Page 1


A IMPRENSA ACADÉMICA FOI CRIADA EM 2014 PARA CONGREGAR TODOS OS TRABALHOS EDITORAIS DA ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA, SOB UMA ÚNICA CHANCELA. A NOSSA EQUIPA EDITORIAL É COMPOSTA POR ESTUDANTES E POR ANTIGOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE DA MADEIRA (UMa). PROFISSIONAIS, TITULARES DO GRAU DE LICENCIADO OU DO GRAU DE MESTRE, DÃO FORMAÇÃO E TRABALHAM EM CONJUNTO COM VÁRIOS ESTUDANTES. A ACTIVIDADE DA IMPRENSA ACADÉMICA PRETENDE FOMENTAR A INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOS ESTUDANTES E NOS ANTIGOS ESTUDANTES DA UMa, DIVULGAR OS TRABALHOS PRODUZIDOS PELOS MEMBROS DA NOSSA UNIVERSIDADE E APROXIMAR O LEITOR DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO QUE NÃO PODE FICAR RESTRITO A UM CÍRCULO PRÓXIMO DO ENSINO UNIVERSITÁRIO. REUNIRMOS VÁRIOS DOCENTES E ANTIGOS DOCENTES DA UNIVERSIDADE DA MADEIRA QUE ESTÃO A COLABORAR CONNOSCO NA PUBLICAÇÃO DE VÁRIAS OBRAS QUE COMPÕE O ACTUAL CATÁLOGO. ENQUANTO ALGUNS TRABALHOS ESTÃO EM DESENVOLVIMENTO, OUTROS JÁ ESTÃO NO PRELO. ESTE CATÁLOGO REÚNE OS TÍTULOS DISPONÍVEIS PARA O MERCADO LIVREIRO PORTUGUÊS E INTERNACIONAL.


COLÉGIO DOS JESUÍTAS DO FUNCHAL

Memória Histórica

SINOPSE O historiador Rui Carita dedicou anos a uma extensa e exaustiva pesquisa sobre a história do Colégio dos Jesuítas do Funchal, reunindo documentação oriunda de vários arquivos públicos e privados nacionais e internacionais, incluindo os arquivos da Companhia de Jesus em Roma. Como resultado desse trabalhos de mais de duas décadas, surge a obra Colégio dos Jesuítas do Funchal – Memória Histórica. O livro contextualiza as origens da Companhia de Jesus e do seu colégio no Funchal e aborda, de forma multidisciplinar, a construção do edifício e a própria vida da comunidade jesuíta nele residente, até à sua expulsão ordenada pelo futuro Marquês de Pombal. Seguindo a linha cronológica, são tratadas as diferentes ocupações religiosas, militares e civis nos séculos seguintes, que culminam com a instalação da Universidade da Madeira. Associadas ao texto, temos imagens de todas as épocas e da própria actualidade, muitas das quais únicas provenientes da colecção do autor, do Photografia – Museu ‘Vicentes’ e de outros acervos públicos e privados. Completando a obra surgem também o glossário ilustrado, com termos arquitectónicos, históricos e religiosos, e a cronologia relacionada com mais de quatro séculos do colégio da Companhia no Funchal. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

4


Colégio dos Jesuítas do Funchal - Memória Histórica Autor: Rui Carita Edição: Abril de 2013. N.º da edição: 1.ª Editor: Associação Académica da Universidade da Madeira Dimensões: 24,5 x 30,50 cm Capa: Dura Encadernação: Brochado Páginas: 172 ISBN: 978-989-98243-0-0 Depósito legal: 354273/13

5


HISTÓRIA DO FUNCHAL em 1508, tornou-se uma arquidiocese que se estendia aos territórios portugueses no Oriente, entre 1533 e 1555. No período filipino concretizaram-se os planos de defesa elaborados no efémero reinado de D. Sebastião. Com a concorrência do açúcar do Brasil e da América central, emergiu um produto que se tornara conhecido pela fama do malvasia da Fajã dos Padres. De facto, o vinho passou a ser um produto de exportação e muito solicitado. O Funchal era também um porto de escalas fundamental para o espaço Atlântico e a sua posição estratégica tornou-o novamente disputado nas guerras para a independência dos Estados Unidos e, especialmente, durante a ameaça napoleónica. Com a presença britânica, após as duas ocupações, o turismo sazonal cresceu com o aluguer de quintas no anfiteatro funchalense. Da propagandeada cura dos infectados pela tuberculose, a Madeira logo ganhou o epíteto de Pérola do Atlântico. O porto continuou a ser frequentado pela navegação a vapor que exigia outro tipo de infra-estruturas. Essas tardaram e também os planos urbanísticos. Depois, projectou-se o alargamento de avenidas e o aformoseamento da marginal estava associado à construção do cais da cidade, do porto d’Abrigo e alfândega.

SINOPSE A publicação História do Funchal, traça, com objectividade, as etapas da evolução da urbe funchalense, desde o seu povoamento à actualidade. Para isso, teve de abordar as actividades que contribuíram para o seu desenvolvimento económico, com realce para as principais produções geradoras de riqueza e prosperidade. Dessa prosperidade tornou-se a Madeira apetecida do grande comércio, mercê da produção açucareira e a partir dela se projectou um sector industrial que proliferou no espaço Atlântico, especialmente no Brasil. Também se conclui que a Madeira serviu de teste a um modelo político-administrativo que serviu para o espaço económico sob o domínio da coroa portuguesa. A abastança visível granjeou-lhe, como alvo preferencial, a prioridade dos ataques corsários, de maior ou menor gravidade, num período de conflitos religiosos na Europa. Isso levou ao plano de defesa e à vinda dos Jesuítas para o Funchal, como reacção à Reforma protestante. Por isso, a diocese do Funchal, seis anos depois da elevação a cidade,

6

A visita régia ao Funchal não consolidou a monarquia decadente e, após o regicídio em Lisboa, implantou-se a República que teve entusiástica aceitação da população madeirense. As esperanças efémeras depositadas na República deram lugar ao novo regime mas aconteceram as revoltas da Farinha (1931) e do Leite (1936), com o pronunciamento militar de entremeio, 4 de Abril a 2 de Maio de 1931. Foi a partir daí que, mercê dos Planos de Fomento Nacional, se concretizaram obras, através da dinâmica implementada pelo edil Fernão de Ornelas e os seus sucessores continuaram na mesma senda. A marginal abriu outras perspectivas à urbe funchalense, em detrimento do emblemático pilar de Banger e o molhe da Pontinha, na década de 1960, passou a acolher maior número de navios. Complementarmente, preparou-se o adequado abastecimento do combustível líquido, através dos pipelines que o transportavam dos tanques construídos na Praia Formosa. O parque hoteleiro, entretanto edificado, exigiu também uma produção de energia, que as centrais hidroeléctricas garantiam com regular potência. O Funchal, em secular espectativa, acolheu as promessas de Abril de 1974 e preparou o novo milénio em liberdade e promissora Autonomia. Rica em ilustrações, em mapas, em esquemas e em fotografias antigas, esta obra é um retracto único de mais de cinco séculos de história do Funchal e de toda a região. São centenas de imagens que compõem esta publicação. Na apresentação da obra feita, pelo Presidente da Câmara Municipal do Funchal, foi referida a importância e a singularidade desse trabalho que, nas declarações do presidente da autarquia, “devia ser lido por todos”, tendo referido a necessidade da sua divulgação nos estabelecimentos de ensino, entre a classe docente e discente. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa,


em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universida-

des portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal. História do Funchal Autor: Rui Carita Edição: Dezembro de 2013. N.º da edição: 1.ª Editor: Associação Académica da Universidade da Madeira Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 252 ISBN: 978-989-98243-1-7 Depósito legal: 3367266/13

