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Fevereiro – 2017

ESCOLA DE PANIFICAÇÃO: SONHO QUE VIRA REALIDADE

Fotos: Paulo Rogério “Neguita”

A

ideia de criar uma Escola para fazer um bom quindim. Há o primeiro semestre deste ano. de Panificação para atender muito mais coisa por trás e que é Inicialmente, vamos oferecer dois a categoria é antiga e, de certa tão importante quanto fazer uma cursos: o de panificação e confeiforma, permanente. Na década boa receita, e, principalmente, taria. E para aqueles trabalhadode 1950, ocorreram as primeiras oferecer ao trabalhador as condi- res que lidam diretamente com o tentativas do nosso Sindicato ções para que ele aprimore seus atendimento ao cliente, vamos oferecer um curso de panificação, conhecimentos, tanto do ponto de oferecer cursos para potencializar, pois, vários dirigentes da época vista profissional, como contribuir ainda mais, suas funções, oferejá percebiam a necessidade de para que ele possa exercer sua cendo cursos de aprimoramento qualificar e profissionalizar os cidadania de forma plena. Essa é da língua portuguesa, cursos de trabalhadores, em especial os uma grande vitória para a nossa inglês e de espanhol. categoria. padeiros e confeiteiros. Leia mais detalhes nas págiA inauguração da Escola de nas 4 e 5 desta edição. “Quando chegamos ao Sindicato, no começo dos anos 70, per- Panificação está prevista para cebemos a necessidade de buscar maior profissionalização e qualificação para os trabalhadores, pois a realidade nos mostrava que, apesar de sermos uma categoria essencial, ainda não tínhamos o reconhecimento da sociedade” Diz Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato. Essa luta pela profissionalização e qualificação da categoria vem acompanhada de uma longa história. Não é apenas uma Prédio onde funcionará a Escola de Panificação e Confeitaria escola para oferecer um curso curso de panificação e confeitaria

encerramento do seminário de planejamento e organização

SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO APROVA AGENDA DAS ATIVIDADES PARA O 1º SEMESTRE DE 2017!

exposição de temas debatidos

O

Seminário de Planejamento e Organização do nosso Sindicato que foi realizado nos dias 15, 16 e 17 de dezembro do ano passado, aprovou a agenda específica das ações da entidade e da categoria para o ano de 2017. E para o 1º Semestre, nosso Fevereiro - 2017

durante o seminário

Sindicato irá realizar inúmeras atividades como a inauguração da Escola de Panificação e Confeitaria, com o lançamento de uma Brochura contando todo o processo de idealização e execução do Projeto, bem como com a presença de várias autoridades

políticas, especialistas e estudiosos sobre o setor de panificação. No mês de Abril será realizado o 4º Encontro de Trabalhadores Membros das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes – 4º CIPÃO, onde está prevista a participação de mais de 1.400 cipeiros, os quais irão debater e receber orientações sobre as técnicas de prevenção de acidentes no ambiente do trabalho e sobre a importância da NR 12 na defesa da saúde e segurança do trabalhador. Ainda no mês de Abril, será

realizado o Congresso da Categoria, onde iremos debater as ações e lutas da categoria, aprofundando as propostas para obtermos vitórias e novas conquistas. Os critérios de participação, assim como a data e local do Congresso serão divulgados em breve. Além da agenda e atividades definidas no Seminário, o nosso Sindicato sediou, no mês de fevereiro, o Seminário sobre Previdência Social, organizado pelo Dieese com a participação das Centrais Sindicais do país. E não podemos esquecer a

Campanha Salarial dos trabalhadores da nossa categoria do ABC, cuja data-base é 1º de junho, porém, o processo de negociação tem início, pelo menos, dois meses antes. Ainda para o mês de junho, mais precisamente em comemoração ao Dia dos Padeiros, inúmeros esforços estão sendo realizados para o lançamento do livro “Perfil dos Padeiros de São Paulo”, do escritor Cláudio Blanc, com a coautoria de Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato 1


Editorial

Matéria publicada no Metrô News/SP, em 19/01/2017.

