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Boletim da Indústria Gráfica Ano XXVI-12-1974 Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF


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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de São Paulo Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE 2.° Vice-Presidente: PERY BOMEISEL

Boletim da Indústria Gráfica

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.° Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FILBO Tesoureiro: ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA 2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES RO1VIITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI JOSE BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTACIO GODOY

Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica Registrado no 1.0 Oficio de Registros de Títulos e Documentos de São Paulo - SP sob n.o de ordem 969, no livro B, n.o 2 de Matriculas do Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais.

ANO XXVI

12/1974

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12. 0 Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7835 01223 São Paulo, SP, Brasil Diretor responsável: OLAVIO DIETZSCH Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S. A. Rua do Basque, 1426 (Barra Funda) Capa:

GRÁFICOS BRUNNER ImPressa em papel COucHEcoTE, 180 g.

Nossa Capa: ALEGORIA DE NATAL Cromo gentilmente cedido por PROBUS — Ind. e Com. de Papéis Ltda.

Secretaria: Das 8 ás 11,30 e das 13 ás 17,36 horas Aos sábados não há expediente Secretaria Geral: Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical Distribuição de publicações periódicas e informativas Orientação para pedidos de isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI Departamento Jurídico: ANTONIO FAKIIANY JR. ANTONIO DRI3INO PENNA JR. EDUARDO BACHIR ABDALLA Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais.

Conselho Fiscal: HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITT() JOsg CIASCA JOsg RAPHEL FtRMINO TIACCI

Sumário

Suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI JOsg AIDAR FILHO SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria:

Editorial

Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Noticiário do SINDICATO

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Noticiário da ABIGRAF

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Noticiário da FIESP-CIESP

10

Economia

14

Noticiário TkCNICO

16

Várias

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Setor Jurídico

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Regionais d•_1, ABIGRAF

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Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: JOsg AIDAR FILHO Tesoureiro: IRINEU THOMAZ 2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI Diretor Relações Públicas: PERT BOMEISEL Suplentes: JOsg BIGNARDI NETO IsmAs SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JOÃO ANASTÁCIO GODOY DRAusio BASILE WIDAR ASBAHR Conselho Fiscal: Jost RAPHAEL FIRMINO TIACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FILII0 VITTO Josg CIASCA Suplentes: IRINEU FRANCISCO ROCCO AYRTO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO Delegados Representantes Junto A, FIESP: THEOBALDO DE NIGRIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE Suplentes: JOsE BIGNARDI NETO WALDYR PRIOLLI

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Guia da IND. GRÁFICA . . 38


Você trabalha com gráfica: você entende de gráfica; N wi sabe o quo é born e o quo orio bom dentro de uma gráfica. Então, leia estas especificações da dobradora 590 e descubra a falta que ela esta fazendo dentro da sua gráfica: A 590 é urna máquina que dobra papéis desde 50 até 110 gramas por metro quadrado. Ela permite a entrada de

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Editorial Dos escolhos que a indústria gráfica teve em seu caminho, em 1974, a nem todos foi possível remover, em face das circunstâncias em que sobrevieram. Mas—houve no decorrer do ano uma louvável aco- uM PRÓSPERO ANO NOVO modaçâo tácita do setor aos problemas irreversíI MIGLIORI AUGURI PER IL NUOVO ANNO veis dentro da conjuntura nacional, reflexo, esta, de outra, de âmbito geral, que o mundo atravessa. Para A HAPPY NEW YEAR que essa atmosfera de limitado mas efetivo otimis mo, daí resultante, subsistisse entre nossos empreMEILLEURS VOEUX DE BONNE ET sários gráficos, a ABIGRAF e o SIGESP tiveram suas IIEUHEUSE ANNE diretorias tensamente empenhadas, assessoradas pelos seus Departamentos Jurídicos, na busca de FELIZ ANO NUEVO soluções viáveis para numerosos casos que direta ou indiretamente afetaram o nosso setor, ou anteci- BIN GLUCKLICHES NEUES JAHH pando-se na contornagão de problemas que pudessem vir a afetá-lo, em futuro proximo. Estendeu-se a ação dos nossos dois órgãos representativos as SZCZELIWEGO NOWEGO ROKU mais diversas esferas da administração do Pais, sempre ali onde fosse necessária a sua intervenção; C)nbinn r0140AA e mesmo em conclaves de âmbito internacional o interesse da nossa indústria gráfica contou com a DELE MAI BUNE URARI DE ANUL NOU sua representação classista vigilante, empenhada na defesa das conveniências comuns do setor. As esP-4-;perangas de atenuamento gradativo, em 1975, da ELAMAT HARI RAYAH tensão imposta as nossas empresas gráficas em decorrência de problemas palpáveis que se prolongam, r são grandes; e grandes também são, realmente, os sintomas que nos autorizam a acreditar que essas NAJLEPIM Z'ELJAMA ZA NOVU GODINU esperanças serão convertidas em realidade, no ano vindouro. Deste modo, assim em meio as presentes I:A/AA UUTTA VUOTTA circunstâncias, passíveis não de euforias exagera- CCIELCILCL, das, muito menos de temores injustificados, vamos transpor o limiar de 1975 com a certeza da lisonjeira SELAMAT TAHUN RAYAH realidade de que a prosperidade da nossa indústria gráfica continuou a existir no ano em curso e que 1-:-; prosseguirá em 1975, com previstos indices acentuadamente maiores. E neste momento, em que inicia- TAT. KAAI rEpAs MA E ErXAI .11A TO \ EoN ET0E mos o ano novo, ocasião em que as nossas esperanças mais acalentadas se acendem espontanea- YENI YILINIZI KUTLARIZ mente, o BIG formula a sua mensagem de felicida.ANOHO USPECHU V NOVEM ROCE de, e, em nome das diretorias do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo e da Asso- GUEDELIGT NYTÁR ciação Brasileira da Indústria Gráfica — Regional do Estado de São Paulo, GELUKKIG NIEUWJAAR saúda os empresários gráficos brasiGOTT NYTT XR leiros, ou alienígenas radicados em nosso meio, desejando-lhes, e aos BOLDOG UJEVET seus familiares, o melhor e mais próspero ANO NOVO. SOOT NYTTXR ,

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N XN Noticiário do Sindicato

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O ACORDO SALARIAL

Após várias demarches visando o reajuste salarial, o SIGESP, assessorado pelo diretor de seu Departamento Juridico, Dr. Antônio Fakhany Junior, levou a bom termo as negociações com o Sindicato profissional da categoria. O Acordo Salarial, que vigorará a partir de 1.0 de novembro último para todo o Estado de São Paulo, com exceção do município de Campinas, tem os seguintes termos, que, no ato da homologação pelo Egrégio Tribunal Regional do Trabalho, sofreram várias alterações (*): 1 — Sera concedido a todos os empregados do setor gráfico majoração salarial de 33,00% (trinta e três por cento), que incidirá sobre os salários reajustados em 17 de novembro de 1973; § único — Os convenentes concordam com o reajustamento imediato de 33%, dentro dos entendimentos que mantêm para fixação da data-base, dos futuros acordos ou sentenças normativas, em 1.0 de janeiro; 2 — serão compensados todos os aumentos concedidos após a data-base, salvo os decorrentes de promoção, transferência, implemento de idade e equiparação salarial; 3 — os empregados admitidos após a databa-se, ou seja, 17 de novembro de 1973, com salários superiores ao mínimo vigente na localidade, terão um aumento imediato na proporcão de 2,75% (dois inteiros e setenta e cinco por cento), simples por mês de serviço; 4 — o presente acordo terá vigência de um ano, a partir de 17 de novembro de 1974 a 16 de novembro de 1975; § único — respeitada a data-base de 17 de novembro, ora ratificada, o aumento decorrente do presente acordo será pago a partir de 1. 0 de novembro de 1974, vigorando para todo o Estado de São Paulo, exceto o município de Campinas; 5 — fica estabelecido o salário normativo para o trabalhador maior, correspondente ao atual salário minima acrescido da importância de Cr$ 35,20; fica estabelecido o salário normativo para o trabalhador menor correspondente ao salário mínimo de menor acrescido da importancia de Cr$ 17,60; 6 — recolhimento a favor das entidades dos trabalhadores o correspondente a quatro horas de trabalho dos salários reajustados com um teto de Cr$ 100,00 de desconto, por ocasião do

pagamento efetuado em dezembro, destinado construção de sedes socials e assistência das entidades dos trabalhadores; quando a categoria profissional for inorganizada na cidade, o desconto a ser feito no mês de dezembro sera entregue à Federação dos Trabalhadores; essa importância sera recolhida ern conta vinculada sem limite a Caixa Econômica Federal; 4

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7 — as empresas recolherão ern favor do Sindicato dos Empregadores uma contribuição assistencial calculada A, razão de Cr$ 10,00 (dez cruzeiros) por empregado que possua a seu serviço; referida contribuição que não podera, em nenhuma hipótese, ser descontada dos empregados, sera paga diretamente pelo empregador, seja ele, a seu turno associado ou não do sindicato patronal; o depósito sera feito em conta sem limite a Caixa Econômica Federal, revertendo seu valor as obras assistenciais e sociais do sindicato patronal, inclusive construção de sua sede própria ou aquisição; 8 — fica acordado que o percentual de reajuste ora firmado em 33,00%, sera revisto com os indices específicos da categoria profissional que deverão ser publicados no correr do mês de novembro próximo futuro; em conseqüência, poderão ser revistas as cláusulas primeira e seu parágrafo único, terceira e quinta; a taxa que for encontrada pelo Serviço de Estatística deste Tribunal, se contiver fração inferior a 0,5% (cinco décimos por cento), sera arredondada para este limite e, se superior, para o inteiro subseqüente. ESCLARECIMENTOS 1 — Tendo em vista a não publicação dos Indices específicos do nosso setor, referente ao mês de novembro, a taxa de 33% poderá ser modificada. Assim sendo, se os indices de novembro alterarem a taxa de 33%, comunicaremos imediatamente o prezado companheiro, através de nova circular, antes do pagamento, que deverá ocorrer somente em dezembro p.f. 2 — O recolhimento a favor do nosso Sindicato (cláusula 7 do acordo), de Cr$ 10,00 por empregado, importância a ser paga pela empresa, deverá ser feito através de guia especial, que enviaremos oportunamente. (*) O Egrégio Tribunal Regional do Trabalho, no dia 18-11-74, homologou o acordo salarial celebrado, reajustando entretanto a taxa para 34% (trinta e quatro Por cento), tendo em vista os indices específicos da categoria, publicados no mês de novembro. Assim, os termos da nossa circular 22/74 ficam todos ratificados, com exceção da cláusula 1.a do reajuste, cuja taxa de 33% (trinta e três por cento), passou para 34% (trinta e quatro

por cento). Este acréscimo de 1% (um por cento) refletirá também nos itens 3.0 e 5.0 do acordo, conforme esclareceu a cláusula 8.1 da circular 22/74.


O CONSELHO INTERMINISTERIAL DE PREÇOS - CIP - DEFINE AS NORMAS DE LIBERDADE VIGIADA

a necessidade de evitar filas de consumidores, e a necessidade de remunerar realisticamente os investimentos empresariais.

• RESOLVE:

O Departamento Jurídico do SIGESP leva ao conhecimento dos leitores do BIG a Resolucão 1\i' 53 de 26 de setembro de 1974 do Conselho Interministerial de Preços (CI?), que veio estabelecer as normas que definem o conceito de Liberdade Vigiada, e a Resolução N° 52, também de 26 de setem deste ano, que instituiu a obrigatoriedade de as empresas apresentarem ao CIP os demonstrativos financeiros e outros informes. Dada a importância da matéria, publicamos a seguir, na íntegra, as citadas Resoluções. RESOLUÇÃO N.° 52, DE 26 DE SETEMBRO DE 1974 O CONSELHO INTERMINISTERIAL DE PREÇOS (CI?), conforme decisão tomada em sessão plenária desta data, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos Decretos ns. 63.196, de 29 de agosto de 1968, e 63.511, de 31 de outubro de 1968, e pelo Decreto-lei 11.° 808, de 4 de setembro de 1969. CONSIDERANDO a necessidade do exame das peculiaridades das empresas industriais e respectivos setores a que se vinculam, buscando sua compatibilização com as diretrizes da politico econômica do Govârno Federal, no tocante ao combate da inflação; CONSIDERANDO que se torna indispensável estabelecer um sistema permanente de análise e coleta de dados primários que possibilitem ao CIP um melhor conhecimento dessas empresas;

RESOLVE: Art. 1. 0 — Fica instituida a obrigatoriedade de apresentação pelas empresas industriais Secretaria Executiva do CIP de demonstrativos financeiros e outros informes de acordo com o roteiro anexo 5, presente «Normas para apresentação de Demonstrações Financeiras». Art. 2.° — A partir de 1.° de dezembro do ano em curso os pleitos apresentados ao CIP com base na Portaria Interministerial CB-1/68, de 5 de janeiro de 1968, da extinta CONE?, somente serão apreciados se o interessado já houver apresentado as informações mencionadas no artigo 1.° da presente. Art. 2.° — A inclusão de empresas no regime de Liberdade Vigiada se fará por indicação do Presidente do CIP e por aceitação da maioria dos seus membros. Art. 3.° — A presente resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições em contrário. a) Mario Henrique Simonsen Presidente RESOLUÇÃO N.° 53, DE 26 DE SETEMBRO DE 1974 O Conselho Interministerial de Preços (CI?), conforme decisão tomada em sessão plenaria de 26.9.74, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos Decretos ns. 63.196 de 29 de agosto de 1968, 63.511 de 31 de outubro de 1968 e pelo Decreto-lei n.0 808, de 4 de setembro de 1969, considerando i) o objetivo de manter cadente a taxa de inflação;

