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Boletim da Indústria Gráfica Ano XXVI-11-1974 Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF


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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRAFTCA Regional do Estado de São Paulo Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENitiquE NATHANIEL COUBE 2.0 Vice-Presidente: PREY BOMEISEL

Boletim da Indústria Gráfica

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: FRANCISCO 'news° MENDES FILHO Tesoureiro: ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA 2 0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI Jest BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTACIO GODOY

Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica Registrado no 1.. Oficio de Registros de Títulos e Documentos de São Paulo - SP sob n.o de ordem 969, no livro B, n.o 2 de Matriculas do Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais.

Secretaria:

Das 8 As 11,30 e das 13 às 17,30 horas Aos sábados não há expediente Secretaria Geral: Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical

Distribuição de publicações periódicas e informativas Orientação para pedidos de isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI Departamento Jurídico: ANTÔNIO FAKHANY JR. ANTONIO TissiNo PENNA JR. EDUARDO BACHIR ABDALLA Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais.

Conselho Fiscal: HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITTO Jost CIASCA Jost RAPHEL FIRMINO TIACCI

Sumário

Suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI Jost AIDÁR FILHO

Editorial

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12.0 Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7835 01223 São Paulo, SP, Brasil

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Noticiário do SINDICATO

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Diretor responsável: OLAVIO DIETZSCH

Secretário: SIDNEY FERNANDES

Noticiário da ABIGRAF

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Composição e Impressão: 'TIPOGRAFIA EDANEE S. A. Rua do Bosque, 1426 (Barra Funda)

Jost AIDAR FILHO

Noticiário da FIESP-CIESP

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Economia

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Suplentes: JOSE BIGNARDI NETO IsAi AS SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JOÃO ANASTÁCIO GODOY DRAUSIO BASILE WIDAR ASBAHR

Noticiário TA CNICO

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Várias

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Conselho Fiscal: Jose RAPHAEL FIRMINO T1ACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FILHO VITTO JOSE CIASCA

Setor Jurídico

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Regionais da ABIGRAF

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ANO XXVI — 11/1974

Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

2.0 Secretário:

2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Capa: GRÁFICOS BRUNNER

Diretor Relações Públicas: PERY BOMEISEL

Impressa em papel CoucxEcort, 180 g-

Arossa Capa: FAROL DA BARRA

Tesoureiro: IRINEU THOMAZ

- BAHIA

(V. texto na pág. 14)

Suplentes: IR1NEU FRANCISCO ROCco AYRTO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO Delegados Representantes Junto A FIESP: THEOBALDO DE NIGRIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE

Suplentes: Jost BIGNARDI NETO WALDYR PRIOLLI

Guia da IND. GRÁFICA . . 38


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A CHAPA POSITIVA PR E-SENSIBILIZADA

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Positiva. OLYMPIC A superfície anodizada desta chapa impede sua oxidação na impressora e permite tiragens maiores ao dar à imagem mais resistência contra a 'abrasão. Como requer menos umidade, as tintas se imprimem com todo seu brilho e densidade. Benefícios principais: Como resultado de sua superfície anodizada, a chapa Olympic oferece um número de vantagens sõbre muitos outros tipos de chapas positivas. Seus principais benefícios , a partir da etapa de preparação, são êstes: — Não requer torniquete — O tempo de revelação é muito curto — A reprodução dos meios tons 6. excelente — Podem usar-se pontos positivos suaves, dependendo do correto tempo de exposição estabelecido. — Não requer laca ou acondicionador. — Se obtém um contraste excepcionalmente bom depois da exposição. As principais vantagens da chapa na impressora são: — Como a imagem impressora fica dentro da capa anodizada, seu grau de resistência as diferentes classes de abrasão que podem encontrar-se durante a impressão 6. mais alto. Pode portanto comparar-se com a chapa a vácuo offset para grandes tiragens. — Não há risco de oxidação, e não há necessidade de engomara chapa durante as paradas curtas da impressora. — Seu grão fino e uniforme permite uma latitude grande do equilíbrio água/tinta. — Como requer menos umidade, as tintas de imprimir tem mais brilho e densidade na impressão final. A chapa positiva Olympic se 71,i,cave7 ,7::::::I:z .:5:7res. —

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Editorial

Um dos grandes problemas da indústria, na presente conjuntura mundial, é o da escassez de matéria-prima. E matéria-prima em nosso setor, antes de tudo neste momento, é papel. Pejadas de incertezas são, em sua maioria, as opiniões a respeito do momentâneo assunto, que circulam em numerosos de nossos estabelecimentos gráficos com menores possibilidades de adequado assessoramento na matéria; e as opiniões são baseadas, como não podia deixar de ser, nas dificuldades de obtenção de matéria-prima, muitas vezes agravadas pelas deficiências apuradas no produto recebido, deficiências essas que, no entanto, não podem ser, de modo geral, pura e simplesmente debitadas aos produtores, porque enfrentam também eles outro tanto de dificuldades, inerentes ei situação momentânea do seu próprio mercado de matéria-prima. Esse círculo vicioso, decorrente de condições de exceção em períodos anormais como o atual, fechar-se-á ainda mais se não houver a saneadora compreensão, e a tolerância recomendada, para os problemas irreversíveis que de lado a lado se apresentam. Um "modus vivendi" arrimado na boa vontade é o que no final de contas interessa, nesta hora de dificuldades generalizadas, tanto a nós, consumidores, como a eles, produtores. No que diz respeito el produção de papel, em nosso País, não temos razões plausíveis para sermos de todo pessimistas, embora as nossas hoje minguadas possibilidades de previsão não nos autorizem acreditar que uma melhora no volume da produção se possa converter ern realidade de imediato ou a médio prazo. Tem a indústria nacional de papel, no entanto, as possibilidades de ir suprindo o nosso mercado sem perigo imediato de se aproximar do ápice da crise. Conforme o 11 Plano Nacional de Desenvolvimento Econômico, elaborado pelo governo federal para o quinquénio 1975/79, prevê-se, no final do período, um crescimento de 85% da produção de celulose e 28% da de papel. E se atentarmos para as declarações do presidente das entidades paulistas do papel, recentemente feitas numa entrevista para a imprensa, essas metas não só serão cumpridas, como poderão ser superadas pela indústria. A escassez de papel existe, isto é óbvio; e perdurará ainda algum tempo, como não pode deixar de ser em meio et conjuntura em desenvolvimento que o mundo atravessa, com seus reflexos em nosso meio, que, felizmente, não se mostrou tão vulnerável como de início parecia ser. Não estamos isolados nessa crise. Nem estamos em face de problemas insolúveis, a médio prazo. O tempo, felizmente, trabalha a nosso favor. Bole= da Ind. Gráfica-11/74

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Noticiário do Sindicato

POSSE DAS NOVAS DIRETORIAS DAS ENTIDADES DO SETOR PAPEL E CELULOSE Em solenidade realizada no dia 10 de outubro último, nos salões do Club Atlético Paulistano, presidida pelo Sr. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP-CIESP, foram empossadas as novas diretorias do Sindicato da Indústria do Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel no Estado de Sao Paulo, da Associação Pau lista dos Fabricantes de Papel e Celulose e da Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose.

Max Feffer; 1:0 secretário Marcelo L. Pillar; 2.0 secretário — José Wilson Saraiva; 1.0 tesoureiro — John Russel Warren; 2.0 tesoureiro — Fernando de Abreu Ribeiro; conselho fiscal: Celso Lafer, Roberto Siqueira Bittencourt e Alberto Fabiano Pires; suplentes: Olavo Yazbek, Luiz Dálila

e Renato Del Grande; Associação Nacional dos Fabricantes de Papel e Celulose: presidente — Samuel Klabin; 1.0 vice-presidente — H. Horácio Cherbassky; 2.0 vice-presidente Emanoel Cavalheiras Peixoto; 1.0 secretário — G. Kúrd Riecken; 2.0 secretário — Miguel Lafer; 1.0 tesoureiro — John Russel Warren; 2.0 tesoureiro — José Barreto Dias Filho; conselho fiscal: efetivos: José da Silva Gordo Neto, José Guilherme C. de Andrade e Benjamim Solitrenick; suplentes: Plinio Haidar, Raul Baptista Trombini e Daniel Silveira Allegro; representante junto ao Centro Indústrial: Hélio Brum; suplente: Tufi Habib Filho.

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As diretorias empossadas para cumprirem o mandato de três anos estão assim constituidas: Sindicato da Indústria do Papel, Celulose e Pasta de Madeira para Papel, no Estado de São Paulo: presidente — Jamil Nicolau Aun; vice-presidente — Ruy Haidar; 1.0 secretário — Fernando Alvaro de S. Camargo; 1.0 tesoureiro — John Russel Warren; 2.0 tesoureiro — Oswaldo Vechara Derani; suplentes — Dante Ramenzoni, Sérgio Cattini Maluf, Segismundo Romano, Jose Celani, Amos Spina, Gherard Kaltmaier e Reston Lahud; conselho fiscal: Jacob Klabin Lafer, Hasso Weiszflog e Elias Habib Yazbek; suplentes: Luiz Afonso S. de Vasconcellos, Oswaldo Lazaretti e José Distchekenian; delegados representantes junto à FIESP: Mario

Toledo de Moraes

e

Carlos

José Benko; suplentes: Clayton Sguário e José Ayres Net-

to; Associação Paulista dos Fabricantes de Papel e Celulose: presidente — 11. Horácio Cherkassky; vice-presidente — 4

Boletim da Ind. Gráfica-11/74

LEI MUNICIPAL SOBRE SONS URBANOS N° 8.106, DE 30 DE AGOSTO DE 1974 Dispõe sobre sons urbanos, fixa níveis e horários em que sera permitida a sua emissão nas diferentes zonas de uso e atividades, e dfi, outras providências

Miguel Colasuonno, Prefeito do Município de São Paulo, usando das atribuições que lhe são conferidas por lei, Faço saber que a Camara Municipal, em sessão de 12 de agosto de 1974, decretou e eu promulgo a seguinte lei: Capitulo I DISPOSIÇÕES PRELEVIINARES

Art. 1.0 — 2 proibido perturbar o sossego e o bem-estar públicos e da vizinhança com sons de qualquer natureza que ultrapassem os níveis previstos para as diferentes zonas de uso e horários na presente lei e seus regulamentos. Parágrafo único — Respeitado o disposto no § 2.0, do art. 13, as relações entre condôminos reger-se-ão, quanto a matéria, pelo que dispuser a Conven ç ão de condomínio.

Art. 2.0 — Para os efeitos desta lei os níveis de som, de acordo com as características das zonas de uso, previstas na Lei n:0 7.805, de 1.0 de novembro de 1972, bem como os níveis máximos em que serão admitidos, nas diferentes zonas, horários e atividades, ficam representados por classes, a seguir designadas: I — níveis de som de acordo com as características das zonas de uso: a) K1 — para a zona estritamente residual — Z1; 1)) K2 — para as zonas de predominância residencial — Z2, Z8-CR1, Z8-CR2, Z8-CR4; 1(3 — para a zona de predominância residencial de densidade média e zonas especiais — Z3 e Z8; K4 — zonas mistas de densidade média — Z4 e Z8CR3; 1(5 — zona mista de densidade alta — Z5; O K6 — para a zona de

predominância industrial Z6; g) 1(7 — para a zona estritamente industrial — Z7;


II — K8 — para o máximo nível de som admitido em determinadas zonas, de acordo com o estabelecido nos Quadros I, II e IV, anexos a esta lei. III — máximos níveis de som admitidos para determinadas atividades: X9 — para o máximo nível de som admitido para as fontes sonoras de equipamentos de construção civil; K10 — para o máximo nível de som admitido para as fontes automotoras. Art. 3.0 — O Executivo fixará, dentro do prazo de 60 (sessenta) dias da publicação desta lei, os valores numéricos correspondentes às classes a que se refere o artigo anterior, de acordo com a recomendação da Comissão de Zoneamento, que fica alterada na sua composição para integrar mais os representantes das seguintes entidades: Vetado. Vetado. Vetado. Parágrafo único — As subseqüentes alterações dos valores a que se refere este artigo serão feitas pelo mesmo processo nele indicado. Capítulo II SONS PRODUZIDOS POR OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Art. 4.0 — As obras de construção civil estarão sujeitas aos níveis de som e horários constantes do Quadro I, anexo. § 1.0 — As atividades passíveis de confinamento estarão sujeitas aos níveis de som e horários constantes do Quadro II, anexo. § 2.0 — As atividades de confinamento impraticável, ou que, apesar de confinadas, ultrapassarem o nível máximo para elas admitido, somente poderão funcionar no horário de 7,00 as 16,00 horas, se continuas, e no das 7,00 às 19,00, se descontinuas.