A SÃO PAULO QUE QUEREMOS! tantes, o município possui o 10º maior PIB do mundo, representando, isoladamente, 10,7% de todo PIB nacional e 36% de toda produção de bens e serviços do Estado de São Paulo. É aqui que fica a sede de 63% das multinacionais estabelecidas no País. É a 7ª cidade mais populosa do planeta e sua região metropolitana, com cerca de 20 milhões de habitantes, Chiquinho Pereira, é a 8ª maior aglomeração presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo e urbana do mundo. secretário de Organização e Políticas Sindicais da Porém, como toda União Geral dos Trabalhadores - UGT Nacional cidade cosmopolita, nossa querida cidade de São São Paulo apresenta contradições Paulo completará 463 anos sociais e econômicas profundas. na próxima semana e, apesar da sua Apesar do Índice de Desenvolvimento idade, é o principal centro financeiro Humano (IDH) ser muito alto, 0,805, da América do Sul, do continente o 14º do Estado e 28º do Brasil, sua americano, da lusofonia e de todo distribuição não é homogênea. Os o hemisfério sul. É a cidade mais bairros mais centrais apresentam populosa do Brasil e, apesar das um IDH superior a 0,9, que vai, gracontradições inerentes às grandes dualmente, diminuindo à medida que metrópoles, é linda, moderna, demo- se se afasta do centro, chegando a crática e acolhedora. valores de 0,7 nos bairros que ficam Em 1554, do pequeno povoado nos limites da cidade. em torno da construção de um colégio Isso se deve a questões históricas, jesuíta, entre os rios Anhangabaú e uma vez que a área central, sobretudo Tamanduateí, surge a cidade brasileira a localizada entre os rios Pinheiros, que, ao longo desses quase cinco Tietê e Tamanduateí, foi o local onde séculos, se tornaria a mais influente mais se concentraram os investimenno cenário global, considerada a 14ª tos e o planejamento urbano por parte cidade mais globalizada do planeta, do poder público, bem como onde se cujo lema expressa fielmente sua tra- instalou, historicamente, quase a tojetória: “Não sou conduzido, conduzo”. talidade da elite econômica da cidade. Com mais de 12 milhões de habiAs desigualdades são visíveis

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pelas construções em bairros como o Morumbi, com grandes mansões luxuosas e casebres de madeiras. A falta de saneamento básico, de transporte público, de hospitais, escolas, creches, postos de saúde e o desemprego crescente atingem uma parcela significativa de sua população. São Paulo é a cidade mais multicultural do Brasil e uma das mais diversas do mundo. Desde 1870, aproximadamente 2,3 milhões de imigrantes chegaram ao Estado, vindos de todas as partes do mundo. Atualmente, é a cidade com as maiores populações de origens étnicas italiana, portuguesa, japonesa, espanhola, libanesa e árabe fora de seus países respectivos e com o maior contigente de nordestinos fora do Nordeste. Não é fácil administrar uma cidade nas proporções e importância

financeira e política como São Paulo. Ao longo da história de sua fundação, inúmeros governos investiram em infraestrutura, em soluções para resolver os graves problemas sociais, ambientais, de saúde e educação. Porém, muito precisa ser feito. Este ano, em que completa seus 463 aniversários, a cidade tem uma nova administração. A expectativa é que esses problemas cruciais sejam enfrentados pelo novo prefeito, oferecendo a todos que aqui escolheram para viver uma cidade cada vez mais humana e generosa. Uma São Paulo com maior desenvolvimento, onde o emprego seja farto, as desigualdades diminuam, a população carente tenha acesso às questões básicas, proporcionando bem-estar e melhores condições de vida para essas milhões de pessoas

que escolheram construir e morar nessa maravilhosa gigante que não para de crescer. Como diz um trecho do poema “São Paulo Amigo”, de Analice Feitoza de Lima: “Sou felizarda por morar aqui nesta cidade amada do Brasil, onde inteira de sonhos me vesti, para tornar a luta mais sutil. São Paulo, com orgulho eu te escolhi porque és a fonte de riquezas mil. Que és nobre terra, há muito descobri, meu bom São Paulo de alma varonil”. Essa é a cidade que queremos: a São Paulo dos imigrantes, dos migrantes, dos paulistanos, das grandes empresas, dos grandes edifícios, da diversidade cultural, da mistura dos temperos, dos sotaques, do conhecimento, das alegrias, do emprego, da generosidade e da solidariedade. A São Paulo de todos nós!

CONTAS INATIVAS DO FGTS: SAIBA COMO SOLICITAR SEU SALDO sacar o FGTS de uma conta inativa quem estivesse desempregado por, no mínimo, três anos ininterruptos.  A partir de agora, quem está atualmente empregado passa a poder sacar o valor de uma conta inativa, desde que o afastamento do emprego anterior tenha ocorrido até 31/12/2015.

E

m dezembro do ano passado, o presidente Temer anunciou a liberação do saldo das contas inativas do FGTS para todos os trabalhadores brasileiros, com data de rescisão até 31 de dezembro de 2015. Todo trabalhador tem uma conta vinculada ao FGTS para os depósitos mensais, que são efetuados pelo empregador, do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Desta forma, para cada novo contrato de trabalho, é criada uma nova conta vinculada ao FGTS. Isso significa que, ao longo da sua vida profissional, o trabalhador tem várias contas de FGTS, cada uma delas

vinculada a um contrato de trabalho constante da sua Carteira Profissional. Quando o contrato de trabalho acaba, seja porque o empregado pediu demissão ou foi demitido por justa causa, os valores depositados não podem ser retirados pelo trabalhador no momento da demissão e permanecem na conta. Portanto, conta inativa de FGTS é aquela em que o trabalhador deixa de receber os depósitos do empregador por extinção ou rescisão do contrato de trabalho. Antes da decisão e anúncio do presidente Temer, só tinha direito a

