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ESPECIAL ABCFARMA

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F&ITOTERÁPICOS Alimentos Funcionais Novembro 2017 • Ano 7 • nº

1 CAPA


Novembro de 2017


Presidente Pedro Zidoi

Jornalista Responsável Celso Arnaldo Araujo MTB: 13.064 Diagramação e Arte Sergio R. Bichara

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Rua Santa Isabel, 160 - 5º andar Cj 51 - Vila Buarque - São Paulo/SP Cep: 01221-010 (11) 3223-8677 trade@abcfarma.org.br www.abcfarma.org.br

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Fitoterápicos: naturalmente, mais saúde Remédios produzidos com a vasta flora medicinal brasileira aos poucos vão ganhando prestígio e mercado. Sob o rigor das regras da vigilância sanitária, extensivas também aos remédios ditos “naturais”, os fitoterápicos brasileiros já têm um sólido nicho de mercado, em várias especialidades e patologias como num dos mais desagradáveis sintomas das infecções ou alergias respiratórias, a tosse, tema de uma das matérias deste caderno especial. O fitotratamento da ansiedade, um dos males dos tempos modernos, é outro assunto que você poderá ver a seguir. Boa leitura!

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CUIDADOS

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Ansiedade sem pressa omo alternativa ao uso de ansiolíticos e antidepressivos, que podem causar efeitos colaterais e até dependência, alguns especialistas apontam para os fitoterápicos. Numa era em que a ansiedade se torna epidêmica, armas terapêuticas menos agressivas podem ser uma saudável opção. Começando pelos chás.

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CUIDADOS Se as crises não são graves, os chás podem ser uma aposta certeira. “Os princípios ativos estão presentes de maneira mais branda, o que reduz a probabilidade de complicações”, atesta o psicobiólogo Ricardo Tabach, da Universidade Federal de São Paulo. Busque comprá-los em farmácias de confiança e conferir no rótulo o nome científico da planta. E, mesmo sendo de origem natural, os fitoterápicos devem ser consumidos com cautela. “As plantas possuem milhares de substâncias químicas capazes de reagir de maneira indesejada com medicamentos alopáticos comuns. A passiflora, por exemplo, que é um calmante suave, causa sonolência excessiva se combinada com outros remédios”, adverte Canabrava. A orientação médica é indispensável. Confira ao lado cinco plantas que tranquilizam e têm o aval da ciência:

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Fitoterápicos aprovados pela ciência

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Melissa, ou Melissa officinalis – Também conhecida como erva-cidreira, tem óleos essenciais que acalmam levemente. Formas de consumo: seu chá é a mais popular. Camomila, ou Matricaria recutita – Esse tipo de camomila tem efeito calmante. Formas de consumo: suas folhas e flores são empregadas em infusões. Erva-de-são-joão, ou Hypericum perforatum – É a mais eficiente para combater a depressão. Formas de consumo: usada na produção de medicamentos, ela só pode ser comprada com receita médica. Passiflora, ou Passiflora incarnata – Essa espécie de maracujá ajuda a controlar crises de ansiedade e depressão. Formas de consumo: além de chás, seu princípio ativo entra na fórmula de alguns medicamentos. Valeriana, ou Valeriana officinalis – Suas propriedades são extraídas da raiz. Melhora o sono. Formas de consumo: é usada na produção de fitoterápicos e em chás e infusões, apesar do gosto amargo. l


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Vida Saudável

tosse é um mecanismo de defesa pulmonar fundamental - que permite a remoção de substâncias indesejadas e irritantes. Não é estritamente uma doença, mas um sintoma. No entanto, a tosse é quase sempre um processo patológico – e desagradável. Livrarse dela aumenta a qualidade de vida. E fitoretápicos podem ser eficientes.