Art. 5.0 — Somente serão admitidas obras de construção civil, aos domingos e feriados, desde que satisfeitas as seguintes condições: obtenção de alvará de licença especial, com discriminacão de horários e tipos de serviços que poderão ser executados; observância dos níveis de som e horários do Quadro IV, anexo. Art. 6.0 — As obras públicas de equipamentos de infra-estrura e serviços correlatos estão condicionados ao estabelecido no Quadro III anexo. Art. 7.0 — Será permitida, independentemente da zona de uso e do horário, e sem limitação de nível de som, toda e qualquer obra, pública ou particular, de emergência, que, por sua natureza, objetive evitar colapso nos serviços de infra-estrutura da cidade ou risco da integridade física da população. Capítulo Ifi SONS PRODUZIDOS POR FONTES MOVEIS E AUTOMOTORAS Art. 8.0 — Ressalvado o disposto nos art.s 9.0, 10 e 11, e nas legislações federal e estadual especificas, o nível de som tolerado para as fontes móveis e automotoras será o da Classe 10 (K10). Art. 9.0 — Em todas as zonas de uso são proibidos quaisquer sons emitidos por fontes automotoras, como os de buzinas, sinais de alarme e outros equipamentos, nas proximidades de hospitais, pronto-socorro, sanatórios, clínicas e escolas, conforme sinalização. Art. 10 — Fica proibido, no perimetro urbano do Município, o uso de buzinas a ar comprimido, ou similares, bem como, respeitada a legislação própria, qualquer outro tipo. Art. 11 — Fica proibido o trânsito de veículos, no Município de São Paulo, que não possuam dispositivo silencioso

de escapamento conforme o fornecido pelos respectivos f abricantes. Capítulo IV SONS PRODUZIDOS POR FONTES DIVERSAS Art. 12 — Para os efeitos desta lei, são consideradas fontes diversas de sons todas as não mencionadas nos Capítulos II e III. Art. 13 — Os estabelecimentos comerciais, industriais, institucionais, de prestação de serviços e as residências terão que se adaptar aos níveis de som fixados no Quadro IV para as diferentes zonas de uso e horários, dentro dos prazos e nas condições previstas nesta lei. 11 1.0 — Os estabelecimentos existentes anteriormente a esta lei e os novos terão a renovação e a concessão de seus alvarás condicionadas a vistoria prévia que comprove tratamento acústico compatível com os níveis das zonas de uso em que estiverem situados, de acordo com o Quadro IV, anexo, salvo quanto aos primeiros, se em curso os prazos referidos neste artigo. § 2.0 — As disposições deste artigo e do parágrafo anterior aplicam-se aos edifícios ern condomínio de uso misto. Art. 14 — Ern qualquer zona de uso não serão admitidos sons provocados por criação, tratamento e comércio de animais, de modo que venham a incomodar a vizinhança. Art. 15 — Com exceção do disposto no art. 16 e alíneas, proibido: a detonação de explosivos, o uso de apitos, sereias, sinos, alto-falantes e outros aparelhos sonoros e a realização de manifestações coletivas que se façam ouvir fora de recintos fechados, de forma a incomodar a vizinhança e os transeuntes. Art. 16 — Não estarão sujeitos às proibições desta lei os sons produzidos pelas seguintes fontes:

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aparelhos sonoros, usados durante a propaganda eleitoral, conforme o disposto na legislação própria; sereias ou aparelhos sonoros de viaturas quando em serviços de socorro ou de policiamento; detonações de explosivos empregados no arrebentamento de pedreiras e rochas ou nas demolições, desde que em horário e com cargas previamente autorizadas por órgãos competentes; manifestações em festividades religiosas, comemorações oficiais, reuniões desportivas, festejos carnavalescos e juninos, passeatas, desfiles, fanfarras, bandas de música, desde que se realizem em horário e local previamente autorizados pelo Orgão competente ou nas circunstâncias consagradas pela tradição; sinos de templos, desde que os sons tenham duração não superior a 60 segundos, e apenas para a assinalação das horas e dos ofícios religiosos; e carrilhões, desde que os sons tenham duração não superior a 15 minutos, a cada 4 horas e somente no período diurno, das 7,00 as 19,00 horas. Capitulo V SANÇÕES Art. 17 — Verificada a infração a qualquer dispositivo desta lei, o órgão competente da Prefeitura, independentemente de outras sanções cabíveis, decorrentes da legislação federal ou estadual, aplicara, na forma deste Capítulo, as penalidades seguintes: advertência; multa; interdição da atividade, fechamento do estabelecimento, embargo da obra, apreensão da fonte; cassação do alvará de autorização ou de licença. Art. 18 — A infração ao disposto no Capítulo II implicará na imediata interdição da atividade com a concessão do

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QUADRO I

HORÁRIOS ZONAS DE USO Estritamente Residencial — Z1

DIURNO 7,00 As 16,00

DIURNO 16,00 às 19,00

NOTURNO 19,00 às 7,00

K9

K2

K8

Predominância Residencial — Z2, Z8-CR1, Z8-CR2, Z8-CR4

K3

Predominância Residencial — Densidade Média — Z3

K.9

K4

Mista — Densi6ade Média — Z8-CR3, Z4

K9

.K5

Mista — Densidade Alta — Z5

K9

K6

Predominância Industrial — Z6

X9

K7

Estritamente Industrial — Z7

K9

K9

Especial — Z8

K9

K4

K .2

Nf;

QUADRO II HORÁRIOS ZONAS DE USO Estritamente cial — Z1

DIURNO 7,00 às 16,00

DIURNO 16,00 às 19,00

NOTURNO 19,00 às 7,00

KG

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Residen-

Predominância Residencial — Z2, Z8-CR1, Z8-CR2, 28-CR4 Predominância Residencial — Densidade Média — Z3 Mista

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K6

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Densidade

Média — Z8-CR3

Mista — Densidade Alta — Z5

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Predominância trial — Z6

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K7

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Especial — Z8

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K6

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Indus-

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prazo de 24 horas para que o infrator se adapte às condições ali impostas. Parágrafo único — O não cumprimento do disposto neste artigo acarretara multa, no valor de ate 10 salários minimos por dia, ate o máximo de 10 dias, quando, então, sera embargada a obra. Art. 19 — A infração ao disposto no Capitulo III implicará na imposição de multa, no valor de ate 2 salários minimos aos proprietários ou locatários. § 1p — Após a aplicação da multa, deverá o responsável apresentar-se, no prazo de 5 dias úteis, no órgão competente, com a fonte causadora do som devidamente regularizada. § 2.0 — O não cumprimento do disposto no parágrafo anterior importará na aplicação da multa ern dobro, após o prazo de 15 dias, e multa em triplo, após o prazo de 10 dias, quando então, proceder-se-á a apreensão da fonte causadora da infração. Art, 20 — A infração ao disposto no Capítulo IV importará na aplicação de multa, de ate 10 salários mínimos, no ato, e renovável a cada reincidência. Parágrafo único — Após a aplicação de 5 multas, sera cassada a licença de funcionamento do estabelecimento ou apreendida a fonte sonora. Art. 21 — Para os casos de que trata o Capítulo IV, e sempre que se justificar a medida, serão os responsáveis advertidos para procederem as adaptações necessárias nos seguintes prazos: de 3 meses a 1 ano para usos não industriais; de 3 meses a 3 anos para usos industriais. Art. 22 — Fica estabelecida multa de ate 20 salários mínimos, renovada cada 30 dias, para os casos previstos no artigo anterior, até a cessação da irregularidade e independentemente do prazo concedido. Parágrafo único — A multa 8

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a que se refere este artigo começará a ser aplicada após 90 dias da publicação desta lei.

blicação, revogadas as disposições em contrário, e, especialmente, a Lei np 4.805, de 29 de setembro de 1955. CapItutlo VI Prefeitura do Município de DISPOSIÇÕES GERAIS São Paulo, aos 30 de agosto de Art. 23 — A Comissão a que 1974, 421p da fundação de São se refere o art. 3.0 desta lei Paulo. determinara o equipamento e Prefeito, Miguel Colasuonos processos de medição dos no, níveis de som. Secretário de Negócios InArt. 24 — Nos casos de duas ternos e Jurídicos, Theófilo Arou mais zonas confinantes e de thur de Siqueira Cavalcanti uso diferente, fica estabelecido Filho. que se aplicará, ao longo dos Secretário de Finanças, logradouros limítrofes, o disVicente de Paula Oliveira. posto nesta lei, para a zona que Secretário de Serviços Mufor mais restritiva. nicipals, Werner Eugênio ZuArt. 25 — As fontes de som lauf. de determinada zona de uso Secretário dos Negócios não poderão transmitir, para Extraordinários, Luis Mendonoutra zona de uso mais restriça de Freitas. tiva, níveis de som que ultraPublicada na Chefia do Gapassem os máximos fixados binete do Presidente, ern 30 de para esta última. agosto de 1974. Art. 26 — Esta lei entrará Chefe do Gabinete, Erem vigor na data de sua puwin Friedrich Fuhrmann. QUADR O hr HORÁRIO

CLASSE

Das 7,00 às 19,00 Das 19,00 às 23,00 Das 23,00 as 7,00

K9 K5

K2 QUADRO IV

HORÁRIOS

7,00 as 19,00

19,00 as 7,00

ZONAS DE USO

DIURNO

NOTURNO

Z1

K1

K8

Predominância Residencial — Z2, Z8-CR1, Z8CR2, Z8-CR4

K2

KS

1, I

1;2

K5

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K7

K6

Especial — Z8

1< 3

K8

Estritamente Residencial —

Predominância Residenci al

Densidade Media — 2 3 Mista — Densidade Média — Z8-CR3

Mista — Densidade Alta — Z5 Predominância Industrial —

26 Estritamente

Industrial

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Boletim da Ind. Grill ica-11 /74

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Noticiário da ABIGRAF

IV STAG - SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS

Reunindo técnicos e empreia e do sários gráficos da Itál Brasil, realizou-se de 7 a 11 de outubro findo, em São Paulo, no auditório do Colégio Industrial de Artes Gráficas-SENAI-União-Prefeitura, a IV STAG — Semana Tecnológica de Artes Gráficas, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, em colaboração com a ACIMGA — Associação dos Construtores Italianos de Máquinas Gráficas e Afins, a ABIGRAF — Associgão Brasileira da Indústria Gráfica e outras entidades ligadas ao setor gráfico do Pals.

A solenidade de abertura foi presidida pelo sr. Theobaldo De Nigris, presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo e do Conselho Regional do SENAI e contou com as presenças dos srs. Juvenal Rodrigues de Moraes, representante do governador Laudo Natel; brigadeiro Orestes Miranda, diretor executivo da CENAFOR; Paulo Ernesto Tolle, diretor do Departamento Regional do SENAI; Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF; Walter Dafferner, presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas Gráficas; prof. Vaz Valente, representante do diretor da Faculdade de Comunicações e Artes, da USP; e Richard Civita, diretor da Editora Abril, que compuseram a mesa principal. 10

Boletim da Ind. Gráfica-11/74

Ao instalar a IV Semana Tecnolágica de Artes Gráficas, o sr. 'I heobaldo De Nigris afirmou que abria os trabalhos «neste Colégio que já se tornou, para nós, empresários e técnicos gráficos, um recinto com o qual nos familiarizamos, pela freqüência com que nele vimos expor nossos problemas, procurar soluções, receber os confrades, mostrar-lhes os progressos que vamos atingindo no campo do ensino gráfico, sinto a especial satisfação de quem se aproxima de um objetivo proposto. Com esta IV STAG, completa-se um primeiro ciclo de reuniões que nos propusemos realizar quando instalamos este Colégio, visando com elas congregar empresários, técni-

cos, docentes e alunos em torno de uma mesa de debates, onde as técnicas mais desenvolvidas fossem discutidas e as experiências mais fecundas, divulgadas.

«Hoje, prazerosamente, abrimos a IV STAG. Nossos amigos, que são também amigos deste Colégio, poderão verificar que este ciclo de reuniões completa-se com um programa cujo conteúdo, sem fugir à linha de longevidade inicialmente traçada, foi ampliado com temas de grande atualidade, que mostram como a indústria gráfica caminha na linha de frente da modernização — os requintes do controle de qualidade, as mais avançadas descobertas da Fisica, os milagres da eletrô-

nica já fazem parte do dia a dia do trabalho gráfico», salientou o Sr. Theobaldo De Nigris, destacando ainda que «as portas deste Colégio, sempre abertas para as empresas gráficas — porque ele a elas pertence e a elas deseja servir — acolhem mais uma vez um seleto grupo de conferencistas e um auditório dos mais qualificados para uma semana de trabalhos que seguramente produzirão os melhores resultados. Durante a reunido de abertura, o sr. Francesco Osta, representante do Conselho Diretor da ACIMGA, destacou a importância do encontro, que pela quarta vez se realizava no Colégio Industrial de Artes Gráficas, fruto do entrosamento entre a força empresarial brasileira e a participação técnica da ACIMGA.

Visou a IV STAG congregar

empresários, técnicos, docentes e alunos, para que as técnicas mais desenvolvidas fossem discutidas e as experiências divulgadas. Assim, esse importante certame trouxe — no entender do organizador, Gian Mário Moccagatta — senão novas tecnologias, pelo menos, as informações e exigências necessárias para que se abram novos horizontes as indústrias gráficas brasileiras.

Para Gian Mário, essa foi a mais brilhante das semanas de estudos tecnológicos, não só pelo nivel dos conferencistas, como também pela receptividade que teve. «Cerca de 350 alunos assistiram as palestras — explicou Gian Mário —, todos do curso técnico profissionalizante, sem contar os alunos vindos da Venezuela, Chile, Bolivia, Equador e Uruguai. Mais de 250 técnicos de indústrias brasileiras ligadas ao setor gráfico do Pais participaram desse encontro que tenta promover o aluno como o futuro profissional».


A nossa indústria é altamente especializada em revestimento de cilindros para todos os fins gráficos. Obedecemos a altos níveis técnicos, para o que contamos com os melhores engenheiros-químicos, orientados sob a mais rigorosa técnica moderna observada tanto na Europa como na América. Oferecemos aos senhores industriais gráficos revestimentos de cilindros com borracha sintética, natural e nitrílicas, para máquinas automáticas de impressão e para todo e qualquer tipo de máquina tipográfica, inclusive rolos de anilinas, jornais, fábricas de papel, rotogravura, etc. AGORA, ROLOS PARA PRONTA ENTREGA, MAQUINA HEIDELBERG 1/8, OU QUAISQUER MARCAS. CONSULTE-NOS.

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Boletim (ia Ind. Grilfica-11/74

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AQUINAS GRÁFICAS BRASILEIRAS NA IX FEIRA-EXPOSIÇÃO DE SANTA CRUZ DE LA SIERRA BOLIVIA —

Entre os dias 19 e 28 de outubro passado realizou-se na Bolivia a tradicional Feira-Exposição de Santa Cruz de La Sierra. Corn êxito de vendas sem precedentes participou desse importante certame promocional do pais vizinho a «Máquinas Gráficas CATU», de Sorocaba, São Paulo, cujos produtos estavam expostos nos estandes da «Gráfica Gamba», representante dessa indústria brasileira na Bolivia. Em visita A. Feira, o presidente da República do pals amigo, Hugo Banzer, manifestou-se impressionado com a qualidade das máquinas gráficas «Catu».