COMO CONSULTAR O SALDO DAS CONTAS INATIVAS Pessoalmente O trabalhador pode consultar seu extrato do FGTS presencialmente no balcão de atendimento de agências da Caixa. Também é possível ir a um posto de atendimento e fazer a consulta utilizando o Cartão Cidadão, desde que tenha em mãos a senha. Não é possível consultar o extrato do FGTS pelo telefone. Pela internet, no site da Caixa No site da Caixa é preciso informar o NIS (PIS/PASEP) e usar uma senha cadastrada pelo próprio traba-

lhador. É possível usar ainda a Senha Cidadão. A página oferece a opção de recuperar a senha, mas é preciso informar o NIS. O serviço mostra dados cadastrais e lançamentos feitos na conta nos últimos seis meses.

Android (baixe na Google Play), iOS (baixe na App Store) e Windows (baixe na Windows Store).

Por e-mail No site da Caixa é preciso informar o NIS (PIS/PASEP), que pode ser consultado na carteira de trabalho, e usar uma senha cadastrada pelo próprio trabalhador. É possível usar ainda a Senha Cidadão. Na página, o trabalhador pode fazer a opção de passar a receber e-mail com informações sobre o depósito mensal na conta vinculada ao FGTS.

Por mensagem de celular No site da caixa, além de ser preciso informar o NIS (PIS/PASEP), usar uma senha cadastrada pelo próprio trabalhador e é possível usar ainda a Senha Cidadão. Na página, o trabalhador pode fazer a opção de passar a receber avisos SMS com informações sobre o depósito mensal na conta vinculada ao FGTS. Mas quem faz essa escolha deixa de receber o extrato bimestral em papel em casa. Por outro lado, o extrato anual continua sendo enviado normalmente.

Pelo aplicativo FGTS para celular O trabalhador pode consultar o FGTS no celular por meio de aplicativo para smartphones. Ele está disponível para download, de graça, em celulares com qualquer sistema operacional:

E quando será possível sacar? Segundo informações do ministro do planejamento, Dyogo Oliveira, o cronograma para o saque de contas inativas será divulgado até o início de fevereiro de 2017 e levará em conta a data de nascimento dos beneficiários.

e x pediente

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Panificação e Confeitaria de São Paulo. Diretor responsável: Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho) Presidente: Francisco Pereira de Sousa Filho (Chiquinho) 2

Vice-Presidente: Pedro Pereira de Sousa

Secretário adjunto de finanças: Fernando Antonio da Silva

Secretário-geral: Valter da Silva Rocha (Alemão)

Sede - Rua Major Diogo, 126, Bela Vista, São Paulo/SP - CEP: 01324-000 Telefone: 3116.7272 - Fax: 3242-1746

Secretário de assuntos jurídicos: José Alves de Santana

Subsede Santo André - Travessa São João, 68 Telefone: 4436-4791

Secretário adjunto: Geraldo Pereira de Sousa

Secretário para cultura, formação e educação: Ângelo Gabriel Victonte

Subsede São Miguel - Av. Nordestina, 95 Telefone: 2956-0327

Secretário de finanças: Benedito Pedro Gomes

Secretário de comunicação e imprensa: José Francisco Simões

Subsede Osasco - Rua Mariano J. M. Ferraz, 545 Telefone: 3683-3332

Subsede Santo Amaro - Rua Brasílio Luz, 159 Telefone: 5686-4959 Edição e redação: Suely Torres (MTb - 21472) Edição de arte e diagramação: R. Simons Fotografia: Paulo Rogério “Neguita” Colaboração: Guilherme Witai Tiragem: 50 mil exemplares - Impressão: UNISIND www.padeiros.org.br padeiros@padeiros.org.br Fevereiro - 2017


CAMPANHA SALARIAL 2017

A LUTA PERMANENTE DAS CAMPANHAS SALARIAIS A

Campanha Salarial dos trabalhadores da nossa categoria em São Paulo mal terminou e já estamos nos preparando para enfrentar a Campanha Salarial de 2017 da categoria no ABC, que tem data-base em 1º de junho. Da mesma forma, a categoria em São Paulo precisa ficar atenta quanto ao cumprimento, por parte dos patrões, da Convenção Coletiva de Trabalho e dos Acordos Coletivos de 2016-2017. Os trabalhadores no ABC precisam se preparar para participar das atividades, bem como seguir as orientações do nosso Sindicato, pois, caso contrário, não será possível conseguir vitórias importantes. Afinal, a crise econômica permanece rondando o país e sempre quem paga a conta são os trabalhadores. “A cada ano que passa está mais difícil o trabalhador obter conquistas significativas durante as campanha salariais. Essa é uma realidade que, infelizmente, tem atingido todos os trabalhadores brasileiros.” Diz Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato. Para o dirigente sindical, “a nossa categoria, apesar da intransigência dos patrões, conseguiu um bom acordo o ano passado porque os trabalhadores se mobilizaram e, de forma organizada, seguiram as orientações e participaram de todas as lutas realizadas pelo nosso Sindicato. E esse ano não será diferente.” Finaliza Chiquinho.

