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Ficha Técnica Coordenadoras: Ana Castro Silva e Branca Mesquita Revisão de textos: Ana Castro Silva e Branca Mesquita Capa: Branca Mesquita Paginação e Maquetagem: Ana Castro Silva e Branca Mesquita Fotografia: Ana Castro Silva e Branca Mesquita Equipa redatorial: Professores, Ana Castro Silva, Ana Paula Coutinho, Anabela Martins, Antónia Lagarto, António Silva, Alexandra Lopes, Branca Mesquita, Carla Almeida, Carlos Graciano, Catarina Cachapuz, Cristiana Queiróz, Dora Gouveia, Elisa Andrade, Manuela Melo, Manuela Lopes, Margarida Rocha, Maria João Silva, Maria José Estrela, Paula Batista, Sara Simões, Vânia Sousa Alunos, Agostinho Cruz (5ºA), Catarina Rebelo (5ºA), alunos do 5ºC, Margarida Teixeira (5ºD), Joana Pereira (6ºB), Mara Soutinho (6ºB), Vicente Melo (6ºB), Lara Machado (6ºD), Guilherme Carreira (7ºA2) Outros colaboradores: Gabriela Ribeiro, Margarida Teixeira, Rafael Rocha, Direção da APEEAG, Geovana Carvalho (6ºD), Íris Freitas (6ºD), Jihan Chentouf (6ºD), Mariana Silva (6ºD) Financiamento: Adão oculista /Ótica Adega VISEU no PORTO Northspirit / Centro de impressão O Escalar / Animais de estimação Paula Teixeira / Cabeleireiros Sabiamente / Centro de estudos Mutante / Loja de Autor com objetos design, serviço de café e comestíveis

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3. Editorial 4. Semana das Humanidades 5. “Nós somos ativos” 6. Dança criativa Concerto Inter turmas 7. V.O.U. pela Natureza 8. Primavera no seu esplendor artístico 9. Primavera no seu esplendor artístico 10. Gingko Biloba 11. APEEAG de “alma cheia” 12. Concurso Nacional de Leitura 13. Pelos caminhos de … Coimbra 14. Stephen Hawking 9ºano! E, agora? 15. VIII Noite das Profissões 16. Estilos de vida saudável 17. Matemática em ação! 18. “Assalto” à escola 19. Olimpíadas do 25 de abril Educação para a Paz 20. “Onde estava no dia 25 de abril?” 21. Gestão Sustentável dos Recursos 22. Toca a marchar ...até ao Museu Militar! 23. Preservar o Património 24. Ação Escola S.O.S. Azulejo 2018 25. Ação Escola S.O.S. Azulejo 2018 26. Projeto Art’ Themis 27. Projeto Art’ Themis 28. Concerto da Primavera Literacia 3D 29. “O menino que tinha olhos quadrados” 30. Semana da Leitura 31. Contos de todo o mundo, com Isabel Ramalhete 32. “O Principezinho no século XXI” Semana do Ambiente 33. Os filmes da Vida - a vida dos filmes 34. Vamos falar de ilustração 35. Mochilas solidárias 36. Lanches e alimentação saudável Lu Jong vs indisciplina 37. Humanizar pela Arte Desenrolar histórias 38. Desporto adaptado 39. Educar pela Arte 40. No rasto da Batalha de Aljubarrota... 41. No rasto da Batalha de Aljubarrota... 42. Augusto Gil desenhado pelos alunos da A.Gil 43. O a.gil quer saber e tu vais esclarecer 44. Cascata … em sonho suspensa 45. Quadras populares para o S. João festejar 46. Li e gostei 47. Passatempos, anedotas, adivinhas

Os textos do A.GIL foram redigidos segundo as normas do acordo ortográfico.

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Índice


Editorial Património, um valor a preservar

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Colégio da Estrela, inicialmente um estabelecimento de ensino feminino, nasceu num antigo

casarão que se avistava no alto duma escadaria de pedra muito íngreme, na Rua de Santa Catarina. Foi convertido, em 1928, no Colégio João de Deus para rapazes e, em 1973, na Escola Básica Augusto Gil. Uma escola com grandes janelas viradas para um pátio airoso, com um lago, uma fonte e vários painéis revestidos com azulejos do séc. XIX e XX. Alguns, agora bastante danificados, apresentam muitas fissuras, microrganismos e estragos no vidrado. O Património Azulejar português é de uma riqueza e valor incalculável. Urge, por isso, defendê-lo e preservá-lo, garantir a sua sobrevivência, de forma a constituir a herança das futuras gerações. A Escola tem um papel determinante na educação patrimonial, na consciencialização da sociedade pela preservação e divulgação do património cultural, na criação de situações favoráveis que nos levam ao desenvolvimento dos valores culturais. Cientes das responsabilidades que nos competem para levar a cabo um plano de salvaguarda e conservação do bem cultural que herdámos na Escola Básica Augusto Gil, participámos no projeto “Ação Escola SOS Azulejo 2018”, uma ação pedagógica e lúdica dedicada ao azulejo. Este projeto, que contou com a participação de um grupo de alunos, professoras e técnicos especializados, cumpriu com os seus objetivos de chamada de atenção, de sensibilizar, valorizar e manter em bom estado este património azulejar da nossa escola.

Anabela Martins

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Professora adjunta da CAP do Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa


Semana das Humanidades - Des Installations Artistiques

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representação em Perspetiva Cónica e projetar uma Instalação Artística. Os trabalhos estiveram expostos oram dinamizadas atividades, no âmbito no átrio da escola, na segunda quinzena de março. da temática da Semana das HumanidaProfessora Ana Paula Coutinho des nas disciplinas de Francês e de Educação Visual, no passado mês de março. Os alunos do 8º e 9º ano redigiram textos em francês, sobre uma seleção de monumentos da UNESCO da região da Îlle de France, orientados pela respetiva professora de Francês. Na disciplina de Educação Visual, os alunos fizeram interpretações plásticas de alguns dos monumentos em estudo. Recorrendo a diversas técnicas de desenho e de pintura sobre papel, os alunos puderam explorar a técnica do Pontilhismo com marcadores, a

Semana das Humanidades - Reviver a tradição

s turmas A, B e D, do 5º ano, participaram na Semana das Humanidades, com a realização de diversos Jogos Tradicionais. Os alunos apelaram à memória dos mais idosos, tendo concluído que muitos dessas memórias de ocupação de tempo livre se fundem com as suas próprias vivências. Foram posteriormente recriadas algumas dessas memórias: o salto à corda, a corrida de sacos, o pião, a barra do lenço, o jogo do mata, jogo de tração com corda, com um grande envolvimento dos alunos na sua realização. Professora Maria José Estrela

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“Nós somos ativos”

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Plano Nacional para a promoção da Atividade Física pretende ser um incentivo para o aumento da prática de atividade física da população portuguesa. A consulta atenta do cartaz oficial permitete descobrir as indicações para o grupo etário das crianças e jovens. Depois, é só começar a seguir o lema: “SENTA-TE MENOS. MEXE-TE MAIS!” O Clube do Desporto Escolar do Agrupamento possibilita a participação, em estrita colaboração com o grupo de Educação Física, de todos os alunos do Agrupamento, em diversas atividades extracurriculares. Para além dos grupos equipa, com um funcionamento regular, alguns projetos permitem a realização de provas escolares com vista ao apuramento dos alunos que vão representar o agrupamento nas fases regionais. Entre outras, destacam-se o Corta-Mato e o Mega Sprint. Professora Catarina Cachapuz

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26 de janeiro de 2018 – Corta-Mato Distrital no Parque da Cidade do Porto

19 de fevereiro de 2018. Fase escola do Mega-sprint. José Fernando Pires, do 9º C2, vence a prova de juvenis e garante o apuramento para a fase regional.

14 de março de 2018. A comitiva do Agrupamento abrigada do furacão que “resolveu” passar pelo Estádio da Lavandeira e que motivou o cancelamento da prova.


Dança criativa

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oi com “Exercícios Coreográficos” que, no final do dia 22 de fevereiro, na sala Museu, mostramos aos nossos familiares o trabalho que estamos a fazer no Grupo de Dança Criativa. A tarde começou cedo para nós, já que foi necessário preparar o espaço a fim de criar um cenário que se queria simples, mas acolhedor. Também realizamos um ensaio geral, para testar o efeito do guarda-roupa, das luzes, enfim de tudo o que é necessário para que um espetáculo aconteça. À medida que a hora marcada se aproximava, um nervoso miudinho apoderou-se de nós… mas, conseguimos superá-lo e apresentar a coreografia que construímos nas nossas aulas. No final, ainda houve tempo para dançarmos em conjunto.

