Issuu on Google+

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda. l No 11 l Março 2011 A CECREM convida seus 1.502 cooperados para se reunirem no dia 17 de março em Assembleia Geral Ordinária e Assembleia Geral Extraordinária para definir os rumos da entidade e acompanhar a prestação de contas da atual diretoria. Será também o momento de escolher os novos membros do Conselho Fiscal. Trata-se do ponto alto do cooperativismo. No setor de cooperativas de crédito, esse é um dos momentos em que nos diferenciamos dos bancos tradicionais. É nas assembleias que o cooperado exerce seu poder de “dono” da cooperativa. Cada um dos associados tem direito a um voto, independentemente do valor de sua cota de capital. Lembrar das características que nos diferenciam dos bancos tradicionais é muito importante. À medida que nossa cooperativa cresce, aumenta a tendência de muitos cooperados se acomodarem em uma atitude de pouca participação. Contamos com sua participação. Veja o edital de Convocação.

assembleia 2011

Edital de Convocação Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.Ltda.- CECREM - CNPJ No 00.913.314/0001-85 NIRE 3140000924-8 O Presidente da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda – CECREM; usando das atribuições conferidas pelo Estatuto Social, convoca os 1.502 associados para se reunirem em Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária que, por sua sede não comportar, se realizarão nas dependências da Magnesita Refratários, no Auditório da Manutenção, situado à Praça Louis Ensch, no 240, bairro Cidade Industrial, cidade de Contagem, estado de Minas Gerais, no próximo dia 17/03/2011, em primeira convocação às 15h30min, com a presença de 2/3 (dois terços) do número total dos associados. Caso não haja número legal para a instalação, ficam desde já convocados para a segunda convocação às 16h30min, no mesmo dia e local; com a presença de metade mais 1 (um) do número total dos associados; persistindo a falta de “quorum legal’’ a assembleia, realizar-se-á então, no mesmo dia e local, em terceira e última convocação, às 17h30min, com a presença de no mínimo 10 (dez) associados, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: Pauta da Assembleia Geral Ordinária a) Leitura para discussão e julgamento do Relatório do Conselho de Administração, Parecer do Conselho Fiscal, Balanço Geral, Demonstração do Resultado e demais contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010; b) Destinação do resultado do exercício de 2010; c) Uso e aplicação do FATES; d) Destinação do valor constante na conta reserva de expansão; e) Eleição para o Conselho Fiscal e recomposição do Conselho de Administração; f) Outros assuntos de interesse geral. Pauta da Assembleia Geral Extraordinária a) Alteração estatutária geral, do artigo 1o ao artigo 73o; b) Assuntos de interesse geral. Contagem, 02 de março de 2011. Hilton Afonso Lopes - Diretor-Presidente

brindes Foram entregues nos dias 09 e 10 de dezembro de 2010 os brindes oferecidos aos cooperados na Magnesita Refratários. Este ano cada cooperado recebeu uma prática mochila.

notícias Nos dias 10 a 12 de novembro aconteceu o III Encontro de Presidentes, reunindo representantes das cooperativas filiadas ao Sicoob Central Cecremge. A edição, realizada na Bahia, teve como tema “Alinhamento e Integração”. O presidente da CECREM, Hilton Afonso Lopes, esteve presente juntamente com mais de 60 presidentes de cooperativas, que participaram das atividades propostas, todas com foco na importância do trabalho em equipe. O diretor operacional do Bancoob, Ênio Meinen, destacou a importância de atuar de maneira sistêmica para o alcance dos ideais, e o palestrante Fabrício Soares focou o comportamento em equipe. “A troca de experiência com os colegas e os trabalhos desenvolvidos nas atividades propostas foram, sem dúvida, muito enriquecedores”, diz o presidente Hilton.

Profissionalização da equipe da CECREM

A gerente da CECREM, Libileyne da S. Camargo Chaves terminou recentemente o MBA (Master of Business Administration) em Gestão de Cooperativas de Crédito por meio da parceria entre o Sicoob Central Cecremge e a Faculdade Novos Horizontes. O evento, realizado no Ouro Minas Palace Hotel, também formou a contadora Janaína Conceição Braga, pelo Programa de Educação Continuada (PEC), no curso de Desenvolvimento de Contadores no Crédito Cooperativo. Focada em uma gestão eficaz, a Cooperativa busca aperfeiçoar seus empregados para cumprir as exigências do Banco Central e do próprio sistema cooperativo.

