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Boletim da Indústria Gráfica Ano XXVII-1-1975

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDIDSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de Sim) Paulo Diretoria: Presidente:

Secretariat Das 8 às 11,30 e das 13 às 17,30 horas Aos sábados nit() há expediente

RUBENS AMAT FERREIRA

Vice - Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

2.° Vice - Presidente: PERY BOMEISEL

Secretário:

Boletim da Indústria Gráfica

SIDNEY FERNANDES 2.° Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FILHO

Tesoureiro: ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA 2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI JOSE BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTÁCIO GODOY

Distribuído pela Assuciacao Brasileira da Indústria Gráfica Registrado no 1.0 Oficio de Registros de 'Mulos e Documentos de São Paulo - SP sob n. ° de ordem 969, no livro B, n.. 2 de Matriculas do Registro de Oficinas ImpreSsoras e Revistas e Jornais.

ANO XXVII — 1/1875 Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12. 0 Telefones; 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7815 01223 São Paulo, SP, Brasil Diretor responsável: OLAVIO DIETZSCH

Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S/A Rua do Bosque, 1426 (Barra Funda) Caps; GRÁFICOS BRUNNER Impressa em papel COUCHECOTE, 180 g.

Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical Distribuição de publiCacões periódicas e informativas Orientação para pedidos de Isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI Departamento Jurídico: ANTONIO FAKHANy JR. ANTONIO URBINO PENNA JR. EDUARDO BACHIR ABDALLA

Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, dye's e criminais.

Conselho Fiscal: HOMERO VILLELA DE ANDRADE

VITTO JOSE CIASCA Jost RAPHEL FIRMINO T1ACCI

Sumário

Suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI Jost AIDAR FILHO

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Vice - Presidente:

Editorial

3

Noticiário do SINDICATO

4

Noticiário da ABIGRAF

6

Noticiário da FIESP-CIESP

10

Economia

16

Noticiário TECNICO

18

Várias

29

Setor Jurídico

30

Regionais da ABIGRAF

36

HENRIQUE NATHANIEL COUBE

Secretário SIDNEY FERNANDES

2.0 Secretário: JOSE AIDAR FILHO Tesoureiro: IRINEU THOMAZ 2.° Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Diretor Relações Públicas; PERT BOMEISEL

Suplentes; JOSt BIGNARDI NETO [SAIAS SPINA

SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JOÃO ANASTÁCIO GODOY DRAUSIO BASILE WIDAR ASBAHR

Conselho Fiscal: JOSE RAPHAEL FIRMINO TIACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FILII0 VPITO JOSE CIASCA

Nossa capa: AMPLIAÇÃO DE DIVERSOS TIPOS DE RET1CULAS (Ver texto na pág. 7)

Secretaria Geral:

Suplentes: IRINEU FRANCISCO Rocco AYRTO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO

Delegados Representantes Junto A. FIESP: THEOBALDO DE NIORIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE

Suplentes: Jost BIGNARDI NETO WALDYR MOLL'

Guia da IND. GRAFICA

. 38


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Boletim da Ind. Gráfica-1/75


De 3 a 9 de março vindouro estará funcionando, no Parque Anhembi, em São Paulo, a 7Y Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas. A importância deste certame, que tem o patrocínio da ABIGRAF e do SIGESP, cresceu de feira para feira e desta vez ela avulta em face da hora que vivemos, em que vários fatores excepcionais acentuam a validade da sua razão de ser. As artes gráficas, nos últimos anos, sofreram avanços tecnológicos avassalantes nos seus processos de produção. O empresário do setor, desejoso em manter o seu estabelecimento operacionalmente atualizado, muitas vezes é colocado diante de difíceis e onerosas situações de discernimento em face de novos sistemas, máquinas e materiais, e isso mesmo quando pode contar com o assessoramento de pessoal de prim rira linha. A produção industrial da embalagem já atingiu em nosso meio nível lisonjeiro em qualidade e volume de produção; no entanto, sofisticadas técnicas, cada vez mais apuradas, também neste ramo da indústria gráfica vão sendo colocadas no mercado. Deste modo a indústria da embalagem de igual modo está constantemente diante de problemas de equipamento. Quanto ao papel, tem este para todos nós, como matéria-prima número um do setor, a importância equivalente ao seu valor, acrescido do lastro 'negativo de que se compõe a sua hodierna carência. Mas importante j, para todos nós, tomar conhecimento mais chegado do que vai pelo seu mundo parte, do qual tanto dependemos. Terá assim a 7`1 Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas o condão de colocar ao alcance das mãos e da análise percuciente do nosso já evoluído mundo gráfico, nesta hora de decisivos assentamentos, muitas das importantes inovações em sistemas e maquinaria, em cada uma das especialidades (is quais é dedicada. Mas mostrará a 7'!' Feira Internacional de Embalagem, Papele Artes Gráficas, ainda, e especialmente, aquilo de realmente excepcional que as nossas indústrias gráficas, do papel e de embalagem já estão em condições de realizar, sem desdouro em comparação com produtos de quaisquer procedências.. E, tendo em mente o êxito e . os benefícios posteriores que os certames passados tiveram sobre o progresso da nossa indústria gráfica, justo é esperar-se desta Feira uma contribuição ainda mais positiva para o aumento da rentabilidade do nosso setor, em todos os sentidos.

Boletim tip., Ind.. Grafleti..-1/75


Noticiário do Sindicato

\\

‘\

INSCRIÇÕES NO COLÉGIO INDUSTRIAL DE ARTES GRÁFICAS -THEOBALDO DE NIGRISO Colégio Industrial de Artes Gráficas «Theobaldo De Nigris», do Dept°. Regional do SENAI de São Paulo, abriu inscrições para o Curso Técnico de Artes Gráficas, de 2.° grau, e para o Curso de QuaI i ficação Profissional a nível de 2.° grau (Curso Técnico Intensivo). Os Cursos do CIAG, como todos os cursos do SENAI, são inteiramente gratuitos e neles podem matricular-se candidatos de ambos os sexos, podendo especializar-se nas Areas de fotomecanica, tipografia, rotagravura e produção visual gráfica.

4

sendo trés na escola e um de estágio supervisionado na indústria. O currículo compreende a parte de Educação Geral (lingua portuguesa e literatura brasileira, inglas, geografia, história, organização social e política brasileira, educação moral e cívica, matemática ,física, química, biologia, educação física, educação artística e programas de saúde) e a parte de Formação Especial (fotomecanica, composição e impressão tipográfica, impressão offset, rotogravura, produção visual gráfica, acabamento, desenho aplicado as artes gráficas, desenho técnico de máquinas, história da arte, organização e normas, tecnologia gráfica, ensaios tecnológicos, física aplicada e química industrial).

Os interessados podem inscrever-se na secretaria da própria escola na rua Bresser, 2.315, Mooca. A prova de seleção para o Curso Técnico de 2.° grau, consta de: conhecimentos gerais (português, matemática e ciências, ao nível de 1. 0 grau), aptidão mental (testes) e entrevista. Os técnicos de nível médio desempenham importante papel nas empresas, executando tarefas diversas nos setores de administração, planejamento, produção, laboratórios, controle, manutenção, assistência técnica e vendas.

O Curso Técnico Intensivo cuida especialmente do ensino de disciplinas proifssionalizantes, sendo destinado a alunos que já tenham concluído o ensino de 2.° grau no que se refere à educação geral. A duração é de dois anos, sendo um ano de atividades escolares, com inicio a três de fevereiro, nove meses de estagio na indústria e dois meses de atividades escolares complementares.

O Curso Técnico de 2.° grau tem a duração de quatro anos,

O Departamento Nacional do SENAI oferece, mediante cer-

Boletim da Ind. Gráfica-1/75

tas condições, bolsas de estudos, no valor de uma vez e meia o maior salário mínimo do Pais, a alunos portadores do Certificado de Conclusão de 2.° grau e matriculados nos Cursos Técnicos Intensivos, desde que apresentados por indústrias do respectivo setor. As bolsas são concedidas também a alunos de outros Estados.

fVIINISTERIO DA INDÚSTRIA E COMERCIO DISPOSIÇÃO DOS EMPRESÁRIOS GRÁFICOS

Do gabinete do Delegado do Ministério da Indústria e Comércio, em São Paulo, recebeu o SIGESP solicitação de que por seu intermédio fosse levado ao conhecimento das empresas suas filiadas, de que essa Delegacia, na pessoa de seu titular, Dr. Francisco Salazar, está A disposição das empresas gráficas, através de seu Sindicato, no sentido de obter soluções para problemas da competência desse Ministério, inclusive solicitações de audiências, convocação de reuniões, etc. Congratula-se o SIGESP com essa providência de iniciativa do ilustre Delegado do Ministério da Indústria e Comércio em São Paulo, visto que essa medida em muito virá facilitar o andamento e solução de problemas do setor gráfico junto a esse importante órgão da administração federal.


CHILE QUER EXPORTAR PAPEL E CELULOSE PARA O BRASIL

T Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas

Em carta dirigida ao sr. Rubens Amat Ferreira, presidente do SIGESP, informa o Setor de Promoção da Exportação — SEPE, do Banco do Brasil, sobre o desejo da República do Chile de exportar para o Brasil produtos de interesse para as nossas indústrias de papel e gráfica, conforme a relação de firmas, anexa à carta em questão, que a seguir reproduzimos:

3a9de marco-1975

Papel e celulose Laja Crown S/A (LACROSA) Agustinas 1343, piso 3.°,

Santiago (papéis especiais) Papelera del Pacifico Ltda. (PADELPA)

Dr. Carlos Char lin 1540, Santiago (papel coucha) Industrias Forestales S/A (INFORSA) Agustinas 1235,

piso 5.0, Santiago (papel de imprensa) Celulosa Arauco S/A Agustinas 1070, piso 6.°, Santiago (celulose branqueada e semi-branqueada, etc.) Celulosa Constitución Agustinas 1225, piso

5.°,

Santiago Cia. Manufacturera de Pape les y Cartones S/A Casilla 297, Santiago (celulose e papel) Rayon Said Industrias Quimicas S/A Pte. J. A. Rios 6, piso 5.°, Santiago

Parque Anhembi São Paulo Brasilt, •

March tti1975 1 4 3 to 9

PInternational Packaging, i,raper and Graphic Arts Trade Fair ,) Cartaz promoeional da 7 4 FfEPAG, Representa um clichê (invertido). No original, de 26 cm x 47 cm (sangrado), apresenta-se impresso ern duas cores: o fundo no cinza-azulado do zinco, as partes salientes no sépia do após gravação. A 7 4 EIEPAG será dividida ern setores e já confirmaram sua participação oficial a Italia, a Grã-Bretanha, com 11 firmas, os EEUU, através do U.S. Department of Commerce, com 60 firmas, e indústrias nacionais e representantes exclusivos de firmas estrangeiras, sendo que 90% do espaço reservado para o certame já se achava vendido no inicio de janeiro.

(celofane) Linha branca

Está, portanto, assegurado o êxito da importante Feira, que assim nos dará uma visão completa do progresso havido, nos últimos anos, nos vários setores da indústria gráfica.

1) Fabrica Nacional de Loza de Penco S/A Carrascal 6654, Santiago Boletim da Ind.