O grupo de Dança Criativa: Angélica Gomes, Beatriz Crystelo, Beatriz Rodrigues, Helena Gouveia, Mónica Zhang, Sara Monteiro, Sara Silva, Zita Oliveira, Catarina Cachapuz

Concerto Inter turmas

o dia 22 de Março de 2018, os alunos da turma 6º A, conjuntamente com os estagiários de Mestrado da ESE e o seu professor de Educação Musical, organizaram um espetáculo musical com a atuação dos professores e respetivos alunos. Os alunos David Teixeira, Zoé Andrade, Nádia Silva e Lara Rodrigues cantaram canções de Miley Cyrus, Selena Gomez, Camilla, Duo Lipa e Fernando Daniel. O professor e estagiários de Mestrado abrilhantaram o concerto executando duas músicas do grupo Flôr de Liz e de Ana Moura. Professor Carlos Graciano

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V.O.U. pela Natureza

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V.O.U. (Associação de Voluntariado Universitário) é uma associação sem fins lucrativos, sediada no Porto, que procura envolver os estudantes universitários em atividades de voluntariado em diversas vertentes: desde ações de acompanhamento de crianças e idosos carenciados, a ações de formação em primeiros socorros e apoio a animais abandonados. Este projeto surgiu com o intuito de alargar a atuação da VO.U. a ações dirigidas para a conservação do ambiente. Para concretizar este objetivo, o projeto desenvolve atividades em diversas áreas, nomeadamente através de trabalho de campo: controlo/remoção de plantas invasoras, censos de aves, monitorização de insetos, plantação de espécies de flora autóctone, manutenção de áreas protegidas, recolha de lixo. Assume também a tarefa de promover o conhecimento da biodiversidade e sensibilizar para a importância da sua conservação. Uma das formas pelas quais esta consciencialização ambiental melhor se materializa é a sensibilização de crianças e jovens em idade escolar. Tal como nos dois anos anteriores, a contribuição do V.O.U. pela Natureza na Escola Básica Augusto Gil no ano letivo 2017/2018 consistiu na realização de sessões teórico-práticas em contexto de sala de aula, na proposta e orientação de desafios práticos a desenvolver em contexto extra-letivo. As sessões tiveram uma duração de cerca de 50 minutos e cada turma foi exposta a 2 sessões. Os alunos contemplados este ano foram os das turmas dos 5º, 6º e 8º anos. Com os alunos do 5º ano, os voluntários do VO.U. pela Natureza abordaram a problemática dos desperdícios e seu impacto ambiental, dando particular ênfase aos perigos ambientais e para a saúde dos plásticos. Discutiram-se atitudes e medidas a tomar a nível individual para reduzir o consumo, reutilizar e limitar os desperdícios, propondo-se a adoção de uma estratégia de economia circular. Assim, através da diminuição e do (re)aproveitamento de desperdícios, procura-se um ideal "Lixo Zero"/"Zero Waste".Quanto aos alunos do 8º ano, adotou-se um tema semelhante ao do 5º ano, mas adaptado à faixa etária e aos conteúdos programáticos.

Nas turmas do 6º ano, as sessões foram dedicadas ao tema da Flora de Portugal. Foram apresentados alguns exemplos de espécies autóctones (através de fotos e amostras vivas), focando as caraterísticas mais importantes para a sua identificação e outras que as tornam mais interessantes ou particularmente úteis para os seres humanos. Nesse sentido, alertou-se para a importância de apoiar a conservação destas espécies, com esforços individuais e coletivos. Estas sessões tiveram como ponto de partida o programa curricular de Ciências Naturais de cada ano, para daí iniciarem a exploração de conceitos a que as crianças e jovens estão menos expostos no seu dia-adia e, assim, complementar a sua formação enquanto cidadãos ecologicamente cultos e responsáveis. Procura -se, assim, fomentar o gosto pelo contacto com a Natureza, num mundo cada vez mais citadino e digital, e pela sua conservação, através de gestos simples e ao alcance de todos. Rafael Rocha Voluntário da V.O.U.


Primavera no seu esplendor artístico

As árvores e os livros As árvores como os livros têm folhas e margens lisas ou recortadas, e capas (isto é copas) e capítulos de flores e letras de oiro nas lombadas. E são histórias de reis, histórias de fadas, as mais fantásticas aventuras, que se podem ler nas suas páginas, no pecíolo, no limbo, nas nervuras. As florestas são imensas bibliotecas, e até há florestas especializadas, com faias, bétulas e um letreiro a dizer: «Floresta das zonas temperadas». É evidente que não podes plantar no teu quarto, plátanos ou azinheiras. Para começar a construir uma biblioteca, basta um vaso de sardinheiras.

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Jorge Sousa Braga


Primavera no seu esplendor artístico

Ligações Nós temos sentimentos As árvores também O sol e a chuva ajudam-nas todos os dias Como nos ajudam os nossos pais Sem as árvores Nós não estaríamos aqui E a biodiversidade nunca existiria Por isso cuidar das árvores é a nossa missão.

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Margarida Teixeira, 5ºD

Trabalhos realizados pelos alunos do 5ºB,5ºD,5ºE,6ºD, nas aulas de Educação Tecnológica, sob a orientação da Professora Branca Mesquita


Ginkgo biloba, a árvore que superou todos os desafios encontra-se no Jardim Botânico de Kew, no Reino Unido, e tem entre 230 e 240 anos de idade. Na biblioteca da nossa escola, um ramo de Gingko biloba parece querer enfrentar um novo desafio deixando-se admirar pela comunidade escolar e, quem sabe, criando raízes para dar origem a uma nova árvore, numa resiliência sempre renovada. Em 1815, Ginkgo biloba já foi tema de poesia…

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A folha dessa árvore do Oriente Que se enraíza agora em meu jardim, Revigorando quem a experimente, Segreda aos sábios um mistério sem fim.

É porventura um único ser vivo e origem chinesa e tendo chegado à Que se divide em dois? Ou será talvez Europa em 1727, Gingko biloba é uma árvore gimnosUm casal de criaturas no efetivo pérmica, dióica (existem árvores masculinas e árvores Esforço de se unificar de vez? femininas), com frutos globosos de cerca de 3cm de diâmetro, carnudos, lisos e com cheiro caraterístico Eis que a resposta para tais questões devido à presença de ácido butírico. É uma espécie Surgiu na minha mente enfim depois cujos exemplares são considerados fósseis vivos, tendo De perceber, através de sonhos e canções, Que sou, ao mesmo tempo, um e dois. surgido há cerca de 270 milhões de anos e sobrevivido à extinção dos dinossauros. É símbolo de paz e de lonJohann Wolfgang Von Goethe, 1815 gevidade por, espantosamente, ter sobrevivido também à bomba de Hiroshima, no Japão, em 6 de agosto Espera-se o resultado da inspiração poética de 1945. dos alunos da Escola Básica Augusto Gil, num desafio A palavra ginkgo tem origem chinesa (ginkyo: atual sobre o mesmo tema! 銀杏), que significa damasco prateado, numa alusão formato bilobado das folhas. A árvore foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Engelbert Kaempfer, por volta de 1690, mas só despertou o interesse de cientistas após a Segunda Guerra Mundial (19391945), quando foi notado que tinha sobrevivido à radiação nuclear em Hiroshima, surgindo no solo da cidade devastada. Na área da medicina, as suas folhas têm sido frequentemente usadas no combate aos radicais livres e como auxiliar da oxigenação cerebral, constituindo a base de vários medicamentos. O extrato obtido das folhas de Ginkgo biloba contém princípios ativos, os ginkgoflavonóides reconhecidos tradicionalmente pelas suas propriedades que favorecem a irrigação sanguínea cerebral e melhoram a memória. Os exemplares de Gingko biloba são árvores de forma cónica que perdem todas as folhas duas vezes por ano. Atingem uma altura de 20 a 35 metros e existem atualmente em praticamente todos os continentes, sendo valorizados como espécie ornamental de grande beleza. O exemplar mais antigo da espécie

Professora Manuela Lopes

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aos seus pequenos frutos. A palavra biloba vem do


APEEAG de “alma cheia”

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epois de um período de alguma indefinição, coincidente com o início do ano letivo, um grupo de pais conseguiu formar uma equipa coesa, arregaçando as mangas e trabalhando, todos os dias, em prol da nossa comunidade educativa. Em pouco tempo, a Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Augusto Gil (APEEEAG) projetou um plano de ação, que passa, sobretudo, por dar apoio a quem mais precisa e também ajudar a nossa escola e todos que nela trabalham, nas suas tarefas mais prementes e que passam, muitas vezes, por pequenos/grandes investimentos, sobretudo nas infraestruturas. Logo no Natal, e como sempre é tradição nesta casa, a Associação de Pais ajudou algumas famílias a passar uma quadra mais feliz. Dez cabazes puderam ser entregues a outras tantas famílias, deixando a todos um sentimento não só de dever cumprido mas também de “alma cheia” por poder ajudar o próximo. Só foi possível realizar esta ação, em tempo

recorde, com a ajuda de algumas empresas, sempre prontas a ajudar a nossa escola. Uma contribuição decisiva para constituir cabazes bem recheados e que deixou, de certeza, as famílias mais felizes. O trabalho não diminuiu. Logo a seguir, e até às férias da Páscoa, a Associação de Pais lançou um sorteio com o intuito de angariar verbas para ajudar no dia-a-dia da escola. Muito em breve, todos sentirão que valeu a pena todo o esforço. Um sorteio que teve uma feliz contemplada e logo com o primeiro prémio – um overboard. A D. Rosa Lima recebeu das mãos da presidente da APEEEAG, Ana Gonçalves, o respetivo prémio. É sempre bom quando os prémios são distribuídos. Os números da lotaria de Páscoa do segundo e terceiros prémios não foram vendidos. O trabalho continua. Queremos uma escola melhor, um ambiente saudável, um projeto de ensino de excelência. Com a ajuda de todos vamos conseguir. A direção da APEEEAG