A importância de ser cooperado Ser um cooperado CECREM significa contar com a segurança e apoio de uma instituição financeira que trabalha exclusivamente para atender suas necessidades, seja em um momento de aperto financeiro, seja para viabilizar projetos e sonhos, ou para investir com segurança e planejamento. A CECREM, com seu pensamento de ajuda mútua, busca melhorias constantes para os seus cooperados. No ano de 2010, foi extinta a TR (Taxa Referencial) indexador sobre os empréstimos, reduzindo as taxas de juros. As parcelas são fixas e o cálculo é sobre o saldo devedor. Ficou ainda melhor para o cooperado.


relatório da administração Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis do exercício de 2010 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A Ltda. – CECREM, na forma da Legislação em vigor.

Em novembro de 2010 a CECREM completou 15 anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente por meio da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No exercício de 2010, a CECREM obteve um resultado de R$ 90 mil, representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de 2,46%.

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

l

Nº 11

l

Março 2011

1. Política Operacional

3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 1.207 mil. Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 2.329 mil. Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2010 o percentual de 16,13% da carteira, no montante de R$ 376 mil.

Atividades Responsabilidade Política de gerenciamento do risco operacional 1 2 3 4 5 Definição, aprovação, instituição, atualização, revi- l l são e disseminação da política, estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção de deficiências, comunicação eficaz. l Provimento, ao Agente de Controle Interno e de Risco, das condições adequadas de atuação, adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura organizacional subordinada, interação tempestiva com o Agente e o Conselho de Administração. l Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação, avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis. l Monitoramento das ações do Agente de Controle Interno e de Risco; comunicação, ao Conselho de Administração, de incorreções na execução do gerenciamento de risco operacional. l Execução de testes de avaliação da política. l 1 – Conselho de Administração l 2 – Diretoria-Executiva l 3 – Agente de Controle Interno e de Risco l 4 – Monitor de Controle Interno e de Risco l 5 – Área de Auditoria da Cooperativa Central.

4. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência da CECREM era de R$ 3.664 mil. O quadro de associados era composto por 1.502 Cooperados, havendo um acréscimo de 6,9% em relação ao exercício anterior. 5. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. A CECREM adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN no 2.682/99, havendo uma concentração de 95,47% nos níveis de “A” a “C”.

II - Risco de Mercado e Liquidez A estrutura completa para gerenciamento do risco de mercado da cooperativa está disponível para acesso público, no seguinte endereço eletrônico: www.cecremge.org.br A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa estão contidos no Manual de Gerenciamento do Risco de Mercado – MRM. O BANCOOB é a entidade definida, na Política Institucional de Gerenciamento de Risco, como responsável pelo gerenciamento centralizado do Risco de Mercado e Liquidez. As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco de mercado da cooperativa estão demonstradas na sequência:

6. Gerenciamento de Risco A Gestão de Riscos é considerada um instrumento essencial para a otimização do uso do capital e para a seleção das melhores oportunidades de negócios, visando a obter a melhor relação risco x retorno para os nossos associados. A estrutura de gerenciamento dos riscos está composta pelo Conselho de Administração, pela Diretoria-Executiva, pelo Agente de Controle Interno e de Risco (ACIR), pelo Monitor de Controle Interno e de Risco e pela área de auditoria da Central. As estruturas completas para gerenciamento dos riscos estão disponíveis para acesso público na Cooperativa. I - Risco Operacional A estrutura completa para gerenciamento do risco operacional da Cooperativa está disponível, para acesso público, no seguinte endereço eletrônico: www.cecremge.org.br O SICOOB CONFEDERAÇÃO é a entidade definida, na Política Institucional de Risco Operacional, como responsável pelo gerenciamento centralizado do Risco Operacional da Cooperativa. O instrumento principal por meio do qual é avaliado o risco operacional da cooperativa é o Sistema de Controle Interno e Risco – SCIR, integrante do Manual de Controle Interno – MCI. A estrutura, o gerenciamento e a execução da política de gerenciamento do risco operacional da cooperativa estão contidos no Manual de Gerenciamento do Risco Operacional – MRO. As responsabilidades de cada órgão que compõe a estrutura de gerenciamento do risco operacional da cooperativa estão demonstradas na sequência:

2

Atividades Política de gerenciamento do risco de mercado Definição, aprovação, instituição, atualização, revisão e disseminação da política, estabelecimento de responsabilidades, análise de relatórios, atuação para correção de deficiências, comunicação eficaz. Provimento – ao agente de Controle Interno e de Risco – das condições adequadas de atuação, adoção de providências para mitigar o risco relacionado com as áreas da estrutura organizacional subordinada, interação tempestiva com o agente e o Conselho de Administração. Elaboração da proposta; proposição de revisão e execução da política; identificação, avaliação e monitoramento do risco; documentação e armazenamento de informações sobre o risco; elaboração de relatórios para o Conselho de Administração; sugestões de atualizações da política; e avaliação do cumprimento de normativos aplicáveis. Monitoramento das ações do agente, comunicação – ao Conselho de Administração – de incorreções na execução do gerenciamento de risco de mercado. Execução de testes de avaliação da política.

Responsabilidade 1

2

l

l

l

l

3

4

5

l

l l

l 1 – Conselho de Administração l 2 – Diretoria-Executiva l 3 – Agente de Controle Interno e Riso l 4 – Monitor de Controle Interno e Risco l 5 – Área de

Auditoria da Central.


A Ouvidoria, constituída em 2007, representou um importante avanço a serviço dos cooperados. Dispõe de diretor responsável pela área e de um Agente de Apoio a Ouvidoria, sendo o Ouvidor centralizado no BANCOOB, de acordo com modelo de componente único de ouvidoria, conforme previsto na Resolução 3.849/10 do Conselho Monetário Nacional. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria, tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes.

Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Contagem (MG), 31 de dezembro de 2010. Conselho de Administração e Diretoria

8. Conselho Fiscal Eleito anualmente na AGO (Assembleia Geral Ordinária), com mandato até a AGO do próximo ano, o Conselho Fiscal tem a responsabilidade de

demonstrações contábeis Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A Ltda. BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E DE 2009 Em R$ mil ATIVO Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras (Nota 4) Operações de Crédito (Nota 5) Outros Créditos (Nota 6) Outros Valores e Bens Não Circulante Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito (Nota 5) Outros Créditos (Nota 6) Investimentos (Nota 7) Imobilizado de Uso (Nota 8) Diferido (Nota 9) TOTAL

Nº 11

l

Agradecimentos

Março 2011

9. Sistema de Ouvidoria

l

Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo SICOOB CONFEDERAÇÃO e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal e o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais e está atenta para a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.

verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Em 2010, um dos membros efetivos do Conselho Fiscal participou de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las.

PASSIVO

Circulante Outras Obrigações (Nota 10) Não Circulante Exigível a Longo Prazo Provisões Para Riscos Fiscais e Trabalhistas (Nota 10) Patrimônio Líquido (Nota 11) Capital Social Reserva de Lucros Sobras ou Perdas Acumuladas TOTAL As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

3

31/12/2010 3.012,95 32,63 1.206,91 1.681,55 91,40 0,46 1.045,97 825,69 647,42 178,28 202,22 17,89 0,17 4.058,92

31/12/2009 2.983,28 18,43 1.355,23 1.532,38 76,90 0,33 897,97 669,11 501,26 167,85 202,22 23,97 2,67 3.881,25

31/12/2010 228,31 228,31 178,28

31/12/2009 302,16 302,16 167,85

178,28 3.652,33 3.142,15 420,33 89,84 4.058,92

167,85 3.411,23 2.825,46 409,08 176,70 3.881,25

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

7. Governança Corporativa


Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

l

Nº 11

l

Março 2011

DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009

INGRESSOS DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Rendas de operações de crédito DISPÊNDIOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Provisão para crédito de liquidação duvidosa RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTROS INGRESSOS/RECEITAS (DISPÊNDIOS/ DESPESAS) OPERACIONAIS Ingressos/Receitas de prestação de serviço Dispêndios/Despesas com pessoal Outros Dispêndios/Despesas Administrativas Despesas Tributárias Outros Ingressos/Receitas Operacionais Outros Dispêndios/Despesas Operacionais RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRA (PERDA)SEMESTRE/EXERCÍCIO ANTES DO JUROS AO CAPITAL SOCIAL DESPESAS DE JUROS AO CAPITAL SOCIAL SOBRA (PERDA) SEMESTRE/EXERCÍCIO APÓS JUROS AO CAPITAL SOCIAL DESTINAÇÃO PARA O FATES DESTINAÇÃO PARA O FUNDO DE RESERVA FATES - TRANSF.ATOS NÃO COOPERATIVOS SOBRAS OU PERDAS LÍQUIDAS A DISP. DA A.G.O QUANTIDADE DE QUOTAS DE CAPITAL SOBRAS OU PERDAS POR COTA DE CAPITAL (R$)