Art. 1. 0 — Fixar normas que definam o conceito de Liberdade Vigiada, entendendo-se como tal que: as empresas poderão praticar, automaticamente, após a entrada do seu pleito de aumento de custos no Protocolo do CI?, os reajustes pretendidos; os processos de justificação serão apresentados segundo os critérios da Portaria GB-1 e as «Normas para Apresentação de Demonstrações-Financeiras» ou, outros documentos comprobatórios, sendo a citada prática de preços estudada então pelo CIP, a posteriori, dentro dos prazos legais ora vigentes; C) os excessos, eventualmente verificados pelo CIP, nos níveis de preços praticados pelas Empresas serão levados a Plenário de Ministros o qual poderá suspender o regime de Liberdade Vigiada. Art. 3• 0 — O prazo de 45 dias estabelecido para a análise dos pedidos de reajuste de preços pela citada Portaria Interministerial n. 0 GB-1/68, poderá ser interrompido para prestação de esclarecimentos que forem considerados necessários ao perfeito estudo das demonstrações financeiras ou no caso de apresentação dos informes de modo incompleto. Art. 4.° — A qualquer tempo, desde que se comprove a falta de exatidão nos demonstratiOos apresentados, o CIP poderá requerer verificações in loco, a fim de confirmar as informações prestadas. Art. 5.° — Esta Resolução entra em vigor nesta data. as) Mário Henrique Simonsen Presidente

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Noticiário da ABIGRAF

ASSEMBLËIA GERAL ORDINÁRIA DA CONLATINGRAF LIMA — PERU — 15 A 17-11-74 Convocado pela presidência da Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica, o sr. Rubens Amat Ferreira, e presidente da ABIGRAF assessorado pelo Dr. SIGESP, Antonio Urbino Penna Júnior, participou, nos dias 15 a 17 de novembro p.p., de mais uma Assembléia Geral Ordinária da CONLATINGRAF, da qual participaram representantes dos seguintes países, além do Brasil: Mexico, Argentina, Uruguai, Bolivia e Peru e na qual foi debatido o seguinte ternário: 1 — Analise, discussão e aprovação da ata da Assembléia Geral anterior, realizada no mês de maio p.p. 2 — Análise, discussão e aprovação do relatório das atividades desenvolvidas pela Secretaria de maio a novembro do corrente ano, assim como aprovação do plano de trabalho para o próximo semestre. 3 — Leitura, análise e aprovação do balanço contábil de 1.°-10-73 a 30-9-74. 4 — Discussão e aprovação do ternário e demais assuntos relacionados com o V Congresso Latino-Americano da Indústria Gráfica, a ser realizado na cidade de Viiia del Mar — Chile, no ano vindouro. 5 — Discussão de assuntos diversos — dentre os quais se podem ressaltar os seguintes: situação do mercado fornécedor

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de papel na America Latina; atual estágio do projeto de acordo de complementação resultante das 2 reuniões setariais da indústria gráfica no âmbito da ALALC. As conclusões oficiais dos debates havidos em torno dos temas supra-referidos serão publicados nos próximos números do BIG. Após o encerramento da Assembléia Geral, o sr. Rubens Amat Ferreira viajou As cidades de Santiago do Chile e Montevidéu, a fim de tratar com as autoridades locais e junto b. representação do Brasil na ALALC, em audiência especial com o embaixador Maury Gurgel Valente, da efetivação do projeto de acordo de complementação acima mencionado.

III REUNIÃO SETORIAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA

Em carta enviada ao Sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF, comunicou o chefe do setor de Assuntos Empresariais da ALALC (Associação Latino-Americana de Livre Comércio) a convocação, para a segunda quinzena do mês de abril do ano vindouro, da III

Reunião Setorial da Indústria Gráfica, e comentou, a respeito, que «nas primeiras duas reuniões os empresários do setor mostraram especial interesse em progredir concretamente em matéria relacionada com integração do setor. Na primeira Reunião elaboraram um projeto de acordo de complementação, que foi ampliado na segunda, tanto do ponto de vista de produtos como no sentido geográfico, o que poderá ser uma boa base de entendimentos futuros. Ao solicitarem nova convocação, os empresários manifestaram a necessidade de continuar analisando as possibilidades de lograr-se uma complementação mais ampla e de uma maior participação das entidades dos países da ALALC. A Secretaria (da ALALC) espera que se façam novas tentativas e aquiescendo à solicitação convocará a nova Reunião para a segunda quinzena de abril de 1975».

IIV FIEPAG — FEIRA INTERNACIONAL DE EMBALAGEM E ARTES GRÁFICAS

Com apenas dois meses deccrridos desde o seu lançamento, a IIV FIEPAG — Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas, já vendeu mais de setenta por cento da área total de 11.250 m 2 que ocupará no Parque Anhembi, na capital de São Paulo, onde será realizada entre os dias 3 e 9 de março de 1975. Há, assim, desde já, a certeza de incomum êxito desse tradicional certame do nosso setor, mesmo porque já conta ele com a participação oficial assegurada de vários países, entre os quais a Italia, a Inglaterra e os Estados Unidos.


Justifica-se, pois, um lembrete as firmas, interessadas ern participarem dessa próxima FIEFAG, para que se inscrevam o quanto antes. Com o invulgar interesse demonstrado pelas indústrias expositoras ern torto dessa nossa importante Feira, haverá, certamente, outro tanto de negócios ern perspectiva, em comparação avantajada com os certames anteriores.

ARTES GRÁFICAS: RENOVAÇÃO DO CONVÉNIO ENTRE O SENAI E ACIMGA O presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de Sao Paulo e do Conselho Regional do SENAI, Sr. Theobaldo De Nigris, recebeu em meados de outubro transcurso, em seu gabinete de trabalho, o Sr. Ricardo Cesati, secretário da ACIMGA — Associazione Costruttori Italiani Macchine Grafiche, Cartotecniche e Affini —, que se encontrava acompanhado dos srs. Raymond Fiasse e Bruno Lupano, da empresa italiana Rotomec, ambos participantes da IV Semana de Artes Gráficas, há pouco realizada nas dependências do Colégio Técnico de Artes Gráficas União-SENAI-Prefeitura, e durante a qual proferiram conferências sobre matéria de sua especialidade, ou seja, máquinas gráficas para embalagens flexíveis. O secretário da ACIMGA tratou com o líder da indústria

paulista da possibilidade do prosseguimento do convênio existente entre aquela entidade de classe italiana e o SENAI, na área do ensino das artes gráficas em nível médio, com total assistência técnica e pedagógica, inclusive a presen ç a de professores e instrutores italianos altamente especializados, como vem ocorren-

presidente da FIESP-CIESP palestra com os srs. Ricardo Cesati Bruno Lupano, da ACIMGA, sobre a renovação do contrato com SENAI relativo ao Colégio Industrial de Artes Graficas-União-Senal-Prefeitura.

do desde a instalação e inicio de funcionamento da Escola. O convênio expira sua vigência no fim de dezembro do corrente ano, após um período quatrienal estabelecido. O que se objetiva agora, conforme o teor das conversações efetuadas, é a assinatura de um novo convênio sem solução de continuidade e por tempo indeterminado, implicando na prestação de uma cooperação permanente por parte da ACIMGA, também coordenadora das atividades didáticas da Escola. O convênio seria consideravelmente ampliado em suas finalidades, abrangendo, futuramente, a implantação do ensino também em nível universitário. Além disso, o novo convênio se estenderia à assistência para atualização da Escola «Felicio Lanzara», que prepara menores para a indústria gráfica em nível elementar ou de habilitação.

O novo convênio depende do aval dos Governos brasileiro e italiano, pois tem caráter oficial.

O presidente Theobaldo De Nigris disse estarem já em andamento, de parte do SENAI, as providências, em tempo hábil, para a renovação do convênio, que se revelou altamente positivo e eficiente para o cumprimento das finalidades da Esco la,

Os dois conferencistas, por sua vez, palestraram com o presidente da FIESP-CIESP sobre o atual estágio de desenvolvimento alcançado pela indústria italiana de máquinas gráficas, particularmente as destinadas à indústria de embalagens flexíveis, realçando as suas características técnicas e a sua alta produtividade ern relação a um mercado de concorrência internacional.

A FORMAÇÃO DE TÉCNICOS PELO SENAI

Compelido pela crescente demanda de profisisonais de nível médio, resultante do extraordesenvolvimento do dinário

nosso parque industrial, decidiu o Departamento Regional do SENAI de S. Paulo expandir, nestes últimos quatro anos suas unidades de ensino de 29 grau. O êxito dessa experiência nesse nível de ensino, iniciada há mais de três décadas com a Escola Técnica Têxtil «Francisco Matarazzo» e, posteriormente com a Escola Técnica de Cerâmica «Armando de Arruda Pereira», animou a alta direção do SENAI a adenBoletim da Ind. Graflca-12/74

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pode prestar assistência técnica a clientes;

NOTICIÁRIO DA ABIGRAF

trar novas areas carentes de técnicos de nível médio, como fora verificado pelos levantamentos de mão-de-obra realizados tanto pelo próprio SENAI como pelos organismos de pesquisa do Pais. Além dessa constatação havia o repetido apelo dos diversos setores industriais que, conhecendo a estrutura do SENAI e os benefícios que a instituição prestava no setor de formação de operários qualificados, não duvidavam de sua capacidade em atender a nível mais elevado. Assim é que nos últimos 4 anos, acompanhando o ritmo do crescimento industrial, o SENAI, quase quadruplicou o número de suas unidades de ensino de 29 grau, podendo oferecer hoje aos jovens que buscam sua profissionalização concomitante aos estudos de educação geral, sete habilitações: têxtil, cerâmica, artes gráficas, mecânica (máquinas e motores), metalurgia, mecânica de precisão e plásticos. Como instituição de ensino mantida e dirigida pela indústria, sentindo de perto os seus problemas de mão-de-obra e altamente interessada em resolvê-los, continua o SENAI seus estudos de maneira a que possa, dentro em breve, oferecer novas opções nesse nível de ensino. Com isto, engaja-se decididamente na luta pelo maior desenvolvimento de nossa Pátria.

do 29 grau e as disciplinas profissionalizantes, nos laboratórios e nas oficinas. Com mais um ano de estágio na indústria, recebe seu diploma de técnico industrial, na especialidade escolhida. Mediante certas condições, pode o aluno candidatar-se a uma bolsa de estudo. O PEBE (Programa Especial de Bolsas de Estudos) do Ministério do Trabalho oferece bolsas de estudo aos trabalhadores sindicalizados e a seus dependentes. O IRS (Instituto Roberto Simonsen) da FIESP, e várias indústrias também concedem bolsas de estudo a alunos dos cursos técnicos mantidos pelo SENAI. AS FUNÇÕES DO TÉCNICO O técnico de nível médio desempenha importante papel nas empresas executando tarefas que apresentam grande variedade, nos setores de administração, planejamento, produção, laboratórios, controle, manutenção, assistência técnicas e vendas. De maneira geral, poderíamos enumerar algumas funções:

Ao jovem que terminou o 19 grau o SENAI oferece várias opções para cursos de 2 9 grau profissionalizantes. Os cursos são gratuitos. A indústria paga o curso. O aluno recebe o certificado de conclusão do 29 grau, após três anos na escola, estudando todas a matérias do currículo

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colabora no projeto e planejamento da produção; supervisiona a produção, efetuando os controles de qualidade necessários; realiza testes em laboratórios para controlar a qualidade de matérias primas, materiais e produtos; Organiza e executa planos de manutenção; calcula custos e elabora orçamentos; realiza estudos de tempos e movimentos; pode participar da venda de produtos, como vendedor técnico;

lê e interpreta técnicos;

desenhos

pode chefiar equipes de trabalho ou servir de ligação entre o planejamento e a produção.

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Noticiário da FIESP-CIESP

ALALC E PACTO ANDINO ESTUDAM INSTRUMENTOS PARA INTEGRAÇÃO Falando, recentemente, na Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sobre «ALALC — Situação Atual e Perspectivas Face Ratificação do Protocolo de Caracas e as Negociações Coletivas», o ministro Paulo Cabral de Melo, chefe do Departamento de Organismos Regionais Americanos do Ministério das Relações Exteriores, salientou que as Listas Nacionais — que é mecanismo primordial de liberação comercial — subsistirão dentro do organismo, devendo, inclusive, ser ampliadas. A par disto, deverá ser aplicada uma automaticidade nas reduções tarifárias, além da ampliação também dos acordos de complementação, que deverão ser modificados, no sentido de abranger mais de um setor. Disse o ministro, sobre as modificações que deverão ocorrer com o objetivo de integrar a área, que é pensamento, também, facilitar as negociações dos paises de menor desenvolvimento, através de concessões exclusivas its nações maiores, do ponto de vista econômico. Afirmou que há um grande número de estudos com respeito àquele objetivo, como os referentes à possível harmonização do instrumento aduaneiro, que acredita não vá ser estabelecido para todos os países, dada a diversidade de situações, além 10

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

da uniformização de instrumentos (nomenclatura, conceitos de valor e a própria tarifa «ad valorem»). Outra informação do ministro: que a harmonização de capitais estrangeiros está sendo discutida em Montevidéu, mas entende ser prematura esta discussão, já que a ALALC não é um todo, dentro de um programa de integração econômica. Acrescentou que seria difícil imaginar, por causa disto, uma Lei de Capital Estrangeiro uniforme para todos os países da ALALC. Discorreu sobre a possibilidade da criação, dentro da área, de entre empresas de capitais majoritários latino-americanos, vantagens, além das concedidas, através de um sistema jurídico capaz de alicerçar a idéia, pois que estas empresas teriam colimado o próprio objetivo da Associação. Ponderou o ministro que, da parte brasileira, «desejamos fortalecer os organismos da ALALC, no sentido de dinamizá-la e, ao mesmo tempo, participar de acordos do «Pacto Andino», embora reconheça seja difícil vislumbrar, atualmente, acordos com os países integrantes do «Pacto», pois que nem todas as regras foram estabelecidas com este fim, excluindo a possibilidade para o setor metal -mecânico, que possui regras próprias.