Gráfica-1/75

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\ N Noticiário da ABIGRAF

VIAGENS DO PRESIDENTE DA ABIGRAF NO INTERESSE DA INDUSTRIA GRÁFICA Em princípios de dezembro último, o sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF e do SIGESP, realizou duas viagens para tratar de assuntos de interesse da indústria gráfica. Em ambas essas viagens foi assessorado pelo Dr. Antônio Urbino Penna Jor., e a primeira foi ao Rio de Janeiro, no dia 3 daquele mas e se deveu à convocação feita pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros, a fim de debater as alterações a serem introduzidas na portaria do CDI n.° 23/71, que estabeleceu a sistemática para o processamento dos pedidos de incentivos fiscais corn base no decreto 68555/71 (importação de pegas e sobressalentes para empresas jornalísticas e editoras com isenção de impostos). Participaram da reunião as seguintes entidades: Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas da Guanabara, Sindicato das Indústrias Gráficas do e Estado da Guanabara ABIGRAF. Manteve o sr. Rubens Amat Ferreira, além da reunião realizada na sede do SNEL, ainda contato com o CPA, na pessoa do Dr. Guilherme Soria Bastos, na esperança de obter esclarecimentos sobre noticia publicada em jornal versando 6

Boletim da Ind. Gráfica -1/75

.()1)re a redução do imposto de importação para produtos grá-

ficos em geral, medida essa que seria adotada em conseqüência dos trabalhos desenvolvidos pela Missão Comercial Mista Brasil-Espanha. No entanto, nada de positivo soube o Dr. Guilherme adiantar sobre o assunto. No mesmo dia foi ainda mantido contato com o Depto. de Assuntos da ALALC da CNI, na pessoa do Sr. Ronaldo César Gomes de Azevedo, o qual prestou esclarecimentos sobre o processamento dos projetos de acordo de complernentação, tendo fornecido o roteiro determinado pela Comissão Nacional para os assuntos da ALALC, objetivando a coleta de informações sobre os projetos de acordos firmados nas reuniões setoriais. A segunda viagem, realizada nos dias 4 e 5 a Florianópolis, atendeu a convite feito pelo presidente da Regional ABIGRAF Santa Catarina através da carta de 20/11, para que a presidência da ABIGRAF participasse da última reunião do corrente ano daquela Regional. Foram debatidos assuntos diversos, destacando-se a explanação feita pelo sr. Vitor Zanetti sobre os problemas da indústria gráfica daquele Estado, sendo que o Sr. Rubens Amat Ferreira teceu comentários ge-

rais sobre a situação da indústria gráfica nacional e os trabalhos desenvolvidos pela ABIGRAF, objetivando o aquacionamento dos problemas apontados pelo Sr. Zanetti. Em suma, ficou decidido o seguinte: 1 — A ABIGRAF Regional Santa Catarina devera encaminhar a ABIGRAF Nacional oficio expondo os problemas com que se defronta o setor gráfico daquele Estado, para que a ABIGRAF Nacional possa, juntamente com os demais ofícios no mesmo sentido a ser encaminhados pelas demais Regionais, chegar a uma conclusão de quais são os principais problemas com que se defronta a indústria gráfica nacional na atualidade para que então sejam equacionados, em busca de uma solução para os mesmos. 2 — Deverá a ABIGRAF Nacional informar a Regional Santa Catarina sobre a isenção de IPI para os trabalhos gra.ficos em que ha só prestação de serviços. 3 — Devera. a ABIGRAF Nacional encaminhar a Regional Santa Catarina parecer sobre a insalubridade. 4 — Deverá ser feito um trabalho pela ABIGRAF Nacional objetivando a adoção do formato DIM-A.4. 5 — O débito da Regional Santa Catarina relativo as cotas da CONLATINGRAF ficará em aberto até que essa entidade possa saldá-lo. 6 — Foram apresentadas as propostas para a composição das novas diretorias da Regional Santa Catarina e do Sindicato das Indústrias Gráficas de Joinville.


FUNDADA A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO

PAPELÃO ONDULADO

Em carta dirigida ao sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF, comunica o presidente da recém-fundada Associação Brasileira do Papelão Ondulado — ABPO, sr. Roberto Nicolau Jeha, a eleição da primeira diretoria, já empossada, da novel Associação, diretoria essa assim constituida: Presidente: Roberto Nicolau Jeha; 1. 0 Vice-Presidente: H. Horácio Cherkassky; 2.° Vice-Presidente: Raul Trombini; 3.° Vice-Presidente: Jose Guilherme César de Andrade; 4. 0 Vice-Presidente: Luiz Brasil Dias Cunha; 1. 0 Secretário: Jose Frugis; 2.° Secretário: José Ianni; 1. 0 Tesoureiro: Marcello L. Pilar; 2.° Tesoureiro: Oswaldo Lazaretti; 1. 0 Diretor Adjunto: Petre Madja-

rof e 2.0 Diretor Adjunto: Edgar de Mello Filho. A Associação Brasileira do Papelão Ondulado, os cordiais votos da ABIGRAF e do SIGESP, de pleno êxito ern seus elevados propósitos na defesa dos interesses da categoria industrial que de ora em diante passa a representar.

BOLSA DE ESTUDO ATRAVÉS DA CON LATINGRAF

em teste psicotécnico. Condições: Não existe limite de idade para pleitear a Bolsa; o curso será gratuito, com exceção do alojamento e da alimentação, que serão por conta do bolsista. O Curso: Curso completo de dois semestres, com inicio em setembro de cada ano e inscrições em agosto. Horário das aulas: 9 As 12 horas, o curso prático em equipes; 14 ?Ls 17 horas, o curso teórico. O Curso compreende: offset, fotomecânica, tintas, papel, técnica de impressão, transporte, retoques, etc.

Era carta circular de n. 0 20, da CONLATINGRAF — Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica, recebeu a ABIGRAF informações sobre a Bolsa de Estudo que o Centro de Capacitación Litográfica do Mexico pôs à. disposição da CONLATINGRAF e que está submetida às seguintes condições e requisitos: Requisitos: Certificado de Curso Secundário; Aprovação

NOSSA CAPA iniciamos com o presente nómero a publicação de nova série de capas do BIG. Constarão de trabalhos oriundos da própria oficina gráfica — montagens, ampliações, composições — peculiares motivos que, apresentados de forma inusitada, ganham valor decorativo. A capa desta edição nada mais é quo a ampliação de várias espécies de reticulas.

DIAS EM QUE É PROIBIDO O TRABALHO NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO RESSALVADAS AS

EXCEÇÕES

LEGAIS

1975

1

NOVEMBRO

ABRIL

JANEIRO

TIRADENTES Segunda-Feira BOM 9 1.266 Q uarta-Feira Lei Federal 11 de 8/12/50 662 nn Federal Lei de 6/4/49

21

2

de 6/4/67

MAIO

- TRABALHO Feira Lei Federal n° 662 de 6/4/49 CORPUS CHRISTI Quinta-Feira Lei Municipal n' 7.008 de 6/4/67 DIA

25

FUNDAÇÃO DA CIDADE Sábado Lei Municipal n° 7.008 de 6/4/67

MARÇO

28

PAIXAO Sexta-Feira Lei Municipal n° 7.008

1

29

INDEPENDÊNCIA Domingo Lei Federal n9 662

de 6/4/49

15

PROCL. DA REPUBLICA

Sábado Lei Federal n° 662 de 6/4/49

DEZEMBRO

SETEMBRO

7

FINADOS Domingo Lei Municipal n9 7.008

25

NATAL Quinta-Feira Lei Federal n° 662

de 6/4/49

de 6/4/67 Boletim da Ind. Gráfica---1/75

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NOTICIARIO DA ABIGRAF

INAUGURADAS AS NOVAS INSTALAÇÕES DA <GUTENBERG ,, - MÁQUINAS E MATERIAIS GRÁFICOS LTDA. Entrega da 6.000a Máquina -Heidelberg'', que é ao mesmo tempo a 600 9 Impressora -Offset Original Heidelberg» vendida no Brasil — Outras solenidades No dia 28 de novembro ultimo a aGutenberg» — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., fez inaugurar as suas novas, amplas e modernas instalações, destinadas ao setor administrativo, salas de demonstrações e seções técnicas e de oficina. Empresa amplamente conhecida no Brasil todo, pois que possui filiais em Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife (além de manter representantes nas principais praças do Pals), teve a «Gutenberg» — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda. a grata satisfação de contar nessa ocasião com a presença de centenas de clientes e amigos de sua organiza-

ç ão, tanto de Sao Paulo, como procedentes de vários Estados e, mesmo, do exterior. A aGutenberg» — Máquinas e Materiais Gráficos Ltda. é uma importante firma de vendas e assistência técnica, no Brasil, das impressoras «Heidelberg», e tem como diretores os srs. Rudolf Conrad Fuerst e Werner Tiedemann, sob cuja orientação se converteu num dos grandes «entrepostos» de máquinas gráficas do Pais, que dá ocupação a mais de 100 funcionários, entre eles 30 técnicos para montar as máquinas Heidelberg e prestar toda e qualquer assistência aos seus

clientes.

O sr. Homero Vilella de Andrade, diretor-tesoureiro da Federação das Indústrias do Estado de Silo Paulo e na ocasião representando o Sr. Theobaldo De Nigris, contempla a preciosa gravura antiga cline foi ofertada an presidente da FIESP-CIESP pelos seus serviços prestados ao setor gráfico.

O sr.

-Roo

Danzpr, diretor da

Dr iielimasehinen Aktiengesellschaft. no momento em one colocava na lapela do Sr. Werner Tiedermann, diretor da «Gutenberg» — Máquinas e Materiais Gráficos Lida., a aComenda Heidelberg», ulleidelberger

O Brasil tem, alias, o 8.° lugar entre os paises-clientes da Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft, a grande representada da «Gutenberg*, e as solenidades da inauguração das novas instalações desta coincidiram com a entrega da 6.000» máquina Heidelberg, que 6, ao mesmo tempo, a 600» impressora Offset Original Heidelberg, vendida no Brasil. 8

Boletim da Ind. Gráfica-1/75


Contaram essas solenidades com a presença de numerosas e proeminentes figuras do nosso mundo gráfico e de destacadas personalidades da vida econômica, política e cultural de São Paulo e procedentes de todo o Brasil, entre eles o presidente da ABIGRAF e do SIGESP, sr. Rubens Amat Ferreira, o sr. Homero Vilela de Andrade, representando o Dr. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP-CIESP e do Sr. Rolf Danzer, diretor da «HeiDruckmaschienen delberger

Aktiengesellschaft»,

especial-

mente vindo da Alemanha para a ocasião. Durante a solenidade a «Gutenber» — Máquinas e Materiais Gráficos, foi homenageada pela sua representada, em virtude dos extraordinários esforços que vem desenvolvendo desde a sua fundação para o desenvolvimento da indústria gráfica brasileira, tendo o diretor da renomada indústria alemã, Sr. Rolf Danzer, saudado os srs. Rudolf Conrad Fuerst e Werner Tiedemann, diretores da «Gutenberg», e conferido a ambos a «Comen-

da Heidelberg» (constituída de um diploma e uma agulha-distintivo em ouro), criada para distinguir os representantes de altos méritos no seio da sua organização de vendas e assistência técnica.

Em seguida, várias personalidades receberam valiosas lembranças. O sr. Rubens Amat Ferreira foi contemplado com um fac-símile de 2 páginas da bíblia, de Gutenberg. O Dr.

O sr. Ruben Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF e do SIGESP, aprecia o magnífico fac-simile de dues vaginas da biblia de Gutenberg que o Sr. Rolf Danzer, diretor da «Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft» the está ofertando em nome de sua organizacilo. dorante as solenidades que se seguiram à inauguração das novas instalaeiies da «Gutenberg».

Theobaldo De Nigris recebeu, em mãos do Sr. Homero Vilella de Andrade, diretor-tesoureiro da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, uma

reprodução em talhe-doce do século XVIII, representando a cidade de Heidelberg, homenageando o presidente da FIESPCIESP pelos seus serviços prestados ao setor gráfico. O BIG deixa aqui consignados, à «GUTENBERG» — Maquinas e Materiais Gráficos Ltda., os votos de aumentada prosperidade ern suas novas e amplas instalações .

O sr. Rudolf Conrad Fuerst, diretor - da «Gutenberg» — Máquinas e Materials Gráficos Ltda., reeebe em sua lapela, colocada pelo sr. Rolf Panzer, diretor da «Heidelberger Druckmaschinen Aktiengesellschaft», a «Comenda Heidelberg».

Boletim da Ind.

