mais simples ao de maior vulto. Parece que ainda ougo as palavras proféticas do Damiro, em cuja inspiração criativa dizia o que pretendia, e o que pretendia aconteceu. Agora que a ABIGRAF comemora seus dez anos de existência e que eu pude ver o que fez para o ramo gráfico, só posso saudá-la de uma maneira como se a mesma fosse alguém que vi nascer e crescer: "que fico contente pelo seu décimo aniversário, que espero que continue assim e para melhor no ramo gráfico do Brasil, para que todos nós caminhemos para um futuro cada vez mais promissor".

WERNER TIEDEMANN sócio-gerente da GUTENBERG — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda.


NOTICIARIO

DA ABIGRAF

ABIGRAF PROMOVE CURSOS DE CUSTOS EM ITU E SAO PAULO

O sucesso alcançado pelo curso deveu-se também ao grande empenho do delegado da ABIGRAF naquela cidaae, Sr. Gildo Guarnieri Filho, que envidou todos os esforços para que tudo transcorresse da melhor maneira possível, provando que em Itu «a hospitalidade também é maior».

EM ITU

EM SAO PAULO

O curso ministrado na cidade de Itu realizou-se de 22 a 26 de abril. O número de

O curso realizado em São Paulo, SP, nas dependências da sede social da ABIGRAF, foi de 5 a 9 de maio, tendo alcançado enorme sucesso.

participantes foi pequeno, mas a receptividade foi contagiante, deixando patente o interesse do empresariado gráfico daquela cidade em assimilar mais 12

e melhor os conhecimentos sobre controle de custos.

Sempre com o objetivo de levar ao empresário gráfico melhor orientação e conhecimento do custo operacional, e no sentido de dar prosseguimento b. sua programação de cursos, a ABIGRAF promoveu nas cidades de Itu e São Paulo o seu «Curso de Organizacão e Custos na Indústria Gráfica», ministrado pelo professor José Ferrari.

Boletim da Ind. Gráfica -6/75

As justificativas do êxito do curso puderam ser obtidas através das opiniões dos pró-

prios participantes, desta feita

em número de 37, e que deram durante todo o seu decorrer o invejável índice de 100% de presença. No dia 9 de maio, após o encerramento da última aula, houve a cerimônia de entrega dos certificados de conclusão do curso aos participantes, que contou com a presença dos senhores Irineu Thomaz, Waldyr Priolli, que ocupam respectivamente cargos de tesoureiro do SIGESP e 2. ° tesoureiro da ABIGRAF, e do engenheiro Thomaz Caspary. Na oportunidade, o Sr. Irineu Thomaz, falando aos presentes, reo Sr. Rubens presentando Amat Ferreira, presidente do SIGESP-ABIGRAF, salientou a

integração da mulher nos pro-


NOTICIÁRIO DA ABIGRAF

A entrega dos certificados de concluso do curso de custos foi feita pela mesa composta dos srs. lrineu Thomaz, Waldir Priolli, Thomaz Caspary e o prof. José Ferrari.

Aspecto de uma das aulas realizadas em São Paulo.

Boletim da Ind. Gráfica -6/75

13


da indústria gráfica. Parabenizou os concluintes do curso e teceu comentários sobre a atuação da ABIGRAF nos nossos dias, seus ideais e o trabalho que vem atualmente sendo desenvolvido pela entidade máxima do empresariado gráfico nacional. Finalizando, agradeceu a todos e exortou-os a se irmanarem na luta com a ABIGRAF, por um setor gráfico forte e bem dotado dos requisitos fundamentais para o seu melhor desenvolvimento. «Só aprendendo custos, o sofrido industrial gráfico poderá fazer algo válido, satisfablemas

tório».

Em seguida, tomando a palavra, o engenheiro Thomaz

informações sobre as matérias, professores, duração, datas, locais e preços. Podemos adiantar que na área econômico-financeira já estão previstos os

Caspary falou sobre o Departamento Técnico da ABIGRAF, do qual é responsável, dizendo das suas finalidades e dos trabalhos planejados e que vêm

seguintes cursos:

realizando em prol da Industrio Gráfica nacional. Mencionou, também, o engenheiro Thomaz, os outros cursos programados e que se farão realizar com a promoção da

1 — ORÇAMENTO

OPERACIONAL Previsão Financeira Ajustes

Fluxo de caixa

ABIGRAF.

2 — CONTROLES

A seguir deu-se a entrega dos certificados aos concluintes, pelos senhores que compunham a mesa diretora da cerimônia: professor José FerIrineu Thomaz, rari, Srs. Waldyr Priolli e Thomaz Cas-

3 — ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Fabricação — Vendas — Administração InvestiPolitico de mento

ADMINISTRATIVOS

Retorno de Capital

pary.

4 — PERSPECTIVAS MERCADOLOGICAS

DA INDÚSTRIA GRÁFICA Aberturas no Mercado Nacional Perspectivas no Mercado Internacional Desenvolvimento de Produtos Vendas

CURSOS NA ABIGRAF A Associação Brasileira da

volvimento, está elaborando a

Indústria Gráfica, Regional do Estado de São Paulo, comunica

programação dos cursos a serem realizados no segundo semestre do corrente ano. Assim, alerta os associados que enviará um prospecto explicativo dos referidos cursos, contendo

aos seus associados e leitores do «Boletim da Indústria Gráfica», que dando prosseguimento ao seu plano de desen-

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PROBLEMAS DE ECOLOGIA E SEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS GRÁFICOS

Noticiário Técnico

LUCIANO GAJAN1 PRELEÇÃO

NA

a 4.1 SEMANA TECNOLÓGICA

DE ARTES GRÁFICAS SÃO PAULO 7 A 11 DE OUTUBRO DE 1974

(Continuação

do número anterior)

No equipamento inteiro existem dispositivos de controle com função de: determinar a concentração do tolueno no ar aspirado, de modo que nunca alcance a mistura capaz de explodir; controlar a capacidade em m 3/h de ar em cada elemento de impressão; detectar a concentração de tolueno nas águas de destilação para com seu reduzido grau de solubilidade, para evitar a poluição hídrica. Quando as águas de separação tiverem um conteúdo de tolueno superior a 10/15 ppm, para evitar a poluição hídrica, serão levadas a um desgaseificador, e, após, empregadas como alimentação da central térmica. No caso de impressão offset, a secagem da tinta é garantida por um processo de absorção da mesma que é retirada das fibras de papel, por oxidação em presença de ar e, por fim, por eliminação forçada mediante alta temperatura.