Em R$ mil Exercícios findos em: SALDO EM 31/12/2009 650,49 650,49 (34,82) (34,82) 615,67

2o SEMESTRE/2010 291,41 291,41 (22,07) (22,07) 269,34

SALDO EM 31/12/2010 556,73 556,73 (39,05) (39,05) 517,68

(112,13) 2,70 (127,66) (54,42) (1,12) 77,81 (9,44) 157,21 157,21 (0,13)

(254,16) 5,23 (252,95) (114,55) (16,65) 138,03 (13,26) 263,52 263,52 (0,26)

(285,20) 4,36 (241,51) (143,56) (7,91) 115,17 (11,75) 330,46 (0,20) 330,26 (0,53)

157,08 (106,20)

263,26 (150,69)

329,73 (197,78)

50,87

112,57 (11,26) (11,26) (0,21) 89,84 3.142,15 0,03

131,95 (13,19) (13,19) 0,14 105,70 2.825,46 0,04

As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 CAPITAL SOCIAL Realizado Saldos em 30.06.10 Integralização de Capital Devolução de Capital Sobras ou Perdas do exercicio FATES - Atos não Cooperativos Destinação das sobras: . Fundo de Reserva . FATES Saldos em 31.12.10 Mutações do semestre Saldos em 31.12.09 Integralização de Capital Devolução de Capital Sobras ou Perdas do Exercício Juros ao Capital Social FATES - Atos não Cooperativos Transferência FATES -Exercício Anterior Transferência Capital Social-Exercício Anterior Destinação das sobras: . Fundo de Reserva . Reserva de Expansão . FATES Saldos em 31.12.10 Mutações do exercício Saldos em 31.12.08 Integralização de Capital Incorporação de Sobras ao Capital Devolução de Capital Sobras ou Perdas do exercício FATES - Atos não cooperativos Transferência de sobras Exercicio Anterior Reversão de Reservas Destinação das Sobras: . Fundo de reserva . Reserva de Expansão . FATES Saldos em 31.12.09 Mutações do exercício

2.984,61 424,73 (267,19)

RESERVAS DE LUCROS Reserva Legal Reservas para Expansão 390,60 18,48

401,85 11,26 390,60

18,48 18,48

105,70 11,26 401,85 11,26 377,40

(11,26) 18,48 89,48

13,19

As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

4

(11,26) 89,84 (86,85) 445,16 (445,16)

(50,00) (21,00)

2.825,46 10,34

(11,26) (11,26) 89,84 28,15 176,70 112,57 (0,21) (71,00) (105,70)

197,78

3.142,15 316,69 2.815,11 807,75 445,16 (1.242,57)

Sobras e (Perdas) Acumuladas 61,69 50,87 (0,21)

11,26 3.142,15 157,54 2.825,46 819,85 (806,64)

Em R$ mil

390,60 13,19

131,95 0,14 50,00 21,00 (13,19)

18,48 (71,00)

(13,19) 176,70 (268,47)

Saldo Atual 3.455,38 424,73 (267,19) 50,87 (0,21) (11,26) 3.652,33 196,95 3.411,23 819,85 (806,64) 112,57 197,78 (0,21) (71,00) (11,26) 3.652,33 241,10 3.727,16 807,75 (1.242,57) 131,95 0,14 (13,19) 3.411,23 (315,93)


DFC - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 Em R$ mil

329,73 650,49 (320,23) (0,53) 9,96 3,86 6,10 978,13 804,59 33,27 (0,00) 140,27 1.317,82

-

-

(2,07) (2,07)

424,73 (267,19) (106,20) (11,26) (0,21) 39,87 (139,32) 139,32 1.378,86 1.239,54

819,85 (806,64) (150,69) 197,78 (11,26) (0,21) (71,00) (22,16) (134,12) 134,12 1.373,66 1.239,54

807,75 (1.242,57) (197,78) (13,19) 0,14 (645,66) 670,10 (670,10) 703,56 1.373,66

As notas explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis.

Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis para o semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2010 e para o exercício findo em 31 de dezembro de 2009 - (Em R$ mil) 1. Contexto operacional A COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A LTDA. – CECREM, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 20 de setembro de 1995, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente do SICOOB - Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução 3.859/10 do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa integra o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – SICOOB, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. A CECREM tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados; (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras, e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e rentablizar os recursos. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis no 11.638/07 e no 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da

legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 31/12/2010. 3. Resumo das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente.

5

l

263,26 556,73 (293,21) (0,26) 8,58 2,50 6,09 (383,80) (295,33) (24,92) (0,13) (63,42) (111,96)

Nº 11

157,08 291,41 (134,20) (0,13) 3,76 0,74 3,03 (340,03) (342,52) (23,50) (0,24) 26,23 (179,19)

Março 2011

31/12/2009

l

2o Sem/2010

FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras/(perdas) líquidas antes do imposto de renda e da contribuição social Contas de resultado credoras Contas de resultado devedoras Apuração de resultado (imposto de renda e contribuição social) Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa) (Despesas de amortização) (Despesas de depreciação) Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas) Operações de crédito Outros créditos Outros valores e bens Outras obrigações CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de imobilizado de uso CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Variações patrimoniais: Aumento de Capital Social Redução de Capital Social Despesas de juros ao capital Despesas de juros ao capital - Exercicio anterior Constituição do Exercício - FATES Transferência Fates - Atos não cooperativos Transferência Fates - Exercicio anterior CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa Variação Líquida das disponibilidades Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período

Exercício findo em: 31/12/2010

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

DESCRIÇÃO


Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

l

Nº 11

l

Março 2011

c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução 3.604/08 do Conselho Monetário Nacional – CMN, incluem caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: Descrição 31/12/10 31/12/09 Caixa e depósitos bancários 32,63 18,43 Relações Interfinanceiras (Centralização Financeira) 1.206,91 1.355,23 Total 1.239,54 1.373,66 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros prefixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN no 2.682/99 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. g) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE, são avaliados pelo método de custo de aquisição. h) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas na Nota 8, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. i) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 5 anos. Conforme determinado pela Resolução no 3.617/08 do CMN devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. j) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. k) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. l) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos

6

forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. m) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, as quais a Cooperativa tem por diretriz. n) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. o) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). 4. Relações interfinanceiras Referem-se a centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa depositada junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: Nível / Percentual Empréstimos Provisões Empréstimos Provisões de Risco / Situação 2010 2010 2009 2009 AA Normal A 0,5% Normal 2.115,95 10,58 1.947,49 9,74 B 1% Normal 141,44 1,41 83,59 0,84 B 1% Vencidas 42,56 0,43 C 3% Normal 3,48 0,10 C 3% Vencidas 22,17 0,67 D 10% Normal D 10% Vencidas 13,26 1,33 E 30% Normal E 30% Vencidas 2,45 0,73 0,31 0,09 F 50% Normal F 50% Vencidas 1,59 0,79 0,94 0,47 G 70% Normal G 70% Vencidas 7,03 4,92 41,48 29,04 H 100% Normal H 100% Vencidas 18,33 18,33 8,97 8,97 Total Normal 2.260,87 12,09 2.031,07 10,57 Total Vencido 107,38 27,20 51,70 38,57 Total Geral 2.368,25 39,29 2.082,77 49,14 Total Rendas a apropriar 0,26 1,36 Total Líquido 2.368,51 - 2.084,13 Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas.

b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias): Descrição Até 90 De 91 a 360 Acima de 360 Total Empréstimos 540,04 1.181,06 647,42 2.368,51 c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito: Descrição 31/12/10 31/12/09 Saldo Inicial (49,14) (19,77) Constituições/Reversões no Exercício 48,90 5,46 Transferência/Reversões para Prejuízo no Exercício (39,05) (34,82) Total (39,29) (49,14) d) Concentração dos Principais Devedores: 31/12/10 % Carteira 31/12/09 % Carteira Descrição Total Total Maior Devedor 44,03 1,86% 79,89 3% 10 Maiores Devedores 238,48 10,07% 237,57 10% 50 Maiores Devedores 642,85 27,14% 564,00 24% e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados: Descrição Saldo início do exercício Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Total

31/12/10 31/12/09 25,56 20,25 49,75 18,07 (3,56) (12,76) 71,74 25,56

6. Outros créditos Valores referentes as importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente, conforme demonstrado:


9. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente. Taxa de Descrição 31/12/10 31/12/09 Amortização Gastos c/Aquis. Desenv. Logiciais 25,59 25,59 TOTAL 25,59 25,59 Amortização acumulada 20% (25,41) (22,92) TOTAL 0,17 2,67 10. Outras Obrigações a) Outras Obrigações - Sociais e estatutárias Descrição 31/12/10 31/12/09 FATES - Fundo de Assist. Técnica, Educ. e Social 32,63 59,23 Cotas de capital a pagar 6,07 3,27 Outras obrigações 150,69 197,78 Total 189,39 260,28 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 10% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do COSIF. b) Outras Obrigações - Diversas Descrição Despesas de Pessoal Outras Despesas Administrativas Obrigações p/Aquis.Bens e Direitos Total

31/12/10 31/12/09 29,31 28,38 3,20 3,34 2,27 3,27 34,78 34,99

c) Outras Obrigações - Diversas - Provisões para riscos tributários e trabalhistas Considerando a avaliação dos consultores jurídicos quanto às chances de êxito em determinados questionamentos fiscais e trabalhistas em que a cooperativa é parte envolvida, foram constituídas as seguintes provisões: Descrição 31/12/10 31/12/09 PIS e COFINS 178,28 167,85 PIS e COFINS - quando do advento da lei no. 9.718/98, a cooperativa entrou com ação judicial questionando a legalidade da inclusão de seus ingressos decorrentes de atos cooperados na base de cálculo do PIS e COFINS. Consequentemente, registrou as correspondentes obrigações referentes ao período de março de 1999 a julho de 2004, sendo que os valores equivalentes foram depositados em juízo e estão contabilizados na rubrica Depósitos em garantia. 11. Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal

12. Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de operações de crédito. As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais. Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro abaixo. Operações de crédito – saldo em 31/12/2010: OPERAÇÕES ATIVAS – SALDO 31/12/10 Natureza da Valor da opera- PCLD (provisão para % Em relação operação de ção de crédito crédito de liquidação à Carteira crédito duvidosa) Total Empréstimo 29,53 0,15 1,27 No exercício corrente os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS – EXERCÍCIO DE 2010 Honorários 39,59 13. Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE A CECREM, em conjunto com outras cooperativas singulares, é filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE, que representa o grupo formado por suas filiadas perante as autoridades monetárias, organismos governamentais e entidades privadas. O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados, o monitoramento dos controles internos voltados para os sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, em função das atividades de suas filiadas, entre outras. As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE, de 30 de junho de 2010, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram parecer datado de 17 de agosto de 2010, sem ressalvas. A auditoria de suas demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010 está em andamento. 14. Cobertura de seguros A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.

7

Março 2011

8. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Taxa de 31/12/10 31/12/09 Descrição Depreciação Móveis e Equipamentos 10% 28,53 28,52 Sistema de Processamento de Dados 20% 19,89 19,89 Sistemas de Comunicação 10% 4,33 4,33 TOTAL 52,74 52,75 Depreciação acumulada (34,86) (28,77) TOTAL 17,89 23,97

l

7. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuados pelo SICOOB Central Cecremge, conforme demonstrado: Descrição 31/12/10 31/12/09 Central das Cooperativas de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda.– SICOOB CENTRAL CECREMGE 202,22 202,22

Nº 11

a) Vide nota 10 c. b) Devedores Diversos é registrado o valor referente ao repasse de descontos de capital na folha dos cooperados, recebidos no 5º dia útil do mês seguinte.

de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito a um voto, independentemente do número de suas cotas-parte. b) Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c) Reserva para Expansão A conta Reserva para Expansão apresenta em 31/12/2010 o valor em R$18,48. d) Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do Bacen, através da Carta Circular 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES, é registrado como exigibilidade, e utilizado em gastos para o qual se destina, conforme a Lei 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 09 de março de 2010, os cooperados deliberaram pelo aumento do Capital social com as sobras do exercício findo em 31 de dezembro de 2009, no valor em R$105,70.

l

31/12/10 31/12/09 11,96 9,58 0,02 0,06 178,28 167,85 79,42 67,27 269,68 244,75

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

Descrição Rendas a Receber Adiantamentos Pagamentos de nossa conta Devedores por Depósitos e Garantia(a) Devedores Diversos(b) Total