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Quando o muco ou um agente irritante bloqueia as vias aéreas, o mecanismo de tosse é usado para liberar a passagem de ar e facilitar a respiração. Essa “doença” pode ter várias causas. No outono e no inverno, uma das causas mais comuns é alguma doença infecciosa (viral ou bacteriana), que provoca tosse seca ou com expectoração. O tratamento depende da causa e, se possível, deve-se sempre tentar tratar a causa da doença. Em alguns casos, podemos apenas tratar o sintoma – a tosse propriamente dita. Muitos fitoterápicos têm ação eficiente contra tosse prolongada. A fitoterapia pode ser uma boa alternativa para o tratamento, particularmente no caso de tosse com expectoração ou produtiva. Há

um grande número de plantas medicinais para prevenir ou tratar a tosse: tomilho, guaco, verbasco, pinho, eucalipto, erva-doce e raiz de alteia. Mas um novo xarope com extrato de hera é o primeiro que reúne ação mucolítica (dilui o catarro) e broncodilatadora (que favorece a eliminação da secreção). Seu princípio ativo é cientificamente conhecido como L. Hedera helix. A hera é uma planta conhecida desde a antiguidade na região norte e central da Europa. Apresenta uma grande variedade de indicações. Suas folhas têm certa atividade antiinflamatória sobre as vias respiratórias, acalmam a tosse e são eficazes no tratamento de problemas pulmonares.

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Vida Saudável A tosse é muitas vezes um dos primeiros sinais de resfriado e muitas vezes se transforma, após alguns dias, em tosse com expectoração.

s e d a d e i Propr ro

catar secreção • Dilui o a d o ã ç a e a elimin c e r o v a F • de tosse s o r d a u q • Melhora spiração. e r a d o i v e alí • Promov

o ã ç A e d o o grupo das m s i n a c e M tence a er io ativo p p í c saios, n n i e r p s e t n Seu e . Em difer s a n i n o p o renal e ã ç hederasa e t o r p também e s u o v r e rasitária. a obs p i t n a e tibiótica n a e d a d i v ati

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Podemos destacar quatro tipos de tosse, cujos sintomas são diferentes:

1.

Tosse seca (tosse irritativa sem catarro) Trata-se de uma tosse não produtiva (sem evacuação de secreção), inútil, cansativa e que às vezes pode agravar as lesões existentes. – As causas de uma tosse seca podem ser: resfriados ou otites. Geralmente é o sintoma do começo do resfriado.

2.

Tosse produtiva (tosse com catarro) Traz expectoração, útil para limpar as vias respiratórias. – As causas de uma tosse produtiva podem ser: bronquites, bronquites crônicas, enfisema, fase avançada de um resfriado


3.

Tosse crônica. Essa tosse persiste por mais de dois meses e é sempre o sintoma de uma doença subjacente, a ser pesquisada. É aconselhável procurar rapidamente um médico quando observado esse tipo de tosse. – As possíveis causas de uma tosse crônica podem ser: asma, bronquite crônica, tabagismo, câncer, aparelho digestivo, refluxo, coração, insuficiência cardíaca.

4.

Tosse como resultado de efeito de remédios Provocado geralmente por inibidores de enzima, de conversão da angiotensina (captopril, enalapril,etc), base de remédios utilizados no tratamento da hipertensão. O médico deve ser consultado para trocar a medicação. l

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MEDICAMENTOS

Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS) é constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Ministério da Sáude. As espécies vegetais foram pré-selecionadas por regiões que referenciavam seu uso por indicações e de acordo com as categorias do Código Internacional de Doenças (CID10). Essa parte inicial do trabalho foi realizada por técnicos da ANVISA e do Ministério da Saúde (MS), profissionais de

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serviços e pesquisadores da área de plantas medicinais e fitoterápicos, vinculados à área da saúde, representando as diversas regiões brasileiras. O Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, instituído em dezembro de 2008, tem como objetivo inserir, com segurança, eficácia e qualidade, plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à fitoterapia no SUS. O programa busca também promover e reconhecer as práticas populares e tradicionais de uso de plantas medicinais e remédios caseiros. Acredita-se que cerca de duas mil plantas brasileiras sejam usadas como remédios naturais pela população. A finalidade da RENISUS é subsidiar o desenvolvimento

de toda cadeia produtiva relacionadas à regulamentação, cultivo, manejo, produção, comercialização e dispensação de plantas medicinais e fitoterápicos. Terá também a função de orientar estudos e pesquisas que possam subsidiar a elaboração da RENAFITO (Relação Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos), o desenvolvimento e a inovação na área de plantas medicinais e fitoterápicos. A relação deverá ser revisada e atualizada periodicamente. O Ministério da Saúde possui atualmente uma lista com 71 nomes de plantas medicinais de interesse do SUS, com os nomes científicos de seus princípios ativos.