Passados 14 anos da criação da ALALC, houve, segundo o ministro, transformações muito grandes no próprio processo de formação da Associação, que cresceu, geograficamente, com a inclusão de outros países, além do Brasil, Argentina, Chile, Mexico, Uruguai. A ALALC, que congrega 11 países de economias de níveis diferentes, não poderia, mesmo atingir a curto prazo o seu objetivo maior, que é a liberação do comércio. Observou que fora estabelecido o prazo de 12 anos para que num certo número de produtos — «o essencial de consumo» — fosse desgravado. No entanto, com a entrada de novos países, as regras foram modificadas. Em seguida, falando sobre o «Pacto Andino», o ministro lembrou que este grupo tem uma estrutura e uma condição de mercado diversas da ALALC. Desta forma, dentro da AL, hoje, há dois grupos: o dos países atlânticos e os andinos, todos membros da ALALC, mas diferenciados pela maneira de encarar a liberação do comércio. Sublinhou que, do lado atlântico, a integração é tentada dentro de um processo de negociações tarifárias, pela redução destas, para abrir campo para conquista de mercados. O Grupo Andino foi criado com base na seleção de setores industriais para a produção de novos produtos, apoiada por regulamentos de liberação comercial, através da redução de tarifas e o estabelecimento de tarifas comuns para terceiros países.


FIESP-CIESP

DESTACAM ALTERAÇÕES NA

-CARTA-CONSULTADO CDI As alterações feitas na «Carta-Consulta» dos projetos a serem encaminhados ao Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI), do Ministério da Indústria e Comércio (divulgadas recentemente pelo Escritório do CDI), estão reunidas em trabalho de informação da FIESP-CIESP, através de seu Departamento de Economia. Em recente reunião plenária das diretorias das entidades, o seu vice-presidente e diretor daquele Departamento, Sr. Oswaldo Palma, apresentou o trabalho, que compara a Carta anterior com a nova, salientando as modificações. A informação sobre as alterações é a seguinte: «0 escritório do «Conselho de Desenvolvimento Industrial» em São Paulo divulgou, na última quinta-feira, o novo modelo de «Carta-Consulta» dos projetos a serem apresentados a esse Organismo Federal para a solicitação de incentivos fiscais e financeiros. A nova «Carta-Consulta» é praticamente a mesma, já conhecida, apenas com um detalhamento maior ern alguns itens. Assim, o «item 2» que na «Carta» anterior dizia apenas: «2. Capital Social (atualizado)», passa a pedir; «2. Capital Social (atualizado, discriminando, em percentagem, sua distribuição entre Pessoas Físicas residentes e não residentes no País».

O «item 6», também sofreu algumas alterações passando da redação: «6. Indicar os objetivos a serem alcançados com a execução do empreendimento» para: «6. Indicações sumárias sobre os objetivos do projeto: prazos para implantação; aumento de produção física, especificando, por produto, as capacidades a serem instaladas; redução de custos; d) introdução de produto novo no mercado ou melhoria de qualidade em produto existente; e) substituição de importações possibilitada pelo projeto e/ou exportações previsíveis». Além dessas pequenas alterações a nova «Carta -Consulta» pede que seja indicado o Grupo Setorial correspondente & atividade da empresa. A solicitação ao CDI deverá ser apresentada em 3 vias e com papel timbrado; sendo que a resposta a Carta-Consulta terá validade por seis meses. 2 interessante que as empresas, em seu próprio benefício estudem devidamente as especificações e respectivos valores da maquinaria e equipamentos a fim de evitar pedidos de alteração ou revisão do projeto durante o período de análise. 2 a seguinte a Integra do modelo de «Carta-Consulta» agora em vigência no CDI: 1 — Nome da empresa, razão social e endereço. 2 — Capital Social (atualizado), discriminando, em percentagem, sua distribuição entre Pessoas Físicas residentes não residentes no Pais. 3 — Ativo fixo — valor global e, em destacado, a parcela correspondente a máquinas e equipamentos.

4 — Produção Física e valor das vendas em cruzeiros correntes (indicar os principais produtos e respectivos faturamentos nos dois últimos exercícios). 5 — Máquinas e/ou equipamentos a adquirir — Descrição sucinta e valores respectivos. Para as importadas, pregos FOB, em moeda do pals de origem e em cruzeiros equivalentes. 6 — Indicações sumárias sobre objetivos do projeto: a) prazo para implantação; b) aumento de produção física, especificando, por produto, as capacidades a serem instaladas; C) — redução de custos; d) — introdução de produto novo no mercado ou melhoria de qualidade em produto existente; e) substituição de importações possibilitada pelo projeto e/ou exportações previsíveis. 7 — Informar se a empresa já teve projeto aprovado no CDI e, no caso positivo, dizer se a Resolução ou Certificado, respectivo, ainda está em vigência. 8 — Indicar o Grupo Setorial correspondente a atividade da empresa».

DIRETOR DA FIESP DESTACA TRABALHO SOBRE REFLORESTAMENTO «Infelizmente, o reflorestamento no Brasil esta sendo vítima de uma série de informações destorcidas, cuja origem não está perfeitamente esclarecida. Em linhas gerais, é frequentemente acusado de: 1) Promover a destruição de Boletim da Ind. Gráfica—I2/74


NOTICIÁRIO DA FIESP-CIESP

matas naturais; 2) Utilizar-se exclusivamente de árvores alienígenas; e 3) Não favorecer a preservação da fauna». Este opinião, do presidente da Associação Paulista de Reflorestamento, Sr. Armando Martins Clemente, emitida no trabalho «Reflorestamento ainda ameaçado pela Incompreensão», de sua autoria e inserido em «0 Estado de São Paulo», edição de 13 de outubro, foi comentado pelo diretor da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Sr. Ruben de Mello, durante recente reunião plenária das entidades. Observou que o artigo mostra com fidelidade o panorama do reflorestamento e rebate acusações aos reflorestadores, já que os empresários do setor têm visto inúmeros artigos que combatem esse processo . O diretor Ruben de Mello destacou que a análise do presidente da Asociação Paulista de Reflorestamento frisa que «são constantes as manifestações contra o desmatamento e, inexplicavelmente, é o reflores-

tamento quase sempre responsabilizado pela ocorrência. Na grande maioria das vezes essa acusação é infundada». Em outra parte do trabalho,

o Sr. Armando Martins Clemente assinalou que «aqueles que, empolgados pelos louváveis sentimentos de brasilidade, de proteção ao que é nosso e que vêm responsabilizando o plantio de pinus e eucalipto pela destruição das matas naturais, estão positivamente desinformados. Não sabem que o Brasil, apesar de suas dimensões continentals — 8.500.000 quilômetros quadrados e de possuir a maior reserva florestal do mundo, cerca de 350-400.000.000 de hectares — é atualmente um país que ainda não possui uma Area de floresta compatível com as suas imensas possibilidades e as suas futuras necessidades. Dispõe de cerca de 6.000.000 de hectares de florestas comerciais, área inferior a que possuem o Canada, America do Norte, fndia, Argentina, Austrália, Suécia, Finlândia, França, Espanha, Alemanha Ocidental e Noruega.

Ignoram que a área reflorestada, cerca de 1 140.000 hectares, é igualmente insignificante ern relação à superfície ocupada com florestas naturais, ou seja, aproximadamente 0,3%. Desccnhecem que as florestas homogéneas comerciais são indiscutivelmente o principal fator capaz de determinar a preservação das matas naturais, porque a sua utilização implicará em poupar aquelas. Salientou que quando as terras de campo e cerrado de São Paulo tornaram-se caras, os reflorestamentos mudaram-se para Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia. As terras tornaram-se caras para o reflorestamento porque a cultura de soja pode aproveitar economicamente os cerrados e campos planos com o auxílio de correções químicas o que as culturas tradicionais não têm condições de fazer. Além do cerrado e do campo, apenas são utilizadas no reflorestamento as terras acidentadas, algumas de boa qualidade, porém impróprias à agricultura, por não serem mecanizáveis. Mesmo estas somente são reflorestáveis quando o seu custo for acessível.

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NOSSA ECONOMIA EM SETEMBRO DE 1974 COMENTÁRIO

Durante o mês de setembro, o nível médios dos preços ao consumidor, na capital de São Paulo, apresentou uma elevação de 1,6%, segundo resultados divulgados pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da USP.

Em termos acumulados, os nove primeiros meses do corrente ano registraram um acréscimo de 25,0% contra 11,1% de idêntico período do ano anterior. Dos 191 itens pesquisados mensalmente pelo IPE, 126 apresentaram elevações de pregos, 30 permaneceram estáveis e 35 baixaram, em setembro último. O item "Alimentação" continuou sendo o principal responsável pela taxa mensal (1,6%), ocorrendo os maiores acréscimos entre os produtos industrializados (3,3%) e produtos semi-elaborados (2,5% ). Dentre os demais itens que compõem o índice e que colaboraram para o aumento global, destacam-se "Transportes e Educação", com os aumentos em setembro da ordem de 1,6 e 1,4% respectivamente.

Ainda no mês em análise, o índice de Custo de Vida na Guanabara refletiu um aumento de 1,8%. Observa-se pequena elevação do ritmo de alta comparativamente ao mês anterior quando o índice alcançou o valor de 1,6%. Porém, quan14

Boletim da Ind. Gráfica-12/79

do se comparam essas taxas com o ritmo médio do primeiro semestre, que foi da ordem de 3,2%, nota-se sensível queda de ritmo (Fundação Getúlio Vargas / Jornal O Estado de São Paulo, de 10-10-74). A variação acumulada janeiro/setembro, registra um acréscimo de 27,3% para o presente exercício (10,3% no ano passado).

O poder aquisitivo da moeda registrou uma queda ao nível das taxas de aumento observadas para o índice de custo de vida, ou seja, 1,6% em setembro e 20,0% nos nove meses em análise.

Entre os indicadores finaceiros, o meio circulante registrou durante o mês de setembro, uma expansão da ordem de 2,0%, acumulando nos três primeiros trimestres de 1974, uma emissão líquida de Cr$ 900 milhões, correspondente a um acréscimo de 4,7% relativamente a dezembro do ano anterior.

Esse resultado é bem mais moderado que o de 1973, quando a emissão líquida foi de Cr$ 2.400 milhões, significando uma expansão da ordem de 18,4% para esse indicador.


Em setembro foi de 22 o número de concordatas deferidas, resultado coincidente com o do mês anterior. Numa visão de período, houve um ligeiro acréscimo da ordem de 3,9% nos nove primeiros meses do corrente exercício, correspondentes a 187 deferimentos, contra 180 de idêntico período do ano passado. Quanto às falências decretadas, o total observado em setembro foi da ordem de 76 (aumento de 28,8% em relação ao mês anterior), contribuindo para o resultado acumulado de 524 falências

decretadas de janeiro a setembro de 1974, total bem mais otimista que o observado nos nove primeiros meses de 1973 (816 falências decretadas).

Finalmente, o consumo de energia elétrica comercial e industrial, manteve-se, em setembro último, praticamente ao mesmo nível de agosto, registrando uma ligeira queda de 0,1%. Considerando-se os nove meses iniciais do exercício, o acréscimo foi de 11,3%, equiparando-se ao de 1973 (13,2%).

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS NO MÊS DE SETEMBRO DE 1974 (Base: dezembro/73

Número ESPECIFICAÇÂO

Índice

100)

Variação percentual no mês de setembro em relação ao mês anterior

Variação percentual acumulada até setembro

set./1974

1974

3,7

4,7

18,4

1,2

- 20,0

- 10,0

- 25,0

3,9

- 25,6

4,7

- 35,8

18,1

5,8

11,3

13,2

1,61

1,24

Meio Circulante (*)

104,7

2,0

80,0

- 1,6

Concordatas Deferidas

157,1

.,.

Falências Decretadas

105,6

28,8

108,0

- 0,1

comercial e indústrial

1973

11,09

125,02

Consumo de energia elétrica

1974

25,02

Custo de Vida

Poder Aquisitivo da Moeda

(*)

1973

-

-

Dado sujeito a retificação.

Seção de Estatística e Informações Industrials do DECAD, da FIESP/CIESP.

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

15


CÁLCULOS E CONTROLES NA MODERNA FOTOMECÂNICA

Noticiári o Técnico

FRANCISCO FLAVIO DE GOUVEIA LOPES

PRELEÇÃO FEITA NA 4.• SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS SAO PAULO 7 A 11 DE OUTUBRO DE 1974

Introdueio

Normalmente o técnico em fotografia para Artes Gráficas recebe, para reproduzir em meio tom ou reticulado, originais de vários tipos, ou seja: radiofotos, fotos de arquivo, desenhos, fotos de reportagens, etc. Estes originais apresentam grandes diferenças entre si, no que diz respeito ao fator qualidade, densidades, etc.

(original que nos é enviado pelo Laboratório Fotográfico), se dá através de um «negativo reticulado» ou «meio tom». Portanto, a qualidade do negativo é fundamental para uma boa reprodução em jornal, pois, a imagem 6. reproduzida «ponto por ponto».

existe a necessidade da fixação de padrões a serem seguidos. 3 — Vamos analisar o gráfico para entendermos melhor como são fixados os padrões para elaboração de negativos reticulados. O gráfico apresentado mostra a curva da variação da densidade em função do logaritmo de exposição.

2 — Para que se obtenha um resultado uniforme nas reproduções ern reticulados

Entretanto, a sua reproducap em um jornal, revista ou outro veiculo gráfico qualquer, deve obedecer a certos padrões de qualidade.

• D EN SIDA DE

O nosso propósito é apresentar uma maneira de se determinor esses padrões e obter a melhor qualidade de reprodução. Metodologia Adotada

D2

Elaboração de uma película de filme exposta. Revelação da película de filme exposta. 1.a

8DENSIDADE

De uma maneira geral podemos separar o nosso estudo em duas partes, que são:

Parto Di

Elaboração de uma película de filme exposta 1 A reprodução de urna fotografia de tom continuo —

16 •

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

Log E 1

Log Log

E

E2

Log

E


A medida do contraste é chamada de gradiente médio e é definido como a inclinação de uma reta que une dois pontos de densidades diferentes dentro da curva do gráfico. Considere o ponto A na curva que tem a densidade DA e que corresponde it exposição Log-EA, e um ponto B que tem a densidade DB e a correspondente exposição Log-EB. A reta AB que une os dois pontos é chamada de G (gradiente médio). A inclinação da reta pode ser expressa pela seguinte equação:

G .2.