Assembleia de encerramento da Campanha Salarial de São Paulo/2016

Assembleia dos Trabalhadores da Panco/2016

veja abaixo ALGUMAS DAS NOSSAS CONQUISTAS NO ABC E EM SÃO PAULO PRINCIPAIS CONQUISTAS NO ABC

PRINCIPAIS CONQUISTAS EM SÃO PAULO

REAJUSTE SALARIAL De 9,82% (divididos em duas parcelas): 7.50% para todos os salários a partir de 01 junho de 2016. 2.16% para todos os salários a partir de 01 janeiro de 2017. ATENÇÃO: Sobre os salários pagos a partir de 1º de janeiro de 2017, será aplicado o percentual de 2,158%, totalizando os 9,82% de reajuste.

REAJUSTE SALARIAL DE 8,50% - Será aplicado sobre os salários a partir de 1º de novembro de 2016, em uma única parcela.

PISO SALARIAL I CORRIGIDO COM 7,50% = Empresa com até 60 trabalhadores passa de R$ 1.180,00, para R$ 1.268,50 a partir de 1 de junho de 2016. PISO SALARIAL I CORRIGIDO COM 2,16% = Empresa com até 60 trabalhadores passa de R$ 1.268,50, para R$ 1.295,88 a partir de 1 de janeiro de 2017.

DIA DO PADEIRO = R$ 89,37 - para todos os trabalhadores do setor econômico da Panificação e Confeitaria, desde que esteja empregado três meses (90 dias), antes da data de 13/06/2017.

PISO SALARIAL II CORRIGIDO COM 7,50% = Empresa acima de 60 trabalhadores passa de R$ 1.270,00, para R$ 1.365,25 a partir de 1 de junho de 2016. PISO SALARIAL II CORRIGIDO COM 2,16% = Empresa acima de 60 trabalhadores passa de R$ 1.365,25, para R$ 1.394,71 a partir de 1 de janeiro de 2017. DIA DO PADEIRO = R$ 160,00 ABONO: REDISCUTIR EM DEZEMBRO DE 2016 ABONO ATUAL = Empresa com até 15 empregados = R$ 215,00 Empresa com 16 até 40 empregados = R$ 390,00 Empresa acima de 41 empregados = R$ 570,00 ATENÇÃO: Os pagamentos serão realizados em março e maio de 2017, ficando garantido, no mínimo, o pagamento dos valores estipulados na Convenção Coletiva de 2015/2016.

PISO SALARIAL = Para as empresas com até 60 empregados = R$ 1.299,75; Para as empresas com mais de 60 empregados = R$ 1.403,68.

PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS E RESULTADOS (PLR) a) Empresas com até 20 (vinte) empregados = R$ 261,66; b) Empresas com 21 e até 35 empregados = R$ 376,15; c) Empresas acima de 36 empregados = R$ 498,79. ATENÇÃO: Os valores acima especificados serão pagos divididos em duas parcelas iguais, respectivamente, no quinto dia útil do mês de abril de 2017 e no quinto dia útil do mês de agosto de 2017. VALE REFEIÇÃO: O empregador fornecerá uma refeição subsidiada a cada jornada de trabalho, de acordo com o comercializado para os clientes, com limites e padrão estabelecidos em norma interna, com desconto autorizado pelo trabalhador de R$ 0,26 por refeição; As empresas que não comercializem refeição ou lanche, nem possuam restaurante próprio, fornecerão um vale refeição no valor de R$ 12,92, por dia. CESTA BÁSICA = a) Empresas com até 45 empregados = R$ 47,83; b) Empresas a partir de 46 empregados = R$ 67,22. ATENÇÃO: Descontado R$ 2,58 por mês do salário do trabalhador para a concessão da cesta básica.