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Organização dos cabazes de Natal

D. Rosa Lima, a feliz comtemplada com o 1ºprémio do sorteio da Páscoa


Concurso Nacional de Leitura

oi no passado dia 9 de abril que se realizou o Concurso Nacional de Leitura na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, onde dezenas de alunos de várias escolas da cidade do Porto, participaram na fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura. É de salientar a participação das alunas Maria João Neves e Ana Moreira, que tão bem souberam representar a Escola Básica Augusto Gil. O tema escolhido este ano pelo Pelouro da Cultura da Câmara do Porto foi a Antiguidade Clássica. Para a fase concelhia do CNL do Porto - que incluiu pela primeira vez alunos do 1.º ciclo e do 2.º ciclo do ensino básico, foram selecionados nas escolas do Porto 40 alunos. Estes jovens leitores tiveram de ler e prestar provas sobre os livros: Resgate, de David Malouf; A jangada de Ulisses, in A Odisseia, de Homero, adaptada por Frederico Lourenço; A coroa de Olímpia, de Hélia Correia; A lenda de Ícaro. Além das provas escritas, os alunos e professores puderam usufruir de outras iniciativas, como visitas a uma exposição de ilustração e a outra de arte contemporânea, a jogos e a outros momentos de convívio, pois o que se pretende é que, todos os envolvi-

Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG

Maria João Neves (5ºD) e Ana Moreira (7ºA2)

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dos conheçam novas pessoas e novos lugares apenas porque leram o mesmo... livro". Atualmente na sua 12.ª edição, o Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa que congrega vários parceiros institucionais, nomeadamente o PNL Plano Nacional de Leitura, a DGLAB - Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, a RBE - Rede das Bibliotecas Escolares, o Instituto Camões, a RTP e 18 autarquias de Portugal Continental e Ilhas.


Pelos caminhos de … Coimbra

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rendo a maravilhosos exemplos presentes na natureza. Foi ainda possível atravessar o Jardim Botânico, visitar as imediações da Universidade de Coimbra e descer a escadaria Quebra-Costas, um ponto histórico de simbolismo que liga o Arco de Almedina ao largo da Sé Velha.

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o dia onze de abril, no âmbito das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química, os alunos do nono ano da Escola Básica Augusto Gil realizaram uma visita de estudo ao Exploratório Centro de Ciência Viva, em Coimbra. Aqui, no espaço de exposiA visita de estudo foi do agrado de todos os ção interativa, os alunos puderam manipular tecnologias que evidenciavam o funcionamento dos diferentes participantes. sistemas circulatório, digestivo, entre outros. De seguiProfessoras Carla Almeida e Paula Batista da, no Hemispherium 360o, visualizaram um filme, sobre Seleção Natural, em que Charles Darwin dava a conhecer a teoria sobre a origem das espécies, recor-


Stephen Hawking, um marco para a Ciência e para a indomável vontade de Ser

espero inspirar pessoas em todo o mundo a olhar para cima, para as estrelas, e não para baixo, para os seus pés”.

Devemos-lhe isso: não nos deixarmos “esmagar” nem pela mediocridade nem pelas adversidades da vida! Professora Manuela Lopes

9ºano! E, agora?

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a tarde de 17 de abril, os pais e encarregados de educação dos alunos que frequentam o 9º ano na nossa escola aceitaram o convite para participar numa reunião com a nossa psicóloga escolar, Dr.ª Margarida Frias Rocha, que apresentou a uma plateia de jovens e adultos interessados a panóplia de oportunidades que o sistema de ensino oferece, para a frequência do secundário, aos alunos que completarão dentro de poucos meses a escolaridade básica. O 9º ano é um ano de grandes decisões! Elas podem mudar a forma do aluno estar na escola e influenciar o seu futuro. Ao terminar o básico ele vai ter que escolher e o leque é vasto! Para que a escolha seja consciente, a ajuda de pais, professores e psicóloga escolar é preciosa. Não a menosprezes, é o teu futuro que está em está em jogo! Professora Ana Castro Silva

Um ano de escolhas!

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tephen Hawking, o físico britânico que nasceu em Oxford a 8 de Janeiro de 1942, é hoje visto como um dos mais prestigiados cientistas e nunca deixou de pesquisar sobre a origem do Universo, tendo revolucionado os estudos sobre os buracos negros. O físico era conhecido por ser um dos escritores de ciência mais vendidos do mundo. O seu primeiro livro intitulou-se “Breve História do Tempo” e ainda escreveu e participou da criação de outros livros de Ciência, sendo de referir “Aos Ombros de Gigantes” e “A Chave Secreta para o Universo”. Foi-lhe diagnosticada esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos e os médicos disseram que teria menos de três anos de vida pela frente. Apesar da doença ter afetado a sua mobilidade e as cordas vocais, Hawking, com ajuda de uma cadeira de rodas e de um sintetizador de voz, fez sempre parte da comunidade científica ativa. Superando todas as adversidades físicas, deu asas à sua mente genial e tornou-se numa referência

no mundo científico, tornando-se um dos cientistas mais famosos e influentes do mundo. A sua tese intitulada “Propriedades dos Universos em Expansão“, escrita em 1966, foi divulgada apenas no ano passado e Stephen Hawking acrescentou: “Ao tornar livre o acesso à minha tese,


VIII Noite das Profissões

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o dia 2 de maio, a partir das 20 horas, os alunos do nosso agrupamento de escolas puderam vir à EBAG que, pelo oitavo ano consecutivo, organizou, no âmbito do trabalho do Serviço de Psicologia e Orientação, a Noite das Profissões. Treze escolas profissionais aceitaram o convite e estiveram presentes para dinamizar demonstrações das suas ofertas educativas para o Ensino Básico (Cursos de Educação e Formação) e Secundário (Cursos Profissionais), respondendo ao interesse, expectativas e dúvidas dos alunos e encarregados de educação que as procuraram. Visitou e participou na feira um grande número de alunos do 6.º ao 9.º ano, das duas escolas do agrupamento, numa grande demonstração de interesse, como é transparecido pelas fotografias. A psicóloga, Dr.ª Margarida Rocha, disponibilizou-se para apoiar o posterior estudo dos materiais recolhidos na feira, as pré-inscrições nos diferentes cursos e o processo de tomada de decisão na escolha que cada um terá de fazer no final do ano letivo.

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Dr.ª Margarida Frias Rocha


Estilos de vida saudável

o dia 18 de abril seis alunas do curso de medicina do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto, vieram à nossa escola dinamizar uma ação de formação inserida na “Semana da Saúde”, para a promoção de estilos de vida saudável. Abordaram os temas: Tabagismo, Exercício Físico, Alimentação Saudável, Higiene Pessoal e do Sono. Os alunos de cada turma foram separados em três grupos e distribuídos pelas três estações: Alimentação Saudável, Exercício Físico e Higiene Pessoal, no caso do 2º ciclo (5ºD e 6ºD), e Tabagismo, Higiene Pessoal e Higiene do Sono, no caso do 3º ciclo (7ºB e 8ºB). Estas atividades decorreram na Sala Museu,

Alunos do 6ºD

Professora Elisa Andrade

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sendo evidente a recetividade e interesse por parte dos alunos que participaram.


Matemática em ação! “O número domina o Universo.” Pitágoras

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s alunos participaram durante este ano letivo nos seguintes concursos matemáticos: - No dia 8 de novembro de 2017 realizou-se a 1ª eliminatória das Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM), organizadas anualmente pela Sociedade Portuguesa de Matemática, um concurso de problemas de Matemática, que visa incentivar e desenvolver o gosto pela Matemática. - No dia 10 de janeiro de 2018, os alunos vencedores das categorias Júnior e A das OPM, respetivamente Leonor Ricardo, do 6ºB e Maio Afonso, do 8ºA, representaram a escola na 2ª eliminatória, no Grande Colégio Universal. - No dia 19 de março realizou-se o campeonato inter turmas do SuperTmatik, concurso de cálculo mental, para escolha dos representantes da escola na final online. - Dia 21 de março realizou-se o canguru mate-

mático, concurso promovido pela SPM e que pretende estimular e motivar o maior número possível de alunos para a matemática. A Associação Canguru sem Fronteiras é uma associação de carácter internacional que reúne personalidades do mundo da matemática de 55 países. O seu objetivo é promover a divulgação da matemática elementar por todos os meios ao seu alcance e, em particular, pela organização anual do Concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, que tem lugar no mesmo dia em todos os países participantes. -Dia 7 de maio realizou-se a final online do SuperTmatik. Todos os alunos tiveram bom desempenho, mas é de realçar a posição 64 no ranking, do aluno Rúben Lopes do 5ºD, entre 44870 participantes. No final de cada período, todos os alunos do 2º ciclo, participam no concurso interno “Descobre o Número”. No final do ano são eleitos os três melhores de cada um dos anos. No final do ano letivo todos os alunos vencedores serão distinguidos com prémios e certificados de participação.