7


A COMPANHIA DE JESUS NA MADEIRA

A História de um Monumento

SINOPSE O Colégio de S. João Evangelista do Funchal foi fundado por alvará régio de D. Sebastião, de 20 de agosto de 1569, e surgiu num contexto de crise religiosa na Europa, em consequência da reforma protestante. Foi a primeira instituição criada fora do espaço europeu e, pelas suas atribuições de evangelização e no ensino, competia à Companhia de Jesus essa tarefa. Na verdade, a fundação do Colégio e a instalação dos jesuítas no Funchal estão relacionadas com o assalto corsário de 1566. De facto, os corsários franceses atacaram a Madeira por questões religiosas, mas também pela fama de cidade rica. Das pilhagens e vilanias resultaram o saque do património religioso e a destruição do comércio e da produção vinícola. Depois da escolha da área urbana adequada à instalação do Colégio dos Jesuítas, os planos foram cuidadosamente verificados e reformulados e, no fim do século XVI, iniciou-se a construção. Várias etapas e remodelações aconteceram ao longo de século e meio, mas a mais importante foi igreja de São João Evangelista, construída no século XVII, que arquitetonicamente, marca a transição do estilo maneirista europeu para o Barroco Português e corresponde à expansão jesuíta, em ação evangelizadora nas novas terras. Até 1759, data da sua extinção em Portugal, a Companhia de Jesus cumpriu a função para que fora instituída. Depois, o antigo Colégio dos Jesuítas aquartelou a tropa auxiliar inglesa, nas duas ocupações da Madeira (início do séc. XIX), serviu de sede a várias unidades do exército português, durante o Liberalismo, e em palcos das 1.ª Guerra Mundial e Guerra Colonial, e acolheu várias instituições de ensino desde escola secundária, núcleos de ensino superior e, hoje, lá se encontra a Reitoria da Universidade da Madeira. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

8


A Companhia de Jesus na Madeira - A História de um Monumento Autor: Rui Carita Edição: Maio de 2014. N.º da edição: 1.ª Editor: Associação Académica da Universidade da Madeira Dimensões: 15 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 68 ISBN: 978-989-98243-2-4 Depósito legal: 375100/14

9


THE SOCIETY OF JESUS IN MADEIRA

The History of a Monument

SINOPSE Retroversão integral, para língua inglesa, da obra: A Companhia de Jesus na Madeira – A História de um Monumento. O Colégio de S. João Evangelista do Funchal foi fundado por alvará régio de D. Sebastião, de 20 de agosto de 1569, e surgiu num contexto de crise religiosa na Europa, em consequência da reforma protestante. Foi a primeira instituição criada fora do espaço europeu e, pelas suas atribuições de evangelização e no ensino, competia à Companhia de Jesus essa tarefa. Na verdade, a fundação do Colégio e a instalação dos jesuítas no Funchal estão relacionadas com o assalto corsário de 1566. De facto, os corsários franceses atacaram a Madeira por questões religiosas, mas também pela fama de cidade rica. Das pilhagens e vilanias resultaram o saque do património religioso e a destruição do comércio e da produção vinícola. Depois da escolha da área urbana adequada à instalação do Colégio dos Jesuítas, os planos foram cuidadosamente verificados e reformulados e, no final do século XVI, iniciou-se a construção. Várias etapas e remodelações aconteceram ao longo de século e meio, mas a mais importante foi igreja de São João Evangelista, construída no século XVII, que arquitetonicamente, marca a transição do estilo maneirista europeu para o Barroco Português e corresponde à expansão jesuíta, em ação evangelizadora nas novas terras. Até 1759, data da sua extinção em Portugal, a Companhia de Jesus cumpriu a função para que fora instituída. Depois, o antigo Colégio dos Jesuítas aquartelou a tropa auxiliar inglesa, nas duas ocupações da Madeira (início do séc. XIX), serviu de sede a várias unidades do exército português, durante o Liberalismo, e em palcos das 1.ª Guerra Mundial e da Guerra Colonial, e acolheu várias instituições de ensino desde escola secundária, núcleos de ensino superior e, hoje, lá se encontra a Reitoria da Universidade da Madeira. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros e de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

10


The Society of Jesus in Madeira - The History of a Monument Autor: Rui Carita Edição: Maio de 2014. N.º da edição: 1.ª Editor: Associação Académica da Universidade da Madeira Dimensões: 15 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 68 ISBN: 978-989-98243-3-1 Depósito legal: 375099/14

11


MAX

O Irrequieto e genial artista SINOPSE A publicação biográfica, Max, o genial e irrequieto artista, editada em Maio de 2014 pela Associação Académica da Universidade da Madeira, tem por principal objectivo recordar aquele que foi, e ainda é, um símbolo do music-hall português além-fronteiras e recordado carinhosamente nas comunidades portuguesas que tiveram a sorte de apreciar a inigualável capacidade de comunicar e a sua inquestionável versatilidade artística. O leitor, em poucas páginas, fica a conhecer a obra discográfica, a sua peculiar aptidão para versejar e compor, apesar de não saber solfejo e de ser iletrado. De índole humilde e, por vezes, subserviente, encontrava palavras de incentivo e solidárias para os companheiros de pro-

fissão, mas hesitava nas próprias decisões que ditaram um periclitante percurso artístico, com laivos de carreira promissora. As mágoas transparecem por não ter feito carreira no cinema, mas no teatro de revista foi “one man show”, tal como o demonstrou nas suas inúmeras tournées por alguns países europeus, pela África portuguesa e do Sul, Canadá e E.U.A. Contrariamente ao que se julga, começou a cantar fado nos primeiros espectáculos no Funchal e foi lançado nos boleros e “outras modas da época”, quando entrou para o conjunto de Tony Amaral. Em Lisboa, teve oportunidade de iniciar uma carreira a solo e celebrizou-se com as interpretações de Vielas de Alfama, Rosinha dos Limões e, mais tarde, Pomba Branca, entre muitas outras. Como imitador e artista satírico deixou em disco A Mula da Cooperativa, 31 e, no folclore madeirense, Bailinho da Madeira, Bate o pé e várias outras. SOBRE OS AUTORES Andreia Micaela Nascimento ( 1977 ; - ) Nascida no Funchal na ressaca da Autonomia Política e Administrativa Regional, é licenciada em Sociologia pela Universidade Autónoma de Lisboa, licenciada em Comunicação, Cultura e Organizações e Mestre em Gestão Cultural pela Universidade da Madeira. Assume, desde 2008, funções na Direcção do Departamento de Comunicação e na Coordenação Pedagógica da Associação Académica da Universidade da Madeira. É formadora acreditada pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua do Ministério da Educação nas áreas de Sociologia da Educação e de Ciências da Comunicação. Tem orientado estágios e ministrado cursos de formação. Foi membro do primeiro Conselho de Leitores do Diário de Notícias, órgão de comunicação social para o qual colabora com espaço livre de opinião desde 2010. Nesse mesmo ano participou no Livro do Centenário do Clube Desportivo Nacional, obra com coordenação de Tolentino Nóbrega e prefácio de José Manuel Paquete de Oliveira. No ano em que integrou o Conselho de Cultura da UMa, em 2012, foi prelectora no Colóquio Rap e Literatura Popular, com a comunicação “Racismo: A Voz da Periferia” e, em 2014, colaborou no livro Max: o Genial e Irrequieto artista, coordenou exposições e promoveu iniciativas culturais diversas. José Luís Ferreira de Sousa ( 1952 ; - ) Antes de ter cumprido serviço militar no continente português e na província de Angola, trabalhou em duas entidades privadas. Depois, ingressou numa importante instituição de crédito, tendo optado pela carreira docente, após a sua licenciatura em História, pela Universidade de Lisboa. Fez mestrado em Gestão Cultural, pela Universidade da Madeira. Integra o quadro docente da Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco e desde Janeiro de 2009 que, em situação de destacamento, desenvolve trabalhos de investigação em vários temas da História da Madeira, alguns editados pelo Centro de Estudos de História do Atlântico (CEHA). Até Julho de 2012, participou em colóquios, Seminários e Congressos organizados pelo CEHA e no Centro Cultural John dos Passos. Em 2012/2013, desenvolveu um projecto de implementação de temas da História da Madeira nos Currículos Nacionais, no âmbito da Secretaria Regional de Educação. Entre diversos trabalhos, tem três livros publicados entre 2012 e 2014 e, desde Setembro de 2013, colabora com a Imprensa Académica, dando o seu contributo para exposições, publicações e outras iniciativas de um ambicioso e dinâmico projecto cultural, com objectivos de solidariedade.