Gráfica

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Noticiário da FIESP-CIESP

INDÚSTRIA E GOVERNO VÊEM COM OTIMISMO A SITUAÇÃO BRASILEIRA As mensagens de otimismo do secretário dos Transportes, Paulo Salim Maluf, e do presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sr. Tlieobaldo De Nigris, ao comentarem a situação brasileira diante do quadro internacional e, mais especialmente, as nossas pers-

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Boletim da Ind. Gráfica-1/75

pectivas econômicas, marcaram o almoço de confraternização da indústria de São Paulo promovido pela FIESPCIESP, no dia 18 de dezembro último, no Buffet Colonial, ao qual compareceram numerosos empresários, presidentes de Sindicatos da Indústria, autoridades, convidados especiais,

assessores e funcionários da Casa da Indústria paulista, elementos do SESI, SENAI e Instituto «Roberto Simonsen». Falando como homem de Governo e empresário, o secretário dos Transportes do Estado, Paulo Salim Maluf, pronunciou nessa ocasião vibrante discurso de otimismo no processo de desenvolvimento do Pais, ao relacionar a situacão brasileira diante da crise internacional e, especificamente, ao falar das perspectivas da Nação face ao qu e ele classificou como «noticias boas»: o petróleo em Campos e o carvão (de boa qualidade) em Solimões. Vista parcial do salao do Buffet Colonial, obtida durante o almoço de confraternizaçao da Indústria de Sao Paulo, promovido pela no dia 18 de

dezembro titling.


Saudando o presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Sr. Theobaldo De Nigris, e na sua pessoa, a todos os empresários presentes, Paulo Salim Maluf situou, no seu entender, o ano de 1974. Disse que, realmente, o ano que findou «não foi aquele que esperávamos que fosse», frisando que fatores externos, de todos conhecidos, não deixaram de se refletir em nosso Pais. Para ele, no entanto, o Brasil é uma das poucas nações do mundo em que os problemas de mercado de trabalho não se manifestaram. Não deixou de sublinhar as condições favoráveis para o nosso desenvolvimento, já que vivemos num pais sem preconceitos religiosos, de cor ou quaisquer outros e que, em razão deste fato, está fundindo uma grande raça.

Lembrando que o Brasil-Colônia abrigava uma população de poucos milhões de almas e que no final do século seremos cerca de 200 milhões de habitantes, o Sr. Paulo Salim Maluf assinalou que hoje somos

Flagrante do momento em que fazia uso da alavra o secretario dos Transportes, Paulo Salim Main/.

a 83 população do mundo, cuja produção, expressa pelo PIB, ocupa o 14.° andar.

O sr. Theobaldo De Nigris, pre-

sidente da FIESP-CIESP, no instante em que saudava os presentes ao concorrido almoco de confraternizacito da Indústria paulista, no dia 18 de dezembro ultimo.

Boletim da Ind.

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NOTICIÁRIO DA FIESP-CIESP

Do mesmo tom otimista sem no entanto deixar de Considerar o lado realista da conjuntura que o mundo vive — foi o discurso que o presidente da FIESP-CIESP pronunciou por ocasião desse concorrido jantar da nossa indústria. Disse o sr. Theobaldo De Nigris, entre outras coisas, que «a conjuntura internacional, nos últimos dois anos, sobretudo após a nova política de suprimento de petróleo, sofreu violento reajustamento de idéias, de práticas, de necessidade, de carência e de propósitos. Nenhum governo, de nenhuma nação — pouco importa o seu mérito e suas intenções — pode, pois, fugir à influência implacável dos novos fatos. «Assim, estamos assistindo — testemunhas previlegiadas, não sem angústias e apreensões, ao realinhamento de f atores internacionais que repercutem, de modo vital, na economia, nas finanças e no espírito social de todos os povos. O Brasil — grande Pais emergente — não podia ser exceção. E se o fosse, pior seria, pois então não estaríamos integrados, como grande Nação, em impetuoso desenvolvimento, nos quadros conturbados do mundo contemporâneo». Após ter situado devidamente as grandes possibilidades do Brasil neste momento crucial que todas as nações vivem no momento, quer desenvolvidas ou em desenvolvimento ou subdesenvolvidas — e de se referir aos deveres do empresariado nesta hora de apertos e incertezas, termina a sua oração dizendo que «o Centro e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, e seus sindicatos filiados — a nossa casa, complemento, com as nossas empresas, do nosso lar, transmitem, por meu in12

Boletim da Ind. Gráfica-1/75

termédio, a todos os que nos honram com suas presenças, a seus associados, e aos empresários de todos os setores industriais, a sua mensagem de um próspero ano novo. E que seja efetivamente novo em todos os seus aspectos, sem as dificuldades do ano que se extingue. t uma mensagem de otimismo, de confiança e de certeza de que o Brasil, seu Governo e seu povo, identificados pelos mesmos ideais, vencerão mais uma etapa de nossa história. E o farão com a nossa vocação cristã, de ver as coisas sob o Angulo construtivo e humano, e com robustecida fé em nossos destinos. Desejo a todos, pois, ern nome de nossas entidades, sob a proteção de Deus, todas as venturas em 1975, e às suas excelentíssimas famílias, a que se somam seus colaboradores; juntos, estamos construindo uma grande nação que desejamos seja orgulho, modelo e inspiração para as demais do novo século que logo se avizinha. Esperemos, pois, confiantes. Como nos conforta a esperança bíblica, que 1975, seja um despontar de aurora e dissipação de sombras.

NOVOS MERCADOS PARA PRODUTOS NÃO TRADICIONAIS BRASILEIROS Dois estudos estatisticos de mercado exterior serão cruzados com uma matriz de análises pelo IPEA — Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas, em convênio com o Itamarati, objetivando fornecer ao Ministério das Relações Exteriores uma nova visão de mercados de 135 países para exportações de produtos não tradicionais. A informação foi for-

necida pelo sr. Gilberto Souza Valle, coordenador-adjunto do Convênio, abrindo a reunião que a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo programaram, através do seu Departamento de Comércio Exterior, com representantes daquele Instituto e de Sindicatos da categoria econômica de nosso Estado. Participaram da mesa diretora dos trabalhos a sra. Maria Alice Jaeger, economista do IPEA; Carlos Eduardo Botelho, 3.° secretário do Ministério das Relações Exteriores; Epaminondas Paulino Silva, economista do Convênio.

CAPACIDADE DE INVESTIMENTO DE SAO PAULO AUMENTA 500°/o Reiterando a importância da participação empresarial no processo de desenvolvimento do Estado — e citou como um dos exemplos este dado: 90% do orçamento de São Paulo (cerca de 30 bilhões de cruzeiros) são provenientes do ICM — o governador Laudo Natel fez, durante jantar de confraternização do setor da Indústria de Tintas e Vernizes, dia 29 de dezembro último, no Buffet Colonial, um rápido balanço de sua administração. Falando como convidado de honra na solenidade promovida pelo Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (durante a qual o setor lhe prestou homenagem pelo apoio dado h categoria econômica e ao empresariado em geral), Laudo Natel alinhou uma série de realizações que conformam e justificam o crescimento de 500% no volume de investimentos verificado ao longo de sua gestão, nas mais diversas Areas.


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NOTICIÁRIO DA FIESP-CIESP

BRASIL PARTICIPARA EM 65 FEIRAS NO EXTERIOR EM 1975 Em 1971, o Pais participou oficialmente de 16 feiras e exposições no Exterior; nos últimos três anos, esta participação cresceu desta forma — 35 feiras e exposições; 38; e no ano passado, em 43 manifestações. O programa prevê, para o ano de 1975, a presença brasileira em 65 eventos, cerca de 50% a mais. Debatendo o tema Feiras e Exposições Brasileiras no Exterior, com os empresários de São Paulo ligados à área de exportação, na FIESPCIESP, o ministro Paulo Tarso Flecha de Lima, chefe do Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, comentou o programa oficial brasileiro cumprido durante o ano de 1974 e a perspectiva para o ano de 1975. Após ter salientado o crescimento da participação nacional nesta área (com um certo arrefecimento, ano passado, neste crescimento, face to. redução do ritmo das economias de uma série de paises desenvolvidos), o ministro observou, por exemplo, que apesar da inegável recessão de certos mercados, em números absolutos, o resultado foi positivo: em 1973, as Feiras e Ex-

posições renderam 123 milhões de dólares, ao passo que em

74, restando computar o resultado de algumas feiras, o total atingiu 130 milhões. «Parece pouco, mas é que 74 foi um ano muito difícil», afirmou o ministro, em razão de uma «conspicua redução do nivel de atividade econômica em todo o mundo».

SENAI ASSINA CONVÊNIOS PARA AMPLIAR O NÚMERO DE MÃO-DE-OBRA QUALIFICADA O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial — SENAI, Departamento Regional de São Paulo, entregou durante o ano de 1973 105 mil certificados de conclusão de cursos, quase o mesmo número expedido nos seus primeiros 25 anos de existência: 110 mil. E nos últimos cinco anos (o Serviço completou este ano seu 30.° aniversário de criação), o número de certificados entregues foi de 330 mil. Este fato demonstra o esforço que a indústria paulista vem desenvolvendo, através do SENAI, visando dar atendimento h. crescente demanda de mão-de-obra qualificada. Estas palavras foram pronunciadas pelo sr. Theobaldo De Nigris, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo e do Conselho Regional do

SENAI, ao firmar, juntamente com o prof. Paulo Ernesto Tolle, diretor regional do Serviço, convénios com a Prefeitura Municipal e a Associação Industrial e Comercial de Itatiba — AICITA, para construção, instalação e funcionamento de um Centro de Treinamento Têxtil e do Mobiliário, naquele município; com a Singer Sewing Machine Company — Departamento de Produtos Industriais do Brasil, para a instalação e funcionamento de uma Unidade Móvel de Costural Industrial; com a Prefeitura Municipal de Cubatdo, para instalação e funcionamento de um Centro de Treinamento nessa cidade.

ORIENTADOR DE COMERCIO EXTERIOR DA FIESP-CIESP ESCLARECE DÚVIDAS A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo compilaram em seu «Orientador de Comércio Exterior», volume XXVI, os Pareceres Normativos, cujas posições na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias causavam dúvidas ao empresário. O referido volume, que engloba os Pareceres de 1972, 1973 e 1974 (até novembro), pode ser retirado pelas empresas associadas ao CIESP, no Departamento de Comércio Exterior das entidades, em sua Seção de Exportação (Viaduto Dona Paulina, 80 — 5.° andar).

Frequentar as reuniões do SIGESP e da ABIGRAF não é só um direito

que lhe assiste; 4, também, um dever seu a ser cumprido, em função das superiores deliberações da sua categoria industrial.

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Boletim da Ind. Gráfica-1/7


A CHAPA POSITIVA PRE-SENSIBILIZADA

HOWSON -ALGRAPHY

11311

O CORREDOR DE GRANDES TIRAGENS' ,

OLYMPIC —

Positiva. A superfície anodizada desta chapa impede sua oxidacão na impressora e permite tiragens maiores ao dar à imagem mais resistência contra a abrasão. Como requer menos umidade, as tintas se imprimem com todo seu brilho e densidade. Benefícios principais: Como resultado de sua superficie anodizada, a chapa Olympic oferece um número de vantagens sôbre muitos outros tipos de chapas positivas. Seus principais benefícios, a partir da etapa de , preparação, são estes: — Não requer torniquete — O tempo de revelação 6. muito curto — A reprodução dos meios tons é excelente — Podem usar-se pantos positivos suaves, dependendo do correto tempo de exposição estabelecido. — Não requer laca ou acondicionador. — Se obtém uni contraste excepcionalmente bom depois da exposição. As principais vantagens da chapa na impressora são: — Como a imagem impressora fica dentro da capa anodizada, seu grau de resistência .as diferentes classes de abrasão que podem encontrar•se durante a impressão é mais alto. Pode portanto comparar-se com a chapa a vácuo offset para grandes tiragens. — Não há risco de oxidação, e não há necessidade de engomar a chapa durante as paradas curtas da impressora. — Seu grão fino e uniforme permite uma latitude grande do equilibrio água! tinta. — Como requer menos umidade, as tintas de imprimir tem mais brilho e densidade na impressão final. A chapa positiva Olympic se aplica em todos os tamanhos e calibres.