1. Achillea millefolium

12. Bidens pilosa

23. Cynara scolymus

2. Allium sativum

13. Calendula officinalis

24. Dalbergia subcymosa

3. Aloe spp (Aloe vera ou Aloe barbadensis)

14. Carapa guianensis

25. Eleutherine plicata

15. Casearia sylvestris

26. Equisetum arvense

16. Chamomilla recutita = Matricaria chamomilla

27. Erythrina mulungu 28. Eucalyptus globulus

17. Chenopodium ambrosioides

29. Eugenia uniflora ou Myrtus brasiliana

4. Alpinia (Alpinia zerumbet ou Alpinia speciosa) 5. Anacardium occidentale 6. Ananas comosus 7. Apuleia ferrea = Caesalpinia ferrea 8. Arrabidaea chica 9. Artemisia absinthium 10. Baccharis trimera 11. Bauhinia spp (Bauhinia affinis, Bauhinia forficata ou Bauhinia variegata)

18. Copaifera spp 19. Cordia spp (Cordia curassavica ou Cordia verbenacea)

30. Foeniculum vulgare 31. Glycine max

20. Costus spp (Costus scaber ou Costus spicatus)

32. Harpagophytum procumbens

21. Croton spp (Croton cajucara ou Croton zehntneri)

34. Justicia pectoralis

22. Curcuma longa

33. Jatropha gossypiifolia 35. Kalanchoe pinnata = Bryophyllum calycinum

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MEDICAMENTOS 36. Lamium album 37. Lippia sidoides 38. Malva sylvestris 39. Maytenus spp (Maytenus aquifolium ou Maytenus ilicifolia) 40. Mentha pulegium 41. Mentha spp (M. crispa, M. piperita ou M. villosa) 42. Mikania spp (Mikania glomerata ou Mikania laevigata) 43. Momordica charantia 44. Morus spp. 45. Ocimum gratissimum 46. Orbignya speciosa

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47. Passiflora spp (Passiflora alata, Passiflora edulis ou Passiflora incarnata) 48. Persea spp (P. gratissima ou P. americana) 49. Petroselinum sativum 50. Phyllanthus spp (P. amarus, P.niruri, P. tenellus e P. urinaria) 51. Plantago major 52. Plectranthus barbatus = Coleus barbatus 53. Polygonum spp (Polygonum acre ou Polygonum hydropiperoides) 54. Portulaca pilosa 55. Psidium guajava

56. Punica granatum

67. Trifolium pratense

57. Rhamnus purshiana

68. Uncaria tomentosa

58. Ruta graveolens

69. Vernonia condensata

59. Salix alba

70. Vernonia spp (Vernonia ruficoma ou Vernonia polyanthes)

60. Schinus terebinthifolius = Schinus aroeira 61. Solanum paniculatum

71. Zingiber officinale

62. Solidago microglossa 63. Stryphnodendron adstringens = Stryphnodendron barbatimam 64. Syzygium spp (S. jambolanum ou S. cumini) 65. Tabebuia avellanedae 66. Tagetes minuta

um r e z a f e d epois d s e i c é p es am 1 v 7 a z a i l s i t o u m e os qu i “Chega p í c i n u nos m o t mbém n a e T . m s a t o n c i a lev teráp o t fi e s ue i q a , n s i a c i v i d t e a ntas n a l p plantas m e d o das clusã a n i m a u s s o o n m o me l e p prioriza m e s tivada l u c r e er às s d n m e t a s a s o m p possa e ou u c q i l e p s x í e a , ” p s o sileiro a r b regiões d s o n uns m o c s i a ência t s m i s s s a ç A n e e do nto d e m a t r a p e sé o D J , o s d o r c i o g t é strat o dire E s o m u s a e In c i t u ê c a r. l o i Farm n ú J o t imen c s a N o d Miguel