Nas fotos, em cima: 1 — A fábrica da aCuta», em Sorocaba, onde no Alto da Boa Vista ocupa uma Area de 60.090 m 2 e conta com 500 empregados, com uma produção mensal de 200 máquinas. 2 — O presidente da Bolivia, Hugo Banzer, ao lado dos diretores da «Cate», examina uma máquina da renomada fabrica brasileira. Embaixo: os are. Carlos A. Heide], diretor da «Indústria de Máquinas Miruna»; Fidel Bobadilha, subgerente do «Gimego; Luiz Carlos Delben Leite, diretor da aManig S/A»; Emilio Beynal, gerente do «Grimegy; Walter Dafferner, diretor da cDafferner Ltda.» e sua esposa, sra. Olfmpia A. C. Dafferner; Antonio Giinel Castro, representante do aGimegn em Santiago do Chile; Kurt Dafferner, ( -Ureter da cDafferner Ltda.»; e a sra. Olga, esposa do industrial Kurt Dafferner, no momento em que os empresários regressavam da Bolivia.

A participação da empresa sorocabana nessa destacada mostra, conforme realçou o Sr. Walter Dafferner, diretor-presidente da «Dafferner Ltda.», «marca o inicio de urna nova etapa em nossa história, pois entramos ativamente no mercado tia América Latina, inclusive em contatos bancários e promovendo a mesma assistência técnica que nos auxiliou a ficar famosos». A afirmação do industrial foi feita no Aeroporto de Congonhas, onde ele desembarcou com sua esposa, sra. Olimpia Dafferner; seu irmão Kurt e esposa, sra. Olga Dafferner; e os industriais Luiz Carlos Delben Leite, da qManig S/A»; Carlos A. Keidel e Vicente Giorgi, da aMiruna», e Emilio Reynal, gerente do (Gimeg». Estes industriais fazem parte do «Gimeg — Grupo de Indústrias de Máquinas e Equipamentos Gráficos», formado por doze empresas pau-


impressora equipada com lavador de rolos

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listas. Ele nasceu de um movimento iniciado pelo industrial Walter Dafferner, que pretendia a união das empresas do ramo gráfico para a conquista do mercado da América Latina, onde colocariam, dessa forma, todos os equipamentos necessários para indústrias do setor. A primeira experiência notável do «Gimeg» ocorreu na Venezuela, onde foram expostas máquinas em novembro de 1972; posteriormente, o «Gimeg» colocou representantes em vários paises latino-americanos, como a Bolivia, Onde os senhores Eduardo Daza e Jorge Franco, diretores da «Gráfica Gamba» se encarregam da venda. A respeito do «Gimeg», o industrial Walter Dafferner destaca que a «Dafferner Ltda.» colhe bons frutos: «Em um só dia, na feira de Santa Cruz de La Sierra, vendemos vinte máquinas. Pretendemos colocar mais cem unidades até o

final do ano, o que representard operações em torno de trezentos mil dólares. «Estamos, inclusive, mantendo contatos com nossos representantes para enviarem técnicos até Sorocaba, a fim de estagiarem na «Dafferner Ltda.», o que os tornarão tão competentes quanto os técnicos brasileiros, E isso assegurara o sucesso das máquinas «Catu» no no exterior». Quando os diretores da «Daftermer» desembarcaram ern São Paulo, foram recepcionados por familiares e pelo arquiteto chileno Antonio Goriel Castro, diretor da «Bilgraf», empresa que representa as máquinas aCatu» naquele pais. Ele veto ao Brasil especialmente para divulgar a FISA 74, que ser á realizada entre os dias 30 de outubro e 17 de novembro, em Santiago do Chile, assim como para acertar detalhes da participacão das empresas que integram o «Gimeg» nessa mostra.

NOSSA CAPA

O FAROL DA BARRA, EM SALVADOR, BAHIA Apesar de relegados a plano secundário em face dos modernos sistemas de navegação, entre os quais se destacam o radar e os satélites artificiais, farol ainda desempenha papel importante na navegação, especialmente para a navegacão costeira de menor porte, cujos barcos não tens condições para serem dotados com os sofisticados equipamentos eletrônicos. Possui o Brasil, nos seus seta mil quilômetros de costa, aproximadamente 400 faróis, dos gnats os mats antigos são da Barra do Chul, no Rio Grande do Sul (o mais velho de todos, construido em 1820), situado no ponto sul mats extremo do Pais; o de Olinda; da Ilha Raza, no Rio de Janeiro e o da Barra, em Salvador, na Bahia. Deste 6 a foto que reproduzimos em nossa capa, na qual o vemos emoldurado por um par de palmeiras, peculiares da região. Está o Farol da Barra de Salvador construido dentro de ma Area fortificada, de vetustos paredões com mirantes nas esquinas, e assim constitui-se numa peça altamente decorativa na paisagem encantada da Capital da Bahia. E, como tal, 6 urna atração turfstica, sernore visitada com especial agrado.

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\\\\\ Noticiário da FIESP-CIESP

\N\ POSSE DAS DIRETORIAS DA FIESP-CIESP

Em solenidade realizada na noite de 17 de outubro último, as 17 horas, no Salão «Arthur Antunes Maciel», do Palácio Maui'', e presidida pelo ministro Severo Gomes, da Indústria e Comércio, tomaram posse as diretorias da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo. Perante numerosas autoridades e centenas de empresários, o ato foi aberto com a palavra do ministro Severo Gomes, seguida da execução do Hino Nacional pela banda da Policia Militar. A mesa que dirigiu a sessão solene, além do titular da Pasta da Indústria e do Comércio, foi composta pelos srs. Mario Henrique Simonsen, mi-

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Boletim da Ind. Gráfica-11/74

nistro da Fazenda; desembargador Gentil do Carmo Pinto, presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; general de Exército Ednardo D'Avila Mello, comandante do II Exército; Homero Diniz Gonçalves, presidente do Tribunal Regional do Trabalho; Salvador Julianeleli, presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo; Cyro de Albuquerque, secretário do Trabalho e Administração, representando o governador Laudo Natel; Thomaz Pompeu de Souza Brasil Netto, presidente da Confederação Nacional da Indústria; Theobaldo De Nigris, presidente reeleito da Fe-

deração e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo; Nadir Dias de Figueiredo e Humberto Reis Costa, presidentes eméritos da FIESP-CIESP; general Ner Augusto Pereira, representando o ministro das Comunicações; Luiz Osiris da Silva, representando o ministro do Interior; Guilherme Monteiro Junqueira, representando o ministro da Agricultura; Aluysio Simões de Campos, delegado regional do Trabalho; José Papa Júnior, presidente da Federação e do Centro do Comércio do Estado de São Paulo; Boaventura Farina, presidente da Associação Comercial de São Paulo; Orlando Baldi, gerente do Banco do Brasil em São Paulo; Ary Campista, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria; Mário Romeu de Lucca, secretário da Promoção Social; Sér-

O sr. Theobaldo De Nigris, pre-

sidente reeleito da FIESP-CIESF, ladeado pelos ministros do Comércio e da Fazenda, no momento em quo fazia o seu pronunciamento de posse.


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A Mesa que presidiu a solenidade de posse das novas diretorias da FEESP-CIESP, num flagrante obtido na ()casino em que falava o Sr. Theobaldo De Nigris, presidente reeleito das entidades.

gio Zacarelli, secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo; prof. Zeferino Vaz, reitor da Universidade de Campinas. Seguiu-se a leitura dos no.. mes dos diretores da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, aos quais foi dada posse pelo ministro Severo Gomes. Em seqüência, usou da palavra o sr. Theobaldo De Nigris, fazendo seu pronunciamento de posse, e o ministro Mário Henrique Simonsen, pela Pasta da Fazenda, e governo federal. Encer• rou a solenidade o ministro Severo Gomes, apresentando seus votos de proficua gestão aos novos dirigentes das entidades representativas da indústria paulista, e em particular ao Sr. Theoblado De Nigris, presidente.

O MINISTRO SIMONSEN

NA POSSE DE DE NIGRIS Falando na solenidade de posse do Sr. Theobaldo De Nigris, na presidência da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, o ministro da Fazenda, Mário Henrique Simonsen, voltou a

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enfocar o comportamento da economia brasileira, face conjuntura internacional, sublinhando, igualmente, a participação empresarial de apoio as medidas desencadeadas pelo Governo no sentido de minimizar as suas conseqüências. Ao saudar o presidente Theobaldo De Nigris e as diretorias empossadas, o ministro afirmou: «Desejo expressar, inicialmente, meus votos de felicidade as diretorias empossadas. Desejo estender estas felicitações ao meu amigo pessoal Theobaldo De Nigris, que tem sido um dos maiores colaboradores no entrosamento entre o Setor Privado e Governo». Deu o ministro Mário Henrique Simonsen enfoque especial à conjuntura econômica mundial e compará-la com a situação brasileira. Disse ele que o quadro vigente este ano é bem diferente do que se verificou no ano passado, salientando ser natural que nós, brasileiros, «como um Pais de um mesmo planeta», tenhamos que sofrer os reflexos da situação internacional, bem como as adaptações desta conjuntura. «A meu ver — explicou o ministro — a fase mais dificil já passou».

No final da sua ponderada análise da situação econômica mundial, em face dos múltiplos problemas mundiais, frisou o Sr. ministro que «podemos aceitar o desafio, com amplas condições de superá-lo, dentro de um espirito de luta e trabalho de que ha pouco nos falou Theobaldo De Nigris»,

INDÚSTRIA REITERA APOIO AO FUTURO GOVERNADOR «Os empresários, que vossa excelência, em menção expressa, convocou para as tarefas comuns a todos, dos poderes públicos e da iniciativa privada, e que capitaneam — na relevante expressão de vossa excelência —, o nosso processo de desenvolvimento — associam-se aos propósitos de sua mensagem, de modo especial Aqueles que se referem ao fortalecimento da Revolução de 64 e de seus irreversíveis designios». Este é urn trecho da mensagem enviada pelo presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sr. Theobaldo De Nigris, ao governador eleito Paulo Egydio Martins.

Boletim da Ind. Gráfica-11174

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•• i.

t


NOSSA ECONOMIA EM AGOSTO DE 1974 COMENTÁRIO

Os resultados dos oito primeiros meses do ano, relativamente ao custo de vida, acusam uma elevação desse índice em São São Paulo, da ordem de 23,0%. Especialmente em agosto a taxa de aumento de 1,9% revela uma certa contenção da tendência altista, principalmente se comparada com o mês anterior, que apresentou a taxa de 2,2% de acréscimo. Como vem acontecendo desde o início do presente exercício, o item alimentação tem sido responsável em grande parte pela taxa final do índice, fato ocorrido inclusive no mês em análise, com um crescimento de 2,5%, verificado especialmente entre os produtos alimentícios industrializados (5,0%) em decorrência de acréscimos nos preços do açúcar, café e óleos. Outros aumentos ocorreram nos componentes dos itens: habitação (2,03%); despesas pessoais (1,21%) ; e transportes (0,9%), este último em decorrência da elevação dos combustíveis em geral. Na Guanabara, os indices divulgados pela Fundação Getúlio Vargas revelaram, em agosto, o ritmo da pressão inflacionária reduzida com relação ao nível atingido em julho: 1,6% contra 1,9%. Com essa alta, a variação acumulada janeiro/agosto totalizou 25,0% (23,0% em São Paulo). Entre os grupos que compõem a estrutura do indicador, Serviços Públicos e Artigos de Residência, lideraram as altas com 4,5% e 1,7% respectivamente de aumento, em cada um dos itens. 18

Bolettm da Ind. Gráfica-11/74

O poder aquisitivo da moeda, em conseqüência do aumento de preços ao consumidor, registrou uma queda de 1,9% em agosto e de 18,7% nos oito primeiros meses do ano. Em idênticos períodos do exercício anterior, a desvalorização de nosso cruzeiro ficou em torno de 1,1% e 8,9%, respectivamente. Continuou em agosto, o controle rigoroso dos meios de pagamento, esperando-se entretanto uma maior liquidez do sistema, durante o último quadrimestre do ano. O mês de agosto fechou com o meio circulante montando a Cr$ 19.550 milhões, significando um aumento líqüido de Cr$ 400 milhões, ou seja, 2,1% sobre o nível de dezembro de 1973. Na mesma época do ano passado a expansão do meio circulante girava em torno de 14,0%. "Sem dúvida, o equilíbrio da caixa das autoridades monetárias foi possível, em grande parte, graças aos recursos carreados pelo Tesouro Nacional, cuja execução orçamentária apresentava, pouco antes do fim de agosto, um superavit da ordem de Cr$ 5.200 milhões" (APEC). O movimento de falências decretadas no Estado de São Paulo atingiu a 59 em agosto último contra 60 do mês anterior, e 106 no mesmo mês do ano passado. Numa perspectiva de período esses decretos atingiram 448 de janeiro a agosto deste ano, acusando um decréscimo de 37,3% sobre o ano passado, quando os mesmos foram em número de 715.


Quanto as concordatas, foi de 22 o número de deferimentos no Estado, o que acumula para o período janeiro/agosto o total de 165, idêntico ao observado no ano passado, não tendo ocorrido portanto variação percentual cumulativa no que se refere a esse tipo de insolvência.

terial Elétrico (4,0%); Química e Farmacêutica (9,4%); Vidros, Cristais, Cm-Arnica, Louças e Porcelanas (6,3%); Papel e Papelão (9,4%) ; Artefatos de Borracha (5,4%); Artefatos de Couro (20,070); joalheria e Lapidação de Pedras Preciosas (4,4%).

No que diz respeito aos indicadores industriais, o nível de emprego calculado pela FIESP-CIESP revelou uma ligeira queda do índice em agosto (- 1,1%), compensada, entretanto, pelo acréscimo registrado no oito primeiros meses do ano, da ordem de 2,7%. Destacaram-se como principais responsáveis pela taxa acumulada, os ramos industriais de: Mecânica, Metalurgia e Ma-

• Para finalizar, o consumo de energia elétrica da Capital e ABC, referente ao comércio e indústria, registrou em agosto ëonsiderável expansão, da ordem de 4,7% contra a queda de 6,2% do mesmo mês do ano passado. Em termos cumulativos, entretanto, a taxa de consumo de janeiro/agosto de 1974 não chegou a atingir o nível de 1973, apesar dos promissores resultados: 11,9% contra 12,9% respectivamente.