MARATHON — Negativa A chapa pré-sensibilizada Marathon é uma chapa substrativa anodizada de fotopolímeros fabricada pelo fabricante de chapas maior da Europa — Howson — Algraphy Ltda., da Inglaterra. A Marathon é uma chapa negativa para grandes tiragens, que tem produzido um record de 1.450.000 impressões em uma só chapa... razão pela qual a usam em muitos jornais e oficinas comerciais de revistas e outras publicações. Igual à chapa Olympic, a chapa Marathon tão pouco 6. afetada pela umidade não há risco de oxidação nem necessário engomá-la durante as paradas curtas da impressora. PRODUTOS QUÍMICOS Howson-Algraphy fabrica uma grande gama de produtos químicos para as chapas Olympic e Marathon. Todos eles se fabricam com materias primas da mais alta qualidade e sob um contrõle de qualidade muito rigoroso.

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Economia

NOSSA ECONOMIA EM OUTUBRO DE 1974 COMENTÁRIO

O índice de custo de , vida na capital de São Paulo registrou, em outubro último, urii acréscimo de 1,68%. Apesar de mais elevada que no ano passado (1,12%), essa taxa vem confirmar uma tendência altista mais moderada que começou a se revelar desde maio deste ano e continuou no decorrer do exercício, acusando um aumento médio mensal de 1,8% até outubro. Comparativamente aos meses de fevereiro, março e abril — período em que se verificou a maior elevação do ano, 4,3% em média — os resultados destes últimos meses são bem mais promissores. Em termos acumulados, os dez primeiros meses do ano registraram um aumento da ordem de 27,12% contra 12,33% do ano passado. Uma análise dos grupos componentes do índice de preços ao consumidor revela que no referido período os itens: Transporte (35,0%), Educação (34,1%) e AliMentação, (30,9%), foram os que alcançaram aumentos acima da taxa global (27,12%).

Na Guanabara, o índice de preços ao cortsumidor subiu 1,5% em outubro. Considerando-se essa unidade da Federação, a retração de , índice começou a ser verificada em junho, notando-se até outubro um aumento médio de 1,7% contra 3,1% de janeiro/maio. Numa visão de período, esse índice totalizou 29,2% de aumento, tendo o item alimentação se constituído no principal responsável pela elevação, com uma alta acumulada de 36,9% nos primeiros 10 meses do ano. 16

Bolethn del Ind. GrAtica--4175

Acompanhando a mesma tendência, o poder aquisitivo da moeda registrou uma queda de 1,6% no mês e 21,3% no período, contra 1,1% e 11,0% respectivamente em outubro e nos primeiros 10 meses de 1973. Entre os indicadores financeiros, o meio circulante apresentou até outubro, uma modesta elevação da ordem de 5,7% (22,2% do mesmo período do ano anterior), significando uma emissão de cerca de Cr$ 1.100 milhões, contra Cr$ 2.900 de 1973. Até aquele mês, o saldo líquido do papel-moeda em circulação atingia Cr$ 20.250 milhões. Os decretos falimentares no Estado de São Paulo foram em número de 65 em outubro último, 54 dos quais na capital, contra 108 e 87 de outubro de 1973. 0 total acumulado desde o princípio do ano se eleva a 589 contra 924 de igual período do ano passado, significando um decréscimo percentual da ordem de 14,5% e 36,3% respectivamente para o mês e para o período dos 10 meses em questão. A análise setorial permite verificar que o comércio foi o grupo mais atingido no período jan./out. do presente exercício, com cerca de 46,9% do total de falências decretadas. Em seguida, vem a indústria (29,4%), sobressaindo-se como os ramos afetados: Mobiliário (16,0%), Produtos alimentares (12,6%), Metalurgia (10,9%) e Têxtil (9,2%).


Relativamente às concordatas foram deferidas em outubro p.p. cerca de 24, contra 17 do mesmo mês do ano anterior, somando 211 deferimentos em jan./out. 74, contra 197 de idêntico período de 1973 ( + 7,1%). "No que se refere ao passivo das concordatas deferidas na capital, o da indústria elevou-se de Cr$ 310.299 mil no período jan./out. 73, para Cr$ 1.000.106 mil no deste exercício, o do comércio, Cr$ 97.320 mil para Cr$ 558.865 mil". "Na indústria, subsetorialmente o passivo das concordatas deferidas no transcorrer do mesmo período atingiu suas maiores cifras em produtos alimen-

tares (23,6%), Editorial e Gráfica (19,1%), Produtos de matérias plásticas (18,3%) e Material Elétrico e de Comunicações (11,8%)". (Instituto de Economia Gastão Vidigal). A mesma tendência observada no exercício anterior, relativamente ao consumo de energia elétrica, verificou-se no presente exercício, com uma retração da ordem de 4,6% em outubro último (4,4% no ano passado). Cumulativamente, entretanto, a situação apresenta-se quase ao nível do ano anterior, tendo sido registrada uma expánsão da ordem de 10,8% nos 10 primeiros meses de 1974, contra 12,9% de idêntico período de 1973.

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS NO MS DE OUTUBRO DE 1974 (Base: dezembro/73 = 100)

ESPECIFICAÇÃO

Número /ndice

Variação percentual no mês de outubro em relação ao mês anterior

out./74

1974

1974

1973

1973

Custo de Vida

127,12

1,68

1,12

27,12

12,33

Meio Circulante (*)

105,7

0,5

3,2

5,7

22,2

78,7

- 1,6

- 1,1

- 21,3

- 11,0

171,4

9,1

13,3

7,1

- 26,5

90,3

- 14,5

6,9

- 36,3

19,7

103,1

- 4,6

- 4,4

10,8

12,9

Poder Aquisitivo da Moeda

Concordatas Deferidas Falências Decretadas Consumo de energia elétrica comercial e industrial

(*)

Variação percentual

acumulala até outubro

Dado sujeito a retificação.

Seção de Estatística e Informações Industriais do DECAD, da FIESP/CIESP.

Boletim cia Ind. Gráfica-1/75

17


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Noticiário Técnico

O COMPUTADOR EM TIPOGRAFIA SÉRGIO LAMBERTI

PRELEÇÂO FEITA NA 4.• SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS SAO PAULO? A li DE OUTUBRO DE 1974

O impacto que provocaram os computadores na nossa vida de todos os dias não poupou um mister velho de centenas de anos que é aquele da Composição. Gostaria de abrir esta exposição relatando um pouco de história da composição. Não vou falar sobre Gutenberg e composição manual visto a estrada ter se aberto para as possibilidades futuras de simplificar e tornar mais rápido o processo, com o advento das máquinas. Isto aconteceu em todos os campos. Quando Otmar Mergenthaler em 1875 projetou e construiu a primeira máquina para composição linear e a Instalou, em 1888, no New York Tribune, já se podia entrever as possibilidades futuras com os olhos de hoje. Assim é que ele mesmo, alguns maps mais tarde, montou solenóides nos teclados das linotipos (com uma técnica já ern aplicação no campo têxtil) que poderiam fazer funcionar as máquinas automaticamente, através de um sistema complicado de leitura de fichas, muito parecidas com as fichas hoje usadas nos computadores eletrônicos. A invenção da «Monotype», por um americano, Tolbert Lanston, aconteceu em 1890. Esta máquina, já em fins do século passado, utilizava fitas 18

Boletim da Ind. Gráfica-1/75

que eram perfuradas em te-

clados especiais. Este método é usado ainda hoje, só que as fitas são especiais e muito largas e trabalham com teclados perfuradores e «cabeçotes» de leitura mecanicamente muito complicadas. Após cinqüenta anos, vamos ver estas máquinas funcionarem automaticamente por meio de fita perfurada. Em 1935 apareceu a primeira máquina para composição linear a Eta. Esta foi projetada para utilizar um sistema que foi chamado TELETYPE SETTER ou abreviadamente TTS. Uma fita da largura de 2 cm era perfurada sobre um teclado adequado e com codificação adequada. Um índice sobre o teclado dava ao operador uma indicação do comprimento da linha em composição, subtraindo as larguras das letras batidas do comprimento da linha que se queria obter, isto com um sistema rudimentar mas bastante engenhoso. No momento em que a linha se completava, o operador devia bater uns códigos que provocavam a fusão da linha; neste momento a fita era lida pela aparelhagem especial montada na própria máquina. Eram os anos em que estava nascendo o computador eletrônico.

Era também o inicio de uma revolução tecnológica que iria interessar também ao setor da composição. O sistema, e aqui começamos a falar de sistemas TTS, teve um grande desenvolvimento na produção de jornais. A facilidade de emprego e a velocidade, que naquele tempo permitia 10 linhas por minuto, tornaram-no muito popular para aqueles tipos de publicações que pediam grandes produções em tempos muito limitados. Isto se podia obter aproveitando a máquina para composição na sua velocidade mecânica maxima permitida, sem ter que depender da inconstância humana. Além disso, o operador de teclado perfurante podia preparar a fita mais velozmente devido ser o teclado menor, possuir menos teclas, ser muito mais suave sem ter necessidade de manobras meatnicas complicadas. Era praticamente o teclastlo de uma máquina de escrever com a qual podemos alcançar as velocidades de composição de uma datilógrafa escrevendo normalmente uma carta. Este sistema é ainda hoje usado e com sucesso. A fita permitia também naquela época a transmissão distancia. Era colocado num cabeçote de leitura em que os impulsos assim obtidos eram transmitidos por cabos ou pon-


tes-rádio, hoje transmitidos por meio de satélites. 2 o sistema usado numa máquina telex comum. Já desde antes da última guerra descortinavam-se enormes possibilidades de desenvolvimento. Logo após a guerra, com a revolução tecnológica que a seguiu, os construtores de máquinas para compor começaram a pensar que os sistemas em uso o permitiam obter velocidade de produção de acordo com os pedidos. Por outro lado, a impressão offset, com os novos materiais it disposição, estava se afirmando sempre mais. Pesquisou-se a possibilidade de produzir filmes diretamente das máquinas, no lugar do chumbo a ser depois transformado em filmes. E nasceu a fotocomposigio. Em verdade, a fotocomposigito é muito mais velha do que a composição automática a chumbo, visto que as primeiras patentes em fotocomposigão foram concedidas na metade do século passado, relacionadas com o desenvolvimento da fotografia. Nos arquivos do British Patent Office há a patente de Fresne-Green, um dos inventores da fotografia, para uma máquina para fotografar caracteres. Naquela época a técnica fotográfica e óptica estava no começo, não tendo havido portanto, uma aplicação prática do equipamento. O primeiro passo foi o mais imediato e o que pedia um esforgo inventivo menor, isto é, transformar as máquinas para composição a chumbo em maquinas de fotocomposição. Nasceram assim, de duas das três maiores fábricas produtoras de máquinas para composição, as primeiras fotocompositoras que não eram senão máquinas tradicionais nas quais havia sido substituido o grupo