D2 — D1 Log E2 — Log El

A variação da densidade em função do logaritmo de exeposigão, pode ser chamado de:

Exemplo de Aplicação

A Densidade do Original

Tempo de Exposição 30

Original Densidade de Alta Luz Densidade de Sombra Diferença

0,10 1,90 1,80

Padrão de Negativo Desejado Densidade de Alta Luz Densidade de Sombra Diferença

1,65 0,35 1,30

Problema Se com uma exposição de 30 segundos obtemos um negativo que tenha uma densidade de Alta Luz de 1,85 e uma densidade de Sombra de 0,55, que correção deve ser feita para obtermos um negativo no padrão exigido? a)

Formulário

— A G—

A Densidade do Negativo

Com o uso de uma tábua de Logaritmos ou uma régua de cálculo temos que o antilogaritmo de 0,27 é 1,86, que é o fator de correção para a exposição principal inicialmente usada de 30 segundos. De posse do fator de correção do tempo de exposição temos duas opções: 1..a — A densidade do negativo obtido foi maior que a densidade do negativo desejado; então temos que diminuir o tempo de exposição e para tanto dividimos o tempo original de 30 segundos pelo fator calculado. 2.a — A densidade do negativo obtido foi menor que a densidade do negativo desejado; então temos que aumentar o tempo de exposição e, para tanto, multiplicamos o tempo original de 30 segundos pelo fator calculado. Em nosso exemplo teremos:

AD D Log E

Vamos adotar o símbolo 7 para a variação de A G e temos finalmente a fórmula básica:

A Log E —

— 16 segundos

b) Cálculos

Observação

1,30

0,72

1,80 A Densidade A Log E Na fórmula apresentada, podemos ainda substituir o valor do logaritmo da exposição pelo valor da variação da densidade do original e temos a fórmula: A Densidade Negativo A Densidade do Original

Li Log E _

Corrigido 1,86

A Densidade

1,85 — 1,65

0,20 0,72 portanto, A Log

0,72 — 0,27

Existem instrumentos de controles de exposição que funcionam automaticamente, segundo as variações de densidade dos originais, corrigindo automaticamente a exposição em função das variações de densidades registradas.

E = 0,27 2.8 Parte

Cabe observar que o valor de Log E 0,27 é um número logarítmico e deve ser convertido em um número decimal.

Revelação da película de filme exposta

1 — Vamos falar sobre processamento em máquinas autoBoletim da Ind. Gráfica-12/74

17


NOTICIÁRIO TÉCNICO

máticas, pois não tem sentido falar em controles para processamento manual. 2 — Para o processamento autÓmático de uma película de filme, vamos subidivir a nossa apresentação em etapas: a) Determinação do tempo e da temperatura ideal para o processamento. Cada fabricante de filme fornece uma curva característica do seu Dime, A curva nos chi o tempo de revelação em função da temperatura. Fixando-se, por exemplo , uma determinada temperatura _de trabalho teramos, conseqüentemente, o tempo ideal de revelação para esta película de filme.

b) Fixação do padrão de controle. Após o preparo do banho na processadora, existe a necessidade de fixarmos um padrão de controle para este banho. O padrão é fixado através de

uma fita de controle, de preferência do próprio fabricante do banho. Esta fita de controle é uma película de filme pré-exposta com densidades variáveis e vem com o tempo e a temperatura de revelação fixados pelo fabricante, de acordo com o tipo de máquina. Revelando-se a fita de controle faz-se a leitura no step 4 da fita e temos o padrão que

pode variar de — 5 até + 5 unidades. Vamos analisar o gráfico abaixo para entendermos melhor como funciona o padrão para o revelador. 1.° Caso Revelador Controlado. 2.° Caso

O revelador esta fora de controle e pode ter havido dois problemas: 1) Aumento no tempo ou na temperatura de revelação. b) Reativador muito forte.

3° Caso 1) Diminuição no tempo ou na temperatura.

92

33,3

48

31,1

28,9

80

26,7

76

24,4

72

22,2

68

20,0

15

30

45

60

75

90

105

120

TEMPO DE REVELACÃO (SEGUNDOS)

IS

Boletim da Ind. Grafiea-12/74

135

150

16 5

180

TEMPERATU RA ( °C)

TEMPE RATURA l°P)

84


CARTA DE CONTROLE DA PROCESSADORA 4- OA

+0.3

-4 0.1

.

40.1

PADRAO

-01

- 02 03 0.4 I

FIVE ADOR CONTROL ADO

I

AUMEN O NO TEMPO DE REV& LAC AO OU NE. TEMP E. RATEIRA

/ REATIVADOR MUITO FORTE

/ DIM/NUICAO NO TEMPO DE REVELACAO OU NA TEMPT. RATURA 2

DIMINUICAO DA AGITACÃO

]

FA LTA DE REATIVACÃO

4

REATIVADOR MUITO FRACO

3 REATIVADOR MUITO VEL110

1 M STURA DO REVELADOR INCORRETA (MUITO FRACA)

1

MIS URA DO REVELADOR INCORRETA (MUITO FORTE)

2 0 VELADOR CONTAMINADO OU OXIDADO

2

DIFICIL CONTROLE PELA AOICAO DE REATIVADOR. DC V EEL-ASDE OR FAZER NOVO RE-

3 MAO PODE SER CONTRO. LADO SATISFATORIAMENTE COM A ADICAO DE REAM VADOR

a

6 REVELADOR OU REATIVADOS CONTAMINADO OU OXIDADO

Diminuição na agitação. Falta de reativação. Reativador muito fraco. Reativador muito velho. Revelador ou Reativador contaminado ou oxidado. OBS. — possível recuperar o banho baseado nos itens acima. 4.° Caso

Mistura do revelador Inuit() fraca. Revelador contaminado ou oxidado. OBS. — Não pode ser controlado satisfatoriamente. Devemos fazer novo banho.

c)

A revelação de uma película de filme se dá através de uma reação química, na qual parte dos produtos químicos é transformada.

Conclusão

Pelo que vimos, podemos notar que existe uma intrínseca relação entre a La parte: Elaboração de uma película de filme exposta e a 2.a parte: Revelação da película de filme exposta. Existindo, portanto, a necessidade de fixação de padrões de controles para que se possam obter negativos de alta qualidade.

Esta quantidade de produtos que toma parte na reação deve ser devolvida ao banho para que se mantenha o equilíbrio do banho. A quantidade de produtos que deve voltar ao banho chamamos de «Taxa de reativacão» e pode ser calculada atrayes da tabela anexa.

TAXA DE REATIVAÇÃO (cm 3 )

5° Caso

1) Mistura do revelador muito forte. OBS. — Não pode ser con trolado satisfatoriamente. Devemos fazer novo banho. A fita de controle deve ser usada du ante o tempo de operação do equipamento e deve ser revelada de hora em hora ou menos, de acordo corr a produção da máquina.

Esta «Taxa de reativação» função do tamanho do filme e da área exposta.

Reativação

AREA DO 11011

500

1.000

1.500

2.000

2.500

3.000

4.000

4.500

25

2

4

5

5

10

10

15

15

50

4

5

10

15

18

22

30

36

75

5

10

15

18

25

36

44

50

:::,,..

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

19


NOTICIARIO TÉCNICO

SISTEMA DE REGISTRO

-

CONTROL 2000

Com a racionalização do tra-

balho e a exigência de uma produção cada vez mais rápida com absoluta qualidade, difundem-se cada vez mais os sistemas de registro padronizados, como o «CONTROL 2000» da B. Bacher KG., Alemanha. O sistema de registro «CONTROL 2000» foi desenvolvido já há algum tempo pela Bacher em conjunto com o maior fabricante de máquinas de impressão do mundo, a Heidelberg Druckmaschinen Aktiengesellschaft, Alemanha. Logo, o sistema «CONTROL 2000» destacando-se pela sua simplicidade, flexibilidade e alta precisão, foi adotado como norma por outras empresas. Assim, a Hoh & Hahne Hohlux GmbH, Alemanha adotou este sistema de registro em suas aparelhagens para fotolito (câmaras de reprodução, mesas de montagem, etc.). A Basf Nyloprint a partir do sistema «CONTROL 2000» desenvolveu seu sistema de pré-registro NYLOSPEED, tornando compativel o registro tipográfico com o registro offset.

COMO FUNCIONA O SISTEMA DE REGISTRO ((CONTROL 2000»? O filme virgem recebe os furos padrões, feitos com uma prensa especializada na câmara escura. Uma haste de registro instalada na câmara de reprodução OU aparelho fotográfico recebe o filme virgem corn os furos padrão. Com isto se consegue um registro perfeito dos quatro filmes da seleção de cores. Se for utilizado um aparelho de seleção de cores, como o «Selectron» da Hoh & Hahne, também este recebe a

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

-

haste de registro. Para facilitar o trabalho, também as reticulas de contato podem receber os furos de registro. Passando-se então para a montagem, toda ela é feita de acordo com o sistema de registro. As folhas de montagem, as folhas milimetradas e todo o material recebe os furos de registro, pelos quais são encaixados na haste de registro da mesa de montagem. Estes furos constituem os pontos de referência para toda a montagem das 4 cores. A cópia das chapas offset é feita com aproveitamento dos furos de registro da folha de montagem. A chapa offset recebe os mesmos furos, feitos com uma prensa especializada. A folha de montagem e a chapa offset são ambas introduzidas na prensa de cópia, encaixadas na haste de registro, fazendo-se a cópia normal. Utilizando-se a cópia por meio de uma copiadora-repetidora, esta Anima é que recebe a haste de registro para a chapa, e a cópia com aproveitamento múltiplo se processa em perfeito registro. Quando foram feitos os furos de registro na chapa offset virgem, foram feitos simultaneamente furos nas beiradas, em forma de U. Estes furos alongados permitem a colocação da chapa na régua de fixação especial da impressora offset, e com perfeito registro. A chapa offset colocada desta maneira na máquina, não apenas está em perfeito registro uma em relação a outra, caso receba quadricomias, mas também está em posicionamento perfeito em relação ao papel. Por um sistema de micrômetros na dimensAo horizontal e

vertical é possível fazer-se uma correção minima no registro, quando é necessário. (Quando por exemplo se troca o forro durante uma impressão). EQUIPAMENTO QUE CONSTITUE O SISTEMA DE REGISTRO «CONTROL 2000» Todas as máquinas offset Heidelberg podem ser forn-ecidas já com o sistema de registro «CONTROL 2000» da fábrica. Além deste equipamento na impressora offset, torna-se •necessário urn aparelho de pré-registro (furadeira) para a perfuração padronizada da folha de montagem e das chapas offset. Um segundo aparelho de pré-registro para permanecer na câmara escura para ser utilizado na perfuração do filme. Além disto são necessários os pinos de registro para serem utilizados na câmara fotográfica, mesa de montagem, prensa de cópia. (Material técnico fornecido pela Gutenberg — Máquinas e Materials Gráficos).

KODAKEKTACOLOR 37 RC NOVO PAPEL PARA FOTO A CORES Um novo papel fotográfico para cópias a cores, que permite trabalhos de elevado padrão profissional, em breve estará b. disposição dos laboratórios de foto-acabamento. O papel Kodak-Ektacolor 37 RC 5 o mesmo que vem sendo usado com excelentes resultados nos Estados Unidos e já está em fase experimental de fabricação em São José dos Campos. O Brasil passa a ser assim o único pals da América do Sul a produzir esse material, que em breve estará inclusive sendo exportado pela Kodak. Em conseqüência de um novo processo que já está sendo


Mergenthaler;1

é a fotocompositora de menor preço feita por aqueles que inventaram a linotypo

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NOTICIÁRIO TÈCNICO

maior parte dos teclados pneupodem ser atualizados para funcionarem com a fotocompositora, permitindo a sua instalação sem grandes despesas adicionais com novo equipamento de entrada e com a preparação de pessoal espemáticos

utilizado no Brasil, a base do papel 37 RC é muito branca, realçada pela química de três soluções de auto decomposição que desaparecem naturalmente, evitando assim a poluição da água utilizada em seu processamento. Qualquer que seja o sistema utilizado na revelação a cores — bandeja, cesta ou automático — esse processamento será mais rápido, cerca de 8 minutos apenas. O novo papel Kodak Ektacolor 37 RC é plastificado e estará disponível em três tipos de superfície — acabamento brilhante, semi-mate e seda — todos com elevado padrão de reprodução, contraste e meios

tons.

JOS. HUNKELER AG SUÍÇA - NA TPG

Esta fábrica é especializada na construção de máquinas para o setor de acabamento. Dentro da linha de máquinas apresentadas, como os diversos modelos de máquina para cortar e imprimir registros numa só operação, máquinas para cortar cupons por operação manual ou motorizada, máquina para alceamento e colagem de guardas de livro, de encartes, folhas soltas ou quartinhos de caderno, e outros mais deste setor, a Hunkeler lançou na

lugar de comando. O transporte da pilha tem movimento continuo, cujo tempo de intervalo, necessário para a colocação da pilha, tem regulagem de 1-12 segundos. Corte e pressão são hidráulicos.

A programação da seqüência do corte é facultativo: primeiro o corte dianteiro, depois os cortes laterais ou vice-versa, de acordo com a conveniência do material. Maxima proteção do operador por dispositivos de segurança. A faixa de formatos é a partir de 70 x 50 mm até 460 x 360 mm, altura maxima da pilha é 140 mm. A máquina pode ser equipada com instalação de corte de separação de livros, que foi feita em regime de dupla ou tripla produção. (Outros detalhes técnicos dos equipamentos da Jos. HUNKELER AG — Fabrik für Graphische Maschinen, através do seu representante no Brasil, a firma OSCAR FLUES & CIA. LTDA.).