ATENÇÃO TRABALHADOR: Se a sua empresa ainda não pagou o 13º Salário, comunique imediatamente ao Sindicato para que possamos tomar as medidas cabíveis o mais rápido possível. Aliás, esse alerta serve para qualquer Cláusula da Convenção Coletiva e ou Acordos Coletivos que não estejam sendo cumpridas por parte dos patrões. FIQUE DE OLHO! Fevereiro - 2017

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ESCOLA DE P UM SONHO QU A

ideia de criar uma Escola de Panificação para atender a categoria é antiga e, de certa forma, permanente. Na década de 1950, ocorreram às primeiras tentativas do nosso Sindicato oferecer um curso de panificação, pois, vários dirigentes da época já percebiam a necessidade de qualificar e profissionalizar os trabalhadores da panificação, em especial os padeiros e confeiteiros. Então, em 1953, surge o primeiro curso de panificação, fruto de uma parceria do nosso Sindicato com a empresa fleischmann – empresa que produzia fermento e produtos para o setor de panificação e confeitaria -, transformando em realidade a ideia tão debatida entre os dirigentes da época como os companheiros Gentil Neves Correia, Reginaldo Dias do Nascimento, Adolfo chaveirinho, entre outros. “Quando chegamos ao Sindicato, no começo dos anos 70, percebemos a necessidade de buscar maior profissionalização e qualificação para os trabalhadores, pois a realidade nos mostrava que, apesar de sermos uma categoria essencial, ainda não tínhamos o reconhecimento da sociedade.”

Diz Chiquinho Pereira, presidente do nosso Sindicato. Chiquinho relata que começaram a discutir no Sindicato que isso não era justo. Primeiro, porque havia uma necessidade por conta da própria economia, quer dizer, se o setor quisesse se estabelecer e ganhar espaço dentro da economia no país teria que se profissionalizar no mais amplo sentido e isso inclui questões como o cuidado com a higiene pessoal, higiene no processo de fabricação, a questão das mais amplas formas de segurança que, no conjunto, significaria a segurança alimentar. A questão da profissionalização iria desde o trabalho, no sentido de produzir um produto de qualidade e que pudesse buscar um espaço nesse segmento da economia. E isso, evidentemente, nos remeteu a uma série de outras discussões, porque o perfil da categoria era de certa forma complexo. Até os anos 80, a composição da categoria, por parte dos empregadores, era constituída por 95% de portugueses e, mais ou menos na mesma proporção, a composição

da categoria era de trabalhadores vindos do nordeste brasileiro, em uma situação bem complicada, onde eles tiveram que deixar o sertão nordestino, para escapar da seca em busca pela sobrevivência.

Com isso, foi se formando uma categoria com um grau de instrução e de cultura muito baixo. Como profissionaliza trabalhadores com esse grau de dificuldade? É um desafio realmente muito grande.

AS PRIMEIRAS TENTATIVAS Segundo relatos, alguns projetos iniciais esbarraram na questão do grau de instrução que os trabalhadores tinham. Chiquinho conta histórias fantásticas dos primeiros cursos que foram realizados pelo Sindicato. Tinham momentos em que os trabalhadores, para não expor suas limitações, diziam assim: “Olha, Chiquinho, me fala qual a receita que você quer que eu faça e te entrego pronta, agora não me ponha para fazer pesos e medidas”. Isso porque eles tinham o domínio da prática, mas não da teoria. “Toda essa situação a gente teve que compreender e respeitar, porque era a realidade e não tinha jeito. Não era falta de vontade e nem falta de querer, mas sim porque havia uma limitação natural. Portanto, todo o processo e tentativa de profissionalizar o setor tinham como ponto de partida esses dois elementos: a limitação dos trabalhadores por conta do grau de instrução e nível cultural baixos, assim como os patrões que não tinham visão administrativa do seu próprio negócio e também eram limitados intelectualmente”. Relata Chiquinho Pereira.

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Trabalhadores durante o processo de fabricação de pães

Fevereiro Jan/Fev. - 2017- 2017


PANIFICAÇÃO: UE se REALIza

SELEÇÃO DOS ALUNOS Os trabalhadores serão informados sobre os critérios e data da seleção para os cursos assim que for finalizado todo o processo de montagem da Escola, como, por exemplo, a grade curricular e toda burocracia necessária para o seu funcionamento. Infelizmente, houve um atraso das obras, mas, está sendo corrigido para permitir sua inauguração ainda neste semestre. O critério de seleção será pelos cursos, ou seja, o trabalhador irá realizar o curso que melhor atende sua função. Inicialmente, vamos trabalhar com o pessoal da categoria, porém, existe a ideia de ampliar o curso para outros trabalhadores. Isso vai depender, no entanto, da possibilidade de realizarmos parcerias com os governos municipal e estadual.