A tecnologia auxilia também a impressão flexográfica que tradicionalmente tem usado tintas com solvente de características, tratamento e recuperação semelhantes aos dos indicados para o tolueno. O veículo das novas tintas é constitufdo por resinas sintéticas fumárica, maléica ou acrílica dispersada em mistura aquosa com pH neutro ou levemente alcalino, isto é, a ausência de solventes alifáticos e aromáticos faz com que não seja necessária nenhuma atenção especial para sua recuperação. A poluição neste caso não atmosférica, porém, hídrica porque, como a tinta é compatível com a água, esta resultará poluida durante as operações de lavagem.

ar solto na atmosfera

Esta última fase efetua-se mediante a passagem da tira de papel impresso num forno de chama direta que provoca a formação dos hidrocarburetos voláteis sob forma de fumaças que, aspiradas oportunamente, são levadas a um sistema de combustão catalítico do tipo indicado na figura 19.

aquecedor

ventilação

350° C

Nestes últimos anos se vem desenvolvendo a produção e o emprego de tintas que secam por efeito de radiações ultravioletas e devido justamente a esta característica são indicados com a sigla U.V. Com estas novas tintas, cujo custo não consente sua ampla adoção, elimina-se qualquer tipo de poluição.

além de

350° C

I

catalizador

to no de secagem

Fig.

19 — Combustão

catalítica

dos vapores do forno

de secagem da fita de papel das web-offset.

Boletim

da Ind. Gráfica-6/75

15


NOTICIÁRIO TÉCNICO 2,1.2 Fumaças dos processos galvânicos e das gravações de metais As operações que precedem, incluem e seguem as fases de preparo dos cilindros para impressão rotogravura tais como a deposição eletrolitica do cobre, a sua gravação e a deposição do cromo, produzem fumaças com alto poder de poluição, se descarregadas na atmosfera. Os principais são: vapores de ácido nítrico; vapores de ácido cloridrico; aerosóis de ácido crifirnico; aerosol de soda cáustica; poeiras do polimento com areias; vapores de solventes. As técnicas de abatimento destas substâncias baseiam-se na capacidade que a água tem de dissolvê-las e/ou carregá-las. As aparelhagens empregadas são os «scrubber de ducha» para os aerosóis e os vapores; os ciclones para as poeiras. No primeiro caso o resultado é assegurar a depuração na atmosfera com prejuízo da descarga líquida. O tratamento das águas sera exposto no capitulo a elas destinado assim como o das poeiras por meio dos ciclones. Os «scrubber de ducha», também chamados separadores a úmido, são mostrados na fig. 20. Os produtos a eliminar são captados por um véu de água encontrado em contracorrente, atrayes de um conjunto de fenômenos físicos e químicos, como: solubilização, absorção, arrastamento, inércia, etc. Em geral o abatente é água, às vezes em presença de anidrido sulfuroso empregam-se soluções alcalinas. 2.1.3 Produtos da combustão Um estabelecimento gráfico, mormente de impressão rotogravura, deve dispor de notável quantidade de vapor para uso do ambiente, e também para o aquecimento das calandras e para a destilação do tolueno. Sua produção é garantida pela central termica com dimensões geralmente proporcionais ao número de elementos de impressão. A central térmica, quando desprovida de aparelhamento de abatimento apropriado, pode tornar - se urna fonte de poluição principalmente quando não utiliza metano, mas sim óleo pesado. Neste caso merece especial atenção: conteúdo de SO 2 os materiais não queimados gasosos; 16

Boletim da Ind. Gráfica--6/75

ar solto na atmosfera

aspirador

entrada da á ua de lavagem

grade furada

torre de lavagem

ar poluido

descarga de Agua de lavagem Fig. 20 — .Scrubber.

ou separador de tipo ducha.

os materials sólidos não queimados; os indices de opacidade das fumaças desprendidas. difícil hoje encontrar uma instalação de produção de vapor que não respeite os limites de tolerância destes elementos, posto que desde sua origem foi provido de meios de abatimento. 21. 4 Poeira de papel Durante a fase de corte da fita de papel por meio de facas longitudinais (castelos de dobra), transversais (dobradeira) para a formação do caderno na rotativa e durante o corte trilateral nas operações de confecção de revistas, formam-


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-se poeiras de nape' que, ern conformidade cum a natureza do próprio papel, são constituídas por fibras de celulose e/ou por aditivos- usados nos pa péis couché. Estas poeiras são removidas na fonte, por aspiração, para segurança do ambiente de trabalho e antes de sua introdução na atmosfera, sua suspensão no ar, sera tratada nos ciclones do tipo indicado na figura 21 on então em filtros de efeito múltiplo (fig, 22). ar depurado solto na atmosfera Fig. 22 -

Filtro de efeito múltiplo para poeira de papel

Ruídos molestos

pó Fig 21

-

Ciclone para separação das poeiras de papel.

As instalações industriais geralmente sat) Conte de ruído não só para quem opera na empresa, mas também para quem vive em suas proximidades. este o caso, infelizmente freqüente, quando a Area industrial acha-se junto a habitagõe$. Uma indústria gráfica quase sempre evidencia seus pontos fracos: nas salas de máquinas: no ventilação; na sala de compressores; nos ventiladores; nos ventiladores de ar comburente; nas válvulas redutoras de pressão do vu put-. obviamente estas fontes de ruido nem sempre são molestas para os vizinhos, porque efeito depende de seu deslocamento com relação ã area da empresa e das características de sua intensidade sonora. A atenuação do ruído nestas areas e s pecificas foi conseguido pelo «Corriere dei ia Sera , . of iii zando dois tipos de silenciadores (o de paiol e o cilíndrico) e de coifas contra -ruídos. silenciador de painel é um aparelho feita de um invólucro de formato retangular em cujo direçao interior são colocados, paralelamente -

O ciclone com ingresso tangencial da corrente ar-poeira é um dispositivo que abate a partícula sólida por efeito da força centrífuga.