12


MAX - O Irrequieto e Genial Artista Autor: Andreia Nascimento e Luís Sousa Edição: Maio de 2014. N.º da edição: 1.ª Editor: Associação Académica da Universidade da Madeira Dimensões: 15 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 56 ISBN: 978-989-98243-4-8 Depósito legal: 375430/14

13


À DESCOBERTA DA HISTÓRIA DA DIOCESE GLOBAL

SINOPSE Eis uma história da Diocese do Funchal para jovens, mas que os grandes também podem ler, escrita como um pequeno conto. Factos, personagens, monumentos, casos e episódios do Funchal emergem ao longo da conversa viva e alegre da Tia Cristina e das sobrinhas a ponto de criar uma imagem nova e surpreendente da cidade... Desenha-se, assim, o perfil de um pequeno arquipélago que teve um papel fundamental na grande história internacional. Tendo como base o texto historiográfico de Cristina Trindade e Gabriel Pita, estudiosos que são também os responsáveis pela supervisão científica, Luísa Antunes Paolinelli construiu uma história da História dos eventos com o propósito de cativar os pequenos-grandes leitores e dar-lhes a conhecer a história da Diocese no ano em que se celebram os seus 500 Anos. Pascalqb deu-lhe vida através das imagens, sugerindo outros, novos sentidos. O volume contém, igualmente, da autoria de Filipa Sousa e Fábia Gomes, uma entusiasmante atividade lúdico-didática que convida quem lê a caminhar pelas ruas da cidade do Funchal à descoberta das suas múltiplas ligações com a história da Diocese e com a cultura da Madeira. SOBRE OS AUTORES Luísa Marinho Antunes Paolinelli (Lisboa, 1969) Doutorada em Letras, na área da Literatura Comparada, é docente da Universidade da Madeira. É membro do CLEPUL, Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa, e coordenadora do Polo CLEPUL/Universidade da Madeira. Publicou, com Catarina Fonseca, Entrada de Reis (dir. Osório Mateus, Lisboa, Cosmos) e, em 2009, O Romance Histórico e José de Alencar – Contribuição para o Estudo da Lusofonia (Funchal, CEHA). Em 2013, Cinco Sentidos Mais 2 – Sobre os Livros (Funchal, Ed. O Liberal). Na área da tradução, foi responsável pela edição de Herberto Hélder (La Macchina Lirica – Poesie, Venezia, Edizione del Leone) e pela seleção e estudo crítico de poetas lusófonos para Kamen’- Rivista di Filosofia e Poesia, dirigida por Amedeo Anelli. Em 2012, na área da literatura infanto-juvenil, publicou Piri-Piri: O Desaparecimento da Estátua (Funchal, O Liberal), obra traduzida para italiano em 2014 (Piri-Piri: Il Caso della Sparizione della Statua, Voghera, Ticinum Editore). António Pascal Araújo Oliveira (Saint-Dié 1974) Newton inspirou-se quando lhe caiu uma maçã na cabeça. A mim ca-

14


lhou-me no toutiço um apple, mas poderia ter sido une pomme, visto que nasci em França. Desenho desde que me lembro. Os lápis, canetas e tintas desafiam a minha criatividade. Adoro gargalhadas, vegetais e queijo; são 90% da minha alimentação. Viciado em ilustração, tenho procurado aprender as mais diversas técnicas de representação e reprodução gráfica, privilegiando entre elas a serigrafia. Sou um animal de rotinas, observador, muito disciplinado e um quanto baste aluado. Enquanto “flaneur” e ilustrador de im-

prensa colaboro com o semanário Tribuna da Madeira. Desenvolvo vários projetos editoriais de artista, (pascalqb & binóculosqb). Sou responsável por um atelier de ilustração & serigrafia desde 2010, onde trabalho como freelancer. Para obrigar-me a socializar, organizo workshops de serigrafia direcionados à ilustração como linguagem gráfica. Sou para além de docente, diretor artístico da editora DEEBOOK, onde desenvolvo soluções gráficas para edições em ebook. Dinamizo e coordeno vários níveis de workshops em ilustração & escrita criativa na Região Autónoma da Madeira.

À DESCOBERTA DA HISTÓRIA DA DIOCESE GLOBAL Autor: Luísa Antunes Paolinelli Ilustrador: pascalqb Edição: Agosto de 2014. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 23 x 20 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 64 ISBN: 978-989-98243-6-2 Depósito legal: 380107/14

15


HISTÓRIA DA MADEIRA

SÉC. XV - Matriz da Expansão Portuguesa da pelos três sectores. No setor primário houve o cultivo do trigo e, depois, da cana-de-açúcar com a predominância da transformação dessa matéria-prima no rendoso açúcar, que fez da Madeira a terra apetecida e disputada, nos séculos seguintes. Já no sector secundário, houve o aproveitamento da urzela e do sangue-de-drago para a indústria tintureira. Assim, se iniciou um florescente comércio de onde a coroa portuguesa recebia as rendas pela instalação da alfândega do Funchal, a principal preocupação do grande impulsionador da urbe funchalense, o duque de Beja, D. Manuel, que viria a ser o rei D. Manuel I. No seu plano, colocou ainda os paços do concelho e a “igreja grande”, futura sé, que se encontrava no chão do Duque. Foi ainda nesse período que surgiu as primeiras misericórdias nas principais vilas da ilha. No povoamento de uma terra portuguesa é preponderante o elemento religioso e foi a Ordem de São Francisco que acompanhou, desde início, o empreendimento de Zarco, quando ancoraram na mesma baía a 2 de julho de 1420, segundo a versão do autor baseada n’A Relação de Francisco Alcoforado. Este cronista descreve igualmente a história de Machim e de Ana de Arfet, tida como a lenda que está na base da primeira viagem de Zargo à Madeira. A designação Matriz da Expansão Portuguesa confirma-se no século seguinte com a divisão do Brasil em nove capitanias, no sucesso das plantações de cana-de-açúcar e com a mão de obra especializada que saiu da Madeira para os engenhos do espaço atlântico. Esta nova realidade fez surgir, então, outro produto de sucesso, o vinho. Este seduzira outro dos cronistas que esteve na base deste volume sobre a História da Madeira, o navegador e comerciante genovês Luís de Cadamosto, que na ilha viveu nos finais do século XV.

SINOPSE A História da Madeira, Século XV – Matriz da Expansão Portuguesa é o primeiro de seis volumes da autoria de Rui Carita, num projeto a ser editado pela Imprensa Académica, chancela editorial da Associação Académica da Universidade da Madeira, ao longo dos próximos 6 anos. Optámos por estabelecer uma barreira cronológica entre os volumes, que estão segmentados pelos vários séculos, por entendermos que a organização cronológica seria mais fácil para o leitor. É a partir do povoamento da Madeira se perspetiva a gesta da expansão portuguesa, quer em termos político-administrativos, na divisão do arquipélago em três capitanias, como na atividade económica distribuí-

16

SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.