COMPOSITORA FOTOGRÁFICA DE ALTA VELOCIDADE MAQUINA QUE OFERECE UMA GRANDE VARIEDADE DE TIPOS E CORPOS

TPG a guilhotina trilateral, modelo HDS 3646, que pode ser operada tanto em regime com comando por um operador, cumo em regime automático. A mudança de um regim e para

Esta máquina de composição fotográfica de fabricação britânica oferece um rendimento máximo de 40.000 carateres por hora em tipos de 5 a 24 pontos, assim como Didot.

outro processa-se simplesmente por um bo:::o. Para ajustar a máquina, aciona-se cada função individualmente por botão, Mudança cle formato ou de facas é feita sem ferramentas no

A unidade é comandada por fita de papel perfurada, produzida por um teclado pneumático ou por um perfurador eletrônico. Os perfuradores eletrônicos existentes e a

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Boletim da Ind. Gráfica-12/74.

cializado.

Antes do início de cada trabalho, a fotocompositora deve ser programada com os pormenores dos valores das unidades e códigos dos carateres. Este é um processo muito simples que consiste em fazer passar o programa pela cabeça de leitura da máquina. A fita programada, com o formato de 31 canais, contém informações em duas partes, uma zona de distribuição de unidades e uma zona de código de aplicação dos carateres. Fazendo passar a fita através da máquina permite que as informações pertinentes sejam armazenadas na unidade de memória da fotocompositora.

Uma vez a fotocompositora, programada, a velocidade de entrada da película, a dimensão dos pontos, o valor ajustado e a velocidade do obturador são fixados nos seus respectivos dispositivos de controle. A fita perfurada do te,-lado é introduzida na fotocompositora e a seleção de carateres é efetuada por dois arietes pneumáticos que fazem mover a caixa de matrizes para obter o alinhamento da matriz ap:opriada com uma fonte luminosa fixa formada por uma lâmpada de filamento de tungsténio de 12 V. Quando o sinal ou a letra se encontram em. posição, um obturador abre-se para exposição.

Como a exposição se efetua através de uma matriz estacionária, a imagem exposta apresenta uma grande consistência de qualidade. Após a exposição, um sistema de espe-


A HORA É DE MUDAR SIGA O CAMINHO DO PROGRESSO DE OS PRIMEIROS PASSOS PARA A IMPRESSÃO EM OFFSET, ADQUIRINDO HOJE MESMO A MODERNA E EFICIENTE IMPRESSORA OFFSET

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NOTICIÁRIO TÉCNICO

lhos desloca a trajetória da

luz projetada ao longo da linha, conforme a informação do valor das unidades da imagem impressionada, compondo os carateres no material fotosensível. A linha máxima é de 54 cíceros e há uma escolha de mais de 200 tipos. OPÇOES QUANTO PEL/CULAS

A

Pode ser utilizada a maioria das películas e papéis com emulsões para litografia ou estabilização. Podem ser também colocados pequenos pedaços de materiais no porta

filme ou porta-papel para se obterem linhas de correção e outras composições limitadas. O porta-filme de rolo único recebe rolos de pelicula com um comprimento de 30,5 metros, ou rolos de papel com um comprimento máximo de 15,25 metros e com as larguras normais de 15 cm, 20 cm ou 25 cm. A caixa de matrizes pode conter um número máximo de 400 matrizes distintas, e os carateres utilizados com maior freqiiéncia são agrupados para reduzir assim ao minim() o movimento da caixa.

Podem ser também incorporadas matrizes de profundidade dupla para a composição de sinais matemáticos de duas linhas, tais como chaves e parênteses. Um grupo de matrizes ocupa-se da série de corpos de 5 a 24 pontos e Didot. Uma vez que cada uma das matrizes é independente e pode ser retirada, as variações da disposição da caixa de matrizes são muito simples e podem ser executadas pela própria pessoa que comanda o funcionamento desta compositora fotográfica produzida pela Monotype Corp. Ltd. — Inglaterra.

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Boletim da Ind. Grálcia-12/74

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"Gatinha da Augusta "Frfi acaba de vencer mais um concurso fala de como tratar dos cabelos' no Kennel Clube

Além da gatinha e da Fifi,há mais uma pessoa irritada com você: o cliente. Para que ninguém perca o diente ou o serviço feito por causa de uma inversão de legendas (ou de fotos), a Kodak criou o Método PMT. PMT quer dizer Transferência Fotomecanica. Com o Método PMT você obtém todos os elementos que entram no montagem de uma página de jornal off-set, de um anúncio, de boletins, manuais, anuários e outros originais gráficos, onde o paste-up é largamente usado. Você pode copiar, ampliar ou reduzir. Você faz isso com urna foto, uma legenda, um título, um texto, etc. Em 30 segundos a cópia sai da máquina e vai para a mão do montador. Você obtém toda a segurança possível, porque vê e revisa o original completo, limpo e pronto para a

impressão. E economiza aplicações que, além de custarem mais dinheiro, ainda podem causar surpresas como essa da Fifi e da gatinha. E para garantir ainda mais a sua autonomia de , trabalho (e seus lucros), conte com a Ravenna Tipo D , para reproduções fotomecânicas de originais de 4,V até 53 x 70 cm, e com a Processadora Richmond s' Micro/ 18, para reticulados, cópias de traço, 'scí'e" ,e cópias por contato e cópias reduzidas ou ampliadas em câmaras fotomecânicas. 4sZ' / c". Para maiores detalhes sobre esses V.,. ° materiais e equipamentos, fale com a .L' Fi fi , digo, com o Kennel Clube, digo, ,S' com um representante da Kodak. / so` , -

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Várias

HELIOGRAFIA — FUSÃO DE EMPRESAS A Herbert Mayer Indústria Heliográfica S.A., tradicional fabricante brasileira de material heliográfico, passou a integrar o Grupo Hoechst do Brasil. Fundada em 1944, a Herbert Mayer produz o papel hellográfico Diazon, máquinas para cópias e revelação e outros materiais utilizados em heliograf ia. Com esta associação, a Empresa passará a contar com tecnologia da Kalle, de Wiesbaden-Biebrich, responsável pela invenção do papel heliográfico à base de amônia, o Ozalid, que será produzido também no Brasil. A Kalle pertence a Hoechst Aktiengesellschaft (Alemanha) que é um dos poucos fabricantes mundiais de poliester e também de produtos diazo (conjunto de produtos químicos utilizados em reprografia). Como empresa dedicada exclusivamente à reprografia em vários paises, fabrica tudo o que existe para reprodução heliográfica, desde o mais simples papel até os mais sofisticados equipamentos eletrônicos de elevada produção. Entre seus produtos estão o Hostaphan (poliester para desenho), o Ozaphan (poliester heliográfiBoletim da Ind. Gráfica -12/74

co) e Ozalid, um papel hellográfico apresentado em várias versões para diversas finalidades (contraste, bicolor, autoadesivo, tela, laqueado, duplex, meio tom, acetato e para modelagem de roupas), filmes, máquinas e papel para microfilmagem, máquinas para heliografia e folhas para reprodução de fotolitos. Todos estes materiais produzidos atualmente na Alemanha são distribuídos no Brasil pela Herbert Mayer, que poderá vir a produzi-los aqui, it medida em que o mercado nacional passar a consumi-los em escala economicamente viável. Falando sobre o assunto, o sr. Gerhard Btihme, diretor da empresa, diz: «Dispomos de meios técnicos para produzir já, grande parte dos artigos de que agora somos distribuidores, mas certos tipos de materials muito modernos são consumidos em escala reduzida apenas por uma elite que prima pela sofisticação. Ao lado do nosso tradicional Diazon, começaremos a fabricar, brevemente, o papel Ozalid, da Kalle. n o primeiro passo para aumentar nossa linha de produtos na proporção em que formos sentindo a capacidade de consumo do mercado brasileiro». A fábrica da Herbert Mayer tem uma área construída de 1.000 m2, na rua Manoel Preto, 688, Bairro do Socorro, São Paulo e um capital de 960 mil cruzeiros, no qual a Hoechst participa com 49%. A Empresa é presidida pela Sra. Lea Vieira da Cunha Mayer, viúva do Eng. Herbert Mayer, e da diretoria faz parte o Sr. Gerhard Bõhme, representando a Hoechst do Brasil.

RESPONSABILIDADES DE CADA UM NOS ACIDENTES DE TRABALHO «Ao governo federal, através do Ministério do Trabalho, cumpre ditar a política prevencionista, fiscalizar-lhe a disciplina de aplicação, baixar normas que a tornem mais e mais eficiente, alocar-lhe recursos tanto materials como humanos e, além do mais, despertar a consciência nacional para problemática tão pungente. Incumbe ao trabalhador o capacitar-se de sua responsabilidade pessoal em sua própria proteção como agente e paciente que é, ao mesmo tempo, as mais das vezes, no processo acidentário, cumprindo-lhe utilizar-se devidamente dos equipamentos de proteção e obedecer rigorosamente is regras de serviço de prevenção contra acidentes. A empresa cabe o dever, por outro lado, de conscientizar-se de que, ao prevenir os acidentes, esta, a um tempo, tranqüilizando o ambiente de trabalho e assegurando melhor produtividade a seus fatores de produção. Detectar áreas criticas de maiores riscos, prover Os equipamentos necessários a maior proteção possível, estabelecer adequadas normas de serviço, fiscalizar-lhes a execução com todo o rigor — são aspectos mais salientes de sua múltipla responsabilidade. A seus técnicos, sobretudo os de nível superior, deverá exigir que saibam dar o exemplo a todos os instantes, pois nada mais eficiente e essencial do que isso, para a aplicação das regras de proteção contra acidentes». (Do discurso do Pres. Gelsel no XIII Congresso Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho)


A nossa indústria é altamente especializada em revestimento de cilindros para todos os fins gráficos. Obedecemos a altos níveis técnicos, para o que contamos com os melhores engenheiros-químicos, orientados sob a mais rigorosa técnica moderna observada tanto na Europa como na América. Oferecemos aos senhores industriais gráficos revestimentos de cilindros com borracha sintética, natural e nitrílicas, para máquinas automáticas de impressão e para todo e qualquer tipo de máquina tipográfica, inclusive rolos de anilinas, jornais, fábricas de papel, rotogravura, etc. AGORA, ROLOS PARA PRONTA ENTREGA, MAQUINA HEIDELBERG 1/8, OU QUAISQUER MARCAS. CONSI FLTE-NOS.

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V;


Setor Jurídico

LEGISHCAO FISCAL CORREÇÕES MONETÁRIAS E CAMBIAIS PARA AVALIAÇÃO DO LUCRO REAL Portaria n.° 544, de 15-10-74, do Sr. Ministro da Fazenda (DOU de 21-10-74) O Ministro de Estado da Fazenda, no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto nos ii 5.0 e 6.° do art. 15 do Decreto-lei n. 0 1.338, de 23 de julho de 1974, resolve: I — A partir do exercício financeiro de 1975 e para efeito de determinar o lucro real sujeito ao imposto de renda das pessoas jurídicas, as correções monetárias e cambiais de elementos patrimoniais ficarão sujeitas ao seguinte regime: a) o aumento líquido do ativo, resultante da correção do imobilizado e das respectivas contas de depreciação, amortização e exaustão, efetuada nos termos da legislação em vigor, constituirá reserva especial que poderá ser utilizada para compensar prejuízos, aurn.rmtar o capital da pessoa jurídica ou para compensação referida no item IX desta Portaria. a.1) o disposto nesta alínea aplica-se também ao aumento de ativo resultante da correção de outras contas ativas que, de 28

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acordo com a legislação ern vigor, estejam sujeitas ao regime de correção do imobilizado; b) os demais valores integrantes do ativo e do passivo da pessoa jurídica susceptiveis de correção monetária ou variação cambial, deverão constar do balanço de encerramento pelos seus respectivos saldos atualizados, de acordo com os indices vigentes à mesma data; c) o aumento de ativo resultante da correção monetária, ou da atualização cambial de todos os valores ativos, inclusive do pendente, exceto a correção monetária do ativo imobilizado, será computado como receita na determinação do lucro real, ainda que registrado como reserva para aumento do capital da pessoa jurídica; d) o aumento de passivo exigível e do pendente resultante da correção monetária ou da atualização cambial das obrigações da pessoa jurídica poderá ser computado como despesa do exercicio; d.1) as importâncias registradas no ativo pendente, correspondentes gt correção monetária ou variações cambiais de exercícios anteriores, decorrentes de financiamento de ativo circulante, poderão ser apropriadas em um ou mais exercícios sociais; d.2) as importâncias registradas no ativo pendente, correspondentes correção monetária ou variações cambiais de exercícios anteriores, decorrentes de obrigações contraídas para financiamento do ativo imobilizado, serão obrigatoriamente compensadas nas futuras correções monetárias do ativo imobilizado; d.3) serão consideradas custos adicionais de aquisição a correção monetária ou as variações cambiais de exercícios anteriores, registradas no pendente e relativas As obrigações contraídas para o financiamento do ativo omibilizado das empresas desobrigadas a procederem à correção monetária dos bens ou direitos integrantes desse ativo; e) a manutenção do capital de giro próprio, determinada de acordo com o disposto nos itens II a V desta Portaria, poderá ser deduzida como despesa do exercício, até o montante do lucro real antes dessa dedução, e terá por contrapartida a constituição de reserva especial que somente poderá ser utilizada no aumento do capital da pessoa jurídica ou para compensação da importância de que trata o item IX desta Portaria; f)