A corrente no ciclone assume um andamento rotativo vorticoso, a suspensão em forma helicoidal perde velocidade e desce gradativamente em direção a. parte baixa, enquanto o ar sobe em direção ao alto. No caso do filtro com efeito múltiplo, a corrente atravessa uma série de câmaras onde existem paredes verticais que servem de obstáculo passagem da suspensão, no fim encontram-se filtros constituídos, conforme os casos, por materiais fibrosos, por papel ou tecido. A suspensão se deposita na base das câmaras e sobre as paredes do filtro.

ia

tioietim da Ind. Gráfica-6/75

do ar, alguns painéis fono-absorventes que constituem o elemento propriamente silenciador. Os painéis são armações de perfilado com função de suporte para os materiais fono-absorventes, sustentados por chapas com perfuração especial. A fibra em geral é de la de vidro longa onde é aplicada resina de densidade apropriada. Este silenciador é empregado para reduzir os ruídos das máquinas pneumóforas em rotação, tais como aspirações de compressores centrifugos OU axiais, aspirações de todos Os tipos. (Continua na pagina 41)


NOTICIÁRIO TÉCNICO

REGULADOR DA VISCOSIDADE DAS TINTAS MELHORA A QUALIDADE Um novo aparelho britimice que regula automaticamente a viscosidade das tintas permite melhorar a qualidade do trabalho de impressão e reduzir ao mínimo o desperdício de tinta. Graças a uma escala eletrônica, é possível fixar an tecipadamente, antes de se começar a impressão, a viscosidade desejada da tinta, eliminando-se dessa forma a necessidade de ajustamentos por aproximação. O aparelho dispõe de um sistema regulador proporcional que, rápida e automaticamente, adiciona à tinta a quantidade correta de solvente, mantendo a viscosi-

DE IMPRESSÃO

dade dentro do limite de 2% do valor fixado. O fato da viscosidade da tinta ser mantida no nivel mais baixo possível compatível com a qualidade desejada permite reduzir ao mínimo o desperdício de tinta, conservando constante a cor. Podem utilizar-se válvulas de solvente acionadas pneumática ou eletricamente ligadas ao tubo alimentador de solvente ou a um depósito separado. Um dispositivo de segurança impede que o solvente transborde, no caso de surgir qualquer avaria. Destinando-se a máquina

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de rotogravura, de laminar, de envernizar, etc., o aparelho pode trabalhar com todos os tipos de tinta, lacas, vernizes e outros produtos cujas viscosidades variam entre 5 e 400 centipoises. A sua limpeza é uma operação fácil, visto que o motor pode ser facilmente desmontado. Todas as partes submersíveis são feitas ou de aço inoxidável ou de material plástico com um revestimento de proteção contra a corrosão. Chave: 1. Depósito de tinta. 2. Tubos alimentadores de tinta e solvente. 3. Motor (ver gravura ao lado). 4. Válvula do solvente acionada pneumática ou eletricamente. 5. Válvula de ar. 6. Quadro de comando. O regulador automático de nível é opcional. 7. Detector do nível da tinta. 8. Regulador do nível. 9. Válvula da tinta acionada pneumática ou eletricamente. Para fazer a medição continua da viscosidade, sem recorrer a qualquer dispositivo interruptor ou cronométrico, usa-se um elemento medidor de resistência que um motor de baixa voltagem e A. prova de fogo faz rodar abaixo da superfície da tinta. Alterando-se a viscosidade da tinta altera-se a resistência no elemento rotativo que, por seu turno, altera a corrente elétrica •do motor. Estas alterações são indicadas num instrumento do painel de comando que pode ser integrado na unidade principal ou montado separadamente. Um interruptor «manual» permite adicionar solvente rapidamente quando, por exemplo, se pretende fixar o valor correto da viscosidade. Quando se pretende modificar o valor da viscosidade previamente fixado, basta simplesmente ajustar um botão regulador. O aparelho descrito é o regulador automático cViscomex 387». Boletim da Ind. Gráfica-6/75


A Coluna entende de crianรงas...

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Conte contas Chapas Litográficas Sabendo, como você, que tempo é dinheiro, a Kodak resolve lançar no Brasil o método PMT Plates. Substituindo os filmes negativos e positivos, a montagem, a secagem e a cópia das chapas para impressão por um único processo de transferência por difusão, a Kodak vai direto ao assunto: fotografado o original numa câmara Ravenna, você transfere a imagem do papel negativo para a Chapa Litográfica Kodak PMT em segundos. E o que 6. mais importante: do inicio da preparação ate a impressão você só gasta 4 1/2 minutos, ao invés do tempo que você normalmente gasta na preparação de fotolitos e das horas (ou dias) que você tem de esperar para sair o material do estúdio de fotolito. Exatamente porque as Chapas Litográficas Kodak PMT são de alumínio e possuem uma superfície anodizada,

dak P/viT, o offset sem fotolito. de granulação fina, para uma boa receptividade água e resistência á oxidação. Isso permite a tiragem de ate 25.000 cópias. . Se a sua gráfica trabalha na confecOo de apostilas, pequenos impressos, catálogos i e você não tem grandes máquinas de offset, entre em contato com um representante Kodak e peça uma demonstração do método PMT Plates. Você vai descobrir o caminho mais fácil para que o seu trabalho chegue á perfeição: o offset sem fotolito.


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necessária a limpeza do rolo Febo-Lon em intervalos mais curtos, o que demonstra sua grande eficácia de limpeza. A firme incrustação das fibras no revestimento elástico é a característica destacável deste novo rolo e o resultado da pesquisa da Felix Boettcher. Devidamente tratados, os rolos Febo-Lon alcançam a mesma longa durabilidade dos rolos offset normais, conservando integralmente seu efeito de limpeza. A especial técnica de fabricacao e elaboração deste novo rolo o tornam superior no que diz respeito a rendimento e custo, comparado com outros produtos similares. A Felix Boettcher é representada no Brasil pela GUTENBERG — Máquinas e Materials Gráficos Ltda. nar

NOTICIÁRIO TÉCNICO

urn rolo Febo-Lon. Este tem a função da primeira aplicação de tinta e, simultaneamente, vai escovando a chapa offset, eliminando as partículas de pó, de tinta e outras impurezas que poderiam se reproduzir na imagem impressa. Para limpá-lo e ao mudar-se a cor, o rolo Febo-Lon deve ser tratado como os demais rolos. Um produto adequado para a lavagem, por exemplo, Boettcherin é aplicado como de costume. Ao se trabalhar com papéis que acumulam muito pó e fiapos, pode se tor-