Alunos do 5ºB, 5ºC, 5ºD, 7ºA2, 8ºA2 que participaram no SuperTmatiK

Professora Dora Gouveia


“Assalto” à escola

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o âmbito das comemorações da revolução do 25 de abril de 1974 a turma do 6º B encenou uma pequena peça, criando um assalto fictício à escola Augusto Gil, como se ela fosse, um alvo importantíssimo de controlo pelas tropas do MFA.

ram pelos presentes cravos vermelhos! Foi uma forma de contar a História para que a História não se repita: com precisão, mas também com a simplicidade de linguagem que o contexto de vida dos alunos e entendimento lhes permite ter. E eles estiveram perfeitos no seu papel!

A atividade dinamizada pela professora de HGP, Dois alunos vestiram a pele do capitão Salcontou com a colaboração da professora de EV e ET, gueiro Maia e do major Otelo Saraiva de Carvalho e Branca Mesquita na elaboração dos 44 cravos vermeinvadindo inesperadamente a sala dos professores, no lhos. intervalo das 10.15, explicaram os motivos da revoluProfessora Ana Castro Silva ção e os objetivos do Movimento das Forças Armadas.

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Num gesto simbólico, algumas alunas distribuí-


Olimpíadas do 25 de abril

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inamizada pela editora Raiz, em colaboração com o grupo disciplinar de História e Geografia de Portugal e a Biblioteca Escolar, realizaram-se “As olimpíadas sobre o 25 de abril”. A atividade teve lugar no dia 16 de abril, no espaço da Biblioteca e contou com a participação das turmas do 6º A e 6º B. Os alunos tiveram a oportunidade de por à prova os seus conhecimentos sobre a temática do Estado Novo e o 25 de abril. O despique entre turmas e alunos foi salutar e esteve ao rubro! No final, a representante da editora Raiz, distribuiu pela equipa vencedora esferográficas, blocos de notas e sacos para livros. Pequenas ofertas para alunos que estiveram à altura e mostraram saber muito bem a matéria. Professora Ana Castro Silva

A equipa vencedora: Filipa Sabino, Mariana Miranda, Joana Pereira, Laura Castro Silva com a representante da editora Raiz

Educação para a Paz

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câmara do Porto disponibilizou à comunidade educativa um conjunto de exposições, concebidas pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação, que incentivam ao desenvolvimento de uma cultura de paz. Nesse sentido, o grupo disciplinar de História e Geografia de Portugal da escola Augusto Gil requisitou uma das várias exposições apresentadas pelo município. Com efeito, na semana de 16 a 20 de abril, estiveram patentes no espaço da Biblioteca cerca de 10 painéis em lona de 1,20m por 0,80m, com fotografias e textos, documentando o período da Ditadura do Estado Novo e mostrando a importância das conquistas de Abril. Esta exposição constituiu um instrumento valioso para a consolidação de aprendizagens na disciplina de História do século XX. Professora Ana Castro Silva


“ Onde estava no 25 de abril?”

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pergunta eternizada pelo jornalista Baptista Bastos, foi o mote para que os alunos dos 6º B realizassem um trabalho de investigação junto de familiares, amigos e conhecidos. A ideia, era colocarem ao entrevistado a célebre pergunta: “ Onde estava no 25 de abril? “ e obterem informações que lhes permitissem compreender melhor como viviam os portugueses naquele tempo. E, como as memórias são coisas que ficam do tempo que passa, eles quiseram conhecer a memória dessas pessoas. A memória de todos nós que vivemos esse tempo histórico. Professora Ana Castro Silva

ta altura o encarregado chegou à minha beira e, disse-me, para largar tudo o que estava a fazer e ir embora, pois estava a acontecer uma revolução. Não me deu mais pormenores. Saí do restaurante e ao passar na rua D. João IV, perto do Consulado de Espanha fiquei muito assustada pois estavam a disparar tiros intimidatórios para o ar. Com medo, fui o mais depressa que pude para casa. Só por volta das 23.30 é que soube mais alguma coisa pela televisão.” Armandina Pereira - 72 anos (avó da Joana Pereira, 6º B)

“Nesse dia, de manhã, preparava-me para ir para a Universidade de Letras do Porto, como de costume. No entanto, não o cheguei a fazer, pois recebi um telefonema do meu pai a informar-me da existência de um movimento de militares e, a pedir-me, para não sair do Lar, onde me encontrava hospedada, uma vez que poderia ser perigoso. Obedeci a meu pai mas, curiosa, aproximei-me da janela do quarto e, apercebi-me, de uma grande movimentação na rua. Em frente ao Lar, ficava a esquadra da Polícia e era um entra e sai de agentes. Estive todo o dia atenta às notícias que eram transmitidas na rádio e na televisão. “ Delfina Rodrigues – Presidente da CAP do Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa

"No dia 25 de abril de 1974, vivíamos em África e o empregado da família avisou-nos que poderíamos ser expulsos à força. O meu marido era juiz e corria o risco de ser assassinado, como aconteceu com muitos, nesta altura de grande euforia, mas também de violência. Então, decidimos regressar a Portugal. Tivemos a sorte que alguns não tiveram, pois trouxemos os nossos bens matérias, incluindo o carro que por ter matrícula africana, nos identificava, aqui em Portugal, como retornados.” Nídia Freitas—74 anos (Avó do Vicente Melo, 6º B)

“Eu vivia em Lamego com o meu marido, na altura professor de História e Filosofia no liceu. Já tinha uma filha com 3 anos, a Marta. Não trabalhava fora, era dona de casa. Na noite da revolução, soubemos logo com grande alegria do momento que se estava a passar na história do nosso país. O meu marido estava ligado a movimentos políticos de esquerda, ansiava pela liberdade e essa noite foi, sem dúvida, uma das mais felizes e inesquecíveis da nossa vida! “ Leonilda dos Santos -74 anos (avó da Mara Soutinho, 6º B)

“No dia 25 de abril estava a trabalhar e estava grávida do meu primeiro filho. Fiquei muito contente com a notícia da revolução! Senti que a situação das mulheres iria melhorar. Quando o meu filho nasceu, dois meses depois, a minha alegria foi ainda maior ao ter a certeza que ele não iria combater no chamado ultramar português!” Mar

Maria José Moura – Assistente Operacional na Escola Augusto Gil- 65 anos

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“ Nesse dia fui trabalhar, como de costume, para o restaurante. A cer-


Gestão Sustentável de Recursos A consciência da escolha chegou à EBAG

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o âmbito da temática da Gestão Sustentável de Recursos, lecionada no 8º ano de escolaridade na disciplina de Ciências Naturais, o Núcleo de Estágio de Biologia e de Geologia convidou o Professor Doutor António Guerner Dias a dinamizar uma palestra sobre “Energia Fóssil versus Energia Renovável” na Sala Museu da Escola Básica Augusto Gil, no dia 27 de abril pelas 10h e 30 minutos, e agradeceu a sua sempre pronta disponibilidade na colaboração com as escolas. A atividade contou com a presença das turmas 8ºA2, 8ºB2 e 8ºC2 e, ainda, dos docentes que acompanharam as respetivas turmas. Durante esta dinamização, com a ativa participação dos alunos, foram abordadas as principais diferenças entre energias fósseis e energias renováveis, as consequências ambientais da prolongada utilização da energia fóssil e, ainda, as van-

tagens do uso das energias renováveis para um desenvolvimento que se pretende sustentável. Os alunos revelaram interesse pelo assunto tratado e as questões colocadas evidenciaram alguma preocupação com a qualidade ambiental, presente e futura. É ainda de realçar que, no relatório de 2017 da Agência Europeia do Ambiente sobre a utilização de energias renováveis na Europa, Portugal se encontra em sétimo lugar entre os 28 Estados membros da União Europeia com maior quota de energias renováveis no consumo energético. Poderá esta avaliação indicar que estamos no “bom caminho”? Julgamos que sim, mas a educação da população para comportamentos responsáveis, face à proteção ambiental, será certamente um importante fator para a qualidade de vida das futuras gerações. Núcleo de Estágio de Biologia e Geologia da EBAG, Cristiana Queiróz e Sara Simões


Toca a marchar ... até ao Museu Militar!

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o dia sete de maio de 2018, a turma D, do sexto ano, da Escola Básica Augusto Gil fez uma visita de estudo ao Museu Militar. O edifício onde se situa o museu é muito importante para a História Contemporânea de Portugal, pois nele funcionou a sede da P.I.D.E, na cidade do Porto. Esta visita visou consolidar os conhecimentos já adquiridos na sala de aula, e despertar nos alunos, a curiosidade quer pela História Pátria, quer pelo desenvolvimento nos alunos do gosto pela visita a museus. Os alunos puderam visitar, acompanhados por um guia, a coleção de miniaturas de soldados, a qual nos mostra a evolução da arte da guerra ao longo dos tempos. Visitou-se também uma sala que recria a primeira tentativa de Implantação da República em Portugal, e por fim a recriação de uma trincheira da Primeira Guerra Mundial e armamento utilizado quer pelos portugueses, quer pelos movimentos de libertação na Guerra Colonial. Os discentes, acompanhados pelos professores António Silva, Branca Mesquita e Maria do Céu Faria, demonstraram grande entusiasmo e fizeram questões acerca do que observaram. De referir que não se pôde visitar as celas onde os presos políticos eram interrogados e mesmo torturados, no entanto foi sem dúvida uma manhã bem passada.