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS NO MES DE AGOSTO DE 1974

(Base: dezembro/73 = 100)

ESPECIFICAÇÃO

Variação percentual no mês de agosto em relação ao mês anterior

Niimero Indice

Variação percentual acumulada até agosto

agosto/74

1974

1974

1973

Custo de Vida

123,04

1,95

Maio Circulante (*)

102,1

1,0

- 0,4

2,1

14,2

81,3

- 1,9

1,1

- 18,7

-- 8,9

157,1

37,5

53,8

...

- 24,0

- 1,7

24,7

- 37,3

16,3

150,5

- 1,1

1,3

2,7

10,4

108,1

4,7

- 6,2

- 11,9

12,8

Poder Aquisitivo da Moeda

Concordatas Deferidas Falências Decretadas

Nível de Emprego (1) Consumo de energia elétrica

comercial e indústrial

81,9

'

23,04

1973

1,07

9,73

Dado sujeito a retificação. Base: dezembro de 1964 = 100. Seção de Estatística e Informações Industriais do DECAD, da FIESP/CIESP. (*) (1)

Boletim

da Ind. Grafica-11/74

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CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA GRÁFICA RICHARD CIVITA

PRELECLIO FEITA NA 4.4 SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS SAO PAULO 7 A 11 DE OUTUBRO DE 1974

1.

CONCEITOS BASICOS

A expressão Controle de Qualidade, aplicada a um produto industrial, subentende a necessidade de se definir a «qualidade» e o «controle», isto é, o nível exigido para os atributos essenciais do produto e a faixa de aceitação para as variações que podem ocorrer em torno do nível estabelecido. Assim sendo, poderíamos definir Controle de Qualidade (CQ) como o conjunto de atividades paralelas à produção, cujo objetivo é garantir que o produto final atenda aos requisitos pré-estabelecidos.

Virias são as razões que determinam a existência de um Controle de Qualidade: 1) necessidade de entregar produtos que satisfaçam As exigências do consumidor; 2) variabilidade inerente ao próprio processo de fabricação ou its matérias-primas e materials utilizados, e por último, mas tão importante quanto as demais, 3) as exigências do próprio fabricante. Para este último, alcançar ou consolidar uma posição de liderança no mercado, por exemplo, pode implicar no estabelecimento de metas, quanto A qualidade, que superem as exigências do consumidor. Além disso, só a própria empresa poderá cotejar custo do CQ e custos incorridos pela rejeição de produtos, o que decididamente afeta a amplitude de controle a ser mantida. O estabelecimento de níveis de qualidade aceitáveis é, portanto, um compromisso entre: 1) exigências de mercado; 2) exigências internas da empresa; 3) possibilidades do processo de fabricação; e 4) condições de fornecimento de matérias-primas e materiais intermediários utilizados no processo. Vamos nos deter um pouco no problema de variabilidade dos processos. Todos nós sabemos que os produtos obtidos ao fim de um processo industrial apresentam uma dispersão nos valores mensuráveis de seus atributos, Normalmente tal dispersão é proveniente em parte dos produtos com que foi alimentado o processo no início da linha ou em fases intermediaries, e em parte do próprio equipamento, por variações das suas condições de trabalho. Estas considerações conduzem a um dos requisitos prévios para a eficácia de um controle de qualidade: a existência de Standards. De fato, admitamos que num processo a temperatura seja um dos parâmetros determinantes da qualidade final; deverá haver uma preocupação em dotar 20

Boletim da Ind. GI-Mica-11/74

o processo de um controlador com faixa de controle estreita — diminuição da dipersão no resultado — e simultamente impor que o ponto central de controle («set point») seja ajustado no valor ótimo. Se não houver um standard para o set point, isto é, se em uma oportunidade for utilizado o valor X e em outro o valor Y, os resultados poderão ter pequena dispersão em relação a cada uma das médias, mas estas estarão afastadas entre si e uma delas ou ambas estarão fora das condições desejadas. (Do ponto de vista estatístico estamos nos referindo à preocupação em manter uma média constante e um desvio reduzido). Assim sendo, o Standard de Processo deverá especificar quais os valores padrão para os parâmetros sobre os quais se tem controle — temperatura, no exemplo citado — e as respectivas variações admissíveis. O mesmo vale para os materials e matérias-primas requeridos pelo processo, para os quais deverão ser estabelecidos Standards que servirão de base para os controles de recebimento. Nesse sentido vale a pena mencionar a existência de Standards estabelecidos por entidades no exterior cobrindo alguns dos item importantes da indústria gráfica, seja para o próprio produto final, seja para os materials e matérias-primas, ou ainda cobrindo os métodos para testes. Coma exemplos citaríamos, respectivamente, os livros de cores da GATF e recentemente da GTA, as densidades minima e máxima de positivos para rotogravure de GTA — 0,35 e 1,65 Densidade Neutra — e os standards para teste de papel da TAPPI, SCAN etc. A oposição do que ocorre nos países participantes ou situados na área de ação daquelas entidades, no Brasil ainda estamos numa fase em que cada empresa adota o conjunto de Standards que lhe parece mais conveniente, ou aqueles cuja origem coincide com a de outras influências determinantes da tecnologia por ela empregada. Este é um ponto onde deveríamos nos concentrar nos próximos anos, visando o estabelecimento de Standards compatíveis com as nossas condições e que permitam o uso de uma linguagem comum entre indústrias, estúdios, clientes e fornecedores. Do que foi dito acima fica patente a necessidade da presença do CQ ao longo de toda a linha de produção: controles de entrada, controles de processo (auditorias) com base nos Standards, e controle final. Essa presença será tanto mais efetiva quanto mais objetivos forem os controles; ai entramos num assunto polêmico e no qual não pretendemos nos deter. O fato


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que, a par dos inúmeros itens mensuráveis com os quais se defronta o CQ na indústria gráfica — densidades, traçados, propriedades químicas e físicas de materials, etc. — muitos outros constituem atributos de extrema importância nos materials a serem utilizados e no próprio produto final, e que não são passíveis, até agora, de medidas objetivas. Tal é o caso, por exemplo, dos originais a serem reproduzidos, cuja análise não pode se limitar its medidas de densidade máxima e minima, e onde gradação, saturação de cores, definição, etc., requerem uma avaliação pessoal. Por enquanto, a única solução para este tipo de problema é a utilização de profissionais competentes, com longa experiência, e capazes, através da demonstração diária de suas qualidades, de desenvolver na empresa um consenso geral a respeito dos itens subjetivos. No que diz respeito aos itens mensuráveis basta dizer que o CQ deve ser equipado de instrumentos de medida de qualidade compatível com as tolerâncias admitidas para as variáveis e que isso implica em serem eles, normalmente, mais precisos que os utilizados na Produção. Acreditamos ter chegado o momento de abordar o problema de colocação de CQ na estrutura de uma indústria. O que vamos apresentar uma solução possível, que julgamos válida para médias e grandes empresas em função de nossa própria experiência na Abril; isto não significa, porém, que não haja outras soluções válidas e ainda que os conceitos não possam ser aproveitados por empresas de pequeno porte, onde haverá naturalmente a tendência de atribuir algumas das atividades de controle de qualidade ao próprio pessoal de produção. Basicamente, o CQ fornece informações sobre material a ser processado, em processamento e acabado. Tais informações interessam, em primeiro lugar, ao responsável pela Produção. Por esse motivo, parece justo subordiná-lo, como órgão de «staff», ao Diretor de Produção ou equivalente; todavia, deverá haver comunicação em mesmo nível, no que diz respeito ao trabalho diário, com os diversos departamentos que estão sob o mesmo comando. Dessa maneira, informações do tipo «correções a serem efetuadas em cilindros ou chapas» ou «cuidados especiais com determinado original», serão transmitidas diretamente aos departamentos envolvidos. Poderíamos considerar ainda como «subprodutos» do CQ — sem que o termo implique uma diminuição de importância — as informações que este pode fornecer a outros setores que não os de Produção. Como exemplos citaríamos: informações ao Setor de Vendas relativas a problemas com originais de determinado cliente e ao Setor Técnico quando determinado processo ou material estiver apresentando problemas. No que diz respeito a conceitos gerais, gostaríamos de salientar finalmente dois aspectos do CQ, a saber: o CQ não é una órgão destinado a definir punições para, 'erros , e sim o agente capaz de detetd-los de forma a que sejam corrigidos em tempo, e sugerir medidas que evitem sua repetição; o CQ tem que ser dinâmico, adaptando-se introdução de novos processos e capacitando-se a controlar produtos para os quais se exige unia qualidade cada vez mais alta e dentro de tolerâncias sempre mais estreitas.

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2.

PROBLEMAS DE IMPLANTACAO DE UM CQ

Examinemos inicialmente o problema de implantação sob o ponto de vista de recursos humanos, que nos parece merecedor de maiores cuidados. Em relação ao pessoal do próprio Controle de Qualidade, diríamos que é necessário considerar três requisitos básicos para um bom desempenho: I) nível de instrução adequado a cada atividade; 2) treinamento especifico para a atividade a ser exercida no CQ; e 3) mentalidade. Este último item, que se aplica igualmente ao pessoal de linha, consiste em formar no indivíduo uma noção precisa a respeito de quanto pode influir no resultado final — produto acabado — cada um dos parâmetros, grandezas ou materiais, cujo exame, manipulação, ou controle, estejam sob sua responsabilidade. Exemplificando: um funcionário cuja única função seja coletar amostras de tinta e encaminhá-las ao laboratório, deverá estar consciente de que a contaminação de uma amostra por deficiência na coleta, poderá provocar urna rejeição do lote com conseqüências danosas para o andamento da produção. lima das maneiras de criar e manter essa mentalidade é dar conhecimento dos resultados a todos aqueles que estiveram envolvidos isso pode ser facilmente conseguido mediante a circulação de boletins de controle, por exemplo. Ligado ao problema acima citado, e onde referimo-nos ao pessoal de produção, está também o fato de que a implantação do CQ não deve servir de base para uma diminuição das responsabilidades de quem está na produção. Ainda quanto aos aspectos de pessoal, gostaríamos de ressaltar a importância da atualização dos dirigentes. Se em média o tempo que vai entre a concepção de um novo produto ou processo e sua utilização em termos industrials, tem diminuído consideravelmente nas últimas décadas, podemos dizer, sem hesitação, que a Indústria Gráfica é um dos setores onde isto tem se manifestado de forma mais sensível. Nessas condições, a necessidade de estar em dia com as novas possibilidades é imperiosa e, no caso dos países em desenvolvimento, requer uma atenção especial; por outro lado, essa situação de crescimento propicia uma assimilação mais fácil. A nosso ver, o acesso do dirigente As novas técnicas deve ser uma preocupação de empresa, manifestada, além da usual assinatura de publicações especializadas e aquisição de livros técnicos, pelo envio de pessoal ao exterior para contatos com outras indústrias gráficas, centros de pesquisa desenvolvimento e exposições. Com relação ao equipamento parece-nos que problema maior é o da escolha judiciosa face ao orçamento estabelecido. Densitômetros de reflexão e de transmissão, visores com luz padrão, são item indispensáveis e onde não se deve sacrificar qualidade. Quanto ao equipamento de laboratório, é necessário alistar todos os testes que se deseja efetuar — papel, tinta, análises quimicas de materials — e a partir dai estabelecer um confronto entre necessidades de equipamento orçamento. A esse propósito vale a pena mencionar um conceito bastante difundido em outros setores industrials, que é o de Fornecedor de Qualidade Assegurada. Entende-se como tal o fornecedor que, possuindo um processo de fabricação estável e bem controlado, e uma tradição de fornecimento, passa a garantir a entre-


ga de um produto dentro de condições pré-estabelecidas, dispensando, por parte do usuário, a execução de testes de recebimento. A redução de custos pela eliminação dos testes — equipamento e mão-de-obra — e a possibilidade de suprimir problemas de processo serão fatores determinantes na adoção de urn sistema de fornecimento desse tipo. 3. 0 CONTROLE DE QUALIDADE NA GRAFICA

Para que possamos nos deter mais demoradamente nos pontos em que a ação do CQ apresenta problemas específicos da Indústria Gráfica, dividiremos esta última em áreas secundárias •e áreas principais. Essa divisão ref ere-se exclusivamente ao exame dos problemas de CQ, não implicando, de forma alguma, em atribuição de níveis de importância diferentes no que diz respeito as características do produto final. 3.1

AREAS SECUNDARIAS

Controle de Entrada de Materiais

A exceção de papel e tinta, os controles efetuados são comuns a outros tipos de indústria e, em grande maioria, são representados por análises químicas dos produtos: soluções para sensibilização de chapas, cobreador para chapas, anodos de cobre, sulfato de cobre, cloreto férrico, produtos químicos para foto-reprodução, etc. Convém lembrar, a respeito deste item, que os produtos controlados constituem, freqüentemente, pontos de partida do processo, e que uma eventual redução de custo pela aceitação de um produto de qualidade inferior pode acarretar prejuízos elevados quando o produto final for afetado. Preparação de Formas de Impressão

2 preciso ressaltar que nesse setor a complexidade reside nos processos em si; todavia, uma vez adotados Standards adequados, a atividade do CQ pode ser exercida sem dificuldades especiais. De fato, as auditorias de processo a serem realizados com base nos Standards exigem, principalmente, controle de condições ambientes — temperaturas e umidades relativas — e análises químicas. Como itens peculiares a indústria gráfica citaríamos o controle de luminosidade das prensas de cópia e dos respectivos integradores, bem como o controle dimensional na fase de montagem; este último item é elementar e o primeiro pode ser efetuado sem dificuldades desde que se disponha de um bom foto-dosimetro. A atividade do CQ na Preparação depende ern larga escala dos processos utilizados. Na Preparação offset os controles relativos A granulação de chapas e aplicação de camada fotosensível, por exemplo, desaparecem e dão lugar a outros tipos de controle quando são utilizadas chapas pré-sensibilizadas. Da mesma forma, em Rotogravura, quando é usado o processo Hard Dot, onde as profundidades mínimas são da ordem de 5 microns, os requisitos para os instrumentos de medida são bem menos exigentes do que quando se pretende medir uma célula gravada no sistema convencional e cuja profundidade pode descer até cerca de 1 micron.