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Noticiário da FIESP-CIESP

PROMOÇÃO SOCIAL É TAREFA

DE TODOS ,KO SESI, SENAI, SESC e SENAC prestam à sociedade um serviço imenso e é tau importante esse trabalho — já seguido por 16 países da America do Sul e do Caribe — que procuramos segui-lo e usa-lo na medida do possível, solicitando a sua colaboração e a de seus técnicos.-, afirmou secretario da Promoção Social do Estado, Mario de Moraes Altenfelder Silva , . ao destacar a importância dessas entidades como parte da tarefa global de

desenvolver o país no campo social e minimizar os problemas provocados pelo gigantismo de metrópoles como São Paulo. Falando na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo sobre «A Missão da Promoção Social», em conferência promovida pelo Instituto «Roberto Simonsen», o secretário da Promoção Social sublinhou que as atribuições de sua Secretaria pertence a todos os

cidadãos que integram a nossa sociedade. «Os problemas são tão graves e complexos que não dependem exclusivamente da Fundação da PróMenor, por exemplo, mas sim do absoluto e completo entrosamento do órgão com os Poderes Legislativo, Judiciário e demais setores do Executivo; com a Policia Civil e Militar, com o Juiz de Menores, com o Ministério Público e também com os setores da produção», observou Mario Altenfelder, ao enfocar especificamente o problema do menor marginalizado a uma platéia constituída por empresários industrials, autoridades, presidentes e diretores de entidades ligadas b. assistência social, religiosos, estulantes. Salientando que não era sem emoção que falava na Casa Indústria, «de homens que tanto fizeram, fazem e farão pela grandeza do país».

Flagrante do embarque da delegação paulista que participou do Seminário de Investimentos em Salzburgo. na Austria.

Boletim

fica

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6/75

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Homenagem

Pela passagem do seu 10.()

aniversário, prestamos nossa homenagem à Associação

Brasileira da Indústria Gráfica "ABIGRAF".

WI/

PROBUS ...NATURALMENTE !

PROBUS INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PAPÉIS LTDA.


NOTICIÁRIO DA FIESP-CIESP

o secretário — realçando o apoio concreto das classes produtoras A tarefa social — cha-

mou a atenção para a necessidade de engajamento total do Pmpresariado e de todas as

forças vivas de nossa sociedade na luta contra a marginalização do homem.

DE NIGRIS NO SEMINÁRIO DE INVESTIMENTOS EM SALZBURGO Seguiu dia 22 de maio, cer-

— e SENAI — Serviço Nacio-

daquelas entidades e das de-

ca das 20,20 horas, em avião

nal

mais instituições mantidas

da VARIG, com destino A Eu-

trial. Entre as personalidades

administradas pela indústria

que se encontravam na Ala

paulista.

ropa, para cumprir missões em nome da indústria paulista, o Sr. Theobaldo De Nigris, presidente da Federação

e

do

de Aprendizagem Indus-

Internacional do Aeroporto de Congonhas para apresentar-lhe

e

Momentos antes de seguir viagem,

o líder da indústria

o

paulista palestrou informal-

Sr. Francisco da Silva Vilela,

mente com a reportagem, sin-

tuto «Roberto Simonsen» e dos

diretor-1.° vice-presidente da

tetizando

Conselhos Regionais do SESI

FIESP-CIESP, ora investido

cumprirá nos países a serem

— Serviço Social da Indústria

na presidência em exercício

visitados.

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, do Insti-

votos de boa viagem estava

o

programa que

Boletim da Ind. Gráfica-6/75

95


Homenagem da

NCCOUN


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Plastificaçáo

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ste anĂşncio foi impresso com tintas multisetÂŽ brilhantes

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processo era igual ao método utilizado hoje, exceto o rodo que era substituído por uma escova. «Portanto, a serigrafia é uma invenção do nosso século, dentro dos moldes em que é aplicada», ajuntou o conferencista.

PREMIO -ROBERTO SIMONSEN» Realizou-se no ultimo dia 2 de abril de 1975, às 17 horas, no Salão Nobre «Roberto Simonsen», da FIESP-CIESP, solenidade de entrega do Prémio «Roberto Simonsen»-1974 A equipe vencedora, Aparecida Mizue Tanaka e Clair Rodrigues, responsáveis pela monografia: «Água de mar na biosíntese de proteínas de origem microbiológica para consumo humano». Este ano foi concedido o prêmio somente ao 1.0 colocado na categoria "Estudante", não tendo havido vencedores na categoria "Profissional". O prêmio corresponde a um diploma alusivo, mais a quantia de Cr$ 6.000,00. Na oportunidade, o Sr. Theobaldo De Nigris, presidente do Instituto «Roberto Simonsen», discursou, aludindo A existência do prêmio, suas f nalidades de acordo com os objetivos da entidade; parabenizou os vencedores e exortou-os para que continuem sempre firmes no trabalho arduo de conscientização cientifica, visando ao desenvolvimento seguro de nosso pais.

IMPRESSÃO SERIGRÁFICA GANHA CADA VEZ MAIS O MERCADO sobre qualquer Impressão tipo de material; impressão em superfícies não planas (cilindricas, esféricas e côncavas); obtenção de espessura desejada de tinta; possibilidade de utilização de uma infinidade de tintas; e simplicidade e economia do processo são as vantagens da serigrafia (reprodução gráfica que usa estêncil baseado no principio di. que tinta derramada na trama de um tecido o atravessarfi).