suía toda a versatilidade perde fusão por uma máquina fomitida pela óptica: aumento e tográfica. redução dos caracteres, mistuNasceram assim as Fotosetter ra na mesma linha, etc. Intertype e a Monophoto MoApresentava uma grande linotype. mitação: a sua velocidade deEstamos no inicio dos anos pendia do operador. Foi chamaCinqüenta. da «Lumitype». Estávamos enDa mesma época é a primeitão no fim dos anos Cinqiiênta. ra fotocompositora digna de Quase ao mesmo tempo, a assim ser chamada, é a máquie a Mergenthaler LiIntertype na de Westover: a Rotofoto. notype apresentaram duas máMuito engenhosa mas limitae a a Fototronic 1200 quinas: da, tendo um sucesso escasso. máquinas, mesLinofilm. Estas Por outro lado não podiam ter mo partindo de princípios disucesso todas estas máquinas versos, foram as primeiras foque compunham na mesma vetocompositoras a fita e foram locidade das máquinas tradiciointroduzidas em 1960-61, sua venais a chumbo, com um sulocidade estava limitada a 20 porte difícil de ser manipulado, linhas por minuto. caro, com uma técnica difeO projeto Lumitype foi abcom uma realização e rente sorvido por um consórcio dos do produto fotocomposto traEstados Unidos, o teclado foi sebalhosa e ainda necessitando de parado das fotounidades e nasacabamento. Ainda estamos ceu a Photon. nas 10 linhas por minuto. FaNeste interim nascia uma ouzia-se necessário uma máquina tra empresa formada por técque permitisse aprodiferente nicos que saíram da Photon. veitar em cheio as possibilidaEra a COMPUGRAFIC. des de velocidade pelo movimento de um raio luminoso. O grande merecimento da Compugraphic, foi o de entenNão há necessidade de dizer der que não podendo aumentar que a limitação da velocidade a velocidade das máquinas, com imposts pela inércia de partes o nivel técnico do inicio dos mecânicas em movimento, cuja anos 60, deviam concentrar-se cinemática, especialmente para na preparação das fitas. E foi este tipo de máquinas é muito aqui que os primeiros compucomplicada, com acelerações, tadores entraram na sala de desacelerações e paradas, não Composição. existe mais, ou melhor, está suA Compugraphic desenhou o perada pela ausência de inércia primeiro computador eletrônico de um raio de luz. para a composição. Enquanto os maiores construTinha-se chegado it conclusão tores de máquinas para compor que para aumentar a velociprocuravam inventar um novo dade da composição a teclado, tipo de máquina pue pudesse era necessário afastar o operausufruir das técnicas mecAnidor da tarefa de dividir as pacas, ópticas, eletrônicas, eletrolavras e de introduzir os comeanicas mais avançadas, dois mandos a cada fim de linha. engenheiros franceses, HigonPara chegar a isto, a Compunet e Moyroud, especializados grapric projetou uma máquina em projetos de equipamentos que funcionava com a que logo telegráficos e telefônicos, invenfoi chamada fita «idiota» e protaram uma máquina que podeduzia uma fita que continha riamos definir como a primeira códigos de fim de linha, Tudo verdadeira fotocompositora proisto por meio de um video jetada, em conseqüência de ex(C.R .T. ) onde aparecia a liperiência eletromecinica. Esta nha a ser justificada e o opemáquina tinha o teclado incorrador intervinha para decidir porado e não de fita, mas posBoletim da Ind. Gráfica-1/75

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onde dividir a palavra. Contemporaneamente, um grupo de técnicos franceses da «Imprimere Nationale», tendo como chefe M. Bafour, introduziam um método segundo o qual o operador, mesmo perfurando uma fita idiota, dividia as palavras com um tracinho nas posições possíveis. Resolvia-se aqui o problema das mudanças de ajustamento após a composição, permanecia porém, o problema da perfuração da fita. Sucessivamente a Compugraphic projetava o primeiro computador eletrônico especial que dispensava a intervenção do operador.

.

Isto foi chamado Justape. deste perlado, isto é, de 1966/67, a aplicação do computador eletrônico na composição. Tinha-se visto que o ajustamento e a divisão das palavras para as linguas romanas não apresentava nenhum problema. Também os teclados que eram usados para produzir as fitas podiam ser bastante simplificados. Os mercados árabes ou de lingua não romana, pensaram imediatamente na fotocomposição como método que podia resolver o problema da composição automática a fita das suas línguas, por empregarem um número de caracteres e sinais superior àquele do alfabeto romano. fotocomposição, pela sua versatilidade e pelo enorme número de caracteres acessíveis diretamente, permitia compor com o alfabeto tradicional, no lugar daquele simplificado que havia sido adotado para as miquinas mecânicas a chumbo. Eu mesmo percebi as possibilidades oferecidas pela computador eletrônico. Projetei, então, um computador eletrônico especial para a composição do árabe. árabe apresenta a peculiaridade de precisar de caracteres diferentes para o mesmo

SO

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som, dependendo da posição do caráter na palavra: inicial, médio, final ou isolado. O operador de teclado perfurava um destes caracteres correspondentes ao som, num teclado perfurante normal. A fita colocada em computador eletrônico era lida e o computador decidia a posição do carácter e produzia uma outra fita com os caracteres apropriados. Outra peculiaridade do árabe é que as palavras não se dividem, por ser formado por caracteres cursivos, entre a descendente do caracter precedente e a ascendente do caracter seguinte era colocado um traço ligado (kashida) para preencher sempre a linha. O computador eletrônico fazia também esta operação de modo que a fita já saki pronta para ser introduzida na compositora. A patente desta máquina me foi concedida em 1967 e a máquina esta ate hoje funcionando em «El Ahram» no Cairo. Os fabricantes de computadores eletrônicos não podiam permanecer insensíveis à aplicação destes na composição, pois viram a possibilidade de introduzir as suas máquinas num mercado nova. Entramos assim, na época eletrônica e o computador, seja ele de processo ou especial on de dados, torna-se instrumento essencial na composição. Tratava-se de preparar programas adequados que permitissem alimentar os elaboradores com fitas não ajustadas ou, como se costumava dizer, com fitas «idiotas» e produzir fitas contendo códigos de ajustamento e divisão de palavras. A técnica é muito simples. Quando o ajustamento e o comprimento da linha são dados, o computador eletrônico soma a largura dos caracteres e dos espaços médios até preenchar a linha: quando a linha está preenchida ou quase, pro-

voca um código que é o código de fim de linha. A compositora segue as instruções da fita. Ainda estamos nos anos 60 e as alternativas são: compositoras a chumbo e fotocompositoras ainda lentas. Uma das limitações de velocidades das compositoras a chumbo é a introdução dos espaços móveis. Estes retardam a máquina, são também causa de paradas freqüentes e de um notável desgaste das matrizes. Além disso, a grafita com a qual são lubrificados interfere com a fusão perfeita. Devem ser limpos duas vezes ao dia, etc. Foi feita uma experiência de composição sem espaços móveis em diversos jornais americanos. Em primeiro lugar no «Los Angeles Times». Neste caso, dois ou três dos canals nos maganizes, eram preenchidos com espaços finos e múltiplos dos finos e o ajustamento obtinha-se centralizando todas as linhas. Na comparação com o ajustamento normal, não se notava nenhuma diferença. Isso porém servia somente em jornais onde não se fazia necessária uma qualidade excepcional. Obtinha-se, assim, uma produção muito mais elevada. Neste interim nascia uma nova geração de máquinas fotocompositoras, aquelas de raios catódicos. O estudo destas mixquinas havia sido incentivado pela «Government Printing Office» dos Estados Unidos, para a preparação de listas talefônicas de categoria, etc. Com isso chegamos it fase em que encontram-se no mercado dois tipos de máquinas, geralmente divididas em: máquina de apresentação mecânico-óptica do carácter; máquinas de apresentação eletrônica do caracter. As máquinas de apresentação mecânico-óptica dos caracteres são as máquinas fotocompositoras utilizáveis para jornais, pa-


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ra revistas em geral, para livros de boa qualidade gráfica. As máquinas de apresentação eletrônica dos caracteres, estão colocadas, em relação As primeiras, num setor muito diferente. Nelas dispomos de computadores e de informações de toda espécie guardadas nos arquivos do computador eletrônico, isto é, dados e material que se tornarão visíveis numa determinada forma. As vantagens que são oferecidas pelo emprego de máquinas fotocompositoras, são muitas. Vamos examinar, por exemplo, a realização grá fica do horário geral das linhas aéreas. Hoje, na maioria dos casos, são compostos tradicionalmente com uma unidade impressora de um computador eletrônico e a cópia assim obtida é fotografada em escala reduzida: disso se obtém uma chapa matriz para a impressão final. Com este método, porém, os caracteres não podem ser muito reduzidos, porque isso refletiria sobre a legibilidade. Deve-se notar que todos os caracteres possuem a mesma largura. Disso resulta uma postsbilidade de utilização muito reduzida da linha com conseqüente dimensão elevada dos livros obtidos. Este último aspecto acarreta a utilização de quantidades notáveis de papel e de chapas matrizes, juntamente com despesas de confecção e de transporte muito elevadas. Pelo contrário, operando com uma máquina fotocompositora, o livro resultará de dimensões mais reduzidas e o custo de produção e de expedição inferiores, tanto que, somente com esta economia, poderá ser viável a amortização da máquina ern tempo limitado. Além disso, das fitas magnéticas que contêm as informações de todas as rotas do mundo, mediante passagens sucessivas no computador eletrônico,

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pode-se extrair automaticamente os horários partciulares e específicos de cada linha aérea. Para dar um exemplo, muito freqüentemente os catálogos de categoria, vários guias profissionais e de off elos, etc. devem ser produzidos em ordem alfabética, em ordem de zona, em ordem progressiva, etc. Estes podem ser obtidos de uma só fita, que depois é preparada para obter diferentes guias nas diferentes ordens. Neste caso, freqüentemente os dados já existem no computador eletrônico ou em forma de fichas perfuradas ou ainda, em fitas magnéticas. Devido a isso, já não são necessárias centenas de teclados para preparar as fitas e para alimentar estas máquinas de produgão elevada. Em relação A outra categoria de fotocompositoras, isto é, daquelas que eu chamo de apresentação mecânico-óptica dos caracteres, devo dizer que elas encontrarão o favor dos impressores de livros, de jornais, de revistas e de trabalhos comerciais em geral; devido A ótima qualidade dos caracteres obtidos e aos preços decididamente inferiores em comparação aos daqueles dos outros métodos. Queria falar u ni momento da qualidade dos caracteres fotocompostos, tão desprezados. Devo logo dizer que a fotocomposição permite ao projetista dos caracteres, uma maior liberdade de dsenho. Porque, além da possibilidade de obter agrupamentos e espaços mais diferenciados e de criar logotipos, o projetista aqui não está mais ligado ao tato que o carácter cursivo deva ter a mesma largura do carácter redondo, como acontece nas matrizes para máquinas de composição de linha. Pelo que diz respeito A correção, esta, há anos, era mais dificultosa no fotocomposto que

no produto das máquinas a quente (agora é mais simples e veremos por que) . Mas gostaria também de acrescentar que a introdução de uma máquina de fotocomposição deve ser olhada de um ponto de vista diferente e muito mais aberto em relação introdução normal de uma máquina para composição tradicional a quente. Trata-se, em outras palavras, de sair de sistemas e de conceitos enraizados e aplicados diariamente, para orientar-se em direção a critérios de pré-cálculo e de programação, fruto do estudo das modernas metodologias operativas. Vamos apresentar ainda um exemplo: procedendo tradicionalmente, o ponto de partida é a preparação do artigo, isto é, o autor: este último, ainda hoje, está acostumado a fazer correções de última hora, controlar a composição nas diversas fases de correção das provas. No caso da fotocomposição, pelo contrário, o cliente deve ser «educado» ao controle de uma cópia datilografada, sucessiva à composição do texto, ef etuada linha a linha, mas sem as justificações (justamente porque os caracteres da «line printer» têm todos a mesma largura). Na fase de prova datilografada podem-se efetuar todas as correções desejadas e transferi-las depois na fita obtida, mediante nova elaboração da mesma. No momento em que estivermos certos das correções, passa-se definitivamente a fita na máquina fotocompositora. Em prática, da cópia corrigida deve-se obter uma fita perfurada. Esta última é introduzida no cabeçote de leitura do elaborador eletrônico, o qual o ajusta e produz uma Pita perfurada ajustada e uma cópia. A cópia é verificada e corrigida, produz-se uma fita com as correções e as duas fitas (aquela original e aquela


com as correções) são introduzidas outra vez no computador eletrônico do qual se obterão uma fita e uma nova cópia. E assim repetidamente até eliminação de todos os erros. A última fita é inserida na máquina fotocompositora a fim de obter o filme ou a cópia em papel fotográfico. Se o autor desejasse tomar conhecimento do aspecto final do seu livro, teria que ser convencido a observar somente algumas páginas impressas, as quais poderão ser conseguidas diretamente da primeira fita. As fases citadas por mim realizam-se evidentemente com a rapidez típica dos meios eletrônicos. Desejo esclarecer outro conceito, isto é, a vantagem da fotocomposição não reside somente na velocidade de composição realizável com o último tipo de máquina considerado. Acima de tudo é na versatilidade que estas máquinas possuem, que está a vantagem, isto é, na sua possibilidade de obter páginas a colunas múltiplas diretamente paginadas, prontas, portanto, para a execução de matrizes de impressão. Trabalhos que habitualmente são considerados complicados quando se opera com compositoras a quente, tornam-se simples empregando-se máquinas fotocompositoras, particularmente quando se usa um computador eletrônico. Por exemplo, a composição de fórmulas matemáticas ou químicas com a máquina fotocompositora é muito simples devido a quantidade de caracteres disponíveis. Anexando o computador eletrônico, a operacão torna-se mais Moil ainda. De fato, a pessoa encarregada da perfuração das fitas, pode executar a composição como se as fórmulas estivessem dispostas numa única linha e sem ulteriores intervenções manuais, como acontece na composição a quente.

computador eletrônico oportunamente programado. Nos últimos anos está se afirmando um novo sistema de correção por meio de video. O sistema video, que descrevemos mais adiante, nos permite também facilitar a preparação dos textos para os jornais. O mesmo sistema porém vale, e é largamente usado, também para trabalhos comerciais. A minha firma, a Harris Corporation, pesquisou os possíveis sistemas para simplificar a produção dos jornais. As zonas de máximo interesse so as seguintes: atividades editoriais precedentes à composição; composição e paginação; impressão. Nesta exposição vamos nos limitar a consideração das primeiras duas, acenando brevemente à composição, para poder discutir detalhadamente as atividades editoriais. Na seção de composição, as duas principais divisões são o texto e a publicidade. De momento, vamos nos limitar composição do texto. Partimos da suposição de que o texto já esteja em fita destinada a operar uma máquina para compor, a chumbo ou fotográfica.