HISTÓRIA DA MADEIRA Vol. I - Século XV Matriz da Expansão Portuguesa. Autor: Rui Carita Edição: Dezembro de 2014. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Dura Encadernação: Brochado Páginas: 240 ISBN: 978-989-98243-7-9 Depósito legal: 384370/14

17


ESTUDOS SOBRE O SÉC. XIX NA MADEIRA

Política, Economia e Migração

SINOPSE A obra é composta por 9 textos que resultam de uma selecção de diversos artigos e comunicações, de carácter académico, que ao longo dos últimos anos o autor teve oportunidade de realizar. Entre eles, podem identificar-se dois denominadores: um, que diz respeito ao espaço, a Madeira; outro, em relação ao tempo, o século XIX, em particular a sua primeira metade. Só um dos textos diverge um pouco desta linha-de-força, apesar de, ainda assim, o tema abordado se inserir em questões que decorrem do século anterior. Quanto aos temas desenvolvidos, embora sejam abordadas questões de carácter político, económico e migratório, em todos os textos é possível encontrar três fios condutores, para além da análise da realidade interna madeirense: o estudo da presença da Ilha, e da sua importância, na política externa portuguesa, em particular nas relações luso-britânicas, tendo como pano de fundo a sua inserção no espaço atlântico; a preocupação em demonstrar como as questões analisadas contribuem para o estudo e para uma melhor compreensão da Ideia de Autonomia, cuja génese considero remontar ao período das guerras napoleónicas; por fim, um contributo para melhorar o nosso conhecimento sobre a presença dos britânicos na Madeira. SOBRE O AUTOR Paulo Miguel Fagundes de Freitas Rodrigues nasceu no Funchal, a 29 de Setembro de 1970. Fez a instrução primária e o 1º Ciclo no Colégio de Santa Teresinha e o ensino Secundário repartido pelas Escolas das Mercês, antiga dos Ilhéus e APEL. Em 1992 licenciou-se em História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também concluiu o Mestrado, em 1999, com a dissertação A Ilha da Madeira durante as Guerras Napoleónicas - a importância estratégica e a defesa, publicada em 1999. Doutorou-se em História Contemporânea, na Universidade da Madeira, em Janeiro de 2007, com uma tese intitulada A Ilha da Madeira entre 1820 e 1842: relações de poder e influência britânica, de cuja uma parte considerável foi publicada em 2008. É docente na UMa desde Janeiro de 1995, leccionando actualmente, em licenciaturas e mestrados, entre outras, as disciplinas de História Contemporânea de Portugal, História das Ideias Políticas, Sociedade e Cultura Madeirense e História do Municipalismo. Da sua obra académica, para além dos textos agora publicados, constam também outros artigos, capítulos de livros e comunicações, apresentadas em Congressos nacionais e internacionais.

18


Estudos Sobre o Século XIX na Madeira - Política, Economia e Migração Autor: Paulo Miguel Rodrigues Edição: Setembro de 2015. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 268 ISBN: 978-989-98243-8-6 Depósito legal: 398355/15

19


CABRAL DO NASCIMENTO

Escrever o mundo por detrás de um monóculo e a partir de um farol. 2 Mar. 1978) editados sob sua assinatura civil ou sob assinaturas ficcionais por ele criadas. Incluem-se aqui artigos, entrevistas, crónicas, recensões à sua obra e notícias biográficas dados à estampa em publicações periódicas insulares e continentais, entre 1913 e 1937, assim como livros e projectos editoriais (jornais e revistas; antologias; traduções) publicados em vida do autor. Reúne-se também neste e-book um conjunto de estudos e testemunhos de diversas autorias que tomam como objecto de reflexão e análise a obra e o percurso biográfico de João Cabral do Nascimento. Estes textos, mais do que pretenderem afirmar-se como leituras definitivas, uníssonas e absolutas do legado deixado por esse intelectual madeirense, devem antes ser recebidos como contributos heterogéneos ou até descoincidentes entre si, publicados com o propósito de funcionarem como catalisadores e pistas de investigação para novos trabalhos académicos ou (re)criativos. Por outro lado, procurando anular a distância supostamente existente entre a obra de Cabral do Nascimento e o discurso artístico dos nossos dias, os dois volumes do livro integram ainda contributos de trabalhos criativos (artes visuais e música) de vários artistas contemporâneos que aceitaram o desafio de dialogar com textos de Cabral do Nascimento. SOBRE OS COORDENADORES ANA SALGUEIRO é doutoranda em Estudos de Cultura na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, mestre em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e licenciada em LLM-Estudos Portugueses, também por esta faculdade. Foi bolseira FCT (2008-2011), é investigadora do UCP-CECC e colaboradora no UMa-CIERL. O seu trabalho académico tem incidido no estudo das culturas da Macaronésia Lusófona, assim como nas problemáticas da mobilidade humana, do exílio e das implicações cultura/desastres naturais.

SINOPSE Cabral do Nascimento. Escrever o mundo por detrás de um monóculo e a partir de um farol inaugura a colecção Tratuário. Percursos para a História da Cultura Madeirense, um projecto editorial resultante de uma parceria entre o UMa-CIERL e a Imprensa Académica. À semelhança do que ocorrerá com os números seguintes da colecção, o livro agora editado desdobra-se em dois volumes autónomos, mas complementares. O volume I, impresso em papel, funciona como pórtico de entrada na obra de Cabral do Nascimento. O volume II, em formato e-book apenso ao volume I, constituirá o núcleo fundamental da edição. Nele se republicam, em versão digitalizada, textos de Cabral do Nascimento (Funchal, 22 Mar. 1897 – Lisboa,

20

PAULO MIGUEL RODRIGUES é doutor em História Contemporânea pela Universidade da Madeira, mestre em História Contemporânea e licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É professor auxiliar na Universidade da Madeira, onde desempenha as funções de Presidente da Faculdade de Artes e Humanidades. É diretor do Centro de Investigação em Estudos Regionais e Locais (UMa-CIERL) e investigador do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos (CIEC), da Universidade de Coimbra. O seu trabalho académico, onde se incluem três livros e vários artigos e capítulos de livros, tem incidido na História política e institucional da Madeira, em particular, no estudo das relações externas madeirenses, na presença e influência britânicas e na construção e desenvolvimento do processo autonómico insular


DVD com 600 documentos e textos

Obras, ensaios e multimédia.

Cabral do Nascimento - Escrever o Mundo por Detrás de um Monóculo e a partir de um Farol Coordenadores: Ana Salgueiro e Paulo Miguel Rodrigues Edição: Novembro de 2015. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 120 + DVD com 600 documentos e textos ISBN: 978-989-98243-9-3 Depósito legal: 400784/15

21


HISTÓRIA DA MADEIRA

Séc. XVI - Uma Porta para o Mundo SINOPSE A Madeira foi instituída no início do século XVI como diocese dos descobrimentos e das conquistas da Expansão portuguesa, com a sagração da sé do Funchal em 1517 e a elevação da mesma a sede de arcebispado, em 1533, embora por pouco tempo. Nos anos seguintes, com a concorrência da França no domínio do oceano Atlântico, o Funchal chegou a ser saqueado por corsários huguenotes. Quase de imediato, procedeu-se à instalação na cidade de um colégio dos Jesuítas e a uma larga campanha de obras de defesa, com a construção de muralhas e de fortalezas. Antes da união ibérica, já ponderavam na corte de Lisboa vários madeirenses nos mais altos cargos e, nos finais do século, a ilha reciclava a produção açucareira para a vinícola, já sendo o vinho da Madeira mencionado em Londres, em várias das peças de William Shakespeare. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

22


HISTÓRIA DA MADEIRA Vol. II - Século XVI - Uma Porta Para o Mundo. Autor: Rui Carita Edição: Dezembro de 2015. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Dura Encadernação: Brochado Páginas: 296 ISBN: 978-989-20-6195-5 Depósito legal: 384370/14

23


CONTEMPLAR O ADOLESCENTE NO 3.º MILÉNIO aos jovens estudantes, dos 12 aos 18 anos, das escolas básicas e secundárias da Madeira e do Porto Santo. Complementarmente este livro pretende sensibilizar os leitores, nomeadamente governantes, educadores, pais e pares sociais, para a precoce e especializada intervenção promotora da saúde mental, visando minimizar a ansiedade, incrementar a autoconfiança e autoestima dos jovens, proporcionando-lhes uma vivência individual, escolar e social mais saudável e feliz, contrariando o reflexo prejudicial da crise europeia nesta etapa marcante do ciclo vital de qualquer pessoa.