RECURSO PARA O LIVRO INTEGRADO

Esse tipo de impressão foi explicado pelo gerente técnico Albert Barzilai, da Interprint, em palestra sobre aA. Serigrafia e o seu Campo de Aplicação», no auditório do Colégio Industrial de Artes Gráficas De Nigris», do aTheobaldo SENAI-União-Prefeitura, promovida pela Associação Brasileira de Técnicos Gráficos - ABTG. Apresentado ao plenário, que se constituía de empresários, técnicos, professores e alunos, por Bruno Cialone, técnico ligado ao Colégio e membro daquela Associação, conferencista, engenheiro o gráfico formado pelo Rochester Institute of Technology dos EUA, abordou o tema, salientando aspectos históricos da serigrafia. «A falta de dados e o segredo dos inventores fizeram ccm que as origens da serigrafia permanecessem obscuras», afirmou Albert Barzilai, informando que estes fatos podem ser considerados como seguros: que os estênoils foram usados pelos chineses e egípcios pela primeira vez há 3 mil anos; que os japoneses foram os primeiros a associarem o estêncil a uma tela de seda (da seda deriva o nome do processo, isto é, escrita por meio da seda); que, em 1907, o inglês Samuel Simon registrou uma patente com o titulo «Melhoramentos referentes a estêncils". Este

O Ministro de Educação e Cultura, Senador Ney Braga, aprovou recentemente o ProjEto Especial para Livro Integrado, em cujo desenvolvimento prevê-se a aplicação de recursos da ordem de Cr$ 2.000.000,00. As editoras que pretenderem inscrever suas obras para serem avaliadas pelo DEF/ MEC, com vistas ao citado projeto, deverão fazê-lo até o dia 22 de setembro proximo. Todos os livros integrados, indicados pelo MEC/DEF, serão co-editados pelo Instituto Naclonal do Livro. O MEC/LNL/DEF analisalac livros que proponham outras formas de integração, desde que estejam coerentes com a orientação aqui definida: concentração - de textos diminuição do número de livros --

integração de conteúdos separação da parte consumível;

entretanto, as duas formas de integração básicas, adotadas, são: Lntegração vertical: 4 livros para as 4 series do 1.° grau 1 livro para cada urn dos componentes curriculares prioritários. Integração horizontal: — 4 livros para as 4 séries do 1.° grau 1 livro para cada uma das séries.

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LEGISMO TRABALHISTA PORTARIA N9 3.442, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1974 O Ministro de Estado do Trabalho, no uso de suas atribuições legais, Considerando que, até 1.0 de janeiro de 1975, todas as empresas enquadradas nas disposições da Portaria n.° 3.237, de 27 de julho de 1972, modificada pela Portaria n.° 3.089, de 2 de abril de 1973, deverão organizar Serviços Especializados de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho; Considerando que, apesar dos esforços realizados na formação de recursos humanos, o número de técnicos não é suficiente para atender, em todo o território nacional, as exigências legais; Considerando a necessidade de racionalizar tanto a formacão de técnicos quanto a implantação rigorosa do sistema previsto nas portarias aludidas; Considerando a necessidade de incrementar a formação de cursos de especialização de Médicos do Trabalho, Engenheiros de Segurança do Trabalho, de Inspetores de Segurança do Trabalho, de Enfermeiros do

Trabalho e de Auxiliares de Enfermagem do Trabalho; Considerando ser preocupagdo básica do Governo uma imediata atuação no sentido de minimizar os indices de acidentes do trabalho, resolve: Art. 1.0 — A aplicação integral do disposto na Portaria n.° 3.237, de 27 de julho de 1972, modificada pela de n.° 3.089, de 2 de abril de 1973, dar-se- á a partir de 1. 0 de janeiro de 1976. Art. 2.° — No período compreendido entre 1.0 de janeiro 31 de dezembro de 1975, as exigências de pessoal especializado previstas nos Quadros I II da Portaria n.. 3.089/73, serão reduzidas a metade. § 1." — Quando o número de técnicos não for divisível por 2 (dois), igualar-se-á para a unidade imediatamente superior a fração existente. § 2.° — O tempo de permanência diária nos Serviços de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, do Engenheiro de Segurança do Trabalho e do Médico do Trabalho, sera de 6 (seis) horas diárias, nos termos do art. 3.. da Lei n.° 4.950-A, de 22 de abril de 1966 art. 8.°, alinea a, combinado com o § 3.0 , desse mesmo artigo, da Lei n.. 3.999, de 15 de dezembro de 1961, respectivamente. § 3 •0 — O tempo parcial referido nos Quadros I e II da Portaria n.° 3.089/73, corresponderá a 3 (três) horas diárias. § 4. 0 — Quando a redução de que trata o «caput» deste artigo incidir sobre o tempo de permanência normal do pessoal a que se refere o § 2.., esse tempo sera considerado como de regime parcial. § 5 • 0 — Quando a redução de que trata o «caput» deste artigo incidir sobre o regime de tempo parcial, esse tempo sera. de 90 (noventa) minutos. § 6.° — O tempo de perma-

nécia diária do Inspetor de Segurança do Trabalho e do Auxiliar de Enfermagem do Trabalho sera de 8 (oito) horas. § 7.° — A redução de que trata o «caput» deste artigo, quando incidente sobre o tempo de permanência diária do pessoal a que se refere o § 6.., sera de 4 (quatro) horas. § 8. 0 — Nos Estados onde não se realizaram, até esta data, os cursos previstos nas Portarias 3.237/72 e 3.089/73, serão as mesmas aplicadas a partir de 1.° de janeiro de 1976. Art. 3.0 — Os Inspetores de Segurança do Trabalho ref endos nas Portarias 3.237/72 e 3.089/73 e seus Quadros anexos, passam a denominar-se Supervisores de Segurança do Trabalho. Art. 4.. — O Ministério do Trabalho, no decorrer do ano de 1975, dará continuidade realização de cursos intensivos de especialização de Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Supervisores de Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho e de Auxiliares de Enfermagem do Trabalho. Art. 5.. — Sera exigido o nível de ensino correspondente ao 1. 0 (primeiro) grau para os candidatos aos Cursos de Supervisores de Segurança do Trabalho. Art. 6.. — Caberá à Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, sob a supervisão do Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho, planejar e coordenar a execução de cursos de especialização mencionados no art. 4.. desta Portaria. Parágrafo único — Para a observância do disposto neste artigo, a Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho poderá estabelecer convénios com Universidades, Escolas e Enti-

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33


SETOR JURIDIC°

dades Especializadas, visando a execução dos cursos. Art. 7.° — A critério do Ministério do Trabalho poderá ser autorizada a realização dos cursos enumerados no art. 4.° desta Portaria, por entidades públicas ou privadas. § 1.° — As entidades interessadas na realização desses cursos deverão requerer, previamente, registro cadastral, ao DNSHT, por intermédio das Delegacias Regionais do Trabalho, satisfeitas as formalidades exigidas. § 2.° — Para reconhecimento de sua habilitação, a entidade se obriga a submeter a prévia aprovação do DNSHT o plano de suas atividades letivas, no setor específico, conteúdo dos programas a serem

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ministrados e os respectivos currículos dos professores. § 3." — t de exclusiva atribuição do órgão competente do Ministério do Trabalho, em matéria de Segurança e Higiene do Trabalho, certificar quanto a capacitação técnica das entidades para o patrocínio dos cursos de especialização aludidos no art. 4." desta Portaria. § 4.° — Caberá ao DNSHT fiscalizar o fiel cumprimento da programação proposta pela entidade, inclusive relativamente ao efetivo desdobramento dos cursos. § 5." — Concluídos os cursos, serão expedidos pela entidade patrocinadora Certificados de aproveitamento, igualmente submetidos à homologação e registro cadastral pelo DNSHT.