Com referência à densidade óptica dos caracteres produzidos com máquinas fotocompositoras devo dizer que não concordo com o fato de que seja difícil ou impossível obter valores densitométricos constantes. Os últimos aperfeiçoamentos dos dispo sitivos eletrônicos neste setor são tantos, que asseguram uma quantidade de fluxo luminoso constante das várias fontes luminosas e suficientes a anular qualquer chivida. Devemos relevar também, os novos equipamentos automáticos para revelação, que permitem o controle dos tempos, da concentração das soluções e das suas temperaturas, de modo a garantir os resultados dos filmes em relação as curvas de enegrecimento dos valores desnsitométricos dos caracteres. Gostaria de voltar agora brevemente ao sistema de correções referido pouco antes. Já vimos que se podem corrigir as fitas perfuradas com uma mistura em computador eletrônico. Este sistema é muito valido em caso de poucas correções ou de disponibilidade de um

Text Storage

7. Wire ¼ Storage

Storage

LINE

PRINTER

Esquemas do sistema

ii Harris 2500”

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da

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Que tipos de máquinas para compor estão à nossa disposição? Com a existência da fita, sabemos que a composição pode ser quase completamente automática. Por exemplo: a fita pode fazer funcionar uma máquina a chumbo como a Intretype Monarch, na velocidade de 12-15 linhas por minuto. Se, pelo contrário, desejamos compor com filme, há máquinas corno a Fototronic TXT da Harris, a Photon, a Linotron 505, que desenvolvem velocidades de até 100-150 linhas por minuto. Completando a lista, isto 6, as máquinas de apresentação eletrônica dos caracteres, há a Fototronic CRT, a Linotron 1010, a Photon e a Digiset a raios catódicos, com uma capacidade de 1.000 linhas por minuto. Estas cifras de produção são para texto corrente. Depois veremos o sistema para mecanizar urna página inteira de jornal, incluindo texto e ilustrações. Como vemos, alcançamos um ponto importante na mecanização da composição, mas até agora fizemos pouco progresso na passagem do texto do cronista à máquina de compor . Notamos que no método usado hoje, um artigo vai do cronista ao redator e depois ao operador de teclado do perfurador. Porém este método não porduz a versão final da composição porque o texto composto volta ao redator, depois ao operador de teclado para as eventuais correções. Esta repetição 'aumenta a composição desde 10 a 20% e o custo total aumenta de cereca 30%. Existe uma considerável oportunidade de economizar trabalho neste campo, se pudermos eliminar as correções e as revisões. Por exemplo, consideremos a vantagem se o artigo do cronista fosse batido imediatamente de modo que o resultado 54

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pudesse ser revisado pelo redator antes de passar 5. máquina para compor. Com este método, a produção da máquina para compor seria perfeita, o resultado pronto para a paginação. Consideremos um método simples para escrever, corrigir redigir um artigo em modo definitivo, pronto para a composição mecanizada. Uma solução simples existe na preparação de uma fita perfurada, que depois pode ser lida e revisada para produzir uma nova fita perfeita. Este processo requer um método de leitura e correção da fita. O aparelho para esta leitura e apresentação é aquele que nós chamamos de «display terminal*. Isto 6, um video televisivo no qual aparece o texto produzido pela fita perfurada. Examinando o campo de videos televisivos deste gênero, encontramos pelo menos cinqüenta fabricantes. Há dois tipos destes videos. primeiro, que custa de 10.000 a 100.000 dólares, pode apresentar no video, não somente texto mas também as ilustrações. Estes videos são para uso técnico e cientifico, e também para apresentação de desenhos, diagramas e alfabetos. que nos interessa mais é o segundo tipo: é um video para a apresentação de texto representando a informação contida numa memória eletrônica — como por exemplo, as variações dos preços da bolsa, Voltando aos resultados dos nossos estudos, a necessidade de um método rápido de controle e correção dos textos disposição das redações, exigiu aperfeiçoamento de urn video especializado. Projetamos este aperfeiçoamento com a assistência da «Radiation Division», que é especialista em transmissão, em modificações e apresentação de todos os tipos de informação.

Esta mesa de redação de conceitoe now, consiste de um cabeçote de leitura da fita que transmite a informação a uma memória eletrônica, que depois visualiza o texto no video, possibilitando a intervenção do operador mediante um teclado normal, do tipo da máquina de escrever comum. Quando a informação do video foi revista, corrigida e modificada de modo a satisfazer o redator, 6 transmitida ao perfurador que produz uma nova fita. Esta fita contém o texto modificado e corrigido pelo redator, sendo assim tecnicamente perfeita. A composição obtida desta fita contém as mesmas características e não necessita mais de nenhuma revisão ou correção, e pode ser enviada diretamente à paginação. 2 interessante examinar a relação entre o redator e o texto no video. A apresentação televisiva pode ser lida em luz normal. As letras são em tamanho 14 maiúsculas e minúsculas, normal e negrito. O formato contém sinais tipográficos úteis como: parágrafo, fim e um cursor. cursor é um retângulo luminoso, nas dimensões de um carácter, que pode ser sobreposto, por meio de um comando do teclado, sobre qualquer carácter que apareça no video. texto no video apresenta-se em duas colunas de 25 linhas cada uma e cada linha contém 40 caracteres. Há também uma apresentação alternativa, de uma s6 coluna, com 80 caracteres por linha. video pode apresentar 2.000 caracteres cada vez, visto que a memória eletrônica pode conter esta quantidade. 2 possível aumentar a capacidade da memória eletrônica a 80.000 caracteres em um modelo alternativo, mas a apresentação no video permanece de 2.000 caracteres.


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As funções básicas de correcão são as de sobrepor, apagar inserir. Estas operações aplicam-se a um carácter, a uma linha completa, a um parágrafo ou a um grupo pré-indicado. As correções efetuadas na memória assim indicada, provocam uma revisão instantânea do texto, que aparece imediatamente corrigido no video. Para completar as variações dos sistemas de «input» aos computadores eletrônicos e As fotocompositcras, queria mencionar aqui os sistemas de leitura optics dos caracteres (optical character ricognition ou 0 , C.R. ). Estes aparelhos permitem a leitura de caracteres produzindo uma fita magnética ou perfurada que pode ser diretamente introduzida na máquina para fotocomposição, ou também, num computador eletrônico que vai preparar oportunamente a fita para a fotocompositora. Estes leitores ópticos eram, tempos atrás, muito caros, pelo que, podiam ter aplicações limitadas. Com o desenvolvimento que os equipamentos eletrônicos tiveram nos últimos anos, preço destas máquinas desceu muito. Existem de dois tipos. O tipo mais sofisticado pode ler uma vasta variação de caracteres tipográficos. Aquele de tipo mais barato, pode ler somente um tipo de carácter que deve ser datilografado para ter largura fixa. Na realidade o problema do custo dos aparelhos está no fato de que é muito mais econômico construir uma máquina que leia um tipo de carácter que este carácter tenha espago fixo, visto o campo de exploração-leitura ser sempre fixo. Gostaria de voltar agora às fotocompositoras porque esta é a máquina que conforme a sua versatilidade, vai nos permitir utilizar fitas oportunamente

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programadas para obter até uma composição muito sofisticada. As fotocompositoras de hoje têm um computador incorporado que, além de comandar as funções da máquina, permite também dividir a palavra e obter uma justificação. Aquelas com um computador eletrônico mais sofisticado permitem também a paginação e a produção de tabelas, etc. Até agora, por quanto se diga, ainda não foi produzido um programa completo de paginação. O programa de paginação um programa muito complicado e requer um conhecimento profundo das exigências editoriais. Infelizmente o produto gráf co é um produto muito variável que segue os gostos e as exigências estéticas do redator ou do autor ou do publicitário, é muito difícil contê-los em formulas matemáticas, por isso sentiu-se a necessidade dos video-corretores dos quais falamos acima, expandir suas possibilidades para obter uma paginação completa variando visualmente seus parâmetros. A Harris Intertype percebeu logo que a video-correção abria caminho para um maior desenvolvimento e emprego desta tecnologia. O resultado foi assim a realização de um sistema chamado «vídeo-paginador» Harris 2200. Este sistema explora uma unidade vídeo-correção mais uma unidade «computer on entre si. O operador, agindo no teclado da unidade video, inicia um cerrado diálogo com o computador. O fato realmente revolucionário é que o pensamento do operador, em poucos instantes, concretiza-se em imagem no video. Em outras palavras, o operador corn o vídeo-paginador, efetua as mesmas fases da paginação tradicional a chumbo.

Se o que vê no video não lhe agradar, pode mudar instantaneamente o titulo, o corpo do texto (pode vê-lo maior ou menor), a tabela com mais ou menos colunas, etc.; o todo é rigidamente controlado pela unidade de elaboração. Se o operador errar uma operação, o erro aparece assinalado imediatamente. No video nota-se uma intermitência da parte (palavra, linha, função, corpo, etc.) errada, e não somente isso, mas também o código errado a ser corrigido. Efetuada a correção e a paginação do que se queria produzir, o operador manda tudo para a perfuração. Portanto, o sistema produz uma fita com todos os códigos, funções e comandos para a foto-unidade. Devemos relevar que, com este sistema, não existe o «aborrecimento» da perfuração dos formatos, visto os mesmos serem gerados eletronicamente. O Sistema 2200 coloca-se a meio caminho num outro sisterna da Harris completamente integrado e automatizado. Contivando os estudos para um sistema editorial completo que pudesse satisfazer as exigências mais sofisticadas de uma redação, a Harris introduziu há alguns meses o sistema Harris 2500. Neste, todos os sistemas estão ligados «on-line». Vou procurar explicá-lo em poucas palavras. O sistema consiste de uma unidade central de processo que contém um computador eletrônico da Digital Equipment e exatamente o PDP 11 com unidade a disco de cabeça fixa que lhe permite armazenar 500.000 caracteres. Existe também uma unidade a disco de cabeça móvel que tem a possibilidade de armazenar 2,4 milhões de caracteres expansivel a 20 milhões de caracteres.


Ligadas a esta unidade central existem diversos tipos de periféricas: teclados Harris 1500. São teclados comuns de máquina de escrever onde o papel é substituído por um video a raios catódicos. Estes permitem preparar o texto que é armazenado nos discos magnéticos da unidade central; um ou mais terminais Harris 1100, descritos acima, que permitem trazer o texto desde a unidade disco para as correções oportunas. um ou mais terminais Harris 2200 que permitem paginar as inserções publicitárias e os anúncios económicos; um leitor óptico que permite transformar a cópia datilografada ern códigos no disco magnético; fotocompositoras como a Fototronic que reunidas em linha com a unidade central de processo, permitem obter diretamente o filme ou o papel fotográfico com um comando que diz quando os textos, a publicidade, etc., estão prontos para serem compostos. Propositadamente deixei por último a fotocompositora, vis-

to esta máquina ter-se tornado escrava do computador eletrônico, enquanto que o computador eletrônico, oportunamente programado, permite dirigir a composição como há alguns anos não se esperava.