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Professor António Silva


Preservar o Património O que é, afinal, o património? E qual o verdadeiro significado de “preservar”?

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o dicionário, “património” é definido como “o que é considerado herança comum a todos”, enquanto que ao termo “preservar” é atribuído o significado de defender. “Preservar o património” deve assim ser entendido como defender a herança dos antepassados que nos legaram o seu melhor, ao nível das Artes, da Ciência e da Tecnologia: um legado cultural que se reflete naquilo que somos! Que seria de nós sem o legado cultural dos nossos antepassados? Em cada geração, teríamos de reinventar o fogo, a roda e o papel, sem hipóteses de chegar a um telemóvel ou a um computador, no tempo de vida de que dispomos… Na Escola Básica Augusto Gil é inegável o património existente, tanto a nível da Ciência como da Arte: temos exemplares raros, por vezes únicos, em contexto científico e, no contexto artístico, orgulhamo-nos de alguns azulejos muito antigos e de dois painéis singulares com elementos caraterísticos de uma época, alusivos a João de Deus e datados da década de 1930.

Foi entre sentimentos de admiração e de orgulho pelo belo património azulejar que a escola ainda alberga, que ouvi uma aluna perguntar: “Ó setora, não era melhor tirar daí esses azulejos velhos e substituílos por outros de cores vivas, para virmos para aqui?” Todo o meu entusiasmo escorreu em espanto e só pude pensar que não estamos a conseguir transmitir aos nossos jovens o orgulho por uma cultura que foi crescendo, etapa a etapa, ao longo de séculos. Tentei esclarecer que “velharia” difere de “antiguidade”, que “lixo” difere de “património” mas percebi logo, no olhar meigo da aluna, que era preciso muito mais do que uma explicação para a fazer sentir a magia de vibrar de orgulho pelo testemunho que os nossos antepassados se preocuparam em deixar-nos e que, não estando já presentes, nos permite conhecer um pouco da sua alma. Afinal, os seres humanos que viveram antes de nós legaram-nos muito mais do que um belo património genético… Conseguirá a escola atual superar o desafio de motivar os seus alunos para o verdadeiro conhecimento e valorização do património cultural sobrevivente? Professora Manuela Lopes


Ação Escola S.O.S. Azulejo 2018 A arte azulejar é Património Português.

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Início do projeto de restauro e recuperação do painel de azulejos, com a participação voluntária e empenhada de diversos alunos, sob a orientação dos técnicos do Banco de Materiais.

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Exposição de trabalhos realizados pelos alunos do 6ºD, 7ºA2,7ºB2,7ºC2,7ºD2,8ºA2,8ºB2,8ºC2, no átrio da EBAG

edifício da Escola Básica Augusto Gil, tem uma história que lhe confere um património que integrou diferentes instituições da área da Educação, nomeadamente o Colégio da Estrela (século XIX), o Colégio João de Deus (1928-1973) e a Escola Básica Augusto Gil. É nesse contexto que abriga um interessante património de azulejos, património esse que não tinha sido devidamente valorizado e protegido. O projeto “AÇÃO ESCOLA SOS AZULEJO 2018” surgiu não só como projeto pedagógico favorável à educação para valores de valorização e defesa do património, mas também como um projeto de efetivo SOS para estes painéis de azulejos que há muito tempo nos deram o seu grito de alerta. Na escola, podemos encontrar num pequeno “pátio” dedicado a João de Deus, um fragmento poético alusivo à célebre “Cartilha Maternal” de 1877. Remete-nos para a importância da Natureza e para uma vida plena, inserida numa simbologia romântica. Os azulejos alusivos à vida de João de Deus, numa merecida homenagem, foram elaborados em 1932. Como objetivos principais da nossa participação no projeto “AÇÃO ESCOLA SOS AZULEJO 2018”, salientamos: - a valorização do património dos azulejos da escola, nomeadamente os que estão patentes no


Ação Escola S.O.S. Azulejo 2018 Protegê-lo e preserva-lo é da responsabilidade de todos.

- a divulgação do património de azulejos da escola, para reconhecimento público do seu valor. - a recuperação e restauro dos azulejos do “pátio” João de Deus. - a aprendizagem de formas de manutenção e preservação de azulejos. Como tal, no dia 4 de maio, antecipando os festejos do Dia Nacional do Azulejo (6 de maio), foram dinamizadas na EBAG diversas atividades, de acordo com os objetivos gizados anteriormente. A parceria com o Banco de Materiais e com a Divisão de Limpeza Urbana da Câmara Municipal do Porto, foi fulcral para a realização das mesmas. Com quase 13.500 participantes e mais de uma centena de escolas, a ‘AÇÃO ESCOLA SOS AZULEJO 2018’ constituiu uma extraordinária manifestação coletiva de apreço e celebração do azulejo português. A Escola Básica Augusto Gil foi a única escola pública da cidade do Porto, a integrar este projeto de defesa do património azulejar português.

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A equipa responsável pelo projeto (Ana Paula Coutinho, Branca Mesquita, Maria João Silva, Manuela Lopes, Anabela Martins) gostaria de deixar o seu profundo agradecimento a todos os envolvidos, com especial destaque para: NORS; Paula Martins; Dr.ª Augusta Martins; Paula Lage; Júlio Vieira; Técnicos da Divisão de Limpeza Urbana da C.M.P.; Walter Almeida; Albano Pereira; Filomena Almeida; Felicidade Perdigão

Exposição e venda de trabalhos alusivos ao património azulejar da EBAG

Paula Lage e Júlio Vieira, técnicos do Banco de Materiais, a efetuar trabalhos de restauro no painel.

Workshop de estampagem com carimbos


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Projeto Art’Themis vio e espaço de partilha.

Neste sentido, o projeto trabalha com as escoArt’Themis da UMAR é um projeto de las para que estas possam assumir-se como um local prevenção primária da violência de género em contexto privilegiado para a aprendizagem e implementação de escolar, subvencionado pela Secretária de Estado para uma cultura de paz, contribuindo para a igualdade de a Cidadania e Igualdade. direitos e oportunidades entre homens e mulheres. Este projeto tem intervenção em todos os As fotografias que se seguem ilustram os níveis de ensino (desde o jardim-de-infância até ao momentos em que os alunos do 5ºC, 6ºB,7ºA2, 7ºD2 ensino secundário) nos distritos do Porto, Braga, Coimapresentaram no anfiteatro do ISMAE, o produto final bra e Lisboa. Tem como objetivos fulcrais a prevenção do seu trabalho. da violência de género e a promoção da igualdade e Dra. Margarida Teixeira dos direitos humanos. Desde 2014, o Art’Themis é desenvolvido na Escola Básica Augusto Gil, na cidade do Porto, tendo por média 5 turmas participantes, em cada ano letivo. Ao longo do ano letivo estão previstas, em média, 15 sessões quinzenais nas aulas da disciplina de Educação Cívica. As sessões são desenvolvidas a partir de ferramentas artísticas e jogos pedagógicos de forma a estimular o diálogo, a participação e o espírito crítico. Os temas trabalhados são os direitos humanos, direitos das crianças, estereótipos, preconceitos, igualdade de género, violência de género, descriminação e comunicação, entre outros.

Catarina Magalhães e Marco Gomes, 7ºD2

Alunos do 5ºC

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No final do ano letivo, as turmas participantes apresentarão os seus trabalhos artísticos desenvolvidos ao longo do ano letivo, num seminário final que irá reunir os/as alunos/as de várias escolas para um conví-


Projeto Art’Themis

Alunas do 6ºB

DIREITOS HUMANOS Pela Paz temos que lutar Homens, mulheres, crianças respeitar. Apesar da raça ou da cor, temos que permanecer no amor e afastar a dor. África, Alemanha ou Japão, em todos os países tem que haver amor e paixão. A todas as pessoas temos que ajudar, para um mundo melhor criar. Muitas coisas podemos dar e, no fim, sorrisos partilhar. Não importa a idade nem a beleza, Importa sim, ajudar as pessoas e a natureza. Poluição, violência com isso temos que acabar, Phabllo Souza, 6ºB

para o amor pelo mundo espalhar.