quando o capital de giro próprio no início do exercício for negativo, a pessoa jurídica deverá computar como receita do exercício importância determinada nos termos dos itens VI e VIII desta Portaria, que terá por contrapartida diminuição de reservas, inexistindo estas, registro em conta provisória do ativo pendente. II — O montante da manutenção do capital de giro próprio dedutivel como despesa ser á calculado mediante a aplicação, sobre o valor do capital de giro próprio existente no inicio do ano ou exercício social que servir de base A declaração, da variação, ocorrida durante o mesmo ano ou exercício social, nos coeficientes utilizados para a correção das Obrigações Reajustáveis do do Tesouro Nacional. III — O valor do capital de giro próprio no início do período será determinado com base no balanço de encerramento do período anterior, ou, no caso de exercício inicial da pessoa jurídica, no balancete do mês em que tenham sido arquivados seus atos constitutivos na repartição competente, como a diferença a maior entre o passivo não exigível e o ativo imobilizado, ajustados de acordo com as seguintes normas: A) Passivo Não Exigível: I — Ao saldo do balanço anterior serão adicionados os valores das reservas, dos lucros em suspenso e das provisões tributáveis, eventualmente não classificados no passivo não exigivel. II — O saldo do balanço anterior sera deduzido dos seguintes valores: 1 — prejuízos acumulados que estiverem registrados como ativo pendente; 2 — montante do capital social ainda não integralizado que estiver registrado como créditos em conta do ativo; 3 — saldos das contas passivas de regularização de valores do ativo, dedutiveis para efeito do lucro tributável, que estiverem registradas no passivo não exigível, tais como as de depreciação, amortização, exaustão, provisão para créditos de realização duvidosa e provisão para ajustamento, ao valor de mercado, do custo de estoques e valores mobiliários, bem como outras provisões, admitidas como despesas dedutíveis. B) Ativo Imobilizado: a) ao saldo de balanço anterior serão adicionados os seguintes valores: 1 — saldo de outras contas do ativo que, de acordo com a legislação em vigor, estejam sujeitas ao re-


gime de correção monetári -t do imobilizado; 2 — o valor das ações, cotas, quinhões do capital e outros títulos de participação societária, que represente imobilização financeira; b) do saldo de balanço anteos rior serão deduzidos: 1 fundos de depreciação, amortização e exaustão, que estiverem registrados no passivo As instituinão-exigível. IV ções financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central poderão adicionar ao passivo não-exigível montante correspondente a 70% (setenta por cento) do saldo das receitas sobre as despesas diferidas contabilizadas, respectivamente, no passivo e no ativo pendente. IV.a — O disposto neste item estende-se As sociedades anônimas de capital aberto que, por força do estabelecido no art. 203 do RIR, possam diferir receitas e despesas, desde que da utilização dessa faculdade não resulte manutenção de capital de giro próprio positivo. IV b — As empresas empreiteiras de estradas, de obras e semelhantes, para os efeitos do item III, poderão adicionar ao passivo não-exigível o valor correspondente a 5%, (cinco por cento) das receitas diferidas, contabilizadas no pendente, que tenham sofrido a retenção do imposto de renda na fonte A alíquota de 1,5% (um e meio por cento). V — O montante da manutenção do capital de giro próprio admitido como exclusão do lucro real será contabilizado a débito da conta de lucros e perdas, até o limite do lucro real, e a crédito da conta de reserva específica, para oportuna e compulsória aplicação em aumento de capital da pessoa jurídica, com total isenção do imposto de renda para a pessoa jurídica e seu titular, ou seus sócios ou acionistas. VI Se o capital de giro próprio do inicio do exercício for negativo, a pessoa jurídica deverá computar como receita do exercício importância determinada mediante a aplicação, sobre o montante do capital de giro próprio negativo, da variação nos coeficientes de correção das Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional durante o ano ou exercício social que servir de base A declaração, ressalvado o disposto no item O valor compuseguinte. VII tado como receita na forma do item anterior não será supe—

rior A soma das diferenças de câmbio e das correções monetárias pré-fixadas ou não, e que tenham sido debitadas como despesa operacional à conta de lucros e perdas, relativas a obrigações contraídas para o financiamento do ativo imobilizado, inclusive das ações, cotas, quinhões do capital e outros títulos de participação acionária que representarem imobilização financeira. VII a — A inexistência de diferenças de câmbio ou correções monetárias nos termos deste item desobriga a pessoa jurídica do cômputo da manutencão negativa de capital de giro Para efeito de próprio. VIU determinar o capital de giro próprio negativo, que servirá de base à aplicação da variação nos coeficientes de correcão as sociedades de seguro e capitalização poderão adicionar ao passivo não-exigível parte ou a totalidade de reservas técnicas, não comprometidas, formadas de acordo com a legislação que regula esses serviços, não podendo tal adição resultar ern capital de giro próprio positivo. IX A importância determinada de acordo com os itens VI e VII anteriores será contabilizada a crédito da conta de lucros e perdas e a débito de qualquer conta de reserva, inclusive a decorrente de correção monetária de ativo imobilizado e de capital de giro próprio, ou na inexistência destas, de conta provisória do ativo pendente, para oportuna compensação em contas de reserva que venham Aos a ser constituídas, X aumentos de capital decorrentes de aproveitamento da manutenção do capital de giro próprio aplicam-se as normas dos arts. 3.° e seus ii 1.0, 3." e 4. 0, do Decreto-lei n.° 1.109, de 26 de junho de 1970. XI — As pessoas jurídicas que encerraram balanços no corrente ano de 1974, em desacordo com o disposto nos arts. 14 e 15, do Decreto-lei n.° 1.338, de 23 de julho de 1974, os quais servirão de base As declarações de rendimentos do exercício de 1973, deverão proceder aos lançamentos de retificação, em sua contabilidade, até 31 de dezembro de 1974, observadas as seguintes normas: a) se a reserva de manutenção de capital de giro próprio, apurada na forma desta Portaria, representar valor superior àquele cono tabilizado anteriormente, —

ajuste somente será permitido 'As empresas que dispuserem de reservas livres ou lucros suspensos, até o limite destas contas, e de forma que o montante da manutenção não ultrapasse o lucro real verificado no período base; b) se, de novo cálculo da manutenção do capital de giro próprio, resultar manutenção inferior àquela contabilizada como correspondente ao período-base, •a diferença deverá ser adicionada ao lucro real; c) na ocorrência de capital de giro negativo, deverá ser registrada, a crédito de lucros suspensos, ou outra conta de reservas, importância calculada de acordo com o item VI, limitada à soma das importâncias previstas no item VII, e na inexistência de uma dessas contas, a, débito da reserva especial referida na alínea «a», do item I; não havendo também esta reserva especial, o débito será apropriado em conta do ativo. pendente, para oportuna compensação com qualquer das reservas citadas, que venham a ser constituídas; d) a importância registrada de conformidade com a alínea anterior será adicionada ao lucro real; e) as diferenças de câmbio ou os encargos correspondentes A correção monetária de empréstimos contraídos para financiamento do ativo imobilizado, incorridos no período-base de 1974 e contabilizados no ativo pendente, poderão ser transferidos a débito dos lucros suspensos, total ou parcialmente. XII — Para os efeitos desta Portaria, serão apuradas as variações cambiais, mediante: a) compra ou venda de moeda ou valores expressos em moeda estrangeira, desde que efetuada de acordo com a legislacão sobre câmbio; b) conversão do crédito ou da obrigação para moeda nacional, ou novação dessa obrigação, ou sua extinção, total ou parcial, em virtude de capitalização, dação em pagamento, compensação, ou qualquer outro modo, desde que observadas as condições fixadas pelo Banco Central do Brasil; c) atualização dos créditos ou obrigações em moeda estrangeira, registradas em qualquer data e apurada no encerramento do exercício social era função da taxa vigente. XIII — Esta Portaria revoga a de n.° 195, de 31 de julho de 1972, entrando em vigor na data de sua publicação. Mario Henrique Simonsen.

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29.


S :TOR JURÍDICO

TRABALHISTA

NOVA TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO DE RENDA - PESSOA FÍSICA

FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO POS N. 03/74

Tabela progressiva - Imposto de Renda - Pessoa física

Exercício - 1975

Classe de renda liquida Até

De 13.901,00 De 15 . 001,00 De 19 . 901,00 De 27 . 601,00 De 39.101,00 De 53 . 001,00 De 71 . 001,00 De 92.601,00 De 133 . 901,00 De 170 . 001,00 De 235.001,00 Mais de

13.900,00 a 15.000,00

a 19.900,00 a 27 . 600,00 a 39.100,00 a 53 . 000,00 a 71.000,00 a 92 . 600,00 a 133.900,00 a 170 . 000,00 a 235 . 000,00 a 289.300,00 289.300,00

Alíquota

Parcela a deduzir

Isento 3 5 8 12 16 20 25 30 35 40 45 50

417,00 717,00 1 . 314,00 2.418,00 3. 982,00 6.102,00 9.652,00 14.282,00 20.977,00 29.477,00 41 . 227,00 55.692,00

IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

À

RESOLUÇÃO N.° 58, DE 1973 Estabelece aliquotas máximas do Imposto Sobre Operações Relativas h. Circulação de Mercadorias

Art. 1.0 - As alíquotas máximas do Imposto sobre Operações relativas A Circulação de Mercadorias serão as seguintes:

Exercício de 1975

Exercício de 1976 e subseqiientes

14,5% 12,0% 13,0%

14% 11% 13%

Exercício de 1975

1976 e subseqüentes

15,5% 12,0% 13,0%

15% 11% 13%

Região Centro-Sul

- nas operações internas .... - nas operações interestaduais - nas operações de exportação

Exercício de

Região Norte-Nordeste

- nas operações internas .... - nas operações interestaduais - nas operações de exportação

Art. 2.0 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Senado Federal, em 3 de dezembro de 1973. Paulo Torres, Presidente do Senado Federal. (DOU-I de 4-12-73, pág. 13.395). iNCOLA B-52-1.742/73-19

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Boletim da Ind. Gráfica-12/74

INSTRUÇÕES DO BNH SOBRE ALTERACOES NA POS N.° 01/71

Para conhecimento de seus associados, em vista da importância da matéria, a ABIGRAF, através do seu Departamento Jurídico, faz publicar, a seguir, as Instruções baixadas pelo presidente do BNH, pelas quais são introduzidas alterações em numerosos itens da POS N. 01/71. O Presidente do Banco Nacional de Habitação (BNB), no uso de suas atribuições, baixa as seguintes ins:.ruções, que in-

troduzem alterações na POS n.o 01/71. 1 Os itens 3, 3.1, 3.2, 3.3, 9.1, 9.2, 10, 18, 22, 22.1, 22.2, 24, 25.1, 28.1, 57, 57.1, 59, 83, 91, 98, 98.2, 98.4, 100, 100.1, 100.2, 101, 104, 122.1, 125, 130 e 130.1 passam -

a ter a seguinte redação: «3 O recolhimento mensal dos depósitos é feito ao Banco Depositário mediante Guia de Recolhimento (GR) - ANEXO e Relação de Empregados (RE) - ANEXO III». «3.1 A cada GR deve corresponder uma RE, ressalvada a faculdade de ser adotado o sistema da RE trimestral de que trata a Seção II deste Capítulo». «3.2 O recolhimento dos depósitos em atraso, inclusive os decorrentes de Notificações para Depósitos (NDFG) ou de parcelamento de débito, é feito mediante Guia de Recolhimento em Atraso (GRA) - ANEX0 II - resalvado, quanto RE, o disposto nos subitens.9.1 e 9.2». «3.3 - O Banco Depositário dá quitação nas três vias da GR ou GRA e devolve a 2.a h empresa, juntamente com a 2.4 via da RE, devidamente visada». 49.1 - No caso de depósitos em atraso, desde que os meses de competência estejam compreendidos no período de dezembro a novembro do ano seguinte, poderá ser usada uma (Mica RE para todos os meses a que se referem na GRA». «9.2 - Na hipótese do subitem anterior, a RE deve ser elaborada, totalizando, por empregado, os valores relativos a «Recolhimentos» e «Remune-


ração Paga», correspondentes aos meses de competência indicados no espaço próprio desse documento». «10 — A GR e a GRA são preenchidas, no que couber, com os seguintes dados: Competência — indicar, na GR, mês e ano a que corresponda a remuneração de que trata o depósito. Empresa nome da empresa. Atividade — código instituído pelo Ministério do Trabalho para identificação da principal atividade da empresa. CGC — carimbo padronizado de que trata a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal n.° 24/73 (tratando-se de pessoa física, anotar no espaço destinado ao carimbo o n.0 de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e, na hipótese de não estar sujeita a qualquer dessas inscrições, declarar, no mesmo espaço (ISENTO). Endereço — endereço completo. Cidade — nome da cidade. Estado — sigla da unidade da Federação. Banco Depositário nome do banco em que a empresa realiza os depósitos. Agência — nome da agência bancária. Praça — nome da localidade onde se situa a agência. — DISCRIMINAÇÃO DOS RECOLHIMENTOS — COMPETÊNCIA (mês e ano) — indicar, na GRÃ, mês e ano a que corresponda a remuneracão de que trata cada depósito. ARTIGO 9.° — valor correspondente a 8% da remuneracão paga ou devida ao empregado no mês da competência. OUTROS ARTIGOS — art. 22 — Valor correspondente a 10% do montante atualizado da conta vinculada, relativo ao período de trabalho na empresa, no caso de empregado optante dispensado sem justa causa; art. 22, § 1. 0 — valor correspondente a 5% do montante atualizado da conta vinculada, relativo ao período de trabalho na empresa, no caso de contrato de trabalho rescindido por culpa reciproca ou força maior; art. 32 — valor da indenização ref. ao tempo de serviço anterior a opção, destinado a desobrigar a empresa dessa responsabilidade. DEPOSITO JUDICIAL — valor do depósito (Seção IV deste Capítulo) JCM — valor dos juros e correção monetária devidos pela efetivação do depósito em atraso que ultrapasse o trimestre civil. MULTA — valor de multa devida pela efetivação de depósito em atraso (art. 59). TAXA REMUNERATORIA —