Num sistema como a Harris 2500, acima descrito, temos um mínimo de três computadores eletrônicos. Um no leitor óptico, um na unidade central de processo e uma na fotocompositora.

Mas insisto em dizer que os programas devem ser cuidadosamente preparados por pessoas que tenham experiência específica no campo, e também, experiência em composicão e em problemas ligados aos diversos tipos do produto.

Aqui nasce o problema do pessoal, que deverá ser adequadamente treinado, não somente nas técnicas normais de composição, mas deverá também conhecer a preparacão dos programas ou, pelo menos, entender a linguagem para a preparação dos códigos de «input» ao computador eletrônico.

O problema da preparação dos programas é um problems que diversos construtores de máquinas avaliaram erradamente por muito tempo, mas que está adquirindo sempre maior importância. Podemos afirmar que, hoje em dia, é muito mais fácil construir • uma máquina que programá-la, porque as máquinas modernas são fabricadas usando componentes standard, geralmente os mesmos componentes ou até as mesmas fichas de circuitos integrados usadas para a fabricação de computadores eletrônicos.

de falando Começamos computadores eletrônicos na sala de composição e acabamos com a fotocompositora na sala de elaboração, seja ela escrava do computador eletrônico para preparar ern forma tipográfica a massa de informações contidas nas suas memórias, seja ela a máquina para preparar textos paginados, publicidade, etc. para trabalhos mais variados que vão desde a produção de jornais, A produção de revistas e de trabalhos comerciais em geral.

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pecializada em rotativas e equipamentos para impressão em rotogravura, e esteve presente na TPG com seu programa de máquinas. Foi mostrada a rotativa ANDREOTTI PRINTOMATIC NR 30 para a impressão de embalagens. As suas unidades impressoras foram apresentadas

em dois modelos distintos, uma de tipo convencional, presa dentro da máquina e a outra do tipo removível, que faculta a preparação fora da máquina para o próximo trabalho enquanto esta ainda está imprimindo o serviço anterior. Esta unidade impressora móvel completamente equipada com tinteiro, inclusive depósito e bomba, dispositivo de lamina raspadeira, que é de tipo especial patenteado, e que dispensa afiação de lâmina, trabalhando num Angulo de 900 . As rotativas ANDREOTTI com seus diversos tipos, concebidas para a impressão de de embalagens, impressão transferência, papéis de decoração, papéis, cartolina, polietileno, polipropileno, poliester, PVC, celofane, alumínio, laminados, etc. para a impressão

em rotogravura, flexográfica ou combinação dos dois regimes, tem todo equipamento disponível para a produção especifica, como desbobinadora, rebobinadora, cortadora transversal com saída em folhas em registro rigoroso, dispositivos de perfuração, máquinas e agregados para aplicação de laca, laminação seca ou úmida, extração, Hot-Melt, etc. Outrossim, estas máquinas dispõem de depósitos de tinta removíveis e outras faculdades, elaboradas no intuito de abreviar a preparação da máquina para economizar tempo. Estas rotativas podem ser equipadas com o novo regulador eletrônico de viscosidade para tintas de rotogravura e lacas, que representa vantagens decisivas na sua operação. Apresentou a GRAPHICART na TPG também a linha completa de máquinas para a preparação de cilindros de rotogravura modelo MARTIN conjugadas para uma produção automatizada, que se compõe dos seguintes estágios: Banho de cobre, caçamba dupla para limpeza com instalação para polir, banho combinado para desengraxamento eletrolitico e descromagem química. Banho de cromo e transporte automático dos cilindros para o local pré-determinado. Além disso, foram apresentadas, nesse importante certame, pela GRAPHICART, máquinas para tornear e polir cilindros modelo DUOMAT; máquina automática de gravar, corn comando programado ou convencional; aparelho de copiar retícula, com angulação ajustável da reticula, e uma prensa de tirar provas de chapas de rotogravura destinada à confecção de provas, particularmente de embalagens. 4'

A GRAPHICART é representada no Brasil por Oscar Flues & Cia. Ltda.

NOVAS EMBALAGENS DE NATAL Com a chegada do Natal, surgem sempre os tradicionais enfeites para embrulhos: anjos, ramos de azevim, Papai Noel, etc. Mas, hoje em dia, compradores sofisticados esperam algo mais individual e elegante das embalagens e enfeites que compram para a temporada de festas, além de um genuíno interesse pela realidade religiosa e histórica. Na Inglaterra, os desenhistas não pararam no tempo e criaram um novo estilo, mais adequado à época atual. Podem se inspirar no passado, como Jan Pienkowski, da Gallery Five, fez com seu novo papel de presente marmoreado, que lembra as encadernações da era vitoriana, ou, como no caso das etiquetas da Elgin Court Designs, que retratam cenas da infância de Cristo inspiradas no Saltério de De Lisle, encontrado no Museu Britânico. A aplicação e a execução, porém, são indubitavelmente modernas.

Os desenhistas especializados pretendem agradar e não chocar. Neil Holliday e Stephen Holdern, da Elgin Court Designs, explicam que gastam a maior parte de seu tempo e seu dinheiro em museus e antiquários de livros, procurando ilustrações que possam usar em cartões e etiquetas de presentes.

Naturalmente, o tradicional Papai Noel, de barbas brancas e roupa vermelha, não desapareceu. Ainda pode ser visto em milhões de vitrinas, na decoração doméstica e em festas em escolas e hospitais, carregando o saco cheio de presentes para satisfazer aos apegados tis tradições, que não aceitam qualquer mudança nos hábitos de sua juventude. (Ruth Elliot) Boletim da Ind. Gráfica-1/75

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Setor Jurídico

LEGISLAVIO FISCAL Ministério da Fazenda Portaria n.° 647, de 1 de dezembro de 1974 Disciplina o desembaraço aduaneiro de mercadorias amparadas por isenção de tributos. O Ministro de Estado da Fazenda, no uso de suas atribuições legais, Considerando a necessidade de disciplinar o desembaraço aduaneiro de mercadorias amparadas por isenção ou redução de tributos; Considerando que, na concessão desses favores, faz-se indispensável, como norma geral, o prévio atendimento dos requisitos previstos na respectiva legislação de regência, resolve: I — O desembaraço aduaneiro de mercadorias estrangeiras, relativo a bens importados ao amparo de isenção ou redução de tributos pendentes de aprovação ou de expedição de ato por órgãos governamentais competentes, não mais será concedido de forma provisória, com assinatura de Termo de Responsabilidade. II — Excetuam-se da hipótese de que trata o item ante30

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nor os termos de responsabilidade ou de compromisso especificamente previstos ern lei, nos estritos prazos e condições nela fixados, bem assim os mencionados na Portaria n.° BSB-1, de 10 de Janeiro de 1972. III — As mercadorias que, até a data da publicação desta Portaria, tenham sido embarcadas no exterior fica assegurado o desembaraço aduaneiro com o tratamento vigente anteriormente a data do embarque. IV — Aos termos de responsabilidade firmados na vigência dos atos anteriores a esta Portaria, na hipótese de que trata o item I, é dado o prazo de 180 (cento e oitenta) dias para sua liquidação, findo o qual sera imediatamente promovida a respectiva execução. V — A alínea c da Portaria número GB-374, de 18 de setembro de 1969, passa a vigorar com a seguinte redação: ne) — autorização para o desembaraço aduaneiro, mediante assinatura de termo de responsabilidade, quando as mercadorias importadas estejam amparadas por isenção ainda não regulamentada». VI — Ficam revogadas as Portarias números 77, de 13 de março de 1969, 308, de 8 de dezembro de 1972 e 200, de 14 de agosto de 1973. — Mário Henrique Simonsen. (DOU — 13-12-74)

TRABALHISTA Portaria n.° GM/17, de 6 de agosto de 1974, do Ministério da Previdência e Assistência Social

«0 Ministro de Estado da Previdência Social e Assistência Social, no uso de suas atribuições; Considerando que a exigência dos certificados instituidos por lei para assegurar a arrecadação regular das contribuições previdenciárias constitui o principal fator do indice de pontualidade em seu recolhimento; Considerando, porém, que tal exigência não deve subordinar-se a praticas burocráticas que possam entravar ou dificultar as transações das empresas; Considerando, por outro lado, que a necessidade de preservar a autenticidade desses certificados, impõe o maior rigor no controle de sua emissão; Considerando que a atribuição, aos bancos arrecadadores das contribuições, da faculdade de emitir tais certificados constitui medida descentralizadora de amplo alcance, permitindo sua concessão imediata e sem maiores entraves, bastando solicitação verbal a agência bancaria competente; Considerando que o fornecimento dos certificados as empresas em situação regular perante a Previdência Social não acarretará encargos de maior significação para os estabelecimentos bancários, ensejando-lhes, ao contrário, a prestação de úteis serviços a seus clientes; Considerando que o sistema ora estabelecido terá caráter facultativo, por ele optando apenas as empresas que o julgarem de seu interesse, e não importará em qualquer restrição a expedição dos certificados pelo INPS e pelo Funrural, RESOLVE:

Institui o domicilio bancário para as empresas vinculadas ao INPS ou ao FUNRURAL. Ë a seguinte, na Integra, a Portaria do Ministro Nascimento e Silva:

Artigo 1. 0 — Fica institui do, em caráter opcional, o domicilio bancário para as empresas vinculadas ao INPS ou ao Funrural, as gnats passarão a recolher suas contribuições previ-


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denciárias exclusivamente na agência bancária que escolherem para esse fim, bem como a utiliza-la como veiculo de comunicação com aquelas entidades, com a anuência do estabelecimento bancário escolhido. Parágrafo 1. 0 — As empresas que optarem pela adoção do domicílio bancário receberão Certificado de Domicilio Bancário (CDB), expedido pelo INPS ou pelo Funrural, salvo na hipótese do parágrafo 3.0. Parágrafo 2.° — O domicilio bancário poderá ser transferido, ciente o INPS ou o Funrural, para outra agência bancária mediante endosso lançado no verso do CDB, com indicaCão da situação da empresa junto à agência endossante. Parágrafo 3.° — O INPS e o Funrural poderão atribuir A rede bancária a matricula das empresas, quando estas, ao iniciarem suas atividades, optarem desde logo pela adoção de domicílio bancário, caso em que o CDB poderá, também, suprir o certificado de matricula. Art. 2.0 — As empresas com domicílio bancário poderão obter na respectiva agência, sem quaisquer ônus e independentemente de formalidades ou exigências, o Certificado de Regularidade de Situação (CRS) ou o Certificado de Quitação (CQ) relativos As matrículas sob as quais venham recolhendo contribuições, desde que essa agência não haja recebido do INPS ou do Funrural informações sobre a existência de débito e que a partir da expedição do CDB os recolhimentos tenham sido regularmente efetuados. Parágrafo 1. 0 — As informações a serem prestadas inicialmente pelo INPS ou pelo Funrural aos estabelecimentos bancários levarão em conta apenas os dados constantes dos registros de seus setores próprios, dispensando-se a fiscalização da 35

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empresa, ainda que se trate de Certificado de Quitação. Parágrafo 2.° — A vista de comunicação do INPS ou do Funrural de que a empresa se acha em débito, a agência bancária deixará de fornecer o certificado, a menos que o débito seja liquidado ou a situação seja regularizada. Parágrafo 3.° — O INPS e o Funrural só poderão comunicar as agências bancárias débito considerado definitivo. Art. 3.° — Na hipótese do parágrafo 2.° do artigo 2°., a agência bancária poderá, observadas as instruções que vierem a ser baixadas pelo INPS ou pelo Funrural, entrar em acordo com a empresa para liquidação do débito ou regularização da situação. Parágrafo único — Para obtenção do CRS bastard a regularização da situação mediante composição para liquidação do débito, mas a CQ só sera expedido se o débito for integralmente pago ou ficar garantido por fiança bancária do próprio estabelecimento ou de outro. Art. 4 0 — O CRS e o CQ poderão ser emitidos pela agência bancária A vista das guias de recolhimento (GR) referentes a todo o período por eles coberto ou após consulta a seus próprios registros de recolhimentos, ern formulários pré-numerados, impressos em papel de garantia e fornecidos, com carga, pelo INPS e pelo Funrural, sem qualquer ônus para a rede bancária. Art. 5.0 — As empresas que vierem a optar pelo domicilio bancário passarão a identif car-se apenas por seu número de Cadastro Geral de Contribuintes (CGC) do Ministério da Fazenda, desde que o possuam, ficando, neste caso, dispensadas de utilizar o número de inscrição no INPS. Art. 6.° — O sistema ora estabelecido poderá aplicar-se ao proprietário de construção civil

particular, utilizando-se nesse caso o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do Ministério da Fazenda. Art. 7. 0 — As empresas que não se interessarem em manter domicílio bancário continuarão a obter no INPS ou no Funrural os certificados em causa, cujo fornecimento ficará sujeito As presentes determinações, salvo quanto a aspectos peculiares aos estabelecimentos bancários. Art. 8.° — Esta portaria entrará ern vigor no dia 1. 0 de janeiro de 1975, cumprindo ao INPS e ao Funrural adotar previamente as providências necessárias b. sua aplicação. Lei n.° 6.179, de 11 de dezembro de 1974 Institui amparo previdenciário para maiores de setenta anos de idade e para inválidos e dá outras providências.