Jan/Fev. Fevereiro - 2017 - 2017

Uma das Salas da Escola de Panificação e Confeitaria do Sindicato

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Edição nº 57 – Fevereiro de 2017

JOVENS BUSCAM TRABALHO PARA AJUDAR NAS DESPESAS E NO ESTUDO

C

om a crise política e econômica que o país vem enfrentando nos últimos meses, a parcela mais jovem da população está, cada vez mais, a procura de oportunidades para ingressar no mercado de trabalho e poder ajudar com as despesas de casa e pagar os estudos. De acordo com a Pnad trimestral do IBGE, a taxa média de desemprego no Brasil foi de 11,8% no 3º trimestre de 2016. Mas, para os jovens de 18 a 24 anos, chegou ao nível recorde de 25,7%. Sendo assim, o desemprego acaba impactando mais a juventude brasileira. Diante da alta demanda por um emprego e a falta de oportunidades, a disputa por uma vaga acaba sendo o maior desafio desses jovens. Os obstáculos são muitos, afinal, eles têm que concorrer com profissionais que aceitam receber menores salários, sem falar na falta de experiência, que é um dos critérios de decisão na escolha dos empregadores. Entretanto, segundo Marcos Antônio dos

Santos, gerente de recursos humanos da Randstad, os jovens têm características que interessam aos empregadores, como vontade de aprender e facilidade em lidar com redes sociais, pontos que devem ser destacados durante as dinâmicas de grupo e entrevistas. Há algumas dicas para quem quer conquistar uma vaga, entre elas, o jovem deve destacar no currículo sua formação, os cursos realizados e as experiências. É essencial incluir o objetivo profissional e manter as informações atualizadas. Caso seja chamado para entrevista, o candidato deve ser participativo e proativo, já que as empresas avaliam a capacidade de se comunicar em grupo. Uma das alternativas para contornar a dificuldade de conseguir um emprego, é através do jovem aprendiz. O projeto é uma oportunidade para estudantes de 14 a 24 anos, sendo que a lei obriga empresas de médio e grande porte a terem aprendizes.

Jovens em busca de emprego

Dicas de cultura O Jornal A Massa traz mais uma dicas de boa leitura e de cultura para os nossos trabalhadores. Confira! Divulgação

BUDAPESTE Sinopse: Ao concluir a autobiografia romanceada ‘O Ginógrafo’, a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de  Janeiro, José Costa, um ghost-writer de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, ‘gênio’, nas palavras do sócio, que o explora na ‘agência cultural’ que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar ‘alta literatura’. Também meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, ‘segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita’. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, ‘Budapeste’ é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance, e que levaram o professor José Miguel Wisnik a afirmar que se trata de ‘um romance do duplo’. Tenso e à vontade, cultivado e coloquial, belo e grotesco, ‘Budapeste’ traz a perfeição narrativa de ‘Estorvo’ e ‘Benjamim’ e confirma Chico Buarque como um dos grandes romancistas brasileiros da atualidade. Autor: Chico Buarque Editora: Companhia das letras Divulgação

LA LA LAND Sinopse: Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso. Data de lançamento: 19 de janeiro de 2017 (2h 08min) Direção: Damien Chazelle Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend… Gêneros: Comédia, musical e romance Nacionalidade: EUA

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Fevereiro - 2017


REFORMAS SEM PERDAs DE DIREITOS! N

o final do século XIX surgiram as primeiras grandes greves, pois o operariado, cujas condições de trabalho eram bastante precárias, tenta desenvolver uma ação política independente de oposição através das greves. A jornada de trabalho chegava há 16 horas por dia e a mão de obra infantil e feminina era usada de maneira indiscriminada, não havendo nenhuma regulamentação salarial. A história dos trabalhadores é marcada por muitas lutas e, de certa forma, é marcada pela história política do Brasil desde seu surgimento enquanto classe trabalhadora assalariada, no final do século XIX, e continua até hoje. Quando se trata de garantir os direitos trabalhistas no Brasil, a realidade parece não sofrer profundas alterações, apesar do longo período e batalhas realizadas. Hoje, em pleno século XXI, portanto, quase dois séculos depois, os trabalhadores brasileiros se vêm em meio a batalhas para defender direitos como redução da jornada de trabalho, salários iguais entre homens e mulheres, combate ao trabalho infantil, direito ao emprego, entre tantas outras questões trabalhistas. É verdade que os trabalhadores conquistaram inúmeros direitos ao longo dos anos, porém, a luta para garantir a permanência é constante, pois estão sempre ameaçados pelos vários governos que assumem o poder central do país e que, historicamente, sempre se colocam a serviço dos grandes grupos econômicos, independente dos interesses dos trabalhadores, do povo e do país. Diante da forte crise econômica e política que atinge o Brasil e o mundo, o governo brasileiro apresenta como saída um conjunto de Reformas que atende apenas as necessidades do chamado “mercado” e do capital financeiro, em detrimento aos interesses dos trabalhadores e do povo. O Movimento Sindical, assim como todos os trabalhadores desse país, sabe que o Brasil precisa realizar reformas, pois são fundamentais para o desenvolvimento do país, bem como necessárias para a adaptação das transformações ocorridas no mundo do trabalho e em áreas como saúde, previdência, educação e avanços tecnológicos.