Acabamento

Neste setor os únicos controles mais elaborados são os de resistência à tração e a. flexão no caso das publicações de lombada quadrada sem costura — linha de cola hot melt, por exemplo — e resistência a tração para as publicações com cadernos costurados. Ainda aqui o problema é unicamente de aquisição de equipamento — Martini Tester ou equivalente — uma vez que a execução dos testes não apresenta dificuldades. Os demais controles no setor de Acabamento são dimensionais e físicos, não requerendo cuidados especiais: posição de refile, colocação correta de encartes, qualidade de grampos, etc . 3.2

AREAS PRINCIPAIS

Reprodução (ou Fotomecanica)

Freqüentemente no setor de reprodução encontramos atividades de controle de qualidade divididas entre um órgão externo e pessoal pertencente ao setor, que faz um controle de qualidade interno. Nessas condições é usual atribuir-se ao CQ a responsabilidade pelos controles do material a ser processado — cromos, artes, etc. — e do material entregue pela Reprodução aos outros setores: fotolitos e rotofilmes. Ao controle interno cabe, por exemplo, a verificação de negativos antes da passagem para positivo. No que segue não nos preocupamos com a divisão acima, pois o essencial é que os controles sejam efetuados. O controle de originals deverá examinar o material recebido, verificando .se o seu nível de qualidade é compatível com o desejado para o produto final. 2 inevitável, nesse momento, uma análise de itens para os quais ainda não foi possível estabelecer padrões numéricos. Voltamos ao problema de subjetividade, mencionado anteriormente, e em relação ao qual cabe apenas selecionar judiciosamente os responsáveis pelas análises, que deverão ter grande experiência. Embora afetando igualmente outras áreas é oportuno lembrar que em 1972 o American National Standards Institute, através da norma ANSI PH 2,31, acolheu sugestões das indústrias envolvidas e padronizou em 5.0000K e 7.5000K as temperaturas de cor de fontes luminosas para uso na indústria gráfica. A primeira destina-se ao exame da qualidade de cor de originais transparentes e opacos, bem como sua comparação com o resultado impresso. Já as fontes de 7.5000K destinam-se à sala de impressão, para comparações entre prova e produção, e para comparações ao longo da produção — em outras palavras, para verificações de uniformidade de cor. Lembramos que o valor de 5.000°K coincide com o que foi adotado em 1968 por uma comissão européia de normas Com relação aos itens mensuráveis dos ori.

ginais, assume importância fundamental o «density-range», pois constitui o ponto de partida para a duplicação, programação em branco e preto e seleção de cores. Do ponto de vista de equipamentos, o que se exige é a utilização de densitômetros de transmissão e de reflexão com precisão de 0,02. 0 controle dos materiais utilizados na Reprodução é feito, em sua quase totalidade pelos controles de entrada citados anteriormente; os filmes, porém, fogem normalmente Boletim da Ind. Gráfica-11174

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a esse esquema, pois suas características praticanão são provas de impressão, são bastante úteis mente implicam em que os testes — lote por lote, para o controle das operações de retoque. de preferência — sejam feitos no próprio setor O controle final de fotolitos e rotofilmes ende Reprodução. volve, novamente, a análise de itens não menA seleção de combinações filme/revelador suráveis. Além destes, que já mereceram atendeve merecer um cuidado especial, uma vez que ção anteriormente, deverão ser controladas as os valores de y (gama) obtidos devem fazer densidades e porcentagens de ponto nas máximas parte dos standards do setor. A partir desses e mínimas. A esse respeito digamos apenas que valores e das medidas de «density range» o coné imperioso adotar urn standard e segui-lo a todo trole tomará decisões em cada caso, a respeito custo: por exemplo, 0,35 a 1,65 para positivos do processamento. de tom continuo, que é aliás o Standard da Os equipamentos utilizados nesse setor apreGTA, e 5% e 95% para fotolitos. No caso dos sentam poucos problemas de controle, desde que positivos para rotogravura deve ser mencionado os mesmos sejam de boa qualidade e sua instaum ponto cuja importância nem sempre é conlação tenha sido feita de acordo com praticas siderada, e que é a medida de densidades de recomendáveis. Uniformidade de distribuição de transmissão com filtros ultravioleta (tipo 18A luz em porta-originais e em prensas de contato da Kodak, por exemplo). A utilização relativae ampliadores, bem como a repetibilidade de inmente recente de fontes cujo espectro apresenta tegradores e timers, devem ser verificadas peuma quantidade de energia considerável em torriodicamente, valendo para esses itens o que foi no dos 350 nanômetros, decorre do fato de ser dito anteriormente a respeito do setor de Preesta a região onde é maxima a sensibilidade esparação. pectral do papel pigmento obtendo-se, por conCâmaras e ampliadores merecem um cuidado segilinte, tempos de cópia mais reduzidos. No especial no que diz respeito ao «flare», cuja porentanto, essa região corresponde A emissão ultracentagem deverá ser mantida abaixo de 1,5%; violeta, o que obriga o usuário de tais equipatestes rotineiros de «flare» poderão detetar promentos a controlar a densidade de transmissão blemas de limpeza nos equipamentos em uso e dos positivos A. irradiação dessa natureza. Esse de instalação em novos equipamentos. controle reveste-se de maior importância no que se refere A. velatura de base do filme e A denQuanto As processadoras automáticas de filsidade minima, pois a prática indica que em mes, cuja necessidade para garantir um nível de geral as diferenças de leituras entre densidade qualidade constante é hoje indiscutível, deverão neutra e densidade UV são maiores percentualestar submetidas a uma sistemática de controle mente nas mínimas. Considerando que o valor cobrindo atividade dos produtos químicos e sisUV supera aquele obtido com filtro neutro, a tema de regeneração, quando for o caso, bem falta de controle poderá resultar em que se tecomo repetibilidade dos controles de velocidade, nha gravação onde ela não é desejada. vazão de água de lavagem, etc. Assume particular importância pelas razões Salientamos, a respeito dos sistemas de reacima, o controle das anilinas utilizadas no regeneração, que é impossível conseguir a custo toque, que em alguns casos apresentam densirazoável um sistema capaz de medir exatamente as características dos filmes processados e fazer dade UV muitíssimo superiores As densidades medidas com filtro neutro. uma dosagem perfeita de regenerador. Assim sendo, não se pode esperar, por exemplo, que Tudo o que foi dito acima a respeito do conimediatamente após o processamento de vários trole final vale igualmente para o material de filmes de traço seja possível processar um filme mesmo tipo e que é recebido de terceiros, como reticulado sem que haja influências. sucede freqüentemente com os anúncios. Acrescentaríamos apenas que é necessário estabelecer Dentre os tipos de trabalho executados pelo setor de Reprodução, é fora de dúvida que a um Standard junto aos estúdios para que estes Seleção de Cores é o que apresenta maior comenviem sempre, para cada tipo de serviço, o mesmo tipo de filme. plexidade. • Teoricamente, a seleção de cores deveria levar em conta o tipo de papel em que sera Ao longo de todo o processo deve-se ter semimpresso o serviço e as tintas utilizadas. Na pre em mente que o custo de uma repetição é prática sucede freqüentemente que sejam ennormalmente maior quando o trabalho está num contradas diferenças sensíveis entre papéis de estágio mais avançado: não é preciso fazer cálmesmo tipo, ou modificações nas tintas por proculos para perceber que a repetição de um ciblemas de matérias-primas, por exemplo. A conlindro ou de uma chapa tem um custo muito seqüência disto é que os standards para a Remais elevado do que o da repetição de um poprodução são estabelecidos para uma condição sitivo. média. Assim sendo, as porcentagens de mascaratura a serem utilizadas no trabalho de amImpressão pliador, ou os ajustes de módulos substituíveis em alguns scanners, produzem resultados que No Brasil o nível de exigência do cliente ou podem se afastar daqueles inicialmente desejaconsumidor é em geral muito inferior ao equidos. Por essa razão é conveniente verificar pevalente europeu; basta considerar, por exemplo, riodicamente as condições das tintas utilizadas, os requisitos da confecção de catálogos na Eude forma a garantir que os valores de mascararopa para se verificar como estamos longe de tal tura são adequados. Isto pode ser feito utilizancondição. Esse fato conduz a uma modificação do-se um dos gráficos da GATF denominado nas importâncias relativas atribufdas ao volume Triângulo de Cores. de produção e ao nível de qualidade. ConsideNo retoque a obtenção de resultados reperando que o volume de produção está ligado A titivos pode ser conseguida com a utilização dos taxa de utilização da impressora, que é um dos livros de cores. As provas do tipo Cromalin e itens de major peso quanto ao capital investido, Cibachrome, embora não constituam uma garané de se esperar que aquele fator tenda a predotia de que o resultado impresso sera bom, pois minar sobre o nível de qualidade. 2 necessário, 24

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diante dessa situação, assumir uma posição realista e, sem sacrificar totalmente o Controle de Qualidade, adequa-lo as condições reais de trabalho. Feitas essas considerações de ordem conceitual, passemos a examinar as áreas de atuação do CQ na Impressão. O setor de provas de impressão constitui um elemento de controle de qualidade, mesmo que funcionalmente esteja subordinado ao departamento de rotogravura ou offset. Com efeito, a máquina de provas permite que se obtenha antecipadamente uma visão de como será o resultado final de impressão. Pode-se então determinar quais as correções de chapas ou cilindros a serem efetuadas. A prova possibilita igualmente que o serviço seja encaminhado a impressora com indicações úteis relativas as condições em que devera ser produzido. Durante a tiragem, a ação do CQ deverá estar concentrada no controle densitométrico de amostras retiradas periodicamente. As leituras de escalas de controle de impressão convenientemente dispostas sobre o serviço servirão de imediato como orientação para o maquinista, no caso de serem necessárias correções. Nossa experiência indica que a simples adoção dessa sistemática permitiu que ao longo de uma tiragem em máquina offset plana fossem obtidas variações de densidade de reflexão inferiores a ± 10%, quando anteriormente essas variações atingiam quase ± 20%. 0 valor de -± 10%, que é ainda alto, principalmente para embalagens, pode ser reduzido através de um controle maior sobre outros parâmetros. Isso nos leva ao problema de treinamento do pessoal de máquina. Balanço água-tinta, secante, condições de limpeza dos rolos, em Offset e viscosidade, corte da tinta e temperaturas de calandras, em Rotogravura, são exemplos de parâmetros sob controle do impressor e cuja manipulação adequada poderá contribuir para a obtenção de melhores resultados. goltando ao controle densitométrico gostaríamos de abordar alguns pontos que nos parecem merecedores de cuidados. Enquanto a escolha do densitennetro de reflexão é isenta de problemas quando se trata de medir serviços impressos em rotogravura, já não se pode dizer o mesmo de Offset. De fato, para que as leituras sirvam de informação ao impressor é preciso que as mesmas sejam feitas durante a tiragem, o que nas máquinas planas implica em medir densidades de reflexão sem que a tinta esteja seca. Ora, sabemos que as condições de brilho da tinta variam com a secagem e que um densittimetro normal dará leituras diferentes dependendo do tempo decorrido entre a salda da máquina e o instante da medida. A maneira mais simples de contornar o problema é fixar um valor para o intervalo de tempo acima e segui-lo a risca durante as medições. Com relação is medidas sobre papéis couchês recomenda-se um cuidado especial, pois corre-se o risco de obter leituras desprovidas de significado, se houver rompimento ou quebra da camada superficial no local da escala de controle por efeito de uma dobra do serviço. Além de servir ao controle imediato, as leituras adequadamente tabuladas permitem um tratamento estatístico do qual é possível extrair informações de grande utilidade: influências da troca de facas nas impressoras de rotogravura, das paradas para limpeza nas máquinas Offset planas, análise do desempenho de turmas de 26

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trabalho diferentes, etc. Os dados obtidos permitem igualmente, nos casos de longas tiragens, que se analise o comportamento da tinta e sua uniformidade mediante o uso dos gráficos da GATF denominados Hexágono de Cores. Papel Não pretendemos nos deter examinando os aspectos puramente tecnológicos do controle de qualidade de papel. Acreditamos que nesta oportunidade é mais importante tecer alguns comentários a respeito do que pode ser consguido através do CQ, do que propriamente sobre cada um dos testes e equipamentos necessários. O comprador de papel no Brasil sofre limitações sensíveis em sua ação com respeito ao papel que recebe do exterior, uma vez que é praticamente inviável devolver lotes defeituosos ou fora de especificações. óbvio que o fornecedor sabe disso; todavia, a ação continuada de um Controle de Qualidade permitirá que seja formada, perante o fabricante, uma imagem de comprador exigente e conhecedor do produto que está recebendo, com reflexos positivos sobre a qualidade recebida. Quanto ao fornecedor nacional, diríamos que a situação apresentou freqüentemente alguma semelhança. Embora não havendo o problema de distancia, a escassez de produto gerou condições onde o Controle de Qualidade via-se obrigado a permanecer numa condição passiva, apenas constatando as características do produto entregue. No que diz respeito à qualidade do produto nacional, estamos plenamente conscientes das dificuldades relativas as matérias-primas utilizadas, mas julgamos que os problemas decorrentes do equipamento utilizado na fabricação deveriam desaparecer: não parece razoável, tendo em vista os outros problemas de fabricagoo, que um papel offset em folhas apresente problemas de esquadro, por exemplo, ou que o corte apresente características ruins. A condição de crescimento do setor deverá contribuir para a eliminação desse tipo de deficiência. A presença de CQ examinando as características do papel no recebimento permite antecipar e informar a respeito de possíveis problemas de impressão. Devemos ressaltar, no entanto, que os testes usuais da gramatura, pH, lisura, porosidade, alvura, etc., não podem fornecer uma indicação final a respeito da printabilidade. Este termo representa a capacidade de um papel de apresentar bons resultados impressos quando submetido As condições de ambiente, máquina, formas de impressão e tinta; é fácil concluir que somente na máquina de impressão teremos todas as condições reais. Tinta

No item anterior, quando falamos do controle de impressão por amostragem, estávamos implicitamente envolvendo o controle de tinta. De fato, a análise dos resultados obtidos poderá indicar a ocorrência de problemas com a tinta, que não tenham sido identificados no controle de entrada ou que, pela sua natureza, não apareçam ern condições de laboratório. De qualquer forma, a existência de um controle de entrada garantirá a eliminação de boa parte dos problemas que podem surgir em produção. Testes de «tack», viscosidade, moagem, cor, secagem, etc., cobrem uma extensa gama de propriedades da tinta e constituem elementos essenciais para garantir a qualidade do produto final.