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§ 6." — O não cumprimento, pelas entidades, de quaisquer requisitos constantes desta Portaria implicará na suspensão do registro concedido, consignando a autoridade compente do Ministério do Trabalho, na Area especializada, prazo para regularização da falta apurada, implicando o seu não atendimento na cassação do registro. Art. 8.0 — Os casos omissos serão resolvidos pelo Departamento Nacional de Segurança e Higiene do Trabalho. Art. 9." — Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação. Arnaldo Prieto. (DOU-I de 30-12-74, págs. 15.167/8). INCOLA B-2-71/75-20

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(Joao Del Nero, Pres.; Toledo Pisa, Rel.). — Julg. dos TASP, vol. 38 (pub. interna),

SETOR JURÍDICO

JURISPRUDÊNCIA COMERCIAL PROTESTO — SUSTACAO — E cabível a sustação liminar do protesto, som audiência do réu. Em segurança, que concedeu em parte, unanimemente, decidiu o Tribunal: «A autoridade impetrada entende não ser cabível a sustação liminar em face do que dispõe o art. 797, do atual CPC: «Só em casos excepcionais, expressamente autorizados por lei, determinará o Juiz medidas cautelares sem a audiência das partes». Essa disposição, contu-

do, deve ser interpretada de acordo com o sistema do Código, que não inovou a matéria no que tange as medidas cautelares «in genere». Assim 6, que o art. 804 dispõe: «E licito ao Juiz conceder liminarmente ou após justificação prévia a medida cautelar, sem ouvir o réu, quando verificar que este, sendo citado, poderá torná-la ineficaz; caso em que poderá determinar que o re-

querente preste caução real ou fidejussória de ressarcir os da-

nos que o requerido possa vir a sofrer». A conjugação dos dois dispositivos mostra que, ainda que não haja previsão legal especifica, está nos poderes do Juiz ordenar a sustaçio do protesto liminarmente. Aliás, em atinência ao art. 888, o art. 889, parágrafo único, admite em caso de urgência possa o Juiz ordenar medidas sem audiência do requerido. Cuida-se, é verdade, de medidas provisionais especificadas no art. 888, que não fala no protesto, mas é também verdade que em matéria processual se admite a aplicação analógica. Assim, se a lei nova permite ao Juiz a sustaçã.o inaudita altera parte, a decisão do ilustre Juiz ao não apreciar o pedido pelo seu merecimento, violou direito do impetrante». — Acórdão de 21-8-74, da 5.a Cam. Civ. do 1. 0 TASP, no MS 204.350, de São Paulo

págs. 120/122. 1NCOLA F-17-551 175-20

PENHORA — BENS PARTICULARES DE SOCIO-GEFENTE — Responsabilidade do sócio-gerente quando a sociedade não mais exerce atividades, sem que haja sido regularmente distratada, com a respectiva baixa na Junta Comercial. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Divida Fiscal — Sociedade por Cota — Responsabilidade do Sócio. — Embora na sociedade por cota de responsabilidade limitada, não possam os sócios, ern regra, ser acionados por divida social, excepcionalmente admitese a execução contra o sóciogerente se a sociedade não mais exerce atividades, sem que haja sido regalarmente distratada, com a respectiva

baixa na Junta Comercial, e não se encontram bens de sua propriedade, tanto mais que este organizou nova firma para explorar o mesmo ramo de negócios. — Procedimento irregular do sócio-gerente, excludente da limitação da responsabilidade do art. 2.°, da Lei

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SETOR JURIDICO 3.708-1919, e enquadramento da hipótese no art. 10 do mesmo diploma». — Acórdão de 23-10-74, da 1.6, Turma do TFR, no AP 35.932, de São Paulo (Moacir Catunda, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 5-3-75, pág. 1.248. ÍNCOLA F-15-513/75-20

FISCAL NOTA FISCAL — DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS — imprescindível a emissão de nota fiscal pelo contribuinte que devolve mercadorias. Em recurso, decidiu o Tribunal de Impostos e Taxas, unanimemente: «As devoluções efetuadas por contribuintes do ICM nada mais são do que operações normais de salda, para as quais deve, obrigatoriamente, ser emitida nota fiscal, exigível, outrossim, pelo destinatário. E, obviamente, com o débito do imposto, uma vez que este foi creditado quando da saida original. A falta dessa nota não é suprível com a emissão, pelo recebedor das mercadorias em devolução, de nota de entrada, totalmente irregular no caso». — Acórdão de 6-2-73, da 5.» Câm. do TIT de São Paulo, no Proc. DRT-8-1.060172 (Luis

Carlos de Oliveira, Rel.). — Boletim TIT 4, de 17-10-74, pág. 5. fNCOLA F-17-566/75-20

CÍVEL PENHORA — BENS DO CASAL — AVAL — Exclusão da meação da mulher, se a dívida resultante de aval nenhum proveito trouxe ao patrimônio do casal. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: «Respeitando o entendimento dos que pensam em contrário, sempre votei pela possibilidade da defesa da mulher casada, por meio de embargos, para garantir sua meação nos termos da lei que disciplina a matéria». «0 que considero de maior importância para solução do caso é a indagação para se ter a certeza se o avalista executado quando assumiu a obrigação cambiária o fez em proveito próprio, ou da sociedade conjugal. A toda evidência é de se concluir que na qualidade de avalista de titulo ele foi executado porque, solidariamente, se obrigou com os demais pelo pagamento da divida. Assim, ele está sendo executado porque o emitente do titulo não pagou no seu venci-