SINOPSE A elevada competição e conturbação da contemporaneidade universal em relação a tudo, assume uma proporção tal que muitas vezes nem nos apercebemos da sua gravidade. Esta competição incide essencialmente nos grupos etários mais vulneráveis, particularmente nos adolescentes. Vários problemas podem surgir nesta etapa da vida, tais como a marginalidade, a exclusão social, a toxicodependência e outros, para os quais diversos autores consideram a ansiedade, quer como fator causador, quer como consequência. A autora nesta obra avalia a ansiedade dos jovens perante as conturbações financeiras, socioculturais e económicas decorrentes da conjuntura atual, concebida a partir de uma pesquisa científica efetuada

24

SOBRE O AUTOR MARIA HELENA DE AGRELA GONÇALVES JARDIM, doutora em Ciências de Enfermagem e em Desenvolvimento e Intervenção Psicológica (2002) e mestre em Sociopsicologia da Saúde e em Planeamento, Desenho e Investigação em Serviços Sociais (1995) pela Universidade de Extremadura, Badajoz. Pós-graduada em Pedagogia Aplicada ao Ensino de Enfermagem (1988) pela Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, em Educação Intercultural (1998) pela Universidade Católica Portuguesa, Lisboa e em Estudos Avançados na Área de Conhecimento de Psicologia Evolutiva e da Educação (2001) pela Universidade de Extremadura, Badajoz. Especialista em Saúde Comunitária (1985) pela Escola Superior de Enfermagem da Madeira e detém o Curso Básico de Instrumentação Cirúrgica (1976) pelo Hospital da Lagoa, Rio de Janeiro, Brasil. Licenciada em Enfermagem (1974) pela Escola Técnica de Enfermagem de Francisco Gentil em Lisboa. Professora Coordenadora na Escola Superior de Saúde da Universidade da Madeira e Investigadora da FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia na Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem, Coimbra e da Associação de Investigação Científica do Atlântico na Madeira. Publicou diversos artigos em revistas científicas especializadas e trabalhos em atas de eventos, possui diversos capítulos de livros e livros publicados em coautoria. Possui mais de uma centena de trabalhos de produção técnica. Participou em múltiplos eventos no estrangeiro e em Portugal. Orientou diversas teses de doutoramento, dissertações de mestrado e monografias de conclusão de curso de licenciatura e de cursos de aperfeiçoamento/especializações nas áreas de Sociologia, Psicologia, Educação e Saúde. Recebeu 11 prémios e/ou homenagens. Entre 2005 e 2014 coordenou um projeto de investigação científica em enfermagem ao abrigo dos Programas Comunitários: INTERRREG III B e Programa de Cooperação Transnacional MAC 2007-20013. Atualmente participa em quatro projetos de investigação, sendo que coordena dois destes. Atua nas áreas de Ciências Médicas com ênfase na Saúde e Ciências Sociais com ênfase em Psicologia, Enfermagem e Sociologia. Nas suas atividades profissionais interagiu com uma centena de colaboradores em coautorias de trabalhos científicos. Na plataforma digital De Góis os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Investigação, Úlceras por Pressão (UPP), Enfermagem, Prevenção, Envelhecimento, Gerontologia, Adolescentes, Jovens, Older Adults, Saúde Mental, Ansiedade, Depressão, Risco Suicidário, Perturbação de Stress Pós-Traumático e Ensino. Em 2015 publicou o livro intitulado O emocional do jovem no século XXI.


CONTEMPLAR O ADOLESCENTE NO 3.º MILÉNIO Autor: Helena Gonçalves Jardim Edição: Março de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 167 ISBN: 978-989-20-6447-5 Depósito legal: 406078/16

25


DESCOBRIMENTO DA ILHA DA MADEIRA SOBRE O AUTOR Jerónimo Dias Leite, autor da obra Descobrimento da Ilha da Madeira, foi um clérigo madeirense que passou alguns anos na vigaria de Arguim, a que se seguiu a de S. Jorge da Mina, após o que, depois de um período de residência em Oeiras, conseguiu ser provido numa meia-conezia na sé do Funchal, lugar que veio ocupar em 1572. O falecimento de um capitular abriu-lhe, contudo, muito rapidamente as portas a uma conezia prebendada, de que se tornou titular ainda nesse mesmo ano de 1572. A data da sua morte permanece incerta, sabendo-se apenas que em 1593, o seu nome aparece pela última vez, a assinar um auto do cabido. Não se tendo encontrado o registo do seu óbito, é impossível assegurar onde ou quando faleceu, podendo apenas presumir-se que por não integrar a lista dos herdeiros de sua mãe, em testamento lavrado em 1598, e no qual figuram outros irmãos mas não ele, teria falecido em data anterior.

SINOPSE O (re)descobrimento da Ilha da Madeira continua a ser um tema que, 600 anos após o início da expansão portuguesa, ainda fascina os leitores. Com o objetivo de trazer ao público um dos testemunhos mais importantes da historiografia madeirense, apresentamos uma obra que adaptou o texto original do cónego da Sé do Funchal, escrito ainda no séc. XVI, aos nossos dias. Nesse sentido desafiámos três personalidades da atualidade: os historiadores Cristina Trindade e Rui Carita; e o geógrafo Raimundo Quintal. Assim, passamos em revista o testemunho dos primeiros dois séculos da História da Madeira, recuperando e explicando conceitos fundamentais, descodificando termos que já não fazem parte do quotidiano, incitando a discussão e a pesquisa de várias temáticas e apresentando centenas de ilustrações que levam o leitor a uma viagem única ao nosso passado. Acreditando que a História não é uma ciência que exalta biografias e se resume à memorização de datas e factos, deixamos ao leitor o prazer de descobrir um relato pioneiro, há muito tempo afastado do público.

26

Aquilo que celebrizou Jerónimo Dias Leite não foi, no entanto, a sua carreira eclesiástica, mas sim o facto de ser um dos primeiros autores a legar à posteridade uma obra fundadora da historiografia madeirense – o Descobrimento da Ilha da Madeira e Discurso da vida e feitos dos capitães da dita Ilha, escrita aparentemente por solicitação de Gaspar Frutuoso que, residente nos Açores, lhe pedira que interviesse junto de João Gonçalves da Câmara, sexto capitão do Funchal, no sentido de lhe serem fornecidos os dados constantes de um documento conservado no arquivo da casa dos Câmaras, cujo autor seria Gonçalo Aires Ferreira, um dos companheiros de Zarco. A partir desse texto, Jerónimo Dias Leite, valendo-se de outros recursos, como sejam aos tombos das câmaras, por exemplo, conseguiu compor uma obra em onze folhas que largamente ultrapassava a fonte, composta apenas por três. O novo manuscrito, que narrava com mais pormenor a história do descobrimento do arquipélago e a vida e feitos dos seus capitães, estaria pronto antes de 1590, pois que Frutuoso abundantes vezes se lhe refere como fonte para o seu Livro Segundo das Saudades da Terra. Segundo Cabral do Nascimento, é provável que Jerónimo Dias Leite tenha, ele próprio, aumentado o seu texto inicial “para uso próprio”, o que explicaria o tamanho que hoje tem a obra. Isto não significa porém, que Cabral do Nascimento aplaudisse o produto final, pois considerava que grande parte dos erros imputados a Frutuoso radicava no manuscrito do cónego madeirense a quem atribuía “a maior culpa em tudo o que Frutuoso conta de menos verdadeiro sobre a Madeira”. Não obstante esta opinião menos abonatória, o texto do Descobrimento… mantém-se, porém, na atualidade, uma referência incontornável para quem se dedica ao estudo dos primeiros cento e cinquenta anos da história insular, conforme se comprova pelas abundantes vezes em que surge citado em trabalhos muito recentes.