16. Composição dos Conselhos de Administração e Fiscal em Dezembro de 2010 Conselho de Administração Hilton Afonso Lopes Diretor Presidente Carlos Roberto Batista Fontes Diretor Administrativo Carlos Roberto Fernandes Diretor Financeiro Humberto Vidigal Lana Conselheiro Efetivo Ricardo Antonio de Melo Conselheiro Efetivo Conselho Fiscal Alexssander dos Santos Conselheiro Efetivo Carlos Alberto Ildefonso Conselheiro Efetivo Miguel Arcanjo de Barros Conselheiro Efetivo Aguinaldo Rodrigues Pereira Conselheiro Suplente André Siqueira Pimenta Conselheiro Suplente Márcio da Silva França Conselheiro Suplente Contagem, 31 de dezembro de 2010.

Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A.

l

Nº 11

l

Março 2011

15. Índice de Basileia O Patrimônio de Referência - PR da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de compatibilização em R$ 3.663,58 em 31 de dezembro de 2010 e R$ 3.424,43 em 31 de dezembro de 2009.

C.E.C.MÚTUO DOS EMPREGADOS DA MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A. LTDA. – CECREM CNPJ: 00.913.314.0001/85 - Autorização de funcionamento BACEN: 9500532734 Hilton Afonso Lopes Carlos Roberto Fernandes Carlos Roberto Batista Fontes Janaina Conceição Braga

Diretor Presidente Diretor Responsável Área Contábil Diretor Administrativo Contadora - CRC MG 77044/0-3

parecer do conselho fiscal Examinamos os resultados e considerando a análise efetuada pelos auditores da Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa – CNAC em seu Relatório de Auditoria sobre as Demonstrações Contábeis, que compreendem o Balanço Patrimonial levantado em 31 de dezembro de 2010; e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas; das mutações do patrimônio líquido; dos fluxos de caixa e notas explicativas correspondentes ao exercício e atividades desenvolvidas pela administração da cooperativa, expressamos as seguintes conclusões: • As contas encontram-se sem irregularidades; • Os impostos e encargos sociais foram recolhidos conforme a legislação vigente; 1) As taxas de empréstimos praticadas são acessíveis aos cooperados, conforme determina o Regimento Interno; 2) O limite de risco é praticamente nulo e a CECREM não apresenta grau de endividamento; 3) O nível de risco (inadimplência) encontra–se classificado em nível de A à H, conforme normas do Banco Central; 4) O FATES foi utilizado corretamente, conforme a legislação vigente. 5) Foram observados e efetivados todos os procedimentos aprovados na Assembleia Geral Ordinária de 2010. Os citados documentos refletem adequadamente a situação patrimonial da CECREM no período, sendo aprovados e recomendados para aprovação pela Assembleia Geral Ordinária. Conselheiros Efetivos: Carlos Alberto Ildefonso Miguel Arcanjo de Barros

tento, Fique aado! cooper

parecer da auditoria Ao Conselho de Administração, Administração e Cooperados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA MAGNESITA REFRATÁRIOS S.A. LTDA. – CECREM Contagem - MG Prezados Senhores: Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda. – CECREM, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda. – CECREM é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda. – CECREM em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Belo Horizonte, 22 de fevereiro de 2011. Rui de Assis Vasconcelos Contador CRC MG 075.505/O-3 - CNAI 1915

Quando o desconto de alguma parcela do seu empréstimo não for efetuado no seu contracheque, procure-nos imediatamente. Faremos o acerto da sua parcela na Cooperativa, garantindo sua tranquilidade.

expediente Informativo da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados da Magnesita Refratários S.A. Ltda.

Praça Louis Ensch  240  Cidade Industrial Contagem  MG  CEP: 32.210-050 cecrem@cecrem.com.br  Telefax: (31) 3368-1440 CNPJ: 00.913.314/0001-85

Conselho de Administração: Conselho Fiscal: Hilton Afonso Lopes - Diretor Presidente Carlos Alberto Ildefonso Carlos Roberto Batista Fontes - Diretor Administrativo Miguel Arcanjo de Barros Ricardo Antonio de Melo - Conselheiro Efetivo Humberto Vidigal Lana - Conselheiro Efetivo

Edição e diagramação: A2 Comunicação & Marketing  www.a2bh.com.br

8

Impressão: Imprimaset

Conselheiros Suplentes: Aguinaldo Rodrigues Pereira André Siqueira Pimenta Márcio da Silva França


Cecrem