Concluindo, diríamos que nenhuma indústria gráfica pode progredir sem contar com um Controle de Qualidade. Sua ausência só pode conduzir à mediocridade, colocando em risco a própria sobrevivência da empresa. A preocupação

nesse sentido, porém, não deve ficar limitada As providências internas; em nossa opinião é necessário desenvolver um esforço conjunto no sentido de adotar Standards válidos para toda a Indústria Gráfica brasileira.

LISTA DE ITEMS SUGERIDOS PARA MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ITEM

FABRICANTE

USO / MEDIDAS

Escalas / Sinais de controle Densitõmetros

GATF / Diversos Macbeth e Gretag

Fotodoslmetro

International Light

Controle de Impressão / Registro Densidade de transmissão e reflexão (TD 504, RD 514, RD 505 e D 1) Intensidade luminosa, quantidade integrada de luz (IL 600/620) Fonte padrão 5.0000K e 7.5000K

Visores / Luminárias Indicador registrador de profundidades Microscópio diferencial Indicador de Tensão Higrômetro Gurley Tester Bendtsen Tester Ceras Reflection Meter Cobb Tester Dinamômetro Balança Indicador Universal Tintas Padrão Copo Ford Grindometer Tint Tester Martini Tester

Macbeth Siegvverk Spencer .1. E. Doyle Co. Haenni Reg Med Andersson & Sorenson Dennison Photovolt Reg Med Ind. Com . Lasil Reg Med Riedel-der Haën K & N Laboratories Diversos Diversos Kelva AB Martini

Durimet

Leitz

Vivromet H Meter

Stiller Metrohm

Profundidade de gravação Profundidade / Aspecto da gravação Pressão entre rolos (offset) Unidade de papel em pilhas (tipo espada) Porosidade, lisura e maciez Porosidade, lisura e maciez (Model VI) Pick test Brilho, alvura e opacidade Absorção de água Resistência A Tração Gramatura pH superficial Absorção de tinta Viscosidade (tintas roto) Moagem de pigmentos Densidade de reflexão (tintas roto) Resistência A tração e flexão de revistas e livros Microestrutura, microespessura e dureza de camisas de cobre Polimento para exame de microestrutura pH de soluções para Foto-reprodução

OBSERVAÇA.0: A lista acima é apenas uma indicação baseada em nossa experiência; outros produtos poderão eventualmente ser encontrados com características e desempenho equivalentes.

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NOTICIÁRIO TÉCNICO

HARRIS COMPOSITION SYSTEMS DIVISION NA -TPG-, PARIS E "ANPA-, ATLANTIC CITY, USA

A Intertype, que dispensa apresentação especial para sublinhar sua importância no campo de composição a quente mecanizada, tornou-se pioneira no campo de composição a frio, chamada fotocomposição, que no decorrer dos últimos anos introduziu-se cada vez mais no ramo gráfico, desde as empresas jornalísticas até as oficinas gráficas de qualquer porte. Graças ao desenvolvimento tecnológico e aperfeiçoamento constante, paralelamente com o barateamento do custo de sua instalação, esse processo afirmou-se também no Brasil, que, para tanto, muito contribui o empenho e a atuação da firma Oscar Flues & Cia. Ltda. neste campo especializado que, por ocasião da TPG, foi confirmado como representante desta importante organização no Brasil. Nesta importante mostra, a Harris apresentou o sistema Harris Fototronic 600, que se compõe basicamente do teclado 600-UJ-6 para produzir uma fita perfurada de 6 pistas, não justificada a ser projetada em papel ou película fotográfica e justificada na fotocompositora Harris Fototronic 600. O teclado tem 80 teclas, sendo os caracteres e sinais idênticos à máquina de escrever. Algumas teclas de comando perfuram códigos múltiplos. A construção proporciona um teclado leve e veloz, sendo possível operar em alta velocida-

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de. O painel de controle contém as lâmpadas pilotos indicando o funcionamento e um visor opcional que mostra os últimos caracteres teclados para eventual correção e comandos. A unidade fotocompositora atua em velocidade de 50 linhas de 11 picas por minuto comandada por uma fita perfurada, lida por célula fotoelétrica. Largura da linha ate 42 picas em incremento de 1/4 de pica. Entrelinhamento entre O a 42 pontos, incrementos de 1/2 ponto. Os caracteres são armazenados num disco contendo cada 6 diferentes corpos ou 6 fontes de 120 caracteres. Os corpos podereão ser escolhidos entre 5 até 24 pontos. Material fotográfico em largura ate 7 1/6 polegadas e inserido em cassette que pode canter até 150 pés de papel ou 100 pés de filme. Este sistema pode ser ampliado pelo terminal de correções e editora Harris 1100, no qual se processa a leitura do texto composto e sua correção, antes que a fita seja dada pars a projeção na fotocompositora. A leitura é feita em tela de video de grandes dimensões, que faculta a leitura confortável, para localizar e corrigir erros, fazer modificações ou compor novo texto, a fim de produzir a fita limpa (de erros) inteiramente codificada, para a alimentação da fotocompositora, ou transmissão direta a um computador. Este terminal pode ser universalmente adaptado a qualquer sistema de fotocomposição existente. Ontro sistema de fotocomposição da Harris Composition

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Systems Division apresentado foi o Harris Fototronic TxT. O teclado TxT-UJ-6 é adaptado para maiores possibilidades desse sistema. A fotocompositora TxTU abriga 5 discos, cada um com 2 familias de 120 caracteres. Um conjunto de 12 lentes permite a composição em 12 corpos diferentes escolhidos entre 5 a 72 pontos. A largura maxima da linha é de 42 picas. Produção até 150 linhas/min. O material fotogrdfico na largura de 18,30 e 42 picas, pode ser inserido, sendo a capacidade até 145 m de papel ou 60 metros de filme. Na fotocompositora pode ser acoplada uma processadora automática, saindo assim a composição já processada e seca. Grande interesse chamou o sistema de layout-video Harris 2200 com o qual o operador pode formar o texto de anúncio modificando o tamanho, caracteres, deslocamento de linha, adicionando e omitindo os textos ate que a arte final aparece em corpo e deslocamento de linhas desejado. Apertando um botão o layout de video é transmitido, incluindo todos os códigos, para a fita perfurada que possibilita a composição ern uma peça.


A fotocompositora FOTOTRONIC TxT, e na página anterior, a FOTOTRONIC 600.

No show que acompanhou a convenção da ANPA ern Atlantic City — EE.UU., a Harris Composition Systems Division completou o programa acima mencionado com o sistema de composição 2500, apresentado com a nova fotocompositora Fototronic 4000. A Harris 2500 é um sistema para manejar informações, controlada pelo computador. As informações podem entrar através do teclado com video Harris 1500, pelas leitoras OCR diretamente das agências noticiosas ou pelo layout-video, os redatores podem chamar as noticias para seus terminais Harris 1500 para corrigir, justificar, reeditar e mandar para a composição. Este sistema dispensa a fita perfurada. O modelo 20 permite as ligações de 24 dispositivos periféricos e o modelo 50 tem a capacidade dupla. A fotocompositora Fototronic 4000 tem embutido 5 dis-

cos, contendo cada 3 famílias, A capacidade de corpos é aumentada para 24 e o comprimento da linha é até 54 picas. A velocidade é a mesma da TxT, isto é, 150 linhas por minuto.

NOVO MATERIAL PARAFOTOCOMPOSIÇÃO BERTHOLD-HOHLUX - HF -17» E -HF-37» A Berthold-Hohlux desenvolveu um novo material foto-sensível, especialmente indicado para a fotocomposição de títulos com os aparelhos MINISTAR, STAROMAT e SUPERSTAR, bem como fotocompositores de outras fabricações. Além disto, este novo material «HF-17» e «HF-37» tem largo campo de aplicação na reprografia, alay-outs», arte, cartazes, etc.

«HF-17» e «HF-37» é um material foto-sensível de poliester branco-opaco, reunindo desta forma as qualidades de um papel fotográfico matte com a resistência e indeformabilidade de um filme. «HF-37» tem uma película sensível de alto contraste, enquanto «HF-17» tem contraste menor, podendo ser utiliz. tanto para traço quanto para meio-tom. «HF-37» tem sensibilidade reduzida, podendo ser trabalhado por mais de 45 minutos em luz vermelha de segurança fonte direta, inclusive pré-ativado e úmido (pré-revelado durante 1 minuto em revelador normal para que a imagem exposta apareça imediatamente sobre o filme, como é necessário na composição artística de títulos), que o torna ideal para a fotocomposição de títulos, «HF-17» tem sensibilidade maior, podendo ser utilizado em fotocomposição de texto corrido ou diretamente na câmara de reprodução ou aparelho ampliador. A superfície dos filmes «HF-17» e «HF-37» é branco-opaca com uma micro-estrutura que evita reflexão de luz, porém sem ocasionar perda dos detalhes finos das reproduções. A micro-estrutura permite escrever-se com lapis, tinta nanking, caneta esferográfica, tinta mágica etc. diretamente sobre o filme num trago firme, o que facilita correções. Da mesma forma, é possível pintar-se sobre o filme (trabalhos de «lay-out», arte final). Os filmes «HF-17» e «HF-37» podem ser lavados seguidamente, tendo a película alta resistência abrasiva. A revelação deste material fotográfico é feita normalmente: 2,5 minutos em revelador litográfico e 1 a 5 minutos em revelador de meio-tom. A revelação pode ser feita em máquina de revelação automatiBoletim da Ind. Gráfica-11/74

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-ca. A secagem, por ser poliester, é extremamente rápida. A base de poliester permite a utilização do «HF-17» e «HF37» também como cartazes, luminosos, artes finais (combinação de fotocomposigão com desenhos aplicados diretamente, por exemplo ern tabelas), plantas técnicas de construção de alta resistência etc. Também no campo de eletrônica estes filmes podem ser utilizados na confecção de circuitos impressos, painéis de relógios etc.). Na televisão o filme 111F-17x particularmente adequado para a confecção de títulos. Pode ser feita a fotocemposigão diretamente sobre o material. A superfície opaca é ideal para a posterior filmagem para a televisão. O material «HF-17» e «HF37» pode ser importado através da GUTENBERG Máquinas e Materiais Gráficos Ltda., aonde também podem ser obtidos maiores detalhes e especificações sobre estes produtos.

FUJI FILM INSTALA FÁBRICA NO BRASIL De acordo com declarações do Sr. Kusuo Hirata, presidente da organização japonesa, a Fuji Film instalará proximamente a sua primeira unidade fabril na América Latina, em território brasileiro. A nova fábdica vai atender à crescente demanda de materiais de raios-X, artes gráficas e cinefoto, manifestando, também, sua «indiscutível certeza no futuro promissor do mercado brasileiro». DA REGIONAL DE MINAS

ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE PROPAGANDA PROMOVE CURSO Muitas vezes a falta de pessoal qualificado impede que o material gráfico de nossas agências de propaganda acompanhe o alto nível de criatividade obtido. Preocupada com

este fato, a Associação Mineira de Propaganda promoveu de 14 a 25 de outubro último, em convênio com o Sindicato da Indústria Gráfica no Estado de Minas e a Associação Brasileira da Indústria Gráfica — Regional de Minas Gerais, um curso de aulas noturnas, das 19 as 22 horas, com carga útil de 30 horas, metade para aulas práticas, metade para aulas teóricas. A coordenação dos trabalhos esteve a cargo do SIGEMG, da ABIGRAF e uma comissão da AMP, chefiada pelo diretor de arte (e diretor da AMP) Fernando Virgílio de Castro. O programa foi o seguinte: síntese histórica da imprensa, processos de composição de textos e de impressão, processos de produção de matrizes impressoras, fotografia aplicada as artes gráficas, os suportes da impressão, tintas gráficas, trabalhos especiais e normas técnicas.

TINTAS PARA ARTES GRÁFICAS

ROTOGRAVURA FLEXOGRAFIA TIPOGRAFIA LITOGRAFIA OFF-SET

SUPER COR QUÍMICA NORMA COMERCIAL S . A. Rua Guaiana-ses, 1211 — Fones 220-9960 — 220-9882 -- São Paulo

80

Boletim da Ind. Gráfica-11/74


de 1965, será de 0,5% (cinco décimos por cento) do valor constante da Guia de Importação, efetuada na forma do art. to da referida lei. 4.0) Fica fixado em 3% (tees por cento) do valor constante dos documentos oficiais de importação expedidos pela Secretaria da Receita Federal, do Ministério da Fazenda, o valor da Taxa Rodoviária única, a ser cobrado dos proprietários de veículos importados com beneficio de isenção de tributos, autorizados em lei. Parágrafo único — A disposição constante deste artigo só -prevalecerá enquanto o veí culo pertencer ao proprietário que se tenha beneficiado da isenção, cobrando-se a Taxa Rodoviária única prevista na Tabela anexa, do novo adquirente, em caso de alienação. Dirceu Araújo Nogueira -Ministro dos Transportes. abril

I Setor Jurídico

LI LEGISIA110 FISCAL IINISTRRIO DOS TRANSPORTES

PORTARIA N9 1.043, DE 23 DE SETEMBRO DE 1974 Fixa os valores da Taxa Rodoviária tnica para 1975

(V. TABELAS NAS P AOS. 34/35)

O Ministro de Estado dos Transportes, no uso das atribuições que lhe confere o art. 2.0 do Decreto-lei n.o 999, de 21 de outubro de 1969, considerando o disposto no art. 1.0 da Lei n.o 5.841, de 6 de dezembro de 1972, resolve: 1.0) Fixar os valores para a cobrança, no exercício de 1975 da Taxa Rodoviária Única, criada pelo Decreto-lei n.o 999, de 21 de outubro de 1969. Referidos valores são os que constam da tabela, que, com este baixa. 2:0) Na concessão de isengão observar-se-ão as disposigões do art. 3.o, do Decreto-lei n.o 999, de 21 de outubro de 1969, com a alteração introduzida pelo art. 2.0, do Decreto-lei n.o 1.242, de 30 de outubro de 1972. 3.o) O valor da Taxa Rodoviária única incidente sobre veículos destinados ao uso de paraplégicos e que tenham sido adquiridos com os benefícios da Lei n.o 4.613, de 2 de

CIVIL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

verão as mesmas ser apreendidas onde forem apresentadas e remetidas ao Departamento de Polícia Federal.