DESCOBRIMENTO DA ILHA DA MADEIRA Autor: Jerónimo Dias Leite Edição: Maio de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 168 ISBN: 978-989-20-6337-0 Depósito legal: 404224/16 ISBN 978-989-20-6637-0

9 789892 066370 27


FLORA E MINOS

O Nascimento da Madeira SINOPSE Há muitos, muitos anos, na lendária ilha de Atlântida existia o magnífico reino de Lótus, conhecido pela sua exuberante vegetação e riquezas naturais. Quando a princesa Flora nasceu, o palácio foi inundado de felicidade. No entanto, durante uma noite, o sonho da rainha foi invadido por um terrível pesadelo que mudou completamente a vida da princesa, recém-nascida. Com o intuito de proteção, todos os empregados ficaram proibidos de falar sobre o reino ou de deixarem Flora sair do palácio. Enquanto criança, os jardins do palácio pareciam enormes, mas com o seu crescimento, e a curiosidade a aumentar, as altas muralhas começaram a asfixiá-la. Ária, sua ama, com o coração destroçado pela infelicidade da sua menina, e contrariando a ordem do rei, abriu secretamente a porta do palácio à princesa, levando-a a descobrir um mundo totalmente novo e maravilhoso. Cada saída era uma busca pela novidade, pela simplicidade e pela liberdade. É numa dessas fugas que conhece Minos, o jovem e humilde pastor que mudará para sempre a sua vida. Juntos, irão descobrir as maravilhas da floresta Laurissilva e o mundo mágico dos sentimentos. SOBRE O AUTOR ÉNIA GOUVEIA nasceu no Funchal, em 1976. É licenciada em Informação Turística pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril com pós-graduação em Informação Especializada no Turismo pelo Instituto Superior de Administração e Gestão do Porto. Guia Intérprete Nacional nos idiomas Inglês, Francês e Italiano, desde 2007. ILUSTRAÇÕES HELENA SOUSA nasceu no Funchal, em 1967. É licenciada em Artes Plásticas/Pintura, pelo Instituto Superior de Arte e Design da Universidade da Madeira. Professora de Artes Visuais, a exercer funções técnico-pedagógicas na Casa-Museu Frederico de Freitas, desde 2001.

28


FLORA E MINOS - O Nascimento da Madeira Autor: Énia Gouveia Edição: Junho de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 48 ISBN: 978-989-99638-0-1 Depósito legal: 411537/16

29


MEMORIAL SINOPSE Ilha da Madeira, Funchal, anos sessenta. Álvaro, como tantos outros, apenas conhecia a miséria e o trabalho, numa terra esquecida. A guerra chegava e batia à porta, levou-lhe os irmãos e separou-lhe a família. Um embrulho levou-o para um destino diferente, para lá das montanhas e das ribeiras, para um outro vale chamado São Vicente, para junto de um tio padre que o quis consigo. No verde vale do norte, Álvaro fez-se homem e experimentou o outro lado da vida, mais doce e generoso, com Abrão, seu tio, e Clara, sua alma. Lá longe, em África, ia crescendo o rugido da guerra e o horizonte tornava-se tenebroso. O mundo de Álvaro estremecia, quebraram-se promessas e rogaram-se pragas, o ódio encheu os corações e a morte também. Depois de tudo, chegou o dia em que o inferno de África chamou por Álvaro. Como tantos outros, havia que escolher: fugir ou partir? SOBRE O AUTOR EUSÉBIO CATANHO é um ilustrador, português madeirense nascido na América do Sul, em 1992. Ilustrar foi o seu primeiro vício. Cresceu sem saber que gostava de escrever, mas passava as tardes numa biblioteca. Formou-se em cinema de animação, formalmente Design e Animação Multimédia, pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre. Aí, na brandura do Alto Alentejo, encontrou-se com o encanto de ilustrar pela palavra. No vale sua casa chamado São Vicente, num banco de jardim, escreveu o primeiro manuscrito do Memorial, que lhe valeu uma Menção Honrosa no Projeto Educativo do Madeira Film Festival 2014. Autodidata de paixões repartidas pela história e pelas artes, ministrou workshops e apresentações sobre cinema de animação. Germinando das suas narrativas, em 2015 apresentou Duas Páginas, uma exposição de ilustração digital.

30


Título: Memorial Autor: Eusébio Catanho Edição: Agosto de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 72 ISBN: 978-989-99638-2-5 Depósito legal: 413614/16

31


VÉSPERA DE NATAL Peça de Teatro em 2 Atos

SINOPSE Véspera de Natal é uma pequena peça de teatro para crianças, dividida em dois atos. O primeiro passa-se na oficina do Pai Natal e retrata toda a azáfama vivida por três gnomos nos dias 23 e 24 de dezembro, na elaboração dos presentes que hão de ser distribuídos a cada criança, pelo simpático velhinho. O segundo ato tem lugar numa casa do Funchal, onde o casal Braz e os seus dois filhos se preparam para viver a véspera de Natal, cumprindo todas as tradições: enfeitar o pinheiro, armar o presépio onde não faltam o alegra campo, as cabrinhas e as searas… e até o saborear dos doces tão característicos desta quadra festiva. Por fim, enquanto os pais vão à Missa do Galo, os meninos combinam ficar escondidos na sala a ver se conseguem assistir à descida do Pai Natal pela chaminé. Para não se deixarem dormir tentam algumas estratégias e têm uma ideia inovadora: deixar na lareira um presente para o Pai Natal. Serão bem-sucedidos? E, como reagirá o Pai Natal, ao ver os meninos na sala? SOBRE A AUTORA Maria Lígia Lopes Brazão é diplomada com Exame de Estado pela Escola do Magistério Primário do Funchal, em 1963, e especializou-se em Didática Especial do Ensino Primário e em Expressão Dramática com professores nacionais e estrangeiros. Lecionou no Ensino Primário, no Ciclo Preparatório, na Escola do Magistério Primário do Funchal e na Universidade da Madeira, nos cursos de Formação Inicial de Professores do 1.ºCiclo e de Educadores de Infância e em ações de Formação Contínua, destinadas a docentes, desde 1970 até 2001, ano em que se aposentou. Autora, coautora e coordenadora de vários programas e projetos, dos quais se destacam «O fascínio do Universo», «Estrelinhas na TV», «Ensino Primário em Questão: “Fazer para pensar, pensar para fazer” », donde resultou o livro com o mesmo nome; autora e encenadora de peças de teatro, algumas reunidas na obra «No palco – teatro para crianças» e de mais de meia centena de canções, algumas delas premiadas em diferentes festivais e do livro Brinquedos Tradicionais Cantados; cofundadora do Gabinete de Apoio à Expressão Musical e Dramática (atualmente DSAM) onde desempenhou funções de Coordenadora Regional Expressão Dramática, ali fundou a Equipa de Animação para o Ensino Pré-escolar. Foi coordenadora e diretora artística das diferentes edições do Festival de encerramento das atividades artísticas na RAM (MUSICAEP) entre 1980/2001. Em 1991, foi galardoada, pelo Governo Regional da Madeira com a “Pena de Prata” e, em 1 de julho de 2005, com a “Medalha de Bons Serviços”. SOBRE A ILUSTRADORA Luísa Spínola é licenciada em Artes Plásticas pelo Instituto Superior de Arte e Design da Universidade da Madeira e mestre em Arte e Património no Contemporâneo e Atual pela Universidade da Madeira. Participa, desde 1994, em diversas exposições coletivas e individuais e na ilustração de vários livros infantis e infantojuvenis. 32