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Guilherme Carreira, 7º A2

Ana Moreira, Igor Pinto, Leonor Barreto, 7ºA2

Tcherno Baldé (7ºD2) e Dra. Margarida Teixeira


Concerto da Primavera

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o dia 15 de maio, realizou-se na nossa escola o Concerto da Primavera. Nele, atuaram alguns alunos do Conservatório de Música do Porto, tocando músicas em diferentes instrumentos: guitarra clássica, clarinete, piano e saxofone. O primeiro a atuar foi um aluno, um pouco mais velho do que eu que tocava guitarra clássica com uma sensibilidade e concentração que nos deixou arrepiados! Seguiu-se a atuação de uma aluna, que acompanhada ao piano pela professora, tocou maravilhosamente clarinete. Depois, foi a vez do saxofonista e do pianista mostrarem os seus dotes. Todos eles foram extraordinários e no final, foram vivamente aplaudidos por todos os alunos que estavam a assistir. Agostinho Cruz, 5ºA

Literacia 3D s alunos da EBAG responderam, mais uma vez, de forma positiva ao desafio que a Porto Editora lançou – Literacia 3D – a três competências: Ciências, Leitura e Inglês. Com esta iniciativa, Escola e parceira (Porto Editora) pretendem contribuir para o desenvolvimento educativo, pessoal e social dos jovens. No 1º período, vários alunos participaram na 1ª fase, ao nível de escola e três deles, um de cada área, foram apurados para participar na fase seguinte. José Carlos Costa, do 6ºC, na área de Ciências, Ricardo Costa, do 7ºD2, na área de Leitura, e Maio Afonso, do 8ºA2, na área de Inglês, representaram a escola na fase distrital, que decorreu na Escola Secundária Fontes Pereira de Melo. Os alunos também gostaram muito de participar nesta atividade extracurricular, recebendo, nesse mesmo dia, os prémios da qualificação à fase distrital. Apesar de não terem sido apurados para a final, em Lisboa, as suas prestações nas provas foram muito boas, enchendo de orgulho os respetivos professores. Professora Carla Almeida

Maio Afonso(8ºA2), Ricardo Costa(7ºD2), José Costa(6ºC)

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“O menino que tinha olhos quadrados”

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aula Sá, psicóloga, especialista em Psicologia Clínica e Escritora, esteve presente na Biblioteca Escolar, a 26 de janeiro e 15 de março. A escritora, que iniciou a sua carreira a trabalhar com crianças e tem mantido um contacto profissional com este grupo mais jovem, está assim, dentro dos temas e interesses ligados a este público. Como escritora falou-nos do seu livro “O menino que tinha olhos quadrados”, obra que fala de um problema emergente nos dias atuais. Esta obra, retrata a vida de um jovem que gosta de jogos eletrónicos, a ponto de ficar esquecido de tudo o que o rodeia. O tema suscitou o interesse dos nossos alunos, desde o primeiro momento. Citando a escritora, “Recordo que alguns dos momentos mais felizes da minha vida profissional estão relacionados com a “hora do conto”. Quando contava histórias às crianças, elas deliravam com as dramatizações que eu fazia, ficavam suspensas nas pausas estratégicas que eu fazia! Este amor profundo pelas crianças continuou sempre vivo em mim, enquanto, pelo caminho, fui cuidando e tratando as crianças feridas dos meus pacientes adultos.”

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Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG

Professora Ana Cunha; Dr.ª Margarida Rocha; Carla Almeida, Coordenadora da EBAG; Paula Sá; Sara Ribeiro,6ºD; Professora Branca Mesquita; Mustafa Jacabi,6ºD


Semana da Leitura Ler! A qualquer hora, em qualquer lugar!

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Biblioteca Escolar comemorou a Semana da Leitura com um conjunto de atividades e concursos comemorativos, alusivos à proposta do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares, entre os dias cinco e nove de março. Durante toda a semana, os alunos participaram em atividades diversificadas que deram visibilidade e promoveram a leitura como ato comunicativo, um diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências. Promoveuse um espaço de encontro, criativo e colaborativo. As atividades e concursos propostos foram: “Leitores e leituras na Biblioteca”, “Cartografia de Leituras”, “Concurso de Ilustração”, “A minha capa”, “Concurso de fotografia criativa”, “Filmes na Biblioteca. Contámos também com a presença da escritora Isabel Ramalhete. Destaca-se a motivação e interesse na participação dos alunos, havendo posteriormente uma sessão de entrega dos prémios aos vencedores dos concursos. Foi uma semana dinâmica com o envolvimento de diversas turmas, dando assim resposta ao tema e à missão da Semana da leitura. Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG

Concurso de Fotografia 1º Prémio – Margarida Teixeira,5ºD 2º Prémio – Geovana Carvalho,6ºD 3º Prémio – Maria Inês Almeida,6ºB 4º/1º Prémio (Masculino) – Bernardo Fernandes,6ºA

Cartografia de Leituras Prémio de Participação – Manuela Canduca,5ºD

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Concurso de Ilustração 1º Prémio – Marta Martins,7ºD2 2º Prémio – Geovana Carvalho,6ºD


Contos de todo o mundo, com Isabel Ramalhete

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oi com carinho que recebemos a escritora Isabel Ramalhete na nossa Biblioteca Escolar, para nos encantar com as suas histórias e lendas do mundo. Nasceu no Porto onde se licenciou em Filologia Germânica. Professora de Inglês e Português, traduziu, do galego, do inglês, do espanhol e do alemão, cerca de quatro dezenas de obras de autores como E.T.A., Hoffman, Lewis Carroll, Louisa May Alcott, Uri Orlev e Katherine Paterson. Especializou-se em bibliotecas escolares, coordenando, durante vários anos, a Biblioteca da Augusto Gil. Coorganizou antologias e publicou, para crianças, os livros A Cabeça da Luz e Tubarões, Crocodilos e Cavalos-Marinhos. Nesta sessão falou-nos dos contos que percorrem o mundo e o que a levou a adaptar e recontar. Lendas exóticas que divertem e levam param outras realidades. Leituras únicas, que deixam saudade!

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Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG


“O Principezinho no século XXI”

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oi no dia 13 de março que Manuela Lopes, licenciada em Biologia, Mestre em Hidrologia, Doutorada em Arquitetura Paisagista e Ecologia Humana e Professora no nosso Agrupamento, veio à nossa Biblioteca falar do seu livro “ O Principezinho no século XXI”. Foi com a ternura de um Principezinho que Manuela Lopes nos levou a viajar por um Planeta que pode ainda ser um lugar magnífico, se houver corações puros e cheios de alegria pela vida, tal como o Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry. Com este livro, Manuela Lopes, pretende sensibilizar para os efeitos negativos da atividade do Homem no meio ambiente. Neste conto, o Principezinho, oriundo de um planeta onde não existe vida, devido à poluição, vem até ao planeta Terra onde é desafiado por um velho senhor a passar o seu testemunho. Assim o Principezinho alerta para os perigos da ação do Homem e também para os problemas da droga, alcoolismo e violência. Mas deixa a esperança de um planeta melhor. Vamos tentar preservar o nosso Planeta!! Esta obra de Manuela Lopes foi adaptada para teatro, em várias escolas, como meio de alerta e educação para a cidadania. Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG

Semana do Ambiente Semana do Ambiente decorreu entre 19 a 23 de março, com a colaboração da Dra. Manuela Lopes. Foi uma semana plena de atividades que motivaram os alunos na pesquisa e na observação de materiais existentes na natureza, tais como: líquenes, espécies arbóreas, fungos, animais, fósseis, entre outros. Decorreu em simultâneo uma exposição temática de livros, trabalhos realizados pelos alunos, artigos e cartazes. Contámos com um workshop de “Poesia Criativa”, com leituras de poemas alusivos ao Ambiente e outro de “Desenho Científico”. Estes workshops foram de encontro às expectativas dos alunos, que participaram com empenho e criatividade. O “Dia Mundial da Água” foi comemorado com alertas sobre a poluição aquática e exposição de livros

Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG

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sobre o tema. O Peddy-Paper resultou numa partilha e conhecimento mais aprofundado da Floresta Nacional.


Os filmes da Vida - a vida dos filmes

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oi com muito agrado que recebemos Regina Guimarães, professora Universitária, cineasta, poetisa, dramaturga, letrista e artesã, na nossa Biblioteca, a 12 de Abril e 10 de maio. Regina Guimarães foi docente da FLUP, ESMAE e ESAD. Foi cofundadora e diretora da revista de cinema “A grande ilusão”. É presidente da Associação “Os Filhos de Lumière”. Tem orientado oficinas de escrita e de iniciação ao cinema em variados contextos. Fundou a Editora Helastre, juntamente com Serge Saguenail. A sua poesia caracteriza-se por uma forte musicalidade. Para além da poesia, tem publicado livros de dramaturgia e de teatro. Tem desenvolvido extenso trabalho como encenadora. É membro da Banda “Três Tristes Tigres”, sendo responsável pelas letras das músicas. Colabora também com o grupo musical “Clã”.