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mento. A embargante nenhuma participação teve naquela obrigação. A quantia que o exeqüente emprestou a D.F.P., emitente do título, nenhum proveito trouxe à apelante, ao patrimônio do casal e nem foi aplicado no imóvel objeto da penhora. Ao contrário, o que está acontecendo é que o casal est á desfalcado de sua casa residencial, por obrigação isolada do marido era decorrência do aval oferecido. Ern casos dessa natureza, entendo que tem inteira aplicação a Lei 4.121, que se destina a proteger a meação da mulher casada». — Acórdão de 27-11-73, da 2.» Cam. Civ. do TJMG, na Ap. 39.207, de Belo Horizonte (Ferreira de Oliveira, Pres.; Edésio Fernandes, Rel.). -DJMG de 26-11-74, pág. 1. fNCOLA F-2-70/75-20

TRABALHISTA FERIAS PROPORCIONAIS — A elas não faz jus o empregado que se retira do trabalho durante o período de sua aquisição. Em recurso, a que o Tribunal deu provimento em parte, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Férias. Exegese do art. 133, alínea A, da OLT. A elas não faz jus o empregado que se retira do tra-


balho durante o período de sua aquisição. A retirada espontânea do empregado do seu trabalho somente não se torna extintiva do seu direito as férias se é ele readmitido dentro dos 60 dias seguintes. Tal não ocorrendo, perde ele, para tal efeito, o tempo de serviço relativo ao período aquisitivo em formação. Precedentes na jurisprudência do TFR». — Acórdão de 25-10-74, da 3•41 Turma do TFR, no RO 1.466, de Pernambuco (Aldir G. Passarinho, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 26-3-75, pág. 1.858. ÍNCOLA F-17-556/75-20 EMPREGADO QUE NÃO TRABALHA AOS SÁBADOS POR CONVICÇÃO RELIGIOSA — Não faz jus ao repouso remunerado o empregado que, por convicção religiosa, sem a concordância tácita ou expressa do empregador, deixa de trabalhar aos sábados. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Repouso remunerado. Culto religioso. Não faz jus ao repouso remunerado o empregado que, por convicção religiosa, sem a concordância tácita ou expressa do empregador, deixa de trabalhar aos sábados».

— Acórdão 2.015, de 19-2-75, da 3.a Turma do TST, no Proc. AI-1.701-74 (Barata Silva, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 3-3-75, pág. 1.175. ÍNCOLA F-17-557/75-20 FALTA GRAVE — IMEDIATJDADE ENTRE A FALTA E A DISPENSA — Mesmo que provado o fato argüido, inexisthido imediatidade entre o evento e a dispensa do obreiro, o despedimento 6. injusto. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: «Quanto ao mérito, dou provimento ao 1. 0 recurso, isto porque, efetivamente, o reclamante foi despedido no dia 11-9-73, conforme consta do item 4.° da inicial de fls. ratificado pelo item 2 da contestação de fls., sendo que o despedimento está confessado pelo item 1.0 da contestação quanto data. Não houve imediatidade entre o alegado ato que teria dado causa ao despedimento, como também, ao do dia da dispensa. A reclamada não informou em sua defesa quais as razões plausíveis adotadas para que entre a data do fato e a do despedimento houvesse o interregno de 9 dias». Diz a ementa:

«Mesmo que provado o fato argüido na defesa e inexistindo imediatidade entre o evento e a dispensa do obreiro, tem-se como injusto o despedimento». — Acórdão 1.333, de 4-3-75, da 3.a Turma do TRT da 2.a Região, no Proc. TRT/SP2.313/74, de São Paulo (Bento Pupo Pesce, Pres.; Geraldo Santana de Oliveira, Rel.). ÍNCOLA F-17-553/75-20

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casso conhecimento, an nivel de operação, dos métodos e dos meios para combatê-la. Quando esta última condição não subsiste, aparece aquela clue é devida à complexidade dos investimentos necessários para conter e combater

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material fona-absorvente, fibra longa de. lã de rocha com determinada densidade, é seguro por cilindros de chapa com perfuração especial. Este silenciador encontra sou melhor emprego quando instalado mediante inserção, sabre longas tubagens com seção circular para impedir a transmissão à distancia, por meio do ar. da rumorosidade procedente da máquina.

No setor industrial, tomam-se providencias sõ quando os órgiios de controle intervem com verificações e inquérito.

Cumpre também sua função quando é unido aos ventiladores axiais e nos casos ern que não seja possível a utilização de silenciadores de forma retangular. As coifas insonorizadas são constituidas por painéis autcportadores com diversas camadas cio material de abatimento do ruido. São construídos de maneira não padronizada seu planejamento conforme o emprego deve levar em conta aberturas para entrada e saida de tubagens, para os eixos dos volantes de regulagem. São também providas de portinholas de inspeção e de silenciador para a troca térmica corn externo. A retenção acústica é garantida por guarnições de neoprene. Seu emprego estende-se também aos ventiladores externos de ar comburente As válvulas de redução de pressão do vapor. efeito procedente destas aparelhagens causou uma diminuição da intensidade, variável se-

poluição.

Não é arriscado afirmar que a indústria ainda não alcançou a consciência social do proBasta um exemplo clue pode se referir ao nosso se tor: o ion cromo quando se apresenta no rstado hexavalente, é um metal facilmente tra os te:rmáve I em bicromato, cromato ou ácido crônico, isto é, em substancia de extrema taxicidade, altamente solúvel em agua e que não naturalmente degradada ta4et terreno em substAncia A taxicielade não diz respeito somente' are hie mem, mas a qualquer organismo animal au vogetal. A agua torna-se não potável quando seu conteúdo de cromo hexavalente é de 0,050 mg. I. Ern alguns centros industriais, recentemente, e veios de Agua revelaram valores da poços os ordem de 0.3 mg/I, isto é, seis vezes superiores tolerabilidade reconhecida. 1st° significa portent() que o despejo dos refugos que contém este ion dá-se infelizmente ainda de maneira indiscriminada. O ciclo das poluições da indústria gráfica pode ser representado wn e seguinte esquem:::

gundo as fontes, de 15 a 25 dB A. descarga gasosa

AR— 3 IMPLICAÇÕES COM A NATUREZA QUE RODEM O ESTABELECIMENTO H 20

descarga liquida

Process

Embora o problema da poluição do ambiente externo, isto é, da atmosfera e do sistema hidrico, seja largamente tratado tanto pela empresa, quanto por convenções técnicas, infelizmente , a situação, pelo menos na Italia, permanece grave não está sob controle especial. Não se pode contestar que a deteriorização do ambiente natural tenha alcançado nas Areas fortemente industrializadas, exatamente como conseqüência da dispersão indiscriminada dos resíduos das operações ou dos refugos industriais no solo ou no sistema hídrico, proporções alarmantes para a saúde do homem e para o ambiente em que ele vive. Deve-se buscar as causas na carência das leis, como já dissemos, e principalmente no es-

descarga sólida

Matéria— prima Fig.