taxa remuvalor referente neratória de serviços técnicos e administração, calculada sobre o montante de cada prestação do parcelamento. TOTAL soma dos valores lançados nas respectivas linhas. VALOR A RECOLHER — soma dos valores lançados na coluna TOTAL. VALOR POR EXTENSO valor a ser recolhido por extenso. BOLETIM ESTATÍSTICO — N.° de empregados — n.° de empregados optantes e não optantes no último dia do mês da competência, grupados de acordo com as respectivas taxas nominais de juros. Remuneração — valor da remuneração referente ao mês de competência, relativa a cada grupo. Data — data de emissão da GR ou GRÃ. Assinatura da empresa — assinatura do responsável pela empresa. Autenticação do banco depositário autenticação do banco depositário conforme sistema por ele adotado». «18 — Na hipótese do item 17, havendo depósito ern atraso, o recolhimento sera realizado mediante GRA e RE avulsas». «22 — A empresa em débito para com o FGTS, relativo a empregados não optantes com mais de um ano de serviço, cujos contratos de trabalho hajam sido rescindidos ou extintos, poderá regularizar a sua situação realizando apenas o recolhimento do valor da multa». «22.1 — Para esse fim, a empresa deve emitir a GRA, preenchendo, nos espaços próprios, os valores relativos a depósitos, juros e correção monetária e multa e consignando, na coluna TOTAL desse documento, apenas o valor da multa, objeto do recolhimento». «22.2 — Para ef eito de comprovação perante a fiscaliazção, deve a empresa elaborar a RE correspondente aos depósitos indicados na GRA». «24 — No caso de rescisão ou de rescisão do contrato de trabalho, o Boletim Estatístico constante da GR deve ser preenchido somente em relação aos empregados a que se referir o recolhimento». «25.1 — A autoridade judiciária pode utilizar a GR e a RE para expedir guia de depósito judicial, caso em que, no espaço destinado à indicação do mês de competência, deve ser consignada a seguinte expressão: DEPÓSITO JUDICIAL». «28 — A empresa que tenha sido compelida a efetuar depósitos para o FGTS, relativos a débitos levantados pela Fis-

calização do IMPS, incluidoS em Notificação para Depósitos (NDFG), mas que não disponha de elementos para individualizá-los em relação aos respectivos empregados, deve efetuar o recolhimento, utilizando apenas a GRÃ, independentemente da RE, e nela consignando a seguinte anotação na parte superior do documento: DEPÓSITO A SER INDIVIDUALIZADO». «28.1 — Os meses de competência relacionados na NDFG devem ser incluídos na GRû. c57 — O Banco Depositário deve informar a Unidade Regional do BNH, até o dia 2.° dia útil de cada mês, o montante das importâncias arrecadadas no mês anterior, incluindo, quando for o caso, aquelas recolhidas na forma do subitem 2.1». «57.1 Essa informação deve ser prestada mediante Aviso de Recolhimento (AR) — ANEXO V, ao qual sera anexada uma via das correspondentes GR ou GRû. «59 — O Banco Depositário que possuir mais de uma agência na mesma localidade pode, mediante prévia comunicação ao BNH, centralizar, em apenas uma delas, as informações relativas às demais, inclusive no que se refere à elaboração e remessa do APC de que trata o item 130». «83 — O Banco Depositário somente pode efetuar pagamento de saque quando a AM estiver devidamente preenchida, tendo sempre como limite o saldo da conta». «91 — A AM é preenchida com os seguintes dados: IDENTIFICAÇÃO DA CONTA Empress — nome da empresa. Atividade — código de atividade da empresa. CGC — carimbo padronizado de que trata a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal n.0 24/73 (tratando-se de pessoa Mica, anotar, no espaço destinado ao carimbo, o número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e, na hipótese de não estar sujeito a qualquer dessas inscrições, declarar, no mesmo espaço, ISENTO). Endereço — endereço completo. Cidade — nome da cidade. Estado — sigla da unidade da Federação. Banco Depositário — nome do banco em que a empresa realiza os depósitos. Agência — nome da agência bancária. Praça — localidade onde se situa a agência bancária. Estado sigla da unidade da Federação. Empregado — nome do empregado. Carteira de Boletim da Ind. Gráfica-12/74

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Trabalho anotar, nos espaços próprios, o número e a série da carteira de trabalho. Alfabet:zado assinalar com um «x» o espaço correspondente, conforme se trate de empregado alfabetizado ou não. Sexo assinalar com um «x» o espaço correspondente a «M» ou «F», conforme se trate de empregado do sexo masculino ou feminino. Datas anotar, nos espaços próprios, dia, mês e ano do nascimento, admissão, opção e afastamento do empregado. Carimbo e assinatura da empresa. AUTORIZAÇÃO — Código do saque — indicar o número do código em algarismo e por extenso. Sacador — nome da empresa, no caso dos códigos 10, 11, 12, 13, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 31; nome do dependente, no caso dos códigos 23 e 23-A; nome do empregado nos demais casos. Objeto da Autorização colocar um «x» no espaço próprio, conforme o caso: 1. códigos 01, 02, 03, 04 e 07; 2. código 16; 3. códigos 05, 05-A, 06, 08, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 15-A, 22, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 e 31; 4códigos 23 e 23-A; 5. códigos 20 e 20-A; 6. código 21; 7. códigos 17, 17-A, 18, 19 e 19-A. RESPONSÁVEL PELA AUTOBIZ/WA° assinalar com um «x» o espaço correspondente empresa ou ao órgão responsável pela autorização. Data da autorização dia, mês e ano em que foi emitida a autorização. Carimbo e assinatura carimbo e assinatura do responsável pela autorização. RECIBO Código da agência. Saldo no último dia do ano anterior. Taxa de juros taxa de juros em vigor na data da rescisão ou extinção do contrato de trabalho. Data do recebimento. Valor dos depósitos. Valor dos juros e correção monetária. Total do saque. Valor do saque por extenso. Assinatura do sacador ou impressão digital, no caso de analfabeto. Assinatura do responsável legal, no caso de manor. Autenticação do Banco Depositário. «98 — Ao admitir empregado que seja titular de conta vinculada, a empresa deve solicitar ao seu Banco Depositário, mediante emissão de Solicitação de Transferência de Conta Vinculada (ST) — ANEXO n.o XIII, que providencie a transferência dessa meta». «98,2 — A ST é padronizada nas dimensões 12,5 x 21 cm, em cinco vias, com a seguinte —

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destinação: 1.a via-branca — Banco Depositário da empresa atual; 2.a via-azul — BNH; 3.a via-amarela — empresa; 4.a via-rosa — Banco Depositário da empresa anterior; 5 • a viabranca — Banco Depositário da empresa atual». «96.4 — O Banco Depositário da empresa atual remete as quatro vias da ST ao Banco Depositário da empresa anterior e retém a 5.4 via para fins de controle e posterior remessa ao BNI-I, confirmando a efetivação do crédito». «100 — O Banco Depositário da empresa anterior procede ao competente lançamento na conta objeto da transferência, fica com a 4.a via, remete a 2. à Unidade Regional do BNII e devolve as demais ao Banco Depositário da empresa atual, acompanhadas do extrato atualizado da conta». «100.1 — A 2. 1 parte da ST é preenchida com os seguintes dados: Depósitos — valor dos depósitos. ICM — valor dos juros e correção monetária até o ano anterior it soma transferência. Total dos depósitos e juros e correção monetária (ressalvada a hipótese do item 104, havendo duas contas relativas ao mesmo empregado, a transferência deve ser feita mediante uma única ST, totalizando os respectivos valores). Saldo no último dia do ano anterior ao da transferência (no caso da conta inativa é o ultimo saldo ou o total da conta). Ano da última no caso de conatualização ta inativa. Taxa de juros 3% (três por cento) (nas hipóteses do item 104, a taxa de juros a ser informada sera a que estiver vigorando). Data da opção. Código do banco. Código da agência. Data. Assinatura — do Banco Depositário da empresa anterior, nas quatro primeiras vias, e do Banco Depositário da empresa atual, na 5.a via». «100.2 — A transferência da conta inativa deve ser feita independentemente de atualização». c101 — O Banco Depositário da empresa atual, com base nos dados indicados na 2.a parte da ST, realiza os lançamentos relativos à transferência em ficha distinta daquela onde são feitos os registros referentes aos depósitos efetuados em nome do empregado pela empresa solicitante, devolve a esta a 3.a via, juntamente com o extrato, que deve ser entregue ao empregado, e remete a 5.a via Unidade Regional do BNH, —

após lançar no espaço próprio desse documento os valores por ele creditados na conta vinculada, incluindo, na hipótese do item 103. a imnortância correspondente a JCM». «104 — Aplica-se o procedimento estabelecido nesta SEÇÃO nos seguintes casos em que a conta vinculada referente ao empregado, optante ou não, deva ser transferida para outro Banco Depositário: Mudança de estabelecimento ou de local de trabalho em relação à mesma empresa; Transferência de empregado de uma empresa para outra que assuma os respectivos encargos trabalhistas «122.1 — Conceituam-se também como inativas, observadas as condições deste item, as contas individualizadas relativas a empregados que passaram a optantes». «125 — As cantos inativas deixam de ser atualizadas anualmente e nas mesmas somente deverão ser efetuados os créditos relativos aos juros e correção monetária a que fazem jus na ocorrência de depósitos, saque ou transferências». «130 — Até o último dia de março de cada ano, o Banco Depositário deve informar ao BNH, mediante emissão de Aviso de Posição de Contas (APC) — ANEXO XVI, os seguintes dados, espelham a posição existente em 31 de dezembro do ano a que se refeCONCIrir: a) Quadro 1 LIAÇÃO CONTÁBIL — Saldos das subcontas «Recolhimentos», «Transferências», «Eventuais», total dos recolhimentos a repassar, saldo da subconta «Pagamentos a Ressarcir — FGTS» e total das devoluções a resDISsarcir. b) Quadro 2 CRIMINAÇÃO DA SUBCONTA RECOLHIMENTOS — Soma dos saldos das contas ativas e inativas discriminadas em optantes e não optantes, e as contas não individualizadas. c) NÚMERO DE Quadro 3 CONTAS VINCULADAS — Número de contas vinculadas ativas e inativas discriminadas em optantes e não optantes, e não individualizadas. d) Quadro 4 JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA CREDITADOS NAS CONTAS ATIVAS — Total dos juros e correção monetária creditados nas contas ativas no decurso do ano a que se refere o APC, na forma do item 66. e) Quadro 5 — JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA CREDITADOS NAS CONTAS INATIVAS — Total do3 juros e correção monetária ere—


CRONOGRAMA

E TRANSFERÊNCIA (ANEXO VI)

I\19

Parcela

19 ao último dia de janeiro

01

19 29 39 49

19 ao ultimo dia de fevereiro

02

Período de arrecadação

1 ,

ao

último

dia

de

março

03

1 Transferência (ate Percentual a transferir 1 abaixo)

25% Saldo

3 11 19 27

de março de março de março de março

19 29 3. 49

25% 25qo 25% Saldo

3 11 19 27

de abril de abril de abril de abril

19 29 49

25% 25°/0 25% Saldo

3 11 19 27

de de de de

3?

25% 253/4

as

maio maio maio maio

ao

ultimo

dia

de

abril

04

19 29 39 49

25Vo 25% 25% Saldo

3 11 19 27

de junho de junho de junho de junho

ao

ultimo

dia

de

maio

05

19 29 39 49

250 /o 25,/o 25% Salda

3 11 19 27

de de de de

julho julho julho julho

junho

06

19 29 39 49

25°A) 25% 25°,10 Saldo

3 11 19 27

de de de de

agosto agosto agosto agosto

julho

07

19 29 39 49

25, /o 253/4 25Vo Saldo

3 11 19 27

de setembro de setembro de setembro de setembro

19 ao ultimo dia de agosto

08

19 29 39 49

25Vo 25Vo 25% Saldo

3 11 19 27

de outubro de outubro de outubro de outubro

19 ao último dia de setembro

09

19 29 39 49

250/o 25% 25% Saldo

3 11 19 27

de novembro de novembro de novembro de novembro

1 , ao ultimo dia de outubro

10

19 29 39 49

25% 25% 25% Saldo

3 11 19 27

de dezembro de dezembro de dezembro de dezembro

19 ao ultimo dia de novembro

11

19 29 39 49

25% 25% 250/o Saldo

3 11 19 27

de de de de

janeiro janeiro janeiro janeiro

19 ao ultimo dia de dezembro

12

19 29 39 49

25% 25% 25% Saldo

3 11 19 27

de de de de

fevereiro fevereiro fevereiro fevereiro

9

19

?

19

ao

ultimo

dia

ao

ultimo

dia

de

de

datas

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SETOR JURIDIC°

ditados nas contas inativas nu decurso do ano a que se refere o APC, na forma do item 126. Quadro 6 — JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA CREDITADOS NAS CONTAS ATIVAS REFERENTES A RECOLHIMENTOS EFETUADOS COM ATRASO — Total dos juros e correção monetária creditados nas contas ativas, sobre depósitos em atraso no decurso do ano a que se refere o APC, de forma do item 39. Quadro 7 — REVERSÕES AO FGTS — Total dos valores revertidos ao FGTS no decurso do ano a que se refere o APC, na forma do item 38 e subitem 116.1. h) Quadro 8 — DISCRIMINAÇÃO DAS CONTAS ATIVAS DE EMPREGADOS OPTANTES — Número das contas vinculadas de emprega-

dos optantes e soma dos respectivos saldos, discriminados por taxas de juros». «130.1 — O BNH disrtibuirá nos Bancos Depositários, até o último mês de cada ano, o APC impresso nas dimensões 21 x 32 cm em duas vias, com a seguinte destinação: 1.° via-branca — BNH; 2.a via-azul — Banco Depositário; 2 — A hipótese de saque prevista no item 92 sob código 07 passa a ter a seguinte redação: «07 — OPTANTE — MOTIVO — Rescisão antecipada, por parte da empresa, do contrato de trabalho por prazo determinado ou por obra certa. CONDIÇÃO — Anotação na Carteira de Trabalho. QUANTUM — Valor da parcela da conta vinculada na empresa em que se tiver verificado a rescisão». 3 — Os novcs

modelos GR, GRA, AM, ST e APC serão obrigatoriamente utilizados a partir das datas a seguir indicadas, sendo admitido, até então, o uso dos atuais: GRA e APC — 1.° de janeiro de 1975; GR, AM e ST — de julho de 1975. 4 — A presente Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1974. MAURÍCIO SCHULMAN — Presidente.