Art. 2:0 — A expedição da primeira via da carteira de identidade instituida pelo art. Lo do Decreto-lei n.o 499, de 17 de março de 1969, com a redação dada pelo Decreto-lei n.o 670, de 3 de julho de 1969, está sujeita ao pagamento da taxa correspondente a 1/20 (um vigésimo) do maior salário mínimo vigente no Pais. Parágrafo único — O fornecimento de outras vias do documento referido no «caput» deste artigo estará sujeito ao pagamento da taxa correspondente a 1/10 (um décimo) do maior salário mínimo vigente no Pais. Art. 3.0 — Esta Lei entrará

em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Brasilia, 1.0 de outubro de 1974; 153.0 da Independência e 86.0 da República. Ernesto Geisel Armando Falcão DOU-I de 1.*-10-74, pág. 11 . 205) .

LEI N9 6.110 — DE 1° DE OUTUBRO DE 1974 Prorroga o prazo de validade das carteiras de identidade de estrangeiros «modelo 19» e dá outras providências.

O Presidente da Republica Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.0 — O prazo de validade das carteiras de identidade de estrangeiros «modelo 19», de que trata o art. 135 do Decreto n.o 3.010, de 30 de agosto de 1939, estabelecido pelo art. 2.o do Decreto-lei n.o 499, de 17 de março de 1969, modificado pelos art.s 1.0 das Leis n.o 5.587 e 5.815, de 2 de julho de 1970, e 31 de outubro de 1972, respectivamente, fica prorrogado até 1.0 de outubro de 1976, após o que de-

JORISPRODÊNCIA FISCAL INDUSTRIALIZA.C40 — RETORNO — A expressão «produtos industrializados» utilizada no inc. 1 do art. 5.° do RICM, abrange toda mercadoria que retorne ao estabelecimento de origem, ainda que do processo resulte apenas produto semi-elaborado.

Respondendo a consulta, decidiu a Consultoria Tributária: «A incidência do ISS somente se consumará se o produto beneficiado não se destinar it comercialização ou industrialização (item 47 da Lista de Ser-

Boletim

da Ind. Gráfica-11/74

31


viços que acompanha o Dec.-lei 406, de 31-12-68, com a redação dada pelo Dec. 834, de 08-09-69). Arredada a dúvida quanto à sujeição tributára e caracterizadas as operações descritas na consulta como de beneficiamento, cabe aduzir que a remessa da mercadoria para a máquina e sua posterior devolução acham-se amparadas pela isenção prevista no art. 5.0, incs. I e II do Regulamento do ICM, por isso que a expressão «produtos industrializados», utilizada no inciso I, deve ser entendida como abrangente de toda a mercadoria que retorne ao estabelecimento de origem (de onde tenha saldo nos termos do mencionado inciso), ainda que do processo resulte apenas produto semi-elaborado. Com efeito, sobre ser defluente da interpretação a «contrario sensu» da norma inserta no inc. IX do art. 48 do Regulamento do ICM, impõe-se na conclusão acima com vistas b. preservação do tratamento tributário (isencão na primeira salda efetuada pelo estabelecimento produtor) conferido, no Convênio de Porto Alegre, tt comercialização dos produtos agropecuários». — Resposta à Consulta 6.061, de 23-4-74, da Consultoria Tributária da CAT de São Paulo. — Boletim APT 33/74, pág. 67. ÍNCOLA F-41-1.369/74-20

FALTA DE REGISTRO DE ENTRADA DE MERCADORIAS — Não se pode aplicar ao contribuinte, (me deixou de registrar a entrada de mercadoria cuja saída não está sujeita ao tributo, o disposto no inciso XXIII do art. 158 do RICM.

Em recurso, decidiu o Tribunal de Impostos e Texas, por maioria: «0 dispositivo do inc. XXIII, do art. 158, do RICM, que penalize, sem qual-

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quer distinção, a falta de registro de documento fiscal relativo it entrada de mercadorias, quer se refiram a operações isentas, quer a operações tributadas, bem como mercadorias que devam, posteriormente, sair com ou sem o pagamento do tributo, é extremamente injusto determinar a extensão de sua aplicabilidade. Não me parece adequado que ao contribuinte que deixou de registrar a entrada de mercadoria cuja salda não está sujeita ao imposto, seja aplicada multa igual à do contribuinte que deixou de registrar documentos pertinentes a mercadorias cuja entrada ficara sujeita ao tributo e cuja salda também deverá suportar o ônus fiscal. Não se podendo usar do mesmo critério para penalizar o contribuinte de boa-fé e o que atuava com intento doloso, é de se prover o recurso do contribuinte, aplicando-se o espirito emanado das instruções CAT 10-68». — Acórdão de 16-8-70, da • a 6 Câm. do TIT de São Paulo, no Proc. DRT-13-4.101/69 (Fabio Romeu Canton, Rel. aad hoc»). — Boletim TIT 1, de 17-7-74, pág. 5. INCOLA F-41-1.371/74-20 EMPRÉSTIMO DE MERCADORIA — Somente pode ser feito, tanto na entrega quanto na devolução, acompanhado de nota fiscal regular.

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: «Empréstimo de mercadorias. — Somente pode ser feito, tanto na entrega, como na devolução, acompanhado de Nota Fiscal regular com a observação de gênero de operação, para efeito de destaque ou não do ICM devido.» — Acórdão 10.940, de 18-4-74, do Conselho de Contribuintes da Guanabara, no Rec. 10.977. — DOG de 24-7-74, pág. 12.444. ÍNCOLA F-38-1.267/74-20

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COMERCIAL DECADÉNCIA — O cheque não apresentado dentro do prazo legal perde sua cambiariedade e, conseqüentemente, sua eficácia executiva.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal: «Quanto prescrição ela se opera efetivamente em cinco (5) anos, por força do reenvio do art. 6.0 da Convenção Reguladora de Conflitos de Leis em Materia de Cheques e Protocolo, que convalidou o art. 52 da Lei Cambial Brasileira, aplicável ao cheque, «ex vi» do art. 15 do Dec. 2.591, de 7-8-912. A decadência do direito do portador à execução forçada, no entanto, se verifica com a não apresentação do cheque nos prazos de trinta (30) dias, se passado na mesma praça onde deve ser pago, e de cento e vinte (120) dies, se em outra, quando o titutdo perde sua cambiariedade e, de conseqüência, sua eficácia executiva. Tais prazos subsistem por força da reserva da alínea 1 do art. 14 do Anexo II, de prolongamento dos prazos de cinco (5) e oito (8) dias assinados no art. 4.0 da Lei 2.591, de 7-8-912, com a redação dada pelo Dec. 22.924, de 12-7-33, de um mês, quando passado na praça, onde deve ser pago, e de 120 dias, quando passado em outra praça». — Acórdão 3.013, de 29-5-74, da 1.a Câm. Civ. do TAP, na Ap. 176-74, de Curitiba (Nunes do Nascimento, Pres. e Rel.). ÍNCOLA F-41-1.359/74-20 TERCEIRO INTERVENIENTE — O clue pagou para honrar a assinatura do emitente, sub-roga-se nos direitos deste, não Doran nos do credor.

Em embargos, de que não. conheceu. unanimemente, deci-


diu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: «Mas, para conhecimento dos Embargos, Embargante deveria ter exibido, ou indicado, com as cautelas da Súmula 290, outro julgado que houvesse nitidamente assentado a tese oposta à do v. acórdão embargado — a mesma da letra do art. 40, parágrafo único, da Lei 2.044. Enfim, julgado que houvesse decidido claramente que quem pagou para honrar a assinatura do emitente pode cobrar a cambial aos avalistas deste. Note-se que o principio subjacente no art. 40, parágrafo co, da Lei 2.044, é o mesmo do art. 931 do C. Civil: «0 3.0 não interessado, que paga a divida em seu próprio nome, tem direito a reembolsar-se do que pagar; mas não se subroga nos direitos do credor». Diz a ementa: «Cambial. — Sub-rogação do interveniente. terceiro, interveniente, que

pagou para honrar a assinatura do emitente, sub-roga-se nos direitos deste, não porém nos de credor (Lei 2.044, de 1908, art. 40, parágrafo único)». — Acórdão de 25-4-73, do STF, em sessão plena, nos ERE 72.133, de Goias (Elói da Rocha, Pres.; Aliomar Baleeiro, Rel.). — RTJ 67, págs. 148/51. fNCOLA F-41-1.358/74-20

TRABALHISTA TRANSAÇÃO — A transação produz entre as partes o efeito de coisa julgada, e só se rescinde por dolo, violência ou erro essencial quanto it pessoa ou coisa controversa.

Em embargos, que o Tribunal não conheceu, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «A transação produz entre as partes efeito de coisa julgada, e só se rescinde por dolo, violência ou erro essencial quanto à pessoa ou coisa controversa»,

— Acórdão 864, de 21-8-74, do TST, em sessão plena, no Proc. E-AI-754-73 (Barata Silva, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 27-8-74, pág. 5.964. ÍNCOLA F-41-1.361/74-20

DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO — MORA — A mora se estabelece pela interpelatio, suprida pela citação.

Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: «A necessidade da interpelação já fora prevista no art. 361 do CPC, no caso de locação comercial e industrial e sempre se entendeu aplicável tis locações residenciais, mormente se o contrato não estabeleceu dia para o reembolso, caso em que mora se estabelece pela «interpelatio» (Cód. Civil, art. 960, parágrafo único). Mas a citação interpela e o prazo para a eficácia da interpelação, que é de dez dias, é igual ao da contestação, sendo, pois, simultâneas as eficácias, razão pela qual, interpelado o réu, pela citação, estava obrigado a solver a obrigação ao cabo do prazo da contestação, purgando, assim, a mora em que fora constituido pela eficácia interpelativa da citação (Pontes de Miranda — «Tratado de Dir. Privado», XL, §1 4,400,6). Bem é de ver que, sendo obrigado por impostos, alugueres e débito pelo uso da linha telefônica, e citado para a ação de resilição b. causa de inadimplemento, cumpria-lhe purgar a mora, desde logo, ainda que desejasse discutir sobre as quantias, controvérsia que se não deve permitir nas ações de despejo (ob. cit. II 4.399,11 ) ». — Acórdão de 21-2-73, da 2.a Câm. Civ. do 2.0 TASP, na Ap. 513, de São Paulo (Joaquim Francisco, Pres.; Muniz Barreto, Rel. «ad hoc»). — Julg. dos TASP, Vol. 31.0 (pub, in-

AVISO-PREVIO — HORAS EXTRAS — As horas extras habitualmente trabalhadas entram no calculo para pagamento do aviso-prévio indenizado.

Em embargos, que recebeu, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: «Como sustentado no aresto paradigma, «se habitual a prestação de horas suplementares, incorpora-se o respectivo valor ao salário, inclusive para efeito de indenização». Assim, no cálculo do aviso-prévio indenizado, ha de se observar a inclusão da parcela referente à contraprestação pecuniária das horas extras habitualmente trabalhadas. E neste sentido acolho os presentes embargos». Diz a ementa: «Aviso-prévio indenizado. — Computa-se no calculo para pagamento do aviso-prévio indenizado a parcela referente as horas extras habitualmente trabalhadas, já que compõem as mesmas o salário do obreiro, inserindo-se, inclusive, no pagamento das férias». — Acórdão 631, de 22-5-74, do TST, em sessão plena, no Proc. TST-E-RR-2.038-73 (Luis Roberto de Resende Puech, Pres.; Leão Veloso Ebert, Rel.). — DJU de 24-7-74, pág. 5.128. fNCOLA F-41-1.360/74-20

• Associe-se a

ABIGRAF

• Prestigie a

ABIGRAF

• Colabore com a

ABIGRAF

terna), págs. 273/6. ÍNCOLA F-41-1.382/74-20

Boletim da Ind. Gráfica-11/74

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54

I . 043, DI: 71 3 DE SETE:1110W DE 1971, PORT A RIA 1)0 N1 1 N !STEM() DOS 'FHA NSPORT ES VALOR (Cr$ 1,00) DA TAXA RODOVIÁRIA CINICA PARA O ( V. TEXTO iNTHont Valores adotados corn base na Portaria n. 5.535, de NA PA 0. 31

roluo

Bol eti m d a I nd . G ráfi ca-11 /7 4

T I P

Código

Discrimi nação

1975

Faixa

1974

1973

1972

1975

14-12-72

ANO DE

SUBCLASSE

CLASSE

ANO DE

FABRICAÇÃO

1971

1970/69

1968/67

1966/65

1964/63

1962/61 e anteriores

O

A

motoCiclomotores, netas e motocicletas ou não equipadas lateral, carro com triciclos adaptados ou transporpara não tea de carga: de fa bricação nacional ou

120,00

86,00

72,00

60,00

55,00

50,00

30,00

20,00

10,00

10,00

A-2 acima de 125 cc ate 500 cc

365,00

259,00

216,00

180,00

165,00

150,00

90,00

60,00

30,00

30,00

A-3 acima de 500 cc

725,00

516,00

432,00

360,00

330,00

300,00

180,00

120,00

60,00

60,00

B-1 até 50 HP 8-2 acima de 50 ate 69 HP 13-3 acima de 69 ate 100 HP B-4 acima de 100 até 150 HP 8 -5 acima de 150 ate 220 HP 8-6 acima de 220