Manifestação das Centrais Sindicais contra as Reformas que tiram direitos

No entanto, o que nós não concordamos é que as reformas realizadas tirem direitos, causando retrocessos à vida dos trabalhadores e de toda sociedade. Portanto, reformas sim, mas, sem prejuízos aos direitos dos trabalhadores. Vejam abaixo apenas quatro exemplos: Terceirização O Projeto da Terceirização já foi aprovado na Câmara dos Deputados e está em tramitação no Senado (PLC 30/2015). Autoriza a terceirização das atividades-fim. A proposta universaliza, assim, tipos de contratos que hoje só podem ser realizados quando se referem a atividades-meio, como limpeza e segurança — ou seja, serviços que não tenham relação com o produto ou serviço oferecido pela empresa. Um exemplo, caso a proposta seja aprovada, na nossa categoria o padeiro poderia ser contratado de uma empresa terceirizada deixando, portanto, de ter seu vínculo empregatício com a padaria ou empresa na qual ele exerce a sua função. Além disso, o projeto diminui a responsabilidade da empresa que contrata a prestadora com a Justiça, caso não haja cumprimento de obrigações trabalhistas. Desde que exija da contratada comprovantes mensais, a empresa fica isenta de responder a processos judiciais. Infelizmente, o governo já deu indícios que deve se esforçar para que o PLC seja aprovado o mais breve possível. Desde que assumiram pastas, o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, mostraram-se favoráveis à ampla regulamentação da atividade terceirizada. Padilha chegou a dizer a empresários que o país precisa “caminhar no rumo da terceirização”.

Dirigentes da UGT de todo o País debatem a Reforma da Previdência e suas consequências Fevereiro - 2017

Chiquinho Pereira conversa com Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira sobre direitos

Flexibilização da Jornada de Trabalho Há alguns meses, o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira afirmou durante um encontro com representantes de uma Central Sindical que o governo pretende ampliar a jornada de trabalho para 48 horas semanais, com um teto de 12 horas diárias. Hoje a carga diária é limitada até 8 horas. Para a Rádio Estadão, o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira ponderou que o padrão normal e legal continuará sendo o de 8 horas diárias e 44 horas semanais, e que a reforma permitirá que as convenções coletivas tenham a opção de flexibilizar a forma como a jornada será realizada. O governo estuda também a criação de dois novos contratos de trabalho: por horas trabalhadas ou por produtividade, com jornadas inferiores à 44 horas semanais e salários proporcionais.  Essa polêmica da jornada de trabalho se arrasta desde julho do ano passado quando, após uma reunião com Temer, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, citou que a França, antes com limite de 36 horas semanais, teria permitido jornada semanal de trabalho de até 80 horas, e que isso era um exemplo para o Brasil. Negociado sobre o legislado Esse Projeto de Lei 4193, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, autoriza que os direitos previstos na CLT possam ser amplamente negociados entre os trabalhadores e contratantes (o patrão). Ou seja, o termo diz respeito à prevalência das negociações em detrimento da lei. De acordo com o projeto, todos os itens listados poderiam ser negociados e, depois de alterados em acordos coletivos, as novas regras não poderiam ser derrubadas na Justiça. Neste sentido, outro projeto de lei discutido é o PL 427, que institui a negociação individual entre empregado e empregador. A negociação coletiva seria fragilizada. Na prática, a iniciativa não revoga a CLT, mas a enfraquece a tal ponto que benefícios como o 13º salário, as férias, o adicional noturno, licença-paternidade e salário mínimo podem ser relativizados. Essa proposta de reforma trabalhista permite que convenções coletivas prevaleçam sobre as

normas legais. Ou seja, as empresas poderão reduzir salários e aumentar a jornada diária de trabalho dos seus empregados. Segundo ainda o Ministro Ronaldo Nogueira, a CLT teria se transformado em uma “colcha de retalhos” que permite “interpretações subjetivas”. Mas, são essas propostas apresentadas que vão melhorar a nossa CLT? Reforma da Previdência Com os argumentos de que existe um déficit na previdência e a necessidade de sanar os gastos do governo, o presidente Temer apresenta uma Reforma para a Previdência que deixou os trabalhadores e a sociedade de “cabelos em pé”. Antes não existia uma idade mínima para requerer a aposentadoria. Já a reforma apresentada determina uma idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, ignorando as particularidades inerentes à condição feminina existentes na relação de trabalho, como as duplas e triplas jornadas, além dos salários desiguais, mesmo quando exerce as mesmas funções do homem. O direito a aposentadoria por tempo de contribuição para as mulheres era de 30 anos e para os homens de 35 anos de contribuição. Com a reforma o direito a aposentadoria por tempo de contribuição deixa de existir. Já o tempo mínimo de contribuição para ter o direito a requerer a aposentadoria era de 15 anos. Com a reforma, o tempo mínimo para o trabalhador adquirir o direito de solicitar a aposentaria é de 25 anos, e mesmo assim não será de forma integral. O direito a pensão por morte também sofre importantes alterações com a reforma da previdência. Antes o valor recebido pela pessoa beneficiária era integral e o reajuste era vinculado ao salário mínimo. Pelas novas regras, a pensão será composta por apenas 50% do valor integral, mais 10% por dependente e o reajuste é desvinculado do salário mínimo. Já os trabalhadores rurais, que antes tinham o direito a aposentadoria comprovando apenas ter trabalhado 15 anos no campo; ou mulheres com 55 anos de idade e os homens com 60 anos, pela proposta da reforma eles passam a contribuir com o INSS sob as mesmas regras do regime geral. O que é um crime, pois todos sabem as condições de trabalho e de vida que levam os trabalhadores do campo no Brasil. 7