Foi com o tema “Tenho Asas nos Pés”, dos “Clã”, que iniciamos as sessões para os alunos. Momentos envolventes, sem dúvida. O seu poder de comunicação e humor foram cativantes e ficamos maravilhados com a partilha das suas experiências ricas e motivantes. Ouvimos algumas das suas histórias divertidas e curiosas, de textos curtos e leves, entre as quais deixo um exemplo: ”Era uma vez uma gata borralheira que se esqueceu de deixar cair um sapatinho de cristal na hora de deixar o baile. O príncipe encantado, sem o menor indício em mãos contratou polícias, detetives, mágicos e videntes. Mas nunca encontrou a sua misteriosa Cinderela que ficou mesmo Gata Borralheira para sempre.” Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG


Vamos falar de ilustração

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A sua prática na ilustração digital deve-se a uma vasta obra reproduzida, mas Leonor também utilieonor Zamith nasceu no Porto. Licenciou za outras técnicas nos seus trabalhos, como pintura a -se em Artes Digitais na Universidade Católica. Traba- acrílico, aguarela, entre outras. lhou na Filbox Produções até 2007 onde publicou o Manuela Melo livro “400 Super Missões”. Freelancer, desde 2008, fez Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG ilustração para vários jornais e revistas, tais como: Jornal I, Sábado, Expresso, Visão, JN, Dinheiro Vivo, Exame e DN. Trabalha com os clientes do Mercado Porto Belo e CC Bombarda, projetos como “Por um bairro melhor”, marcas como: Bare Olive Oil, e outras onde ilustrou rótulos de vinho e cerveja. Leonor encantou os alunos do 6ºA e 6ºD com a sua narrativa visual, referindo que quando es tava na es col a es col hi a fi car a des enha r nos i nter val os e di zi a que quando fos s e grande q ueri a des enhar capas d e l i vros . O seu sonho concretizou-se, apesar de todos os obstáculos que enfrentou e enfrenta. Tem como referências artísticas Maira Kalman, Olaf Hajek, Violaine et Jérémy, Erin Fitzpatrick, Gill Button, Thibaud Hérem, Tom Froese, Pascal Blanchet, Virginie Morgand, Marta Monteiro, Catarina Sobral, o João Fazenda, entre outros.


Mochilas solidárias

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esde 2004 que as Associações Juvenis Álamos, Rampa Clube e Arcádia promovem, em parceria e de forma continuada, intervenções de ajuda humanitária no estrangeiro: em 2004 e 2005 na Croácia e entre 2006 e 2010 em Cabo Verde. Antes desse período, houve uma experiência em Cabo Verde em 1993. Em 2017, o Projeto Cabo Verde foi retomado e este ano de 2018 voltar-se-á a realizar através da parceria entre a Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e da Cultura, C.R.L., a Fundação Maria Beatriz Lopes da Cunha e várias entidades que promovem o voluntariado e a responsabilidade social dos jovens: as Associações Juvenis Álamos (Lisboa), Rampa Clube (Porto) e Clube dos Arcos (Coimbra). As ações desenvolvidas no âmbito do Projeto Cabo Verde abrangem três pilares fundamentais do desenvolvimento social, designadamente a educação, a saúde e o ambiente. Centram-se nos beneficiários e contam com o enquadramento e a colaboração de entidades locais. O trabalho é desenvolvido por estudantes universitárias e jovens profissionais em regime de voluntariado. A sua execução é garantida por um financiamento, que compreende a distribuição de material de ajuda humanitária e todas as restantes despesas associadas ao projeto. Decorreu nos meses de abril e maio a campa-

nha de recolha de mochilas solidárias, em diversas escolas. A EBAG acolheu carinhosamente este projeto, tendo conseguido enviar cerca de 30 mochilas e dezenas de livros. Participaram ativamente nesta atividade as turmas do 5ºB, 5ºD, 5ºE, 6ºD, 7ºA2, 8ºA2, 9ºA2, 9ºB2, 9ºC2 e os alunos abrangidos pelo Currículo Específico Individual. Professora Branca Mesquita


Lanches e alimentação saudável

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prejudicando a sua aprendizagem. Os lanches, devem ser diversificados contendo fruta e pão escuro. A água, lisabete Malheiros esteve connosco para sendo fundamental deverá ser a bebida eleita por falar sobre Lanches e Alimentação Saudável. Enfermei- todos. Manuela Melo ra Especializada em Saúde Infantil e Juvenil, esclareceu Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG e alertou para os diversos perigos que corremos ao ingerir alimentos que poderão ser considerados saudáveis, mas que contêm substâncias ocultas que se tornam perigosas para a saúde. Embora seja do conhecimento geral de que o açúcar e o sal são prejudiciais à saúde há que ter a maior atenção aos alimentos que contêm açucares, sal ou aditivos químicos, mas que se encontram ocultos, como nos iogurtes, bolachas ou bebidas. Pensar nas diferentes refeições do dia a dia pode ser tarefa difícil, mas a alimentação é um ponto fulcral para que os nossos jovens possam crescer fortes e saudáveis. Para uma alimentação equilibrada, é importante dividir os alimentos em 5 refeições diárias, fazendo lanches saudáveis entre as refeições principais: pequeno-almoço, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. O pequeno-almoço contribui para uma distribuição alimentar e energética mais saudável ao longo do dia, portanto, os jovens que não tomam o pequeno-almoço apresentam menor nível de atenção

Lu Jong vs indisciplina

ace às grandes dificuldades sentidas pelos professores em trabalhar com a turma C2 do 7ºano de escolaridade, devido a sérios problemas ao nível comportamental, emocional e de aproveitamento, a diretora de turma resolveu começar a aplicar algumas das ferramentas de que dispunha ao nível da sua formação em yoga e meditação. Assim, quinzenalmente, na aula de Educação Cívica, dinamiza sessões no ginásio da escola, nas quais os alunos executam alongamentos, exercícios respiratórios e de relaxamento. O objetivo destas sessões é motivar os alunos para o saber estar, ajudar a gerir as emoções e tentar reduzir a agitação. A recetividade dos alunos tem sido positiva e têm-se vindo a registar algumas melhorias. Professora Vânia Sousa

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Humanizar pela Arte

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ilustrações dos alunos da Unidade de Apoio à Multideficiência, como meio de os envolver no projeto.

conquista de um prémio da Fundação Os trabalhos estarão em exposição, no átrio da Ilídio Pinho sob o lema “Humanizar pela Arte: educação escola, durante o mês de junho. inclusiva e para os valores”, foi o mote de inspiração Professora Ana Paula Coutinho para desenvolver projetos bi e tridimensionais com os alunos dos 8º e 9º anos, na disciplina de Educação Visual. Assim, foi-lhes sugerido proporem intervenções no recreio coberto da escola, considerando que que se tornasse um espaço mais atrativo e confortável, também para os colegas da Unidade de Apoio à Multideficiência. Os alunos do 8º ano realizaram alçados verticais do espaço, à escala 1/100, onde apresentaram estudos de remodelação do interior, propondo novas cores nas paredes e mobiliário mais eficiente para proporcionar mais conforto, nos tempos de intervalo. Os alunos do 9º ano puderam experimentar construir uma maquete do espaço, à escala 1/50, em trabalho de grupo. As propostas para animar o recreio coberto, ganharam volume e cor, dando especial destaque à parede da papelaria escolar. Para esta parede, os alunos foram desafiados a criar um mural inspirado nas

Desenrolar histórias

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esde o início do ano letivo que a Biblioteca Escolar leva aos alunos da Unidade de Multideficiência uma história por semana, geralmente em tiras de papel que se desenrolam. Ouvir histórias em casa ou na escola é sem dúvida um ponto de partida para despertar o pensamento, para a formação do imaginário e do desenvolvimento da linguagem. Uma boa história desenvolve também o sentimento social, a formação pessoal e

sobretudo desenvolve o valor dos sentimentos. Contar histórias para os alunos é transportá-los para outros lugares, outras personagens, dar-lhes oportunidades para observar e percecionar mundos diferentes do seu e assim ampliar a sua imaginação e conhecimento do mundo. É gratificante sentir que os alunos nos acolhem com simpatia, demonstrando que apreciam estes momentos. Manuela Melo Coordenadora da Biblioteca escolar da EBAG


Desporto adaptado

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izemos ginástica, jogos tradicionais, corrida de orientação, surf e remo. Fomos ao Pavilhão Municipal de Ginástica da Maia, ao Palácio de Cristal, à Escola Básica de Pedrouços, à praia de Matosinhos e ao Centro de Formação de Remo, em Gondomar. Conhecemos meninos de outras escolas. Fizemos amigos. Aprendemos coisas novas. Divertimo-nos muito… Para o ano queremos continuar!

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As professoras do Desporto Adaptado: Alexandra Lopes e Catarina Cachapuz


Educar pela Arte

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motricidade fina é uma das competências fundamentais a ser desenvolvida pois possibilita resultados gratificantes a vários níveis desde a expressão plástica ao manuseamento de materiais mais sofisticados. O desenvolvimento da motricidade fina prende-se com a realização e controlo de movimentos pequenos e específicos. É importante dar às crianças o máximo de experiências gráficas para que as possam explorar de forma livre e simultaneamente, permitir-lhes a exploração ao máximo dos diferentes materiais, para que de forma autónoma e criativa, possam sentir-se capazes de irem ultrapassando barreiras, melhorando o seu desempenho. No decorrer do ano letivo, na Oficina de Expressões, os alunos com Currículo Específico Individual realizaram diversos trabalhos, nos quais puderam desenvolver as suas “competências artísticas”.