23

Neste capítulo nos referimos, com particular tealce, h descarga hídrica, posto termos já tratado no ponto 2 Aquela gasosa e reduzindo as resíduos sólidos a fardos de papel prensado, a poeira de papel ensacado e a lamas de metais pesados. A eliminação destes últimos, em certos cases, pode constituir um problema; geralmente são cedidos a fundições estando os metais quase sempre no estado de oxido ou hidróxido.

Boletim da Ind. Gráfica-6/75

41


3.1

Produtos químicos nos despejos industriais

Nosso processo é responsável pelos seguintes principais tipos de refugo: de resíduos de fotomectinica e fotografia; de processos galvinicos; de gravações de metais; de águas e solventes de lavagem. Conforme G. Bianucci em O tratamento das Aguas poluídas, as principais conseqüências dos despejos poluidores dão-se por: morte de peixes, de bactérias aeróbias e da flora aquática; emanações de cheiros mefíticos, de espumas, de camadas superficiais dos produtos em putrefação; difusão de microrganismos patogénicos e, portanto, impossibilidade (a menos que não se f açam importantes investimentos) de tornar a água potável; inconvenientes na reciclagem das águas para fins industriais. A este respeito, não se deve esquecer o prejuízo que se reflete sobre o setor agrícola, onde: as lavouras são comprometidas pelas irrigações com Aguas contendo substâncias tóxicas que diminuem a produção e lhe comprometem a qualidade; o gado que bebe tais águas é submetido intoxicação progressiva ou no melhor dos casos a doenças. Como descreve R. Spigo em Poluição e Indústria Gráfica, um dos indices mais significativos para determinar o grau de poluição de um despejo industrial aos efeitos da sobrevivência da flora aquática é o assim chamado C.O.D. «Chemical Oxygen Demand», demanda química de oxigênio. O empobrecimento de oxigênio dissolvido naturalmente na água produz efeito prejudicial A. vida da fauna aquática e é causado pela presença de substâncias inorgânicas redutoras e/ou de substâncias orgânicas capazes de processos de decomposição. Por causa do efeito redutor e pelo efeito de decomposição diminui o conteúdo de oxigênio presente na água, tanto mais quanto maior for a presença das substancias com as características acima mencionadas. O oxigênio assim absorvido por outro meio não se acha mais A. disposição das bactérias aeróbias que o empregariam para transformar substâncias orgânicas presentes na água ern outras mais simples não poluidoras. Quando o oxigênio falta por causa dos redutores, formam-se as assim chamadas bactérias anaeróbias que também destroem as substâncias

42

Boletim da Ind. Gráfica-6175

orgánicas, porém, ate um ponto intermédio, produzindo substâncias tóxicas como o metano, amoníaco, fosfina, ácido sulfídrico, etc. O COD expresso em mg/1 representa a quantidade de oxigênio dissolvido em uma determinada quantidade de água, necessária a decompor, por um processo de oxidação, as substâncias orgânicas e inorgânicas presentes em um dado tempo a uma dada temperatura. Quanto mais elevado for o COD, maior resultará o conteúdo de substâncias capazes de desagregar e maior será a demanda de oxigênio destinado a esta função com prejuízo relativo da vida da fauna ictilca. Outro índice que também determina a quantidade de oxigênio para a degradação de substâncias que poluem é o B.O.D. «Biochemical Oxygen Demand», demanda bioquímica de oxigênio. A diferença entre os dois indices é que o primeiro refere-se tanto its substâncias orgânicas como As inorgânicas presentes na água, enquanto que o segundo refere-se somente tis substâncias

orgânicas. Sendo o primeiro (COD) mais completo, é naturalmente preferido. As substâncias inorgânicas e orgânicas responsáveis por estes processos de redução são na indústria gráfica respectivamente os sulfitos e os reveladores fotográficos, refugos das seções de fotomecanica e de fotografia. Estes refugos contém também o ion cianeto sob forma simples e complexa. A descarga procedente da gravação, seja do cilindro rotogravura, seja da chapa offset, é rica de metais pesados dissolvidos sob forma de sais com grau variável de toxicidade: Os metais pesados mais comuns são: a prata, o cádmio, o cromo, o ferro, o cobre, o níquel o zinco. O despejo do processo de galvanoplastia 6 constituído essencialmente por: águas ácidas que contêm principalmente ion cromo hexavalente; Aguas alcalinas que contém fosfatos, cianetos simples e complexos, além de substâncias orgânicas procedentes de operações de desengorduramento. As seções de fotomecânica e de fotografia usam uma quantidade considerável de produtos químicos que não são consumidos completamente durante o ciclo de produção e que são encaminhados ao despejo contendo ainda substâncias poluidoras. Nas máquinas automáticas de revelação, fixação, lavagem e secagem, os banhos são continuamente regenerados com soluções originais análogas que mantêm constante a concentração. (Continua no próximo número)


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Rio de Janeiro - RJ DELEGADOS binfins Brandini 1 Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentin' Brandini ADA MANTINA, SP 2 -- Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, '1.134/42 Direi or: Jovenil Rodrigues de

Souza ARARAQUARA, SP 3 —• Grifio.t Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Menial:ides Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 — Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP 5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP 6 --- Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Gua,rnieri Filho ITU, SP

7 — Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni JUNDIAI, SP 8 — Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP

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Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSÉ DO RIO PRETO

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Bandeirante S. A. hid. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: FenMe & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRÉ, SP

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(Irn flea-

6;75

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Boletim da Ind. Gráfica-6/75

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