O Presidente da República, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.0 — Os maiores de 70 (setenta) anos de idade e os inválidos, definitivamente incapacitados para o trabalho, que, num ou noutro caso, não exerçam atividade remunerada, não aufiram rendimento, sob qualquer forma, superior ao valor da renda mensal fixada no artigo 2P, não sejam mantidos por pessoa de quem dependam obrigatoriamente e não tenham outro meio de prover ao próprio sustento, passam a ser amparados pela Previdência Social, urbana ou rural, conforme o caso, desde que: I — Tenham sido filiados ao regime do INPS, em qualquer época, no rill/limo por 12 (doze) meses, consecutivos ou não, vindo a perder a qualidade de segurado; ou II — Tenham exercido atividade remunerada atualmente icluida no regime do INPS ou


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SETOR JURÍDICO do FUNRURAL, mesmo sem filiação it Previdência Social, no mínimo por 5 (cinco) anos, consecutivos ou não; ou ainda III — Tenham ingressado no regime do INPS após completar 60 (sessenta) anos de idade sem direito aos benefícios regulamentares. Art. 2.° — As pessoas que se enquadrem em qualquer das situações previstas nos itens I a III, do artigo 1. 0, terão direito a: I — Renda mensal vitalícia, a cargo do INPS ou do FUNRURAL, conforme o caso, devida a partir da data da apresentação do requerimento e igual à metade do maior salário-minimo vigente no Pais, arredondada para a unidade de cruzeiro imediatamente superior, não podendo ultrapassar 60% (sessenta por cento) do valor do salário-mínimo do local de pagamento. It — Assistência médica nos mesmos moldes da prestada aos demais beneficiários da Previdência Social urbana ou rural, conforme o caso. A renda mensal de § que trata este artigo não poderá ser acumulada com qualquer tipo de benefício concedido pela Previdência Social urbana ou rural, ou por outro regime, salvo, na hipótese do item III, do artigo 1. 0 , o pacolic de que trata o § 3.°, do artigo 5. 0, da Lei n.o 3.807, de 26 de agosto de 1960, na redacão dada pelo artigo 1. 0, da Lei n.0 5.890, de 8 de junho de 1973. § 2.° — Será facultada a opção, se for o caso, pelo benefício da Previdência Social urbana ou rural, ou de outro regime, a que venha a fazer jus o titular da renda mensal. Art. 3.0 — A prova de idade será feita mediante certidão do registro civil ou por outro meio de prova admitido em direito,

34

Boletim da Ind. Gnifiea-1/75

inclusive assento religioso ou carteira profissional emitida há mais de 10 (dez) anos. Art. 4.° — A verificação da invalidez sera feita em exame médico-pericial a cargo da Previdência Social urbana ou rural. Art. 5. 0 — A prova de inatividade e de inexistência de renda ou de meios de subsistência poderá ser feita mediante atestado de autoridade administrativa ou judiciária local, identificada e qualificada, que conheça pessoalmente há mais de 5 (cinco) anos o pretenderite ix renda mensal ora instituída. Art. 6.° — A prova de filiação à Previdência Social ou da inclusão em seu âmbito, assim como a do tempo de atividade remunerada, será feita p or meio da Carteira Profissional ou de Trabalho e Previdência Social ou por qualquer outro elemento de convicção, inclusive declaração firmada pela empresa empregadora ou sócio remanescente, identificado e qualificado, na qual expressamente afirme o conhecimento pessoal do fato declarado, assumindo a responsabilidade pela declaração, sob as penas da Lei. Art. 7.° — O pagamento da renda mensal obedecerá às mesmas normas e condições vigentes no INPS e no FUNRURAL. § 1. 0 — O valor da renda mensal em manutenção acompanhará automaticamente as alterações do salário-mínimo, respeitada sempre a base estabelecida no item I, do artigo

A renda mensal não § 2.° estará sujeita ao desconto de qualquer contribuição, nem gerará direito ao abono anual ou a qualquer outra prestacão assegurada pela Previdência Social urbana ou rural.

Art. 8.° — O custeio do amparo estabelecido nesta Lei será atendido, sem aumento de contribuições, pelo destaque de uma parcela da receita do INPS e do FUNRURAL, correspondente a 0,4% (quatro décimos por cento) da folha de salários-de-contribuição, onerando em partes iguais cada uma dessas entidades. Art. 9.° — Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasilia, 11 de dezembro de 1974; 153.0 da Independência e 86.° da Republica. ERNESTO GEISEL L. G. do Nascimento

e

Silva

(DOU — 12-12-74)

JORISPRUDÊNCIA FISCAL CORREÇÃO MONETARIA — MULTAS MORATÓRIAS — A partir da vigência do Dec.-lei 326-67 podem ser corrigidas monetariamente as multas moratórias ou incidir sobre o valor principal corrigido.

Em recurso, a que o Tribunal deu provimento em parte, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Correção monetária. — Débitos Fiscais. — As multas moratórias nos débitos fiscais não eram passíveis de correção monetária, consoante o art. 16 da Lei 4.862, de 29-11-65. Vindo a dispor em contrário, todavia, o art. 13 do Dec.-lei 326, de 8-5-67, a partir da vigência desta podem ser corrigidas as multas moratórias, ou incidir sobre o valor principal corrigido, começando na vigência desta nova lei o cálculo da correção». — Acórdão de 26-4-74, da 24 Turma do TFR, no AMS 73.078, de São Paulo (Décio Miranda, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 12-8-74, Oz. 5.448. INCOLA F-37-1.226/74-20


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• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÃFICA REGIONAIS

ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Av. Frederico Pontes, 94 Residência: Praça Simões Filho, 19-B Empresa: Comercial Gráfica Reunida Ltda. - Tel. 30-790 Av. Frederico Pontes, 94 Salvador, BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Rua Senador Pompeu, 754 Empresa: Estêves Gráfica Ltda , Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754

Fortaleza, CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, 341 Tel. 6-3078 Goiânia, GO ABIGRAF - Regional Guanabara Presidente: Edson Avellar da Silva Av. Rio Branco, 156 - 12.° and. - s./1205 Tel. 228-8597 Rio de Janeiro, GB ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos Alberto Rangel Proença Av. Antônio Carlos, 561 Tels. 42-3694 e 42-1089 Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 Empresa: Editora Alterosa S.A. Rua Três, 2824 Tels. 33-0721 e 33-0466 Belo Horizonte, MG ABIGRAF - Regional da Paraiba

Presidente: Lourenço de Miranda Freire Rua Maciel Pinheiro, 32 Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 Tel.: 2661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A. Rua Maciel Pinheiro, 32 - Tels. 4286 e 4355 João Pessoa - PB - CEP 58.000 Al3IGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jorge Aloysio Weber Av. Candido de Abreu, 200 6.° andar - s/616 Fone: 24-9414, ramal 005 - Curitiba, PR Residência: Al. Dom Pedro II, 41 apt.° 9, 2.° andar 86

Boletim

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Empresa: Telos S/A. - Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 Fones: 23-5589 - 23-6913

Curitiba, PR

ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Av. João de Barros, 900 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Rodrigues, Irmão & Ciaã. Ltda. Tels. 24-298 - 23-467 Av. Cruz Cabuga, 84 Recife, PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria - Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19.° and. - Tel. 25-2566 - Caixa Postal, 845 - CEP 90.000 - Porto Alegre - RS Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1. 0 and. Tel. 25-1675 90.000 - Porto Alegre - RS Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Georg Schmidt Rua Max Colin., 1701 Residência: Rua Griciuna, 120 Empresa: Impressora Ipiranga S/A Rua Max Colin, 1701 Tels. 3229 - 3239 Joinville - SC ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° and.

Tels. 32-4694 - 33-2762 Residência: Av. Antônio José dos Santos, 1230 - Tel. 267-9782 Empresa: Ferreira, Filho & Cia. Rua Independência, 369 Tels. 278-2230 - 278-7331 São Paulo, SP


DELEGADOS

Vice-delegado: Cia Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni JUNDIAÍ, SP

1 — Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini ADAMANTINA, SP 2 — Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP 3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 — Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fatima Lopes CAMPINAS, SP 5

Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP

6

Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP

7

Hugo Olivato - Tipografia Popular Rua Senador Fonseca, 709 Fone: 43-79 Diretor: Hugo Olivato

8

Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP

9

Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSÉ DO RIO PRETO

10

Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Affonso Franco SANTOS, SP

ii — Bandeirante S. A. bid. Gráfica

Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenille & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRÉ, SP 12

Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBATÉ, SP

Não basta associar-se b. sua entidade de classe. Para que ela realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento.

E isso

só se alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes. Participe, pois, das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF e apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

Boletim da Ind.

Grttfica-1/75

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CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAVALETES E CAIXAS TIPOGRÁFICAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CLICHÉS DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. COLAS Catfi-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

COMPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Funtimod S. A. - Mfiqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CORTE E VINCO COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S. A. - Mks. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOBRAR, Máquinas de DOBRADEIRAS Ftmtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DOITRAÇÃO/GRAVAÇÃO/MARCAÇÃO Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor)) Av. Cásper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557

CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOURAÇÃO, Máquinas e equipamentos tiara Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CBLINDRICAS, impressoras Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

ENCADERNAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Mfiqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

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ENVELOPES, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama. 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Grárcos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FIOS DE LATÃO Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FOTOGRAVURA, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 GRAMPEAR, Máquinas de Catt-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 GRAMPOS Catt-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 GUILHOTINAS Catt-Dafferner Ltda. - Rua Iturama. 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

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GUIA DA IND. GRÁFICA

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Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 RELEVO, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 ROLOS, Revestimentos para Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirao Preto - Est. de S. Paulo

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Boletim da Ind. Grafica-1/75

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1 — Modo simples de mostrar como uma certa quantidade de água contendo 25% de álcool se expande de modo a cobrir uma superfície 2 vezes maior da que cobriria se se tratasse de água pura.

2 — Os dois sistemas Harris "Micro-Flo" e "Dahlgren" são compostos de um depósito da solução, de um sistema de circulação em circuito fechado, de um dispositivo de comando e de três rolos. 3 — A regulagem dos sistemas de molha '• Dahlgren" e "Micro-Flo" é simples e rápida, proporcionando maior uniformidade de cor, cores mais brilhantes e um melhor registro. Dado que o álcool evapora mais rapidamente, o papel impresso ficará mais seco e não se deformará durante a impressão. A molhagem é efetuada somente por rolos cromados e revestidos de borracha (sem mangas de tecido); a lavagem do sistema de molha é completamente automática e se efetua simultaneamente com a dos rolos de tinta.

Hams-Aurélia 125 e o sistema M icro-Flo de molha a álcool

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Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 001 - 1975  
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