39 A.GIL l junho 2018

As professoras da Oficina de Expressões: Branca Mesquita e Maria João Silva


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o dia 30 de maio, os alunos das turmas A, B, C, D, E do 5º ano e a turma D do 6º ano da nossa escola, acompanhados dos seus professores, realizaram uma visita de estudo ao CIBA (Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota) e Mosteiro da Batalha, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal. O objetivo primordial desta visita foi completar as aprendizagens realizadas durante as aulas de História de Portugal e conhecer o nosso património históricocultural, palco natural dos grandes acontecimentos que levaram à consolidação da nossa nacionalidade. Devido ao elevado número de alunos, cerca de 100, as turmas dividiram-se em grupos de 50, e visitaram alternadamente, os dois espaços. No CIBA, os alunos assistiram à projeção de um espetáculo multimédia que reconstituía a Batalha de Aljubarrota, e os eventos que a originaram, recriando a crise política de 1383-85, o Cerco de Lisboa destacando, obviamente, as figuras históricas de D. João I e Nun’Álvares Pereira. Foi ainda possível visitar as descobertas arqueológicas do campo de batalha, acompanhadas de esquemas e desenhos que explicam o modo como as lesões dos soldados podem ter ocorrido e como os cientistas conseguem essa leitura a partir de fragmentos, tentando-se, assim,

através da análise dos vestígios reais da batalha campal, reconstruir parâmetros da “vida” e da ”morte” dos combatentes. Em seguida, caminhámos no próprio terreno onde ocorreu a batalha, imaginámos a disposição das tropas e vimos, inclusivamente, as armadilhas designadas de “covas de lobo”. Impressionante! Após o almoço, os alunos visitaram o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, vulgarmente conhecido por Mosteiro da Batalha, uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. Esta visita conduzida por três atores (1 marquês e 2 frades) iniciou o seu percurso no portal principal, e passou pelos vários espaços do Mosteiro até ao claustro D. Afonso V. Foi uma forma diferente de aprender história e tudo que se relacionava com o Mosteiro da Batalha, uma vez que os atores, de uma forma engraçada contavam factos ocorridos na época e davam informações sobre a arquitetura do Mosteiro. Cansados, mas culturalmente enriquecidos, chegamos ao Porto ao final da tarde, onde os familiares dos alunos os aguardavam. Professora Ana Castro Silva

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No rasto da Batalha de Aljubarrota...


No rasto da Batalha de Aljubarrota...

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Galeria de imagens


Augusto Gil desenhado pelos alunos da A.Gil

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ugusto César Ferreira Gil nasceu no dia 31 de julho de 1873. Foi advogado e poeta. Passou a maior parte da sua vida na Guarda, de cuja paisagem se encontram reflexos em muitos dos seus poemas. Mais tarde, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Na sua poesia notam-se influências de Guerra Junqueiro, João de Deus e António Nobre. Faleceu a 26 de fevereiro de 1929. Os alunos do 5ºB,5ºD,5ºE, nas aulas de Educação Visual, realizaram desenhos de observação, com base na fotografia de Augusto Gil. Posteriormente aplicaram elementos da linguagem visual. Esta exposição está patente na Biblioteca Escolar.

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Professora Branca Mesquita


O a.gil quer saber e tu vais esclarecer Feriado 10 de junho - Sabes porquê?

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10 de Junho começou a ser comemorado com o regime político do Estado Novo. Foi a partir desta época que o Dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional. O regime salazarista apropriou-se de determinados heróis da república, dando-lhes um sentido nacionalista e histórico muito forte. Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último nome acrescentado por Salazar era uma homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial. Depois da Revolução dos Cravos a data passou a ser designada por Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Estas comemorações são celebradas por todo o país, mas só as Comemorações Oficiais são presididas pelo Presidente da República e muitas outras grandes individualidades como o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-ministro, os Ministros, os Embaixadores e outras personalidades. As comemorações envolvem diversas cerimónias militares, exposições, concertos, cortejos e desfiles, além de uma cerimónia de condecorações feita pelo Presidente da República. Desde 1977 dezenas de cidades já receberam as comemorações, oito delas não são capitais de distrito. Todos os anos, o Presidente da República Portuguesa elege uma cidade ou um país para ser sede das comemorações oficiais. Este ano, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu os Estados Unidos para iniciar as comemorações.

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Alunos do 6ªB


Cascata … em sonho suspensa

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No concurso da Câmara Municipal do Porto, foi -nos atribuído o número 17 e a professora Antónia ste ano a nossa Escola vai ser represen- Lagarto, escreveu esta pequena sinopse explicativa: tada no “Concurso de Cascatas de São João” organizado pela Câmara Municipal do Porto, com uma cascata “Cascata… em sonho suspensa” construída pelos alunos da UAEEAM – “Unidade de “…porque é de sonho e no sonho… o dia-a-dia da Ana, Apoio Especializado para a Educação de Alunos com do Afonso, do David, da Francisca Barbosa, da FrancisMultideficiência”. ca Sousa, do Filipe, do Hélder, do João… tantas vezes Os nossos oito alunos desta Unidade, sob a suspenso em olhares de terna incredulidade pela desorientação das professoras Antónia Lagarto e Manuela coberta… gargalhadas em cascata límpida e em espanNogal, desenvolveram atividades de pintura em papel tos de Luz… de prantos… de vida…” que, mais tarde, vieram a dar origem à construção das “casinhas de papel” que foram organizadas numa Queremos agradecer a preciosa colaboração estrutura de arame, dando origem a um grande Móbile. das professoras Branca Mesquita e Maria João Silva, Para completar todo o cenário Sanjoanino, ainda fize- que nos auxiliaram na montagem e colocação final da ram “sardinhas” em papel-maché, balões em papel nossa Cascata. colorido e, como não podiam faltar, os manjericos E agora? ...vamos esperar que o Júri também reciclando cápsulas de café e colando papel crepe ver- goste e nos atribua um bom lugar! de. Viva o São João! Foi um trabalho onde todos eles, com as suas diferentes personalidades, participaram e gostaram Professora Antónia Lagarto muito de ver “crescer” a sua cascata, que foi batizada com o nome de: “Cascata… em sonho suspensa”!


Quadras populares, para o S. João festejar Junho é o mês dos Santos Populares. Em homenagem a São João e a uma festa que vai animar as ruas da cidade do Porto, a professora Gabriela Ribeiro, desafiou os alunos do 5º C a elaborarem quadras populares, para depois colocarem nos seus manjericos. Aqui ficam alguns exemplos.

Na noite de S. João Dei a volta à fogueira Lancei o meu balão

Trabalho realizado por Íris Freitas, 6ºD

E foi uma brincadeira!

Ó meu rico S. João Nesta noite de folia Comi sardinhas no pão Mas que grande euforia!

Cheira a manjerico E a sardinhas também Quando comecei a comer Soube-me tão bem!

Trabalh o reali zado p or Geo vana

Car valh o , 6ºD

Na noite de S. João Arranjei um namorico Lancei um balão E comprei um manjerico.

A noite de S. João Vai ser toda minha

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Com alho porro numa mão

ouf, 6

lho re Traba

Chent Jihan r o p o alizad

ºD

e noutra uma sardinha!

Alunos do 5ºC

Trabalho realizado por Mariana Silva, 6ºD


Li e gostei

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A Quinta das Cerejeiras

uís e a mãe foram viver para a cidade, num local onde só existiam altos prédios. O Luís sentiu a falta do verde da sua aldeia, das flores e dos animais, mas teve uma ideia e, com a ajuda de todos, conseguiu encontrar soluções para tornar aquele lugar mais verde e amigo da natureza. A autora retrata a importância que a Natureza tem na nossa vida e no nosso ambiente. Gostei de ler esta história de Ilse Losa, porque aprendi vocabulário novo e, principalmente pela mensagem, “ A importância da Natureza e dos espaços verdes nas cidades”. Lara Machado, 6ºD

Os conselheiros do Califa

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á algum tempo li um livro chamado “Os conselheiros do Califa” do autor António Sérgio. Este livro contém cinco histórias, todas elas muito interessantes mas, a que eu mais gostei, foi uma intitulada, “O cavalo de Alexandre”. Li com gosto esta história e fiquei de boca aberta com a inteligência da personagem principal, o Alexandre. Percebi ainda, que é muito importante ser bom observador. Recomendo a leitura desta obra aos meus colegas. Agostinho Cruz, 5ºA

Indiana Jones explora o antigo Egipto

equisitei, na biblioteca da escola, este livro para ler, pois quis saber como tinham sido construídas a Esfinge e a Pirâmide. No entanto, o livro ensinou-me muitas outras coisas sobre os antigos reis, que se chamavam faraós, sobre o enorme rio, o Nilo e sobre os Deuses. Achei o livro muito interessante! Catarina Rebelo, 5º A

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Passatempos Descobre na horizontal, na vertical e na oblíqua as palavras relacionadas com a arte azulejar.

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Arte Azulejos Cerâmica Restauro Património Barro Mufla Vidrados

ANEDOTAS Diz a D. Maria para a empregada: - Ana, já deitaste a água nova no aquário dos peixinhos? - Não, minha senhora! Eles ainda não beberam a que lhes dei a semana passada.

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professora pergunta aos alunos: - Se eu comer 3 peras, 7 bananas, 15 laranjas e 1 melancia, qual será o resultado? Do fundo da sala, alguém grita: - Uma dor de barriga!

A professora pergunta a um aluno que está quase sempre distraído: - João, táxi leva assento? - Claro, senhora professora! - respondeu o menino, admirado com a pergunta. - Se não tivesse, onde é que os passageiros se sentavam?

Qual é o animal mais antigo do mundo? É a zebra, que ainda é a preto e branco.

ADIVINHAS

O que atravessa o vidro sem o quebrar?

Soluções das adivinhas: pincel e luz

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Tenho pêlos e posso passar por todas as cores.


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