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AFTLIV: Extrato fluido de Rosas rubras 100 mg/mL. INDICAÇÕES: Atua como adstringente nos casos de estomatites, principalmente infantil (sapinho). APRESENTAÇÕES: Frasco contendo 25 mL. MEDICAMENTO DE NOTIFICAÇÃO SIMPLIFICADA RDC ANVISA N° 199/2006. AFE N° 1.038413. AFTLIV É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS.PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. ALCACHOFRA NATULAB: Cynara scolymus 300 mg/cap. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para facilitar a digestão e aliviar o desconforto abdominal. Gases e náuseas resultantes de deficiência na produção e eliminação da bile. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 30 cápsulas. Reg. MS. 1.3841. 0056. ALCACHOFRA É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. ARLIVRY: Hedera helix L. 7 mg/mL. INDICAÇÕES: É indicado no tratamento da tosse, particularmente quando esta vier acompanhada de catarro nas vias respiratórias. Indicado ainda para o tratamento dos sintomas de doenças inflamatórias crônicas, como a inflamação dos brônquios. CONTRAINDICAÇÕES: É contraindicado em pessoas que apresentam alergia conhecida à planta ou aos outros componentes da formulação. Este medicamento é contraindicado para menores de 2 anos. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Em caso de alergia ao produto, recomenda-se suspender o seu uso e procurar o médico. Não utilizar doses maiores do que as recomendadas. REAÇÕES ADVERSAS: Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): a administração de produtos contendo Hedera pode causar diarreia, dor epigástrica (estômago) e abdominal, enjoo e vômito e manifestações alérgicas. Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): sensação de boca seca e sede, dor de cabeça, sonolência, palpitação, perda de apetite, sudorese, eructação (arroto) e estomatite. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Segundo estudos recentes, a administração de Hedera helix L. concomitante à administração de antibióticos, antipiréticos, anti-inflamatórios não esteroidais e antialérgicos pode levar a um aumento de reações adversas. POSOLOGIA: Uso oral. Adultos: tomar 7,5 mL, 3 vezes ao dia. Crianças de 4 – 12 anos: tomar 5 mL, 3 vezes ao dia. Crianças de 2 – 4 anos: tomar 2,5 mL, 3 vezes ao dia. APRESENTAÇÕES: Frasco contendo 100 mL (Xarope de Cereja c/ copo dosador)| Frasco contendo 100 mL (Xarope de Mel c/ copo dosador)| Frasco contendo 100 mL (Xarope de Cereja c/ seringa dosadora)| Frasco contendo 100 mL (Xarope de Mel c/ seringa dosadora). Reg. MS. 1.3841.0047. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. ARPYNFLAN: Harpagophytum procumbens 450 mg/com. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para tratamento de quadros reumáticos acompanhados de dor, como artrite, artrose e lombalgia. CONTRAINDICAÇÕES: Este medicamento é contraindicado nos casos de úlceras pépticas e duodenais. Também não deve ser administrado por pacientes com hipersensibilidade à raiz de Harpagophytum procumbens. Não é recomendada a utilização deste medicamento por mulheres grávidas ou que estão amamentando. De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados as mulheres grávidas, este medicamento apresenta categoria de risco C. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Pacientes com cálculos biliares devem consultar um médico antes da utilização deste medicamento. Doses elevadas deste produto podem interferir com drogas antiarrítmicas e com terapia hipotensiva ou hipertensiva. Além disso, com a utilização de altas doses, em pessoas sensíveis, medicamentos contendo o fitoterápico Harpagophytum procumbens podem ocasionar o aparecimento de transtornos digestivos leves, como diarreia, náuseas e dor de estômago. Não existem advertências ou contraindicações específicas quanto ao uso deste medicamento por pacientes idosos. REAÇÕES ADVERSAS: O uso de medicamentos contendo Harpagophytum procumbens pode levar ao aparecimento de reações indesejáveis como cefaléia frontal, zumbido, anorexia e perda de paladar. Em casos raros, pode ocorrer um efeito laxante no início do tratamento, o qual desaparece espontaneamente após o segundo ou terceiro dia de uso do medicamento. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Nas doses indicadas, não são conhecidas interações medicamentosas. No entanto, não se recomenda a associação deste produto com outros medicamentos sem orientação médica. POSOLOGIA: Uso oral. Ingerir 1 (um) comprimido 3 (três) vezes ao dia. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 30 comprimidos revestidos. Reg. MS. 1.3841.0057. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. BIOSENG: Panax ginseng 105,5 mg/cap. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para pessoas que apresentam quadros de fraqueza, exaustão, cansaço e perda da concentração, durante o período de recuperação do funcionamento normal do organismo. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 20 cápsulas. Reg. MS. 1.3841.0040. BIOSENG É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. CARDOMARIN: Silybum marinum (L.) Gaertner 254 mg/cap ;127mg/com e 18,05 mg/mL. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado em casos de distúrbios digestivos e problemas de fígado. CONTRAINDICAÇÕES: Este medicamento é contraindicado para pacientes com conhecida alergia a qualquer um dos componentes da fórmula e a outras plantas da família Asteraceae, da qual o Silybum marianum é pertencente. Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Em caso de alergia ao produto, recomenda-se suspender o uso do produto e procurar orientação médica. Não ingerir doses maiores do que as recomendadas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. REAÇÕES ADVERSAS: Ocasionalmente o uso deste medicamento pode causar um leve efeito laxativo. Podem ocorrer episódios de sudorese severa, cólicas abdominais, náusea, vômito, diarreia e fraqueza. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: A administração de CARDOMARIN concomitantemente ao tratamento com medicamentos à base de butirofenonas e fenotiazínas provoca redução da peroxidação de lipídios. Desaconselha o uso de CARDOMARIN em conjunto com medicamentos à base de ioimbina ou fentolamina, pois a silimarina, princípio ativo do CARDOMARIN, apresenta efeito antagonista a estes medicamentos. O tratamento com CARDOMARIN e metronidazol não é recomendado, pois o Silybum marianum pode ocasionar a redução da exposição do metronidazol e de seus metabólitos ativos. Quando necessária a utilização concomitante de metronizadol e produtos à base de Silybum marianum, a dose de metronidazol deverá ser aumentada. Devido ao conteúdo de tiramina do Silybum marianum, podem ocorrer crises hipertensivas em pacientes em tratamento com antidepressivos inibidores da MAO. POSOLOGIA: Uso oral. Para apresentação cápsula: Administrar duas (2) cápsulas uma vez ao dia. Para apresentação comprimido: Administrar dois (2) comprimidos duas (2) vezes ao dia. Para apresentação suspensão oral: Ingerir um copo medida (10 mL) 3 vezes ao dia. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 20 cápsulas | Cartucho contendo 20 comprimidos | Cartucho contendo frasco com 100 mL. Reg. MS. 1.3841.0061. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. EPALIV: Peumus boldus Molina 300 mg/cap e 14 mg/mL. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para o tratamento de distúrbios digestivos leves, atuando na redução de espasmos intestinais e tratamento de distúrbios hepatobiliares, com ação colagoga e colerética. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 30 cápsulas | Cartucho contendo frasco com 150 mL| flaconete contendo 10 mL cada. Reg. MS. 1.3841.0055. EPALIV É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. ESPINHEIRA SANTA NATULAB: Maytenus ilicifolia Mart. ex Reissek 380 mg / cap e 160 mg/mL. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para má digestão e como coadjuvante no tratamento de úlcera do estômago e duodeno. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 45 cápsulas| Cartucho contendo frasco com 100 mL. ESPINHEIRA SANTA NATULAB É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. Reg. MS. 1.3841.0053. NATULAXE: Cassia angustifolia 34mg/cap. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para o tratamento de prisão de ventre ocasional e nos casos em que a defecação fácil com fezes moles é desejável, como em situações de alteração dolorosa da mucosa anal e após operação do reto e/ou do ânus. Indicado ainda na preparação de pacientes para exames laboratoriais no trato gastrintestinal. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 10 e 20 cápsulas. Reg. MS. 1.3841.0042. NATULAXE É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. PLANTOLAXY: Plantago ovata Forsk 3,4 g de pó em cada envelope. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para restaurar e manter a regularidade do intestino, promovendo o ajuste da consistência das fezes, sendo indicado para os seguintes casos: Constipação intestinal (prisão de ventre) e diarreia. Condições nas quais a defecação com fezes moles é desejável, como fissura anal ou hemorroidas, após cirurgia anal ou durante a gravidez. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 10 envelopes de 5 g cada. Reg. MS. 1.3841.0059. PLANTOLAXY É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. VALESSONE: Valeriana officinalis L. 225,75 mg/com. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado como sedativo leve, como agente promotor do sono e no tratamento de distúrbios do sono associados à ansiedade. CONTRAINDICAÇÕES: O uso deste medicamento é contraindicado para crianças menores de 3 anos de idade. Pessoas com hipersensibilidade ao extrato de Valeriana officinalis, ou de plantas da família Valerianaceae, e aos outros componentes da fórmula não devem usar este medicamento. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES: Em caso de alergia ao produto, recomenda-se suspender o seu uso e procurar o médico. Não há dados disponíveis acerca do uso de Valeriana durante a gravidez e a amamentação. Este medicamento não deve ser usado nessas condições, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico se ocorrer gravidez ou se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Para crianças de 4 a 12 anos, recomenda-se utilizar produtos contendo Valeriana apenas sob supervisão médica. Este medicamento pode causar sonolência, não sendo, portanto, recomendável a sua administração antes de dirigir, operar máquinas ou realizar qualquer atividade de risco que necessite atenção. Não ingerir doses maiores do que as recomendadas. REAÇÕES ADVERSAS: Os efeitos adversos relatados pelos voluntários participantes dos ensaios clínicos e tratados com os diferentes extratos secos padronizados de Valeriana officinalis foram raros, leves e similares àqueles apresentados pelos grupos tratados com o placebo. Tais efeitos adversos incluem tontura, indisposição gastrintestinal, alergias de contato, dor de cabeça e midríase. Com o uso em longo prazo, os seguintes sintomas podem ocorrer: cefaleia, cansaço, insônia, midríase e desordens cardíacas. O uso crônico de altas doses de Valeriana officinalis por muitos anos aumentou a possibilidade de ocorrência de síndrome de abstinência com a retirada abrupta do medicamento. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O medicamento a base de Valeriana officinalis pode potencializar o efeito de outros medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central. Estudos em animais mostraram um efeito aditivo quando utilizado em combinação com barbitúricos, anestésicos, benzodiazepínicos e outros fármacos depressores do SNC (Sistema Nervoso Central). Recomenda-se evitar o uso deste medicamento juntamente com a ingestão de bebidas alcoólicas pela possível exacerbação dos efeitos sedativos. POSOLOGIA: Uso oral. Ingerir 1 comprimido revestido, 2 vezes ao dia. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 20 comprimidos revestidos. Reg. MS. 1.3841.0046. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SEAKALM: Passiflora incarnata L. 260 mg /com e 90 mg/mL. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para o tratamento da ansiedade leve, como estados de irritabilidade, agitação nervosa, tratamento de insônia e desordens da ansiedade. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 20 comprimidos revestidos | Cartucho contendo 100 mL – Reg. MS. 1.3841.0039. SEAKALM É UM PRODUTO TRADICIONAL FITOTERAPICO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA O FOLHETO INFORMATIVO. VARIVAX: Aesculus hippocastanum L. 100 mg /com e 300 mg/com. INDICAÇÕES: Este medicamento é indicado para o tratamento de sintomas da insuficiência venosa, como sensação de dor e peso nas pernas, inchaço, câimbras e prurido, e fragilidade capilar. APRESENTAÇÕES: Cartucho contendo 30 comprimidos revestidos (100 mg/com) | Cartucho contendo 30 comprimidos revestidos ( 300 mg/com). Reg. MS. 1.3841.0043. VARIVAX É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA. XAROPE DE GUACO NATULAB: Mikania glomerata S. 35 mg/mL e 117,6mg/mL. INDICAÇÕES: É indicado como expectorante e broncodilatador. APRESENTAÇÕES: 35 mg/mL : frasco contendo100 mL | 117,6 mg/mL : frasco contendo 150 mL. Reg. MS. 1.3841.0032. XAROPE DE GUACO NATULAB É UM PRODUTO TRADICIONAL FITOTERAPICO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA O FOLHETO INFORMATIVO. Novembro de 2017.

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