CAMPANHA DE SINDICALIZAÇÃO

SINDICATO É O PRINCIPAL INSTRUMENTO DE DEFESA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES N

o Brasil, as primeiras organizações dos trabalhadores surgem no século XIX, fruto da necessidade de lutar contra as perversidades exercidas pelos patrões contra os trabalhadores - homens, mulheres e crianças - que ocorriam de forma indiscriminada e constante, pois não haviam leis limitadoras ou disciplinadoras das relações de trabalho à época. O nosso Sindicato foi fundado em 1930, com o propósito de combater as práticas de

exploração dos patrões contra os trabalhadores padeiros, que exerciam suas funções em regime de escravidão: trabalhavam de 14 a 16 horas por dia e sem folga; as crianças e adolescentes eram castigados pelos patrões, muitas vezes com agressões físicas e obrigados a dormir embaixo dos balcões ou nas ladrilhas das padarias. As condições de trabalho eram as piores possíveis e o salário não dava nem para comprar seus alimentos.

LUTAs E CONQUISTAS Desde sua origem, o nosso Sindicato tem lutado para que a nossa categoria conquistasse os mais amplos direitos trabalhistas. Foi graças a esse compromisso de classe que conseguimos o registro em carteira, uma carga horária de 8 horas, folga semanal remunerada, piso salarial, cesta básica, PLR, seguro de vida, convênio médico, entre tantos outros benefícios, que são garantidos através da Convenção ou Acordos Coletivos de Trabalho. Mas, essas conquistas só foram possíveis porque os trabalhadores se mobilizaram,

Organizar para lutar! Lutar para vencer!

participaram das assembleias, reuniões, seminários, fizeram greves, paralisações e inúmeras formas de lutas organizadas pelo nosso Sindicato. Portanto, é necessário que o trabalhador tome consciência da importância do nosso Sindicato no seu dia a dia. A Sindicalização e a participação dos trabalhadores fortalece o Sindicato, criando as condições para que, cada vez mais, o nosso Sindicato lute pelos direitos da categoria, obtendo vitórias fundamentais para a vida dos trabalhadores que representa.

Sindicato dos PAdeiros de São Paulo

“TRABALHADOR SINDICALIZADO FORTALECE AS CONQUISTAS DA CATEGORIA”. Sindicalize-se!

BENEFÍCIOS PARA OS SINDICALIZADOS Respeitado pelo Movimento Sindical e pelos trabalhadores em todo país, o nosso Sindicato é conhecido por travar batalhas importantes como a defesa da NR 12, das questões específicas das mulheres trabalhadoras, de políticas públicas como direito à saúde, educação, transporte, além

das campanhas de solidariedade que realiza como, por exemplo, as campanhas de arrecadação de alimentos e de agasalhos. O associado do sindicato e sua família contam com atendimento em várias especialidades nas áreas da saúde como odontológica,

lógico Atendimento Odonto às 17 horas 08 s da de segunda a sexta,

Atendimento Jurídico

de segunda a sexta

pediatria, clínico geral e ginecologia. Contam ainda com atendimento jurídico nas áreas do direito trabalhista, previdenciário e cívil, bem como com o serviço de homologação totalmente gratuito para os trabalhadores. Todos esses serviços são realizados na Sede Central

e Subsedes, de segunda à sexta-feira. A colônia de féria de Caraguatatuba oferece descanso e lazer para os trabalhadores e suas famílias e, em breve, a categoria poderá contar também com a colônia de férias de praia grande, a qual está em construção.

de Atendimento Médico 30 horas 17: às 08 s segunda a sexta, da

nda a sexta

Homologação de segu

www.padeiros.org.br

Colônia de Férias em Caraguatatuba: lazer e diversão para os associados e sua família

FACEBOOK.COM/SINDPADEIROS

TRABALHADOR SINDICALIZADO CONTRIBUE COM O PRINCIPAL INSTRUMENTO DE LUTA CONTRA OS ABUSOS DOS PATRÕES, EM DEFESA DOS DIREITOS! SINDICALIZE-SE E FORTALEÇA O SEU SINDICATO! 8

Fevereiro - 2017


A Massa Fevereiro 2017