708,00

583,00

486,00

405,00

360.00

330.00

231,00

182,00

149,00

134,00

960,00

799,00

666,00

555,00

525,00

480,00

336,00

264,00

216,00

144,00

1 . 038,00

799,00

666,00

555,00

525,00

480,00

336.00

264,00

216,00

144,00

1.375,00

1 . 058,00

882,00

735,00

690.00

630,00

441,00

347,00

284,00

189,00

1.965,00 3 . 370,00

1.512,00 2 . 160,00

1.260.00 1.800,00

1.050,00 1.500,00

1.020,00 1.485,00

930,00 1 350,00

651.00 945,00

512,00 743,00

419,00 608,00

279,00 405,00

900,00

691,00

576,00

480.00

428.00

390,00

234,00

195,00

156,00

134,00

1.460,00 2.246.00

1 .123,00 1 . 728,00

936,00 1.440,00

780,00 1.200,00

690.00 1.155,00

630,00 1.050,00

378,00 630,00

315,00 525,00

252,00 420,00

158,00 263.00

2.434,00

1.872,00

1.560,00

1.300,00

1.200,00

1.100,00

715,00

550,00

385.00

220,00

3 .744 ,00

2 880.00

2.400,00

2.000,00

1 650,00

1 . 500.00

975,00

750,00

527,00

300,00

5 . 616,00

4 . 320,00

3 . 600,00

3.000,00

2.860,00

2 . 600,00

1.690,00

1 . 300,00

910,00

520,00

A-1

ate

125

cc

estrangeira

B

C

D

Automóvel de fabricação nacional

HP HP HP HP HP

Camionetas e uti I itários de fabricação nacional

C-1 ate 100 HP C-2 acima de 100 HP ate 220 HP C-3 acima de 220 HP

transde Veiculos porte coletivo (Microônibus) e ónibus de fabricação nacional

D-1 D-2 145 D-3 (D)

Microõni bus (GD) Cmi bus (G) até HP (D) acima de 145 HP


V

CLASSE

T I P O E

F

VL /II—P IJVJO*PuTgP tuga1 o£1

G

H

I

SUBCLASSE

ANO DE FABRICAÇÃO

Código Faixa

Discriminação

Veiculos de carga (caminhões) de fabricação nacional

E-1 ate 10 t. CMT E-2 acima de 10 ate 20 t. CMT E-3 acima de 30 ate 20 t. CMT E-4 acima de 30 ate 40 t. CMT E-5 acima de 40 CMT

1975

1962/61 e anteriores

1974

1973

1972

1971

1.107,00

806,00

672,00

560.00

440,00

400,00

320,00

240.00

160.00

80,00

1.385,00

1.008,00

840,00

700,00

660.00

600,00

480,00

360,00

240,00

120,00

1.940,00

1.411,00

1.176,00

980,00

880.00

800,00

640,00

480.00

320,00

160,00

3.266,00

2.376,00

1.980,00

1.650.00

1.650,00

1.500,00

1.200,00

900,00

600,00

300,00

7.920,00

5.760,00

4.800,00

4.000,00

3.300,00

3.000,00

2.400,00

1.800.00

1.200,00

600,00

1970/69

t. t. t. t.

1968;67

1966/65

1964/63

Veiculos e máquinas agricolas ou de terraplenagem de fabricação nacional ou estrangeira (quando sujeitas a incidência da TRU)

F-1 ate 100 HP F-2 acima de 100 HP

1.900,00 4.725,00

1.440,00 3.600,00

1.200,00 3.000,00

1.000,00 2.500,00

800,00 2.000,00

800,00 2.000,00

520,00 1.300,00

400,00 1.100.00

280,00 700,00

160,00 400,00

Automóveis, camionetas e utilitários de fabricação estrangeira

G-1 ate 50 HP G-2 acima de 50 HP ate 100 HP G-3 acima de 100 HP até 150 HP G-4 acima de 150 HP ate 220 HP G-5 acima de 220 HP

1.791,00

1.253,00

1.044,00

870,00

660,00

660,00

462,00

330,00

231,00

134,00

2.624,00

1.836,00 2.376,00

1.530,00

1.275,00

960,00

960,00

672,00

480,00

336,00

144,00

1.980,00

1.650,00

1.260,00

1.260,00

882,00

630,00

441,00

189,00

5.096,00 7.412,00

5.184,00

2.970,00 4.320,00

2.475,00 3.600,00

1.860,00 2.700,00

1.860,00 2.700,00

1.302,00 1.890,00

930,00 1.350,00

651,00 945,00

279,00 405,00

Veiculos de transporte coletivo de fabri cação estrangeira

H-1 ate 145 HP H-2 acima de 145 HP

7.603,00 13.114,00

7.760,00 9.936,00

4.800,00 8.280,00

4.000,00 6.900,00

3.000,00 5.200,00

3.000,00 5.200,00

2.100,00 2.640,00

1.500,00 2.600,00

1.050,00 1.820,00

450,00 780,00

Veículos de carga (caminhões), de fabricação estrangeira

1-1 1-2 ate 1-3

4.751,00

3.456,00

2.880,00

2.400,00

1.800,03

1.800,00

1.260,00

900,00

930,00

270,00

10.493,00 15.840,00

7.632,00 11.520,00

6.360,00 9.600,00

5.300,00 8.000,00

4.000,00 6.000,00

4.000,00 6.000,00

2.800,00 4.200,00

2.000,00 3.000,00

1.400,00 2.100,00

600,00 900,00

onvençao: CC - cm.

ate 150 HP acima de 150 HP 250 HP acima de 250 HP

3.396,00 3.564,00

- gasolina ou diesel; HP -

potência bruta

maxima; D -

diesel; G

-

gasolina; CMT (DOU-I de

-

I

capacidade maxima de pegs. 11.117/8)

tração.

27-9-74,

INCOLA 8 -41-1 391/74-20


L

ASSOCIAÇ Ã O BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA REGIONAIS

ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Av. Frederico Pontes, 94 Residência: Praça Simões Filho, 19-B Empresa: Comercial Gráfica Reunida Ltda. - Tel. 30-790 Av. Frederico Pontes, 94 Salvador, BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Rua Senador Pompeu, 754 Empresa: Estêves Gráfica Ltda. Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754

Fortaleza, CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, 341 Tel. 6-3078 Goiânia, GO ABIGRAF - Regional Guanabara Presidente: Edson Avellar da Silva Av. Rio Branco, 156 - 12.° and. - s./1205 Tel. 228-8597 Rio de Janeiro, GB ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos Alberto Rangel Proença Av. Antônio Carlos, 561 Tels. 42-3694 e 42-1089 Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 Empresa: Editora Alterosa S.A. Rua Três, 2824 Tels. 33-0721 e 33-0466 Belo Horizonte, MG ABIGRAF - Regional da Paraiba Presidente: Lourenço de Miranda Freire Rua Maciel Pinheiro, 32 Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 Tel.: 2661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A. Rua Maciel Pinheiro, 32 - Tels. 4286 e 4355 João Pessoa - PB - CEP 58.000 ABIGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jorge Aloysio Weber Av. Candido de Abreu, 200 6.° andar - s/616 Fone: 24-9414, ramal 005 - Curitiba, PR Residência: Al. Dom Pedro II, 41 apt.° 9, 2.° andar •

6

Boletim

da Ind. Grálica--11/74

Empresa: Telos S/A. - Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 Fones: 23-5589 - 23-6913

Curitiba, PR ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: Jose Maria Rodrigues da Silva Av. João de Barros, 900 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Rodrigues, Irmão & Ciaã Ltda.

Tels. 24-298 - 23-467 Av. Cruz Cabuga, 84 Recife, PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria - Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19.0 and. - Tel. 25-2566 - Caixa Postal, 845 - CEP 90.000 - Porto Alegre - RS Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1.* and. Tel. 25-1675 90.000 - Porto Alegre - RS

Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Georg Schmidt Rua Max Cohn, 1701 Residência: Rua Griciuna, 120 Empresa: Impressora Ipiranga S/A Rua Max Cohn, 1701 Tels. 3229 - 3239 Joinville - SC ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° and.

Tels. 32-4694 - 33-2762 Residência: Av. Antônio José dos Santos, 1230 - Tel. 267-9782 Empresa: Ferreira, Filho & Cia. Rua Independência, 369 Tels. 278-2230 - 278-7331 São Paulo, SP


DELEGADOS 1 — Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini

ADAMANTINA, SP 2 — Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP 3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA Geraldo de Souza e Cia. Ltda. 4 Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP

5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP

6

Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP

7 — Hugo Olivato - Tipografia Popular Rua Senador Fonseca, 709 Fone: 43-79 Diretor: Hugo Olivato

Vice-delegado: Cia Litográfica

Araguaia

Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni

JUNDIAI, SP 8 — Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP

9 — Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSÉ DO RIO PRETO 10 — Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Affonso Franco SANTOS, SP

11 — Bandeirante S. A. Ind. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenille & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRÉ, SP

12 — Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBATÉ, SP

Não basta associar-se à sua entidade de classe. Para que ela realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento. SÓ se

E isso

alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes.

Participe, pois, das reuniões do SIGESP

e da ABIGRAF e

apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

Boletim da Ind. Gráfiea-11/74

:17


"N

Guia cla Indústria Gráfica

ANILINA, Máquinas e Equipamentos para impressão a Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. BOLANDEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAIXAS DE PAPELÃO Máquinas para fabricar Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAVALETES E CAIXAS TIPOGRAFICAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CLICIMS DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funthnod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. COLAS Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 COMPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CORTE E VINCO COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DOBRAR, Máquinas de DOBRADEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DOURAÇÃO/GRAVAÇÃO/MARCAÇÃO Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Cdsper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557

CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOURAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CILÍNDRICAS, impressoras Funtimod S. A. - Mks. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

ENCADERNAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

38

Boletim da Ind. Gráfica-11/74

.4


ENVELOPES, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) Catia-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FIOS DE LATÃO Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FOTOGRAVURA, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 GRAMPEAR, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

GRAMPOS Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturarna, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

GUILHOTINAS

Catii-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

HOT-STAMPING — Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Casper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557

IMPRESSÃO, Máquinas de Catfi-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Fmitimod S. A. - Wigs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 MÁQUINAS GRÁFICAS USADAS A. Benedini Ltda. - Rua 21 de Abril, 405 Fones: 93-9513 - 93-8622

MINERVA CAD) Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 OFFSET PLANAS E ROTATIVAS Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

PAUTAÇÃO, Máquinas e material para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PICOTAR, Máquinas de A. Ulderigo Rossi - Rua Cipriano Barata, 2164 - Fone: 273-1860

Funthnod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PRENSAS PARA DOURAR E GRAVAR Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 Boletim da Ind. Grafica-11/74

39


GUIA DA IND. GRÁFICA

PROVAS OFFSET E TIPOGRAFICAS, Prensas para

Catil-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 RELEVO, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 ROLOS, Revestimentos para Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirao Preto - Est. de S. Paulo Indústria de Artefatos de Borracha «1001» Ltda. - Rua Dias da Silva, 11 -

Fones: 292-9161 - 292-9816 - 292-9611 São Paulo ROTATIVAS PARA JORNAIS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

ROTOGRAVURA, Impressoras rotativas e planas para

Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 SACOS DE PAPEL, Máquinas para fabricar

Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 TINTAS PARA IMPRESSÃO Fabricantes Cromos S.A. Tintas Gráficas Rua Antônio Forster, 700 - Socorro Santo Amaro - Fone: 247-8033

TINTAS PARA IMPRESSÃO OFFSET - JORNAL - ROTATIVAS ROTOPLANAS - PLANAS Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirão Preto - Est. de S. Paulo Supercor - Química Normal Comercial S.A. Rua Gua!anases, 1211 Fones: 220-9960 - 220-9882 TIPOS E MATERIAIS GRAFICOS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rita dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

O Boletim da Indústria Gráfica é o órgão oficial de sua entidade de classe. Leia-o

40

e

Boletim da Ind. Grafica-11/74

divulgue-o.


TECNOLOGIA A SER 11111(0 INDÚSTRIA GR ¡FICA

PLASTBRILL

VERRICALL

Máquina para plastificar e calandrar papel, cartolina, tecido, etc. em folhas o bobinas com filme de polietileno, sem adesivo.

Máquina para : envernizar ou parafinar papel ou cartolina em

folhas.

BRILHORRIC :::RICALLMAC Super calandra. Máquina para dobrar e colar Dá brilho em cartuchos, papel e cartolina c . simples, de em folhas abas bas duplas e de fundo automático.

Tunam

:1:.

Ambientador. Condiciona • o papel ou cartolina densidade

métrica

RECORT

do r:mbiente de trabalho.

Máquina para cortar e refilar bobinas de

plástico

CELOCORTE Rebobinadeira para cortar celofane

IC

1.11

R

Máquina para lavar rolos

molhadores de

L-TR I

Guilhotina trilateral para cortar livros, revistas, jornais, folhetos, etc.

offset. Consulte-nos, pois estamos sempre à sua disposição para qualquer esclarecimento ou solicite a remessa de nosso catalogo.

MAQUINAS E EQUIPAMENTOS GRÁFICOS

ricall indústria e comércio de máquinas industriais ltda. A. DONA ANA NEU, 697 - (MAW° CEP 01522 - CX. POSTAL, 15189 - END. TELEGR. "RICALLMAQ" - TELS , 278-4499. 279.0485 • siio PAULO - SP BRASIL


= 100% água

60°

130°

25% álcool

1 3 2

1 — Modo simples de mostrar como uma certa quantidade de água contendo 25% de álcool se expande de modo a cobrir uma superfície 2 vezes maior da que cobriria se se tratasse de água pura.

2 — Os dois sistemas Harris "Micro-Flo" e " Dahlgren" são compostos de um depósito da solução, de um sistema de circulação em circuito fechado, de um dispositivo de comando e de três rolos. 3 — A regulagem dos sistemas de molha "Dahlgren" e " Micro-Flo" é simples e rápida, proporcionando maior uniformidade de cor, cores mais brilhantes e um melhor registro. Dado que o álcool evapora mais rapidamente, o papel impresso ficará mais seco e não se deformará durante a impressão. A molhagem é efetuada somente por rolos cromados e revestidos de borracha (sem mangas de tecido); a lavagem IzIo sistema de molha é completamente automática e se efetua simultaneamente com a dos rolos de tinta.

Harns-Aurélia 125 e o sistema M icro-Flo de molha a álcool

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à ABIGRAF

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ABIGRAF Colabore com a

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...0 VAXIVO EV =ASO\AÇAO, SORSTCAÇAO, ATRATVDADE, QALDADI I \OBRE7A E BL I 10 Sc Coy

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aFiasiLD.o-re

Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 011 - 1974  
Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 011 - 1974  
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