Título: VÉSPERA DE NATAL - Peça de Teatro em 2 Atos Autora: Lígia Brazão Edição: Novembro de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Dura Encadernação: Brochado Páginas: 60 ISBN: 978-989-99638-3-2 Depósito legal: 417601/16

33


HISTÓRIA DA MADEIRA

Séc. XVII - O Regresso do Atlântico SINOPSE A Madeira foi instituída no início do século XVI como diocese dos descobrimentos e das conquistas da Expansão portuguesa, com a sagração da sé do Funchal em 1517 e a elevação da mesma a sede de arcebispado, em 1533, embora por pouco tempo. Nos anos seguintes, com a concorrência da França no domínio do oceano Atlântico, o Funchal chegou a ser saqueado por corsários huguenotes. Quase de imediato, procedeu-se à instalação na cidade de um colégio dos Jesuítas e a uma larga campanha de obras de defesa, com a construção de muralhas e de fortalezas. Antes da união ibérica, já ponderavam na corte de Lisboa vários madeirenses nos mais altos cargos e, nos finais do século, a ilha reciclava a produção açucareira para a vinícola, já sendo o vinho da Madeira mencionado em Londres, em várias das peças de William Shakespeare. SOBRE O AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) É professor catedrático de Arte e Design da Universidade da Madeira, onde exerceu funções de vice-reitor e pró-reitor para a área de projetos científicos. Foi professor convidado da Universidade de Pisa, em Itália, e assessor para a recuperação de património na Universidade de Santa Catarina, no Brasil. Em 2013 editou, em parceria com a Associação Académica da Universidade da Madeira, a obra Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica, o que constitui o primeiro passo para a abertura do antigo Colégio dos Jesuítas do Funchal ao público. Em 2012 foi convidado a integrar um projeto similar, no sultanato de Sarjah, nos Emirados Árabes Unidos, que envolveu trabalhos de arqueologia nas antigas fortalezas portuguesas do Golfo da Arábia. Tem orientado teses de mestrado e de doutoramento em universidades portuguesas, italianas, espanholas e marroquinas, onde também tem integrado júris, especialmente nas áreas do Património Edificado, da Arquitetura e Urbanismo, da Arqueologia e das Artes Decorativas. É autor de cerca de 50 livros de 200 catálogos, além de roteiros de comunicações editados em várias línguas. Em 2010, foi editado o seu Roteiro Republicano, referente à Madeira e, em 2008, os vários trabalhos sobre a história da cidade do Funchal, pela comissão Funchal 500 anos, responsável pelas celebrações do 5.º centenário da elevação do Funchal a cidade, e pelos CTT - Correios de Portugal.

34


HISTÓRIA DA MADEIRA Vol. III - Século XVIII - O Regresso do Atlântico. Autor: Rui Carita Edição: Dezembro de 2016. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Dura Encadernação: Brochado Páginas: 316 ISBN: 978-989-99638-4-9 Depósito legal: 384370/14

35


PROBLEMAS DE PORTUGUÊS COM SOLUÇÕES SINOPSE Falar e escrever são duas competências importantíssimas. Relacionando-as, podem confundir-se e, na fala, espontânea, haverá falhas que são inaceitáveis na escrita. Com cariz documental, nesta, encontram-se problemas de Português que os usuários da língua disseminam. Neste livro, apresentam-se alguns e a resposta nem sempre é evidente. A Gramática destrinça o certo do errado, enquanto a Linguística descreve usos que transformam a língua. A reflexão é a finalidade destes problemas que reformulam crónicas publicadas, num semanário, de 2012 a 2013. Que sejam úteis e façam pensar! SOBRE O AUTOR HELENA REBELO dedica-se aos Estudos Linguísticos, sobretudo, à Língua Portuguesa, tendo diversas publicações. Está ligada a algumas associações, nomeadamente a Associação Internacional de Lusitanistas. A sua formação passou por várias universidades portuguesas. É licenciada (1990) e mestre (1997) pela Universidade de Coimbra. Doutorou-se em Linguística Portuguesa (2005) na Universidade da Madeira, onde é docente desde 1998. Na Universidade Aberta, realizou uma qualificação em Ciências da Educação (1999) e, na Universidade de Aveiro, um pós-doutoramento (2011).

36


PROBLEMAS DE PORTUGUÊS COM SOLUÇÕES Autor: Helena Rebelo Edição: Fevereiro de 2017. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 176 ISBN: 978-989-99638-1-8 Depósito legal: 421510/17

37


LEVADAS DA MADEIRA

UMA ANTOLOGIA LITERÁRIA SINOPSE A presente antologia literária e fotográfica visa revelar histórias, registos e memórias que giram em torno do tema principal: as Levadas da Madeira. O seu propósito consiste, pois, em estabelecer relações entre o texto literário e a fotografia, com o objetivo de instaurar um diálogo entre a comunicação verbal e a comunicação visual. Dada a sua natureza aberta a outras abordagens, Levadas da Madeira: uma antologia literária assume-se como um convite a uma experiência de leitura, a um roteiro cultural, a uma forma alternativa de sensibilização para a temática em causa, através da fruição estética, com todos os estímulos visuais e literários que aí residem, flutuam, e daí escorrem. SOBRE O ORGANIZADOR THIERRY PROENÇA DOS SANTOS (Paris, 1966) é Professor Auxiliar da Universidade da Madeira, desde 2007. Doutorado em Linguística Aplicada, tem vindo a desenvolver pesquisas e estudos sobre aspetos culturais, literários e linguísticos do meio madeirense. Tomou parte nas seguintes iniciativas editoriais: Universidade da Madeira: 25 anos, livro comemorativo que coordenou com Nelson Veríssimo, 2015; Funchal (d)Escrito – Ensaios sobre representações literárias da Cidade, monografia que organizou com Ana Isabel Moniz, Ana Margarida Falcão e Leonor M. Coelho, 2011; Crónica Madeirense (1900-2006), antologia que organizou com Fernando Figueiredo e Leonor M. Coelho, 2007. Coordenou o livro Leituras e Afectos: uma Homenagem à Maria Aurora Carvalho Homem, 2010. Não descura a intervenção cultural. SOBRE O FOTÓGRAFO FRANCISCO CORREIA (Funchal,1981) é designer e fotógrafo amador. Formado, em Design de Equipamento, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade da Lisboa, atualmente trabalha na área do Turismo. É um apaixonado pela fotografia, e teve o primeiro contacto com essa arte no decorrer do seu curso superior. Faz deste importante veículo de comunicação uma forma de registar as suas impressões e olhares sobre o mundo que o rodeia. Considera que a fotografia é um importante hobby, servindo como terapia, sendo um escape à rotina quotidiana e, ao mesmo tempo, uma experiência verdadeiramente fantástica e enriquecedora, que permite conhecer sítios, pessoas e culturas diferentes através de uma câmara fotográfica. Ao longo da sua curta carreira, já teve algumas das suas fotografias em diferentes publicações e campanhas publicitárias, principalmente ligadas à promoção turística.