(*) Entre os numerosos ANEXOS citados nas presentes Instrucdes, reproduzimos acrid somente o ANEXO VI — Cronograms e Transferência (Pág. 33). Os demais silo formulários padronizados, encontráveis na reparticao competente.

Frequentar as reuniões do SIGESP e da ABIGRAF não é só um direito que lhe assiste; é, também, um dever seu a ser cumprido, em função das superiores deliberações da sua categoria industrial.

TINTAS PARA ARTES GRAFICAS

ROTOGRAVURA FLEXOGRAFIA TIPOGRAFIA

LITOGRAFIA

I SUPERCOR 1 QUÍMICA

OFF-SET

NORMA COMERCIAL S . A.

Rua, Guaianases, 1211 — Fones 220-9960 — 220-9882 -- São Paulo

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Boletim da Ind Grafica-12174 .


IORISPRODINCIA COMERCIAL FALECIMENTO DE SÓCIO APURAÇÃO DE HAVERES Da importância apurada é de se descontar a metade das multas fiscais impostas à sociedade, ainda em vida do referido sócio falecido, e a avaliação elevada atribuída ao contrato de locação.

Em recurso, decidiu o Tribunal, unanimemente: «Apuração de Haveres. — Da importância que a perícia contábil apurou para os haveres do sócio morto, é de descontar a metade das multas fiscais imposta a sociedade ainda em vida do referido sócio falecido, e a avaliação elevada atribuida ao contrato de locação, integrante do fundo de comércio.» — Acórdão de 6-11-73, da 2.* Cam. Civ. do TJG, na Ap. 84.859 (Iva Lopes Ribeiro, Rel.). — Ementa publicada no DJG de 17-7-74, apenso, pág. 257. iNCOLA F-38-1.250/74-20

TRABALHISTA ATO DE INDISCIPLINA — Pratica ato de indisciplina, ensejahdo a resilição contratual, empregado que rasga carta de advertência recebida, atirando-a ao chin.

Em recurso, que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: «Pratica ato

de indisciplina, ensejando a reempregado que, ao receber carta de advertência, a rasga, atirando-a ao chão. Embora a recite., em seu depoimento, declarasse ter apenas dobrado a carta «introduzindo sua unha em uma das silição contratual,

faces dobradas», a testemunha de fls. é convincente ao demonstrar que a recite, rasgou a carta em atitude indisciplinada.» Diz a ementa: «Pratica ato de indisciplina, ensejando a resilição contratual, empregado que, ao receber carta de advertência, a rasga, atirando-a ao chão.» Acórdão 288, de 28-1-74, da 3* Turma do TRT da 2* Região, no Proc. TRT-SP-4.842/ 73, de São Paulo (Júlio Franco, Pres.; Wilson Batalha,

Rel.). fNCOLA F-26-843/74-19 EMPREGADO QUE RASGA CARTA DE ADVERTENCIA — Porta-se com desrespeito as operior hierárquico empregado que rasga carta de advertên. jogando os pedaços As suas costas.

Em recurso, a que deu pro. virnento, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator «ad hoc»: «0 fate

de rasgar o recorrido a carta, alias, foi reconhecido pela V. sentença impugnada, que, entretanto, entendeu ato não bastante grave para a dispensa, tiormente porque a advertêntia fora injusta. Não vejo problema por tal prisma. Se injusta a advertência — o que admito para argumento — incumbia ao recorrido reivindicar em Juizo o seu cancela. mento. Não poderia ele, toda. Ma, adentrar a sala do en. carregado, seu superior hierárquico, para jogar os pedaços da carta Ls suas costas, dizendo-lhe ainda «mostra a sua capacidade». Já anunciara ao supervisor J.G.A. que iria rasgar dita carta, positivando assim o intenso de desacatar seu superior. A atitude do recorrido foi em verdade desrespeitosa e acintosa, não podendo de modo algum ser tolerada, pena de implantar a balbúrdia no ambiente de trabalho.» Acórdão 3.047, de 23-4-74, da 1* Turma do TRT da 2*

Região, no Proc. TRT-SP6.467/73, de Sao Paulo (Fer-

reira de Sousa, Pres.; Rodrigues Martins, Rel. «ad hoc»). INCOLA F-33-1.088/74-20 MARCAÇÃO DE PONTO — Não pode o empregado negar-se h. assinatura do ponto quando exigido pelo empregador, inexistindo alteração contratual, vez clue a exigência é de ordem legal.

Em embargos, que o Tribunal recebeu, por maioria, foi a seguinte a ementa: «Não pode o empregado negar-se a assinatura do ponto quando exigido pelo empregador. Inexiste alteração contratual, vez que a exigência é de ordem legal.» de Acórdão 2.311/73, 13-3-74, ão TST, em sessão plena, no Proc. TST-E-RR1.073/72 (Rodrigues de Amorim, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 20-3-74, pág. 1.575. fNCOLA F-29-950/74-20 FERIAS PROPORCIONAIS — EMPREGADO QUE PEDE DEMISSÃO — Tem direito a ferias proporcionais o empregado que pede demissão, por WO haver culpa no exercício regular de um direito. Em embargos, que o Tribunal rejeitou, por maioria, foi a seguinte a ementa: «Inteligência do parágrafo único do art. 142 da CLT. As férias proporcionais são devidas quando, após o primeiro ano de contrato, o empregado pede demissão, antes de completo o período aquisitivo, à inexistência de culpa mas, antes, do exercício regular de um direito.» Acórdão 439, de 22-5-74, do TST, em sessão plena, no Proc. TST-E-RR-1.305/73 (Orlando Coutinho, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 30-5-74, pág. 3.702. fNCOLA F-29-952/74-20

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\\\ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRAFICA REGIONAIS ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Av. Frederico Pontes, 94 Residência: Praça Simões Filho, 19-B Empresa: Comercial Gráfica Reunida Ltda. - Tel. 30-790 Av. Frederico Pontes, 94 Salvador, BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Rua Senador Pompeu, 754 Empresa: Estêves Gráfica Ltda. Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754

Fortaleza, CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, 341 Tel. 6-3078 Goiânia, GO ABIGRAF - Regional Guanabara Presidente: Edson Avellar da Silva Av. Rio Branco, 156 - 12.° and. - s./1205 Tel. 228-8597 Rio de Janeiro, GB ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos Alberto Rangel Proença Av. Antônio Carlos, 561 Tels. 42-3694 e 42-1089 Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 Empresa: Editora Alterosa S.A. Rua Três, 2824 Tels. 33-0721 e 33-0466 Belo Horizonte, MG ABIGRAF - Regional da Paraiba Presidente: Lourenço de Miranda Freire Rua Maciel Pinheiro, 32 Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 Tel.: 2661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A. Rua Maciel Pinheiro, 32 - Tels. 4286 e 4355 João Pessoa - PB - CEP 58.000 ABIGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jorge Aloysio Weber Av. Candido de Abreu, 200 6:0 andar - s/616 Fone: 24-9414, ramal 005 - Curitiba, PR Residência: Al. Dom Pedro II, 41 apt.' 9, 2.° andar 36

Boletim da Ind. Gratica-12/74

Empresa: Telos S/A. - Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 Fones: 23-5589 - 23-6913

Curitiba, PR

ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Av. João de Barros, 900 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Rodrigues, Irmão & Ciaã Ltda. Tels. 24-298 - 23-467 Av. Cruz Cabuga, 84 Recife, PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria - Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19.° and. - Tel. 25-2566 - Caixa Postal, 845 - CEP 90.000 - Porto Alegre - RS Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1.° and. Tel. 25-1675 90.000 - Porto Alegre - RS Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Georg Schmidt Rua Max Colin, 1701 Residência: Rua Griciuna, 120 Empresa: Impressora Ipiranga S/A Rua Max Colin, 1701 Tels. 3229 - 3239 Joinville - SC ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° and.

Tels. 32-4694 - 33-2762 Residência: Av. Antônio José dos Santos, 1230 - Tel. 267-9782 Empresa: Ferreira, Filho & Cia. Rua Independência, 369 Tels. 278-2230 - 278-7331 São Paulo, SP


DELEGADOS 1 — Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini ADAMANTINA, SP 2 — Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP 3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 — Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP 5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP 6 — Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP 7 — Hugo Olivato - Tipografia Popular Rua Senador Fonseca, 709 Fone: 43-79 Diretor: Hugo Olivato

Vice-delegado: Cia Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni JUNDIAI, SP 8 — Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP 9 — Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSE DO RIO PRETO 10 — Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Affonso Franco SANTOS, SP 11 — Bandeirante S. A. Ind. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenille 8z Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRÉ, SP 12 — Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBATÉ, SP

Não basta associar-se h. sua entidade de classe. Para que ela realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento. E isso só se alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes. Participe, pois, das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF e apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

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Guia da Indústria Gráfica

ANILINA, Máquinas e Equipamentos para impressão a Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

BOLANDEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAIXAS DE PAPELÃO Máquinas para fabricar Funtimod S. A. - Mo. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAVALETES E CAIXAS TIPOGRAFICAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CLICHÉS DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. COLAS Catti-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

COMPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CORTE E VINCO COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S. A. - Mhqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOBRAR, Máquinas de DOBRADEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficas Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DOURAÇÃO/GRAVAÇÃO/MARCAÇÃO Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Cdsper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557

CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Fimtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOURAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CILINDRICAS, impressoras Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

ENCADERNAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

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Boletim da Ind. Gráfica-12/74


ENVELOPES, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Mks. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) •Catt-Dafferner Ltda. - Rua Iturama. 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - MA's. e Mats. Griif:cos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

FIOS DE LATÃO Funtimod S. A. - Mks. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FOTOGRAVURA, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 GRAMPEAR, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Mks. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

HOT-STAMPING — Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Cásper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557 IMPRESSÃO, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Wags. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

MÁQUINAS GRÁFICAS USADAS A. Benedini Ltda. - Rua 21 de Abril, 405 Fones: 93-9513 - 93-8622 MINERVA CAW Catfi-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 OFFSET PLANAS E ROTATIVAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PAUTAÇÃO, Máquinas e material para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PICOTAR, Máquinas de A. Ulderigo Rossi - Rua Cipriano Barata, 2164 - Fone: 273-1860

GRAMPOS Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Fwitimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

GUILHOTINAS Catd-Dafferner Ltda. - Pua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

PRENSAS PARA DOURAR E GRAVAR Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 Boletim da Ind. Gráfica-12/74

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GUIA DA IND. GRÁFICA

PROVAS OFFSET E TIPOGRAFICAS, Prensas para Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Funtimod S. A. - Miqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Funtimod S. A. - Miqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

RELEVO, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

ROLOS, Revestimentos para Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirao Preto - Est. de S. Paulo Indústria de Artefatos de Borracha «1001» Ltda. - Rua Dias da Silva, 11 Fones: 292-9161 - 292-9816 - 292-9611 Sao Paulo

ROTATIVAS PARA JORNAIS Ftmtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 ROTOGRAVURA, Impressoras rotativas e planas para

SACOS DE PAPEL, Máquinas para fabricar

TINTAS PARA IMPRESSÃO Fabricantes Cromos S.A. Tintas Gráficas Rua Antônio Forster, 700 - Socorro Santo Amaro - Fone: 247-8033 TINTAS PARA IMPRESSÃO OFFSET - JORNAL - ROTATIVAS ROTOPLANAS - PLANAS Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirao Preto - Est. de S. Paulo Supercor - Química Normal Comercial S.A. Rua Guaianases, 1211 Fones: 220-9960 - 220-9882 TIPOS E MATERIAIS GRÁFICOS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Boletim da Indústria Gráfica é o órgão oficial de sua entidade de classe.

O

Leia-o

40

e

Boletim da Ind. Gráfica-12/74

divulgue-o.


TECNOLOGIA A 5E1(11110 INDUSTRIA GRAFICA

PLIISTBRILL

_

Máquina para plastificar e

VERNIER!" Máquina para envernizar ou parafinar papel ou cartolina em

calandrar papel, cartolina, tecido, etc. em folhas o bobinas com filme de polietileno, sem adesivo.

folhas.

BRILHOMNE

RIERELMRE

para : Super calandra. t7.Máquina

dobrar e colar DA brilho em papel e cartolina cartuchos, simples, de em folhas duplas e envernizadas. ::-;. abas r4 '

a utomáti c o .

TIM=t a d or.

en A m bi • Condiciona o papel ou cartolina densidade

••• • RECORT

métrioa lgr: ente de domh; trabalh o.

Máquina para cortar e refilar bobinas de plástico

EELIKORTE Rebobinadeira para cortar celofane

IERLL-TRI

-•

LOVIE, R Máquina para lavar rolos

molhadores de

Guilhotina trilateral para cortar livros, revistas, jornais, folhetos, etc.

offset. Consulte-nos, pois estamos sempre à sua disposição para qualquer esclarecimento ou solicite a remessa de nosso catálogo.

MAQUINAS

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2 — Os dois sistemas Harris "Micro-Flo" e " Dahlgren" são compostos de um depósito da solução, de um sistema de circulação em circuito fechado, de um dispositivo de comando e de très rolos. 3 — A regulagem dos sistemas de molha " Dahlgren" e e rápida, proporcionando maior - Micro-Flo" é simples uniformidade de cor, cores mais brilhantes e um melhor registro. Dado que o álcool evapora mais rapidamente, o papel impresso ficará mais seco e não se deformará durante a impressão. A molhagem é efetuada somente por rolos cromados e revestidos de borracha (sem mangas de tecido); a lavagem do sistema de molha é completamente automática e se efetua simultaneamente com a dos rolos de tinta.

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Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 012- 1974  
Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 012- 1974  
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