38


LEVADAS DA MADEIRA - Uma Antologia Literária Organização: Thierry Proença dos Santos Edição: Abril de 2017. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 160 ISBN: 978-989-99638-5-6 Depósito legal: 424813/17

39


DESCOBRIMENTO DA ILHA DA MADEIRA SINOPSE Os seis séculos do início do povoamento português do arquipélago da Madeira servem de enquadramento para apresentarmos a transcrição comentada da obra O Descobrimento da Ilha da Madeira. Ano 1420. Epanáfora Amorosa Terceira. De Dom Francisco Manuel, escrita em 1654, que se divide em duas partes: a primeira, que é lendária e amorosa, narra a história de Machim e Ana d’Arfet; a segunda, que centra a narração na chegada dos portugueses, relata a missão liderada por João Gonçalves Zarco. Esta edição recebeu os comentários, apresentados como notas laterais explicativas, da especialista em Literatura Comparada Luísa Marinho Antunes, do genealogista Paulo Perneta e dos historiadores Cristina Trindade e Rui Carita. Por ter servido de base para a elaboração da narrativa de Francisco Manuel de Melo, foi incluída a transcrição atualizada da Relação, de Francisco Alcoforado, que é, provavelmente, o documento mais antigo sobre o descobrimento oficial da Ilha da Madeira.

SOBRE O AUTOR Francisco Manuel de Melo nasceu em Lisboa, em 1608, em pleno período de vigência da Monarquia Dual, circunstância que interferiria profundamente na sua vida. Foi escritor, militar, político, pedagogo, dramaturgo, moralista e historiador, tendo posto todos estes talentos ao serviço das duas monarquias a que pertenceu: a espanhola e a portuguesa, o que lhe haveria de valer desconfianças de cada uma delas e o obrigaria a pagar preço elevado em qualquer um dos dois países. A sua edução foi realizada, muito provavelmente, no colégio jesuíta de Santo Antão, em Lisboa, o que lhe daria uma preparação clássica já presente nas primeiras obras que escreveu, ainda antes dos 20 anos.

40


DESCOBRIMENTO DA ILHA DA MADEIRA Autor: Francisco Manuel de Melo Comentários: Cristina Trindade, Luísa Marinho Antunes, Paulo Perneta e Rui Carita Edição: Junho de 2017. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica Dimensões: 21 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 136 ISBN: 978-989-99638-7-0 Depósito legal: 426428/17

41


HISTORY OF FUNCHAL ABOUT THE AUTOR Rui Carita ( 1946 ; - ) An Arts and Design professor at the University of Madeira, Professor Rui Carita was also vice-rector and pro-rector of scientific projects. He was a visiting lecturer at the University of Pisa in Italy, as well as an advisor in the recovery of patrimony for the University of Santa Catarina, Brazil. In 2013, in partnership with the University of Madeira Students’ Union, the Professor published the work Colégio dos Jesuítas - Memória Histórica which was the first step in opening the old Jesuits’ College of Funchal to the public. In 2012, Professor Carita was invited to take part in a similar project in the sultanate of Sarjah, United Arab Emirates, which involved archaeological research into the ancient Portuguese fortresses in the Arabian Gulf. He mentors students completing Master and PhD thesis in Portuguese, Italian, Spanish and Moroccan Universities, where he was also part of juries, especially in the departments of Built Patrimony, Architecture and Urbanism, Archaeology and Decorative Arts. Rui is also the author of around 50 books and 200 catalogues, in addition to itineraries and communications published in several languages. His Republican Itinerary (Roteiro Republicano) regarding Madeira was published in 2010. In 2008, his works about the history of Funchal were edited by the CTT - Post offices of Portugal - and by the committee Funchal 500 years, responsible for the celebrations of the 5th centenary of Funchal, the city.

SINOPSE Funchal, was the first city instituted by the Portuguese Crown in the vast domains of the Portuguese Empire during the Portuguese Discoveries. In the 16th century Funchal was established to meet the developments achieved through the blossoming sugar cane industry and had the short term objective of reorganising the territory discovered by the Portuguese. The city, settled in the 15th century, was seen as a cosmopolitan centre with many foreign communities, being also a port of call for fleets heading towards the South Atlantic. As the first experience in colonising uninhabited lands in the Atlantic, Funchal became a sort of model for Portuguese expansion. Within a short period of time, Funchal and its harbour emerged as the cosmopolitan and international gateway from Europe to the New World. This work by the acclaimed Portuguese historian Rui Carita considers five centuries of history of the city of Funchal and is the first university work translated into English.

42

TRANSLATION & REVISION Fábio Faria (b. 1991) graduated in 2016 from the University of Madeira with a degree in Languages and Business Relationships. In that same year he started working with the University of Madeira Students’ Union. This book was the first of what he hopes to be many translation works to come. Cefyn Embling-Evans (b. 1954), currently the archivist and historian of the English church and British Cemetery in Funchal, retired to Madeira from the UK in 2009, after successful careers in education and Fine Arts evaluation, and several appearances on British television as an antiquarian expert. Jessica Clancy (b. 1993) holds a BSc in Archaeology from the University of Sheffield, England. She has lived and worked in Kuala Lumpur, Malaysia as well as mainland Portugal. As a participant in Erasmus+, Jessica was part of the University of Madeira Students’ Union cultural heritage program.


History of Funchal Autor: Rui Carita Edição: Agosto de 2017. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica. Dimensões: 20 x 23 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 256 ISBN: 978-989-99638-8-7 Depósito legal: 429921/17

43


ANA MARGARIDA FALCÃO

ESCRITO BREVES E DISPERSOS

SINOPSE Ana Margarida Falcão deixou-nos um conjunto de textos de criação publicados em revistas, antologias e catálogos, que são agora reunidos sob a forma de livro com o título óbvio de Escritos breves e dispersos. Textos resgatados para o corpus literário madeirense, cujo provável destino seria o natural esquecimento a que é votada a produção disseminada por publicações periódicas e afins, representam, todavia, parte do seu notável contributo para a afirmação da cultura insular. NELSON VERÍSSIMO nasceu no Funchal em 1955. Doutorado e agregado em História, professor auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade da Madeira. Autor de oito livros, outros três em co-autoria e dezenas de trabalhos sobre História do Atlântico, Património Cultural, História Cultural e História da Educação em revistas e actas de congressos, nacionais e internacionais. THIERRY PROENÇA DOS SANTOS nasceu em Paris em 1966. Doutorado em Linguística Aplicada, professor auxiliar da Faculdade de Artes e Humanidades da Universidade da Madeira. Autor de uma monografia, coordenador de 3 volumes coletivos e co-autor de outros seis livros, publicou alguns estudos linguísticos e dezenas de trabalhos sobre aspectos culturais, literários e linguísticos do arquipélago da Madeira em revistas e actas de congressos, nacionais e internacionais.

44


ANA MARGARIDA FALCÃO - Escritos Breves e Dispersos Organização: Nelson Veríssimo e Thierry Proença dos Santos Edição: Outubro de 2017. N.º da edição: 1.ª Editor: Imprensa Académica. Dimensões: 17 x 24 cm Capa: Mole Encadernação: Brochado Páginas: 148 ISBN: 978-989-99638-9-4 Depósito legal: 0000000/003

45


ASSOCIAÇÃO ACADÉMICA DA UNIVERSIDADE DA MADEIRA Tlf.: 46 +351 291 70 50 60 Fax: +351 291 70 50 59

DEPARTAMENTO FINANCEIRO Campus Universitário da Penteada // Piso -1 // 9020-105 Funchal Segunda a sexta-feira // 09:00 - 18:00 Email: encomendas@aauma.pt

Catálogo IA  

Catálogo de publicações comercializadas sob a chancela da Imprensa Académica.

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you